Ir para conteúdo

Pesquisar na Comunidade

Mostrando resultados para as tags ''machu picchu''.



Mais opções de pesquisa

  • Pesquisar por Tags

    Digite tags separadas por vírgulas
  • Pesquisar por Autor

Tipo de Conteúdo


Mochileiros.com

  • Perguntas e Respostas
    • Perguntas Rápidas
    • Perguntas e Respostas & Roteiros
    • Cupons de Desconto
  • Relatos de Viagem
    • Relatos de Viagem
  • Companhia para Viajar
  • Equipamentos
  • Trilhas e Travessias
  • Nomadismo e Mochilão roots
  • Outras Formas de Viajar
  • Outros Fóruns

Encontrar resultados em...

Encontrar resultados que...


Data de Criação

  • Início

    FIM


Data de Atualização

  • Início

    FIM


Filtrar pelo número de...

Data de Registro

  • Início

    FIM


Grupo


Sobre mim


Ocupação


Próximo Destino

Encontrado 84 registros

  1. Segue abaixo o relato da viagem que fiz com minha esposa entre os dias 13 e 24 de junho de 2016. ROTEIRO Link do tópico do meu roteiro: peru-cusco-e-arequipa-13-06-a-24-06-t127774.html DIA a DIA Dia 14/06 Chegamos a Cusco às 5:00 da manhã, e já na saída do aeroporto estavam os taxistas, pediam entre 30 e 40 soles. Andando um pouco para a direita, logo após passar pela porta de saída do aeroporto, há outros taxistas com preços melhores. Paguei 20 soles para nos levar até nossa hospedagem. Como eram 5 horas da manhã e estávamos há quase 24 horas entre vôos e aeroportos, não tive saco para pechinchar muito o taxi, mas eu acredito que fariam mais barato facilmente. Chegando ao Kokopelli Hostel, nossa hospedagem, não havia quartos disponíveis para um early check-in e tivemos que esperar até meio-dia dormindo em um sofá na sala de TV. Tomamos um banho, arrumamos as coisas e saímos para almoçar e conhecer a cidade. Cusco é uma cidade bonita, mas ainda há muita pobreza. Na primeira tarde fomos ver a Plaza de Armas, a pedra dos doze ângulos e o mercado municipal, além de caminhar um pouco a esmo pelas pequenas ruas a fim de nos ambientar com a cidade e ir aperfeiçoando o nosso “No, gracias”, a expressão mais usada durante a viagem. Como já estava se aproximando do Inti Raymi (dia 24/06) a cidade já estava em clima de festa. Havia um palco montado em frente à catedral, muita música e gente dançando, e quanto mais se aproximou da data da festa mais movimentado ficou. Aproveitamos para fazer o cambio de moedas e conseguimos a cotação de 1 real para 0,90 soles em uma casa de câmbio na Av. El Sol . Há muitas casas de cambio em Cusco e algumas são pequenas cabines dentro de lojinhas. A cotação era bem parecida na maioria delas e as principais estão localizadas na Av. El Sol. Durante a caminhada também aproveitamos para parar em uma agência de turismo e ver os preços dos passeios. A coisa lá é meio tabelada por todas as agências. 20 soles o city tour, 30 soles Maras / Moray e 60 soles o Vale Sagrado. Como era o mesmo preço da agência que tinha dentro do nosso albergue, optamos por fechar com o pessoal do albergue. As agências vão vendendo os passeios e depois um ônibus sai recolhendo o pessoal dessas várias agências. Fechamos os passeios do City Tour e do Vale Sagrado. Dia 15/06 O City tour geralmente é feito durante a tarde, começando as 14:00. Mas nós optamos em fazer de manhã, que não tem o templo de Qorikancha incluso e, não sei qual a lógica aqui, custa 5 soles a mais. Mas queríamos fazer logo pela manhã para aproveitar o clima e depois ter o resto do dia livre. As 9:00 nos buscaram e partimos. Para quem não sabe, o city tour neste caso não é um tour dentro da cidade. Ao redor da cidade de Cusco há importantes sítios arqueológicos, e são esses lugares que se conhece. A primeira parada foi em Saqsaywaman, e lá mesmo já compramos o Boleto Turístico por 130,00 Soles, válidos por 10 dias, e que te dá direito a entrar em vários lugares turísticos. Recebemos as explicações do guia sobre a importância e as peculiaridades do lugar e saímos para caminhar e tirar fotos. Mesmo tendo grande parte de sua estrutura destruída pelos espanhóis, o lugar ainda assim impressiona. Gigantescos blocos de pedra encaixados perfeitamente. Lá também tivemos nosso primeiro contato com as simpáticas lhamas. Saindo de lá, paramos em Q’enqo. O local é pequeno, mas eu adorei. Foi um lugar de cerimônias e possui, dentro de uma galeria subterrânea, embaixo de uma grande rocha, uma sala de sacrifícios esculpida na rocha. Próxima parada, Tambomachay. Local dedicado ao culto à água, cheio de canais e cascatas. E logo ali do lado, também está Puka Pukara, última parada do nosso city tour. Este sítio era um forte militar utilizado para controlar o acesso à cidade de Cusco, e neste ponto já nos haviam ensinado que o correto seria Qosqo, o ‘umbigo do mundo’. Na volta para Cusco paramos em uma loja de roupas feitas com a lã de alpaca. Para compras não vale a pena, pois é tudo muito caro. O que vale é a explicação de como identificar uma peça de lã de alpaca, baby alpaca e ‘maybe alpaca’. Chegamos à cidade na hora do almoço, nos deixaram um pouco acima da Plaza de Armas, e ali perto já comemos um delicioso hambúrguer. Então fomos conhecer o templo de Qorikancha. Chegando lá, pagamos os 15 soles por pessoa pela entrada (não está incluso no Boleto Turístico) mais 35 soles para uma guia particular. Os guias ficam na porta de entrada, vão pedir mais, mas é só pechinchar. O tour com guia privado foi de +- 1 hora e foi muito bom e completo. Valeu a pena demais. Se eu soubesse e pudesse, teria feito todo o city tour com guia particular. A quantidade e qualidade de informações são muito superiores. Por isso, caso estejam em mais pessoas e com o orçamento folgado, recomendo que o façam. Segue o contato da guia: Gina Diaz F. - +51 984 335420 – [email protected] À noite fomos comer algo e voltamos para dormir, pois no outro dia faríamos o Vale Sagrado.
  2. O Peru é um país com paisagens lindas e um povo batalhador que sofre com terremotos, erupções e principalmente com governos corruptos. Possui uma diversidade cultural e geográfica riquíssima, preservando cidades e vestígios de civilizações pré-colombianas e da colonização espanhola. Um dos atrativos mais visitados da América do Sul está localizado no Peru, a cidade perdida dos Incas: Machu Picchu. O planejamento para conhecer o Peru começou no final de 2015 quando conversei com a amiga Edna e decidimos que em setembro de 2016 conheceríamos esse país. De lá para cá foram muitas pesquisas, muitas conversas, e em meados de junho fechamos o roteiro e compramos as passagens aéreas. Logo em seguida reservamos as hospedagens e compramos os tickets para entrar em Machu Picchu e subir a Huayna Picchu. Foram 12 dias no total, sendo 5 viagens de avião, 2 viagens de ônibus (8h cada), 2 viagens de trem, 2 dias de trilhas, alguns passeios de ônibus (city tours) e várias “corridas” de táxi. Conhecemos Huaraz, Lima, Arequipa, Cusco, Águas Calientes e Machu Picchu. Tentarei descrever resumidamente como foi cada dia. Cabe lembrar que não tenho a intenção de esgotar nenhum assunto sobre qualquer um dos lugares visitados. Há muitos sites que poderão lhe ajudar, caso você esteja planejando uma viagem para lá, inclusive citarei alguns que nos auxiliaram. A seguir o roteiro e uma foto de apresentação minha e da Edna. Informações e dicas importantes: *O dinheiro local é o Nuevo Sol, identificado pela sigla S/. Para sua viagem, leve dólar e troque nas casas de câmbio. Há muitas casas de câmbio em Miraflores, conseguimos trocar 1 dólar por 3,39 soles. Em Cusco também têm várias casas de câmbio e a cotação era bem parecida com a que conseguimos em Lima. *Brasileiros não precisam de visto para entrar no país. Entretanto, o prazo máximo de permanência é de 183 dias, sem prorrogação. *É necessário apresentar o Passaporte ou a Carteira de Identidade, desde que tenha sido emitida há menos de dez anos. Se tiver condições, leve o passaporte e aproveite para pegar o carimbo de Machu Picchu. *É recomendável viajar com um pequeno kit médico que inclui alguns medicamentos básicos, como antiácido, antitérmico, analgésico, anti-inflamatório e antialérgico. Outro remédio importante é paracetamol, pois a dor de cabeça é quase certa se você for para Huaraz ou outra cidade com grande altitude. *Se você não tem experiência com altitudes acima de 3.500 metros, não ignore algumas regras, pois muitos turistas sentem os efeitos do soroche (mal de altitude) na própria pele: dificuldade em respirar, dor de cabeça, enjoo e mal-estar estão entre os principais sintomas que podem te colocar pra baixo durante um bom tempo. *O que levar? Pelo menos em setembro o tempo estava bom e não choveu. Durante o dia fazia um calor normal, mas a noite sempre esfriava. Recomendo levar uma blusa mais leve para usar durante o dia e uma mais reforçada para usar caso visite o Glaciar ou saia a noite. *Realizamos as reservas das hospedagens pelo booking e não tivemos nenhum problema. *No Peru os preços cobrados pelos taxistas são bem mais baratos que no Brasil. Dica: antes de entrar no táxi pergunte o valor e negocie. Em quase todas as viagens negociamos e conseguimos bons descontos. *Tivemos dificuldade em comprar um chip pré-pago, pois nem todos quiosques de telefonia estão vendendo chips a turistas. Conseguimos comprar na loja de departamentos Ripley, localizada na Calle Schell, próxima ao supermercado Metro em Lima. Custa 6 soles e com 10 soles de crédito conseguimos usar a internet por uns 8 dias. Dia 1: 12/09/2016 - Deslocamento: SJC -> Guarulhos -> Lima -> Huaraz O primeiro dia de viagem foi somente de deslocamento. Saímos da rodoviária de São José dos Campos - SP às 22h00 e chegamos ao aeroporto de Guarulhos às 23h30. Por volta de 3h50 do dia 12-09 partimos para Lima. Depois de 5 horas de voo chegamos ao aeroporto de Lima, às 7h10. No Peru você deve atrasar o relógio em 2h. Antes de sair do aeroporto fizemos câmbio somente para pagar o taxi e um café da manhã. Saímos do aeroporto e fomos ao Distrito de Miraflores (preço do táxi 60 soles), o qual recebe inúmeros turistas o ano todo e possui excelente infraestrutura, com várias casas de câmbio, hotéis, restaurantes, lojas etc. Tomamos um café da manhã e fomos procurar uma casa de câmbio. Trocamos um pouco de dinheiro e ficamos passeando por Miraflores até dar o horário de pegarmos o ônibus para Huaraz. Às 13h saímos de ônibus rumo a Huaraz. A viagem foi realizada com a empresa Moviltours, a qual serviu almoço e café da tarde. O ônibus era de dois andares e escolhemos o segundo andar para admirar as belezas naturais que eram fantásticas. Chegamos em Huaraz por volta das 21h. Huaraz está localizada a cerca de 420 km ao norte de Lima e há 3052 metros de altitude. É uma cidade com aproximadamente 127 mil habitantes e possui muitas opções de hospedagem, alimentação e agências de turismo. Para saber mais sobre Huaraz, clique aqui. Dia 2: 13/09/2016 - Laguna 69 (4620mts de altitude) O primeiro dia de passeio em Huaraz começou bem cedo. Acordamos às 5h30, tomamos café e a proprietária do Hostel chamou um táxi para nos levar até o início da trilha para a Laguna 69. O táxi custou 190 soles. O taxista nos contou várias histórias interessantes da região e falou muito de política, inclusive que o Peru é um país corrupto e que isso tem aumentado a pobreza pelas cidades afora….hehehe. Antes de falar um pouco sobre a Laguna 69, precisamos saber um pouquinho sobre o Parque Nacional de Huascarán, quel é declarado Patrimônio Natural da Humanidade. Nele encontra-se a Cordilheira Branca, com lagos de origem glacial de intensa cor turquesa, assim como grande variedade de flora e fauna andina. Neste parque também temos os picos nevados tropicais mais altos do mundo, como o Huascarán, com 6768 metros acima do nível do mar, o mais alto do Peru. A área é um paraíso para os amantes dos esportes de montanhismo e ecoturismo. Para saber mais, clique aqui. A Laguna 69 está localizada no Parque Nacional de Huascarán e a entrada custa 10 soles. São aproximadamente 14 km de trilha entre ida e volta. Para se ter uma ideia, a trilha começa a ceerca de 3900 mts e a laguna encontra-se a 4620 mts de altitude. O início da trilha é bem batido e não tem erro. Inclusive começa numa parte plana, mas logo em seguida começa a subida. No começo tentei fingir que estava tudo bem e que era mais uma das caminhadas que fazia, mas