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  1. Fala ai galera, de buenas? Então... Estou começando um planejamento para um mochilão em 2020. Penso em utilizar os 30 dias de férias e passar pela Bolívia, Peru, Equador e Colômbia, mas as cidades ainda não definidas. Como será meu primeiro mochilão, estou buscando por roteiros, dicas, sugestões e qualquer tipo de ajuda possível. Estou buscando muita informação, lendo diversos blogs e relatos, catando qualquer coisa que possa me ajudar a montar meu roteiro. Desde melhor época do ano, custos, lugares para conhecer, etc... Quem já fez mochilão por esses países e puder deixar aqui alguma informação, agradeço imensamente! 😃
  2. Olá, pessoal! Tudo bem?🥰 Eu e meu marido nos casamos em abril deste ano e planejamos nossa lua de mel para janeiro de 2020, aproveitando uma baita promo de passagens para Uruguai e Chile. Mas… A escola onde meu marido dava aulas passou por uma remodelação e ele perdeu o emprego. Um baque em nossas organizações financeiras. Até pensamos em cancelar a viagem. Mas… Como eu também não estou feliz com meu trabalho atual, decidimos transformar esse susto em uma oportunidade: não usaremos as passagens de volta e seguiremos mochilando pela América do Sul até onde o destino permitir (e a grana também hehe). Chegaremos no Uruguai no dia 01/01/20 e ficamos em Montevidéu até dia 08/1. De lá, seguimos para Santiago do Chile. A partir daí, nossas datas serão totalmente flexíveis e estamos planejando ir para o Atacama no final de janeiro, de lá ir até o Salar de Uyuni, viajar pela Bolívia e chegar até ao Peru. Pretendemos tentar couchsurfing, worldpackers … Tanto para conhecer pessoas novas como para economizar (afinal, quanto mais economizarmos, mais longe conseguiremos chegar hehe) Enfim, resolvi postar aqui em busca de dicas, sugestões de roteiros, lugares imperdíveis, passeios, aventuras, amigos, dicas de hospedagem, de como economizar ao máximo e tudo mais! Alguém planejando alguma aventura parecida para estas datas?
  3. Relatarei uma viagem de 11 dias pela Bolívia, incluindo o Trekking Condoriri (4 dias e 3 noites) conjugado com tentativa de subida ao Huayna Potosi (3 dias e 2 noites), resumida pelo roteiro a seguir: Dia 02/06: Vôo pra La Paz Dia 03/06: La Paz - passear pela cidade, visitar as agências e fechar o pacote do trekking Dia 04/06: La Paz - Subir o Chacaltaya e passeio do Valle de la Luna Dia 05/06: Viagem pra Copacabana e dormir na Isla del Sol Dia 06/06: Voltar pra La Paz e últimos preparativos pro trekking Dias 07 a 09/06: Trekking Condoriri, finalizando no Campo Base do Huayna Dia 10/06: Huayna Potosi - Treinamento escalada no gelo Dia 11/06: Huayna Potosi - Subida ao Campo Alto Dia 12/06: Huayna Potosi - Ataque ao cume e volta pra La Paz Dia 13/06: Vôo de volta pro Brasil Minha primeira passagem pelo país tinha sido em 2012, em um roteiro típico de mochilão, no qual tive poucos dias em La Paz e depois segui para Cusco e Machu Picchu. Não ter conhecido o Salar de Uyuni nesta minha primeira ida à Bolívia era uma das minhas grandes frustrações e por isso eu estava decidida a voltar. A oportunidade surgiu em 2016, em uma viagem para o Deserto do Atacama, a qual aproveitei para fazer o passeio do Salar (são geograficamente próximos e existem passeios saindo de San Pedro do Atacama). Já tendo ido 2 vezes, completado os roteiros tradicionais (Uyuni, Downhill na Death Road, Lago Titicaca, etc) e considerando todos as dificuldades de uma viagem pela Bolívia, eu não imaginava voltar outra vez àquele país. Contudo, depois de muita indecisão quanto ao roteiro de férias do ano (Portugal? Eslovênia? Peru?), entrei em acordo com meu namorado, que ainda não conhecia a Bolívia, e decidimos ir até lá fazer um roteiro de trekking. Com um pouco de pesquisa eu tive certeza que o Condoriri seria uma das melhores escolhas em termos de belas paisagens, logística fácil e preços razoáveis. Assim, decidimos que faríamos o Trekking do Condoriri junto à tentativa de escalada ao Huayna Potosi. A logística dos dois é bem encaixada, visto que o local final do trekking coincide com o local de início da escalada (Campo Base). Pelos diversos relatos que li, eu já estava ciente que o trekking e escalada não seriam fáceis. Além do frio, a altitude cobra um preço caro sobre nosso físico e psicológico e por isso tentei montar um roteiro que contemplasse tempo suficiente de aclimatação. Abaixo relatarei com mais detalhes cada um dos dias da viagem: 1° Dia - Chegada em La Paz Saímos de Guarulhos em um vôo da BOA (Boliviana de Aviación) com escala em Santa Cruz de la Sierra e parada final em La Paz. Esta companhia aérea é uma empresa estatal boliviana e não muito conhecida entre nós brasileiros. Confesso que tive certo receio ao comprar as passagens, mas os vôos foram pontuais e serviram lanches muito bons, portanto só tenho elogios 😁 Nossa chegada estava prevista para 17h30. Em geral sempre opto por utilizar o meio de transporte mais barato para sair do aeroporto, porém minhas recordações do transporte público caótico da cidade, dos taxis sem taxímetro e os alertas de que El Alto (cidade em que está o aeroporto) não é um lugar assim tão seguro ao anoitecer, me fizeram reservar um transfer ao preço de 90 bolivianos. Fiz a reserva com o proprietário do apartamento em que íamos nos hospedar (aluguei pelo Booking, o apto é este aqui). Chegamos à Bolívia portando somente dólares e reais. Além de difícil, comprar bolivianos estando no Brasil sai muito mais caro. No entanto, precisávamos de moeda boliviana para pagar pelo transfer e pelo apartamento, já que havíamos sido alertados que só aceitavam moeda local. Assim, durante a conexão em Santa Cruz de la Sierra, fui procurar na sala de embarque algum lugar para trocar dinheiro. A sala era pequena e não vi casas de câmbio lá dentro, por sorte o atendente de uma cafeteria se dispôs a fazer o câmbio. A cotação dele era pior que aquela que eu tinha visto no Google, por isso trocamos estritamente o necessário. Já sabíamos que encontraríamos cotações bem melhores no dia seguinte em La Paz. Chegando em La Paz o motorista do transfer já nos aguardava e nos levou ao apartamento, que ficava no bairro Miraflores, relativamente próximo ao centro. Aproveitamos a noite para dar uma volta pelo bairro e ir ao supermercado comprar comida. Não sentimos os piores sintomas do mal de altitude (dor de cabeça, enjôo, etc), mas notamos que a simples caminhada até o supermercado já tinha nos deixado sem fôlego. Durante a noite notei que demorei mais a dormir e acordei muitas vezes, o que não é habitual para mim. 2° Dia - Passeio pela cidade O objetivo principal deste 2° dia era cambiar dinheiro, definir uma agência e comprar o pacote do trekking e escalada. Conforme as pesquisas que tinha feito pela internet, eu já estava praticamente convencida a ir com a agência Hiking Bolívia. Chegando à calle Sagarnaga até visitamos algumas outras empresas, mas decidimos ir com a Hiking Bolívia mesmo. Fechamos com eles o passeio do Chacaltaya + Valle de la Luna para o dia seguinte (80 bolivianos por pessoa + taxa) e o Trekking Condoriri + Huayna Potosi (2400 bolivianos por pessoa + taxas). O câmbio do dinheiro fizemos em uma casa de câmbio lá perto mesmo, as cotações eram 1,65 boliviano/real e 6,95 boliviano/dolar. Terminados os 'negócios', fomos almoçar em um restaurante indiano que eu tinha marcado como seguro, segundo minhas pesquisas. Aqui vale um parênteses: na minha primeira ida à Bolívia, um amigo teve infecção alimentar e precisou ficar 3 dias no hospital tomando soro. Além disso, as estatísticas de diarreias em turistas naquela região são alarmantes, dadas as condições precárias de higiene. Portanto, decidimos tomar MUITO cuidado com o que comíamos, pois alterações de saúde iriam comprometer todo nosso planejamento de viagem. Depois do almoço, fomos conhecer o Teleferico. Caminhamos até a estação mais próxima da calle Sagarnaga, que pertencia à linha Morada (roxa) e decidimos que faríamos um "tour": Linha Roxa -> Linha Prateada -> Linha Vermelha, descendo no terminal central de ônibus, onde aproveitaríamos para já comprar as passagens para Copacabana. Foto: Entrada da Estação da Linha Roxa Foto: Vista aérea de La Paz (as construções são todas assim, sem reboco. Dizem que desta forma pagam menos impostos) Chegando ao terminal central, compramos as passagens de ônibus para Copacabana por 30 bolivianos. O terminal é relativamente organizado, mas as empresas de ônibus pagam pessoas para fazerem propagandas no grito o tempo inteiro, então imaginem cerca de 10 pessoas, cada uma tentando gritar mais alto que a outra um nome de cidade diferente 😖 Saindo do terminal, caminhamos até o Mirador Kilikili, que ficava próximo ao nosso apartamento. No caminho pra lá passamos por algumas ruelas que pareciam ruas de favela, mas deu tudo certo 😮 Foto: Vista do Mirador Kilikili DICA: Todo o tempo utilizamos o aplicativo Maps Me para nos locomover. Ele funciona em modo offline e traça rotas como um Waze/Google Maps, basta baixar o mapa da região quando você tiver conexão à internet.
