Ir para conteúdo

Pesquisar na Comunidade

Mostrando resultados para as tags ''ibitipoca''.



Mais opções de pesquisa

  • Pesquisar por Tags

    Digite tags separadas por vírgulas
  • Pesquisar por Autor

Tipo de Conteúdo


Mochileiros.com

  • Perguntas e Respostas
    • Perguntas e Respostas
    • Destinos: Perguntas e Respostas & Roteiros
  • Relatos de Viagem
    • Relatos de Viagem
  • Companhia para Viajar
  • Equipamentos
  • Trilhas e Travessias
  • Nomadismo e Mochilão roots
  • Outras Formas de Viajar
  • Outros Fóruns

Encontrar resultados em...

Encontrar resultados que...


Data de Criação

  • Início

    FIM


Data de Atualização

  • Início

    FIM


Filtrar pelo número de...

Data de Registro

  • Início

    FIM


Grupo


Sobre mim


Ocupação


Próximo Destino

Encontrado 5 registros

  1. Esse relato é dividido em duas partes: A primeira foram mais de 900 kms (da página 1 até a 6), trechos de picos, travessias e alguns trechos no entorno de cidades; A segunda parte, mais de 300kms, só teve uma travessia e muitos picos, começa na página n° 7. Vários amigos e familiares nos indagavam sobre nossas travessias, segundo eles, tudo era muito repetitivo(as fotos eram parecidas, repetimos várias vezes os mesmos caminhos, até pela falta de outros. Até tem, mas caminho particular, não faremos mais). De certa forma eles têm razão, visto que a visão do picos e montanhas não tem comparação com fotos de estradas e, tem um detalhe mais importante: as principais atrações das cidades(tirando algumas) não estão dentro delas, mas nos arredores (cachoeiras, picos, morros. ..). Nesses 2 meses, caminhamos mais de 900 quilômetros é quase 10.000 kms de carro. Conhecemos pessoas maravilhosas por onde passamos, experimentamos emoções que nunca tivemos, comidas deliciosas, não tivemos nenhum problema mais sério, tudo muito tranquilo. O BRASIL É SIMPLESMENTE SENSACIONAL! E mais bonito visto de cima. Diante disso e, até para comemorar meus 60 anos de vida (ingressei na melhor idade), neste verão resolvemos fazer algo um pouco diferente : fomos conhecer e rever alguns parques nacionais /estaduais /municipais e privados, subir alguns picos/montanhas e alguns circuitos desses locais, região de cachoeiras, e Brumadinho(Inhotim), poderíamos estar no dia do rompimento da barragem, para nossa sorte desistimos em cima da hora. LOCAIS VISITADOS: Extrema - Mg (subida as base dos pico do lopo e do lobo) Munhoz - Mg(subida ao pico da antenas, caminhos) São Bento do Sapucaí - Sp(pedra do baú e roteiro) Marmelopolis -Mg(subida ao morro do careca, mirantes, pedra montada, roteiros e subida ao pico Marinzinho) Aiuruoca - Mg(subida ao pico do papagaio, matutu, cachoeiras) Visconde de Mauá-Rj - (subida a Pedra Selada) PN Ibitipoca - Mg (Janela do céu, pico, circuito das águas e grutas) São Tomé das Letras - Mg (cachoeiras e roteiros) Carrancas - Mg(cachoeiras e circuito serra de carrancas) Ouro Preto - Mg (centro histórico e subida ao pico do Itacolomi) Mariana-Mg: Bento Rodrigues, local destruído por outro rompimento de barragem da Vale. Serra do Cipó - Mg(todos circuitos dentro do parque e travessão) Conceição do Mato Dentro - Mg: cachoeira do Tabuleiro (base e mirante) Lapinha da Serra - Mg(subida aos picos da Lapinha e Breu, cachoeira Bicame e Lajeado, parte travessia Lapinha x Tabuleiro) Brumadinho - Mg(Inhotim) PN de Itatiaia - parte alta - Mg(base do pico das agulhas Negras e prateleiras, cachoeira Aiuruoca, circuito 5 lagos, subida ao pico do couto) Piquete - Sp(subida ao pico dos Marins) Infelizmente, por excesso de chuvas, não fizemos os picos do Itaguaré e da Mina( motivação da viagem). Entrou uma frente fria na semana que antecedeu o carnaval, tivemos que abortar por questão de segurança, pois não utilizamos guias e fazemos somente Bate/volta - fica para a próxima. As surpresas da viagem: Inhotim, Lapinha da Serra e Serra do Cipó. Pois não conhecia nenhuma delas. Algumas fotos Subida ao pico dos Marins - SP Pico do Itacolomi - Ouro Preto - Mg Cachoeira Bigame - Lapinha da Serra-Mg Subida para pico do Breu e Lapinha - Lapinha da Serra-Mg Vista desde o pico da Lapinha Cachoeira do espelho - travessão - Serra do Cipó -Mg A incrível JANELA DO CÉU flora exuberante Cachoeira do Tabuleiro - Mg Pico da Bandeira - ES Pedra do Altar - Mg
