Ir para conteúdo

Pesquisar na Comunidade

Mostrando resultados para as tags ''dicas''.



Mais opções de pesquisa

  • Pesquisar por Tags

    Digite tags separadas por vírgulas
  • Pesquisar por Autor

Tipo de Conteúdo


Mochileiros.com

  • Perguntas e Respostas
    • Perguntas Rápidas
    • Perguntas e Respostas & Roteiros
    • Cupons de Desconto
  • Relatos de Viagem
    • Relatos de Viagem
  • Companhia para Viajar
  • Equipamentos
  • Trilhas e Travessias
  • Nomadismo e Mochilão roots
  • Outras Formas de Viajar
  • Outros Fóruns

Encontrar resultados em...

Encontrar resultados que...


Data de Criação

  • Início

    FIM


Data de Atualização

  • Início

    FIM


Filtrar pelo número de...

Data de Registro

  • Início

    FIM


Grupo


Sobre mim


Ocupação


Próximo Destino

Encontrado 48 registros

  1. Eu adoro escrever e contar um pouco sobre a minha impressão dos lugares. Não gosto de me ater às informações, história dos pontos turísticos, pois isso é fácil de encontrar. Venho aqui escrever minha humilde opinião e percepção dos lugares. Quem deseja viajar no verão para o leste europeu, leia essas dicas Considerações gerais sobre a viagem Ir no verão no leste europeu: tem o lado super positivo dos dias serem beeeem longos. Só fica escuro depois das 21h, então dá para aproveitar mais a cidade. Entretanto, é altíssima temporada, férias escolares no hemisfério norte todo (o que inclui a China, rs). Inclusive, os próprios europeus da parte Central, curtem muito passar férias no Leste por ser mais barato, indo para países fora da zona do Euro. Então, amores: vai estar cheio! Não espere ter uma cidade todinha para você, tirar fotos sem nenhum papagaio de pirata atrás. Mas o pior são as filas para as atrações, preço de hotéis mais salgado e passagens aéreas mais caras, sobretudo se você for viajar no recesso escolar do Brasil (duas últimas semanas de julho). Temperatura: eu dei o azar de pegar um calor insuportável. Sério, muito quente mesmo e olha que eu sou acostumada ao verão carioca. Mas isso é realmente aleatório, têm períodos do verão que fica mais frio. Eu fiquei acompanhando a temperatura antes de viajar para pensar na mala e uma semana antes da viagem estava relativamente frio, com temperatura mínima de uns 9° e máxima de uns 25°. Comparei com a temperatura do Rio de Janeiro que estava parecida (não com essa mínima tão baixa) e julguei que estava frio. Aí, enfiei vários casacos na mala. Mas o tempo virou total e não teve nenhum sinal de frio. Ah! A maior parte dos países do Leste estão sob efeito da continentalidade (olha a professora de Geografia :), ou seja, tem grande amplitude térmica, grande variação de temperatura entre os dias e as noites ( isso também se aplicando anualmente, no binômio verão X inverno extremos). Tipo assim, de dia, era tão quente quanto o Rio, mas a noite a temperatura cai drasticamente, quase 20° de queda. Então, as noites são gostosinhas. Por que decidimos viajar para o Leste Europeu: Visitar países que foram ex união soviética é muito interessante, né? . Mas esses países não se resumem a isso, eles possuem uma história riquíssima. Ia dizer que possuem "histórias únicas" mas não é bem isso, devido aos fortes laços históricos. Até 1993, existia a Tchecoslováquia, composta pela República Tcheca e Eslováquia, e que se tornaram independentes após a Revolução de Veludo. A Hungria fazia parte do Império Austro Húngaro de até 1918. Cada país, Hungria, Eslováquia e República Tcheca tem a sua própria língua mas que são parecidíssimas, eles nos disseram que mesmo sem estudar outra língua, eles conseguem se entender muito bem, acho que é até bem mais parecido que o português e espanhol. Mas, apesar de toda essa relação territorial, política, linguística, cada país tem fortes singularidades. Não é a toa que conquistaram suas independências. Explorar essas nuances foi muito interessante. Voos para o Leste Europeu: Eu acho que não tem voo direto do Brasil para nenhum país do Leste Europeu. Por isso, comecei a fazer pesquisas de voos para qualquer país da Europa e partir desse país, eu pegaria um voo de uma empresa low cost. Mas, como sou professora, tenho uma restrição fortíssima de datas para viajar e estava tudo MUITO caro. Muito mesmo! Um belo dia, surgiu um voo bem barato para Praga, não era direto, ok. Mas quando eu vi o tempo total de viagem eram de umas 25h para ir e 28h para voltar. Já fui descartando. Mas, pera, era um voo da Emirates com escala em Dubai. Lembrei que a Emirates permite parada gratuita em Dubai. Opa!!! Nunca visitei Dubai, por que não visitar agora? Dei uma olhada em hotéis, porque achei que aí que fosse pesar, e achei hotel 5 estrelas por 350 reais a diária e hotéis 3 estrelas por 150 reais. Hotéis bem localizados e tal... (sim, isso era tudo verdade, hotéis super bem localizados e maravilhosos). Fiquei toda feliz e comprei a passagem Rio X Dubai X Praga X Rio com uma parada na ida de 5 noites em Dubai. Estou escrevendo outro post sob a "furada" de ir para Dubai no verão com sensação térmica de 60°C (INSUPORTÁVEL, por isso estava tudo barato) mas isso é outra história… A duração dos voos foram: Rio X Dubai - 14 horas Dubai X Praga - 6 horas Bom, a Emirates foi eleita melhor companhia aérea por diversos anos e não foi a toa. O serviço é maravilhoso mesmo. Como se deslocar dentro desses países Você tem três opções: avião, trem, ônibus e alugando um carro. Vou falar de cada uma. Avião - As companhias low cost da Europa são uma mão na roda. As maiores são a Easy Jet e a Ryan Air. Vira e mexe tem promoção de passagem por 1, 5 ou 10 euros. Muito barato mesmo. Mas tem que ficar de olho e tentar comprar com antecedência. Mas fique atento porque você paga absolutamente tudo por fora, despachar bagagem, levar bagagem de mão, marcar assento, comida. Eu acho que se o ônibus ou trem demorar mais que 4 horas, vá de avião. Você vai economizar seu tempo, e lembre-se que na Europa o tempo é em Euro. Trem - a opção mais glamourosa, né? Os trens são lindos, chiques, paisagens maravilhosas e conta com o conveniente das estações estarem pertinho do Centro da cidade. Mas os trens andam muito caros! Nossa, um absurdo! Não viajamos nenhuma vezinha de trem. Os trens estavam mais caros que o avião também, sem chances… mas, assim, olhando com antecedência, às vezes surgem umas promoções bem boas de trem também. Ônibus - menos glamouroso, mas muito mais barato que o trem. Quando eu digo mais barato, eu não tô exagerando em nada. Um trecho que era 80 euros no trem, eu paguei 20 no ônibus. E é muito fácil comprar a passagem, acompanhar tudo. Os ônibus são muito confortáveis também. A empresa mais conhecida, na verdade, era a única que eu conhecia, é a Flix Bus. Ela tem um aplicativo em português, bonitinho e super prático. Alguns trechos você precisa pagar para reservar assento (1,50 euro) e se tiver mais de uma mala de porão (4 euros). No meio da viagem conhecemos a Regio Jet. Conhecemos quando fomos passar o dia em Bratislava. Compramos a passagem só de ida porque não fazíamos ideia de quanto tempo gastaríamos na cidade. Quando fomos tentar comprar a passagem de volta na Flixbus estava tudo esgotado. Daí, vimos essa empresa. Cara, a Regio Jet é bem melhor que a Flix Bus. O ônibus tem televisões interativas (iguais as de avião) individuais, café, snacks. Olha, maravilhosa a empresa, e pasmem, mais barata que a flix bus. Super recomendo baixar o aplicativo dela. Carro - Uma opção bacana mas muito cara, né? Fora que ficar de carro dentro das cidades é loucura. Principalmente em cidade grande que o estacionamento é caríssimo e que o legal é conhecer tudo a pé, entre um drink e outro. Mas carro é maneiro para quem tem tempo de parar e conhecer vilas pelo caminho. Como fizemos nosso roteiro. Antes de marcar as datas de ida e volta, hotéis, é importante dar uma estudada sobre cada cidade para avaliar o quão interessante ela é, fazer uma lista dos pontos turísticos que quer visitar, colocar tudo no mapa para verificar se estão situados próximos uns dos outros e etc. Feito isso, decidimos o número de dias. Decidimos também começar a jornada por Budapeste e ir subindo de ônibus para as outras cidades. Como chegaríamos em Praga pelo aeroporto, seria muito mais prático pegar um voo logo para Budapeste. Foi mais barato e rápido. Imagina ter que sair do aeroporto com mala e ir até a rodoviária ou terminal de trem? Nosso roteiro ficou assim: 11 Voo de ida 12 Dubai 13 Dubai 14 Dubai 15 Abu Dhabi / Dubai 16 VOO / Praga / Voo / Bud 17 Budapeste 18 Budapeste 19 Budapeste 20 Budapeste / ônibus / Viena 21 Vienna 22 Bratislava 23 Vienna / ônibus/ Praga 24 Praga 25 Praga 26 Praga 27 Praga / Voo de volta BUDAPESTE Chegada em Budapeste: chegamos em Budapeste vindo de um voo Dubai X Praga (pela Emirates) e outro voo Praga X Budapeste (pela Ryan Air). Golpe do cartão de crédito: Nessa parada em Praga levamos um susto imenso. Vou contar aqui porque pode acontecer com outras pessoas. Quando estávamos em Dubai, não conseguimos comprar nada com o travel money. Mas como eles falam árabes, nem sempre a gente se entendia, logo achamos que poderia ser um erro nas opções digitadas por eles na maquininha. Assim que chegamos em Praga, fomos tentar o usar o travel money e ele continuou não funcionando. Ligamos para o cartão e informaram que o saldo era de 7 dólares e que haviam sido feitos diversos saques nos dias anteriores. Ficamos apavorados! Pensamos mil coisas! Clonaram o cartão em Dubai? Agora, vocês imaginem a gente dentro do aeroporto prestes a pegar um novo voo e acabando de saber que tinham roubado todo nosso dinheiro? Vou resumir a história. Mas soubemos que os saques foram feitos nos Estados Unidos. Em muitos países, para sacar dinheiro não precisa colocar senha, é só inserir o cartão na máquina. A gerente do banco disse que foram saques sem uso de senha mesmo. Um dia antes de viajar, no Rio de Janeiro, o Fabio foi em uma agência do Banco do Brasil, no caixa eletrônico consultar o saldo do travel money. Eu acho que foi nesse momento que algum golpista copiou as informações do cartão e vendeu para alguém dos Estados Unidos. O dinheiro foi devolvido pelo banco. Mas o susto foi imenso. Viajando pela Ryan Air - gente, é um ônibus que voa. Ônibus urbano, porque ônibus de viagem é bem melhor, é claro. Mas, fora isso, foi tudo bem. Viagem de 50 minutos de Praga até Budapeste. Eu e o Fabio viajamos separados porque nos negamos a pagar reserva de assento. Mas estávamos pertos um do outro no avião. Aeroporto de Budapeste - na moral, podiam fazer uma obrinha, né? Que aeroporto feio, gente! Uma cidade tão turística poderia investir nisso. Fora que é muito pequeno, deve ter uma restrição imensa para receber novos voos por falta de espaço mesmo. Traslado Aeroporto X Centro - tem várias opções: taxi, Uber, shuttle de Van e ônibus. Não tem metrô, infelizmente. O ônibus é a opção mais barata. Tem um ônibus expresso o 100E que vai direto para o Centro, ele