  4. Salve Salve Mochileiros! Segue o relato do mochilão realizado na Bolívia no final de 2018, se liga na vibe do nossos visinhos bolivianos... 1º Dia: Partida - 26/12/2018 - 15h00 - São Paulo x Porto Quijarro - Empresa La Preferida R$315,00 Partimos de São Paulo dia 26 de Dezembro de 2018 as 15:00pm da tarde do Terminal Rodoviário da Barra Funda. O ônibus teve um atraso de 30 minutos para que todos os passageiros guardassem suas bagagens no ônibus. A viagem é tranquila e o ônibus muito bom com banheiro e água da empresa La Preferida. Este primeiro trecho da viagem foi entre São Paulo à Porto Quijarro já na Bolívia. A viagem foi tranquila com duração de quase 23 horas e com paradas de 3 em 3 horas. 2º Dia: Partida - 27/12/2018 - 13h00 - Porto Quijarro x Santa Cruz de la Sierra - Empresa 2 de Mayo Bs$100,00 - Moto Táxi Bs$6,00 - Taxa terminal Bs$3,00 Depois de horas na estrada estávamos próximos ao serviço aduaneiro de fonteira terrestre - ADUANA - na fronteira com a Bolívia. Pensamos que o ônibus iria parar para que fizéssemos a saída do Brasil e depois a entrada na Bolívia, mas o ônibus passou direto na fronteira e só parou no Terminal Rodoviário de Porto Quijarro, já em território Boliviano. No terminal rodoviário trocamos um pouco de real em pesos bolivianos e guardamos nossas mochilas na sala vip da empresa La Preferida que foi gentilmente cedida aos passageiros, logo depois pegamos um moto táxi por Bs$3,00 bolivianos para retornar à fronteira para darmos a saída do Brasil na ADUANA Brasileira e firmar a entrada na ADUANA Boliviana. O trecho do terminal rodoviário até a fronteira leva menos de dez minutos. Chegamos na fronteira e atravessamos para o lado brasileiro novamente para fazer a saída do Brasil. A fila estava grande para quem fosse dar entrada no país mas para quem era brasileiro e estava dando a saída do país, no caso do Brasil, estava sendo atendido mais rápido. Fomos atendidos depois de uns 40 minutos e corremos para a fila da ADUANA Boliviana que esta um pouco menor. Carimbamos nossos passaportes e firmamos a entrada na Bolívia. Agora estávamos em dia com o controle de imigração rsss. Após todo trâmite da fronteira retornamos para o terminal rodoviário para almoçar e comprar nossa passagem para a nossa próxima parada, a cidade de Santa Cruz de la Sierra. Compramos em um dos diversos guichês na rodoviário pela empresa 2 de Mayo por Bs$100,00 bolivianos mais a taxa do terminal de Bs$3,00 bolivianos para as 13:00pm com aproximadamente 16 horas de duração. Poderíamos pegar o famoso Trem da Morte pelo mesmo valor e que também sai de Porto Quijarro mas leva um pouco mais de tempo para chegar em Santa Cruz e como estávamos com pouco tempo preferimos ir de ônibus mesmo. A viagem foi tranquila passando por diversas florestas e rios nos mostrando paisagens lindas do território boliviano. Fizemos algumas paradas durante o caminho para comer e ir ao banheiro pois no banheiro deste ônibus só podia mijar. Logo no começo da viagem o cobrador pediu para que quem precisasse cagar era pra pedir pra ele que eles paravam o ônibus para a pessoa fazer na estrada, pois como a viagem seria longa, se fosse fazer no ônibus mesmo ninguém aguentaria o cheiro. Mas ninguém precisou rsss. 3º Dia: Partida - 28/12/2018 - 11h30 - Santa Cruz de la Sierra x La Paz - Empresa Concórdia Bs$220,00 - Banheiro Bs$4,00 - Taxa Terminal Bs$5,00 Chegamos em Santa Cruz por volta das 4:00am da madrugada. Ficamos aguardando o Terminal Bimodal de Santa Cruz abrir as 6:00am para poder fazer o cambio da moeda e comprar nossas passagens para nosso próximo destino, La Paz. Ficamos aguardando em alguns bancos que tem do lado de fora do terminal, quando um policial da INTERPOL abordou um de nós pedindo o documento de entrada na Bolívia. Documentos conferidos e fomos liberados rapidamente. Se não tivéssemos feito a entrada no país seríamos multados por estarmos ilegais no país pagando uma multa por este delito. O terminal começou a abrir e logo vimos uma mulher vendendo as passagens para La Paz pela empresa chamada Concórdia pelo valor de Bs220,00 bolivianos, já adiantamos e compramos. Depois entramos no terminal para aguardar nossa partida que seria somente às 11:30am, então tínhamos um bom tempo para comer, trocar dinheiro, tomar banho e dar uma volta pelos arredores do Terminal Bimodal de ônibus de Santa Cruz de la Sierra. Pagamos Bs1,00 boliviano para banheiro e Bs3,00 bolivianos para banho no terminal, isso acontece em toda a Bolívia, todo banheiro será cobrado, seja para necessidades ou seja para banho. Então separem suas moedinhas, pois elas serão muito úteis para isso. Outra utilidade para as moedas, são as taxas de embarque que todo terminal de ônibus cobra. Depois que compramos nossa passagem tivemos que ir em outro guichê para pagar a taxa de embarque do terminal que nos custou Bs$5,00 bolivianos. Dentro do ônibus antes de sair do terminal, um fiscal entra conferindo pessoa por pessoa o pagamento da taxa. Andamos nas ruas ao redor do terminal e encontramos diversas barracas com comidas de rua. Tinha bastante comida típica, muitas sopas e caldos, sucos e escolhemos para começar as famosas salteñas e empanadas boliviana. São maravilhosamente deliciosas e valeu muito a pena experimentar. Comemos também o famoso cuñapé, que seria o pão de queijo boliviano. Outra delicia boliviana mas confesso que os pães de queijo da minha avó são infinitamente melhores que os cuñapé boliviano ahuahuahuahu. Desculpa aew Bolívia rs. Retornamos ao terminal e embarcamos rumo a La Paz em uma viagem aparentemente tranquila mas assim que íamos distanciando de Santa Cruz o trajeto começou a ficar um pouco tenso. O trecho que passamos estava em obras e tivemos que passar por diversos desvios ao lado de desfiladeiros e enormes rios que cruzávamos a todo momento. Mais a noite o tempo mudou e começou a chover forte e o trânsito ficou bastante lento em alguns lugares. Com a noite chegando, a escuridão dominava e não tínhamos noção de onde estávamos passando, mas quando um relâmpago clareava tudo r nos dava a visão do quão perigoso estava o trecho que estávamos passando. Após o transtorno do trecho em obras fizemos mais uma parada para esticar as pernas, ir ao banheiro, comer alguma coisa, comprar água pois seria a ultima parada até La Paz. Como estava um calor de quase 30º graus desde Porto Quijarro, não nos importamos em colocar roupas de frio e seguimos em frente. Assim que o ônibus começou a chegar próximo da cidade de El Alto por volta das 5:00am da manhã sentimos o verdadeiro frio da Bolívia. 