  2. Já a algum tempo Ibitipoca, distrito do município de Lima Duarte, estava entre os destinos que eu tinha como prioridade para fazer uma visita, ou melhor, para conhecer o lugar e ver se era tudo aquilo que falavam em relação as belezas naturais do lugar. Estava focado nas trilhas do Parque Estadual do Ibitipoca. Após fazer uma pesquisa sobre as pousadas, resolvi ficar na Pousada das Bromélias (R$150 com bom café da manhã), que é a que fica mais próxima da entrada do parque, cerca de 10min caminhando. Então no dia 28set18 saí de casa, do bairro de Realengo RJ, às 06:00h, após tomar um farto café da manhã, pois pretendia chegar a pousada e de imediato seguir para o parque para fazer dois dos três circuitos.Eu faria o Circuito das Águas e o Pico do Pião, que eram os menores, e no dia seguinte faria a Janela do Céu, que é uma trilha maior que as outras duas. Eu disse que faria e fiz, mas, alguns contratempos atrapalharam e dificultaram um pouco. Como disse anteriormente, saí de casa às 06:00h e peguei a BR 040 (RJ/BH), paguei três pedágios de R$12:40, segui até a placa que indica "Lima Duarte, Caxambu,São Lourenço", cerca de 200km de onde saí. Como indicado na placa dobra-se a esquerda pegando a mesma BR voltando, mas logo a uns 200m a frente vira a direita na BR 267, que apesar de ser uma rodovia de mão dupla, é muito bem conservada e sem pagamento de pedágio. Cerca de 50km depois cheguei na cidade de Lima Duarte. Cidade pequena e com várias placas indicando o caminho para Ibitipoca. A estradinha de 27km estava em boas condições, tendo uma parte sem asfalto e outro trecho com lajotas. Cheguei ao centro da Vila de Ibitipoca, que resume-se a uma rua com cerca de 200m onde fica todo o comércio do local, ou seja, barzinhos, restaurantes, padaria, mercado, etc. Três km a frente fica a entrada do parque. Cheguei pouco antes de 11:00h, fiz o check-in e pretendia fazer um lanche na própria pousada e partir de imediato para o parque. O primeiro problema: a pousada não serve refeições e nem lanches. Sem problemas. Lembrei que no interior do parque tem um restaurante e resolvi que lancharia lá. Este foi o segundo problema. Ao comprar o ingresso (R$20,00) o porteiro informou que o restaurante estava sem funcionar a algum tempo com problemas de licitação. Outro fato que me chamou a atenção foi quando pedi um mapa no Centro de Visitantes, com o roteiro das trilhas, e o atendente falou que não tinha, que tinha acabado e não foi reposto. Este atendente foi muito solícito comigo, tentando me explicar em um mapa na parede o roteiro que eu faria. Cheguei a conclusão que o parque, assim como outras coisas públicas, encontra-se sem recursos para manutenção. Resumo: estava sem lanches e somente com o café da manhã. Mas, como gosto de desafios, resolvi fazer o Circuito das Águas e ver minhas condições físicas para fazer o Pico do Pião, que é uma trilha bem mais puxada em subidas e mais longa. Estava levando somente uma garrafa de 1,5l de água. Como as atrações do Circuito das Águas são bem próximas umas das outras, ainda eram 13:00h, e eu estava empolgado, falei; "_ Nada como um bom desafio, vou subir o Pico do Pião." Subi. Não me arrependi, mas também não é tão legal como eu imaginava. É um local sem muitos atrativos, com muitas subidas bem íngremes, sendo os principais atrativos a ruína de uma capela e a visão 360º. Quando estava chegando lá, comecei a sentir os efeitos da falta de alimentação e fiz a última subida na raça. Fiquei no cume uns 15min tirando fotos e descansando. Como para descer dizem que "todo santo ajuda", pode até ajudar mas meus joelhos dizem que não, rsrsrs, cheguei a portaria sem maiores problemas por volta das 16:30h. Como a pousada fica bem próximo ao parque, cheguei rapidamente, assim como rapidamente tomei um banho, peguei o carro e fui para o centro (3km) para almoçar, estava morrendo de fome. Tem algumas opções, mas escolhi o lugar onde você se serve a quantidade desejada, com direito a dois pedaços de carnes (frango, peixe, carré), ao preço de R$18,00. Comi como se fosse um rei. Boa comida com preço honesto. Passei no mercadinho e comprei uns petiscos para comer a noite na pousada, bem como água para a trilha do dia seguinte. Não consegui dormir muito bem