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Encontrado 26 registros

  1. Fala mochileiros, como vão?? Então galera, vim aqui para mostrar pra vocês como foi nossa primeira aventura como mochileiros... caronas, perrengues e tudo mais. Enquanto planejávamos nosso mochilão, buscamos relatos acerca de viajar de carona, como dicas e dificuldades, porém não encontramos muita coisa aqui no site. Então esse post é direcionado principalmente a pessoas que tem o interesse ou curiosidade de viajar de carona, por isso não vou focar muito nos lugares que conhecemos, mas sim no nosso dia-a-dia pedindo carona e como foi essa aventura. Os lugares que conhecemos tem bastante coisa aqui no site e o TripAdvisor salva todo mundo. Quando começamos a planejar o mochilão buscamos três principais coisas: a distância que iriamos percorrer diariamente, o lugar que passaríamos a noite e o custo envolvido. Nossos planos eram de certa forma ousados, pelo fato de nenhum dos dois já ter saído do país, nenhum dos dois saber falar espanhol e mesmo assim já nos jogamos em um mochilão de 5.000 quilômetros assim pedindo carona... nunca fui chamado de louco tantas vezes rsrsrs No final do post vou fazer um tópico com dicas valiosas na hora de pegar a estrada e pedir carona. Tempo esperado de viagem: 30 dias (leia e descubra o porque da nossa volta antecipada) Dinheiro: R$2.000 por pessoa Principais cidades percorridas: Lages, Porto Alegre, Cabo Polônio, Punta del Este, Montevidéu, Colônia del Sacramento, Buenos Aires, Rosário, Córdoba, Ciudad del Este e Foz do Iguaçu. Nosso roteiro: Urubici - Lages Lages - Pelotas Pelotas - Fortaleza Santa Teresa Fortaleza Santa Teresa - Cabo Polonio Cabo Polonio - Punta del Este Punta del Este - Montevidéu Montevidéu - Buenos Aires Buenos Aires - Rosário Rosário - Cordoba Cordoba - Foz do Iguaçu Foz do Iguaçu - Ciudad del Este Ciudad del Este - Urubici 19/12/2017 – Lages Saímos de Urubici rumo a Lages de carona com um amigo no final da tarde, nossa intenção era ir para Porto Alegre no ônibus das 23:30 para viajar a noite e ganhar tempo para pedir carona no outro dia, porém chegamos na rodoviária e já demos de cara com o primeiro perrengue, NÃO TINHA MAIS VAGA NO ÔNIBUS. Esse ônibus era indispensável, pois faríamos cerca de 500km e nosso roteiro estava com tempo programado. Acabamos passando a noite na casa de um amigo que mora em Lages e conseguimos uma carona pelo Blablacar para Caxias do Sul no outro dia as 7:00h. 20/12/2017 – Pelotas Caxias não estava no nosso trajeto, porém era a única carona para o Rio Grande do Sul naquele dia, nos obrigamos a ir assim mesmo. Pegamos nossa carona até Caxias do Sul logo cedo, dormimos praticamente a viagem toda, pois em Lages na noite anterior nós saímos para beber e fomos dormir tarde. O cara nos deixou próximo a um shopping que era na rota para Porto Alegre, sacamos dinheiro e fomos para a estrada pedir carona. Caminhamos um pouco até um lugar onde havia um pequeno acostamento e começamos a pedir carona. 1ª CARONA – 4 minutos depois Empresário super gente boa de Caxias do Sul que também já viajou de carona viu que nós estávamos em um lugar muito ruim e resolveu nos dar uma carona até um trecho mais para frente, até saiu da sua rota original para nos deixar em um ligar bom. Ficamos em um trevo próximo a cidade de Carlos Barbosa e começamos novamente a pedir carona. O tempo ameaçava chover. 2ª CARONA – 9 minutos depois Viajamos com um mineiro muito calmo e sangue bom que trabalhava com detonação de rochas, nos deu várias dicas sobre Porto Alegre, também saiu da sua rota para nos deixar em um lugar seguro, pois disse que o lugar onde a gente queria ficar era muito perigoso. Nos levou para Gravataí até um ponto de ônibus. Pegamos um ônibus metropolitano e paramos no centro de Porto Alegre. Uma das dicas desse mineiro era não passar a noite dentro da região metropolitana de Porto Alegre, pois a criminalidade na região está muito alta. Com isso acabamos decidindo pegar um ônibus até Pelotas, que era um trecho bom e o custo não era muito alto (cerca de R$60,00 por pessoa). Entramos no ônibus as 18h e ainda não tínhamos lugar para ficar em Pelotas, então começamos a mandar mensagens no couchsurfing e a segunda pessoa já nos aceitou. Arrumamos uma mãe pela estrada, Dona Marli, mulher super gente fina que nos acolheu com muito carinho. Fizemos uma janta e ficamos jogando conversa fora até tarde. Fomos dormir. 21/12/2017 – Fortaleza Santa Teresa Acordamos bem cedo e já fomos para a estrada começar a pedir carona. Ficamos em um posto cerca de 15 minutos pedindo carona, mas sem sucesso. Logo em frente havia uma rótula onde o fluxo de carros era bem maior, resolvemos ir para lá. 3º CARONA – 17 minutos depois (15 no posto + 2 na rótula) Carona com um representante da Petrobrás que passava por essa estrada quase todos os dias. Demos sorte, pois havia 2 pessoas um pouco a frente também pedindo carona. Ele nos deixou em um trevo próximo a cidade de Rio Grande, caminhamos até a saída que ia em direção ao Chuí, paramos em uma sombra e já começamos a pedir carona. 4ª CARONA – 12 minutos depois Viajamos com um senhor gaúcho que transportava fertilizante e ia até uma parte do trecho onde queríamos chegar. O caminhão andava a 60 km/h, foi uma viagem que exigiu paciência, mas não tem problema, o que importa é progredir no roteiro. Ficamos em um posto de beira de estrada no meio do nada, devia estar uns 35 graus, fomos para a BR pedir carona. Ficamos um tempo pedindo carona, porém demorava uma eternidade para passar algum carro ou caminhão, então voltamos ao posto e tentamos outra forma de carona, abordando pessoalmente as pessoas que paravam ali. 5ª CARONA – 35 minutos depois Era um caminhoneiro de Blumenau que tinha família em Ibirama (cidade onde estudamos), mundo pequeno esse em! Conversamos a viagem toda e ele nos deixou em um posto policial desativado em Santa Vitória do Palmar, ficamos ali por um tempo mas não conseguimos nada. Caminhamos uns 800 metros até um trevo mais para a frente e voltamos a pedir carona. 6ª CARONA – 10 minutos depois Carona com um homem que estava indo ao Chuy comprar peça para seu carro que estava quebrado em Santa Vitória. O carro que ele estava usando para ir buscar a peça era um gol 89 caindo aos pedaços que ele havia conseguido emprestado. Dessa vez deu medo, mas nossa meta era chegar no Chuy, então não temos escolha. Chegamos na fronteira do Brasil com o Uruguai, primeira meta atingida. Mandamos um sinal de vida para a família e já começamos a pedir carona novamente. Ficamos um tempo na divisa pedindo carona, porém não tivemos sucesso. Um casal que passava por ali disse que seria mais fácil conseguir se nós estivéssemos para frente da Aduana, local onde é feita a imigração. Então caminhamos cerca de 1km até lá (o sol estava insuportável), fizemos nossos papéis e fomos em direção a saída da Aduana. 7ª CARONA – zero minutos depois Nem precisamos pedir e um Uruguaio parou em nosso lado oferecendo carona. Perguntamos até aonde ele iria, e por sorte ele estava indo para a Fortaleza Santa Teresa, mesmo local onde também iríamos acampar. Essa até então foi a carona de ouro. Chegamos na fortaleza e fomos arrumar um lugar para armar a barraca. Após estarmos com o acampamento montado saímos para conhecer o lugar, caminhamos até a praia e ficamos lá por um bom tempo jogando conversa fora. Voltamos ao acampamento, organizamos tudo e fomos procurar um lugar para comer e beber algo. Já era noite e não fazíamos ideia de onde tinha algum bar por lá, até que encontramos duas argentinas que foram muito queridas e nos levaram até o bar (que por sinal era bastante longe). Chegamos lá e comemos uma pizza de tamanho médio, cerca de R$25,00 e tomamos uma Heineken 1L por R$21,00. Preparem-se, Uruguai é um país extremamente caro para brasileiros. Voltamos ao acampamento e fomos dormir. 22/12/2017 – Cabo Polônio Acordamos não muito cedo nesse dia, arrumamos nossas coisas com bastante calma e depois fomos para a praça dos mochileiros tirar algumas fotos. Feito isso, caminhamos até a saída da fortaleza (essa caminhada foi tensa, muito longa) e quando chegamos até o asfalto para pedir carona demos de cara com aquelas duas argentinas que nos ajudaram a achar o bar na noite anterior pedindo carona também, ferrou, concorrência. Ficamos um pouco a frente delas onde tinha um ponto de ônibus (sombra, amém) porém não tivemos sucesso por um bom tempo, assim como elas. Deu um tempinho e elas conseguiram carona, então agora era a nossa vez. Fomos para onde elas estavam e continuamos pedindo, mas o dia não tava sendo muito bom pra nós. Ficamos mais um tempo ali e resolvemos caminhar para mudar de lugar. Nós estávamos no meio do nada, não sabíamos o que tinha a frente, mas novos ares trazem novas oportunidades. Enquanto caminhávamos em direção ao nada, uma camionete com 3 mulheres que tinham ido até o Chuy fazer compras pararam. 8ª CARONA – 2 horas e meia depois As mulheres estavam indo até um acampamento 10 km para frente de onde estávamos e nos deixaram novamente na beira do asfalto. Faltavam 3 km para chegar até Punta del Diablo, resolvemos caminhar essa distância, pois carona nesse trecho estava quase impossível. Com certeza foi a caminhada mais desgastante e longa que fizemos em toda a viagem, mas fomos guerreiros e chegamos até o trevo de acesso a Punta del Diablo. Paramos em uma venda, compramos água e algumas frutas e descansamos um pouco, lá tinha wifi. Nosso destino do dia seria Valizas, onde iríamos acampar e fazer um bate – volta até Cabo Polônio. Na estrada principal para Valizas já havia dois rapazes pedindo carona também (concorrência novamente). Nossa ideia era esperar eles conseguirem e depois ir para o lugar deles, porém também não estavam conseguindo e resolvemos ficar em uma das estradas que davam acesso ao trevo. Pedimos carona cerca de uma hora até o primeiro carro parar, ficamos extremamente felizes, mas ao perguntar para onde iriam, responderam que estavam indo para o Chuy, detalhe, nossas coisas já estavam todas no carro. Mas tudo bem, voltamos ao lugar de origem. Estava arrumando as coisas que havia tirado da mochila para poder entrar no outro carro enquanto minha amiga pedia carona. 9ª CARONA – 1 hora e meia depois Dois uruguaios malucos (Sebas e Russo) que iam para Cabo Polônio nos deram carona, fomos tão apertados no carro que mal dava para se mexer, pois eles carregavam muitas coisas também. Ao conversar com eles durante o caminho, nos recomendaram ficar em Cabo Polônio, que era muito melhor que Valizas. Conseguiram uma casa para ficarmos por 300 pesos (cerca de R$38,00) pois em Cabo Polônio não pode acampar. Aceitamos a dica e resolvemos ir para lá então. Os dois eram donos de um bar em Cabo Polônio e passavam todos os verões lá, conheciam todo mundo. Cabo Polônio é uma reserva ambiental e o único acesso ao vilarejo é com caminhão 4x4, pagamos cerca R$14,00 para chegar até la. Nossos planos eram ficar apenas um dia e no outro seguir para Punta del Este, porém nos apaixonamos pelo lugar e acabamos ficando 4 dias. Tivemos que cancelar nosso hostel em Punta e pagamos 30 dólares por isso. Prejuízo, mas tudo bem. PS: Não recomendo Cabo Polônio para pessoas que são contra a cultura da maconha, pois o lugar é bastante hippie e todos fumam. 26/12/2018 – Punta del Este Para irmos a Punta del Este acordamos muito cedo para pegarmos o primeiro 4x4 de volta para a Puerta del Polônio, mas dessa vez decidimos ir de ônibus para Punta del Este pelo fato de termos apenas 1 dia para conhecer Punta, e se dependêssemos de carona talvez a gente chegasse muito tarde na cidade e nem pudesse conhecer os principais lugares pelo menos. Pegamos um ônibus até San Carlos e outro até Punta del Este, custou no máximo R$50,00 (não lembro exatamente). Reservamos o hostel no caminho para Punta, escolhemos o Hostel del Barcito, mas não recomendo muito, os banheiros não eram muito limpos e o café da manhã é super fraco. Turistamos o dia todo e a noite fomos para uma balada, e o detalhe, fomos de carona na caçamba de uma saveiro para essa festa rsrsrs a noite foi doida. 27/12/2018 – Montevidéu Acordamos não muito cedo, tomamos um café bem tranquilos e saímos para trocar dinheiro já com todas as mochilas. Depois de feito o que tinha para fazer, fomos até um ponto de ônibus para pegar um para fora da cidade. Conseguimos um que nos deixou numa distância bem boa e que saiu barata, uns R$10,00. Mais uma vez estávamos em um trevo no meio do nada pedindo carona, e o sol infernal nos acompanhando novamente. Paramos em um ponto de ônibus para aproveitar a sombra enquanto pedimos carona. Mas não tivemos sucesso nesse lugar, então resolvemos caminhar até um viaduto que unia mais duas estradas, cerca de 600m para frente de onde estávamos. Algum tempo depois passou um carro com 3 rapazes olhando muito para nós e pararam o carro, porém pararam muito longe, e por se tratar de um trevo, pensamos que poderiam ter parado para entrar em uma das vias. NÃO ERA, estavam esperando a gente, porém como não nos mexemos eles arrancaram e seguiram viagem. DROGA, perdemos nossa carona. Mas não tem problema, continuamos na batalha. 10ª CARONA – mais de uma hora depois Um senhor que amava o Brasil nos deu carona, o cara era meio maluco, mas salvou nossas vidas. Nos mostrou todos os seus filhos, todos os amigos do Brasil (me fez até conversar com um deles), até o cachorro que ele ia comprar para usar de cão de guarda em sua oficina ele mostrou, e o mais engraçado, fazia tudo isso dirigindo e mexendo no celular. Loucura. Esse senhor nos deixou bem na entrada de Montevidéu, pegamos apenas um ônibus e chegamos em nosso hostel. Isso já era final do dia. Estávamos exaustos, arrumamos nossas coisas no hostel, tomamos banho e saímos para dar apenas uma caminhada pelo bairro. Fomos dormir. 28/12/2017 – Montevidéu Caminhamos por todo o centro antigo de Motevidéu, pela rambla (um tipo de beira-mar, mas para quem conhece cidades tipo Florianópolis ou Balneário Camboriu não vai se surpreender) e depois fomos ao Mercado Agrícola. A cidade é bonita, mas não me encantou como as outras. Aqui no site tem bastante coisa falando sobre, e no TripAdvisor também, então não comentarei a respeito dos pontos turísticos aqui. 29/12/2017 – Buenos Aires Preparem-se, esse dia vai ser longo rsrsrs Acordamos cedo para tomar café no hostel e logo já fomos pegar o ônibus para fora da cidade. Dessa vez pegamos um até um pouco mais longe, Vila Maria se não me engano. Como sempre, ficamos no meio do nada. Encontramos uma venda, pedimos para usar o banheiro e se nos davam um pedaço de papelão para escrever nosso próximo destino: Colônia del Sacramento. Nossa ideia inicial era chegar o quanto antes em Colônia para podermos visitar a cidade e a noite pegar o barco para Buenos Aires. Porém nossos planos não deram muito certo, acabamos demorando um pouco para conseguir a primeira carona. Era com certeza o dia mais calor que já havíamos enfrentado, então caminhamos um pouco pela estada até encontrar uma sombra. Revezamos um pouco, cada um ficava um tempo pedindo carona enquanto o outro ficava na sombra. Em um momento eu tive que ir “ao banheiro” e deixei minha amiga sozinha pedindo carona, foi nesse espaço de tempo que um caminhão resolveu parar para dar carona, quando eu vi isso saí correndo do meio do mato em direção ao caminhão, e adivinhem?!?! O caminhão arrancou ao me ver. De duas, uma: ou ficou com medo de ser um assalto, ou interessava ao caminhoneiro apenas a presença feminina em seu caminhão. Mas tudo bem, continuamos na luta. Em um momento eu resolvi ir para sombra com minha amiga e ficar um pouco ali, nisso aponta um caminhão e eu falo, “nem vou pedir carona para mais um caminhoneiro, esses pelo tipo não são carona aqui”, porém minha amiga insistiu que eu fosse para estrada e levantasse a plaquinha. 11ª CARONA – inúmeros minutos depois Graças a Deus eu ouvi minha amiga e fui para a estrada, um caminhoneiro muito querido resolveu nos ajudar. Carregava madeira para uma fábrica de papel. Falamos para ele que estava difícil conseguir carona e ele nos explicou que as empresas proíbem os motoristas de dar carona, pelo fato de que se houver algum acidente, não poderíamos estar dentro do caminhão, e quem responderia por isso era o próprio caminhoneiro. O mesmo nos deixou em um trevo a uns 70 km de Colônia del Secramento. Fomos caminhando alguns metros em direção ao ponto de ônibus e minha amiga resolveu levantar a plaquinha enquanto caminhávamos. 12ª CARONA- 1 minuto depois Era um senhor, com um carro japonês super compacto que ia para Colônia e resolveu nos dar uma carona. Muito simpático, porém não conversava muito. Ele nos deixou exatamente na frente do local onde é feita a compra das passagens do barco para Buenos Aires, muito bom. Era umas 16:30h quando chegamos lá, minha amiga não estava bem, provavelmente todo aquele sol a deixou fraca. Então por isso acabamos não saindo para conhecer Colônia e compramos a passagem para Buenos Aires o quanto antes. Fizemos a travessia com a empresa Colônia Express, custou R$90,00, muito mais barato e rápido que as outras empresas que fazem a travessia com a Buquebus e a Seacat. Durou cerca de 1h e 15min e chagamos no final do dia em Buenos Aires. Tínhamos um lugar para dormir fora de Buenos Aires e só teríamos que pegar um ônibus para chegar la. Porém nos demos conta de uma coisa muito importante que complicou bastante nossa vida: não tínhamos NEM UM PESO ARGENTINO na carteira, e como já era tarde não havia nenhuma casa de câmbio aberta. Fomos em um mercado para ver se trocavam dinheiro, porém não nos ajudaram. Nosso principal problema era que em Buenos Aires os ônibus funcionam com o cartão SUBE, e não aceitam dinheiro de forma alguma. Tentamos falar com outras pessoas para eles pagarem para a gente, porém como não tínhamos pesos argentinos para pagar dar de volta, ninguém aceitou. Entramos em um ônibus rápido meio que para tentar andar um pouco sem pagar, porém, o motorista nos mandou descer cerca de 3 quadras para frente. Havia uma casa lotérica próximo de onde descemos e resolvemos ir lá tentar trocar dinheiro. O cara que trabalhava lá era MUITO, mas quando eu digo MUITO, é porque ele era MUITO gente boa rsrsrs vocês vão entender o porquê. Explicamos nossa situação para ele, que não tínhamos nem cartão SUBE nem pesos argentinos, e que precisávamos trocar dinheiro. Ele nos explicou que na lotérica não fazem câmbio, porém como nossa vida dependia disso, ele nos ajudou e trocou 20 reais. Deu 125 pesos. Porém ainda não tínhamos o cartão para andar de ônibus, então o cara da lotérica deixou um cliente lá esperando e nos acompanhou até o lugar onde vendiam o carão SUBE, mas...... NÃO TINHAM O CARTÃO, apenas para a outra semana. FUDEU. Mas a cordialidade do cara não parou por aí, ele nos deu seu cartão, isso mesmo, NOS DEU seu cartão para que pudéssemos andar por lá e ainda recarregou ele para nós. O cartão dele custava 50 pesos e ainda pode ser usado mesmo sem créditos, ou seja, caso acabasse nosso limite, poderíamos usar mais 25 pesos no “crédito”. Com certeza esse cara foi um anjo. Vamos lá, parte do nosso problema foi resolvido. Ao nos informarmos qual ônibus pegar, descobrimos que onde iríamos ficar era bastante perigoso e longe, muito longe. Levamos quase 1 hora de ônibus para chegar lá, já era quase 22h. Ao descer do ônibus e pegar o celular para procurar a casa, um homem nos aborda rapidamente perguntando se precisávamos de ajudar para nos localizar, porque onde estávamos era muito perigoso, então ele colocou o endereço no seu celular e nos levou exatamente até aonde iríamos ficar. Outro anjo, pois estávamos indo para o lado errado e não tínhamos internet. Chegamos na casa na menina, comprei uma coca bem gelada, conversamos um pouco e fomos dormir. 30/12/2017 – Buenos Aires Acordamos e fomos para a rua procurar um ônibus que nos levasse até o bairro Palermo, onde tínhamos nosso hostel reservado. Perguntamos a algumas pessoas e finalmente achamos um que ia para onde queríamos. Havia um casal la esperando outro ônibus e conversamos bastante, até que o ônibus deles chegou e a mulher embarcou, o homem não. Ele veio e continuou nos acompanhando no ponto porque disse que o lugar era muito perigoso (mais um) e ficou conversando com a gente até nosso ônibus chegar. Nossa estadia em Buenos Aires apesar de curta, já nos mostrava a cordialidade da população. Chegamos ao centro, procuramos onde trocar dinheiro, porém não tínhamos mais reais para trocar e tivemos que achar um banco que aceitasse a bandeira no nosso cartão. Sacamos 2.500 pesos e pagamos 191 de taxa (cerca de R$30,00) e a cotação no banco foi de 4,7 pesos por real, ou seja, NOS FERRAMOS nesse câmbio. Fomos ao hostel, arrumamos tudo e saímos tomar uma cerveja. Nesse dia teria a noche de los tragos no hostel, quando voltamos do rolê fomos para onde tava rolando as bebidas. A noite foi longa, ficamos bebendo e conversando com o pessoal do hostel até 6 da manhã. Eram pessoas da Inglaterra, Argentina, Estados Unidos e Brasil, valeu a pena. Ficamos até dia 02/01/2018 em Buenos Aires, mas como falei anteriormente, não vou focar no que fizemos nas cidades, mas sim nas caronas. 02/01/2018 – Rosário Nosso mochilão só tinha um roteiro até Buenos Aires, dali para frente, decidiríamos para onde ir a partir do dinheiro que nos restou e das dicas que pediríamos as pessoas. Tínhamos duas opões: Chile ou Salta, no norte da Argentina, acabamos decidindo ir para Salta, porque para o Chile a distância seria um pouco maior e ao conversar com alguns viajantes, nos falaram que está tudo MUITO caro lá, então tiramos do nosso caminho. Acordamos cedo um Buenos Aires e saímos em direção a rodoviária. Caminhamos um bom trecho até chegar lá e descobrimos que os horários dos ônibus para fora da cidade iam demorar muito e atrasaria demais a gente. Então caminhamos mais um pouco até achar um ponto de ônibus que nos levaria até outra estação que teria ônibus em outros horários. Porém ao chegarmos la, descobrimos que tinha um metro que nos levaria até um ótimo lugar, bastante afastado da cidade, rodamos 60km por R$5,00, muito bom. Chegamos de trem até Zárate e de lá pegamos um ônibus circular até a estrada, paramos em um pedágio. Lá começamos a pedir carona em direção a Rosário. 13ª CARONA – 5 minutos depois Caminhoneiro gente boa, tomamos vários mates com ele durante a viagem e conversamos bastante. Ele nos deixou a uns 80 km de Rosário em um trevo, caminhamos uns 800m até a estrada principal e começamos a pedir carona novamente. Não estava muito fácil, os carros passavam em alta velocidade por onde estávamos, o que acabou complicando bastante, mas fé que dá certo. 14ª CARONA – não sei quanto tempo depois, mas demorou Era um homem que viajava a trabalho pela região e estava indo para Rosário, deu boa. Nos deixou no centro, próximo a casa do couchsufing onde iríamos passar dois dias. Caminhamos até a casa do nosso couch, arrumamos tudo e saímos para jantar e tomar um chope a note. Fomos dormir. Passamos mais um dia em Rosário, cidade muito agradável, muitos parques e famílias fazendo piquenique por todos os lados. Vale a visita. 04/01/2018 – Córdoba Aqui começa um dia bastante difícil. Acordamos cedo e fomos para o centro em busca de um ônibus para a saída da cidade, mas acabamos pegando um tipo de táxi intermunicipal por um preço bom e nos deixou 60km de rosário. Ficamos em um posto, comemos algo, usamos o wifi e voltamos a estrada para pedir carona. Coloquei uma música no celular porque sabia que seria um dia difícil e esperamos. 15ª CARONA – muitos minutos depois Era um senhor em uma carreta caindo aos pedaços e carregava fertilizante. O caminhão não importa, queremos mesmo é rodar. Porém talvez não tenha sido uma boa escolha. Levamos 4 horas para percorrer cerca de 200km, foi uma carona tensa. E para piorar, ao estarmos chegando no local onde o caminhoneiro nos deixaria, comecei a procurar meu celular e adivinhem: NÃO ACHEI. Eu tinha usado ele dentro do caminhão, então tinha que estar ali, porém eu e o caminhoneiro reviramos o caminhão de ponta cabeça, mas não achamos. Coisa sinistra. Tudo bem, bola pra frente e sem celular. Entramos no posto, tomamos uma água e voltamos para a estrada. 16ª CARONA – 5 minutos depois O caminhoneiro iria até próximo a Córdoba e nos deu uma carona. Ele carregava uma colheitadeira monstruosa e também andava bastante devagar. Durante o trecho, o homem recebeu uma ligação: era seu patrão dizendo que vendeu a máquina. FERROU, ele teve que nos deixar no meio do caminho pois teria que fazer outra rota. Ficamos em uma cidade no meio do nada, de 8 mil habitantes, parecia uma cidade deserta. O calor era infernal, não tinha nenhum vento e não tínhamos água. Fomos até a rodoviária, esperamos uma hora e pegamos um ônibus para Córdoba, carona ali seria impossível. Chegamos em Córdoba e não tínhamos onde ficar, sabíamos que isso ia acontecer e já estávamos preparados para passar a noite na rodoviária. Foi uma noite longa e cansativa. Eu dormir 30 min, minha amiga não dormiu. 05/01/2018 – Córdoba Saímos cedo da rodoviária e fomos para o hostel que tínhamos reservado para aquele dia. Caminhamos muito, muito mesmo. Chegamos no hostel umas 9 horas, porém o check-in era apenas as 12:30, pedimos para entrar e ficamos no sofá, dormi em 5 minutos que cheguei a roncar rsrsrs até que minha amiga me acorda falando que tínhamos um problema, ela havia se confundido nas datas e fez a reserva para a noite do dia 04, aquela que passamos na rodoviária. Ela não gostou do hostel que estávamos, então conversamos com o dono e o mesmo não nos cobrou nada por ter feito essa reserva errada. UFA! Como ela não tinha gostado, acabamos encontrando outro no booking e fomos caminhando, longe pra [email protected]#$&%. Chegamos lá, tomamos banho, dormimos um pouco e saímos caminhar pela cidade. Voltamos ao hostel, comemos e fomos dormir. Estávamos destruídos. 06/01/2018 – Córdoba O dia começou com minha amiga perguntando até que hora queríamos dormir, era 8:30, falei para dormirmos até as 9:30. Dormimos, e um tempo depois ela acordou novamente e falou comigo: “Ferpa, tais com meu celular? “ “Não, usei ele ontem e deixei na tua cama” CARALHO, CADÊ O CELULAR DA MINHA AMIGA Pois não é que o filho da mãe que estava no mesmo quarto que a gente (era a única pessoa no quarto) roubou o celular dela enquanto dormia?!?! Ferrou, ferrou e ferrou. Eu já tinha perdido meu celular, agora era ela sem celular também. Para quem viaja de carona, é impossível andar sem um GPS. Ou seja, nossa viagem se encerrou mais cedo, não tinha como continuar viajando de carona assim. DROGA. Tentamos resolver tudo com nossa família, saímos do hostel e fomos para a rodoviária. Pegamos dois ônibus para chegar em Puerto Iguazu, custou R$450,00 por pessoa e durou 22 horas. 07/01/2018 – Foz do Iguaçu Chegamos em Foz do Iguaçu no final do dia e não tinha mais como irmos ao Paraguai. Temos um amigo que mora la e ia nos receber em sua casa, porém não tínhamos como ir naquele dia. Então tá, mais uma noite na rodoviária. Porém dessa vez a barra foi pesada, a rodoviária fechada as 23:30, ou seja, tivemos que passar a noite na rua. Estavamos com um argentino que conhecemos na rodoviária e depois apareceu mais um irlandês por la. Agora vem a parte foda da noite, esse irlandês foi dormir em um banco um pouco afastado de onde estávamos e pediu para nós o acordarmos as 4:00h da manhã. No relógio da rodoviária mostrava 3:57h, eu estava pronto para ir acordá-lo, até que um moleque de bike passa e rouba a mala do irlandês, olha que loucura. O coitado tinha tudo naquela mala, TUDO MESMO... roupas, celular, PASSAPORTE, documentos e MIL EUROS. Pra ele a noite foi pior que a nossa. Fomos para Ciudad del Este e ficamos por lá 3 dias fazendo compras. 10/01/2018 – Lages Pegamos um ônibus de volta para lages e assim encerra antecipadamente nosso mochilão. AGORA VOU DEIXAR ALGUMAS DICAS PARA QUEM QUER VIAJAR DE CARONA 1 - Andem sempre bem arrumados, vários pessoas que nos deram carona falaram que a roupa conta bastante 2 - Usem sempre uma placa para indicar o lugar onde querem ir 3 - Procurem sempre vias movimentadas 4 - Trevos são os melhores lugares para conseguir carona 5 - Sombra é a melhor saída para pedir carona, por algumas podem demorar horas 6 - Mudar de lugar quando não conseguem carona é uma boa ideia, sempre que fizemos isso ajudou bastante 7 - No Brasil é mais fácil do que vocês imaginam andar de carona 8 - Mulheres, não andem com roupas atraentes na hora de pedir carona 9 - Protetor solar é seu melhor amigo na hora de pedir carona 10 - Se forem fazer viagem de curta duração, levem sempre em reais todo seu dinheiro, a cotação é muito melhor do que se for sacar no banco. Espero que vocês gostem dessa aventura que fizemos, boa noite a todos.