logo senti uma leve dor de cabeça e uma dificuldade para respirar. A Edna sentiu enjoos e andava lentamente (tipo uma tartaruga - kkkk). Aos poucos fui me distanciando e tentando incentivá-la, dizendo que estávamos próximos. Mas era mentira, eu nem tinha ideia do quanto faltava. Por fim subimos uma parte extremamente difícil e chegamos numa parte plana, na qual eu achei que estava chegando e que a Laguna 69 ficava por ali. Ledo engano, ainda tinha uma subida FDP pela frente. Confesso que deu vontade de chorar quando vi que ainda faltava uma subida tão difícil quanto a que tínhamos acabado de vencer. A Edna abortou a missão e pediu que eu continuasse que ela ia me esperar por alí. Não pensei muito, apenas disse que continuaria e que retornaria o mais rápido possível. Se acompanhado é difícil vencer um desafio, imagina sozinho. Durante essa última subida devo ter parado umas 20 vezes, tive inúmeros taquicardias, pensei que não daria conta e fiquei com enjoo. Muitas pessoas estavam retornando da Laguna e me saudavam com uma palavra de apoio. Sou teimoso e não desisti. Dava dez passos, parava, respirava e assim consegui chegar na tão sonhada Laguna 69 de água cor azul turquesa. Quando você chega é uma sensação muito boa, pois você fica impressionado com a beleza do lugar e ao mesmo tempo se sente mais forte por ter vencido um desafio tão difícil. Foram 4 horas de caminhada. Tirei muitas fotos, comi umas bolachas e retornei. Depois de 2h andando num ritmo forte retornamos ao início da trilha, onde o taxista nos esperava para voltar à Huaraz. Dica: devido ao soroche, se puder, recomendo que use um dia ao menos para climatizar antes de fazer este trekking… ou até mesmo o da Laguna Churup. Dia 3: 14/09/2016 - Glaciar Pastoruri (5000 mts de altitude) Nesse dia tínhamos planejado fazer a trilha para Laguna Churup. Acordamos e devido ao cansaço do dia anterior achamos melhor “pegar leve” e fazer um passeio mais tranquilo. Conversamos e decidimos ir ao Glaciar Pastoruri, que fica a 5000 m de altitude e poderíamos ir de excursão pagando apenas 50 soles (40 da excursão e 10 da entrada). O Glaciar Pastoruri está localizado ao sul da Cordilheira Branca, dentro do Parque Nacional de Huascarán. De acordo com os guias esse glaciar é um exemplo da interferência do homem no clima da Terra, pois as geleiras vêm derretendo e a expectativa é que até 2030 todo o Glaciar já tenha desaparecido. No caminho até o início da trilha do Glaciar, pudemos ver um pouco sobre a flora (conhecemos as Puyas) e ter um contato com a fauna (onde conheci minhas amigas alpacas). A trilha para o Glaciar é relativamente curta, tem aproximadamente 4 km entre ida e volta. Mas como a altitude é de em torno de 5000 m é fácil sentir dor de cabeça, enjoo e dificuldade em respirar, que fica um pouco maior por ser muito frio e ventar muito. Tive grandes dificuldades nessa trilha e consegui ficar pouco tempo próximo ao Glaciar. Dia 4: 15/09/2016 - City Tour em Lima Saímos de Huaraz no dia anterior às 23h no ônibus da Moviltours e chegamos à Lima por volta de 7h da manhã do dia 15 de setembro. Fomos direto para o hostel, deixamos as mochilas e fomos fazer o City Tour em Lima. O City Tour é um passeio panorâmico de 3h30 partindo do Parque Kennedy em Miraflores para o Centro Histórico e outros distritos importantes de Lima. Entre os lugares para conhecer estão a Plaza de Armas, a Plaza San Martín, a Plaza del Congreso, o Parque de la Reserva, o Parque de la Exposición, o Paseo de los Héroes Navales, o Palacio de Justicia, entre outros. A saída foi às 9h30 e o retorno às 13h. Preço: 75 soles por pessoa. Para saber mais clique aqui. Após o término do City Tour, almoçamos e logo em seguida fomos conhecer o Museu Huaca Pucllana. Localizado no bairro de Miraflores, este sítio arqueológico data de 200 a 700 d.C e abriga uma pirâmide de 25 metros de altura construída com adobe - espécie de tijolos de barro. Historiadores acreditam que o espaço, criado por povos pré-hispânicos, era utilizado para cerimônias e rituais. Pagamos 12 soles pela entrada e a visita foi guiada. Para saber mais clique aqui. Saímos do Museu Huaca Pucllana por volta de 15h00 e fomos conhecer o Parque Raimondi, cujo principal atrativo é a prática de salto de parapente. É um lugar ideal para caminhar, praticar corrida, andar de bicicleta e contemplar uma bela vista para o mar. Depois, fomos conhecer o Parque Del Amor, que fica logo ao lado do Parque Raimondi. Este parque tem como grande destaque a estátua O Beijo, de Victor Delfín, com três metros de altura. O local também abriga jardins, mosaicos, mirante com vista para o Oceano Pacífico e locais para acompanhar o pôr do Sol. Do Parque Del Amor fomos caminhando até o Shopping Larcomar, o qual tem uma vista incrível para o Oceano Pacífico. Localizado em um dos pontos mais altos de Miraflores, o empreendimento também é ótimo para tomar uma cerveja gelada e apreciar o pôr do Sol. Dia 5: 16/09/2016 - Plaza de Armas de Lima - Museu do Ouro e Mercado Inka O quinto dia de viagem começou um pouco mais tarde. Acordamos umas 8h00 da manhã, tomamos café no Hostel e fomos de táxi para o centro de Lima. Caminhamos muito por lá, conhecemos a Catedral, o Palácio do Governo e assistimos a troca de guarda que ocorre todos os dias às 11h45. Infelizmente as fotos não ficaram boas e por isso não postarei aqui. Após o almoço fomos conhecer o Museu do Ouro, o qual expõe peças de ouro, prata e cobre da época pré-colombiana. Há objetos com vasos, brincos, braceletes e armas. Não é permitido fotografar dentro do museu. O preço da entrada é 33 soles. Saindo do museu passamos no Mercado Inka (também conhecido como Mercado Índio). Lá têm inúmeros produtos artesanais e objetos de lembrança. Vale a pena conhecer e pedir alguns descontos...hehehe. Nesse dia tínhamos planejado conhecer o Circuito Mágico das Águas, mas chegamos um pouco tarde no Hostel e não dava mais tempo. Para compensar, fomos conhecer as baladas de Miraflores. São inúmeras e todas lotadas de pessoas animadas. Dia 6: 17/09/2016 - Museu Larco Herrera Em nosso último dia em Lima aproveitamos para acordar um pouco mais tarde e passear pelo Parque Kennedy. Esse Parque também é conhecida como praça dos gatos e deve ter mais de 100 gatos que vivem por lá. Fiquei com vontade de colocar uns três na mochila e levar comigo, mas a Edna não deixou….hehehe. Almoçamos e fomos ao Museu Larco Herrera, o qual fica instalado em uma mansão do século 18 e guarda jóias, máscaras e pedras preciosas. Para saber mais clique aqui. Saindo do museu fomos direto ao aeroporto de Lima. Nosso voo sairia às 19h35 com destino a cidade de Arequipa. Chegamos em Arequipa por volta de 21h . Dia 7: 18/09/2016 - City Tour em Arequipa e visita ao Convento Santa Catalina Localizada ao sul do país e rodeada por três grandes vulcões (El Misti, Chachani e Picchu Picchu), a cidade de Arequipa teria sido fundada no dia 15 de agosto de 1543 pelo explorador espanhol Francisco Pizarro, no local de uma antiga cidade Inca, sendo a data ainda festejada pela comunidade local. Outras datas também ficaram na história da cidade, dada a sua localização numa área sujeita a fenômenos sísmicos e vulcânicos devido à pressão entre as placas tectônicas da América Latina e do Oceano Pacífico. Nos anos de 1687 e de 1868, ocorreram dois terremotos, destruindo grande parte da área construída da cidade, inclusivamente a Basílica Catedral de Arequipa. No ano de 2000, o Centro histórico da cidade de Arequipa foi declarado Patrimônio Mundial da UNESCO devido à arquitetura ornamentada, sendo grande parte dos edifícios construídos numa espécie de rocha vulcânica de cor branca, designada de "sillar". A morfologia da cidade é marcada pela Plaza de Armas, centro público de convívio, onde se encontra a Igreja Catedral de La Compañía, que constitui a área central do centro histórico da cidade e que é considerada a mais bela praça do país, revelando perfeita integração e cruzamento cultural entre as características nativas e o mundo europeu. Como ficaríamos apenas o domingo em Arequipa optamos por fazer o City Tour e conhecer os principais pontos turísticos da cidade. Neste tour conhecemos: o mirante de Yanahuara, formado por arcos gravados com frases de pessoas célebres de Arequipa e de onde temos uma vista bem legal do vulcão Misti; o mirante de Carmen Alto, de onde se tem uma ótima vista dos três vulcões e vimos um pouco sobre a gastronomia da cidade; uma loja de produtos de alpaca que possuía um mini zoológico nos fundos, onde conhecemos e aprendemos a diferença entre os “4 camellos de los andes”: guanaco, llama, vicuña e alpaca; o museu “Mansão do fundador” de Arequipa; e os Molinos Coloniales na região de Sabandía. No fim da tarde ainda deu tempo de conhecer o Convento de Santa Catalina, o qual data de 1580, onde cerca de 450 freiras viveram isoladas do mundo exterior. Uma verdadeira cidade, grande parte do convento foi transformado em museu que além de abrigar importante obras de arte, conserva os ambientes da época austera do monastério. Atualmente, o convento abriga 19 clausuradas. Pagamos 20 soles para realizar a visita guiada, foi muito interessante para entender o local, que é muito grande e conhecer a sua história, recomendo. Um passeio comum de quem vai à Arequipa é a visita ao Canyon del Colca, mas como tínhamos pouco tempo optamos por ficar somente na cidade. Dia 8: 19/09/2016 - Cusco Acordamos por volta das 6h e fomos ao aeroporto de Arequipa. O voo para Cusco saiu por volta das 9h00. Chegamos em Cusco às 10h00 da manhã de segunda-feira e o taxista nos levou diretamente numa agência de turismo. Lá fechamos os passeios dos dias seguintes. Em Cusco você pode chegar e contratar os passeios na hora, tem inúmeras agências. Por volta de 13h30 uma representante da agência passou no hostel para nos buscar para realizar o city tour em Cusco. Foi um dia intenso (uma overdose) de explicações sobre construções Incas, fortificações, cerimônias, templos religiosos, sistemas hidráulicos e muita cultura local. Para visitar os sítios arqueológicos você deverá comprar o Boleto Turístico de Cusco, que é pessoal, intransferível, custa 130 soles e permite a visita a 16 atrações. Em cada atração visitada é feito um furo no boleto em cima nome do local. Você pode comprar na Av Sol, no escritório de informações turísticas - COSITUC. Outra opção é comprar na entrada de alguns sítios arqueológicos. A seguir farei um resumo e apresentarei algumas fotos. Qorikancha (Templo do Sol): considerado o monumento Inca mais importante da cidade de Cusco. Foi usado pelos incas como observatório astronômico e para realização de rituais sagrados, adoração, oferendas e sacrifícios aos Deus Sol. No centro do pátio havia um disco enorme de ouro representando o sol que no solstício de verão iluminava todo o palácio. Em 1532 os espanhóis invadiram Cusco, saquearam e destruíram o templo e com as pedras construíram o Convento Santo Domingo sobre os alicerces do Qorikancha. Sacsayhuaman: foi construído entre o século XIV e XV. O trabalho durou mais de cinco décadas, sendo realizado por mais de 20.000 homens que foram requeridos na forma de pagamento de imposto (mita). É interessante notar que, assim como todas as construções Incas, as pedras se encaixam perfeitamente sem o uso de nenhum tipo de argamassa. De acordo com o guia, as pedras utilizadas na construção foram trazidas de mais de 3 km de distância. Q'enqo: Foi um templo espiritual utilizado como importante sítio de cerimônias e rituais. Possui uma câmara subterrânea feita inteiramente em uma gigantesca rocha, na qual era realizado sacrifícios humanos e de lhamas. Tambomachay: É um sítio arqueológico que foi destinado ao culto à água e para que o chefe do Império Inca pudesse descansar. Este lugar também é denominado "Banhos do Inca". É composto de uma série de aquedutos, canais e várias cascatas de água que correm pelas rochas. Aqui também houve uma espécie de jardim real, cuja irrigação provinha de um complicado sistema de canais especialmente feitos para essa função. Dia 9: 20/09/2016 - Ruínas de Maras e Salineras de Maras Em nosso segundo dia em Cusco fomos conhecer as ruínas de Moray e as salineras de Maras. Há diversas teorias sobre Moray. Uma delas diz que o lugar era um grande anfiteatro e a mais convincente é que a região