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  1. Olá, Bom dia a todos! Minha primeira experiência como mochileiro na Europa tem algumas aventuras, dentre elas ir ao Pais de Gales conhecer a Tirolesa ( A Zip World fica localizada em Penrhyn Quarry, no norte do País de Gales, a 11 quilómetros de Bangor), gostaria de saber como ir até lá de forma economica (tempo e dinheiro) saindo de londres às 7h (AM) , uma vez que a passagem de ida a Paris está marcada para às 6h (PM do mesmo dia. Neste caso, é somente chegar conhecer a tirolesa e voltar. Se alguém foi e puder me informar ficarei muito agradecido. Abraço!
  2. O Ausangate é a montanha mais alta da Cordilheira Vilcanota, com 6.384 metros de altura, faz parte dos Andes Peruano, Região de Cusco. Existem várias possibilidades de trekkings na região, mas o mais tradicional é o que da a volta no Ausangate, levando em média de 04 a 08 dias, dependendo do tempo disponível e o que se quer conhecer. Depois de conhecer vários circuitos de caminhada no Peru chegou a vez de conhecer este lugar mágico. Realizei a viagem no início de agosto de 2019, na melhor época para conhecer a região, pois embora frio, não tem chuvas. O trekking pode ser realizado entre maio e outubro e é considerado de moderado a difícil por conta da altitude, pois se está praticamente todo tempo acima dos 4.500 metros de altitude. Depois de muito pesquisar na internet, decidi contratar uma agência somente em Cusco, o que se revelou uma boa decisão. Acabei fechando o passeio de 5 dias e 4 noites com a Sonnco Tours. 1º Dia No dia programado um representante da agência veio nos buscar no Hostel, às 08:30 horas da manhã, e nos acompanhou até o terminal de ônibus del Corredor. Tomamos um ônibus da empresa Saywas com destino ao povoado de Tinky, em Ocongate. A viagem dura 3:30 horas e tem ônibus de 30 em 30 minutos, entre as 9:00 e 18:00 horas. A estrada até lá é a Interoceânica Sur que chega até Rio Branco, no Brasil. O caminho passa pelo “Vale Sagrado Sur” e por Urcos. Depois de Urcos a estrada vai subindo em caracóis até o Passo ou “Abra Cuyuni” a 4.185 metros de altitude. A partir daí já se pode vislumbrar o majestoso complexo do Ausangate e já dá uma emoção sentir que logo mais estaremos caminhando por entre seus vales. Chegamos em Tinky, a 3.850 metros de altitude, as 12:30 da manhã. Descemos em frente ao Mercado Público do povoado onde nos aguardava nosso simpático guia local Felipe. Tinky é um pequeno vilarejo, bastante simples, que recentemente tem recebido alguma projeção turística por conta dos viajantes que querem fazer o Trekking do Ausangate, mais recentemente um passeio menos pesado, de um dia apenas, que é o das “Siete Lagunas do Ausangate”. Felipe nos levou para almoçar e depois fomos a um mercadinho onde ele comprou os mantimentos para a travessia, nos permitindo escolher o cardápio, inclusive frutas e verduras. Seguimos caminhando por cerca de três horas até a cada de Felipe, em Upis, montanha acima superando um desnível de cerca de 400 metros. Neste trecho se vislumbra sempre o Ausangate (masculino) à esquerda e Cayangate (feminino) à direita, por um caminho de terra batida usada pelos moradores locais, passando pelas propriedades com suas casinhas sempre de adobe, alpacas e alguns cavalos, e campos sendo preparados para a plantação de papas (batatas) e capim verde amarelado nesta época do ano, pois já está tudo bem seco. É nesta parte do caminho que se passa no Posto de controle e paga a entrada de 10 soles. Felipe tem uma casinha onde, no segundo andar, aloja os turistas (4 camas) com um bonito visual do Vale e das montanhas Ausangate e Cayangate (ou Callangate). O lugar é um pouco empoeirado, mas bem quentinho. Logo em frente há outra construção que é a cozinha, construída em adobe chão de terra batida. A família morra no outro extremo do terreno. Um pouco depois de chegarmos percebi que estávamos sendo espiados por quatro pares de olhinhos tímidos, mas curiosos. Eram as filhas de Felipe. Com jeitinho puxei conversa com elas e aos poucos elas foram ficando mais confiantes e, em meio a risadinhas, iam responde às minhas perguntas. A mais velha tem 12 anos e, a mais pequena, cerca de seis anos. Todas vão à escola e Felipe quer que elas sigam estudando após terminar o que seria o equivalente ao primeiro grau. Ali tivemos o mais bonito pôr do sol a iluminar o Ausangate de frente, em lindos tons amarelo alaranjados. A noite foi bem fria, mas iluminada por uma lua fantástica, quase cheia. Embora tivesse vontade de ficar na rua admirando aquele espetáculo, não fiquei muito tempo, pois estava muito frio. A estreia de Felipe como cozinheiro foi satisfatória. Preparou uma sopa de verduras, arroz, papas fritas e frango. 2º Dia Levantamos às 6:30 horas da manhã com o sol já despontando no horizonte e nos deparamos com uma forte “helada” (geada). Felipe preparou o café da manhã e depois organizou tudo nos cavalos. Iniciamos a caminha perto das 08:30 da manhã, ainda com a geada e todos os pontos de água não corrente congelados. Seguimos ainda por algum tempo seguindo a estradinha de terra (poeirenta) e depois passamos para uma trilha. Depois de cerca de duas horas, sempre subindo, chegamos a uma bonita “Pampa” (em quechua significa região plano), literalmente aos pés da montanha, com alguns moradores e muitas alpacas, ainda em Upis, a 4.400 metros de altitude. É neste local que costuma ser o acampamento para quem não fica na casa dos guias. Ali tem uma fonte de águas termais, mas não tem sido usada turisticamente, pois seguindo Felipe não é constante. Reiniciamos a subida, não tão íngreme, mas incessante, por quase duas horas, com o Ausangate e seus glaciares, sempre à esquerda até o Passo Arapa, a 4.780 metros de altitude. A A partir do Passo Arapa, caminhamos por cerca de meia hora na parte alta, por um visual quase lunar, sem praticamente nenhuma vegetação, apenas areia e pedras. Depois começados a descer, por cerca de uma hora, até o vale Huayna Ausangate e um pouco antes de chegar a Lagoa Hucchuy Puccacocha paramos para o almoço. Ali deliberamos que deixaríamos de lado o Vinicunca, que pretendíamos “atacar” na madrugada do dia seguinte, pois estávamos sentindo a altitude e a inclusão do Vinicunca tornaria o dia seguinte pesado demais. Após a “sesta” de meia horinha seguimos a caminhada passando pelas lagunas Hucchuy Puccacocha, Hatum Pucaccocha e Comerocconha, sempre com o Ausangate à esquerda. Foi um caminho lindo, com tempo perfeito, casinhas de adobe dos moradores locais, que se ficam nesta região somente durante esta época do ano, para cuidar dos rebanhos de alpacas. Neste trecho visualizamos dois acampamentos, geralmente utilizados por quem pretende ir ao Vinicunca no dia seguinte. Um fica à direita, na base do Ausangate, bem pertinho das lagunas e outro o acampamento Sorinama, fica em frente à montanha do mesmo nome, à direita do caminho, mas seguimos sempre subindo até o Passo Ausangate, a cerca de 4.800 metros de altitude, onde chegamos já com os últimos raios de sol. A partir do passo se desce quase vertiginosamente em zig zag até o acampamento da Laguna Ausangatecocha, em um desnível de cerca 250 metros. Chegamos ao acampamento já ao escurecer e com a lua despontando no horizonte. Este acampamento está localizado bem pertinho da Laguna Ausangatecocha, que fica em frente a um enorme glaciar. Conta com bons banheiros e lugar para lavar roupa e louça. O vento estava bem gelado, mas a noite com lua cheia estava divina. Felipe falou que o vento iria parar pelas 22 horas e acertou. Não sei a temperatura, mas foi uma noite muito fria. 3º Dia Novamente o dia amanheceu com “helada”. Levantamos com o despontar do sol e logo após o café da manhã fui dar uma espiada na Laguna Ausangatecocha bem de pertinho. Suas águas são muito verdes e cristalinas, resultado do degelo do glaciar logo em frente. Segundo Felipe há 12 anos, quando começou a ser guia na região, não havia a laguna ali, o que demonstra que o glaciar está perdendo espaço. Após conhecer a laguna de pertinho iniciei a subida um pouco antes dos outros, pois estava caminhando mais devagar, por causa da altitude. Nesta parte do caminho se sobre SEMPRE, com muitos zig zags de 4.650 metros de altitude até chegar em 5.200 metros de altitude, no Passo Palomani. É considerada a parte da mais difícil do caminho, por motivos óbvios. Mas, fazendo o caminho com calma, com direito a muitas fotos do “Valle Rojo” (vale vermelho), se vence sem grande sacrifício. A chegada ao Passo é bem bacana, pois a vista para os vales, dos dois lados, é muito bonita e, além disso, de um lado há uma pequena lomba, que parece