4º Dia: Partida - 29/12/2018 - La Paz - Banheiro Bs$1,00 - Hostel Bs$153,00 - Van Bs$5,00 - Teleférico Bs$3,00 - Empresa Diana Tour Bs$40,00 Pela janela do ônibus só se via um descampado sem árvores, sem vegetação, coberto somente por uma grama curta e alguns arbustos e muito frio. Tinham diversas casas feitas de barro no meio do nada. Meu coração começou a bater mais forte e a falta de ar também começou levemente. Estava com os esfeitos da altitude, o soroche. Notei que estávamos próximos de El Alto, a última cidade antes de La Paz. O ônibus fez uma parada e mais da metade dos passageiros ficaram por ali mesmo. Perguntamos se ali seria o ponto final do ônibus. Algumas pessoas e o cobrador responderam que sim. Que teríamos que descer ali e pegar o teleférico até La Paz. Quando pegamos nossas mochilas do bagageiro do ônibus, perguntei para o motorista se ali seria o ponto final. Ele respondeu que não, que ali era ponto final pra quem era de El Alto. Subimos novamente no ônibus e ai sim seguimos rumo ao Terminal de Buses de La Paz. Chegamos por volta das 7:00am da manhã no terminal e bem na hora do rush. Havia muito congestionamento e resolvemos saltar do ônibus antes de chegar no terminal e continuarmos a pé o trajeto. No terminal de buses de La Paz usamos o banheiro por Bs$1,00 boliviano, compramos nossas passagens para Copacabana por Bs$40,00 bolivianos pela Diana Tour e usamos o wi-fi gratuitamente para podermos acessar o mapa no telefone para poder seguir a pé para a Rua Sagarnaga. Esta rua esta concentrado a maioria das agências de câmbio, das agências de turismo, hotéis, pousadas e hostel. Fica bem próximo do Mercado Lanza, do famoso Mercado de las Brujas, da Igreja e Convento São Francisco, da Av. Illampu que contém diversas agências de turismo também. Ficamos hospedados no Hostel York B&B na rua Sagarnaga mesmo por Bs$153,00 bolivianos a diária por um quarto duplo, café da manhã e com banheiro privado. Como chegamos muito cedo no hostel e o check-in seria um pouco mais tarde, guardamos nossas mochilas na recepção do hostel e tomamos algumas xícaras de chá de coca para amenizar os efeitos da altitude que já estavam dando seus sinais. Ficamos por alguns bons minutos na cozinha do hostel tentando acostumar com aqueles sintomas e assim que o chá de coca fez efeito resolvemos sair pra rua para encontrar agências de câmbio para trocar nosso dinheiro e aproveitamos para dar uma volta na rua do Mercado de las Bruxas que estava começando a abrir. Retornamos para o hostel para fazer o check-in, pois já estava no horário, nos acomodamos no quarto que reservamos, tomamos um belo e merecido banho, arrumamos as mochilas menores e bora pra rua novamente almoçar e aproveitar o dia que por incrível que pareça estava fazendo sol com todo aquele frio. Então não podíamos perder tempo e saímos logo em direção à Praça Murillo, um dos cartões postais de La Paz. Ficamos um tempo nesta praça até que resolvemos perguntar para um guarda como se chega no Mirador Kili Kili. Ele nos orientou a pegar um tipo de van por ali mesmo em uma esquina da Praça Murillo pagando Bs$5,00 bolivianos que conseguiríamos chegar na entrada do mirador. Achamos a van e aguardamos por alguns minutos até que lotasse a van de passageiros. O percurso até o mirador durou apenas 10 minutos. A van percorre alguns lugares da cidade parando em alguns e seguiu rápido em direção ao mirador. Transporte barato, rápido e eficaz. O Mirador Kili Kili nos da a visão da grandeza de La Paz. Tem uma vista impressionante da cidade. Ficamos por horas neste local, até que o tempo que estava aberto se fechou de uma hora pra outra e começou a chover até granizo. Ficamos por quase uma hora em um abrigo no mirador aguardando a chuva passar. Foi impressionante ver aquela tempestade do mirador com seus raios cortando toda a cidade de La Paz. Assim que a chuva deu uma trégua conseguimos ir até o ponto e pegamos a van que nos deixou na Praça Murillo novamente. De lá fomos ao mercado Camacho comer uma típica comida boliviana. Estava frio e chuvoso e nossos estômagos estavam roncando de fome. Andamos por cerca de 10 minutos e já estávamos no Mercado Camacho. Pedimos dois pratos tipicamente bolivianos porem esquecemos de perguntar quantas pessoas eles serviam ahuauhaua. Vieram dois pratos enormes, um chamado Picana Navideña e outro chamado Planchitas que juntos serviam 4 pessoas facilmente ahuahuhauhau. Fiquei pensando depois que o garçom poderia ter nos avisado rsss mas tudo bem, comemos até o cu fazer bico! kkkkkkkkkk Barriga cheia, pé na areia! Saímos do Mercado Camacho e fomos nos aventurar nos famosos teleféricos da cidade. Foi sensacional andar por cima da cidade naquelas cabines. Parecia que estávamos flutuando sobre La Paz. O sistema teleférico em La Paz foi inaugurado no ano de 2014 ligando as cidades de El Alto e La Paz. Hoje em dia La Paz contém 9 linhas integradas levando 18.000 pessoas por hora, facilitando o trânsito caótico gerado pela geografia caprichosa do lugar. As linhas são interligadas, porém cada uma delas será cobrado uma tarifa de Bs$3,00 bolivianos caso tenha que trocar de linha. Retornamos ao hostel para descansar um pouco e aclimatar pois o soroche estava acabando com nosso fôlego e o coração disparava a toda hora. Como íamos subir mais ainda resolvemos ficar de booooa no hostel pois logo de manhã iriamos sair em direção ao Terminal de Buses de La Paz para tomar o ônibus para o nosso próximo destino, a cidade de Copacabana às margens do lago mais alto do mundo, o Lago Titicaca. 5º Dia: Isla Del Sol - 30/12/2018 - La Paz x Copacabana x Isla Del Sol (((((Continua no próximo post)))) Facebook: https://www.facebook.com/tadeuasp Instagram: https://www.instagram.com/tadeuasp/ (...)
  5. Boa noite! Tenho um mochila de 70 litros. Passa de boa nas companhia áreas? (Bolívia e Chile) Quanto a líquidos, a restrição qual é? 200ml? Tem aquele total de 3 litros... Não recordo!?😅🙄🙈 Obrigada!
  6. Oie pessu, sou nova por aqui e irei fazer meu primeiro mochilão e viagem sozinha em FEVEREIRO, devido às férias do meu trabalho e da faculdade 😍😍😍🥰 Estou um pouco perdida em relação ao meu roteiro, escolhi a América do Sul (clássico Bolívia, Chile e Peru). A principio, será: CAMPO GRANDE X CORUMBÁ X PUERTO QUIJARRO X SANTA CRUZ X SUCRE X UYUNI X ARICA X TACNA X AREQUIPA X CUSCO X LA PAZ Farei o percurso todo de BUSÃOO (menos a volta - até o momento).. mas estou começando a pensar na hipótese de ir de Santa Cruz até Uyuni de avião, é possível? Vi vários relatos de pessoas que passaram pelo Sucre, porém encontrei passagens que vão até Uyuni. O que é melhor a se fazer? Podem me dar um HELPPP Podem me indicar por gentileza hostels, agências de turismo para o SALAR, onde encontro coisas mais em conta por lá.. E outra dúvida, com 4.000 consigo ir tranquila a partir de Campo Grande? Toda ajuda será muito bem vinda, desde já agradeço à todos 🥰🥰
  7. Olá, Li relatos de cidades do Mato Grosso fronteiriças com Bolívia. Sou do Rio de Janeiro. Pensei em fazer passeios no Pantanal que saem de Cuiabá e começar meu mochilão de lá. Logisticamente, é uma boa ideia?
