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mariaelisa22

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  1. Bem, quero pedir desculpas, nao sei muito bem como faz pra responder a cada um aqui no tópico. Ainda estou aprendendo a mexer aqui no forum. Bem, Sandro, Fiquei triste em saber que pelo lado de Minas a situacao é a mesma =/ MUITO engracadas suas fotos. Eu vi os mesmos "tipos" por lá. Concordo que você que educacao vem de berco e está em falta para algumas pessoas =(, infelizmente. Peter, Concordo plenamente com a parte desses lugares inspirarem a meditacao e a reflexao. Eu pretendo voltar a Pedra Menina por um fim de semana para meditar. Mas nao vou entrar no parque. kaabah e Fábio, Realmente nessas datas é bem cheio. Eu sabia. No fim de semana que eu fui, inclusive, o pessoal do parque me avisou que eram 1200 pessoas dormindo no parque naquela noite. Imagina!!! E quase todo mundo resolveu subir o Pico. Mas eu continuo sendo da opiniao de que, se todas as 1200 pessoas se respeitassem e pensassem uns nos outros, a situacao nao seria tao crítica. Ou entao, tem que comecar a ver um controle maior. Ao invés de 1200, estabelecer um limite menor, tipo 800 pessoas. Eu sei que "atrapalharia" a vida de muita gente, mas eu estou disposta a sofrer um certo "desconforto" pra marcar datas e ter um parque bem preservado, do que ir essa quantidade de gente e acabar com o local desse jeito. Wéll, Fico triste em saber que essa mesma situacao ocorra em outros lugares =/ O que tenho visto aqui na comunidade é gente muito consciente, procurando preservar os lugares pra onde viaja e respeitando os outros mochileiros. Espero que esse tipo de espírito contagie os outros que acabam atrapalhando tudo. Sandman, A estrutura realmente é muito boa. Eu acho excelente, aliás. A minha reclamacao é sobre a utilizacao que estava sendo feita dessa estrutura, e nao da estrutura em si.
  2. Li aqui muitos relatos de pessoas que foram ao Pico da Bandeira. Só um relato foi negativo. Infelizmente eu, que sempre fui uma entusiasta em relacao ao Parque do Caparaó, venho engrossar o coro de que está impraticável voltar lá. Quero pedir desculpas pela falta de acentos, é que escrevo num teclado estrangeiro. Saí sozinha de Vitória, na quinta-feira, dia 24 de junho, e fui até Cachoeiro de Itapemirim onde pegaria o carro com o qual eu iria subir até o acampamento base do Pico da Bandeira pelo lado do Espírito Santo: Casa Queimada. Para quem nao conhece, faco um parêntese: o Parque do Caparaó tem 2 entradas (uma por Minas Gerais e uma pelo Espírito Santo). Cada entrada dá acesso a duas áreas de camping: Tronqueira e Terreirao - onde existe uma casa de pedra - pelo lado de Minas; e Macieira e Casa Queimada pelo lado do Espírito Santo. Por Minas Gerais o acesso ao Parque é feito pela cidade de Alto Caparaó. Pelo Espírito Santo é possível passar por Pedra Menina. Mas muita gente prefere pegar o caminho pela cidade mineira de Espera Feliz por ser pavimentado. Bem, minha primeira parada depois de Cachoeiro foi a cidade de Alegre, onde passei a noite. Nao é necessário fazer esse pernoite, é perfeitamente possível ir de Cachoeiro a Pedra Menina ou Espera Feliz no mesmo dia, mas como eu cresci em Alegre e queria rever alguns amigos, decidi passar uma noite na cidade. No dia seguinte, pela manha, encontrei com eu companheiro de viagem em Alegre e comecamos a subir até Pedra Menina no início da tarde, depois do jogo do Brasil. Chegamos a Pedra Menina por volta das 17h. Já tinha reservado um quarto na Pousada Pedra Menina. Uma pousada muito nova e muito boa, porém bem simples. 