  2. Dicas para Uruguai e argentina

    Pessoal preciso de dicas de uma viagem de carro saindo de Curitiba - Pr para Uruguai e Argentina, exemplo onde hospedar no caminho, a principio a ideia ir para Colônia Sacramento e depois para Buenos Aires gostaria de dicas sobre onde ficar onde conhecer, policia (muitos corrupta com Brasileiros nos dois países) onde não ir devido violência. essa e a primeira viagem de carro para fora do país entao gera varias duvidas viagem será feito por eu e meu marido. data no inicio de ABril 2018 em torno de 10 dias. Nosso automóvel e popular.
  3. Pessoal estou indo viajar pela América do Sul no final do ano e vou passar por Montevideo e Buenos Aires e sei que existe uma balsa que liga as duas cidades, fiz a cotação saindo de Colônia del Sacramento para Buenos e o preço para 3 pessoas e 1 veículo foi quase 1000 reais, está certo este valor? Achei um absurdo, compensa muito mais ir por terra, mesmo levando muito mais tempo. Será que estou fazendo alguma coisa errada? Alguém já fez o caminho por terra? Obrigado
  4. Buenos Aires, onde ficar?

    Mochileiros, Quero ajudaaaaa! Preciso decidir onde ficar em janeiro. Vou 5 dias pra BsAs e preciso decidir se fico na casa de uma amiga no centro, bem perto da Plaza de Mayo ou em Palermo, onde reservei um hostel... Por custo, quero ficar na amiga, mas já me disseram que Palermo é MUITO mais legal. Dá muitos helps por favor! Grata! =)
  5. Qual é o melhor hostel de Buenos Aires?

    Olá pessoal! Vou passar o Ano Novo em Buenos Aires. Alguem tem alguma indicação de Hostel pra eu ficar, uma vez que irei sozinha e gostaria de um lugar animado
  6. Tango em Buenos Aires

    Falaê pessoal! Numa boa? Estou planejando uma vigem para Buenos Aires no ano que vem com a mulher amada! Dentre as coisas que gostaríamos de fazer está o tradicional tango portenho com um bom jantar! o problema é que já pesquisei inúmeras casas de oferecem o espetáculo, já li recomendações e críticas em diversos sites mas as informações são muito contraditórias! É claro que cada um tem a própria experiência e forma de analisar o evento como um todo, mas confio mais no pessoal daqui do Mochileiros, por questão de perfil, talvez tenha mais chances de condizer com o meu e o da minha Pitanguinha viajante! Sendo assim, se possível, gostaria de saber se vocês podem indicar qual show de tango assistiram, se o serviço é bacana, comida gostosa e claro, se puderam citar o valor, é melhor ainda! Valeuuuuuu!
  7. Fui para o Uruguai, Argentina e Chile em Março de 2017 e meu roteiro foi esse: SP - Punta del Este - Montevidéu - Colônia de Sacramento - Buenos Aires - Rosário - Salta - San Pedro de Atacama - Santiago. Farei o relato de toda viagem, mas em partes. Neste falarei de Buenos Aires. LEGENDA UYU - Peso Uruguaio USD - Dólar Americano BRL - Real Brasileiro ARS - Peso Argentino ROUPAS Em março o clima é bem agradável sem muitas variações de temperatura. O começo da manhã e à noite as temperaturas caem um pouco então é bom sempre ter uma blusa na mochila de ataque. Não esqueça do protetor solar, boné e óculos de sol. CELULAR Levei meu celular mas não comprei nenhum chip local. Fiquei usando apenas o wi-fi que funcionou bem durante a maioria da viagem. DINHEIRO e CARTÃO Em espécie levei apenas USD (DÓLARES AMERICANOS) e trocava aos poucos por moeda local em casas de câmbio. Usei sem problemas o cartão VISA INTERNATIONAL do Banco do Brasil na maior parte da viagem. ACOMODAÇÃO Há quase 10 anos faço parte do Couch Surfing então quase sempre consigo me hospedar na casa de locais. Em Buenos Aires me hospedei na casa de um couchsurfer que eu já havia hospedado na minha casa há uns 8 anos. CHEGANDO EM BUENOS AIRES Cheguei em Buenos Aires por Colônia de Sacramento no Uruguai, que fica do outro lado do estuário do Rio do Prata. Fiz a travessia pela empresa COLONIA EXPRESS, que era a única que o sistema estava funcionando. Na noite anterior caiu uma forte tempestade que comprometeu com a comunicação das empresas SEACAT e BUQUEBUS que são considerada “melhores”. Paguei UYU 970 e embarquei às 10h30. Por volta do meio-dia estava chegando na capital argentina. ******ATENÇÃO*****: Não havia nenhum funcionário de migração no terminal de chegada da Colonia Express. Ou seja, entrei na Argentina sem carimbar a minha entrada. Na hora não me dei conta e segui em frente, mas isso me deu uma grande dor de cabeça quando fui tentar sair para o Chile. Portanto caso aconteça o mesmo PROCUREM REGULARIZAR sua entrada assim que chegarem. O QUE FAZER Há muitas coisas pra fazer em Buenos Aires. Fiquei 6 dias e consegui conhecer muita coisa, mas ainda assim deixei de ver outras. Certamente voltarei para a capital argentina. 1º dia: 09 de Março de 2017 (quinta-feira) Assim que deixei o terminal da Colonia Express caminhei uns 15 minutos até encontrar uma agência do Santander para sacar Pesos Argentinos (ARS). É cobrado ARS 94 por saque, independente do valor sacado. O sistema de transporte público de BA funciona com cartão pré-pago, tipo o Bilhete Único de SP. Então antes de embarcar em qualquer ônibus ou metrô é necessário comprar o cartão e colocar créditos nele. Várias lojas da cidade vendem o cartão (paguei ARS 40 e coloquei ARS 50 de crédito). Peguei um ônibus até a estação Retiro-Mitre e lá encontrei um guarda-volumes, que fica num salão de cabeleireiro, abaixo da estação e no caminho do acesso ao metrô. Deixei meu mochilão (ARS 50) e caminhei por uns 10 min. até um quiosque de informação turística que fica no início da Rua Florida. Peguei vários mapas e informação e fui de metrô até o CONGRESSO NACIONAL. Por volta das 15h, ao lado do Congresso, se iniciou o BUENOS AIRES FREE WALKS e nossa guia foi a simpática Maria Eugênia (Maru). O free walks é um passeio guiado gratuito baseado em gorjetas. Passamos por vários pontos turísticos como PALACIO BAROLO, AV. DE MAYO, CAFE TORTONI, AV. 9 DE JULIO, OBELISCO, CATEDRAL MUNICIPAL E PALACIO ROSADO. Recomendo MUITO fazer esse tour uma vez que tudo muito bem explicado por nossa guia. (ver mais detalhes em: http://www.buenosairesfreewalks.com). O tour leva cerca de 4 horas e pode ser bastante desgastante uma vez que percorre boa parte do centro. Leve água e proteja-se do sol com óculos escuros, protetor solar e boné/chapéu. Deixei USD 20 de gorjeta uma vez que eu gostei demais. Mas o valor vai de cada um. 2º dia: 10 de Março de 2017 (sexta-feira) Na parte da manhã fui até o TEATRO CÓLON fazer o outro Free Walks. Saímos por volta das 10h30 e desta vez nossa guia foi a JEANETTE, tão divertida e solícita quanto a Maru. Passamos por: TEATRO CÓLON, PLAZA LAVALLE, AV. 9 DE JULIO, PLAZA SAN MARTIN, RETIRO, TORRE MONUMENTAL, AV. ALVEAR, PLAZA FRANCIA, IGLEZIA DEL PILAR E CEMITÉRIO DA RECOLETA. Depois fui até a uma loja do time de futebol RACING (R. Lavalle, 1650) e comprei um ingresso para a partida de domingo (ARS 470). Um amigo meu de lá ficou de me levar ao jogo. Sai da loja e fui tomar um chopp e comer uma fatia de pizza de mussarela na tradicionalíssima PIZZARIA GUERIN (ARS 65). A pizza estava deliciosa e o chopp muito gelado, vale a pena experimentar! 3º dia: 11 de Março de 2017 (sábado) Fui cedo, tomei café e peguei o ônibus 107 Cidade Universitária para o MONUMENTAL DE NUÑES, o estádio do RIVER PLATE. Falei com o motorista e ele me avisou na hora exata de descer em frente ao museu do estádio. Comprei a entrada para o museu e o tour pelo estádio (ARS 210). Fiquei olhando o museu que fala da história do River de sua fundação aos tempos atuais. O interessante é que eles fazem um paralelo entre a história do time e o que estava acontecendo no mundo ao mesmo tempo (guerras mundiais, Juan Manuel Fangio na F1, ditadura militar, etc). Por volta do meio-dia fiz o tour guiado pelo estádio, que é muito grande e bonito. Passamos pelas arquibancadas, partes internas, vestiários, até chegar na pista de atletismo em volta do gramado. No final do tour acessei o wi-fi do estádio e agendei uma visita à CASA ROSADA para o dia seguinte. NOTA: A visita guiada pela Casa Rosada é gratuita mas tem que ser agendada pela internet. No entanto o agendamento só é liberado com no máximo 15 dias de antecedência. Para mais informações acesse: https://visitas.casarosada.gob.ar/ SaÍ do estádio e caminhei por uns 15min até a estação de trem de NUÑES. De lá fui até o RETIRO e caminhei até a RUA FLORIDA. Lá entrei na GALERIA PACÍFICO para conhecer os afrescos de sua cúpula. Muito legais e definitivamente vale a visita. Aproveitei e comi um EXTREME BURGER BACON na rede de fast food MOSTAZA (ARS170). De lá fui caminhando até a CATEDRAL METROPOLITANA e a visitei por dentro pois durante o FREE WALKS a gente só vê ela por fora. Dentro da catedral está o MAUSOLÉU DE SAN MARTIN. Continuei caminhando até a IGLEZIA DE SAN IGNACIO, a mais antiga de BA. Dei uma passeada pelo bairro de SAN TELMO e no começo da noite voltei pra casa. Umas 21h meu amigo e sua namorada que estavam me hospedando me levaram para conhecer o bairro de PALERMO. É uma área boêmia, cheia de bares, cervejarias artesanais, restaurantes e hamburguerias. Lembra um pouco a Vila Madelena de SP. Paramos pra comer um hamburger no BURGER JOINT. Pedi o lanche um combo LE BLEU (hambúrguer artesanal, blue cheese, cebola caramelizada, tomate seco, cogumelos e rúcula) + fritas + 1 chopp artesanal por ARS180. Estava simplesmente delicioso e foi, sem dúvida, um dos melhores lanches que comi na viagem! Continuamos caminhando pelo bairro e paramos numa cervejaria artesanal chamada GROWLERS. Tomei uma pint (copo com aprox. 600ml) de BLOND ALE (ARS 90) que estava muito boa. Seguimos caminhando até a cervejaria artesanal ANTARES. Desta vez pedi uma cerveja PILSEN (ARS 105). O ambiente é muito legal e o atendimento foi bem atencioso, apesar de estar bem cheio. Por fim terminamos a noite em um pub chamado SHANGAI DRAGON. Lembra muito os pubs ingleses com seu piso acarpetado e as mobílias de madeira. 4º dia: 12 de Março de 2017 (domingo) Cheguei a CASA ROSADA e comecei o tour guiado às 11h15. A parte interna é muito bonita, com muitos detalhes nos pisos e móveis e tapeçaria que lembram castelos europeus. Em alguns lugares não é permitido tirar fotos. Deixei a Casa Rosada e fui caminhando até a FEIRA DE SANTELMO. Passei por várias barracas de antiguidades, artesanatos, roupas até chegar ao MONUMENTO A MAFALDA, uma pequena estátua dos personagens do cartunista QUINO. Depois de uns 10 minutos de fila consegui tirar uma foto com os personagens. Comi num restaurante chinês por kg ali perto (não lembro o nome) e a comida estava muito ruim! (ARS 95). Segui caminhando pela feira e encontrei um mercado. Comprei uma cerveja QUILMES 500ml (ARS 28) e fui encontrar com meu outro amigo para irmos ao jogo do RACING. O estádio do RACING fica na cidade de Avellaneda, na região metropolitana de BA. Do centro até o estádio (de carro) leva uns 20 minutos. A atmosfera de um jogo do campeonato argentino é indescritível. Nosso “hermanos” são muito fanáticos e não param de torcer um segundo sequer. A partida terminou Racing 3 x 0 Lanús. Jogão! Na volta fiquei no centro, passei no CARREFOUR e comprei 2 garrafas do vinho DADA (ótimo custo x benefício!) e uma garrafa de QUILMES (ARS 195). Voltei pra casa do meu amigo, fizemos um churrasco até o começo da madrugada e fui dormir. 5º dia: 13 de Março de 2017 (segunda-feira) Fui até o bairro de LA BOCA, passei pelo CAMINITO e cheguei na LA BOMBONERA, estádio do BOCA JUNIORS. Paguei ARS 205 pelo tour guiado + museu. O museu faz muitas referências aos ex-ídolos, especialmente ao Palermo e Riquelme. O tour começa na arquibancada, passando pela geral, o campo, vestiários e termina em um salão com estátuas de ex-jogadores. Deixei o estádio e peguei um ônibus até o PUERTO MADERO. Almocei no SIGA LA VACA, que tem uma grande diversidade de carnes (picanha, costela, costela de porco, bife de chorizo, etc) e um farto buffet de saladas. Pra acompanhar, uma jarra de chopp QUILMES e uma garrafa d’água (ARS 375). Segui caminhando pelo porto e passei pela PUENTE DE LA MUJER e outros lugares da região. 6º dia: 14 de Março de 2017 (terça-feira) Acordei e fui até o JARDIN BOTÂNICO (entrada gratuita), onde havia uma exposição de pinturas no prédio principal. Fazia muito calor e os mosquitos atacavam sem dó. ***DICA***: Leve um repelente quando for visitar os parques de BA. Você vai precisar. Segui caminhando até o JARDIN JAPONÊS (entrada ARS 95). O jardim é lindo! Tem lagos com carpas, pontes, árvores e arbustos perfeitamente aparados. Um lugar perfeito para tirar ótimas fotos. Reserve ao menos UMA HORA nesse local. Em frente ao Jardin Japonês está a PLAZA ALEMANIA que só consegui conhecer porque um funcionário do parque me emprestou um spray repelente. De lá passei pelo MALBA mas não consegui entrar pq ele fecha justamente no dia que deixei pra visitá-lo (às terças-feiras). Fica pra próxima. ***DICA***: Procure saber com antecedência os dias que as atrações que deseja visitar ficam abertas. Continuei caminhando sob um sol escaldante até a PLAZA DE LAS NACIONES UNIDAS onde se encontra a FLORALIS GENERICA, a enorme flor de metal. O lugar rende belas fotos, vale visitar. Depois segui caminhando até o CEMITÉRIO DA RECOLETA. Já tinha passado lá antes com o Free Walks mas resolvi voltar para conhecê-lo com mais calma. O cemitério é um museu ao céu aberto, com belíssimas esculturas. Em frente ao cemitério há vários bares e restaurantes. Parei no BULLER PUB & BREWING. Tomei uma pint de cerveja RUBIA e comi uma porção de batata assada (ARS 250). Estava uma delícia! À noite fui com 3 amigos em uma pizzaria chamada KENTUCKY. Pedimos uma entrada de empanada de carne e a pizza foi meia mussarela meia verdura com creme branco. Tomei 2 chopps e estava tudo absolutamente divino. A conta saiu ARS 625 (ARS 156 pra cada), preço justíssimo. No manhã seguinte segui viagem para ROSÁRIO Anexo ao relato algumas fotos de Buenos Aires. Espero ter ajudado.
  8. Holá, que passa? jajajaja Antes, $ = peso argentino Troque apenas cerca de 200 reais no câmbio do Banco de La Nacion, pois a cotação não é favorável. Irei focar apenas na parte da agitação. Os programas turísticos tem bastante informação por aí. Bom, resolvi deixar meu relato a respeito da noite porteña pois como não consegui muita informação, eu e meus 3 amigos tivemos que descobrir na marra! Se você vai nesta intenção recomendo fortemente ficar por Palermo (de preferência Palermo SOHO). É por lá que ficamos, e a maioria dos pubs e baladas (ou boliches, como eles chamam) estão lá! A noite começa mesmo por volta de 1...2h da manhã, mas cuidado com as filas, que começam a se formar a meia-noite. QUARTA-FEIRA (MIÉRCOLES) - 16/09/2017 Bom, chegamos na quarta e fomos ver o jogo do Flamengo x Botafogo com a galera do consulado da FlaBsAs em um bar (Av Medrano 950) com cerveja artesanal (e forte!). Com 2 canecos de 500ml eu já estava no brilho! O preço foi $120 dose dupla, podendo escolher 2 brejas diferentes. O dono simpatizou conosco e me deu a única que não estava inclusa na promoção, de Whisk com Café. Nem preciso falar que é forte né? Depois, voltamos a pé para casa (ficamos em um loft pelo Airbnb, melhor coisa!) curtindo o frio. Paramos num McDonald's para comer algo. QUINTA-FEIRA (JUEVES) Acordamos tarde. Após trocar dinheiro no câmbio, almoçamos por lá e voltamos pra casa para descansar. De tardinha demos um role pelas redondezas para ver o que tinha de bom. Cerca de 21h fomos de Uber ao El Alamo (cerca de $100 a corrida) da Recoleta. É um bar/boate. Tem 3 andares. No segundo é para dançar e toca músicas locais e internacionais. Só dá jovem. (Detalhe que esqueci meu celular no Uber e foi um parto pra recuperar, mas enfim.) A entrada foi $120, revertidos em 2l de cerveja. Como eramos 4, ganhamos 2 jarras de 4l. Não conseguimos matar tudo e ficou metade de uma jarra lá! Dizem que a cerveja é batizada mas não senti nada de diferente, porém, não tome muito rápido pois é forte. Voltamos andando para Palermo Soho (mucho lokos), cerca de 20 min. As ruas em Palermo são tranquilas, preocupação quase 0 com segurança. Ainda paramos numa praça e ficamos trocando ideia com locais, fazendo rap (!!!) e cantando jajajajaja SEXTA-FEIRA (VIERNES) Na sexta depois de turistar, marcamos de casa e ao entardecer descemos para nossa esquina e ficamos numa mesinha do lado de fora da sorveteria bebendo umas Absoluts que compramos no freeshop do Brasil (dica: foi 46 reais cada uma) e conhecemos cerca de 8 garotas que ao ouvirem que éramos brasileiros sairam correndo pra sentar na nossa mesa (não estou exagerando, foi exatamente assim). Trocamos ideia no portunhol mas não passou disso. Ps.: As argentinas aparentam ser fáceis, mas são dificeis compañero!!! Porém, somos BR e não desistimos fácil hehehe Cerca de meia-noite partimos pra Kika (https://pt-br.facebook.com/KikaClubPalermo/) e cara, SÓ TINHA MULHER GATA, PIQUE MODELO. Ainda na fila fizemos amizade com uma galera que nos ouviram falando português. De início maldamos, depois vimos que eram gente como a gente. Dentro da boate, notamos que as mulheres ficavam nos olhando, literalmente encarando. No Brasil, isto quer dizer: pode chegar. Lá não. É comum elas te encararem a noite toda mas se você não chegar do jeito certo (que eu não sei qual é até hoje, mas dizem que é bailando), elas te dispensam. Não pegamos ninguém, saímos deprimidos rsrs SÁBADO Turistamos de dia. No fim da tarde, descobrimos um pub chamado Sullivan's Irish Pub(1702, Jorge Luis Borges) com chopp quilmes liberado de 18h a 00h por $180. Saímos trêbados. Resultado: meus amigos morreram em casa e eu saí sozinho em busca de alguma balada (era sábado a noite!). Entrei em um open bar chamado Gabbana. Foi $180 se eu não me engano. Não era grandes coisas, mas também não era ruim. Só era difícil chegar ao bar, então pegava logo 3 bebidas de uma vez rs DOMINGO De dia turistamos. A noite procuramos algo para fazer e achamos um Pubcrawl (http://www.buenosairespubcrawl.com/), que é um role por alguns pubs e termina numa boate. Funciona assim: $200 com 1h de cerveja e pizza liberadas no primeiro pub. Após, roda por mais 3 pubs com desconto nas bebidas e terminamos em na boate INK!. Foi lá que fiquei com minha primeira argentina <3 jajajaja Dica: se quer ficar loko, beba fernet cola. É uma bebida típica de lá, relativamente barata (entre $120 e $180 um copo generoso) e tem 38% de alcool. No início é amarga mas depois seu paladar acostuma. Começo da noite: Nos pubs: No fim da noite estávamos todos muito bem, como podem verificar: SEGUNDA: Fomos a uma boate a noite que não recordo mais o nome (me desculpem). Lá era mais underground, e subimos a área VIP apenas por sermos br. Lá compramos um combo de vodka smirnoff com 2 energéticos por $1000. Depois mais dois combos de Champagne com energético por $300 cada. Nos outros dias não saímos a noite, apenas turistamos. Qualquer dúvida, to a disposição. Saludos!
  9. Olá Pessoal, Depois de ler muitos relatos aqui no Mochileiros que foram fundamentais pra a construção do nosso roteiro de viagem ao Uruguai e Argentina, me sinto na obrigação de dividir com vocês um pouquinho da nossa experiência de viagem à Punta Del Este, Montevidéu, Colônia Del Sacramento e Buenos Aires. Nossa viagem durou 12 dias, de 02 a 14/06/2017 e posso dizer que foi mais que perfeita! Compramos nossas passagens áreas com 2 meses de antecedência, com a CIA Aerolíneas Argentinas através da decolar.com, pagamos na época R$ 1090,00 com Seguro viagem incluso. Optamos por comprar a ida para Montevidéu e a volta por Buenos Aires, uma vez que todos que já fizeram essa rota indicam conhecer primeiro o Uruguai e depois Buenos Aires por uma questão de transporte e confesso que foi nossa melhor escolha. Fechamos nosso roteiro da seguinte forma: 02/06 – Chegada em Montevidéu – Ida para Punta Del Este 03/06 – Punta Del este 04/06 – Punta Del este 05/06 – Saída de Punta Del este - Chegada em Montevidéu pela manhã 06/06 – Montevideu 07/06 – Montevideu – 08/06 – Saída de Montevideu – Chegada em Colônia do sacramento pela manhã – A noite Ida para Buenos Aires 09/06 – Buenos Aires 10/06 – Buenos Aires 11/06 – Buenos Aires 12/06 – Buenos Aires 13/06 – Buenos Aires 14/06 – Buenos Aires – Pela manhã retorno para SP Concluindo, ficamos 2 dias em Punta Del este, 3 dias em Montevidéu, 1 dia em Colônia do Sacramento e 5 dias em Buenos Aires. Foi tempo suficiente e mais que perfeito para conhecer todos os cantinhos das cidades.