não faz nenhuma parada pelo caminho, só no Centro. Ou seja, demora o mesmo tempo que o Shuttle ou táxi ou qualquer transporte rodoviário. O inconveniente é que ele não vai te deixar na porta do hotel. Mas, a maioria dos hotéis estão num centrinho e ele vai te deixar pertinho. Ah! Lembrei de outro probleminha. Ele é um ônibus normal, então não tem lugar para colocar mala. A gente pagou um mico absurdo. A gente sentou, mas o espacinho entre os bancos mal cabia a nossa perna. Tivemos a ideia brilhante de apoiar a mala na porta do ônibus. Estava tudo lindo. Pensamos: só vai parar no Centro e quando chegar lá, se levantar alguém para descer, a gente levanta junto e segura a mala. Só que a porta abre tendo ou não gente para descer ou subir. Resultado: a mala voou na rua. A gente saiu gritando para pegar a mala da rua… que vergonha, gente! Custo do ônibus: 900 HUF Site da empresa de ônibus: https://bkk.hu/en/airport-shuttle/ Estações que ele para (é só verificar no mapa se está perto do seu hotel): Kálvin tér / Astoria M / Deak Ferenk ter O que achei - eu amei Budapeste! Que cidade linda! Qualquer lugar, qualquer rua, tem um prédio encantador. Mas, mais do que a estética da cidade, eu gostei da vibração. Achei o lugar acolhedor, gostoso de fazer coisas simples: sentar e ver o movimento da rua, andar por ruas aleatórias, tomar uma cerveja, ver o pôr do sol. É uma cidade com menos turistas que outras europeias. E também com menos imigrantes. Calma, eu sou a favor da migração, abertura de fronteiras, um mundo sem muros, miscigenação e tudo mais. Mas, é interessante ver uma capital de um país europeu tão "raiz", menos "explorada" ainda. É claro que, sei lá, pode ser que seja assim por serem xenófobos, não quererem estrangeiros. O porquê não sei, mas é legal ver essas nuances. De qualquer forma, eu achei o povo bem educado, muitos até bem simpáticos. Não é um povo expansivo, que te dê abertura para muita intimidade, mas são cordiais. Senti-me bem tratada o tempo todo. Depois eu li que só 2% da população é de imigrantes, número bem menor comparado com outros países europeus. Quanto tempo ficar - É possível fazer uma boa visita na cidade com 3 dias inteiros. Eu não fui a nenhum museu, então, se você tiver alguns museus para visitar, acho que pode acrescentar um tempo a mais. Preço da passagens - metrô, ônibus e bonde têm o mesmo preço: 350 HUF. Precisa comprar o bilhete na maquininha antes de entrar no transporte e validar assim que entrar. Só usamos o metrô uma única vez, quando voltamos da termas. A cidade é compacta, com disposição, dá para fazer tudo a pé. Mapa dos pontos turísticos: https://drive.google.com/open?id=1vA0plIHXYXs1bfszm8xQN5fmpMX0TJZC&usp=sharing Eu separei por cor. É uma sugestão de como dividir as atividades. No mapa acima estão todas as atividades turísticas. Vou colocar aqui abaixo o meu TOP 10, e alguns comentários sobre a minha experiência. Obs: Não está em ordem de preferência. Ruin Pubs - Nada mais é do que bares instalados em prédios em ruínas. A ideia deu muito certo. É tudo muito criativo, muito original. Adorei o ambiente, para cada cantinho que você olha tem alguma coisa interessante. O Szimpla foi o primeiro ruin bar e é o mais famoso. Pelo o que eu entendi, dentro do Szimpla são vários bares independentes (eu não entendi se todos pertencem ao mesmo dono ou coisa do tipo). O lugar LOTA! A gente foi lá diversas vezes, em horários diferentes, e sempre bem cheio. O único bar com cadeira disponível era em um que apenas servia vinho. Logo, bebemos vinho! Muita gente pega a sua cerveja e bebe em pé, mas no cansaço da viagem, eu queria degustar minha bebida confortavelmente. Foi ótimo! Praça Elizabeth a noite - Durante o dia, você não dá nada por ela. Parece só mais uma praça. A noite, a coisa muda. A praça fica lotada! Ela tem um espelho d’água, uma piscina grande, que fica bonita de noite e também tem uma roda gigante (que eu não andei). Geral fica sentado na grama bebendo, conversando, rindo. Um dia, tinha um grupo de brasileiro tocando pagode. Isso mesmo, um grupo de jovens com repique, tantan e cavaquinho. Foi bem engraçado porque eles tocavam e cantavam bem mal, e eles mesmos sabiam disso, mas era tudo na zoeira. Achei esse lugar bem democrático, só comprar suas bebidas no supermercado e se divertir. E eu gosto dessa coisa de atividades ao ar livre. Ponte das correntes à noite - Ah! Que ponte linda! Ela é linda qualquer hora do dia. Mas no entardecer, de noite, ela fica maravilhosa. Parlamento a noite - De noite, depois de ver a ponte das correntes, vá até o parlamento. Nossa, é impressionante. Ele fica muito lindo iluminado. Não deixe de ir de dia também, mas de noite é um show. Tem a opção de fazer um passeio de barco noturno pelo Rio Danúbio, de onde você terá uma bela vista do parlamento. Não fiz o passeio de barco, me dá muito sono : -P. Troca da guarda no parlamento - Quando você for ao parlamento de dia, tente ir na hora da troca de guardas que acontece de hora em hora. Exceto domingo, que eu acho que é às 10h e é mais elaborada. Eu achei legal poder tirar foto com os guardas, eles dão até um sorrisinho. Termas - falar em termas no Brasil pode remeter a coisas não muito familiares, rs. Mas tem uma cultura forte na Hungria com os banhos termais. Na verdade, isso é comum em muitos países frios. Então, eu acho que ir em uma casa de banhos termais é parada obrigatória em Budapeste. A mais famosa é a Széchenyi, inaugurada em 1913, que mesmo se não for para tomar banho, vale a pena visitar. Pelo o que entendi, rola uns tours guiados. O lugar é lindo, lindo, lindo. Impressionante como um banho de piscina pode ser tão glamouroso. Mas, além da beleza arquitetônica do lugar, o tomar banho de piscina em si é super divertido. E é uma atração tão boa no verão quanto no inverno, já que possui piscinas com águas bem quentinhas tanto na parte externa quanto interna. Na parte interna, eu percebi que possuem vários aquecedores, então ninguém morre de frio na hora que sai da piscina. Existem dezenas de piscinas, cada uma com uma temperatura diferente. As piscinas mais quentes, com 35°, eles sugerem ficar no máximo 20 minutos. Eu fiquei mais de 2 horas, rs! Essa água quentinha desidrata, então tem que beber água toda a hora. Existem piscinas para nadar mesmo, com temperaturas mais frias. E também tem uma parte da cerveja. Eu esqueci de ir na parte do bar, então nem sei explicar bem como funciona. Custa 5500 por pessoa, e 500 pela cabine. É assim, você ganha uma pulseira de plástico que serve para entrar e também para abrir a cabine. Cuidado para não perder a pulseira, pois a multa é altíssima. As cabines podem ser compartilhadas. Tipo, você e seu marido pode se trocar e tal na mesma cabine, que tem um espaço bem ok para guardar as coisas e se vestir. O local também tem secador de cabelo. É importante levar toalha!!!! Eu peguei a toalha do hotel e levei. Alugar uma toalha lá é bem cara. Mais uma dica. Se você quiser ferver na night, lá rola umas pool parties direto. Só checar nesse site a programação: http://szechenyispabaths.com/sparties/ Para chegar e sair, tem uma estação de metrô bem na porta. Na ida, fomos andando, e na volta pegamos o metrô. Pimentão recheado - Você já deve estar sabendo que a Hungria tem uma forte relação com pimentões. Os pimentões não são apenas um tempero, é o prato principal. Eles possuem uma grande variedade de pimentões e eles são bem diferentes e gostosos. Experimente pratos com pimentões! Eu adorei um pimentão recheado com queijo e azeite, uma delícia! Sinagoga - Nunca tinha ido em uma Sinagoga. A “Grande Sinagoga” (Dohány utcai zsinagóga) é a maior da Europa, com tours guiados excelentes. Vá com roupa apropriada, se for de roupa curta, tem que comprar um "roupão" gigante e colocar. Todos os homens são obrigados a usar um quipá. Existem outras sinagogas, mas só fomos nessa. Achei muito bacana, valeu muito a visita. Preço: 3000 HUF Igreja na Pedra (Sziklatemplom) - É uma igreja muito pitoresca construída na pedra. Ela fica no Monte Gellert, mas não precisa subir no monte para vê-la, ela fica na parte baixa. A entrada é paga. Basílica de Santo Estêvão (Szent István Bazilika ou St. Stephen's Basilica) - É a principal igreja católica da Hungria. Eu fiquei apaixonada por essa igreja, linda demais. Preste atenção nos detalhes, olhe para o alto, olhe o teto, olhe a cúpula, é tudo sensacional. Não deixe de fazer a visita da cúpula, você sobe de elevador. Depois que sair da igreja, tome um sorvete em forma de flor na Gelarto Rosa enquanto admira a fachada da igreja. VIENA O que achei da cidade: Linda e chata! rs A cidade é linda! Tudo muito bem preservado, um prédio mais lindo que o outro, arquitetura maravilhosa. Os palácios são encantadores (entretanto, depois de conhecer Versalhes, é involuntária a comparação, daí, você fica pensando “Mas, Versalhes é melhor…” rs). Tudo na cidade funciona bem: transporte público, limpeza, segurança. Possui uma história riquíssima. E por que achei chata? Achei tudo muito parado, sem vibração. E olha que fui em pleno verão, um calor muito forte, ótima oportunidade para as pessoas saírem de casa, se movimentar, mas não. Havia um festival de verão, estava até movimentadinho, fomos lá duas noites seguidas porque foi a única coisa mais legalzinha que achamos. Foi bom para beber e petiscar, mas muito sem graça. Achei Viena um destino muito sexagenário. Onde ficar: O centro, ali perto da Stephansplatz, é a melhor localização, na minha opinião. Mas, prepare o bolso, é muito caro. Ficamos em um Airbnb, e foi mais caro que todos os hotéis da viagem. O Airbnb ficava na Rua Bauernmarkt, localização boa. Mas não recomendo esse apartamento porque passamos muito calor, não tinha ar condicionado e era muuuuito quente. O prédio é muito feio e acho que só tinha a gente lá, porque parecia um prédio comercial meio abandonado. Trocar euros - se possível, troque em Bratislava, o valor era absurdamente mais barato que em Viena. Passagem do metrô: você compra na maquininha, tudo bem intuitivo, e tem essas opções de 24h, 48h e 72h. Pode valer a pena se você for utilizar o metrô muitas vezes. Como é possível fazer muita coisa a pé, quase não usamos o metrô. Bilhete único - 2,50€ 24h - 8€ 48h - 14€ 72h - 18€ Não pode deixar de fazer: Café Central: Ir no Café Central para almoçar ou tomar café. Os doces são maravilhosos. O café existe desde 1876 e é lindo!!! Não achei tão caro comparado ao custo da comida em geral na cidade. Nesse site vocês podem ver mais informações, assim como olhar o cardápio e os preços. https://www.cafecentral.wien/en/ Schnitzel - experimentar o Wiener Schnitzel, que é um prato super típico, que consiste em um empanado de porco. Isso tem em tooooodos os lugares! Vai ser difícil não comer algumas vezes. “Gespritzt” - Tomar algum “Gespritzt”, eu digo algum porque há várias combinações, mas a maioria é com vinho tinto (Rotwein Gespritzter) ou branco (Weisswein Gespritzter). Eles misturam uma