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  1. Post original com fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/5-golpes-em-paris-e-como-fugir-deles/ Paris é o tipo de cidade que tem algo encantador a cada esquina (ok, sou suspeita, mas é verdade!). Como não andar maravilhado pelos parques e jardins? Não passar um tempão só observando a fachadas de igrejas tão fantásticas como a Notre Dame e a Sacre Coeur? E as milhares de fotos na Torre Eiffel então? Nem os viajantes mais avessos a lugares clichê resistem a ela! Mas é preciso ter muito cuidado! É justamente em lugares assim que os turistas são mais roubados. Acontece um pouco o inverso de outros lugares como aqui em São Paulo, lá é possível se sentir mais seguro em ruas vazias (claro que ainda assim é preciso ter cuidado) do que em pontos turísticos cheios de gente (e polícia)! Conheça os principais golpes e o que fazer para não ser vítima: 1. Pickpockets Os pickpockets ou batedores de carteira atuam em lugares onde há uma grande concentração de pessoas que geralmente estão distraídas e relaxam na atenção com suas bolsas e mochilas. E não pense que isso só acontece com gente que anda por ai dando bandeira, eles são tão rápidos que qualquer vacilo, por menor que seja, é suficiente pra você perder alguns euros ou ainda pior, passaporte, celular… Onde acontece? Nos vagões do metrô, dentro dos museus, na Torre Eiffel (inclusive lá em cima!), Champs Elisées, Versailles, Notre Dame, Montmartre… Qualquer ponto turístico com uma grande concentração de gente. Como evitar? Sempre ande com o passaporte e o dinheiro no porta-dólar (aquele que fica dentro da calça) ou em lugares extremamente seguros, nunca em bolsos externos de mochilas ou no bolso de trás da calça por exemplo. Quando for tirar fotos ou olhar mapas não descuide da mochila. Fique sempre atento ao ser abordado pelas pessoas na rua (enquanto um te distrai o outro pode estar agindo) e desconfie se alguém se aproximar demais e de forma rápida no metrô pouco antes das portas abrirem. 2. Golpe da aliança Chega a ser inacreditável que isso realmente funcione de tão bobo que é, mas se continua sendo aplicado, ainda deve ter muita gente que cai. Acontece assim, você está caminhando e de repente alguém que você nem tinha notado se agacha bem na sua frente e se levanta com uma aliança perguntando se é sua, você diz que não e a pessoa tenta, com histórias das mais diversas, fazer com que você fique com ele em troca de “alguns euros”, dizendo que o anel é de ouro (o que óbviamente é mentira) e que você poderia ganhar muito mais com ele do que o “troquinho” que vai dar a boa alma que o encontrou. Onde acontece? Aqui o foco é um pouco diferente, os golpistas (homens e mulheres) buscam lugares mais tranquilos como as ruas próximas ao Musée D’Orsay e o Jardin de Tuileries (onde meu pai quase caiu, mesmo eu já o tendo avisado sobre isso. Estávamos andando e de repente ele ficou pra trás, quando vimos estava conversando com alguém e ao voltar ele falou que era o tal golpe, e que quase ficou com o anel, ri demais!). Como evitar? Se qualquer pessoa aparecer na sua frente com um anel, ignore e saia andando. 3. Abaixo-assinado Esse é o que mais me irrita! Muitas meninas romenas, menores de idade, vagam em grupos pelos pontos turísticos da cidade abordando turistas e moradores com listas de abaixo-assinados em prol de alguma instituição para cegos, órfãos, deficientes físicos… não importa, é mentira! Elas coletam assinaturas e pedem alguma contribuição, normalmente já preenchem vários campos com valores como 10, 20 euros, assim tentam persuadir a vítima a dar uma quantia maior. Normalmente elas se fingem de surdas-mudas, mas assim que você vira as costas já estão tagarelando em alto e bom som! Elas também agem distraindo os turistas para tentar furtar alguma coisa fácil, fique atento! Onde acontece? No pé da Torre Eiffel, em frente ao Pompidou, nas pontes do Sena… Onde há uma grande e rápida circulação de pessoas. Como evitar? Faça a mesma coisa da dica anterior, ignore saia andando! Elas são insistentes, podem ficar andando atrás de você por um tempo, no máximo responda um enérgico NÃO, mas nunca extenda a conversa. 