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cabraljr

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Tudo que cabraljr postou

  1. ferrib, Se a lixa tiver grana 400 e principalmente superior você realmente irá correr o risco de cortar a lixa ao afiar as lâminas com o fio indo de encontro à lixa. E usando ou não um meio resiliente por baixo da lixa que pode ir desde couro e borracha até à folhas de árvores, passando pelo apoio sobre a coxa ( não recomendado ), usando o movimento "fugindo do fio" ( passar manteiga ), você fatalmente estará convexando o fio, quer seja ele já convexo ( mantendo ) ou em "V". Abraço
  2. Leandro, A menos que o Dragonfly seja em um aço "diferenciado", que não o VG10, eu ficaria com o mini Lawman. Gosto pessoal apenas. Abraço
  3. Boca de Veludo, Chaira estriada até afia, mas é um fio que já nasce meio fragilizado e dura pouco. Chaira lisa só reassenta o fio rolado. Chairas cerâmicas e diamantadas afiam bem ( dependendo da grana ), mas exigem maior controle e técnica. Estes afiadores em "X" ceâmicosou diamantados são muito bons para realinhar os fios e retocá-los quando apresentam mínimo desgaste. Fios realmente danificados ou cegos demandariam uma eternidade nestes artefatos para ficaem satisfatórios. Abraço
  4. Gribel, Não tem dificuldade não. Faça um guia de ângulos como este da página http://www.mochileiros.com/canivetes-facas-afiacao-t52752-375.html. Se não quiser fazer de metal por causa das soldas, faça usando 2 placas de madeira ou plástico e junte as duas com uma dobradiça parafusada! Está pronto o seu angulador! Pode usar um simples toquinho para apoiar a plaa de cima no ângulo desejado. Afiação manual é simples treino. Com o tempo, todos conseguem afiações perfeitas. Os anguladores ajudam bastante! Abraço
  5. Boca de Veludo, :'> Assim você facilita a vida dos amigos que vão lhe dar opiniões! Abraço
  6. Boca de Veludo, Vou lhe dar uma sugestão para que você ajude os amigos a ajudá-lo: cite o modelo e o tipo de aço usado, pois a ka Bar tem um leque de opções dentro do que se pode chamar de "tradicional" ( pode ser o design, pode ser o aço, etc ). Vou me abster de opinar pois sou reconhecido e assumidamente pão duro em termos de cutelaria. Abraço
  7. Leandro, Eu gosto por demais do Lawman para EDC! Ele parece, mas não é tão grande como as imagens podem enganosamente aparentar. Sua grande vantagem no meu ponto de vista é ser um canivete que você tanto pode usar para cascar uma maçã quanto para caso seja extremamente necessário e você não disponha de outra ferramenta, abrir a própria caixa de maçãs. O Mini pelo que eu já vi, trilha o mesmo caminho! Você deverá gostar bastante dele. Abraço
  8. Leandro, Parabéns por realizar seu desejo e adquirir este belo AK. Abraço
  9. Leandro, Parabéns pela postagem de alerta!!! Mas confesso que eu mesmo compraria uma "cópia" do Spartan para "bater" no lugar do original, entretanto, a cópia custa o mesmo que o original!!! Se fosse um preço na faixa dos canivetes chineses de qualidade como os SRM, Enlan/Bee, Ganzo, Navy, Inron, etc, ou seja, de 10 a no máximo 20 dólares, já estaria na mão! Por falar nisso, literalmente acabei de receber um Enlan EL-08! Absolutamente fantástico o canivete!!! Acabamento no mesmo nível do meu Lone Wolf LongHorn, um canivete na faixa de 80 a 120 dólares! O El-08, custou 19 dólares!!! Abraço