água com gás, ou tipo um refrigerante, com uma bebida alcoólica. Não sei em outras épocas do ano, mas no verão é a sensação. Kasekrainer - Comer um pão com linguiça e queijo nas barraquinhas de rua. Nós comemos em frente ao museu Albertina, na Augustinerstrasse, e foi ótimo. Der Wiener Deewan - Esse é o nome de um restaurante paquistanês onde você paga o quanto quiser! Mas, além disso, a comida é uma delícia! E a sobremesa também é muito boa. Eu fiquei com vergonha de repetir, porque já tinha feito um prato de peão, mas pode repetir sim. Pagamos 10 euros por pessoa, mas o garoto da minha frente pagou apenas 5. A gente realmente achou a comida gostosa e achamos que valia a pena, e quisemos dar uma moral para eles. Esse é o site: http://deewan.at/ Film Festival on Rathausplatz: é um festival de filmes e gastronomia. Ficam dezenas de barraquinhas em uma área bem grande. Como eu já contei, foi o lugar mais animadinho da cidade. Esse festival ocorre sempre no verão. Eles montam uma tela gigante e uma arquibancada em frente a Prefeitura. Mais informações: https://www.wien.gv.at/english/culture-history/film-festival-rathausplatz.html (OBS1: só falei de comida até aqui) Palácios: Não tem como ir à Viena e não visitar os palácios. Dedique um tempo para se perder nos jardins dos palácios também. Os palácios são: Palácio de Schönbrunn, Hofburg e Belvedere. Naschmarkt: É a maior e mais antiga feira da cidade, e tem muita opção para comer. Não sei se escolhemos mal, mas não curtimos o restaurante. A comida foi cara e bem mais ou menos. Ainda assim, é um lugar legal para conhecer. Graben Street: É uma rua de pedestre que gostei muito , sobretudo pelos vários monumentos famosos, como o Leopoldsbrunnen e a Wiener Pestsäule. Provavelmente, você vai andar por toda essa região a pé, mas dê uma atenção especial à essa rua. Tente conhecer de dia e de noite, a iluminação noturna é linda também. Fazer um Bate e Volta em Bratislava: Bratislava fica pertinho, só 1h de ônibus ou trem. Vale a pena, se tiver tempo. (Obs2: tem outros pontos turísticos, museus, mas estou contando das coisas que mais gostei apenas) BRATISLAVA Como chegar: Optamos pelo ônibus porque custava 5 euros enquanto o trem custava 20 euros. Uma semana antes, o ônibus estava na promoção por 1 euro!! A gente não sabia bem o dia e hora que íamos e acabamos perdendo. O ônibus é o mesmo que vai para o aeroporto. O aeroporto fica entre Viena e Bratislava, ele dá uma paradinha rápida no aeroporto tanto na ida quanto na volta. Já contei logo no início, mas quando voltávamos de Bratislava, não tinha mais ônibus da FlixBus. Foi aí que conhecemos a RegioJet, uma empresa de ônibus melhor que a FlixBus e com preços bons também. O que achei: A cidade é um ovo, ou pelo menos a parte turística é bem pequena. Tem uma coisa ou outra bacana, mas nada de muito extraordinário, indispensável. Nós chegamos beeem cedo para aproveitar o dia todinho lá. Tinha poucos lugares para tomar café da manhã. Logo na entrada, tinha uns restaurantes bem pega-turista, com preços absurdos. Na hora do almoço tivemos uma feliz surpresa, comemos um inhoque com queijo de cabra divino! Eu nunca vi inhoque desse jeito, ele é menorzinho e mais seco. Só de lembrar me dá água na boca. Foi realmente algo muito diferente e delicioso, super recomendo. Olha a foto: O que vale a pena: a parte boa de Bratislava são os preços! Achamos muitas coisas com preços ótimos. Depois que saímos da Igreja Azul, andamos, andamos e por acaso saímos em um shopping chamado Eurovea. Lá, achamos uma casa de câmbio com preços maravilhosos e um monte de loja com coisas bem em conta. Lembro que compramos óculos da Quechua na Decathlon por uns 4 euros. Outra alegria foi a Pandora. A Pandora de Viena era mais que o dobro do preço da de Bratislava. Mesmo as peças em promoção (que é sempre o meu foco), em Viena era muito caro. Comprei anel, brinco por uns 15 euros cada. Também passamos no mercado e compramos bebidas, chocolates, porque era mais barato que Viena. PRAGA O que achei: Praga é uma cidade absurdamente linda! Muita história, tudo muito bem preservado. Entretanto, é tudo tão perfeitinho, que parece que é de mentira. Acho que essa minha visão foi baseado na multidão de turistas na cidade. Deixa eu explicar melhor. A cidade estava muuuuuuuito cheia! Esse foi um ponto bem negativo, tudo tinha fila e empurra empurra. Sabe quando você não vê os nativos, o povo mesmo da cidade? Eu só via turistas por todos os lados, senti falta de conhecer o povo deste país. Mesmo quando não era turista, tinha muito imigrante trabalhando por lá. Aliado à isso, eu me senti em um parque da Disney. Cada dia acordava e tinha os brinquedos, as atrações, para conhecer. Todas as atrações são feitas para turista. Assim, é claro que isso é bom, significa que a cidade é bem cuidada, e está se esforçando para oferecer os melhores serviços, mas meio que perde um pouco a alma do lugar. Eu tive um pouco essa sensação quando fui à Bruges (Bélgica), que é outra cidade que parece que deram uma mão de tinta, reconstruíram, mas ficou um pouco artificial (Praga não é tão artificial quanto Bruges). Eu criei uma outra Praga na minha cabeça. Achei que ia beber uma cerveja em um botequim, ia fazer coisas corriqueiras, mas não foi assim. Mas isso não significa que não tenha gostado. Eu gostei bastante. Só não recomendo ir no verão: muuuuuito calor, muuuuuito cheio e mais caro. E os tchecos? Como já disse acima, era raro ver um nativo. Mas a maioria dos que conheci foram bem arrogantes. Não dei sorte mesmo! A pior experiência foi no aeroporto, onde queríamos uma informação do tax free, e levamos sucessivos foras. Mas pode ter sido mero azar nosso. Como se locomover pela cidade: a gente fez tudo a pé. Só pegamos o bonde uma única vez para ir até Saint Peter. Mesmo assim, voltamos de lá a pé. City Pass - esse cartão dá direito à diversas atividades com descontos. A gente não comprou porque tinha muita coisa que não nos interessava, mas acho que vale a pena fazer uma lista das atrações que estão inclusas no city pass e avaliar se vale a pena comprá-lo: https://app.box.com/s/gmwmgis06twyc1s3al3x4v0azo49wwts Recomendações: comer um trdelnik na the good food, ou em qualquer lugar, esse doce é muito bom Letná Park: ir no entardecer, beber cerveja Ir no Cafe louvre, achei os preços normais e o lugar é bem bonito Ir na Absintherie, achei meio caro, mas o lugar é interessante de conhecer Tomar cerveja de cereja, para quem gosta de cerveja meio doce Ver o pôr do sol na Ponte São Carlos e em outra ponte chamada Štefanik Bridge, foi onde eu tirei a foto mais linda de pôr do sol em Praga. Foi por essa ponte que eu cheguei no Letna Park, para tomar uma cerveja. Mas há outros caminhos. Esse foi o pôr do sol: Mapa dos lugares que visitei. Está separado por cor. Cada cor eu visitei em um dia: https://drive.google.com/open?id=1HVn3sYd1gsW1jLqK7qPgBpTep3xvzBQ8&usp=sharing
  2. Olá! Você que aparece por aqui dizendo que “gostaria de começar a viajar mas que não tem dinheiro e nem sabe como”, sua hora chegou! Estas palavras são digitadas pensando em VOCÊ! Antes, vamos iluminar alguns pontos: O Mochileiros.com é um fórum [lê-se: o maior e mais completo fórum] de troca de experiências e certamente você poderá encontrar riquíssimos relatos de viagens para se inspirar, dicas do que usar, orientações de onde ir e informações que deixam qualquer CAT (Centro de Atendimento ao Turista) no chinelo! Dessa forma, sugiro que procure, fuce, explore! Como já diziam as nossas avós “Quem procura, acha!”. Fatão! Dessa forma, te convido a degustar isso aqui: https://www.mochileiros.com/blog/mochilao Outro ponto que sinto ser importante iluminar é que, ainda que leia TUDO isso e muito mais, nada, NADA, vai te ensinar mais do que a prática. Esteja ciente. E, o mais importante é aquele velho ditado “quem quer arranja um jeito, quem não quer arranja uma desculpa”. Porque quando você REALMENTE quiser fazer algo, nada, ABSOLUTAMENTE NADA, poderá te impedir de realizá-lo. Inclusive viajar. A ideia é que, a partir do compartilhar destas experiências que tive, você possa se inspirar e traçar o seu norte de acordo com sua proposta de viagem. Se você ainda não sabe disso vou te contar uma coisa: não existe certo ou errado, inclusive para viajar. Viajar sem dinheiro não te faz uma pessoa melhor do que quem viaja com dinheiro, e vice versa. O que nos faz uma pessoa melhor é nossa capacidade de expressar o Amor [em todas as suas faces como a paciência, a honestidade, a gentileza, o perdão...] através de nossos pensamentos, palavras e ações. Em toda e qualquer circunstância. A todo e qualquer momento. Você só saberá se viajar sem dinheiro - ou como dizemos, no modo roots – serve para você depois de se permitir ter sua própria experiência. Antes disso, qualquer pensamento não passa de masturbação mental e especulação. E isso também vale para quaisquer outros aspectos da vida. Permita-se. Vou separar por ordem das perguntas que mais recebi ao longo do tempo: SOBRE AS CARONAS :: Como pedir: tenha em mente que uma imagem vale mais do que mil palavras e que esta imagem que o(a) motorista receberá de ti irá durar pouquíssimos segundos para que decida parar ou não. A maior parte das vezes usei um grande pedaço de papelão como cartaz no qual escrevia bem grande o destino final, seguido de uma cidade intermediária logo abaixo. O papelão é importante pois ele não reflete a luz solar, além de ser facilmente encontrado por aí e ser suficientemente resistente contra a ventania da BR. Sempre carreguei três cores de tinta para tecido (branco, vermelho e azul/preto) e um pequeno pincel para caprichar na placa. Vale a pena. Sempre começava o dia antes de o Sol nascer e encerrava o deslocamento diário umas duas horas antes do Sol se pôr. Raras foram as vezes em que viajei de noite, até porque a exaustão física orientava os limites. Como acredito em trocas, sempre fiz pequenas lembranças (como filtros dos sonhos ou dobraduras) para dar como forma de agradecimento a cada carona recebida. Também é importante lembrar que a carona é um genuíno e sagrado ato de confiança mútua e geralmente o deslocamento é oferecido em troca da sua história! A maior parte das pessoas que oferece carona está interessada em ouvir sobre você por se identificar ou pela curiosidade em si. Além disso, no caso dos caminhoneiros(as) a conversa é uma forma de quebrar o silêncio dos longos quilômetros de solidão que enfrentam diariamente. Alguns querem ouvir histórias, outros querem contar as suas histórias, desabafar sobre alguma questão ou simplesmente ter a oportunidade de falar. Deguste estes momentos. Aprenda. Ensine. ::Onde pedir: se estiver em trechos de BR, no mais amplo e longo acostamento em linha reta possível, nunca em curvas pois tanto o(a) motorista quanto você não terão visão. Em trechos de subidas/descidas/morros não adianta pedir carona no início da descida ou no final dela pois os veículos descem embalados