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  1. ATENAS EUROPA GRÉCIA Roteiro em Atenas de 2, 3, e 4 dias! Um roteiro inusitado pela capital da Grécia Roteiro em Atenas m Atenas: Um roteiro cheio de ruínas, histórias e lindas praias Montar um roteiro em Atenas é, de maneira geral bem simples. Afinal, a cidade é pequena, tem poucas coisas para se fazer e todas as principais atrações turísticas da cidade ficam bem perto uma da outra. Neste post montei um roteiro bem detalhado, com indicação de restaurantes, de onde fazer compras e etc. Além disso, tem muita dica bacana também que, com toda a certeza será muito útil durante a sua viagem. Assim, se você vai viajar para Grécia, não deixe de dar uma olhada neste roteiro em Atenas porque ele está bem detalhado e informativo
  2. Olá mochileiros! Estava fazendo o meu relato em tópicos, mas agora que já cheguei em casa, chegou a hora de contar tudo de uma vez, enquanto ainda está fresco na memória. O inicio do Relato e da viagem, foi em Roma, e lá mesmo fiz meu primeiro post sobre esta viagem. Segue o link para quem desejar começar do começo rs https://www.mochileiros.com/topic/84446-roma-3-dias-3-pessoas-fotos-preços-e-itinerário Resumindo o inicio da viagem - Voo saindo de Florianópolis com escala em Guarulhos e chegando em Roma, Imigração foi uma piada - tanta preparação pra nada. Média de troca de euro foi 4,50, Comprei as passagens com MaxMilhas, Alugamos AirBnb. Monumentos maravilhosos, a cada esquina uma nova maravilha que nem estava na lista. Comida gostosa e farta, museus lindos! No relato acima tem, é claro, muito mais detalhes, com fotos e gastos que tivemos por lá. Saindo de Roma, foi a vez de irmos a Santorini, na Grécia. Dia 13/04 Voo marcado para 12h45, a partir do aeroporto de Fiumicino. Atrasou um pouco, e o voo em si demorou 1h45. Adicionando 1 hora a mais pelo fuso horario de Santorini, chegamos no aeroporto de Thera por volta de 16h15. Ficamos no hotel San Giorgio, que acima de 2 diárias oferecia transfer grátis de e para o aeroporto. Chegamos lá e o encanto foi imediato. Quarto recém reformado, cheiroso e super confortável! Deixamos as malas e saímos pra comer em um restaurante próximo (aliás, tudo é proximo, Thera é super pequena e tudo é de fácil acesso) chamado Greek Bites. Super delicioso, comida regional, maravilhosa! Passamos no mercado e compramos algumas coisas para o café, além de água, que não é potável na ilha. [agua 0,50 ; croissant 1 ; suco 1,50, snacks 1] Passeamos um pouco pelo centro (uma rua rs) e voltamos pro hotel para um merecido descanso. Dia 14/04 Acordamos cedo e fomos para o terminal de onibus. Vi em muitos relatos e sites que é indispensável alugar carro quando vier para Santorini; e discordo completamente. Não era viavel alugar carro pois ficariamos apenas 2 dias e não dirigimos, mas mesmo que esse não fosse o caso, achei suuper tranquilo andar de onibus. O terminal é bem localizado, onibus de viagem limpos e baratos. [1,80 a 2,40 dependendo do destino] Segue fotos dos horarios de onibus, não tem muitos, mas são precisos. Nosso destino nesse dia foi a maravilhosa Oia. Como saimos cedo, ainda estava bem vazio, e conseguimos aproveitar bem o lugar, sem multidões. Voltamos para Thera e almoçamos no restaurante Pelican Kipos. A decoração e ambiente encantam logo de primeira, e a comida fecha a experiencia com chave de ouro. Descansamos um pouco depois do almoço e no fim da tarde seguimos para uma igrejinha próxima, chamada Virgin Mary Church, pra ver o tão falado por do sol. Bom, não tem o que falar.. As fotos dizem tudo. Na volta, jantamos em uma lanchonete meio vintage, chamada D’s Burgers. Super gostoso e um ótimo atendimento! [Burger 6, Fritas 4, Refri 2] Dia 15/04 Café da manhã no Our Corner, no centro de Thera [waffle 10, sanduiche 6] De lá fomos até o terminal pegar um onibus para Perissa, a famosa praia de areia preta. Lá almoçamos e bebemos em um barzinho também chamado de Corner - Food and Drinks. O sol abriu e nos deu uma manhã maravilhosa de presente. No fim da tarde saimos pra ver a caldeira pela ultima vez, porém com o céu nublado não conseguimos aproveitar o por do sol novamente. Jantamos no Lucky’s Souvlakis, bem bom e barato, ótimo pra aproveitar a cozinha local. Dia 16/04 De manhã tomamos café em uma lanchonete próxima, chamada Crepe House. Também gostoso, porém demoradinho. De lá, voltamos pro hotel pra fazer o checkout e pegar novamente o transfer de volta pro aeroporto. E assim acabou nossa mágica viagem a Santorini, curta porém inesquecível. Links Hotel - https://bit.ly/2Jgv117 Preços para 3 dias, 3 pessoas Voo Roma - Santorini - 269 euros Hotel - 196 euros Almoço Greek Bites - 40 euros Mercado - 50 euros Onibus - 25 euros Pelican Kipos - 50 euros D's Burgers - 30 euros Our Corner - 30 euros Corner Food Perissa - 60 euros Lucky's Souvlakis - 30 euros Impressões e Dicas Sempre levem um casaco. O tempo foi completamente imprevisivel, mudando em questão de 1 hora, mas o vento era sempre constante. Cidade super calma, bem rural, estilo praia. Todas as lojas e supermercado ficam em apenas uma rua principal, tudo fácil de achar. Transito tranquilo, porém ninguém usa capacete, principalmente quem aluga quadriciclo rs Os pratos vinham sempre bem fartos, e sempre pedíamos pra dividir e provar de tudo. Continua em Atenas..
  3. GRÉCIA: ATENAS, MILOS, SANTORINI, PAROS E MYKONOS - 15 Dias Olá mochileiros. Como esse site sempre me ajuda no planejamento de minhas viagens nada mais justo que retribuir com um relato e dicas. Esse roteiro foi feito por um casal, na faixa dos 30 e poucos , com objetivo de relaxar, sem pressa, sem aventuras radicais e com um bom nível de economia, não dispensando claro conforto e praticidade. Focamos nas principais ilhas Cyclades e dedicamos a cada uma delas 3 noites. De cara posso dizer que em alguns lugares isso foi tempo demais. Por outro lado nos permitiu descansar e fazer as coisas de forma bem calma. Adoro comer bem, mas com raras exceções vou indicar restaurantes. Primeiro porque isso depende muito do quanto você quer gastar, de gosto pra gosto...etc. Em média gastei por refeição (almoço e jantar) pouco menos de EUR 25.00 por pessoa (entradas, prato principal, vinho e café + sobremesa). Em resumo minha viagem seguiu 3 regras: 1 - não quero acordar cedo 2 - quero evitar barcos; 3 - Repetir várias vezes uma praia que permita eu ler, tomar vinho e ficar pelado ao mesmo tempo, ainda que isso impeça conhecer novos lugares. Então vamos lá. Primeiro ATENAS: hotel: Cosmos. Fica próximo ao metro e a uma curta distância (15 minutos andando) da região do mercado municipal e atrações do centro. Super barato, mas não muito confortável. Não tem café da manhã. É pra você apenas dormir. Região super tranquila, como toda Atenas. dia 1 - Chegamos já no fim da tarde em Atenas. No aeroporto tomamos o trem que leva a capital. (É preciso comprar um ticket diferenciado do aeroporto-centro-aeroporto). Deixamos as malas no hotel (evite levar grandes bagagens) e fomos passear pelos arredores, indo a pé até Tissio, próximo à Acrópole. De bar em bar de mesa em mesa, bebendo vinho e uzo (bebida típica) e comendo Pyta Gyros. A vista dos bares da rua Apostolou Pavlou (metro Thissio) é incrível a noite. Dica: não há catracas no metro mas é necessário validar os tickets ao entrar. Há diversas opções de bilhetes, com duração de 24 horas ou 48 horas, e em algumas estações não há bilheteria apenas máquinas de venda que aceitam somente moeda. Não use taxi, o trânsito é pior que o de São Paulo quando chove e é bem caro. O metro é lotado mas muito seguro e limpo e as informações estão disponíveis em inglês. dia 2 - Basicamente segui o roteiro sugerido pelo guia Frommers (Ágora Antiga, Acrópole, Museu da acrópole, Arco de Adriano, Templo de Zeus... fiz também nesse dia o Jardim Nacional, o estádio Panatenaico e também a troca da guarda no parlamento em Syntagma. Isso levou praticamente o dia todo. E a noite, já cansados, optamos apenas por jantar e voltar para o hotel, já que teríamos que acordar as 5 da manhã para pegar o barco para Milos. Dica: Em plaka, próximo ao Museu da acrópole tem um restaurante chamado KOUKLIS OUZERI. Super agradável. A refeição com 10 pratos a escolha + vinho da casa, água e sobremesa saiu por EU$ 28 o casal.