  10. Leandro, Não vi polêmica no vídeo. A discussão forjada vs desbastada é antiga. Mecânicamente há vantagens na conformação do metal ( aço ) por forjamento do que por laminação. Tem haver com o fibramento mecânico... MAS, em cutelaria esta vantagem é marginal e não justifica a aura de mito criada em torno das forjadas!!! Como eu já disse é muito mais fácil agregar defeitos ao aço no forjamento de uma faca do que qualidades! A diferença em favor do forjamento é mais crítica e perceptível na construção de ítens também de aplicações críticas como certos eixos, parafusos, etc. E continuo com o que afirmei: o forjamento por prensas e matrizes é muito melhor do que o com martelos! E quando o Peter faz referência à superioridade do forjamento sobre o desbaste se enquandra nas observações que fiz acima. A referência que ele fez à superioridade é apenas em relação ao forjamento; no caso específico, o da Corneta é superior ao manual. Mas a alma de toda e qualquer lãmina é seu tratamento térmico, que pode ressaltar as boas qualidades do forjamento e agregar outras mais ou simplesmente destruir qualquer boa caracteristica obtida e ainda piorar muito o aço!!! Abraço
  11. Leandro, Com certeza este foi o tópico mais divertido aqui do Mochileiros! E informativo também! Como bom teimoso, eu também sou "pelinha": eu não te disse! Eu não te disse? Eu não te disse?!!! Eu sei que elas são forjadas, quando eu coloco forjada/estampada é porque no processo de forja com prensa-matriz, ao ser forjado, o tarugo se transforma no blank mas ainda ligado numa espécie de "panqueca" de sobras de aço, que é então levado à outra máquina "tipo estamparia" que punciona o blank para fora da "panqueca". Como eu lhe disse, a Wotan digamos "original" de uso pessoal do Peter foi forjada no martelo por ele ( segundo o próprio ) e eu tenho a total certeza que ele mais do que capaz de fazer isso! Eu só dei uma "estrilada" porque nitidamente a faca emquestão tem todas as caracteristicas de ser originária de um blank forjado/"estampado" na Corneta. E Leandro, lhe sendo o mais sincero possível, eu afirmo com a mais absoluta convicção que se tivessem 2 facas, uma originada da prensa/forja da Corneta e outra do martelo do Peter e que sofressem rigorosamente o mesmo tratamento térmico a faca originada do blank teria qualidade superior!!! Pode parecer um menosprezo ao trabalho do artista que é o Peter, mas é uma constatação lógica para este tipo de faca, pois é mais fácil piorar um aço no martelo do que lhe conferir boas propriedades. E quando você dá n marteladas as chances de agregar pequenas falhas são muito maiores do que quando isto é feito com 2 impactos apenas de dezenas de toneladas! Há detalhes técnicos de alinhamento das moleculas do aço que no caso da prensa simplesmente fica o mais perfeito que seria possível enquanto que no martelo... Isso não é com o Peter, mas inerente ao fator humano! Agora, caso o Peter tenha em sua oficna os fornos com temperatura controlada, etc, é bem provável que o tratamento térmico realizado por ele individualmente ou em um lote de 3 ou 5 facas seja superior ao realizado em lote de 100 ou mais facas na Corneta! Muito obrigado por se empenhar em nos sanar as dúvidas e nos dar um retorno tão rápido ( agradecimentos estensivos ao Peter também, é claro ). Um grande abraço ps: a pedra de ângulo que originou toda esta bagunça passou incólume: os dentes não homogêneos! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
  12. Leandro, Esta foi a melhor de todas!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Literalmente um é a versão humana do outro ou o outro é a versão plástica do humano! Realmente impressionante a semelhança! Acho que até o próprio acharia interessante esta imagem, mas como precaução e caldo de galinha não costumam fazer mal à ninguém, não recomendo que o amigo remeta isso, mesmo sendo uma foto de família qe reúne dois irmãos separados no nascimento... Parabéns! Abraço