  8. Pessoal, to fazendo esse post pois cansei da tamanha desinformação que encontro na internet a respeito dos itens obrigatórios exigidos nos carros em alguns países da América do Sul. Já fui parado pela polícia argentina em diferentes estradas mais de 20 vezes, portanto vou falar principalmente da Argentina, mas o procedimento vale para qualquer país. Primeira coisa: NÃO acredite em blogs de viagens e nem nos consulados de alguns países estabelecidos aqui no Brasil, se você quer saber o que é obrigatório ou não para o seu carro brasileiro circular em outros países, procura no Google por Ley de Tránsito + o país desejado + o ano vigente se deseja procurar o mais atualizado, apenas isso já abre um leque de informações, e todas oficiais do governo ou orgão responsável de cada país já na primeira página. Digo isso pois aqui no Brasil eles estão de sacanagem ou brincadeira com a população; se você acessar o site do Itamaraty do governo brasileiro, que sobre a Argentina está super desatualizado, você encontrará como item obrigatório a lendária mortalha (lençol ou sabana em espanhol, pra cubrir morto), que sempre foi um mito, aparentemente muito tempo atrás em algumas províncias isso constava como obrigatório, e dos anos 90 pra cá passou a ser usado pelos policiais corruptos como forma de extorquir o motorista argentino e estrangeiro. O portal G1 informando a população que cambão é obrigatório para circular na Argentina, e um monte de baboseira que já ví por aí. Agora recentemente (Junho 2019), mandei e-mail para diversos consulados argentinos aqui no Brasil (SP, RJ, Curitiba, Porto Alegre, Uruguaiana, Foz do Iguaçu) perguntando quais itens eram obrigatórios para o meu carro brasileiro poder circular na Argentina, e TODOS, todos os consulados me responderam prontamente em até 24h com diferentes anexos (pdf e doc) que o cambão e kit primeiros socorros eram obrigatórios junto com o extintor e dois triângulos. Eu argumentei de volta com todo meu conhecimento adquirido com as viagens e com o link oficial do governo argentino com a Ley Nacional de Tránsito 24449 Artículo 40, onde informa que apenas extintor (matafuego) e dois triângulos (dos balizas de sinalizacíon) eram obrigatórios, além claro, do encosto de cabeça para todos os passageiros presentes e a carta verde pra estrangeiro. Não consta nada de obrigatório o cambão (linga, cable de remolque ou barra de tiro que eles chamam) e nem kit primeiros socorros (botiquín de primeros auxilios). E NENHUM consulado me respondeu mais, parece que não estão interessados em passar as informações corretas a população. Em todas as vezes (2016 e 2018) nenhum policial argentino me solicitou cambão e kit primeiros socorros, apenas carta verde e extintor. Certa vez perguntei a um policial sobre o cambão e kit primeiros socorros e ele me disse que é recomendado, e não obrigatório. Depois conversando com alguns argentinos deu pra entender melhor, entre eles esses itens são bastante recomendado no trânsito, e entre os próprios argentinos há também aqueles que acham que são obrigatórios justamente pela tamanha desinformação e o famoso boca a boca. Portanto, se não está na lei não é passível de multa. No caso de ainda encontrar policiais corruptos exigindo qualquer item sem estar na lei, faça-o confeccionar a multa, não tem essa de pagar na hora só pra se livrar do problema e seguir viagem. Se você realmente estiver errado, no caso de uma multa por falta de extintor ou extintor vencido por exemplo, o procedimento de pagar a multa na hora com desconto é uma ação verídica e praticada legalmente entre os oficiais de trânsito na argentina, cabe a você escolher pagar na hora com desconto ou receber o ticket com o valor integral para pagar no Banco de LaNacion. As famosas histórias dos policiais corruptos se concentra basicamente nas províncias de Entre Ríos, Corrientes e Misiones, que são aqui próximos a fronteira do Brasil, Uruguay e Paraguay. Atualmente a prática tem diminuído bastante, o próprio governo argentino já é ciente da situação, alguns jornais locais como El Clarín já desmascarou esse problema, e ferramentas como o formulário de incidente do Ministério das Relaciones Exteriores y Culto enviado no post anterior pelo eniobeier, ajudam o cidadão comum. Em minha última passagem por lá (Dezembro 2018) fui de Uruguaiana a Mendoza, e Mendoza a Dionísio Cerqueira, notei vários policiais camineros bem novos, inclusive mulheres, e todos foram cordiais e apenas solicitaram o que estava na lei. Essa renovação na polícia caminera já estão vindo ciente de seus antepassados corruptos e a mudança para melhor é bastante significativa. Agora em Julho 2019 estarei fazendo Dionísio Cerqueira a Bariloche, percorrendo toda a Ruta14, se algum policial me permitir, irei gravar um vídeo com ele explicando o que é obrigatório ou não nos carros, aí quem sabe só assim para pararem de passar informações errôneas nos blogs de viagens e consulados. Enfim, pra resumir; Trânsito na Argentina: Ley 24449 Artículo 40 Extintor com validade, dois triângulos (se precisar usar no acostamento tem que usar um atrás do carro e um na frente do carro), encosto de cabeça para os passageiros e Carta Verde para estrangeiros. Ao se deparar com policial corrupto, procedimento é o seguinte: Leve a Ley de Tránsito impressa e argumente com o policial, seja cordial sempre. Mostre que você entende das coisas, se ele te pedir kit primeiros socorros diga que ele é obrigatório no Uruguay para todos os carros e no Chile apenas para veículos de carga e transporte, na Argentina não é obrigatório em nenhum carro, apenas recomendado. Se ele te pedir o cambão, diga também que não consta na Ley de Tránsito que você está segurando ali na mão. O policial corrupto irá querer dinheiro na hora, diga que tem Pesos somente para o pedágio (peaje) e que está viajando somente com cartão de crédito (tarjeta). Se ele insistir na multa corrupta, peça-o que confeccione o ticket e diga que você irá recorrer, e apresente o formulário de incidente para que ele anote suas credenciais e dados da multa, ele vai acabar cedendo pois seu trabalho estará em risco. Se a multa vier por radar móvel (eles operam em um lugar com radar móvel e um pouco a frente outro policial te pára pois recebeu um walkie talkie que você estava acima da velocidade, isso é comum em pequenas cidades e vilarejos ao longo da estrada, onde toda a estrada é 100km e somente próximo alguma entrada de vilarejo tem uma única placa de velocidade a 60km e se você passar acima disso vão te pegar), peça a contraprova da velocidade se você achar que não estava acima da velocidade, se eles não tiverem a prova peça para confeccionar a multa e você irá recorrer. O procedimento de pagar na hora a multa com desconto é opcional, faça isso somente se você tiver certeza que está errado. No geral, seja qualquer País em que for visitar, minha dica é; sempre desconfie de informações em blogs de viagens, seja auto critico em relação a informações que consulados e outros órgãos te passam. Sempre busque na internet informações direto na língua do país desejado, pesquise em sites oficiais do governo, seja o assunto trânsito ou qualquer outra coisa. Na normativa do Mercosul é explicado que os carros estrangeiros em circulação em outro país do Mercosul, deve seguir as leis de trânsito do país vigente, então o que vocês estão procurando em blogs de viagens e no boca a boca? Procura a Ley de Tránsito de cada país, verifica se é válido por todo o país ou província/estado tem divergências, traduza no Google Tradutor se não souber ou não ter certeza, e seja feliz viajando corretamente e sem gastos extras. Vou deixar em anexo um email da Seguridad Vial, orgão oficial de trânsito da Argentina, me respondendo quando questionei sobre o cambão e kit first aid. Abaixo mais algumas imagens, da Ley 24449 em sí e do site do governo mostrando quais províncias aderiram a Ley Nacional de Trânsito. Aqui deixo o pdf da Ley atualizado e o mesmo formulário de incidente do post anterior: Ley 24449 a febrero 2019.pdf form_argentina-incident report (1).pdf
  9. Bolívia (Salar de Uyuni) + Chile (Atacama) + Peru (Cusco) Oi mochileiros podem me ajudar? Fiz um roteiro com objetivo de conhecer uyuni, atacama e cusco em 20 dias em julho/agosto deste ano. Podem criticar pra ver se não estou fazendo besteira no roteiro abaixo. É meu primeiro mochilão fora do Brasil. E se quiserem podem me indicar agência e hostel (já até reservei mas tenho cancelamento grátis daí dá p mudar..) Roteiro Dia 1 – São Paulo x Santa Cruz de La Sierra (avião) – chego de noite Dia 2 – Bolívia - Santa Cruz de La Sierra x Sucre (avião - manhã) + Sucre x Uyuni (ônibus) Dia 3 – Bolívia - Fechar passeio do salar, ver câmbio etc. (mais alguma coisa neste dia?) Dia 4, 5 e 6 – Bolívia - Passeio do salar de uyuni + chegada no atacama (negociar passeios e ver câmbio etc) Dia 7 – Atacama - Valle de la luna e valle de la muerte (manhã) + lagunas escondidas (tarde) Dia 8 – Atacama - Piedras rojas e Lagunas Altiplacas Dia 9 – Atacama - Vulcão lascar + tour astronômico Dia 10 – Atacama - Salar de tara (manhã) + Atacama X Arica (ônibus - tarde/noite) Dia 11 e 12 – Peru – Arica X Tacna (ônibus) + Tacna X Arequipa (ônibus) + Arequipa X Cusco (ônibus) Dia 13 – Cusco - city tour + câmbio + negociar passeios e talvez valle sagrado (Sacsayhuaman, Kenko, Pukapukara, Tambomachay, Pisaq) Dia 14 – Cusco - Chinchero, Salinas de Maras, Moray e Ollantaytambo Dia 15 – Cusco - ida p águas calientes de van + caminhada hidrelétrica Dia 16 – machu picchu (ingresso comprado, esse dia ñ dá p alterar) + volta para Cusco de van Dia 17 – Cusco - laguna humantay Dia 18 – Cusco – puno (dúvida, ñ sei o q fazer direito neste dia) Dia 19 – Cusco - montanha de 7 cores Dia 20 – Cusco x São Paulo (avião)
  10. Olá! Estou indo para La Paz em julho. Gostaria de indicação de bairro pra ficar.😊 Fiz bastante leituras, tenho nomes de bairros, entretanto se alguém que conhece o local puder ajudar agradeço. 🙏 Gostaria de ficar em algum local bem localizado (que não fosse o centro, li que é mais sujo e movimento por lá...não sei se é isso tudo que falam). Alguma sugestão de hostel ou hotel? (limpo, localizado...valor depois olho se é viável) 😃😃 Obrigada!
