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  1. Olá Mochileiros! Como peguei váárias dicas de ouro por aqui, resolvi compartilhar as minhas também! Dividirei a postagem em alguns tópicos pra facilitar o relato. Informações Gerais Fomos para Buenos Aires em 4 pessoas dos dias 15 a 20 de Abril de 2018. Não troquem pesos no Brasil! Troquei por 1 real por 5,60 pesos aqui, e por 6,20 no Banco de La Nacion. Aquele famoso cambio paralelo da Calle Florida não está mais valendo a pena, então decidi trocar no aeroporto mesmo e não arriscar. Farei as conversões utilizando a base de 6,20. Ida voo direto Florianópolis - Ezeiza, e a volta Aeroparque - Guarulhos - Florianópolis. Comprei na Black Friday e saiu por 930 reais por pessoa. Como estávamos em 4, AirBnb saiu mais em conta, utilizamos este apartamento, por 190 reais a diaria - https://www.airbnb.com.br/rooms/2288937 Aqui está meu código caso alguém queira se cadastrar e ganhar 130 reais em créditos para a proxima viagem. www.airbnb.com.br/c/valeriab2886 Utilizei uber a viagem inteira. Nem sempre foi fácil achar wifi na rua, mas resolvi não comprar chip, e deu tudo certo no final! Código uber pra ganhar 5 reais de desconto - duw3jd Os preços de lá foram mais caros do que tinha antecipado, nos próximos posts colocarei preços dos locais que fui e o relato dos 5 dias.
  2. Pessoal estou indo viajar pela América do Sul no final do ano e vou passar por Montevideo e Buenos Aires e sei que existe uma balsa que liga as duas cidades, fiz a cotação saindo de Colônia del Sacramento para Buenos e o preço para 3 pessoas e 1 veículo foi quase 1000 reais, está certo este valor? Achei um absurdo, compensa muito mais ir por terra, mesmo levando muito mais tempo. Será que estou fazendo alguma coisa errada? Alguém já fez o caminho por terra? Obrigado
  3. Olá Pessoal, Depois de ler muitos relatos aqui no Mochileiros que foram fundamentais pra a construção do nosso roteiro de viagem ao Uruguai e Argentina, me sinto na obrigação de dividir com vocês um pouquinho da nossa experiência de viagem à Punta Del Este, Montevidéu, Colônia Del Sacramento e Buenos Aires. Nossa viagem durou 12 dias, de 02 a 14/06/2017 e posso dizer que foi mais que perfeita! Compramos nossas passagens áreas com 2 meses de antecedência, com a CIA Aerolíneas Argentinas através da decolar.com, pagamos na época R$ 1090,00 com Seguro viagem incluso. Optamos por comprar a ida para Montevidéu e a volta por Buenos Aires, uma vez que todos que já fizeram essa rota indicam conhecer primeiro o Uruguai e depois Buenos Aires por uma questão de transporte e confesso que foi nossa melhor escolha. Fechamos nosso roteiro da seguinte forma: 02/06 – Chegada em Montevidéu – Ida para Punta Del Este 03/06 – Punta Del este 04/06 – Punta Del este 05/06 – Saída de Punta Del este - Chegada em Montevidéu pela manhã 06/06 – Montevideu 07/06 – Montevideu – 08/06 – Saída de Montevideu – Chegada em Colônia do sacramento pela manhã – A noite Ida para Buenos Aires 09/06 – Buenos Aires 10/06 – Buenos Aires 11/06 – Buenos Aires 12/06 – Buenos Aires 13/06 – Buenos Aires 14/06 – Buenos Aires – Pela manhã retorno para SP Concluindo, ficamos 2 dias em Punta Del este, 3 dias em Montevidéu, 1 dia em Colônia do Sacramento e 5 dias em Buenos Aires. Foi tempo suficiente e mais que perfeito para conhecer todos os cantinhos das cidades.
  4. Galera, devo passa 6 dias em Buenos aires... Minha dúvida cruel é: Pelo que venho estudando, e meu estilo .. R$ 150,00 reais, sem hospedagem daria por dia ? gosto de tomar uma cervejinha rsrsrs .. mas vou evitar Baladas.. apesar de ser difícil! Como ficarei em palermo, próximo a estação, vou economizar um pouco no transporte, e a noite UBER ! Trocaria no aeroporto de Jorge R$ 300,00 .. Cotação comercial agora R$ 300,00 daria $1588,14 porem no Turismo ficaria $1400,00 cotado em $4,70.. Penso em Levar R$ 1000,00 em especie + Cartão de debito e crédito unificado apenas para emergência (internacional) Viagem ainda é em Agosto, cotação pode variar até lá, e deve cair devido a influencia politica (amem) mas devo começar em Janeiro, pois tenho outras viagens... oqe acham ?
  5. Mochileiros, Quero ajudaaaaa! Preciso decidir onde ficar em janeiro. Vou 5 dias pra BsAs e preciso decidir se fico na casa de uma amiga no centro, bem perto da Plaza de Mayo ou em Palermo, onde reservei um hostel... Por custo, quero ficar na amiga, mas já me disseram que Palermo é MUITO mais legal. Dá muitos helps por favor! Grata! =)
  6. Olá pessoal! Vou passar o Ano Novo em Buenos Aires. Alguem tem alguma indicação de Hostel pra eu ficar, uma vez que irei sozinha e gostaria de um lugar animado
  7. Falaê pessoal! Numa boa? Estou planejando uma vigem para Buenos Aires no ano que vem com a mulher amada! Dentre as coisas que gostaríamos de fazer está o tradicional tango portenho com um bom jantar! o problema é que já pesquisei inúmeras casas de oferecem o espetáculo, já li recomendações e críticas em diversos sites mas as informações são muito contraditórias! É claro que cada um tem a própria experiência e forma de analisar o evento como um todo, mas confio mais no pessoal daqui do Mochileiros, por questão de perfil, talvez tenha mais chances de condizer com o meu e o da minha Pitanguinha viajante! Sendo assim, se possível, gostaria de saber se vocês podem indicar qual show de tango assistiram, se o serviço é bacana, comida gostosa e claro, se puderam citar o valor, é melhor ainda! Valeuuuuuu!
  8. Olá mochileiros. Esse é meu primeiro relato aqui e nada mais justo que escolher minha primeira viagem internacional como ponto de partida . Estive visitando a capital argentina entre os dias 17 e 21 de janeiro de 2016, onde comi muito , dancei tango, fui assaltado e pude apreciar e curtir as principais atrações portenhas, seguindo sempre o lema ''bom e barato''. O quesito alimentação talvez tenha sido o que mais pesou no bolso, pois achei difícil encontrar opções baratas na cidade e quando encontrava, deixava a desejar em sabor. Roupas e lembrancinhas no geral também tem preços astronômicos na maior parte da cidade - a inflação é enorme na Argentina - então é sempre bom dar uma pesquisada. Em compensação o transporte público - ônibus e metrô - é extremamente barato e eficiente. Fiz a maior parte dos passeios a pé ou utilizando o transporte público, especialmente o abençoado metrô , que apesar de ser sujo e antigo (foi o primeiro da América do Sul) atende boa parte da área central, onde estão a maior parte das atrações. No geral achei Buenos Aires bem limpa e organizada, com uma arquitetura fantástica, cheia de vida e agitada, principalmente no cenário cultural. Espero que meu relato seja útil a vcs. Vamos lá. Para ver mais fotos, acesse meu insta: https://www.instagram.com/rafah.meireles/?hl=pt-br ou face: https://www.facebook.com/rafael.henriquecarter Dia 1 - Chegada Depois de uma noite em claro devido a uma crise de ansiedade incontrolável haha, Eu e o Danilo decolamos do aeroporto de Viracopos em Campinas (onde moro) as 07.50 e chegamos em Buenos Aires por volta das 15.30, depois de uma escala de quase duas horas em Brasília, com uma sensação muito gostosa de curiosidade e alegria. Voamos com a Gol, onde compramos um pacote pelo site da Decolar com passagem + hotel por cerca de R$ 1.200,00, já com impostos inclusos. Descemos no Aeroporto Internacional de Ezeiza, que fica localizado nos arredores de Buenos Aires e é o mais movimentado do país, apesar de ter achado o mesmo extremamente antigo, se comparado com os dois aeroportos que passei no Brasil antes desse. As placas informativas são confusas e existem muitos corredores que não levam a lugar nenhum, ou seja, nosso primeiro perrengue em terras argentinas foi tentar achar a saída do aeroporto haha. De lá pegamos um fretado da Tienda Leon que faz a ligação entre o aeroporto e Puerto Madero por 95 pesos, um valor relativamente baixo se comparado com os outros táxis credenciados que encontramos. O caminho pela rodovia foi bem tranquilo e não pegamos transito algum (talvez pelo fato de ser domingo) e em cerca de 40 minutos já estava avistando os prédios da capital no horizonte. GOLPE DA TINTA VERDE: Chegando na agência da companhia em Puerto Madero fomos tentar achar a estação de metrô mais próxima para irmos até o nosso hotel ao invés de pegarmos um táxi, pois sairia mais barato. Enquanto estávamos tentando achar a entrada da estação San Martin na Plaza San Martin eis que eu e o Danilo caímos no famoso golpe da tinta, no qual uma pessoa (no nosso caso uma mulher) joga uma tinta verde nas suas costas e aparece do nada dizendo que o passarinho fez coco em vc e começa ate ajudar a limpar. Nisso um aglomerado de pessoas se juntam ao seu redor e ao te distrair rouba suas malas e objetos que estão nos bolsos. E foi realmente isso que me aconteceu . Em um segundo minha mochila já não estava mais ao meu lado e com isso as pessoas começaram a se afastar. No desespero não sabia o que fazer, e como estávamos com outras malas atravessamos a rua e fomos até a Estação Retiro que ficava em frente, onde informamos o ocorrido aos policiais. Nos levaram em uma sala e um coordenador da estação veio nos ajudar. Não sabíamos falar espanhol e eles o inglês, então nos viramos no portunhol. Ele nos disse que esse tipo de golpe é comum na cidade e que poderíamos até prestar queixa, mas que não iríamos conseguir recuperar a mochila, no qual havia minha câmera fotográfica, óculos de grau e mais 700 reais em dinheiro , ou seja, foi um prejuízo lascado e minha primeira impressão da cidade foi uma das piores sem dúvidas. Com isso cheguei a conclusão que o barato acaba saindo caro e que realmente não podemos ficar desatentos em certos lugares, principalmente os que não conhecemos. Decidi não dar queixa e ir direto para o hotel tentar relaxar um pouco. Apesar desse acontecimento, aparentemente a cidade é bem tranquila e não traz uma sensação de insegurança, mas claro, vale a pena ter atenção (coisa que não tive haha). HOTEL: Pegamos um táxi em frente a estação Retiro e fomos até o Hotel Complejo Tango, que fica na avenida Belgrano e sem dúvidas foi uma das minhas maiores surpresas na cidade. Ele fica instalado em uma casarão de esquina e tem uma decoração temática que remete aos anos 50 . A diária por uma quarto duplo com banheiro privativo saiu por pouco mais de 100 reais e as instalações apesar de antigas eram muito boas, assim como o atendimento dos funcionários. Além do mais, o Complejo Tango oferece um pacote que incluí aula de tango, jantar e um show de tango (muito bom por sinal) que sai 1.200 pesos por pessoa e 600 pesos para quem for hóspede. Assim que fizemos o check-in fomos conhecer as ruas ao redor do hotel e ver se achávamos algo para comer. Abalados com o assalto, compramos algumas empanadas por 14 pesos em uma padaria na quadra ao lado, além de escova e pasta de dente ( sim, eles levaram isso também) em um mercadinho e voltamos para o hotel para tentar descansar e esquecer o ocorrido. Obs: o nosso hotel ficava a apenas uma quadra da estação de metrô Venezuela - linha amarela - na avenida Jujuy e sem dúvidas ajudou muito nossa locomoção. Então minha dica é: sempre pegue um hotel próximo ao metrô - caso a cidade tenha - pois facilita e muito. CÂMBIO: Sem dúvidas o melhor lugar para se trocar real por peso no famoso câmbio paralelo é na Rua Florida (Calle Florida) bem no centro da capital. A cada esquina você encontra alguém oferecendo cambio, principalmente se vc tiver cara de turista. Apesar de ser um ato ilegal e ter um alto risco de se pegar alguma nota falsa, a cotação do real perante o peso é geralmente vantajosa, mas é importante pesquisar - e a negociação é sempre feita em lugares inusitados, como no nosso caso, onde fizemos a troca dentro de uma banca de revistas e em uma sapataria. Acredito também que não é vantajoso trocar todo seu dinheiro por pesos no Brasil - troque alguns para táxi e comida no aeroporto apenas. Dia 2 - Congresso, 9 de julho, Recoleta e Palermo Acordamos bem cedo para conhecer a cidade e aproveitar o máximo nosso passeio (apesar do assalto) e adivinha? descobrimos que o comércio em geral na cidade só abre após as 10 hrs. Com isso fomos tomar café da manhã em uma pizzaria localizada na rua Albert, onde comemos empanadas (ohhh coisa gostosa que é essas empanadas ) e depois decidimos ir apé até o Congresso Nacional. Os pontos de interesse que visitamos nesse dia foram nessa ordem: Congresso Nacional - Fomos cortando por várias ruas do bairro de Balvanera e admirando a arquitetura da cidade até chegar no fabuloso prédio do Congresso, na minha singela opinião o mais belo da cidade. Plaza del Congreso - Fica bem em frente ao Congresso e é na verdade um conjunto de várias praças bem arborizadas com inúmeros monumentos e fontes. Avenida de Mayo - Se inicia bem em frente a Plaza del Congreso e vai até a Plaza de Mayo. É uma movimentada avenida repleta de muito comércio e prédios históricos. Palácio Barolo - não realizei o tour guiado pelo seu interior pois achei um pouco caro. Avenida 9 de julho - Essa sim é uma avenida monumental. Extremamente larga e com um transito caótico, foi um dos lugares que mais gostei na cidade, principalmente por ter um clima bem cosmopolita. Na 9 de julho aproveitei para conhecer o famoso Obelisco (paradinha para aquelas fotos básicas de turista), o monumento as cataratas do iguaçu (SIM, eles tem uma pequena réplica das cachoeiras em plena avenida) e depois seguimos até o majestoso Colón. Teatro Colón - o teatro mais bonito que já visitei até então. A própria estrutura do teatro impressiona, por ser bem alto e cheio de ornamentações, porém meu desejo mesmo era conhecer o seu interior. Eu e o Danilo entramos por uma de suas portas laterais e fomos até a bilheteria do teatro comprar os tickets para o tour guiado que é realizado de meia e meia hora. Os dois ingressos saíram por quase 300 pesos e o tour era feito em inglês, percorrendo os corredores do teatro, a grande escadaria, a plateia e o salão nobre. É realmente fantástico e apesar de caro, é um dos passeios mais interessantes da cidade. Aproveitamos que estávamos com fome e almoçamos no café do teatro (ambiente super lindo, mas um pouco caro). Plaza General Lavalle - fica bem em frente ao teatro Colón Tribunal de Justiça e a escola Presidente Roca Plaza del Vaticano Avenida Alvear - Seguimos caminhando por toda a 9 de Julho até chegar na avenida Alvear, já na entrada do bairro da Recoleta, onde encontramos por acaso o belíssimo palácio Pereda, de estilo francês, onde está a embaixada do Brasil em Buenos Aires. Ao longo de toda a avenida estão outros inúmeros palácios, grifes e hotéis badalados. Essa é sem dúvidas uma das área mais elegantes e caras de toda a cidade. Cemitério da Recoleta - Muita gente ainda torce o nariz para arte tumular, mas eu simplesmente acho lindo e o cemitério é fantástico, com um túmulo mais imponente que outro. Ficamos facilmente umas 3 horas dentro da necrópole onde visitamos os principais túmulos, entre eles o de Evita Perón (o único que continha flores entre todos os túmulos que vimos e realmente comprovamos o que dizem, ele é um dos mais simples ali existente). Saímos do cemitério e fomos dar uma volta pela grande praça bem em frente e demos uma olhada na pequena feira que estava ali montada. Igreja Del Pilar Centro Cultural da Recoleta Monumento a Alvear e Palais de Glace Hard Rock Buenos Aires Fica localizado dentro de um pequeno shopping e que inclusive estava praticamente vazio. Plaza Francia - localizada ao lado do Hard Rock, tem um belo monumento a comunidade francesa. Museu de Belas Artes - infelizmente estava fechado - era segunda feira. Faculdade de Direito - atravessamos a ponte universitária, que inclusive oferece a mais bela vista da Faculdade de Direito. Floralis Genérica - pausa obrigatória para fotos MALBA - Já estávamos extremamente cansados - e o calor de 30 graus do final da tarde não ajudava muito - mas mesmo assim decidimos continuar nosso roteiro e fomos caminhando por cerca de meia hora pela movimentada avenida Presidente Alcorta até chegar no bairro de Palermo, onde nosso objetivo era o MALBA - Museu de Arte Latino Americano de Buenos Aires, onde está a nossa famosa tela O Abaporu, além de telas da Frida Kahlo. O museu é bem grande e custa 60 pesos por pessoa. Lá dentro há um pequeno café e uma loja de lembrancinhas (todas caras por sinal). Plaza Uruguay - Saindo do MALBA voltamos pela mesma avenida, cruzamos o grandioso espaço verde dessa praça, onde havia muitas pessoas fazendo piqueniques ou simplesmente descansando em seu gramado. Inclusive havia muitas pessoas fazendo caminhada e exercícios pela avenida. Livraria El Ateneo - Seguimos de apé do bairro de Palermo até esse que é um dos lugares mais lindos da cidade (considerada a segunda livraria mais bela do mundo). Ela fica localizada em no prédio de um antigo teatro que foi transformado em cinema e anos depois nessa livraria. No que era o palco do teatro há um charmoso café (Café Ateneo). Por incrível que pareça fizemos todo esse roteiro a pé (emagrecemos uns quilinhos também hahaha). Foi bem cansativo, mas conseguimos conhecer muitas coisas e economizar bastante com locomoção. Dia 3 - Plaza de Mayo, Caminito Tomamos nosso café da manhã no hotel - um café simples mas muito saboroso - e fomos bater perna. Nosso destino no dia era a Plaza de Mayo e seus arredores. Pegamos a linha amarela do metrô, em seguida a linha azul e descemos na estação Catedral, que fica bem ao lado da praça, em frente ao Museu do Bicentenário. Nosso tour foi o seguinte: Ministério da Educação Parque Colón - Localizado bem atrás da Casa Rosada Centro Cultural Kirchner - Achei esse um dos prédios mais imponentes e bonitos da cidade Banco de la Nacion Casa Rosada - pausa para aquelas fotos básicas haha. Minha intenção era ter conhecido o interior da Casa Rosada no tour que é realizado aos domingos, porém o assalto dos dias anteriores tirou todo o meu clima . Sinceramente, esperava bem mais da tão falada Casa Rosada Plaza de Mayo e seus monumentos - a praça estava lotada de turistas, onde encontramos até um casal de britânicos super animados que nos pediu ajuda para tirar uma foto deles em frente a Casa Rosada haha. Catedral Metropolitana Cabildo de Buenos