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  1. Nesse vídeo fizemos uma incrível viagem ao Deserto do Atacama, do dia 02 de Janeiro de 2018 ao dia 21 de Janeiro de 2018 sinta a emoção dessa magnifica viagem. Eu Matheus Verdan, sai do Rio de janeiro e o Iago Luiz de São Paulo, Juntos fomos do Atlântico ao Pacifico, do Rio a Santiago e voltamos. Rodamos cerca de 10000km em duas Tenere 250 por cerca de 19 dias, um a mais que o planejamento inicial. No meio do Valle de la Luna, encontramos um amigo aqui do Rio de Janeiro, o Bandeira, que seguiu viagem conosco do Atacama até Mendoza na Argentina. Foi um sonho realizado e com toda a certeza a primeira de muitas viagens. Não ha como não se emocionar com a beleza e grandiosidade de todos os locais que eu passei, principalmente nas Cordilheiras do Andes, é ESPETACULAR! Valeu a pena cada km percorrido. Se quiser qualquer informação sobre a viagem, será um prazer ajudar. Para acompanhar todas as fotos dessa trip espetacular entre no meu instagram: @mathverdan https://www.instagram.com/mathverdan/ @iagoluizoli https://www.instagram.com/iagoluizoli/ Em breve farei videos sobre planejamento, custo, roteiro/trajeto e o que levar. Se inscreva e acompanhe as nossas aventuras. ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Gostou do Vídeo? Deixe aquele LIKE, não esqueça de COMPARTILHAR com seus amigos. ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------- ► Motos utilizadas: Duas Tenere 250 ► Dificuldade da estrada: Médio ► Partida: Rio de Janeiro - BRL ► Chegada: Santiago - CHL ► Percurso: 10000 km Locais Visitados: ► Laguna Cejar ► Salar de Tara ► Salar de Atacama ► Laguna Tuyajto ► Gêiseres del Tatio ► Valle de la Luna ► Monjes de la Pacana ► Mão do Deserto ► Los Caracoles ► Salinas Grandes ► Lagunas Miscanti y Miniques (Altiplânicas) ► Concha Y Toro ► Fuerte Neptuno https://youtu.be/qNx7PDM1Yxw Em breve, postarei o relato detalhado de toda a viagem aqui mesmo na pagina. Abraços e Bons Ventos.
  2. O vídeo abaixo mostra detalhadamente o valor gasto com combustível, hospedagem, alimentação, passeios, lembranças e seguros da viagem realizada entre os dias 02 de Janeiro de 2018 ao dia 21 de Janeiro de 2018. Eu Matheus Verdan, sai do Rio de janeiro e o Iago Luiz de São Paulo e juntos fomos do Atlântico ao Pacifico, do Rio a Santiago e voltamos. Rodamos cerca de 10000km em duas Tenere 250 por cerca de 19 dias. O valor final mostra exatamente quanto gastamos na viagem e serve de base para calcular o seu gasto. ► Saiba o preço do combustível no Chile e na Argentina. ► Valor gasto diariamente com alimentação. ► O custo da hospedagem na viagem. ► Quanto custa e onde contratar o seguro SOAPEX, seguro CARTA VERDE e Seguro Viagem. Links uteis: Seguro obrigatório Chileno - SOAPEX - https://www.hdi.cl/venta/Index.aspx Seguro Viagem - https://www.seguroviagem.srv.br/ Vídeo da viagem - https://youtu.be/qNx7PDM1Yxw Observação: O valor final esta somado com a multa que explico no vídeo. Se quiser qualquer informação sobre a viagem, será um prazer ajudar. Para acompanhar todas as fotos dessa trip espetacular entre no meu instagram: @mathverdan https://www.instagram.com/mathverdan/ @iagoluizoli https://www.instagram.com/iagoluizoli/ Gostou do Vídeo? Deixe aquele LIKE, não esqueça de COMPARTILHAR com seus amigos. ► Motos utilizadas: Duas Tenere 250 ► Dificuldade da estrada: Médio ► Partida: Rio de Janeiro - BRL ► Chegada: Santiago - CHL ► Percurso: 10000 km Locais Visitados: ► Laguna Cejar ► Salar de Tara ► Salar de Atacama ► Laguna Tuyajto ► Gêiseres del Tatio ► Valle de la Luna ► Monjes de la Pacana ► Mão do Deserto ► Los Caracoles ► Salinas Grandes ► Lagunas Miscanti y Miniques (Altiplânicas) ► Concha Y Toro ► Fuerte Neptuno <embed src="https://youtu.be/ewTS6nON73s" autostart="false" height="250" width="500" />
  3. Olá pessoal, sempre acompanho e uso o site antes de fazer alguma viagem, então resolvi postar sobre uma que fiz a Caraíva em Porto Seguro (BA). Espero que ajude! Caraíva é um vilarejo no extremo sul do município de Porto Seguro, muito conhecida por suas casinhas coloridas, o encontro do rio com o mar e pela atmosfera própria lá presente. Eu fui em Outubro de 2018 e escrevi tudo no meu blog: Informações sobre Caraíva (BA) Como Chegar em Caraíva (com fotos e preços) Onde comer em Caraíva (com fotos e preços) Mas vou fazer um resumo aqui. COMO CHEGAR: A partir do centro de Porto Seguro, deve-se atravessar o Rio Buranhém pela balsa com destino a Arraial d`Ajuda, essa travessia leva cerca de 10 minutos, funciona todos os dias, 24h e com saída a cada 30min, se houver lotação antes (ou a presença de uma ambulância/carro de polícia) ele sai antes. Custa R$4,50 (preço de não morador, a volta é grátis). Vou falar da ida em ônibus porque foi a que eu fiz. Talvez a forma mais cômoda e com certeza barata de chegar à vila. Quem faz o serviço é a empresa Viação Águia Azul. O micro-ônibus que eles utilizam para fazer a linha não é dos melhores (não vou mentir, meu assento não tinha nem cinto), mas cheguei vivo lá. A viagem é por grande parte em estrada de terra, subindo e descendo morro, passando por umas pontes bem estreitas, no total dura quase 3 horas e ele ainda faz algumas paradas, como em Arrial d`Ajuda, Trancoso, entrada do Teatro L’Occitane, Outeiro das Brisas e em algum lugar (que não faço ideia onde) para você ir ao banheiro, comer um café ou um biscoito. Horários de ida: 7:00h e 15:00h Horários de volta: 6:20h e 16:00h Preço: Balsa - Caraíva: R$20,00 / Arrial d`Ajuda - Caraíva: R$19,00 / Trancoso - Caraíva: R$17,00 Ao chegar no porto de Nova Caraíva você encontrará um caminho de pedras e no fim várias canoas a espera para fazer a travessia até o vilarejo. Logo no início deste caminho, a esquerda, existe um quiosque (ou um stand) de madeira, lá uma moça te recebe e pede uma contribuição de R$10,00 para manutenção da vila, eles mostram todo o orçamento já conquistado e onde o dinheiro foi aplicado, se quiser ajudar, doe, qualquer valor é bem vindo, mas isso é OPCIONAL. Você não deixará de entrar se não pagar, se não quiser é só passar direto, eu paguei os 10 golpes. No fim haverá uma tenda com vários caras, eles que farão a travessia com você. O custo é de R$5,00 por pessoa para cada trajeto, ida e volta. O tempo de espera depende, pode ser com muitas pessoas ou só você, depende deles. Se estiver com mala, coloque dentro, eles levam tudo. A travessia leva cerca de 5 minutos, bem rapidinho! A partir do momento que você chega, parece que toda a atmosfera muda, parece que aquela vila ficou alí parada no tempo, e interprete isso da melhor forma possível. Todas aquelas casinhas, na sua grande maioria de porta e janela ou meia morada emolduram e te dão as boas vindas. As ruas todas de areia, as árvores, o som do mar, o rio e aquelas pessoas, tudo harmonizam com o ideia de paraíso. Ao chegar, você estará na Av. dos Navegantes que é o Beira Rio, a partir daí já procure onde você vai se hospedar, tem uns totens que te indicam o caminho, ou então, é só perguntar a qualquer morador que eles te indicam. Se você chegou de manhã, um dos primeiros lugares que você pode ir é na Rua do Cruzeiro, uma das transversais que te leva do rio ao mar, é lá que está a famosa casinha que tem escrito “Sorria você está em Caraíva” que tooodo mundo tira foto, depois já escolhe para onde ir, ao mar ou ao rio. Ambos são lindos. De frente para a praia se vê à sua esquerda as falésias da praia do espelho, e à direita, a ponta do Corumbau, a água de ambos é extremamente azul e linda, porém a do mar para tomar banho é mais escura, porque é onde o rio deságua. No encontro do rio com o mar tem umas pedras, onde pode-se admirar todo esse paraíso. Outro lugar a se conhecer é o Quadrado de Caraíva. Lá está a Igreja de São Sebastião, a igrejinha matriz que segundo o IPHAN foi construída por volta do século XVI, algumas lojas a mais , bares e um lugar para forró. De modo geral, vale a pena se perder pelo vilarejo, cada ruazinha de areia é linda. A noite o point da vila deixa de ser a praia e passa a ser a Av. dos Navegantes, ou o Beira rio, onde estão a maioria dos bares e restaurantes de lá. Comida indígena, oriental, italiana, árabe, brasileira, sorveteria, lojinhas, tem um pouco de tudo. Alguns estabelecimentos já tem Wi-fi e quase todos aceitam cartão de crédito e débito, só depende do sinal de telefone, as vezes da uma falhada. Esses bares abrem umas 16h, para que as pessoas fiquem para ver o por do sol (lindo!) de lá, sentados ao lado do rio. Esse também é o ponto mais iluminado a noite de toda a vila, devido aos bares, todo esse trecho fica lindo a noite, tem um até que utiliza tochas de bambu, fica lindo. Junto com algumas opções de forró, o Beco da Lua (que fica fechado durante o dia) abre como mais uma opção de entretenimento. Com alguns bares, lanchonetes e um palco para show ao vivo, é lá que tem as casinhas cenográficas que todo mundo tira foto. ONDE COMER: Não imaginaria que uma vila tão pequena, com cerca de 600 habitantes fixos, poderia ter tantas opções para comer. Tudo muito arrumado e bonito, meio personalizado. Encontrei um pouco de tudo, árabe, japonês, indígena, brasileira, vegetariana... Uma das comidas mais tradicionais lá que eu pude perceber foi o pastel de arraia, servido com molho de pimenta, sai por menos de R$11,00 cada. Alguns botecos estão fechados na segunda-feira. Em relação ao pagamento, havia lido antes de ir que grande parte dos estabelecimentos não aceitava cartão, que seria bom levar dinheiro suficiente para os dias que passaria lá, mas o que encontrei foi o contrário, quase todos os lugares aceitava sim cartão (crédito e débito), mas como não existe sinal de telefone lá, depende do humor da internet para o mesmo passar, porém, não tive o menor problema, tudo certinho. Apenas um restaurante não aceitava, que era o Cantinho da Duca, onde se vende comida vegetariana, esse na verdade não tinha nem cardápio, era dito diariamente pela senhora que trabalha lá. ________________ Bom essas foram minhas impressões sobre Caraíva, caso queiram mais detalhes entrem lá no blog que tem mais coisa: EstandoPorAí.wordpress.com ou no instagram @daanielvalverde Qualquer dúvida podem perguntar