  10. Salve galera mochileira!!! Acabo de voltar de um sonho, de uma paisagem mais estonteante que a outra, de um paraíso gigante chamado Patagônia Não tinha a menor ideia que iria pra Patagônia até pouco mais de 6 meses atrás... Ocorre que nós, mochileiros, voltamos de uma viagem já pensando na outra Nas minhas últimas férias em agosto, fui pro Nordeste: Recife, Porto de Galinhas e Maceió, e na volta da viagem já pensava em algumas coisas pras próximas férias... Na verdade, durante aquela viagem e até antes mesmo de ir pro Nordeste, já passava pela minha cabeça a ideia de ir pra Colômbia, Cartagena... Estava eu no voo de volta, divagando possibilidades de dias pra dividir as férias, quando ir pra Colômbia e eis que começa a passar no avião um documentário sobre...quem??? Patagônia!!! Especificamente Perito Moreno. Talvez esse nome não fosse muito estranho pra mim, talvez já tivesse ouvido falar antes, mas nunca tinha dado muita atenção... Fiquei olhando aquele documentário, as imagens passando...peguei o fone de ouvido e conectei pois já comecei a ficar impressionado com aquelas imagens... A voz do narrador do documentário era de quem enchia a boca pra falar de algo estupendo, grandioso, fantástico...e obviamente que a Latam levava vc pra lá e blá blá blá Depois começou a passar imagens de picos e montanhas impressionantes, que posteriormente vim a descobrir que se tratava de Torres del Paine e o Fitz Roy Comecei a pensar...por que não??? Já tinha ideia de dividir uma parte das minhas férias pra fevereiro, o documentário já dizia que o verão é a melhor época...Então...#partiu!!! Cheguei de viagem e já comecei a devorar tudo quanto é informação sobre aquela região Me apareceu o nome de Ushuaia, fim do mundo...mais alimento pra minha fome de desbravar a Patagônia... Pois bem, em 6 meses a Patagônia me passou de um lugar que eu nunca tinha dado muita atenção, se algum dia passou pela minha cabeça de ir pra lá devo ter pensado que jamais seria capaz, mas hoje...hoje já é uma realidade E essa realidade vou compartilhar agora com vcs Comprei as passagens pela Aerolineas saindo do Rio. Trecho RIO-AEP-USH, USH-FTE, FTE-AEP, AEP-RIO por R$2157,00 comprados com 50 dias de antecedência pq foi o máximo q a passagem tava abaixando. Depois subiu mais ainda mas... pro meu desespero.. já agora na semana de viajar, o preço caiu pra 1795,00. Pois bem, depois q vc compra a passagem é melhor nem olhar mais os preços pra evitar esse tipo de dor de cotovelo Já ia ser uma boa economia pra poder gastar mais na Patagônia e a Patagônia é caaaara, caaaaaara, muito caraaaaa. Vou falar mais uma vez que a Patagônia é cara tá!!! Mas enfim, dinheiro se gasta com o que nos dá retorno né...vou dissertar mais sobre isso adelante... Fiz um seguro de viagem pela assist-med no valor de R$ 75,68, plano prata mundial. Me parecia ter uma cobertura razoável no caso de alguma zebra hehe. Aquele tipo de coisa q vc paga esperando não ter q usar...E ainda bem q nao tive, mas viajar sem seguro não é legal... Quanto a roupas, comprei pouca coisa. Primeiramente é bom saber que eu não sou de sentir muito frio. Esse sou eu Já tinha algumas roupas que achava suficiente e pra completar só comprei na decathlon essas coisas aki: http://www.decathlon.com.br/trilha-trekking/roupas-de-inverno-masculinas/segunda-pele-camada-1/calca-segunda-pele-simple-warm-masculino-wedze?skuId=882049 Usei essa calça o tempo todo, não exatamente pelo frio, mas pq eu não tinha calça impermeável e, no glaciar martial por exemplo, tava chovendo, a calça jeans molhou e a térmica segurou legal. Nos outros dias usava como precaução mesmo, pois as trilhas são longas, o clima da Patagônia é muito imprevisível e tudo pode acontecer, então melhor andar prevenido. Ela é bem térmica, então mesmo qdo sentia calor, ela não incomodava http://www.decathlon.com.br/ski-snowboard/roupas-masculinas/segunda-pele/blusa-segunda-pele-simple-warm-masculino-wed-ze?skuId=1276916 Essa eu usei o tempo todo, pq já tinha um fleece mas ele é com gola alta e pra caminhada ia ficar muito quente, desconfortável. Fiz quase todas as trilhas só com uma camiseta normal e esse fleece por cima. Apenas no glaciar martial e na pinguinera que tive que colocar a campera pra completar http://www.decathlon.com.br/trilha-e-trekking/acessorios/meias-de-trilha/meias-arpenaz-50-high-adulto?skuId=1087671 meias pra trilha, perfeitas, andei ate 25km nas trilhas de Chalten com essas meias, meus pés agradeceram!! Além disso levei minha campera impermeável, o fleece de gola alta, que não usei, uma blusa de moleton, gorro, luvas e demais roupas normais. Sem segredo. Tênis fui com um só, no meu pé Quando empoeirava nas trilhas eu chegava no hostel, levava ele na pia e dava uma recauchutada pra ficar sociável de novo Minha viagem começou de véspera. Moro em Cons. Lafaiete/MG a 300km do Rio, to a 2 horas de Confins mas como as passagens são sempre mais baratas pelo Rio então eu vou pra lá Saí no onibus pro Rio as 16h de sabado, cheguei no Rio 22h e lá vou eu pra uma agradável noite de espera no Galeão... Domingo, 05 de fevereiro de 2017 Voo saindo do Rio as 07:10, teve até pedido de casório no avião, o comissário que namora a comissária há 10 anos pediu ela em casamento durante o voo, ela aceitou, o capitão abençoou e o povo aplaudiu ÊÊÊÊÊÊÊÊ Eu fui pela Aerolineas Argentinas, já vi muito comentário do povo metendo o pau mas comigo foi tudo muito sossegado, não tenho nada a reclamar da Aerolineas. Nada de atraso, cancelamento, desorganização, extravio de bagagem, lanchinho ok, por mim tá aprovada :'> A unica intempérie não foi culpa da Aerolineas...Eu já tinha lido muito sobre os bizarros ventos patagonicos, os difíceis pousos em Ushuaia, entao tava meio nervoso. Porém 3 dias antes a previsão do tempo indicava uma Ushuaia sem vento e até quentinha. Assim ficou. Saí bem aliviado que os tais ventos patagonicos não iam incomodar meu pouso em Ushuaia Mas...Se Ushuaia está bem, daí vem Buenos Aires e trolla vc Depois do romântico pedido de casorio, nosso capitão avisa que Buenos Aires tá raivosa, com vento oeste de 40km/h e que o pouso vai ser um tanto quanto interessante... Apertem os cintos, segurem-se em seus lugares e lá vamos nós, descendo, acelerando no meio das nuvens sem ver nada, dando umas quedas bruscas muito loucas, de repente aponta BsAs no meio das nuvens e a gente caindo loucamente e rapidamente sobre a cidade num chacoalhar radical com direito a pneus cantando na aterrisagem Pousamos inteiros sãos e salvos as 9 da manhã (sem horário de verão em BsAs) e a galera toda aplaude o pouso. Pensava eu que era pq o piloto foi ninja, mas não, todos os outros voos da minha viagem, que pousaram sossegadamente, foram acompanhados de aplausos. Me disseram q isso virou uma modinha na Argentina. Pois bem Desembarcados, imigração ok, sem fila. Um voo da Aerolineas parece q a maioria é argentino então brasileiros não pegam fila e os argentinos vão pro filão. Se fosse um Gol ou Tam, ia ter um monte de brazuca e a fila da imigração ia tá grandona...Sei lá tb, palpite Olho na câmera, polegar na maquininha, carimbo no passaporte, bienvenido, nada más Aduana super sussa tb, só passar as mochilas enquanto os operadores conversam entre si e eu vi q eles nem tavam olhando minha mochila no raio x, tavam nem aeee Agora direto pro câmbio. Câmbio na Patagônia não é bom, depois fiquei sabendo que no Hotel Antartida em Ushuaia tava 1 real = 4,80 pesos e em Calafate ainda pior. E no aeroparque tava 1 real = 5,10 pesos, então era ali q eu ia trocar. Tinha uma fila básica no câmbio, umas 12 pessoas, e meu voo pra Ushuaia era 11:20, então eu não tinha pressa mas tb nao tinha tempo sobrando. Acabei ficando quase meia hora na fila do câmbio, então leve isso em conta se vc tem escala apertada... Quando tava quase na minha vez aparece uma menina desesperada, que o embarque do voo dela começava 10:20 e já era 10 horas e pedindo o povo pra passar na frente pq tinha q cambiar pesos, arrastando um portuñol bem tipico. Entao conheci a Tati, de BH, que tava indo pra Calafate. Como todo mundo ja tinha deixado ela passar e eu era o proximo, tb fiz a caridade, já q meu embarque só começava 15 min depois dela. Enquanto o caixa do cambio não liberava, ela me contava q ia pra Chalten depois e pelas datas a gente ia esbarrar por lá tb e saiu um tanto quanto esbaforida com medo de perder o voo Levei todo dinheiro em grana viva. 5 mil reais. Cartão de débito liberado pra uso no exterior, mas só em emergência. Cartão de crédito idem. Troquei 4 mil reais, deu 20400 pesos, tudo em nota de 100. Imagina o paçoco de dinheiro, 204 notas Como disse, a cotação de real era 5,10 e todos os preços q eu relatar em pesos aqui vcs dividem por esse valor pra ter uma ideia em reais. Eu vou falar aqui todos os preços de passagens, hospedagens, passeios...comida as vezes, pq aí já é mais pessoal, tem quem cozinhe e quem coma na rua, quem goste de carne e quem não goste. E presentinhos tb sao gastos mto particulares, acho q nao precisa relatar. Mas vou fazer um balanço geral de gastos no final :'> Saí do cambio direto pra sala de embarque domestico, nem procurei o guichê da Aerolineas pra despachar e fui assim mesmo, com o mochilão nas costas e a mochilinha na mão. Sem problema, passei Depois de 3h de um voo tranquilo, cheguei em Ushuaia no meio de uma tarde de verão, sem vento, sol entre algumas nuvens, 15 graus :'> Tentei dar uma espiada pra ver se tinha alguem com cara de mochileiro pra tentar dividir um táxi mas nao, não deu Peguei um táxi de fora do aeroporto e a corrida até o Antartica Hostel deu 160 pesos O Antartica Hostel é muito bom, confortável...de incoveniente só o que todo mundo já citou aqui, que os banheiros são no térreo, atrás da recepção. Então se vc tá no 2° andar e quiser dar um pulinho no banheiro na madruga, vai ter q sair do quarto quentinho, dar uma corridinha na varanda geladinha até entrar na cozinha e descer a escada, passar pela recepção onde o cara lá vai olhar pra tua cara amassada e aí sim vc chega no banheiro Fora isso, os quartos tem um tamanho bom, fiquei num de 6 camas, os lockers sao bem grandes, o café da manhã é suficiente, os ovos estão lá inteiros pra vc fazer o q bem entende com eles. Só não tem nenhuma fruta mas tem sucrilhos e um pãozinho macio q é uma beleza. Os chuveiros são quentes e é só pedir toalha na recepção que eles te dão. :'> Fiz a reserva pelo próprio site do hostel, os contatos foram por email. Reservei 45 dias antes de ir pq me falaram q o Antartica é concorrido no verão. Não precisa pagar nada adiantado, só confirmar a reserva por email uns 4 dias antes O valor da diaria é 400 pesos, pagando em dinheiro dão descontinho. Minhas 4 diarias que seriam 1600 pesos, com desconto deu 1520 Depois do checkin, animadissimo pra desbravar o fim do mundo Fui na clássica placa do fim do mundo tirar a clássica foto Pouco ali pra frente tem umas casinhas das empresas que fazem os passeios no canal. Eu queria a Pinguinera. Sabia que era caro e só a Piratour fazia. E é caro, foi o passeio mais caro de toda viagem. Tinham 1 vaga para o dia seguinte e depois vagas para quarta. Apesar de caro, é concorrido. E esse caro eu to falando de 2500 pesos!!!!!!!!! Existem outros por 1500 pesos, mas não descem na ilha dos pinguins, só chegam perto. Mas era o passeio q eu mais queria fazer em Ushuaia. Queria muito andar bem pertinho dos pinguins Pensei algumas coisas: 1 - Qual a chance de um pinguim chegar aqui em Minas? Vez ou outra, no inverno, aparece um pinguim perdido no Sul, em Floripa...Mais incrivelmente ja vi noticia uma vez de um pinguim perdidão no Rio. Mas e o pinguim subir a serra e vir parar aqui pra Minas? Sem chance! Pinguins nunca virão em Minas, mas o mineiro estava em Ushuaia.... 2 - Qual a chance de eu voltar na Patagônia? Eu, particularmente, tenho uma filosofia de que figurinha repetida não completa álbum e esse mundo é muito grande pra pouca vida 3 - Pra que eu trabalho? Pra que eu aturo chefe todo dia? Cobrança de meta todo dia? Cliente chato todo dia? Pensei que todas essas coisas que passei é que me proporcionaram ganhar meu salário e poder estar ali. Então é caro? Sim. Mas eu queria fazer. Demais. Me permiti o presente, e se vc tem vontade de fazer, vá! Então bora, pinguinera reservada pra quarta. Depois fui bater pé a toa pela cidade, andar pela famosa San Martin. Procurar algo pra comer e o primeiro lugar que vou a hamburguesa é 230 pesos uauaaaaaaaa To fora Sem base essa inflação patagonica. Os sanduíches da Aerolineas eram até bem fartos e eu não tava com muita fome. Vi uma padaria que vendia churros, era 2 por 20 pesos, então ataquei hehe. Dei uma volta na orla, tava uma bela tarde de sol, aquele arzinho frio típico, mas até tirei a blusa, de boa, tempo super agradável, 15º no sol e sem vento é gostoso. Passei no mercado La Anonima, na rua de trás do hostel, comprei uns lanchinhos de trilha, frutas, biscoitos, sanduiche natural... kits de sobrevivencia na Patagonia deu 89 pesos e o resto do dia descansando no hostel depois da maratona de quase 24 horas pra chegar no fim do mundo Nos supermercados não tem sacola. Tem pra vender, 10 pesos essas sacolas ecológicas. Eu levei pouca coisa na mão mesmo, mas como tinha levado muitas sacolas plásticas daqui pra colocar roupa suja ou molhada, essas coisas, então das outras vezes q ia no supermercado já levava sacola Anoitece depois de 22 horas Segunda, 06 de fevereiro de 2017 O tempo virou em Ushuaia. O domingo de sol virou uma segunda nublada e de garoa. Frio o dia todo, minima de 9° e máxima de 11° Mesmo com o tempo assim, resolvi ir no glaciar Martial. Era umas 11 horas, tinha pouca gente no hostel essa hora, os poucos q estavam lá não pareciam mto animados. Saí andando mas o tempo tava bem feio, eu tava com medo de piorar, então peguei um táxi pra chegar rapidinho lá em cima. O taxi deu 180 pesos. Mas não precisa, pode ir a pé, a não ser que vc queira chegar mais rapido ou se poupar da subida. Uns 15 minutos o táxi me deixou na entrada do parque do glaciar. Nenhuma alma viva, 1 carro parado, tempo fechadão... Entrei no guardaparque, peguei um mapa e o cara me disse aproximadamente 2 horas pra ir e voltar. Fui subindo a pé pela pista de ski q em fevereiro é só uma estrada de pedras. Tava 10 graus, eu de camiseta, fleece e campera, tava garoando e a mochila nas costas, subindo aquele morro, mesmo com o frio minhas costas suavam. Foi aí que dei importância pra um item que muita gente fala aqui e eu não levei mas é importante: camiseta dry-fit. Qdo vc sua no frio, o suor fica frio e qdo vc puxa a camiseta pra trás e encosta ela de novo no corpo, vc sente o qto o suor tá gelado... Maior bruma envolvente, não via nada!! Cheguei na plataforma superior e dali tem 2 trilhas, uma indo pelo bosque e outra beirando o rio. Vc pode ir por uma e voltar pela outra. Fui pelo bosque, voltei pelo rio. No fim dessas trilhas é que começa propriamente a trilha pro glaciar. Da entrada do parque até esse ponto é uma subida contínua mas não é dificil. Desnivel de 220 metros. Daqui pra frente é a trilha ao glaciar, desnivel de 275 metros e trilha entre pedras. Segui enxergando poucos palmos à minha frente... Lá pelo meio da trilha a bruma envolvente começou a ir embora. Já dava pra ter uma visão melhor do que tinha pra frente. No final da trilha q a subida é mais pesadinha, zigue zague, pedras...mas cheguei lá de boa Só tirei umas fotos do gelo, pisei no gelo, meu primeiro contato com um glaciar!!! Fui voltando, o tempo seguiu abrindo, mesmo assim ver Ushuaia lá em baixo era sem chance. Tem uma outra trilha que vai pra um mirador da cidade. Fui até lá mas obviamente não tinha cidade pra mirar... Na volta o tempo já tava um pouco mais limpo... Pero, donde está la ciudad? Cheguei de volta na entrada do parque 14:30. Fui voltando a pé pra Ushuaia, ziguezagueando por aquela estradinha sinuosa, vez ou outra pegando um atalho onde via as estacas amarelas. Devo ter levado uma hora pra descer Não recomendo ir ao Martial se o tempo tiver feio. Vc nao vai ver muita coisa, não dá pra ter aquela panorâmica bacana. Mesmo assim achei muito bonito e recomendo como ótimo passeio pra dias de tempo bom Chegando em Ushuaia fui procurar comida. Caríssimo comer em Ushuaia. Fiquei num lanche, 2 empanadas e café por 135 pesos. Passei no supermercado, comprei 2 peras e 3 pêssegos por 41 pesos e fui completar isso como janta no hostel
  11. De Balneário Camboriú até Buenos Aires de Ônibus Depois de tantas viagens aqui pelo Brasil, chegou a hora de aumentar os quilômetros rodados e ir para mais longe. Este é meu primeiro relato aqui no site e peço desculpas caso meu relato não esteja tão bom quanto os muitos aqui do site, mas como para tudo há um começo lá vou eu. Decisão do Destino Inicialmente tinha certo receio de ir para fora sozinho, pois pensava uma coisa é viajar sozinho em seu país e outra é viajar sozinho no exterior. Pois bem como sempre tiro férias fim do ano e nunca sei ao certo as datas fica impossível poder programar a compra das passagens aéreas. Por isso decidi que iria viajar de ônibus. O destino inicial era o Uruguai, um país pequeno, e próximo de onde moro no caso Santa Catarina. Fiz várias pesquisas sobre o país, locais para visitar lista de hostels, e tinha no roteiro inicial a ideia de dar um pulo em Buenos Aires através dos barcos que fazem a travessia de uma país ao outro através do Rio da Prata. Mas em minhas pesquisas sobre o que fazer em um dia em Buenos Aires, acabei me encantando pela cidade e cai de cabeça nas pesquisas e decidi que iria para Buenos Aires devido ao grande número de atrações das cidades. Bem nas pesquisas acabei definindo quais pontos visitar nos dias que passaria na cidade e peguei dicas com amigos que já visitaram a cidade e claro com meu chefe que por sinal é argentino. A decisão mais difícil foi em qual bairro ficar na cidade, cheguei a abrir um tópico aqui no mochileiros.com pedindo uma ajuda para galera. Por fim decidi por me hospedar em San Telmo, um bairro lindo e histórico muito bem localizado na cidade. Tive um problema com meu cartão, o banco garantiu que a função internacional estava liberada, mas na prática na hora de reservar o hostel isso não ocorreu, por sorte fiz a reserva diretamente com a adm do hostel via watsapp e fiquei de pagar em dinheiro na minha chegada no dia 27/12/16. Feito isso chegou a hora de comprar as passagens, moro em Jaraguá do Sul no norte de SC, o embarque mais próximo para Argentina seria Balneário Camboriú SC, como estava de férias resolvi aproveitar para passar um dia em Balneário e comprar as passagens (Balneário fica a menos de uma hora e meia de viagem aqui de minha cidade). As passagens saíram R$ 480,00 cada totalizando R$ 960,00 ida e volta. (Bem menos do que apenas uma passagem de ida no mesmo período de avião). A data de embarque marquei para 26/12/16 e o retorno dia 03/01/17. Escolhi o serviço semi-cama que seria mais ou menos o nosso semi-leito do Brasil. Saída de Balneário Camboriú 26/12/16 Chegado o dia da viagem saí de Jaraguá do Sul as 05:30 da manhã rumo a Balneário Camboriú, pois conforme orientado é necessário chegar com uma hora de antecedência para ser feito o check-in. Chegando em BC fiz o check-in, no meu caso o fiz com minha carteira de identidade (dica a mesma deve estar “atualizada” para esta viagem fiz uma identidade nova pois a minha tem mais de 10 anos, e li em alguns blogs e sites que eles ás vezes não aceitam identidades antigas, por isso achei melhor não arriscar). Para entrar na Argentine você pode usar o passaporte ou a identidade (CPF, Habilitação, Título de Eleitor não são aceitos). Após fazer o check-in fui para a sala vip da empresa de ônibus na rodoviária de Balneário Camboriú uma sala espaçosa com café fresquinho, ar condicionado e televisão ( se bem que esses itens a rodoviária também conta), mas local agradável. Em fim foi anunciado o momento do embarque. No meu caso não tinha bagagem para deixar no maleiro do ônibus, pois levei apenas minha mochila (mochila pequena, diga-se de passagem, esse ano irei comprar uma mochila digna de um mochileiro hehehehe). Mesmo assim a mesma precisa ser etiquetada juntamente com a passagem. Meu acento era na parte superior nos fundos do ônibus, no embarque ganhei uma caixinha com biscoitos, alfajor e suco de maçã. O ônibus não sai lotado de Balneário Camboriú, ele faz paradas em Florianópolis SC, Torres RS e Porto Alegre RS daí sim ele acaba lotando. Como a viagem é longa aproveitei para colocar a leitura em dia, até o fim dia conclui a leitura de um livro de 400 páginas. O ônibus diz que conta com wi-fi porém o mesmo não funcionava. Chegamos na fronteira em Uruguaiana RS por volta das 01:00 da manhã do dia 27/12 /16, chovia torrencialmente, o ônibus para em frente ao prédio da Receita Federal, a onde descemos na chuva e ficamos numa fila, a onde quando chega sua vez o agente pede sua identidade e passagem e não fala nada e te libera (processo não dura 1 minuto) já a fila..... Feito isso todos embarcam no ônibus novamente e cruzam a ponte sobre o rio Uruguai rumo a Passo de Los Libres já na Argentina. Se achou que daí em diante é só seguir viagem rumo a Buenos Aires está completamente enganado, você cruza a ponte e cai direto em um posto da Gendarmeria Nacional Argentina e novamente todos descem do ônibus (como dito no meu caso em uma chuva daquelas com raio e trovões comendo soltos) e detalhe lá o posto é menor que o Brasileiro e você tem que fugir da chuva como pode. E o processo é mais demorado, quando chega sua vez de ser atendido, o agente novamente pede seu documento e passagem, e fica lá digitando um punhado de coisas e te entrega um papelzinho bem simples é o visto de turista com validade de 90 dias, este papel deve ser muito bem guardado pois tem que ser entregue na volta ao Brasil. Após todos fazerem o processo é hora de voltar ao ônibus e seguir viagem até Buenos Aires, e até a capital é chão mas as estradas no lado argentino até lá são duplicadas, e pelo que notei são pedagiadas. A viagem é tão longa que tu acaba fazendo amizades no ônibus, conheci uma galera bem legal e de várias partes do Brasil que escolhem o ônibus como meio de transporte até o país vizinho. Entre as pessoas que conheci, havia um brasileiro que mora em Buenos Aires há 07 anos e que estava em férias em Porto Alegre, ele foi de grande ajuda pois nos levou em um local seguro para trocar dinheiro na rodoviária mesmo (precisei trocar uma pequena quantia lá pois levei apenas reais, não fiz câmbio no Brasil) e também nos levou a um local para fazermos o cartão SUBE (que você usa no metrô e ônibus em Buenos Aires). Também conheci uma moça de Porto Alegre, a qual se tornou uma amiga de viagem. Uma última informação, saí no dia 26/12 ás 09:00 da manhã de Balneário Camboriú e cheguei no dia 27/12/ por volta das 13:00 horário local ( Buenos Aires não tem horário de verão então atrasei meu relógio) 1º dia - San Telmo, Centro e Puerto Madero Da rodoviária do retiro que fica numa região central, fui de subte (metrô portenho) direto para o Hostel. Como dito tudo certo no check-in, após quase 30 horas de viagem uma pessoa normal iria o quê? Descansar correto? Não eu, larguei a mochila no quarto e parti para conhecer as redondezas. San Telmo é um bairro lindo histórico repleto de bares, restaurantes, mercados, em fim um local boêmio. A primeira coisa que fiz foi conhecer a estátua da Mafalda (personagem das tirinhas de jornais de muito sucesso na América Latina) o local virou ponto turístico obrigatório em San Telmo. Aproveitei a caminhada e acabei seguindo entre as ruas estreitas do bairro e quando me dei conta estava em plena Praça de Maio, com a casa rosada bem a minha frente, claro que aproveitei para tirar muitas fotos por lá. Fui me informar se haveria visitas guiadas no fim de semana, porém por ser fim de dezembro as visitas estavam suspensas. Decidi retornar para o hostel e descansar. Mas no meio do caminho a amiga que tinha feito no ônibus perguntou o que faria durante a tarde. Disse que já estava caminhando pela cidade, ela sugeriu irmos à Praça de Maio para vermos a casa Rosada. Embora já tivesse passado por lá, topei na hora, afinal não tinha nada para fazer e ainda não conhecia ninguém na cidade. Retornei à Praça de Maio para espera-la. Novamente mais fotos em frente à casa rosada (o legal das praças de Buenos Aires é que elas são bem animadas, as pessoas deitam-se nos gramados para descansar, ler, beber com os amigos). Decidimos ir para Puerto Madero que é bem próximo da Praça de Maio. Antes passamos pelo Centro Cultural Kirchner um belo palácio próximo a Casa Rosada. Chegamos a Puerto Madero que realmente é um bairro lindo, moderno, cool e caro. Paramos em um restaurante tomamos uma água e um suco e lá se foram $200,00 (pesos). Mas valeu a pena porque o local é sensacional. De lá decidimos retornar a San Telmo a onde esta minha amiga tinha amigos também hospedados na cidade. Marcamos de nos encontrar em um barzinho próximo a Mafalda. Foi muito divertido de lá seguimos para um pub de estilo inglês também em San Telmo, e por fim fomos em um outro pub mais movimentado também em San Telmo próximo ao Hostel a onde estava hospedado. Assim conclui meu primeiro dia em Buenos Aires que adentrou o segundo dia, cheguei tarde no hostel digo cedo. 2ºdia inteiro dedicado ao Bairro da Recoleta Buenos Aires é uma cidade ideal para ser descoberta a pé, (isso é o que todos os guias falam) e realmente pude constatar que estavam cobertos de razão. A cidade de Buenos Aires é plana e suas calçadas estão bem cuidadas. Mas depois do meu primeiro dia agitado na cidade resolvi fazer um passeio cultural conforme tinha programado. Por isso decidir ir para Recoleta, um dos bairros que preservam aquele ar aristocrático da Buenos Aires de antigamente. O bairro é lindíssimo repleto de cafés e atividades culturais gratuitas. Minha primeira parada no bairro foi no Palácio das Águas Correntes, um prédio muito bonito que você ao vê-lo pensa ser algum órgão importante do governo local. O prédio realmente é bem importante, porém ele foi a primeira sede do departamento de saneamento da cidade, ou seja, um prédio lindíssimo feito exclusivamente para tratamento da água. Após algumas fotos no Palácio das Águas Correntes, segui direto para a livraria El Ateneo, que é uma rede de livrarias bem famosas na cidade, porém a unidade da Recoleta é ainda mais famosa e alguns sites a listam como uma das livrarias mais incríveis do mundo. O motivo? Esta livraria está localizada em um antigo teatro, que foi todo preservador a adaptado para receber os livros e claro um café muito charmoso. Como sou um amante dos livros passei com certeza umas duas horas no El Ateneo da Recoleta, tirei muitas fotos e claro aproveitei para ler muito. El Ateneo acabou sendo o ponto de encontro com aquela minha amiga que conheci no ônibus. Como as amigas delas ainda não haviam chego a Buenos Aires (elas saíram no Brasil um dia depois de nós) fizemos mais um dia de passeio. Do El Ateneo seguimos rumo ao cemitério da Recoleta a aonde estão enterradas diversas personalidades argentinas dentre as mais famosas a emblemática Eva Perón. Quando chegamos ao cemitério já era por volta do meio dia o sol estava castigando (pessoal fica a dica Buenos Aires tem um verão bem quente). Antes de irmos ao cemitério paramos em uma sorveteria (Buenos Aires possui muitas sorveterias ou gelaterias uma melhor que a outra). Na sorveteria que se localiza em um belo Bulevar em frente ao cemitério. Baterias recarregadas fomos ao cemitério, lá chegando existem horários de visitas guiadas (algumas pagas), decidimos achar o famoso mausoléu por conta através do mapa do cemitério, mas nos perdemos e tivemos que recorrer a um funcionário do local que nos indicou o caminho. A surpresa em vista dos túmulos suntuosos (que facilmente acolheria uma família inteira em vida) o de Eva Perón é bem simples, porém com uma fila de turistas querendo fotografá-lo. Após visitar o cemitério demos uma volta no shopping em frente ao cemitério para descansarmos no ar-condicionado e seguirmos com a pernada pelo bairro. De lá nosso roteiro seguiria para o MALBA (Museu de Arte Latino Americana de Buenos Aires). Porém antes acabamos fascinado com um belo prédio suntuoso com gigantes colunas gregas, era a faculdade de Direito de Buenos Aires, minha amiga quis entrar para vê-lo por dentro, e valeu muito a pena, o local é muito bonito (gratuito) wi-fi nota mil rsrsrs, e com muitas informações relevantes sobre a história da Argentina. (Este prédio não consta nos guias de viagens, pelo menos nos que pesquisei). Da faculdade de direito fomos para o Museu de Belas Artes de Buenos Aires, ali permanecemos um bom tempo porque as obras são belíssimas, o museu possui um ambiente mais lindo que o outro, você viaja no tempo e conhece vários momentos da história mundial e argentina através das obras ali expostas, esta também é uma atração com entrada gratuita que vale muito ser conhecida. Depois de conhecer o Museu de Belas Artes, fomos a Floralis Genérica, que nada mais é que uma bela flor metálica em meio a um belo parque n coração da Recoleta. Essa atração merece ser visitada sem sombra de dúvidas, aproveite tome um sorvete e tire muitas fotos. E por fim ainda na Recoleta, concluímos a pernada no MALBA a onde fui ver pessoalmente um quadro muito famoso em nossas aulas de artes e história, o Abaporu de Tarsila do Amaral. Essa obra faz parte do acervo permanente do MALBA. Sim um quadro brasileiro em terras portenhas. E o mais legal é que no MALBA você encontra obras de vários artistas famosos do continente como a Mexicana Frida Kahlo. Um detalhe importante o MALBA cobra entrada, quando fui foram $50,00 (pesos) Após concluída a jornada pela Recoleta por volta das 18:00 regressamos para nossos respectivos hostels, minha amiga em Palermo e eu para San Telmo, nos demais dias seguimos roteiros distintos. Conhecê-la foi uma destas alegrias inesperadas nestas viagens “sem roteiro. ” Ao retornar ao hostel conheci minhas colegas de quarto, como cheguei tarde e saí cedo não deu tempo de nos apresentarmos, uma brasileira de Porto Alegre e uma colombiana de Bogotá. Amizade à primeira vista, e um convite para um show de tango a céu aberto em San Telmo, junto com outro brasileiro e um americano do Texas. Os brasileiros e o americano se renderam a experimentar o Fernet bebida típica argentina, como trabalho em uma empresa argentina já conhecia a bebida e dispensei a rodada. No fim acompanhei a amiga colombiana no Gim. O show de tango ao ar livre foi legal, tamanha foi minha surpresa ao descobrir que o dançarino era brasileiro, brinquei com os colegas de mesa que isso era uma prova da globalização um brasileiro dançando tango em plena Buenos Aires, agora preciso ir ao Rio de Janeiro e conhecer um argentino dançarino de samba. Após o show acabamos indo para um dos barzinhos de San Telmo para pôr fim retornarmos ao hostel, e assim findou-se o 2º dia em Buenos Aires. 