Aires - dentro desse prédio funciona um interessante museu - gratuito - que nos mostra como foi o processo de colonização espanhola não apenas na Argentina, mas em toda a América. Calle Florida - Essa rua foi um dos lugares mais legais da cidade. Cheia de lojas, shoppings e ambulantes haha, ela é super movimentada e é o melhor lugar para se fazer cambio. Galerias Pacífico - esse é o shopping mais bonito que já conheci, graças principalmente a incrível cúpula situada bem no centro do prédio. É um local extremamente luxuoso e caro. Igreja e Convento de Santa Catarina Café Tortoni - Claro que não poderíamos visitar Buenos Aires e não ir ao café mais famoso da cidade. O espaço estava lotado e tivemos que ficar uns 15 minutos esperando do lado de fora para conseguir uma mesa. Assim que entramos fomos atendidos pelo José, super simpático e atencioso, que disse que adora os brasileiros . Igreja de San Ignácio Igreja de San Francisco Basílica de Santo Domingo Como todas essas atrações estão bem próximas uma das outras, fizemos todo esse roteiro a pé e com isso economizamos mais uma vez uma graninha com transporte haha. Por volta de umas 15 hrs decidimos ir para o badalado Caminito. Pegamos um ônibus na rua Adolfo Alsina, próximo a plaza de Mayo e em cerca de meia hora chegamos no bairro de La Boca. Pagamos cerca de 2 pesos na passagem e a viagem foi super tranquila. Não me recordo o número do bus, mas ele para na Avenida Almirante Brown, onde seguimos apé pela rua Brandsen até o Estádio do Boca Juniors, que infelizmente não entramos, mas tiramos umas fotinhas na frente e nas lojinhas ao seu redor. Seguimos por algumas quadras e chegamos ao Caminito, que estava muito cheio. Não há muito o que se fazer nas pequenas travessas, mas sem dúvidas o Caminito foi o lugar que mais gastei na cidade haha, pois achei as coisas bem baratas se comparadas com o centro por exemplo. Pegamos o mesmo ônibus na volta, desta vez na avenida Pedro de Mendonza e paramos a apenas umas quadras do nosso hotel. Antes disso, porém, pegamos o nosso primeiro congestionamento na cidade - Ficamos mais de uma hora parados na região do congresso em um ônibus extremamente lotado. Legal que encontramos dois amigos italianos que estavam completamente perdidos e nos pediu ajuda. Dia 4 - La Plata e Puerto Madero Nesse dia acordamos cedo (pra variar rsrs), fomos até o bairro do Retiro para pegar um ônibus até La Plata, a capital da província de Buenos Aires. O embarque é feito em um terminal a céu aberto que fica localizado bem ao lado da estação de trem e é uma região bem degradada, cheia de ambulantes e moradores de rua, então é bom tomar cuidado nessa área. Existem duas empresas que fazem o trajeto até La Plata: Plaza e Metropolitana. Fomos com a primeira e a passagem custou cerca de 130 pesos (a passagem é comprada na hora e utiliza-se o cartão SUBE, o mesmo usado no metrô, para pagar a passagem). A viagem dura uma hora e meia e utiliza praticamente uma única rodovia para se chegar no local. Nosso destino na cidade era a Catedral, então pedi para o motorista nos deixar no ponto mais próximo, que era na Plaza Italia, que fica basicamente do outro lado do centro haha. Sendo assim, o jeito então foi ir apé (again). Incrível que só foi descermos do ônibus que uma forte tempestade caiu na cidade, com isso ficamos cerca de meia hora dentro de uma lanchonete esperando o tempo abrir um pouco. De lá seguimos pela Avenida 7 até a Plaza San Martin, onde pegamos a avenida 51, que sai bem em frente a Plaza Moreno. Nesse trajeto vale a pena apreciar os inúmeros palácios e edifícos de arquitetura eclética que trazem um clima europeu a cidade. Destaque também parao o moderno Teatro Argentino, que fica na avenida 51. A Plaza Moreno é uma gigantesca praça, repleta de fontes, estátuas e monumentos e é o marco gero da cidade. É nessa praça que fica a monumental Catedral de La Plata, a maior igreja gótica da América Latina. Essa construção é simplesmente fantástica e impressiona pelo seu tamanho, tomando todo o horizonte da praça. Para se ter ideia as suas torres podem ser vistas da rodovia que dá acesso a cidade, de tão altas que são. Para minha frustação a igreja estava fechada , já que meu desejo era subir até o alto de sua torre pelo elevador panorâmico. Mesmo assim a vista da igreja é fenomenal e aproveitei para comer alguma coisinha no Café Ritz que fica localizado no subsolo da igreja, em um ambiente super gostoso (e caro haha). Bem em frente a praça está o belo prédio da prefeitura da cidade. Para voltar até Buenos Aires, pegamos um ônibus municipal ao lado da catedral, na avenida 51 (não lembro o número da linha) e descemos na avenida 44, próxima a plaza Itália. De lá seguimos uma duas quadras pela Calle 4 até chegar na rodoviária de La Plata. Ficamos quase uma hora esperando o ônibus nesse lugar que é horrível, muito mal cuidado e com muitos moradores de rua e as pessoas ficam lhe encarando. Voltamos de La Plata por volta das 15 hrs. Descemos na avenida 9 de julho e seguimos de apé (SIM, novamente apé kk) até o bairro mais badalado da cidade. E sim, posso garantir que Puerto Madero é o mais badalado bairro e o que mais me deixou a vontade. Cheio de bares, restaurantes, hotéis, museus e com uma arquitetura fascinante que mistura os modernos arranha céus com os galpões do antigo porto, Puerto Madero é fantástico e vale muito a pena a visita. No bairro visitei a Ponte de la Mujer e o Fragata Sarmiento, um interessante barco ancorado que funciona como um museu. Os restaurantes em Puerto são um pouco caros, então decidimos partir para um fast food e fomos no Mostaza (rede muito popular na cidade, já que vimos várias unidades em diversos bairros). Dois lanches saíram por cerca de 120 pesos e olha, foi um dos lanches mais gostosos que comi em um fast food. UFFA. De lá seguimos até a Plaza de Mayo e pegamos o metrô para o nosso hotel, onde lá mesmo assistimos a um delicioso show de tango, com direito a aula e tudo mais. Dia 5 - Partida Esse foi o dia mais light que tivemos. Como nossa reserva ia até as 17 hrs e nosso vôo saia só as 22 hrs, deixamos nossas malas já prontas na recepção do hotel e fomos até o centro novamente andar, sem um destino especifico. Andamos pela 9 de julho, plaza de Mayo e por acaso acabamos encontrando o Museu Evita (esse não é aquele famoso museu dedicado a ex primeira dama e sim um mantido por uma associação trabalhista) que conta com uma coleção bem bacana de itens pessoais, além de inúmeros livros e revistas com Evita na capa. Depois fomos almoçar no restaurante Harmony na avenida de Mayo. Pedi um macarrão a bolonhesa por 60 pesos e o Danilo uma costela por 110 pesos. O atendimento foi bom mas achei a comida sem gosto. Pedi também uma empanada de carne que não estava gostosa (foi a única das milhares de empanadas que comi na cidade que não estava boa). De lá fomos caminhando até o congresso e ficamos sentados esperando a hora passar na plaza del Congreso. Engraçado que vimos uma movimentação de policiais na praça, ao redor de uma manta preta. Do nada uma policial veio em nossa direção e perguntou se poderíamos ir na delegacia testemunhar sobre o corpo de um morador de rua que foi encontrado morto ali kk. Na hora achei super bizarro isso e no nosso portunhol horrível falamos que éramos turistas e tal e a policial (que era super simpática) agradeceu e falou que não era mais preciso. Não entendi é nada hahah . De lá seguimos para o hotel de metrô, pegamos nossas malas e partimos de táxi até o Aeroparque Jorge Newbery - aeroporto que fica na área central da cidade, e que apesar de ser voltado para voos regionais, tem alguns internacionais rs). A corrida de táxi saiu por 120 pesos e o motorista era super curioso e ficou perguntando um monte de coisas pessoais haha, além de elogiar muito o Presidente Macri. Notei que não havia taxímetro, por isso é sempre melhor combinar a corrida antes, algo que não fiz. O Aeroparque é um aeroporto não muito grande, mas um pouco desorganizado. No segundo piso fica a praça de alimentação e as lojinhas (super caras, não recomendo comprar lembrancinhas no aeroporto). Na praça de alimentação comemos uma pizza na Accademia Della Pizza e posso garantir que essa foi uma das pizzas mais gostosas que comi na vida - e o melhor é que não é muito caro. Depois de esperar bastante - chegamos no aeroporto umas 17 hrs e o vôo era as 22 hrs, embarcamos e demos adeus a capital portenha [/size] Outros relatos: Chile: https://www.mochileiros.com/o-fantastico-chile-santiago-embalse-el-yeso-valpaiso-vina-e-san-pedro-de-atacama-com-fotos-roteiro-e-gastos-2017-t140000.html Bolívia: https://www.mochileiros.com/a-impressionante-bolivia-salar-de-uyuni-la-paz-copacabana-lago-titicaca-e-isla-del-sol-com-fotos-e-precos-2017-t141313.html https://www.mochileiros.com/bate-e-volta-em-campos-do-jordao-na-alta-temporada-junho-2016-t131749.html https://www.mochileiros.com/visitando-o-centro-historico-de-florianopolis-praia-de-canasvieiras-t138293.html https://www.mochileiros.com/um-dia-em-angra-dos-reis-vindo-de-paraty-com-roteiro-e-fotos-t138227.html
  9. Fala aí, galera! Eu sempre pego dicas por aqui. Resolvi, dessa vez, dar as minhas dicas. Não sabia bem qual organização fazer, então optei por ser simples. Qualquer dúvida podem comentar que eu respondo assim que puder. Dicas gerais quentes: 1 - Baixe o aplicativo Maps.me (ou outro semelhante) para traçar as rotas offline pela cidade. É um ótimo aliado para quem anda de taxi. 2 - Leve reais. Troque apenas uns 200 no aeroporto para chegar até o hotel e depois troque o restante na Rua Florida. O câmbio era 1 para 4.2. 3 - Compre água Glacial. As outras são bem salgadas e todos nós passamos muito mal, cada um em um dia diferente. Acho que foi por isso. 4 - Vá na balsa lenta na ida para Colônia. Fomos (as 9:45) na lenta que chegou lá em 3 horas; Na volta (21:00), a rápida balançava bastante. 5 - Melhores programas da viagem: Degustar Palermo, relaxar fds no Parque Rosedal, ficar perdida (a pé) por São Telmo e pedalar por toda Colônia. Legendas: P$ - valor em pesos U$ - valor em dólares Valores sempre por pessoa IDA 15/02/2015 - Chegamos a noite no aeroporto Ezeiza (36 Km até o centro). O estilo do aeroporto já fala um pouco da cidade de Buenos Aires. Pegamos um taxi e já tivemos uma confusão com dinheiro. Não conferi quando troquei no aeroporto e ao pagar o taxi (P$390), percebemos que as quatro notas de 100 eram na verdade quatro notas de 10. Não sei o que aconteceu até agora, mas saímos no prejuízo. Tenham bastante cuidado com os taxistas. Sair do aeroporto é terrível, eles não ligam o taxímetro e o preço gira em torno de P$400. Na segunda vez no aeroporto conseguimos um acordo de P$300, mas é difícil. 1 Dia Café da Manhã em Puerto Madero (P$70) - Não peguei o nome, mas era bom. Era uma sorveteria também. Almoço na Plaza Serrano em Palermo no Restaurante Brujas de Madagascar (P$120) - Mais ou menos Passeio no Jardim Japones (P$50) Passeio no Parque Rosedal (Grátis) Voltamos andando para o Hostel (Calle Soler e Calle Armenia) 2 Dia Calle Florida (Câmbio...câmbio...câmbio!) Galerias Pacífico - Shopping na Calle Florida com arquitetura diferente. Plaza de la Republica - Menos turístico e movimentado, mas é legal. Casa Rosada (Grátis) - Pode entrar feriado e fds, achei razoável. Plaza de Mayo (em frente a Casa Rosada) - Legal pra relaxar um pouco. 3 Dia Cemitério Recoleta (Grátis) - Dica pra quem gosta de chopp, tem um lugar que faz vários ali perto. Eu não fui. Vilage Recoleta - Shopping ao lado do cemitério com um cinema bonitinho. O Hard Rock Café também fica por aqui. Museo Malba (P$30) - Tem o Abaporu, um quadro lindo da Frida Khalo, algumas obras de Garcias Torres e coisas modernas. Jantar no restaurante Osaka (P$350) - Bastante procurado, cheio de brasileiros. A comida era incrível e diferente. 4 Dia Café da manhã em São Telmo Passeio pelas galerias de antiguidades - Tem que se perder pra achar. Visita à estátua da Mafalda (Calle Defenda e Calle Chile) Almoço em Puerto Madero - Sol, passando mal, entrei num restaurante péssimo. Jantar no El Preferido ($100) - Simples e gostoso. Comida meio caseira. 5 Dia Acordamos cedo, pegamos o taxi, percebi que esqueci o documento. Voltamos rapidinho. Ao chegar no Buquebus a balsa rápida já havia saído. Tudo bem, optamos pela mais lenta, o que foi ótimo pra curtir o passeio. Na hora de comprar as passagens, cadê o carimbo? Aquele que a gente recebe na entrada de Buenos Aires. Aff! Mas não é tão terrível, ficam umas pessoas da imigração lá a postos (provavelmente pra isso mesmo). Com a autorização, tudo certo para a viagem. Passagem de ida e volta para Colônia com taxas (U$150) -> Atenção só pode pagar em dólares americanos ou cartão. Passeio de bicicleta em Colonia (U$18) - dia todo pela Thryfity, dá pra alugar no aeroporto mesmo ou no centro, que é muito perto! 6 Dia Caminito - Chegamos bem fácil de taxi (da Calle Florida apenas P$50), muito turístico e de compras. Eu comprei coisas como alfajor e meias da mafalda. Cuidado com a volta! Fica um cara encaminhando as pessoas pra alguns taxis e o que nós pegamos estava com taxímetro adulterado. Descemos logo, mas foi BAD. Tango Porteño (P$1300) - Com jantar incluso, buscando e levando em casa e em uma mesa no nível médio. Sinceramente não vale, principalmente se como eu você não come carne. O show apesar de curto é muito bom, mas parece que há alguns anos atrás era bem melhor. Talvez vale a pena procurar outras opções. 7 Dia Antes de voltar queríamos ir na feira de Sao Telmo, mas houve um desencontro. Acho que teria sido legal. Chegamos com antecedência no aeroporto. Deu pra comer um último Mc Donalds e comprar um livro do Quino com o dinheiro que sobrou. Eles não são muito rígidos na alfandega, eu passei pelo detector comendo um croissant e minha amiga comu ma água na mão. Tudo entre hermanos.
  10. Toda cidade grande tem seus outlets, mas em BsAs tem mais e eles ficam mais concentrados. E pelo cambio atual, outlet de lá é muito mais outlet que os daqui... alguns endereços.... AKIABARA Gurruchaga 772 BENSIMON Guruchaga 817 BOLIVIA Acevedo BOWEN Aguirre 904. BROOKSFIELD Aguirre 966 CACHAREL Aguirre 865 CARDON Gurruchaga 888 CARO CUORE Aguirre 824 CHRISTIAN LACROIX E YVES SAINT LAURENT Gurruchaga 787 DESIDERATA Esquina de Aguirre y Gurruchaga ETIQUETA NEGRA / GOLA Gurruchaga 770puma LACOSTE Aguirre 875 LA MARTINA Aguirre 957 NEW MAN Aguirre 815 PORTSAID Aguirre 842 RAPSODIA Aguirre 729 SUSANA GUFFANTI Esquina de Aguirre y Acevedo OLD BRIDGE Gurruchaga 783 WANAMA Aguirre 843 WRANGLER Gurruchaga 783 INFANTIL CHEEKY Aguirre 827 SAPATOS, BOLSAS, ACESSÓRIOS CLONA SHOES Gurruchaga 888. MARY&JOE Gurruchaga 785 NINA PIU Aguirre 782 PEPE CANTERO Gurruchaga 721 PUMA Gurruchaga 806 PRUNE Gurruchuga 861 TIMBERLAND / HUSH PUPPIES Aguirre 840 VIAMO Aguirre 794 CASA & DECOR ARREDO (CAMA, MESA E BANHO) Gurruchaga 774 Não fui em todos esse claro, mas levar uma listinha de endereços pode ajudar... a grande maioria fica a partir do numero 4000 da Cordoba e na altura do 900 da Calle Aguirre, não sei se ali ainda é Palermo ou Villa Crespo. Bom dos que visitei: LACOSTE - Calle Aguirre: parece uma feira livre, mas tem provadores, por um lado é bom, voce pega o que quer vai pro provador e se vira, sem vendedor enchendo o saco. Eles sabem que estão direcionados para turistas então as pólos clássicas custavam 250 pesos, nem tão barato, mas também nem tão caro, pra gente sai uns 110 reais, bom negócio, aqui na loja não sai por menos que 200 reais. Infelizmente não tinha todas as cores que eu queria, mas deu pra escolher. Os sueters masculinos estavam por 150 pesos, ótimo preço. Muito cuidado. Eles vendem muitas peças com defeitos, tinha uma mulher lá trocando porque a pólo tava furada. Eu não levei nada fechado no saco sem ver, abri tudo, tinha uma polo verde com manchas, eu fui lá e peguei outra e abri de novo pra conferir...melhor fazer isso do que ter que voltar lá trocar. PUMA - a Puma fica bem na esquina e é toda vermelha, bem facil de achar. Pouca variedade. Mas comprei um moleton branco bem bacana, por 119 pesos. Algumas meias também. Os tenis estavam bem baratos mas não tinha o meu numero. TIMBERLAND - Bastante variedade. Camisas xadrez por 100 pesos. Botinões, não é muito meu estilo, mas estavam por 150 pesos. Mochilas de carga a partir de 150 pesos. Garrafas termicas de viagem por 60 pesos. ADIDAS - Esse fica na Cordoba, nao percebi se era outlet ou não, não comprei nada, mas vi que tinha muita mochila e estavam por 100 pesos. Lá tem muitos outlets de marcas locais que a gente não conhece, não posso falar sobre porque não entrei e também a grande maioria de outlets são de roupas femininas. Depois de ter ido na região dos outlets fui na Calle Florida no Microcentro. Lá tem uma loja grande chamada Falabella, que vende de tudo. Lá tinha quiosques da Lacoste com polos pelo mesmo preço do outlet. Achei ali mais confiável, peças sem problemas, enfim, mas a variedade muito pequena. Quiosque Christian Dior, comprei polo basica Dior por 120 pesos, também quiosque da Timberland, levei um jeans básico por 90 pesos, bem barato. Outra loja que aqui no Brasil não é tao barata e lá é bem popular é a Zara. Moletons por preços ótimos de 90, 100, 150 pesos. Além do fator cambio a nosso favor eles estavam liquidando peças de inverno, então estavam bem baratas mesmo. A Zara que eu fui foi a do Abasto Shopping. No mesmo shopping lojas Adidas, Nike, mas nada muito em conta As lojas das marcas gringas nos shoppings não são nada baratas. Lá tem loja Lacoste em tudo que é lugar até na Calle Florida, mas as polos custam de 350 pesos pra cima...ai não compensa... Minha grande decepção foi que peguei na net o endereço do outlet Ralph Lauren, acho que era na Calle Mabrida...acho que é isso...cheguei lá e não tinha nada no lugar. Fui numa loja muito chique na RL na Avenida Alvear, mas lá é tudo muito caro...não vão!! De forma geral pra quem curte vale muito a pena ir comprar em BsAs. Desde os outlets, lojas locais, dizem que artigos de couro (mas eu nao fui atras) e também artigos de perfumaria e higiene. Lá tem uma rede bem grande chamada Farmacity, tudo nessa farmácia, de gel de cabelo, cosméticos a Band-Aid é metade do preço daqui do Brasil... Portanto, preparem o bolso e enjoy!