um mini vinicunca, com suas areias coloridas, e do outro está a encosta de um glaciar. Certamente este passo é um dos pontos altos da caminhada. Ficamos ali bastante tempo apreciando a paisagem única. Reiniciamos a descida e cerca de 20 minutos depois começados a enxergar uma pequena laguna de laranja avermelhadas, aos pés do glaciar, à esquerda, que segundo Felipe, existe apenas a cerca de quatro anos. Mais a frente, se vislumbra um bonito trecho da montanha vermelho arroxeada. Seguimos sempre descendo até uma pampa muito bonita com visual espetacular daquele setor do Ausangate. Descemos mais um pouco e chegamos a outra pampa, bem mais ampla (Vale de Chilca), onde em frente a uma “loma” de pedras muito rosas, Felipe preparou nosso almoço. Após o almoço, seguimos adentrando o vale, sempre à esquerda e, depois de uma subida não muito íngreme, chegamos a Huchui Phinaya a cerca de 4.650 metros de altitude. Lugar muito lindo com um rio muito azul serpenteando o vale com rebanhos de alpacas, com o Puca Punta e seus dois picos ao fundo. O acampamento fica no extremo da pampa, do lado esquerdo, e dispõem de banheiros, pias e tanques, como o do dia anterior. Neste dia chegamos cedinho e pudemos apreciar o pôr do sol. Porém, para o lado do Santa Catalina estava bem nublado e tivemos o interessante efeito de estar vendo os raios do iluminando o Puca Punta em frente enquanto caiam flocos de neve sobre o acampamento e estar bem escuro na montanha às nossas costas. Mas a neve não durou muito e noite foi de lua cheia.Neste acampamento tivemos o prazer de encontrar um valoroso casal de brasileiros, de Passo Fundo, que estava fazendo o trekking de forma totalmente independente. 4º Dia Levantamos com o despontar do sol, como nos outros dias, e logo depois do café da manhã retomei a caminhada. O caminho segue pelo Vale em frente, sempre à esquerda, contornando o Santa Catalina e o Puca Punta à direita. Estava muito frio, com os pequenos riachinhos estavam congelados, e até mesmo as margens do rio. A subida não é muito íngreme, mas intermitente até o Passo Jampa ou “Abra Qqampa”, a cerca de 5100 metros de altitude. É uma região que se destaca pelo colorida das rochas, com destaque para os quartizitos de cor rosa, vermelho e verde. A localização do passo é interessante, pois está de frente ao Nevando Jampa, que lhe dá o nome, e muito pertinho dos glaciares. Reiniciamosa descida em um trilha bem estreita e pedregosa, avistando ao longe três lagunas Alcacocha . Depois de cerca de uma hora de caminhada há uma bifurcação com uma placa e se pega a trilha da esquerda (Jhampa). Neste ponto perdido no meio do nada, haviam três senhoras vendendo bonitos artesanatos de alpaca. Não resisti e tive que comprar. Um pouco depois da bifurcação fica o acampamento Paschapata. Após caminhar por mais alguns minutos passamos a avistar uma pampa e várias bonitas lagunas de águas muito lindas, sendo a maior e de águas mais claras a Laguna Pucacocha. Este trecho é conhecido como Siete Lagunas do Ausangate e tem passeios de um ou dois dia saindo de Cusco para a região. Ai fica o acampamento Pucacocha embora não fosse nosso destino do dia, me deu muita vontade de acampar ali, pois o visual das lagoas é fantástico. Neste dia tive o prazer de almoçar de frente ao pico do Ausangate. Privilégio para poucos e que faz valer muito a pena a caminhada. Neste setor tem sete lagunas e uma das que mais impressiona é a Laguna Azulcocha, pequena, mas profunda e com águas de um azul surpreendente. Após atravessar a pampa segue a descida para Pachamta, localizada a 4.300 metros de altitude. Chegamos perto das 17 horas e nos instalamos em um hostel, da familiares do Felipe, bem em frente as termas, pagando 10 soles por pessoa. É bem simples, mas de acordo com o que se encontra na região. Ficamos no segundo andar, com vista para as termas e o Ausangate. Fomos nos banhar nas termas já com o sol se pondo, pagando 5 soles. Fiquei até escurecer alternando entre a piscina de água super quente, direto da fonte, e a de água morninha resultante da mistura com água fria. A parte ruim que para tomar banho com sabonete e lavar o cabelo com shampoo você tem usar uma ducha que fica 100% ao ar livre. Como estava noite e muito frio amarelei e não lavei os cabelos. A estrutura é super básica, mas o visual é fantástico. Sai da piscina direto para o hostel e me troquei no quarto.Depois descemos para o primeiro andar onde Felipe preparou nosso ultimo jantar. 5º Dia Levantei cedinho e meu companheiro de caminhada já estava na piscina esperando o sol nascer. Não me animei, pois estava bem frio e esperei o café da manhã, que neste dia consistia de panquecas feitas na hora, com doce de leite. O trajeto do último dia é bem mais tranquilo, pois se segue sempre por uma estradinha de terra, passando por diversos pequenos povoados, até chegar em Tinki. Como era bem cedinho passei por diversas crianças indo para a escola e camponeses trabalhando nas plantações de papas ou lindando com alpacas. Já mais perto de Tinki aparece um outro carro, o que levanta muita poeira da estrada. Chegamos em Tinki peças 10:30 da manhã e após nos despedirmos de Felipe tomamos o ônibus das 11 horas com destino a Cusco, onde chegamos perto das 15 horas. Contratei o passeio com a Soncco Tours, por USD 230,00, incluindo passagem de ida e volta, refeições, guia/cozinheiro/arriero (Felipe), barracas, cavalo para equipamentos comuns e mais 5 quilos de bagagem individual. Não incluído o saco de dormir, café da manhã do primeiro dia, almoço do último dia. Custos extras: 10 soles na entrada, 10 soles acampamento Ausangatecocha, 10 soles acampamento Huchuy Pinaya, 10 soles hostel em Pachanta e 5 soles nas termas de Pachanta. Eu realizei o passeio com a agência Soncco Tours, com Evelin +51 964-289453, por USD 230,00 (base duas pessoas). Recomento ainda a Qorianka Tour +51 974-739305 ou direto com Renato no watts +51 986-960796 e Inkapal, com Rubens, +51 931-325 810 (USD 280,00), ambas ótimas agências que me atenderam super bem em outros roteiros, porém com preços mais salgados(em torno de USD 350 a USD 400,00). Mas deixo a super recomendação de contratar direto o nosso excelente e muito confiável guia Felipe, watts +51 974 513-747, que cobra somente 480,00 soles por pessoa (base duas pessoas) e foi quem fez tudo em realidade. Somente será necessário comprar a passagem em Cusco e encontrá-lo no dia e horário combinado em Tinki. Além de ser mais barato é uma forma de remunerar melhor e diretamente os moradores locais. Outro guia muito prestigiado na região é o Cirilo watts +51 941 005 350. Cheguei a contá-lo, mas ele já estaca com saídas agendadas para o mesmo período. Para quem faz questão de conhecer o Vinicunca tem uma opção que achei interessante, que a faz o caminho no sentido contrário: Tinki- Pachanta, Pachanta - Hunuy Pinaya, Hunuy Pinaya –Ausangatecocha, Ausangatecocha - Ananta (Lagunas coloridas), no último dia Ananta a Montanha Siete Colores / Vinicunca e retorno a Cusco desde o vilarejo de Pitumarca – Checacupe. O Renato da Qorianca Tours me ofereceu esse passeio por USD 380,00. Dicas: Verifique antes a qualidade da barraca e isolante oferecidos e do saco de dormir, acaso vá alugar. Em geral o equipamento é por conta do guia local e como é uma região bem pobre, pode deixar muito a desejar. Se tiver equipamento próprio que vale a pena levar o seu. - atentar que por causa da altitude as noites são bem frias. Eu fui com meu saco de dormir ­ -7 º conforto e mais um cobertor fininho, tipo liner e ia dormir com as roupas polartek da Solo e não passei frio, apesar das noites bastante frias; - protetor solar e manteiga de cacau ou protetor para os lábios também são importantes, pois o sol é forte e o vento bem frio; - levar papel higiênico e saquinhos ou sacolas para acondicionar o lixo; - mesmo que contrate agência levar soles para pagar acampamento/alojamento/termas e algum artesanato local, em especial os texteis de alpaca que são mais baratos do que em Cusco; - para quem tem bom condicionamento físico, está bem adaptado na altitude, não quer/pode gastar muito, ou quer uma aventura mais raiz, é perfeitamente possível fazer o passeio por conta. O caminho é bem marcado, mas um GPS é fundamental, pois pode chover nevar, ou a noite pode chegar sem que tenha chegado ao acampamento. Altitudes e distâncias aproximadas, pois não usei GPS: 1º dia: Tinki – 3.850 m – Vilarejo de Upis (casa do Felipe) – cerca de 4.200m – 8 km; 2º dia: Upis – 4.200 m, Passo Arapa – 4.780, Passo Ausangate – 4.800, Ausangatecocha 4.650 m – 18 km; 3 º dia – Ausangatecocha – 4.650m, Passo Palomani – 5.200m, Huchuy Pinaya – 4.660 – 13 km 4º dia – Huchuy Pinaya – 4.660m, Passo Jampa – 5.100m, Pachanta – 4.330m – distância 18 km 5º dia – Pachanta – 4.330m, Tinki – 3.850 m – 12 km.