4. Pulseirinha Esse eu vi bastante na Itália, mas em Paris é comum ver nos pés da Sacre Coeur, em Montmartre. Aliás, passe o mais rápido possível por ali, é tanta gente tentando vender coisas e aplicar golpes que as vezes é como uma corrida de obstáculos para chegar até o topo desviando deles. Normalmente são homens que se dirigem a você na maior simpatia: “brasileira?” “argentina?” “italiana?”… (eles aprendem a falar essas palavras em cada língua, vejam só que poliglotas!) Vão chutando até você dar um sinal positivo e ai já vem colocar uma fitinha no seu braço, se você fizer a besteira de estendê-lo, ele vai pedir dinheiro em troca. E não é fácil devolver o “presente”, depois que você diz não, toda a simpatia se transforma em grosseria! Onde acontece: Montmartre, na base da escadaria para chegar a Sacre Coeur. Como evitar: Ignore! Ou finja falar chinês, turco ou qualquer coisa do tipo (e não entender nenhuma outra língua, claro!), era assim que nos divertíamos ao passar por lá! Rsrsrs 5. Ilusionistas Sabe aquele joguinho antigo de adivinhar em qual dos 3 copinhos está a bolinha? Em Montmartre ele não é assim tão inocente! É usado como um golpe para chamar apostadores que é claro, sempre vão sair perdendo! Além de manipular o jogo para ficar com o dinheiro eles também se aproveitam da aglomeração de curiosos para furtar o que estiver disponível. Onde acontece? Também em Montmartre, na principal rua para subir à Sacre Coeur, a Rue de Steinkerque que é cheia de lojas de souvenir e consequentemente, muitos turistas. Como evitar? Simplesmente não pare para observar e muito menos jogar. Não há problema em passar por esta rua, olhar e entrar nas lojas, só é preciso ficar atento. Lembrando que a maioria desses problemas não está só em Paris (especialmente os pickpockets), mas também em outras grandes cidades da Europa como Roma, Barcelona e Londres. Mas com alguns cuidados e muita atenção é fácil se livrar das roubadas e ter uma viagem tranquila!
  2. Olá pessoal Acabei de chegar de viagem e vou começar meu relato, como muitos aqui não poderia deixar de agradecer a ajuda e espero que este relato ajude a outras pessoas que estão iniciando suas pesquisas, gostaria de agradecer a todos colegas e em especial ao amigo Marcos Pereira, que sempre foi solícito comigo, inclusive seu relato me ajudou muito. Enfim, segue roteiro que fizemos: 18/09 a 04/10 17 itajai/são paulo/madri (voo Ibéria) 18 madri 19 madri 20 madri/paris (voo Air Europa) 21 paris 22 paris 23 paris 24 paris 25 paris 26 paris 27 paris/roma (voo Alitalia) 28 roma 29 roma 30 roma 1 roma/veneza (trem Trenitalia) 2 veneza 3 veneza/roma/madri (voo Alitalia) 4 madri/são paulo/itajai (voo Ibéria) 17/09 Saímos de nossa cidade Itajaí SC e pegamos o voo (Azul)para Guarulhos através do aeroporto de Navegantes, fomos as 10:00 e chegamos por volta das 11:00 , desembarcamos e pegamos o ônibus que vai para o terminal 3 (internacional) este terminal é novo e muito grande, fizemos o despacho das mala no balcão da Ibéria, passamos na área da Policia Federal e fomos para o portão aguardar o embarque previsto para 15:40. Foi tudo ok no embarque, durante meses vi os relatos sobre a Ibéria, com muitos criticando e ultimamente tendo mais elogios, estava ansioso em relação a ser avião novo ou velho, quando entramos na aeronave a surpresa, era o avião novo(depois descobri que são A340-600 com interior reformulado, aqui tem um link no site falando de viagem, em que um colega ensina como saber qual tipo de avião você irá voar http://www.falandodeviagem.com.br/viewtopic.php?f=223&t=8273 Como falei anteriormente o avião tinha interior reformulado, então tinha tela individual em cada assento, com menu interativo com filmes,jogos músicas, tudo no idioma inglês ou espanhol, a verdade é que ajuda muito a passar o tempo, para um voo de 10 horas é muito