  11. De Balneário Camboriú até Buenos Aires de Ônibus Depois de tantas viagens aqui pelo Brasil, chegou a hora de aumentar os quilômetros rodados e ir para mais longe. Este é meu primeiro relato aqui no site e peço desculpas caso meu relato não esteja tão bom quanto os muitos aqui do site, mas como para tudo há um começo lá vou eu. Decisão do Destino Inicialmente tinha certo receio de ir para fora sozinho, pois pensava uma coisa é viajar sozinho em seu país e outra é viajar sozinho no exterior. Pois bem como sempre tiro férias fim do ano e nunca sei ao certo as datas fica impossível poder programar a compra das passagens aéreas. Por isso decidi que iria viajar de ônibus. O destino inicial era o Uruguai, um país pequeno, e próximo de onde moro no caso Santa Catarina. Fiz várias pesquisas sobre o país, locais para visitar lista de hostels, e tinha no roteiro inicial a ideia de dar um pulo em Buenos Aires através dos barcos que fazem a travessia de uma país ao outro através do Rio da Prata. Mas em minhas pesquisas sobre o que fazer em um dia em Buenos Aires, acabei me encantando pela cidade e cai de cabeça nas pesquisas e decidi que iria para Buenos Aires devido ao grande número de atrações das cidades. Bem nas pesquisas acabei definindo quais pontos visitar nos dias que passaria na cidade e peguei dicas com amigos que já visitaram a cidade e claro com meu chefe que por sinal é argentino. A decisão mais difícil foi em qual bairro ficar na cidade, cheguei a abrir um tópico aqui no mochileiros.com pedindo uma ajuda para galera. Por fim decidi por me hospedar em San Telmo, um bairro lindo e histórico muito bem localizado na cidade. Tive um problema com meu cartão, o banco garantiu que a função internacional estava liberada, mas na prática na hora de reservar o hostel isso não ocorreu, por sorte fiz a reserva diretamente com a adm do hostel via watsapp e fiquei de pagar em dinheiro na minha chegada no dia 27/12/16. Feito isso chegou a hora de comprar as passagens, moro em Jaraguá do Sul no norte de SC, o embarque mais próximo para Argentina seria Balneário Camboriú SC, como estava de férias resolvi aproveitar para passar um dia em Balneário e comprar as passagens (Balneário fica a menos de uma hora e meia de viagem aqui de minha cidade). As passagens saíram R$ 480,00 cada totalizando R$ 960,00 ida e volta. (Bem menos do que apenas uma passagem de ida no mesmo período de avião). A data de embarque marquei para 26/12/16 e o retorno dia 03/01/17. Escolhi o serviço semi-cama que seria mais ou menos o nosso semi-leito do Brasil. Saída de Balneário Camboriú 26/12/16 Chegado o dia da viagem saí de Jaraguá do Sul as 05:30 da manhã rumo a Balneário Camboriú, pois conforme orientado é necessário chegar com uma hora de antecedência para ser feito o check-in. Chegando em BC fiz o check-in, no meu caso o fiz com minha carteira de identidade (dica a mesma deve estar “atualizada” para esta viagem fiz uma identidade nova pois a minha tem mais de 10 anos, e li em alguns blogs e sites que eles ás vezes não aceitam identidades antigas, por isso achei melhor não arriscar). Para entrar na Argentine você pode usar o passaporte ou a identidade (CPF, Habilitação, Título de Eleitor não são aceitos). Após fazer o check-in fui para a sala vip da empresa de ônibus na rodoviária de Balneário Camboriú uma sala espaçosa com café fresquinho, ar condicionado e televisão ( se bem que esses itens a rodoviária também conta), mas local agradável. Em fim foi anunciado o momento do embarque. No meu caso não tinha bagagem para deixar no maleiro do ônibus, pois levei apenas minha mochila (mochila pequena, diga-se de passagem, esse ano irei comprar uma mochila digna de um mochileiro hehehehe). Mesmo assim a mesma precisa ser etiquetada juntamente com a passagem. Meu acento era na parte superior nos fundos do ônibus, no embarque ganhei uma caixinha com biscoitos, alfajor e suco de maçã. O ônibus não sai lotado de Balneário Camboriú, ele faz paradas em Florianópolis SC, Torres RS e Porto Alegre RS daí sim ele acaba lotando. Como a viagem é longa aproveitei para colocar a leitura em dia, até o fim dia conclui a leitura de um livro de 400 páginas. O ônibus diz que conta com wi-fi porém o mesmo não funcionava. Chegamos na fronteira em Uruguaiana RS por volta das 01:00 da manhã do dia 27/12 /16, chovia torrencialmente, o ônibus para em frente ao prédio da Receita Federal, a onde descemos na chuva e ficamos numa fila, a onde quando chega sua vez o agente pede sua identidade e passagem e não fala nada e te libera (processo não dura 1 minuto) já a fila..... Feito isso todos embarcam no ônibus novamente e cruzam a ponte sobre o rio Uruguai rumo a Passo de Los Libres já na Argentina. Se achou que daí em diante é só seguir viagem rumo a Buenos Aires está completamente enganado, você cruza a ponte e cai direto em um posto da Gendarmeria Nacional Argentina e novamente todos descem do ônibus (como dito no meu caso em uma chuva daquelas com raio e trovões comendo soltos) e detalhe lá o posto é menor que o Brasileiro e você tem que fugir da chuva como pode. E o processo é mais demorado, quando chega sua vez de ser atendido, o agente novamente pede seu documento e passagem, e fica lá digitando um punhado de coisas e te entrega um papelzinho bem simples é o visto de turista com validade de 90 dias, este papel deve ser muito bem guardado pois tem que ser entregue na volta ao Brasil. Após todos fazerem o processo é hora de voltar ao ônibus e seguir viagem até Buenos Aires, e até a capital é chão mas as estradas no lado argentino até lá são duplicadas, e pelo que notei são pedagiadas. A viagem é tão longa que tu acaba fazendo amizades no ônibus, conheci uma galera bem legal e de várias partes do Brasil que escolhem o ônibus como meio de transporte até o país vizinho. Entre as pessoas que conheci, havia um brasileiro que mora em Buenos Aires há 07 anos e que estava em férias em Porto Alegre, ele foi de grande ajuda pois nos levou em um local seguro para trocar dinheiro na rodoviária mesmo (precisei trocar uma pequena quantia lá pois levei apenas reais, não fiz câmbio no Brasil) e também nos levou a um local para fazermos o cartão SUBE (que você usa no metrô e ônibus em Buenos Aires). Também conheci uma moça de Porto Alegre, a qual se tornou uma amiga de viagem. Uma última informação, saí no dia 26/12 ás 09:00 da manhã de Balneário Camboriú e cheguei no dia 27/12/ por volta das 13:00 horário local ( Buenos Aires não tem horário de verão então atrasei meu relógio) 1º dia - San Telmo, Centro e Puerto Madero Da rodoviária do retiro que fica numa região central, fui de subte (metrô portenho) direto para o Hostel. Como dito tudo certo no check-in, após quase 30 horas de viagem uma pessoa normal iria o quê? Descansar correto? Não eu, larguei a mochila no quarto e parti para conhecer as redondezas. San Telmo é um bairro lindo histórico repleto de bares, restaurantes, mercados, em fim um local boêmio. A primeira coisa que fiz foi conhecer a estátua da Mafalda (personagem das tirinhas de jornais de muito sucesso na América Latina) o local virou ponto turístico obrigatório em San Telmo. Aproveitei a caminhada e acabei seguindo entre as ruas estreitas do bairro e quando me dei conta estava em plena Praça de Maio, com a casa rosada bem a minha frente, claro que aproveitei para tirar muitas fotos por lá. Fui me informar se haveria visitas guiadas no fim de semana, porém por ser fim de dezembro as visitas estavam suspensas. Decidi retornar para o hostel e descansar. Mas no meio do caminho a amiga que tinha feito no ônibus perguntou o que faria durante a tarde. Disse que já estava caminhando pela cidade, ela sugeriu irmos à Praça de Maio para vermos a casa Rosada. Embora já tivesse passado por lá, topei na hora, afinal não tinha nada para fazer e ainda não conhecia ninguém na cidade. Retornei à Praça de Maio para espera-la. Novamente mais fotos em frente à casa rosada (o legal das praças de Buenos Aires é que elas são bem animadas, as pessoas deitam-se nos gramados para descansar, ler, beber com os amigos). Decidimos ir para Puerto Madero que é bem próximo da Praça de Maio. Antes passamos pelo Centro Cultural Kirchner um belo palácio próximo a Casa Rosada. Chegamos a Puerto Madero que realmente é um bairro lindo, moderno, cool e caro. Paramos em um restaurante tomamos uma água e um suco e lá se foram $200,00 (pesos). Mas valeu a pena porque o local é sensacional. De lá decidimos retornar a San Telmo a onde esta minha amiga tinha amigos também hospedados na cidade. Marcamos de nos encontrar em um barzinho próximo a Mafalda. Foi muito divertido de lá seguimos para um pub de estilo inglês também em San Telmo, e por fim fomos em um outro pub mais movimentado também em San Telmo próximo ao Hostel a onde estava hospedado. Assim conclui meu primeiro dia em Buenos Aires que adentrou o segundo dia, cheguei tarde no hostel digo cedo. 2ºdia inteiro dedicado ao Bairro da Recoleta Buenos Aires é uma cidade ideal para ser descoberta a pé, (isso é o que todos os guias falam) e realmente pude constatar que estavam cobertos de razão. A cidade de Buenos Aires é plana e suas calçadas estão bem cuidadas. Mas depois do meu primeiro dia agitado na cidade resolvi fazer um passeio cultural conforme tinha programado. Por isso decidir ir para Recoleta, um dos bairros que preservam aquele ar aristocrático da Buenos Aires de antigamente. O bairro é lindíssimo repleto de cafés e atividades culturais gratuitas. Minha primeira parada no bairro foi no Palácio das Águas Correntes, um prédio muito bonito que você ao vê-lo pensa ser algum órgão importante do governo local. O prédio realmente é bem importante, porém ele foi a primeira sede do departamento de saneamento da cidade, ou seja, um prédio lindíssimo feito exclusivamente para tratamento da água. Após algumas fotos no Palácio das Águas Correntes, segui direto para a livraria El Ateneo, que é uma rede de livrarias bem famosas na cidade, porém a unidade da Recoleta é ainda mais famosa e alguns sites a listam como uma das livrarias mais incríveis do mundo. O motivo? Esta livraria está localizada em um antigo teatro, que foi todo preservador a adaptado para receber os livros e claro um café muito charmoso. Como sou um amante dos livros passei com certeza umas duas horas no El Ateneo da Recoleta, tirei muitas fotos e claro aproveitei para ler muito. El Ateneo acabou sendo o ponto de encontro com aquela minha amiga que conheci no ônibus. Como as amigas delas ainda não haviam chego a Buenos Aires (elas saíram no Brasil um dia depois de nós) fizemos mais um dia de passeio. Do El Ateneo seguimos rumo ao cemitério da Recoleta a aonde estão enterradas diversas personalidades argentinas dentre as mais famosas a emblemática Eva Perón. Quando chegamos ao cemitério já era por volta do meio dia o sol estava castigando (pessoal fica a dica Buenos Aires tem um verão bem quente). Antes de irmos ao cemitério paramos em uma sorveteria (Buenos Aires possui muitas sorveterias ou gelaterias uma melhor que a outra). Na sorveteria que se localiza em um belo Bulevar em frente ao cemitério. Baterias recarregadas fomos ao cemitério, lá chegando existem horários de visitas guiadas (algumas pagas), decidimos achar o famoso mausoléu por conta através do mapa do cemitério, mas nos perdemos e tivemos que recorrer a um funcionário do local que nos indicou o caminho. A surpresa em vista dos túmulos suntuosos (que facilmente acolheria uma família inteira em vida) o de Eva Perón é bem simples, porém com uma fila de turistas querendo fotografá-lo. Após visitar o cemitério demos uma volta no shopping em frente ao cemitério para descansarmos no ar-condicionado e seguirmos com a pernada pelo bairro. De lá nosso roteiro seguiria para o MALBA (Museu de Arte Latino Americana de Buenos Aires). Porém antes acabamos fascinado com um belo prédio suntuoso com gigantes colunas gregas, era a faculdade de Direito de Buenos Aires, minha amiga quis entrar para vê-lo por dentro, e valeu muito a pena, o local é muito bonito (gratuito) wi-fi nota mil rsrsrs, e com muitas informações relevantes sobre a história da Argentina. (Este prédio não consta nos guias de viagens, pelo menos nos que pesquisei). Da faculdade de direito fomos para o Museu de Belas Artes de Buenos Aires, ali permanecemos um bom tempo porque as obras são belíssimas, o museu possui um ambiente mais lindo que o outro, você viaja no tempo e conhece vários momentos da história mundial e argentina através das obras ali expostas, esta também é uma atração com entrada gratuita que vale muito ser conhecida. Depois de conhecer o Museu de Belas Artes, fomos a Floralis Genérica, que nada mais é que uma bela flor metálica em meio a um belo parque n coração da Recoleta. Essa atração merece ser visitada sem sombra de dúvidas, aproveite tome um sorvete e tire muitas fotos. E por fim ainda na Recoleta, concluímos a pernada no MALBA a onde fui ver pessoalmente um quadro muito famoso em nossas aulas de artes e história, o Abaporu de Tarsila do Amaral. Essa obra faz parte do acervo permanente do MALBA. Sim um quadro brasileiro em terras portenhas. E o mais legal é que no MALBA você encontra obras de vários artistas famosos do continente como a Mexicana Frida Kahlo. Um detalhe importante o MALBA cobra entrada, quando fui foram $50,00 (pesos) Após concluída a jornada pela Recoleta por volta das 18:00 regressamos para nossos respectivos hostels, minha amiga em Palermo e eu para San Telmo, nos demais dias seguimos roteiros distintos. Conhecê-la foi uma destas alegrias inesperadas nestas viagens “sem roteiro. ” Ao retornar ao hostel conheci minhas colegas de quarto, como cheguei tarde e saí cedo não deu tempo de nos apresentarmos, uma brasileira de Porto Alegre e uma colombiana de Bogotá. Amizade à primeira vista, e um convite para um show de tango a céu aberto em San Telmo, junto com outro brasileiro e um americano do Texas. Os brasileiros e o americano se renderam a experimentar o Fernet bebida típica argentina, como trabalho em uma empresa argentina já conhecia a bebida e dispensei a rodada. No fim acompanhei a amiga colombiana no Gim. O show de tango ao ar livre foi legal, tamanha foi minha surpresa ao descobrir que o dançarino era brasileiro, brinquei com os colegas de mesa que isso era uma prova da globalização um brasileiro dançando tango em plena Buenos Aires, agora preciso ir ao Rio de Janeiro e conhecer um argentino dançarino de samba. Após o show acabamos indo para um dos barzinhos de San Telmo para pôr fim retornarmos ao hostel, e assim findou-se o 2º dia em Buenos Aires. 3º dia Caminito e Microcentro, e Congresso Nacional Acordei cedo tomei um café caprichado com muito doce de leite, e fui para mais um dia de caminhada, com um objeto comprar lembrancinhas, e uma dica preciosa o Caminito possui as lembrancinhas mais baratas da cidade, mas mesmo lá você deve pesquisar bastante. Como estava em San Telmo fui de transporte público (Linha C do Metrô até a estação Constituicion, e de lá um ônibus linha 53 que para em frente ao Caminito). Foi tranquilo usar o transporte até o Caminito além de ser mais barato, grande parte da frota parece antiga à primeira vista, mas ao entrar neles eles são bem confortáveis e na sua maioria contam com ar condicionado e wi-fi. Chegando lá você é abordado por suposto “dançarinos (as)” de tango que te convidam para tirar fotos, chega a ser chato a maneira como te abordam, como já tinha lido muito a respeito já sabia que as fotos são cobradas, ao ser abordado já fui direto ao ponto e perguntei quanto custava a foto, a guria me responder R$ 30,00 por três poses, mas nem em sonho pagaria esse valor para tirar 03 fotos com meu próprio celular, agradeci e disse que era um viajante econômico kkkk, pronto um santo remédio elas acabam falando para as outras supostas dançarinas que você não tem dinheiro e pronto não te importunam mais. O Caminito é um local muito lindo parece uma galeria de arte a céu aberto, você vai encontrar muitas apresentações musicais, cuide ao tirar fotos e filmar qualquer uma delas, você será cobrado, presenciei uma discussão com turistas lá. Quanto as lembrancinhas são muitas opções de preços variados, aconselho andar por todo Caminito antes de comprar qualquer item, pois você encontra o mesmo item com preços diferentes. Por exemplo comprei uma caneca da Mafalda para minha mãe, na primeira loja que vi estava a $50,00 (cinquenta pesos) e após andar todo o Caminito encontrei a mesma caneca por $ 25,00 (vinte e cinco pesos), os famosos imãs de geladeira então vale a pena pesquisas, por exemplo comprei 5 imãs por $50,00 (cinquenta pesos) já em algumas lojas o mesmo imã sai por $20,00 (vinte pesos). Aproveite o Caminito para tirar muitas e muitas fotos. O Caminito possui uma variedade boa de restaurantes com preços bem bacanas. Após muitas fotos, lembrei que precisava fazer câmbio, pois não troquei todos os meus reais ao chegar a Argentina. Decidi ir ao Micro Centro em busca de uma casa de Câmbio. Quando se fala em Câmbio em Buenos Aires, o endereço mais lembrado é a Calle Florida no centro da cidade, este local é uma rua fechada para pedestre na década de 70, a onde você encontra muitos, muitos mais muitos turistas em sua maioria brasileiros. Ao andar por esta espécie de “calçadão” gigante prepare seus ouvidos para ouvir pessoas berrando: “-Câmbio, Câmbio! ” Estas pessoas te abordam e te levam para locais pouco convencionais para fazer a troca do dinheiro, como pesquisei e vi muitos relatos de pessoas que foram roubadas ou que receberam notas falsas, achei por bem ir direto a uma casa de câmbio oficial (quando se vai com um orçamento mais ou menos na estica é melhor não arriscar). Na Calle Florida, você vai encontrar lojas dos mais variados produtos, porém por ser uma região de muitos turistas os preços não são os melhores da cidade, os portenhos mesmo compram em outras regiões da cidade. Mas em fim como uma das paradas obrigatórias na Calle Florida é a Galerias Pacifico, foi para lá que fui e já aproveitei para fazer a troca de dinheiro em uma casa de Câmbio existente dentro da galeria. Quanto as Galerias Pacíficos, posso dizer que todos os guias de viagens e blogs tem razão na descrição que fazem dela, realmente é um local muito bonito, não encontrei nada igual ainda aqui no Brasil, se tiver algo parecido por gentileza me informem nos comentários, um palácio transformado em shopping, dica para turistas econômicos os preços são salgados na Galerias Pacífico, porém a praça de alimentação tem opções baratinhas para um lanche rápido, mas como queria almoçar apenas tomei um sorvete nas Galerias Pacifico e saí em busca de um restaurante ali mesmo pela Calle Florida. Encontrado um restaurante BB (bom e barato), prato padrão (milanesa de carne com papas fritas e suco de laranja) $ 90,00 (noventa pesos). Na parte da tarde resolvi conhecer o Congresso Nacional, lá chegando um funcionário do congresso passando pela rua vendo que estava fotografando o prédio, me chamou e disse para segui-lo para tirar uma bela foto da cúpula do congresso de um ângulo diferente, o senhor me pareceu de confiança e acabei por segui-lo até uma lateral do congresso a onde ele me mostrou um prédio espelhado no qual a cúpula do congresso se reflete por inteiro, realmente rendeu fotos bem legais, o senhor um argentino funcionário do congresso apaixonado pelo Brasil, todos os anos passa férias no Rio de Janeiro, disse que sonha morar no Brasil. Agradeci do simpático senhor e descobri que o Congresso é aberto para visitas, e que a última visita de 2016 ocorreria naquele mesmo dia ás 15:00 horas. Me cadastrei para fazer a visita. Aproveitei para passear pela praça em frente ao congresso enquanto não chegava a hora da visita, aproveitei para visitar a biblioteca do senado, e também parei para tomar um café nas imediações. Chagada as 15:00 se iniciou a visita guiada pelo congresso Nacional (ironia como não conheço Brasília, acabei por conhecer primeiro Congresso, Senado e a Sede do Governo do País vizinho) O prédio é lindo, com uma história bem legal e no final da visita ainda lhe dão de presente a Constituição Argentina. (Agora tenho a obrigação de conhecer Brasília hehehehe). Neste dia andei tanto que cheguei no hostel tomei um banho e simplesmente apaguei. 4º Dia Palermo e Recoleta novamente Logo cedo foi de despedida da amiga brasileira que estava no hostel, assim como eu ela voltaria de ônibus, como ela chegou a Buenos Aires via Buquebus vinda do Uruguai, ela não sabia ao certo a onde era a rodoviária do Retiro, e acompanhei ela até lá Saindo do Retiro, me dirigi novamente a Recoleta, pois tinha que visitar um bar muito famosos o qual um amigo pedira que tirasse a foto de uma guitarra lá exposta, ambiente muito legal e uns drinks bem refrescantes para enfrentar o calor que fazia. (Nesse dia estava mais mão aberta como já havia economizado nos dias anteriores, estava sobrando uma graninha). Saindo da Recoleta me dirigi a Palermo, um bairro muito lindo e boêmio, bares e lojas para todas as tribos para todas as tribos mesmos. Li em um blog a respeito de um clube com restaurante que servia uma carne de ótima qualidade por um preço maneiro. Valeu a pena a carne era muito boa (dica se você não é fã de carne mau passada, sempre peça no ponto um pouco mais ) eles vão entender. Ao sair resolvi dar uma andada pelos bosques de Palermo (um jardim mais bonito que o outro). Ao retornar para o quarto encontrei meu novo colega um francês, por sorte minha amiga colombiana falava francês, e naquela noite lá fomos nós (brasileiro, colombiana, francês e um peruano) para um dos barzinhos de San Telmo, cerveja e empanadas para animar a noite! 5º Dia – Tour Pela Avenida de Mayo No dia 31 fiquei no hostel durante a manhã, e na parte da tarde eu, minha amiga colombiana e o amigo francês, fomos a um free tour a partir do congresso nacional até a casa rosada, foram umas 03 horas de tour caminhando e conhecendo um pouco mais da história dos pontos turísticos e outros nem tantos desta região central da cidade. Vale muito a pena, não fiz o city tour de ônibus (o mesmo está custando mais $400,00 pesos). O tour foi muito proveitoso e rendeu belas fotos. E você contribui com o que pode. Ao voltar para o hostel a cozinha estava lotada, também foi combinado um churrasco a onde cada hóspede faria uma salada de seu país para compartilhar com os demais, resolvi fazer um vinagrete (com ajuda via watss da minha mãe, porque não sou um hábil fazedor de saladas kkkk). Foi um banquete de sabores uma salada melhor que a outra e claro carne muita carne. Próximo à meia noite quem quisesse poderia acompanhar um grupo que sairia do hostel para ver a queima de fogos em Puerto Madero. 6º dia – Feirinha de San Telmo Domingo dia 1º de Janeiro, tudo fechado em Buenos Aires, o jeito foi mosquear no hostel até meio dia. No hostel informaram que alguns restaurantes estavam abertos. Lá fomos eu e o amigo francês caçar o almoço, mas no fim apenas fizemos um lanche. Ahhh pela manhã nossa amiga colombiana partiu rumo a Mendoza, de lá seguiria para Santiago do Chile e posteriormente para Lima Peru (que inveja boa dela rsrsrs). Na parte da tarde resolvemos ir na Feirinha de San Telmo que ocorre todo domingo faça chuva ou sol seja feriado ou não. Uma feirinha bem grande com antiguidades, roupas usadas, comidas, bebidas, lembrancinhas, artigos made in china, só não vende animais mas de resto tem tudo o que se possa imaginar. Meu amigo francês comprou sua cuia de mate, ele me questionou porque não comprei uma para mim, expliquei que a onde moro no Brasil também tomamos mate (chimarrão) e que já tinha algumas cuias em casa, assim como no Caminito é bom pesquisar a feira toda antes de comprar um item, os preços variam bastante. De volta o hostel foi fazer uma janta, banho e cama. 7º e último dia. No último dia hora de deixar o hostel, eu em direção ao Brasil e meu amigo francês seguindo viagem para Iguaçu na Argentina. Passamos o dia em San Telmo, almoçamos em um restaurante um bife de chouriço e milanesas (mais argentino impossível) E no fim da tarde seguimos para o terminal do Retiro (em vista das rodoviárias brasileiras o Retiro é uma grande bagunça e bem suja, contrasta com a limpeza que você vê na cidade). Meu amigo embarcou primeiro e eu aguardei minha vez até a meia noite graças a Deus na sala vip da empresa de ônibus, bem ampla e moderna. No retorno não ganhamos lanche igual na ida, raiou o dia e ainda não havíamos chego à fronteira, quando chegamos foi pior do que na ida, como o número de argentinos para entrar no Brasil nesta temporada está mais alto dos que nos anos anteriores, ficamos parados mais de 03 horas nas duas aduanas. Saí na terça feira uma da manhã de Buenos Aires e cheguei a Balneário Camboriú as seis da manhã de quarta-feira. Como curto muito viajar e gosto de conhecer novos locais valeu muito ir de ônibus (e claro financeiramente também). As paisagens são belíssimas, jamais esquecerei essa agradável viagem que foi a minha primeira trip fora do país! Espero que tenham gostado ficou um pouco longo, mas tentei ser o mais sucinto possível, forte abraço a todos! (Como sou novo aqui, ainda não estou dominando como postar fotos, mas caso desejarem passem no meu insta, a onde tenho postado as fotos e colocando algumas dicas dos locais visitados)