representava um tipo de estação de desenvolvimento de agricultura, com seus terraços e plataformas. Salineras de Maras é um complexo de minas de sal que são exploradas desde os tempos incas como meio de intercâmbio econômico e de valores. Na região há uma nascente de água salgada, a qual é bloqueada em piscinas, e com o processo de evaporação o sal é depositado no fundo e é extraído para consumo. Dia 10: 21/09/2016 - Vale Sagrado dos Incas (Pisaq e Ollantaytambo) Nesse dia nosso passeio contemplou o Vale Sagrado dos Incas: Pisaq e Ollantaytambo. Pisaq: Muito conhecida por seus mercados de artesanato e por suas ruínas incas. Uma coisa curiosa por lá é que dá para ver bem os túmulos descobertos no topo da montanha que está em frente. Uma verdadeira cidade dos mortos, com centenas de “favos” de cerâmica, cada um contendo um esqueletinho. A gente só vê de longe, mas a infinidade de buraquinhos dá a dimensão do tamanho do antigo cemitério nas alturas. Ollantaytambo: chama a atenção pelos megalitos – imensas rochas esculpidas - demarcando os altares dos seus templos. Foi neste sítio que foram feitas as principais descobertas sobre o modo de vida e a cultura inca, como por exemplo, o encaixe perfeito entre as pedras nas construções. É possível ver os aquedutos que ainda estão em funcionamento. Ollantaytambo foi a última parada antes de partirmos para Água Calientes. O trem estava marcado para sair às 19h. Chegamos na estação com 1h30 de antecedência e a energia elétrica estava desativada devido a algum problema no fornecimento da cidade. Foi um caos, mas conseguimos embarcar rumo a Águas Calientes. Chegamos em Águas Calientes por volta das 21h, fomos até o hostel, guardamos as mochilas e saímos para conhecer o lugar e comer um lanche. Como era noite não dava para ver direito como era a região, mas era notável que logo atrás do hostel tinha uma montanha monstruosa. A expectativa estava nas alturas...hehehe. Antes de encerrar a descrição desse dia, preciso registrar uma situação muito engraçada (sob meu ponto de vista) e tensa (sob o ponto de vista da Edna). Retornamos ao hostel e logo que entramos no quarto a Edna viu um rato entrando no banheiro, a coitada ficou desesperada. Fiquei tranquilo, não tenho medo e qualquer coisa eu pegava ele pelo rabo e lançava pela janela. Pois bem, o cansaço e a expectativa para conhecer Machu Picchu eram tão grandes que pouco me importei com a presença do rato. Mas a Edna estava desesperada...kkkkkkkkk. Trancamos a porta do banheiro e apagamos as luzes. Eu deitei e logo notei que vinha um barulho estranho do banheiro, era o miserável do rato que estava roendo a porta. Nessa hora eu fui um sacana, ri muito do desespero da Edna e voltei a dormir. Sabia que lá do banheiro ele não ia sair, então disse a ela para ficar calma e desliguei. No dia seguinte que vimos o estrago que o rato fez. Ele roeu a porta de uma maneira que parece que alguém havia raspado a porta com uma faca. Devia ser um ratão. Dia 11: 12/09/2016 - Machu Picchu + Huayna Picchu Enfim chegou o dia mais importante, interessante e esperado da viagem. Depois de 10 dias no Peru, era a hora de “comer a cereja do bolo”. Acordamos por volta das 5h, nos ajeitamos em minutos, nos despedimos do rato (mentiraaaaaaaaa) e fomos para a fila pegar o ônibus para subir para Machu Picchu. Acreditem, a fila tende ao infinito (isso às 5h30), fiquei assustado. Mas havia mais de 20 ônibus fazendo o trajeto, então dentro de 1h chegou nossa vez. Ufa!!! A estrada para chegar até a portaria de Machu Picchu é sinistra. Além do ticket para entrar em Machu Picchu também compramos o que dá acesso a Huayna Picchu, montanha icônica das fotos de Machu Picchu e que se encontra a 2720 metros acima do nível do mar. O número de visitantes diários autorizados a subir a montanha é limitado a 400 (200 às 7h e 200 às 10h). Nós optamos subir no primeiro horário. A subida é bem cansativa, mas dá para fazer tranquilamente, basta vontade e um pouquinho de paciência. A princípio, quando fizemos a pesquisa, acreditamos que teríamos dificuldade para subir, mas foi apenas cansativa. Tiramos de letra...hehehe. E a visão lá de cima é sensacional, vale a pena! Ficamos um tempo na Huayna Picchu e por volta de 9h iniciamos o retorno. Estava combinado que o guia ia nos encontrar às 11h na portaria para fazer a visita guiada por Machu Picchu. Infelizmente ele não apareceu e tivemos que fazer o passeio sem guia mesmo. Machu Picchu, a "cidade perdida dos Incas", é uma cidade pré-colombiana bem conservada, localizada no topo de uma montanha, a 2400 metros de altitude, no vale do rio Urubamba. Foi construída no século XV, sob as ordens de Pachacuti e é provavelmente o símbolo mais típico do Império Inca. Foi descoberta em 1911 e apenas cerca de 30% da cidade é de construção original. O restante foi reconstruído. A construção original é formada por pedras maiores, e com encaixes com pouco espaço entre as rochas. São casas, templos, aquedutos, praças, mausoléus reais e degraus (terraços em que os incas praticavam agricultura), tudo planejado para a passagem do deus sol. Feita no meio das montanhas, possui estrutura totalmente impressionante, destacando a grande capacidade de planejamento e organização espacial daquela sociedade. Há diversas teorias sobre a função de Machu Picchu, e a mais aceita afirma que foi um assentamento construído com o objetivo de supervisionar a economia das regiões conquistadas e com o propósito secreto de refugiar o soberano Inca e seu séquito mais próximo, no caso de ataque. Conhecer a cidade perdida dos Incas foi algo fascinante, um sonho realizado, minha mente “explodiu” em pensamentos. A todo momento observava as construções e ficava imaginando como e porque construiram uma cidade num lugar tão hostil. Se para chegar até lá de ônibus já achei complicado, imagina subir a pé...O cenário é estonteante e deixa qualquer um de queixo caído. Se algum dia tiver oportunidade, vá conhecer, vale muito a pena. Dicas específicas para Machu Picchu: Compre o ticket para entrar em Machu Picchu com antecedência. Se tiver interesse em subir a Huayna Picchu, compre com uns dois meses de antecedência, pois as entradas são limitadas. Em qual site compramos? http://www.machupicchu.gob.pe/. Este é o único site oficial de venda de tickets para Machu Picchu; Se você vai pernoitar na cidade de Águas Calientes acorde cedo (recomendo estar na fila do ônibus antes das 5h30 da manhã). A fila é tão grande que assusta; Abasteça-se de água e de lanches que não estraguem antes de subir. Lá os preços são exorbitantes; Leve filtro solar e repelente; Vale muito a pena contratar um guia. Ele explicará a história dos Incas e o significado de espaço; Não esqueça de carimbar o passaporte com a imagem de Machu Picchu. O posto fica próximo ao portão de saída; Antes de entrar no parque use o banheiro que fica na área externa. Não existem banheiros dentro do parque arqueológico. Depois de entrar, o seu ingresso ainda vale para sair e retornar duas vezes, caso precise comprar comida, bebida ou usar novamente o banheiro; Use calçados confortáveis e evite casacos que sejam difíceis de carregar (de manhã estará bastante frio, mas lá pelas 11h você talvez esteja somente de camiseta, mesmo no inverno); Ao retornar, tente entrar na fila do ônibus para retornar à Águas Calientes duas horas antes do seu trem de partida, para não ter problemas. Dia 12: 13/09/2016 - Retorno O retorno foi pela gruta que dá em São Thomé das Letras….hehehehe. Seria massa hein. O último dia foi praticamente de viagem. Acordamos cedinho e fomos direto ao aeroporto de Cusco. O avião decolou às 08h10. Fizemos escala em Lima e por volta de 20h (horário de Brasília) estávamos chegando ao aeroporto de Guarulhos. Essa viagem foi de muito aprendizado. Não vou me estender aqui porque o relato já deixa isso claro. Espero que algum dia possa retornar e conhecer outras cidades que não pude visitar nessa viagem. Para encerrar esse relato, agradeço a amiga Edna que fez parte dessa viagem e teve paciência para me aturar por 12 dias (gracias muy amable). Lembrando que nos últimos relatos ela foi a revisora do texto, mas nesse ela ajudou na elaboração e revisão. Agradeço também a professora Gabriela, que gentilmente aceitou o convite para revisar e propor melhorias no texto (gracias). Caso esteja planejando uma viagem parecida e necessite da planilha de gastos, entre em contato que encaminharei o arquivo assim que possível. Abraço e até a próxima trip!!!!!
  3. Saímos de São Paulo/SP, aeroporto de Guarulhos dia 09 de julho de 2016 às 05h55 rumo a Lima, Peru. Chegamos no aeroporto Jorge Chavez International na cidade de Lima, Peru por volta das 9h. No primeiro dia (09/07/16) deixamos as bagagens no apartamento de uma amiga em Miraflores, onde estávamos hospedados e saímos para conhecer a cidade. Sentido Parque Kennedy passamos pela embaixada do Brasil, paramos para uma foto. Chegando no parque, foi surpreendente por dois motivos. Primeiro que o parque era maravilhoso, muito arborizado e contava com muitos canteiros de flores de todos tipos e cores. Segundo por tinham muitos gatinhos pelo parque, extremamente dóceis e faziam sucesso com os turistas. Depois de ficar aproveitando a beleza do parque fomos almoçar no restaurante La Lucha, os sanduiches são muito gostosos, possuem um bom preço (entre s/ 15 – s/ 18) e você pode pedir diversos molhos para acompanhar. Vale a pena tirar um dia para comer lá! Após o almoço fomos visitar o Parque do Amor, também em Miraflores. O Parque está localizado na costa, a vista para praia é maravilhosa! Assim como o Parque Kennedy também é muito arborizado e possui muitas flores. Ficamos um tempo no parque turistando e depois fomos buscar um mapa da cidade. Andando pela costa chegamos ao Shopping Larcomar. Se você está pensando em Shopping como algo que vemos aqui no Brasil, tire essa ideia da cabeça! O Larcomar é um shopping todo aberto com vista para praia, é incrível! Existem diversas lojas e restaurantes, o custo é bem mais alto do que o resto da cidade, mas mesmo que decidam não consumir nada lá, ainda vale a pena passar para passear. Depois do shopping decidimos voltar para o apartamento descansar e depois sair de noite. Acontece que acabamos dormindo e não conseguimos acordar rs. No outro dia (10/07/2016), pegamos um taxi de Miraflores para o Centro de Lima (s/ 10), chegando lá fomos conhecer a Praça de Armas e o Palácio do Governo, turistamos um pouco, tiramos algumas fotos e fomos almoçar. Comemos um prato conhecido como “Tacu Tacu” em um restaurante próximo à praça, o prato consiste basicamente em arroz, feijão branco e carne, frango ou camarão. Eu escolhi o meu com camarões e molho de linguado. Esse foi COM CERTEZA a melhor refeição da nossa viagem toda. O restaurante é um pouco caro em comparação a outros, pagamos em média s/ 45 por pessoa. Depois de almoçar retornamos à praça de armas e acompanhamos a troca de guardas, muito divertido. Quando terminou a troca de guardas fomos conhecer a catedral e alguns museus. Já no final da tarde pegamos fomos caminhando até o Parque da Reserva, também conhecido como Parque das Águas. Para entrar no parque é necessário pagar s/ 5 (estudante). Obs: São aceitas carteirinhas de estudante do Brasil. O Parque é todo arborizado e possui mais de 20 fontes, inclusive a maior fonte do mundo com mais de 60 metros de altura, uma mais linda que a outra. Tiramos muitas fotos e esperamos anoitecer. O que já era maravilhoso ficou ainda mais bonito quando escureceu. Todas as fontes foram iluminadas! Mais ou menos 19h começou o Show de Águas na fonte principal, foi incrível, uma das coisas mais emocionantes que eu já assisti em toda minha vida. O Show de Águas de Ibirapuera fica no chinelo rs. Depois do show retornamos a Miraflores, jantamos no Chillis e fomos para casa descansar, pois tínhamos um ônibus para Paracas de madrugada. Dormimos pouco e acordamos MUITO cedo para pegar o ônibus (11/07/2016). Pegamos um taxi (s/ 5) até a Companhia Oltursa. Nosso ônibus saia de Lima às 3h45 da manhã. Chegando a companhia fomos muito bem recebidos, despachamos as malas e embarcamos no ônibus. A Companhia Oltursa contava com acesso ao Wifi, televisão, ar e um snack. Já havíamos comprado todas passagens de ônibus ainda no Brasil. De Lima para Paracas pagamos s/ 