  11. INFORMAÇÕES GERAIS DO PERU E BOLÍVIA (2015) Visto: dispensa de visto por até 90 dias no Peru; e por até 30 dias na Bolívia Passaporte: deve ser válido no momento de entrada; permitida entrada com RG Vacinas: não há exigências Quando ir: para visitar Machu Picchu e Uyuni, de abril a setembro, por conta das chuvas Capital: Lima; Sucre Moeda: NOVO SOL ou Pen (S/); e BOLIVIANO ou BOB ($b) Idioma oficial: castelhano e aimará; espanho, quechua, aimará, guarani e uma variedade de língua indígenas Cod. telefone: +51; +591 Padrão bivolt: 220V; 230V Tomadas: A, C A viagem ocorreu entre 18abr a 03maio/2015. Durante toda a viagem, a temperatura oscilou entre 15o graus durante o dia e 5o graus a noite, diminuindo um pouco mais no deserto. Dia 18 09:50 - saída de Manaus com destino a Rio Branco 12:00 - chegada à Rio Branco; almoço no aeroporto R$17,00 12:30 - saída do aeroporto para Rodoviária de Rio Branco, de onde saem os táxis para Brasileia (R$90,00) e cerca de 45min viagem 13:30 - saída de Rio Branco para Brasileia (R$60,00 taxi por pessoa) e 2h30 de viagem 16:00 - chegada à Brasileia e saída imediata para Assis Brasil-Iñapari (R$35,00 táxi por pessoa) e 1h20 de viagem - o táxi para na fronteira para carimbar o passaporte e nos deixa do outro lado. A fronteira dos dois países funciona de 7-19h (hora local) 17:15 - chegada em Iñapari (no local de onde saem as vans se pode trocar dinheiro - 1/0,90 reais) 18:00 - saída de Iñapari de van (S/30 por pessoa) rumo a Puerto Maldonado. A viagem deveria durar cerca de 3h, mas pegamos um péssimo motorista, que fez muitas paradas desnecessárias, atrasando a viagem em 1h. Perdemos o ônibus para Cusco. O último ônibus para Cusco sai as 21h da rodoviária. E existem várias empresas. 22:00 - chegada à Puerto Maldonado. Cidade pequena, suja, sem estrutura. Pernoite no hotel Oasis Inn (bem ruim e sem café a S/20) Cruzando a fronteira Van de Iñapari para Puerto Maldonado Ônibus de Puerto Maldonado para Cusco Dia 19 10:30 - saída de Puerto Maldonado rumo a Cusco. Tentamos tomar café no mercado central, mas tudo extremamente ruim. Pagamos cama (S/70) e uma taxa de S/2.50 pelo uso do terminal. Isso acontece em todo o Peru. Paga-se uma espécie de 'taxa de embarque', fora a passagem, mesmo no caso de ônibus. O ônibus para no caminho para almoçarmos (S/8). Comida caseira e muito boa. No trajeto, foram exibidos dois filmes. Sem Wi-Fi. 22:00 - chegada à Cusco (o ônibus atrasou). Táxi da rodoviária para o albergue (S/10). Táxi no Peru e Bolivia é muitooo barato. Pernoite em Pirwa Hostel (S/97 quarto casal com banheiro privativo): o Hostel foi mto recomendado na internet, mas particularmente não gostei. Não tinha água quente em todos os banheiros, o café extremamente fraco e limitado. Saímos as 8h pra tomar café e muitas coisas já tinham acabado. Lanche no Mc Donalds (S/18 trio big Mac) Chegada a Cusco Dia 20 Trocamos dinheiro na Plaza das Armas. Melhor cotação 1-0,95 (sim, nossa moeda está desvalorizada) na Western Union 10:00 - Pegamos um ônibus see-sighting (S/20), com 1h20min de passeio, que fez o trajeto passando por Sacsayhuaman, Cristo Branco e parada em uma loja têxtil (com roupas de alpaca extremamente caras) 13:00 - almoço no Emperador (S/30 por pessoa), próximo à Plaza de Armas; comida boa e bem servida Durante o resto do dia passeamos pela cidade, até o Convento Santo Domingo S/10 (vale a pena conhecer) e compramos o bilhete para Machu Picchu (S/70 para estudante) e os bilhetes de trem de Ollanta para Águas Calientes (U$128 pela empresa Inca Rail; a Peru Rail estava esgotada e era mais cara). Aqui vale uma observação. Eu não havia percebido que o número de 2500 pessoas diárias é para Machu Picchu e não para as montanhas. As montanhas estão reduzidas a um número de 500 pessoas por dia. Por isso, quando fomos comprar o bilhete, já estava esgotado para Huayna Picchu. Pedimos, então, o bilhete para a Montanha de Machu Picchu, mas só na cidade inca percebemos que nos venderam o bilhete errado, com entrada somente para a cidade. Ainda, compramos um passeio turístico de Cusco-Puno, que faríamos depois de Machu Picchu (S/150). Não compensa o passeio; caro e pouco atrativo. Pernoite em Pirwa Hostel (S/97 quarto casal com banheiro privativo) Convento Santo Domingo Dia 21 06:30 - café na padaria Panam (S/10 empanada com café), próximo à Plaza das Armas. Excelente padaria. O café no Hostel era só a partir das 7h. Fizemos check out e deixamos as mochilas grandes no Hostel. É seguro e todos fazem isso. 07:00 - saída para o tour do Vale Sagrado (S/35 pela empresa Orellana). Na chegada a Pisaq, paga-se S/70 para o bilhete turístico parcial, para visita somente para o Vale Sagrado (Pisaq, Ollantaytambo e Chinchero). Pode-se pagar ainda o bilhete integral (S/140). Para o parcial, não se aceita carteira de estudante. Para quem deseja pernoitar em Águas Calientes para ir até Machu Picchu, deve interromper o passeio em Ollantaytambo e não ir até Chinchero 16:00 - terminamos o passeio em Ollanta e pegamos um tuk tuk (S/3) até o terminal de trem 16:36 - saída do trem para Águas Calientes. Não esqueçam repelente e protetor solar para Machu Picchu 19:00 - chegada em Águas Calientes (não há táxi na cidade; todos os hotéis estão ao redor...bem pertinho) Pernoite no Hostel Supertramp (S/30 dormitório misto). Excelente Hostel, com ótimo atendimento, camas confortáveis, água quente e o café é bem servido a partir das 04:30! O único problema foram as tomadas...todas frouxas, mas a recepcionista nos deixou carregar os eletrônicos na tomada da recepção Trem de Ollantaytambo para Águas Calientes Dia 22 04:30 - café no Hostel 05:00 - saída do Hostel e compra dos bilhetes na própria parada de ônibus (S/75) 05:30 - saída dos primeiros ônibus. As 05:30 a fila já estava enorme 06:30 - início do tour em Machu Picchu. Contratamos o guia na hora por S/20. Eles tentam fazer com que você contrate no Hostel por S/30, mas não há necessidade 08:00 - término do tour com o guia. Vale muito a pena conhecer a história, que é contada apenas na cidade de Machu Picchu. Após, estamos liberados para explorar a vontade e fazer as subidas para as montanhas 17:00 - saída de Machu Picchu. O parque fecha neste horário 19:00 - trem de volta para Ollanta 21:00 - chegada em Ollanta e táxi-lotação para Cusco (S/15 por pessoa) 23:00 - chegada à Cusco Pernoite em Pirwa Hostel (S/30 em dormitório misto) Ônibus para Cusco às 5:30h Grupo que partilhou as informações do guia por 1h30. Vale a pena! A linda Machu Picchu Dia 23 Para o dia seguinte, optamos por Deixar Cusco e seguir para Puno, para que continuássemos até o Lago Titicaca. 06:30 - a empresa nos buscou no Hostel e nos deixou no ônibus para Puno 17:00 - chegada a Puno Compra do passeio para o Lago Titicaca pela empresa Edgar Adventures (S/100), localizada na Calle Lima. O passeio é de 2d1n. Na Calle Lima é possível sacar dinheiro nos caixas eletrônicos e trocar moeda. Dia 24 08:00 - início do passeio pelo Lago Titicaca. A primeira parada é na ilha flutuante de Uros. La é oferecido um passeio num barco típico por S/10 13:00 - chegada à ilha de Amantani. Cada grupo é alojado na casa de uma família da ilha. Lá dormimos, almoçamos, jantamos e tomamos café do dia seguinte, tudo incluso no pacote. 16:00 - somos convidados a nos reunir no ginásio da ilha para iniciarmos a subida até o Templo do Sol (aprox. 