como de costume, apesar do conforto da cama, mas deu para descansar bastante. Acordei cedo, tomei um bom café da manhã na pousada, com bastante variedades, e segui para o parque, que abre as 07:00h. Minha missão era fazer a trilha da Janela do Céu, cerca de 15km ida e volta. A temperatura estava agradável, levei meu 1,5l de água, e o sol sumia constantemente entre as nuvens. Na primeira metade do percurso é só subida, com alguns atrativos (cruzeiro, grutas), depois tem uma descida acentuada constante, que logicamente vai se transformar em subida na volta. Fiz esta trilha calmamente e antes das 10:00h já estava na Janela do Céu. Lugar lindo. Transmite uma paz inimaginável. Deve ser porque eu estava lá sozinho, só escutando o barulho das águas e o canto dos pássaros. Deu para refletir muito sobre como faz bem você estar num lugar desses, curtindo a simplicidade e beleza da natureza em contraponto as pessoas, que cada vez mais, e por mais tempo, se colocam na frente de um computador, sem nem pensar em interagir com a natureza. Após a Janela do Céu você não pode deixar de seguir um pouco mais a frente e encontrar a Cachoeirinha. Vale muito a pena. Passei um tempo na cachoeira e depois dei início a volta. Agora o sol estava inclemente. Como abasteci minha garrafa de água na cachoeira, a volta foi tranquila. Na volta foi que encontrei alguns casais que estavam indo para lá. Cheguei na pousada perto das 13:00h. A tarde fui ao centro para almoçar, comprei o tradicional pão de canela da região, que várias residências vendem e voltei para pousada. No dia seguinte após o café da manhã, fiz meu check-out e segui rumo a Teresópolis onde faria as trilhas baixas do Parque Nacional da Serra dos Órgãos, mas isso é outra história...
  3. Oi pessoal, Compartilho com voces a pequena viagem que fiz com minha namorada para Ibitipoca/MG. Saímos de Juiz de Fora dia 03/01 por volta de 8h e, após cerca de 1h30min, já estavamos em Ibitipoca. -> De lima Duarte até Ibitipoca são cera de 24km de ESTRADA DE CHÃO. Nada surreal, mas é bom estar ciente -> Ibiipoca não tem posto de gasolina -> Meu telefone CLARO pegou bem, mas nao em todos os pontos da cidade. -> Ficamos hospedados na pousada Chalés Vale do Sol e não temos absolutamente nada pra reclamar: sala de jogos e piscina aquecida (nos salvaram em um dia que choveu e nao tinha nada pra fazer), café da manhã ok, bom atendimento, estacionamento, etc. Ficamos na suíte que, por certo proxima a recepção, pegava sinal do Wi-Fi. Dia 01: Circuito das Águas: Chegamos em Ibiti e fomos quase que direto pro Parque. A entrada custa 15 Temers (estudante paga meia) e pra estacionar o carro la dentro custa mais 25 Temers (tem a opção de parar o carro do lado de fora, o que dá mais uns 1,5km de caminhada ate o ponto de partida). Decidimos fazer no primeiro dia a Cachoeira dos Macacos, sendo que, no trajeto, passamos pela Ponte de Pedra e alguns mirantes. Caminhada é tranquila, creio que uns 2 km de ida e 2 de volta ao restaurante do parque, de onde partem todas as trilhas. A água estava MUITO GELADA, mas entrei mesmo assim hehehe. Nesse dia apenas lanchamos no parque e deixamos o local por voltas das 16h, mortos de fome. Fomos os centrinho da Vila e comemos um PF COLOSSAL por 20 Temers o prato no restaurante Rota Ibitipoca (ao lado do Ibitilua). Dia 02: Pico do Pião + Grutas Bom, nesse dia o tempo nao ajudou nem um pouco. Amanheceu chovendo muito e tivemos que ficar enrolando na pousada até umas 10h, quando estiou um pouco. Fomos para o Parque e compramos capas de chuva na loja ao lado do centro de apoio. Nossa intenção era fazer a trilha mais difícil e longe do Parque, a Janela do Céu (cerca de 17km ida e volta), mas devido ao horário e ao tempo instável, decidimos deixar pra próxima, isto porque a Janela do Ceu pede um tempo limpo, pra voce poder admirar tudo la de cima. Com a neblina muito baixa, nao conseguiriamos ver nada. Pois bem, decidimos entao ir até o Pico do Pião, passando pelas grutas no caminho. Pois é, também não conseguimos. O caminho até o pico do Piao é de 5km ida e 5km volta e tem SUBIDAS BIZARRAS. Chovia fino e ventava bastante. Indico levarem comida e muita agua, tomando cuidado onde pisam, porque um acidente ali demandaria um tempo enorme até sua companhia voltar