50. Dormimos durante a viagem toda e chegamos a Paracas de manhãzinha no mesmo dia (11/07/16 – aproximadamente 7h30). Chegando em Paracas na porta do nosso ônibus já haviam diversas pessoas de agências oferecendo os passeios para as Ilhas Ballestas. Fechamos com uma agência que ficava, literalmente, do lado da Oltursa, pagamos s/ 35 + s/3 de taxa do que seria o Ministério da Cultura deles. Para realizar o passeio é necessário fechar com uma agência, pois eles que possuem as lanchas que saem para as Ilhas. Mas lembre-se, SEMPRE NEGOCIE TUDO NO PERU. Enfim, entramos na lancha e fomos em direção as Ilhas, passamos pelo “El Candelabro” e paramos para fotos. O El Candelabro é um desenho de séculos atrás nas dunas, como o nome já sugere, em forma de um candelabro. Nosso guia nos disse que não se sabe muito bem por quem e para que foi feito, existem teorias de todos os tipos, como por exemplo, que era uma marca para os navegantes usarem de localização ou até mesmo que foram os extraterrestres rs. Essa marca sofreu pouquíssimas alteração no passar dos séculos, por conta de não chover quase nunca e ter pouco vento. Bom, continuamos o passeio em direção as Ilhas, chegando lá era muito bonito. São formações rochosas onde se encontram vários animais, como pinguins e leões marinhos. Além disso existem muitas aves sobrevoando que dão um show no céu. Recomendo o passeio, é muito bonito mesmo! Obs: Leve casaco, lembre-se que apesar do calor, você vai estar em uma lancha e venta muito! Ainda no mesmo dia (11/07/16), após voltarmos do passeio, pegamos um ônibus, às 11h15, para a cidade de Ica. Também viajamos pela Oltursa e pagamos s/ 25. Chegando em Ica, pegamos um táxi, que custou entre s/ 4 – s/ 5 para o hostel, no caminho o taxista parou para que a gente pudesse trocar dinheiro de dólares para soles. A cidade de Ica não é nem um pouco bonita e o trânsito é louco! Existem muitos carros e muitas moto-táxis (depois conto sobre a nossa experiência em um desses) se cruzando e buzinando o tempo inteiro. Ficamos hospedados no Hostel Ollanta, os funcionários foram muito amáveis e nos ajudaram em tudo que precisamos. O quarto era simples, mas estava arrumado e limpo quando chegamos. Ocorreu que achamos que tínhamos comprado com café da manhã incluso como fizemos em todos outros hostels de nossa viagem, porém nesse em especial nos informaram que não estava incluso e que, apenas, poderiam nos fornecer caso pagássemos algo a mais. O hostel fica um pouco longe do centro, porém está relativamente perto do Oásis de Huacachina. Se eu não me engano, após deixar as malas no hostel fomos almoçar no mercadão da cidade, chamado La Palma. Pagamos s/ 8 em um prato gigantesco de arroz (com tudo que você pode imaginar misturado), frango e batatas, além de um chá de cevada. Após o almoço pegamos um moto-táxi até o Oásis de Huacachina. Bom, sobre os moto-táxis, podemos definir nossa experiência em uma palavra: medo. Primeiro que não havia uma porta, muito menos cintos. Você tira como uns elásticos para se segurar e os motoristas dirigem como loucos. A vantagem é que os moto-táxis custam s/ 2 para andar pela cidade e s/ 5 ao Oásis. Chegando a Huacachina buscamos um instrutor que nos foi indicado chamado Angel para fechar o passeio de bug pelas dunas. Fechamos o passeio por s/ 35 por pessoa (preço especial pela indicação rs). Enquanto aguardávamos fomos finalmente conhecer o tão esperado Oásis de Huacachina. Uma palavra: UAU! Meu deus do céu, que lugar paradisíaco!!! Me arrependo MUITO por não ter fechado um hostel no próprio Oásis! O preço era quase o dobro, mas juro que valia cada centavo!! Enfim, não posso falar muito sobre o Oásis, só estando lá para entender o quão incrível é aquele lugar. Quando deu a hora do passeio encontramos o Angel e outras pessoas que iriam com a gente. O passeio é sensacional, subimos e descemos as dunas em alta velocidade, a sensação de adrenalina toma conta! Super indico. Depois dessa experiência ainda paramos para tirar algumas fotos e praticar sand-board! SENSACIONAL! Ficamos nesse tour até o sol se por e depois voltamos ao Oásis. Antes de ir embora tomamos uma Cusqueña (cerveja local) com o nosso queridíssimo guia. Obs: Eu odeio cerveja, mas a Cusqueña realmente me surpreendeu, eu gostei! MEU DEUS, eu gostei de uma cerveja! Tomamos a Cusqueña Blanca e a Dourada, as duas são muito boas. Pegamos um taxi (s/ 10) para a cidade de Ica e fomos jantar no shopping. É um shopping como qualquer outro, comemos na praça de alimentação, eu comi comida chinesa, paguei aproximadamente s/ 18. Depois voltamos ao hostel e descansamos. No outro dia de manhã (12/07/16), fomos direto para Oltursa pegar um ônibus até Nazca. Nosso ônibus saia 9h e pagamos s/ 35. Chegando em Nazca, bum, primeira decepção da viagem. Não iriamos conseguir fazer o sobrevoo as linhas de Nazca porque a manhã tinha sido muito nublado e todos os voos foram adiados para mais tarde, ou seja, não existiam mais voo para aquela hora e a gente tinha que pegar um ônibus no mesmo dia para outra cidade. Rodamos por muitas agencias na cidade e todas nos passaram essa mesma informação. Um pouco chateados, acabamos fechando um tour que íamos de carro até alguns mirantes que podíamos ver algumas linhas. No final conseguimos ver 3 desenhos, as mãos, a árvore e a lagartixa que está cortada pela rodovia que foi construída antes de saberem a existência das linhas. Depois disso ainda passamos em um museu dedicado a uma arqueóloga alemã que passou mais de 50 anos estudando as linhas de Nazca (sem descobrir quase nada rs). As linhas foram feitas por alguém (ou algo, também existem teorias rs) que separou todas as pedras avermelhadas deixando o chão branco exposto e formando os desenhos. Os desenhos são gigantescos e não se sabe ainda como as imagens podem ter sido feitas com tanta perfeição sem que os povos tivessem tecnologia suficiente para olhar de cima, ou seja, sobrevoar. As linhas estão lá desde 400 d.C – 650 d.C e sofrem pouquíssimas mudanças, pois chove de 2 a 3 vezes por ano e venta muito pouco. Voltamos para cidade de Nazca, comemos alguns pãezinhos na rua, por s/1 cada e aguardamos o ônibus para Arequipa. Nosso ônibus saia no mesmo dia (12/07/16) às 15h15 e também fechamos pela Oltursa, pagamos s/ 79. A viagem de ônibus é muuuuuito longa e tem muuuuuitas curvas. Passei um pouco mal. Chegamos em Arequipa aproximadamente 00h e fomos direto para o hostel descansar. Nos hospedamos no Sumaq House Backpackers, pagamos mais ou menos s/ 55 por noite. Sobre o hostel, é muito bom! Além dos funcionários serem muito agradáveis, principalmente o Francisco que nos atendeu, o café da manhã é ótimo, os quartos são limpos e aconchegantes, o hostel no geral é muito bonito! Super recomendo! Acordamos (13/07/16) bem cedinho com a intenção de fechar um tour para o Colca Canyon e passar nossa outra noite lá, ou seja, fazer o tour de 2 dias e 1 noite, por isso só tínhamos reservado uma noite no hostel. Quando fomos falar com o Francisco do hostel, descobrimos que tanto esse tour quanto o de um dia, saiam 3h da manhã do hostel e já não tínhamos mais essa opção, pois iriamos para outra cidade no dia seguinte à tarde. Com orientação do Francisco, decidimos ir para o Canyon por nós mesmos. Tentamos pegar um ônibus para Chibay, uma cidade próxima do Colca, mas não tinha mais horário (isso às 10h da manhã), então andamos pela cidade e achamos uma van que nos levaria para cidade. Pagamos s/ 15 por pessoa na Van, porém sem nenhum um tipo de conforto e com um motorista um pouco imprudente. Reparamos que não tinham turistas na van, apenas locais. Depois de algumas horas chegamos a Chibay, mais ou menos 16h da tarde. Chegando a cidade comemos os famosos pãezinhos de s/ 1 na rodoviária. Foi ali que eu provei pela primeira vez a carne de alpaca, que por sinal é muito boa, parecida com a carne bovina, um pouco mais forte. Conseguimos encontrar um dos locais que tinha uma van e disse que poderia nos levar ao Colca, pagamos mais ou menos s/ 60 por pessoa. Subimos, subimos, subimos, subimos e subimos mais um pouco. Nosso destino final era a Cruz del Condor, de onde se pode observar o Colca Canyon e os famosos Condores, os maiores pássaros do mundo, podendo chegar até a 3 metros de comprimento. Todos haviam nos dito que não iriamos poder ver os Condores àquela hora, porque eles só apareciam pela manhã, por isso os tours saiam tão cedo. Quando eu digo todos, são todos mesmo, o Francisco do hostel nos disse isso, a moça da rodoviária, os locais na Van... Chegando ao Colca Canyon, além da vista INCRÍVEL, uma surpresa, não tinha um Condor lá, tinham cinco! Cinco lindos grandes pássaros dando um SHOW! Não havia nenhuma alma lá, estávamos com o Colca só pra gente! Tiramos muitas fotos, curtimos a vista, absorvemos aquela energia (apesar do frio e da altitude rs). Mais tarde voltamos a Arequipa, fechamos mais uma noite no hostel, pelo mesmo preço (s/ 55 para os dois). Essa noite saímos com o Francisco e uns amigos dele para beber e ouvir uma música. Não muito tarde voltamos para o hostel e fomos descansar. No dia seguinte (14/07/16) acordamos e fomos conhecer a cidade. Arequipa é realmente maravilhosa! As catedrais, a praça de armas... É tudo muito bonito mesmo! Vale a pena tirar um dia para andar sem rumo por ali! Obs: Não gostei da cerveja Ariquipeña.... Às 14h da tarde do mesmo dia fomos até a Companhia de ônibus Cruz del Sur com destino a cidade de Puno. Sobre a Cruz del Sur, eu odiei a companhia! O wifi não funcionava, os assentos não eram nada confortáveis, o ônibus era bem mais velho que da Oltursa, a comida era pior, o atendimento era pior, maaaaas o preço era o mesmo. Então, viaje até onde der de Oltursa, deixe a Cruz del Sur sempre como segunda opção. De Arequipa para Puno era uma longa viagem, na qual pagamos s/ 62, e como eu não tinha passado bem na última, resolvemos comprar o SOROCHE, um remédio para o mal de altitude, vale a pena! Chegamos em Puno às 20h30 do mesmo dia. Puno é uma cidade minúscula e também não é muito bonita. Ficamos hospedados no Puma Backpacker Hostel, pagamos US$ 12,32. Bom, sobre o hostel, os funcionários são amigáveis, principalmente a Sra. Frida e seu marido. Quando chegamos fomos informados que nosso quarto não era matrimonial como esperávamos, a Frida nos informou que iriamos ficar em quarto compartilhado. Depois de insistir um pouco e mostrar algumas vezes que na nossa reserva constava Quarto Privado, ela nos colocou em um quarto com 2 beliches, porém sozinhos. O quarto e o hostel estavam limpos, porém o banheiro estava mais ou menos. Também achei um pouco desorganizado. Depois de pagar o quarto e resolver tudo estávamos morrendo de fome e fomos perguntar onde poderíamos comer. Fomos surpreendidos com a resposta de que AQUELA HORA (21h) não havia nada aberto. Tentamos pedir uma pizza, mas a única pizzaria da cidade estava fechada. Acabamos comendo salgadinho e bebendo água. No outro dia (15/07/16), acordamos cedo para ir conhecer a ilha de uros. Nós optamos por fazer o tour Ilha de Uros + Sillustani, fechamos no próprio hostel e nos custou mais ou menos s/ 60. Passaram para nos buscar no hostel e seguimos para as ilhas flutuantes. Chegamos de barco e descemos em uma das ilhas, eu achei interessante por ser algo completamente diferente de tudo que já vimos, mas confesso que esperava gostar mais. Os locais, junto com nosso guia, nos explicaram como eram feitas as ilhas flutuantes, como eram feitas as casas, o que eles comiam, como era a rotina do povo que vivia na ilha, etc. Bom, alguns pontos que achei interessante: 1) As ilhas são feitas de uma planta chamada Tutóia; 2) Essa mesma planta é usada como alimento; 3) Às vezes os ventos fortes fazem com que a ilha se solte (ela é presa com uma espécie de uma “âncora”) e saia flutuando por aí; 4) As crianças devem pegar um barco todo dia para ir à escola na cidade. Após a explicação os moradores nos convidaram para conhecer suas casas e colocar as vestimentas locais para tirar fotos. Entramos no clima e vestimos as roupas. Olha, posso dizer que pelo menos as femininas são bem quentes e confortáveis. Depois nos levaram para ver os artesanatos, obviamente eu comprei várias coisas rs. Bom, o que eu de fato achei sobre Uros, tudo parecia muito forçado para mim, as famílias pareciam estar com uma falsa animação