em alta velocidade e não vão parar. Neste caso, ande até chegar no topo da subida do morro onde a velocidade é reduzida ou até o próximo trecho de linha reta com acostamento. Às vezes você poderá andar quilômetros até encontrar este trecho... Também é possível conversar com caminhoneiros estacionados em postos de combustível e acertar a carona. Ficar na saída dos postos também é um bom lugar, assim como logo após radares e lombadas onde os(as) motoristas obrigatoriamente passam com a velocidade reduzida aumentando o tempo do olho-no-olho. Um pouco a frente dos postos da Polícia Rodoviária também pode funcionar. SOBRE DORMIR ::Como e Onde dormir: Só não dormi em barraca nas vezes em que fui convidada para dormir em alguma pousada, bangalô, hostel ou casa de amigos feitos durante a viagem. Houve ainda duas ocasiões em que montei a rede. Mas a via de regra para não gastar com hospedagem é dormir com a barraca “moitada” (escondida) em algum lugar. Em trechos de BR geralmente falava com o segurança do posto de combustível e perguntava onde poderia montá-la para passar a noite (o famoso "mocó"). Em trechos de interior encontrava algum mato no meio do nada que muitas vezes se tornava meu endereço fixo por dias, ainda mais se tivesse rio ou cachoeira nas proximidades! E enquanto viajava de bicicleta tive duas experiências muito positivas utilizando o www.warmshowers.org. Em trechos urbanos e pontos muito turísticos é realmente mais difícil (~quaaase impossível) encontrar um lugar minimamente tranquilo e seguro para passar a noite, então sempre que possível trocava trabalho por estadias em campings ou hostels caso fosse necessário ficar mais dias no meio da civilização. Dentre as definições de trabalho posso citar: carpir terreno, podar árvores, pintar ou envernizar portas e janelas, pintar paredes, desenhar mandalas, consertar tomadas, chuveiros, lâmpadas ou outros reparos básicos de elétrica, trabalhar na recepção, lavar banheiro e cozinha, cuidar de jardins, bioconstrução, permacultura, paisagismo, tradução de textos e inclusive troca de artesanatos. Quaisquer dons e talentos podem (e devem!) ser usados. Autoconfiança é tudo. rsrsrsrs Tenha em mente que sempre que for moitar quanto menos atenção chamar, melhor para seu sono, seja em um posto de gasolina ou no meio do mato. Monte a barraca chamando menos atenção possível (ainda que isso signifique que terá de esperar algumas horas a mais - mesmo estando exausto(a)!!! - para que o movimento diminua). Se estiver no mato, tenha ciência de que fogo chama atenção e deve ser sabiamente manuseado (ainda mais em áreas naturais em períodos de seca, e isso vale para cigarros, incensos, velas) e examine bem o terreno quanto a possibilidade de formigas, cupins, pedras e gravetos. No litoral facilmente poderá pernoitar em postos de Bombeiros Guarda Vidas ou quiosques a beira mar. SOBRE TOMAR BANHO Durante períodos de deslocamento, como a maior parte dos pernoites ocorriam em postos de combustível, os banhos eram tomados nos próprios postos. No Sudeste, a maior parte dos banhos são pagos (entre R$3 e R$7) e para ter acesso é necessário retirar uma ficha com o frentista. Nunca paguei, sempre pedi cortesia e sempre ganhei. Mas atente ao tempo: pode variar de 6 a 8 minutos, mas garanto que serão minutos deliciosos... rsrsrsrs Centro-oeste, Norte e Nordeste apresentam em sua maioria banhos livres e gratuitos onde será possível até lavar aquela roupa em estado de decomposição avançada, porém não espere por chuveiro aquecido (o que é uma dádiva devido ao calor!). No Sul, os chuveiros são aquecidos e em sua maioria gratuitos. A composição dos banheiros pode variar muito: desde um cano que cai água até o luxo dos boxes de vidro com paredes de mármore e regulagem de temperatura e pressão. Permita-se ser surpreendido... rsrsrsrs Já em trechos urbanos recomendo o mantra “durmo sujo(a), acordo limpo(a)”... ¯\_(ツ)_/¯ Mas já consegui (em uma ocasião em que estava quase ligando para a vigilância sanitária me interditar hahahaha) trocar um banho em um hostel às 22h no meio de Belo Horizonte por... cristais!!! rsrsrsrs Mas no geral, como meus destinos sempre envolveram rios e cachoeiras, isso nunca foi um problema. Já cheguei a passar bastante tempo no mato relativamente longe da fonte d’água, o que não me impediu de ir a cada dois dias encher os galões ou de fazer um chuveiro com garrafa pet. A necessidade é a mãe da invenção! SOBRE COMER A maior parte de minhas viagens foram baseadas na troca ou na contribuição voluntária, só depois passei a vender artesanatos. Esse processo foi ocorrendo naturalmente a partir da maneira que passei a me relacionar com o dinheiro e com minhas reais necessidades. A princípio, sempre busquei manter meu estoque de “lembas” (vide: The Lord of the Rings) cheio. Isso quer dizer que sempre carreguei alguns alimentos básicos: amendoim salgado torrado, aveia, chia, uvas passas e cacau africano em pó e, eventualmente, bananas, maçãs ou pepinos. Também sempre carreguei alguns temperos como sal rosa do himalaia, canela em pó, cravo e orégano. Independente da situação, passava muito bem com estes alimentos o tempo que fosse. Na verdade, raramente me alimentava durante o dia por saber que a barriga cheia diminui o rendimento (principalmente viajando de bicicleta). Então, posso afirmar que nunca passei fome. O que fazia ao chegar nos postos de gasolina era pedir uma marmita no restaurante self service dos caminhoneiros [que fica nos fundos dos postos de gasolina das grandes redes, como GRAAL ou BR – onde também tem café de graça] e sempre fui prontamente atendida. Ao passar pelas cidades, qualquer restaurante oferecia marmita ao final do expediente, alguns solicitavam que deixasse algum pote com tampa para retirar posteriormente. Muitos montavam mesas com banquetes na relação de “quanto menor a cidade, maior a generosidade e recepção”. É claro que houve casos em que negaram o pedido de comida e, independente da falta de generosidade ou empatia, o fato é que ninguém é obrigado a nos dar nada. Ninguém nos deve nada, assim como não devemos nada a ninguém. Esses foram “nãos” essenciais ao meu crescimento pessoal e à compreensão de que é sábio buscar ser autossustentável em todos os aspectos da vida. O verbo que recomendo que conheça é manguear: a arte de trocar o seu artesanato diretamente pelo produto que precisa, sem precisar vendê-lo intermediariamente para só depois utilizar o dinheiro. Já mangueei colares de macramê e filtros dos sonhos por marmitas, lanches e sucos. Se for ficar um período maior em alguma cidade, encontre o maior mercadinho que tiver e descubra quando é a xepa. A xepa é o dia que antecede a chegada de novos produtos de hortifruti quando é possível pedir pelas frutas e legumes mais passadinhos (no limite do consumo) ou você pode comprá-los pelo simbólico valor de R$0,99/kg. Evite os produtos com marcas de bolor (como mamão e caqui) pois isso pode te livrar de uma bela diarreia fúngica. Esta assepsia também te livra da cólera e de morrer por motivos estúpidos... rsrsrsrs Sempre que fiquei parada por mais tempo em algum lugar usava uma pequenina panelinha em um fogão feito com latinha de refrigerante à álcool etílico (atenção ao manuseio!!! Para apagá-lo é necessário abafá-lo!!!). As cidades também possuem Centros Espíritas assistencialistas que geralmente oferecem durante a semana refeições em algum determinado horário. Em alguns lugares é conhecido como “sopão”. A verdade é que muitas são as refeições que se recebe, ainda mais se viajar de bicicleta. SOBRE LAVAR ROUPA Pelo menos uma vez na semana será necessário fazer essa função. Sempre que possível lavar no banho e já pendurar a peça de roupa na barraca para secar até o dia seguinte: faça! Nas regiões mais quentes isso é tranquilo de fazer. Se você tiver dinheiro, os postos de combustível das grandes redes possuem lavanderias pagas e sua roupa é entregue lavada, passada, limpa como nova e tudo isso enquanto você dorme! Pessoalmente nunca utilizei esse serviço, mas pude testemunhar muitos caminhoneiros utilizando-o. Mas bom mesmo é poder ficar na beira do rio e lavar roupa na pedra... Mas não se esqueça de usar sabão biodegradável (de coco de babaçu ou de cinza), por amor! Também é possível lavar roupas sempre que algum convite para hospedagem acontece. E também é possível usar uma roupa sem lavar por mais tempo do que você está imaginando agora... rsrsrsrsr SOBRE IR NO BANHEIRO Não tem mistério: “Moça(o), posso usar seu banheiro?” hahahahah funciona na maior parte dos estabelecimentos, ainda que seja apenas um buraco no chão no melhor China Style! Se estiver pelo mato acampado(a), não faça do seu banheiro a beira dos cursos d’água. Faça looonge, e enterre bem! E, se for ficar acampado(a) por mais tempo e não conhecer os princípios de decomposição de um banheiro seco, não faça sempre no mesmo lugar. No caso de ficar complicado sair de noite para fazer xixi, as garrafas pet estão aí, né, gentem?! E para as meninas existe o oigirl ( https://www.oi-girl.com.br/ ) e o InCiclo ( http://www.inciclo.com.br/ ) Só sucesso! O que é realmente importante que tenha em mente é qual o seu objetivo e qual o preço que está disposto a pagar por isso? Quer viajar sem dinheiro por curiosidade? Diversão? Por liberdade? Convicção política? Fetishe? ( ͡° ͜ʖ ͡°) Para conhecer algum destino específico? Para ter experiências únicas? Conheça o que te move e saberá o que pode te derrubar. Está disposto a ficar longe do conforto? Precisa dormir bem toda noite? Tem pressa? Não gosta de interagir? Saiba qual o preço que está disposto(a) a pagar e nada poderá te derrubar. Se quiser saber sobre o que aprendi viajando, clica aqui: Se quiser saber sobre perrengues, espia: Se está buscando inspiração audiovisual, vai fundo: O resto é poesia.
  3. Confiram o vídeo com técnicas para poda: https://youtu.be/JlASpbrrdxE Motivação Precisava para serviços básicos de marcenaria, podas das árvores frutíferas do quintal e serrar toras para fazer tábuas de churrasco. Preço R$ 40,00. Existem diversos preços para as mais variadas categorias e tamanhos. Por exemplo, só da marca Ramada existem diversos tamanhos para as categorias Diamante e Ouro, onde a Ouro possui uma afiação e resistência maior que a Diamante. Resumo Cumpre o que promete, no entanto para serviços mais pesados como serrar uma tora... o menino miou.
  4. Bom dia, farei meu primeiro mochilão Bolivia e Peru. Toda e qualquer dica, será muito bem-vinda. Criei meu roteiro sozinha. Estou sentindo um frio na barriga desde já. rsrsrs... Se alguém também planejou para essas datas, podemos nos conhecer. Agradeço a todos! roteiro.docx
  5. Boa tarde. Quero sugestões de cidades em todo o estado de São Paulo, que são tranquilas, românticas e com bastante vegetação e área verde!?
  6. Boa tarde. Quero sugestões de cidades em todo o estado de São Paulo, que são tranquilas, românticas e com bastante vegetação e área verde!?
  7. Guh030912