40 min de caminhada). O ar rarefeito torna a caminhada muito difícil 19:00 - jantar 20:00 - somos convidados para participar de uma festa local. Para isso, nos vestem com roupas típicas. Não há eletricidade. Somos guiados por uma lanterna entre os morros. Ilha flutuante de Uros Alojamento em casa de família típica, na ilha de Amantani Alto do Templo do Sol Trajes típicos para festa na ilha Dia 25 07:00 - café da manhã 08:00 - saída para a ilha de Taquile 12:00 - almoço na ilha (S/20) e retorno para Puno 16:00 - chegada à Puno À noite, também pela Edgar Adventures, compramos o passeio para Canyon del Colca, de 2d1n (S/419), incluso hotel em Chivay, guia, boleto para entrar em Chivay (S/40 para latinos e S/70 para demais estrangeiros) e passeios. Passeio adicional para as águas termais S/20. Ilha de Aquiles Dia 26 06:00 - saída de Puno para Chivay 13:00 - chegada à Chivay 15:00 - Almoço no Restaurante La Cabana (S/16) 18:30 - Planetário da Casa Andina (S/20): péssimo. O cara só mostrou algumas constelações, onde nos encontrávamos e alguma história dos incas. Meu amigo sabia mais 19:30 - Jantar no El Hornito (S/35 por pessoa): apresentação de danças típicas, bandas, ótima comida e atendimento Pernoite no Hotel Colca Inn (incluso no pacote) Dia 27 06:00 - saída para o Canyon. Subimos até a Cruz do Condor, parando nos mirantes e passando pelas cidadezinhas de Maca e Cabanaconde 12:00 - chegada à Chivay para almoço no Restaurante Wititi (S/28) 13:00 - saída para Puno 19:30 - chegada à Puno Voo do Condor Colca del Canyon Dia 28 07:30 - saída de Puno para La Paz de ônibus, com parada em Copacabana (S/40 comprados diretamente no Hostel Pirwa). O ônibus para na fronteira para imigração nos dois países e aqui podemos trocar dinheiro. O Bs vale a metade do real 12:00 - chegada à Copacabana para almoço no restaurante El fogon de La Cabana - péssimo atendimento, uma só pessoa para atender; há indicação de Wi-Fi, mas o sinal estava cortado, tivemos que pegar os cardápios e ir diretamente no balcão fazer o pedido 13:30 - saída de Copacabana com destino à La Paz 17:00 - chegada à La Paz 20:30 - saída de La Paz a Potosi (80Bs cama) pela empresa Trans Copacabana. Não recomendo de forma alguma. O banheiro ficou fechado boa parte da viagem, tendo o motorista parado para que os passageiros fossem ao banheiro na beira da pista. Não houve uma parada em uma viagem de 10h. Após 6h de viagem, o banheiro foi aberto. O ônibus chegou com 1h de antecedência. Fronteira do Peru com a Bolívia Dia 29 05:00 - chegada a Potosi, ouvindo Victor & Leo e Leonardo em espanhol. 07:00 - café da manhã no Café Restaurante Santa Fé: excelente atendimento e café da manhã muito bom. Aqui percebemos que estávamos perdidos. Lemos em algum site no Brasil que o Salar de Uyuni estava localizado na região de Potosi, por isso erroneamente pensamos que o passeio sairia dali e que não havia uma cidadezinha chamada Uyuni. Conclusão: perdemos o passeio. Andando pela cidade, fomos salvos pela Hellen, dona da agência de viagens Amigos da Bolívia. Recomendo muitíssimo. Extremamente atenciosa. Salvou-nos a vida. A Hellen nos comprou a passagem de Potosi-Uyuni (que sai de hora em hora e custa 40Bs), reservou o hotel La Cabana (quarto duplo com banheiro compartilhado a 60Bs) e o passeio de 3 dias pelo Salar a 850Bs. Em Uyuni estava 100Bs mais barato, mas naquela altura do campeonato foi nossa melhor opção 11:30 - almoço 13:00 - saída de Potosi-Uyuni 17:00 - chegada a Uyuni. A moça da agência contratada nos buscou e nos levou até o Hostel. Já hospedados, saímos pra comer e conhecer o pouco que há para conhecer da cidade. Curiosidades: há caixas eletrônicos, câmbio de moedas, venda de óculos escuros e roupas de frio. Dia 30 10:30 - saída para o Salar de Uyuni 12:00 - almoço num hotel de sal 14:00 - ida para o Salar 17:00 - chegada à Ilha de Cactus 18:00 - por do sol no Salar 20:00 - chegada ao hotel de sal Los Piez para pernoite. Hotel adorável. Não há ducha quente e se paga pela toalha (Bs3) e pela ducha sem água quente (Bs10) Saída para o Salar Almoço num restaurante de Sal Salar de Uyuni Dia 01 08:00 - visita às lagoas coloridas durante todo o dia! Almoço no caminho. Aqui, por volta das 11:00, nosso carro quebrou. Caminhamos cerca de 40 minutos até a próxima laguna e lá esperamos o carro ate por volta das 15:00 18:00 - chegada ao acampamento para o pernoite do segundo dia. Os seis integrantes do grupo ficaram hospedados no mesmo quarto. Aconselha-se alugar, ainda em Uyuni, o saco de dormir (Bs50), já que nesse acampamento, no meio do deserto, faz muito frio. Esquecemos uma garrafa de água dentro do carro e ela amanheceu congelada 21:00 - as luzes, ligadas por gerador, se apagam as 21h da noite Na segunda noite, as agências entregam um vinho para o grupo, como cortesia pelo passeio. Mas as vezes, se os turistas não pedem, os motoristas não entregam (ouvimos histórias de motoristas que beberam o vinho) Laguna Hedionda Laguna Colorada Jantar no alojamento Dia 02 05:30 - café da manhã no acampamento (e aqui começaram os problemas) Deveríamos ter saído às 6h para ver os gêiseres. Entretanto, simplesmente fomos impedidos de deixar o acampamento porque nosso guia não havia pago o alojamento. Enquanto estávamos no carro, com muito frio, a dona do acampamento e o motorista discutiam lá fora. As 07:30 conseguimos partir 08:00 - visita aos gêiseres. No caminho para a Laguna Verde, o pneu furou 09:30 - chegada à Laguna Verde. Novamente, o carro apresentou problemas. Conclusão: fim do passeio. As três mulheres voltaram em outra van, que parou para nos ajudar e os três rapazes ficaram com o motorista e chegaram cerca de uma hora depois em Uyuni 17:00 - depois de muito estresse, chegada à Uyuni. O proprietário da empresa já nos esperava. Expusemos todos os problemas. As inglesas, nervosas, não conseguiam mais falar espanhol. Depois de muita discussão, o Natalio, dono da Atacama Mística nos propôs a devolução de Bs150 por pessoa, pelos transtornos do passeio. Não pudemos visitar os banhos termais No ultimo dia, encontramos com outros dois grupos que tiveram diferentes problemas durante o tour (Esmeralda, Full Adventure e a nossa, Atacama Mística). Detalhe que todas foram recomendadas. O que nos parece é que o serviço mal prestado é lei na Bolívia. Não foi diferente em absolutamente nenhum lugar desde que cruzamos a fronteira 20:00 - saída de Uyuni para La Paz (Bs100 pela empresa Omar: onibus com calefação, cobertor e banheiro) Geiseres Laguna Verde Carro quebrado no meio do deserto Fim do passeio Dia 03 09:00 - chegada à La Paz. O ônibus deveria chegar por volta das 7h, mas incrivelmente atrasou duas horas. Nosso voo para Cobija saía às 09:50. Fizemos o check-in exatamente 05 minutos antes de encerrar o check in. Isso porque, por sorte, o aeroporto ficava ao lado de onde o ônibus nos deixou 10:50 - chegada à Cobija. Logo na saída do aeroporto encontramos o Valdir (68 99787511), que nos ofereceu a corrida até Rio Branco, sem troca de táxis por R$ 210 para 2 pessoas. Paramos na fronteira, carimbamos os passaportes, trocamos dinheiro e entramos no Brasil 14:30 - chegada ao aeroporto de Rio Branco 15:40 - saída para Manaus Publicado em: https://mspriscila1.wixsite.com/meusite/blog/roteiro-peru-bolívia-pela-fronteira-15-dias
  12. mcmforest

    Ônibus Tarija X Tupiza

    Olá, alguém já fez o trajeto e ônibus entre Tarija e Tupiza? Horários?
  13. Iniciando a Trip 4 de maio de 2019, Bolívia e Peru TODOS OS VALORES EM DÓLAR. Não colocarei os valores ainda no Brasil, vou me concentrar em valores nesses 2 países apenas, para você ter uma ideia que quanto irá precisar para fazer a sua. Vou postar em dólares para facilitar, no dia que você decidir a ir nesse locais. Amanhã, será o início, já deixo a parte inicial do Tópico, pois irei postar diariamente, todos os finais dos dias. Pretendo ficar 24 dias, se não der para fazer todo o roteiro, poderei ficar mais uns dias para completar. Roteiro que tenho em mente, posso mudar, conforme o andamento da carruagem: Santa Cruz de La Sierra > Sucre > Uyuni > Salar > La Paz > Puno > Arequipa > Copacabana > Samaipata > Santa Cruz de La Sierra. SANTA CRUZ DE LA SIERRA. Compre o chip Tigo, funciona 100% aqui na Bolivia. Dicas: Tem 2 bancas que vendem os chips. Uma delas a U$ 1,45 e a outra a U$ 2,17. Uma em frente a outra. Outra dica: Peça para a moça configurar seu chip, é um pouco chato. U$ 8,68 o taxi do aeropuerto ao centro U$ 2,17 de centro ao terminal com muito choro. Aprendi a chorar kkkkkkk. Não encontrei a moça que iria conosco. Ela já tinha ido com uns Brazucas para Sucre. Se deu mal, pois o Soroche a atacou, fui saber disso, bem depois e por cima, ela esqueceu o celular em Santa Cruz. Então segue o roteiro, somente minha esposa e eu. Hospedagem em Santa Cruz de La Sierra, valor para casal: U$ 10, usando ora o AIRBNB ou BOOKING. SEGURO VIAGEM, usei sempre esses do links ou aplicativos. Ajudou bastante para comparar os valores.
  14. Pergunta rápida. Na Bolívia, o café é forte ou é fraco como no Peru e Argentina, que eu chamo de Chafé ? Seria bom eu legar um pacote de meio quilo ? Ou tem nos supermercados lá ? Sem café forte pela manhã, é bem difícil pra mim. Sofri no Peru e Argentina. Alguém pode me responder ? Desde já, eu agradeço.