bom, considero o serviço de bordo muito satisfatório, os atendentes foram solícitos, nada que lembrasse as criticas feitas a Ibéria,creio que a companhia realmente esta se reformulando, as refeições inclusive foram servidas com talher de metal, na minha opinião a Ibéria foi aprovada. Por volta das 06:00 chegamos no Aeroporto de Barajas, eu havia estudado bastante sobre ele, realmente é gigante, porém tudo muito sinalizado, chegamos no terminal 4S creio que seja exclusivo da Ibéria, aqui vai uma dica: Não se assuste quando chegar, ao desembarcar você é direcionado a imigração,onde há divisão de cidadãos não europeus e da união europeia, na nossa vez(pude ir sem problemas com minha esposa) o fiscal perguntou para onde iriamos(conforme dicas eu tinha cópia de tudo:passagens,hotéis,etc) quando eu comecei a falar o roteiro:Madri,Paris,Roooo nem terminei o Roma e ele carimbou, fiquei quieto e seguimos em frente, ai a primeira surpresa, você não recolhe as bagagens neste terminal, deve se dirigir ao subsolo e pegar o trem(sim o aeroporto tem um trem subterrâneo) para o terminal 4, lá os monitores indicam que esteira estão as malas do seu voo, pegamos nossas malas seguimos para fora e pegamos um táxi para o centro, havia pesquisado que seria possível ir de metro, mas optei por táxi, por estar chegando a primeira vez e também por não saber como chegaríamos fisicamente, pagamos 35 euros e ele nos levou para Puerta del Sol, nosso hotel ficava em frente a ela, ali realmente vi que nossas aventura havia começado,continua....
  3. Texto original com fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/bordeaux-chateau-du-taillan/ Defina Bordeaux em uma palavra… Provavelmente 99% das pessoas responderiam essa pergunta dizendo “vinho”! E elas estariam absolutamente certas. É claro que a charmosa cidade do sudoeste da França não se resume a isso, mas definitivamente os amantes de um bom tinto têm seu lugar ao sol (ou a mesa) por lá! Um dos nossos maiores objetivos na viagem à Bordeaux era conhecer alguma das famosas vinícolas próximas a cidade. Fomos até o centro de informações turísticas para entender qual delas caberia no nosso orçamento e tempo. Entre as muitas opções, devidamente bem explicadas, optamos pelo Chatêau du Taillan que fica na região de Haut-Médoc, a 11km de Bordeaux. É preciso pegar o ônibus 5 e descer na parada Mairie du Taillan, em seguida caminhar um pouco por ruas vazias de terra e parreiras apetitosas até chegar lá. Apesar do nome, Chatêau du Taillan (chatêau em francês é castelo), não é exatamente isso que você encontrará por lá, isso por que neste caso, um chatêau é qualquer propriedade dentro de determinadas especificações que produzem vinho. Um grande jardim cheio de árvores e convidativas mesinhas nos introduz ao local simples e rústico onde ficam as caves e barris, com detalhes que nos transportam para uma outra época. De segunda a sábado não é necessário agendar visita, mas aguardamos um pouco a chegada de outro casal para dar início ao tour. Uma simpática funcionária com o inglês um pouco difícil de compreender foi nossa guia, mostrando os processos e contando a história do lugar. Na idade média, o local foi habitado por monges que faziam o caminho de Santiago de Compostela, lá eles podiam descansar e produzir seu próprio vinho nas caves subterrâneas. Em 1896, o comerciante de vinhos Henri Cruse comprou a propriedade onde inicialmente trabalhou com exportação e em seguida começou a produzir o próprio vinho, com o nome de Chatêau du Taillan. Atualmente 5 irmãs da 5ª geração da família Cruse são as responsáveis pelo patrimônio que hoje faz parte da lista de monumentos históricos da França! Acabando a visita chega o momento da degustação. Existem algumas opções com mais rótulos, além queijos e embutidos, mas nossa escolha foi a opção mais simples. O vinho é realmente muito bom! (não tenho nada de sommelier, então isso é baseado apenas no meu gosto, mas o namorado e a prima também aprovaram!) Fizemos umas poucas comprinhas na loja antes