    Dicas

    De carro para o nordeste de sandeiro 1.0, dicas de paradas e lugares para visitar,hotéis,restaurantes desde já agradeço
  8. E ae pessoal Beleza? Então, venho aqui pedir o auxilio da experiencia de vocês que viajaram de carros antigos ou que vocês consideram antigos para estar na estrada(o que nao faz sentido pra uns, faz para outros e no fim nao importa); por gentileza, além daquela manutenção em dia, vocês indicariam o que mais? pé tranquilo? Não tenho como fazer uma zerada no motor(sinceramente nao me aparenta precisar), mas deixarei o veiculo em dia com suspensão, freios, pneus e alinhamento. Farois em funcionamento tambem, e de que me faltaria além da coragem? Deixem, por favor, sua colaboração de experiencia! Meta: Campo Mourão -> Uruguai -> ? -> Campo Mourão Valeu time! Abraço e bons ventos para suas viagens!
  9. Hey guys! I'll be backpacking around Bolivia the entire month of January, could anyone help me with tips and exchange rate? I'm beginning to plan and save money! I'll arrive at Santa Cruz de la Sierra and the idea is to do: Santa Cruz Sucre Potosí Uyuni Cochabamba La Paz Copacabana - Something in Peru, like Puno and Arequipa Back to La Paz to head to Santa Cruz and return home... Can anyone help me please? Thanks! Oi gente! Vou viajar pela Bolívia durante todo o mês de janeiro, alguém poderia me ajudar com dicas e principalmente taxas de câmbio? Estou começando a planejar e economizar dinheiro! Vou chegar a Santa Cruz da Serra e a ideia é fazer: Santa Cruz Sucre Potosí Uyuni Cochabamba La Paz Copacabana - Algo no Peru, como Puno e Arequipa De volta a La Paz, siga para Santa Cruz e volto para casa ... Alguém pode me ajudar por favor? Obrigado!
  10. Para melhor entendimento do roteiro que fiz, é preciso explicar que cheguei em Barcelona pelo mar, de navio, em uma terça-feira e ficamos hospedados em uma cidade vizinha a Barcelona, chamada Badalona há cerca de uma hora do centro, na casa de um familiar, o que nos fez economizar bastante. Fomos eu e minha namorada, com três malas ao total. Assim surgiu o primeiro problema, tínhamos bagagem, mas não valia a pena ir até a casa de meu primo, deixar as malas e voltar para o centro, perderíamos tempo demias. A solução que encontramos foi deixar as malas em um locker na Praça Catalunha. Dia 1 - Centro Atracamos no Porto de Barcelona por volta das 08h da manhã, mas só conseguimos de fato estar prontos para iniciar a viagem por volta das 12h (Nossas malas demoraram uma eternidade para aparecer na esteira). Assim que pegamos as malas, pegamos um taxi do Porto até a Praça Catalunha (cerca de 10 euros), deixamos nossas malas no Locker (pagamos cerca de 15 euros e podia ficar até as 20h salvo engano) e começamos o passeio pela Praça Catalunha, que é IMENSA, muito bonita e com pombos até umas horas (pense numa praga kk). Continuamos o passeio subindo a Avenida até a Casa Battló Gaudí, que na época estava em reforma, por isso sua aparência era diferente do que vimos nas fotos antes de irmos. Seguimos caminhada pela Avenida até a Casa Millá (tudo muito perto), esta sim estava linda como esperávamos. Praça Catalunha Casa Batlló Casa Mílla Após tirarmos algumas muitas fotos, demos meia volta e seguimos sentido Praça da Catalunha novamente. Onde se inicia a famosa La Rambla, um calçadão com vários bares no meio da rua e comércio a toda parte que vai desde a Praça Catalunha até o Monumento a Colón, uma estátua gigante, no meio de uma bela praça em homenagem ao descobridor Cristovão Colombo. Las Ramblas Monumento a Colón Depois das fotos, já estávamos morrendo de fome. Até tínhamos comidos umas frutinhas que levamos do navio na mochila durante o passeio, mas já não dava mais conta. Fomos pela La Rambla novamente procurar algum lugar bom e barato. (Importante: TUDO lá é mais caro que o normal e certamente não é o melhor possível, visto que é o ponto mais turístico da cidade. Estávamos ciente disto, mas não tínhamos o que fazer, pois nosso tour continuava pela área). Encontramos um bar que oferecia entrada, prato principal e uma bebida por 15 euros, achamos, em conta comparado aos outros. Dividimos o Menu e comemos uns "Nachos" com queijo (com aspas pois na verdade era Doritos), uma "Paella" tradicional (arroz com alçafrão) e tomamos uma cerveja (com certeza a melhor coisa do almoço. A paella era relativamente grande e deu pra dividir, então saiu 15 euros para os dois o almoço. Não foi dos melhores, mas pelo preço e local, foi a melhor opção. Após almoçar, só tínhamos mais um ponto, para ir, o Mercado La Boqueria, mas como havia tempo, decidimos sair andando pela La Rambla e percebemos as placas indicando uma Biblioteca da Catalunha, a maior bibioteca que vi na minha vida, era imensa, tentamos entrar, mas desistimos pela ignorância da atendente (pode entrar 0800), mas tiramos muitas fotos no hall de entrada e por fora kk. Voltamos para a Rambla no sentido do Mercado La Boqueria. Um mercadão muito grande, com muita variedade, muita coisa diferente, muitos frutos do mar, morangos gigantes. Vimos ouriço sendo descascado para ser refeição, lula e polvos bombados de grande, ostras muuuito grandes (como amante de ostra, tive que experimentar, pelo valor de 3 euros). Mercado La Boqueria Ostra gigante Depois do Mercado já eram por volta das 4h, voltamos a Praça Catalunha, pegamos nossas malas, paramos na Mc Donalds da praça para usar o Wifi e ver no Google Maps a melhor forma de chegar a casa do meu primo em Badalona (O metro é a melhor forma de se locomover em Barcelona, sem dúvidas). Compramos o T-10 por cerca de 10 euros que dá direito a 10 viagens nos transportes públicos de Barcelona (metro, bus e trem). OBS: O google Maps nos ajudou muito, nos guiamos por ele e sempre nos dava a melhor opção. Depois de uma hora no metro em hoário de pico, corre corre, cheio de mala grande, um ônibus, ter parado algumas descidas depois do que deveríamos e uma andadinha de leve com mala até umas horas, chegamos a casa de meu primo, onde comemos uma pizza com ele, tomamos um vinho, planejamos o dia seguinte e formos dormir, mortos de cansados. Dia 2 - Sagrada Família, Parc Guel, Bairro Gracia Acordamos por volta das 8h, tomamos um café da manhã reforçado e partimos. Desta vez sem malas!! kkk Da casa de meu primo até a estação de metro é uma caminhada de cerca de 10 minutos descendo, preferimos ir andando para se ambientar do que pegar um busão. Pegamos o metrô e descemos na estação Sagrada Família (como disse, o Metrô de BCN é fantástico). Tiramos muitas fotos da impressionante Igreja que nunca ficou pronta (previsão para 2022 salvo engano), mas não entramos pois as filas são enormes. Dizem que vale muito a pena, mas como tínhamos poucos dias na cidade e muita coisa a conhecer vimos apenas por fora. Por lá, achamos um wifi grátis e vimos no Maps como ir ao Parc Guell. La Sagrada Família O Parc Guell é gigante, em um morro muito alto com uma vista linda de toda a cidade de Barcelona. Para chegar, ao descer do metrô subimos eternamente por uma escada e depois ladeira até de fato chegar. Lá em cima é lindo, muito grande, cheio de árvores, muitos turistas, ambulantes e nativos fazendo e exercícios. Há uma parte paga no Parc, onde tem os famosos bancos de mármore coloridos, mas estavam em obras e assim apenas facilitou nossa escolha de não pagar. Tiramos muitas fotos, sentamos em banco com mesa e comemos umas frutinhas que levamos da casa de meu primo. Após descansar um pouco já era por volta das 13h, descemos o morro e pegamos o metrô para o bairro de Gracia. Bairro dos estudantes estrangeiros, muito bonito, aconchegante e, principalmente, boêmio. Por indicação de meu primo, que já havia morado por lá, após fazer um passeio pelas ruas e praças, fomos a um restaurante brasileiro delicioso naquele bairro. Pagamos cerca de 22 euros cada um, em um menu completo com bebida perfeito de baum. O nome do restaurante é Miriot, valeu muito a pena e o pessoal de lá é super gente boa. Parc Guel Entradas do Restaurante Miriot, no bairro de Gracia Um outro primo que também mora por Barcelona, marcou de nos encontrar no final da tarde em uma Casa de Jamóns, típico presunto de Barcelona, perto da Praça Catalunha. Fomos andando do Bairro Gracia até lá (cerca de 20 min) e como tínhamos tempo, na caminhada entramos em um Museu 0800 muito legal que estava com exposição sobre o futuro de Barcelona. Encontramos meu primo e fizemos um passeio pelo bairro Eixample, próximo a Praça Catalunha que tem uma estética peculiar (todos as esquinas são em formato de quinas). Já pelo início da noite, paramos em um bar de tapas e tomamos uma cerveja comendo os deliciosos Mexilhões no vapor (pense num troço gostoso). Ao fim, fizemos uma boa de uma caminhada até o Arco do Triunfo, que há noite fica lindo, encontramos o outro primo e pegamos um trem de lá mesmo em direção a Badalona. Ao descer do trem, fizemos aquela andadinha básica de 10min, mortos de cansados, com o frio já pegando, até em chegar em casa e capotarmos. Arco do Triunfo Dia 3 - Ciutadella, La Barceloneta e Mountjuic Começamos o terceiro dia exatamente de onde paramos o segundo. Depois de (claro) um belo café da manhã, pegamos o trem de Badalona até a estação do Arco do Triunfo, onde começamos o mais cansativo dos dias. O Arco do Triunfo fica na "entrada" do Parc de la Ciutadella. Bonito parque onde estão localizados várias estátuas, monumentos e até o Parlamento da Catalunha. Tiramos várias fotos por lá, curtimos o parque, caminhamos ao ar livre e partimos para La Barceloneta, a famosa praia de Barcelona. Para chegarmos lá, demos uma bela de uma caminhada (cerca de 20min). Sentamos em um banco de frente para o mar e comemos nossas frutinhas de lei, conversando besteira, vendo o povo surfar numa água gelada da gota e uma turma jogar um vôlei. Parc de La Ciutadella La Barceloneta Calle de La Barcelonetta Depois de uns 30min relaxando na beira da praia, fomos para a pizzaria NAP em Barceloneta mesmo. Pizza boa, grande e muito em conta. 