  12. Salve companheiros do Mochileiros.com, faço um relato de viagem com meu roteiro de Férias dos dias 20 a 24 de agosto pela Argentina e Uruguai incluindo Buenos Aires, Colônia del Sacramento, Montevideo e Punta del Leste. Coloquei também algumas dicas que fui pegando pela internet, nos fóruns e diversos sites, espero que possa ajudar no roteiro de vocês, grande abraço! E caso tenham qualquer dúvida podem entrar em contato. 1. Observações pré-viagem: 1.1. A chegada – e como conseguir pesos: Os dois aeroportos contam com agências do Banco de la Nación Argentina (se for perguntar, pergunte por "Banco Nación"). O Banco Nación de Ezeiza funciona 24 horas por dia, 365 dias por ano e fica no saguão fora da área de desembarque (um pouco escondido) as agências dentro da área de desembarque tem uma cotação ruim. O Banco Nación do Aeroparque abre diariamente das 6h à meia-noite. Com a liberação do câmbio, não é mais preciso recorrer ao câmbio paralelo. O Banco Nación oferece cotações bastante razoáveis para os seus reais (confira no site do banco). É possível conseguir taxas ligeiramente melhores nas corretoras de câmbio da calle Sarmiento, no Centro (como Multifinanzas, no nº 448, ou Alpe, no nº 480), mas só funcionam em dias de semana, no horário bancário (11h-16h). Se eu fosse você, já resolvia a parada no aeroporto (mas atenção: as agências do Banco Nación ficam fora da área de desembarque. As casas de câmbio junto às esteiras de bagagem oferecem cotações ruins). Não troque todos os seus reais por pesos de uma vez! Faça o câmbio à medida que houver necessidade. No centro de Buenos Aires, foi bem recomendado o Banco Meridien, que fica na esquina de Calle Florida com Perón e tem ótimas cotações. Há também casas de câmbio na Feira de San Telmo Para fazer o câmbio são necessários o passaporte ou carteira de identidade e documento carimbado pelo setor de imigração argentino. Se você vai viajar para fora de Buenos Aires e quer viajar com dinheiro vivo, leve dólares. A cotação do real piora fora da capital. Já dá para usar cartão de crédito novamente, agora que o câmbio oficial não está artificialmente valorizado. A cotação é boa, mas há a incidência de 6,38% de IOF. Saques em caixa automático poderiam ser uma boa maneira de conseguir pesos para o dia a dia, mas como o limite por saque é baixo, as tarifas de uso do equipamento acabam pesando mais do que deveriam. No momento de ir para Colônia, não esqueçam do passaporte, ou da identidade e do papel que recebeu da imigração (se tiver usado a identidade para entrar no país). Em Montevidéu pode valer a pena pagar restaurantes com cartão de crédito. Pela atual lei de benefícios aos turistas estrangeiros, pagamentos de restaurante com cartão de crédito estrangeiro têm direito a um reembolso de 18,5% do IVA. A lei foi recentemente renovada e tem validade até 21 de abril de 2017. 1.2. Onde Ficar: Argentina: A melhor localização para quem ainda não conhece Buenos Aires varia bastante de acordo com seu roteiro, em muitos sites recomendam o bairro da Recoleta: central (e por isso bem localizado para fazer os passeios), elegante e charmoso, sinceramente não gostei, pois, quase todos os passeios são pelo centro (Casa Rosada, Obelisco, Porto Madero, Feira de San Telo, Calle Flórida). Optei por ficar no centro no Hotel Reino del Plata, localização ótima, acordei e fui andando para Feira de San Telmo, ia andando para Porto Madero, para a Calle Flórida, Galerias Pacífico e não me arrependo. Li muito que o centro não é legal, mas a localização deste hotel é muito boa, também próximo à estação de metrô. Mas caso opte por se hospedar na Recoleta, para se basear onde achar seu hotel na Recoleta leve em consideração a proximidade com o cemitério (o Dazler e Cyan são boas opções e podem servir como referência de localização). Quem vai a Buenos Aires com ênfase em gastronomia e compras descoladas, no entanto, deve considerar ficar em Palermo Soho ou Palermo Hollywood. Tanto que no retorno do Uruguai, me hospedei lá pois já tinha conhecido todo o centro, foi um apart Hotel e que recomendo bastante, Byblos Palermo Soho. Uruguai: Como em outros destinos turísticos, a escolha de um hotel e de uma região onde se hospedar é um tema que precisa ser pensado com carinho. Nem sempre será possível definir "o melhor lugar" para ficar, e esse é o caso de Montevidéu. Ao planejar uma viagem para a cidade é preciso analisar, basicamente, duas áreas de hospedagem, que são os principais polos hoteleiros: o centro e a orla. O centro é uma área cheia de comércio e escritórios, com hotéis mais baratos, além de ser também a casa dos principais pontos turísticos da cidade. É perfeito para quem viaja a trabalho, mas deixa um pouco a desejar durante a noite, já que o comércio fica fechado e as ruas, mais vazias. Optando por uma hospedagem nessa zona, dê preferência a hotéis nas proximidades do Teatro Solís e da Praça Independência. A orla, que tem como principais bairros Punta Carretas e Pocitos, é uma área mais residencial e arrumadinha, com bons bares e restaurantes, ótima para ter fácil acesso ao belo visual da Rambla. Em Punta Carretas, a melhor área para ficar é nos arredores do shopping homônimo, devido à boa estrutura da região. Já em Pocitos, excelente bairro para curtir a noite, há ótimos hotéis próximos da orla e de lojinhas do comércio local. Os pontos turísticos mais famosos não ficam em Punta Carretas ou Pocitos, por isso será inevitável ir ao centro algumas vezes, fato que não merece preocupação, uma vez que as corridas de táxi em Montevidéu são baratas. A orla da capital é charmosa; portanto, uma região que recomendamos muito para ficar! Optei por ficar no Regency Golf, hotel muito bem localizado, a poucos metros do Shopping Punta Carretas, então facilitava bastante para comer alguma coisa rápida, e muito bom para compras devido a cotação do Peso Uruguaio. 1.3. Onde comer: Buenos Aires: já cheguei em Buenos Aires com várias indicações de restaurantes e cafés, todas encontradas nos sites Viaje na Viagem e Guia Óleo, um excelente guia de restaurantes que fornece endereços, fotos e avaliações dos locais. No bairro da Recoleta, recomendo o Lola Restaurante, o Café La Biela, o Sottovoce, o Rodi Bar, o Restó e o Nectarine. Na região de Palermo, o ótimo Lelé de Troya, além do Cluny, o Olsen e o Bar Uriarte. Em Belgrano, bairro próximo a Palermo, recomendo o Sucre. Para um happy hour, foram recomendados o Gran Bar Danzón. Para deliciosas empanadas, o El Sanjuanino. Para um café histórico, o Café Tortoni. Mesmo que esteja fazendo um frio polar, não vá embora sem provar um sorvete de dulce de leche do Freddo, que tem várias lojas espalhadas por Buenos Aires. E por último, mas não menos importante, experimente os famosos alfajores, o Havana apesar de ser o mais famoso não é o melhor, recomendo o Cachafaz e o Recoleta ( este tem um preço ótimo). Minha recomendação em Buenos Aires é a Pizza do San Paolo, o hambúrguer do The Buerguer Joint (local bastante descolado e super lotado de argentinos). Gostei bastante do La Choza, principalmente porque ficava próximo ao local em que estava em Palermo. Na verdade, a cidade tem uma infinidade de bons restaurantes e variedade e gastronomia, então vale sempre uma consulta ao TRIP ADIVISOR. No Uruguai: Meu restaurante favorito em Montevideo foi o La Pulperia, típica parilla, restaurante muito frequentado pelos próprios uruguaios e com um preço acessível. Jantei uma noite no Da Pentella, que me agradou bastante. 1.4. Compras: Os locais de compra mais recomendados são a famosa Calle Florida (para roupas de couro, artigos eletrônicos e as tradicionais lembrançinhas), o bairro de Palermo (roupas de grifes internacionais e outlets de marcas famosas, mas os preços não compensam tanto) e os tradicionais shopping centers (recomendo o Patio Bullrich e o Alto Palermo Shopping). Há varias lojas de instrumentos musicais na Calle Talcahuano. Já no Uruguai a situação para comprar é melhor, acabei comprando algumas roupas lá devido a boa cotação do dólar e aos descontos que eles dão para quem compra no cartão. 1.5. Eletricidade: Na Argentina a eletricidade utilizada é de 220 volts. As tomadas são diferentes das existentes no Brasil, a maioria posui dois orifícios achatados e dispostos diagonalmente. É necessário utilizar um adaptador, que pode ser encontrado no free-shop ou em sites de comércio eletrônico. 1.6. Cortes de carne: Argentina possui uma das melhores carnes do mundo, todo turista que vai para Buenos Aires, já chega ao país com a premissa de conhecer as diversas Parrillas (churrascarias) espalhadas pela cidade portenã, porém o principal problema enfrentando é entender os nomes dos diferentes tipos de corte da carne bovina, essa tabelinha ajuda a entender: Os argentinos gostam da carne sangrando, ou seja, você pode se assustar ao ver uma carne vermelha e quase crua mesmo tendo pedido ao ponto. Então, lembre-se, se deseja uma carne bem malpassada, peça jugosa. Se quer ao ponto, porém ainda um pouco vermelha, peça al punto. Agora se quer a carne mais ao estilo brasileiro, no caso deles bem passada, peça cocida. • Dia 01 (20/08/2016) - Sábado - Saída do Rio as 17:30 h com chegada em Buenos Aires as 20:30 - Como já estava super cansado acabei comendo pelo aeroporto mesmo, cheguei no hotel e dormir cedo pois queria aproveitar a feirinha de San Telmo no domingo. • Dia 02 (21/08/2016) - Domingo Manhã: Por volta das 9h fui direto para o Caminito, parando rapidinho para conhecer o Estádio la Bombonera. Nesse horário o local estava tranquilo e com poucos turistas, mas mesmo assim é importante ficar atento com bolsas e câmeras. Por volta das 10h, 10h30 começarão a chegar as excursões, então é hora de pegar um táxi para a Feira de San Telmo. A Feira de San Telmo foi uma das atrações que mais gostei em toda viagem, lá você encontra de tudo, a dica é pegar um taxi até a praça principal onde acontece a Feirinha (próximo ao café Dorrego e Satrbucks) e ir andando sendido casa rosada, a feira acaba quase já chegando na Plaza de Mayo, então você já estará bem próximo a Porto Madero ou Casa Rosada. Almoço: Li muitas recomendações sobre ir Faena e comer no El Mercado, achei muito caro, muito caro mesmo e acebei achando ali próximo, no cais um restaurante chamado La Dorita (acebei voltando lá algumas vezes), comida muito boa e o preço ótimo. Tarde: Passeio pelo Puerto Madero para ver o fim de tarde, o clima é super legal, muitos moradores locais passeando, fazendo caminhada, crianças brincando. - Feira de San Telmo -- e se já tiver ido, há pitoresca Feria de Mataderos, na periferia, que reúne os "gauchos" argentinos. -Outra feirinha muito interessante, essa eu fui e gostei acontece em Palermo (plazoleta Julio Cortazar) - Outra opção para domingo é o passeio ao Tigre -- que pode envolver a ida pelo Tren de la Costa, um passeio de barco pelo Delta do Tigre ou uma visitinha ao Parque de la Costa. - Atenção: Visita guiada a Casa Rosada, só acontece aos domingos. - Show de Tango • Dia 03 (22/08/2016) – Segunda - Manhã: Na segunda pela manhã o roteiro foi a visita aos Bosques de Palermo, iniciei pelo Jardim Japonês, um parque típico do Japão com lagos, cachoeiras, espécies e um pouco da arquitetura japonesa. Após o Jardim Japonês, logo ao lado encontra-se o Rosedal (Paseo del Rosedal), você vai caminhando rapidinho de um ao outro. (Infelizmente não conheci muita coisa pois não estava em funcionamento na segunda). -Tarde: De lá fui conhecer as Outlets de Palermo, e sinceramente não recomendo a ninguém, os preços não compensam. Então vamos a próxima parada: Recoleta. Peguei um taxi para o Recoleta Mall (Shopping), almocei rapidinho e o shopping fica em frente ao cemitério, então fui conhecer, sinceramente com tantas coisas boas para se fazer em Buenos aires, não entendo como um dos roteiros mais clássicos seja conhecer um cemitério, é muito bonito, mas gente, é um cemitério. Saindo do cemitério da Recoleta fui caminhando (1km) até um outro ponto bastante conhecido Floralis Genérica (aquela flor enorme de metal que certamente vocês veem em toda foto de turista). Uma observação importante: a localização no Google está errada, ela fica logo ao lado da Faculdade de Direito e de frente ao Museu Nacional de Belas Artes (MALBA), que também merece uma visita. Dicas fora do roteiro: Caso esteja com tempo também pode conhecer o Buenos Aires Design (shopping de decoração), (V) Igreja do Pilar e dê uma escapadinha para ver a magnífica livraria El Ateneo, que funciona num antigo teatro na av. Santa Fé, 1860, entre Riobamba e Callao); • Dia 03 (23/08/2016) – Terça Manhã: Como já tinha conhecido tudo que tinha posto no meu roteiro na segunda ( tinha programado a Recoleta para terça mas deu tempo tudo na segunda), tirei a manhã para descansar. Almoço: Mais uma vez fui almoçar no La Dorita, o preço é muito em conta , a localização é excelente, a comida muito boa ( as porções são enormes). Pra chegar é super fácil , logo ao chegar a Porto madero atravessando a ponte Azucena Villaflor, fica a sua direita ( ao lado do Lobo Café). Tarde: A tarde aproveitei para sair andando conhecendo mais coisas, comprar umas coisas na Calle Florida, apesar da Calle Florida ser a mais rua mais conhecida, onde fica a Galeria pacífico, Livraria El Ateneo, há varias outras ruas paralelas e transversais que são bem movimentadas e com muitas lojas. Logo após fui ao obelisco, de lá caminhei até o Teatro Cólon ( ali perto está a Corte Suprema de Justiça um prédio muito bonito). Ao final da tarde fui ao obelisco conhecer, de lá já ao final da tarde fui a Torre Monumental, o pôr do sol lá é muito bonito, muita gente sentada no gramado da Plaza San Martin. Noite: A noite, comi uma pizza maravilhosa na San Paolo Pizzaria ( típica pizzaria napolitana, até os tomates são trazidos de Nápoles) recomendo muito. • Dia 04 (24/08/2018) - Quarta - Colônia - Basicamente há três operadoras (BuqueBus, Colonia Express e Seacat), tive dificuldades de comprar as passagens pela Seacat devido a não aceitaram cartão de crédito estrangeiro, então acabei comprando pela BuqueBus. Câmbio para o dia na estação mesmo – procurar o BIT, que é onde há mapas para explorar a cidade. Há outras atrações por lá, Colônia é lugar para andar, caminhar, explorar cada cantinho. Muita gente aluga carrinhos de golf ou scooters. Acho que deve valer, se você quiser ir para mais longe. Optei por ficar no centrinho histórico mesmo, e só a pé. Exploramos o que puder, primeiro lugar que recomendo ir é subir o Farol. Melhor ir logo cedo, antes que cheguem as excursões e façam fila. Belo visual geral, ainda que o tempo estivesse nublado. Com o passar do dia, o tempo foi abrindo até ficar com céu azul. As principais atrações em Colônia são o (I) Bairro Histórico, (II) a Basílica do Santíssimo Sacramento, (III) o Farol, (IV) alguns pequenos Museus espalhados e a (V) Calle de los Suspiros. Não recomendo muito o centro de artesanato, não achei nada interessante por lá. Almoço: Por volta das 13h30, restaurante La Bohemia - Ida para Montevidéu A ida para Montevidéu é feita pela COT, há muitos horários durante todo o dia, e a compra pode ser feita pela internet. Um bom horário para pegar é por volta das 15:00 horas, pois dá tempo conhecer colônia com calma e retornar tranquilo para rodoviária. Noche de la Nostalgia!!! A noite mais animada do ano no Uruguai, não poderia perder, dia 24 de agosto. Todo o país revive os anos de ouro: na vitrola só sucesso antigo e na balada jovens e não tão jovens dançando felizes, em uma noite especial e de muita diversão, e não estranhe, as festas geralmente começam a partir das 2h da manhã. Há vários bailes que vendem ingressos antecipados, ou pode chegar lá e procurar algum lugar para ir , acabei indo ao Gallagher's Irish Pube paguei cerda de 1000 pesos uruguaios por tudo livre (wisk Black Label, Jack Daniels, variedade de cerveja, compensou muito). • Dia 05 (25/08/2016) – Quinta - City Tour Seguindo as dicas do pessoal do 360meridianos, nenhum lugar é melhor que a Avenida 18 de Júlio para iniciar o tour, a principal da cidade e batizada assim por conta da data de promulgação da 1ª Constituição do Uruguai, que nasceu no dia 18 de Júlio de 1830. Caminhe pela avenida observando o dia a dia dos uruguaios. No meio do caminho você vai encontrar praças e monumentos. Nessa avenida fica ainda a Prefeitura de Montevidéu, um prédio sem nada de especial, não fosse o mirante do terraço. Obs: Para quem vai estar lá aos domingos não deixem de conhecer a feira Tristán Narvaja. A feira ocorre todos os domingos. Para achá-la, basta procurar pelo cruzamento da 18 de Julho com a rua Tristán Narvaja. Para quem gosta de apreciar a arquitetura vale a pena conhecer Palácio Salvo, um prédio marcante da arquitetura uruguaia e que está pertinho da Plaza de la Independencia, que fica numa das pontas da avenida. Já que você está em frente à Plaza de la Independencia, atravesse a rua e vá até lá. Essa praça foi projetada após o crescimento da cidade, por isso está estrategicamente localizada entre a Cidade Velha e o Centro (que é onde fica a Avenida 18 de Julho). No centro da Praça está uma estátua de José Gervasio Artigas, herói nacional. Os restos mortais de Artigas estão num Mausoléu que fica embaixo da Praça (e pode ser acessado por escadas laterais). Ainda na Praça estão a Puerta de la Ciudadela, única parte da muralha que um dia cercou Montevidéu que ainda continua de pé. Ali perto está Palácio Estévez (antiga sede da Presidência do Uruguai) e na Torre Executiva (a sede atual). O Teatro Solís também fica ali pertinho, já na área da Cidade Velha (há visitas guiadas ao local). Atravessou a Porta? Então você está na Cidade Velha. Se for um dia de semana, espere encontrar ruas movimentadas, aquela muvuca típica do centrão de uma capital. Mas aos fins de semana acontece o contrário – as ruas ficam desertas. O coração da cidade Velha é a Plaza Constitución, onde fica a Catedral Metropolitana, erguida em 1790. Essa praça era a principal da Montevidéu colonial, uma espécie de Plaza Mayor. O nome atual é outra referência à Constituição do Uruguai, que foi promulgada ali, no tal dia 18 de Julho. Deste ponto você tem duas opções: seguir para as Ramblas, que ficam de frente para o mar (ou melhor, para o Rio da Prata, mas é tanta água que podemos chamar de mar mesmo). A opção número dois é fazer o percurso no sentido contrário e descer para o porto de Montevidéu. Corra para o Mercado del Puerto, que tem vários restaurantes com as famosas carnes uruguaias ( quem quiser ler mais: http://www.360meridianos.com/2014/11/o-que-fazer-em-montevideu-uruguai.html#ixzz47TSDEQzO) Tenha em mente que a melhor refeição e passeio que você irá fazer em Montevidéu é conhecer e comer no Mercado Del Puerto, edifício de 1868 é hoje um pólo gastronômico de primeira, no qual a parrilla (fogão onde os pratos são feitos) é o carro chefe. O El Palenque é mais conhecido entre locais e turistas. Você pode sentar numa das mesas ou sentar no balcão e ser totalmente defumado. Seguindo as dicas do pessoal do Blog vambora, faça igual aos uruguaios: vá de petisco + entrada + prato principal. Provoleta! Um pedaço incrível de queijo provolone assado numa chapa de ferro, com ou sem acompanhamentos. Lomo (ou miolo de filé mignon) ao ponto, com papas fritas, esta pode ser sem duvidas a refeição mais perfeita da viagem! Para beber a ótima cerveja local Patrícia e o refresco Paso de los Toros (uma espécie de refrigerante de grapefruit que não existe em outro lugar do mundo), caso sobre espaço tem ainda a Empanadas Carolina , também no mercado. - Alugar o carro, pois como o comércio no Uruguai abre um pouco tarde e sairia para Punta del Leste cedo preferi já dormir com o carro pronto para pegar estrada logo cedo, além de facilitar a visita a vinícola. - A visita a vinícola, sem dúvida seria umas das coisas que se não tivesse feito estaria arrependido, muito lindo o lugar, os vinhos são bons, os acompanhamentos para harmonizar também, quem quiser pode ir mais cedo e almoçar. (http://www.bodegabouza.com/#/bouza-bodega-boutique-visitas-guiadas) Visitas: Segunda a Sexta: 11h, 13:30h e 16h./Sábado, Domingo e Feriados Regionais: 11h e 16h. Valor: $ 490 (Pesos Uruguaios) / U$S 17 (Dólares Americanos) por pessoa. Degustação: Horário: das 10h às 18h. Valor: $ 1000 (Pesos Uruguaios) / U$S 35 (Dólares Americanos) por pessoa, inclui visita guiada. Restaurante: Aberto para almoço todos os dias./ Cozinha Internacional. Menu a la carte. Horário: das 12h às 15.30h. - Noite Jantei no restaurante que sem dúvidas foi o favorito em toda a viagem: La Pulperia, não deixem de conhecer. Para quem ainda estiver animado e quiser esticar a noite a melhor noite de Montevidéu está na orla, entre Pocitos e Buceo. Mas tem um programa noturno na Cidade Velha que é bem recomendado: ir quinta, sexta ou sábado ao Baar Fun Fun (pode fazer reserva online). É que nesses dias, depois do tango, há uma sessão de candombe, a salsa uruguaia. O candombe só rola lá pelas duas da madrugada, então se você quiser ir depois do jantar, tá valendo (o público vai se renovando ao longo da noite e você logo terá mesa livre para sentar). A noite mais animada da cidade está no finzinho de Pocitos, junto ao Montevideo Shopping, já em Buceo. Nas duas quadras da avenida Luis Alberto de Herrera antes do cruzamento com o Boulevard 26 de Marzo há vários boliches, barzinhos para tomar um chopinho, comer uma pizza e azarar. O movimento é mais quente de quinta a sábado. • Dia 06 (26/08/2016) – Sexta - Ida para Punta Del Leste (bate e volta) Punta del Leste atrai a maioria das pessoas por suas praias, cassinos (que são liberados por lá) e badalação. Meu interesse na cidade foi justamente o oposto disso. Fui sem muitas expectativas, talvez pelo fato de não ter ido no verão, época na qual a cidade lota de turistas, mas mesmo assim tem lá seu charme! Há várias opções, como ir de ônibus ou alugar um carro na BudGet, você pode pegar o carro no aeroporto caso venha de avião. A estrada é bem tranquila e o caminho é basicamente uma reta só, o trajeto dura aproximadamente 1h30. Lembrando que a lei seca funciona por lá e não tentem nunca propor “dar um jeitinho”, então se for beber, vá de ônibus. O principal cartão postal, o Monumento ao afogado, ou popularmente conhecido como Los dedos. A escultura é do artista chileno Mario Irarrázabal e fica na primeira parada da Playa Brava (as praias são todas divididas assim, P1, P2, P3…) e mesmo com poucos turistas fio muito difícil conseguir tirar ruma foto. Um pouco mais afastado do centro fica a Puente Leonel Vieira, mais conhecida como ponte ondulada, adorei ir até lá e como uma criança num parquinho passei umas cinco vezes pela ponte, não passei mais pois a polícia estava parada lá,rs. Deixo a dica de um local que não estava no roteiro e achei muito lindo que é a Imágen de Nuestra Señora de la Candelaria, fica na Rambla General Jose Artigas, pouco antes do Monumento ao afogado (los dedos). Almocei no El Viejo Marino, por ser um dos restaurantes mais antigos e tradicionais, mas não recomendo, achei o cardápio super normal, apesar do bom atendimento acho que teriam melhores opções por lá, ainda conheci a pé o centrinho e comércio, comprei umas lembrancinhas . Na volta pra Montevideo, parei no Cassino Conrad Punta del Este, para ‘’perder” um pouquinho de dólares, mas compensou a visita, o cassino é muito lindo, mas a sorte não estava a meu favor no dia. Mas o ponto alto da viagem certamente é no retorno pra Montevideo: Casapueblo, confesso que esse foi uns dos pontos que me fez ir até o Uruguai. Fica localizado em em Punta Ballena, e é sem dúvidas um dos mais incríveis locais dessa viagem inteira. Saindo da rodovia Interbalnearia há uma rua que termina com uma incrível vista panorâmica, pare o carro por ali e siga o simpático o portal, já se percebe o estilo do Vilaró. Há uma pequena taxa para entrar, o valor é consumível no restaurante. Após dair da Casapueblo fui até o final da Punta Ballena onde há uma feirinha de artesanatos e de onde se tem uma vista muito bonita. Como estava super cansado da viagem, passei no shopping para comprar algumas coisas , acabei jantando próximo ao hotel mesmo, no Da Pentella. • Dia 07 (27/08/2016) - Sábado Aproveitei o tempo rapidinho que tinha antes de voltar a Buenos Aires e fui ao Shopping Punta Carretas, achei bem melhor para compras que Buenos Aires ( apesar de ser um Shopping muito luxuoso, o câmbio compensava), comprei muita coisa, almocei lá mesmo, peguei as malas no hotel que fica ali pertinho e de lá direto ao Terminal e pegar a balsa para Buenos Aires, o barco que faz a travessia chama-se Franciso, é muito grande e espaçoso, tem um free shop dentro (não consegui olhar quase nada pois a maré estava muito forte e mal dava pra ficar em pé). Uma dica para quem vai desembarcar no terminal de Balsas em Buenos Aires, assim como qualquer outro terminal nas viagens, é fugir dos taxistas que ficam la dentro, sai do terminal fui até a rua e peguei um taxi, só nisso paguei quatro vezes menos. -Já em Buenos Aires, um programa que estava no roteiro e infelizmente não deu tempo fazer mas que deixo de recomendação é Show Fuerza Bruta: http://www.ticketek.com.ar/fuerza-bruta/centro-cultural-recoleta Com uma mistura de sons, luzes, movimento e efeitos especiais, o Fuerza Bruta busca mexer com os sentidos do espectador, que participa ativamente das cenas. A primeira coisa que o espetáculo subverte é o conceito de palco e plateia. Tudo acontece no mesmo lugar e a gente precisa se deslocar pela sala conforme a peça se desenrola. A sensação que a gente tem é de que está imerso em uma realidade alternativa, um pouco mágica e surreal. O espetáculo é apresentado de quarta a domingo no Centro Cultural Recoleta. Os ingressos custam a partir de 160 pesos e é preciso garantir o seu com antecedência mínima de uma semana, pois eles se esgotam sempre. Existem três pontos de venda na cidade, um no Palermo (Av. Santa Fe 4389), no Shopping Abasto ( Primeiro piso, entrada Anchorena – Av. Corrientes 3200) e no Teatro Opera (Av. Corrientes 860). Se você não vai ficar em Buenos Aires tanto tempo, pode comprar o seu pela internet. Como eles não entregam no Brasil, escolha a opção de retirar o ticket em algum dos postos de venda. • Dia 07 (28/08/2016) - Domingo - Como adorei a feirinha de San Telmo, retornei lá mais uma vez, após isso aproveitei para caminhar um pouco pelas ruas do centro. Após fui a feirinha de Palermo. Entre e Plaza Armeia e a Plaza Julio Cortazar há muitos restaurantes, mas deixo a dica do The Burguer Joint, o local é muito descolado, sempre cheio, hambueger muito bom, recomendo, foi um dos lugares que guardarei e irei novamente quando estiver por lá. Cheguei em casa já tarde e super cansado, tinha marcado um show de Tango mas acabei cancelando pois acordaria muito cedo para pegar o voo de volta ao Brasil. • Mais dicas:  Vá a alguma milonga. A milonga mais famosa com certeza é a Glorieta. Outra milonga bem indicada sempre é a Maldita MIlonga, em San Telmo, porque ela tem uma ótima orquestra ao vivo, chama El Afronte, e oferece aulas de tango para quem não sabe NADA. Essa milonga é sempre às segundas e quartas-feiras, a partir das 21h. Nesse horário começa a aula. O show é pelas 23h. A parte boa é que tudo - aula, milonga e show - sai por 25 pesos.  Dá pra ir no mesmo dia no Rosedal (muito bonito) e no Planetário, um do lado do outro, e se quiser ir no museu MALBA ( o Abaporu tá lá). Dá para fazer esse passeio de bus: pega até no zoo e vai a pé pro Rosedal e Planetário, pegar outro bus pro MALBA, e voltar para hotel de bus;  Jardim Japonês e os bosques de palermo é um passeio imperdível;  Compensa pegar o free walking bus – verificar o idioma (ela fez o da Recoleta que é as 10:30), mas tem o do centro também;  http://www.buenosairesfreewalks.com/  Sugestão pro domingo: fazer o tour do centro ( Casa Rosada, Catedral, Obelisco, Cabildo), feirinha de San Telmo (que é só no domingo), ir no Caminito e se não tiver jogo dá pra conhecer o estádio do Boca. A noite passear por Puerto Madero;  Não comprar pacotes de show de tango que oferecem jantar pois não compensa. Senhor Tango é um teatro, Café Tortoni é show de dança;  Em Buenos Aires, tem Palácio Barolo, um prédio histórico baseado na obra “A Divina Comédia”, de Dante Alighieri. Além de ser um prédio inspirado por um livro, o Palácio tem uma vista incrível da cidade, com destaque para o Congresso Nacional, que em frente.  Museu do Bicentenário, que somente fica aberto de quarta a domingo e é de graça bem como o tour guiado pela Casa Rosada. Em seguida um passeio a pé até o Café Tortoni, onde sugiro experimentar o chocolate espesso. A menos que você seja louco por chocolate, peça somente um para cada duas pessoas.  O Café Tortoni. Tem um preço acessível e garante bons momentos de diversão. Mas quem quiser algo mais técnico, sugiro optar por outro local. O Tortoni é ideal para quem quer pagar pouco e ter um bom entretenimento.  Fragata Presidente Sarmiento, e um sorvete no próprio Puerto Madero.