ao centro de apoio e pedir ajuda (nao pega celular). Eu e Mara ja estavamos meio preocupados porque o parque estavam extremamente vazio, só havia a gente na trilha e, apesar da certeza quanto ao caminho (é muito bem sinalizado), não haviam outros turistas que pudessem nos ajudar caso algo acontecesse. Pra completar, quando estavamos a cerca de 4,2KM, faltando 800m pro Pico, fomos surpeendidos com uma chuva considerável e ficamos receosos em continuar a subida e eventualmente pegar um temporal no meio daquele lugar isolado. Decidimos entao voltar. Apesar de nao termos atingido o pico, valeu a caminhada, na trilha sempre cercada pela mata, onde voce pode ver inumeras espécies de pássaros, plantas e insetos e, se tiver sorte, quem sabe um lobo guará hehehe. Saimos do parque la pelas 15h e fomos novamente no Rota Almoçar. A noite, fomos comer uma pizza num "shopping' que tem na vila. No dia seguinte, tomamos café da manha e retornamos para JF. O tempo estava muito ruim e infelizmente nao nos proporcionou aproveitar o parque por completo.
  4. Não é de hoje que trilhas, grutas, mirantes e cachoeiras me atraem. Tenho uma lista de lugares que pretendo conhecer e dessa vez o Parque Estadual do Ibitipoca e Carrancas foram os escolhidos. São lugares próximos, baratos e com atrativos que eu tinha certeza que ficaria muito satisfeito de ter a oportunidade de conhecer. A ideia inicial era ficar 3 dias em Aiuruoca também, mas resolvi deixar essa cidade para uma próxima oportunidade. Um dos pontos fortes desse passeio foi o planejamento, pois consegui gastar exatamente o que havia planejado...e foi um valor super bacana. No final do relato disponibilizarei a planilha de gastos para vocês entenderem o que estou dizendo. Bom, vamos aos fatos! Malas prontas, ops, tralhas né. Quando o assunto é camping entendo um pouquinho. De tanto perrengue que já passei, tenho quase todos itens necessários para acampar com conforto e diversão. Com o carro lotado de coisas (colchões infláveis, tenda, cadeiras, barraca, lona, comidas, roupas etc) partimos, Cris e Eu, para Conceição de Ibitipoca - MG. Aqui preciso fazer uma pausa. A Cris é amiga de todas as horas, e foi muito legal ter a companhia dela nessa viagem. Pessoa ímpar, alto astral, forte e muito companheira. São mais de 10 anos de amizade e muitas histórias para chorar de rir. A seguir relatarei como foi cada um dos dias e deixarei à disposição algumas fotos para vocês terem uma leve noção dos lugares que visitamos. Dia 1: 19/04/2016 - Roteiro das Águas - Parque Estadual do Ibitipoca Saímos de Brasópolis-MG por volta de 8h da manhã, passando por São Lourenço, Caxambu, entre outras cidades mineiras e nosso destino final foi o Parque Estadual do Ibitipoca. O Parque Estadual do Ibitipoca está localizado na Zona da Mata (sul de MG) nos municípios de Lima Duarte e Santa Rita do Ibitipoca. Ocupa o alto da Serra do Ibitipoca, uma extensão da Serra da Mantiqueira. Com uma área de 1.488 hectares, a unidade de conservação está no local onde se dividem as bacias do Rio Grande e do Rio Paraíba do Sul. Foi criado em 4 de julho de 1973, pela Lei nº 6.126. ‘Ibitipoca’, palavra tupi-guarani, que significa “Serra que estoura” ou “Serra estourada”, devido a grande incidência de descargas elétricas (raios) ou a grande quantidade de grutas. É um dos Parques mais visitados do Estado, um dos mais conhecidos do Brasil e uma das principais atrações turísticas da região. Para saber mais, clique em http://www.ibitipoca.tur.br/roteiros/ Passamos pela portaria por volta das 13h30, pagamos a taxa de entrada R$10,00 e a taxa de estacionamento R$20,00 (dias úteis). A distância da portaria até o restaurante é de 1300m. Como fomos de carro chegamos rapidamente ao restaurante e almoçamos (R$20,00 o PF - comida muito boa). O parque tem uma infraestrutura super boa, exemplar. Após o almoço decidimos não perder tempo e resolvemos fazer o circuito das águas, o mais curto e tranquilo do parque cujo percurso tem aproximadamente 5km entre ida e volta . O Parque Estadual de Ibitipoca têm três circuitos com placas indicativas, deixando as auto guiadas, o que torna desnecessário o uso de guias. Para conhecer os circuitos, clique em http://www.ibitipoca.tur.br/roteiros/. Os atrativos do circuito das águas