para agradar os turistas e conseguir receber algo com seus artesanatos e etc. No final o guia reuniu uma parte da família e eles cantaram pra gente em várias línguas, como quéchua, aimará, espanhol, inglês e até alemão. Sinceramente, eles pareciam muito infelizes fazendo isso. Por último fomos navegar até a outra ilha em um daqueles barquinhos locais, também feito de Tutóia. Pagamos s/ 10 por pessoa. Conhecemos a outra ilha, usamos um banheiro ao ar livre, tiramos algumas fotos e voltamos para cidade. Na cidade ficamos turistando pela Praça de Armas aguardando o próximo ônibus nos buscar para irmos até Sillustani. Enquanto aguardávamos fomos comer em um restaurante perto da praça. Um menu turista com entrada, prato principal e bebida por s/ 10. De entrada tinha uma sopa de champignons (MUITO BOA), o prato principal era carne de alpaca com purê de batata e legumes e a bebida eu escolhi mais chá de coca. AH, acho que não falei sobre o chá de coca, bebi todos os dias da viagem, é simplesmente maravilhoso! Ajuda muito com a altitude e para mim que tenho gastrite foi ótimo para o estômago! Enfim, depois do almoço aguardamos nosso ônibus e nos dirigimos para Sillustani. Bom, Sillustani possui algumas ruínas com torres funerárias onde os Inkas enterravam a classe mais alta. A maioria das torres está em ruínas, pois os espanhóis, sabendo que os Inkas eram enterrados com seus objetos pessoais, entre eles o tão procurado ouro, acabaram destruindo quase tudo. Cada torre abrigava mais ou menos 20 corpos. As torres iam subindo conforme alguém era enterrado lá, por exemplo, eles construíam a primeira camada da torre, passavam o corpo por uma mini portinha e jogavam pedras em cima, no segundo corpo quase a mesma coisa, construíam outra camada na torre, mas o corpo já não passava pela portinha e sim era jogado por cima das pedras e coberto por mais pedras, e assim por diante. Até que a torre possuísse mais ou menos 20 corpos e fosse fechada, pois estava completa. O lugar é MUITO bonito, tem vista para um lago com uma ilha no meio que é simplesmente sensacional. Nesse mesmo tour passamos por um círculo formado por pedras e paramos para uma explicação. Segundo nosso guia, existe uma lenda que muito tempo atrás o sol havia desaparecido, então essa construção foi feita para que no dia que o sol voltasse eles o prendessem no círculo. Conforme a lenda, o sol voltou um dia e até hoje se encontra preso ali. Depois de passear bastante por ali voltamos ao hostel e decidimos pedir uma pizza antes que fosse tarde demais e a pizzaria fechasse rs. Como íamos embora nesse mesmo dia para Cuzco, pedimos a pizza 19h e marcamos um taxi para as 21h, e foi aí que começou nosso problema. Primeiro de tudo, a moça que nos recebeu disse nos deu um cardápio e escolhemos uma pizza por s/ 20. Ela fez o pedido e nos informou que seriam cobrados mais s/ 5 pela taxa de entrega da pizzaria. Sem problemas. A pizza demorou mais de 1h30 e começamos a ficar preocupados pelo horário do táxi. Quando a pizza chegou 20h40 mais ou menos, a moça do hostel insistiu MUITO que a gente desse o dinheiro pra ela e ela iria buscar a pizza lá embaixo. No final meu noivo acabou acompanhando ela e não existia a tal taxa de entrega da pizzaria, nos cobraram apenas os s/ 20. Decidimos não falar nada e fomos comer. Ao abrir a pizza, uma grande decepção. Uma pizza de 8 pedaços é como uma de 4 pedaços da pizza do Brasil, mas cortador na metade. Ou seja, a pizza era minúscula e o sabor não era tão bom também. Enfim, comemos rápido e ficamos prontos esperando o táxi que o hostel disse que havia marcado para às 21h. Esperamos, esperamos, esperamos e esperamos. No final falamos com as pessoas do hostel, eles ligaram de novo pro taxista, insistiram, brigaram, gritaram e nada. Então, como bons brasileiros fomos pegar um taxi na rua. Conseguimos achar um taxi, negociamos e quando estávamos colocando as malas no porta malas... o outro taxi chegou. A senhora do hostel começou a gritar lá de cima e mostrar que aquele era o taxi correto. Eu que já estava de saco cheio, respondi que ele havia demorado muito, que marcamos para as 21h e eu ia pegar o taxi que achamos na rua. Entramos no taxi e fomos até a rodoviária com medo do outro taxista estar seguindo a gente rs. No final deu tudo certo, chegamos na Cruz del Sur e pegamos o ônibus rumo a Cuzco. Nosso ônibus saia às 22h para chegar em Cuzco às 4h30 da manhã. Pagamos s/ 55 por pessoa. De novo a Cruz del Sur foi péssima. Mesmas reclamações, não tinha wifi, o atendimento horrível... Chegando em Cuzco (16/07/16) fomos direto para o hostel tentar descansar. Chegando no hostel descobrimos que não poderíamos entrar no quarto até às 11h, horário do check in. Tentei conversar com eles, pois eu tinha enviado um e-mail informando o horário de chegada e eles responderam dizendo que quando o quarto estivesse livre poderíamos ocupa-lo. Ocorre que, nosso quarto ficou livre às 6h da manhã e mesmo assim eles não quiseram liberar até o check in. Ficamos das 5h às 11h mais ou menos na cozinha do hostel com todas nossas bagagens aguardando o quarto. Quando finalmente entramos no quarto decidimos não dormir para não perder o dia. Tomamos um banho, nos trocamos, deixamos as coisas e fomos conhecer a cidade. Primeiro fomos trocar os dólares e depois fomos até uma agência programar nossos passeios por Cuzco. Pagamos mais ou menos s/ 280 por pessoa para todos os passeios em uma agência chamada Peru Gold. Algo que compramos e vale muito a pena é o boleto turístico. Esse boleto te dá acesso a entrada de diversas fortalezas, museus e entre outros. Pagamos s/ 70 por pessoa (estudante). No primeiro dia conhecemos a cidade e visitamos alguns museus. Mas tarde fomos até o mercado São Pedro comprar malhas de alpaca e outros coisinhas. No dia seguinte (17/07/16) tiramos esse dia para conhecer o famoso Vale Sagrado e as fortalezas de Pisac, Ollantaytambo e Chinchero. Me recuso a escrever sobre, só estando lá para sentir a energia do lugar e admirar a beleza. Apenas, digo que Pisac foi o que eu ahcei mais bonito de todas! Ah, e uma dica, no nosso tour tínhamos pouco tempo em cada fortaleza, como 15min – 20min, isso é frustrante porque você não vai conseguir conhecer tudo nesse tempo. No outro dia (18/07/16) iriamos fazer trilha da montanha colorida, por isso acordamos 3h. No final nos informaram que havia nevado muito e não tinha como subir a montanha, então trocamos os dias dos passeios e fomos fazer o tour de quadrimotos por Moray e as salineiras de Maras. O tour é bem legal, pegamos uma moto para os dois, porque eu não queria dirigir. A paisagem é linda! Chegando em Moray levamos uma bronca do guia porque estávamos em último e fomos ultrapassando todo mundo até chegar em primeiro rs. Ele brigou e disse que era perigoso e não estávamos em uma competição, então depois disso fomos mais tranquilos rs. Moray é muito bonito, são construções destinadas a agricultura dos Inkas. Onde eles usavam como um laboratório para testar quais plantações poderiam ser consumidas. O lugar está totalmente preservado! Tiramos algumas fotos e voltamos para os quadrimotos com destino à Maras. Chegamos em uns 25 minutos em Maras, pagamos s/ 10 para o ingresso e fomos ver as salineiras. Provamos a água e era realmente MUITO salgada, muito mais que água do mar. O lugar é muito bonito e tinham algumas salineiras que já estavam secas, ou seja, prontas para retirar o sal. Foi uma experiência totalmente diferente de tudo que já tínhamos visto. Depois voltamos ao local de partida das quadrimotos e pegamos uma van de volta para cidade de Cuzco. No caminho paramos em um restaurante para comer (estava incluso no tour) e como sempre, a comida era péssima. Voltamos a cidade no final da tarde, andamos um pouco, comemos Mc donald’s (bem mais barato que o Brasil, mas muito pior) e depois voltamos ao hostel para descansar. Acordamos de novo às 3h (19/07/16) para a trilha da montanha 7 cores ou montanha arco-íris ou cerro colorado. Nos buscaram no hostel e fomos de van até o começo da trilha, o que levou mais de 2h. Chegamos na trilha por volta das 5h30 da manhã, tomamos café da manhã, que estava incluso no tour, pão, geleia de morango, manteiga e chá de coca. No começo da trilha eu já tinha decidido que ia subir a cavalo, já o André decidiu ir caminhando, mesmo sabendo que eram 3h de trilha classificada como difícil. Como tivemos experiências diferentes, eu cavalgando e ele caminhando, posso contar apenas o que eu vivi. Eu queria subir caminhando sozinha, mas pela dificuldade da trilha me informaram que não podia e iria um senhor guiando o cavalo. Conversei o caminho todo com ele, sobre sua cultura e educação de seus filhos. Ele me contou que eles comem muitos legumes que cultivam e algumas carnes como cuy (porquinho da índia), raposa (elas vivem nas montanhas e eles caçam para poder comer), alpaca, lhamas, etc. Além disso ele me disse que tinha dois filhos e que eles eram educados em casa. Aprendiam muito sobre a cultura dos Inkas para que ela não se perca com o tempo, inclusive a idioma Quéchua como primeira língua e o espanhol, como segunda língua. Em diversos momentos a gente parava para que ele e o próprio cavalo descansasse. Também tinham partes que eram muito estreitas e por segurança eu tive que subir caminhando. Bom, eu cheguei em aproximadamente 3h30 no começo da montanha, de onde eu me despedia de meu guia e deveria subir andando. Como o André veio caminhando, ele estava um pouco atrás, decidi esperar para subirmos juntos. Desse ponto, a vista já era espetacular, do lado direito a montanha arco-íris e do lado esquerdo uma montanha nevada e o glaciar. Quando o André chegou ele parecia bem cansado, mas ao mesmo tempo extasiado pela experiência. Subimos até o topo, andando e parando andando e parando, rs. UAUUUUU! LINDO DEMAIS! Ficamos um tempo aproveitando a vista apesar do frio e do vento, o André tomou uma cerveja para comemorar, tiramos muitas fotos e resolvemos descer. Eu, infelizmente, tomei a “sábia” decisão de descer caminhando, afinal, para descer todo santo ajuda. Sim, me arrependo. Foi bom sentir que eu consegui, mas quando cheguei no fim meu corpo já tinha desistido de mim. Meu pé estava destroçado, eu não lembrava como se respirava direito, minha cabeça doía, ou melhor, cada centímetro do meu corpo doía. Depois de 2h30 descendo a trilha e mais 2h na van, finalmente chegamos ao hostel e como esperado, tomamos banho e capotamos. No outro dia (20/07/16) íamos ao Machu Picchu. Portando acordamos novamente às 3h da manhã e pegamos um taxi até a estação Pavitos (s/ 5), da estação Pavitos pegamos uma Van (s/ 10) para Ollantaytambo, de onde nosso trem sairia. Compramos o trem ainda no Brasil e pagamos US$ 134 ida e volta por pessoa. Saímos 7h45 e chegamos em Águas Calientes por volta das 9h. Nesse momento e eu já não estava me sentindo muito bem, estava um pouco mareada. Fomos comprar o ingresso do Machu Picchu e foi ai que eu descobri que lá era o ÚNICO lugar que não aceitava a carteirinha de estudante do Brasil e sim apenas a Carteira Internacional ISIC. Meu namorado, como já é formado levou essa carteirinha e conseguiu pagar meia entrada, eu infelizmente paguei inteira, algo como s/ 126 mais ou menos. Depois compramos o ônibus para subir até o Machu Picchu, US$ 24 por pessoa. Adentramos o ônibus e foi ai que eu comecei me sentir mal de verdade, estava muito enjoada e com meu corpo todo doendo. Chegando ao Machu Picchu eu já não conseguia caminhar, fomos até um mini “hospital” e me deram um medicamento para enjoo. Esperamos um tempo, mas eu não conseguia ficar melhor. Eu queria entrar, mas o André disse que eu não iria conseguir naquele estado. Enfim, fiquei do lado de fora do Machu Picchu das 10h até umas 14h mais ou menos. Até que eu tomei a decisão de forçar para vomitar. Consegui e depois disso me sentia renovada. Então finalmente entramos no Machu Picchu. Como eu ainda estava fraca sentados um pouco na grama e ficamos admirando a vista. Foi ai que conhecemos um menino de mais ou menos 10 anos que morava em Miami e também estava passando mal. Sua mãe, muito irresponsável na minha opinião, tinha deixado ele lá jogado sozinho para ir conhecer o Machu Picchu. Como bons brasileiros tivemos que ajudar. O menino precisava ir no banheiro, mas não conseguia andar, então