de partir, mas não se anime, os produtos não são baratos. Uma boa sacada deles é a venda de umas ampolas com menos de 100ml para ser possível transportar pelo menos uma amostra do vinho na bagagem de mão. Um dos destaques é a produção do La Dame Blanche, motivo de orgulho para os produtores pois não é comum a fabricação de vinho branco naquela região. No caminho de volta para o ônibus passamos de novo pelas videiras e não resistimos aquelas uvas fresquinhas, assaltamos algumas pra provar. Daquelas experiências na vida que não dá pra deixar passar, né? *As informações são com base na data da viagem, setembro de 2013. Para garantir informações atualizadas acesse o site do local: http://www.chateaudutaillan.com
  4. Sou muito suspeita para falar de Monet, sua arte sempre encantou minha avó, da qual herdei o gosto pelo artista. Nunca vou esquecer de quando ela me levou ao MASP, em uma exposição dedicada ao pintor francês. As obras ficaram guardadas na minha memória, e na minha estante, guardo com paixão o livro que ela me comprou nesta ocasião, Linéia no Jardim de Monet. Por esse motivo o lugar era ponto obrigatório de visita quando fui conhecer Paris, tão importante quanto a Torre Eiffel. Me apaixonei tanto que depois disso ainda fui mais duas vezes, podendo admirar o lugar na primavera, no verão e no outono! Ainda jovem, Oscar-Claude Monet foi para Paris para estudar arte (meio a contra-gosto da família) onde conheceu Camille, futuramente sua esposa e musa inspiradora em diversos quadros. Algum tempo depois, os dois alugaram uma casa para passar o verão com Alice, uma amiga que tinha sido abandonada pelo marido Ernest (também amigo e comprador de Monet) com 5 filhos e grávida de mais um. Depois que o segundo filho de Camille e Monet nasceu, ela morreu de tuberculose, deixando o marido devastado. Quando se recuperou, Monet voltou a pintar e decidiu arrumar uma nova casa para viver com Alice e as 8 crianças. Se apaixonou imediatamente pela casa cor-de-rosa, para onde se mudaram. Depois da morte de Ernest, Alice e Monet se casaram e permaneceram juntos até a morte da esposa. Ele faleceu com 86 anos, após uma nova onda de enorme tristeza pela perda da segunda esposa e graves problemas de catarata, que quase o cegaram (nessa época ele só usava cores fortes em seus quadros e as pinceladas eram mais intensas). A cidade onde fica a casa e os jardins, chama-se Giverny, fica na charmosa região da Alta-Normandia, há aproximadamente 1 hora de Paris. Aconselho fazer a visita de trem, mas já fui de carro alugado também e tem suas vantagens, como conhecer melhor a cidadezinha de Vernon, essa da foto. Para ir de trem, basta comprar o bilhete no site da SNCF (Recomendo comprar pela internet -ou antecipadamente pelas máquinas no metrô- para garantir o horário e não perder tempo na estação). Você deve procurar por Paris-Vernon, pois o trem não chega até Giverny. Chegando em Vernon há diversos ônibus parados próximo à estação, que levam até o destino final (é só seguir o fluxo, a enorme maioria estará indo para lá também, já que Vernon não é uma cidade com grandes atrativos), você compra o bilhete direto com o motorista. Normalmente os horários dos trens são casados com os do ônibus, na ida, mas na volta preste bastante atenção aos horários de saída (eles dão um folheto), todas as vezes tivemos que pega-lo quase 1h antes do horário do trem para não correr o risco de atrasar, pois o seguinte demorava bastante. Outra opção é ir de bicicleta, que você pode alugar em Vernon. Descendo do ônibus, novamente siga o fluxo, a casa fica à poucos minutos do estacionamento. Para “despistar” um pouco o grupo de pessoas que fará a visita ao mesmo tempo, entre em uma pequena trilhazinha ainda perto do estacionamento, para ver o busto de Monet, o lugar é super agradável, cercado de árvores e próximo à um riachinho. Chegando na casa pode ser que haja uma grande fila, especialmente se for verão! Então não faça como eu e compre o ingresso antecipadamente no site da Fondation Monet! Existe