3º dia Caminito e Microcentro, e Congresso Nacional Acordei cedo tomei um café caprichado com muito doce de leite, e fui para mais um dia de caminhada, com um objeto comprar lembrancinhas, e uma dica preciosa o Caminito possui as lembrancinhas mais baratas da cidade, mas mesmo lá você deve pesquisar bastante. Como estava em San Telmo fui de transporte público (Linha C do Metrô até a estação Constituicion, e de lá um ônibus linha 53 que para em frente ao Caminito). Foi tranquilo usar o transporte até o Caminito além de ser mais barato, grande parte da frota parece antiga à primeira vista, mas ao entrar neles eles são bem confortáveis e na sua maioria contam com ar condicionado e wi-fi. Chegando lá você é abordado por suposto “dançarinos (as)” de tango que te convidam para tirar fotos, chega a ser chato a maneira como te abordam, como já tinha lido muito a respeito já sabia que as fotos são cobradas, ao ser abordado já fui direto ao ponto e perguntei quanto custava a foto, a guria me responder R$ 30,00 por três poses, mas nem em sonho pagaria esse valor para tirar 03 fotos com meu próprio celular, agradeci e disse que era um viajante econômico kkkk, pronto um santo remédio elas acabam falando para as outras supostas dançarinas que você não tem dinheiro e pronto não te importunam mais. O Caminito é um local muito lindo parece uma galeria de arte a céu aberto, você vai encontrar muitas apresentações musicais, cuide ao tirar fotos e filmar qualquer uma delas, você será cobrado, presenciei uma discussão com turistas lá. Quanto as lembrancinhas são muitas opções de preços variados, aconselho andar por todo Caminito antes de comprar qualquer item, pois você encontra o mesmo item com preços diferentes. Por exemplo comprei uma caneca da Mafalda para minha mãe, na primeira loja que vi estava a $50,00 (cinquenta pesos) e após andar todo o Caminito encontrei a mesma caneca por $ 25,00 (vinte e cinco pesos), os famosos imãs de geladeira então vale a pena pesquisas, por exemplo comprei 5 imãs por $50,00 (cinquenta pesos) já em algumas lojas o mesmo imã sai por $20,00 (vinte pesos). Aproveite o Caminito para tirar muitas e muitas fotos. O Caminito possui uma variedade boa de restaurantes com preços bem bacanas. Após muitas fotos, lembrei que precisava fazer câmbio, pois não troquei todos os meus reais ao chegar a Argentina. Decidi ir ao Micro Centro em busca de uma casa de Câmbio. Quando se fala em Câmbio em Buenos Aires, o endereço mais lembrado é a Calle Florida no centro da cidade, este local é uma rua fechada para pedestre na década de 70, a onde você encontra muitos, muitos mais muitos turistas em sua maioria brasileiros. Ao andar por esta espécie de “calçadão” gigante prepare seus ouvidos para ouvir pessoas berrando: “-Câmbio, Câmbio! ” Estas pessoas te abordam e te levam para locais pouco convencionais para fazer a troca do dinheiro, como pesquisei e vi muitos relatos de pessoas que foram roubadas ou que receberam notas falsas, achei por bem ir direto a uma casa de câmbio oficial (quando se vai com um orçamento mais ou menos na estica é melhor não arriscar). Na Calle Florida, você vai encontrar lojas dos mais variados produtos, porém por ser uma região de muitos turistas os preços não são os melhores da cidade, os portenhos mesmo compram em outras regiões da cidade. Mas em fim como uma das paradas obrigatórias na Calle Florida é a Galerias Pacifico, foi para lá que fui e já aproveitei para fazer a troca de dinheiro em uma casa de Câmbio existente dentro da galeria. Quanto as Galerias Pacíficos, posso dizer que todos os guias de viagens e blogs tem razão na descrição que fazem dela, realmente é um local muito bonito, não encontrei nada igual ainda aqui no Brasil, se tiver algo parecido por gentileza me informem nos comentários, um palácio transformado em shopping, dica para turistas econômicos os preços são salgados na Galerias Pacífico, porém a praça de alimentação tem opções baratinhas para um lanche rápido, mas como queria almoçar apenas tomei um sorvete nas Galerias Pacifico e saí em busca de um restaurante ali mesmo pela Calle Florida. Encontrado um restaurante BB (bom e barato), prato padrão (milanesa de carne com papas fritas e suco de laranja) $ 90,00 (noventa pesos). Na parte da tarde resolvi conhecer o Congresso Nacional, lá chegando um funcionário do congresso passando pela rua vendo que estava fotografando o prédio, me chamou e disse para segui-lo para tirar uma bela foto da cúpula do congresso de um ângulo diferente, o senhor me pareceu de confiança e acabei por segui-lo até uma lateral do congresso a onde ele me mostrou um prédio espelhado no qual a cúpula do congresso se reflete por inteiro, realmente rendeu fotos bem legais, o senhor um argentino funcionário do congresso apaixonado pelo Brasil, todos os anos passa férias no Rio de Janeiro, disse que sonha morar no Brasil. Agradeci do simpático senhor e descobri que o Congresso é aberto para visitas, e que a última visita de 2016 ocorreria naquele mesmo dia ás 15:00 horas. Me cadastrei para fazer a visita. Aproveitei para passear pela praça em frente ao congresso enquanto não chegava a hora da visita, aproveitei para visitar a biblioteca do senado, e também parei para tomar um café nas imediações. Chagada as 15:00 se iniciou a visita guiada pelo congresso Nacional (ironia como não conheço Brasília, acabei por conhecer primeiro Congresso, Senado e a Sede do Governo do País vizinho) O prédio é lindo, com uma história bem legal e no final da visita ainda lhe dão de presente a Constituição Argentina. (Agora tenho a obrigação de conhecer Brasília hehehehe). Neste dia andei tanto que cheguei no hostel tomei um banho e simplesmente apaguei. 4º Dia Palermo e Recoleta novamente Logo cedo foi de despedida da amiga brasileira que estava no hostel, assim como eu ela voltaria de ônibus, como ela chegou a Buenos Aires via Buquebus vinda do Uruguai, ela não sabia ao certo a onde era a rodoviária do Retiro, e acompanhei ela até lá Saindo do Retiro, me dirigi novamente a Recoleta, pois tinha que visitar um bar muito famosos o qual um amigo pedira que tirasse a foto de uma guitarra lá exposta, ambiente muito legal e uns drinks bem refrescantes para enfrentar o calor que fazia. (Nesse dia estava mais mão aberta como já havia economizado nos dias anteriores, estava sobrando uma graninha). Saindo da Recoleta me dirigi a Palermo, um bairro muito lindo e boêmio, bares e lojas para todas as tribos para todas as tribos mesmos. Li em um blog a respeito de um clube com restaurante que servia uma carne de ótima qualidade por um preço maneiro. Valeu a pena a carne era muito boa (dica se você não é fã de carne mau passada, sempre peça no ponto um pouco mais ) eles vão entender. Ao sair resolvi dar uma andada pelos bosques de Palermo (um jardim mais bonito que o outro). Ao retornar para o quarto encontrei meu novo colega um francês, por sorte minha amiga colombiana falava francês, e naquela noite lá fomos nós (brasileiro, colombiana, francês e um peruano) para um dos barzinhos de San Telmo, cerveja e empanadas para animar a noite! 5º Dia – Tour Pela Avenida de Mayo No dia 31 fiquei no hostel durante a manhã, e na parte da tarde eu, minha amiga colombiana e o amigo francês, fomos a um free tour a partir do congresso nacional até a casa rosada, foram umas 03 horas de tour caminhando e conhecendo um pouco mais da história dos pontos turísticos e outros nem tantos desta região central da cidade. Vale muito a pena, não fiz o city tour de ônibus (o mesmo está custando mais $400,00 pesos). O tour foi muito proveitoso e rendeu belas fotos. E você contribui com o que pode. Ao voltar para o hostel a cozinha estava lotada, também foi combinado um churrasco a onde cada hóspede faria uma salada de seu país para compartilhar com os demais, resolvi fazer um vinagrete (com ajuda via watss da minha mãe, porque não sou um hábil fazedor de saladas kkkk). Foi um banquete de sabores uma salada melhor que a outra e claro carne muita carne. Próximo à meia noite quem quisesse poderia acompanhar um grupo que sairia do hostel para ver a queima de fogos em Puerto Madero. 6º dia – Feirinha de San Telmo Domingo dia 1º de Janeiro, tudo fechado em Buenos Aires, o jeito foi mosquear no hostel até meio dia. No hostel informaram que alguns restaurantes estavam abertos. Lá fomos eu e o amigo francês caçar o almoço, mas no fim apenas fizemos um lanche. Ahhh pela manhã nossa amiga colombiana partiu rumo a Mendoza, de lá seguiria para Santiago do Chile e posteriormente para Lima Peru (que inveja boa dela rsrsrs). Na parte da tarde resolvemos ir na Feirinha de San Telmo que ocorre todo domingo faça chuva ou sol seja feriado ou não. Uma feirinha bem grande com antiguidades, roupas usadas, comidas, bebidas, lembrancinhas, artigos made in china, só não vende animais mas de resto tem tudo o que se possa imaginar. Meu amigo francês comprou sua cuia de mate, ele me questionou porque não comprei uma para mim, expliquei que a onde moro no Brasil também tomamos mate (chimarrão) e que já tinha algumas cuias em casa, assim como no Caminito é bom pesquisar a feira toda antes de comprar um item, os preços variam bastante. De volta o hostel foi fazer uma janta, banho e cama. 7º e último dia. No último dia hora de deixar o hostel, eu em direção ao Brasil e meu amigo francês seguindo viagem para Iguaçu na Argentina. Passamos o dia em San Telmo, almoçamos em um restaurante um bife de chouriço e milanesas (mais argentino impossível) E no fim da tarde seguimos para o terminal do Retiro (em vista das rodoviárias brasileiras o Retiro é uma grande bagunça e bem suja, contrasta com a limpeza que você vê na cidade). Meu amigo embarcou primeiro e eu aguardei minha vez até a meia noite graças a Deus na sala vip da empresa de ônibus, bem ampla e moderna. No retorno não ganhamos lanche igual na ida, raiou o dia e ainda não havíamos chego à fronteira, quando chegamos foi pior do que na ida, como o número de argentinos para entrar no Brasil nesta temporada está mais alto dos que nos anos anteriores, ficamos parados mais de 03 horas nas duas aduanas. Saí na terça feira uma da manhã de Buenos Aires e cheguei a Balneário Camboriú as seis da manhã de quarta-feira. Como curto muito viajar e gosto de conhecer novos locais valeu muito ir de ônibus (e claro financeiramente também). As paisagens são belíssimas, jamais esquecerei essa agradável viagem que foi a minha primeira trip fora do país! Espero que tenham gostado ficou um pouco longo, mas tentei ser o mais sucinto possível, forte abraço a todos! (Como sou novo aqui, ainda não estou dominando como postar fotos, mas caso desejarem passem no meu insta, a onde tenho postado as fotos e colocando algumas dicas dos locais visitados)
  12. Olá, passo a relatar minha viagem, de carro, de Cariacica/ES à Buenos Aires, passando por Montevidéu. Total rodado: 7.100 Km em 11 dias. IDA 1º dia-> Cariacica/ES a Itaboraí/RJ. -470 Km, 6,6 horas de viagem. -BR 101 com muito tráfego e pista simples até campos, depois 80% já com pista duplicada. -Pernoite em Itaboraí/RJ no Hotel Ibis. Diária R$ 125,00 (quarto triplo) Sugestão: Fiz a 1º parada em Itaboraí porque saí por volta de 12h de Cariacica/ES. Acho que o ideal seria sair mais cedo e fazer a 1º parada em Resende/RJ 2º dia-> Itaboraí/RJ à Curitiba -870 Km, 12 horas de vagem - Após o pedágio de Guarulhos/SP, logo em seguida á direita, peguei o rodoanel em direção a BR 101 litoral. Todo o trecho de estrada excelente com pista dupla, exceto no final da BR 101 para pegar a 116. Trecho numa reserva ambiental sem trafego pesado. -Pernoite em Curitiba no Hotel Dunamys ao lado da BR 116. Diária de R$ 220,00 (quarto triplo) 3º dia-> Curitiba à Pelotas/RS -1000 Km, 13 horas de viagem -BR 101 passando pelo litoral de SC. Estrada excelente com ótimas paradas. -Pernoite em Pelotas no Hotel Manta. Diária R$ 380,00 (quarto triplo) - 4º dia-> Pelotas/RS à Montevidéu (Uruguai) -560 Km, 7,5 horas de viagem -BR 471 até Chuí na fronteira. Rodovia não é duplicada mas é muito boa e sem trafego. Tá para desenvolver boa velocidade. Trecho chegando em Chuí de reserva ambiental do TAIM de paisagem muito bonita. -Passagem na aduana tranquila, tudo resolvido em menos de 5min apresentado o passaporte. Neste momento me solicitaram a "carta verde" (seguro obrigatório). Adquirí o meu seguro junto a "Porto Seguro". Tudo pela internet em menos de 4h. Fiz o cadastro, recebí e paguei o boleto e em seguida recebí a apólice, que deve ser impresa em papel VERDE. -Passando a Fronteira você irá pegar a Ruta 9 até o Departamento de Maldonado e depois a Ruta Interbalnearia até Montevidéu. Estradas excelentes e com vários pedágios de 10 pesos cada. -Pernoite em Montevidéu no Hotel Orpheo. Diária R$ 350,00 (quarto triplo). Hotel na cidade velha. Não recomendo. Escolha um no "Barrio Sur". 5º dia->Montevidéu (Uruguai) à Buenos Aires (Argentina) -590 Km, 7 horas de viagem -Ruta 2 no Uruguai e depois de passar a fronteira ruta 12 e 9 até BA. -Rodovias excelentes e com diversos pedágios. Pequeno trecho de uns 50Km de péssima qualidade ainda no Uruguai.. -Passagem na aduana tranquila e sem stress. Tudo resolvido em menos de 5 minutos, apresentando somente o passaporte e taxa de +/- R$ 150,00 (Posto de cobrança extremamente precário e não deu recibo, achei tudo muito esquisito). 6º, 7º e 8º dia curtindo Buenos Aires e seus pontos turísticos. "Hotel OWN Recoleta", diária a R$ 300,00 com quarto triplo com sala e cozinha americana. Recolleta é um bairro nobre de Buenos Aires e fica próximo ao centro de BA. Excelente localização. Dá para ir a pé na rua Florida e no marco ZERO na av. 9 de julho. Diversos cafés pela redondeza. O pessoal lá gosta muito de café. VOLTA 9º dia ->Buenos Aires à Porto Alegue -Resolví voltar por outro caminho, sem passar pelo Uruguai, indo direto a Uruguaiana/RJ e fazendo o percurso até Vitória/ES em 3 dias. -1300Km, 14 horas -Rodovias Argentinas Ruta 12 e 14 excelentes. Quanto a policia caminera (roviária), não fomos parados nenuma vez. Já o trecho Uruguaiana a POA é uma merda. Cheia de buracos e não duplicada. Não recomendo sair por Uruguaiana. -Pernoite no Hotel Ritter em POA. 10º dia ->Porto Alegue à Aparecida/SP -1300Km, 14 horas -Pernoite numa pousada ao lado da BR 116 na saída de Aparecida/SP (não recordo nome). 11º dia ->Aparecida/SP à Cariacica/ES -770Km, 10 horas Observações 1. Não tive nenhum problema com a polícia rodoviária, seja no Brasil, Uruguai ou Argentina. Não fui parado nenhuma vez. 2. Ao todo rodei 7.150Km. 90% de todo o percurso é de rodovias excelentes. Dos percursos registrados acima, somente 3 trechos são ruins, são eles: -BR 101 de Cariacica a Campos. A BR 101 está boa, mas não é duplica e trafego "intenso". -BR 290 de Uruguaiana a Porto alegre não é duplicado e rodovia muito irregular. -BR 116 Serra das araras. Não é duplicado e muito trafego. 3. Paisagem dos pampas. após RS é de tirar o fólego. 4. Trecho da BR 101 litoral de SC/RS é muito bonito também. 5. Apesar de muitas horas dirigindo não foi cansativo pois há infindáveis trechos de longas retas onde o piloto automático fica por horas acelerando o automóvel. 5. Ao todo gastei R$ 470,00 de pedágio. DICAS IMPORTANTES 1. Buenos Aires é uma metrópole gigante, pouco menor que São Paulo, porém, sem transito e é fácil se deslocar com auxílio de um GPS. Necessário comprar um chip de celular pré-pago (+/- R$ 10,00) e aproveite o GPS. Qualquer banca tem chip. Meu preferido é o "WAZE" pela vantagem de sinalizar radares. Você vai precisar desta facilidades, são inúmeros os radares, incontáveis, tanto no Brasil como na Argentina. Não ví radares no Uruguai. Fui e voltei sem levar nenhuma multa graça ao "WAZE". Ele é fantástico, indicada TODOS os radares. Já o google map é muito bom mas não tem este recurso. ´ 2. MAS NÃO SE ESQUEÇA DE LEVAR UM GPS TRADICIONAL. Demorei a operacionalizar o sinal do celular ( chip comprado no Uruguai e na ARG), neste momento foi ele quem me salvou. 3. Na fronteira tanto no Chuí como em Uruguaia tem diversas casas de cambio bem próximo do posto da aduana. Se passar por lá em horário comercial, sem problemas para troca. 4. Não se esqueça de habilitar o cartão de crédito internacional para uso fora do Brasil. 5. Adquira a CARTA VERDE antes de sair de casa. Trata-se de um seguro para cobrir eventuais danos a pessoas e ao patrimônio dos nossos vizinhos se você se envolver em um acidente por lá. Vale tanto para o Uruguai quanto para a Argentina. O meu por prazo de 15 dias custo +/- 150,00 pela "Porto Seguro". 6. Se possível use o passaporte, as autoridades ad aduana te identificam e te liberam mais rápido. Eu e mais 3 viajantes demoramos em média 5 minutos para receber o "carimbaço" de liberação. Já com RG tem que preencher o formulário X, Y e o Z.
  13. Olá mochileiros. Esse é meu primeiro relato aqui e nada mais justo que escolher minha primeira viagem internacional como ponto de partida . Estive visitando a capital argentina entre os dias 17 e 21 de janeiro de 2016, onde comi muito , dancei tango, fui assaltado e pude apreciar e curtir as principais atrações portenhas, seguindo sempre o lema ''bom e barato''. O quesito alimentação talvez tenha sido o que mais pesou no bolso, pois achei difícil encontrar opções baratas na cidade e quando encontrava, deixava a desejar em sabor. Roupas e lembrancinhas no geral também tem preços astronômicos na maior parte da cidade - a inflação é enorme na Argentina - então é sempre bom dar uma pesquisada. Em compensação o transporte público - ônibus e metrô - é extremamente barato e eficiente. Fiz a maior parte dos passeios a pé ou utilizando o transporte público, especialmente o abençoado metrô , que apesar de ser sujo e antigo (foi o primeiro da América do Sul) atende boa parte da área central, onde estão a maior parte das atrações. No geral achei Buenos Aires bem limpa e organizada, com uma arquitetura fantástica, cheia de vida e agitada, principalmente no cenário cultural. Espero que meu relato seja útil a vcs. Vamos lá. Para ver mais fotos, acesse meu insta: https://www.instagram.com/rafah.meireles/?hl=pt-br ou face: https://www.facebook.com/rafael.henriquecarter Dia 1 - Chegada Depois de uma noite em claro devido a uma crise de ansiedade incontrolável haha, Eu e o Danilo decolamos do aeroporto de Viracopos em Campinas (onde moro) as 07.50 e chegamos em Buenos Aires por volta das 15.30, depois de uma escala de quase duas horas em Brasília, com uma sensação muito gostosa de curiosidade e alegria. Voamos com a Gol, onde compramos um pacote pelo site da Decolar com passagem + hotel por cerca de R$ 1.200,00, já com impostos inclusos. Descemos no Aeroporto Internacional de Ezeiza, que fica localizado nos arredores de Buenos Aires e é o mais movimentado do país, apesar de ter achado o mesmo extremamente antigo, se comparado com os dois aeroportos que passei no Brasil antes desse. As placas informativas são confusas e existem muitos corredores que não levam a lugar nenhum, ou seja, nosso primeiro perrengue em terras argentinas foi tentar achar a saída do aeroporto haha. De lá pegamos um fretado da Tienda Leon que faz a ligação entre o aeroporto e Puerto Madero por 95 pesos, um valor relativamente baixo se comparado com os outros táxis credenciados que encontramos. O caminho pela rodovia foi bem tranquilo e não pegamos transito algum (talvez pelo fato de ser domingo) e em cerca de 40 minutos já estava avistando os prédios da capital no horizonte. GOLPE DA TINTA VERDE: Chegando na agência da companhia em Puerto Madero fomos tentar achar a estação de metrô mais próxima para irmos até o nosso hotel ao invés de pegarmos um táxi, pois sairia mais barato. Enquanto estávamos tentando achar a entrada da estação San Martin na Plaza San Martin eis que eu e o Danilo caímos no famoso golpe da tinta, no qual uma pessoa (no nosso caso uma mulher) joga uma tinta verde nas suas costas e aparece do nada dizendo que o passarinho fez coco em vc e começa ate ajudar a limpar. Nisso um aglomerado de pessoas se juntam ao seu redor e ao te distrair rouba suas malas e objetos que estão nos bolsos. E foi realmente isso que me aconteceu . Em um segundo minha mochila já não estava mais ao meu lado e com isso as pessoas começaram a se afastar. No desespero não sabia o que fazer, e como estávamos com outras malas atravessamos a rua e fomos até a Estação Retiro que ficava em frente, onde informamos o ocorrido aos policiais. Nos levaram em uma sala e um coordenador da estação veio nos ajudar. Não sabíamos falar espanhol e eles o inglês, então nos viramos no portunhol. Ele nos disse que esse tipo de golpe é comum na cidade e que poderíamos até prestar queixa, mas que não iríamos conseguir recuperar a mochila, no qual havia minha câmera fotográfica, óculos de grau e mais 700 reais em dinheiro , ou seja, foi um prejuízo lascado e minha primeira impressão da cidade foi uma das piores sem dúvidas. Com isso cheguei a conclusão que o barato acaba saindo caro e que realmente não podemos ficar desatentos em certos lugares, principalmente os que não conhecemos. Decidi não dar queixa e ir direto para o hotel tentar relaxar um pouco. Apesar desse acontecimento, aparentemente a cidade é bem tranquila e não traz uma sensação de insegurança, mas claro, vale a pena ter atenção (coisa que não tive haha). HOTEL: Pegamos um táxi em frente a estação Retiro e fomos até o Hotel Complejo Tango, que fica na avenida Belgrano e sem dúvidas foi uma das minhas maiores surpresas na cidade. Ele fica instalado em uma casarão de esquina e tem uma decoração temática que remete aos anos 50 . A diária por uma quarto duplo com banheiro privativo saiu por pouco mais de 100 reais e as instalações apesar de antigas eram muito boas, assim como o atendimento dos funcionários. Além do mais, o Complejo Tango oferece um pacote que incluí aula de tango, jantar e um show de tango (muito bom por sinal) que sai 1.200 pesos por pessoa e 600 pesos para quem for hóspede. Assim que fizemos o check-in fomos conhecer as ruas ao redor do hotel e ver se achávamos algo para comer. Abalados com o assalto, compramos algumas empanadas por 14 pesos em uma padaria na quadra ao lado, além de escova e pasta de dente ( sim, eles levaram isso também) em um mercadinho e voltamos para o hotel para tentar descansar e esquecer o ocorrido. Obs: o nosso hotel ficava a apenas uma quadra da estação de metrô Venezuela - linha amarela - na avenida Jujuy e sem dúvidas ajudou muito nossa locomoção. Então minha dica é: sempre pegue um hotel próximo ao metrô - caso a cidade tenha - pois facilita e muito. CÂMBIO: Sem dúvidas o melhor lugar para se trocar real por peso no famoso câmbio paralelo é na Rua Florida (Calle Florida) bem no centro da capital. A cada esquina você encontra alguém oferecendo cambio, principalmente se vc tiver cara de turista. Apesar de ser um ato ilegal e ter um alto risco de se pegar alguma nota falsa, a cotação do real perante o peso é geralmente vantajosa, mas é importante pesquisar - e a negociação é sempre feita em lugares inusitados, como no nosso caso, onde fizemos a troca dentro de uma banca de revistas e em uma sapataria. Acredito também que não é vantajoso trocar todo seu dinheiro por pesos no Brasil - troque alguns para táxi e comida no aeroporto apenas. Dia 2 - Congresso, 9 de julho, Recoleta e Palermo Acordamos bem cedo para conhecer a cidade e aproveitar o máximo nosso passeio (apesar do assalto) e adivinha? descobrimos que o comércio em geral na cidade só abre após as 10 hrs. Com isso fomos tomar café da manhã em uma pizzaria localizada na rua Albert, onde comemos empanadas (ohhh coisa gostosa que é essas empanadas ) e depois decidimos ir apé até o Congresso Nacional. Os pontos de interesse que visitamos nesse dia foram nessa ordem: Congresso Nacional - Fomos cortando por várias ruas do bairro de Balvanera e admirando a arquitetura da cidade até chegar no fabuloso prédio do Congresso, na minha singela opinião o mais belo da cidade. Plaza del Congreso - Fica bem em frente ao Congresso e é na verdade um conjunto de várias praças bem arborizadas com inúmeros monumentos e fontes. Avenida de Mayo - Se inicia bem em frente a Plaza del Congreso e vai até a Plaza de Mayo. É uma movimentada avenida repleta de muito comércio e prédios históricos. Palácio Barolo - não realizei o tour guiado pelo seu interior pois achei um pouco caro. Avenida 9 de julho - Essa sim é uma avenida monumental. Extremamente larga e com um transito caótico, foi um dos lugares que mais gostei na cidade, principalmente por ter um clima bem cosmopolita. Na 9 de julho aproveitei para conhecer o famoso Obelisco (paradinha para aquelas fotos básicas de turista), o monumento as cataratas do iguaçu (SIM, eles tem uma pequena réplica das cachoeiras em plena avenida) e depois seguimos até o majestoso Colón. Teatro Colón - o teatro mais bonito que já visitei até então. A própria estrutura do teatro impressiona, por ser bem alto e cheio de ornamentações, porém meu desejo mesmo era conhecer o seu interior. Eu e o Danilo entramos por uma de suas portas laterais e fomos até a bilheteria do teatro comprar os tickets para o tour guiado que é realizado de meia e meia hora. Os dois ingressos saíram por quase 300 pesos e o tour era feito em inglês, percorrendo os corredores do teatro, a grande escadaria, a plateia e o salão nobre. É realmente fantástico e apesar de caro, é um dos passeios mais interessantes da cidade. Aproveitamos que estávamos com fome e almoçamos no café do teatro (ambiente super lindo, mas um pouco caro). Plaza General Lavalle - fica bem em frente ao teatro Colón Tribunal de Justiça e a escola Presidente Roca Plaza del Vaticano Avenida Alvear - Seguimos caminhando por toda a 9 de Julho até chegar na avenida Alvear, já na entrada do bairro da Recoleta, onde encontramos por acaso o belíssimo palácio Pereda, de estilo francês, onde está a embaixada do Brasil em Buenos Aires. Ao longo de toda a avenida estão outros inúmeros palácios, grifes e hotéis badalados. Essa é sem dúvidas uma das área mais elegantes e caras de toda a cidade. Cemitério da Recoleta - Muita gente ainda torce o nariz para arte tumular, mas eu simplesmente acho lindo e o cemitério é fantástico, com um túmulo mais imponente que outro. Ficamos facilmente umas 3 horas dentro da necrópole onde visitamos os principais túmulos, entre eles o de Evita Perón (o único que continha flores entre todos os túmulos que vimos e realmente comprovamos o que dizem, ele é um dos mais simples ali existente). Saímos do cemitério e fomos dar uma volta pela grande praça bem em frente e demos uma olhada na pequena feira que estava ali montada. Igreja Del Pilar Centro Cultural da Recoleta Monumento a Alvear e Palais de Glace Hard Rock Buenos Aires Fica localizado dentro de um pequeno shopping e que inclusive estava praticamente vazio. Plaza Francia - localizada ao lado do Hard Rock, tem um belo monumento a comunidade francesa. Museu de Belas Artes - infelizmente estava fechado - era segunda feira. Faculdade de Direito - atravessamos a ponte universitária, que inclusive oferece a mais bela vista da Faculdade de Direito. Floralis Genérica - pausa obrigatória para fotos MALBA - Já estávamos extremamente cansados - e o calor de 30 graus do final da tarde não ajudava muito - mas mesmo assim decidimos continuar nosso roteiro e fomos caminhando por cerca de meia hora pela movimentada avenida Presidente Alcorta até chegar no bairro de Palermo, onde nosso objetivo era o MALBA - Museu de Arte Latino Americano de Buenos Aires, onde está a nossa famosa tela O Abaporu, além de telas da Frida Kahlo. O museu é bem grande e custa 60 pesos por pessoa. Lá dentro há um pequeno café e uma loja de lembrancinhas (todas caras por sinal). Plaza Uruguay - Saindo do MALBA voltamos pela mesma avenida, cruzamos o grandioso espaço verde dessa praça, onde havia muitas pessoas fazendo piqueniques ou simplesmente descansando em seu gramado. Inclusive havia muitas pessoas fazendo caminhada e exercícios pela avenida. Livraria El Ateneo - Seguimos de apé do bairro de Palermo até esse que é um dos lugares mais lindos da cidade (considerada a segunda livraria mais bela do mundo). Ela fica localizada em no prédio de um antigo teatro que foi transformado em cinema e anos depois nessa livraria. No que era o palco do teatro há um charmoso café (Café Ateneo). Por incrível que pareça fizemos todo esse roteiro a pé (emagrecemos uns quilinhos também hahaha). Foi bem cansativo, mas conseguimos conhecer muitas coisas e economizar bastante com locomoção. Dia 3 - Plaza de Mayo, Caminito Tomamos nosso café da manhã no hotel - um café simples mas muito saboroso - e fomos bater perna. Nosso destino no dia era a Plaza de Mayo e seus arredores. Pegamos a linha amarela do metrô, em seguida a linha azul e descemos na estação Catedral, que fica bem ao lado da praça, em frente ao Museu do Bicentenário. Nosso tour foi o seguinte: Ministério da Educação Parque Colón - Localizado bem atrás da Casa Rosada Centro Cultural Kirchner - Achei esse um dos prédios mais imponentes e bonitos da cidade Banco de la Nacion Casa Rosada - pausa para aquelas fotos básicas haha. Minha intenção era ter conhecido o interior da Casa Rosada no tour que é realizado aos domingos, porém o assalto dos dias anteriores tirou todo o meu clima . Sinceramente, esperava bem mais da tão falada Casa Rosada Plaza de Mayo e seus monumentos - a praça estava lotada de turistas, onde encontramos até um casal de britânicos super animados que nos pediu ajuda para tirar uma foto deles em frente a Casa Rosada haha. Catedral Metropolitana Cabildo de Buenos Aires - dentro desse prédio funciona um interessante museu - gratuito - que nos mostra como foi o processo de colonização espanhola não apenas na Argentina, mas em toda a América. Calle Florida - Essa rua foi um dos lugares mais legais da cidade. Cheia de lojas, shoppings e ambulantes haha, ela é super movimentada e é o melhor lugar para se fazer cambio. Galerias Pacífico - esse é o shopping mais bonito que já conheci, graças principalmente a incrível cúpula situada bem no centro do prédio. É um local extremamente luxuoso e caro. Igreja e Convento de Santa Catarina Café Tortoni - Claro que não poderíamos visitar Buenos Aires e não ir ao café mais famoso da cidade. O espaço estava lotado e tivemos que ficar uns 15 minutos esperando do lado de fora para conseguir uma mesa. Assim que entramos fomos atendidos pelo José, super simpático e atencioso, que disse que adora os brasileiros . Igreja de San Ignácio Igreja de San Francisco Basílica de Santo Domingo Como todas essas atrações estão bem próximas uma das outras, fizemos todo esse roteiro a pé e com isso economizamos mais uma vez uma graninha com transporte haha. Por volta de umas 15 hrs decidimos ir para o badalado Caminito. Pegamos um ônibus na rua Adolfo Alsina, próximo a plaza de Mayo e em cerca de meia hora chegamos no bairro de La Boca. Pagamos cerca de 2 pesos na passagem e a viagem foi super tranquila. Não me recordo o número do bus, mas ele para na Avenida Almirante Brown, onde seguimos apé pela rua Brandsen até o Estádio do Boca Juniors, que infelizmente não entramos, mas tiramos umas