são a Gruta dos Coelhos, Lago dos Espelhos, Ducha, Lago Negro, Prainha das Elfas, Prainha, Gruta dos Gnomos, Lagos das Miragens, Ponte de Pedra, Cachoeira dos Macacos e Rio do Salto. Como era o primeiro dia no parque aproveitamos para tirar inúmeras fotos e caminhar. Não foi possível conhecer todos atrativos. Como já estava no fim do dia optamos por não entrar na água. Confesso que deu uma dor no coração chegar na Cachoeira dos Macacos e não dar um mergulho, mas quem sabe numa próxima. A seguir as fotos do circuito das águas. Saímos do parque às 18h e fomos conhecer o Camping Reserva Canto da Vida (http://www.ibitipoca.tur.br/camping/cantodavida/). Horas antes tinha comentado com a Cris que tenho vontade de ter um camping, daqueles muito bem planejados e que pudesse oferecer uma boa experiência aos campistas. Chegamos ao camping e fiquei impressionado com a organização, disposição dos lugares para barracas, enfim era muito superior ao que eu tinha pensado ser um bom camping. Montamos a barraca, organizamos as bolsas, fizemos o registro e pagamento ao Nelson (dono), tomamos uma cerveja e fomos preparar a janta. E que janta! Um miojo ao molho de galinha caipira - nada diferente do que estamos acostumados a comer...hehehehe. Dia 2: 20/04/2016 - Roteiro Janela do Céu - Parque Estadual do Ibitipoca Combinamos de acordar às 6h, pois o parque abre às 7h. Assim começaríamos a trilha às 7h e seria mais fácil, afinal não teria aquele Sol escaldante em nossas cabeças. Mas o celular despertou às 6h, mudei para 7h e por fim mudei para 8h. Chega de enrolação, enfim levantamos, nos arrumamos, compramos um café na lanchonete que tem no camping e partimos de carro rumo ao parque. Pagamos a taxa e fomos pedir informação no Centro de Visitantes. Iniciamos a trilha sentido Janela do Céu às 9h15. O cirtuito da Janela do Céu tem 16km de extensão, entre ida e volta. Têm como atrativos o Cruzeiro, a Gruta da Cruz, o Pico da Lombada, a Gruta dos Três Arcos, a Gruta dos Fugitivos, a Gruta dos Moreiras, a Cachoeirinha e a Janela do Céu. No início você sobe por uma estrada que parece não ter fim. Depois de 1h de subida chegamos no primeiro atrativo do circuito: o cruzeiro. Em seguida continuamos subindo até chegar ao Pico da Lombada. Por volta de 12h30 chegamos ao destino mais cobiçado da trilha: a famosa Janela do Céu. Qualquer descrição aqui vai ser insignificante diante da beleza do lugar. É extremamente recompensador depois de tamanho esforço para chegar lá. É o tipo de lugar que você tem certeza que tem o dedo de Deus. Na trilha conhecemos o Carlos (São Lourenço), a Luana (Salvador), o Pedro (Viçosa) e a Bruna (Senador Firmino). Acabamos fazendo a trilha de volta juntos, cada um com sua impressão do lugar e com as motivações para chegar no ponto final, pois as subidas e descidas pareciam não ter fim. Combinamos de jantar todos juntos no restaurante Ibitilua, mas o Carlos estava tão cansado que não conseguiu ir. É bem provável que esse encontro tenha sido único, mas com certeza foi marcante. A seguir as fotos desse segundo dia. Dia 3: 21/04/2016 - Deslocamento Ibitipoca -> Carrancas Aqui faço questão de disponibilizar o roteiro planejado e o cumprido. A ideia era fazer o circuito do pico do pião na terça, o circuito da janela do céu na quarta e quinta no período da manhã encerrar com o circuito das águas. Quem disse que deu tempo? Na verdade o fato de ter chegado um pouco tarde na terça atrapalhou um pouco os planos. O fato mesmo é que na quinta eu mal tinha joelhos para parar em pé, depois da caminhada de terça e quarta (total de + 20km). Fiquei com os dois joelhos inchados e tive que ficar deitado até umas 10h. Vou ter que fazer um tratamento, afinal esse ano ainda tenho Chapada dos Veadeiros em julho e Machu Picchu em Setembro, e não vai ser legal ir de muletas...heheheh. Como o camping tinha uma boa piscina aproveitamos a quinta-feira pra descansar, dar um mergulho, desmontar acampamento e partir para Carrancas. Saímos de Ibitipoca por volta das 13h, pegamos a estrada de terra até Lima Duarte, entramos na BR 267 sentido Caxambu e viramos à direita sentido BR 494 até São Vicente de Minas. Seguimos até Minduri, onde entramos numa estrada de terra e seguimos por 45km até chegar em Carrancas, às 17h30. O carro