  4. Para mim é algo realmente complicado traduzir em palavras os momentos vividos nos dias da minha viagem. Viagem esta que não se traduz num simples mochilão ou turismo de longa duração. Foi o encontro de uma pessoa comum com seu sonho de andar por terras que tanto o inspiraram, terras mãe da esperança, terras de homens e mulheres feitos de histórias e de coração, corações gigantescos. O sentimento que fica depois de quase seis meses na estrada é o de gratidão, do agradecimento as infinitas pessoas que ajudaram esse pobre viajante das mil e uma maneiras possíveis, para vocês meu muito obrigado. Foto 1 - A companheira de viagem Tinha uma vida igual a tantas outras, era bem razoável por sinal, mas a vontade de caminhar e estar frente a frente com o novo me atormentava todos os dias. Queria conhecer com meus olhos as diferenças, os sotaques, as comidas, as belezas. Desejava não ter pressa, fazer tudo no seu tempo necessário, não estar preso a rotina dos dias e principalmente aprender. Sim, aprender, não com fórmulas prontas e nem sentado dentro de uma sala de aula. Queria aprender com experiências. Queria conhecer pessoas. De alguma forma queria fugir da minha vida cotidiana, não por ela ser ruim, mas pelo desejo de se conhecer e assim, quem sabe, voltar uma pessoa melhor. Quando esse sentimento passou a ser insuportável decidi que tinha que partir. Por um ano ajuntei algum dinheiro, queria ficar seis meses na estrada. A grana não era o suficiente, mas suficiente era a minha vontade. Dei um ponto final no trabalho. Abri o mapa e não tinha ideia por onde começar. Decidi não ter um roteiro, apesar de ter muitos lugares em que eu queria estar. Assim começa a minha história (poderia ser de qualquer um). O relato está dividido da seguinte forma: Parte 1: de Rio Claro ao Vale do Itajaí Parte 2: Cânions do Sul Parte 3: de Torres a Chuí Parte 4: Uruguai Parte 5: da região das Missões a Chapecó Parte 6: Chapada dos Veadeiros e Brasília Parte 7: Chapada dos Guimarães Parte 8: Rondônia Parte 9: Pelas terras de Chico Mendes, Acre Parte 10: Viajando pelo rio Madeira Parte 11: de Manaus a Roraima Parte 12: Monte Roraima y un poquito de Venezuela Parte 13: Viajando pelo rio Amazonas Parte 14: Ilha de Marajó e Belém Parte 15: São Luis, Lençóis Maranhenses e o delta do Parnaíba Parte 16: Serra da Capivara Parte 17: Sertão Nordestino Parte 18: Jampa, Olinda e São Miguel dos Milagres Parte 19: Piranhas, Cânion do Xingó e uma viagem de carro Parte 20: Pelourinho Parte 21: Chapada Diamantina Parte 22: Ouro Preto e São Thomé das Letras Parte 23: O retorno e os aprendizados O período da viagem é de 01/10/2015 a 20/03/2016. De resto não ficarei apegado nas datas exatas em que ocorreram os relatos que irão vir a seguir, tampouco preocupado em valorar tudo. Espero contribuir com a comunidade que tanto me ajudou e sanar algumas dúvidas dos novos/velhos mochileiros.
  5. Mirante com vista para o Vale do Rio das Antas e para a Cascata Bordin. Localizado no Travessão Alfredo Chaves em Flores da Cunha. Para passar o dia, acampar e praticar esportes de aventura, como rapel e passeios de quadriciclo. Local com quiosque. Horário da temporada primavera/verão: todos os dias das 7h às 20h, e aos sábados durante o verão o Mirante e o quiosque ficam abertos até às 23h. Restante do ano: de terça a domingo das 7h às 18h. Informações: (54) 98147-9534.
  6. Salve galera! Entre Março e Dezembro de 2018 meu marido e eu fizemos uma viagem de carro pelo Brasil, o trajeto está demarcado no mapa abaixo. Para ver mais detalhes clique aqui (locais que paramos). Somos nômades digitais, então ficamos morando cerca de 3 semanas em cada local. Trabalhamos pelo computador durante a semana e no final de semana aproveitamos para fazer passeios e explorar a região. Deu para curtir bastante! Fizemos uma travessia a pé pelos Lençóis Maranhenses (+30k) e também uma pela Chapada Diamantina (50k). Mas hoje queria compartilhar com vocês como planejamos nosso roteiro, a condição das estradas e os trechos que consideramos mais bonitos para se passar de carro. Vou começar dizendo que não temos carro 4x4, então percorremos tudo com carro regular. O Brasil tem várias estradas off road, mas de todos os lugares que conhecemos apenas 2 foi necessário alugar 4x4 para acessar: Jalapão e Jericoacoara (a vila, pois até Jijoca chega-se de carro normal). Caso você estiver passando por uma rua de areia e atolar, retire 1/3 do ar dos pneus que você consegue desatolar e dirigir tranquilo (Por exemplo, nosso pneu vai 30 e tiramos cerca de o ar até chegar 20, cerca de 15 segundo de retirada de ar por pneu). Se você quer planejar o quanto vai gastar de combustível e pedágio na sua viagem de carro, o site http://rotasbrasil.com.br/ é bem útil. O valor médio da gasolina durante nossa viagem foi de 4,41 reais - só abastecemos em postos com bandeira conhecida, como ipiranga, shell, e BR. A BR 101 é confiável - tem bastantes postos de gasolina, tem bom movimento, poucos buracos. Tivemos muitos problemas com buracos e má sinalização em Tocantins - mas nada que dirigir com atenção e paciência (durante o dia!) não resolva. Mas assim - buracos gigantes, não dá para dirigir mais do que 40-50km/h. Fora esse TO, também pegamos bastante buracos entre Jericoacoara e a divisa com o Piauí, foram 150 km bem tensos. De maneira geral, até as rodovias mais desertas vão ter postos de gasolina a pelo menos cada 50 km e vai ter algum veículo passando a cada 5 min. Então não ficamos com medo em nenhuma delas (nem medo de assalto, nem de faltar combustível ou de não ter ajuda se houvesse algum problema mecânico). Maranhão foi o estado mais pobre que passamos, necessita um pouco mais de planejamento para não pegar estrada de chão e para achar um hotel para dormir. Passamos por uma comunidade que queria cobrar "pedágio" para passarmos. Mas queriam apenas 1 real e não foram de forma alguma agressivos. Quem quiser saber um pouco mais das nossas estratégias de como saber se a estrada é asfaltada ou não, clique aqui. Aqui está nossa opinião sobre os melhores trechos para passar em uma viagem de carro pelo Brasil (não apenas o litoral, mas estradas no geral): 1) Rota das Emoções - Trecho dos Pequenos Lençóis Maranhenses (cidade de Paulinho Neves) 2) Rota do Lagarto - Serras do Espírito Santos 3) BR 101 que passa pela Região de Angra dos Reis (Trecho RJ-Santos, o GPS tenta te mandar pela 116, mas fique na 101!) 4) Serra Catarinense - Rancho Queimado, Corvo Branco e descer a Serra do Rio do Rastro 5) Rota Romântica - Serra Gaúcha Em termos de cidades históricas: Ouro Preto e Brasília Rota das Emoções - Paulinho Neves, MA Rota do Lagarto ES Angra dos Reis Serra Catarinense (Pedra Furada) Rota Romântica - Serra Gaúcha Se quiserem acompanhar nossa viagem agora na próxima fase (outros países da América do Sul) que se inicia em março, estamos no instagram @vidaitinerantebr Qualquer dúvida poste nos comentários! Espero que essas informações possam lhe ajudar na sua próxima aventura, grande abraço! ___________________________________________________________________________________ Quem prefere vídeo, aqui fizemos um resumão das partes mais bonitas e dicas usando a BR 101 como base:
  7. Olá amigos e amigas! Queria divulgar uma aventura que estou partindo agora na semana que vem e me apresentar. Me chamo Will Gittens, tenho 34 anos, apaixonado por veleiros, camping selvagem, mochilões e aventuras. Já atravessei 5 países da América do Sul com menos de 800 reais, atravessei o Atlântico e o Mar do Norte em navio de carga, fiz uma volta ao mundo atravessando a América do Sul, Europa, Rússia e Ásia por terra, conseguindo ir daqui de SP até o Vietnam sem pegar avião nenhum e gastando muito pouco. Estou partindo para finalizar um plano antigo meu, conhecer todos os extremos da América do Sul e nesse 3° mochilão longo pelo nosso continente pretendo atingir essa meta. Ponto mais alto, mais ao sul, mais ao norte, mais ao leste, mais ao Oeste, Amazônia e Cataratas do Iguaçu. Juntando com outras expedições que eu fiz pelo Atacama, Uyuni, Titicaca, Pantanal e Machu Picchu ( vou novamente dessa vez por Salkantay ), terei conhecido por terra todos os cantos desse continente incrível que moramos. Convido vocês à acompanharem a expedição, farei uma cobertura no youtube e no blog mostrando como é viver e trabalhar enquanto se viaja, como sempre, gastando o mínimo possível. Grande abraço e um 2018 de grandes aventuras para todos nós.