  3. Bom dia Pessoal Meu nome é Tania, estou fazendo uma programação para as férias em Maio de 2020, como é minha primeira vIagem internacional gostaria de conhecer vários destinos Gostaria que vcs podesse me ajudar na melhor forma para se tornar realidade e de uma forma que gaste menos BRASIL 05/03 MIAMI 06/03 A 08/03 ORLANDO 08/03 A 11/03 NEW YORK 11/03 Á 15/03 HAMPTONS 15/03 A 16/03 SAN FRANCISCO 16/03 A 18/03 LOS ANGELES 18/03 A 21/03 LAS VEGAS 21/03 A 23/03 PORTLAND 24/03 A 25/03 LAS VEGAS 25/03 MIAMI 26/03 BRASIL 26/03 Las vegas- terá um festival de música do dia 21 a 23 e encerra no dia 25 de maio Heeelp me
  4. Boa noite, Irei realizar minha primeira viagem para a Europa, comprei um pacote de passagem que abrange 7 dias em amsterdam, entretanto pesquisando, acho que 7 dias seria muito tempo, uma vez que a cidade não tem muito atrativo para essa quantidade de dias. Portanto andei pesquisando a possibilidade de chegar em amsterdam por volta das 16h e logo em seguida pegar um voo ás 18h para Praga no mesmo aeroporto. Mediante o exposto meu medo é ocorrer algum atraso no primeiro voo ou até mesmo demorar na imigração e gostaria de saber a opinião de vocês se é recomendado e se da tempo de pegar um outro voo nesse intervalo de 2h.. desde já agradeço...
  5. Olá Eu procuro companheiras de viagem, sem frescuras e estejam abertas a quem sabe construir uma amizade pra vida. Eu moro na Alemanha e atualmente minhas amigas estão voltadas a outros interesses ou não levam à sério o desejo em viajar. Há sempre mil "brusinhas" para comprar ou marido ou etc Hahahah Se você mora na Europa ou em qualquer lugar do mundo e tiver interesse, dá um alô! 🙃
  6. Quero viajar pela Europa no réveillon de 2019 p/ 2020 ou no carnaval de 2020! Se tiver alguém querendo também, me responde aqui!
  7. Estou indo com um amigo! Mais alguém vai?
  8. E aí galera, alguém está indo para Nova York em outubro? Estou pensando em ir dia 15 e voltar dia 22/10. Estou atrás de cia. insta - @moratokaio wapp - 031 98723.1485
  9. Esse é o meu roteiro em Roma para 3 dias. Da para fazer tudo isso. http://meusdestinosimperdiveis.com.br/pontos-turisticos-de-roma-o-que-fazer-em-3-dias/ . E as dicas práticas aqui vão te ajudar http://meusdestinosimperdiveis.com.br/dicas-de-roma/ . No quarto dia fizemos um bate e volta para Orvieto http://meusdestinosimperdiveis.com.br/cidades-proximas-a-roma-o-que-fazer-em-orvieto-italia/ Boa viagem!
  10. Olá, Estou planejando ir ao Equador em novembro e só vejo passagens da Gol para sair as 19:15 com chegada as 23:50 no dia 14. Estou buscando uma companhia para termos good adventures. Meu contato é 11 967507797 Abs, Milena Soares
  11. Estou indo agora de 8-16 de outubro, pegando Quito e Galápagos , incluindo o show de Scopions dia 12/10
  12. Já morei nos EUA por 2 anos. Na minha opinião, você deveria reduzir o número de lugares. De Nova York, leia http://meusdestinosimperdiveis.com.br/principais-pontos-turisticos-de-nova-york/ Tem 41 atrações, dicas e ingressos. Aí você terá uma ótima ideia de quanto tempo ficar e quanto gastará. Em NY eu ficaria no mínimo 5 dias. Se você for para a Califórnia, o Yosemite http://meusdestinosimperdiveis.com.br/o-que-fazer-no-parque-nacional-yosemite-na-california/ e o Parque das Sequoias http://meusdestinosimperdiveis.com.br/parque-nacional-da-sequoia-california/ são dois lugares imperdíveis. Super recomendo. Ficam entre São Francisco e Los Angeles. Orlando, já fui 5 vezes. Tem muitas atrações. Os parques maiores, levam 1 dia inteiro e você não vê tudo. Eu tiraria Las Vegas da tua viagem e aumentaria Orlando e NY para 5 dias inteiros em cada uma. E o restante dos dias aumentaria a Califórnia. Abraços e boa viagem!
  13. Fiz uma viagem ao México em outubro de 2017. Meu relato "nada" atrasado! 😅 Foram 24 dias incríveis. Mts relatos daqui me ajudaram na hora de montar o roteiro. Então, n poderia ser ingrata e deixar de compartilhar minha experiência. Antes de contar os detalhes de cada dia, segue um resumo: Roteiro: -Cidade do México -Cancún -Bacalar -Playa del Carmen e arredores (passeios em: Cozumel, Tulum, Cobá, Xcaret, Cenotes, Isla de las Mujeres e Cenotes) -Valladolid (Chichen Itza) -San Cristóbal -Oaxaca -Puebla Deslocamento: Voo: Brasil - Cidade do México Voo: Cidade do México – Cancún Ônibus (ADO): Cancún – Bacalar Ônibus (ADO): Bacalar – Playa del Carmen Ônibus (ADO): Playa del Carmen - Valladolid Õnibus (ADO): Valladolid - San Cristóbal de las Casas Ônibus (ADO): San Cristóbal – Oaxaca Ônibus (ADO): Oaxaca - Puebla Ônibus (ADO): Puebla – Cidade do México Voo: Cidade do México – Brasil Dinheiro: Levei dólar e fiz o câmbio em vários pontos da viagem. Em Cancún e Playa melhor usar dólar para os passeios, para não pagar câmbio duas vezes, visto q em todos lugares aceitam. Levei uns US$ 1.800,00 em espécie, sendo que já havia pago as passagens de avião no cartão que comprei com antecedência. Esse dinheiro foi suficiente e ainda cheguei com uma graninha boa na mão... Comida: Nem tudo é apimentado como muitos dizem. Os preços são mais em conta que no Brasil. Comem muita carne de porco, mas também tem outras opções. Quando começar a enjoar de algumas coisas, tem como adaptar bem para o que estamos acostumados. Roupa: Clima semelhante ao Brasil. Em outubro, no interior do país um pouco mais frio (fresco, na verdade), principalmente a noite, mas um casaco resolve. Litoral só roupas leves porque é bem quente (moro no litoral baiano, então meu parâmetro de quente é quente! rs'). Opte por calçados confortáveis visto que se anda bastante nos passeios. Agora vou relatar o que fiz cada dia e as minhas impressões: 30/09 – Chegada Cidade do México Saí do Brasil dia 29/09 e cheguei na Cidade do México no fim da noite do dia 30. Como tenho amigos lá, foram me buscar no aeroporto. Apesar da enorme fila, n tive problemas na imigração. Fiquei hospedada c eles numa "colónia" (bairro) um pouco distante do centro, mas como estava acompanhada foi fácil me locomover. A cidade lembra bastante SP (ou qqr grande capital) c clima agitado, mts rodovias, movimento 24h. Na minha cabeça ia ver um monte de Mariachis, chapéus gigantes e ouvir música típica em todo canto. Mas nd a ver... Tudo bem “normal”. 01/10 – Cidade do México (Zócalo, Templo Mayor e centro histórico) Depois de uma boa nt de sono, aproveitamos o domingo p fazer um passeio pelo centro (pq mesmo no domingo td funciona). Saímos de manhã p tomar café numa cafeteria perto de casa. Confesso q estranhei akela pasta de feijão junto com meu pão, mas td bem, vamos experimentar! Me esbaldei no "pan dulce" q encontramos em todo canto. De lá fomos p o Zócalo. A "Plaza de la Constituición" estava bem enfeitada, várias apresentações com roupas indígenas e muita gente passeando (os próprios mexicanos q são bem culturais). Ah, vale lembrar que o período de minha viagem foi logo após aquela trágica série de intensos terremotos. Então pense na minha tensão de sentir algum tremor. Mas correu tudo bem... Haviam vários prédios e até ruas fechados p reforma. Minha amiga me mostrou um alto edifício levemente inclinado... Mas p os mexicanos estava td normal. Depois de tirar várias fotos fui visitar o Templo Mayor que fica bem pertinho. Já dá para conhecer um pouco da cultura asteca nessas ruínas tão próximo do centro (mas nd comparado as ruínas q veria durante o restante da viagem). Andamos um pouco pelo centro histórico e à tardinha fomos ao shopping p “almoçar” (horários das refeições são diferentes). Experimentei um monte de coisa e me surpreendi ao ver q nem td era tão apimentado como diziam. A noitinha apreciei as ruas do centro voltando p casa. 02/10 – Cidade do México (Netflix e Tacos) Surpreendentemente fiquei em casa assistindo Netflix... Rsrs Mas foi bom, pq depois descobri q esse seria meu único dia de cara p cima. A nt fui numa taquería e me acabei. Me apaixonei pelos tacos de pastor. Detalhe é q todo mundo come td c a mão e sem lavar msm. Andava c meu álcool em gel na bolsa, então usava e aderia à cultura. 