fotinhas na frente e nas lojinhas ao seu redor. Seguimos por algumas quadras e chegamos ao Caminito, que estava muito cheio. Não há muito o que se fazer nas pequenas travessas, mas sem dúvidas o Caminito foi o lugar que mais gastei na cidade haha, pois achei as coisas bem baratas se comparadas com o centro por exemplo. Pegamos o mesmo ônibus na volta, desta vez na avenida Pedro de Mendonza e paramos a apenas umas quadras do nosso hotel. Antes disso, porém, pegamos o nosso primeiro congestionamento na cidade - Ficamos mais de uma hora parados na região do congresso em um ônibus extremamente lotado. Legal que encontramos dois amigos italianos que estavam completamente perdidos e nos pediu ajuda. Dia 4 - La Plata e Puerto Madero Nesse dia acordamos cedo (pra variar rsrs), fomos até o bairro do Retiro para pegar um ônibus até La Plata, a capital da província de Buenos Aires. O embarque é feito em um terminal a céu aberto que fica localizado bem ao lado da estação de trem e é uma região bem degradada, cheia de ambulantes e moradores de rua, então é bom tomar cuidado nessa área. Existem duas empresas que fazem o trajeto até La Plata: Plaza e Metropolitana. Fomos com a primeira e a passagem custou cerca de 130 pesos (a passagem é comprada na hora e utiliza-se o cartão SUBE, o mesmo usado no metrô, para pagar a passagem). A viagem dura uma hora e meia e utiliza praticamente uma única rodovia para se chegar no local. Nosso destino na cidade era a Catedral, então pedi para o motorista nos deixar no ponto mais próximo, que era na Plaza Italia, que fica basicamente do outro lado do centro haha. Sendo assim, o jeito então foi ir apé (again). Incrível que só foi descermos do ônibus que uma forte tempestade caiu na cidade, com isso ficamos cerca de meia hora dentro de uma lanchonete esperando o tempo abrir um pouco. De lá seguimos pela Avenida 7 até a Plaza San Martin, onde pegamos a avenida 51, que sai bem em frente a Plaza Moreno. Nesse trajeto vale a pena apreciar os inúmeros palácios e edifícos de arquitetura eclética que trazem um clima europeu a cidade. Destaque também parao o moderno Teatro Argentino, que fica na avenida 51. A Plaza Moreno é uma gigantesca praça, repleta de fontes, estátuas e monumentos e é o marco gero da cidade. É nessa praça que fica a monumental Catedral de La Plata, a maior igreja gótica da América Latina. Essa construção é simplesmente fantástica e impressiona pelo seu tamanho, tomando todo o horizonte da praça. Para se ter ideia as suas torres podem ser vistas da rodovia que dá acesso a cidade, de tão altas que são. Para minha frustação a igreja estava fechada , já que meu desejo era subir até o alto de sua torre pelo elevador panorâmico. Mesmo assim a vista da igreja é fenomenal e aproveitei para comer alguma coisinha no Café Ritz que fica localizado no subsolo da igreja, em um ambiente super gostoso (e caro haha). Bem em frente a praça está o belo prédio da prefeitura da cidade. Para voltar até Buenos Aires, pegamos um ônibus municipal ao lado da catedral, na avenida 51 (não lembro o número da linha) e descemos na avenida 44, próxima a plaza Itália. De lá seguimos uma duas quadras pela Calle 4 até chegar na rodoviária de La Plata. Ficamos quase uma hora esperando o ônibus nesse lugar que é horrível, muito mal cuidado e com muitos moradores de rua e as pessoas ficam lhe encarando. Voltamos de La Plata por volta das 15 hrs. Descemos na avenida 9 de julho e seguimos de apé (SIM, novamente apé kk) até o bairro mais badalado da cidade. E sim, posso garantir que Puerto Madero é o mais badalado bairro e o que mais me deixou a vontade. Cheio de bares, restaurantes, hotéis, museus e com uma arquitetura fascinante que mistura os modernos arranha céus com os galpões do antigo porto, Puerto Madero é fantástico e vale muito a pena a visita. No bairro visitei a Ponte de la Mujer e o Fragata Sarmiento, um interessante barco ancorado que funciona como um museu. Os restaurantes em Puerto são um pouco caros, então decidimos partir para um fast food e fomos no Mostaza (rede muito popular na cidade, já que vimos várias unidades em diversos bairros). Dois lanches saíram por cerca de 120 pesos e olha, foi um dos lanches mais gostosos que comi em um fast food. UFFA. De lá seguimos até a Plaza de Mayo e pegamos o metrô para o nosso hotel, onde lá mesmo assistimos a um delicioso show de tango, com direito a aula e tudo mais. Dia 5 - Partida Esse foi o dia mais light que tivemos. Como nossa reserva ia até as 17 hrs e nosso vôo saia só as 22 hrs, deixamos nossas malas já prontas na recepção do hotel e fomos até o centro novamente andar, sem um destino especifico. Andamos pela 9 de julho, plaza de Mayo e por acaso acabamos encontrando o Museu Evita (esse não é aquele famoso museu dedicado a ex primeira dama e sim um mantido por uma associação trabalhista) que conta com uma coleção bem bacana de itens pessoais, além de inúmeros livros e revistas com Evita na capa. Depois fomos almoçar no restaurante Harmony na avenida de Mayo. Pedi um macarrão a bolonhesa por 60 pesos e o Danilo uma costela por 110 pesos. O atendimento foi bom mas achei a comida sem gosto. Pedi também uma empanada de carne que não estava gostosa (foi a única das milhares de empanadas que comi na cidade que não estava boa). De lá fomos caminhando até o congresso e ficamos sentados esperando a hora passar na plaza del Congreso. Engraçado que vimos uma movimentação de policiais na praça, ao redor de uma manta preta. Do nada uma policial veio em nossa direção e perguntou se poderíamos ir na delegacia testemunhar sobre o corpo de um morador de rua que foi encontrado morto ali kk. Na hora achei super bizarro isso e no nosso portunhol horrível falamos que éramos turistas e tal e a policial (que era super simpática) agradeceu e falou que não era mais preciso. Não entendi é nada hahah . De lá seguimos para o hotel de metrô, pegamos nossas malas e partimos de táxi até o Aeroparque Jorge Newbery - aeroporto que fica na área central da cidade, e que apesar de ser voltado para voos regionais, tem alguns internacionais rs). A corrida de táxi saiu por 120 pesos e o motorista era super curioso e ficou perguntando um monte de coisas pessoais haha, além de elogiar muito o Presidente Macri. Notei que não havia taxímetro, por isso é sempre melhor combinar a corrida antes, algo que não fiz. O Aeroparque é um aeroporto não muito grande, mas um pouco desorganizado. No segundo piso fica a praça de alimentação e as lojinhas (super caras, não recomendo comprar lembrancinhas no aeroporto). Na praça de alimentação comemos uma pizza na Accademia Della Pizza e posso garantir que essa foi uma das pizzas mais gostosas que comi na vida - e o melhor é que não é muito caro. Depois de esperar bastante - chegamos no aeroporto umas 17 hrs e o vôo era as 22 hrs, embarcamos e demos adeus a capital portenha [/size] Outros relatos: Chile: https://www.mochileiros.com/o-fantastico-chile-santiago-embalse-el-yeso-valpaiso-vina-e-san-pedro-de-atacama-com-fotos-roteiro-e-gastos-2017-t140000.html Bolívia: https://www.mochileiros.com/a-impressionante-bolivia-salar-de-uyuni-la-paz-copacabana-lago-titicaca-e-isla-del-sol-com-fotos-e-precos-2017-t141313.html https://www.mochileiros.com/bate-e-volta-em-campos-do-jordao-na-alta-temporada-junho-2016-t131749.html https://www.mochileiros.com/visitando-o-centro-historico-de-florianopolis-praia-de-canasvieiras-t138293.html https://www.mochileiros.com/um-dia-em-angra-dos-reis-vindo-de-paraty-com-roteiro-e-fotos-t138227.html
  14. Buenos Aires viajando sozinho

    Fala galera vou falar um pouquinho da minha viajem de 6 dias sozinho em Buenos Aires Aeroporto : optem pelo aeroparque bem mais próximo do centro eu andei muito de a pé outra coisa comprem o cartão o Sube custa 30 pesos você encontra em qualquer kiosko lá vale muito a pena ele vale pro metro e ônibus o táxis achei meio caro Ja o custo de vida acheio meio caro gastei uma média de 100 reais por dia cerca de 480 pesos mais comia bem e fazia vários passeios já no câmbio o melhor valor que achei foi no câmbio alpe estavam pagando 480 por cada real usei tabem o paralelo na rua frorida mais não é vantajoso já com os passeio tem muita coisa pra fazer façam uma programação acordem cedo e aproveitem e uma cidade muito bonita e simpática qualquer dúvidas podem me chamar no Wats 19-992135565 eu fui pra lá esse mês 12 /2016 Evandro
  15. Salve companheiros do Mochileiros.com, faço um relato de viagem com meu roteiro de Férias dos dias 20 a 24 de agosto pela Argentina e Uruguai incluindo Buenos Aires, Colônia del Sacramento, Montevideo e Punta del Leste. Coloquei também algumas dicas que fui pegando pela internet, nos fóruns e diversos sites, espero que possa ajudar no roteiro de vocês, grande abraço! E caso tenham qualquer dúvida podem entrar em contato. 1. Observações pré-viagem: 1.1. A chegada – e como conseguir pesos: Os dois aeroportos contam com agências do Banco de la Nación Argentina (se for perguntar, pergunte por "Banco Nación"). O Banco Nación de Ezeiza funciona 24 horas por dia, 365 dias por ano e fica no saguão fora da área de desembarque (um pouco escondido) as agências dentro da área de desembarque tem uma cotação ruim. O Banco Nación do Aeroparque abre diariamente das 6h à meia-noite. Com a liberação do câmbio, não é mais preciso recorrer ao câmbio paralelo. O Banco Nación oferece cotações bastante razoáveis para os seus reais (confira no site do banco). É possível conseguir taxas ligeiramente melhores nas corretoras de câmbio da calle Sarmiento, no Centro (como Multifinanzas, no nº 448, ou Alpe, no nº 480), mas só funcionam em dias de semana, no horário bancário (11h-16h). Se eu fosse você, já resolvia a parada no aeroporto (mas atenção: as agências do Banco Nación ficam fora da área de desembarque. As casas de câmbio junto às esteiras de bagagem oferecem cotações ruins). Não troque todos os seus reais por pesos de uma vez! Faça o câmbio à medida que houver necessidade. No centro de Buenos Aires, foi bem recomendado o Banco Meridien, que fica na esquina de Calle Florida com Perón e tem ótimas cotações. Há também casas de câmbio na Feira de San Telmo Para fazer o câmbio são necessários o passaporte ou carteira de identidade e documento carimbado pelo setor de imigração argentino. Se você vai viajar para fora de Buenos Aires e quer viajar com dinheiro vivo, leve dólares. A cotação do real piora fora da capital. Já dá para usar cartão de crédito novamente, agora que o câmbio oficial não está artificialmente valorizado. A cotação é boa, mas há a incidência de 6,38% de IOF. Saques em caixa automático poderiam ser uma boa maneira de conseguir pesos para o dia a dia, mas como o limite por saque é baixo, as tarifas de uso do equipamento acabam pesando mais do que deveriam. No momento de ir para Colônia, não esqueçam do passaporte, ou da identidade e do papel que recebeu da imigração (se tiver usado a identidade para entrar no país). Em Montevidéu pode valer a pena pagar restaurantes com cartão de crédito. Pela atual lei de benefícios aos turistas estrangeiros, pagamentos de restaurante com cartão de crédito estrangeiro têm direito a um reembolso de 18,5% do IVA. A lei foi recentemente renovada e tem validade até 21 de abril de 2017. 1.2. Onde Ficar: Argentina: A melhor localização para quem ainda não conhece Buenos Aires varia bastante de acordo com seu roteiro, em muitos sites recomendam o bairro da Recoleta: central (e por isso bem localizado para fazer os passeios), elegante e charmoso, sinceramente não gostei, pois, quase todos os passeios são pelo centro (Casa Rosada, Obelisco, Porto Madero, Feira de San Telo, Calle Flórida). Optei por ficar no centro no Hotel Reino del Plata, localização ótima, acordei e fui andando para Feira de San Telmo, ia andando para Porto Madero, para a Calle Flórida, Galerias Pacífico e não me arrependo. Li muito que o centro não é legal, mas a localização deste hotel é muito boa, também próximo à estação de metrô. Mas caso opte por se hospedar na Recoleta, para se basear onde achar seu hotel na Recoleta leve em consideração a proximidade com o cemitério (o Dazler e Cyan são boas opções e podem servir como referência de localização). Quem vai a Buenos Aires com ênfase em gastronomia e compras descoladas, no entanto, deve considerar ficar em Palermo Soho ou Palermo Hollywood. Tanto que no retorno do Uruguai, me hospedei lá pois já tinha conhecido todo o centro, foi um apart Hotel e que recomendo bastante, Byblos Palermo Soho. Uruguai: Como em outros destinos turísticos, a escolha de um hotel e de uma região onde se hospedar é um tema que precisa ser pensado com carinho. Nem sempre será possível definir "o melhor lugar" para ficar, e esse é o caso de Montevidéu. Ao planejar uma viagem para a cidade é preciso analisar, basicamente, duas áreas de hospedagem, que são os principais polos hoteleiros: o centro e a orla. O centro é uma área cheia de comércio e escritórios, com hotéis mais baratos, além de ser também a casa dos principais pontos turísticos da cidade. É perfeito para quem viaja a trabalho, mas deixa um pouco a desejar durante a noite, já que o comércio fica fechado e as ruas, mais vazias. Optando por uma hospedagem nessa zona, dê preferência a hotéis nas proximidades do Teatro Solís e da Praça Independência. A orla, que tem como principais bairros Punta Carretas e Pocitos, é uma área mais residencial e arrumadinha, com bons bares e restaurantes, ótima para ter fácil acesso ao belo visual da Rambla. Em Punta Carretas, a melhor área para ficar é nos arredores do shopping homônimo, devido à boa estrutura da região. Já em Pocitos, excelente bairro para curtir a noite, há ótimos hotéis próximos da orla e de lojinhas do comércio local. Os pontos turísticos mais famosos não ficam em Punta Carretas ou Pocitos, por isso será inevitável ir ao centro algumas vezes, fato que não merece preocupação, uma vez que as corridas de táxi em Montevidéu são baratas. A orla da capital é charmosa; portanto, uma região que recomendamos muito para ficar! Optei por ficar no Regency Golf, hotel muito bem localizado, a poucos metros do Shopping Punta Carretas, então facilitava bastante para comer alguma coisa rápida, e muito bom para compras devido a cotação do Peso Uruguaio. 1.3. Onde comer: Buenos Aires: já cheguei em Buenos Aires com várias indicações de restaurantes e cafés, todas encontradas nos sites Viaje na Viagem e Guia Óleo, um excelente guia de restaurantes que fornece endereços, fotos e avaliações dos locais. No bairro da Recoleta, recomendo o Lola Restaurante, o Café La Biela, o Sottovoce, o Rodi Bar, o Restó e o Nectarine. Na região de Palermo, o ótimo Lelé de Troya, além do Cluny, o Olsen e o Bar Uriarte. Em Belgrano, bairro próximo a Palermo, recomendo o Sucre. Para um happy hour, foram recomendados o Gran Bar Danzón. Para deliciosas empanadas, o El Sanjuanino. Para um café histórico, o Café Tortoni. Mesmo que esteja fazendo um frio polar, não vá embora sem provar um sorvete de dulce de leche do Freddo, que tem várias lojas espalhadas por Buenos Aires. E por último, mas não menos importante, experimente os famosos alfajores, o Havana apesar de ser o mais famoso não é o melhor, recomendo o Cachafaz e o Recoleta ( este tem um preço ótimo). Minha recomendação em Buenos Aires é a Pizza do San Paolo, o hambúrguer do The Buerguer Joint (local bastante descolado e super lotado de argentinos). Gostei bastante do La Choza, principalmente porque ficava próximo ao local em que estava em Palermo. Na verdade, a cidade tem uma infinidade de bons restaurantes e variedade e gastronomia, então vale sempre uma consulta ao TRIP ADIVISOR. No Uruguai: Meu restaurante favorito em Montevideo foi o La Pulperia, típica parilla, restaurante muito frequentado pelos próprios uruguaios e com um preço acessível. Jantei uma noite no Da Pentella, que me agradou bastante. 1.4. Compras: Os locais de compra mais recomendados são a famosa Calle Florida (para roupas de couro, artigos eletrônicos e as tradicionais lembrançinhas), o bairro de Palermo (roupas de grifes internacionais e outlets de marcas famosas, mas os preços não compensam tanto) e os tradicionais shopping centers (recomendo o Patio Bullrich e o Alto Palermo Shopping). Há varias lojas de instrumentos musicais na Calle Talcahuano. Já no Uruguai a situação para comprar é melhor, acabei comprando algumas roupas lá devido a boa cotação do dólar e aos descontos que eles dão para quem compra no cartão. 1.5. Eletricidade: Na Argentina a eletricidade utilizada é de 220 volts. As tomadas são diferentes das existentes no Brasil, a maioria posui dois orifícios achatados e dispostos diagonalmente. É necessário utilizar um adaptador, que pode ser encontrado no free-shop ou em sites de comércio eletrônico. 1.6. Cortes de carne: Argentina possui uma das melhores carnes do mundo, todo turista que vai para Buenos Aires, já chega ao país com a premissa de conhecer as diversas Parrillas (churrascarias) espalhadas pela cidade portenã, porém o principal problema enfrentando é entender os nomes dos diferentes tipos de corte da carne bovina, essa tabelinha ajuda a entender: Os argentinos gostam da carne sangrando, ou seja, você pode se assustar ao ver uma carne vermelha e quase crua mesmo tendo pedido ao ponto. Então, lembre-se, se deseja uma carne bem malpassada, peça jugosa. Se quer ao ponto, porém ainda um pouco vermelha, peça al punto. Agora se quer a carne mais ao estilo brasileiro, no caso deles bem passada, peça cocida. • Dia 01 (20/08/2016) - Sábado - Saída do Rio as 17:30 h com chegada em Buenos Aires as 20:30 - Como já estava super cansado acabei comendo pelo aeroporto mesmo, cheguei no hotel e dormir cedo pois queria aproveitar a feirinha de San Telmo no domingo. • Dia 02 (21/08/2016) - Domingo Manhã: Por volta das 9h fui direto para o Caminito, parando rapidinho para conhecer o Estádio la Bombonera. Nesse horário o local estava tranquilo e com poucos turistas, mas mesmo assim é importante ficar atento com bolsas e câmeras. Por volta das 10h, 10h30 começarão a chegar as excursões, então é hora de pegar um táxi para a Feira de San Telmo. A Feira de San Telmo foi uma das atrações que mais gostei em toda viagem, lá você encontra de tudo, a dica é pegar um taxi até a praça principal onde acontece a Feirinha (próximo ao café Dorrego e Satrbucks) e ir andando sendido casa rosada, a feira acaba quase já chegando na Plaza de Mayo, então você já estará bem próximo a Porto Madero ou Casa Rosada. Almoço: Li muitas recomendações sobre ir Faena e comer no El Mercado, achei muito caro, muito caro mesmo e acebei achando ali próximo, no cais um restaurante chamado La Dorita (acebei voltando lá algumas vezes), comida muito boa e o preço ótimo. Tarde: Passeio pelo Puerto Madero para ver o fim de tarde, o clima é super legal, muitos moradores locais passeando, fazendo caminhada, crianças brincando. - Feira de San Telmo -- e se já tiver ido, há pitoresca Feria de Mataderos, na periferia, que reúne os "gauchos" argentinos. -Outra feirinha muito interessante, essa eu fui e gostei acontece em Palermo (plazoleta Julio Cortazar) - Outra opção para domingo é o passeio ao Tigre -- que pode envolver a ida pelo Tren de la Costa, um passeio de barco pelo Delta do Tigre ou uma visitinha ao Parque de la Costa. - Atenção: Visita guiada a Casa Rosada, só acontece aos domingos. - Show de Tango • Dia 03 (22/08/2016) – Segunda - Manhã: Na segunda pela manhã o roteiro foi a visita aos Bosques de Palermo, iniciei pelo Jardim Japonês, um parque típico do Japão com lagos, cachoeiras, espécies e um pouco da arquitetura japonesa. Após o Jardim Japonês, logo ao lado encontra-se o Rosedal (Paseo del Rosedal), você vai caminhando rapidinho de um ao outro. (Infelizmente não conheci muita coisa pois não estava em funcionamento na segunda). -Tarde: De lá fui conhecer as Outlets de Palermo, e sinceramente não recomendo a ninguém, os preços não compensam. Então vamos a próxima parada: Recoleta. Peguei um taxi para o Recoleta Mall (Shopping), almocei rapidinho e o shopping fica em frente ao cemitério, então fui conhecer, sinceramente com tantas coisas boas para se fazer em Buenos aires, não entendo como um dos roteiros mais clássicos seja conhecer um cemitério, é muito bonito, mas gente, é um cemitério. Saindo do cemitério da Recoleta fui caminhando (1km) até um outro ponto bastante conhecido Floralis Genérica (aquela flor enorme de metal que certamente vocês veem em toda foto de turista). Uma observação importante: a localização no Google está errada, ela fica logo ao lado da Faculdade de Direito e de frente ao Museu Nacional de Belas Artes (MALBA), que também merece uma visita. Dicas fora do roteiro: Caso esteja com tempo também pode conhecer o Buenos Aires Design (shopping de decoração), (V) Igreja do Pilar e dê uma escapadinha para ver a magnífica livraria El Ateneo, que funciona num antigo teatro na av. Santa Fé, 1860, entre Riobamba e Callao); • Dia 03 (23/08/2016) – Terça Manhã: Como já tinha conhecido tudo que tinha posto no meu roteiro na segunda ( tinha programado a Recoleta para terça mas deu tempo tudo na segunda), tirei a manhã para descansar. Almoço: Mais uma vez fui almoçar no La Dorita, o preço é muito em conta , a localização é excelente, a comida muito boa ( as porções são enormes). Pra chegar é super fácil , logo ao chegar a Porto madero atravessando a ponte Azucena Villaflor, fica a sua direita ( ao lado do Lobo Café). Tarde: A tarde aproveitei para sair andando conhecendo mais coisas, comprar umas coisas na Calle Florida, apesar da Calle Florida ser a mais rua mais conhecida, onde fica a Galeria pacífico, Livraria El Ateneo, há varias outras ruas paralelas e transversais que são bem movimentadas e com muitas lojas. Logo após fui ao obelisco, de lá caminhei até o Teatro Cólon ( ali perto está a Corte Suprema de Justiça um prédio muito bonito). Ao final da tarde fui ao obelisco conhecer, de lá já ao final da tarde fui a Torre Monumental, o pôr do sol lá é muito bonito, muita gente sentada no gramado da Plaza San Martin. Noite: A noite, comi uma pizza maravilhosa na San Paolo Pizzaria ( típica pizzaria napolitana, até os tomates são trazidos de Nápoles) recomendo muito. • Dia 04 (24/08/2018) - Quarta - Colônia - Basicamente há três operadoras (BuqueBus, Colonia Express e Seacat), tive dificuldades de comprar as passagens pela Seacat devido a não aceitaram cartão de crédito estrangeiro, então acabei comprando pela BuqueBus. Câmbio para o dia na estação mesmo – procurar o BIT, que é onde há mapas para explorar a cidade. Há outras atrações por lá, Colônia é lugar para andar, caminhar, explorar cada cantinho. Muita gente aluga carrinhos de golf ou scooters. Acho que deve valer, se você quiser ir para mais longe. Optei por ficar no centrinho histórico mesmo, e só a pé. Exploramos o que puder, primeiro lugar que recomendo ir é subir o Farol. Melhor ir logo cedo, antes que cheguem as excursões e façam fila. Belo visual geral, ainda que o tempo estivesse nublado. Com o passar do dia, o tempo foi abrindo até ficar com céu azul. As principais atrações em Colônia são o (I) Bairro Histórico, (II) a Basílica do Santíssimo Sacramento, (III) o Farol, (IV) alguns pequenos Museus espalhados e a (V) Calle de los Suspiros. Não recomendo muito o centro de artesanato, não achei nada interessante por lá. Almoço: Por volta das 13h30, restaurante La Bohemia - Ida para Montevidéu A ida para Montevidéu é feita pela COT, há muitos horários durante todo o dia, e a compra pode ser feita pela internet. Um bom horário para pegar é por volta das 15:00 horas, pois dá tempo conhecer colônia com calma e retornar tranquilo para rodoviária. Noche de la Nostalgia!!! A noite mais animada do ano no Uruguai, não poderia perder, dia 24 de agosto. Todo o país revive os anos de ouro: na vitrola só sucesso antigo e na balada jovens e não tão jovens dançando felizes, em uma noite especial e de muita diversão, e não estranhe, as festas geralmente começam a partir das 2h da manhã. Há vários bailes que vendem ingressos antecipados, ou pode chegar lá e procurar algum lugar para ir , acabei indo ao Gallagher's Irish Pube paguei cerda de 1000 pesos uruguaios por tudo livre (wisk Black Label, Jack Daniels, variedade de cerveja, compensou muito). • Dia 05 (25/08/2016) – Quinta - City Tour Seguindo as dicas do pessoal do 360meridianos, nenhum lugar é melhor que a Avenida 18 de Júlio para iniciar o tour, a principal da cidade e batizada assim por conta da data de promulgação da 1ª Constituição do Uruguai, que nasceu no dia 18 de Júlio de 1830. Caminhe pela avenida observando o dia a dia dos uruguaios. No meio do caminho você vai encontrar praças e monumentos. Nessa avenida fica ainda a Prefeitura de Montevidéu, um prédio sem nada de especial, não fosse o mirante do terraço. Obs: Para quem vai estar lá aos domingos não deixem de conhecer a feira Tristán Narvaja. A feira ocorre todos os domingos. Para achá-la, basta procurar pelo cruzamento da 18 de Julho com a rua Tristán Narvaja. Para quem gosta de apreciar a arquitetura vale a pena conhecer Palácio Salvo, um prédio marcante da arquitetura uruguaia e que está pertinho da Plaza de la Independencia, que fica numa das pontas da avenida. Já que você está em frente à Plaza de la Independencia, atravesse a rua e vá até lá. Essa praça foi projetada após o crescimento da cidade, por isso está estrategicamente localizada entre a Cidade Velha e o Centro (que é onde fica a Avenida 18 de Julho). No centro da Praça está uma estátua de José Gervasio Artigas, herói nacional. Os restos mortais de Artigas estão num Mausoléu que fica embaixo da Praça (e pode ser acessado por escadas laterais). Ainda na Praça estão a Puerta de la Ciudadela, única parte da muralha que um dia cercou Montevidéu que ainda continua de pé. Ali perto está Palácio Estévez (antiga sede da Presidência do Uruguai) e na Torre Executiva (a sede atual). O Teatro Solís também fica ali pertinho, já na área da Cidade Velha (há visitas guiadas ao local). Atravessou a Porta? Então você está na Cidade Velha. Se for um dia de semana, espere encontrar ruas movimentadas, aquela muvuca típica do centrão de uma capital. Mas aos fins de semana acontece o contrário – as ruas ficam desertas. O coração da cidade Velha é a Plaza Constitución, onde fica a Catedral Metropolitana, erguida em 1790. Essa praça era a principal da Montevidéu colonial, uma espécie de Plaza Mayor. O nome atual é outra referência à Constituição do Uruguai, que foi promulgada ali, no tal dia 18 de Julho. Deste ponto você tem duas opções: seguir para as Ramblas, que ficam de frente para o mar (ou melhor, para o Rio da Prata, mas é tanta água que podemos chamar de mar mesmo). A opção número dois é fazer o percurso no sentido contrário e descer para o porto de Montevidéu. Corra para o Mercado del Puerto, que tem vários restaurantes com as famosas carnes uruguaias ( quem quiser ler mais: http://www.360meridianos.com/2014/11/o-que-fazer-em-montevideu-uruguai.html#ixzz47TSDEQzO) Tenha em mente que a melhor refeição e passeio que você irá fazer em Montevidéu é conhecer e comer no Mercado Del Puerto, edifício de 1868 é hoje um pólo gastronômico de primeira, no qual a parrilla (fogão onde os pratos são feitos) é o carro chefe. O El Palenque é mais conhecido entre locais e turistas. Você pode sentar numa das mesas ou sentar no balcão e ser totalmente defumado. Seguindo as dicas do pessoal do Blog vambora, faça igual aos uruguaios: vá de petisco + entrada + prato principal. Provoleta! Um pedaço incrível de queijo provolone assado numa chapa de ferro, com ou sem acompanhamentos. Lomo (ou miolo de filé mignon) ao ponto, com papas fritas, esta pode ser sem duvidas a refeição mais perfeita da viagem! Para beber a ótima cerveja local Patrícia e o refresco Paso de los Toros (uma espécie de refrigerante de grapefruit que não existe em outro lugar do mundo), caso sobre espaço tem ainda a Empanadas Carolina , também no mercado. - Alugar o carro, pois como o comércio no Uruguai abre um pouco tarde e sairia para Punta del Leste cedo preferi já dormir com o carro pronto para pegar estrada logo cedo, além de facilitar a visita a vinícola. - A visita a vinícola, sem dúvida seria umas das coisas que se não tivesse feito estaria arrependido, muito lindo o lugar, os vinhos são bons, os acompanhamentos para harmonizar também, quem quiser pode ir mais cedo e almoçar. (http://www.bodegabouza.com/#/bouza-bodega-boutique-visitas-guiadas) Visitas: Segunda a Sexta: 11h, 13:30h e 16h./Sábado, Domingo e Feriados Regionais: 11h e 16h. Valor: $ 490 (Pesos Uruguaios) / U$S 17 (Dólares Americanos) por pessoa. Degustação: Horário: das 10h às 18h. Valor: $ 1000 (Pesos Uruguaios) / U$S 35 (Dólares Americanos) por pessoa, inclui visita guiada. Restaurante: Aberto para almoço todos os dias./ Cozinha Internacional. Menu a la carte. Horário: das 12h às 15.30h. - Noite Jantei no restaurante que sem dúvidas foi o favorito em toda a viagem: La Pulperia, não deixem de conhecer. Para quem ainda estiver animado e quiser esticar a noite a melhor noite de Montevidéu está na orla, entre Pocitos e Buceo. Mas tem um programa noturno na Cidade Velha que é bem recomendado: ir quinta, sexta ou sábado ao Baar Fun Fun (pode fazer reserva online). É que nesses dias, depois do tango, há uma sessão de candombe, a salsa uruguaia. O candombe só rola lá pelas duas da madrugada, então se você quiser ir depois do jantar, tá valendo (o público vai se renovando ao longo da noite e você logo terá mesa livre para sentar). A noite mais animada da cidade está no finzinho de Pocitos, junto ao Montevideo Shopping, já em Buceo. Nas duas quadras da avenida Luis Alberto de Herrera antes do cruzamento com o Boulevard 26 de Marzo há vários boliches, barzinhos para tomar um chopinho, comer uma pizza e azarar. O movimento é mais quente de quinta a sábado. • Dia 06 (26/08/2016) – Sexta - Ida para Punta Del Leste (bate e volta) Punta del Leste atrai a maioria das pessoas por suas praias, cassinos (que são liberados por lá) e badalação. Meu interesse na cidade foi justamente o oposto disso. Fui sem muitas expectativas, talvez pelo fato de não ter ido no verão, época na qual a cidade lota de turistas, mas mesmo assim tem lá seu charme! Há várias opções, como ir de ônibus ou alugar um carro na BudGet, você pode pegar o carro no aeroporto caso venha de avião. A estrada é bem tranquila e o caminho é basicamente uma reta só, o trajeto dura aproximadamente 1h30. Lembrando que a lei seca funciona por lá e não tentem nunca propor “dar um jeitinho”, então se for beber, vá de ônibus. O principal cartão postal, o Monumento ao afogado, ou popularmente conhecido como Los dedos. A escultura é do artista chileno Mario Irarrázabal e fica na primeira parada da Playa Brava (as praias são todas divididas assim, P1, P2, P3…) e mesmo com poucos turistas fio muito difícil conseguir tirar ruma foto. Um pouco mais afastado do centro fica a Puente Leonel Vieira, mais conhecida como ponte ondulada, adorei ir até lá e como uma criança num parquinho passei umas cinco vezes pela ponte, não passei mais pois a polícia estava parada lá,rs. Deixo a dica de um local que não estava no roteiro e achei muito lindo que é a Imágen de Nuestra Señora de la Candelaria, fica na Rambla General Jose Artigas, pouco antes do Monumento ao afogado (los dedos). Almocei no El Viejo Marino, por ser um dos restaurantes mais antigos e tradicionais, mas não recomendo, achei o cardápio super normal, apesar do bom atendimento acho que teriam melhores opções por lá, ainda conheci a pé o centrinho e comércio, comprei umas lembrancinhas . Na volta pra Montevideo, parei no Cassino Conrad Punta del Este, para ‘’perder” um pouquinho de dólares, mas compensou a visita, o cassino é muito lindo, mas a sorte não estava a meu favor no dia. Mas o ponto alto da viagem certamente é no retorno pra Montevideo: Casapueblo, confesso que esse foi uns dos pontos que me fez ir até o Uruguai. Fica localizado em em Punta Ballena, e é sem dúvidas um dos mais incríveis locais dessa viagem inteira. Saindo da rodovia Interbalnearia há uma rua que termina com uma incrível vista panorâmica, pare o carro por ali e siga o simpático o portal, já se percebe o estilo do Vilaró. Há uma pequena taxa para entrar, o valor é consumível no restaurante. Após dair da Casapueblo fui até o final da Punta Ballena onde há uma feirinha de artesanatos e de onde se tem uma vista muito bonita. Como estava super cansado da viagem, passei no shopping para comprar algumas coisas , acabei jantando próximo ao hotel mesmo, no Da Pentella. • Dia 07 (27/08/2016) - Sábado Aproveitei o tempo rapidinho que tinha antes de voltar a Buenos Aires e fui ao Shopping Punta Carretas, achei bem melhor para compras que Buenos Aires ( apesar de ser um Shopping muito luxuoso, o câmbio compensava), comprei muita coisa, almocei lá mesmo, peguei as malas no hotel que fica ali pertinho e de lá direto ao Terminal e pegar a balsa para Buenos Aires, o barco que faz a travessia chama-se Franciso, é muito grande e espaçoso, tem um free shop dentro (não consegui olhar quase nada pois a maré estava muito forte e mal dava pra ficar em pé). Uma dica para quem vai desembarcar no terminal de Balsas em Buenos Aires, assim como qualquer outro terminal nas viagens, é fugir dos taxistas que ficam la dentro, sai do terminal fui até a rua e peguei um taxi, só nisso paguei quatro vezes menos. -Já em Buenos Aires, um programa que estava no roteiro e infelizmente não deu tempo fazer mas que deixo de recomendação é Show Fuerza Bruta: http://www.ticketek.com.ar/fuerza-bruta/centro-cultural-recoleta Com uma mistura de sons, luzes, movimento e efeitos especiais, o Fuerza Bruta busca mexer com os sentidos do espectador, que participa ativamente das cenas. A primeira coisa que o espetáculo subverte é o conceito de palco e plateia. Tudo acontece no mesmo lugar e a gente precisa se deslocar pela sala conforme a peça se desenrola. A sensação que a gente tem é de que está imerso em uma realidade alternativa, um pouco mágica e surreal. O espetáculo é apresentado de quarta a domingo no Centro Cultural Recoleta. Os ingressos custam a partir de 160 pesos e é preciso garantir o seu com antecedência mínima de uma semana, pois eles se esgotam sempre. Existem três pontos de venda na cidade, um no Palermo (Av. Santa Fe 4389), no Shopping Abasto ( Primeiro piso, entrada Anchorena – Av. Corrientes 3200) e no Teatro Opera (Av. Corrientes 860). Se você não vai ficar em Buenos Aires tanto tempo, pode comprar o seu pela internet. Como eles não entregam no Brasil, escolha a opção de retirar o ticket em algum dos postos de venda. • Dia 07 (28/08/2016) - Domingo - Como adorei a feirinha de San Telmo, retornei lá mais uma vez, após isso aproveitei para caminhar um pouco pelas ruas do centro. Após fui a feirinha de Palermo. Entre e Plaza Armeia e a Plaza Julio Cortazar há muitos restaurantes, mas deixo a dica do The Burguer Joint, o local é muito descolado, sempre cheio, hambueger muito bom, recomendo, foi um dos lugares que guardarei e irei novamente quando estiver por lá. Cheguei em casa já tarde e super cansado, tinha marcado um show de Tango mas acabei cancelando pois acordaria muito cedo para pegar o voo de volta ao Brasil. • Mais dicas:  Vá a alguma milonga. A milonga mais famosa com certeza é a Glorieta. Outra milonga bem indicada sempre é a Maldita MIlonga, em San Telmo, porque ela tem uma ótima orquestra ao vivo, chama El Afronte, e oferece aulas de tango para quem não sabe NADA. Essa milonga é sempre às segundas e quartas-feiras, a partir das 21h. Nesse horário começa a aula. O show é pelas 23h. A parte boa é que tudo - aula, milonga e show - sai por 25 pesos.  