  4. Olá Mochileiros!! Venho neste meu terceiro relato falar sobre a breve e incrível viagem que fiz à Grécia! Além de gostar de compartilhar experiências, fiquei com um pouco de receio quando resolvi ir, não apenas pelos conflitos econômicos, mas pelo País ter um alfabeto diferente, deslocamento pelas ilhas e por estar sozinha . Quando resolvi tirar férias em junho esqueci de um pequeno detalhe: inicio da alta temporada em muitos lugares ou locais não recomendados pelo clima. Além disso tinha o preço o dólar que não ajudava (continua não ajudando rs) e objetivos de gastos que não poderia ser muito. Confesso que pesquisei diversos roteiros e lugares incríveis, mas desejei muito a Grécia! Sabendo pouco sobre os problemas econômicos de lá, me programei pra levar dinheiro e desencanar de chegar nos lugares caso houvesse alguma greve.. era um risco a assumir. Mas pensei também por ser alta temporada e ter poucas vagas em hoteis e hostels, uma boa chance de ser uma ótima viagem. Pesquisei roteiros aqui no mochileiros em vários sites bacanas de viagens e as dicas foram super úteis! E por incrível que pareça é MUITO fácil se deslocar por lá! Um dos motivos pra relatar a viagem é acrescentar informações técnicas pra quem planeja ir um dia. Foram 10 dias de viagens, sendo 3 noites em Atenas, 3 em Mykonos, 2 em Santorini e 1 noite em Atenas. Passagem: por ser verão europeu, as passagens são mais caras... mas consegui uma promoção da Swiss que facilitou muito a vida! E detalhe.. comprei no final de abril!! Obs: Não existe voo direto do Brasil pra Grécia. As grandes empresas europeias fazem escalas. Com a passagem garantida, fui ver hotel e ferrys! Mykonos e Santorini tem aeroporto e é outra opção de translado. Optei pelo ferry por ser mais barato. Em relação aos ferrys, nos sites http://www.greekferries.gr e http://www.go-ferry.com/, você pode pesquisar diversas empresas que fazem os translados. Algumas delas são a Hellenic Seaways, Sea Jets e Blue Star Ferries. Recomendo comprar no site da própria empresa. Problema que tive na compra dos ferrys Pesquisando no site, vi que pela Blue Star estava com ótimo preço pra econômica, mas meu cartão não passou diversas vezes e quando consegui, eles cobravam uma taxa do ticket absurdamente alta. No final, comprei pela Hellenic Seaways. Ela é mais cara comparada a outras na classe econômica, mas tem a vantagem de ser mais rápida (highspeed) - super vantajoso na volta de Santorini pra Atenas Obs: você tem que retirar os tickets na agência antes de embarcar! Fique tranquilo que são bem localizadas e super rápido! Só esteja com o passaporte em mãos! Ferrys 40 euros Atenas- Porto Piraeus para Mykonos 61 euros de Mykonos pra Santorini 59 euros Santorini para Atenas (Piraeus) Em relação as hospedagens Sabendo que seria verão, já fui atrás de hospedagem. Seguindo sugestões, em Atenas fiquei no Athens Backpackers, Mykonos no Morfoula's Studio e Santorini no Hotel Antonia. Optei por ficar em hotel em Mykonos e Santorini por descansar mais. É mais caro do que hostel, mas nada melhor do que um pouco de privacidade. 93 euros o Hostel em Atenas 135 euros Morfoula's 98 euros Hotel Antonia Por fim, o dinheiro. Li que não é um País caro e devido a crise, resolvi só levar em espécie. Mas também levei cartão de crédito para alguma emergência. No hostel eles não aceitavam mais cartão de crédito, apenas dinheiro pela situação. Em relação a bagagem, inicialmente pensei em ir com a minha mochila de 78l da trilhas e rumos, mas por ser um roteiro tranquilo, optei pela mala. No final a ida foi com 12kg e a volta 17kg (comprei váááários sabonetes de oliva hahahaha). Passagem, hotel, translados e roteiro garantidos.. bora viajar!! Cheguei em Atenas no período da tarde (6h de diferença do Brasil) e resolvi ir de trem e metrô até o hostel. Se você pesquisa pelo Google, ele passará os nomes das estações em grego ... maaaaaas ainda bem que nas estações tem a tradução para o nosso alfabeto! Eles tem poucas linhas de metrô e o deslocamento foi super tranquilo levando uns 40 minutos até a estação Acrópole. A passagem saindo e indo para o aeroporto para qualquer estação de metro custa 8 euros, e o metrô pela cidade custa 1,60 euros. Outra opção é pegar um táxi, mas não sei o valor. Importante: não tem catraca no metrô, você apenas válida o ticket. Teoricamente alguém irá verificar depois, mas não sei se foi pela crise, ninguém conferiu e teve dias que usei o metrô de graça porque eles não estavam cobrando. Uma coisa legal do metrô é que algumas estações tem réplicas de estátuas gregas, objetos encontrados nas escavações... diversos mini museus rs O hostel fica na região de Acrópole, que é dos points turísticos de Atenas! Tem diversas opções de restaurantes nos mais diversos preços e gostos pra todos! Ao lado fica Plaka, uma região cheia de restaurantes e lojas de lembrancinhas. Confesso que a maioria das lojas tem as mesmas coisas, mas vale a pena andar por elas e achar um bom preço! Gostei muito do hostel, principalmente da localização e pela bela vista do Partenon! Conheci diversas pessoas super legais e foi bem animado! A única coisa que não curti foi que o chuveiro que encharcava todo o banheiro.
  5. Galera, meu nome é Gustavo Mattos , moro no Rio de Janeiro e vou falar aqui um pouco da viagem que fiz com minha noiva em agosto – 2015, com o roteiro falando apenas da Grécia, que foi uma parte da viagem. Grécia : Rhodes ; Santorini ; Mykonos; Zakhyntos e Athenas Segue link para roteiro completo com Paris , Londres e Grécia: #1117355 ou paris-londres-grecia-rhodes-santorini-mykonos-zakyntos-e-athenas-20-dias-t117773.html DIA 1 LONDRES/RHODES DIA 2 RHODES DIA 03 RHODES/SANTORINI DIA 04 SATORINI DIA 05 SATORINI/MYKONOS DIA 06 MYKONOS DIA 07 MYKONOS/ZAKHYNTOS DIA 08 ZAKHYNTOS DIA 09 ZAKHYNTOS / ATENAS DIA 10 ATENAS DIA 11 ATENAS COM PIT STOP EM ROMA VOO - Alitalia (ótimo avião) GRÉCIA RHODES Na Chegada alugamos um carro pela empresa Auto Europe( aluguel feito no Brasil). 140 euros por dois dias. Ilha muito grande- quadriciclo não comporta. Ideial é um carro . Gasolina para dois dias : 20 euros rodei a ilha toda e entreguei o carro no porto – ida para Santorini Dia 1 Fomos direto para o centro ver os castelos na Old Town. Muralha Gigantesca e bem extensa. Lugar muito bonito e diferente. A muralha pega uma parte da orla , lugar incrível. Muito bom ter colocado no roteiro. Vamos direto ao assunto: passeamos por todo redor das muralhas e paramos para experimentar pela primeira vez a comida grega. Pedimos um pitagyros (3,00 euros) e um giros plate. Esse é o prato principal da Grécia. Encontramos em todas as ilhas . comemos de vez em quando, mas enjoa. Ele é barato e a quantidade de comida é imensa. Rodamos o comércio local mas o que eu queria mesmo era praia. Chega de Museu, andar , pub e bistrô. Agora é Praia e peixe! Peguei o carro e fui na direção de lindos, lado onde tem as melhores praias . parei na primeira que é uma praia fechada. Tem apenas uma Rua de acesso. Tiramos uma foto(vou postar que aparece a praia. Não entrei pois estava no final da tarde, mas parece uma lagoa). Fomos para casa pois acordamos duas da manha este dia.o voo foi 6 horas como disse. Dia 2 Exploramos a ilha. Começamos indo a vila de lindos. Lugar muito bonito. Você entra na vila e vai subindo. Para para o pedágio. Apenas 6 euros por pessoa. Sobe mais um pouco e lá em cima tem uma vista incrível do mar. Lembra um pouco a acrópole de athenas , mas com menos monumentos. Um dos lugares mas bonitos que já vi. Pesquisem no GoOgLe. Já tinha uma praia bem abaixo de lindos.desci pela trilha e fui direto para lá. Praia boa e calma mas a água não é muito clara. Fiquei uma hora e fui para outra praia. Deixe-me lembrar ..... Voltei sentido centro, não achei necessidade de dar a volta na ilha pois tinhas mais de 7 praias voltando. RS .Passei por algumas praias, mas a melhor é TSAMPIKA. Bonita, água clara e bem estruturada. Fiquei uas duas horas, depois segui para praia de falikari. Achei extensa e normal. Seguimos , passamos pelo centro e fomos no outro sentido da ilha, onde tem as praias com águas claríssimas, mas ao invés de areia são pedrinhas. Maré bem forte à tarde também. Vi muito a pratica de Kitesurf . Praia boa para olhar. Lanchamos e fomos nos arrumar para um jantar semi- romântico. O Sol foi-se e fomos para o centro de Rhodes. Sem querer, achamos uma rua badalada, bares com muitos gregos e italianos. (povo dominante no local). Curtimos à noite e fomos embora. Resumo da ilha: Palavra –chave : Diferencial e impressionante. Praias e castelos num ambiente só. Aas praias são normais, com destaque para uma que faz uma coloração bem clara, mas tem muita onda e pedras ao invés de areia. Não da para ficar .Gostei muito de conhece-la . Proxima parada :Santorini (Love of Island) Locomoção : ferrye Blue star ferrys( pago no Brasil) – uns 40 euros por pessoa) Tempo – 9 hrs ,mas atrasou . levou 11 – barco imenso e muito aconchegante. Teve uma surpresinha Turca mas deixa pra lá.rs deleta obs: Os gregos adoram os Brasileiros. Nunca fui tão amado em outro país, nem na Argentina fui tão amado como na Grécia. SANTORINI– Love of Island Chegamos a Santorini com um dia perdido, pois foram 11 horas dentro do Navio. Quem deseja colocar Rhodes no roteiro, tem que se atentar que é demorado a ida para outras ilhas e não tem barco direto para outras ilhas. É muito restrito, por isso deve colocar um dia a mais só para o deslocamento. Avião também não vi vantagem, pois passavam tudo por athenas e demorava muito tempo a conexão.não custa na da pesquisar no Skyscanner . Curti santorini um dia apenas.acho que 2 é ideal. Fiz quase tudo, pois a ilha é bem pequena. Dia 1 Ligamos do hotel e foram lá me buscar e levar até a locadora para pegar um carro, pois um dia achei o melhor meio de se locomover, pois quadriciclo é bem lento. Acordamos cedo e tomamos um delicioso café da manha no hotel Calderas memories( vista incrível das calderas, recomendo.) e Fomos direto as praias: * Começamos por Red Beach . Praia de areia avermelhada formada por rochas vulcânicas. Ela é Bem bonita mas sem estrutura nenhuma. Nem melhor nem pior , apenas diferente ,rsrs * Fomos depois para perissa e perívolos, uma do lado da outra. Praia bem legal também de areia cinzenta. *em seguida, Kamari Beach – Essa achei a melhor praia. Grande , bem bonita, muitos bares, cadeiras e restaurantes. ( melhor praia) Obs: estacionamento em todas praias são livre. (free) Saimos da praia e fomos ao hotel tomar um banho e conhecer logo em seguida o restaurante Santo wine, que fica no caminho de red beach e tem placas indicando. O rodízio de vinhos com petiscos varia de 18 a 30 euros. Pedi um com 12 copos de vinhos de diversos