  8. Então chegou o grande dia! Nossa viagem não foi muito planejada, mas chegou em bom momento. Vamos deixar sempre aqui nossos relatos de viagem, conhecimento e lindas paisagens!! SIGAM : https://www.instagram.com/gotoworld2019/ E FIQUEM POR DENTRO! NOSSO EMAIL: [email protected] #NOSAJUDEAVIAJAR #SUACOLABORAÇÃONOSAJUDA
  9. Bombinhas É a praia que dá nome a cidade e onde se encontra o maior centro comercial da cidade. Sua faixa de areia é composta por cristais de quartzo, que dão um tom incrivelmente branco, emoldurando o mar calmo e transparente com pequenas ondas, garantindo a alegria das crianças. Os mesmos cristais produzem um som característico sob os pés, semelhantes a estalidos, o que rendeu o nome à praia. Possui 1.227 metros de extensão. Em Bombinhas, estão localizadas as principais escolas e operadoras de mergulho autônomo, com saídas diárias para os costões da península e na parte sul da Ilha do Arvoredo. Uma das grandes atrações da Praia de Bombinhas é a tradicional Corrida de Canoas-de-um-Pau-Só, evento anual, sempre na comemoração do aniversário da cidade, em março, que atrai pescadores de todo o estado, com suas canoas peculiares. Como chegar Seguindo pela Avenida Leopoldo Zarling em Bombas, ao atravessar a ponte do Rio da Barra, a avenida já recebe o nome de Vereador Manoel José dos Santos, que conduz diretamente ao centro de Bombinhas. O acesso também pode ser feito a partir da Praia do Mariscal, pela estrada do Morro do Mariscal. VÍDEOS POR PRAIA: 4 ILHAS MARISCAL CANTO GRANDE I CANTO GRANDE II ZIMBROS MORRINHOS LAGOINHAS COSTA ESMERALDA - BOMBAS BOMBAS I BOMBAS II SEPULTURA I SEPULTURA II
  10. Meu interesse pela Ilha do Cardoso, extremo sul do litoral de São Paulo, divisa com Paraná, nasceu pelos meus contatos pessoais já que nunca ouvi sobre a ilha em outros meios. Curiosa com as referências que recebi, destinei um feriado prolongado para conhecer o local. A ilha em 1962 se tornou o “Parque Estadual Ilha do Cardoso”, com o fim de estimular a preservação natural. Hoje conta com uma extensa área de Mata Atlântica, é habitat natural de espécies raras, além de ter um centro de pesquisas científicas. A grandiosidade da mata já fica clara quando se toma o barco. Não sendo isso o bastante, o caminho passa por uma baía de golfinhos, e eles aparecem com frequência para saldar os visitantes. CONTINUE LENDO AQUI
  11. Larissa Eira

    Os dois lados!

    Olá, mochileiros! Hoje vou compartilhar sobre minha viagem à Bahia. Passei 10 dias em Feira de Santana, município brasileiro do Estado da Bahia situado a 108 quilômetros de sua capital, Salvador. Fui até lá para realizar um curso de comunicação comunitária promovido pelo MCP (Movimento das Comunidades Populares) e pude conhecer o local por outro olhar. Apesar da Bahia ser uma cidade turística , repleta de atrações naturais e muito famosa por possuir uma grande variedade de ritos religiosos, existe um lado esquecido por nós, turistas, que são os problemas sociais e econômicos encontrados em cada lugar que vamos. Com esse curso comunitário que realizei, tive a oportunidade de ficar alojada no bairro Sítio Matias em uma casa comunitária. O Movimento das Comunidades Populares atua em diferentes estados e possui seu próprio jornal chamado ''Voz das comunidades'', que está a serviço das comunidades indígenas, quilombolas, camponesas e operárias. Nesse tempo que fiquei por lá, tive a chance de conhecer uma Bahia que nunca tinha ouvido falar, que não é mostrada na televisão e nas revistas. Conheci a Bahia através dos próprios moradores, e isso foi uma experiência de vida incrível! A base do movimento, que foi onde nós ficamos alojados, conta com a casa, uma horta, uma creche, uma lojinha com produtos que os próprios moradores produzem e um bazar. Tudo construído, realizado e vendido de forma coletiva. Diante de tanta injustiça social, essa foi a maneira que eles encontraram de buscar autonomia: vivendo de forma coletiva. Também tive a oportunidade de conhecer Artemares (Associação Regional de Trabalhadores em Materiais Recicláveis), onde pude entrevistar alguns dos trabalhadores e perceber o quanto eu e você precisamos agir de forma diferente para mudar o que consideramos errado nesse mundo. Um grande problema em Artemares e em muitos lugares, é a falta de consciência das pessoas na hora de separar seu próprio lixo. Daniele, uma das moças que entrevistei, disse que é um trabalho que requer atenção e cuidado, pois além do risco de contaminação com o lixo hospitalar, por exemplo, muita das vezes eles não possuem nem os equipamentos adequados para separar o lixo, como luvas e botas. Trabalham em condições precárias e com salários baixos. Eu realmente fiquei muito impactada com a realidade deles, moradores de uma cidade turística e reconhecida, que talvez nunca tenham ido aos pontos turísticos para conhecer e tirar fotos, assim como eu faço em minhas viagens. Duas realidades tão perto e tão longe uma da outra... Mas, não só de problemas se vive. Também tive a grande oportunidade de visitar a feira e me encantar com a imensa variedade de frutas, pessoas e cores. Pude fotografar e tomar caldo de cana, pude experimentar o tão famoso acarajé e conhecer um dos postais da cidade, a caixa d'água do Tomba. Pude ouvir histórias locais e cordéis recitados na noite de confraternização do curso. Pude aprender mais sobre medicina alternativa e acupuntura, pude tomar uma diversidade enorme de chás cultivados na horta comunitária. Pude experimentar o famoso Cuscuz de milho, típico nos cafés da manhã na Bahia. Pude assistir o futebol dos meninos no campinho de terra todas as tardes com o sol se pondo. Pude tomar banho gelado todos os 10 dias e me acostumar com isso. Pude tomar sorvete de tapioca. Pude conhecer pessoas de diversos estados, pessoas das comunidades quilombolas e de palmares. Pude aprender com a riqueza da diversidade. Pude voltar pra casa com muita saudade e com a certeza de que para mudar o mundo é preciso começar mudando a nós mesmos! Obrigada Bahia, por me mostrar o seu melhor lado, o lado real! Até a próxima estrada.