Dá pra ir no mesmo dia no Rosedal (muito bonito) e no Planetário, um do lado do outro, e se quiser ir no museu MALBA ( o Abaporu tá lá). Dá para fazer esse passeio de bus: pega até no zoo e vai a pé pro Rosedal e Planetário, pegar outro bus pro MALBA, e voltar para hotel de bus;  Jardim Japonês e os bosques de palermo é um passeio imperdível;  Compensa pegar o free walking bus – verificar o idioma (ela fez o da Recoleta que é as 10:30), mas tem o do centro também;  http://www.buenosairesfreewalks.com/  Sugestão pro domingo: fazer o tour do centro ( Casa Rosada, Catedral, Obelisco, Cabildo), feirinha de San Telmo (que é só no domingo), ir no Caminito e se não tiver jogo dá pra conhecer o estádio do Boca. A noite passear por Puerto Madero;  Não comprar pacotes de show de tango que oferecem jantar pois não compensa. Senhor Tango é um teatro, Café Tortoni é show de dança;  Em Buenos Aires, tem Palácio Barolo, um prédio histórico baseado na obra “A Divina Comédia”, de Dante Alighieri. Além de ser um prédio inspirado por um livro, o Palácio tem uma vista incrível da cidade, com destaque para o Congresso Nacional, que em frente.  Museu do Bicentenário, que somente fica aberto de quarta a domingo e é de graça bem como o tour guiado pela Casa Rosada. Em seguida um passeio a pé até o Café Tortoni, onde sugiro experimentar o chocolate espesso. A menos que você seja louco por chocolate, peça somente um para cada duas pessoas.  O Café Tortoni. Tem um preço acessível e garante bons momentos de diversão. Mas quem quiser algo mais técnico, sugiro optar por outro local. O Tortoni é ideal para quem quer pagar pouco e ter um bom entretenimento.  Fragata Presidente Sarmiento, e um sorvete no próprio Puerto Madero.
  16. Caros mochileiros, após nossa sexta passagem por Buenos Aires, deixaremos aqui algumas dicas atualizadas para quem está se planejando para mochilar por lá. Desta vez, assim como em 2014, ficamos uma semana no barrio Palermo, que devido a tranquilidade, a segurança, e a infinidade de opções de bares, restaurantes, parques e opções de transporte, continua sendo (na nossa opinião) o melhor bairro para ficar, principalmente se você já conhece a cidade e quer aproveitar algo diferente dos roteiros tradicionais. Dicas: - No AirBNB é possível encontrar apartamentos com relação custo/benefício bem melhor que a dos hotéis, que pelo visto tiveram uma boa subida nos preços do ano passado pra cá. Se for alugar pelo site, é importante dar preferência aos apartamentos com o maior número de recomendações possível. - A inflação foi grande no último ano, de modo que é recomendável organizar suas finanças com base nos relatos o mais recentes possível. Preços do primeiro semestre deste ano, por exemplo, já não refletem tão bem os preços praticados neste segundo semestre. - Vinhos nos mercadinhos de barrio podem custar até 40% menos do que nos supermercados. - Diferentemente do Brasil, os vinhos em bares e restaurantes não custam o triplo do preço do que se cobra em um supermercado. Nos lugares que fomos o preço ficou 10% maior apenas, vale a pena beber um vinho na Plaza Serrano ou na Plaza Armenia, se você estiver em Palermo. - Menu executivo continua sendo a opção pra quem quer economizar e comer um prato legal. Prato principal + bebida + postre (com qualidade) sai por volta de AR$140 pesos. - Pegar metrô e ônibus só é possível com a Tarjeta SUBE. Ela é vendida em Kioscos e "Lotéricas" ao preço oficial de AR$25, mas geralmente o dono do Kiosco cobra um pouco mais. A recarga também pode ser feita nesses locais ou nas antigas boleterias dos Subte. Preço do Subte: AR$4,80. Preço do ônibus varia conforme o destino mas fica em torno de AR$6,50. Se você tiver GPS e o aplicatico "Como llego", o ônibus é ainda mas vantajoso que o subte. Com essas opções o Taxi é bem dispensável. - Transfer Aeroporto/Hotel/Aeroporto recomendo o Taxista David, quem quiser o contato basta mandar MP. Ele também oferece passeios, city tours e etc. Utilizamos somente o transfer (já mais de uma vez) e o serviço é pontual e de qualidade. - A Casa Rosada oferece visita guiada GRATIS aos finais de semana. Agende sua visita pelo site https://visitas.casarosada.gob.ar/ e lembre-se levar o comprovante de agendamento impresso ou no celular. - A cidade conta com um sistema de transporte por biciletas totalmente grátis. Adiante seu registro pelo site http://www.buenosaires.gob.ar/ecobici/sistema-ecobici/como-registrarse . No site diz que basta você se registrar e mandar uma cópia do seu documento de identidade. Mas na verdade você precisa comparecer a uma sede comunal e apresentar seu passaporte/identidade, já que eles precisam verificar seu carimbo de entrada no país. Feito o registro, você pode utilizar o aplicativo BA EcoBici para retirar sua bicicleta em uma das várias estações espalhadas pela cidade. É bom ter cuidado no trânsito... - Pra quem gosta de história das ditaduras na América do Sul recomendamos o Parque de La Memoria, localizado ao norte da cidade. Dá tranquilamente pra ir de ônibus. - Pra quem gosta de artes recomendamos o Museu Nacional de Bellas Artes, cuja entrada é gratuita. O MALBA também é excelente mas precisa verificar o preço do ingresso, fomos em 2009. - Pra quem gosta de mercado de pulgas recomendamos o Mercado de Las Pulgas, localizado no barrio Colegiales. Por enquanto é isso, se alguém tiver alguma dúvida é só postar!
  17. DICAS GERAIS Buenos Aires é caro? Depende! Como qualquer outro destino turístico, a estrutura de custos de uma viagem a BsAs depende do estilo de vida/viagem de cada um e de muita pesquisa prévia para não gastar mais do que o esperado. Fazer um bom câmbio também é fundamental para economizar por lá. Câmbio: boa parte da economia que você vai fazer em Buenos Aires vai derivar de fazer um bom câmbio. Eu cheguei numa quinta-feira à noite, mas nos quatro dias seguintes as casas de câmbio não funcionariam, por ser feriado na sexta e na segunda. Por isso acabei fazendo trocas ruins (1 real a 3,60 pesos no banco de La Nación do aeroporto) e trocas mais ou menos (3,80 em uma casa de câmbio não-oficial na Av Corrientes). A cotação cai demais em fins de semana, feriados e fora do horário bancário. O melhor é acompanhar no facebook a cotação de duas casas bem recomendadas por brasileiros: a TDBR Transfer e a CambioMaisBrazucas. No dia anterior a minha chegada, a TDBR Transfer estava trocando a 3,95, por exemplo. UPDATE: Nesse momento o real se valorizou bastante frente ao peso, hoje, 02/09/2016, vi na página da TDBR que estavam trocando a 4,60, uma cotação excepcional! Hospedagem: Fiquei no hostel Suites Florida. Diária a 9 dólares, reservei pelo Booking. A principal vantagem desse hostel é a localização, perto de estações de metrô de todas as linhas, o que faz economizar no transporte. Transporte: Use e abuse do metrô, pois a passagem custa apenas 4,60 pesos (na cotação média atual, dá R$ 1,10) e chega a quase todos os principais pontos turísticos. Os ônibus (6,50 pesos) rodam 24hs, é uma boa opção para voltar das baladas e fugir dos táxis, que embora sejam mais baratos que no Brasil, acabam pesando no orçamento (além de fugir da malandragem e golpes dos taxistas de lá). Uma das primeiras providências quando chegar em BsAs é procurar comprar o cartão SUBE, que está meio difícil de achar. É com este cartão que se paga o ônibus e o metrô, e custa 35 pesos. Alimentação: Em geral o preço da comida é mais alto em Buenos Aires que no Brasil. Em São Paulo é fácil achar um PF de 12 reais, lá nem tanto. Mas quem procura acha, tem lugares com refeições a aproximadamente 15 reais. Me recomendaram o El Nacional, em frente a igreja de San Ignacio (Microcentro), mas cheguei tarde e já tinha fechado. No microcentro os restaurantes são mais baratos, já em Palermo espere pagar mais. Pra economizar, dá pra cozinhar no hostel, ou comer pizzas e empanadas, sobretudo em lugares que fazem promoções ao se comprar mais de uma (exemplo: Terrazas). Bebida: Cerveja é praticamente o mesmo preço de São Paulo. Eu gosto muito de vinho, e como lá essa bebida é muito mais barata que aqui, aproveitei os dias em BsAs para deixar a breja um pouco de lado e tentar achar o Malbec perfeito!. Nos mercados chinos (pequenas mercearias de proprietários chineses), dá pra comprar ótimos vinhos pelo equivalente a 10 reais ou menos. Fiz vários passeios na base do piquenique com vinho e empanadas. Mesmo nos restaurantes é possível comer com um vinho acompanhando, sem precisar deixar um rim pra pagar a conta. Água mineral e refrigerante no geral é mais caro por lá. Mas descobri que no supermercado Dia% a água mineral marca própria deles é bem mais barato (11 pesos com Club Dia, a garrafa de 2 litros). Peça o chaveirinho do Club Dia na primeira vez que for lá, nas vezes seguintes tem descontos em alguns itens, usei muito pra comprar a tal água mineral de 2 litros. Ou faça o Club Dia no Brasil antes de ir. Passeios: Talvez o maior trunfo de uma viagem ecônomica a Buenos Aires é a possibilidade de conhecer muita coisa gastando pouco ou mesmo quase nada. Andando pelas imediações do microcentro, dá pra ir na Casa Rosada, Manzana de Las Luces, Catedral, Cabildo, Galerias Pacífico, feira e mercado de San Telmo, Puerto Madero, Café Tortoni, Obelisco sem pagar nada. Fora do centro tem o Cemitério da Recoleta e de Chacarita, Museu Nacional de Bellas Artes, Floralis Generica, Bosques de Palermo, Palais de Glace, Caminito, bairro de Abasto (berço do tango) e vários outras atrações gratuitas. Além de que, andar em Palermo e Recoleta por si só já é um passeio. RELATO DE VIAGEM 1° dia – 16/06 (quinta-feira) Cheguei ao aeroporto de Ezeiza quase às 21:00. Já sabia que seria feriado no dia seguinte e que possivelmente as casas de câmbio estariam fechadas, então troquei dinheiro somente para este fim de noite e para o dia seguinte: cotação (ruim) de 3,60 pesos para cada real no Banco de La Nación. Fui pro guichê da Manuel Tienda Leon, comprei a passagem do busão (190 pesos) que me levaria até o terminal Retiro. Do Retiro, uns 15 minutos de caminhada cheguei ao hostel Suites Florida. Encontrei o amigo que já estava lá e fomos ao Lito’s, uma lanchonete que fica na própria calle Florida. Pedi um super Pancho, que é um pão com salsicha e batata crocante por cima, mas o tamanho é bem maior que os hot dogs daqui, e custou 20 pesos. Cerveja de litro não me lembro o valor em pesos mas era mais ou menos o equivalente a 10 reais. Depois disso, cama. 2° dia – 17/06 (sexta-feira) Após o café fui trocar o resto do dinheiro numa pequena loja de relógios na Av Corrientes. Eu sei que todo mundo fala pra não trocar dinheiro fora das casas de câmbio oficiais, mas eu já tinha trocado em outras oportunidades em BsAs neste mesmo lugar sem nenhum problema. Depois fui correr atrás do bilhete SUBE que é aceito nos ônibus e metrô. Foi realmente difícil achar, perguntamos em todas as bancas de jornal nas imediações da Calle Florida. Custou 35 pesos. Eu e meu amigo queríamos ir para Recoleta, então pegamos o metrô e descemos na estação Las Heras.. Lá tem uma pracinha agradável e um fabuloso prédio, que depois descobrimos ser a Faculdad de Ingeníaria de Buenos Aires. Ficamos por ali, bebendo um vinho e comendo empanadas que levamos na mochila. Esse é um programa de ótimo custo-benefício, já que vinho em BsAs é MUITO barato! Ao acabar, andamos pela Avenida Pueyrredon até avistar o característico símbolo do Hard Rock Café, que faz parte do shopping Buenos Aires Design. Atrás do shopping fica o famoso Cemitério da Recoleta, mas não fomos lá por ora. Entramos no shopping só para usar o banheiro, ficamos sentados ao sol numa praça bem em frente ao shopping tomando mais vinho, naquilo que percebemos ser um dos programas favoritos dos argentinos sol+grama+bebida Atravessando a avenida e uma passarela, logo se chega à Floralis Generica, um dos maiores símbolos turísticos da cidade. Batemos umas fotos e depois batemos perna, seguindo pela avenida que avança em direção a Palermo, passando por diversas praças e pelo MALBA (que acabamos não entrando pois meu amigo não curte museus ). Andamos pra caramba, passamos pelos bosques de Palermo até chegar na mesquita árabe e acompanharmos a linha do trem até chegar na Plaza Itália. Entramos numa lanchonete e pedimos uma torre de chopp de 2 litros (que saiu uns 20 reais, não me lembro em pesos) e meia dúzia de empanadas (110 pesos). Já era noite, já estávamos cansados, voltamos de metrô pro hostel . Depois de tomar banho, uma voltinha pelas imediações para ver o movimento na Av Corrientes que é cheia de teatros e sempre tem muita gente circulando e terminamos a noite pelo hostel mesmo, já que ele tem um bar próprio no subterrâneo. 3° dia – 18/06 (sábado) Saímos cedo para bater perna em San Telmo, onde os mercadinhos chineses possuem os melhores preços para comprar vinho. Passamos pela Manzana de Las Luces (estava fechada no horário) e na Iglesia de San Ignácio, muito bonita. Andamos pelas ruas de San Telmo até chegar em Puerto Madero. Particularmente não sou muito fã dessa região, mas andamos bastante por ali, até chegar na Fragata Sarmiento, um navio-museu atracado lá. O preço do ingresso é de apenas 5 pesos, e o passeio é muito mais interessante do que parecia ser. Vários itens de época e a oportunidade de entender como era a vida a bordo de um navio de guerra em tempos passados. Saindo da fragata tem uma pracinha, paramos para comer empanadas e tomar vinho (sim, de novo!) que tínhamos comprado ao sair do hostel. Saindo de Puerto Madero, andamos pelas imediações antes de chegar na Plaza de Mayo. São muitos monumentos, muitos edifícios antigos/históricos, reminiscências de um tempo mais glorioso de los hermanos. Andar á toa pela região central já é um passeio por si só. Descansamos um pouco no hostel, e como estávamos com muita fome paramos num restaurante ali nas imediações da rua Florida. Guardem bem esse nome: LA CASONA DEL NONNO. A pior comida que provei na Argentina. Fomos atraídos por uma parrilla para 2 por 360 pesos, mas os assados estavam uma porcaria. A costela estava incomível, e olha que já comi muita coisa ruim por aí! Parece que requentaram o que sobrou de algum outro cliente, porque tava parecendo borracha. A elogiar, só a entrada com pão francês e grandes azeitonas no molho chimichurri. Cobram 10% de mesa e mais 10% para os garçons. Como protesto pela comida horrível não queríamos pagar essas taxas, mas os 10% de mesa são obrigatórios e acabamos pagando. Após esse perrengue deitamos no hostel para descansar e usar a internet para ver as empresas de barcos para o Uruguai, já que meu amigo cruzaria o Rio da Prata. Pesquisamos também sobre o Pub Crawl para curtir à noite, mas tinha dress code, onde o tênis cano alto do meu amigo não seria admitido. Procuramos na internet por baladas mais alternativas que não teriam restrições ao vestuário. Achamos a Kika, que segundo o blog Buenos Aires para Chicas era uma balada mais alternativa e de azaração. Decidimos que iríamos nessa. Para ir a Palermo, acabamos pegando um busão, já que o metrô fecha ridiculamente cedo em BsAs (a linha verde fechou as 22h24). Embarcamos na linha 29 e pedimos para descer na Plaza Itália, o trajeto foi bem rápido. Pegamos a rua Jorge Luis Borges, que desemboca direto na Plaza Serrano, onde existem diversas opções de bares, restaurantes e baladas em volta da praça. Paramos para comer na pizzaria Kentucky e fomos procurar a balada Kika, ao qual não pudemos entrar por causa do tênis cano alto do meu amigo. Ridículo, mas regras são regras. Andamos pela região e na rua Gorriti achamos o Chupitos, uma baladinha com público bem alternativo. Pouco menos de uma hora na fila e entramos, cobram 80 pesos que é totalmente convertido em consumação. Nas caixas de som hip hop, rock argentino e internacional, anos 80 etc. A especialidade do bar são os shots ou doses de bebidas, que em BsAs se chamam... chupitos! Galera animada, bebidas baratas, um bom local. Na Argentina ainda não é totalmente proibido fumar em lugares fechados, então tem um fumódromo lá dentro. Se o cheiro te incomoda fique afastado do local. As bebidas não são caras e de vez em quando saem umas promoções de doses lá dentro, pegamos uma que botam fogo hehe Saindo de lá e pegando o caminho para voltar a Plaza Italia, passamos por outra balada que estava animada e tocando umas cumbias (o teor alccolico no sangue não me permite lembrar o nome ). Entramos, bebemos umas cervejas e fomos embora já com o sol nascendo, e como o metro já estava funcionando, dispensamos o ônibus na volta e pegamos o café da manhã no hostel. 4° dia - 19/06 (domingo) Por causa da balada da noite anterior, acordei bem tarde. Já estava no planejamento “perder” metade do dia por causa da balada e seguir para a Feira de San Telmo a tarde. A feira é um programa super tradicional entre bonaerenses e turistas, tem de tudo naqueles vários quilômetros de barraquinhas que vendem de tudo um pouco: artigos de couro, blusas e camisetas piratas de times, acessórios para vinho, antiguidades, imãs de geladeira e lembrancinhas em geral, doce de leite... nas barraquinhas come-se churros recheados (o churro com massa de chocolate é sensacional!), rosquinhas, empanadas, comidas de outros países sulamericanos vendidas por imigrantes, parrilas, choripán... também se vê muitos artistas de rua, como bandas de rock, violinistas, manipuladores de bonecos, dançarinos de tango com música ao vivo... Entramos também no Mercado de San Telmo, uma edificação antiga e bonita, que tem um quê de mercado municipal de São Paulo, mas menor e com um certo charme decadente. Uma lojinha que vendia pôsteres me ganhou: comprei alguns em estilo antigo, com fileteados e desenhos que remetem ao tango. Custou 40 pesos cada um. Tinha uns imãs de geladeira bem bacanudos também, comprei alguns pra minha coleção, custou 10 pesos cada. Ficamos rodando por ali durante um tempo, e já estava escurecendo quando resolvemos voltar ao hostel para descansar e tentar dormir cedo. O motivo: no dia seguinte uma outra amiga se juntaria ao grupo e meu amigo buscaria ela bem cedo no Aeroparque enquanto eu iria dar uma volta pelo bairro Abasto. 5° dia – 20/06 (segunda) Acordei cedo, peguei o metrô e desci na estação Carlos Gardel. A missão era passear pelo bairro berço do tango de Abasto e fotografar algumas fachadas com o estilo de arte fileteado, recém reconhecido pela UNESCO como patrimônio cultural imaterial da Humanidade. Ali fica o Museo Casa de Carlos Gardel, local que foi residência do cantor durante muitos anos. Infelizmente estava fechado, não sei se o fato de ser feriado teve alguma coisa a ver. Fotografei algumas fachadas nessa rua e entrei na Pasaje Zelaya que tem algumas pinturas fileteadas, mas o interessante mesmo é a Pasaje Carlos Gardel: além de um monumento dedicado ao cantor, há várias estátuas em tamanho natural de outros ícones do tango, como Astor Piazzolla. Também é aqui que tem as pinturas fileteadas mais bonitas da região. Pra quem gosta de shopping, o Abasto Shopping fica logo ali em frente. Voltei para a Av Corrientes andando sempre no mesmo sentido dos carros (que é sentido voltando para o microcentro) e passei em frente ao Paseo de La Plaza. Ali fica o Museu dos Beatles, mas vi que estava fechado e então fui à Pasaje Discépolo. Que na verdade não tem nada de mais durante o dia (embora tenha teatros e bares com ar alternativo que abrem à noite), a curiosidade dessa rua é que ela é uma “aberração” no urbanismo bonaerense. Por quê? Porque é uma das raríssimas ruas transversais de Buenos Aires, que conta majoritariamente com quadras perfeitas. Voltei ao hostel e a Sandra, amiga que estávamos esperando tinha chegado já. Depois dos procedimentos de check-in, levamos ela pra fazer um “city-tour” básico pelo centro: Casa Rosada, Obelisco, Catedral, Plaza de Mayo, Cabildo, Galerias Pacífico... Depois fomos à Seacat resolver a travessia deles para o Uruguai. Estava fechada, então fomos no Terraza, bem pertinho do Obelisco. Esta pizzaria tem um dos melhores custo-benefício que já vi em Buenos Aires, pois além de ser muito gostosas, tanto as pizzas quanto as empanadas possuem promoções de combinações. Por exemplo, isoladamente um pedaço de pizza ou empanada custa 18 pesos cada e um chopp custa 36 pesos. Pedindo duas empanadas ou dois pedaços de pizza + chopp, sai tudo por 55 pesos (ou 50, se comer no balcão e não na mesa), uma economia de 17 pesos. Outra coisa boa é que aceitam nossa moeda, com uma cotação melhor que as das casas de câmbio. Embarcamos na estação Florida do metrô e iríamos para a Recoleta, mas acabamos passando direto na estação de baldeação e de última hora decidimos ir no Paseo de La Plaza, ver o Cavern Club, e, talvez o Museo Beatle. O Paseo é um boulevardzinho muito bonito escondido na Avenida Corrientes. Seus corredores são um convite a boas fotos, com uma bela decoração e lojas descoladas, e na parte superior ainda conta com um terraço todo dedicado aos Beatles. É aqui que tem um museu, um bar, um café e um espaço para shows, tudo baseado nos FabFour. Fomos no café, mas acabei não entrando no museu porque lembrei que a maior exposição mundial sobre os Beatles está para ser aberta em São Paulo. Assim economizei os 90 pesos da entrada no museu e gastei bebendo A noite fomos a Palermo e apesar de ser feriado estava meio caído por lá, possivelmente pelo frio que fazia naquela noite. Fomos à Plaza Serrano, procuramos algo interessante pelas imediações e acabamos entrando no Diggs. Tem opção de mesas ao ar livre, mas como estava muito frio, preferimos o aconchego das mesinhas internas. Pedimos uma porção de salchipapas (batata frita + salsicha na chapa) que estava muito gostosa. Para beber uma jarra de chopp de 1 litro, que numa promoção de combo junto com a salchipapa saiu 180 pesos. O som estava ótimo com rock e pop anos 80 saindo das caixas de som. O atendimento é meio lento (isso é normal na Argentina). No andar superior, o teto é retrátil, bacana para dias de sol. Saímos bem tarde de lá e não tinha mais metrô. Voltamos para a Plaza Italia pegar ônibus e passamos um perrengue, porque o ônibus 152 passa na Plaza de Mayo e avisamos que desceríamos lá. Porém o ônibus parou num lugar nada a ver e mandou todo mundo descer! Tinha uma estação de metrô perto e fui ver onde estávamos: na estação Once, longe pra caramba pra ir andando naquela hora e naquele frio. Não estávamos com paciência para pegar outro bus, e pegamos um táxi. O motorista começou com a malandragem de querer ir devagar, e já quase na base da discussão falamos que se ele não fosse rápido desceríamos ali mesmo . Aí o milongueiro começou a dirigir normalmente e a corrida deu uns 15 reais. Mesmo o táxi sendo barato em BsAs prefiro evitar ao máximo pra não me estressar com essas falcatruas. 6° dia – 21/06 (terça) Último dia de viagem para mim, para o Binho e a Sandra ia durar mais um pouco. Por isso enquanto eles foram resolver coisas como trocar mais dinheiro e comprar as passagens para Colonia Del Sacramento, eu fui fazer um role e ver algumas coisas que ficaram faltando, e combinamos de nos encontrar as 15hs na Plaza Serrano. Não tomei café no hostel, porque ia iniciar o dia no Café Tortoni. Fui conhecer o café que acabou virando ponto turístico. Pedi um café e duas medialunas, que estavam bem boas, mas o café não estava tão bom porque os argentinos não costumam tomar café tão forte quanto o nosso. Como fui cedo o local estava vazio, mas dizem que dependendo do horário faz até fila. Tirei algumas fotos, admirei a decoração, paguei a conta, deixei a propina do garçom e saí. Voltando para pegar o metrô passei na igreja de San Ignácio e entrei para ver como era dentro. Por fora é muito bonita, mas a decoração interna não me encantou. Peguei o metrô, desci em Las Heras. Fui andando, entrei no Cemitério da Recoleta, e me peguei pensando que nunca imaginaria que um cemitério poderia ser um lugar tão bonito! A arte cemiterial, a arquitetura das tumbas são muito bem elaboradas. Fiquei andando ao léu ali, nem pensei em ir procurar a tumba de Evita Perón, passatempo dos turistas por ali. Toda aquela região da Recoleta é muito bonita, saindo do cemitério vêem-se praças muito bem conservadas, e ao lado tem o Centro Cultural Recoleta. Dei uma entradinha rápida, e fui no shopping Buenos Aires Design. Mas só para usar o banheiro mesmo, porque nem de shopping eu gosto Praticamente em frente a ele fica o Museu Nacional de Bellas Artes. Ótima opção de passeio para quem gosta de artes visuais. Além de estar num ótimo bairro com várias outras atrações ao redor e de ter uma bela arquitetura, o que mais chama atenção aqui é o assombroso acervo com obras de Van Gogh, El Greco, Renoir, Degas, Gauguin, Picasso, Portinari, Rembrandt, Goyá, Kandinsky e muitos outros. Com a vantagem de ser totalmente gratuito. Para quem está sem grana, é uma bela opção ao MALBA, que cobra 90 pesos. Voltei pela Av Pueyrredon até o metrô Las Heras. Fiz baldeação com a linha vermelha e desci na estação Malabia. Iria chegar a Plaza Serrano pelo sentido contrário que sempre fazia (em vez de descer em Plaza Itália e seguir sentido “sul”, seguiria pelas calle Malabia sentido “norte”). Andei pra caramba, mas foi ótimo conhecer regiões diferentes de Palermo, que é um bairro gigante. Passei na Plaza Armenia, uma pracinha com brinquedos para crianças, mas o legal é o entorno dela: vários restaurantes e barzinhos com cadeiras nas calçadas e até na rua, num clima bem descontraído. Encontrei com os parceiros quase no horário da Plaza Serrano. Andamos um pouco para pensar em algum lugar para comer e sugeri o El Preferido de Palermo, um bodegón recomendado pelo Aires Buenos, um blog de brasileiros que moram na cidade. Cada um pediu um prato, e depois nos demos conta de que era muita comida! Mas valeu a pena, atacamos os bifes e frangos grelhados com dois litros de cerveja. Enrolamos bastante pra passar a DPP (depressão pós-prato) e voltamos de metrô para o microcentro. Fui comprar alfajor e doces para presentear. O melhor lugar é a bomboniere Royal, que é tão grande que mais parece um supermercado, só que só vende doces! Fica na Lavalle, 951. Voltei ao hostel, arrumei a mala e descansei um pouco. Fui ao terminal Madero pegar o busão para Ezeiza e acabei descobrindo a empresa Arbus, que é tão boa quanto a Manuel Tienda Leon e custa 40 pesos a menos, com um ótimo wi-fi. Em menos de uma hora estaria no aeroporto para embarcar de volta para São Paulo.