  13. Fala galera vou falar um pouquinho da minha viajem de 6 dias sozinho em Buenos Aires Aeroporto : optem pelo aeroparque bem mais próximo do centro eu andei muito de a pé outra coisa comprem o cartão o Sube custa 30 pesos você encontra em qualquer kiosko lá vale muito a pena ele vale pro metro e ônibus o táxis achei meio caro Ja o custo de vida acheio meio caro gastei uma média de 100 reais por dia cerca de 480 pesos mais comia bem e fazia vários passeios já no câmbio o melhor valor que achei foi no câmbio alpe estavam pagando 480 por cada real usei tabem o paralelo na rua frorida mais não é vantajoso já com os passeio tem muita coisa pra fazer façam uma programação acordem cedo e aproveitem e uma cidade muito bonita e simpática qualquer dúvidas podem me chamar no Wats 19-992135565 eu fui pra lá esse mês 12 /2016 Evandro
  14. Caros mochileiros, após nossa sexta passagem por Buenos Aires, deixaremos aqui algumas dicas atualizadas para quem está se planejando para mochilar por lá. Desta vez, assim como em 2014, ficamos uma semana no barrio Palermo, que devido a tranquilidade, a segurança, e a infinidade de opções de bares, restaurantes, parques e opções de transporte, continua sendo (na nossa opinião) o melhor bairro para ficar, principalmente se você já conhece a cidade e quer aproveitar algo diferente dos roteiros tradicionais. Dicas: - No AirBNB é possível encontrar apartamentos com relação custo/benefício bem melhor que a dos hotéis, que pelo visto tiveram uma boa subida nos preços do ano passado pra cá. Se for alugar pelo site, é importante dar preferência aos apartamentos com o maior número de recomendações possível. - A inflação foi grande no último ano, de modo que é recomendável organizar suas finanças com base nos relatos o mais recentes possível. Preços do primeiro semestre deste ano, por exemplo, já não refletem tão bem os preços praticados neste segundo semestre. - Vinhos nos mercadinhos de barrio podem custar até 40% menos do que nos supermercados. - Diferentemente do Brasil, os vinhos em bares e restaurantes não custam o triplo do preço do que se cobra em um supermercado. Nos lugares que fomos o preço ficou 10% maior apenas, vale a pena beber um vinho na Plaza Serrano ou na Plaza Armenia, se você estiver em Palermo. - Menu executivo continua sendo a opção pra quem quer economizar e comer um prato legal. Prato principal + bebida + postre (com qualidade) sai por volta de AR$140 pesos. - Pegar metrô e ônibus só é possível com a Tarjeta SUBE. Ela é vendida em Kioscos e "Lotéricas" ao preço oficial de AR$25, mas geralmente o dono do Kiosco cobra um pouco mais. A recarga também pode ser feita nesses locais ou nas antigas boleterias dos Subte. Preço do Subte: AR$4,80. Preço do ônibus varia conforme o destino mas fica em torno de AR$6,50. Se você tiver GPS e o aplicatico "Como llego", o ônibus é ainda mas vantajoso que o subte. Com essas opções o Taxi é bem dispensável. - Transfer Aeroporto/Hotel/Aeroporto recomendo o Taxista David, quem quiser o contato basta mandar MP. Ele também oferece passeios, city tours e etc. Utilizamos somente o transfer (já mais de uma vez) e o serviço é pontual e de qualidade. - A Casa Rosada oferece visita guiada GRATIS aos finais de semana. Agende sua visita pelo site https://visitas.casarosada.gob.ar/ e lembre-se levar o comprovante de agendamento impresso ou no celular. - A cidade conta com um sistema de transporte por biciletas totalmente grátis. Adiante seu registro pelo site http://www.buenosaires.gob.ar/ecobici/sistema-ecobici/como-registrarse . No site diz que basta você se registrar e mandar uma cópia do seu documento de identidade. Mas na verdade você precisa comparecer a uma sede comunal e apresentar seu passaporte/identidade, já que eles precisam verificar seu carimbo de entrada no país. Feito o registro, você pode utilizar o aplicativo BA EcoBici para retirar sua bicicleta em uma das várias estações espalhadas pela cidade. É bom ter cuidado no trânsito... - Pra quem gosta de história das ditaduras na América do Sul recomendamos o Parque de La Memoria, localizado ao norte da cidade. Dá tranquilamente pra ir de ônibus. - Pra quem gosta de artes recomendamos o Museu Nacional de Bellas Artes, cuja entrada é gratuita. O MALBA também é excelente mas precisa verificar o preço do ingresso, fomos em 2009. - Pra quem gosta de mercado de pulgas recomendamos o Mercado de Las Pulgas, localizado no barrio Colegiales. Por enquanto é isso, se alguém tiver alguma dúvida é só postar!
  15. Salve Mochileiros!!! Essa é minha segunda contribuição para o site, espero que seja útil para muitos que como eu utilizou Mochileiros.com para planejar a viagem, é mais um relato como muitos de Buenos Aires, porém com os preços atualizados já que fui agora em Janeiro de 2014. Como diz no tópico, foi uma viagem romântica de 7 dias com minha namorada, quando estávamos no Tigre eu a pedi em casamento, então imagino que nesse tópico eu possa ajudar muitos casais... Descontando as passagens aéreas e a hospedagem gastamos no total R$3.300,00 (aproximadamente $13.695,00 com cotação do peso argentino a R$4,15) FUSO HORÁRIO Buenos Aires é 1 hora a menos que o horário oficial de Brasília... Para facilitar a hora em Buenos Aires é só olhar nesse site: http://24timezones.com/pt_horamundial/buenos_aires_hora_local.php HORA DE CHEGADA Procure não chegar no final do dia ou a noite, para que dê tempo de chegar em Buenos Aires ainda de dia e fazer um bom cambio na cidade. DINHEIRO Levamos tudo em um Money Belt, ou seja, levamos todo o dinheiro conosco, porque entre o natal e ano novo o governo padronizou todas as transações internacionais cobrando 6,38% em qualquer ação. Optamos por levar tudo em real. CARTÃO Deixei habilitado no exterior o cartão de crédito e débito apenas para uma emergência, ainda bem, porque para comprar as entradas do Señor Tango aceitam somente compra antecipada pela internet e com cartão de crédito. (a cobrança é feita em dólar e provavelmente no fechamento da fatura virá com uma conversão próxima de R$2,50 + os 6,38% de IOF. REAL OU DÓLAR Levamos tudo em Real e em espécie, caso consiga uma boa cotação no dólar é válido porém o mínimo que eu encontrei para comprar onde moro foi a R$2,40, não me arrependo de ter levado tudo em Real porque fiz no câmbio paralelo por R$4,15 e isso ajudou muito já que quando comecei o planejamento no inicio do ano passado coloquei o cambio a R$2,00. CAMBIO Minha dica que julgo extremamente útil é trocar somente o dinheiro do Transfer entre Ezeiza e a hospedagem em Buenos Aires, no caso eu troquei R$150,00 a $3,02, ou seja $453,00, no Banco de La Nación dentro do aeroporto de Ezeiza, como eu gastei $110,00 por pessoa de transfer até o apartamento, poderia ter trocado menos e ganhado mais fazendo o cambio na cidade. No centro de Buenos Aires fiz o Cambio em 2 lugares que me passaram aqui no Mochileiros.com: 1o - Kenia viajes - Empresa de viajes y turismo - O endereço é Lavalle 623, praticamente esquina com a Florida, você sobe a escada e é na primeira loja à direita. Nessa loja pode pedir para carimbarem todas as notas, eles fazem um pontinho preto caracteristico na nota, caso alguém diga que é falsa você pode levar lá novamente que eles trocam a nota, mas eu não tive esse problema em nenhuma das vezes. 2o - Tabacaria - Empresa que vende canetas, canivetes e isqueiros de marca - Fica na Av. Corrientes, praticamente esquina com a Calle San Martin, pra quem segue sentido casa rosada fica do lado direito da avenida, não tem erro, do outro lado da avenida tem uma estação de metro, procure por Chiche que é o dono. Das 2 opções eu indicaria sem dúvida a primeira no Kenia viajes, além de carimbarem as notas foi o lugar que encontrei o melhor cambio no centro da cidade. Todos os dias que precisei fazer o cambio consegui o real por $4,15 e o dólar a $10,50 . Mas lendo jornais do pais vi que no último dia que estava na cidade o dólar paralelo atingiu $12,00, imagino que o Real tenha passado dos $5,00, a questão é pesquisar. O site para ver o preço do cambio oficial e paralelo(blue) é http://www.lanacion.com.ar/dolar-hoy-t1369 TRANSFER DE EZEIZA ATÉ BUENOS AIRES O aeroporto fica a 35km de Buenos Aires, pesquisamos várias opções, desde onibus circular até o taxi particular da Ecilla, uma brasileira. A melhor opção sem dúvida foi utilizarmos a empresa Manuel Tienda León, é uma empresa de onibus e taxi, que tem um quiosque logo que faz o raio X, lá compramos o transfer de onibus, eles levam até a agencia deles no centro e de lá te colocam em um taxi e deixam na porta do apartamento, o preço foi $110,00 por pessoa. Site do Manuel Tienda León: http://www.tiendaleon.com.ar/home/ HORÁRIO COMERCIAL Quase tudo lá no comércio fecha 20h, aliás fica de noite umas 20:30h. HOSPEDAGEM Depois de muito pesquisar, chegamos a conclusão que o melhor para nossa viagem românica seria alugar um apartamento. No nosso caso alugamos um loft por R$85,00 (reais) a diária para os 2, por 7 noites, e bem no centro histórico, na Av Corrientes com a Calle Maipú. Alugamos pelo site Airbnb, e a dona do apto Natalí junto com seu irmão Juan foram muito prestativos, não tivemos problema algum. Segue o link do apartamento: https://www.airbnb.com.br/rooms/370013 ALIMENTAÇÃO Logo no primeiro dia, assim que deixamos as malas no apartamento já corremos para Kenia Viaje e fizemos um bom cambio... Por isso já compramos no supermercado várias coisinhas para deixar na geladeira e fazer alguma possível refeição para os próximos dias, foi muito útil porque as vezes chegávamos exaustos da rua e não queríamos sair para comer... Sobre os restaurantes, como muitos dizem, os pratos são grandes, as vezes 1 prato já da para o casal, a gente não tinha vergonha em fazer 1 pedido para 2, já o preço varia muito, chegamos a pagar $100,00 em uma refeição para os 2 com bebida, até $400,00 com bebida em outra refeição para os 2, depende muito de pesquisar na hora mesmo e saber qual o padrão da viagem querem manter. A conta normalmente é de $150,00 por refeição por pessoa. TOUR DE BICICLETA Com um simples cadastro e sem nenhum custo você pode andar por toda a cidade, é muito prático e seguro, a única exigência é renovar a locação a cada 1 hora, não demora nem 1 minuto isso e tem umas 30 estações de bicicletas na cidade, então não precisa ficar correndo para conhecer os lugares com medo de não conseguir renovar... Na estação de bicicleta tem um MAPA com toda a cidade, indicando onde fica cada estação e oficina credenciada para consertar caso fure o pneu. Ainda tem o site http://mapa.buenosaires.gob.ar/ com tudo o que eu falei, é só ir na aba do lado esquerdo em "Mapas Temáticos" e depois em "Red de ciclovias". RESERVA ECOLÓGICA Em Puerto Madero, tem a Reserva Ecológica Costanera Sur, curtimos bastante, logo na entrada tem um mapa da reserva com várias trilhas/passeios possíveis e suas respectivas distancias e duração, pode ser feito a pé ou de bicicleta, uma dica é pegar a trilha número 2, que é pequena e passa pelo Rio de La Plata e de lá é possível ver a costa do Uruguai. Fizemos a trilha com a bicicleta alugada citada acima. TIGRE E DELTA Tigre é uma cidade da Argentina feita por ilhas que fica no norte de Buenos Aires, 1 hora de trem. É considerado o 5º maior arquipélago(conjunto de ilha) de água doce do mundo. Para chegar lá é muito fácil, só chegar na estação Retiro (tem acesso por Ônibus e Metro) e de lá pegar um trem que parte a cada 20 minutos para a estação Tigre, é a última estação (são 14 ou 16 estações), o percurso dura 1 hora, não sei o preço porque no dia estava com problema nas catracas e todos passaram sem pagar (nos falaram que é comum isso). O melhor dia que falaram para conhecer as ilhas é no sábado. Chegando na estação não contrate nenhuma empresa de turismo, o melhor é fazer tudo sozinho mesmo. Saindo da estação logo na frente do lado esquerdo de quem olha, a uns 200 metros já tem o porto com vários barcos e muitos quiosques para comprar os passeios, tem de tudo, a maioria é passeio de 1 hora, mas as variedades que encontramos perguntando nas empresas são: passeio de 1h, 1:30h, 2h e o dia todo, ainda alguns está incluso o almoço em algum restaurante de frente para o rio. Contratamos o passeio de 1:30h porque queriamos ir no mesmo dia no Parque de diversão La Costa, que fica em Tigre mesmo, bem perto do porto, uns 400 metros. Pagamos no passeio para casal $260,00. Uma dica importante é não caírem no mesmo erro que nós, pensávamos que chegando cedinho também sairíamos cedo de barco, engano nosso, os primeiros barcos começam a sair 9:30h da manhã, portanto não adianta madrugar 7h da manhã para chegar lá igual a gente porque vai ter que ficar parado esperando o barco encher... No nosso caso o barco saiu 11h. Horários entre Estações Retiro e Tigre Mapa de Tigre Estação Tigre Porto de Tigre Réplica do barco que contratamos Guichê tinha um álbum das paisagens que veríamos pelo caminho Preços em janeiro/2014 Fachada do guichê no porto Passeio de barco PARQUE DE LA COSTA O Parque de La Costa fica no Tigre, segue o link do site do parque http://www.parquedelacosta.com.ar/ ... É um hopi hari argentino... Pagamos segundo a tabela de férias, o passaporte Vip(acesso em todos os brinquedos e sem pegar fila) foi $325,00 por pessoa, perguntei e não tem meia entrada para estudantes. Funciona até 19h. Preços 360 graus do parque FEIRA DE SAN TELMO Como o próprio nome diz, é uma feira em San Telmo que tem de tudo, acontece aos domingos, desde manhã até umas 17h, a dica é chegar perto do almoço, ensinaram a gente que se for muito cedo não vai encontrar todo mundo trabalhando, alguns chegam para trabalhar na feira perto do almoço... Tem muitosss artistas de rua, fora os souvenir... Fica na Calle Defensa e ocupa umas 30 quadras. BALADA Existem muitas opções de baladas, ou boliches como são conhecidas em Buenos Aires... Fomos só em 1, na Asia de Cuba ( http://www.asiadecuba.com.ar/ ), gastamos o casal no jantar $380,00 incluso 1 garrafa de vinho Malbec, comemos um macarrão e uma carne com salada... A dica nessa balada é ir para o jantar, porque assim não paga a entrada da balada, que começa a partir da 1h, o detalhe é que as reservas para o jantar são feitas para até 22:30h. Asia de Cuba - Jantar e depois balada MILONGAS / TANGO Existem muitas milongas (baile que toca Milonga, Tango, etc) famosas na cidade, algumas tem como público turístas e outras argentinos. Gostamos bastante da La Viruta ( http://www.lavirutatango.com/ ), fica em Palermo, custa $45,00 por pessoa a entrada, $10,00 o guarda-volume caso tenha bolicha/bolsa e gastamos de consumação $130,00, tudo bem barato... Uma pizza média custa $50,00 e a caipirinha por exemplo 2 doses por $60,00. Tem ainda para quem vai na milonga La Viruta aula gratuita em grupo de tango, milonga, salsa e rock, muito legal é só conferir no site os horários. Cardápio La Viruta SHOW DE TANGO / SEÑOR TANGO A variedade para assistir um show de tango são enormes... Escolhemos conhecer o famoso Señor Tango, gastamos U$60,00 (dólares) por pessoa e precisa ser comprado com antecedencia de 1 dia no mínimo pelo site ( http://www.senortango.com.ar/ ) TARJETA SUBE A Tarjeta Sube foi extremamente útil para nós, é um cartão que pode ser comprado no correio ou em banca de revista, ele serve para Ônibus, Metro e Trem, da para recarregar em qualquer estação, colocamos $40,00 e conseguimos andar a semana toda... TRANSPORTE Achamos o transporte muito eficiente, embora a frota de tudo(ônibus, trem e metro) seja antiga. Ônibus - As principais linhas que levam aos bairros turísticos são muito bem sinalizadas, logo no ponto de ônibus já tem o número do ônibus e em seguida todas as paradas que ele faz. Metro - É eficiente e fácil de utilizar, mas um grave defeito que encontramos é que ao contrário de São Paulo, em Buenos Aires se você pegar um sentido e depois quiser voltar pelo outro sentido não tem como, como por exemplo no nosso caso que entramos na estação pelo sentido X e na realidade deveríamos ir para Y, ou então se você passar da estação de parada e tiver que voltar, tem que sair e entrar de novo/pagar pelo outro lado. Se eu não me engano custa $3,50, mas com a Tarjeta Sube paga a metade. Trem - utilizamos para chegar a Tigre, na volta (umas 19h) achamos perigoso, muitos turistas voltando e muitos argentinos olhando de maneira suspeita. Mapa do metro GUIA T Guia T é uma revistinha que mostra todas as linhas de ônibus da cidade, alguns acham muito útil, nós compramos no primeiro dia por $15,00, encontra para comprar em qualquer banca de revista, mas não usamos na viagem inteira, toda vez que precisávamos pegar um ônibus eu perguntava para algum policial ou funcionário de loja qual ônibus pegar. LOCUTÓRIO Locutórios são locais, tipo um cyber cafe, para fazer ligação, tem espalhado por toda cidade, é muito prático, precisamos no primeiro dia e gastamos $1,00 em 1 ligação local de 1 minuto. SORVETES FREDDO Tem dúvidas é um sorvete de destaque na cidade, recomendo a qualquer ser humano provar uma vez na vida, achamos delicioso o sorvete, tem de vários sabores e tem muitas franquias espalhadas na cidade. Não é muito barato, mas ainda vale muito pelo sabor, uma cestinha com 2 bolas custa $50,00. CAFÉS HISTÓRICOS Tem muitos cafés históricos na cidade, alguns: Café Tortoni, Confitería del Hotel Castelar, Bar 36 Billares, Bar Plaza Dorrego, Bar El Federal, Bar O Bar, Bar Plaza Dorrego, Bar Seddon, Bar Británico, Café de los Angelitos, La Coruña, Las Violetas, Confitería Ideal, El Gato Negro, La Giralda, La Biela, La Puerto Rico, etc. Conhecemos o Café Tortoni ( http://www.cafetortoni.com.ar/ ), um dos mais velhos da cidade, foi inaugurado em 1858, "No início do século XX, o Tortoni foi o local escolhido por muitos artistas, intelectuais, poetas e boêmios. Entre eles Alfonsina Storni, Quinquela, Luigi Pirandello, Xul Solar, Federico Garcia Lorca e Juan de Dios Filiberto. Por suas mesas passaram figuras importantes como Juan Manuel Fangio, Carlos Gardel, Jorge Luis Borges, Arthur Rubinstein, Lily Pons, Luigi Pirandello, Miguel de Molina, Tita Merello e Rei Juan Carlos I da Espanha.". Quase sempre tem fila para entrar, gastamos no almoço $150,00 em 2 lanches e 2 sucos. MAPAS ÚTEIS Seguem os mapas que foram úteis para encontrar os pontos turísticos: Centro de Buenos Aires Bairro Recoleta Bairro San Telmo Bairro Puerto Madero Bairro Palermo Fotos avulsas Puente de la Mujer - divide o Centro com o bairro de Puerto Madero Museo Fragata Presidente Sarmiento (ao lado da puente de la mujer) Caminito Almoço com apresentação de tango próximo a feira de San Telmo aos domingos Compra de roupas/sapatos/sandálias de Tango (as 2 lojas ficam no centro histórico bem próximo a avenida 9 de julio) Passeio em Palermo Árvore centenária em frente ao cemitério de Recoleta Livraria El Ateneo (Em 2008 foi classificada pelo jornal britânico The Guardian como a 2ª mais bela livraria do mundo) Planetário Galileu Galilei em Palermo Jardim Japonês em Palermo Espero que tenha ajudado um pouco pessoal.