  12. Sou bisneto de alemães mas não sei exatamente quando vieram para o Brasil mas tenho o sobrenome deles, queria saber se tem como eu ou minha mãe pedir a cidadania europeia Obs: não existe mais nem um documento oficial que diz que eles são alemães que migraram para o Brasil
  13. Leia aqui o texto original com fotos e gráficos! Quem tem um bichinho de estimação sabe, dói viajar sem eles! Mesmo deixando com alguém de confiança ou em um hotelzinho, ficamos sempre preocupados, querendo saber como estão e sofrendo por estar longe. Viajar de avião com animais de estimação requer um processo geralmente demorado, trabalhoso e não exatamente barato. Mas garanto que todo o esforço vale a pena! O ideal é começar o processo com uns 5 meses de antecedência. Muitos passos são os mesmos para diferentes destinos, mas a documentação e as vacinas necessárias podem mudar de país para país e de acordo com o animal. Vou relatar detalhadamente aqui o nosso caso, viajando com um cão, de Lisboa para São Paulo (ida e volta) com a TAP. Ou seja, fizemos todo o processo em Portugal, podem haver diferenças caso o processo seja feito no Brasil. Espero que esse relato te ajude a também viajar com seu bichinho, pois achei bem difícil conseguir informações concretas nos sites das cias aéreas e órgãos responsáveis! Passo a passo para viajar de avião com animais: 1. Colocar o chip no animal O primeiro passo de todos é fazer a implantação do chip. Atualmente isso é obrigatório para todos os animais com viagens de/para a Europa. É lá que vão constar todos os seus dados e dos dados dele/a caso aconteça alguma coisa. Quando adotei o meu, na Casa dos Animais de Lisboa, ele já tinha o chip. Caso o seu não tenha, procure um veterinário de confiança para te orientar e fazer a aplicação. 2. Dar a vacina da raiva Em alguns países, como Portugal, a raiva está erradicada, mas para viagens à países com risco, como o Brasil, a vacina é obrigatória! Em Lisboa, a Câmara Municipal tem um programa de vacinação que leva uma base móvel cada semana a um bairro. O custo é de 5 euros, veja aqui a programação. A vacina também pode ser dada no veterinário, e é importante fazer isso depois da colocação do chip, caso contrário será preciso aplicar a vacina novamente depois desse passo. Verifique atentamente se a data e outros dados inseridos na carteira de vacinação do animal estão certas, e peça sempre o selo comprovante 3. Exame de sorologia (titulação de anticorpos contra o vírus da raiva) Depois de vacinado contra a raiva, é preciso submeter o animal ao exame de sorologia. É como um exame de sangue, que servirá para verificar se a vacina está fazendo efeito. Para isso vá ao seu veterinário de confiança e avise que o motivo é uma viagem para o Brasil, pois o exame só será válido se feito em laboratórios certificados para este fim. É muito importante que o laudo final seja algo como este da imagem. No nosso caso havíamos recebido um outro mais simples e não era válido oficialmente. A sorologia pode demorar até 3 meses para ficar pronta. Nós recebemos o resultado muito rápido, mas é melhor contar com esse prazo para programar a viagem. Uma observação importante: O resultado do exame deve ser igual ou superior à 0,5 U.I./ml. Caso o valor seja menor, vai ser preciso vacinar novamente e submeter o animal à sorologia outra vez, ou seja, mais possíveis 3 meses. Em Lisboa pagamos € 150,00 nesse exame. Ele é válido por toda a vida desde que as vacinas estejam sempre em dia. 4.Comprar a passagem É claro que esse passo pode ser feito a qualquer momento, mas recomendo que já comece a pensar nisso assim que marcar a sorologia. É importante ser feito com antecedência pois nem todas as cias aéreas aceitam animais e as que aceitam podem ter uma limitação de no máximo 3 por voo. Vamos combinar que já é difícil achar um voo que se encaixe no nosso orçamento e planejamento, né? Melhor não arriscar. Assim que comprar a sua passagem, é preciso ligar na cia aérea para comprar a passagem do animal. Depois há um tempo até a transação ser aprovada e você recebe o comprovante por email. Pela TAP nós pagamos, só a parte dele, 400 euros ida e volta (são 200 por trecho). Isso varia muito se o cão ou gato vai na cabine ou porão e o peso total dele + a caixa de transporte. Veja aqui uma tabela com esses valores e outras informações da cia aérea sobre viagens com animais. Geralmente o peso máximo limite para que o bichinho possa ir na cabine é de 8kl (animal + caixa de transporte). O Banoffe foi no porão pois além de ele pesar mais que isso, é muito alto e não caberia na caixa de transporte de cabine (vou explicar sobre isso mais pra frente). 5. Comprar a caixa de transporte Algumas cias aéreas aceitam animais de pequeno porte ou cães-guia na cabine. Nesse caso, uma caixa de transporte maleável é suficiente. Se o seu pet for no porão, terá que ir em uma caixa de transporte rígida e compatível com os padrões da IATA, que basicamente são: O animal tem que caber na caixa em pé e sentado, sem encostar a cabeça no teto; Ele tem que conseguir dar uma volta completa em torno de si mesmo; A caixa tem que ser rígida, com uma porta de metal e aberturas para ventilação em pelo menos 3 lados, A caixa não pode conter rodinhas. Caso tenha, vai ser preciso retirá-las antes de embarcar. Nós compramos o modelo Skudo da marca Trixie. Como não estava muito fácil encontrar uma que se encaixasse no tamanho dele, não tivemos tantas opções, mas ela atendeu perfeitamente às nossas necessidades. Pagamos € 101,99 na loja Fish Planet. O ideal é comprar a caixa o quanto antes depois de comprar a passagem, assim você já vai acostumando seu pet com ela e ele vai ficar menos tenso no dia da viagem. No nosso caso o Banoffe se acostumou super rápido, colocamos a caminha dele dentro da caixa e no segundo dia já entrava sozinho para dormir lá. Com o tempo colocamos também a porta e de vez em quando fechávamos com ele dentro e ficávamos interagindo com ele. No dia da viagem, forre a caixa com tapetes higiênicos, coloque a caminha dele ou o cobertor onde ele esteja acostumado a dormir, os bichinhos ou brinquedos que ele goste (se a cia aérea permitir) e uma peça de roupa sua, para que ele fique com o seu cheiro durante o vôo. Para os compartimentos de água e comida, não encontramos nada pronto a um preço acessível, então o elaboramos uma solução com um suporte de shampoos de banheiro + tupperwares, deu super certo! Não tivemos problema em ser algo adaptado, mas é importante se certificar que não esteja oferecendo nenhum risco de machucar o animal. Certifique-se de que as travas estão todas bem presas, e se necessário coloque parafusos nos espaços livres para isso (em algumas cias isso é obrigatório). Veja também se não tem cantos pontudos ou algo que possa machucar o animal duante o vôo, se for preciso lixe ou cubra essas partes. 6. Fazer o passaporte Sim, eles também tem passaporte! Você pode fazer esse passo quase a qualquer momento, mas recomendo ser o quanto antes, só por precaução. É na própria clínica veterinária e geralmente sai na hora. Pagamos € 20,00 euros pelo dele. Vai ser preciso constar lá todas as comprovações de vacinas, exames etc, pois isso será checado no aeroporto. 7. Desparasitação interna e externa Com no máximo 15 dias antes da viagem, é preciso fazer a desparasitação interna e externa do animal. Mesmo que você vá fazer isso em casa, é preciso ir ao veterinário pois ele deve apontar qual foi o desparasitante e a data de aplicação no passaporte! Atenção, é preciso fazer os dois! Tínhamos feito só o interno e tivemos que voltar para fazer o externo também, que é obrigatório para o Brasil. Pagamos € 2,50 pelo interno e € 23,50 pelo externo (esse valor é para 3 meses, mas há uma opção mais barata para apenas mês). 8. Atestado de saúde do veterinário Com no máximo 10 dias antes da viagem é preciso levar o cão ou gato ao veterinário para que seja examinado e pegar o atestado dizendo que está apto para viajar. Atenção: Em Portugal o atestado deve ser como esse da foto. Ao solicitar esse documento ao veterinário, lembre-se de dizer que é para uma viagem intercontinental, caso contrário pode ser que receba um atestado comum, que não é válido para viagens. 