  13. Eu "já se curvei-me", mas foi de cólica de tanto rir!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Tomara que o Peter jamais veja isto!!! Se acontecer, pode jogar a bronca no Cabral, afinal já impliquei com os "dentes" dele... Abraço
  14. Essa imagem foi FORJADA!!!!!!!!!!!!!!!!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Abraço
  15. Taskeparal!!!!!!!!!!!! Postou a foto do Peter sem óculos e com lentes!!! Cara de um focinho do outro!!! Nem se tentassem esculpir sairia tão parecido!!! Eu até tinha me lembrado que tinha um boneco ruivo e achei que fosse assemelhado. Me enganei... é idêntico!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Se ele ler este fórum o amigo literalmente estará por um fio!!! hehehehehehehehehe Abraço
  16. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk A mesma coisa que pensei quando o vi em uma entrevista com o Jô, quando inclusive estava com a barba mais cerrada!!! Será que os Falcons foram inspirados no Hammer??? Abração
  17. Leandro, Entendi sua colocação, mas mesmo sob o risco de ser chato, volto a insistir que todas as facas destas fotos postadadas me parecem puros e simples desbastes realizados nos blanks da Corneta! Leandro, um detalhe que você tem que prestar atenção é a guarda integral. Ah Cabral, você acha que com a categoria do Peter ele não conseguiria fazer esta guarda integral no martelo? Sim ele conseguiria, porém duvido que com esta regularidade apresentada e sem o uso de uma matriz! Ah, mas e se ele tiver uma matriz em casa? Não é impossível, mas matrizes são muito caras e outra, que benefício estrutural o aço teria sendo conformado mesmo em uma matriz com centenas de marteladas, ao invés de duas pancadas de uma prensa/martelo/macho hidráulico? Fazer uma faca com uma dada geometria e repetí-la não é tão difícil, mas fazer uma integral com este tipo de guarda bem uniforme e formato caracteristico e principalmente, com os ângulos arredondados para propiciar menor estresse, ai sim é difícil, bem difícil! E outro detalhe: como foi ele que idealizou, desenhou e supervisionou todo o processo produtivo do blank, mesmo ele tendo sido forjado/estampado na Corneta, não deixa de ser uma obra do Peter, ainda mais se ele o modificou em sua oficina. Veja que a homogeneidade das facas é muito grande, mesmo considerando que há aço de sobra para ser desbastado. Lembre-se que o meu blank tinha exatos 3mm de espessura na borda extrema do que seria o fio! Imagine o quanto isso propicia de "manobrabilidade" para se trabalhar a faca. É por isso que de todas as Wotans que já vi customizadas no projeto da Corneta de enviar blanks à cuteleiros, jamais vi uma convexa como a minha! Acho que é única!!! Já vi o Peter dizendo que a "Wotan" de porte dele foi inteiramente forjada no martelo por ele e não tenho a menor dúvida disto, apesar de nunca tê-la visto em detalhe. Se eu conhecesse o Peter, a pergunta seria direta: você forjou esta faca manualmente nomartelo ou customizou um blank bruto saído da forja da Corneta! Claro que o que ele responder vai valer, mas eu Cabral "tomé" só acreditaria vendo ele forjar uma integral como esta no martelo. Ela não é parecida com as da Corneta, é idêntica levando-se em consideração as dimensões com sobras dos blanks brutos recém saídos da forja/prensa! Hehehehehehe, eita que este Cabral é mais teimoso que mula empacadeira!!! Por falar em mula, as minha jumentas ( by Frico ) estão um espetáculo! A que transformei em full flat então é um sonho! E com goiabeira!!! Diliça!!!! Abraço