  16. Dia 1 Texto original com fotos e mapa dos lugares: http://www.queroirla.com.br/um-aniversario-em-buenos-aires/ Este ano comemorei meu aniversário um pouco diferente, ganhei de presente do namor(i)do uma viagem à Buenos Aires! Agora que já estou mais perto dos 30 do que dos 20, não anda sendo assim tão divertido ver os anos passando tão rápido, mas posso dizer que foi o aniversário mais bem comemorado de todos! Afinal, com tango, vinho, doce de leite… como não ser né? =) Chegamos pelo aeroporto de Ezeiza, sei que existe um ônibus que demora aproximadamente 1:30 mas como chegamos de madrugada não tivemos muita opção, fomos de taxi. Logo ao desembarcar, há vários guichês oferecendo o serviço, mas o balcão de taxi oficial do aeroporto saiu mais barato, 400 pesos (mais ou menos R$130,00) até o centro. Eles oferecem um desconto na volta se você já fechar na hora, mas acabamos não fechando e o taxi que pedimos pelo hotel deu o mesmo valor, então não sei se compensa fazer isso. Ah, vale dizer que desde 2014 a Argentina vem sofrendo com uma inflação meteórica, achamos a maioria das coisas extremamente caras, especialmente ingressos para atrações turísticas. Mesmo com o câmbio favorável ao real (1 Real = 3 Pesos), as coisas estão bem fora da realidade por lá. Ficamos no Hotel Mundial, achei bem bom! O quarto é simples, mas limpo e funcional e a localização é ótima, na Avenida de Mayo, bem perto de alguns pontos turísticos e do metrô (Estación Lima). O café da manhã era excelente, com uma grande variedade de doces e salgados (especialmente a tradicional mezzaluna, que é como um croissant menor e mais “massudo”). E ainda tinha um parzinho de alfajores e uma garrifinha d’água como um “welcome kit”, adorei! No primeiro dia, fizemos tudo a pé. Começamos pelo Palacio Barolo, sua arquitetura é incrível e todo ele foi construído com referências à Divina Comédia, de Dante. Os dias e horários para conhecê-lo são bem limitados, por isso não conseguimos entrar, mas deve ser bem interessante! Seguimos para a Plaza de los Dos Congresos com algumas esculturas como um original de “O pensador”, de Rodin, um simpático senhor de bigode e o imponente Monumento a los Dos Congresos. Ao fundo da praça fica o Palacio del Congresso, um maravilhoso edifício neoclássico inaugurado em 1906, dá pra “perder” uns bons momentos por lá admirando os detalhes da fachada. O próximo ponto foi o famoso Obelisco, dele em si não há muito a dizer, o que é mais interessante é a avenida onde está situado, a 9 de Julio. Com 6 pistas de cada lado, ela é considerada a avenida mais larga do mundo e realmente merece o título, é necessário esperar o farol abrir por pelo menos 2 vezes para conseguir atravessá-la inteira. Na Plaza General Lavalle, entre outros belos e super bem conservados prédios, fica o Teatro Colón. A ideia era fazermos a visita, mas com um ingresso a quase R$60,00, não foi possível! Um lugar que vale (muito) a visita é a Livraria El Ateneo Grand Splendid. Você pode até não ser um grande fã de livros ou pensar “Pra que vou numa livraria com livros em espanhol?” Bom, porque esta é uma livraria dentro de um antigo teatro! O lugar é fantástico, foi construído em 1919 e personalidades como Carlos Gardel passaram por seu palco, onde hoje você pode se sentar e tomar um café. É um dos lugares mais interessantes da cidade! Seguimos para a agradável Plaza General San Martín, onde há um enorme monumento em homenagem ao homem que participou da independência de alguns países da América do Sul e seus exércitos. De lá é possível também avistar a Torre Monumental (ou Torre dos Ingleses). Bem perto de lá, começa a Calle Florida, uma rua só de pedestres com lojas e mais lojas, uma legião de turistas e muita, muita gente tentando vender passeios, shows, trocar moeda etc, extremamente irritante! Se sua ideia não for comprar (o que não está mesmo valendo muito a pena), nem perca seu tempo por lá. Pra não dizer que foi um momento perdido da viagem, foi lá que fechamos o tango que iríamos a noite, a agência foi a Lisantour, fica bem no comecinho da rua e quem nos atendeu foi o brasileiro Amilton. Além disso paramos para comer as famosas empanadas, a essa altura já estava quase desmaiando de fome e não tem muitos lugares pra comer nesta rua, acabamos parando em um restaurante/bar chamado Barista, as empanadas (especialmente as de roquefort e queijo e cebola) e a Quilmes estavam ótimas, mas o valor pago não compensa, em outros lugares da cidade é infinitamente mais barato. Outra coisa que valeu a pena foi visitar as Galerias Pacifico, o prédio que começou a ser construído em 1888, remete um pouco a uma mini Galeria Lafayette em Paris, ou a Vittorio Emanuele em Milão, com algumas lojas famosas (geralmente caras) e uma linda arquitetura. O ponto alto é a cúpula central com maravilhosas pinturas murais de 5 artistas argentinos: Berni, Castagnino, Colmeiro, Spilimbergo e Urruchúa. Já no fim da tarde fomos conhecer a Plaza de Mayo, histórico ponto de encontro para manifestações na capital portenha. Lá se encontram prédios importantes como a Catedral Metropolitana, o Banco de la Nacion Argentina e a Casa Rosada, que funciona como palácio presidencial. Ela foi construída em estilo renascentista entre 1862 e 1885 e tem essa cor devido a uma mistura de cal e sangue de boi, materiais comuns nas construções daquela época. Depois desse dia cheio só nos restava curtir o famoso tango argentino! Escolhemos o Complejo Tango que incluia além do show, e do transfer, entrada, prato principal, sobremesa e uma garrafa de vinho ou cerveja pra cada um. Essa é a parte mais cara da viagem, pode se preparar! Pagamos 1.000 pesos (aproximadamente R$330,00), e era um dos menos caros. Mas vale super a pena, a comida é ótima e o show maravilhoso! Dia 2 Texto original com fotos e mapa dos lugares: http://http://www.queroirla.com.br/um-aniversario-em-buenos-aires-parte-ii// Depois de um primeiro dia intenso na capital portenha, partimos para descoberta dos bairros da Recoleta e Palermo Soho, ambos super agradáveis, daqueles que te dão vontade de morar por lá (aliás, fiquei mesmo com essa vontade, se não fosse o espanhol -que detesto- pensaria sériamente no caso). Dessa vez foi necessário usar o metrô, pois os lugares são relativamente longe do centro. A passagem custa 5 pesos (aproximadamente R$2,00) e é bem simples de se entender por lá. Descemos na estação Pueyrredón (linha D) pra dar uma passadinha na Galeria Patio del Liceo, uma combinação de lojas, espaço artístico e um simpático café, adorei muito! De lá partimos a pé para o Cemeterio de la Recoleta, no caminho encontramos esse prédio da faculdade de engenharia, maravilhoso! Não sou grande fã de cemitérios, mas confesso que esse é bastante interessante, alguns túmulos são verdadeiras maravilhas arquitetônicas, gostamos em especial de um com tema orgânico, bem ao estilo Gaudí (as fotos dele não ficaram legais, por isso não estão aqui). O ponto mais visitado (e meio escondido) é o mausoléu da família Duarte, onde está Evita, ele é bastante simples, com algumas placas homenageando a mulher que é um ícone argentino. Não quisemos nos demorar muito por lá, logo fugimos para um delicioso sorvete de doce de leite com brownie (que delícia!) na Freddo, bem em frente a linda saída neoclássica do cemitério. Seguimos a pé para a Floralis Generica, uma escultura metálica com pétalas que se abrem durante o dia e fecham no fim da tarde. Não é algo que eu tenha achado incrível, talvez pelo fato de ela estar envolta por tapumes, tirando um pouco da beleza do conjunto, mas enfim, foi interessante conhecer. Vale reparar no belo prédio da Faculdade de direito , bem ao lado do parque onde ela fica. Próxima parada, MALBA (Museu de Arte Latino Americana de Buenos Aires) – 60 pesos. Fiquei super em dúvida entre visitar este ou o Museu Nacional de Belas Artes, ambos tinham obras que eu gostaria de ver. Optei por ele por ter coisas menos conhecidas (pelo menos pra mim, por enquanto) e não me arrependi nem um pouco, o lugar é fantástico! Destaque para o famoso Abaporu da brasileira Tarsila do Amaral e pinturas de Frida, Diego Rivera e Antonio Berni (um dos que trabalhou no incrível teto das Galerias Pacifico). De quebra ainda estava tendo uma mostra sensorial e interativa chamada Experiencia infinita, quem estiver por lá até o dia 08/06/2015 vale a pena conferir! Depois de andar mais um bom tanto, chegamos ao Jardím Japonés. Sinceramente, acho que foi a furada da viagem, o lugar até é bonito, mas achei artificial demais, com pontes, esculturas e ilhas construídas para os visitantes sentirem um clima oriental. Talvez se não tivesse pago absurdos 50 pesos pra entrar, teria sido menos mal, mas fiquei com a sensação de ter perdido tempo (e dinheiro). De lá pegamos um taxi até a feirinha de Palermo Soho, pra quem mora em São Paulo, é bem parecida com a Benedito Calixto, roupas descoladas, objetos de design e arte de rua dividem espaço com vários bares e restaurantes, uma das áreas mais interessantes da cidade! (queria comprar tudo, mas como disse no primeiro post, as coisas estão caríssimas por lá, voltei de mãos vazias rs). Paramos para almoçar no Cronico, me arrependi um pouco da milanesa de soja com fritas que pedi (sim, foi uma viagem gordinha!) mas ainda assim foi gostoso ver a noite cair observando o movimento do lugar. Caminhamos até a estação de metrô Plaza Italia (linha B), que é linda, rumo a outra furada, o Museu dos Beatles. Quando encontrei essa dica achei demais pois o Dani é super fã da banda, mas a real é que o museu do colecionador Rodolfo Vásquez é caríssimo (70 pesos!) e expõe basicamente objetos temáticos como jogos, brindes, brinquedos, réplicas e cópias de documentos. Pra não ser injusta, tem coisas interessantes como discos autografados e um tijolo do lendário Cavern em Liverpool, aliás, há um bar anexado ao museu, chamado The Cavern Club, a ideia é que ele fizesse referência ao original, mas digamos que pra quem já esteve lá, este aqui não retrata minimamente o estilo nem o clima do lugar. Não recomendo a visita ao museu, mas valeu por conhecer o Complejo La Plaza, onde ele fica, uma galeria a céu aberto com várias salas de teatro e restaurantes que é massivamente frequentada por moradores (aliás, tem muito teatro naquela cidade, muito mesmo!). E assim terminamos mais um dia cheio e delicioso! Achei que conseguiria condensar aqui também o último dia, mas deixa pra próxima! Dia 3 Texto original com fotos e mapa dos lugares: http://http://www.queroirla.com.br/um-aniversario-em-buenos-aires-parte-iii// Enfim, chegamos ao último dia! Começamos por uma caminhada por Puerto Madero, onde ficam a moderna Puente de La Mujer e a Fragata Sarmiento, uma embarcação que servia como navio-escola para a Escuela Naval Militar e hoje funciona como museu. Subimos para o bairro de San Telmo pela Avenida Belgrano, onde começa uma rota divertida de esculturas de personagens de quadrinhos argentinos chamada de Paseo de la Historieta, o caminho continua na Rua Chile até chegar no cruzamento com a Defensa, onde fica a famosa estátua da Mafalda. É óbvio que peguei uma fila cheia de crianças pra tirar minha foto ao lado dela! Bem em frente há uma lojinha cheia de Mafaldices, me controlei muito pra sair de lá só com um imã de geladeira (os preços absurdos ajudaram). Aos domingos, na própria Rua Defensa (que é enorme) funciona uma feira de antiguidades, souvenirs e afins, meio ao estilo Embu das Artes. Prepare-se, é bem lotado! Encontramos uma barraquinha na rua vendendo uma cerveja não absurdamente cara e pegamos uma pra ir tomando no caminho, era bem gostosa, chama Isenbeck e o lugar é o Debar. Continuamos até o fim da feirinha e seguimos em frente pois eu tinha colocado no roteiro a Igreja Ortodoxa Russa, vi umas fotos e fiquei super curiosa pra conhecer, mas chegando lá, estava fechada! Enfim, não vale a caminhada, mas a fachada já é bem bonita! Pensando no próximo longo trecho que iríamos andar (até o bairro de La Boca), resolvemos parar pra comer alguma coisa. Encontramos o restaurante Da vinci, sua decoração é bem interessante, tudo fazendo referência ao mestre renascentista italiano, nos pareceu um lugar mais frequentado por locais (o que preferimos) e tem empanadas maravilhosas (humm, só de lembrar me dá água na boca!), além de uma entrada com uns pãezinhos deliciosos! Todos dizem que não é muito interessante andar pela região de La Boca, de fato não é mesmo muito bonita, mas não me senti insegura por lá (de dia, à noite a garçonete do restaurante nos falou que realmente é meio perigoso). Passamos pelo estádio do Boca Juniors, o famoso La Bombonera, onde teria um clássico mais tarde, o clima estava bem legal, famílias, crianças e muita segurança. É possível visitá-lo mas não era nossa ideia, seguimos para o cartão postal da cidade, o Caminito. Vou ser super sincera, achei o lugar bem sem graça! Até é bonito, tem seu charme, tem casinhas coloridas… mas é tão, mas tãooo turístico que pra mim perde o sentido. A ideia de restaurar o local que inspirou o famoso tango homônimo, foi do artista Quinquela Martin, morador do bairro que o transformou as duas pequenas ruas do Caminito em espaços artísticos. Hoje o lugar é basicamente composto de restaurantes (caros) e lojas de souvenirs. Para voltar de transporte público ao centro, tivemos que entrar num lugar como uma garagem de ônibus e comprar nosso passe num guichê lá no fundo, meio estranho. Você paga proporcional ao trajeto, até a Plaza de Mayo pagamos 6,50 pesos por pessoa. Antes de voltar ao hotel passamos num mercadinho para comprar alguns vinhos, alfajores (compramos algumas variedades da marca El Cachafaz, recomendo o tradicional e o de maisena, mas não muito o mousse) e doce de leite (levamos o La Serenissima, que sei que é bom)! À noite quis conhecer um lugar que nunca tinha ido na vida, um cassino! Escolhemos o Casino Buenos Aires, em Puerto Madero, que funciona dentro de dois barcos ancorados no Rio da Prata, não cobra entrada e tem transfers que buscam os apostadores em dois pontos da cidade. A experiência foi engraçada, primeiro só observamos, atônitos, as roletas e mesas de pôker, as pessoas apostavam bolos de dinheiro e muitas vezes perdiam tudo em questão de segundos, super bizarro! Depois fomos para as salas de caça-níqueis, e ali o que víamos eram senhoras frenéticas apertando botõezinhos sem nem perceber o tempo passar. Escolhemos “brincar” nestes, que eram mais simples e menos arriscados, e acho que tivemos a famosa sorte de principiante, pois entre perdas e ganhos faturamos uns 50 pesos (ok, não é nada, mas foi uma primeira experiência feliz). Confesso que é meio tentador ficar horas jogando, você sempre acha que vai recuperar aquilo que perdeu e assim vai, mas conseguimos parar enquanto estávamos positivos rs. Paramos pra jantar no La Clac, na Avenida de Mayo, outro restaurante não-turístico que gostamos bastante. Nem aprovei tanto a comida, mas o lugar era super interessante, todo cheio de quinquilharias penduradas, móveis antigos e até uma sala de teatro onde rolam espetáculos de vez em quando. No dia seguinte foi acordar e ir embora. Pedimos o taxi pelo hotel (deu preguiça de passar umas 2h no ônibus), que deu o mesmo preço do aeroporto, e partimos de volta pra São Paulo.