6 euros a mais barata e 500ml de cerveja foi cerca de 3 euros. NAP Pizza em La Barceloneta Comemos bastante, cientes de que tínhamos muito a fazer ainda naquele dia. De barceloneta, pegamos um busão e descemos na Praça da Espanha (todo o deslocamento com a ajuda do Google Maps, óbvio kkk). Onde pegamos outro bus subindo em direção ao Castelo de Montjuic. Esta área foi construída para as Olimpíadas de 1992. Tendo vários pontos turísticos em sequencia. O ônibus para em cada uma delas (Fonte Mágica, Vila Olímpica, Estádio Olímpico, Jardim Botânico, Fundação Juan Miró e por fim, o Castelo). Tivemos que fazer escolhas tendo em vista o curto tempo (já eram umas 15h da tarde). Então descemos na Fundação Juan Miró e enquanto ela foi admirar as artes (cerca de 16 euros e dura mais ou menos 1h a visita) eu voltei andando até o estádio Olímpico. Nos encontramos após uma hora e pouca, pegamos o ônibus novamente e enfim subimos até o Castelo. Estádio Olímpico O famoso "Poema 3" na Fundação Juan Miró Nesta hora, fiz o maior erro da viagem e deixei minha mulé muito estressada kkk. Assim que chegamos no Castelo tiramos fotos no jardim da frente e na entrda principal e fomos em um caminhinho ao lado, momento em que tive a brilhante ideia de dar a VOLTA no Castelo andando por esse caminho. Não escutei as orientações dela e... andamos 30min e não chegamos a canto algum. (O castelo era imenso e não tinha fim, a curva nunca chegou). Dei a volta e depois de uma hora perdida chegamos no topo com o sol se pondo. Ai foi minha hora de me redimir "Ta vendo? Foi tudo planejado para vermos o pôr do sol daqui". Importante dizer que só fomos na parte 0800 mesmo, não vimos muita necessidade de ir na parte paga pois era apenas para poder subir um andar a cima na vista. O valor não valia a pena. No 0800 não se deixa de ver NADA. O Castelo é muito grande, muito lindo e tem uma puta vista para a cidade e principalmente para o porto de Barcelona. Ficou melhor ainda por termos a honra de ver o pôr do sol lá comendo umas batatinhas que compramos no mercado. Castelo de Mountjuic Pôr do Sol no Castelo Voltando para pegar o último ônibus descendo de volta a Praça da Espanha, minha mulher viu o teleférico e decidiu que no outro dia iria voltar ali para conhecer. Descemos de ônibus até a Fonte Mágica de Mountjuic e chegamos na hora certa para assistir o show da fonte, tudo, de fato, saiu como planejamos. Apesar da perda de tempo tentando dar a volta no Castelo kkk. O show da Fonte Mágica de Mountjuic é completamente INCRÍVEL e IMPERDÍVEL. Você tem que assitir. Dura uma hora e tem dias e horas certas para acontecer. Só buscar no google que acha. Quando estávamos lá, só acontecia de quinta à domingo, sempre às 20h. Assistimos o espetáculo bem na frente (batendo água da fonte na gente) e ficamos de queixo caído, foi lindo. O Castelo e esse show foram pontos muito altos de Barcelona. Show da Fonte Mágica de Mountjuic Após assistir grande parte do show, voltamos a praça da Espanha e fomos ao Shopping que tem lá. O Shopping tem estrutura antiga, era uma arena de touradas antigamente. Hoje em dia é um shopping, mas a fachada continua a mesma. Já estavam fechando tudo, só a praça de alimentação ficou aberta, para nossa sorte. Achei um restaurante que já tinha lido sobre e fomos lá. O nome é Gustos é há em outras localidades também. Dessa vez dividimos um arroz negro e tomamos uma sangria. Sensacional de gostoso e muito em conta, visto que o prato é grande e deu para dividir para nós 2. Arroz Negro com Sangria no Gustos BCN Ao fim, ainda tomamos uma cerveja em um barzinho na calçada da praça, para fechar o dia com chave de ouro. Por volta das 23h pegamos o metrô (que fechava as 00h e não sabíamos, ou seja, demos muita sorte) e uma hora depois, estávamos em Badalona. Ainda fizemos uma caminhada de 10min subindo ladeira, pois os ônibus de Badalona já haviam parado. Já estava muuuito frio também. Então pegamos um sufoco grande no fim desse dia. Dia 4 - Camp Nou, Teleférico, Bairro Gótico e Poblenou Neste dia, dormimos um pouco mais, devido ao intenso dia anterior. Só saímos de casa por volta das 10h da manhã. E os caminhos se dividiram. Eu queria muito ir ao Camp Nou e ela ao Teleférico de Mountjuic. Pegamos o metrô em Badalona e descemos em paradas diferentes. Fiz o tour que todo amante de futebol tem vontade de fazer um dia, entrei no campo onde Messi e Suarez fazem gols e desfrutem do bom Museu Interativo do club. Foi salgado o preço, mas valeu muito a pena. Me custou cerca de 30 euros, com a duração de 1h30min/2h. Camp Nou Enquanto isso ela, foi até a praça da Espanha, subiu de ônibus até o Castelo, e de lá desceu de Teleférico até Barceloneta (vista incrível). Teleférico de Mountjuic Nos encontramos na Praça Catalunha, almoçamos no 100 montaditos (muito ecônomico e gostoso. A cerveja é 1 euro) mais uma vez e fomos para o bairro Gótico, a única coisa que faltava no nosso cansativo roteiro. Chegamos a Catedral de Barcelona, tiramos algumas fotos e demos uma passeada em sua grande dimensão, mas o cansaço acumulado bateu. Vimos um Irish Pub e não pensamos duas vezes. Passamos a tarde tomando Guiness e descansando um pouco. No final da tarde, um de meus primos chegou por lá e fomos com ele conhecer o bairro gótico. Ainda bem que fomos, é muito lindo, ruas bem estreitinhas, muito charmoso. Passamos pela praça onde está localizado o Prédio da Presidência da Catalunha. O palácio da música é um 10, muito bonito por fora e por dentro. Catedral de Barcelona Bar irlândes Calles do Bairro Gótico Palácio da Musica da Catalunha Já à noite, demos uma senhora andada até o o bairro Poblenou (cerca de 30min). Onde encontramos o outro primo e fizemos um pubcrawl pelo bairro. Jantamos em um bar de tapas muito bom da região, onde comemos umas tapas (dentre elas o mexilhões ao vapor, é claro kkk) e tomamos um vinho. Já tarde, ainda fomos parando em alguns bares até chegarmos a casa de um deles. Quando nos despedimos e pegamos o metrô com o outro de volta a Badalona. Mexilhões ao vapor Tapas Dia 5 Praia de Badalona No útimo dia, depos de termos tomado algumas na sexta-feira. Dormimos mais novamente. Tomamos café por volta das 11h e fomos para a praia de Badalona mesmo com meus primos, sua esposas,a filhinha de cada um deles. Levamos comida e cerveja e ficamos na areia da praia de Badalona relaxando um pouco depois de dias corridos. Ainda passeamos pelas Calles centrais de Badalona, perto da praia e voltamos em casa por volta das 15h para nos arrumamos. Praia de Badalona Meu primo nos deixou no Aeroporto e partimos para Lisboa. O post ficou imenso, mas muitooooo detalhado. Espero ter ajudado quem ta se programando para ir a essa cidade fantástica. Para mim, na Europa, está pau a pau com Amsterdan. Com certeza não fui, até agora, em nenhuma melhor que elas. Qualquer dúvida é só falar!
  11. Texto abaixo Saber qual o regime de alimentação que mais se adéqua ao seu perfil talvez faça TODA a diferença em sua viagem. Pode representar uma grande economia ou uma grande TRAGÉDIA. Nesta “rezenha” eu vou tentar explicar os tipos de regime. Tipos de regime de alimentação: “CM” ou Café da manhã: Regime com café da manhã incluso. No café da manhã, há ainda duas diferenças que valem à pena o registro: Café da Manhã “Continental” e Café da Manhã “Buffet”. O Café da Manhã Continental algumas vezes é chamado de ‘café da manhã frio’, pois a maior parte dos alimentos são frios. É um café da manhã muito simples, com pouca variedade. Em algumas regiões ele pode ser tão somente um café com leite, pão e manteiga. Algumas vezes pode incluir uma fatia de queijo ou presunto, ovos fritos e um suco. Costumo apelidá-lo de “café com pão, bolacha não”. Não espere encontrar diversidade de pães, bolos e comidas quentes. O Café da Manhã Buffet (Bufê) é mais elaborado. Normalmente inclui frutas da época, grãos e cereais, variedade de queijos e outras espécies de frios, derivados de leite, geleias, gelatinas, sucos, ovos mexidos, salsichas cozidas com molhos, carnes secas, “waffles”, panquecas doces e salgadas, omeletes feitos com escolha de acompanhamentos na hora, papas, mingaus, cuscuz, inhame, macaxeira, batata doce e tapiocas feitas na hora (quem conhece o Nordeste sabe do que estou falando, uma delícia!). A quantidade de itens varia de acordo com a região. na Europa, por exemplo, estes bufês chegam até a terem saladas, conservas como picles, pastas, pães, torradas e pimentões, além do tradicional café, leite e chás. Não inclui água mineral engarrafada, somente se estiver servido em filtros ou jarras. “MAP”ou Meia-pensão: Regime com café da manhã e jantar. Este tipo de regime de alimentação é muito conveniente para para Hotéis e Resorts centrais, pois durante o dia os viajantes poderão explorar à vontade o turismo local, passando o dia inteiro fora do hotel, almoçando onde melhor lhes convier. Quando retornarem ao hotel, e como na volta bate um cansaçozinho, poderão jantar no próprio hotel, e, muitas vezes, até curtir um show/apresentação/atração oferecido pelo estabelecimento. Normalmente inclui bebidas não alcoólicas (água, suco e refrigerante), mas apenas durante os horários em que estejam sendo servidas as refeições. Alguns hotéis oferecem a possibilidade de Meia-Pensão com café da manhã e almoço, ao invés do jantar, mas não é regra. Aqui vale dizer que uma refeição não substitui a outra, isto é, não se pode ‘trocar’ o café da manhã pelo almoço, por exemplo. “FAP” ou Pensão Completa: Regime com café da manhã, almoço e jantar. A Pensão Completa é interessante para grandes Resorts, que ficam mais isolados do centro. Este regime é indicado para quem está viajando com a família ou para quem deseja curtir toda a estrutura do hotel. Estão incluídas as bebidas não alcoólicas (água, suco e refrigerante), também apenas durante os horários em que estejam sendo servidas as refeições. “All Inclusive” ou Tudo Incluído: Regime com café da manhã, almoço, jantar, lanche e serviços. Observem que a principal diferença deste regime para o Pensão Completa é a inclusão do lanche e dos serviços. Alguns hotéis incluem serviços como boliche, cavalgada, passeios de bicicleta, golfe, mergulhos etc. Este regime é geralmente adotado em alguns Resorts e Cruzeiros e possuem o que chamamos de ‘cardápio nomeado’, ou seja, o que não constar nos cardápios como liberados, saem por conta do viajante. Não estão incluídas ‘bebidas Premium’, como Whisky 12 anos, Vodcas e Vinhos de carta especial, além de serviços extras como SPA e salão de beleza. A questão mais fundamental na hora de escolher o seu regime de alimentação é entender o contexto da sua viagem. Faz sentido para uma família com crianças contratar um regime All Inclusive, assim como faz sentido você contratar apenas o café da manhã se o objetivo da viagem for Gastronômico. E aí, qual regime é o melhor para você, viajante? Boa viagem!
  12. Galera estou começando a montar um roteiro de viagem para Bahia Quem puder me sugerir alguns lugares, passeios, praias, trilhas, tudo é bem vindo, lugares cheios pela fama, ou tranquilos e calmo ainda intocáveis Terei 18 dias, pensei em ficar uns 8 pela chapada Diamantina, e uns 10 pelo litoral (o que preciso realmente conhecer, o que é super estimado é posso deixar de lado? Hahahah)
  13. Kelli Ferreira