9. Entregar a documentação na DGAV Estamos chegando na fase final! Caso esteja viajando de Portugal para o Brasil, vai ser preciso reunir todos esses documentos acima e entregar na DGAV (Direção geral de Alimentação e Veterinária). Recomendo fazer isso assim que tiver o atestado do veterinário (ou seja, entre 9 e no máximo 3 dias antes da viagem), só pra garantir caso tenha que refazer alguma coisa. Na unidade de Lisboa não é preciso marcar horário, normalmente funcionam de segunda à sexta, das 9h-12h30 e das 14h-17h30. Clique aqui para mais informações. Os documentos necessários são: Passaporte do animal Atestado do veterinário Resultado da sorologia Carteira de vacinação Formulário que vão te entregar lá mesmo preenchido (com dados do voo, endereço de origem e destino e etc). Com isso eles vão te fornecer o Certificado Veterinário Internacional (CVI), um papel que vai juntar toda essa informação para que você entregue quando chegar no destino. O custo foi de 25 euros e ficou pronto no dia seguinte (mas isso não é uma regra). Se o seu pet tiver um passaporte europeu (que substitui o CVI na volta para a Europa) ou se for voltar em menos de um mês, o prazo não importa muito. Caso contrário é preciso ficar atento pois no Brasil o CVI tem validade de 30 dias. 10. Check-in No dia da viagem, chegue com pelo menos 3 horas de antecedencia para garantir um embarque tranquilo. No nosso caso, fomos pela TAP e era só se dirigir ao balcão normal de check-in. Além das malas, o animal será pesado, assim como a caixa de transporte. Você receberá um termo de responsabilidade para ler e assinar. Pudemos ficar com ele até 1h antes do embarque, achei melhor assim para que ele ficasse menos tempo sozinho. Tente deixá-lo o máximo alimentado e hidratado possível, e leve sempre com você alguns tapetes higiênicos, saquinhos e panos para limpar as possíveis necessidades que eles farão dentro do aeroporto! Conversei bastante com a veterinária sobre como deixar ele mais tranquilo na viagem e ela me recomendou o Sileo, um calmante leve em forma de gel para darmos um pouco antes da viagem. Verifique se a sua cia aérea permite tranquilizantes e não dê algo muito forte, pois ou eles podem perder muito a consciência e não conseguir reagir caso precisem, ou, dependendo do calmante, eles relaxam por fora, mas o cérebro continua muito ativo por dentro, o que pode deixá-los angustiados! Fale com seu veterinário para chegar à melhor solução! 11. Embarque Agora vem a hora mais tensa de todas, entregar o bichinho! Primeiro a funcionária da TAP nos leva para passar a caixa em um Raio X, em seguida vamos até o setor de cargas onde colocaremos o animal na caixa. É nessa hora que você coloca água e comida. Segundo eles, ninguém vai lá checar durante o vôo, então é bom colocar uma boa quantidade, só tomando cuidado para não correr o risco de cair com as manobras do avião. Lembrando que a caixa deve estar forrada com tapetes higiênicos e é ideal deixar o espaço o mais confortável e conhecido para ele. Deixe lá uma peça de roupa com o seu cheirinho! Também coloquei plaquinhas com a foto, o nome dele, origem, destino e número do vôo e nossos contatos em Portugal e no Brasil. Precaução nunca é demais, né?! Ps. Mães, agora entendo o que vocês sentem quando deixam os filhos na escola no primeiro dia de aula ou os vêem passando pela porta de embarque para um intercâmbio, que angústia! 12. Desembarque Ao chegar no Brasil, é preciso se dirigir à esteira de bagagens especiais (que fica parada, não é como as de bagagens convencionais, claro!). Quando chegamos ele estava lá sozinho! Achei isso meio absurdo, mas Ok. Seguimos então para a Vigiagro, que fica logo após a polícia federal. Lá recolheram o certificado internacional e verificaram o passaporte, informando que para a volta deveríamos checar a legislação de Portugal. Ele parecia bastante tranquilo quando o pegamos. Um pouco assustado, mas logo que saiu da caixa já abanava o rabinho e caminhava normalmente! 13. Volta Na volta a coisa já foi um pouco mais complicada. No caso de voltar para Portugal, é preciso entrar em contato por escrito com o Ponto de Entrada dos Viajantes pelo menos 48 antes da chegada, informando os dados do voo (confira aqui a lista de emails de acordo com a cidade de destino). Por segurança enviamos também todos os documentos do cão para conferir se estava Ok e se precisava de mais alguma coisa. A resposta foi que estava tudo correto e só seria necessário apresentar o passaporte dele no check-in. Só que chegamos lá e pediram também o CVI, alegando então que ele não poderia embarcar pois o documento estava datado com mais de 30 dias. Como era regresso à Portugal, o passaporte europeu é válido em substituição ao certificado sanitário (essa informação constava inclusive no folheto que nos deram na chegada ao Brasil para saber como proceder na volta). Depois de muita troca de informação entre a funcionária do balcão (muito atenciosa) e o superior dela (que deu de ombros para o nosso caso), conseguimos embarcar graças ao email da DGAV confirmando que estava tudo Ok. No Brasil as regras são um pouco diferentes. O animal não pode estar de roupa nem coleira e não podem ter brinquedos ou outros itens que possam ferí-lo durante a viagem. É preciso preencher diversos formulários e colar na caixa os adesivos que eles fornecem. Depois é como em Portugal, a caixa de transporte passa pelo raio-X, você coloca água e comida para o bichinho e entrega ele. Ao chegar no Aeroporto de Lisboa, há uma porta perto da esteira 9 onde ele vai ser entregue. A hora que ele chegar, um funcionário vem avisar e confere a passagem. A última coisa é passar pela consulta do veterinário lá dentro do aeroporto mesmo. Eles verificam o chip, conferem os documentos e pronto! Essa consulta é obrigatória e custa 40 euros. Custo total em euros baseado na nossa experiência: Lisboa – São Paulo (ida e volta) Vacina da raiva: 5,00 Sorologia: 150,00 Passagem (do cão): 400,00 Passaporte: 20,00 Caixa de transporte: 101,99 Desparasitação externa (Bravecto): 23,50 Desparasitação interna (Caniquantel Plus): 2,50 Consulta para pegar o atestado do veterinário: 30,00 Certificado veterinário na DGAV: 25,00 Tranquilizante (Sileo): 10,00 aproximadamente Exame pericial veterinário no aeroporto de Lisboa: 40,00 TOTAL: € 807,99 (não esqueça de contar outros gastos como os tapetes higiênicos, saquinhos de recolher o cocô etc) Links úteis: DGAV (Direção Geral de Alimentação e Veterinária) Vigiagro (Vigilância Agropecuária Internacional) Consulado Brasileiro em Portugal Consulado Português no Brasil TAP Aeroporto de Lisboa Viajar com animais (blog com muita informação / E-book) O ideal é ter sempre o acompanhamento do seu veterinário de confiança. Em Lisboa recomendo o Hospital Veterinário Arco do Cego. É 24h e a equipe sempre foi muito atenciosa com o Banoffe! Como eu disse, tudo pode mudar de caso para caso, então certifique-se sempre de toda a documentação necessária com a cia aérea e os órgãos responsáveis dos dois países. Peço desculpas pelo texto tão longo, mas senti muita falta de explicações detalhadas e centralizadas quando foi minha vez, então espero que isso ajude você que também quer levar seu bichinho para outro país! Leia aqui o texto original com fotos e gráficos!
  14. Fala galera, estive percebendo através de mochileiros, que vem aumentando diversas oportunidades no nicho de freelas e microempreendimentos e com isto, possivelmente terá sempre alguém por perto de você que pode ser seu futuro cliente, sócio ou quem sabe uma pessoa que vai agregar muito no seu negócio com 5 minutos de papo. Geralmente, "trabalho" é uma palavra proibida pra alguns quando saem pro mochilão, mas pra alguns, a viagem além de diversão é a hora de mapear oportunidades de largar a CLT e ser dono do próprio tempo pra poder viajar mais. Viajar e fazer networking é uma ótima oportunidade pra quem quer empreender com êxito, afinal, nem só de capital de giro vive um negócio, o capital intelectual hoje é um quesito visível. Enfim, Caberia um belo grupo de whatsapp📱 de mochileiros e microempreendedores. Válido pros que ainda não são mas possuem habilidades que possam agregar em qualquer nicho.
  15. O Sul do Brasil tem diversas cidades com lindos lugares para visitar, como praias, cânions, cachoeiras, cidades charmosas e românticas, cidades com arquitetura europeia, enfim, muitas paisagens e lugares para todos os gostos. Gostamos tanto de tudo o que conhecemos nestes três estados brasileiros que montamos quatro roteiros de viagem pelo Sul do Brasil para explorar a região em 10 ou 15 dias. Continue lendo no blog: https://acumulandoviagens.com/4-roteiros-de-viagem-pelo-sul-do-brasil/
  16. Tags de Destinos do Brasil - Bonito - Caminho da Fé - Canoa Quebrada - Chapada das Mesas - Chapada Diamantina - Chapada do Veadeiros - Conceição do Mato Dentro - Fortaleza - Florianópolis - Ilhabela - Ilha Grande - Ilha de Boipeba - Ilha do Mel - Itacaré - Jalapão - Jericoacoara - Paranapiacaba - Presidente Figueiredo - Paraty - Porto Alegre - Porto de Galinhas - Praia da Pipa - Praia do Sono - Praia Grande SC - Salvador - São Thomé das Letras - Serra da Canastra - Trilha do Rio do Boi - Trindade - Ubajara - Ubatuba Tags com grupos de tópicos: - Destinos de Alagoas - Destinos do Amazonas - Destinos da Bahia - Destinos do Ceará - Destinos de Goiás - Destinos de Minas Gerais - Destinos do Paraná - Destinos de Pernambuco - Destinos do Rio Grande do Norte - Destinos do Rio de Janeiro - Destinos de Santa Catarina - Destinos de São Paulo - Destinos do Tocantins
  17. Olá! Meu nome é Aline, e do meu esposo, fiel companheiro Juninho. Gostamos muito de passear e compartilhar nosso momentos. Nosso blog é totalmente direcionado para ficas de viagens, passeios, gastronomia e muito mais. Tudo que considero importante para um viajante ou mochileiro eu escrevo, para assim poder ajudar outros que gostam de buscar informações antecipadamente Espero que gostem e se tiverem alguma crítica para melhorarmos estamos totalmente abertos Blog: https://vouevoltoja.blogspot.com.br/ Instagram: https://www.instagram.com/vouevoltoja/ Facebook: https://www.facebook.com/vouevoltoja Abraços!