o André o acompanhou enquanto eu achava a mãe. Depois de encontrar a mulher e entregar o filho para ela fomos almoçar porque eu me sentia muito fraca. Comemos no restaurante do Machu Picchu, não sei dizer o preço porque o André não quis me contar, mas sei dizer que é bem caro. Depois de comer fomos andar pelo Machu Picchu, já eram mais ou menos 15h30. Então subimos para conhecer o máximo possível. Conseguimos ver bastante coisa, mas como lá fechava 17h30 não pudemos ver tudo. Bom, apesar dos apesares, o Machu Picchu é realmente uma das maravilhas do mundo. Aquele lugar me despertou sentimentos e sensações que eu nunca havia sentido. O contato com a natureza, a magnitude das construções realizadas pelos Inkas. Minha única dica é, não turistem apenas, sentem um pouco, fechem os olhos, absorvam ao máximo a energia, deixe que seu corpo fique leve, sintam-se flutuando, enxerguem além do que seus olhos podem ver, reparem no que outros não reparam, vejam as cores, inspirem o ar e finalmente sintam o corpo inteiro arrepiar! Voltamos ao hostel para descansar e foi a vez do meu namorado passar mal. No dia seguinte tínhamos uma viagem de ônibus com destino a Lima, o problema é que era nada mais, anda menos que 1 dia e meio no ônibus. Acordamos no outro dia (21/07/16) ainda mareados, então decidimos comprar uma passagem de avião para Lima, sendo apenas 1 hora de voo. Arrumamos as malas, andamos mais um pouco pela cidade e mais ou menos 16h pegamos o avião. Chegando em Lima, acabados, pegamos um taxi do aeroporto para o bairro de Miraflores (s/60). Somente após chegar no apartamento percebi que havia deixado meu celular no avião. Voltamos no aeroporto e ficamos algumas horas tentando resolver, mas infelizmente, não encontraram. Quando retornamos ao apartamento fomos direto dormir. Foi uma longa noite. Acordamos cedo no outro dia (22/07/16) e eu entrei novamente em contato com o aeroporto. Nenhuma novidade. Depois de chorar, chorar e chorar por ter perdido TODAS minhas fotos, decidi aproveitar meus últimos dias na cidade. Caminhamos um pouco e como eu sabia que a Apple era muito mais barata do Peru do que no Brasil decidi começar a procurar um telefone por lá mesmo. Essa tarde foi um pouco nula, pois passamos resolvendo os problemas do celular com a companhia aérea. Mais tarde resolvemos ir no cinema, afinal, para quem não sabe, os filmes sempre estreiam antes no Peru pra depois chegar no Brasil. Assistimos um filme péssimo de terror e depois fomos aproveitar a noite de Lima na Calle de Las Pizzas. Passamos por diversos lugares, entre bares, restaurantes e até baladas, mas acabamos ficando em um Lounge que acontecia um evento fechado, mas nos deixaram entrar porque somos brasileiros. Vai Brasil! Bebemos e dançamos reggaton até, literalmente, a cerveja acabar rs. Depois voltamos para casa e dormimos muito muito muito. Acordamos um pouco tarde (23/07/16) fomos até o Burger king, onde conseguíamos usar o wifi, buscamos na internet algumas lojas que vendiam Apple e fomos até uma delas. Não sei explicar muito bem onde fomos, mas chegamos até um outlet, onde tinha um pouco de tudo com preços muito bons. Acabamos fazendo umas comprinhas rs. Comprei finalmente meu celular e saímos para almoçar. Encontramos um restaurante brasileiro e não pensamos duas vezes antes de entrar. Sentamos, ouvimos um pouco de samba, sertanejo, comemos uma feijoada com tudo que tem direito e bebemos guaraná. Foi um sonho! Melhor refeição em quase 15 dias de viagem. Após comer bastante voltamos caminhando, paramos em um parque de cachorros para brincar um pouco com eles e depois fomos para casa. Voltamos ao apartamento para dormir um pouco e sair à noite. Esquecemos de colocar o despertador e por sorte acordei 00h. Saímos de casa com pressa em direção a Ponte dos Suspiros, no bairro do Barranco. UAUUUUUUU! Valeu muito a pena!!! O lugar é lindo, a vida noturna é incrível, realmente foi para fechar com chave de ouro. Fomos em um pub chamado “Santos” super indico, os petiscos são ótimos e a carta de bebidas melhor ainda! Ficamos até fechar rs. Finalmente voltamos para casa e fomos dormir. No último dia (24/07/16) acordamos, tomamos café da manhã e começamos a arrumar as malas, depois de algumas horas conseguimos deixar tudo pronto. Tomamos banho e fomos aproveitar nosso último almoço no Peru. Por ironia, nosso último almoço no Peru não foi nada peruano rs. Comemos no Friday’s, muito bom. De barriga cheia e malas prontas, fomos para o aeroporto para voltar ao nosso queridíssimo Brasil.
  4. Dia 08/05 Chegamos em Cusco 12:30, saímos do aeroporto e pegamos um táxi fora do aeroporto 7,50 soles por pessoas estávamos em dois 15 soles até a Plaza de Armas. Andei alguns minutos e consegui um hostel com quarto de casal e banheiro privado (Inkas Hostel) bem localizado 50 soles o quarto. Como estava cedo e não sentimos nenhum mal estar, fomos bater pernas em Cusco, como era dia das mães não conseguimos comprar ingresso para Machu Picchu pois estava fechado, então compramos passeio para o vale sagrado. Compramos na Danys Peru na Plaza de Armas 120 soles por pessoa ( bilhete turístico+transporte+guia+almoço) . o almoço foi no peru juice : 14 soles o prato, jantar na tratoria Adriano 23 soles lasanha e suco. 09/05 Acordamos cedo e partimos para o vale sagrado, conhecemos Pisac, o almoço foi em Urubamba ( estava incluso no passeio), conhecemos ollantaytambo e Chinchero. O guia muito gente boa, sem pressa nenhuma, ficamos mais de 1hr em cada vale sagrado e apenas 15 minutos nos mercados de compra. Retornamos para Cusco 20:30. compramos os ingressos para Machu Picchu para o dia 11/05 e fechamos a van de ida e volta até a hidrelétrica por 60 soles na Danys Peru para o dia seguinte . Então fomos comer no Rock Rolls, muito bom , comemos uma pizza:14 soles e um Rolls :12 soles, sou pizaiolo no Brasil e gostei muito da PIZZA deles. (Recomendo) 10/05 A van pegou a gente no hostel 7:30 e Partimos para a hidrelétrica , paramos para comer em santa Tereza 15 soles o buffet, depois seguimos viagem chegando na hidrelétrica as1500hs. Depois de 2hrs de caminhada com muitas paradas para fotos chegamos em Aguas Calientes... Andamos um pouco e já consegui um hostel com quarto de casal e banheiro privado 50 soles (hostel payachita). Jantar foi 15 soles por pessoa menu turístico ( entrada+prato principal+suco) não me lembro o nome do restaurante, mas em águas Calientes os preços são bem parecidos em QQ restaurante. 11/09 Finalmente o grande dia, acordamos cedo 5:00h sai para comprar o ônibus para minha amada e já peguei a fila para ela, ela chegou na fila 5:30 pegou o ônibus e subiu... E eu subi correndo como planejado, 36 minutos do centro de Águas Calientes até a porta de Machu Picchu, e bem puxado a subida, mas dei conta de correr 80% dela. Conhecemos Machu Picchu tiramos muitas fotos e descemos caminhando por volta de 10:30, comemos em Aguas Calientes 15 soles o menu turístico, pegamos nossas coisas no hostel e partimos caminhando para a hidrelétrica, chegamos às 15:00 na hidrelétrica bem em cima da hora, mas a van estava atrasada e deu tudo certo. Teve um imprevisto de troca de pneu e chegamos em Cusco 23:30. Dia dos perrengue...van atrasou, furou o pneu e quando chegamos em Cusco o quarto em q tínhamos ficado estava ocupado, então no encaixaram num quarto compartilhado , e o misturador do banheiro não estava funcionando, tive q tomar banho na água gelada 1hr da manhã. 12/05 Ficamos o dia inteiro em Cusco, fizemos o city tour 20 soles , conhecemos os pontos turísticos, igrejas( conheci no horario de missa)fizemos muitas compras e aproveitei para comer todas comidas típicas: chicha num boteco a duas quadras no mercado são Pedro 1 sol a jarra, Cuy na calçada do mercado são Pedro 20soles, janta na praça tipo canja de galinha 3,50 e caldo de galinha 3,50. 13/05 Dia de partir embora, como nosso vôo era 17:00h , resolvemos conhecer moray e salineiras 25soles por pessoa na Dannys Peru com retorno às 15:00hs. Já fomos com nossas mochilas prontas, chegamos do passeio e fomos direto para o aeroporto, chegamos no aeroporto às 15:40 , fizemos o check in e saímos do aeroporto para comer, tem uma avenida de frente do aeroporto com muitos restaurantes, paramos no primeiro 6 soles entrada+ prato principal+suco. Café da manhã todos os dias na barracas (pão com ovo , pão com queijo, pão com abacate, ovvo cozido com batata, suco de quinua sempre pagando 1sol) Almoço entrada+ salada+ prato principal+ bebida 17 soles em média). Câmbio West Union 1real =0,90 sol na Plaza de Armas Passeios 120 vale sagrado , transporte+bilhete turístico+ almoço City tour 20 soles Machu Picchu 128 soles a entrada+ 60 soles ida e volta até a hidrelétrica. Moray e Salineiras 25 soles transporte + 10 para entrar nas Salineiras!
  5. Olá, galeraaaaaa... Demorei mais cheguei pra deixar meu relato... Viajamos no dia 8/8/15 e retornamos no dia 16/8/15 - Grupo de 5 pessoas Bora lá... 1º dia Aeroporto Galeão x Aeroporto de Lima... Chegamos em Lima e mesmo com tantos relatos para barganhar estávamos cansados e pegamos o primeiro que ofereceu...iriamos direto para Rodoviária da Cruz del Sur, trocamos somente um pouco de dinheiro para pagar o táxi, pois a cotação do aeroporto não é boa. Perguntamos para o motorista se próximo a rodoviária teria casas de câmbio e o mesmo disse que havia. Pagamos 70 soles em um carro grande para cinco pessoas. Sem barganha! Eis que surge nosso primeiro perrengue...os bancos próximos a rodoviária e as "casas de câmbio" só trocavam dólar....pronto andamos uns 4km atras de trocar reais e nada e a hora passando, pois o ultimo ônibus sairia as 13:30. Ainda tínhamos um pouco de soles então decidimos conversar com um taxista pra levar na av do sol para trocar mais dinheiro. Ficou eu e mais uma na rodoviária e os outros três foram trocar o dinheiro... Para nosso sofrimento eles chegaram as 13:45 ja haviamos perdido o ônibus, e a bondosa da menina me fala, senhora tem o ultimo onibus as 14, pulei de alegria e ja pedi as cinco passagens, e ela me diz sorrindo, mas senhora não temos mais vaga..kkkkkkk juro que ãã2::'> ãã2::'> ãã2::'> Porém ela nos ajudou dizendo que poderíamos pegar um ônibus de lima pra Pisco e um taxi para Paracas na rodoviária da Soyus (PeruBus) que sai muitíssimo mais barato que ir de Cruz del Sur Foi uma redução de quase uns 50% na tarifa Incluindo já o taxi. OBS: Nos táxis sempre andamos os cincos. O que barateava ainda mais...rsrs Enfim chegamos em Paracas onde nos hospedamos no Hostel Kokopelli...por sinal divinoooooo amei... Primeira coisa que gostaria de fazer, pois ja chegamos e estava escuro era fechar o passeio para as Ilhas Ballestas, porém devido ao El niño todas as embarcações estavam canceladas Sofri esse dia viu...rsrsrs o passeio mais esperado não iria se realizar, mas ja deixamos um taxi agendado para fazer o passeio na reserva no outro dia cedo... Saímos e comemos uma pizza, depois ficamos no hostel jogando pebolim e saboreando umas bebidinhas hehehe 2º Dia Passeio na reserva, só tenho uma coisa a dizer....Váaaaaaaaaaaaaaaa!!! Que lugar espetacular Nosso guia falou que lá pode se acampar, e que é comum no verão...fiquei tentadíssima a voltar lá e acampar rsrs Acabamos o passeio por volta de 11:30 sendo que saímos do hostel umas 9:00 voltamos e só pegamos as mochilas e fomos para Pisco, já que descobrimos uma forma mais barata de viajar hehehe, chegamos em lima ja noite a volta desses ônibus são chatinhas, pois eles vão parando pra deixar pessoas e subirem mais....é um entra e sai de gente vendendo as coisas... enfim, mas foi mais em conta srrs Em Lima ficamos hospedados no Hostel Condor's House, muito bacana tb...galera animada...rolou até xurras rsrs Tomamos um banho e fomos ver o Circuito mágico das águas... Saímos de lá e pedimos para o taxista nos levar até o barranco...todos aqui falavam muito do lugar... Mas acho que ele não nos deixou no lugar certo, estava numa má vontade...ficamos em uma praça e acabamos parando no primeiro restaurante com musica ao vivo... 3º dia Levantamos cedo e fomos passear por miraflores...passamos pelo Shopping Larcomar maioria das lojas fechadas devido ao horário, fomos até o Parque Del Amor e continuando a caminhada fomos até a Huaca Pucllana...não foi tão longe assim, só demos o mole de esquecer a carteirinha de estudante no hostel... Como já estava no horário de almoço...voltamos pro hostel de táxi pedimos pra aguardar pois queríamos almoçar perto do Monastério de San Francisco, nossa próxima atração. Eu simplesmente enlouqueci com a biblioteca...tudo lá dentro é perfeito...quem for a Lima tem que visitar... Ficamos rodando pelo Centro e acabamos em uma rua Estilo Saara para os Cariocas e 25 de março para os Paulistas rsrs queriamos achar um transformador pq as bonecas levaram secador e chapinha td 110 e lá a voltagem é 220. Enfim achamos, voltamos para o hostel pois seria dia de bbk e nessa vida de não entender nada de nada, quase colocamos fogo no hostel O secador era mais potente que o transformador e simplesmente pegou fogo que susto viu...mas td foi resolvido e só ficou o fedor e as cabeleiras rebeldes...hahaha Proximo dia será a ida para Cusco...volto contando mais um pouco depois do almoço...hehehe Beijos galera