  18. Fala aí, galera! Eu sempre pego dicas por aqui. Resolvi, dessa vez, dar as minhas dicas. Não sabia bem qual organização fazer, então optei por ser simples. Qualquer dúvida podem comentar que eu respondo assim que puder. Dicas gerais quentes: 1 - Baixe o aplicativo Maps.me (ou outro semelhante) para traçar as rotas offline pela cidade. É um ótimo aliado para quem anda de taxi. 2 - Leve reais. Troque apenas uns 200 no aeroporto para chegar até o hotel e depois troque o restante na Rua Florida. O câmbio era 1 para 4.2. 3 - Compre água Glacial. As outras são bem salgadas e todos nós passamos muito mal, cada um em um dia diferente. Acho que foi por isso. 4 - Vá na balsa lenta na ida para Colônia. Fomos (as 9:45) na lenta que chegou lá em 3 horas; Na volta (21:00), a rápida balançava bastante. 5 - Melhores programas da viagem: Degustar Palermo, relaxar fds no Parque Rosedal, ficar perdida (a pé) por São Telmo e pedalar por toda Colônia. Legendas: P$ - valor em pesos U$ - valor em dólares Valores sempre por pessoa IDA 15/02/2015 - Chegamos a noite no aeroporto Ezeiza (36 Km até o centro). O estilo do aeroporto já fala um pouco da cidade de Buenos Aires. Pegamos um taxi e já tivemos uma confusão com dinheiro. Não conferi quando troquei no aeroporto e ao pagar o taxi (P$390), percebemos que as quatro notas de 100 eram na verdade quatro notas de 10. Não sei o que aconteceu até agora, mas saímos no prejuízo. Tenham bastante cuidado com os taxistas. Sair do aeroporto é terrível, eles não ligam o taxímetro e o preço gira em torno de P$400. Na segunda vez no aeroporto conseguimos um acordo de P$300, mas é difícil. 1 Dia Café da Manhã em Puerto Madero (P$70) - Não peguei o nome, mas era bom. Era uma sorveteria também. Almoço na Plaza Serrano em Palermo no Restaurante Brujas de Madagascar (P$120) - Mais ou menos Passeio no Jardim Japones (P$50) Passeio no Parque Rosedal (Grátis) Voltamos andando para o Hostel (Calle Soler e Calle Armenia) 2 Dia Calle Florida (Câmbio...câmbio...câmbio!) Galerias Pacífico - Shopping na Calle Florida com arquitetura diferente. Plaza de la Republica - Menos turístico e movimentado, mas é legal. Casa Rosada (Grátis) - Pode entrar feriado e fds, achei razoável. Plaza de Mayo (em frente a Casa Rosada) - Legal pra relaxar um pouco. 3 Dia Cemitério Recoleta (Grátis) - Dica pra quem gosta de chopp, tem um lugar que faz vários ali perto. Eu não fui. Vilage Recoleta - Shopping ao lado do cemitério com um cinema bonitinho. O Hard Rock Café também fica por aqui. Museo Malba (P$30) - Tem o Abaporu, um quadro lindo da Frida Khalo, algumas obras de Garcias Torres e coisas modernas. Jantar no restaurante Osaka (P$350) - Bastante procurado, cheio de brasileiros. A comida era incrível e diferente. 4 Dia Café da manhã em São Telmo Passeio pelas galerias de antiguidades - Tem que se perder pra achar. Visita à estátua da Mafalda (Calle Defenda e Calle Chile) Almoço em Puerto Madero - Sol, passando mal, entrei num restaurante péssimo. Jantar no El Preferido ($100) - Simples e gostoso. Comida meio caseira. 5 Dia Acordamos cedo, pegamos o taxi, percebi que esqueci o documento. Voltamos rapidinho. Ao chegar no Buquebus a balsa rápida já havia saído. Tudo bem, optamos pela mais lenta, o que foi ótimo pra curtir o passeio. Na hora de comprar as passagens, cadê o carimbo? Aquele que a gente recebe na entrada de Buenos Aires. Aff! Mas não é tão terrível, ficam umas pessoas da imigração lá a postos (provavelmente pra isso mesmo). Com a autorização, tudo certo para a viagem. Passagem de ida e volta para Colônia com taxas (U$150) -> Atenção só pode pagar em dólares americanos ou cartão. Passeio de bicicleta em Colonia (U$18) - dia todo pela Thryfity, dá pra alugar no aeroporto mesmo ou no centro, que é muito perto! 6 Dia Caminito - Chegamos bem fácil de taxi (da Calle Florida apenas P$50), muito turístico e de compras. Eu comprei coisas como alfajor e meias da mafalda. Cuidado com a volta! Fica um cara encaminhando as pessoas pra alguns taxis e o que nós pegamos estava com taxímetro adulterado. Descemos logo, mas foi BAD. Tango Porteño (P$1300) - Com jantar incluso, buscando e levando em casa e em uma mesa no nível médio. Sinceramente não vale, principalmente se como eu você não come carne. O show apesar de curto é muito bom, mas parece que há alguns anos atrás era bem melhor. Talvez vale a pena procurar outras opções. 7 Dia Antes de voltar queríamos ir na feira de Sao Telmo, mas houve um desencontro. Acho que teria sido legal. Chegamos com antecedência no aeroporto. Deu pra comer um último Mc Donalds e comprar um livro do Quino com o dinheiro que sobrou. Eles não são muito rígidos na alfandega, eu passei pelo detector comendo um croissant e minha amiga comu ma água na mão. Tudo entre hermanos.
  19. Viagem durante o carnaval 2014, durou 5 dias e incluiu uma ida a Colonia del Sacramento, no Uruguai. Nós já estivemos na Argentina outras vezes. Mas é sempre bom voltar, gostamos muito de lá. Pesquisando com razoável antecedência, havia um leque de opções aceitáveis ($$) para os cinco dias de Carnaval e optamos por lá. A ideia era aproveitar para conhecer outra cidade e a escolhida da vez foi Córdoba, a uma hora de voo de Buenos Aires. Passaríamos dois dias em Córdoba e o restante em BA. Como já conhecíamos BA de outras vezes, compramos bilhetes para passar um dos dias em Colonia del Sacramento, no Uruguai. A Aerolíneas mudou nossos voos *várias* vezes desde quando compramos. Com isso, o hiato de 3 horas entre a chegada a BA e a conexão para Córdoba (que é o que havíamos comprado) esticou para 6 horas. PQP. Vôo de ida atrasou, mas ainda assim tive de ler (e dormir) bastante no aeroporto até a conexão sair. Aproveitei para trocar 100 reais no aeroporto de BA. A ideia era trocar no paralelo quando chegasse a Córdoba. Dia 1 - Córdoba Chegando em Córdoba, pegamos logo um taxi para o hotel. O motorista me sugeriu de irmos pela via que circunda Córdoba e evitar o centro naquele horário. Topei, mas depois vi que isso meu custou beem mais. Paciência. Checkin feito, mochilas largadas, fomos explorar a cidade. O hotel (Gran Crisol) não era na área central – tinha sido o mais em conta que eu achei no Decolar, mas ainda assim eu hoje optaria por ficar na região central --, tínhamos de cruzar o Parque Sarmiento. O problema é que pegamos uma rota que margeava o parque, sem muitos atrativos. O ideal é pegar a rota por dentro do parque, que é bem bacana. Enfim, chegamos ao centro e fomos andando em direção à parte histórica da cidade. Estava cheio naquele sábado de manhã. Eu precisava fazer um câmbio e não identificava ninguém nas ruas fazendo câmbio, nem via casas de câmbio. Já estava desistindo da ideia do paralelo (era feriado por lá e os estabelecimentos estavam fechando na hora do almoço) quando perguntei numa vendinha na Praça San Martin se havia algum lugar fazendo câmbio. O cara me indicou o jornaleiro em frente. Opa! Isso mesmo que eu queria. Acabou sendo o melhor câmbio que fiz na viagem, 11 pesos por dólar. Devidamente capitalizados, fomos explorar a cidade. Como era hora de almoço, muita coisa estava fechada. A Praça San Martin é meio que o coração do centro histórico, de lá partem várias ruas de pedestres. Ali fica o centro de informações turísticas, que é bem prestativo, cedendo mapas e informações precisas. A Catedral, que fica na praça mesmo, estava fechada para almoço. Andamos pelas ruas, exploramos tudo quanto foi calle peatonal, mas a maioria das igrejas estava fechada àquela hora. O centro histórico de Córdoba é bem interessante. A praça e a catedral Onipresente Aliás, sobre horários, é bom dizer que as igrejas e outras atrações por lá fecham +- ao meio dia e só reabrem no meio para o fim da tarde. Além disso, os horários e dias de abertura das atrações mudam constantemente. Tinha lido isso no guia que levei (uma versão muito mal traduzida do LP) e comprovei por lá: os horários e dias de abertura não batiam com os que eu tinha. Um dos lugares que eu queria ir, a Casa da Memória, estava fechado durante o feriado. A Casa da Memória Como estávamos de jejum, paramos rapidamente para recarga num bar por lá. De tarde seguimos para fora do centro histórico, em direção ao Paseo del Buen Pastor, um centro cultural muito legal. Do lado dele fica a Igreja dos Capuchinhos, a mais bonita (e imponente) que vi na cidade. Rodamos ainda pela região e identificamos que muita coisa só (re)abriria no fim da tarde. Capuchinhos Paramos para outra recarga e, enquanto curtíamos o vai e vem das pessoas, começamos a ver hordas de meninas pré-adolescentes berrando pela rua. Identificamos que era alguma coisa relacionada a Justin Bieber (!!). Parei uma delas e perguntei se era algum show que ia rolar. Ela respondeu que sim, mas sem convicção. Aí vimos na Inet que era aniversário do elemento e que o fã clube local iria comemorar numa praça lá por perto. Daí a horda de meninas passando gritando... A Argentina de um modo geral me parece um país de hábitos mais noturnos. Buenos Aires é bem assim. Achei Córdoba ainda mais. Muita coisa (feiras, galerias, bares) só abre de noite, depois das 18, 19 hs. Justamente a hora em que já estamos cansados querendo jantar e depois dormir, ehehehehe. Nesse primeiro dia apenas passeamos rapidamente pela feira que estava sendo montada no Paseo de Las Artes, na região entre a Belgrano e La Cañada. O sono debilitado da noite anterior se fazia presente no fim do dia. Queríamos jantar num restaurante que havíamos mapeado, mas ele só abria às 19:30. Ficou para o dia seguinte. Outro lugar que havíamos mapeado, a Cervejaria Antares, abria às 18hs. Fomos para lá, provamos de tudo, repetimos as preferidas e jantamos por lá mesmo. Comida nada de mais, o negócio é mesmo a cerveja, muito boa! Pegamos um taxi de volta para o hotel. Dia 2 - Córdoba Meu plano original para o segundo dia era arrumar um tour para Quebrada de Condorito. Procurei na Inet alguma agência que fizesse, disparei alguns e-mails e só obtive uma resposta. E dizendo que não haveria tour naquele domingo. Larguei, deixei para outra ocasião. E acho que fizemos bem, porque domingo foi chuvoso na cidade. Pela manhã, chovia de uma forma impeditiva para se passear. Assim que ela diminuiu, saímos. Passeamos pelo Parque Sarmiento, agora pelo meio dele. Só havia alguns corredores por lá, bem vazio. Típico de dia de chuva. Que ainda caía, mas bem fininha, facilmente aceitável. Mas o parque é bem legal. Laguinho, parquinhos, verde, etc. Tem também um zoológico e um parquinho de diversões. Sarmiento Como era dia chuvoso e, mais que isso, não havia atrações o suficiente para um dia inteiro na cidade no nosso ritmo, optamos por conhecer alguns museus. Ao fim do Parque Sarmiento ficava o primeiro deles, o Palácio Ferreyra. Construção arquitetônica bem maneira, já vale o ingresso (que, aliás, é bem barato). O outro era o Museu Emilio Caraffa, que ficava ali perto. Ambos são interessantes, renderam uma visita um pouco mais longa do que o habitual. Retornamos ao centro histórico da cidade. Entramos no Paseo del Buen Pastor propriamente dito – no dia anterior rodamos somente na parte externa. Conseguimos entrar na Manzana Jesuítica de Córdoba, que estava fechando naquele momento. Depois demos uma longa pausa para recarga nos arredores da San Martin. Recarga = cerveja + empanada. De tarde fomos conhecer a região administrativa da cidade (onde há mais um monumento aos heróis das Malvinas – vimos dois monumentos assim na cidade), descemos pela La Cañada, provamos o sorvete Grido (nada de mais) e então esticamos de volta ao Parque Sarmiento. Agora estava bem mais agitado, com bastante gente. Ruas fechadas, parquinho funcionando, pedalinhos no laguinho, muitas pessoas aproveitando. Depois de curtir um pouco, nova pausa para recarga. E aí veio novamente a chuva. Fomos andando rapidamente de volta para o centro e nos abrigamos no Paseo del Buen Pastor até a chuva arrefecer. Já era hora de finalmente conhecer o interior da Igreja Matriz, a Catedral da cidade, que finalmente abriria (acho que só reabria umas 16-17 hs). O interior dela é bacana. Quando estávamos perto de sair, uma senhora agarrou a Katia dizendo que tinha de lhe contar sei-lá-o-quê sobre a Virgem e etc. Opa, hora de retirar-se rapidamente! Mas até que a senhora não nos seguiu atrás, acho que ela compreendeu nosso desinteresse. Dentro da catedral Já era hora de finalmente a feirinha e toda a região da Belgrano estarem abertas, então fomos para lá. O lugar muda inteiramente! Tudo aquilo que estava fechado de manhã, abre de noite. Muita vida no lugar, bastante gente. Muitas lojinhas, arte, delicatessen, restaurantes. Região MUITO legal, que se aproveita bem se você chega de noite. Curtimos inclusive algumas cervejas artesanais (El Buho, El Viejo Munich) que encontramos por lá. Havia um bar de cervejas locais, Jerome, que havíamos mapeado para conhecer, mas que estava fechado até depois das 19hs. Paciência, ficou para outra. Nesse dia jantamos no refinado restaurante Alcorta. Era dica que eu tinha levado. Comemos um mega pedaço de carne de chorizo, para 2. Acho que nunca tinha visto um pedaço tão grande como aquele. Delicioso. E com direito a um bom vinho regional que escolhi no chute, a um preço razoável. Fechamento com chave de ouro na cidade. Tomamos um taxi de volta ao hotel. Dia 3 – Buenos Aires Pegamos um taxi bem cedo para o aeroporto, antes de amanhecer. A ida foi tranquila, chegamos em menos de 30 minutos. Aeroporto ainda estava meio vazio. Nosso voo era o primeiro do dia. Chegando em Buenos Aires, pagamos um taxi/remise do Manuel Tienda de Leon e chegamos ao Ibis Obelisco, que havíamos reservado. Felizmente havia um quarto disponível, mesmo sendo de manhã. Viva! Largamos as mochilas e fomos rever a cidade. Descemos até a região da Florida, coração de compras e do... câmbio! Foi bom para verificar a cotação – que estava abaixo do que consegui em Córdoba. Só que dei mole e acabei não trocando com ninguém, e tive de fazê-lo mais tarde na Recoleta, onde a cotação é ainda pior. Em todos os casos, a cotação de rua é MUITO melhor que a oficial. Aproveitamos para passar no Centro Cultural Borges. Todas as vezes que vamos em BA, assistimos a um show de tango, gosto muito. Dessa vez queria um, digamos, menos glamouroso, e recebi a dica de que o CCB tinha show diários. Compramos duas entradas para a noite por meros 150 pesos. Consideravelmente mais em conta que nas casas maiores. Lembrando que você pode ver tango grátis também, nas ruas. Na própria Florida tem gente dançando – quando não é feriado. A ideia do dia era andar, então lá fomos andando até a Recoleta. Andar por Buenos Aires é sempre um programa legal. Chegamos na Recoleta no fim da manhã. Cambiei plata com um gerente de um restaurante a um câmbio um pouco menor do que teria conseguido na Florida (dei mole!), ainda assim bem acima do que ele tinha me oferecido. Fomos rever a área. Buenos Aires design, feirinha ainda sendo montada. Até retornamos ao cemitério, essa bizarra atração turística. Havia uma escultura marcante por lá que queríamos rever. Depois de andar nos arredores, era hora de bater ponto em outro lugar que sempre vamos, bem ali no coração da Recoleta: Buller Pub. Não é barato. Mas as cervas são ótimas! E os tira-gostos também. Depois da recarga e de exploramos um pouco mais a região e seguimos caminhada, agora em direção a Palermo. Dessa vez nos permitimos entrar em dois museus pelo caminho: o Museu Nacional de Belas Artes e o Museu de Arte Latino-americana de Buenos Aires (Malba). O Museu Nacional de Belas Artes (grátis) tinha uma extraordinária exposição fotográfica com as Mães da Praça de Maio, mulheres que detém meu profundo respeito e admiração. Foi uma agradabilíssima surpresa me deparar com aquela exposição [a exposição chama-se "MADRE", é de Marcos Adandía]. O Malba (entrada paga, mas bastou mostrar o celular (?!) que ganhei desconto de 50%!) também foi ótimo, interessantíssimo. Pena que o espaço de exposições naquele dia estivesse relativamente pequeno, apesar da imponência da edificação. Seguimos caminhando pelos parques da região. Já muito cansados de tanto andar, mas ainda andamos um tanto mais até pegamos o metrô de volta. Breve pausa para descanso no hotel e saímos de noite para ver o tango no CCBorges. Fomos andando mesmo. O espetáculo é bem legal, valeu a pena. Dali partimos para Puerto Madero, novamente andando. Leio muita gente falando mal de BA na questão de segurança, mas ainda assim eu me sinto tranquilo andando por lá de noite. Reconheço que a cidade piorou (o país todo me parece ter piorado, e a quantidade crescente de pedintes nas ruas denuncia isso) e isso certamente tem reflexo na segurança. Mas, para quem vive no Rio de Janeiro, ainda acho difícil encontrar cidade que eu não me sinta mais seguro (exceção feita a São Paulo, que vejo no mesmo patamar do Rio). Era hora de bater outro ponto tradicional: jantar em Puerto Madero. Rodamos muito pouco por lá – a fome era grande! -- e escolhemos o Bahia Madero, com menu fixo. Custo-benefício magnífico!! Jantar de gala (com direito a vinho, entrada e sobremesa) a preço no máximo mediano (380 pesos para o casal). Na volta ousamos e pegamos um taxi na rua mesmo, por conta própria. Não tivemos problema. Amem. Dia 4 - Clique aqui para ler a continuação do relato em Colonia del Sacramento Na volta a Buenos Aires, como fomos dos últimos a desembarcar, pegamos outra longa fila para pegar o taxi. A região é meio estranha, então a opção de andar à noite estava descartada. Felizmente a coisa andou com relativa rapidez. Bem mais rápido do que as vítimas que fazem fila no Aeroporto Santos Dumont, por exemplo (aliás, não se iluda ao chegar no Santos Dumont: vá para o embarque). Pedimos ao taxista para ficar na altura da Florida. Precisava fazer um câmbio e queríamos ir numa loja de equipamentos de montanha. A loja estava fechada, mas fiz o câmbio. Nossa ideia nessa noite era ir numa cervejaria que havíamos mapeado e era perto do hotel, Cruzat. Chegando lá... fechada! Putz! Acabamos indo num restaurante quase em frente que nos pareceu bom, o Chiquilin. E era MUITO bom! E tome carne! Na hora de nos servir, o garçom -- muito gente boa -- acabou escorregando e derrubando tudo! É o tipo de coisa que me dá uma grande dó. Felizmente tudo foi resolvido rapidamente. Procuramos confortar o garçom, que estava naturalmente muito constrangido e pedindo desculpas de mesa em mesa. A comida foi ótima. Dia 5 – Buenos Aires Em nosso último dia, decidimos explorar devidamente a região de Palermo. A ideia era andar em quantas ruas fosse possível da região. Pegamos o metrô e descemos perto do Jardim Botânico, onde fizemos uma rápida visita. É interessante, e eu gosto de jardins botânicos. E é grátis. Depois seguimos para Palermo Soho. Sempre parando nas sorveterias. Nessa viagem não houve Freddo, somente outras marcas. Palermo Soho é meio que uma Ipanema/Leblon (Jardins, Moinhos, etc.) local: ruas charmosas, restaurantes bacanas, lojas de grife, galerias e etc. Muito agradável de se caminhar por lá. Andamos em quase tudo quanto foi quarteirão. Depois cruzamos para o outro lado e fomos explorar a área de Palermo Hollywood. Pareceu ser uma área mais noturna, gostamos mais de Soho. Ainda assim, como não haveria janta, paramos para almoçar por lá. Havia um lugar com muito espaço ao ar livre, preços muito bons, gostamos. La Cabra. Não é um espetáculo em termos de sabor, mas é um espetáculo em termos de custo-benefício! Tem um pratão local de bife de chorizo que saía a incríveis 23 reais (o lema “quem converte não se diverte” não se aplica na Argentina de hoje em dia – você se diverte muito com a conversão!). Depois do almoço seguimos para Las Cañitas, outra região que não conhecíamos. Achamos mais charmosa que Palermo Hollywood. Deve bombar de noite, pelo que li, havia coisas fechadas naquela tarde. Paramos para mais um sorvete (Allegro) – foi o último da viagem. Todos os sorvetes de Buenos Aires estavam muito bons! De lá seguimos em longa caminhada para a região de parques de Palermo, especificamente para o Rosedal. No caminho havia o estádio de Polo e o Hipódromo. Apenas passamos por eles. Interessante que estávamos do lado do aeroporto AEP! O Rosedal estava fechado para manutenção, infelizmente. Mesmo assim a área é bem legal, gosto muito de parques. Havia um cachorro muito doido na área espantando os patos. Tão doido que o bicho se atirava no lago para correr atrás dos pobres patos! Numa dessas vezes ele não conseguiu voltar e lá foi a Katia ajudar o doido. Foi só subir e sacudir a água e lá foi ele novamente atrás dos patos. Figuraça! O cachorro mergulhador Retornamos ao metrô e ao centro. Paramos para umas cervejas de despedida numa área perto do hotel. Nosso taxi estava reservado para as 19hs. O voo de volta atrasou, chegamos de madrugada no Rio e dia seguinte tudo voltaria à rotina. E assim foi mais um feriado viajante. Considerações gerais: Custos: Tkt aerolineas – 1450 BRL cada um Tkt Colonia – 830 ARG cada um Quanto trocamos: 500 dólares e 400 reais, para os dois. Exclusas compras (que não fizemos) e inclusas algumas saudáveis esbanjadas gastronômicas. Câmbio: Fora os 100 reais que troquei no aeroporto, todo o restante foi na rua. A diferença estava muito grande: USD 10-11 na rua contra 7,8 no oficial. BRL 4,0-4,5 contra 3,2 no oficial. Felizmente não tive problemas com notas falsas. Taxistas: Em duas das outras vezes em que estivemos em BA, tivemos problema com taxi, e sempre por conta de taxímetro adulterado. Na segunda, assim que detectei o taxímetro adulterado, pedi para o cara parar e nos deixar ali. Não é diferente do que se vive no Rio de Janeiro. Não tive qualquer problema em BA dessa vez. Exceto os transportes de/para aeroportos, em todas as outras ocasiões nós pegamos taxi na rua mesmo. Felizmente foram todos corretos. Bicicletas – Buenos Aires está delimitando espaço para ciclovias na cidade. Nota 10 para a cidade nesse ponto! Enquanto isso, no Rio a prefeitura pinta figuras de bicicletas no canto do asfalto para dizer que ali é uma ciclovia e vender a imagem de que a cidade tem centenas de quilômetros de ciclovias.