  18. Clipe com resumo da minha viagem pela Amazônia no começo deste ano. Fui por uma rede que organiza viagens para estudantes estrangeiros aqui em São Paulo e foi uma das minhas mais incríveis na vida. Me entristeceu bastante o fato de ter poucos brasileiros, na verdade nenhum turista na época que eu fui (abril). Essa floresta é nossa e precisamos visitar, conhecer e reverenciar essa natureza tão linda e abundante. Espero que gostem, qualquer dúvida me respondam aqui que eu tiro e se gostarem, não se esqueçam de se inscrever no canal pq tem muita coisa boa por lá kkkk
  19. Texto original com fotos e mapa aqui: http://www.queroirla.com.br/arraial-do-cabo-o-caribe-brasileiro/ Quem seria louco de decidir em cima da hora, no feriado, sair de São Paulo e ir até Arraial do Cabo? Bom, olhando as fotos daquele paraíso de águas azul-caribe, acho que muita gente além de nós! É claro que a experiência deve ser infinitamente melhor sem a multidão de gente nas praias, mas ainda assim valeu cada minuto! Arraial do Cabo fica na região dos lagos, há aproximadamente 2 horas do Rio de janeiro e 8 de São Paulo (de carro), logo na chegada da cidade a vista da Prainha já encanta, mas pode se preparar que o melhor vem depois, e fica mais escondidinho. Não espere muito da parte urbana, não é uma cidadezinha agradável e aconchegante como Búzios ou Paraty, o forte são mesmo as praias e a prática de mergulho! Nós ficamos na Pousada Casa Verde, na Praia dos Anjos, aprovei e recomendo! Ela é bem simples mas limpa e agradável, tem piscina, churrasqueira e cozinha para quem quiser economizar e fazer as próprias refeições (inclusive o café da manhã, que não está disponível). O proprietário, Carlos, é super receptivo e nos ajudou bastante com dicas do que fazer por lá. A localização também é boa, depois de ter andado um pouco pela cidade achei aquele um dos melhores lugares, é tranquilo, perto do porto e da trilha para a Praia do Forno e próximo a um centrinho com alguns (poucos) bares e restaurantes. A praia é bem próxima mas não muito indicada para banho pois é onde ficam os barcos. Começamos pela Praia do Forno, para chegar até lá é preciso encarar uma trilhazinha de uns 10 minutos, é bem simples, apesar de um pouco cansativa. Mirantes e pontos estratégicos para fotos são constantes no caminho repleto de mandacarus (mais conhecidos como cactos) e a vista é recompensadora! A praia, de um tamanho razoável, conta com certa infra-estrutura além de vários ambulantes. Achei um pouco desnecessário o som alto vindo dos restaurantes, mas nada que pudesse estragar a beleza caribenha daquele lugar! Seguimos para a Prainha, essa já de fácil acesso mas em compensação não tão bonita quanto a primeira e bem mais cheia. Ficamos pouco tempo por lá pra poder conferir o pôr-do-sol em um lugar fantástico onde quase ninguém vai, é preciso subir as escadas da ponta esquerda da Praia Grande (olhando para o mar) e continuar mais um pouco para cima, assim que passar o posto policial é só estender a canga e curtir a vista. O lugar “oficial” para ver o pôr-do-sol por lá é o Pontal do Atalaia, onde dizem ser melhor ir de carro pois é bem afastado, não tivemos a oportunidade de conhecer pois apesar de tempo bom, todos os dias terminaram parcialmente nublados. À noite, no centrinho da Praia dos Anjos jantamos no restaurante Saint Tropez, achei o mais aconchegante de lá, com mesinhas na varanda e um clima legal. Comemos um camarão com catupiry delicioso! Não é super barato mas o prato dá pra duas pessoas, vale a pena se a ideia for uma jantinha gostosa. Se quiser algo mais em conta não faltam opções, há pizzarias, restaurantes por quilo, casas de lanche e a maravilhosa tapioca da Sabor em Pedaços, um lugar pequenininho mas cheio de amor e delícias doces e salgadas, tudo bem baratinho. Só não vá em busca de baladas, a vida noturna ali se resume a uma praça com barraquinhas de caipirinha (e cuidado ao pedir caipifruta, queria uma de manga mas o que recebi foi uma batida… estava muito boa, mas não era uma caipirinha!). No dia seguinte fomos conhecer Búzios, recomendo muito fazer um bate-volta pois é pertinho de Arraial do Cabo, cerca de uma hora de viagem e se estiver de carro dá pra conhecer as praias mais afastadas, que eu particularmente gostei mais do que as próximas ao centro. Mas esse vai ser assunto para um próximo texto! No terceiro e último dia fechamos o tradicional passeio de escuna. Todas as agências (são muitas) oferecem esse passeio e atualmente o valor cobrado é R$60,00 por pessoa, incluso água e refrigerante durante todo o tempo no barco (churrasco, caipirinha e cerveja são vendidos a parte), mas a agência Tubarão Rio costuma cobrar R$30,00! Ficamos meio desconfiados mas como foi indicação acabamos indo e foi tudo certo (exceto o péssimo atendimento na loja), metade do dinheiro economizado! No barco eles oferecem aluguel snorkel por R$10,00, nós pegamos um mas não recomendo! O tempo é muito curto nas praias e não há tantos pontos para ver os peixes. Dica: Fique o mais longe possível do churrasco, é impossível respirar naquela região do barco! Os passeios saem por volta das 11h e duram aproximadamente 3 horas, é preciso pagar uma taxa portuária de R$5,00, isso é feito diretamente nas cabines no porto e em seguida é só encontrar seu barco no meio da zona de gente e música alta que conturba o ambiente. Ah, fique de olho nas cordas que amarram as embarcações, muitas tartarugas costumam aparecer ali. Antes de fazer as paradas, a escuna passa por alguns pontos como o Boqueirão, que é o estreito que separa o continente da Ilha do Farol, a Pedra do Perfil do Macaco, a maravilhosa Gruta azul e a Fenda de Nossa Senhora da Conceição, onde há uma estátua da Santa, tudo com a devida explicação do guia. Passar por essas paisagens rochosas é tão diferente que nos faz sentir em outro lugar, algo como a Escócia ou Nova Zelândia, imagino. Quando o barco começa a se aproximar da primeira parada, a Praia do Farol, já dá pra perceber a mudança na tonalidade da água de um azul mais escuro para um turquesa hipnotizante! Essa praia é considerada pela Marinha a mais perfeita do Brasil, é super restrita, sendo possível desembarcar nela uma quantidade limitada de gente e por apenas 40 minutos, além disso não é permitido levar alimentos e outras coisas que possam gerar sujeira na praia. Não há restaurantes nem ambulantes, o tempo é todo para apreciar aquela areia branca bem fininha e o mar tão transparente que dá pra enxergar nitidamente os dedos dos pés, é tudo tão perfeito que dá até dó de não poder aproveitá-la mais um pouquinho. A segunda e última parada é em uma das duas Prainhas do Pontal do Atalaia, assim como a anterior é paradisíaca, mas além de não ser restrita, tem acesso por terra também, então fica bem mais cheia. Nessa e em todas as outras praias de Arraial do Cabo, a água é muito gelada, mesmo no calor! O passeio acabou por volta das 15h e passamos para conhecer a Igreja Nossa Senhora dos Remédios, padroeira de Arraial do Cabo. Ela fica no caminho da saída do porto e é daquelas bem simples, com teto de madeira, branquinha e azul, uma graça! Terminamos o dia na Praia Grande, que apesar do nome, não lembra nem de longe a homônima paulista e é realmente enorme! Os restaurantes cobram R$10,00 pela mesa e guarda-sol caso não haja consumo de comida. Ficamos lá aproveitando o último dia no paraíso até o sol se pôr entre as nuvens. Pra quem é de São Paulo, se não quiser passar pelo Rio pra voltar, a dica é ir por Magé, o tempo é o mesmo. Aproveite para fazer uma pausa na Parada do Bubi, na Dutra, o restaurante beira de estrada mais aconchegante que já vi! Texto original com fotos e mapa aqui: http://www.queroirla.com.br/arraial-do-cabo-o-caribe-brasileiro/
  20. Post original com fotos e mapas aqui: http://www.queroirla.com.br/paraty-roteiro-pelo-centro/ Fundada em 1667, a cidade de Paraty no Rio de Janeiro teve seus momentos de glória com os engenhos de cana-de-açucar, sendo grande produtora de aguardente (e até hoje sinônimo de boa cachaça) e principalmente como rota de transporte de ouro e pedras preciosas de Minas Gerais para Portugal. Porém com a construção de um caminho da Estrada Real direto para o Rio de Janeiro, a cidade perdeu sua importância econômica e caiu no esquecimento até a década de 70, quando foi “redescoberta” e começou a se tornar o importante centro turístico que é hoje. Comece o dia visitando o Forte Defensor Perpétuo, é necessário encarar uma subidinha, mas a mata acompanha e sombreia todo o caminho, o que deixa um ar fresquinho e agradável mesmo debaixo de muito sol. Além disso o percurso é premiado com algumas vistas da cidade e da Praia do Pontal. A construção onde antigamente abrigava o forte data de 1793, porém foi reconstruída e reformada após o período de declínio da cidade de Paraty. Hoje o lugar funciona como museu, mas é bom checar os horários para visitação das mostras. Do lado de fora há alguns canhões originais, projetados por ingleses e portugueses e um gostoso espaço verde com vista para o mar. Depois dessa caminhada aproveite para conhecer a Praia do Pontal. Se for da pegada mais esportista pode alugar caiaque ali mesmo na beira da água, senão escolha um dos quiosques pra relaxar um pouco e dar um mergulho. A praia não é ruim, mas se quiser algo muito mais aconchegante sugiro a Prainha da Praia grande, a aproximadamente 10 km do centro. Os próximos pontos já são dentro do labirinto de ruas de pedra chamadas “pé-de-moleque”. É impossível não se sentir em outra época com aquelas sequências de casinhas de portas e janelas coloridas em estilo colonial, com seus charmosos lampiões à moda antiga e toda uma atmosfera que a transforma em uma das cidades mais charmosas do Brasil! Atravesse