tipos e paguei apenas 22 Euros. Muito em conta. No sexto copo não sabia nem mais diferenciar o sabor.rsrs . Estavamos bem alegres e fomos tirar fotos na vista do local. (vista das calderas ). Em seguida partimos para Oia, ver o famosos por do sol . Chegando lá , estacionei logo e fui andando e passando pelas casinhas brancas e tirando foto. Chegando lá , muita gente ocupa um pequena terraço e outras descem para a direita para ver debaxo o famosos por do sol. Só consegi graças a gopro. RS coloquei no cabo e de cima bati algumas fotos, pois estava insuportável de cheio. Acho que do meu hotel a vista era tão bonita quanto. OIA É Lugar maravilhoso também. Muito estruturado e diferente. Bastante comercio e restaurantes para quem quiser passar à noite no local. Partimos para Firá, centro de Santorini. Comemos num restaurante e passeamos no local. Muito cansados já, pois o dia foi corrido demais , fomos para o hotel descansar para partir para mykonos. Resumo Ilha formada por uma erupção vulcânica. É muito bonita mesmo e diferenciada das outras. As praias não é o forte da ilha, apenas a Kamari beach que achei diferenciada. As caldeiras são bonitas demais e Oia é impressionante. Um lugar com casas brancas juntas e em cima de um morro( caldeira), acho que não encontra em mais nenhum lugar do mundo. Conhecemos praticamente tudo, apesar de corrido e valeu. acho que um dia a mais para ficar em fira e relaxar na piscina do hotel seria bom, mas valeu. Dia 3 Acordamos, entreguei o carro, pois não pode passar de 24 hrs o aluguel(70 dólares - fiat 50 conversível). aguardamos o rapaz do transfer e fomos para o porto para ir para mykonos . Mykonos Chegamos em mykonos de ferry (empresa sea Jet) , comprei pelo site paleólogos travel ( 65 euros por pessoa) . Fiquei hospedado no hotel Milena, bem próximo ao centro - Chora( 5 minutos de quadriciclo). Oferece transfer gratuito do porto e do aeroporto, basta avisar por email o horário de chegada e os dados do transporte utilizado. Hotel excelente e um dos melhores preços, pois hotel em mykonos é bem carinho. Começamos alugando um quadriciclo, pois lá e o melhor transporte(infelizmente só tem de 50 cc, pois tem muito acidente na região porque é uma ilha em que os jovens bebem bastante e dirigem depois). Dia 1 Dia sempre corrido , RS . fomos à praia de paradise beach conhece-la. Praia onde tem dóis quiosques bem sofisticados tocando música. Fica muito cheia no por do sol, onde o pessoal sai da praia para ficar na balada ali mesmo no local. Praia bem sofisticada. Saímos de lá e fomos ao centro Chora, mas pronuncia-se Róra. Lá tem uma famosa rua lettle venice onde tem um comércio de restaurantes e roupas bem forte. Visual muito bonito das casas e vielas brancas e os famosos moinhos de mykonos no caminho. Comemos uma pizza bem gostosa no restaurante Antonio’s e fomos para casa descansar. Dia 2 Comecei o dia indo as praias kalo Livadi ( pequena praia e bem deserta. Fiquei 20 minutos). – se o tempo tiver curto aproveite as outras Kalafati beach – praia normal, parecida com praias de outras ilhas. Frequentei por 40 minutos e fui para lia. Lia – Passei de quadriciclo por cima só. parece ser bem estruturada. Bonita eu vi que é. Fomos para o outro lado da ilha. Achei as praias super bonitas. As melhores até o momento. Panormos – bela praia, me banhei bastante . Agios Sostis – Foi a que mais gostei. Do alto você visualiza a praia. Ao lado da praia panormos . desce uma trilha bem pequena de areia e já está na praia. Fiquei por bastante tempo relaxando ali.excelente praia. Psarou – Praia bem top de Kykonos. Diversas espreguiçadeiras e toda estruturada com restaurantes. Super Paradise – Finalizei o dia nesta praia. Outra praia bem estruturada com festa. Um pouco melhor que a Paradase Beach em relação a musica e o público que frequenta. O motorista do hotel já tinha me avisado. Em paradise o público é de 18 -23 anos em média. Super paradise o público é ¬de 25 a 40 anos. Fui para o hotel descansar para ir ao centro a noite, mas apaguei e não tive forças para levantar .rsrs Meu voô era 10 hrs da manhã para Zakhyntos Resumo Uma excelente ilha para quem procura boas praias e festas. Ilha bem animada de dia e a noite. Nada a reclamar. Vale muito a pena colocar no roteiro. Zakyntos Fomos para a ilha de avião (médio avião da empresa Olympic – aegean) 230 Euros por pessoa. Chegamos no aeroporto e lá estav ao pessoal da Green motion (autoeurope) aguardando para fazer o aluguel do carro. Dia 1 Pegamos o carro, fomos ao hotel Varres(muito bom) e de lá já partimos para a parte de cima de navagio Beach (shipwreck - nas placas). Chegamos lá em 35 minutos. Um dos lugares mais bonitos que vi na vida. Fiquei lá viajando um tempão e tirando diversas fotos. Valeu muito ir nesta ilha. obs: tem que fazer a trilha lá em cima, pois são as melhores fotos.ir até o final onde se tem a melhor vista da praia. Saimos de lá, acabei me perdendo e indo ao porto Vromi( onde sai as embracações para navagio Beach), mas como era no final da tarde, resolvemos não fazer o passeio de barco para Navagio. Me arrependi, pois dia seguinte a maré subiu, mas já vou contar a aventura. Rsrs Como não tem estrada, voltamos tudo de novo e fomos para o porto Limnionas ( muito bonito também, mas estava no final de tarde e ficamos pouco tempo). Esta ilha é imensa e tem poucas estradas. Gasta-se muito tempo dirigindo. Voltamos para o centro e jantamos num restautante italiano muito bom. Os pratos demoram um pouco para sair nos restautantes da Grécia. Se o tempo tiver curto a melhor opção é um lanche ou um pita gyros. Dia 2 Fomos logo cedo para o porto Vromi fazer o passeio de barco para Navagio. Estávamos muito animados. Chegando lá, a maré estava alta e o barco não iria parar na praia, ficou apenas rodando perto para podermos apreciar. A maré lá estava bem alta. Na volta foi parando nas blue caves que também são muito bonitas. Vou ser sincero: ficamos um pouco chateado, pois nos arrependemos de não ter ido no primeiro dia, mesmo estando em final de tarde. Logo depois do passeio, fomos ao porto Limnionas e ficamos lá um tempão nadando. Muito bonito nesse dia, pois a água estava bem clara. Porto muito bom para ficar relaxando. Logo depois fomos conhecer as praias, mas acabei me perdendo e parando dentro de um vale de oliveiras. O que mais se vê em zakhyntos são oliveiras, parece até filme de terror. rsrs Próxima parada Foi em Keri beach. Praia com algumas embarcações onde aluguei uma lancha e fui até uma ilha em frente onde ficam algumas tartarugas gigantes nadando. Consegui ver apenas duas ao lado da lancha. Parei neste ilha e fiquei uma hora lá relaxando. Depois, fomos ao badalado bairro de Laguna, que tem uma rua que parece o centro da cidade. Muito movimentada com diversos bares e boates bem decorados. Curtimos bastante esse dia. Fomos para o hotel depois pois já era bem tarde. Dia 3 Chegando no hotel, verificamos que nosso voô para Atenas era apenas na parte da tarde e resolvemos ir até o porto verificar a maré para fazer o passeio para navagio beach de novo, a atendente do hotel falou antes que continuava com a maré alta, mas fomos lá conferir.Brasileiro nunca desiste. rs Chegamos lá e a maré estava ótima. Água claríssima . Fomos logo na primeira embarcação. Passeio perfeito, ficamos uma hora na praia, que estava bem cheia. Fiquei nadando naquela água azul mais que bebê por um bom tempo e ainda encontrei alguns brasileiros lá. Muito bom. Agora ficou perfeito o passeio. Fomos em seguida para o aeroporto e deixamos o carro com a chave debaixo do tapete, mas logo parou o carro da seguradora no local para conferir. Resumo de Zakyntos Ilha com a praia mais bonita que vi na Grécia e em toda minha vida. Muito grande e tem boas praias. É bom planejar bem o roteiro para não perder tempo. Tive tempo de conhecer poucas praias do litoral, pois teve esses imprevistos e perdi um pouco de tempo, pois as coisas são bem longes na ilha. O centro é bom , mas laguna beach é bem mais animado pela quantidade de comercio que tem na região . Valeu muito a pena conhecer a ilha e se puder voltarei para acabar de conhecer o restante das praias. Atenas Chegamos em athenas de avião, em torno de 1 hora de Zakyntos . Pegamos o metrô e fomos direto ao hotel Fomos direto ao hotel Areos ( muito bom e localizado há duas estações de metro do centro( praça syntagma). Saimos para jantar perto do hotel mesmo, pois tinha alguns restaurantes na avenida principal e voltamos para o berço, pois dia de deslocamento é sempre muito cansativo. Dia 1 Fomos cedo para a Acrópole (ingresso 6 euros por pessoa) , subimos e visitamos tudo Lá em cima. Ficamos umas 4 horas Lá dentro, pois é bem grande. Depois fomos nas pedras lá em cima mesmo para tirar foto da vista. (recomendo). Descemos e fomos passear no centro, onde estava tudo aberto( comercio de roupas e restaurantes) e bem movimentado. Fomos até o templo de Zeus que é perto também.Depois paramos no centro para almoçar e fomos para o hotel nos arrumar para dar uma volta a noite.Sol bem forte nesse dia, desgasta muito. À noite fomos ao centro e jantamos abaixo da acrópole. Resumo Athenas é uma cidade histórica muito bonita onde se consegue visitar os pontos turísticos e um ou dois dias. Achei o tempo que fiquei bom, pois não tem muita coisa no momento, pois a cidade esta numa forte crise e apenas o centro está movimentado. O Resto da cidade parece estar muito vazia. Fim de relato e de Viagem!! ops , pit stop em Roma por 5 horas .... pegamos o trem que sai do aeroporto e pegamos o metrô, duas estações já estávamos no Coliseu. THE END