  15. Galera, não tenho experiência com mochilão. Procuro companhia pra uma viagem tranquila de ônibus desde o Brasil, conhecer uns dois países (talvez Bolívia e Peru). Duração de até 20 dias ou o que a grana der. É possível fazer um roteiro com 3 mil reais? Seria em dezembro 2019/ janeiro 2020
  16. Galera, eu to planejando meu mochilão e to pensando na volta. To querendo gastar no máximo 2.500(é possível?) indo pra Bolívia (Salar, Sucre, La Paz e cocha) e Peru(Machu Pichu e Cuzco), por terra por que gasta menos. Mas na volta, costumam fazer o mesmo percurso ? Por que as passagens aéreas são bem caras mesmo que seja pra São Paulo... Pfv me ajudem pq preciso realizar esse sonho.
  17. Olá pessoal, estou viajando em maio/2019 pra um mochilão pela América do Sul. Procuro boas companhias whats (75) 99255-2704
  18. Fala mochileiros! Estou montando o roteiro do meu primeiro mochilão, o clássico, Bolívia-Chile-Peru. Indo em abril (inclusive, quem quiser se juntar, só chamar no inbox!) Estou pesquisando o trajeto por ônibus e vi que a maioria dos relatos, o pessoal resolveu ir para Corumbá (MT), pegar um taxi até Puerto Quijaro (BO) e de lá pegar um ônibus ou trem para Santa Cruz (BO). No entanto, vi que tem um ônibus em Sampa que vai direto pra Santa Cruz, através da cia 'La Preferida'. Alguém já foi pra lá com essa cia? Já fizeram esse trajeto de outra forma?
  19. E então galera, beleza? De começo já vou informar que essa viagem foi realizada em Junho de 2017. SIM, 2017! Porém fiquei de fazer o relato e sempre enrolava, enrolava e agora estou com tempo e consigo fazer .. a viagem foi tão f*d que até hoje eu não consigo esquecer NENHUMA parte dela e vou passar minha experiência para todos vocês! (exceto a maioria dos gastos L) A minha viagem foi inspirada no relato do @RodrigoVix, com algumas alterações .. desde já agradeço @rodrigovix, seu relato foi inspirador e espero conseguir passar para outras pessoas também a minha experiência e dicas. ROTEIRO Rota “famosinha” aqui no site, fiz o mochilão entre 3 países, iniciando em Santa Cruz de La Sierra (BOLÍVIA), logo depois Atacama (CHILE), Peru e depois voltando à Bolívia. Tem pessoas que preferem o inverso, porém, pesquisando prós e contras, preferi dessa forma e foi TOP! 13/05 - Rio de Janeiro x São Paulo x Santa Cruz de La Sierra x Sucre 14/05 - Sucre x Uyuni 14/05, 15/05 e 16/05 – Salar de Uyuni 17/05, 18/05 e 19/05 – Atacama 20/05 – Atacama x Arica x Tacna 21/05 – Tacna x Arequipa 22/05 – Arequipa 23/05 – Arequipa x Ica x Huacachina 24/05 / Huacachina x Ica x Cusco 25/05, 26/07 – Cusco 27/05 – Cusco x Águas Calientes 28/05 – Águas Calientes 29/05 – Águas Calientes x Cusco x Puno 31/05 – Puno x Copacabana 01/06 – Copacabana 02/06 – Copacabana x La Paz 03/06 – La Paz 04/06 – La Paz x Santa Cruz de La Sierra x São Paulo x Rio de Janeiro O QUE LEVEI ? Fui com uma mochila de 45L qualquer, deu bastante coisa galera! Levei também uma mochila pequena, que serviu para usar em passeios rápidos, etc. (INDICO) Não lembro o número exato de camisas, tênis, etc. Mas levei o suficiente! Tente levar o máximo possível, NÃO ESQUEÇA CASACO (de preferência impermeável)! Antes de ir passei na farmácia e comprei MUITO REMÉDIO, e usei apenas 1, sério, gastei mais de R$ 100,00 em remédios, etc e usei nem 10%. Porém compraria novamente, uma viagem dessas pode haver diversos acontecimentos e se precisasse de algum remédio, já estaria na mão. Levei também uma pasta que serviu para guardar todos os meus documentos (Cartões de embarque, ingressos Machu picchu + huayna, cartão internacional de vacinação, seguro viagem e serviu para guardar todos os papéis de imigrações, entre outras coisas) .. INDISPENSÁVEL! PREPARATIVOS PARA A VIAGEM Bem, era +/- janeiro daquele ano, minhas férias estavam marcadas para maio e a meta seria viajar .. logo depois me questionei .. “viajar pra onde?”, “sozinho?” . Foi aí que eu comecei a procurar destinos na América do Sul .. encontrei um lugar chamado PUCÓN, fica no Chile, MEU DEUS! TOP DEMAIS! Decidi que iria para Pucón, comecei a ver passagens, relatos de viagens, entre outras coisas e tinha decido: VOU SOZINHO MERMO! Até que .. conversando com o Pietro, um amigo do trabalho, vi que ele iria tirar férias na mesma época e decidimos juntar idéias e mochilar juntos .. Falei de Pucon para ele e ele curtiu, mas vi que não levou muita fé .. depois de um tempo ele veio com papo de ROTA DAS EMOÇÕES, no nordeste .. NÃO! QUERIA IR PARA A AMÉRICA DO SUL, ele tentou ainda me enviar orçamentos, entre outras coisas, prontamente negado, estava centrado em mochilar .. hahahaha Até que navegando pelo mochileiros, vi o relato do @rodrigovix, sobre a viagem Bolívia x Chile x Peru, foi amor à primeira vista por esse roteiro, logo mostrei para o Pietro e ele curtiu a idéia, estava aí a viagem marcada e destino definido. Fizemos que nem o Rodrigo e garantimos somente algumas coisas antecipadas: · Passagens aéreas BRASIL X BOLÍVIA X BRASIL (R$ 1.119,00) e Santa Cruz de La Sierra x Sucre ($ 30) · Seguro Viagem Assist-Med 24 dias (peguei com um desconto de 30% na época) – R$ 189,71 · Machu Picchu + Huayna – +/- $90 · Ônibus Sucre x Uyuni - $15 O resto foi na marra e ficaria para acertar na hora mesmo! (melhor coisa que fizemos) Sobre o cartão de vacinação: Como na época teve surto de febre amarela aqui no Rio de Janeiro, foi HORRÍVEL de conseguir uma vaga, eu consegui a ÚLTIMA vacina do dia que eu fui (tinha sido a 3ª tentativa), isso mostrando passagem comprada, entre outras coisas. Pietro não teve essa sorte, tentou tomar e não conseguiu, FOI NA CARA E NA CORAGEM SEM O CERTIFICADO e deu sorte, não pediram em nenhum momento.
  20. Se você tivesse que escolher ir ao Titicaca, Qual lado você iria ? Bolívia ou Peru ? Meu tempo é extra curto, terei de escolher e quero a opinião de quem já foi nos 2 lados, me ajudem.
  21. Pretendo ir a Bolívia em junho, com o intuito de de fazer a escala do Huayna Potosí e do Sajama, eis que surgiu uma dúvida, ao ver alguns vídeos, notei que em alguns, datados do mês de junho/Júlio, havia uma quantidade pequena de neve se comparado a outros meses. Qual mês existe um maior acúmulo de neve nessas duas montanhas ? (Gostaria de ganhar experiência em escalada na neve/gelo) Gostaria também de indicações de agências, que vedam pacotes de escaladas pra essas duas montanhas, me digam nomes e se possível algum contato . (nome + site/Instagram/telefone/e-mail)
  22. Vou fica 10 em la paz no mês de agosto de 2019 e gostaria de saber se alguém sabe de uma agência pra subir o monte Illimani e se compensa mais compra as roupas de frio aqui no Brasil ou em La Paz ? E se preciso tomar algum remédio por causa da atitude ?