  20. Salve Mochileiros!!! Essa é minha segunda contribuição para o site, espero que seja útil para muitos que como eu utilizou Mochileiros.com para planejar a viagem, é mais um relato como muitos de Buenos Aires, porém com os preços atualizados já que fui agora em Janeiro de 2014. Como diz no tópico, foi uma viagem romântica de 7 dias com minha namorada, quando estávamos no Tigre eu a pedi em casamento, então imagino que nesse tópico eu possa ajudar muitos casais... Descontando as passagens aéreas e a hospedagem gastamos no total R$3.300,00 (aproximadamente $13.695,00 com cotação do peso argentino a R$4,15) FUSO HORÁRIO Buenos Aires é 1 hora a menos que o horário oficial de Brasília... Para facilitar a hora em Buenos Aires é só olhar nesse site: http://24timezones.com/pt_horamundial/buenos_aires_hora_local.php HORA DE CHEGADA Procure não chegar no final do dia ou a noite, para que dê tempo de chegar em Buenos Aires ainda de dia e fazer um bom cambio na cidade. DINHEIRO Levamos tudo em um Money Belt, ou seja, levamos todo o dinheiro conosco, porque entre o natal e ano novo o governo padronizou todas as transações internacionais cobrando 6,38% em qualquer ação. Optamos por levar tudo em real. CARTÃO Deixei habilitado no exterior o cartão de crédito e débito apenas para uma emergência, ainda bem, porque para comprar as entradas do Señor Tango aceitam somente compra antecipada pela internet e com cartão de crédito. (a cobrança é feita em dólar e provavelmente no fechamento da fatura virá com uma conversão próxima de R$2,50 + os 6,38% de IOF. REAL OU DÓLAR Levamos tudo em Real e em espécie, caso consiga uma boa cotação no dólar é válido porém o mínimo que eu encontrei para comprar onde moro foi a R$2,40, não me arrependo de ter levado tudo em Real porque fiz no câmbio paralelo por R$4,15 e isso ajudou muito já que quando comecei o planejamento no inicio do ano passado coloquei o cambio a R$2,00. CAMBIO Minha dica que julgo extremamente útil é trocar somente o dinheiro do Transfer entre Ezeiza e a hospedagem em Buenos Aires, no caso eu troquei R$150,00 a $3,02, ou seja $453,00, no Banco de La Nación dentro do aeroporto de Ezeiza, como eu gastei $110,00 por pessoa de transfer até o apartamento, poderia ter trocado menos e ganhado mais fazendo o cambio na cidade. No centro de Buenos Aires fiz o Cambio em 2 lugares que me passaram aqui no Mochileiros.com: 1o - Kenia viajes - Empresa de viajes y turismo - O endereço é Lavalle 623, praticamente esquina com a Florida, você sobe a escada e é na primeira loja à direita. Nessa loja pode pedir para carimbarem todas as notas, eles fazem um pontinho preto caracteristico na nota, caso alguém diga que é falsa você pode levar lá novamente que eles trocam a nota, mas eu não tive esse problema em nenhuma das vezes. 2o - Tabacaria - Empresa que vende canetas, canivetes e isqueiros de marca - Fica na Av. Corrientes, praticamente esquina com a Calle San Martin, pra quem segue sentido casa rosada fica do lado direito da avenida, não tem erro, do outro lado da avenida tem uma estação de metro, procure por Chiche que é o dono. Das 2 opções eu indicaria sem dúvida a primeira no Kenia viajes, além de carimbarem as notas foi o lugar que encontrei o melhor cambio no centro da cidade. Todos os dias que precisei fazer o cambio consegui o real por $4,15 e o dólar a $10,50 . Mas lendo jornais do pais vi que no último dia que estava na cidade o dólar paralelo atingiu $12,00, imagino que o Real tenha passado dos $5,00, a questão é pesquisar. O site para ver o preço do cambio oficial e paralelo(blue) é http://www.lanacion.com.ar/dolar-hoy-t1369 TRANSFER DE EZEIZA ATÉ BUENOS AIRES O aeroporto fica a 35km de Buenos Aires, pesquisamos várias opções, desde onibus circular até o taxi particular da Ecilla, uma brasileira. A melhor opção sem dúvida foi utilizarmos a empresa Manuel Tienda León, é uma empresa de onibus e taxi, que tem um quiosque logo que faz o raio X, lá compramos o transfer de onibus, eles levam até a agencia deles no centro e de lá te colocam em um taxi e deixam na porta do apartamento, o preço foi $110,00 por pessoa. Site do Manuel Tienda León: http://www.tiendaleon.com.ar/home/ HORÁRIO COMERCIAL Quase tudo lá no comércio fecha 20h, aliás fica de noite umas 20:30h. HOSPEDAGEM Depois de muito pesquisar, chegamos a conclusão que o melhor para nossa viagem românica seria alugar um apartamento. No nosso caso alugamos um loft por R$85,00 (reais) a diária para os 2, por 7 noites, e bem no centro histórico, na Av Corrientes com a Calle Maipú. Alugamos pelo site Airbnb, e a dona do apto Natalí junto com seu irmão Juan foram muito prestativos, não tivemos problema algum. Segue o link do apartamento: https://www.airbnb.com.br/rooms/370013 ALIMENTAÇÃO Logo no primeiro dia, assim que deixamos as malas no apartamento já corremos para Kenia Viaje e fizemos um bom cambio... Por isso já compramos no supermercado várias coisinhas para deixar na geladeira e fazer alguma possível refeição para os próximos dias, foi muito útil porque as vezes chegávamos exaustos da rua e não queríamos sair para comer... Sobre os restaurantes, como muitos dizem, os pratos são grandes, as vezes 1 prato já da para o casal, a gente não tinha vergonha em fazer 1 pedido para 2, já o preço varia muito, chegamos a pagar $100,00 em uma refeição para os 2 com bebida, até $400,00 com bebida em outra refeição para os 2, depende muito de pesquisar na hora mesmo e saber qual o padrão da viagem querem manter. A conta normalmente é de $150,00 por refeição por pessoa. TOUR DE BICICLETA Com um simples cadastro e sem nenhum custo você pode andar por toda a cidade, é muito prático e seguro, a única exigência é renovar a locação a cada 1 hora, não demora nem 1 minuto isso e tem umas 30 estações de bicicletas na cidade, então não precisa ficar correndo para conhecer os lugares com medo de não conseguir renovar... Na estação de bicicleta tem um MAPA com toda a cidade, indicando onde fica cada estação e oficina credenciada para consertar caso fure o pneu. Ainda tem o site http://mapa.buenosaires.gob.ar/ com tudo o que eu falei, é só ir na aba do lado esquerdo em "Mapas Temáticos" e depois em "Red de ciclovias". RESERVA ECOLÓGICA Em Puerto Madero, tem a Reserva Ecológica Costanera Sur, curtimos bastante, logo na entrada tem um mapa da reserva com várias trilhas/passeios possíveis e suas respectivas distancias e duração, pode ser feito a pé ou de bicicleta, uma dica é pegar a trilha número 2, que é pequena e passa pelo Rio de La Plata e de lá é possível ver a costa do Uruguai. Fizemos a trilha com a bicicleta alugada citada acima. TIGRE E DELTA Tigre é uma cidade da Argentina feita por ilhas que fica no norte de Buenos Aires, 1 hora de trem. É considerado o 5º maior arquipélago(conjunto de ilha) de água doce do mundo. Para chegar lá é muito fácil, só chegar na estação Retiro (tem acesso por Ônibus e Metro) e de lá pegar um trem que parte a cada 20 minutos para a estação Tigre, é a última estação (são 14 ou 16 estações), o percurso dura 1 hora, não sei o preço porque no dia estava com problema nas catracas e todos passaram sem pagar (nos falaram que é comum isso). O melhor dia que falaram para conhecer as ilhas é no sábado. Chegando na estação não contrate nenhuma empresa de turismo, o melhor é fazer tudo sozinho mesmo. Saindo da estação logo na frente do lado esquerdo de quem olha, a uns 200 metros já tem o porto com vários barcos e muitos quiosques para comprar os passeios, tem de tudo, a maioria é passeio de 1 hora, mas as variedades que encontramos perguntando nas empresas são: passeio de 1h, 1:30h, 2h e o dia todo, ainda alguns está incluso o almoço em algum restaurante de frente para o rio. Contratamos o passeio de 1:30h porque queriamos ir no mesmo dia no Parque de diversão La Costa, que fica em Tigre mesmo, bem perto do porto, uns 400 metros. Pagamos no passeio para casal $260,00. Uma dica importante é não caírem no mesmo erro que nós, pensávamos que chegando cedinho também sairíamos cedo de barco, engano nosso, os primeiros barcos começam a sair 9:30h da manhã, portanto não adianta madrugar 7h da manhã para chegar lá igual a gente porque vai ter que ficar parado esperando o barco encher... No nosso caso o barco saiu 11h. Horários entre Estações Retiro e Tigre Mapa de Tigre Estação Tigre Porto de Tigre Réplica do barco que contratamos Guichê tinha um álbum das paisagens que veríamos pelo caminho Preços em janeiro/2014 Fachada do guichê no porto Passeio de barco PARQUE DE LA COSTA O Parque de La Costa fica no Tigre, segue o link do site do parque http://www.parquedelacosta.com.ar/ ... É um hopi hari argentino... Pagamos segundo a tabela de férias, o passaporte Vip(acesso em todos os brinquedos e sem pegar fila) foi $325,00 por pessoa, perguntei e não tem meia entrada para estudantes. Funciona até 19h. Preços 360 graus do parque FEIRA DE SAN TELMO Como o próprio nome diz, é uma feira em San Telmo que tem de tudo, acontece aos domingos, desde manhã até umas 17h, a dica é chegar perto do almoço, ensinaram a gente que se for muito cedo não vai encontrar todo mundo trabalhando, alguns chegam para trabalhar na feira perto do almoço... Tem muitosss artistas de rua, fora os souvenir... Fica na Calle Defensa e ocupa umas 30 quadras. BALADA Existem muitas opções de baladas, ou boliches como são conhecidas em Buenos Aires... Fomos só em 1, na Asia de Cuba ( http://www.asiadecuba.com.ar/ ), gastamos o casal no jantar $380,00 incluso 1 garrafa de vinho Malbec, comemos um macarrão e uma carne com salada... A dica nessa balada é ir para o jantar, porque assim não paga a entrada da balada, que começa a partir da 1h, o detalhe é que as reservas para o jantar são feitas para até 22:30h. Asia de Cuba - Jantar e depois balada MILONGAS / TANGO Existem muitas milongas (baile que toca Milonga, Tango, etc) famosas na cidade, algumas tem como público turístas e outras argentinos. Gostamos bastante da La Viruta ( http://www.lavirutatango.com/ ), fica em Palermo, custa $45,00 por pessoa a entrada, $10,00 o guarda-volume caso tenha bolicha/bolsa e gastamos de consumação $130,00, tudo bem barato... Uma pizza média custa $50,00 e a caipirinha por exemplo 2 doses por $60,00. Tem ainda para quem vai na milonga La Viruta aula gratuita em grupo de tango, milonga, salsa e rock, muito legal é só conferir no site os horários. Cardápio La Viruta SHOW DE TANGO / SEÑOR TANGO A variedade para assistir um show de tango são enormes... Escolhemos conhecer o famoso Señor Tango, gastamos U$60,00 (dólares) por pessoa e precisa ser comprado com antecedencia de 1 dia no mínimo pelo site ( http://www.senortango.com.ar/ ) TARJETA SUBE A Tarjeta Sube foi extremamente útil para nós, é um cartão que pode ser comprado no correio ou em banca de revista, ele serve para Ônibus, Metro e Trem, da para recarregar em qualquer estação, colocamos $40,00 e conseguimos andar a semana toda... TRANSPORTE Achamos o transporte muito eficiente, embora a frota de tudo(ônibus, trem e metro) seja antiga. Ônibus - As principais linhas que levam aos bairros turísticos são muito bem sinalizadas, logo no ponto de ônibus já tem o número do ônibus e em seguida todas as paradas que ele faz. Metro - É eficiente e fácil de utilizar, mas um grave defeito que encontramos é que ao contrário de São Paulo, em Buenos Aires se você pegar um sentido e depois quiser voltar pelo outro sentido não tem como, como por exemplo no nosso caso que entramos na estação pelo sentido X e na realidade deveríamos ir para Y, ou então se você passar da estação de parada e tiver que voltar, tem que sair e entrar de novo/pagar pelo outro lado. Se eu não me engano custa $3,50, mas com a Tarjeta Sube paga a metade. Trem - utilizamos para chegar a Tigre, na volta (umas 19h) achamos perigoso, muitos turistas voltando e muitos argentinos olhando de maneira suspeita. Mapa do metro GUIA T Guia T é uma revistinha que mostra todas as linhas de ônibus da cidade, alguns acham muito útil, nós compramos no primeiro dia por $15,00, encontra para comprar em qualquer banca de revista, mas não usamos na viagem inteira, toda vez que precisávamos pegar um ônibus eu perguntava para algum policial ou funcionário de loja qual ônibus pegar. LOCUTÓRIO Locutórios são locais, tipo um cyber cafe, para fazer ligação, tem espalhado por toda cidade, é muito prático, precisamos no primeiro dia e gastamos $1,00 em 1 ligação local de 1 minuto. SORVETES FREDDO Tem dúvidas é um sorvete de destaque na cidade, recomendo a qualquer ser humano provar uma vez na vida, achamos delicioso o sorvete, tem de vários sabores e tem muitas franquias espalhadas na cidade. Não é muito barato, mas ainda vale muito pelo sabor, uma cestinha com 2 bolas custa $50,00. CAFÉS HISTÓRICOS Tem muitos cafés históricos na cidade, alguns: Café Tortoni, Confitería del Hotel Castelar, Bar 36 Billares, Bar Plaza Dorrego, Bar El Federal, Bar O Bar, Bar Plaza Dorrego, Bar Seddon, Bar Británico, Café de los Angelitos, La Coruña, Las Violetas, Confitería Ideal, El Gato Negro, La Giralda, La Biela, La Puerto Rico, etc. Conhecemos o Café Tortoni ( http://www.cafetortoni.com.ar/ ), um dos mais velhos da cidade, foi inaugurado em 1858, "No início do século XX, o Tortoni foi o local escolhido por muitos artistas, intelectuais, poetas e boêmios. Entre eles Alfonsina Storni, Quinquela, Luigi Pirandello, Xul Solar, Federico Garcia Lorca e Juan de Dios Filiberto. Por suas mesas passaram figuras importantes como Juan Manuel Fangio, Carlos Gardel, Jorge Luis Borges, Arthur Rubinstein, Lily Pons, Luigi Pirandello, Miguel de Molina, Tita Merello e Rei Juan Carlos I da Espanha.". Quase sempre tem fila para entrar, gastamos no almoço $150,00 em 2 lanches e 2 sucos. MAPAS ÚTEIS Seguem os mapas que foram úteis para encontrar os pontos turísticos: Centro de Buenos Aires Bairro Recoleta Bairro San Telmo Bairro Puerto Madero Bairro Palermo Fotos avulsas Puente de la Mujer - divide o Centro com o bairro de Puerto Madero Museo Fragata Presidente Sarmiento (ao lado da puente de la mujer) Caminito Almoço com apresentação de tango próximo a feira de San Telmo aos domingos Compra de roupas/sapatos/sandálias de Tango (as 2 lojas ficam no centro histórico bem próximo a avenida 9 de julio) Passeio em Palermo Árvore centenária em frente ao cemitério de Recoleta Livraria El Ateneo (Em 2008 foi classificada pelo jornal britânico The Guardian como a 2ª mais bela livraria do mundo) Planetário Galileu Galilei em Palermo Jardim Japonês em Palermo Espero que tenha ajudado um pouco pessoal.
  21. Primeiro mochilão. Parti de Natal/RN com conexão em São Paulo pela Gol, comprando por milhas saiu “de graça” a ida e volta para casa. Cheguei pelo Aeroporto Ezeiza, deixei para fazer compras no duty free quando voltasse. Descendo do avião, conforme dicas, procurei o Banco La Nación e lá troquei 1 mil reais por 2,48 mil pesos, foi suficiente para os 11 dias/10 noites, mas utilizei muito cartão de crédito também. Para ir até o Hostel contratei o bus Manoel Tienda León, custava um quarto do preço em um taxi e deixa num ponto central na estação de retiro e de lá tem serviço gratuito em vans e furgões do próprio Manoel Tienda León e deixou na porta do hostel. No caminho até o hostel se passa ao lado do centro de treinamento da AFA - Seleção Argentina de futebol . e vi muitas araucárias, árvore linda que é originária do Brasil(Paraná). Onde me hospedei: Milhouse Avenue (na Av de Mayo) reservei pelo próprio site do hostel que é super organizado recomendo para solteiros (quartos coletivos) e para casais jovens quarto de casal. Há também a filial que é o Milhouse Hipo, numa rua próxima. Se puder optar na chegada opte pelo Avenue, pois a localização é um pouco melhor e sua estrutura também um pouco melhor. Uma vantagem de ficar neste hostel também é que tem festa toda noite, das 10 da noite até duas da manhã, onde dá pra confraternizar com a galera do hostel, ele também tem passeios legais para quem não quer perder tempo fazendo a roteirização diária, mas optei por eu mesmo bater perna e conhecer os bairros com atrações. Apenas para ver o jogo do Boca Juniors. Paguei R$ 24,70 por dia para ficar num quarto coletivo misto (homens e mulheres) com seis camas (três beliches), por dez noites foram R$ 247 de hospedagem! Muito barato. E é legal porque conheci pessoas legais e diferentes, entretanto as vezes foi chato porque cada um chega para dormir num horário e os baladeiros acabam acordando os que gostam de conhecer a cidade de dia (como eu) , fora a um californiano que traçou uma mulher por noite naquele quarto o que acabava me acordando durante a madrugada. Por causa da localização do hostel, numa avenida onde se encontram boa parte dos locais a serem visitados no microcentro de Buenos Aires ficou fácil caminhar pelas ruas. Achei o Microcentro, como eles chamam o centro da cidade lá, parecido com o centro do rio e bairros como o catete e Cinelândia, ambas as cidades guardam uma arquitetura estilo francesa do século XIX com imensos prédios que ocupam o quarteirão inteiro ou quase todo. Notei que os pratos são muito bem servidos e normalmente um prato individual serviam bem duas pessoas. Notei que eles são bons com pratos de origem bovina, como carne e laticínios como queijo e doce de leite. Despois de apanhar um pouco é que percebi que é melhor pedir bem passado as carnes porque se não vem mais cru que o mau passado aqui no Brasil. Como fui entre abril e maio, peguei uma manifestação trabalhista que percorreu a rua que estava hospedado, passei por dentro da manifestação que foi pacífica. Queria ver um show de tango, me indicaram o señor tango, mas acabei fechando com o complejo tango valeu a pena pela comida e bebidas fartas, mas o show em se não achei deslumbrante, se tivesse nova oportunidade faria o señor tango. Nas longas caminhadas pelo centro percorri os pontos que descrevi no roteiro (http://www.mochileiros.com/roteiro-completo-buenos-aires-em-seis-dias-com-tigre-e-colonia-de-sacramento-uruguai-inclusos-t77487.html) Os pontos que percorri nos bairros Palermo, Recoleta, La Boca (Caminito) e San Telmo também estão descritos no mesmo roteiro, abaixo seguem fotos com a explicação do local e impressões. Araucária brasileira no caminho do aeroporto Ezeiza até o centro da cidade: Área comum no piso do hostel Milhouse Avenue onde fiquei hospedado durante toda a viagem tem wi-fi e para quem não leva note, tablete ou smartphone, há quatro computadores disponíveis para os hóspedes utilizarem, o pessoal de atendimento do milhou-se é muito legal e normalmente são mochileiros do planeta inteiro que rodam o mundo trabalhando alguns meses em diversos destinos, quando fui tinham muitos australianos trabalhando no hostel: Arquitetura dos prédios no centro da cidade: Abaixo, fachada do Café Tortoni, vale muito a pena ir, é um lugar histórico e turístico, tomei um café lá e depois de manhã fiz um café da manhã completo, estava acompanhado de uma amiga que também fez a viagem e cada um pediu um kit de café da manhã, veio comida demais, se pedíssemos um individual para os dois seria suficiente. Interior do café tortoni muito bonito, ele tem uma espécie de mini museu nos fundos da cafeteria sobre o tango e sobre a cidade de Buenos Aires, também possui um palco para apresentações de tango, mas não presenciei nenhuma: Mais da arquitetura do microcentro: CONTINUO NAS MENSAGENS ABAIXO ...
  22. Bem galera, depois de Machu Picchu (cuzco-machu-picchu-lima-10-dias-2-casais-t64001.html ) e Rapa Nui (Ilha de Páscoa) (relato-rapa-nui-ilha-de-pascoa-chile-4-dias-t69084.html ) chegou a vez de Buenos Aires. Primeiramente o básico (que morremos de ler aqui, mas na hora fizemos errado): peguem o taxi do guichê de DENTRO do aeroporto de Ezeiza (o do lado de fora é repleto de trambiques, notas falsas, confusões, furtos, brigas, etc; no nossa caso a corrida era pra ter sido 198 pesos e o cara cobrou 498, nos lascamos... mas tudo bem, foi o nosso único erro) . Outra coisa, deixem pra trocar dinheiro lá mesmo. Na bolsa esta 1 real para 2 pesos mas lá, em várias lojas, você consegue até 1 para 2,3; 2,5 e até 2,9. Cuidado só pra não trocar com qualquer um e pegar notas falsas. Ficamos no Argentina Tango Hotel, bem próximo ao Obelisco e ótima localização pois alguns pontos dá pra fazer a pé (como o próprio Obelisco, Casa Rosada (Praza de Mayo), Puerto Madero (Puente de La Mujer) entre outros, além de ficar próximo das estações de metrô (principalmente a Linha D). Não esquecendo da calle Florida pra quem vai para comprar... Depois da raiva do taxista e de conhecer esses pontos a pé, usamos o metrô para conhecer os bairros de Palermo e Recoleta. Visitamos a Plaza Naciones Unidas (Rosa Metálica), Plaza Itália, o Jardim Botânico (grátis) e o Jardim Japonês (16 pesos/entrada). Na Recoleta, fomos no famoso cemitério (a entrada é grátis mas compramos o guia oficial por 10 pesos). Para nossa surpresa o túmulo da Evita é bem simples (túmulo da família Duarte); a outros túmulos bem mais bonitos neste cemitério.
  23. Compras em Buenos Aires

    Toda cidade grande tem seus outlets, mas em BsAs tem mais e eles ficam mais concentrados. E pelo cambio atual, outlet de lá é muito mais outlet que os daqui... alguns endereços.... AKIABARA Gurruchaga 772 BENSIMON Guruchaga 817 BOLIVIA Acevedo BOWEN Aguirre 904. BROOKSFIELD Aguirre 966 CACHAREL Aguirre 865 CARDON Gurruchaga 888 CARO CUORE Aguirre 824 CHRISTIAN LACROIX E YVES SAINT LAURENT Gurruchaga 787 DESIDERATA Esquina de Aguirre y Gurruchaga ETIQUETA NEGRA / GOLA Gurruchaga 770puma LACOSTE Aguirre 875 LA MARTINA Aguirre 957 NEW MAN Aguirre 815 PORTSAID Aguirre 842 RAPSODIA Aguirre 729 SUSANA GUFFANTI Esquina de Aguirre y Acevedo OLD BRIDGE Gurruchaga 783 WANAMA Aguirre 843 WRANGLER Gurruchaga 783 INFANTIL CHEEKY Aguirre 827 SAPATOS, BOLSAS, ACESSÓRIOS CLONA SHOES Gurruchaga 888. MARY&JOE Gurruchaga 785 NINA PIU Aguirre 782 PEPE CANTERO Gurruchaga 721 PUMA Gurruchaga 806 PRUNE Gurruchuga 861 TIMBERLAND / HUSH PUPPIES Aguirre 840 VIAMO Aguirre 794 CASA & DECOR ARREDO (CAMA, MESA E BANHO) Gurruchaga 774 Não fui em todos esse claro, mas levar uma listinha de endereços pode ajudar... a grande maioria fica a partir do numero 4000 da Cordoba e na altura do 900 da Calle Aguirre, não sei se ali ainda é Palermo ou Villa Crespo. Bom dos que visitei: LACOSTE - Calle Aguirre: parece uma feira livre, mas tem provadores, por um lado é bom, voce pega o que quer vai pro provador e se vira, sem vendedor enchendo o saco. Eles sabem que estão direcionados para turistas então as pólos clássicas custavam 250 pesos, nem tão barato, mas também nem tão caro, pra gente sai uns 110 reais, bom negócio, aqui na loja não sai por menos que 200 reais. Infelizmente não tinha todas as cores que eu queria, mas deu pra escolher. Os sueters masculinos estavam por 150 pesos, ótimo preço. Muito cuidado. Eles vendem muitas peças com defeitos, tinha uma mulher lá trocando porque a pólo tava furada. Eu não levei nada fechado no saco sem ver, abri tudo, tinha uma polo verde com manchas, eu fui lá e peguei outra e abri de novo pra conferir...melhor fazer isso do que ter que voltar lá trocar. PUMA - a Puma fica bem na esquina e é toda vermelha, bem facil de achar. Pouca variedade. Mas comprei um moleton branco bem bacana, por 119 pesos. Algumas meias também. Os tenis estavam bem baratos mas não tinha o meu numero. TIMBERLAND - Bastante variedade. Camisas xadrez por 100 pesos. Botinões, não é muito meu estilo, mas estavam por 150 pesos. Mochilas de carga a partir de 150 pesos. Garrafas termicas de viagem por 60 pesos. ADIDAS - Esse fica na Cordoba, nao percebi se era outlet ou não, não comprei nada, mas vi que tinha muita mochila e estavam por 100 pesos. Lá tem muitos outlets de marcas locais que a gente não conhece, não posso falar sobre porque não entrei e também a grande maioria de outlets são de roupas femininas. Depois de ter ido na região dos outlets fui na Calle Florida no Microcentro. Lá tem uma loja grande chamada Falabella, que vende de tudo. Lá tinha quiosques da Lacoste com polos pelo mesmo preço do outlet. Achei ali mais confiável, peças sem problemas, enfim, mas a variedade muito pequena. Quiosque Christian Dior, comprei polo basica Dior por 120 pesos, também quiosque da Timberland, levei um jeans básico por 90 pesos, bem barato. Outra loja que aqui no Brasil não é tao barata e lá é bem popular é a Zara. Moletons por preços ótimos de 90, 100, 150 pesos. Além do fator cambio a nosso favor eles estavam liquidando peças de inverno, então estavam bem baratas mesmo. A Zara que eu fui foi a do Abasto Shopping. No mesmo shopping lojas Adidas, Nike, mas nada muito em conta As lojas das marcas gringas nos shoppings não são nada baratas. Lá tem loja Lacoste em tudo que é lugar até na Calle Florida, mas as polos custam de 350 pesos pra cima...ai não compensa... Minha grande decepção foi que peguei na net o endereço do outlet Ralph Lauren, acho que era na Calle Mabrida...acho que é isso...cheguei lá e não tinha nada no lugar. Fui numa loja muito chique na RL na Avenida Alvear, mas lá é tudo muito caro...não vão!! De forma geral pra quem curte vale muito a pena ir comprar em BsAs. Desde os outlets, lojas locais, dizem que artigos de couro (mas eu nao fui atras) e também artigos de perfumaria e higiene. Lá tem uma rede bem grande chamada Farmacity, tudo nessa farmácia, de gel de cabelo, cosméticos a Band-Aid é metade do preço daqui do Brasil... Portanto, preparem o bolso e enjoy!
  24. Dicas: O que fazer em Buenos Aires

    [info]Tópico para compartilhar dicas sobre Buenos Aires Participe! Deixe aqui aquela dica de passeio que você adorou, aquele boliche nota 10 que conheceu, daquele restaurante bom e barato ou daquele outro que serve um prato especial que você adorou. Vale também a dica daquela noitada inesquecível que você foi em Buenos Aires. Regras do Tópico Neste tópico não serão aceitas perguntas, apenas dicas sobre Buenos Aires. Perguntas devem ser postadas nos Tópicos de Perguntas e Respostas. Todas as perguntas postadas aqui serão deletadas pelo editor deste fórum.[/info] Uma dica imperdível para que estiver em buenos aires: ir a show da banda ORQUESTA TIPICA FERNANDEZ FIERRO http://www.fernandezfierro.com DEPENDENDO DA ÉPOCA DO ANO, TÊM SHOWS TODAS ÀS QUARTAS-FEIRAS EM UM GALPÃO ANTIGO. MAIS INFOS NO SITE
  25. Buenos Aires - Onde ficar?

    Estou indo com meu namorado a Buenos Aires em Janeiro pela primeira vez, e gostaria de obter dicas sobre hospedagens baratas em hoteis ou bed and breakfasts. Se algume tiver uma dica de albergue com quarto p casal que não seja muito barulhento, tb agradeço. Valeu! Carol
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