  6. Olá, pessoal. Estive na Grécia em Abril e resolvi postar aqui algumas dicas que considero valiosa. Sobre Atenas (três dias são suficientes) Para sair do aeroporto opte pelo taxi se vc estiver em 3 ou 4 pessoas. O valor do metro para o centro é de 10 euros pessoa e o taxi para centro 38 euros (fixo) mais 2 por pedágio. São 2 pedágios dependendo do caminho. Ir na Acrópole no final da tarde, por volta das 17h para ver o por do sol. Horário mais tranquilo de público. Ir, pela manhã ao monte da capela de São Jorge. O Philopapus Hill não é tão interessante. Há um monumento no topo e só. Se estiver com pouco tempo, pode passar para o próximo ponto turístico. Lá de cima você tem uma boa vista da cidade mas nada que a Acrópole não ofereça. Opte em ir à Ágora pela manhã e reserve meio dia para visitar com calma o local. Os ônibus de turismo pela até as pode ser uma boa opção para se ter noção da cidade. A ida a Pireus com ele não é bom pela limitação de ônibus e não há nada a ser visto de grande importância ou interesse. Para transitar, opte pelo metrô. É barato e eficiente. Atenas-Delfos-Atenas (ida e volta no mesmo dia) Se dirigir até o terminal de ônibus Lissonio. O ônibus parte às 10:30 para Delfos e volta para Atenas às 18:45. Compre ida e volta no guinche em Atenas. Não deixe para comprar lá pois pode não haver passagem. O valor pago em abril/2016 foi 32,80 euros(ida e volta). Para chegar no terminal opte por um taxi pois o mesmo não é de fácil localização para um turista. Fiquei 7 dias em Atenas (e me arrependi), três dias são suficientes em Atenas, já que as atrações turísticas são limitadas aos sítios arqueológicos e museus de mesma temática (arqueologia e história). Voltando para o aeroporto Para ir para o aeroporto de madrugada opte pelo ônibus da linha x95. Ele faz ponto na praça Síntagma (do lado direito para quem olha para Parlamento). Em abril de 2016 o valor da passagem era de 6 euros, aproximadamente 1 hora de viagem. Passa de 30 em 30 minutos, 24 horas. O bilhete vc compra com o motorista. Sobre as ilhas Se for para as ilhas, opte por comprar pacote, o preço é justo. Na agência de turismo Adriano, na Monasteriaki, vc pode montar o que quiser - lugares e dias. A média é de 65 euros por dia com hospedagem, transporte, transfer e café da manhã incluído. Outras infos relevantes Não espere simpatia dos gregos. . São receptivos mas não sabem "cativar" a clientela. Tive alguns aborrecimentos, em restaurantes especificamente, com atendentes grosseiros e impacientes. A melhor época para visitar é na primavera quando a temperatura é agradável. Espero ter ajudado. Abraço
  7. Olá olá!! Bom, estive fazendo uma viagem de férias pela Grécia em outubro e vários relatos daqui me ajudaram, então nada mais justo que eu deixar o meu e as minhas dicas. A viagem foi bem grande e com muitos detalhes e acontecimentos, mas vou tentar ser breve e objetivo. O Roteiro ficou o seguinte 6 Dias em Atenas 5 Dias em Mykonos 4 Dias em santorini 2 Dias em atenas Foi um roteiro longo pois além de conhecer o país quis também descansar um pouco e não ficar viajando muito. Comecei a me preparar para a viagem desde março e com a crise aumentando minhas preocupações sobre as possibilidades de desastre durante a viagem estavam altas, mas como uma amiga tinha voltado de Atenas a pouco tempo fiquei mais tranquilo pois ela me informou que estava tudo bem nas partes turísticas. IDA Comprei as passagens pela Iberia, entretanto a ida foi operada pela British Airways com escala em Londres. Hospedagem Após chegar em Atenas quase de noite, dei a sorte de conhecer no aeroporto duas canadenses que estavam indo para o mesmo hostel que eu, então aproveitei a carona para não chegar lá sozinho. Fiquei hospedado no City Circus que fica entre as estações Thissio e Monastyraki e super indico, o Hostel é calmo entretanto super descolado, ótima infraestrutura e segurança detro dele (acesso aos quartos apenas com a chave magnética), café da manhã justo e ele tem uma vista incrível pra acrópole e os atendentes são super simpáticos. Ah! Eles também inauguraram recentemente um restaurante na parte de baixo do hostel. [/attachment] A agorá antiga tem uma saída para uma rua cheia de restaurantes perto da estação Thissio (dica: o primeiro restaurante em frente a estação tem um Pyta Gyros maravilhoso) Como eu tive um Jet-Lag muito forte, terminei essa parte e voltei ao Hostel para descansar. Gastei o resto do dia na região e no Hostel. 2º Dia No segundo dia decidi conhecer o museu da Acropole, ele fica em frente a acrópole, entretanto se você estiver perto da minha localização, terá que contornar quase a acrópole inteira. A entrada do museu é 5 Euros e, apesar de ser pequeno, o museu é muito bonito e detalhado. Logo na entrada você vê que parte do chão é transparente porque abaixo dele a diversas ruinas. O Museu tem um restaurante no terraço também com uma vista e$petacular para a Acrópole(fotos do museu) Saindo do museu continuei meu caminho para o Arco de Adrian e o Templo de Zeus, é muito fácil andar em atenas, tudo fica bem próximo, mas confesso que nesta parte me decepcionei, o arco de Adrian é extremamente simples e provavelmente você vai passar por ele desapercebido, não consegui uma foto dele pois nem o tinha reparado, apenas quando já estava saindo da região. Já o Templo de Zeus é muito bonito e bem aberto, o sol estava muito forte, então encostei debaixo de uma arvore e fiquei admirando ele por cerca de uma hora. [/attachment] Atravessando a rua do estádio já é a entrada do national gardens, ele é bem simples e parece ser meio abandonado não gastei muito tempo nele, apenas atravessei para chegar até o parlamento. Quando cheguei ao parlamento os guardas estavam encerrando um ritual de troca da guarda, então pude assistir parte, logo o publico dispersou e alguns pararam para tirar fotos com os guardas
  8. Eram 10h51 quando o nosso trem deixou a estação de Lárissa, na capital grega. Evan (o americano) e eu estávamos indo até a cidade de Tessalônica, no norte da Grécia, para encontrar as holandesas e partirmos, todos juntos, até Istambul. Foram seis divertidas horas dentro do trem, ouvindo os mais engraçados toques de celulares, observando uma senhora que não conseguia evitar a queda frequente de sua bandeja e rindo a cada anúncio feito nos alto-falantes, pois não entendíamos uma palavra sequer – você, provavelmente, conhece aquela expressão que dizem quando não entendem nada sobre o assunto: “você está falando grego”. Pois é, faz todo sentido! Impossível deixar de comentar sobre as belíssimas paisagens avistadas durante a viagem, mesmo num dia nublado. Aliás, como boa parte do país estava debaixo de nuvens, acabei me conformando por ter deixado a visita a Meteora para uma próxima viagem – pois aquele lugar sem o céu azul não teria tanta graça. Chegamos a cidade de Tessalônica, encontramos as holandesas Carlijn e Jitske e fomos almoçar. Eu estava sem fome e optei por uma magnífica salada grega – a melhor de toda a minha vida. Caminhamos até o albergue que elas estavam hospedadas para que pegassem suas bagagens e, novamente, trainspotting até chegar a nossa vez de embarcar. Nosso trem para a capital turca partiu às 20h e tive uma agradável surpresa: a cabine era ótima. Havia duas camas, sofá, mesa, pia, prateleira, espelho, era completa. Não demorou para que apelidássemos a cabine de palace, o pequeno sofá com a mesa-pia na frente virou living-room e o degrau da porta tornou-se balcony. A verdade é que a viagem era longa e tínhamos que nos divertir de alguma forma. Ouvimos música, jogamos cartas e “tentamos” dormir. Já era de madrugada quando chegamos à fronteira. Fomos acordados pelos policiais gregos para entregarmos nossos passaportes. Após realizados os trâmites de saída da Grécia, sem descermos do trem, os passaportes nos foram devolvidos. Dormi. Não demorou muito e o trem parou outra vez. Estávamos no posto de controle da Turquia. Os policiais turcos entraram, checaram os passaportes e, entre nós quatro, eu fui o único a permanecer no trem, pois os demais precisavam de visto. Sim, o americano e as holandesas tiveram que descer do trem e pagar uma taxa para obter o visto de entrada. Enfim, de manhã, conseguimos dormir em paz. Mais tarde, com os olhos grudados nas janelas, avistei os primeiros minaretes das mesquitas apontando para o céu. Estávamos em Istambul! >>> LEIA O POST ORIGINAL COM FOTOS: http://viajanteinveterado.com.br/no-trem-de-atenas-para-istambul/ Este é o 37º post da série Mochilão na Europa I (28 países) Leia o post anterior: Mykonos Leia o post seguinte: Istambul
  9. Viajante Inveterado

    Atenas

    Após uma longa viagem que teve início em Atrani, na Itália (e que detalhei no post anterior), acordei e estava nos mares da Grécia. O ferry já havia atracado e partido de Igoumenitsa – mas meu sono não me deixou levantar para espiar lá fora. A próxima parada era Patras e eu havia decidido tomar um trem que sairia de lá às 14 horas e chegaria por volta das 19 horas na capital, Atenas. Ainda era de manhã e eu teria que aguardar um bocado. Entretanto, atento aos alto-falantes, ouvi o anúncio de um ônibus que seguiria para Atenas imediatamente após o nosso desembarque. Animado com a ideia de ganhar um dia na cidade, decidi comprar a passagem, que custou €18. Em seguida, encontrei o americano que estava na minha cabine, contei-lhe sobre a barbada e ele também gostou da ideia. O ferry aportou em Patras, desembarquei e encontrei mais uma vez meu companheiro de cabine. O desembarque ocorria bem lentamente e foi aí que começamos a conversar pra valer. Contamos sobre nossas viagens até chegar na Grécia e fomos estabelecendo uma amizade. Depois de algum tempo chegou nosso ônibus. Próximas a nós, sentaram duas holandesas que também já conhecíamos do ferry, eu havia encontrado ambas na sala da internet, e começamos a bater papo. Por coincidência (e falta de planejamento adequado), estávamos todos sem reservas em Atenas. Eu até tinha enviado um e-mail, mas não deu tempo pra checar se havia ou não disponibilidade. Resolvemos ir para o mesmo albergue, um dos que estavam relacionados no guia que elas carregavam. Do próprio ônibus, elas ligaram para algumas opções mas todos estavam lotados, menos um. Foi quando a bateria do celular acabou. Já em Atenas, a primeira parada foi no porto Pireu (Piraeus) onde alguns desembarcaram rumo às paradisíacas ilhas gregas. Nós seguimos até o centro. Quando o ônibus parou, não fazíamos ideia de onde estávamos mas pedimos informações e pegamos o metrô até a estação de trem – de onde as meninas tinham instruções para caminhar até o albergue. Após decifrarmos os nomes das ruas (em grego), ficou fácil encontrarmos o Aphrodite Hostel. Fiquei aliviado quando chegamos, pois era um albergue legal e bem localizado. O recepcionista colaborou e nos colocou em um quarto compartilhado para quatro pessoas, ou seja, virou privativo. Saímos para comer alguma coisa e, na Victoria Square, bem próxima ao albergue, simpatizamos com o restaurante ∏ITA ∏AV – cujo nome é um interessante jogo de palavras que inclui o pão pita (também conhecido como pão sírio) mas soa como Peter Pan. Pedi um classic souvlaki no pão pita, acompanhado de uma Mythos (ótima cerveja grega). Voltamos para o albergue e fomos até o bar, onde conheci um casal de brasileiros: ele era ator e ela uma viúva querendo curtir a vida adoidada! Ensinamos a Anka, bartender polonesa, suas primeiras palavras em português. Enquanto isso, meus novos amigos conversavam com um libanês. A propósito, minhas amigas holandesas se chamavam Carlijn e Jitske, e Evan era o americano. Depois de muita conversa, fomos dormir. No dia seguinte, levantamos empolgados para conhecer a Acrópole. Depois de uma caminhada agradável, passando pelo Mercado de Pulgas de Monastiraki e por algumas ruínas que encontramos casualmente, chegamos