    Primeira viagem

    Eu e minha amiga estamos pensando em começar a mochilar nos nossos feriados, para aprendermos também a nos virarmos sozinhas em outros lugares, vamos começar pelo brasil mesmo, e nosso primeiro destino, é bonito, no mato grosso... queríamos umas dicas (de como ir com segurança, lugares baratos para dormir, quanto de dinheiro precisamos ter), somos de são paulo e não achamos nenhum ônibus que faça esse trajeto direto, alguém já mochilou pra la?
  14. Unboxing, Review e Como Escolher o Travesseiro Certo Como escolher o travesseiro certo? Meça com uma trena ou régua a distância da sua orelha até o final do seu ombro em linha reta. NO meu caso deu 16 cm a distância, ou seja, o travesseiro ideal para mim deve ser com 16 cm de espessura. É batata! Motivação Travesseiros já estavam surrados e minhas noites mal dormidas. E como sempre ouvi falar bem deste látex resolvi arriscar mesmo sendo bem mais caro que o convencional. Preço R$123,90 na Internet, em lojas físicas chegou a R$190,00. Pontos Positivos Confortável e que encaixa bem a cabeça ao dormir. Qualidade do material. Antiácaro. Não afunda. Vida útil maior que os concorrentes. Pontos Negativos Não tem ajuste de altura. Preço salgado, porém justificável, veremos a longo prazo. Para ser lavado requer cuidados maiores, inclusive com exposição a calores intensos por ser de látex. Resumo da Obra Só poderei ser mais claro daqui há pelo menos 6 meses. Um dos melhores que eu já tive foi da NASA com gel, mas depois de alguns meses ficou uma merda. Vamos ver esse. É como dizem, 1 ano dormindo com o travesseiro certo pode apostar que pode valer mais do que R$200,00, só quem tem insônia sabe do que estou falando.
  15. O Bahrain é um país pequeno e lindíssimo, cheio de praias de águas verdes cristalinas, clubes, prédios modernos contrastando com a arquitetura típica árabe, tudo de forma harmoniosa Repleto de ensinamentos culturais e delicias culinárias! Composto por 33 ilhas e Manama, a capital, é a principal delas. Entretanto, está conectada à Arábia Saudita por uma enorme ponte – a mais cara já construída na região do Golfo. Os Bahreines são em sua maioria muçulmanos e se consideram liberais quando se comparam aos sauditas, seus vizinhos. De maneira idêntica aos vizinhos, você verá por toda parte mulheres cobertas por abayas pretas, e algumas somente com os olhos de fora. Veja mais no link: www.garfoemala.com.br/9-lugares-para-visitar-no-bahrain-no-oriente-medio/
  16. Oi pessoal! Meu nome é Rafaela, tenho 16 anos atualmente e sou de Belo Horizonte. Sempre gostei muito de viajar. Quando meus pais começaram a ganhar mais dinheiro já comecei a planejar várias viagens e eles sempre confiaram em mim. Enfim, até meu aniversário de 15 anos só tinha conhecido Orlando e alguns estados brasileiros. Quando ele foi chegando perto, pedi minha mãe para ir pra Ásia como presente e ela deixou, apesar de não ter vontade. Meu irmão e meu pai não foram porque meu pai tinha acabado de esgotar nosso dinheiro investindo e também não tinham vontade de ir. Então fomos eu e minha mãe passar 20 dias por Tailândia e Camboja em dezembro de 2017 (um ano e meio de viagem, por isso esse relato não vai ser rico em detalhes e em tópicos, mas não queria deixar de publicar) PASSAGEM AÉREA Por causa do tal investimento a viagem sempre ia sendo adiada (não a data, mas o dia de comprar passagem), o que acabou aumentando muito os custos da passagem aérea. Compramos a passagem dia 18 de novembro para viajar dia 8 de dezembro. Resultado: 4564 reais por pessoa sem parcelamento (pela LATAM). Ida SP - Londres - Bangkok. Volta no dia 28 Bangkok - Paris - SP. Teve ainda o vôo BH - SP comprado uma semana antes por 700 reais por pessoa. Os vôos internos foram pela Bangkok Airways. Não achei o email com os valores, mas foi cerca de 1200 reais por pessoa 3 vôos. Olhando 3 meses antes vi passagens saindo de BH por 3.000 reais. Resultado: PLANEJEM AS COISAS E COMPREM COM ANTECEDÊNCIA HOTÉIS|ROTEIRO Aproveite os hotéis do sudeste asiático: os preços são ótimos e são charmosos. Mesmo com pequena antecedência foi fácil reservar, apenas em Phi Phi que foi meio complicado - e um pouco mais caro. Breve descrição e preços da época de onde ficamos: 8 - 10: Viagem de BH à SP. Conexão de 6 horas. SP à Londres com conexão de 8 horas. Londres à Bangkok. 10 - 15: Hotel Royal Bangkok Chinatown em Bangkok - R$?? - Lindo, café da manhã legal com opções locais e internacionais, muitos chineses fazendo compras, localização boa bem na bagunça de BKK, piscina gostosa. 15 - 17: EMAN-SIM BOUTIQUE HOTEL em Phnom Penh - R$358 - Lindinho, ótima localização, piscina de borda infinita no topo, funcionários gentis 17 - 21: River Bay Villa em Siem Reap - R$362 - Localização fora do centro mas confortável 21 - 22: Lada Krabi Express em Krabi - R$115 - Apenas para passar a noite. Normal, limpo, localização boa e tinha que tirar os sapatos para entrar rs 22 - 24: (não achei nos registros do Booking) em Phi Phi - Bem localizado e limpo. Mas apertado e... dava para ouvir Karaokê em chinês a noite toda. Estávamos de bom humor e não nos incomodou. 24 - 27: iRest Ao Nang Krabi em Praia de Aonang - R$670 - Quarto enorme, sem piscina e relativamente mal localizado. 27 - 28: Viagem de Krabi à Bangkok. Conexão de 6 horas. Bangkok à Paris com conexão de 8 horas. Paris à São Paulo. São Paulo à BH. Ufa! CONSIDERAÇÕES|FOTOS Geral - Amamos - Tínhamos franquia para despachar mas levamos somente 2 malas de mão e 2 mochilas - Se atente as exigências das roupas dos templos - Roteiro sem correria. Ideal era ter tirado um dia de Siem Riep e por em Phi Phi - Estava bem quente. Em Bangkok chuviscava o tempo todo e nas praias o sol não abriu nenhum dia Mas estavam lindas mesmo assim... - Lembre-se que janeiro é uma boa época na Ásia mas inverno na Europa. 2 mochilas inteiras foram ocupadas com roupas de inverno. - Tudo é muito barato - Oficiais da imigração nem respondiam meu bom dia, só carimbavam meu passaporte e conversavam com os colegas na língua deles - Pessoal do hotel, restaurantes e lugares turísticos falavam inglês perfeito - Não comi comida tailandesa (!!). Sou bem enjoada então ia em restaurantes internacionais - Me tornei vegetariana depois de ver pato assado em BKK - Muitas comidas de rua, principalmente porco e frutos do mar. Tinha também muitos vendedores de frutas. Tomei suco de romã in natura todos os dias (MUITO bom) - Sempre que saíamos levávamos o cartão do hotel com o endereço em língua local e também do lugar que queríamos ir - Taxi e tuc tuc são baratos e assim nos locomovemos. Era bem divertido! O ideal era combinar o preço antes. Tivemos problema apenas uma vez, quando o taxista insistia em ligar o taxímetro. Ele começou a xingar em tailandes. Saímos do carro - Não sofremos com o jet leg. Dormimos e acordamos no horário normal - Vimos vários monges, nos lugares turísticos, templos e aeroportos (em ala reservada junto com deficientes e grávidas) - Em 20 dias vimos 2 amigos brasileiros em Bangkok e 2 casais em Phi Phi - Moeda tailandesa é o baht. Cotação era 10 baht = 1 real - Compramos um Iphone para meu irmão 1000 reais mais barato e uma GoPro mais barata também Europa - Aproveitamos as conexões. Saímos pelo centro das cidades e comemos por lá. Gostamos mais de Paris, tudo é muito lindo, artístico. Londres parecia abandonada. Bangkok - O aeroporto de Bangkok é enorme, mas o que mais chamou atenção foi a poluição (provavelmente é). Pousamos e decolamos lá 6 vezes e em todas sentimos o "estrondo" do avião passando por ela, também não dava para ver nada lá em baixo - Realmente pediram o certificado de vacinação da febre amarela - Bangkok é enorme (8 milhões) e incrível. As pessoas, os cheiros, as comidas, a bagunça, os templos com os prédios: fantástica - BKK é lotada de chineses de excursão. Chega a ser engraçado - Muuuuuitas motos e um trânsito muito bagunçado - Visitamos alguns templos - Fizemos massagem (muito boa e barata) - Fomos no MBK shopping para jantar e voltamos com uma mala recheada de compras 😅 . Parece um Brás ou Feira Shop (de BH) mais organizado. Bem barato - O melhor passeio na cidade e da viagem foi voltando do Grande Palácio. Tentamos achar uma entrada para o rio da cidade, mas estava difícil. Acabamos escolhendo um bequinho qualquer (beco mesmo! sem iluminação, estreito e sujo). Aconteceu o maior serendipity da vida ao chegar no restaurante Eat Sight Story Deck. As fotos falam melhor: (queria colocar o vídeo, mas não consegui colocar aqui. para quem quiser ver, está no meu Instagram @faelamart) Phnom Penh - Quase perdemos o vôo porque esquecemos que era internacional e tinha imigração para sair (muito demorada aliás). Além do aeroporto ser muito grande... - Não sabia dizer o nome da cidade e não sei até hoje - O visto é feito na horas e foi cerca de 30 dolares. Não precisou de foto e nem perguntas - Fomos no museu que fala do triste genocídio cambojano - Vimos muitas crianças saindo da escola com seus uniformes lindos - É uma cidade pequena em expansão, muitas obras para todos os lados - Complicado andar na rua porque tem poucas calçadas - O pessoal de lá tem menos $$$ mas mesmo assim são bem mais acolhedores que a vizinha Tailândia - Se o trânsito de BKK é doido, aqui as pessoas são. Muitas crianças dirigindo moto, sem capacete e com 2,3,4 pessoas na garupa (!!!) - Compramos no dia uma passagem para Siem Reap pelo bookmebus.com - Fomos por uma companhia de correios chamada Post VIP Van e durou umas 4 ou 5 horas. Tinham cerca de 12 assentos e tinham 7 pessoas com o motorista. Na estrada vimos muitas pessoas vendendo gasolina na garrafa pet e mato. Na parada para o banheiro *atenção para o banheiro* vimos pela única vez insetos para comer Siem Reap - Bem mais turistas que a capital - Centrinho gostoso, muitas opções de restaurante - Visitamos Angkor Wat por um dia e foi incrível. Segundo ponto alto da viagem (para mim, porque minha mãe detestou ficar vendo "coisa velha"). Atenção de novo para fotos: Krabi - Foi apenas de passagem para pegar o barco para Phi Phi (compramos pelo hotel no dia mesmo) - Essa região é de maioria muçulmana Koh Phi Phi - A ilha mais famosa do país - Parece bastante com a Vila de Jericoacoara - O tempo não ajudou muito e nem o tempo curto. Aproveitamos pouco mas amamos - Conversamos muito com o capitão do passeio de barco. Foi um dia maravilhoso pelas ilhas Maya Bay, Bamboo e outras Ao Nang - Preferimos Phi Phi - Fomos apenas em algumas praias CONSIDERAÇÕES FINAIS Minha mãe se apaixonou pelo sudeste asiático e eu mais ainda. Queremos voltar e recomendo à todos que vão conhecer essa região incrível!!! Obrigada por ler meu primeiro relato e que venham os próximos IMG_1327.MOV IMG_1455.MOV IMG_1485.MOV IMG_1549.MOV IMG_1593.MOV WCGN4715.MP4
  17. Oi gente, ano que vem irei pra India pela primeira vez. Norte da índia; por 25 dias. Meu plano é pegar alguns dias pra fazer um trekking no Nepal; mas não faço de ideia de por onde começar a me planejar pra isso! Alguém teria uma dica de trajeto; por onde começar, qual trilha fazer, valores, quem eu busco pra isso? Precisa de guia ou dá pra fazer sozinho? Me deem uma mãozinha, por favorzinho!