a opção de comprar junto o ingresso para o Museu dos Impressionistas, que fica bem próximo de lá, eu fui e não recomendo, achei o acervo bem pequeno. Acho que é muito mais rico nesse sentido visitar o Musée d’Orsay (onde se encontram diversas obras de Monet) ou o Musée de l’Orangerie (que tem duas salas com as enormes pinturas panorâmicas do artista), ambos em Paris. Agora vem a melhor parte! Apesar de dar vontade de entrar imediatamente na casinha toda cor-de-rosa e verde (suspiros), aconselho ver os jardins primeiro, com sorte estarão um pouco menos lotados. Além disso é bem mais interessante ver alguns quadros depois de ter visto tudo aquilo ao vivo. A visita começa pelo imenso jardim multicolorido, são diversas fileiras de flores de todos os tipos, cheiros e cores. Quando visitei o jardim em outubro, o caminho principal ficou tomado por um magnífico rio de flores. Segundo ouvimos de um guia, esse fenômeno só acontece por pouquíssimos meses do ano, que sorte! Seguindo as placas para etang des nynpheas, você passará por um túnel que atravessa a estrada e chega ao tão esperado lago das ninféias e ao ponto mais alto do passeio todo, a Ponte Japonesa! É realmente indescritível a sensação de estar naquele lugar, é como estar dentro de uma pintura de Monet. Exatamente ali ele pintou inúmeros quadros, em diferentes estações do ano e em horários variados para captar a luz de todas as formas possíveis. Para completar o cenário, fica ancorado próximo à ponte um barquinho, que também se vê em muitos de seus quadros. É impossível não ficar hipnotizado por aquele conjunto tão harmônico. Voltando à casa, chegou a hora de conhecer o cantinho encantado desse mestre do impressionismo! O lugar é muito aconchegante, tipo casa de vó! O que achei mais interessante foi a escolha monocromática na sala e na cozinha. A primeira é toda amarela, desde a parede, até os móveis e utensílios, a segunda toda azul, com panelas e objetos em cobre. A ideia de ter um cômodo inteiro de uma cor só parece um pouco estranha, mas a execução ficou realmente incrível. Além disso há o estúdio, (remontado fielmente de acordo com uma foto da época, exposta na sala) onde estão expostas algumas reproduções de quadros do artista, como eu disse, é muito interessante ver aquilo tudo depois de ter conhecido o jardim. No andar superior é possível entrar em alguns quartos, aqui o que me encantou foi a vista da janela, devia ser simplesmente divino acordar e olhar para aquela imensidão de flores (mais suspiros…) Por ser uma casa antiga, alguns detalhes são muito interessantes, como o banheiro e a pequena sala de costura. Monet tinha verdadeira paixão pela arte japonesa, por isso as paredes de sua casa são recheadas de gravuras nesse estilo. Infelizmente é proibido fotografar o interior da casa (senão acho que passaria horas lá dentro!), mas aqui algumas imagens tiradas do site oficial para ilustrar essa casinha tão acolhedora! O atelier onde Monet trabalhava é hoje a irresistível lojinha de souvenirs, e olha só o que encontrei lá, o tal livro que minha avó tinha me dado! =) Vale a pena dar uma voltinha na pequenina cidade de Giverny, onde a rua principal leva o nome de Monet, claro. O charme está por toda a parte, nos caros restaurantes e cafés, nas pousadinhas, nos ateliers de diversos artistas e nas ruas, todas floridas. Atrás da Igreja de Giverny, localiza-se o cemitério onde Monet está enterrado. Esse certamente é um dos meus lugares preferidos no mundo, espero ainda poder voltar lá mais algumas vezes na vida! Informações práticas: Site oficial: http://www.fondation-monet.com Valores: Adulto 9,50€ | Crianças -12 e estudantes 5€ | Crianças -7 anos não pagam Horários: Aberto todos os dias de 1º de abril à 1º de novembro, das 9:30 às 18:00 (última admissão 17:30) *Informações para o ano de 2014 Relato original e (muito) mais fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/jardins-de-monet-um-sonho-realizado/