ao nosso destino. Era um domingo, o que tornava a entrada gratuita. Deparamo-nos com o Parthenom envolto por andaimes – estava em restauração –, o que me chocou bastante. Aliás, apesar de todo o benefício que trazem, as restaurações são inimigas de turistas e fotógrafos, pois muitas vezes “estragam” aquela foto que sonhávamos em tirar. Seguimos até o Templo de Zeus Olímpico, com suas 16 colunas remanescentes (de um total de 104), foi o maior dos templos gregos. Próximo dali, fica o Arco de Adriano que marcava os limites em Atenas antiga e a novo distrito, construído pelo imperador. Foi ao percorrer as ruas de Plaka, o próprio centro histórico, que não resistimos e paramos para comer em uma taverna. Meu pedido foi um prato de frango com batatas, precedido por uma maravilhosa salada grega. De sobremesa, comi um pudim meio sem graça. Mas valeram a pena os €9,50 pagos pelo student menu. Continuamos caminhando até a movimentada Omonoia Square, onde paramos para tomar um sorvete (de fato, o pudim não tinha sido lá essas coisas). Já próximos à Victoria Square, fui presenteado por uma pomba – dizem que traz sorte! Mais tarde, fomos outra vez ao Pita Pan, onde fizemos um intensivão dos idiomas português e holandês, enquanto conversávamos. Pra terminar o dia com chave de ouro, acompanhei entusiasmado no quarto do albergue, via web-rádio, a final do Campeonato Paulista (de 2008, ok?) que o Palmeiras goleou o adversário, a Ponte Preta, por 5 a 0 (lembra da pomba?!). A gringaiada se divertiu com a transmissão e com a minha torcida. O dia seguinte começou cedo, bem cedo. Despertei às 5h30 da madrugada. Tínhamos pela frente um grande dilema: qual ilha grega deveríamos visitar? Parece piada, mas realmente foi um dilema. Uma escolha excluiria, automaticamente, a outra opção. E eu, que no roteiro original não havia incluído nenhuma ilha, tive que dar as costas para a incrível Meteora. As meninas não tinham muito tempo para curtir as ilhas, pois o roteiro delas estava bem apertado, por isso optaram por Egina, uma das ilhas Sarônicas, bem próxima de Atenas. Minha primeira opção era Santorini mas, devido ao longo tempo de ferry, achei mais conveniente optar por Mykonos. Evan, que tinha o roteiro mais flexível, também achou que valeria a pena ir até o arquipélago das Cíclades. E foi assim que nosso grupo se separou, mas ainda tínhamos uma esperança de nos encontrar – eu estava trabalhando a cabeça de todos para seguirem comigo até Istambul, na Turquia. >>> LEIA O POST ORIGINAL COM FOTOS: http://viajanteinveterado.com.br/atenas/ Este é o 35º post da série Mochilão na Europa I (28 países) Leia o post anterior: Costa Amalfitana Leia o post seguinte: Mykonos
  10. GRÉCIA - ATENAS - 3 dias Foram apenas 3 dias na Grécia, mas que foram suficientes para conhecer os principais pontos turísticos de Atenas. Não fui para as ilhas porque era Janeiro e, como é inverno a maioria delas sequer abre, o que resume minha viagem apenas à capital. Cheguei no aeroporto de Atenas, um tanto afastado do centro e pontos turísticos. Para se usar o carrinho de carregar mala é cobrado o valor de 1€. Os câmbios dentro do aeroporto, assim como em qualquer lugar do mundo, tem cotação muito alta e os caixas cobram taxa para saque, mesmo sendo VTM. Deixe para sacar no centro. TRANSPORTE EM ATENAS - Do aeroporto para o centro existe um meio simples e barato que é o ônibus x95, que tem como ponto final a praça Syntagma, local bastante central e que dá acesso fácil à grande maioria dos hostels. Valor 5,00€. Estudante com carteirinha internacional paga meia (2,50€). Serviço é 24h, compra-se o ticket em uma banca do lado de fora do aeroporto, ao lado do ponto. Lembre que você deve validar o ticket na maquina. Esse ônibus é muito util e não tem como errar. Existe tambem a opção do metrô, mas custa 6€, não usei porque todos dizem que alem de mais caro demora mais para passar. - Para as outras atividades em Atenas não precisei de meios de transporte porque é tudo muito perto e andar pela cidade é admirável. - Utilizei o metrô só para testar e realmente é muito bom, mas para visitar pontos turisticos é desnecessário. Valor de 1,40€, e 0,70€ para estudante com carteirinha. HOSTEL EM ATENAS - Fiquei no Pella Inn http://www.booking.com/hotel/gr/pella-inn-hostel.en.html . Hostel muito bem localizado, tem uma vista maravilhosa do Parthenon, próximo de vários restaurantes e permite caminhada ate pontos turisticos. A desvantagem é que não oferece café da manhã. Tem internet wi-fi disponível e computadores no hall. Funcionários muito atenciosos e flexíveis nos horarios de check-in. Preço excelente. Recomendo bastante. Fica a uns 7 quarteirões da praça Syntagma O QUE FAZER E ONDE IR EM ATENAS Em Atenas você pelas ruas sem procurar nada em eapecífico e acaba trombando com todos os monumentos, então não precisa preocupar que verá tudo mesmo se não quiser. Em Atenas utilizei 2 apps para iPhone e Ipad que me ajudaram bastante: CityMaps2Go e CityGuides by Tripadvisor. O CityMaps2Go ajuda muito para você se situar no espaço, ver se está chegando ou não em algum ponto e o CityGuides byTripadvisor te oferece roteiros para visitar os pontos mais próximos na melhor ordem. - Museu de Acropolis - 6€, sendo que para estudante com ISIC é 3€ Funcionamento - Terça – Domingo: 8h00 – 20:00, Sexta: até as 22h00. Fui no primeiro dia e vale a pena ser o primeiro lugar visitado. Te dá informações importantes para entendimento de muita coisa nos monumentos. A passarela de entrada é de vidro a fim de permitir a visualização de um sitio de escavação que existe embaixo do museu. Impressionante. O acervo em si não é assustador de grande como é o do Museu do Egito, mas tem uma distribuição ótima. Apesar de muitas peças estarem em ruim estado de conservação, existem muitas legendas explicativas. O Museu tem um organização por períodos que deve ser seguida e facilita entendimento. No segundo ou terceiro piso exibem um video expositivo sobre o Parthenon, muito interessante. Nao permite maquina fotograficas (ficam em um escaninho na entrada) Sobre os monumentos não darei muitas explicações porque só da pra ter ideia quando está lá. - Depois de visitar o museu de Acropolis saia e vire a esquerda na rua Aeropageitou e vá reto até o Teatro Heirodeion. Tem ótima acústica e apresentações até hoje. - Acrópoles -12€ e 6€ para estudante. Horario: 8h00 – 19h00. Abriga uma grande quantidade de monumentos: Parthenon, o Propileu, o Erecteion e o templo de Atena Nike. Onde tem uma bandeira da Grecia a vista panorâmia é linda e merece minutinhos de descanso. - Monte de Pnyka - saindo de Acropolis vire a direita e esquerda Esse monte atrai muitos atenienses no domingo para fazerem piqueniques - Bairro Plaka - depois do Monte de Pnyka é so descer a colina, virando a esquerda e vai chegar num bairro muito bonitinho, ruas estreitas, casas parecendo de boneca, bichanos por toda parte e lojas encantadoras e monumentos por toda parte tornam o bairro excelente para caminhada. Brettos bar fica logo abaixo de Acropolis e atrai muitos turistas a noite. - Praca Monastiraki - adorei comprar o café da manha la perto e comer sentada na praça observando o movimento dos gregos - Monte de Lykavittos - perfeito para ver o pôr do sol. A subida é um pouco cansativa, mas la em cima vale a pena. Subir às 16:30 no máximo pois até chegar no topo você perde uns 30 minutos e é melhor que correr o risco de chegar depois que o sol se poe. - Bairro Gazi - na praça principal existem vários bares, casas de dança, nada parecido com as boates brasileiras mas interessante visita à noite. Não é um lugar muito turístico, é o lugar onde geralmente os gregos frequentam mesmo. A maioria das casas não cobram para entrar mas exigem consumação: uma garrafa de cerveja gira em torno de 7 € dentro da casa. Já se comprar fora (em bancas na praça) o preço é de 3€. ONDE COMER EM ATENAS - Atenas tem muitas opções de comida gostosa, mas por se tratar de Europa alimentação sai caro. - Muitas padarias oferecem delícias folhadas, deve experimentar.
  11. Eu e minha namorada etivemos na Grécia, agora, final de junho. Ficamos apenas 1 dia em Atenas, 2 dias em Zakyntos e 4 na Kefalonia. O plano inicial era passar 1 dia em Lefkada e voltar para Kefalonia, mas infelizmente, por questões de logística (horário do ferry e voo pra Paris), não deu pra esticar a viagem até lá. A viagem foi pautada por Navagio, ou seja, não poderia ir a Grécia e não ir a Navagio e por isso abrimos mão de Creta e do que apelidamos de “Grécia das fotos”, que são Mikonos e Santorini. E NÃO NOS ARREPENDEMOS! Dia1: Começando por Atenas, chegamos por em uma sexta por volta de 23:30. Por conta dos horários dos voos (a saída de Atenas para Zakynthos foi as 05:30) optamos por ficar no hotel do aeroporto, o Sofitel, que é um pouco caro mas compensou pela praticidade e por não ter necessitado de um táxi (o centro de Atenas fica bem longe do aeroporto, mais de 40 minutos de metrô). No dia seguinte acordamos não muito cedo e fomos direto pra Acropolis. Pegamos o metrô no próprio aeroporto, descemos na estação Syntagma e fomos a pé. A passagem , salvo engano, custou 7 euros, e por lá ficamos o dia inteiro. Mas apenas 1 dia em Atenas foi pouco. Não tivemos tempo de jantar nos tradicionais restaurantes gregos de Plaka, onde se quebram os pratos após a refeição (aparentemente uma tradição bem divertida!), e a visita às diversas atrações da Acrópolis foi bem puxada. Ficamos realmente cansados de tanto andar. Dia 2: No domingo de manhã fomos pra Zakyntos, de avião pela Aegean, e a passagem custou 84 euros por pessoa, já com taxas. Era um avião daqueles pequenos, mas confortável e o voo tranquilo. Chegamos em Zakyntos por volta de 06:30, e não sei porque deixamos pra alugar o carro na hora, o que obviamente foi uma tremenda de uma burrada. É impossível se deslocar na ilha sem um veículo e sem GPS! Somente duas lojas estavam abertas: Avis e Hertz, ou seja, a facada foi beeeeem grande. Sem opções, locamos um Golf (o único que tinha no momento) e pagamos a “bagatela” de 222 euros por duas diárias. Bom, deixando a raiva de lado seguimos para o nosso hotel, Vigla, que fica em Volimai, o que de carro levou uns 40 minutos. Na verdade são pequenas casas chamadas vilas, umas 4 ou 5, simples mas bem amplas e equipadas, e com uma vista incrível de Agios Nikolaos. O ponto negativo do hotel é que fica totalmente isolado, no alto de um morro, e como não tínhamos coragem de dirigir a noite (as ruas não tem iluminação), acabou que ficávamos “presos” durante a noite, depois das 21h. Enfim, devidamente acomodados não demoramos muito e fomos logo para o que interessava: Navagio! Pra chegar lá foi super tranquilo, bastou jogar no google maps ‘Porto Vromi’ e o GPS nos guiou até o destino, sem sustos. Lá compramos o passeio que custou 15 euros, em um barco médio pra grande (mais um erro de quem é afobado demais). De Vromi até Navagio são uns 15 a 20 minutos, e ficamos na praia cerca de uma hora, que já estava bem cheia, mas nada que atrapalhasse. Na volta o barco passa, literalmente apenas passa, pelas Blue Caves, e por ser um barco grande, não deu pra curtir dentro das cavernas e tampouco houve paradas pra nadar, o que foi broxante. Por isso, ao chegar ao porto procure barcos menores, barcos pequenos mesmo, assim, você terá um passeio exclusivo e ainda poderá entrar nas caves e parar pra nadar. Do Porto Vromi seguimos para o mirante, o que também foi bem tranquilo, o google maps nesses dois trajetos foi certeiro. Pra conseguir a melhor vista, siga andando à direita do mirante, uns 5 minutos e você terá uma vista perfeita de Navagio. E que vista, o visual é indescritível! E pra finalizar o dia fomos pra Agios Nikolaos, a 5 minutos do nosso hotel, onde há um pequeno porto (para onde parte o ferry para Kefalonia) e uma belíssima praia, excelente pra ali terminar o dia. Na verdade, não há um agito noturno nessa região. Existem alguns restaurantes espalhados, alguns mercadinhos, mas o movimento não nos pareceu muito empolgante. Dia 3: Neste dia saímos contornando a costa leste, sem rumo, parando de praia em praia, tais como: Makris Gialos, Xigia, Alikanas e Tsilivi. Tanto Alikanas e Tsilivi possuem uma boa estrutura de praia, restaurantes, hotéis, bares, mercados, locadoras de carro e etc. Portanto são uma ótima opção para se passar o dia. Pra quem prefere andar a noite a pé, ver gente, ficar em restaurantes até mais tarde ou coisa do tipo, deve se hospedar em Tsilivi ou Alikanas. Essas regiões são bem cara de cidade praiana. E as praias tem estrutura com barracas que oferecem duas cadeiras e guarda sol por cerca de 6 euros. As outras praias que visitamos em Zakynthos não são tão especiais como Navagio, e valem apenas uma parada para fotos. Dia 4: Cedo, fomos para o porto de Agios Nikolaos, para pegar o ferry pra Kefalonia, que parte às 09:30. Havíamos combinado com a locadora de devolver o carro no próprio porto, mesmo eles não tendo loja lá. Ponto pra AVIS! O ticket custou 8 euros e compramos na hora, super tranquilo, aliás o ferry era bem grande e estava vazio. Desembarcamos por volta de 11:30 no porto de Lourdata, e como não aprendemos a lição, chegamos sem já ter alugado o carro. Para nossa surpresa o lugar não tem estrutura alguma e pra melhorar só tinha um taxi que quando vimos, já estava ocupado. Conversamos com esse taxista, que ficou de mandar algum colega nos buscar. Subimos um morrinho até uma lanchonete que havia no local, que não pode nos ajudar pois não tinha nem telefone. Sugeriu que aguardássemos o ônibus local, sem nenhuma noção de quando passava...Felizmente, 10 minutos depois apareceu um taxi chamado pelo outro taxista, e que inclusive dividimos com um casal de poloneses. Eles ficaram numa região super afastada do centro (Argostoli) e apesar de alguma estrutura de restaurantes e hotéis, fica longe da praia. Sem carro, como planejavam os poloneses, não rola... Na Kefalonia ficamos hospedados em Argostoli, principal cidade da ilha, no hotel blue Paradise. Hotel simples, pequeno, mas bem localizado, com ótimos restaurantes ao redor e com um excelente custo beneficio (4 diárias por 114 euros ). Check-in feito fomos alugar um carro. Na rua do hotel tem uma locadora e lá alugamos um Smart por 200 euros (pegamos na terça a noite com opção de entregar no sábado de manhã no aeroporto). Como o carro só estaria disponível à noite, fomos de taxi (15 euros ida e volta) pra Platis Gialos. Essa região possui boa estrutura de hotéis e restaurantes e fica a 5 minutos do centro de Argostoli. Lá ficamos na mega barraca Costa Costa, que tem uma excelente infraestrutura, boa praia e bem animada . Voltamos pro hotel por volta das 19h, praia já vazia apesar de ainda claro. Saímos pra jantar rapidinho na pracinha ao lado do hotel e fomos dormir. Dia 5: Neste dia acordamos cedo e fomos pra praia mais famosa da Kefalonia, Myrtos.. Mais uma vez o GPS foi confiável. Passamos a manhã nessa praia maravilhosa, de um azul estonteante. Há apenas uma barraca de praia que serve bebidas e alguns snacks, nada elaborado. Há uma gruta ao lado da praia, onde dá pra mergulhar tranquilamente. À tarde, seguimos para outra praia, Petani. Bem distante de onde estávamos, mas que por fim, valeu a visita. Linda praia! Basicamente 2 restaurantes e alguns poucos hotéis. Vale a visita, mas não a hospedagem. Dia 6: No sexto dia fomos a Melissani Cave. Achamos o passeio bem sem graça, é bem bonito e tal mas na minha opinião não vale a pena o tempo e o dinheiro gasto. De melisani seguimos para Antisamos beach, uma bela praia que possui uma boa infraestrutura, que inclusive conta com dois restaurantes que não cobram pela cadeira e guarda sol. Dia 7: Para o último ficamos em dúvida entre ir para Fiskardo e Assos ou para Skala beach com paradas nas praias de Lourdas e Mounda. Optamos pela segunda opção. E bateu um arrependimento quando vimos que as praias não eram tão charmosas quanto as outras que havíamos visto nos dias anteriores. Pena não termos ido à Fiskardo e Assos, vilas que pareciam bem legais.
  12. afonsosolak

    Um dia em Atenas

    Rica em cultura, rainha da história e de vida vida vibrante, a cidade de deusa Atenas e capital Grega é a fundadora da civilização ocidental. Atenas é uma cidade orgulhosa, quem sabe com razão, por ter sido o berço da filosofia e da democracia, por ter promovido a ciência e voltado os olhos da humanidade para as estrelas. Os antigos deuses e dividades da clássica Atenas ainda estão presentes visualmente na cidade. Aparecem em adornos e detalhes que vão da arte à arquitetura, isso quando ambos os conceitos não se misturam se entrelaçam, confundindo até mesmo os mais críticos. Mascotes e lugares recebem seus nomes divinos. Livros, filmes e outras mídias cansam de citar o tema. Eu, humildemente, não poderia deixar de dar meu pitaco também! Um dia que passes em Atenas será o suficiente para descobrir uma cidade que mistura o antigo e o novo. Não estranhe os monumentos Greco-Romanos compartilhando o mesmo quarteirão com edifícios modernos, é algo típico por lá! Outros nos confundem: A Acadêmia de Atenas, o Parlamento Grego e o Zappeion são contruções do século XIX que foram projetadas para que parecessem edifícios antigos e refletir o patrimônio arquitetônico de Atenas. Se você não é do tipo que fica plantado em museus, um dia será suficiente para conhecer Atenas. Comece visitando a Acrópole e seus templos antigos: Parhenon, Erectheion e Athena Nike. Em seguida desça pela colina e passe pelo Areópago, esta imensa rocha entre a Acrópole e a Ágora Antiga. Suba até a colina da Pnyx, a área utilizada na Clássica Atenas para os encontros das assembleias democráticas. Retorne passando pela Ágora Antiga até chegar novamente na zona urbana de Plaka (TEXTO COM FOTOS EM http://www.theworldbyfon.com/2015/04/um-dia-em-atenas_19.html#more ). O almoço típico será aqui, no bairro de Plaka! Peça algo com iogurte ou queijo branco! Mas atenção, o tempero grego costuma ser mais forte que o normal! Se você é do tipo que gosta de fazer umas comprinhas, aqui é também é o lugar! Ao leste da Acrópole está o o Templo de Zeus, que assim como a maioria das outras atrações é grátis para estudantes. Se você não for estudante, visite a Acrópole antes e com o mesmo bilhete poderá entrar no Templo de Zeus. O inverso não vale! Este foi o maior tempo grego, com 105 colunas, das quais apenas 16 continuam em pé, mas que já te dão uma boa idéia do tamanho que era esta belezinha! No cantinho da quadra está o "Arco de Adriano e não de Teseu", o Imperador responsável pelo fim dos trabalhos do Templo de Zeus. Do Templo de Zeus passe pelo estádio Olímpico de Atenas, construído para as primeiras Olimpíadas Modernas! Dali você pode aproveitar e caminhar pelas sombras das árvores do Jardins Nacionais até chegar em frente ao Parlamento. De hora em hora os soldados fazem a troca da guarda. Atravessando a rua e descendo as escadas você estará na Praça Sintagma, que se você provavelmente conheceu quando veio do aeroporto pelo metrô. Este é o coração de Atenas! Vale à pena passar um tempo em algum bar ou cafeteria observando o movimento da praça e a grande quantidade de cães de rua (até o Lonely Planet fala disso). Depois, quase no fim do dia, uma rápida subida até o Monte de Philopappus, seja caminhando (40 min) ou pelo funicular, te trará outras vistas panorâmicas de Atenas e Piraeus, a região portuária. Quando você chegar lá igrejinha no topo, e tiver 360 graus de Atenas abaixo de você, pensará "Cara, era maior do que eu pensei!". Se você prestou atenção, em nenhum momento citei o trasporte público, pois realmente não é necessário! A partir daqui você já está pronto para voltar para o seu cruzeiro ou para aeroporto e continuar sua viagem ou preparar-se pra a festa da noite! Se você é daqueles que gosta de ver "tim-tim por tim-tim" dos museus, reserve um dia mais e durma na capital grega e não deixe de confirir o Museu Arqueológico Nacional, o Museu Benaki e o Museu Nunismático. Aproveito o post para comentar sobre o Quick Facts, a nova coluna do The World by Fon. São parágrafos breves com uma explicação sobre algum tema interessante no contexto das viagens do Fon! O primeiro foi postado ontem! Confere lá! E como sempre, se você gostou, peço que gentilmente curta ou compartilhe através das redes sociais ou dos botões aqui embaixo. Isso me ajuda muuuito! Facebook - The World by Fon afonsosolak no Twiter e Instagram - @afonsosolak Um abraço maior que o Atlântico! Fon