03/10 – Cidade do México (Museo de Antropologia e Museo da Independéncia) Fui ao Museo de Antropología que é incrível. Aprendi mt sobre os astecas e os maias, além de muitas outras coisas. A medida q a viagem prosseguia p outros lugares nos dias seguintes, lembrei e vi várias coisas q aprendi lá. Fiquei impressionada ao ver como eram um povo tão civilizado, estruturado e organizado. Andamos pela Avenida da Independência. Tirei foto no Ángel. Almoçamos por ali msm no Subway que vem com guacamole, pão torradinho e muito chile para quem gosta. Achei engraçado q msm c um gigante papel enrolando o sanduíche, as pessoas tiravam e seguravam só c a mão...rsrs Aproveitei também para comprar um chip de lá para o meu celular. À tarde fui ao Museo da Independência. A história mexicana é bem interessante, tem um parque ao redor bastante movimentado. Nesse dia, andei de metrô, uber, ônibus (ridiculamente desmantelado, mas p mim td era uma diversão) e andei em ônibus chique de uma linha q n lembro o nome. Por falar nisso, transporte público é bem desorganizado. Então vá em último caso, pq é muito louco o sistema dos ônibus de lá. Uber é super em conta, então acho bem melhor. Andei em td pq estava acompanhada de minha amiga q é de lá. 04/10 – Cidade do México (Tehotihuacán) Conheci alguns amigos de meu amigos e eles me levaram para Teotihuacán. Foi um dia maravilhoso. Subi só a pirâmide do Sol q é a maior. A vista é incrível e o vento é bem forte. P descer aqueles gigantes degraus q é problema. Desci sentada segurando uma corda p n sair rolando. A da Lua apreciei só de longe e não subi. Impressionante imaginar a construção dakelas pirâmides de pedra tão bem feitas há tanto tempo atrás. A nt um amigo daqui do Brasil q me acompanharia o resto da viagem chegou e foi maravilhoso conversar em português. 05/10 – Cidade do México – Cancún (com previsão de tormenta tropical) Eu e meu amigo pegaríamos o vôo p Cancun início da tarde. Então saímos de manhã, tomamos café com a família que nos hospedou e eles nos levaram até o aeroporto, o maldito aeroporto! Aconteceu de td. Para começar meu amigo se passou e esqueceu de comprar a passagem incluindo bagagem e tivemos q pagar uns 350,00 por elas. Mas ok. Daí, andando entre um portão e outro perco minha lente de contato q caiu sem motivo. Nessa hora descobri q a lente reserva q levei havia ficado na casa q estava. Pense no ódio mortal... Comprometer os passeios e mergulhos. Fiquei desesperada. P completar, na hora de passar pelo raio X, o bicho apitou q nem um louco. Aí fiquei lá esperando p ser revistada, por uma criatura super agreste. Enfim, entrei no avião rumo a Cancun. Apesar de bem feliz, estava chateada sem minha lente pq fico totalmente cega e meu óculos era mt feio. Chegando no aeroporto pegamos um táxi p o hostel. Daí o taxista comentou q ia ter toque de recolher no dia seguinte por causa da "tormenta". Olhei p cara do meu amigo e: "What? como assim?". Outro detalhe é q além dos terremotos no sul, pouco antes da viagem teve akele monte de furacão no Caribe e EUA. P n correr risco de ficar no hostel ou tomando banho de chuva mudamos o roteiro (Sempre importante ter plano B e C). Depois de um bom banho, fomos ao shopping e, apesar de já serem quase 22h, achei uma ótica q fazia o exame gratuitamente e vendia as lentes. Pense na minha felicidade! Ficamos no shopping até fechar. Depois ficamos conversando sentados em frente ao shopping fechado até às 3h da manhã. Cancún é super tranquilo, n faz medo nenhum. 06/10 – Cancún – Bacalar (ahhhhh, Bacalar... 😍) Depois do longo dia anterior, o dia amanheceu chuvoso como previsto. Fomos p rodoviária e pegamos o ônibus para Bacalar. Uma viagem um pouco longa mas q vale super a pena. Ficamos num hostel chamado Yake (indicadíssimo), na beira da famosa Laguna Bacalar q é a atração do local. Ela possui sete tons de azul. Depois de nos acomodar, fomos p o fundo da pousada q tem um cais p a lagoa q esbalda beleza c seus tons de azuis incríveis. Tinha um monte de gente simpática. Assistimos o pôr do sol e ficamos curtindo uma música calma e batendo papo. Saímos p comer e voltamos p o hostel. 07/10 – Bacalar (Passeio na lagoa) Nesse dia fizemos o passeio de lancha (principal passeio) q saía da pousada msm. É perfeito! Os cenotes dentro da lagoa, akeles azuis, o banho de argila, Deus! Lindo demais... Retornamos no começo da tarde e achamos um restaurante escondidinho chamado La Piña. Ambiente simples mas aconchegante e a comida incrível. Caminhamos pela cidade e voltamos para o hostel, pois na manhã seguinte voltaríamos para Riviera Maya sem tempestades tropicais... Para mim, Bacalar foi incrível: relaxante, apaixonante e muito maravilhoso. Se puderem, não deixem de ir. 08/10 – Bacalar - Playa del Carmen Pegamos o ADO pela manhã e fomos para Playa del Carmen. Chegamos fim da tarde. Pense num lugar massa! Ficamos hospedados na rua paralela à Quinta Avenida q é a principal, bem centralizados. Depois de nos acomodar, saímos p comer e andamos bastante. Só tem turista! Ótima estrutura num lugar aconchegante sem ar de cidade grande. É o point p quem quer só relaxar ou para quem quer curtir a madrugada toda. Assistimos várias apresentações nas ruas, restaurantes e na praça. Vi os mariachis enfim! Aproveitamos para pesquisar os preços dos passeios. A localização de Playa é ótima e de lá saem todos os passeios para região. Além disso, Cancún se resume a resorts. Então, para quem gosta daquele clima aconchegante e ao mesmo tempo cheio de opções, fique hospedado em Playa. (Dica: não compre na primeira barraca. Pesquise! E diga que é brasileiro para receber um bom desconto pq eles dizem que dinheiro norte americano e europeu vale muito, mas os latinos tem q receber desconto porque somos irmãos...rsrs) 09/10 – Playa del Carmen (Passeio Cozumel) No dia anterior compramos o passeio p Cozumel. Então cedinho tomamos café e saímos p pegar o Catamarã. Em Cozumel entramos numa lancha e paramos em alguns pontos p snorkear. Pense num azul inigualável. É azul anil! Akela imensidão de uma cor q nunca vi em nenhuma praia q visitei pelo Brasil. O azul é msm marcante. E dá p ver um monte de peixes cá de cima pq a água bem cristalina. C os pés em terra, alugamos um carro e fizemos à volta a ilha. As praias ficam bem desertas ao redor, mas tem pontos de parada c mirantes e restaurantes. Paramos p comer e a tarde devolvemos o carro e passeamos pelo centrinho. Final do dia, voltamos p Playa de Catamarã e aproveitamos p relaxar e comer na Quinta Avenida. 10/10 – Playa del Carmen (Passeio Tulum e Cobá) Contratamos um passeio q incluía Tulum pela manhã e Cobá pela tarde. Gente, Tulum é linda demais! Quando vi as fotos no Google pensei que tinha uns filtrinhos, mas n precisa! A foto que vou postar depois é de celular e sem filtro... Das ruínas q visitei, achei a mais bonita. O cinza das construções contrastando com o azul esverdeado do mar... De cair o queixo! Depois da visita guiada, tomamos um banho de mar e paramos numa barraca p nos refrescar. A van saiu começo da tarde p Cobá. Foi bem divertido. Ela fica no meio da mata e é bem diferente de Tulum. Alugamos bicicletas e saímos andando pelas ruínas, subindo entre uma e outra. Final da tarde ainda nos levaram p conhecer uma família local p ver um pouco da cultura. Casas bem humildes, mas os moradores receptivos. As crianças correm atrás dos turistas c florzinhas na mão em troca de alguma moedinha... Muito simpáticas. De lá voltamos p Playa. Nessa nt, minha amiga e companheira de várias viagens estava chegando. Como ela já havia viajado ao México antes, porém aproveitado pouco a Riviera, nos dias anteriores fomos aos lugares q ela já conhecia e daí em diante visitamos lugares diferentes. 11/10 – Playa del Carmen (Passeio Xcaret, iuhuuuuuu!) Enfim chegou o dia q estava bem ansiosa: passeio no Xcaret. Pense num parque lindo, c a infraestrutura incrível. Td bem conservado e organizado. O preço n é baratinho (acho q paguei cerca de US$120 no Plus, mas vale cada centavo). É um passeio necessário! Depois de passear durante todo o dia, almoçar super bem, encarar algumas aventuras, ver o show dos golfinhos e várias outras coisas, fim da tarde tomamos banho nos vestiários (bem organizados) e então pensei: "Foi ótimo, mas esperava um pouquinho mais". Mas mal sabia eu q um dos pontos altos ainda estava por vir. A nt inicia o espetáculo numa arena dentro do parque. Genteeeee, muiiiitooooo perfeito! Achava que era uma coisa simples, mas n. A apresentação é de alto nível e vc conhece a cultura de todas as partes do país e a história de antes da colonização até os dias atuais. São mts atores. É incrível! São quase 3h de show com um intervalo no meio. Finaliza perto das 22h e têm vários ônibus q te levam de voltam p Playa e q são estilizados, todo enfeitado e colorido. Mt fofo! 12/10 – Playa del Carmen (Cenotes) Esse foi o dia reservado p os cenotes. Conhecemos o Cristalino, Azul e Xcacelito (e tbm fomos a praia Xcacel que fica do lado). Os preços não são absurdos e vale a pena. Se tiver interesse, leia um pouco sobre esses espetáculos da natureza e não deixe de visitar. 