70 reais por um quarto duplo (35 por pessoa) com café da manha incluso. Mas em Pedra Menina existem muitas boas opcoes de hospedagem. para quem prefere algo mais sofisticado a pedida é a Pousada Vila Januária, que infelizmente estava fechada para um evento no fim de semana. Também há a opcao de ficar na casa de alguns moradores que participam do programa cama e café. Geralmente oferecem ótimas refeicoes e quartos simples, mas confortáveis. Dormimos em Pedra Menina e comecaríamos a subir no dia seguinte. Novamente, o pernoite nao é necessário. Quem quer aproveitar o Parque do Caparaó pode subir direto. A portaria só fecha às 20h. Fiquei essa noite lá porque queria conhecer Pedra Menina. A cidade é muito agradável, e mesmo os donos das pousadas te recebem como se estivessem te recebendo como convidado na casa deles. É excelente. Planejo voltar lá para ficar uns dias em Pedra Menina. No sábado, por volta da hora do almoco, comecamos a subir para o parque. Na portaria é preciso pagar as taxas (de entrada e, no nosso caso, do pernoite no camping). Aqui gostaria de abrir outro parêntese. As maiores reclamacoes que eu costumo ouvir sobre viagens como essa, sao por culpa exclusiva do viajante que se preparou mal. Em Pedra Menina encontramos um grupo totalmente despreparado que acabou dependendo da nossa ajuda pra tudo. Eles nao tinham roupas adequadas, comida nem água!!! Nessa época do ano, a regiao é muito fria. E dentro do parque nao há refeitórios, lanchonetes e nem vendinhas. É preciso levar tudo o que vai ser consumido. Aqui eu gostaria de parabenizar muito a adminstracao do Parque. A área de camping, quando chegamos, estava impecavelmente limpa. O Sr. Carlos, o guarda florestal que estava na Casa Queimada, foi super solícito e gentil. O problema todo é o tipo de pessoas que estavam frequentando o lugar. Desculpa dizer, mas um bando de gente grossa e porca. Pra comecar, nao deixaram ninguém descansar a tarde inteira gritando como um bando de bárbaros o tempo todo. Estava insuportável. Nao, eles nao estavam cantando, nem conversando. Estavam simplesmente gritando, tipo "aaahhhhhh". Sem sentido nenhum. Um monte de meninas histéricas gritando sem parar. Enfim, quase nem dormirmos e por volta da meia-noite comecamos a nos preparar para subir. Qual nao foi minha desagradável surpresa ao voltar ao banheiro, que pela manha estava estalando de limpo, e vê-lo completamente imundo à tarde. O chao estava cheio de barro. A pia estava entupida com cabelos. A situacao das pias que dao suporte às pessoas que querem cozinhar nao era melhor. Uma delas estava completamente entupida com gordura. Alguém que estava fazendo um churrasco resolveu que poderia simplesmente jogar a sujeira toda ali dentro, sem se preocupar com as outras pessoas que iam usar o espaco. O desrespeito continuava no espaco para estacionamento. Há um estacionamento com lugar suficiente para todos os carros alguns metros abaixo do acampamento, que só tem um pequeno espaco pra estacionamento mais próximo. Só que todos queriam parar ali em cima, sem se preocupar se estavam fechando ou nao os outros carros. Mas o pior mesmo foi a desagradável surpresa que eu tive pela manha, quando descobri que a cacamba do meu carro tinha se transformado em um lixao. À noite, os porcos jogaram ali de embalagens de bombons a caixas de leite!!! Detalhe: havia uma lixeira a menos de 10 passos do meu carro. Sinceramente, fiquei decepcionada com o comportamento imundo e desrespeitoso das pessoas que frequentam o local. Apesar dos esforcos do pessoal do parque em manter tudo limpo e organizado, é impossível com gente assim circulando por lá. É uma pena. Frequento o parque desde pequena, tanto pelo lado de Minas quanto pelo do Espírito Santo, que foi aberto depois. Uma das maiores preocupacoes dos moradores era que a circulacao de muitas pessoas lá ia causar esse uso indiscriminado do local. Infelizmente foi o que aconteceu. Nos primeiros anos era um lugar tranquilo, com pessoas que respeitavam os outros que estavam ali, procuravam deixar as coisas limpas e arrumadas. Hoje em dia nao tem mais condicoes de voltar ao Parque do Caparaó. Eu, pelo menos, nao volto mais.
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