  13. Oi pessoal! Mais um relato aqui proveniente da minha volta ao mundo. Igual ao post da Albânia que fiz há pouco tempo, esse da Grécia vem primeiro com um texto livre sobre nossa experiência e em seguida as dicas mais diretas ao ponto. Se você quer ler um, outro, ou os dois já sabe onde ir. A ideia, em vez de contar exatamente como fiz, é explicar como descobri a informação pra faze-lo e deixar cada um escolher e pesquisar o que quiser e se aprofundar mais no que interessa. Espero que gostem Parte 1/2 - Nossa experiência Grécia: a tão esperada, e o inesperado O motorista que deveria nos deixar em Ioannina, no norte da Grécia, esqueceu de parar. Sinalizamos e ele nos deixou descer próximo ao cruzamento entre uma entrada para a cidade, o lugar nenhum e uma pequena farmácia. O sol era de rachar. Lá fomos nós perguntar por transporte. A simpatia do farmacêutico foi tanta! Fez umas ligações e nos explicou que não tinha jeito. Derretemos por alguns minutos na beira da rodovia até parar um senhorzinho, carro velho, banco de trás lotado: reorganizou tudo por nós! O rapaz do hotel serviu bebidas feitas em casa, as moças do trem deram umas aulas de grego básico. Os garçons eram sorridentes, a senhora da bilheteria do cinema fez piadas e, na ilha, o monge abriu a porta fora da hora. Até no correio (o lugar mais difícil sempre) tivemos ajuda! Nosso primeiro roteiro pelo país que inventou a democracia começava por subir ao Olimpo, o monte onde, diz a mitologia, moram os deuses. Como tudo na Grécia começa pela mitologia, parecia o correto a ser feito. No entanto, atrasados como sempre, chegamos no alto verão e isso não combina com visitas divinas que demandem tanto esforço físico. A temperatura, na realidade, influenciou muito da nossa experiência. Pensamos que a prática no verão brasileiro nos salvaria, mas a verdade é a que a aridez bateu em cheio nos nossos planos e a próxima visita será em outra estação. Mosteiros se equilibram em Meteora Foi com essa exclamação engraçada que um amigo reagiu a algumas fotos que fizemos em Meteora, o complexo de mosteiros da Igreja Ortodoxa de Kalambaka, no norte da Grécia. Rimos bastante da observação profissional do geólogo, mas garantimos que a síntese se aplica para além do aspecto natural. Não há informação segura sobre a origem dos templos, mas evidências apontam para ocupação das cavernas por monges já no século XI e acredita-se que pelo século XIV iniciaram a construção dos mosteiros. Eram 20, apenas seis sobreviveram. E não devia mesmo haver melhor lugar para a reclusão: até 1920 não havia escadas! Soa intrigante como conseguiram colocar os mosteiros em lugares tão altos e inacessíveis, e como puderam viver lá, "equilibrados" sobre pilares de pedra de 305 (a mais baixa) e 549 metros (a mais alta) de altura. Se toda a paisagem de Meteora nos impressionou, nos emocionou entrar em uma igrejinha de Kalambaka, a da Dormição da Mãe de Deus: por fora ninguém diz, mas trata-se de uma construção ainda mais antiga, do século XI. A falta de conservação das pinturas que cobrem todas as paredes e a escuridão do templo aprofundaram a sensação de volta ao passado. Ao mesmo tempo, as evidências de uso presente de um lugar tão antigo ajudaram a nos situar sobre o país em que pisávamos. Ao perdedor, o melhor endereço Na versão mitológica para a criação de Atenas (aqui um rápido e roto resumo), disputando a opinião dos cidadãos sobre quem deveria ser seu patrono, os deuses fizeram oferendas. Poseidon presenteou os cidadãos com cavalos feitos de espuma do mar, indicando proteção em tempos de guerra. Atena lhes deu a oliveira, um símbolo para o conhecimento. E o nome da capital nos aponta a vencedora, honrada com templos na Acrópole, lugar de culto dos gregos antigos: ainda imponente, mesmo em ruínas há séculos, reina sobre a cidade, refletindo o sol ou flutuando na iluminação noturna. Parece não haver um minuto de sossego para visitar a Acrópole. Provavelmente a maior das relíquias da arqueologia grega, certamente a mais conhecida, recebe milhares de turistas todos os dias. Vão subindo a colina, seguindo as placas e indicações dos guias que não param de apontar para as pedras e repetir diuturnamente detalhes e números difíceis de reter sobre a milenar história de cada um dos templos. Turistas independentes se mesclam na multidão em busca da sinalização do sítio, que ajuda a entender onde se está. Mesma sorte falta a quem tiver curiosidade de ver a Ágora: no lugar onde Platão e seus discípulos teriam passado a vida argumentando, algumas árvores, algumas pedras, nem uma linha sobre o que elas significaram. Por ali, no chão, vimos o sinal "plataforma do orador" e supomos, decepcionados, que falavam a partir dali. Do ponto de vista da informação, bem mais interessante é uma visita ao moderno museu da Acrópole. Dizem que foi construído em resposta aos governos que se negam a devolver os tesouros do passado grego, com o recorrente argumento de que faltava estrutura adequada para mantê-los em segurança. Os itens que não foram saqueados foram comprados em negociações questionáveis, e os gregos requerem seu patrimônio, por genuíno orgulho e também porque quem expõe as peças arrecada alguns milhões em turismo. No moderno museu, placas que são um protesto indicam o lugar onde ficarão este ou aquele item quando (e se) repatriado. Atenas, além de ser a capital, é a área mais povoada da Grécia. É dessas cidades que sufocam – não apenas pela temperatura já mencionada, mas porque os prédios brancos, milhares de quadradinhos, se apinham lado a lado até o perder da vista. Entre eles, e nas escavações do subsolo para a construção do metrô, o passado vai emergindo em ruínas, entre a velocidade do presente e os mistérios do futuro da Grécia. Passamos o tempo visitando um ou outro dos sítios arqueológicos e vivemos de ótima comida, de sorvete para aplacar o calor, e do prazer de estar por ali. Mas distante não estava mal. A verdade é que, para os padrões atuais, o deus perdedor do tal concurso para patrono de Atenas ficou com o melhor endereço: em Cabo Sunion, a 70km do centro da cidade, o templo de Poseidon se debruça sobre o mar e garante um por do sol avassalador. Ilhas e decisões difíceis Míkonos, Creta, Santorini. Algumas poucas ilhas gregas são tão famosas no Brasil que quase ofuscam um fato que pode ser atordoante: chegam a 6 mil se até as muito pequenas forem contabilizadas. Menos de 300 são habitadas e estão organizadas em grupos – Ciclades, Peloponeso... Podem estar a mais de 300km do porto de Piraeus, em Atenas, e são ligadas por um sistema de transporte até eficiente, mas muito caro. Para onde ir? Começamos a fazer essa pergunta meses antes de chegar e seguimos com ela a cada vez que encontrávamos um grego ou alguém que passou ou viveu por lá. A chocante verdade é que a cada vez que questionávamos surgia uma nova lista, com nomes que nunca ouvimos falar. Decidimos evitar aquelas que são mais conhecidas, caras e cheias. Resolvemos que seria uma boa ideia ver ao menos duas – mas logo percebemos que mais que isso demandaria mais orçamento e tempo já que, para o que nos interessava, as barcas não são diárias. A bem conectada Naxos está no meio das Ciclades e é conhecida por ser mais fértil que as demais. Brindou nossa visita com muito vento contra a pedalada e fez valer o esforço com uma linda praia de mar turquesa. De lá seguimos para Anafi, por assim dizer, uma irmã pequena de Santorini. A chegada foi curiosa: centenas de passageiros desceram na irmã maior e os 20 que ficaram sorriram com a sensação de terem feito a escolha certa. E foi. A arquitetura é o clássico das casinhas brancas, a comida é fresca, as pessoas são sorridentes, o mar e o céu se confundem em azuis. Inesperada foi o único ônibus que circulava a ilha. O motorista, cantando, batucando e dirigindo, a essa altura já esperávamos mais um grego legal. Enfim, esperávamos tudo de bom da Grécia e, no final, o melhor foi aquilo sobre o que não pensamos: nos gregos.
  14. Pessoal, Depois de trinta dias estou de volta. Acabou.. a solução é começar a planejar as próximas...... Como prometido segue o relato da primeira parte: 11 dias na Grécia, o restante dos dias, na Turquia, ficam para outro tópico. Procurei colocar tudo que lembrei, mas ainda estou com seis horas de fuso me atrapalhando (voltei ontem). Se preciso, depois complemento. Abraços, Davlav. Resumo viagem Grécia. 1 .Hotéis. Atenas. Ficamos no Atallos hotel - Monastirak. Foi o mais caro de toda a viagem (90 euros), mas como íamos chegar as 23 h achei melhor reservar. Também queria ficar perto de tudo, pois ia ficar apenas dois dias. Atendeu as nossas expectativas, é um bom hotel. Mikonos Ficamos no hotel Aeolos (50 euros, com café) - http://www.aeoloshotel.gr. Não costumo indicar hotéis, mas vou abrir uma exceção. Começando pelo transfer gratuito, tanto do porto como do aeroporto e também pelo fato de que você é pego pelo dono do hotel – o Pannos, uma pessoa super “gente boa” – que chegando ao hotel abre um mapa para você e te explica tudo o que existe para fazer e tira todas as suas dúvidas. Apesar disto não se trata de um hotel tipo residencial, e sim um hotel pequeno mas super transado com um ótimo clima, com tudo no devido lugar. Uma ótima piscina e um bom quarto e áreas comuns novas e conservadas. Se você não quiser ter trabalho o Pannos providencia aluguel de carro, ATV o que você quiser. Fica a 10 min a pé do centro e a 100 metros da rotatória com as saídas para as praias da ilha. Para quem vai a primeira vez, recomendo ficar próximo da cidade de Mikonos. É disparado o local mais movimentado e com mais opções para a noite, ao menos nesta época do ano. Santorini O hotel foi o Galatia Villas (35 sem 48 com café). Perto da vila de Firá (10 minutos a pé). É um hotel residencial, casa de três andares com os donos no último. Quarto bom. Valeu a pena. Quem for a primeira vez, recomendo ficar perto desta vila ou da de Ía. Rhodes. Ficamos no Blue Sky – 45 euros com café – hotel padrão turista, grande, pasteurizado, ar condicionado pagando por fora (mas não precisava, ainda), mas um bom hotel. Também valeu. Boa localização, uma boa piscina e de frente para o mar, a 15 minutos a pé da cidade antiga. Para primeira vez, fique próximo, ou dentro, da cidade medieval. 2. Deslocamento entre locais Do aeroporto de Atenas para o hotel – taxi 42 euros. Athenas para o porto – taxi 20 euros Atenas para Mikonos – ferry 7:35 h– 12:40 h – 35 euros. Blue Star. Mikonos para Santorini – ferry 14:55 h – 17:35 h - 41 euros. Hellenics Porto para o hotel – taxi 20 euros. Santorini para Rhodes – Ferry 00:20 h – 08:00 – 32,5 euros. Blue Stars. Porto para o hotel – 5 euros Observação 1. Em maio, os ferries estão vazios. Nada impede que você pague o mais barato e depois troque de lugar. Só uma vez vi um fiscal conferindo e pedindo as pessoas para sairem, mas que algum tempo depois voltavam. Para uma viagem mais curta como esta, o lugar mais barato atende. Observação 2: Todos saíram e chegaram no horário. Disseram que nesta época não venta muito e as viagens são mais tranquilas. 