13/10 – Playa del Carmen (Passeio Isla de las Mujeres) - Valladolid O passeio sai numa van que vai até Cancún e de lá vamos numa embarcação p Isla de Las Mujeres. Era um barco parecendo um iate, bem estruturado, c bebida livre. Atravessamos akele mar caribeño incrível apreciando a paisagem. Paramos no meio do caminho p conhecer o MUSA, o museu debaixo d’água (o que eu vi foram várias estátuas de cimento jogadas no meio do mar... Arte! rsrs). C o snork dá p ver td claramente. O que mais me impressionou foram os cardumes coloridos passando de um lado p outro. Foi demais! Voltamos p a embarcação e fomos p Isla. Conhecemos um casal de ingleses no barco q colaram no nosso pé. A mulher falava q nem uma matraca. Fomos simpáticos mas depois fugimos pq encheu o saco! Rsrs... Descemos em Isla e ficamos na praia p relaxar. Andamos nas lojas e de tardinha voltamos. A tequila subiu a cabeça de umas americanas que estavam no barco e q ficaram bem “felizes”, fazendo uma dança esquisita, gritando. Mas n nos tirou a paz. Retornamos ao hostel e no fim da noite pegamos um ônibus numa longa viagem p Valladolid. Chegamos na manhã seguinte. 14/10 – Valladolid (Passeio Parque Xkenkén) Valladolid n tem mt coisa. A cidade tem um estilo colonial, mas bem sujinha. Depois de nos acomodar, fizemos um passeio pelo centrinho, comemos e pesquisamos os passeios. A tarde fomos p o Parque Xkenkén onde estão os cenotes Cenotes Xkenkén e Samula (estrutura do parque ruinzinha e fedorenta). Ainda assim os cenotes são muito bonitos. Podem ver q conheci vários cenotes, mas cada um tem sua própria beleza e são totalmente diferentes. Vale a pena conhecer o máximo possível. 15/10 – Valladolid (Passeio Chichen Itza e Cenote Ik’il) – San Cristóbal de las Casas Fomos conhecer umas das ruínas mais famosas: Chichen Itza. É bem organizado, andamos bastante e foi bem legal. No retorno passamos pelo Cenote Ik’il. Pense num lugar lindo! Ótima infraestrutura e o cenote é muito lindo. É um poço com 50m de profundidade e dá para pular de uma plataforma. Final da noite nós três pegamos o ônibus e fomos para San Cristóbal de las Casas. Viagem de quase um dia (o que não sabíamos porque as informações da internet não bateram) 16/10 – San Cristóbal de las Casas Visto que pensamos q essa viagem seria mais curta, comprometeu nossa programação. Durante a viagem, fomos parados várias vezes pela policia federal que pediam nosso passaporte. Como essa região já é perto de fronteiras, acaba que é bem fiscalizado porque o pessoal entra no México para ir pros EUA. Enfim, chegamos no hostel fim da tarde, descansamos e passeamos a nt pela cidade q é mt aconchegante, limpa e organizada. Nosso objetivo era conhecer Palenque (um pouco distante) por causa das ruínas q são bem conhecidas. Mas o passeio acabou ficando inviável devido ao pouco tempo q teríamos, daí tivemos q acionar um plano B. 17/10 – San Cristóbal de las Casas (Passeio Cañon del Sumidero) Fizemos o passeio pelo Cañón del Sumidero q é ótimo. Akeles paredões gigantes de pedra ao redor faz a gente se sentir minúscula. Vimos algumas cascatas no caminho, crocodilos e várias coisas legais. Só fiquei assustada c uma parte do passeio em q nos deparamos com um mar de lixo no meio do rio, nessa área não era possível nem ver a água pela quantidades de garrafas e outras coisas q boiavam. Triste o q fazemos com o meio ambiente... 18/10 – San Cristóbal de las Casas (Passeio Cascada del Chiflon e Lagos Montebello) - Oaxaca Nesse dia fizemos um passeio que incluía Cascada del Chiflon e Lagos Montebello. Foi bem legal. Os lagos são lindos A nt pegamos o ônibus p Oaxaca. 19/10 – Oaxaca (Passeio Centro histórico) Conhecemos o centro histórico e fomos num mercadão onde comi chapolines (gafanhotinhos cheio de tempero...). Comprei várias lembrancinhas, experimentei comidas típicas. Foi um ótimo dia. Estávamos hospedados c uma família q minha amiga conhecia. Foram bem legais. 20/10 – Oaxaca (Passeio Hierve el Agua e El Tule) - Puebla Alguns amigos nos levaram p conhecer Hierve el Agua, q n tem nd de água fervendo... Rsrs Mas o lugar tem uma vista incrível demais e um lugar para tomar banho. Tem uma cascata de pedra mt bonita. O acesso não é do mais fácil, mas vale a pena. Tbm fomos conhecer El Tule, dizem ser a maior árvore, mas tem lá suas contradições. Fica numa cidadezinha muito simpática com um belíssimo jardim. De lá visitamos uma fábrica de Mezcal, bem interessante (nas estradas da região tem várias). Depois retornamos para Oaxaca e início da madrugada pegamos o ônibus p Puebla. 21/10 – Puebla (Tur de ônibus) – Cidade do México Guardamos nossa bagagem na rodoviária e fomos passar o dia na cidade. Tem um estilo europeu e é bem organizada. Pegamos um ônibus de turismo na praça principal e fizemos um tur passando pelos principais pontos. Foi bem agradável. Fim do dia, voltamos à rodoviária e fomos p Cidade do México 22/10 – Cidade do México (Casamento) O verdadeiro objetivo da viagem foi o casamento de minha amiga. Então o dia se resumiu a arrumação no visual e aproveitar o máximo a festa. 23/10 – Cidade do México - Brasil De volta p minha terra! Esse foi meu último dia lá. Pela manhã tomamos café c a família de minha amiga que casou e fomos ao aeroporto. Conclusão: Meu conselho é: Vá!!! Gente, o México é incrível. É mt mais q Caribe. Uma riqueza cultural e natural incrível. N consegui fazer td q gostaria, mas acho q aproveitei mt bem. N sei se um dia voltarei lá, n por falta de vontade! Mas é que gosto de conhecer lugares novos, por isso q tento fazer o máximo de coisas qndo vou. A medida q foram programando a viagem, montando o roteiro e fazendo pesquisas, verão quantas coisas incríveis esse país oferece.
  14. Olá! Farei minha primeira viagem sozinho! Mais alguém nezze período em Porto seguro? Gostaria de novos amigos
  15. Se voce tiver somente entre o periodo do dia 15 ate o dia 30 para fazer a viagem considere ser muito pouco tempo para todo esses destinos. Se voce sair do Brasil no dia 15, chegará no dia 16 na europa e nesse dia voce nao fará muita coisa a nao ser sair do aeroporto, conseguir chegar no seu hotel/hostel e conhecer o que há pelas redondezas. No dia da volta tambem nao consetuirá fazer muitas coisas pois estará envolvida com arrumar mala, fazer checkou e ir para o aeroporto. No final das contas voce terá apenas 13 dias úteis (dias inteiros) para fazer alguma coisas nesses paises/cidades. Lembre-se tambem que nos dias de deslocamentos entre as cidades e/ou países serão dias praticamente perdidos. Por mais que seja deslocamento proximo, no melhor das hipóteses voce perderá a metade de um dia ou mais. Entao quanto mais deslocamento, mais tempo voce irá perder. Alem do mais, qual ou quais locais voce pretende conhecer na Alemanha? E na Suíça, onde pretende ir? Porque neste país o melhor e mais bonita nao está em Zurich e sim no interior, onde demanda tempo para ir e voltar. Sendo assim, nao pense no seu roteiro em países, e sem em cidades. Só pra voce ter uma ideia, caso vá de Amsterdã para Berlim de onibus, lhe custará uma longa noite mal dormida. E nem pense que conseguirá fazer todos os seus deslocamentos noturnos pois seu corpo nao aguentará. Uma noite mal dormida ti deixará totalmente indisposta, com dor de cabeça e no corpo para o proximo dia. Um noite ou outra assim voce pode até tolerar, mais varias noites seguidas seu corpo pedirá arrego e o que mais voce vai querer será uma boa cama para dormir. Esboce aqui seu roteiro com os dias pretendidos para cada cidade e com isso ficará melhor para sugerir algo. Boa sorte.
  16. Nós fizemos boa parte disso recentemente e amamos. O Antelope Canyon é divino http://meusdestinosimperdiveis.com.br/dicas-do-antelope-canyon/ . O Zion tem ótimas trilhas. Adoramos a Weeping Rock e a Canyon Overlook Trail http://meusdestinosimperdiveis.com.br/zion-national-park-utah-eua/ . Em relação ao Parque das Sequoias, em 1 dia se vê o principal http://meusdestinosimperdiveis.com.br/parque-nacional-da-sequoia-california/. No Yosemite já fomos duas vezes. Tem atrações para 4/5 dias. http://meusdestinosimperdiveis.com.br/o-que-fazer-no-parque-nacional-yosemite-na-california/ Boa viagem
  17. Quem disse que não pode gritar ? hahahaha, Olha, eu e minha esposa estamos dando ao nosso filho a mesma criação que tivemos, em todos lugares que vamos só recebemos elogios de como ele é bem educado. Só não consigo a bendita vara de marmelo, mas o chinelo a substituiu com louvor em todas as vezes que foi preciso. Então acho estamos indo bem !!!! O que vejo muito hoje em dia, são os pais terceirizando a responsabilidade de educar os filhos, por isso vemos tanta merda.
  18. Oi, Maria. Bom dia.