  17. Quem somos: um casal de vinte e poucos anos, apreciadores da natureza e de aventura; e este será nosso segundo relato e primeiro mochilão internacional. Planejamento: eu e minha namorada planejamos durante 7 meses o tão sonhado mochilão! Para montar o roteiro utilizamos inúmeros relatos dos mochileiros e o livro “Guia Criativo para o Viajante Independente na América do Sul” (editora: O Viajante/ Trilhas e Montanhas - 5° edição). Rotas: decidimos ir e voltar por Buenos Aires pois diminuiria os custos com passagens. Os trechos de ônibus foram longos porém não foram tão cansativos já que são bem confortáveis, tem tv e serviço de bordo (café da manhã/ almoço/ lanches/ jantar). São Paulo(Guarulhos) - BsAs = avião (pluna) BsAs - Mendoza = ônibus (El rápido) Mendoza - Santiago = avião (aerolíneas) Santiago - Mendoza = avião (aerolíneas) Mendoza - Bariloche = ônibus (andesmar) Bariloche - Calafate = ônibus (marga) Calafate - Ushuaia = avião (aerolíneas) Ushuaia - BsAs = avião (aerolíneas) BsAs - São Paulo (Guarulhos) = avião (pluna) Câmbio: no Brasil cambiamos reais em dólares e pesos. Levamos reais, dólares, pesos e cartão. O melhor câmbio foi em BsAs no Banco La Nacion no aeroporto de Ezeiza. Gastos: demonstraremos gastos por pessoa dos deslocamentos entre cidades e passeios (R$=reais, Ar$=pesos argentinos, C$= pesos chilenos). Perrengues: não se assustem é que levamos um pouco de azar rs - Fronteira fechada para Santiago: a ideia era ir de ônibus de BsAs a Santiago, porém no dia da viajem o cara do guichê da CATA internacional (El Rapido) disse que a fronteira para Santiago estava fechada por causa da neve! A saída era irmos de BsAs a Mendoza e de Mendoza ir de avião para Santiago. Foi o que fizemos para não tirar Santiago do roteiro. - Tour Viña/ Valpo cancelado: compramos o tour pelo hostel, porém no dia anterior ao passeio o recepcionista nos comunicou que o tour seria cancelado devido ao protesto dos estudantes. - Furto em Mendoza: estávamos na rodoviária de Mendoza aguardando o ônibus para Bariloche. Numa distração furtaram nossa mochila que estava a máquina digital. Devido a isso não temos fotos dos primeiros dias de BsAs, Santiago e Mendoza. - Cancelamento de passagem em Calafate: 2 dias antes de irmos para Ushuaia passamos na loja da Aerolíneas para tirar dúvidas qto a passagens. Pra nossa surpresa e desespero nos disseram que o vôo Calafate-Ushuaia não existia mais. Como assim né? Cancelaram e não informaram (coisas deste tipo são comuns na Aerolíneas). A saída: ir de ônibus até a cidade de Rio Galegos e de lá pegar avião para Ushuaia (a própria Aerolineas fez a transferência de vôo) . - Câmbio em Calafate e Ushuaia: em Calafate só existe uma casa de câmbio que cambia real e funciona das 10h às 15h, ou seja, é o horário dos passeios. Conseguimos cambiar só no último dia e a cotação é horrível. No Ushuaia chegamos na tarde de sexta, a casa de câmbio fecha durante o fim de semana e na segunda era feriado lá. Resultado: pagamos o passeio no cartão que em média ficou 10% mais caro. - Falta de água no Ushuaia: no 2° dia acabou água na cidade. A água voltou na cidade toda menos no hostel que estávamos (oo azar rsrs). Resultado: deixaram a gente tomar banho no hotel de luxo do lado (mesmo dono do hostel) e devolveram o dinheiro das diárias (sabia que a sorte iria nos encontrar rsrsrsr). Buenos Aires 1° dia (03/08/11): São Paulo - BsAs: chegamos às 18:25h em Ezeiza (4h de vôo com conexão em Montevideo). Para chegar ao centro pegamos o ônibus 8 (aprox. 1:30h). Ficamos no Avenue Hostel, bem meia boca, porém ótima localização (a meia quadra da 9 de Julho, metrô em frente, carrefour a 1 quadra, quase em frente do Café Tortoni). Saímos para comer bife de chorizo e empanadas. Sites: -- http://www.booking.com/hotel/ar/avenue-hostel.pt.html?aid=311840;label=avenue-hostel-1drmYPtWSMLeWnXqWCWaLwS8540239753;ws=&gclid=CPGyv6ml4q0CFY-R7QodPSW02w -- http://www.subte.com.ar/contenido/home.asp 2° dia (04/08/11): fomos ao Zoo Lujan (próximo ao metrô Plaza Italia pegue o ônibus 57. É mais ou menos 2h pra ir e 2h pra voltar). Vale muito a pena e é muito emocionante entrar nas jaulas com os animais. Na volta andamos nas ruas do centro e de noite fomos de taxi no Hard Rock Café (bairro Recoleta) que fica dentro do Shopping Buenos Aires Design. Lá comemos um combo que vem 3 tipos de carne ao molho barbecue e batata frita. Sites: -- http://www.zoolujan.com/ -- http://www.hardrock.com/locations/cafes3/cafe.aspx?LocationID=131&MIBEnumID=3 3º dia (05/08/11): Fomos à Galeria Pacífico, tomamos sorvete Freddo na Calle Florida (o mais famoso é o de doce de leite mas tem outros sabores muito bons tbm). Fomos à praça San Martin (uma praça bem grande) e depois ao El Ateneo (interessante ver a cultura do portenho. No Ateneo as pessoas liam sentadas no chão ou nas escadas). No fim da tarde pegamos o ônibus no Terminal Retiro rumo a Mendoza. Mais embaixo tem a continuação, já que de Ushuaia voltamos para BsAs. São Paulo - BsAs: R$ 545,50 ida e volta Avenue hostel: Ar$180,00 quarto privativo Avenue hostel: Ar$40,00 quarto coletivo (porém estava vazio) Zoo Lujan: Ar$100,00 (entrada) + Ar$40,00 (ônibus ida e volta) Ônibus BsAs - Mendoza: Ar$380,00 Sites: -- http://www.omnilineas.com.ar/ -- http://www.catainternacional.com/ [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120129225625.JPG 500 375 Hard Rock]Hard Rock[/picturethis] Mendoza - Santiago 4º dia (06/08/11): chegamos em Mendoza 9:00h. Como nosso vôo para Santiago só sairia às 16h fomos conhecer o centro: Plaza Independencia (a água da fonte é azul) e Parque San Martin (lindo parque). No Parque fizemos um tour para conhecer os principais pontos do parque (é muito grande) até o Cerro da Gloria onde se tem visão ampla das Cordilheiras. O vôo para Santiago tem muitas turbulências, porém a visão que se tem das Cordilheiras é inexplicável. O aeroporto de Santiago tem mais fiscalização que na Argentina, tem até cães farejadores. Fomos de ônibus e metrô para o Ecohostel. O hostel é limpo, organizado, café da manhã ótimo, pessoal atencioso, quartos grandes e banheiros limpos, o único ruim é que não tem comércio muito próximo. Fechamos o passeio de Concha y Toro no hostel (como tinha mais 2 brasileiros tivemos desconto saindo mais barato que na Turistik que é a agência mais conhecida por lá). Tentamos sair pra comer mas não encontramos nada aberto (era umas 22h) então compramos coisas no mercado mesmo. Tour Parque San Martin: Ar$8,00 Avião Mendoza - Santiago: Ar$563,00 (ida e volta) Ecohostel: C$19000,00 quarto privativo Sites: -- http://www.turismo.mendoza.gov.ar/ -- http://www.tripadvisor.com.br/Hotel_Review-g294305-d1067246-Reviews-Ecohostel_Chile-Santiago.html Santiago 5º dia (07/08/11): fomos conhecer o centro: almoçamos salmão no mercado central (comida boa e barata), Universidad Católica do Chile, Palacio La Moneda, Catedral, Plaza de Armas e outros prédios históricos. Tentamos ir no Cerro Santa Lucia, porém já estava fechado (era fim da tarde). Por isso fomos no bairro Bellavista em uma feira de artesanato e no Patio Bellavista, uma galeria a céu aberto muito bonita e organizada com lojas e barzinhos. Foi lá que tomamos o Mote com Huesillos, bebida não alcoólica muito boa. Sites: -- http://www.patiobellavista.cl/ -- http://mercadocentral.cl/ 6º dia (08/08/11): saímos cedo (de van) para vinícola de Concha y Toro, fica a pouco mais de 50Km de Santiago, o passeio é bem interessante eles contam a historia da vinícola, apresentam os vinhos e, claro, oferecem degustação (2 tipos de vinho), o passeio durou aproximadamente 4 horas e no final cada um ganha uma taça de brinde. Na volta almoçamos novamente no Mercado Central e de tarde fomos de metrô conhecer o estádio Monumental/Colo-colo mas estava fechado pra visitas restou irmos ao cerro San Cristobal durante a noite. A vista de Santiago à noite é linda! Ao descer do funicular comemos pancho com palta ( cachorro quente com molho de abacate). Dá também para descer a pé, no caminho tem um zoológico. Site: -- http://www.conchaytoro.com/web/tour/?lang=es 7º dia (09/08/11): nesse dia reservamos pra fazer tour Viña e Valpo, porém devido ao protesto dos estudiantes, foi cancelado, então decidimos buscar uma alternativa o que foi sugerido pelo Ecohostel: Cajon del Maipo. Fomos por conta, seguindo as instruções do hostel. O complexo fica na grande Santiago é um cinturão verde aos pés das Cordilheiras com trilhas, tiroleza, rafting, caminhada, camping, etc. Decidimos fazer um trekking de aproximadamente 3 horas (ida e volta). Valeu a pena, a paisagem com cachoeiras no decorrer da caminhada é muito da hora, e saber que está andando aos pés das Cordilheiras é sensacional!! Na volta fomos novamente no cerro San Cristobal para ver o pôr-do-sol e o reflexo no gelo das Cordilheiras, maravilhoso!! Site: -- http://www.cajondelmaipo.com/como_llegar.php Concha y Toro: C$22000,00 Cerro San Cristobal: C$3600,00 (C$1800,00 cada subida + descida) Cajon Del Maipo: C$4000,00 (para o trekking) Ecohostel: C$57000,00 quarto privativo (3 diárias) Santiago - Mendoza 8º dia (10/08/11): Acordamos cedo pra voltar pra Mendoza. Chegamos depois de um vôo turbulento na qual a mulherada gritou até umas horas!!!. Como nosso ônibus para Bariloche só iria sair de noite preferimos ficar pelo centro. De noite tomamos o ônibus sentido Bariloche quel durou 20 horas. Foi cansativo mas blz!!! Ônibus Mendoza - Bariloche: Ar$450,00 Bariloche 9º dia (11/08/11): chegamos em Bariloche 16:30h com frio e chuva! Da rodoviária fomos para o Centro Cívico de coletivo (20min) pegar informações da cidade. Ficamos no Hostel Condor de Los Andes, muito limpo, pessoal gente boa, calefação, tem até lareira, mercado ao lado, a 2 quadras do centro cívico. No hostel fechamos o passeio do Circuito Chico para o dia seguinte. Á noite comemos no hostel mesmo. 10º dia (12/08/11): Circuito Chico: conhecemos a loja de óleo de rosa mosqueta, o Parque llao llao (onde tem um hotel de luxo) e uma vista linda e o Cerro Campanario onde tem uma das 7 vistas mais lindas do mundo segundo a National Geographic e onde pegamos neve caindo pela primeira vez!! Para subir o Cerro Campanario tem teleférico, lá em cima tem uma lanchonete com lareira e vários miradores, vale muito a pena. Fizemos esse passeio pela manhã. À tarde fomos ao Cerro Otto (têm ônibus de graça que leva, porém com horários definidos) onde conhecemos a famosa e romântica cafeteria giratoria e a noite passeamos pelas diversas chocolaterias do centro civico (a mais famosa é a Mamushka). 11º dia (13/08/11): esse foi o dia de fazer o Skibunda no Complexo de Piedras Blancas (se não tiver roupa de neve, alugue) foi muito divertido, o ticket lhe dá direito a 6 descidas de diversos níveis de dificuldade, voltamos no início da tarde ao hostel onde almoçamos e fizemos compras de chocolates e por fim o famoso fondue de queijo. 12º dia (14/08/11) Último e o mais esperado dia de esquiar. Fomos cedo de ônibus ao Cerro Catedral (já havíamos comprado, em uma das lojas de turismo do centro, a aula para iniciante e o aluguel dos equipamentos tudo pela escola La Base). Lá existem muitas escolas de ski e snowboard, aluguel de equipos, lanchonetes etc. Eles começam dando dicas básicas de como esquiar, blablabla, depois soltam a gente na pista de gelo onde aí sim vão ensinando como se equilibrar, freiar melhorar a velocidade, etc. Tivemos 2 horas de classe (aula), e no total ficamos 4 horas esquiando. Pra dois principiantes foi muito da hora. valeu muito a experiência. Voltamos estourados, mas muitos felizes de Bariloche. Cidade linda e divertida. Hostel Condor de Los Andes: Ar$200,00 quarto coletivo (porém vazio) (4 diárias) Circuito Chico: Ar$70,00 Cerro Campanario: Ar$20,00 Cerro Otto: Ar$70,00 Piedras Blancas: Ar$220,00 Cerro Catedral (aula+aluguel equipos): Ar$230,00 [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120129230226.JPG 500 375 Legenda da Foto]Llao Llao - Bariloche.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120129230458.JPG 375 500 Legenda da Foto]Piedras Blancas - Bariloche.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120129230735.JPG 500 375 Legenda da Foto]Ski Cerro Catedral - Bariloche[/picturethis] Bariloche - El Calafate 13º dia (15/08/11): 8:20h da matina e ja estávamos na estrada (de novo). Foram 27h de viajem. Ônibus Bariloche - Calafate: $648,00 El Calafate 14º dia (16/08/11): Depois de muitos, muitos Km rodados e lindas paisagens de neve chegamos em El Calafate e fomos direto ao Calafate Hostel, bem tranquilo, limpo e com um dos melhores desayunos da nossa viagem. Fomos ao mercado fazer compras e nas agências de turismo comprar o passeio do Glaciar Perito Moreno (o mais esperado do mochilão). 15º dia (17/08/11): Acabamos comprando o passeio pelo hostel. Às 9h saímos para o Parque Nacional Todos los Glaciares, onde pagamos a taxa cobrada pelo parque e fizemos o Safari Nautico na qual uma embarcação nos levou á alguns metros da “cara sur” do Glaciar Perito Moreno. O safari dura mais ou menos 1:30h e vale a pena. Depois seguimos até os diversos miradores para ver o perito de vários ângulos e proximidades - emocionante!!!. Regressamos para Calafate onde jantamos Cordeiro Patagônico no La Tablita, não deixem de ir, uma delicia e preço bom. 16º dia (18/08/11): Pela manhã andamos pela cidade (só tem uma avenida) e fomos ver o lago que tem flamingos (no fim da avenida). Durante todas as nossas caminhadas pela cidade fomos acompanhados pelos cachorros de Calafate rs. De tarde fomos ao Museo Glaciarium. Em um ponto comum pega-se uma van que leva ao Museu. O museu fica no meio do nada, porém com muitas paisagens bonitas, é moderno e bem interessante, é interativo tbm. De noite andamos pelas lojas e tomamos o famoso sorvete de framboesa e calafate, mtooo bom! Parque Nacional: Ar$70,00 Safari náutico: Ar$70,00 Guia para o parque nacional: Ar$90,00 Museu Glaciarium: Ar$70,00 entrada + Ar$25,00 van ida e volta Calafate Hostel: Ar$135,00 quarto coletivo (porém vazio) (3 diárias) [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120129231024.JPG 500 375 Legenda da Foto]Perito Moreno - Calafate[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120129231159.JPG 500 375 Legenda da Foto]Perito Moreno - Calafate[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120129231323.JPG 500 375 Legenda da Foto]Museu Glaciarium[/picturethis] El Calafate - Ushuaia 17º dia (19/08/11): Acordamos cedo para seguir de van até Rio Galegos, pois com o imprevisto do vôo El calafate - Ushuaia seguiríamos Rio Galegos - Ushuaia. Chegamos no início da tarde e a cidade estava coberta de neve pois tinha nevado muito nos últimos 3 dias . Ficamos no Hostel Free Style, na verdade a única opção disponível pois a cidade estava superlotada devido alta temporada de esqui. A noite compras no supermercado e descanso. Ônibus El Calafate - Rio Gallegos: Ar$90,00 Avião Rio Gallegos - Ushuaia: $482,00 Ushuaia 18º dia (20/08/11): fomos no passeio do Parque Nacional da Terra do Fogo de van na companhia de outros brasileiros. Na primeira parada embarcamos no Trem do Fim do Mundo o “Ferrocarril Austral”. O trem passa por 3 estações e em cada vagão uma gravação vai contando toda a história local dos presos que utilizavam esse trem, e tbm de outros fatores políticos. Depois, voltamos pra van onde continuamos até o Lago Lapataya, miradores, museu/restaurante e por fim fomos de van até o final da Ruta 3, ou seja no fim do mundo. Na volta a van nos deixou no porto onde faríamos, de Catamarã, o tour até o famoso Farol do Fim do Mundo e Ilha de Los Lobos (onde tem leões marinhos e aves que parecem pinguins). Muito bacana. 19º dia (21/08/11): optamos em fazer no último dia o passeio de 4X4 por onde passamos pelo Cerro Castor (apenas passagem), Lago Escondido, Lago Fagnano. O guia nos deixa na beira do Lago Fagnano e segue com o 4x4. Quando o alcançamos ele nos esperava com uma fogueira e um desayuno com medialunas, café e chá. Na volta passamos por um concurso de esculturas no gelo e paramos num Clube de inverno para almoçar. Retornamos ao centro de Ushuaia pra gastar alguns $$. 20º dia (22/08/11): neste dia passeamos pela orla do porto, praças, miradores da cidade e centro. Aproveitamos tbm o hostel, já que era o que tinha a melhor infraestrutura e vistas. Van + guia para parque nacional: Ar$150,00 Ferrocarril: Ar$155,00 Catamarã: Ar$155,00 + $7,00 (taxa do porto) Passeio 4x4: Ar$350,00 [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120129231719.JPG 500 375 Legenda da Foto]Tren del Fim del Mundo - Ushuaia[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120129231853.JPG 500 375 Legenda da Foto]Lago Fagnano - Ushuaia[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120129232002.JPG 500 375 Legenda da Foto]Cidade de Ushuaia[/picturethis] Ushuaia - BsAs 21º dia (23/08/11): Fomos pela manhã embora para BsAs e dessa vez descemos no Aeroparque, bem mais perto do centro. Fomos novamente para o Avenue Hostel. Andamos pela Calle Florida comprando lembrancinhas. Fomos na Casa Rosada de noite (é mais bonita que de dia). Fomos para Puerto Madero na Ponte da Mulher (representação de um casal dançando tango). Comemos pizza em um dos restaurantes da 9 de Julho (não deixem de comer as pizzas de BsAs, como eles vendem por pedaço dá pra provar várias). Avião Ushuaia - BsAs: $360,00 Avenue Hostel: $40,00 quarto coletivo 22º dia (24/08/11) Logo cedo pegamos o ônibus 64 com destino ao bairro de La boca onde compramos o boleto pra visitar o Museo de La Passion Boquense e a famosa La Bombonera. Pra quem curte futebol como eu é imperdivel, o guia explica tudo sobre o Boca Jrs e sua torcida. O passeio durou toda manhã e ao sairmos fomos conhecer o Caminito com suas apresentações de tango, artesanatos e restaurantes. A arquitetura do caminito é bonita de ver, porém o bairro é bem precário e aparenta ser bem inseguro, sugiro que fiquem bem atentos por lá. No restante da tarde conhecemos o bairro de Palermo Soho (onde tem outlets) e fomos novamente na Galeria Pacifico. Decidimos buscar algo autêntico do povo portenho, pois achamos que os Shows de tango eram muito pra turista e queríamos algo mais representativo, mais real, depois de inúmeras perguntas aos moradores de BsAs indicaram-nos o Show no La Viruta, o local é simples, não é hollywoodiano, mas todos os dias tem apresentações e aulas de tango, muito pouco conhecido, principalmente entre os turistas. Fizemos uma ótima opção aprendemos a dançar alguns passinhos de tango (pelo menos tentamos), assistimos diversas apresentações, o pessoal super legal. Fica uma superdica 23º dia (25/08/11): Último dia pra curtir. Depois de tantos dias fora de casa tínhamos muitos lugares pra ir e pouco tempo. Resolvemos conhecer o Cabildo, Casa Rosada de dia, Palacio del Congresso, Catedral Metropolitana (onde é o mausoléu de San Martin), Café Tortoni, Teatro Colon (com tour guiado), Cementerio da Recoleta (túmulo de Evita Perón), Museo de Bellas Artes, Floralis Generica, Faculdad del Derecho e Obelisco Museo do Boca: Ar$50,00 La Viruta: Ar$25,00 Teatro Colón: Ar$60,00 [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120129232126.JPG 500 375 Legenda da Foto]Casa Rosada - BsAs[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120129232643.JPG 500 375 Legenda da Foto]La Bombonera - BsAs[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120129232820.JPG 500 375 Legenda da Foto]Caminito - BsAs[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120129232944.JPG 500 375 Legenda da Foto]La Viruta - BsAs[/picturethis] BsAs - São Paulo 24º dia (26/08/11): acordamos bem cedo pq tínhamos que estar em Ezeiza às 8h. No aeroporto fizemos o procedimento do Tax Free. Retorno para São Paulo (Guarulhos). Fim da Trip!!! Foi nosso primeiro Mochilão fora do país, e podemos dizer que apesar das coisas que aconteceram valeu mto a pena. Indicamos essa modalidade de viagem: aprendemos muito, passamos por muitas aventuras, voltamos muito ricos culturalmente. Foi sem dúvida uma experiência emocionante e inesquecível. Dicas: -o free shop de Montevideo dá 10% de desconto. -os ônibus só aceitam moedas. -táxi em BsAs é bem barato. - não achamos as coisas (roupas etc) de BsAs baratas. Porém para quem gosta de marca existe o bairro Palermo Soho com inúmeros outlets. -quando comprar peça Tax Free. - comida é muito barata, 1 prato geralmente dá para 2 pessoas. - em Santiago o lugar com o melhor custo/benefício para comer é o mercado central. -evitar cambiar no aeroporto de Santiago pois eles cobram uma taxa pra cambiar. - em Bariloche as lojas abrem só depois das 17h e ficam até às 22:00h, portanto dá para fazer todos os passeios durante o dia sem preocupação em pegar loja/ comércio fechado. - em viagens de ônibus deixe sempre em local fácil os documentos (passaporte, documentos de entrada no país) pois qdo a polícia para o ônibus eles pedem os documentos de todos os passageiros. - os famosos alfajores são deliciosos, pra quem gosta vale a pena comprar grandes quantidades, de preferência em supermercados que saem em média 20% mais barato. - manter-se sempre em plena vigilancia, pois o número de furtos nos calçadões de BsAs e nas rodoviárias é quase constante, portanto atenção redobrada e andem sempre com mochilas na frente. - aerolíneas argentinas cancelam vôos e não avisam, por isso sempre confirmem os vôos. - prefiram cambiar em grandes centros (BsAs e Santiago), pois conseguem melhores cotações.