  6. A viagem a ser relatada foi feita no carnaval de 2014. Primeiro dia Na verdade, saímos de Manaus, num voo com escala em Porto Velho, com destino a Rio Branco, onde chegamos perto da hora do almoço. Em Rio Branco, um amigo nos buscou no aeroporto e nos levou até onde ficam os táxis lotação que levam até Assis Brasil, na fronteira com o Peru, em uma viagem de 4 horas, que nos custou R$ 300,00. A estrada até Brasiléia está boa, no entanto, de Brasiléia até Assis Brasil existem alguns buracos gigantes na pista. Chegamos em Assis Brasil pouco antes de a alfândega fechar, mas conseguimos fazer todos os trâmites ainda neste dia. Logo na fronteira pegamos um táxi peruano, que nos levaria até Puerto Maldonado. Troquei dólares e Reais por Soles numa tenda bem em frente à alfândega. De lá seguimos até Puerto Maldonado em uma viagem de aproximadamente 3 horas, que nos custou 130 Soles. Chegando lá, fomos para o hotel Puerto Amazonico, onde passamos a noite. Segundo dia Pela manhã passeamos por Puerto Maldonado, apesar de não haver muitas atrações na cidade. Fazia um calor típico da Amazônia. Perto da hora do almoço, pegamos o avião da TACA que nos levou até Cusco. Chegando em Cusco e já começamos a sentir os efeitos da altitude. Não teve jeito, tivemos que tomar o famoso chá de coca, oferecido no hotel. E funciona mesmo! Aliviou bastante os efeitos, pelo menos para mim. O pior era o coração muito acelerado e o cansaço frente ao mínimo esforço. Fomos para o hotel Royal Inca II, que fica bem próximo à Praça D'Armas. Valeu a pena ter pago um pouco mais pelo hotel, pois foi realmente excelente localização e serviços. Nesse primeiro dia escutamos os conselhos de descansar pra ver se o corpo se acostumava à altitude. Mas mesmo assim, fizemos alguns passeios nas redondezas e aproveitamos para ir à Praça D'Armas e ao Qoricancha. De volta ao hotel, pedimos o contato de algum guia que vendesse pacotes para Machu Picchu e Vale Sagrado. Nos indicaram a Sra Juana, de quem disponibilizarei o telefone em breve. Ela nos vendeu o pacote para Machu Picchu, composto de ônibus, saindo do hotel às 04:00h. Foi uma viagem de 1:40h de ônibus, mais 1:40h de trem e mais 0:30h de ônibus para chegar no topo da montanha. Já para o Vale Sagrado ela nos indicou o Sr Hector, de quem também disponibilizarei o telefone. Este guia nos levou em seu próprio automóvel, espaçoso e confortável, para todos os pontos do Vale Sagrado, indo na contramão dos ônibus turísticos e só nos custou pouco mais que o pacote no ônibus. Terceiro dia Cedo, no horário combinado, o Sr Hector foi ao hotel para nos buscar. Seguimos para o passeio pelo Vale Sagrado. Começamos por Chinchero, o local de maior altitude por onde passamos. Lá pudemos ver vários resquícios da civilização Inca e observar como a população local mantém os traços físicos e a cultura indígena. De lá, seguimos para Ollantaytambo, onde existe um templo gigantesco, com centenas de degraus para chegar até sua parte superior. Muito cansativo, mas vale a pela. Depois fomos para Pisac, onde observamos o maior número de terraços onde eram feitas as plantações, nas encostas dos morros, em forma de degrau. Saindo de Pisac, ficamos parados um tempo na estrada, pois estava ocorrendo um desfile de carnaval típico da região. O interessante foi conhecer um pouco da cultura local, mesmo sem planejar. De lá fomos para Tambomachay e Saqsaywaman, onde não pudemos ver muitas coisas, devido ao atraso causado pelo desfile da carnaval. O ponto forte do passeio foi o guia, que sabia muito da história e pode nos passar várias informações importantes. A noite saímos para comer um ceviche, próximo à Plaza D'Armas e voltamos para o hotel. Quarto dia Esse foi o dia de conhecer Machu Picchu! Saímos do hotel às 4:00 da madruga, para uma viagem longa, mas muito compensadora. O ônibus turístico veio nos buscar no hotel e seguimos no mesmo por aproximadamente 1:40h até Ollantaitambo, onde pegamos o trem para uma viagem de mais 1:40h até Águas Calientes. Durante o percurso de trem pudemos admirar a paisagem composta de montanhas nevadas e rios durante quase todo o trajeto. Em Águas Calientes, pegamos um ônibus até o topo da montanha, em um trajeto de 0:30h que nos deixou na porta de Machu Picchu. O local dispensa comentários. Realmente é impressionante ver a perfeição das construções Incas. Tudo calculado e funcionando até hoje! Mais impressionante ainda é imaginar como eles conseguiram transportar tantas pedras gigantescas sem a ajuda de máquinas. Um guia nos conduziu no local, em uma visita de 2 horas, a meu ver, muito corrida. No final tivemos bastante tempo livre para passear pelo local e tirar várias fotos! Na volta foi a mesma viagem de ida, longa e cansativa, mas aproveitamos pra dormir um pouco. Chegando em Cusco, jantamos alguma coisa e fomos dormir. Quinto dia No último dia em Cusco aproveitamos para passear pela cidade e comprar algumas lembranças (o melhor local para comprar é no Centro de Artesanato), já que nosso voo era perto de meio dia e não teríamos muito o que fazer mesmo. Pegamos o avião em um voo assustador, onde o avião despencou em uma turbulência sem qualquer aviso por parte do piloto. Ainda bem que estávamos com o cinto de segurança e ninguém se machucou. Chegamos em Puerto Maldonado e pegamos logo um táxi para a fronteira com o Brasil. Fizemos o desembaraço na fronteira e seguimos em um táxi brasileiro até Epitaciolândia, onde tivemos uma grande dificuldade para achar um hotel limpo pra dormir. Por sorte encontramos o Vila das Orquídeas, que é excelente! Comemos algo no hotel mesmo e dormimos. Sexto dia No último dia de viagem fomos até Cobija na Bolívia, onde comprei uma câmera fotográfica muito mais barata que no Brasil e seguimos de carro para Rio Branco, onde pegamos o voo de volta para Manaus.
  7. Eu sempre falei que uma boa viagem começava por um bom planejamento, só não sabia que uma aventura poderia tb começar pela FALTA DE PLANEJAMENTO! kkk Eu não sabia ao certo o que faria nas minhas férias pq estava estudando pra concurso público. Primeiro decidi não viajar e apenas estudar. Depois decidi viajar pouco. Depois eu surtei e vi que tava ficando doida estudando pra um concurso que não tinha nada a ver comigo, tranquei o curso e resolvi optar por um mochilão! O roteiro era assim : casa > Aracajú > Maceió > Recife > João Pessoa > Natal > Fortaleza > casa Nãooooooooooooooooo muda de página, não!! Tá o tópico certo sim! Vc já vai entender....kkk Passei bem uns 20 dias planejado gastos, tinha conseguido couchsurfing, carona, hostel... o diabo! Uma amiga (a Jéssica) topou tb a brincadeira e compramos as passagens numa linda tarde de uma segunda-feira! Na real mesmo, nós estávamos na dúvida pq tava rolando a maior chuva no nordeste! E estávamos com medo pq a ideia era acampar na maioria das cidades. Pensamos em Machupicchu, mas vimos que a trilha inca estava esgotada e a passagem, um absurdo... então... compramos as passagens pro nordeste mesmo! Isso foi mais ou menos por volta das 15h. Quando deu mais ou menos umas 18h uma outra amiga mandou um email “olha só gente! Promoção da Tam pra cusco!” Poutz! Desembestamos a correr atrás da empresa pra fazer a trilha! Conseguimos uma empresa com vaga para fazer Salkantay. E as passagens ficaram mais em conta que ir pro nordeste! Compramos as passagens pra Cusco e por volta das 23h estávamos cancelando tudo! Maior confusão!!! Tudo feito e passado o susto, tive que refazer todo meu check list! Trocar meu biquíni por luvas e gorros e ainda precisei pegar algumas coisas emprestadas com alguns amigos! Nossa peregrinação começou o aeroporto! Maioooooor chá de cadeira! Rio de janeiro (galeão) > São Paulo (Guarulhos) > Lima > Cusco. Daí descobri que faço parte daquele movimento dos “mochileiros perdidos que encostam e dormem em qualquer lugar”. Isso é uma arte e não requer prática, tão pouco habilidade! Apenas VOCAÇÃO!!!! Kkkkkkkkkkkkkkkkk Ah! Detalhe! No aeroporto de Lima eu percebi que talvez eu passasse um perrenguinho básico em relação a alimentação! A Jéssica pediu um suco típico! Era roxo com cara de suco de uva, tinha gosto de beterraba e cheirava a milho.... tipo suco de tamarindo do chaves, sabe?! De lima pra cusco pegamos um horário cretino, mas consegui apreciar o nascer do sol! Incrível! Eu tava bem feliz! Tinha acabado de fazer uma trilha com uns amigos na pedra da Mina e tava numa expectativa braba pra Salkantay! Daí veio aquela mocinha simpática oferecendo algo pra vc comer e beber. Pedi um café! Claro! E aí veio minha primeira decepção! O café tem gosto de milho! Rapá! Nunca fiquei tão doida de raiva! O avião tava quase pousando e eu lá com aquele café quente, transbordando (pq até o cheiro enjoava) e eu querendo me livrar daquele negócio! Kkk Chegamos em Cuscooooooo!!!!!! Só festa!!!!!!!! Só que não! Acho que eles são tão brasileiros quanto a gente! Encostou um carinha do nosso lado com aquele carrinho pra “ajudar”. Foi super simpático e nos levou até o taxi. A corrida até o hostel custaria 30 soles. E o cara ainda me cobra na cara lavada 20 soles por ter carregado as nossas mochilas. “ah! O senhor me desculpa, mas eu não sabia que cobrava. Não tenho dinheiro!” Ele ainda insistiu e falou que brasileiro costuma ajudar com 20 soles. Ou até em reais mesmo! Minha amiga tirou 5 reais e entregou a ele. E ele ainda ficou lá insistindo! Só de lembrar, já fico até brava! Kkk Ficamos hospedadas o Hostel Che Lagarto. O Check-in era as 14h. Então deixamos as mochilas por lá e fomos das uma volta pela cidade. Paramos numa lanchonete chamada Pan...Tástico! Realmente o lugar é muito bom e o sanduiche é incrível! E o café? Com gosto de milho! Hauhauahauhauahuahauhauahauhauhauh Eu já tava conformada: Café, só em casa! Kkkkkkkkkkkkk Fomos para a praça principal! E ainda caminhamos até o mercado municipal que tem na cidade. Tudo muuuuuuuito colorido! Tudo muito diferente! Tudo muito lindo! A cidade estava em festa. As crianças ensaiavam para as apresentações. Eu tinha visto antes de viajar que dia 24 de junho era a festa do Sol. Mas parece que mês de junho todo rola apresentações e são chamadas as “festas de Cusco”. Então..... eu indico viajar pra lá em junho pq fica tudo tão colorido! A cidade toda fica linda! E as crianças são lindas!!! Eu tinha visto algo falado sobre Mama Africa! Parece que é uma baladinha que tem lá e que todo mundo adora e recomenda. Não sei se todo mundo vai pra lá pq é a melhor opção ou se pq não tem outra opção...ahauhauahauhauah Eu e a Jéssica arrumamos nossas coisas, tomamos banho, resolvemos dormir um pouco pra depois ir pra lá. Acordamos quase uma da manhã. Um toró que só por Deus!!!! Mama Africa.... SÓ QUE NÃO! kkkkk No dia seguinte levantamos por volta das 7h. O café era servido as 8h então resolvemos usar o pc pra botar a vida em dia e avisar pra todo mundo que tava tudo bem! Eu não sei se vocês já ouviram falar num blog Day Trippers. Um amigo me indicou e eu os sigo no face já faz um tempinho. É um casal (Isa e Rafa) em lua de mel. Eles se casaram em dezembro e resolveram tirar o ano sabático. Eu acho surreal as coisas que eles fazem e adoro! Daí.... tô lá bisbilhotando, né?! Passei o link pra Jéssica dar uma olhada. Ela curtiu e começou a olhar também. Hora do café, desligamos os pc´s e subimos pro café! QUEM TÁ LÁ TOMANDO CAFÉ?????????? Os dois! ãã2::'> Tomei um susto pq eu não consegui assimilar nada com