     

    Vc por acaso ainda possui o contato da pessoa que reservou os acampamentos da CONAF no parque TdP? 

    Tá um caos pra conseguir isso. Diz q tá desabilitada no site, to preocupado.

     

    Obrigado!

    1. mariabranchi88

      mariabranchi88

      Olá Rafael, tudo bem?

       

      Perdi vários comentários do pessoal ali, mas enfim....tenho o contato dela e ela liberou passar pra ti.

      Me passa seu email que te mando.

       

      Fizemos o circuito O este ano, entre Fev e Março. Dormimos no Paso, mas boa parte do pessoal seguiu até o Grey, após duas horas de descanso, então fica a critério de cada um.

       

      Caso queira informações te passo tranquilo.

       

      Me manda teu email que mando o contato dela. Ela é muito querida, se chama Paola.

       

      Grande abraço.

       

      Maria Isabel.

    2. Rafaelramoss

      Rafaelramoss

      Ótimo então! 

      [email protected]

      Ou whats +55 11 95289 1667

      O paso nem é tanto meu medo... diminuiria 1 dia na minha viagem se passasse direto, o q atrapalharia as reservas dos outros campings, mas pelo menos nao cancelaria minha entrada. Meu medo maior é o italiano, pois ficaria 2 dias nele. Meu roteiro era grey -> italiano -> vai e volta no mirador britanico e fica no italiano mais uma noite -> central, etc. O frances ja ta lotado nas datas que queria... cuernos tb. Então é italiano ou provavelmente n deixarao eu entrar no parque.

      Tá dificil...

       

      Abraços!