  18. Oie pessu, sou nova por aqui e irei fazer meu primeiro mochilão e viagem sozinha em FEVEREIRO, devido às férias do meu trabalho e da faculdade 😍😍😍🥰 Estou um pouco perdida em relação ao meu roteiro, escolhi a América do Sul (clássico Bolívia, Chile e Peru). A principio, será: CAMPO GRANDE X CORUMBÁ X PUERTO QUIJARRO X SANTA CRUZ X SUCRE X UYUNI X ARICA X TACNA X AREQUIPA X CUSCO X LA PAZ Farei o percurso todo de BUSÃOO (menos a volta - até o momento).. mas estou começando a pensar na hipótese de ir de Santa Cruz até Uyuni de avião, é possível? Vi vários relatos de pessoas que passaram pelo Sucre, porém encontrei passagens que vão até Uyuni. O que é melhor a se fazer? Podem me dar um HELPPP Podem me indicar por gentileza hostels, agências de turismo para o SALAR, onde encontro coisas mais em conta por lá.. E outra dúvida, com 4.000 consigo ir tranquila a partir de Campo Grande? Toda ajuda será muito bem vinda, desde já agradeço à todos 🥰🥰
  19. Olá mochileiros! Estava fazendo o meu relato em tópicos, mas agora que já cheguei em casa, chegou a hora de contar tudo de uma vez, enquanto ainda está fresco na memória. O inicio do Relato e da viagem, foi em Roma, e lá mesmo fiz meu primeiro post sobre esta viagem. Segue o link para quem desejar começar do começo rs https://www.mochileiros.com/topic/84446-roma-3-dias-3-pessoas-fotos-preços-e-itinerário Resumindo o inicio da viagem - Voo saindo de Florianópolis com escala em Guarulhos e chegando em Roma, Imigração foi uma piada - tanta preparação pra nada. Média de troca de euro foi 4,50, Comprei as passagens com MaxMilhas, Alugamos AirBnb. Monumentos maravilhosos, a cada esquina uma nova maravilha que nem estava na lista. Comida gostosa e farta, museus lindos! No relato acima tem, é claro, muito mais detalhes, com fotos e gastos que tivemos por lá. Saindo de Roma, foi a vez de irmos a Santorini, na Grécia. Dia 13/04 Voo marcado para 12h45, a partir do aeroporto de Fiumicino. Atrasou um pouco, e o voo em si demorou 1h45. Adicionando 1 hora a mais pelo fuso horario de Santorini, chegamos no aeroporto de Thera por volta de 16h15. Ficamos no hotel San Giorgio, que acima de 2 diárias oferecia transfer grátis de e para o aeroporto. Chegamos lá e o encanto foi imediato. Quarto recém reformado, cheiroso e super confortável! Deixamos as malas e saímos pra comer em um restaurante próximo (aliás, tudo é proximo, Thera é super pequena e tudo é de fácil acesso) chamado Greek Bites. Super delicioso, comida regional, maravilhosa! Passamos no mercado e compramos algumas coisas para o café, além de água, que não é potável na ilha. [agua 0,50 ; croissant 1 ; suco 1,50, snacks 1] Passeamos um pouco pelo centro (uma rua rs) e voltamos pro hotel para um merecido descanso. Dia 14/04 Acordamos cedo e fomos para o terminal de onibus. Vi em muitos relatos e sites que é indispensável alugar carro quando vier para Santorini; e discordo completamente. Não era viavel alugar carro pois ficariamos apenas 2 dias e não dirigimos, mas mesmo que esse não fosse o caso, achei suuper tranquilo andar de onibus. O terminal é bem localizado, onibus de viagem limpos e baratos. [1,80 a 2,40 dependendo do destino] Segue fotos dos horarios de onibus, não tem muitos, mas são precisos. Nosso destino nesse dia foi a maravilhosa Oia. Como saimos cedo, ainda estava bem vazio, e conseguimos aproveitar bem o lugar, sem multidões. Voltamos para Thera e almoçamos no restaurante Pelican Kipos. A decoração e ambiente encantam logo de primeira, e a comida fecha a experiencia com chave de ouro. Descansamos um pouco depois do almoço e no fim da tarde seguimos para uma igrejinha próxima, chamada Virgin Mary Church, pra ver o tão falado por do sol. Bom, não tem o que falar.. As fotos dizem tudo. Na volta, jantamos em uma lanchonete meio vintage, chamada D’s Burgers. Super gostoso e um ótimo atendimento! [Burger 6, Fritas 4, Refri 2] Dia 15/04 Café da manhã no Our Corner, no centro de Thera [waffle 10, sanduiche 6] De lá fomos até o terminal pegar um onibus para Perissa, a famosa praia de areia preta. Lá almoçamos e bebemos em um barzinho também chamado de Corner - Food and Drinks. O sol abriu e nos deu uma manhã maravilhosa de presente. No fim da tarde saimos pra ver a caldeira pela ultima vez, porém com o céu nublado não conseguimos aproveitar o por do sol novamente. Jantamos no Lucky’s Souvlakis, bem bom e barato, ótimo pra aproveitar a cozinha local. Dia 16/04 De manhã tomamos café em uma lanchonete próxima, chamada Crepe House. Também gostoso, porém demoradinho. De lá, voltamos pro hotel pra fazer o checkout e pegar novamente o transfer de volta pro aeroporto. E assim acabou nossa mágica viagem a Santorini, curta porém inesquecível. Links Hotel - https://bit.ly/2Jgv117 Preços para 3 dias, 3 pessoas Voo Roma - Santorini - 269 euros Hotel - 196 euros Almoço Greek Bites - 40 euros Mercado - 50 euros Onibus - 25 euros Pelican Kipos - 50 euros D's Burgers - 30 euros Our Corner - 30 euros Corner Food Perissa - 60 euros Lucky's Souvlakis - 30 euros Impressões e Dicas Sempre levem um casaco. O tempo foi completamente imprevisivel, mudando em questão de 1 hora, mas o vento era sempre constante. Cidade super calma, bem rural, estilo praia. Todas as lojas e supermercado ficam em apenas uma rua principal, tudo fácil de achar. Transito tranquilo, porém ninguém usa capacete, principalmente quem aluga quadriciclo rs Os pratos vinham sempre bem fartos, e sempre pedíamos pra dividir e provar de tudo. Continua em Atenas..
  20. Olá, esse é o meu primeiro post por aqui! Irei sozinha para Montevideo no final de Junho e tô precisando de algumas dicas de passeio. Na verdade dicas de como fazer os passeios que quero... Quero conhecer Punta Del Este e Colônia de Sacramento. Como vou sozinha, quero saber se é melhor contratar com alguma agência o passeio, ou ir de ônibus por conta. Ajuda aí!
  21. Olá pessoal! Mais uma viagem que faço (segunda por enquanto) e chegou a hora de mais um relato aqui pro site. A viagem ainda está acontecendo, e Roma foi a primeira parada, então se tiverem dúvidas, é só avisar que respondo o que puder e souber. Preços e Links no fim do post - Preparativos Planejamento e Orçamento começaram 9 meses antes, compras principais feitas na Black Friday de 2018 para viajar em Abril 2019. 4 trocas de dinheiro feitas, com a média de 4,50 pelo euro e 5,00 pela libra. Todas as passagens foram compradas separadamente, internas pesquisadas pelo Skyscanner, ida e volta compradas no MaxMilhas. AirBnb Caio Mario ao lado do Vaticano, super recomendo!! - Dia 9/4 Dia 1 começou com voo Florianopolis - Guarulhos, parada para comer Subway no aeroporto e depois 12 horas até Fiumicino (apenas 12 horinhas - que sufoco rs). Voo tranquilo, jantar servido 1 hora depois da decolagem e cafe servido 1 hora antes do pouso. Razoável, mas né, comida de avião. - Dia 10/4 Chegando no aeroporto em Roma, seguimos as placas, pegamos um trem até o proximo terminal, e chegamos na imigração. Fomos os 3 para o guichê, entreguei todos os passaportes juntos, já tirei a pastinha com os documentos da bolsa, e ai.. Ele carimbou todos os passaportes sem nem nos olhar. Fiquei super aliviada, mas devo admitir que levemente frustrada.. Tanto medo e estudo pra nada rs. Ia comprar passagens para o trem Leonardo da Vinci até o centro, mas quando fui comprar (no centro de turistas, na área de trens) a atendente recomendou uma van, que deixava na porta de casa e iria sair mais barato. Adquirimos o serviço e foi bem rápido, recomendo. Inclusive voltamos ao aeroporto usando o mesmo serviço. Primeiro almoço foi no Tommi’s Burger Joint, Pareceu pequeno mas foi bem satisfatório. Depois caminhamos até Castelo St Angelo, Lindo, porém cheio de vendedores, então fique esperto com os pertences. Na volta, passamos na sorveteria Old Bridge, Delicioso!! Recomendo os sabores Bacio, Zabaione e Pistache. Já a janta do primeiro dia foi no Restaurante Spaghetti, não poderia recomendar mais! Parecia pequeno, mas encheu muito! Nao vou mentir, depois de um tempo o sal começou a pegar, mas estava tão, mas tão gostoso, que nem nos importamos. Isso sem falar no atendimento maravilhoso! [Refri 3 euros, Coqueteis 7 euros, Spaghetti 10 euros, Tiramisu 5 euros] Passamos no mercado - Carrefour e Simply Market, pegamos algumas coisas pros próximos dias [Pão 1,19 ; Cerveja 1,80 ; Agua 0,55 ; Iogurte 0,69 ; Pratos Prontos 2,50] - Dia 11/4 Metrô até a estação Manzoni e de lá andamos até o Coliseu. Maravilhoso, como podem imaginar. Esse dia foi bem cheio, vimos muitas coisas, todas muito próximas, então segue a lista, com as favoritas marcadas (não que alguma tenha sido ruim): Piazza Venezia, Almoço no Scholars Louge, Panteão, Piazza Navona, Templo de Adriano, Fontana di Trevi, Piazza di Spagna, Piazza del Popolo. Voltamos pra casa de metrô, parando para um gelato no Fatamorgana Prati, e foi bom, mas não ótimo. [Copo ou Cone 3 sabores, 3,50] - Dia 12/04 Finalmente dia de explorar o Vaticano e seus arredores. Compramos o ingresso para o museu com antecedência, pelo site Get your Guide, com direito a pular a fila, que estava insana. Museu maravilhoso, grande e diverso, terminando na Capela Sistina. Linda, como dá pra imaginar. Fomos almoçar no Trattoria Massa, na rua do lado. Comida gostosa e atendimento bem legal. [Pizza Prosciutto 9, Spaghetti Carbonara 9, Batatas Assadas 7] Esse não tinha Televisão em casa Como me senti dentro do museu! Fim do Passeio terminando em Basilica de São Pedro. Exploramos a praça antes de decidir encarar a fila para entrar na Basilica. Muitos vendedores tentando nos empurrar tours, colocando medo e avisando que a fila era de 3 horas. 40 minutos depois, estavamos lá dentro. Lindo, lindo, lindo! Não podiamos deixar de comprar mais um gelato, e de lá fomos pra casa. Assim fechamos o dia, descansando e arrumando as malas pro próximo voo no dia seguinte. Até mais, nos vemos em Santorini!! - Links http://www.airportshuttlexpress.com https://www.airbnb.com.br/rooms/24530095 - Preços para 3 dias, 3 pessoas Ida - 3300 reais AirBnb - 1058 reais Almoço Aeroporto - 70 reais Van de Transfer - 40 euros Almoço Tommi - 36 euros Sorvete Old Bridge - 9 euros Carrefour - 50 euros Jantar Spaghetti - 60 euros com gorjeta 6 passagens de metrô - 9 euros Almoço Scholars Lounge - 50 euros Sorvete Fatamorgana - 8 euros Trattoria Massa - 48 euros Sorvete Old Bridge - 9 euros Passeio Vaticano - 63 euros Transfer Aeroporto - 40 euros - Impressoes e Sentimentos Amamos nosso airbnb, bem localizado, limpinho e cheiroso. Muitos vendedores tentando nos empurrar ingressos e tours nas ruas. Muuitos turistas! Não sei como os locais conseguem viver o dia a dia. Especialmente asiáticos e brasileiros. As pessoas fumam muito, em todo lugar. O transito é meio doido e perigoso, pessoas atravessam as ruas sem cuidado nenhum. O centro é uma maravilha de explorar a pé, tudo perto e a cada esquina um novo monumento que nem estava na lista.
  22. Além das pousadas, campings e esportes radicais que também vos "rezenharei" neste post, o que Brotas tem mais a oferecer? O famoso Lado B que tanto amo explanar em minhas "rezenhas" está aqui, passeamos pelo Parque dos Saltos (um lindo lugar, todo verde com cachoeiras e uma natureza exuberante, e sabe o que é o melhor? Tudo gratuito!!!), pelo centro de Brotas com escala na Casa da Cachaça (não se engane pelo nome, lá tem de tudo o que você ama ou poderá amar!) e um merecido descanso, unido de uma supimpa diversão no Hotel Fazenda Areia que Canta, com direito a conhecer as tais areias, praticar tirolesa, comer uma abençoada e estupenda refeição e apreciar o que Deus nos concedeu de melhor, a natureza!
×
×
  • Criar Novo...