  18. Leandro, Obrigado pelos sempre gentis comentários!!! Mas no meu caso a goiabeira tem precedência sobre o chifre de veado... porque ela cresce no meu quintal e o chifre na cabeça de algum "bambi" bem longe daqui! hehehehehehehe Brincadeiras à parte, apesar da beleza estética eu jamis usaria chifre ou osso na empunhadura pois o cuidado e a susceptibilidade à vários agentes seriam muito maiores que os da própria madeira. Outro fator que me levou a decidir em favor da goiabeira foi sua dureza Janka de cerca de 2320 e ainda assim é relativamente leve, com cerca de 680kg por metro cúbico quando seca ( como é o caso ). Ela perde feio para madeiras como o Ipê por exemplo, que marca 3600; o angelim pedra 3400! Mas se comparada por exemplo às madeiras bastante utilizadas no "norte" do globo para empunhaduras, como o red oak, hard maple e hickory que ficam na casa de 1300, 1500 e 1900 respectivamente, ela leva vantagem! Fora que não é atacada nem por cupins nem por brocas. Grande abraço
  19. Senhores, Hoje ( 24/11/2012 ) terminei o trabalho no meu blank da Wotan e finalmente posso mudá-lo de categoria, pois agora é uma faca!!! Só na fase da geometria foram alguns meses de teste! Ficou definida como convexa, mas da seguinte forma: nas fotos iniciais pode ser visto o blank original. Onde há o desbaste grosseiro de fábrica, foi puxado um flat ( linha verde ). Neste flat foi feito um desbaste de 5 graus de cada lado, seguido de um de 10 graus e um de 15 graus. A partir daí foi puxado um convexo onde a máxima espessura ( 6,9mm, linha azul ) fica exatamente no meio do caminho entre o que seria o “ombro” do desbaste original ( linha verde ) e a espinha, afilando bem em direção ao fio e moderadamente até o dorso, onde ela tem “apenas” 6,5mm. Claro que por fim foi aplicado um micro-fio de 20 graus de cada lado! Essa geometria torna praticamente impossível a faca ficar presa entre as fibras da madeira e gera o menor atrito possível durante a tarefa de rachar. Também retira quase totalmente o strees sobre o fio durante esta atividade pois sempre que ela penetra na madeira seu perfil força as duas metades para as laterais e isto se dá imediatamente após o micro-fio e se acentua à medida que a lâmina avança madeira à dentro. O mesmo efeito se dá em qualquer outro meio a ser cortado! Ao se atingir o ponto de máxima espessura da lâmina que é de 6,9mm ( linha azul ) começa novamente haver um decréscimo na espessura que é um pouco mais acentuado a partir da linha vermelha. Este é outro fator que impede o “engrimpamento “ da lâmina no meio que estiver sendo cortado, rachado, separado, etc. Esta geometria proporcionou a maior robustez estrutural possível, ouso dizer que superior inclusive a qualquer uma das versões originais de fábrica da Wotan, com uma habilidade de corte muito boa motivada pelo acentuado desbaste de alívio de 5 graus de cada lado e uma capacidade de chopping e de rachar madeira também superiores a qualquer uma das Wotan de fábrica pelos motivos já citados! Só para os amigos terem uma melhor idéia, seu peso é de exatos 475g ( 3g só de óleo de peroba, hehehehehehehehe ). Os amigos que têm Wotans originais poderiam me dar uma ajuda postando o peso de suas facas de 7,5 pol de lâmina, pois este é um dado que não é confiável na net. Entretanto, com a finalização do cabo, o desempenho que com uma empunhadura de cordame já tinha me deixado satisfeito, agora me deixou simplesmente extasiado com a faca! A empunhadura é de goiabeira e que ficou secando à sombra por quase 8 meses, lembrando que minha cidade é bastante quente! Como eu queria que o casamento do tang com a madeira fosse perfeito, ao invés de furar a madeira para depois ajustar mais ou menos e colar o tang, optei por dividir ao meio e entalhar o encaixe para o tang de um lado e de outro das talas. Ficou perfeito! Para maior segurança, foram feitos 2 furos rente ao tang na parte superior e 2 na parte inferior, também rente ao tang e foram colocados 4 pequenos pinos de aço inox de 3mm de diâmetro ( pequenos eixos de uma velha impressora ); como se pode ver ( ou não ), eles são “escondidos” nos interior da madeira. Ela foi feita mais comprida ( 14cm ) para propiciar 4 pegas diferentes e na execução de diferentes funções. A pegada enforcada usando o finger choil para trabalhos de precisão; a pegada rente à guarda para os power cuts; a pegada “normal” no meio da empunhadura para cortes cotidianos ou pequenos swings e a pegada de “3 dedos”, que no caso específico é feita com os 4 dedos mesmo ao final da empunhadura para o chopping! O lado direito foi deixado propositalmente mais convexo pois sou destro e assim ficou mais confortável e ergonômico. Sua espessura vai de 4,1cm na porção posterior até 2cm junto à guarda. A largura varia de 3,1cm até 5,2cm em seu ponto mais largo. O único “pino” que pode ser visto é de aço de haste de amortecedor e não é fixado; sua adaptação ao furo no tang da Wotan é tão justo que chega à casa dos centésimos de mm. O mesmo se da na madeira! Ele ficará ai até que eu consiga um tubo de aço para fixar em definitivo. Se não achar, não tem problema, pois posso deixá-lo e fazer um furo para lanyard após o mesmo. A madeira foi “hidratada” com óleo de peroba, tendo absorvido 3g. Foi então selada com cera de abelha e passado um pano “à quente”, sendo aquecida em um bico de lamparina. A pequena faixa avermelhada entre a empunhadura e a guarda foi um rebaixo que fiz na madeira com dupla função: colocar algo que lembrasse a cor da goiaba ( vermelha ) e que garantisse a máxima adaptação e selamento desta região, já que não alterei a guarda original, sequer polindo a mesma! A faixa nada mais é que resina epóxica impregnada com polímero de resina vermelha! Quando estava polida a cor era exatamente a da goiaba! Agora veio o melhor: testei sua eficácia no chopping em uma torinha de eucaliptp e a danada entra com uma voracidade danada, e o melhor: não se sente os impactos!!! É simplesmente incrível!!! Ainda prefiro o G-10 como material de empunhadura, pois madeira é muito mais chata para se trabalhar e demanda muito mais cuidados,mas devo reconhecer que neste caso específico ela se mostrou muito superior! A sua leveza e o formato que foi propiciado graças ao tamanho e espessura do galho que eu tinha separado contribuíram definitivamente para o resultado. Como minhas talas de G-10 tem espessura de apenas 7mm e são mais densas e pesadas, por certo não me permitiriam obter esta anatomia final. Pode até ser o que o resultado na absorção de choques fosse o mesmo, já que no comprimento ficaria exatamente igual, diferindo apenas nos contornos e espessura, mas não é muito provável. Outra coisa é o balanço que indubitavelmente seria alterado; com a goiabeira o fulcrum está exatamente localizado imediatamente após a guarda, no finger choil. Com o G-10 certamente ficaria deslocado mais a posterior. Apesar do resultado muito favorável, não voltarei a fazer cabos de madeira pois o trabalho é muito maior e a resistência às intempéries e agentes químicos, biológicos e fogo nem de longe se compara ao G-10. Foi só o desta Wotan e de uma D-2 que é o meu mais novo xodó, não pelo cabo, mas pela faca em si. Mas esta é uma outra história... Aqui, como alguns acharam que o cabo ficou "grande" ( para mim está perfeito ), uma montagem de como seria se eu o encurtasse: Só de curiosidade, alguém já viu uma Wotan com 6,9mm de espessura máxima??? E olha que o blank tinha 7mm!!! Abraços
  20. Leandro, A questão da ponta com maior reforço e as diferenças nos desbaste ( pode fazer parte das modificações ) é o que eu já lhe comentei: o blank tem muito mais material ( aço ) que a faca acabada ( a que postei é uma faca acabada ). Vor postar a seguir a minha Wotan modificada/customizada por mim! Acho que você entenderá bem como a partir do blank bruto pode se obter um produto completamente diferente dos "de fábrica" que partem do mesmo blank! Abraço