  19. Assim como vários outros locais turísticos no mundo todo, Torres del Paine está sofrendo com o excesso de turistas, os números de visitantes em Torres del Paine estão crescendo a média de 15% a 20% ao ano já fazem vários anos seguidos E isto está gerando muitas preocupações no órgão que administra os parques, estão preocupados que este alto número de visitantes acabe contaminando o local, com milhares de turistas fazendo as suas necessidades ao ar livre na natureza, e também aumentando em muito o risco de incêndios florestais. Ou seja, é a velha história de sempre, um local super bonito e pouco visitado, de repente fica famoso, e é invadido por hordas de turistas, que acabam destruindo ou descaracterizando o local. Para tentar controlar a situação antes que o pior aconteça, a partir do ano passado a CONAF (Corporação Florestal Nacional do Chile) órgão que administra os parques passou a restringir o número de visitantes, e a exigir reserva antecipada de todo mundo e todas as trilhas. E sempre que alguma coisa com alta demanda fica restrita, os preços sobem para as alturas. Então pessoal, antes de sair por ai esbravejando e xingando todo mundo, parem um momento para pensar e tentar entender o que está acontecendo, coloquem a mão na consciência e tentem ver o mal que o excesso de turistas está causando na maioria dos destinos populares. O excesso de turistas está literalmente destruindo todos os locais onde há turismo de massa, e são controlarem agora a coisa, depois que estiver tudo destruído não adianta reclamar.
  20. Olá Mochileiros. Essa foi minha primeira viagem para fora da América do Sul e também meu primeiro mochilão. Esse relato não é só para compartilhar qual foi meu roteiro, mas para tentar ajudar outros mochileiros a terem experiências melhores que as minhas e também tentar transmitir o quando toda essa experiência me mudou positivamente. Escolhi a Itália por vários motivos, mas principalmente porque sou apaixonado por história e sempre foi um sonho conhecer as ruínas do império romano e porque sinto um grande carinho pela Itália, carinho que me foi transmitido através dos meus avós, bisavós e minha família de modo geral. Também existem outros motivos, como as belezas naturais e a arquitetura do país, a facilidade do Idioma, a culinária e os vinhos. Parti de Navegantes no Brasil no dia 09/Agosto/2019 durante a manhã e cheguei na Itália, após uma escala em Guarulhos e outra em Paris, dia 10/Agosto/2019 a tarde. Já havia feito a reserva e pago antecipadamente por todos os Hostels, também levava comigo 1.100 Euros e na minha mochila roupas suficientes para uma semana. Talvez vou estar sendo repetitivo, mas para mim algumas coisas foram essenciais nessa viagem, como: Power Bank, tampões para o ouvido, máscara de dormir, doleira, fone de ouvido, mochila de ataque, remédios simples de modo geral (Dipirona, Ibuprofeno, Plasil, etc), protetor solar e labial. São coisas simples, mas que fizeram toda a diferença. A forma com a qual eu vou escrever esse roteiro provavelmente vai ser diferente no decorrer dos dias, mas isto é porque a forma com a qual eu encarei essa viagem também mudou no decorrer desses mesmos dias. Alguns vão estranhar a quantidade de dias que eu passei em algumas das cidades, mas essa realmente foi a forma que queria viajar, aproveitando os lugares sem pressa. Principais cidades desse relato. Dia 01 - Roma - 10/Agosto/2019 A escala de Paris para Roma atrasou em consequência cheguei uma hora após o previsto, mas felizmente não havia comprado tickets de trem ou ônibus. Do aeroporto peguei um ônibus pela empresa TERRAVISION, o qual custou 7 Euros. Como era sábado não tinha trânsito e em 35 minutos estava na estação Roma Termini. Existem várias companhias que fazem esse serviço, o ônibus é normal, mas tinha ar-condicionado e custava menos da metade do preço do trem. De Roma Termini fui andando por uns 15 minutos até chegar no Hostel Free-Hostels Roma. Gostei bastante do Hostel, o staff era bem atencioso, os quartos eram limpos e possuíam camas no formato de ninhos, os quais traziam alguma privacidade, e também são realizados eventos todas as noites para integração entre os hóspedes. O hostel normalmente tem alguma promoção para quem fazer a reserva no site deles, no meu caso foi o café da manhã incluso (Tinha nutella hahah). Eventos da semana que não são seguidos a risca, mas da para ter uma ideia. A duas quadras do Hostel tem um supermercado com bons preços. No mesmo dia fui até lá para comprar uma garrafa d’água e alguns snacks para comer durante o dia. Já havia lido em outros relatos e realmente é essencial ter sempre uma garrafa na mochila, não só em Roma, mas em outras cidades da Itália existem diversas fontes de água potável e gratuita espalhadas pelo centro e bairros onde é possível reabastecer a garrafa e economizar uns Euros. Não muito longe do mercado também comprei um Chip de celular da Voda Fone por 20 Euros em uma loja da própria companhia. O plano para turistas tem um mês de duração, pode ser usado em toda a Europa e conta com um limite de dados de 35 GB, porém não consome os dados para o uso de chats e redes sociais, mesmo para vídeo chamadas pelo que eu pude perceber. Muito cuidado, recomendo não comprar no aeroporto ou rodoviária, nesses lugares o preço quase que triplicava. Dia 02 - Roma - 11/Agosto/2019 Começando a manhã visitando a feira de Porta Portese, a qual acontece todos os domingos. Não sei se existe um foco principal nos produtos da feira, mas haviam muitas barracas vendendo roupas e produtora baratos e de uso geral. Não é algo que me atrai muito e eu considero perdível, mas acabei encontrando e comprando uns livros usados e bem baratos para praticar a leitura em Italiano. Feira de Porta Portese Depois de lá segui andando até chegar na Isola Tiberina, cruzando as pontes em direção ao centro histórico começa o Gueto Judeu de Roma. Para quem gosta de história eu recomendo baixar Áudio Guias, no meu caso eu usei o aplicativo gratuito do Rick Steves durante esse e outros passeios, garanto que o local muda totalmente quando você sabe o que aconteceu ali. Também ouvi boas recomendações para comer lá, mas acabei chegando muito cedo para o almoço. Ali perto também estão o Pórtico de Ottavia e o Teatro di Marcellus. Perto do Pórtico existe uma descida que permite caminhar pelas ruínas, vale muito a pena. Não é necessário pagar nada ou enfrentar qualquer fila para acessar esses locais. Descendo pelo Pórtico de Ottavia Vista do outro lado onde é possível ver todo o Teatro di Marcellus Seguindo a direita um pouco mais a frente eu cheguei ao Foro Boario/Tempio di Portuno e da Bocca della Verità. Essa última tinha uma fila gigantesca de pessoas querendo tirar uma foto com a mão na boca da face esculpida no mármore. Segundo a lenda, se alguém contar uma mentira com a mão na boca da escultura, a sua boca fecharia na mão do mentiroso. A fila era realmente muito grande, portanto segui para o Monte Capitolino. A subida é um pouco cansativa, mas de lá é possível ter uma vista incrível das ruínas romanas e isso faz tudo valer muito a pena. No monte capitolino se encontra o museu capitolino, com uma coleção incrível de bustos, artefatos e até ruínas da Roma antiga. Talvez seja porque eu gosto muito da história de Roma, mas passei 4 horas lá dentro. Dentro do museu também é possível ter uma vista incrível das ruínas. Vista do Museu Capitolino Não entendo o porque, mas diferente de outros museus este não tem muita fila, acredito que vale a pena deixar para comprar o ingresso na hora e evitar de pagar a taxa de reserva online. Por fim, ali perto também estava o monumento Altare della Patria, um dos cartões postais mais famosos de Roma e com uma vista incrível da cidade. Para ter acesso ao terraço é necessário pagar, mas o último nível antes do terraço já oferece uma vista incrível e de graça. Monumento Altare della Patria Dia 03 - Roma - 12/Agosto/2019 Finalmente o dia de conhecer o Vaticano, como eu estava fazendo tudo a pé ajustei meu trajeto para passar em frente a Ponte Sant'Angelo e o Castelo Sant'Angelo, outro cartão postal muito famoso de Roma. Não achei que valia a pena comprar o ingresso para entrar, portanto fiquei somente no lado de fora observando as esculturas da ponte e o castelo em si. Fui alertado muitas vezes para tomar cuidado com golpes nessa região e no coliseu, talvez fosse muito cedo, mas nesse horário estava bem tranquilo e não vi ou presenciei nada do tipo. Ponte Sant'Angelo e Castelo Sant'Angelo Seguindo para esquerda por mais algumas quadras começava a entrada para o Vaticano, de longe já era possível ver que a praça São Pedro já se encontrava bem cheia. Chegando lá fiquei dando algumas voltas pela praça e logo me arrependi, a fila para entrar na basílica de São Pedro estava gigantesca. Depois disso corri para a fila, comecei a ouvir o Áudio Guia e meia hora depois estava dentro da basílica. Estava bem cheia, mas o lugar é incrível e vale muito a pena, seja você religioso ou não. Importante saber para poder evitar surpresas é que não é permitido ingressar na igreja com os joelhos ou ombros a mostra, nesse caso basta cobrir com um lenço, cachecol, echarpe para poder ingressar. Isso vale para todas as igrejas e catedrais famosas na Itália. Vista de fora da Basílica de São Pedro V Vista de dentro da Basílica de São Pedro Por 10 Euros é possível acessar a cúpula e o terraço e ter uma vista incrível do vaticano, mas a fila era bem grande e também no meu caso tive que sair correndo pois estava atrasado para a visita agendada aos museus do Vaticano. Quando cheguei na rua do museu me deparei com uma fila gigantesca dobrando a esquina, porém um funcionário logo me indicou que era a fila para comprar os bilhetes e como já havia comprado pela internet pude ir direto. Nesse caso, comprar de forma antecipada foi essencial para evitar horas de fila no sol. Acredito que eu tenha ficado pelo menos 3 a 4 horas dentro dos museus. Todas as salas são normalmente muito cheias, algumas quentes outras mais agradáveis, mas independente disso todas as obras, relíquias, tapeçarias, estátuas, tudo faz fazer a pena. Acredito que não só nesse, mas nos demais museus é essencial ter um áudio guia para aproveitar o máximo de tudo o que oferecem. Existem diversos gratuitos na internet, mas os museus também oferecem os seus e que são obviamente pagos. Uma das várias salas do museu, detalhe para o tamanho das pessoas e das esculturas. Por fim todos os caminhos eventualmente vão levar para a Capela Sistina, um dos lugares mais lotados e tumultuados do museu. Você vai se cansar de ouvir os funcionários pedindo silêncio a cada 5 minutos, também é proibido tirar fotos e eles vão te falar isso várias vezes. Novamente, é essencial ter um áudio guia para explicar cada parte dessa obra de arte em detalhes e prepara o pescoço para ficar um bom tempo olhando para o teto. Dia 04 - Roma - 13/Agosto/2019 Comecei o dia caminhando em direção ao coliseu, essa região é cheia de ruínas e é possível inclusive acessar algumas partes gratuitamente. Andei sem pressa parando para ler as placas informativas que os locais possuem e escutando o áudio guia. Não muito longe dali caminhei para a Igreja de Santo Inácio de Loyola, a igreja é bela mas o que impressiona mesmo são os afrescos, vale muito passa lá para dar uma olhada, é de graça e não é lotada de turistas. Igreja de Santo Inácio de Loyola Uma parte dos afrescos no teto da igreja. Continuei o passeio em direção ao Panteão, mas como sempre eu tento alterar meus trajetos para passar por outros lugares onde existe algum monumento ou ponto conhecido, nesse caso foram a Colonna di Marco Aurelio e o Obelisco di Montecitorio, a histórico por trás desses monumentos é algo único e quando você lê ou escuta sobre essas histórias os lugares mudam completamente. Mesmo antes de chegar no Panteão você vai perceber que está perto pelo número de pessoas, e nesse lugar eu diria para ficar bem atendo aos batedores de carteira e a golpes. Lotado de pessoas ou não, é uma obra incrível que deve ser vista, a fila é bem rápida e não é necessário pagar para entrar. Como é uma igreja eles pedem para que as pessoas naõ entrem com joelhos e ombros a mostra, mas o controle não era tão rígido quanto no vaticano. Panteão Tentei visitar a Basilica di Santa Maria Sopra Minerva e a Igreja di Sant'Agnese in Agone nesse mesmo dia, mas ambas estavam fechadas, a segunda fechou logo quando eu estava chegando, portanto é bom ficar atendo aos horários. No mesmo local da igreja está a Piazza Navona e la Fontana dei Quattro Fiumi, ao redor da praça existem diversos restaurantes, bares e algumas gelaterias. As fontes são belíssimas e vale a pena parar para comprar um gelato e ficar olhando cada detalhe das esculturas. Fonte do Mouro Fontana dei Quattro Fiumi e Chiesa di Sant'Agnese in Agone ao fundo Na volta para o Hostel ainda passei pela Piazza di Pasquino onde existe a estátua chamada de Pasquino, uma das mais famosas "estatuas falantes" de Roma, e pelo Campo de' Fiori onde existe uma pequena feira com preços bem turísticos. Por mais que andar pelas ruas de Roma é se perder no tempo e conhecer algo novo a cada esquina, eu percebi que depois desse dia eu estava andando demais e resolvi comprar o bilhete de 7 dias para usar o transporte público de Roma. É possível comprar em Roma Termini ou em algumas tabacarias, custa 24 Euros e da acesso a ônibus, metro e tram, basta validar no primeiro uso e manter com você para ser apresentado caso necessário. Com o ticket em mãos aproveitei para visitar alguns lugares a noite. Comecei com a Piazza di Spagna, conhecida pela sua escadaria onde as pessoas costumavam se reunir para interagir, beber e comer. Porém, recentemente a prefeitura proíbe e a polícia fica no local para impedir que qualquer um fique sentado nas escadarias, dali segui para a Fontana di Trevi. Durante o dia a famosa fonte é lotada de pessoas, mas a noite parece que ela fica mais cheia ainda, talvez porque a noite ela também fica ainda mais bela. Fontana di Trevi no stories Fontana di Trevi na vida real Dia 05 - Roma - 14/Agosto/2019 EM CONSTRUÇÃO...