sofreu um bocado….o dó!!! Tínhamos combinado de encontrar quatro amigas em Carrancas: Rosana (Brasópolis), Edna, Érica e Sayuri (de SJC). Somente a Rosana ficaria no camping conosco. As demais tiveram uma surpresa ruim quando chegaram a pousada. A página web da pousada reservada por elas (http://www.datoca.com.br/) havia sido hackeada e elas depositaram a grana para um estelionatário. Moral da história, perderam a grana, a reserva e tiveram que ficar em outra pousada. Um prejuízo que não tirou o ânimo das moças...hehehe. Cris, Rosana e eu fomos conhecer o camping Sossego do Jeca (https://campingsossegodojecacarrancas.wordpress.com/). Gostamos do ambiente, pagamos R$30,00 pela diária e montamos nossa barraca por alí mesmo. O camping fica bem localizado, as pessoas são muito simpáticas e é bem limpo. Recomendo. Carrancas reúne em um só lugar tudo que o amante da natureza e da história de nossa gente pode querer: um lugar bucólico, em que o antigo e novo se misturam, emoldurados por mais de 110 atrações naturais, entre serras, grutas, poços e cachoeiras. A cada trilha, uma paisagem nova deságua aos olhos dos turistas que são sempre bem recebidos pelos moradores. Eu, particularmente, pretendo voltar várias vezes. Fiquei com a sensação que a cidade tem um potencial enorme para o turismo, mas ainda tem muito o que avançar nesse sentido. Para saber mais sobre Carrancas: http://carrancas.com.br/index.shtml. Dia 4: 22/04/2016 - Complexo da Fumaça e da Vargem Grande - Carrancas Acordamos bem cedo na sexta-feira e fomos à padaria encontrar o pessoal. Tomamos um bom café da manhã por um preço super simbólico (gastei R$2,00, pode isso?) e partimos rumo ao Complexo da Fumaça. Optamos por conhecer somente a Cachoeira da Fumaça, a qual é muito bonita, mas não está liberada para banho. A placa informa que a água é poluída e a mesma tem alto índice de morte por afogamento. Saímos do Complexo da Fumaça e fomos conhecer o Complexo da Vargem Grande. Este complexo tem uma série de corredeiras e pequenas quedas formam um complexo de poços e piscinas naturais. O poço mais fascinante é o da Esmeralda, de águas verdes e cristalinas, formado pela cachoeira das Esmeraldas. Ficamos a tarde toda nadando e admirando esse poço. Como era uma sexta-feira pós feriado estava lotado. Recomendo a visita em dias de semana. Após passar o dia nas águas do complexo da Vargem Grande paramos no restaurante localizado na entrada do mesmo. Almoçamos, tomamos duas geladas e fomos para cidade descansar. Durante a noite ficamos no Recanto Bar. Um bar muito bacana, com ótima comida e um chopp artesanal muito bom. Bebi alguns e logo estava escrevendo um verso para a garçonete Gessica. Segundo a balconista, a melhor garçonete do local. Interessante que fiz um verso pra ela e todas as meninas da mesa riram de mim, achando que eu era um bocó. De fato, sou mesmo….hehehe. E advinha o resultado? No dia seguinte fui ao bar e o bilhete estava colado no vidro do balcão de atendimento, ou seja, a Gessica não só gostou do verso como estava ostentando para todos que por alí passavam. Confesso que nessa hora me senti um poeta, sqn….heheheh. Tenho certeza que vocês estão curiosos para saber o que escrevi, mas é segredo… Quando forem lá, falem com a Gessica e ela contará. Dia 5: 23/04/2016 - Complexo da Zilda I - Carrancas O sábado começou na mesma pegada que a sexta-feira. Fomos à padaria, tomamos aquele café caprichado, passamos numa agência de turismo e nos informamos sobre o Complexo da Zilda. Os olhos brilharam, que lugar fascinante. Mas o bolso não permitiu contratar um guia, pediram R$65,00 e minhas moedas estavam contadas. Optamos por não contratar o guia, e fazer o que fosse possível por contra própria, afinal a essa altura eu já me sentia um trilheiro... Depois de 12km de estrada de terra chegamos ao complexo. O mesmo é dividido em Zilda I, Zilda II e Escorregador da Zilda. Decidimos conhecemos no mínimo a Zilda I e o escorregador da Zilda. E assim foi. Para saber sobre o complexo da Zilda: http://carrancas.com.br/cachoeiras/zilda.shtml. No complexo da Zilda I aconteceu um fato muito interessante. Chegamos na Cachoeira da Zilda e ficamos impressionados com a beleza do lugar. Resolvemos ficar o dia todo por ali, descansando e curtindo aquele