  5. Olá Fiz uma viagem para a região dos Pireneus na Espanha (Aragones) e também parte do lado francês, que é igualmente lindo. Talvez meu relato possa ajudar alguém que esteja pensando visitar essa região montanhosa na fronteira entre os dois países. Entao aí vai: data: Julho 2009 Carro alugado por 6 dias: 153 euros Objetivo maior: fazer a trilha do Vale de Ordesa no Parque Nacional de Ordesa e Monte Perdido. Tempo de trilha: 7 h Distancia percorrida: +- 12Km Ganho de elevação: +- 530m Vale de Ordesa - o Circo de Soaso ao fundo. Mapa dos Pirineus
  6. No dia 14 de Julho, a França comemora o dia da queda da Bastilha, quando se iniciou a revolução francesa que deu fim a monarquia. A festa nacional francesa começa na verdade no dia 13 de julho, com o tradicional baile dos bombeiros em algumas das casernas de Paris, dizem ser algo bem animado e que geralmente rola até um strip-tease dos heróis nacionais rs, mas acabamos não indo conhecer. No dia 14 acordamos bem cedo (ou pelo menos era o que pensávamos) para assistir ao desfile militar, mas quando chegamos, a Champs-Élysées já estava completamente lotada! (Ao meu ver, mais de turistas que de franceses). Procuramos em vão um lugar onde pudéssemos enxergar alguma coisa mas depois de alguns minutos sem ver mais do que cabeças e máquinas fotográficas desistimos e sentamos num gramado para esperar a apresentação dos aviões (que era o que eu mais queria ver). Foi até interessante, primeiro passaram diversos tipos de aviões da força aérea, em seguida os helicópteros e os paraquedistas, e por fim algo como a “esquadrilha da fumaça” francesa, eu esperava várias acrobacias colorindo o céu de azul, vermelho e branco, mas passaram apenas uns poucos aviões soltando as três cores da bandeira em linha reta e nada mais. Saí um pouco decepcionada por não ter visto grande coisa, mas de qualquer forma, achei legal ter participado deste momento, da série “coisas pra fazer uma vez na vida”. Como estava tudo muito lotado, decidimos voltar a pé para casa, ainda acompanhamos um pouco a dispersão dos soldados e seguimos nosso caminho às margens do Sena. Depois de comer alguma coisa e recuperar o sono perdido, chegou a hora da segunda (e mais esperada) comemoração do dia, os fogos de artifício na Torre Eiffel. O início seria só a noite mas chegamos com muitas horas de antecedência, e mesmo assim, novamente, já estava lotado! Optamos por ficar no final do Champ de Mars, no tablado da instalação “Mur pour la paix” (um monumento em aço, madeira e vidro com a palavra “paz” escrita em diversos idiomas) era bem longe, mas achei que tivemos uma visão perfeita! A espera trouxe uma recompensa impagável, acompanhamos o sol se pondo lentamente ao lado da Torre, um daqueles momentos em que a gente agradece ao universo por fazer parte deste mundo. Quando já escurecia (no verão isso significa que já é mais de 22h), as luzes da Torre começaram a se acender e o hino nacional marcou o começo da apresentação. Os franceses cantavam “A Marselhesa” com verdadeira emoção, muitos chorando, foi um momento bastante emocionante até para nós que somos brasileiros. A queima de fogos foi incrível, um verdadeiro show com o tema “Liberté, Egalité, Fraternité”. A narração da história combinada com músicas francesas, música eletrônica, Nirvana e até Beatles e sincronizada com a iluminação na Torre ficou perfeita! E no fim uma grande surpresa, no ano em que a França, depois de muita discussão, finalmente aprovou o casamento entre pessoas do mesmo sexo (nossa, como ouvimos falar do Mariage pour tous!), a Torre ficou inteira colorida homenageando esse avanço! Na hora de ir embora, nem cogitamos o metrô, também não encontramos uma Velib (sistema de locação de bikes) disponível então fomos caminhando por uma boa parte até achar uma bicicleta para terminar o trajeto. Foi uma das coisas mais lindas que já vi, valeu cada segundo esperando e cada passo dado pra chegar até lá. Texto original, mais fotos e um vídeo da queima de fogos aqui: http://www.queroirla.com.br/um-14-de-julho-em-paris/
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