3. Deslocamento nos locais Atenas – caminhando, porém o dia todo, de 9 h até 19 h, sem pressa, naturalmente. Dica: para caminhar nas praias e até mesmo entrar no mar existem uns sapatos de plastico, tipo esportivo, super-flexivéis, que permitem andar sem machucar os pés. Deve vender aqui no Brasil. Mikonos Optamos pelo ATV 50 cc (um para os dois) – 19 euros/dia. Como a ilha é pequena, acho a melhor forma de transporte, pelo preço e pela sensação (como não sou motoqueiro achei bom, para quem anda de moto deve ser meio lento). Para quem não curte, não tem nenhum problema em alugar carro, chega-se em qualquer lugar e a ilha não estava cheia. Os estacionamentos são grátis, mesmo para carros. Santorini Como as distâncias são maiores e a noite pensávamos em ir para Óia, optamos pelo carro, apenas um dos dias - 30 euros. O resto do tempo, a pé. Os estacionamentos também são grátis. Quem quiser, dá para emcarar de ATV, mas vai perder tempo, pois as distâncias são maiores. Rhodes. Necessáriamente para se conhecer a ilha é preciso alugar um carro. Na parte da cidade, nova e antiga, a pé. Pagamos 30 euros por um dia. 4. Alimentação Nenhum problema em relação a comidas gregas. Muitas saladas e frutos do mar e carnes conhecidas. Não recomendo restaurantes pois acho muito pessoal, mas de modo geral todos os restaurantes que fomos nos agradaram. O que menos gostamos foi um recomendado. 5. Dinheiro A forma mais prática de lidar com ele é a mesma usada no nosso cotidiano, cartão de crédito e saque no cartão de débito (existem caixas em qualquer lugar). Basta levar alguns euros para os primeiros momentos. Particularmente, levei euros comprados no Brasil, pois achei o preço barato antes. O euro está mais barato agora, não valeu a pena. 6. Preços Estes preços refletem os praticados por bons restaurantes (ou bares e cafés) em áreas turísticas. Podem variar conforme o gosto de cada viajante. Preços em euros. Crepes – 3 a 4. Massas – 10. Salada grega – 5 a 9. Pratos de carne e peixe – 8 a 16. Coca cola – 2 a 3. Cerveja 330 ml – 2,5 a 4. Cervaja 500 ml – 3 a 5. Suco de laranja 500 ml - 2 a 3. Taça de vinho – 3 a 4 Big mac – 5,6. Gyros (sanduba local) – 2 a 3. Batatas Pringles – 2 Supermercado. Água 500 ml – 0,5. Coca lata – 0,7. Coca 1 l – 1. Cerveja 330 ml – 1 Atenção: Cuidado com cartões telefônicos vendidos como sendo de 100 minutos. Só se for local, para o Brasil duram menos de 20 minutos. A internet é a melhor forma de comunicação (Skype parece a melhor opção, embora tenha usado email mesmo) 7. Tempo necessário Atenas. Dois dias em Atenas é o suficiente para um pacote padrão: conhecer os pontos principais e curtir a cidade, sem noitadas e sem parar uma hora a cada ruína encontrada. Para quem não tem tempo, em um dia é possível. Mikonos. ficamos dois dias inteiros e dois meio dias (um na chegada e outro na saída). Para nós foi de bom tamanho, pois ficávamos tipo uma hora nas praias que gostavamos mais, tomando uma cervejinha. Claro que para quem tem o objetivo ficar nas praias o dia inteiro e badalar a noite, a situação muda, você pode ficar até de uma semana a 10 dias. Neste caso acho melhor o verão, pois além de mais quente, a ilha estará mais cheia. Santorini Ficamos três noites e dois dias inteiros. Foi razoável, embora mais uma tarde também fosse interessante. Rhodes Ficamos dois dias e meio, ficando liberado no primeiro pelas 10:00, depois de deixar as malas, mais um dia inteiro e uma manhã, mas acho que Rhodes merece mais um dia ou ao menos que o último dia fosse completo, pois meio dia as vezes não dá para ir longe. Acho que um dia para a cidade, parte nova e antiga, e dois, de carro, para se conhecer a ilha. 8. Temperatura O tempo em maio foi perfeito, nenhum dia de chuva, calor de dia e friozinho a noite (podem levar casacos), principalmente para o ATV em Mikonos a noite. O tempo foi esquentando a medida que fomos “descendo”. Em Rhodes já dava para sair a noite sem casaco, para quem não sente muito frio. Para que tem como principal objetivo curtir praias, as águas ainda estão um pouco frias, só mergulhei mesmo em Rhodes. Não sei como é no verão. 9. Compras. Sem dúvida, em todos os lugares as ofertas são uma perdição para as mulheres (eu, em toda Grécia e Turquia só comprei um óculos escuros, mesmo assim porque perdi o meu), mas os preços são bons, seja para jóias e bijuterias, capas de almofadas, bolsas, cerâmicas, lembranças, dentre outras coisas (palavras da minha espôsa). Mas para quem for para a Turquia, lá é mais barato, lembranças tipo porta-moedas todo bordado, por exemplo, custam a metade do preço lá. 10. Guia turístico Uso sempre o guia visual que a Folha de S. Paulo publica no Brasil. Claro que isto é pessoal, mas dê uma olhava nele. Usei um sobre Atenas e as ilhas gregas. 11. Relatos. Não entrarei em muitos detalhes sobre os pontos turisticos tradicionais, pois podem ser pesquisados em vários guias. A idéia é dar uma noção do tempo gasto para conhecer as cidades. Atenas. No primeiro dia partimos para a Acrópolis, passando pela praça monastiraki e subindo pela parte de trás, passando primeiro pelo teatro de Herades Ático. Na saída fomos para o museu da acrópolis e depois para a ágora antiga. Almoçamos na praça citada e depois fomos no mercado das pulgas e pelas ruas próximas (comércio mais popular). Partimos para o templo de Zeus e rodamos pelas ruas de Plaka. No final do dia subimos o morro Filopappos para ver o visual da cidade e da acrópole com o pôr do sol. Importante: O meu guia apontava o museu da acrópolis próximo ao Partenon e quando cheguei lá um funcionário me informou que estava fechado, o que era verdade. Ele só não disse que o museu tinha sido transferido para um prédio novo, na parte de baixo da cidade, próximo ao teatro de Dionísio. Quase perdi. No segundo dia passeamos com calma pelas ruas de Plaka, fazendo compras e depois em Psyri e também por outros locais da cidade. Toda parte turística é tranquila, embora bastante cheia. Existem muitos restaurantes e lojas transadas, que fazem valer o segundo dia de Atenas. No meu caso, dois dias foram ideais. Mikonos. Chegamos no horário e fomos pego no porto pelo dono do hotel. Ele nos explicou tudo sobre a ilha. Reservamos um ATV para o dia seguinte, colocamos as malas no quarto e partimos para conhecer Mikonos, que fica a 10 minutos do hotel (o início dela). Entramos pela parte superior e saímos andando pelas ruelas. Ficamos até de noite. Depois fomos para o hotel. No dia seguinte, já de ATV, ficamos o dia inteiro conhecendo as praias (a metade delas): Ornos bay, Kato livadi, Aghia Anna, Kalafatis, Lia, Elia e Superparadise. Passamos também por Ano Merá, uma vila no meio da ilha (nada de mais). Achamos melhores as de Kalafatis, de Elia e a Suerparadise, Ficamos uma hora em cada uma, mais ou menos, nas demais só uma olhada. No segundo dia fomos para Delos, uma ilha próxima com ruínas de uma cidade antiga. É um passeio interessante. A tarde continuamos a ida para as praias: Paradise, Paranga e Platis Gialos. A noite, de novo passear e jantar em Mikonos. No terceiro dia, aproveitamos a manhã para ir as praias que faltavam: Psaro e as praias da baia de Panormos. A tarde o Pannos nos levou para o porto e partimos para Santorini. Santorini. Não é a ilha indicada para se curtir praias, pois a “areia” (na verdade são pedras) não são muito atraentes para o nosso padrão. Embora em Mikonos este problema já exista, aqui as pedras são mais frequentes e pretas e o efeito não é dos melhores. O que ajuda é que as diversas tonalidades e transparência do mar egeu são maravilhosas Como chegamos a tardinha, deixamos as malas no hotel e fomos para conhecer Firá e ver o visual do fim de dia. Jantamos com uma vista maravilhosa e voltamos para o hotel. No outro dia, pegamos o carro e fomos conhecer a ilha. Começamos por Red beach, que como o nome diz possue areias vermelhas. O efeito visual vale a ida até lá. Depois fomos para Perissa, prais de areias (ou pedras) pretas, mas que possui uma boa infra de bares e restaurantes e um bom visual. Apenas curti o mar de longe. Partimos para Firá antiga, que fica no alto de um morro. Não vi nenhuma ruína, acho que estavam numa parte fechada, mas a subida (de carro, não a pé) vale a pena pois se tem a vista das praias e de Firá ao longe. Depois passamos em Kamary, mais uma praia de “areias” pretas e partimos para Óia, para ver o pôr do sol. Primeiro fomos para Ammoúdi, uma vila pesqueira nos pés de Óia e finalmente para ela. A vila é linda, diferente de Mikonos, que é toda branca, ela usa e abusa das cores. O efeito é incrível. No segundo dia fomos de barco para a ilha do vulcão – 13 euros do barco mais 2 do ingresso, por pessoa) - particulamente achei o ponto alto do passeio a vista da ilha de Santorini. Na volta almoçamos e passeamos, fizemos algumas compras e vimos novamente o pôr do sol. Jantamos e esperamos a hora do ferry para Rhodes. Observação: o sítio arqueológico de Akrotíri está fechado. Não sei quando reabre. Rhodes. Para iniciar, devo dizer que Rhodes foi a que mais me surpreendeu. Boas praias, até mais bonitas que em Mikonos, uma cidade medieval fantástica, conservada, no nível das melhores européias (das que eu conheço, Rotemburg, por exemplo), montanhas com florestas e também Lindos, que vale a pena conhecer, tanto a vila como as praias próximas. Bom, tentando voltar a minha imparcialidade, no primeiro dia, como já eram 10:00 quando ficamos livres das malas, fomo caminhando pela orla, até o porto e depois entrando na cidade medieval. A praia da cidade é a tradicional, com pedras em vez de areia. Passamos o resto do dia na cidade medieval, voltamos ao hotel e depois retornamos para jantar num restaurante tipo castelinho medieval. No segundo dia pegamos o carro e acompanhamos o litoral da parte nova da cidade até a entrada para o vale das borboletas, nas montanhas da ilha. Pagamos três euros, poe pessoa, para entrar, mas voltamos do meio, tinhamos pouco tempo e para brasileiros, nada a crescentar. Se estiver sem tempo, pule. Seguimos cruzando a ilha até sair no litoral do outro lado da ilha, em Afanou. Fomos até o morro de Tsampika, onde existe um mosteiro. Depois de muito subir de carro ainda tem 295 degraus. Visual fantástico. Dali vimos a primeira praia onde fomos mergulhar: Tsampika. Ficamos quase 2 h, um recorde. Depois passamos em outra praia bem bonita, meio escondida, chamada Agia Agathi, sem tempo para parar, e partimos para Lindos, que tem belas praiais antes e depois dela, um castelo no alto do morro da cidade, com uma vista muito bonita, inclusive de uma outra praia situada num lugar incrível. Vale também rodar na cidade. Ainda fomos na outra praia, mas já era tarde. Ainda passamos em outras mais para o sul e depois na volta para Rhodes. No terceiro dia acordamos mais tarde e ficamos pela primeira vez na piscina. Almoçamos e partimos para Marmaris. Mais isto é para outro tópico. Conclusão: Todos os lugares visitados valeram, uns mais outros menos (a exceção talvez tenha sido o tal vale das borboletas, mais pela perda de um tempo que depois fez falta). Tanto Mikonos quanto Santorini fizeram jus a fama que possuem, mas acabei subavaliando Rhodes, não tão falada, mas que com certeza mereceria mais um dia. Fora isto não mudaria mais nada.
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