ambiente. E não é que uma borboleta resolveu me fazer companhia? Ficou cerca de 30 minutos em minha mão. Minha mãe diz que é sorte, espero que ela tenha razão...hehehe. Para encerrar o sábado, arriscamos conhecer o forró que rolava num bar próximo ao Recanto Bar,. Mas estava lotado e não entramos, então voltamos para casa, ops, camping e fomos descansar. Dia 6: 24/04/2016 - Complexo da Ponte - Carrancas O último dia chegou e acordamos um pouco mais tarde. Desmontamos a barraca, juntamos tudo e partimos para o Complexo da Ponte. Fica à apenas 2km da cidade. Lá conhecemos a Cachoeira do Salomão e a Cachoeira do Moinho. Por volta das 13h30 partimos rumo a nossa cidade - Brasópolis - MG. Chegamos em casa às 18h. Essa viagem foi mais uma daquelas que sentirei saudades e farei planos para retornar. Tanto Conceição de Ibitipoca quanto Carrancas encantam qualquer um que é apaixonado por trilhas e cachoeiras. Esse relato é para compartilhar as experiências e para relembrar (futuramente) desses momentos bacanas que passei ao lado de pessoas boas e em lugares especiais. Muito obrigado Cris, Carlos, Luana, Pedro, Bruna, Rosana, Edna, Érica e Sayuri. Um agradecimento especial à amiga Edna, que revisou o texto e me deu algumas dicas para torná-lo mais interessante. Mapa de Carrancas e Gastos: Até a próxima! Abraços!!!
  5. No Carnaval de 2013, viajamos com um casal de amigos para este lugar fantástico chamado Ibitipoca, localizado na Serra da Mantiqueira, Minas Gerais. Distrito do município de Lima Duarte, Conceição do Ibitipoca é um pequeno vilarejo cuja população não ultrapassa dois mil habitantes. É bem parecida com Lavras Novas, distrito de Ouro Preto. Porém, a grande atração do lugar é o Parque Estadual do Ibitipoca, repleto de belezas naturais como cachoeiras, grutas, picos, lagos e uma riquíssima vegetação. Para chegar a Conceição do Ibitipoca é possível ir de ônibus ou de carro. Como fomos de carro (saindo de Ouro Preto), seguimos até Conselheiro Lafaiete e pegamos a BR-040 sentido Juiz de Fora. Ao avistar a placa indicando Lima Duarte, é preciso virar à direita e seguir 49km na BR-267. Ao chegar no município de Lima Duarte, é aconselhável abastecer seu carro e sacar dinheiro se for preciso, pois em Ibitipoca não existem postos de gasolina nem caixas eletrônicos, e alguns estabelecimentos não aceitam cartão. Em Lima Duarte, pergunte aos moradores do município qual é o caminho para Ibitipoca, pois o acesso não é sinalizado. De Lima Duarte a Conceição do Ibitipoca são mais 27km, sendo parte deste trecho de estrada de terra e parte de calçamento. Em época de chuva, um carro convencional pode ter dificuldades neste trecho. Gastamos cerca de 4 horas de Ouro Preto até Conceição do Ibitipoca. A vila possui diversas opções de hospedagem, são inúmeras pousadas, casas para alugar e alguns campings. Como fomos em um feriado, as diárias nas pousadas estavam caríssimas, portanto, decidimos acampar. Antes de viajar, pesquisamos sobre os campings e escolhemos o camping Ibitilua (o principal da vila), por ser o de melhor localização. O Ibitulua fica no centro da vila, na rua principal, onde o agito acontece. Inclusive, existe a pousada Ibitilua e o restaurante Ibitilua, com música ao vivo durante todos os fins de semana (no Carnaval, todos os dias). Pagamos diária de 25,00 por pessoa, mas fora de feriado o preço é menor. O camping é bem estruturado, com área para cozinhar, churrasqueira, ducha elétrica, tomada e telefone para fazer ligações a cobrar (na vila só existe sinal da Claro). Para os que curtem acampar, recomentamos muito o Ibitilua. Chegamos na vila no sábado, cerca das 12h. Como estava tarde para visitar o parque, saímos para almoçar e conhecer o vilarejo. Para almoçar, existe uma ótima opção, um pequeno restaurante em frente ao Ibitilua, com self-service sem balança por 10,00 apenas, a comida é simples e muito boa. Para quem quiser comprar souvenirs, existem várias lojinhas de artesanato nas duas ruas principais. Pra tirar fotos, vale visitar as igrejinhas da vila. No domingo, acordamos bem cedo pra ir ao parque, a grande atração do local. O parque estadual fica a 3km do centro da vila e a estrada até lá é toda calçada. Dentro do parque existe estacionamento para cerca de 30 carros apenas. Por isso, se