  23. PARTE 1: UM NADA BREVE ENSAIO SOBRE UMA VIAGEM. Passado quase 1 mês de meu retorno ao Brasil meu coração se acostuma com a saudade e anseia pelo próximo destino... Afinal, viajar é isso: se tornar um pouco do lugar visitado e deixar um pouco de você lá, não é mesmo? Começo falando bem rapidamente de mim: até pouco tempo atrás, viagem não era algo que eu considerava nem tangível nem desejável (acho que faltava peças em meu cérebro) mas desde que encontrei minha metade da laranja, sinto um enorme desejo de desfrutar desse mundão de meu Deus com ela. Começamos em Campos do Jordão, fomos para Salvador, Arraial do Cabo, voltamos para Salvador (é bom demais lá <3) e outras viagens "pequenas" aqui e ali, mas sem nunca deixar as terras tupiniquins. Dito isso, apresento aqui os 3 personagens principais dessa história: este que voz fala, Marcos (ja previamente apresentado). Mozão, Juliana. E nosso primeiro destino internacional: Bolívia. Essa viagem era para ter saído em 2017, mas alguns problema$ a adiaram para 2018, ou seja, tivemos ai quase 2 anos de pesquisas, planejamentos e preparação. A primeira coisa foi definir onde ir: fazer o clássico, Chile - Bolívia - Peru? Escolher apenas um desses países? Escolher outro país? O que levamos em conta foi que, para nós, 30 dias (inicialmente eram 30 dias) era pouco tempo para mais de um país, para dizermos que de fato conhecemos um país, assim optamos por apenas um por viagem. A equação Barato x Uyuni x Huayna Potosi (já adianto que este não rolou, mais a frente direi o porquê) teve como resultado: vamos para a Bolívia \o/. Nosso roteiro foi esse: SANTA CRUZ DE LA SIERRA X SUCRE SUCRE X POTOSÍ POTOSÍ X UYUNI UYUNI X LA PAZ LA PAZ X COPACABANA (ISLA DEL SOL) COPACABANA X LA PAZ X COCHABAMBA COCHABAMBA X TORO TORO TORO TORO X COCHABAMBA X SANTA CRUZ DE LA SIERRA Deixamos o solo tupiniquim no dia 14/12/2018, em voo da Gol. Dentro da Bolívia todo o trajeto entre cidades foi feito de ônibus. Neste relato tentarei ser o mais detalhista possível em relação a agencias, como chegar, preços, etc.e sintam-se a vontade para me perguntar qualquer coisa, diversos relatos me ajudaram muito e se eu puder minimamente retribuir esta ajuda, já ficarei muito feliz. Dicas iniciais (para antes da Bolívia): Ir de ônibus, trem da morte ou qualquer outro meio terrestre tende a ser muito mais barato, com certeza é uma experiencia unica, mas é muito mais demorado. Motivo esse que nos fez optar por ir pelo ar. Ainda sim, ressalto que durante os meses que procurei passagens áreas, encontrei preços que ficavam mais em conta que ônibus, porém eram datas bem fora do que teríamos disponíveis. Só para terem uma noção da diferença: como moro em Jundiaí - SP, minha partida é da cidade de São Paulo, de lá eu pagaria R$350,00 o trecho (ou seja R$700,00 total) de ônibus saindo do tietê, numa viagem de 36 horas que se findaria em Santa Cruz de la Sierra. De avião, paguei R$1053,00 ida e volta em um voo de aproximadamente 3 horas de duração. Percebi também que o processo de entrada na Bolívia é muito mais rápido pelo aeroporto. Acredito ser sabido por todos (menos por Jon Snow, esse não sabe nada) que não é necessário Passaporte para visitar países da América do Sul, somente um RG em boas condições e dentro de um prazo aceitável (que agora me fugiu a mente se é 5 ou 10 anos da data de expedição) já é o suficiente, porém ouçam o tio aqui: se tiver passaporte, leva, se não tiver, faça. è muito menos burocrático o uso do passaporte, se for abordado por um policial só o carimbinho de entrada nele já resolve. Não que você vá ter problemas se for só com RG, mas o passaporte facilita a vida lá. Se você não tem ainda, pense que é melhor fazer agora do que esperar a taxa subir (e ela sempre sobe), ou não ter tempo para tirar (já pensou precisar do passaporte para viajar e encarar uma greve ou tempo de emissão de 3, 4 meses? Isso pode ser possível, então é melhor prevenir que remediar. Ah, CNH não conta como documento, é RG ou passaporte). A Bolívia exige a carteira internacional de vacinação de febre amarela, facilmente obtida caso você seja vacinado (se precisar de ajuda é só chamar) mas em nenhum momento alguem lá dentro pediu para ver a minha. Ainda sim, é melhor ter e não precisar do que precisar e ter que cry over spilt milk (escola de idiomas Mamonas Assasinas). Seguro viagem não é obrigatório, mas se você precisar de médico lá e não ter seguro, prepara o bolso. Vi relatos de pessoas que deixaram 10 mil trumps lá só com medico. Não feche passeios e/ou hostels aqui, não compensa. Lá as ofertas são muito maiores e consequentemente há maior margem para tentar barganhar um desconto, fora que há hostels que você não vai achar nos aplicativos e sites. Se quiser, de uma olhada (usei muito o booking, hostelworld e airbnb) para ter uma ideia de quais hostels procurar ou onde procurar por eles. A lingua não é um problema: Falo inglês e tenho um espanhol nivel duolingo (iniciado 2 meses antes da viagem). Levei também um livro de bolso de conversação em espanhol mas usei 2 vezes no máximo. Acontece que o povo Boliviano é solícito, seja educado e fale devagar, com mimica se necessário, que você se fará entender. Em ultimo caso tem o Google tradutor que pode ser usado até off, então não se preocupe com isso. Ah, entender eles é bem tranquilo até, é mais difícil para eles nos entenderem, mas como eu disse, é possível. Dicas iniciais (inside Bolivia): Não coma nada da rua: talvez pareça ríspido, eu li e ouvi muito isso, e ainda sim me arrisquei, porém só não como duas coisas: pedra quando esta sem sal e urubu quando voa. Ou seja, saiba seus limites. Se seu estomago for nível rambo e quiser encarar, só vai. Mas não é aconselhável. Não beba água da torneira: pelo motivo já citado, a água da torneira pode ser prejudicial. Conhecemos um casal brasileiro que se mudou para Cochabamba e tomaram a agua da torneira. Ganharam uma semana de cama severamente doentes. Uma saída barata é a água de saquinho, custa 0,50 BOBs um saquinho de 500ml. A altitude pode ser um grande problema, então não a subestime. Se aclimatar corretamente, um cházinho de coca, soroche pills, folha de coca mascada, tudo isso ajuda, mas não extrapole seus limites pois nada disso é milagroso. O que levar? Isso é relativo, então posso dizer o que eu levei: 3 calças (duas seriam o suficiente, porém acabei me sujando bastante no Uyuni). 7 camisas (um baita exagero). 1 calça de pijama (ok). 2 camisas e um shorts de pijama (ok). 4 camisas de manga comprida (exagero) 1 Segunda pele (ok). 1 blusa de moleton (não usei, mas mozão usou). 1 casaco que não sei nem como chamar, mas é daqueles que é quase um iglu, protege mais do frio que meu quarto (o tamanho dele na mala foi algo triste, mas lá eu usei bastante) 9 cuecas e 1 sunga (usei todas mas acho que dava para levar menos) 5 pares de meia (exagero) 2 pares de tenis e 1 par de chinelo (ok) 1 toalha fast dry comprada na Decatlhon (quem sabe rola um patrocínio??) Escova de dentes Creme dental Creme de pentear cabelo Alguns rolos de papel higienico (não lembro quantidade, mas como descumpri a regra de não comer nada da rua, todos os rolos foram muito úteis) 6 pacotes de leninhos umedecidos (3 comigo e 3 com mozão, mas foi exagero também) Kit de primeiros socorros (remédio para dor muscular, remédio para estomago, diamox, sal de fruta, ibrupofeno, dipirona, band-aid) Celular, carregador e carregador portátil. Doleira Mochila de ataque de 10L (não chegou nenhuma proposta de patrocínio então não haverá divulgação dessa vez u.u) Cartão de crédito para emergências (não usei) Desodorante Sabonete Jogos (A quem interessar possa: Coup, The resistance e baralho). Touca 1 par de Luva 1 óculos de Sol Manteiga de Cacau Cadeados Acredito que só, mas posso ter esquecido de alguma coisa. Tudo foi dentro de uma mochila de carga de 42L (que é maior que muitas de 50L), e de uma mochila de 35L. Ambas foram comigo dentro do avião, não houve despacho. E assim encerro a introdução. Na próxima vez que voltar a escrever já falarei sobre o inicio da viagem, e para você que ma acompanhou até aqui, deixo algumas fotos de aperitivo \o/ Até logo (espero)
  24. Galera, como vão? Não sei se existe um tópico como este já, mas gostaria de centralizar aqui algumas dúvidas que tenho. Pretendo sair de Uberlândia (MG) em direção a Quito no Equador de moto CG 150 simples para um evento no mês de Abril desse ano. Devo sair por Corumbá e ir cruzando a Bolívia e Peru até chegar lá. Mas tenho algumas dúvidas em relação ao percurso. Vocês sabem como está a rodovia entre Corumbá e Santa Cruz de La sierra? As estradas bolivianas são perigosas de se andar por conta de roubos ou de policiais em busca de propina? Minhas maiores dúvidas são realmente em relação a Bolívia, pois estive no peru há um tempo cruzando o país de ônibus, então tenho uma certa ideia já do que devo encontrar. Algum cuidado especial que devo ter com minha CG na altitude? Qualquer esclarecimento ou dica é muito bem vindo. Grato.
  25. Olá pessoal! Estou fechando um planejamento de viagem para Bolívia e Peru, iniciando no dia 30/04/2019, chegando na Bolívia por Santa Cruz de La Sierra e retornando para o Brasil a partir de Lima. Em dezembro/2018 cheguei a ver a passagem de ida, pela GOL, por R$ 975. Mas na expectativa de baixa dos valores, não comprei. Agora (janeiro/2019) estou pesquisando e a passagem está R$ 2.300. Será que até abril/2019 esse valor cai de novo pra R$ 975? rsrs Quem já viajou pra Santa Cruz de La Sierra, comprou por quanto e com qual antecedência? Obrigadaa!
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