  18. Viagem durante o carnaval 2014, durou 5 dias e incluiu uma ida a Colonia del Sacramento, no Uruguai. Nós já estivemos na Argentina outras vezes. Mas é sempre bom voltar, gostamos muito de lá. Pesquisando com razoável antecedência, havia um leque de opções aceitáveis ($$) para os cinco dias de Carnaval e optamos por lá. A ideia era aproveitar para conhecer outra cidade e a escolhida da vez foi Córdoba, a uma hora de voo de Buenos Aires. Passaríamos dois dias em Córdoba e o restante em BA. Como já conhecíamos BA de outras vezes, compramos bilhetes para passar um dos dias em Colonia del Sacramento, no Uruguai. A Aerolíneas mudou nossos voos *várias* vezes desde quando compramos. Com isso, o hiato de 3 horas entre a chegada a BA e a conexão para Córdoba (que é o que havíamos comprado) esticou para 6 horas. PQP. Vôo de ida atrasou, mas ainda assim tive de ler (e dormir) bastante no aeroporto até a conexão sair. Aproveitei para trocar 100 reais no aeroporto de BA. A ideia era trocar no paralelo quando chegasse a Córdoba. Dia 1 - Córdoba Chegando em Córdoba, pegamos logo um taxi para o hotel. O motorista me sugeriu de irmos pela via que circunda Córdoba e evitar o centro naquele horário. Topei, mas depois vi que isso meu custou beem mais. Paciência. Checkin feito, mochilas largadas, fomos explorar a cidade. O hotel (Gran Crisol) não era na área central – tinha sido o mais em conta que eu achei no Decolar, mas ainda assim eu hoje optaria por ficar na região central --, tínhamos de cruzar o Parque Sarmiento. O problema é que pegamos uma rota que margeava o parque, sem muitos atrativos. O ideal é pegar a rota por dentro do parque, que é bem bacana. Enfim, chegamos ao centro e fomos andando em direção à parte histórica da cidade. Estava cheio naquele sábado de manhã. Eu precisava fazer um câmbio e não identificava ninguém nas ruas fazendo câmbio, nem via casas de câmbio. Já estava desistindo da ideia do paralelo (era feriado por lá e os estabelecimentos estavam fechando na hora do almoço) quando perguntei numa vendinha na Praça San Martin se havia algum lugar fazendo câmbio. O cara me indicou o jornaleiro em frente. Opa! Isso mesmo que eu queria. Acabou sendo o melhor câmbio que fiz na viagem, 11 pesos por dólar. Devidamente capitalizados, fomos explorar a cidade. Como era hora de almoço, muita coisa estava fechada. A Praça San Martin é meio que o coração do centro histórico, de lá partem várias ruas de pedestres. Ali fica o centro de informações turísticas, que é bem prestativo, cedendo mapas e informações precisas. A Catedral, que fica na praça mesmo, estava fechada para almoço. Andamos pelas ruas, exploramos tudo quanto foi calle peatonal, mas a maioria das igrejas estava fechada àquela hora. O centro histórico de Córdoba é bem interessante. A praça e a catedral Onipresente Aliás, sobre horários, é bom dizer que as igrejas e outras atrações por lá fecham +- ao meio dia e só reabrem no meio para o fim da tarde. Além disso, os horários e dias de abertura das atrações mudam constantemente. Tinha lido isso no guia que levei (uma versão muito mal traduzida do LP) e comprovei por lá: os horários e dias de abertura não batiam com os que eu tinha. Um dos lugares que eu queria ir, a Casa da Memória, estava fechado durante o feriado. A Casa da Memória Como estávamos de jejum, paramos rapidamente para recarga num bar por lá. De tarde seguimos para fora do centro histórico, em direção ao Paseo del Buen Pastor, um centro cultural muito legal. Do lado dele fica a Igreja dos Capuchinhos, a mais bonita (e imponente) que vi na cidade. Rodamos ainda pela região e identificamos que muita coisa só (re)abriria no fim da tarde. Capuchinhos Paramos para outra recarga e, enquanto curtíamos o vai e vem das pessoas, começamos a ver hordas de meninas pré-adolescentes berrando pela rua. Identificamos que era alguma coisa relacionada a Justin Bieber (!!). Parei uma delas e perguntei se era algum show que ia rolar. Ela respondeu que sim, mas sem convicção. Aí vimos na Inet que era aniversário do elemento e que o fã clube local iria comemorar numa praça lá por perto. Daí a horda de meninas passando gritando... A Argentina de um modo geral me parece um país de hábitos mais noturnos. Buenos Aires é bem assim. Achei Córdoba ainda mais. Muita coisa (feiras, galerias, bares) só abre de noite, depois das 18, 19 hs. Justamente a hora em que já estamos cansados querendo jantar e depois dormir, ehehehehe. Nesse primeiro dia apenas passeamos rapidamente pela feira que estava sendo montada no Paseo de Las Artes, na região entre a Belgrano e La Cañada. O sono debilitado da noite anterior se fazia presente no fim do dia. Queríamos jantar num restaurante que havíamos mapeado, mas ele só abria às 19:30. Ficou para o dia seguinte. Outro lugar que havíamos mapeado, a Cervejaria Antares, abria às 18hs. Fomos para lá, provamos de tudo, repetimos as preferidas e jantamos por lá mesmo. Comida nada de mais, o negócio é mesmo a cerveja, muito boa! Pegamos um taxi de volta para o hotel. Dia 2 - Córdoba Meu plano original para o segundo dia era arrumar um tour para Quebrada de Condorito. Procurei na Inet alguma agência que fizesse, disparei alguns e-mails e só obtive uma resposta. E dizendo que não haveria tour naquele domingo. Larguei, deixei para outra ocasião. E acho que fizemos bem, porque domingo foi chuvoso na cidade. Pela manhã, chovia de uma forma impeditiva para se passear. Assim que ela diminuiu, saímos. Passeamos pelo Parque Sarmiento, agora pelo meio dele. Só havia alguns corredores por lá, bem vazio. Típico de dia de chuva. Que ainda caía, mas bem fininha, facilmente aceitável. Mas o parque é bem legal. Laguinho, parquinhos, verde, etc. Tem também um zoológico e um parquinho de diversões. Sarmiento Como era dia chuvoso e, mais que isso, não havia atrações o suficiente para um dia inteiro na cidade no nosso ritmo, optamos por conhecer alguns museus. Ao fim do Parque Sarmiento ficava o primeiro deles, o Palácio Ferreyra. Construção arquitetônica bem maneira, já vale o ingresso (que, aliás, é bem barato). O outro era o Museu Emilio Caraffa, que ficava ali perto. Ambos são interessantes, renderam uma visita um pouco mais longa do que o habitual. Retornamos ao centro histórico da cidade. Entramos no Paseo del Buen Pastor propriamente dito – no dia anterior rodamos somente na parte externa. Conseguimos entrar na Manzana Jesuítica de Córdoba, que estava fechando naquele momento. Depois demos uma longa pausa para recarga nos arredores da San Martin. Recarga = cerveja + empanada. De tarde fomos conhecer a região administrativa da cidade (onde há mais um monumento aos heróis das Malvinas – vimos dois monumentos assim na cidade), descemos pela La Cañada, provamos o sorvete Grido (nada de mais) e então esticamos de volta ao Parque Sarmiento. Agora estava bem mais agitado, com bastante gente. Ruas fechadas, parquinho funcionando, pedalinhos no laguinho, muitas pessoas aproveitando. Depois de curtir um pouco, nova pausa para recarga. E aí veio novamente a chuva. Fomos andando rapidamente de volta para o centro e nos abrigamos no Paseo del Buen Pastor até a chuva arrefecer. Já era hora de finalmente conhecer o interior da Igreja Matriz, a Catedral da cidade, que finalmente abriria (acho que só reabria umas 16-17 hs). O interior dela é bacana. Quando estávamos perto de sair, uma senhora agarrou a Katia dizendo que tinha de lhe contar sei-lá-o-quê sobre a Virgem e etc. Opa, hora de retirar-se rapidamente! Mas até que a senhora não nos seguiu atrás, acho que ela compreendeu nosso desinteresse. Dentro da catedral Já era hora de finalmente a feirinha e toda a região da Belgrano estarem abertas, então fomos para lá. O lugar muda inteiramente! Tudo aquilo que estava fechado de manhã, abre de noite. Muita vida no lugar, bastante gente. Muitas lojinhas, arte, delicatessen, restaurantes. Região MUITO legal, que se aproveita bem se você chega de noite. Curtimos inclusive algumas cervejas artesanais (El Buho, El Viejo Munich) que encontramos por lá. Havia um bar de cervejas locais, Jerome, que havíamos mapeado para conhecer, mas que estava fechado até depois das 19hs. Paciência, ficou para outra. Nesse dia jantamos no refinado restaurante Alcorta. Era dica que eu tinha levado. Comemos um mega pedaço de carne de chorizo, para 2. Acho que nunca tinha visto um pedaço tão grande como aquele. Delicioso. E com direito a um bom vinho regional que escolhi no chute, a um preço razoável. Fechamento com chave de ouro na cidade. Tomamos um taxi de volta ao hotel. Dia 3 – Buenos Aires Pegamos um taxi bem cedo para o aeroporto, antes de amanhecer. A ida foi tranquila, chegamos em menos de 30 minutos. Aeroporto ainda estava meio vazio. Nosso voo era o primeiro do dia. Chegando em Buenos Aires, pagamos um taxi/remise do Manuel Tienda de Leon e chegamos ao Ibis Obelisco, que havíamos reservado. Felizmente havia um quarto disponível, mesmo sendo de manhã. Viva! Largamos as mochilas e fomos rever a cidade. Descemos até a região da Florida, coração de compras e do... câmbio! Foi bom para verificar a cotação – que estava abaixo do que consegui em Córdoba. Só que dei mole e acabei não trocando com ninguém, e tive de fazê-lo mais tarde na Recoleta, onde a cotação é ainda pior. Em todos os casos, a cotação de rua é MUITO melhor que a oficial. Aproveitamos para passar no Centro Cultural Borges. Todas as vezes que vamos em BA, assistimos a um show de tango, gosto muito. Dessa vez queria um, digamos, menos glamouroso, e recebi a dica de que o CCB tinha show diários. Compramos duas entradas para a noite por meros 150 pesos. Consideravelmente mais em conta que nas casas maiores. Lembrando que você pode ver tango grátis também, nas ruas. Na própria Florida tem gente dançando – quando não é feriado. A ideia do dia era andar, então lá fomos andando até a Recoleta. Andar por Buenos Aires é sempre um programa legal. Chegamos na Recoleta no fim da manhã. Cambiei plata com um gerente de um restaurante a um câmbio um pouco menor do que teria conseguido na Florida (dei mole!), ainda assim bem acima do que ele tinha me oferecido. Fomos rever a área. Buenos Aires design, feirinha ainda sendo montada. Até retornamos ao cemitério, essa bizarra atração turística. Havia uma escultura marcante por lá que queríamos rever. Depois de andar nos arredores, era hora de bater ponto em outro lugar que sempre vamos, bem ali no coração da Recoleta: Buller Pub. Não é barato. Mas as cervas são ótimas! E os tira-gostos também. Depois da recarga e de exploramos um pouco mais a região e seguimos caminhada, agora em direção a Palermo. Dessa vez nos permitimos entrar em dois museus pelo caminho: o Museu Nacional de Belas Artes e o Museu de Arte Latino-americana de Buenos Aires (Malba). O Museu Nacional de Belas Artes (grátis) tinha uma extraordinária exposição fotográfica com as Mães da Praça de Maio, mulheres que detém meu profundo respeito e admiração. Foi uma agradabilíssima surpresa me deparar com aquela exposição [a exposição chama-se "MADRE", é de Marcos Adandía]. O Malba (entrada paga, mas bastou mostrar o celular (?!) que ganhei desconto de 50%!) também foi ótimo, interessantíssimo. Pena que o espaço de exposições naquele dia estivesse relativamente pequeno, apesar da imponência da edificação. Seguimos caminhando pelos parques da região. Já muito cansados de tanto andar, mas ainda andamos um tanto mais até pegamos o metrô de volta. Breve pausa para descanso no hotel e saímos de noite para ver o tango no CCBorges. Fomos andando mesmo. O espetáculo é bem legal, valeu a pena. Dali partimos para Puerto Madero, novamente andando. Leio muita gente falando mal de BA na questão de segurança, mas ainda assim eu me sinto tranquilo andando por lá de noite. Reconheço que a cidade piorou (o país todo me parece ter piorado, e a quantidade crescente de pedintes nas ruas denuncia isso) e isso certamente tem reflexo na segurança. Mas, para quem vive no Rio de Janeiro, ainda acho difícil encontrar cidade que eu não me sinta mais seguro (exceção feita a São Paulo, que vejo no mesmo patamar do Rio). Era hora de bater outro ponto tradicional: jantar em Puerto Madero. Rodamos muito pouco por lá – a fome era grande! -- e escolhemos o Bahia Madero, com menu fixo. Custo-benefício magnífico!! Jantar de gala (com direito a vinho, entrada e sobremesa) a preço no máximo mediano (380 pesos para o casal). Na volta ousamos e pegamos um taxi na rua mesmo, por conta própria. Não tivemos problema. Amem. Dia 4 - Clique aqui para ler a continuação do relato em Colonia del Sacramento Na volta a Buenos Aires, como fomos dos últimos a desembarcar, pegamos outra longa fila para pegar o taxi. A região é meio estranha, então a opção de andar à noite estava descartada. Felizmente a coisa andou com relativa rapidez. Bem mais rápido do que as vítimas que fazem fila no Aeroporto Santos Dumont, por exemplo (aliás, não se iluda ao chegar no Santos Dumont: vá para o embarque). Pedimos ao taxista para ficar na altura da Florida. Precisava fazer um câmbio e queríamos ir numa loja de equipamentos de montanha. A loja estava fechada, mas fiz o câmbio. Nossa ideia nessa noite era ir numa cervejaria que havíamos mapeado e era perto do hotel, Cruzat. Chegando lá... fechada! Putz! Acabamos indo num restaurante quase em frente que nos pareceu bom, o Chiquilin. E era MUITO bom! E tome carne! Na hora de nos servir, o garçom -- muito gente boa -- acabou escorregando e derrubando tudo! É o tipo de coisa que me dá uma grande dó. Felizmente tudo foi resolvido rapidamente. Procuramos confortar o garçom, que estava naturalmente muito constrangido e pedindo desculpas de mesa em mesa. A comida foi ótima. Dia 5 – Buenos Aires Em nosso último dia, decidimos explorar devidamente a região de Palermo. A ideia era andar em quantas ruas fosse possível da região. Pegamos o metrô e descemos perto do Jardim Botânico, onde fizemos uma rápida visita. É interessante, e eu gosto de jardins botânicos. E é grátis. Depois seguimos para Palermo Soho. Sempre parando nas sorveterias. Nessa viagem não houve Freddo, somente outras marcas. Palermo Soho é meio que uma Ipanema/Leblon (Jardins, Moinhos, etc.) local: ruas charmosas, restaurantes bacanas, lojas de grife, galerias e etc. Muito agradável de se caminhar por lá. Andamos em quase tudo quanto foi quarteirão. Depois cruzamos para o outro lado e fomos explorar a área de Palermo Hollywood. Pareceu ser uma área mais noturna, gostamos mais de Soho. Ainda assim, como não haveria janta, paramos para almoçar por lá. Havia um lugar com muito espaço ao ar livre, preços muito bons, gostamos. La Cabra. Não é um espetáculo em termos de sabor, mas é um espetáculo em termos de custo-benefício! Tem um pratão local de bife de chorizo que saía a incríveis 23 reais (o lema “quem converte não se diverte” não se aplica na Argentina de hoje em dia – você se diverte muito com a conversão!). Depois do almoço seguimos para Las Cañitas, outra região que não conhecíamos. Achamos mais charmosa que Palermo Hollywood. Deve bombar de noite, pelo que li, havia coisas fechadas naquela tarde. Paramos para mais um sorvete (Allegro) – foi o último da viagem. Todos os sorvetes de Buenos Aires estavam muito bons! De lá seguimos em longa caminhada para a região de parques de Palermo, especificamente para o Rosedal. No caminho havia o estádio de Polo e o Hipódromo. Apenas passamos por eles. Interessante que estávamos do lado do aeroporto AEP! O Rosedal estava fechado para manutenção, infelizmente. Mesmo assim a área é bem legal, gosto muito de parques. Havia um cachorro muito doido na área espantando os patos. Tão doido que o bicho se atirava no lago para correr atrás dos pobres patos! Numa dessas vezes ele não conseguiu voltar e lá foi a Katia ajudar o doido. Foi só subir e sacudir a água e lá foi ele novamente atrás dos patos. Figuraça! O cachorro mergulhador Retornamos ao metrô e ao centro. Paramos para umas cervejas de despedida numa área perto do hotel. Nosso taxi estava reservado para as 19hs. O voo de volta atrasou, chegamos de madrugada no Rio e dia seguinte tudo voltaria à rotina. E assim foi mais um feriado viajante. Considerações gerais: Custos: Tkt aerolineas – 1450 BRL cada um Tkt Colonia – 830 ARG cada um Quanto trocamos: 500 dólares e 400 reais, para os dois. Exclusas compras (que não fizemos) e inclusas algumas saudáveis esbanjadas gastronômicas. Câmbio: Fora os 100 reais que troquei no aeroporto, todo o restante foi na rua. A diferença estava muito grande: USD 10-11 na rua contra 7,8 no oficial. BRL 4,0-4,5 contra 3,2 no oficial. Felizmente não tive problemas com notas falsas. Taxistas: Em duas das outras vezes em que estivemos em BA, tivemos problema com taxi, e sempre por conta de taxímetro adulterado. Na segunda, assim que detectei o taxímetro adulterado, pedi para o cara parar e nos deixar ali. Não é diferente do que se vive no Rio de Janeiro. Não tive qualquer problema em BA dessa vez. Exceto os transportes de/para aeroportos, em todas as outras ocasiões nós pegamos taxi na rua mesmo. Felizmente foram todos corretos. Bicicletas – Buenos Aires está delimitando espaço para ciclovias na cidade. Nota 10 para a cidade nesse ponto! Enquanto isso, no Rio a prefeitura pinta figuras de bicicletas no canto do asfalto para dizer que ali é uma ciclovia e vender a imagem de que a cidade tem centenas de quilômetros de ciclovias.
  19. Primeiro mochilão. Parti de Natal/RN com conexão em São Paulo pela Gol, comprando por milhas saiu “de graça” a ida e volta para casa. Cheguei pelo Aeroporto Ezeiza, deixei para fazer compras no duty free quando voltasse. Descendo do avião, conforme dicas, procurei o Banco La Nación e lá troquei 1 mil reais por 2,48 mil pesos, foi suficiente para os 11 dias/10 noites, mas utilizei muito cartão de crédito também. Para ir até o Hostel contratei o bus Manoel Tienda León, custava um quarto do preço em um taxi e deixa num ponto central na estação de retiro e de lá tem serviço gratuito em vans e furgões do próprio Manoel Tienda León e deixou na porta do hostel. No caminho até o hostel se passa ao lado do centro de treinamento da AFA - Seleção Argentina de futebol . e vi muitas araucárias, árvore linda que é originária do Brasil(Paraná). Onde me hospedei: Milhouse Avenue (na Av de Mayo) reservei pelo próprio site do hostel que é super organizado recomendo para solteiros (quartos coletivos) e para casais jovens quarto de casal. Há também a filial que é o Milhouse Hipo, numa rua próxima. Se puder optar na chegada opte pelo Avenue, pois a localização é um pouco melhor e sua estrutura também um pouco melhor. Uma vantagem de ficar neste hostel também é que tem festa toda noite, das 10 da noite até duas da manhã, onde dá pra confraternizar com a galera do hostel, ele também tem passeios legais para quem não quer perder tempo fazendo a roteirização diária, mas optei por eu mesmo bater perna e conhecer os bairros com atrações. Apenas para ver o jogo do Boca Juniors. Paguei R$ 24,70 por dia para ficar num quarto coletivo misto (homens e mulheres) com seis camas (três beliches), por dez noites foram R$ 247 de hospedagem! Muito barato. E é legal porque conheci pessoas legais e diferentes, entretanto as vezes foi chato porque cada um chega para dormir num horário e os baladeiros acabam acordando os que gostam de conhecer a cidade de dia (como eu) , fora a um californiano que traçou uma mulher por noite naquele quarto o que acabava me acordando durante a madrugada. Por causa da localização do hostel, numa avenida onde se encontram boa parte dos locais a serem visitados no microcentro de Buenos Aires ficou fácil caminhar pelas ruas. Achei o Microcentro, como eles chamam o centro da cidade lá, parecido com o centro do rio e bairros como o catete e Cinelândia, ambas as cidades guardam uma arquitetura estilo francesa do século XIX com imensos prédios que ocupam o quarteirão inteiro ou quase todo. Notei que os pratos são muito bem servidos e normalmente um prato individual serviam bem duas pessoas. Notei que eles são bons com pratos de origem bovina, como carne e laticínios como queijo e doce de leite. Despois de apanhar um pouco é que percebi que é melhor pedir bem passado as carnes porque se não vem mais cru que o mau passado aqui no Brasil. Como fui entre abril e maio, peguei uma manifestação trabalhista que percorreu a rua que estava hospedado, passei por dentro da manifestação que foi pacífica. Queria ver um show de tango, me indicaram o señor tango, mas acabei fechando com o complejo tango valeu a pena pela comida e bebidas fartas, mas o show em se não achei deslumbrante, se tivesse nova oportunidade faria o señor tango. Nas longas caminhadas pelo centro percorri os pontos que descrevi no roteiro (http://www.mochileiros.com/roteiro-completo-buenos-aires-em-seis-dias-com-tigre-e-colonia-de-sacramento-uruguai-inclusos-t77487.html) Os pontos que percorri nos bairros Palermo, Recoleta, La Boca (Caminito) e San Telmo também estão descritos no mesmo roteiro, abaixo seguem fotos com a explicação do local e impressões. Araucária brasileira no caminho do aeroporto Ezeiza até o centro da cidade: Área comum no piso do hostel Milhouse Avenue onde fiquei hospedado durante toda a viagem tem wi-fi e para quem não leva note, tablete ou smartphone, há quatro computadores disponíveis para os hóspedes utilizarem, o pessoal de atendimento do milhou-se é muito legal e normalmente são mochileiros do planeta inteiro que rodam o mundo trabalhando alguns meses em diversos destinos, quando fui tinham muitos australianos trabalhando no hostel: Arquitetura dos prédios no centro da cidade: Abaixo, fachada do Café Tortoni, vale muito a pena ir, é um lugar histórico e turístico, tomei um café lá e depois de manhã fiz um café da manhã completo, estava acompanhado de uma amiga que também fez a viagem e cada um pediu um kit de café da manhã, veio comida demais, se pedíssemos um individual para os dois seria suficiente. Interior do café tortoni muito bonito, ele tem uma espécie de mini museu nos fundos da cafeteria sobre o tango e sobre a cidade de Buenos Aires, também possui um palco para apresentações de tango, mas não presenciei nenhuma: Mais da arquitetura do microcentro: CONTINUO NAS MENSAGENS ABAIXO ...
  20. Bem galera, depois de Machu Picchu (cuzco-machu-picchu-lima-10-dias-2-casais-t64001.html ) e Rapa Nui (Ilha de Páscoa) (relato-rapa-nui-ilha-de-pascoa-chile-4-dias-t69084.html ) chegou a vez de Buenos Aires. Primeiramente o básico (que morremos de ler aqui, mas na hora fizemos errado): peguem o taxi do guichê de DENTRO do aeroporto de Ezeiza (o do lado de fora é repleto de trambiques, notas falsas, confusões, furtos, brigas, etc; no nossa caso a corrida era pra ter sido 198 pesos e o cara cobrou 498, nos lascamos... mas tudo bem, foi o nosso único erro) . Outra coisa, deixem pra trocar dinheiro lá mesmo. Na bolsa esta 1 real para 2 pesos mas lá, em várias lojas, você consegue até 1 para 2,3; 2,5 e até 2,9. Cuidado só pra não trocar com qualquer um e pegar notas falsas. Ficamos no Argentina Tango Hotel, bem próximo ao Obelisco e ótima localização pois alguns pontos dá pra fazer a pé (como o próprio Obelisco, Casa Rosada (Praza de Mayo), Puerto Madero (Puente de La Mujer) entre outros, além de ficar próximo das estações de metrô (principalmente a Linha D). Não esquecendo da calle Florida pra quem vai para comprar... Depois da raiva do taxista e de conhecer esses pontos a pé, usamos o metrô para conhecer os bairros de Palermo e Recoleta. Visitamos a Plaza Naciones Unidas (Rosa Metálica), Plaza Itália, o Jardim Botânico (grátis) e o Jardim Japonês (16 pesos/entrada). Na Recoleta, fomos no famoso cemitério (a entrada é grátis mas compramos o guia oficial por 10 pesos). Para nossa surpresa o túmulo da Evita é bem simples (túmulo da família Duarte); a outros túmulos bem mais bonitos neste cemitério.
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