a ponte principal sobre o Rio Perequê-Açu, separe um sapato confortável e vamos lá! A primeira dica é a Azulejos Eternos, como o nome sugere, eles são especializados em pintura artesanal em azulejos, desde os tradicionais números de casas até padronagens portuguesas, marroquinas, indianas… verdadeiras obras de arte! A loja é comandada pela brasileira Cris Pires e o francês Elie Audoux, ela também pinta quadros além de imprimir seu estilo urbano e feminino nos ladrilhos. Os valores não são exorbitantes, mas se quiser só uma lembrancinha eles vendem imãs de geladeira simulando azulejos também! A próxima parada é no Armazém Paraty, uma incrível loja especializada em artigos indígenas como adereços, peças de decoração e artesanato, feitos pelas próprias comunidades. Cada conjunto de produtos tem uma placa identificando de qual tribo eles provém, qual sua história, região e outras informações. Além disso eles contam com uma grande variedade de livros e DVDs sobre o assunto e são engajados nos problemas atuais dos povos indígenas. Um pouco mais para frente na mesma rua fica o Empório da Cachaça, um paraíso para os apreciadores do destilado brasileiro. As bebidas são expostas por região com destaque para as de Paraty, é claro! Algumas marcas aprovadas por quem gosta da bebida (não é meu caso rs) são a Maria Izabel e a Paratiana. A loja também agrada outros públicos vendendo cervejas especiais, doces em compota, pimentas e outras iguarias como a trufa de cachaça (dessa eu gostei!). Os preços não são tão convidativos, mas vale a pena entrar nem que seja só para conhecer. Saindo um pouco da rota das compras, temos a Casa da Cultura de Paraty, um espaço multi-cultural onde normalmente rolam exposições de graça como a “Mitos e Lendas”, com coloridas esculturas em papel machê e paineis contando algumas histórias populares que tem Paraty como cenário, em cartaz até dia 09/11. O lugar também recebe peças de teatro, sessões de cinema de graça para adultos e crianças, cursos, e outras atividades. Lá dentro o simpático Café Cultural oferece algumas opções para beliscar entre um evento e outro. Assim como em vários outros casarões da cidade, a fachada da Casa da Cultura foi decorada com símbolos geométricos que simbolizariam a presença de um proprietário maçônico. Existem diversas histórias como essa sobre a maçonaria em Paraty. Quer fazer uma pausa para um café? Sugiro o Café do Cais, um cantinho aconchegante comandado pela Tássia e o Rafael, super simpáticos e atenciosos. Segundo eles, a produção é 98% mineira, cafés, bolos e salgados são produzidos com ingredientes trazidos de lá. Experimente o bolo de pão de mel, é delicioso! Uma curiosidade, repare na casa em frente ao café, ela é toda de tijolos aparentes, a única no centro histórico que foge do padrão. A próxima parada é na rua mais fofa da cidade, a Rua do Fogo! É uma pequena viela entre a Rua Santa Rita e a Rua da Lapa, uma das únicas sem comércio nem restaurantes e que poucos turistas dão atenção. Há uma lenda de que a rua passou a ter esse nome (que não consta nos mapas) pois era onde as mulheres tinham seus encontros “fogosos”, mas uma placa em uma das casas desmente dizendo que era porque o pessoal da roça ia até lá com latões onde faziam fogo para cozinhar. De qualquer forma, é uma graça e vale a visita (especialmente a noite)! Bem ali ao lado fica a Igreja de Santa Rita, cartão postal de Paraty e hoje a mais antiga da cidade! Ela foi erguida em 1722, destinada aos pardos (naquela época havia distinção por cor da pele e classe social, cada igreja se destinava a um grupo diferente). A fachada foi construída no estilo da arquitetura jesuítica porém a parte interna é um misto mais simplificado de Barroco, com detalhes dourados e colunas retorcidas e Rococó, percebido pelo uso de cores em tons pastéis como verde e rosa e elementos decorativos em formatos de concha por exemplo. Depois de alguns anos fechado para reforma, o lugar reabriu recentemente e funciona como Museu de Arte Sacra. A entrada é gratuita e o funcionamento é de quarta a domingo, das 09h às 12h e das 14h às 17h. Paraty tem inúmeros restaurantes, a grande maioria oferecendo pratos de peixes e frutos do mar ou pizzarias. Mas tem um lugar escondidinho que quero apresentar à vocês, é o Le Castellet, uma creperie autenticamente francesa! (falou em França, já me apaixonei!). A decoração é perfeita, com referências a Marseille, cidade natal do Chef Yves Lepide, dono e cozinheiro, e a comida é uma delícia! O crepe não é no modelo brasileiro, ele vem aberto, quase como uma pizza, acompanhado de umas batatinhas fantásticas! É bem grande, se não estiver com muita fome dá até pra dividir. Eles também fazem uns azeites artesanais bem diferentes como de manga ou banana. Ah, só tem um ponto negativo, eles não aceitam cartão, então vá preparado! E pra sobremesa? O Finlandês Sorvetes é uma boa opção. O que mais me agrada ali na verdade é a decoração, com um ar meio retrô. O sorvete é bom, tem bastante opções mas não gosto muito de não poder pegar eu mesma o quanto quero, você tem que pedir para as funcionárias e elas colocam as bolas de sorvete no pote, depois pode arrematar com as coberturas. O Café Pingado também é uma boa saída, o ambiente é acolhedor e eles tem algumas sobremesas com sabores mais exóticos. Além disso há os tradicionais carrinhos de doces espalhados por algumas das esquinas mais movimentadas da cidade. Pra fechar a noite sugiro uma passadinha na Cervejaria Caborê, é um pouco afastada do centro histórico mas nada que não dê pra ir a pé. A cerveja é produção própria, e pra quem quer experimentar de tudo um pouco eles oferecem por R$20,00 um kit degustação com as três opções (cerveja de trigo, pilsen e escura) em copos de 200ml. Achei um bom custo-benefício e tirando a escura que eu pessoalmente não gosto do estilo, as outras são uma maravilhosas! A comida também é muito boa e o cardápio bem variado, com carnes, massas, sanduíches, porções e entradas como a deliciosa bruscheta. Mas os valores não são tão atrativos. Eles também fazem visitas guiadas na fábrica (ao lado do bar/restaurante) para conhecer o processo de fabricação da cerveja. As visitas acontecem de 4ª a sábado e é necessário reservar. Ah, e ali pertinho fica o Café do Canal, uma pizzaria deliciosa onde toca o melhor músico de Paraty! Claro que não digo isso só porque é meu pai rsrsrs!
  21. Post original com fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/banespao-sao-paulo-do-alto/ Um dos lugares clássicos de São Paulo é o Edifício Altino Arantes, mais conhecido como Banespão, aquele icônico prédio branco inspirado no Empire State Building que um dia já foi a maior construção da capital paulista. Embora hoje tenha perdido esse título, ainda é um dos elementos principais do skyline paulistano e oferece uma vista linda da cidade! O prédio foi erguido originalmente para abrigar a sede do Banco do Estado de São Paulo, sua construção começou em 1939, com a pedra fundamental e foi inaugurado pelo governador Ademar de Barros em 1947, com 35 andares e pouco mais de 160 metros de altura. Mais tarde, na década de 60, foi batizado com o nome atual, Altino Arantes, em homenagem ao primeiro presidente do banco. A visita é bastante restrita, (imagino que esse seja o motivo de tantos paulistanos não conhecerem o lugar) acontece de segunda a sexta, das 10h às 15h e não tem custo. No saguão de entrada é possível ver móveis e objetos antigos como o cofre e o magnifico lustre. É necessário pegar o elevador e depois subir alguns lances de escada até chegar a uma salinha com alguns objetos históricos e notícias da época de fundação do prédio. Ao chegar na espremida varanda 360º no topo do prédio, um funcionário avisa que você terá 5 minutos contados no relógio para apreciar a vista, é bem pouco, mas vale a pena! Lá de cima nossa selva de concreto ganha charme, atrás de uma infinidade de edifícios vê-se as montanhas da Serra da Cantareira e o Pico do Jaraguá. Já num plano mais próximo é possível avistar a Catedral da Sé, o Mercado Municipal, o prédio todo colorido das Galerias Pajé (o que parece feito de lego, não tem erro!), o Viaduto do Chá, o Páteo do Colégio entre outros pontos turísticos de São Paulo. São Paulo vista de cima do edifício Altino Arantes, o Banespão São Paulo vista de cima do edifício Altino Arantes, o Banespão São Paulo vista de cima do edifício Altino Arantes, o Banespão O centro é uma das regiões mais interessantes de São Paulo, aproveite sua visita pra andar um pouco por ali e talvez tomar uma cerveja no Salve Jorge, um bar delicioso bem na saída do Banespão. Muita gente tem medo de andar por lá, mas com um pouquinho de atenção é bem tranquilo e proveitoso. Obs. No momento a visita ao mirante está interditada por causa de obras no local, o ideal é ligar antes de planejar a visita para saber se estará aberto: 2196-3730. Informações práticas: Edifício Altino Arantes (Banespão) Endereço: Rua João Brícola, 24 – Centro | Metrô São Bento Horários: De segunda à sexta-feira das 10h às 15h Entrada gratuita