  21. Leandro, Só embasando ainda mais o meu ponto: da conversa postada por você, às 09:54 ele escreve "uma modificação por encomenda". Você argui às 09:55: " E vc fez na Corneta ou em sua oficina?", aqui com certeza ele como eu deve ter entendido o que está implícito, ou seja, a modificação. Ao que ele reposnde às 09:55: " na minha oficina". Para mim é claro como cristal. Isto somado às demais evidências... Abraço
  22. Leandro, Eu só gostaria de lembrar ao amigo que os blanks ao serem "estampados" na Corneta, têm dimensões e espessuras um pouco superiores ao produto "acabado". Como já ficou claro, há muito que não posto mais minhas lâminas por aqui, mas veja a minha "Wotan" que foi adquirida como blank bruto e acabada por mim. Tenho certeza absoluta que foi isso que o Peter fez!!! Não estou querendo ser mais real que o rei, apenas partindo de evidências. Veja uma montagem que fiz de uma foto de uma 3K de fábrica com o asua foto, procurando ajustar até as dimensões: Veja que apesar do ângulo da foto não ser idêntico, as caracteristicas são exatamente as mesmas. Para ele repetir isso em casa, só com uma matriz e uma prensa de algumas toneladas... Veja as imagens da progressão do meu blank e como ele tem muito mais aço que a faca acabada da Corneta! Note que só o "fio" do blank tem 3mm de espessura!!! Inclusive esta faca eu acabei em definitivo ontem, colocando um cabo de madeira e coma geometria definitiva! É por isso que eu tenho certeza que o blank de sua faca foi "estampado" na Corneta e modificado na oficina do Peter. Acho que agora ficou claro. Abraço ps: mas que os dentes foram mal executados, foram!
  23. Heehehehehehe Leandro, Pela sua conversa postada e pelas imagens da faca o que eu entendi é que a faca é da época que o Peter ainda estava na Corneta e que a faca foi produzida na Corneta e apenas modificada pelo Peter em sua oficina. Se você entrar em contato com ele novamente acho que isto pode ser aclarado, pois as caracteristicas da foto mostram claramente que é uma faca que foi "estampada à quente" ( forjada em prensas hidráulicas ); as de série, a qual ele retirou da linha e a modificou em sua oficina, quer seja tenha sido somente o serrilhado e acabamento ou mesmo refeito o tratamento térmico. Só não acho que ele pegou um tarugo de 52100 e o forjou em casa no martelo, do zero! Abraço
  24. hehehehehehehe Leandro, Acompanhe o raciocínio comigo: cuteleiros, ainda mais os de renome como o Peter, não são as pessoas mais modestas da face da terra... O principal marketing em geral feito em cima de peças artesanais, é que SERIAM peças únicas, feitas com todo esmero e capricho, com qualidade superior, etc, etc, etc... A eficiência destes dentes me parece fora de questão; vão cortar e cortar de forma agressiva sem sombra de dúvidas! O problema foi a execução como já citei! Veja um canivete em que fiz um serrilhado exclusivamente para usar em churrascaria ( pratos de porcelana ), já que não tenho e não gosto de fios serrilhados! Este resultado é aceitável quando feitopor alguém como eu, que não é cuteleiro e não vende suas peças! Fiz uma alteração "artesanal", caseira e para meu uso exclusivo! Neste caso sim a desuniformidade é aceitável! E não se engane, para o propósito para o qual foi feito, este serrilhado é o cão! E para cordas, plásticos rígidos, etc funciona muitíssimo bem ( apesar que prefiro o fio liso acabado em grana mais grosseira para a mesma finalidade! ). Espero ter sido mais claro agora. Abraço
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