quiser deixar seu carro dentro do parque (custa 15,00 mas é a melhor opção), é preciso chegar bem cedo, antes das 7h. Se não conseguir deixar seu carro dentro do parque, terá que andar mais, pois da portaria até o centro de visitantes a distancia é de mais de 1km. O parque estabelece limite de visitantes por dia, sendo que nos dias de semana são 300 pessoas e fins de semana e feriados, 800 pessoas. O parque possui área para camping, restaurante, lanchonete, banheiros e uma lojinha de presentes. A entrada no parque é 15 reais, mas estudantes pagam 7,50. Para conhecer bem o parque, é preciso no mínimo 3 dias, pois existem 3 principais circuitos e o ideal é fazer 1 por dia. Os circuitos são: Janela do Céu (16km ida e volta), Pico do Pião (11km ida e volta) e circuito das Águas (5km ida e volta). Cada circuito possui diferentes atrações entre grutas, mirantes e lindas cachoeiras. Em nosso primeiro dia no parque, resolvemos fazer o mais longo dos circuitos, o que leva à famosa Janela do Céu. Por ser um circuito pesado, equipamos as mochilas com bastante água, frutas, barrinhas de ceral, biscoitos e pães. Leve bastante água e alimentos leves. Iniciamos o circuito às 7:30 e cerca de 3 horas depois chegamos à Janela do Céu, lugar lindo com uma paisagem exuberante que compensa todo o esforço para se chegar até lá. Ficamos cerca de 1 hora curtindo esse lugar. Com cuidado, é possível chegar na beirada da Janela, pois as pedras não são escorregadias. Existe também um pequeno poço, onde é possível nadar. Ao sair da Janela, não andamos muito e vimos uma placa indicando ''Cachoeirinha''. Claro, fomos conferir e nos deparamos com uma cachoeira enorme e linda, com um poço onde é possível nadar. Foi este mesmo lugar que escolhemos para ''almoçar''. Na trilha da Janela do Céu, existem várias ramificações, de trilhas menores que levam a pontos como cachoeiras e grutas, mas não pudemos visitar todos, pois estávamos cansados e o tempo era pouco pra ver tudo. No caminho de volta, quase terminando a trilha, vimos uma placa indicando Ducha. Fomos conferir e adoramos, o lugar é uma delícia pra se refrescar e relaxar depois de uma caminhada super longa. Terminamos nosso primeiro dia de caminhada por volta das 17h. Voltamos pro camping e curtimos o resto da tarde tocando violão e descansando. De noite, uma ótima opção é comer uma pizza na Pizzaria Serra Nostra, um ambiente rústico muito bonito com uma pizza muito boa. Como era Carnaval, o bar Ibitilua estava bombando com música ao vivo, ótimos cantores e música de muita qualidade. Na segunda, mais uma vez acordamos cedo pra entrar com o carro no parque. Chegamos umas 7h e dessa vez, decidimos tomar café na lanchonete do parque, pois faríamos o Circuito das Águas, bem menor, e por isso não estávamos com tanta pressa de iniciar a trilha. Após o café, seguimos rumo às águas. Neste circuito, visitamos cachoeiras e lugares lindos como: Cachoeira dos Macacos, Ponte de Pedra, Lago das Miragens, Lago dos Espelhos, Lago Negro, Gruta dos Coelhos e Prainha das Elfas. Este é o circuito ideal pra quem quer tomar banho de cachoeira e não andar muito. No terceiro dia, achamos melhor não ir ao parque, pois estávamos muito cansados. Por isso, não fizemos o circuito do Pico do Pião. Mas quem puder, faça os 3 circuitos. Enfim, o parque é lindíssimo, pra quem curte trilhas e cachoeiras, é uma ótima opção de aventura. Quem vai a Conceição do Ibitipoca também não pode deixar de conferir o bar mais famoso do lugar. É o Candeia Blues Bar, popularmente conhecido como Bar do Firma. É só perguntar que qualquer morador te explica onde fica o famoso bar. Fica bem distante da rua principal da vila, por isso é melhor ir de carro. Se for à pé, vá com uma turma de amigos, pois a estradinha de terra até lá é completamente sem iluminação. Passar por lá é obrigatório. O lugar é super exótico, divertido e só toca música boa. A decoração é o principal atrativo, cheio de coisas penduradas no teto, inclusive garrafas de pinga. Lá no Bar do Firma, conhecemos um casal que nos contou sobre o famoso Festival Ibitiblues, um festival de Blues que acontece todo ano no mês de agosto no camping Ibitilua, onde ficamos hospedados. Parece ser muito bom. Nossa viagem a Ibitipoca foi sensacional!!!
×
×
  • Criar Novo...