  21. E ae galera! Recentemente cheguei de uma viagem de bicicleta pela Asia, foram mais de 10,000 km em 1 ano e meio. Este relato é referente a primeira parte da viagem que foi no sudeste asiático. Quem quiser pode ver mais fotos no meu Instagram: @ivangousseff Tailândia: A viagem começou em Bangkok, logo que cheguei fui atras de uma bicicleta, pois nao tinha uma e então preferi comprar lá, por aproximadamente U$ 100 comprei uma bike usada. Em Bangkok há muitas lojas Decathlon então pude comprar os acessórios ainda mais barato que no Brasil. Meu gasto total foi de U$ 135. Comecei a pedalar em direção ao sul da Tailândia, meu objetivo era chegar até Phuket. Logo no primeiro dia tive um pneu furado, parei em um posto de gasolina e ninguém falava inglês, nesse dia vi pela primeira vez como o povo tailandês é gentil, muitas pessoas tentaram me ajudar e como nao foi possivel consertar o pneu no mesmo dia, acampei no posto e no dia seguinte um funcionário veio de caminhonete para me lever até uma bicicletraria, tudo isso sem falar uma palavra em inglês e sem esperar nada em troca. Acampando no posto de gasolina A partir do segundo dia não houve mais problemas, pedalar na Tailãndia é muito tranquilo, as estradas são boas e tem muitos postos com restaurantes e lojas de conveniência no caminho, existem também umas maquinas para comprar água mineral, 1 litro custa entre 5 e 10 Baths, ou seja, menos de R$ 0,10. Na segunda noite na estrada dormi pela primeira vez em um templo budista, os monges saão muito recipitivos, além de autorizar a dormir muitas vezes me davam frutas e comida. Logo cheguei nas praias do sul do país, pedalava entre 80 e 100 km por dia, a única parada de mais de um dia foi na praia de TapSakhae, enquanto estava parado na frente de um lago comendo umas bananas, um senhor passou de moto e ao me ver me convidou pra passar uns dias em seu hostel de graça, para retribuir eu ajudava sua mãe na cozinha e com serviços de limpeza. No único dia que não achei um templo para dormir, parei em um posto da polícia e me deixaram acampar lá. Depois de 16 dias cheguei em Phuket, consegui um couchsurfing na casa de um casal, um espanhol e uma francesa que vieram de carro desde a Espanha até a Tailândia https://perromochilero.com/ Passei uns 10 dias entre Phuket e as Ilhas Ko Phi Phi aonde comemorei meu 34º aniversário CouchSurfing em Phuket Depois de Phuket voltei pra Bangkok pelo mesmo caminho, levei 15 dias para chegar, ainda em Phuket fiz a grande aquisição da viagem, um fogareiro a gás, a partir daí ficou muito mais facil comer bem e barato, principalmente para mim que não como carne Parada pro almoço Carona em dia de chuva!!!! Chegando em Bangkok descansei por 3 dias no Hostel OverStay, sem dúvida a opção mais barata e mais roots da cidade, recomendo! Agora vou começar a pedalar em direção ao norte do país, o caminho também foi super tranquilo, consegui alguns couchsurfings no caminho, chegando em Chiang Mai fiquei 2 semanas e mais 10 dias em um monastério praticando meditação Vipassana, depois fui ao extremo norte próximo a fronteira com Laos e Myanmar, ao final dos 3 meses de visto cruzei a fronteira para o Laos. Monastério Budista Fronteira Tailândia e Laos.
  22. Isso aí, mochileiros! Procuro companhia para viagem em Novembro de 2019. Minhas cidades favoritas são as citadas no título (busco estar em lugares onde foi marcante a segunda guerra) contudo estou aberto a mudanças no roteiro para poder juntar mais pessoas e termos uma experiência em conjunto. Se vc também está sozinho (a), vamos tentar conciliar as datas e conhecer o velho mundo. Apoximadamente 21 dias.
  23. A Trilha Transcarioca Inicialmente idealizada pelo diplomata Pedro Cunha e Menezes em seu livro “Todos os Passo de Um Sonho” (2000), a ideia da trilha Transcarioca foi a de implantar no Brasil um circuito de caminhos naturais de longo curso e sinalizado. Inspirado em casos de sucesso internacionais, como a Appalachian Trail (E.U.A), Huella Andina (Argentina), Hoerikwaggo Trail (África do Sul) e Te Araroa Trail ( Nova Zelândia), a ideia era criar um longo percurso de trilhas sinalizadas que interligasse as áreas de proteção natural do Município do Rio de Janeiro, estimulando deste modo a visitação à estes parques. Depois de alguns avanços e muitos retrocessos, a Trilha Transcarioca finalmente saiu do papel e foi implantada e inaugurada em fevereiro de 2017. Com 180 Km. de trilhas sinalizadas pelo trabalho de centenas de voluntários, o circuito atravessa grandes áreas de preservação ambiental do Rio de Janeiro, tais como: Parque Municipal de Grumari Parque Estadual da Pedra Branca (Maior Floresta Urbana do Mundo) Parque Nacional da Tijuca Parque Municipal da Catacumba Parque Natural Paisagem Carioca Monumento Natural do Pão de Açúcar Hoje o circuito é uma das grandes atrações e programas dos cariocas amantes de Hiking e Trekking. É ideal para quem mora numa grande cidade e não deseja realizar uma grande viagem para completar um grande circuito de trekking. Ele pode ser completado de uma só vez só ou aos poucos, como eu fiz, dando um intervalo de descanso de alguns dias entre um trecho e outro. Também pode ser feito no sentido Guaratiba – Urca ou no contrário. Os intrépidos excursionistas que completam o percurso no primeiro sentido são conhecidos como Guarurcas, enquanto os segundos atendem pelo apelido de Urcibas. Comecei minha empreitada logo depois da inauguração da supertrilha, e relato todos os detalhes desta aventura no meu blog Saga Transcarioca. Vou resumir aqui um pouquinho da aventura e todos seus principais atrativos. Percorri a trilha em 23 etapas, fazendo uma adaptação pessoal no roteiro recomendado pela organizadora do circuito, de modo que não deixasse de lado as badaladas Pedras da Gávea e Bonita. Já no primeiro dia da aventura, visitei uma das maiores atrações naturais do Rio: a famosa Pedra do Telégrafo, que passou a ser bem procurada depois que passaram a circular nas redes sociais fotos de aventureiros pendurados na ponta da pedra que se projeta sobre o abismo. Mas a sensação de perigo, não passa de uma ilusão de ótica, já que a base da pedra está situada poucos metros abaixo, e uma queda dali não causa mais do que alguns arranhões. Nos finais de semana, chega a se formar até uma fila de trilheiros que buscam tirar fotos ali em posições criativas. Ainda no primeiro dia, visitei as belíssimas praias selvagens que são avistadas do alto da pedra, como as praias do Perigoso, do Meio, Funda e do Inferno. No segundo dia, iniciei a caminhada na Praia de Grumari e retomei a caminhada feita pelos piratas franceses que desemcarcaram ali no longínquo ano de 1710 e adentraram a mata, para sair na Baixada de Jacarepaguá e atacar a cidade do Rio pela retaguarda. No dia 3, começo a adentrar o coração do Maior Parque Natural Urbano do Mundo, percorrendo o sobe e desce da selvagem Serra Geral de Guaratiba. O quarto dia é reservado para mais alguns mirantes e a visitação da zona rural de Campo Grande. O alto do Mangalarga com sua vista magnífica é atingido no dia 5 e o Pico da Pedra Branca, que é o mais alto do Rio com 1021 mts. é conquistado no dia 6. O sétimo dia é um dos mais intensos com a visita à duas das maiores atrações da Transacarioca, o belíssimo Açude do Camorim e a Pedra do Quilombo. O dia seguinte é o mais cansativo de todos, pois uma subida extenuante e feita debaixo de Sol durante boa parte do tempo, é o que espera o excursionista que deseja atingir a Pedra do Ponto, que tem uma visão ímpar do Município. Altitudes baixas e caminhadas leves com poucas sombras prevalecem nos dias 9 e 10. Deixei o pouco conhecido Parque da Pedra Branca, para adentrar a famosa Floresta da Tijuca pelos fundos no dia 11. Atravessa-se um vale muito selvagem com belas cachoeiras até se atingir os cumes de alguns dos picos mais altos do Parque como o Andaraí Maior, o Tijuca-Mirim e o Tijuca. Grandes altitudes são a norma também do dia seguinte, quando visitei pelo menos quatro grandes picos: o da Coruja, do Papagaio, do Cocanha e da Taquara. O roteiro oficial recomenda que a partir daí se atravesse para a Serra da Carioca do outro lado do parque, mas resolvi fazer um looping completo para conquistar as Pedras do Conde, da Caixa e do Anhanguera e visitar a Cachoeira das Almas, o circuito das Grutas, as ruínas do Humaitá, a Fazenda, o Alto do Cruzeiro, o Museu do Açude e o Mirante da Cascatinha, não deixando de fora nenhuma grande atração da floresta. Assim me senti satisfeito o suficiente para atravessar o vale e visitar alguns dos mirantes mais espetaculares de todo o circuito como o da Freira e do Morro Queimado. Descendo deste morro, resolvi fazer mais um desvio para visitar as Pedras da Gávea e Bonita. No meio do caminho passei pelas imponentes ruínas da Fazenda Van Moke, que foi uma das maiores produtoras de café do Brasil, durante o século XIX. A Pedra Bonita, que é um dos morros mais visitados do Rio, foi conquistada no dia 16 e a imponente e misteriosa Pedra da Gávea no dia 17. Por ser a trilha mais difícil, e pela vista incrível que proporciona, a conquista da Gávea, representa um dos momentos culminantes da Transcarioca. No dia 18 volto para a rampa de voo livre da Pedra Bonita e de lá inicio uma árdua caminhada em mata muito fechada, passando por trilhas de traçado muito indefinido que interligam os Picos da Agulhinha, Morro do Cochrane e Ponta das Andorinhas. No final do dia reencontro com o traçado oficial da Transcarioca, saindo logo adiante na famosa Vista Chinesa. E de lá pego uma trilha que sai no Solar da Imperatriz no bairro do Jardim Botânico. Lá retomo a caminhada no dia 19, que reservado para o banho nas várias cachoeiras do Horto, como as do Jequitibá, do Chuveiro e da Gruta. Começo o dia seguinte com o banho em mais uma cachoeira: a dos Primatas, mas a atração principal do dia, também é a principal de todo o circuito: o topo do Corcovado, que é alcançado depois de vencida trilha bem sinuosa e cansativa. A vista única do alto do Cristo, justifica o título de ponto turístico mais visitado do Brasil. Do alto do Corcovado vislumbro minhas próximas e últimas metas: os morrinhos de Sacopã, São João e Babilônia, que os destinos dos dias 22 e 23. Suas baixas altitudes não apequenam em nada as visões grandiosas e inusitadas que proporcionam de Botafogo e de Copacabana. A Transcarioca é finalizada com a fácil subida do Morro da Urca, seguida da descida até a praça de fundação da cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro. Nenhum lugar seria mais apropriado para terminar esta épica jornada de 23 dias, e que ficará para sempre na memória.
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