  22. Relato original e mais fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/de-passagem-por-salvador/ Uma viagem para Morro de São Paulo tem que começar de algum outro ponto da Bahia, normalmente a escolha é por Ilhéus ou Salvador. Nossa opção para esta segunda vez na ilha foi a capital baiana, chegamos ao Aeroporto Deputado Luís Eduardo Magalhães por volta das 15h de uma quinta-feira para passar a noite na cidade e na manhã seguinte partir para o nosso esperado destino. Um ônibus de quase 2h faz o trajeto Aeroporto-Praça da Sé (na verdade esse é o nome da linha mas ele não para exatamente lá, cuidado!) por R$3,50, mas se quiser algo mais rápido ou confortável existem ônibus que vão direto ao centro, se não me engano por R$30,00. Como a ideia era só passar a noite, busquei uma localização estratégica para aproveitar as poucas horas que teríamos na cidade e ao mesmo tempo ficar próximo ao local onde pegaríamos o catamarã no dia seguinte. Esse lugar é a Praça da Sé, entre o Pelourinho e o elevador Lacerda, que desce para o porto de onde saem os barcos para Morro. Se seu objetivo for esse, é uma boa opção, porém, nunca, jamais fique no hotel que ficamos! Ele se chama Arthemis, ocupa o último andar de um prédio bastante suspeito, tem um café da manhã extremamente razoável e o pior, o inaceitável, um banheiro deplorável! Eu não sou fresca, estou bastante acostumada a ficar em pousadas e hostels super simples, mas esse não dava! Até sabonete usado tinha no lugar, e o preço nem era tão bom assim. Mas enfim, tudo tem seu lado bom e nesse caso o ponto positivo era essa vista espetacular! Seguimos até a Praça Thomé de Souza onde fica o lindo prédio da Prefeitura Municipal e o cartão postal da cidade, o elevador Lacerda. Eu imaginava que ele tivesse uma vista panorâmica ou algum atrativo, mas é mesmo “só″ um meio de transporte para ir da parte alta à baixa da cidade (e vice-versa), o valor é R$ 0,15. Já lá em baixo, passamos pelo Mercado Modelo (não entramos mas dizem ser um bom local para comprar souvenirs) e paramos no prédio logo atrás para comprar a passagem do dia seguinte, mas como já estava fechado, voltamos com antecedência no dia seguinte. A viagem não foi nem de longe o show de horrores que dizem por ai, mas conto em detalhes no próximo post. Vou ser muito sincera, minha primeira impressão da cidade não foi das melhores, aliás, foi das piores! Os poucos lugares pelos quais passamos eram bastante sujos e a sensação de insegurança era constante, além dos soteropolitanos, que foram muito menos acolhedores do que esperávamos (do começo ao fim da viagem). Mas nem tudo foi tão ruim assim, além de ganhar esse lindo pôr do sol, eu amei me perder pelas ruazinhas fofas do Pelourinho! Falando do “Pelô”, lá a coisa é bem diferente, policiais estão presentes em cada esquina garantindo a sensação de tranquilidade, mas, como disse o funcionário do hotel que ficamos, há um perímetro onde é seguro andar, algumas ruas para o lado a coisa já se torna meio perigosa (nem fui conferir se é verdade, claro!). O fato é que o lugar é uma graça, ruas de paralelepípedo com fitinhas, igrejas barrocas que ficam maravilhosas iluminadas, casinhas coloridas, lojas de souvenir, bares e restaurantes com aroma de dendê! O ponto mais famoso é com certeza o largo em frente à Fundação Casa de Jorge Amado, onde em 1996 Michael Jackson gravou com a participação super especial do Olodum, o clipe da música “They Don’t Care About Us” e com isso internacionalizou o local. Claro que por ser o lugar de maior visitação é também onde tem a maior quantidade de gente tentando te vender colares, pulseiras, fitinhas do bonfim… aquela coisa. Depois de muito subir e descer ladeiras, a fome bateu e fomos procurar uma comidinha baiana pra fechar a noite. Nesse momento acontece uma coisa muito irritante para brasileiros (bom, talvez não com todos, mas os com tom de pele “branco-gelo” como eu, com certeza), as pessoas falam com você em portunhol! Acham que você é gringo e soltam palavras aleatórias do tipo “Brasil… lindo… baratinho”, devagar e bem alto, pra ver se entendemos. No começo é até engraçado, mas depois fica meio chato, enfim, acho que da próxima vez vou tomar um sol antes de aparecer por lá! O restaurante que escolhemos foi o Dona Chika-ka. Mesinhas na calçada, clima agradável, cerveja gelada e uma deliciosa moqueca de peixe com camarão (até o pirão estava uma delícia, e eu não sou a maior fã do quitute!), recomendo! O engraçado foi ver como a coisa funcionava, uma baiana lá em baixo colocava o pedido em uma cestinha que era puxada por outra lá em cima, assim que os pratos estivessem prontos, desciam pelo mesmo sistema, super prático! Rs. O endereço é: Rua do Açouguinho, 10 Sinceramente, acho que não voltaria para Salvador, claro que a cidade deve ter inúmeros lugares interessantes para conhecer, mas acho que nesse caso, a primeira impressão ficou. Relato original e mais fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/de-passagem-por-salvador/
  23. Relato original e mais fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/o-que-fazer-em-curitiba-especialmente-na-epoca-de-natal/ 1. Jardim Botânico Um dos principais cartões postais da cidade, o Jardim Botânico de Curitiba (chamado oficialmente de “Francisca Maria Garfunkel Rischbieter”, em homenagem à urbanista de mesmo nome) tem como elemento central a enorme estufa de 3 abóbadas de arquitetura art-nouveau, inspirada do Palácio de Cristal de Londres, que abriga diversas espécies de plantas tropicais. Em frente, um lindo jardim geométrico que me remete a um mini-versailles. Além disso há outros cantos muito agradáveis, como o jardim das sensações, um espaço delimitado onde foi criada uma atmosfera propícia para o contato direto com a natureza. O visitante segue uma rota com diversos exemplares de plantas e pode inclusive tocá-las, percebendo assim suas texturas, aromas etc. Informações: Rua Engenheiro Ostoja Roguski – Jardim Botânico – CEP 80210-390 Segunda a domingo | Verão: das 6h às 20h / Inverno: das 6h às 19h30 | Grátis 2. Museu Oscar Niemeyer (MON) Esse é o tipo de lugar que só pela arquitetura já vale a visita. O prédio concebido pelo arquiteto Oscar Niemeyer é popularmente chamado de “olho” e abriga exposição de artes visuais, arquitetura, urbanismo e design. Quando o visitamos em 2012, a exposição principal era sobre o poeta Paulo Leminski, achei incrível o modo criativo como ela foi planejada dentro do espaço todo preto. Outras exposições simultâneas acontecem espalhadas pelas 12 salas expositivas. Uma dica, o bar e restaurante “Barolho”, que fica na esquina em frente ao museu tem um ótimo custo benefício, a comida é boa e o preço escelente! Informações: Rua Marechal Hermes, 999 – Centro Cí́vico – CEP 80530-230 Terça a domingo, das 10h às 18h | R$ 6,00 inteira / R$3,00 para professores e estudantes / Grátis para menores de 12 anos e maiores de 60 http://www.museuoscarniemeyer.org.br 4. Ópera de arame Outro ponto obrigatório na capital paranaense, a Ópera de arame é uma incrível construção em aço, metal, vidro e policarbonato, que dão ao prédio circular um aspecto de interação com a natureza, já que ao seu redor fica um grande lago com cascata e muito verde. O espaço foi construído em 75 dias, no local de uma antiga pedreira. É possível visitar parcialmente seu interior, e costuma estar bem cheio de turistas. O café no andar inferior também é bem agradável. Informações: Rua João Gava s/n – Abranches Terça a domingo, das 08h às 22h | Grátis 5. Coral de Natal do Palácio Avenida Curitiba é conhecida como a Capital do Natal, a partir do fim de novembro eles começam uma série de eventos ligados a essa data (que eu particularmente amo!). O principal deles é o coral das crianças de instituições apoiadas pelo programa HSBC Educação. Voluntários chamados de Anjos de Natal as acompanham por um ano em aulas de canto e instrumentos musicais, o resultado é incrível! As apresentações acontecem no Palácio Avenida, e o público lota as ruas para assistir, chegue cedo para conseguir um bom lugar! Ok, confesso que pra muita gente essa descrição pode lembrar aquele coralzinho desafinado da escola, mas garanto que a apresentação é maravilhosa e muito emocionante. A produção conta com efeitos de luz, projeções, fogos e atuações teatrais. Assista o vídeo abaixo para conhecer um pouco desse lado mágico de Curitiba. A decoração de toda a cidade também é caprichada. Informações: http://www.natalcuritiba.com.br 6. Torre Panorâmica Vou ser muitissímo sincera, coloquei esse ponto na lista pois acho que é importante dar a opção, mas honestamente não acho que valha perder tempo aqui, especialmente se este for curto. Encontramos o mirante com alguma dificuldade e ao subir não vi nada de muito atrativo, não sei se pelo fato de me incomodar com mirantes totalmente fechados por vidros, ou de o tempo estar fechado e chuvoso… talvez em um dia de sol seja mais interessante. Informações: Rua Prof. Lycio Grein de Castro Vellozo, 191 – Mercês – CEP 80710-650 Terça a domingo e feriados, das 10h às 19h | R$ 3,50 inteira / R$1,75 para crianças de 5 a 9 anos e maiores de 60 anos / Grátis para menores de 5 anos 7. Bosque Alemão Aqui sim é um ponto onde acho muito válido “perder” umas horinhas! O lugar, como sugere o nome, homenageia os imigrantes alemães na cidade. Localizado na antiga chácara da família Schaffer, dona de uma famosa leiteria, o espaço conta com diversas atrações, como o oratório de Bach que funciona com uma sala de concertos e fica na réplica de uma igreja presbiteriana, a trilha de João e Maria, um relativamente longo caminho em meio à mata verde com painéis ilustrados contando a história criada pelos irmãos Grimm (uma graça!) e o pórtico que reconstrói a fachada de uma das principais obras arquitetônicas da comunidade alemã chamada Casa Milla. Além disso o bosque conta com uma biblioteca chamada “Casa encantada” onde diariamente bruxas e fadas encenam contos para as crianças. Informações: Rua Nicolo Paganini com Rua Schubert (ou Rua Francisco Schäffer) – Vista Alegre Diariamente, das 08h às 18h Claro que há muito mais o que fazer em Curitiba, essas dicas foram baseadas no que fizemos em um fim de semana na cidade. Para se hospedar, recomendo muito o Motter Home Curitiba Hostel, o lugar é uma graça (fotos abaixo), o preço é bom e os funcionários são super gentis.
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