nada! Não andava, não tomava café, olhava pra Jéssica e falava bem parecendo uma retardada “Jéssicaaaaaa.... são eles?” Eu não sabia se ia falar com eles, ou se tomava meu café pq tava com meu estomago todo embrulhado e revirado! Moral da história.... não consegui falar nada. Hauahuahauhauahauhauhauahuha Eles passaram pela gente, deram bom dia, né?! E foram embora! Depois que o susto passou eu fui olhar o que tinha de café! E adivinhem só????????????? Café solúvel!!!!!!!!!!!!!!!!! E não tinha gosto de milho! Mas o leite era bem ralo! Mas ok! Tava razoável e fiquei bem feliz! Café! café! café!!!! Arrumamos nossas coisas e decidimos passear pela cidade! Cusco estava em festa!!! \o/ E tem ainda um pouquinho das crianças dançando nesse link aqui!!! Vale a pena! Tem uma rua (antes de chegar na praça principal) que tem um moooonte de loja de equipamento de trekking e é tudo mega barato! TIVE QUE COMPRAR! Kkk Eu acho... de verdade... que tem muita coisa falsificada! Mas eu comprei um casaco impermeável super honesto. Não devo ter pago mais que R$70 reais e tô bem feliz! Kkk E tem de tudo! Mochila, bastão, capa de chuva, roupa.... claro que não dá pra falar de qualidade se tudo fica muito duvidoso, mas até aí!!!! O importante é mochilar e qto mais em conta ficar, melhor! Kkk Voltamos pro hostel e sentamos um cadinho lá o sofá e quem chegou? Eles!!!!!!!!! A Isa veio falar com a gente e deu muita risada qdo contei da história! Depois de muito papo conhecemos até o jipe! Cara! Eu parecia criança no parque de diversões, sabe?! Foi SENSACIONAL!!!!! E aqui segue uma boa indicação pra vocês! http://www.facebook.com/daytrippersbr?fref=ts Sabe aquele tipo de pessoa que você encontra por aí e tem a sensação que é seu amigo de infância? Eu não sei se algum dia encontrarei com eles novamente, mas cara..... nunca mais vou esquecer dos papos, “dos causos”, das gargalhas sinceras! Na minha humiiiilde opinião (e acho que já cheguei a comentar isso aqui), eu acredito que são as pessoas que encontramos pelo caminho que fazem nossas viagens valerem a pena e eu posso afirmar que ter conhecidos esses dois aí “perdidos no mundo” (assim como eu) fizeram uma boa parte da minha estadia em cusco ter valido a pena! Bom..... depois de hooooooras tentando organizar o que ia com a gente e o que ia ficar no hostel, conseguimos acertar tudo e uma moça da empresa foi até a gente pra acertar o restante do combinado. Pagamos metade da trilha como sinal, né?! E o restante a gente acertava na hora. Daí a moça simpática foi explicar tudo pra gente com o mapa. Daí eu sei que no meio da explicação eu só ouvi a moça falando “85km” Rapidinho eu virei pra Jéssica : “são 85km?” Ela: “é! Eu mandei isso no email pra vc. Você não viu?!” Eu: “são 85km? Como eu não vi isso?” Naquele exato momento tudo se encaixava! Todas as caras de reprovações que o povo fazia quando a gente falava que ia fazer Salkantay... pq a minha amiga tinha me falando que eu ia me fu fu de verde e amarelo... pq tinha gente me chamando de doida..... Bom..... a empresa é super, mega, ótima! Super recomendo e os dados estão no mapa! Tem uma ótima estrutura! Os guias são excelentes e falam inglês e espanhol! Os cozinheiros são incríveis!!! Não emagreci 10 gramas! haauhauahauhauah Comi muito melhor na trilha do que nos restaurantes de Cusco! De verdade! Detalhe: sou vegetariana e eles tem a opção. Tinham duas canadenses com intolerância a glúten e eles tinham cardápio diferenciado pra elas tb. E tínhamos direito a entregar até 5 quilos (por pessoa) para o cavalo transportar. E o esquema era assim... Os cozinheiros acordavam a gente bem cedão (tipo 5h da matina) com o chá de coca! Daí a gente arrumava as coisas e partia pra trilha. Era montado um acampamento base para almoçarmos (saladinha, sopa e almoço), e depois a gente caminhava mais umas 4 ou 5 horas. Daí a gente chegava no acampamento base pra dormir. Tinha o lanchinho (chá com pipoca) e depois o jantar (saladinha, sopa e jantar). TUDO SENSACIONAL!!! (exceto a história dos 85 km que eu não olhei direito no email) Enfim.... não tinha como arrumar, né?! Então.... bora chinelar! Eu nem sei que horas fomos dormir. Pensamos em mil estratégias por causa das mochilas... só sei que as 4h já estávamos prontas. Detalhe..... o menino lá do hostel não ascendeu a luz, não vi o último degrau e rolei com mala, mochila e o diabo! Meu pé inchou e eu não conseguia levantar do chão! Daí já vem o filminho novamente na cabeça, né?! Chinelar 85km com o pé bichado não ia ser moleza! Kkkkkkkkkkk Antes de sair do Brasil eu tinha comprado um anti-inflamatório mega, ultra, power. Nem pensei duas vezes.... encharquei meu pé e já comecei a andar pra não deixar o corpo esfriar! Até que a tática funcionou! bora começar, né?! A trilha eram 5 dias e 4 noites! E eu vou separar aqui pelos dias pra ficar mais fácil, tá?! Só lembrando que na maior parte do caminho eu não tinha relógio, celular, qq tipo de comunicação via net e banho..... só de lencinho umedecido. E pra todo o resto.... DALE COCA! Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk 1º DIA – Morri 350 mil vezes! Chorei! Me arrependi de não ter lido o email, mas sobrevivi! O guia nos pegou no hostel, fomos até outra praça lá com ele, entramos na van e começamos a conhecer as outras pessoas do grupo. Tudo gringo! Socorooooooo! Era hora de tentar desenferrujar meu inglês! Paramos pra tomar café da manhã (esse é o único que não tá incluso o pacote)! Conhecemos as outras pessoas que estavam na outra van. No total estávamos em 18. No grupo tinha gente da Austrália, França, Inglaterra, Alemanha, Canadá, Itália e mais uns perdidos que eu não devo ter entendido (não se esqueçam que meu inglês tava enferrujado!kkkk) O guia parou para os explicar algumas coisas e pediu para que nos apresentássemos! Me apresentei e já falei de cara que não falava muito bem inglês , mas que tentaria me comunicar da melhor maneira possível. Uma canadense depois até me perguntou qto tempo fazia que eu não estudava. Daí depois ela falou que eu me virava bem pra quem não falava direito.. pq eu tentava. Daí eu brinquei “tenho que tentar... adoro falar!” hauhauahauhauha O pessoal foi bem bacana comigo. Mesmo com um inglês-tupiniquim, eles me ajudavam e consegui bater papo a trilha toda! Hauahuahauhaauh Olha só.... vou logo avisado que só decorei nome de alguns lugares, por isso fiz questão de guardar o mapa pra trazer pra vocês, tá?! Mas se eu não me engano..... partimos de Mollepata! Kkkkkkkkkkkkkkkkk Ah! Pra mim, era tudo igual.... mas vamos lá... vou tentar! Caminhamos um tempão...... um tempão mesmo....... eu tava num ritmo bom..... e fui vendo que fui ficando por último! Mas tava achando que tava tudo bem! Lembram daquela propaganda ... não lembro o nome da empresa, mas tinha uma musiquinha assim "350km! 350km! para um pouquinho, descansa um pouquinho.... 350km!" e dai depois ia aumentando.... pois eh! parecia eu na trilha! Toda hora essa musica vinha na cabeça! kkkkkk A trilha até parecia um pouco com as daqui do Brasil. Tava tudo muito bom.... qdo deu uma subida meio estranha.... o ar não entrava mais! Eu puxava e não vinha! O guia percebeu que eu tava começando a passar mal e me pediu pra parar.... catou umas plantinhas , bateu na mão com uma lavanda que tinha na mochila e me deu pra respirar. Ok! Passou... bora subir..... Cadê o ar? Jesus!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! não tem ar naquelas bandas!!!!!!!! Aí eu tava entendendo porque vendia cilindro de oxigênio nas lojas e eu tava achando exagero! Tô lá botando os bofes pra fora e o guia tentando me acalmar! Ok! Passou.... bora subir..... Daí tinha um gringo lá passando mal tb, mas o problema dele foi outro. Foi piriri! E eu tô achando que tá tudo sob controle..... toca o ar sumir de novo! Ai gente! Nessa hora eu comecei a ficar nervosa! Pior que ficar nervosa não adianta pq junta com o choro e vc não sabe se tá morrendo e tanto chorar ou de não conseguir puxar o ar. Só sei que foi assim até a hora do almoço! Conseguimos chegar no acampamento base! Os cozinheiros trouxeram primeiro a entrada, depois a sopa e depois o almoço. Eu sinceramente não entendia o motivo da sopa, mas ela era tão gostosinha e eu tava começando a ficar com frio que acabava comendo. E todas as refeições eram assim e já no terceiro dia não aguentava mais comer sopa. Toda refeição eu falava que não ia mais comer a sopa e sempre acabava comendo sem dar nenhum piu! Hauhauahauhauhauahauhauha E depois das refeições..... DALE COCA!!!!!!! Só de lembrar do chá, meu estômago embrulha, mas me ajudou muito na hora, viu?!kkk Eu acho que eles montavam os acampamentos em pontos estratégicos. Pq depois das refeições vinham sempre as descidas..... tb.... de estômago vazio já era tenso...imagina depois de comer feito um louco! Kkk Despois das refeições só vinha descida, mas não era moleza, viu?! Quase não parávamos pra descansar e andávamos por horas! Eu acho que esse caminho poderia ser colocado também naquela lista de trilhas de peregrinação, sabe?! Nossa! Dá pra pagar os seus pecados e das suas próximas 2 ou 3 gerações.... de taaaanto que a gente anda! Mas nem posso reclamar muito porque depois do almoço eu conseguia acompanhar o ritmo da minha amiga (ela estava sempre no pelotão da frente...kkk). Pela manhã eu geralmente fazia a trilha sozinha pq ficava pra trás. A tarde conseguia acompanhar o ritmo de um ou outro! E assim ia..... As vezes com fotos, eu acho que não dá pra ter noção direito de como é o lugar. Resolvi tentar fazer alguns vídeos. Beeeeem amadores mesmo. Só pra vocês terem noção de como são os lugares. Só que é assim.... eu vou gravando, tentando falar, as vezes feliz, as vezes lamentando e não vou editar pq eu já tô quadrada aqui tentando fazer o relato e organizando as fotos. Se eu pensar no vídeo tb, vou desistir! Então .... um pouquinho da chegada na nossa Base nesse link! Pensa no frio!!! Muuuuuuuuuuuuuuuuuito frio!!!!!!! Ok! Agora aumenta ainda mais!!!!!! Eu nem pensei que eu pudesse vestir tanta roupa ao mesmo tempo. Fiz um sistema massa de camadas e dormi feito um bebê! Aliás....foi a única noite que dormi beeeem mesmo! Não sei se apaguei por causa do cansaço, ou se foi pq consegui me acomodar legal, mas o pessoal lá falou que não conseguiu dormir direito. Eu fiz assim.... meia calça, segunda pele, leagging e antes de entrar o saco de dormir, me enrolei no cobertor que levei. E com a blusa foi a mesma coisa. Usei uma blusa do mesmo material que a meia calça, segunda pele, blusa e um baita casaco de esquimó! Kkk O saco de dormir foi um de -10graus! Dizem que em julho e agosto esfria mais. E existe a possibilidade de alugar o saco de dormir lá com eles também. Jantamos e voltamos pra barraca felizes e contentes! 2º DIA – O arrependimento me devorou por inteira e quase virei oferenda de PacchaMama! kkk Por volta das 5h da manhã os cozinheiros acordavam a gente pra entregar o chá de coca! “Buenos Dias!!!” A gente tinha meia hora pra se arrumar, pegar as coisas a começar a andar. O guia não me deixou seguir com o grupo pq eu ia passar mal novamente. Deixa eu corrigir..... ele não falou “ah! Vc não vai! Vai ficar aqui” Ele conversou comigo, me explicou que a subida seria mais íngreme. Falou que Salkatay está a quase 5mil metros e que não teria como me socorrer se eu passasse mal pq não teria resgate lá. Pra minha segurança ele achou melhor que eu contratasse um cavalo pra subir até lá em cima e depois eu continuaria! Eu não queria pagar, mas tava com medo de botar os bofes pra fora de verdade! Então..... pela primeira vez na vida... montei no bichinho e ele começou a andar sozinho. Primeiro eu pensei que era cavalo. Depois no caminho descobri que era uma mula. Qdo a mula começou a andar eu fiquei preocupada pq o guia q ia com a gente tava levando os outros dois gringos que tb estavam passando mal. E a mula ia sozinha... e não tinha ninguém na minha frente! Daí eu grudava na cela com medo de cair, não conseguia olhar pra trás pq tava vestindo todas as roupas que eu tinha levado e a mula lá... andando..... Eu tava ficando quadrada já! Acho que foram 2 horas subindo! Fora o susto! Primeira vez que eu tava montando um trem daquele! E a mula ia sozinha e passava na beirinha do precipício! Ai! Daí eu desembestava a grudar na cela e rezar pra tudo que era santo! Hauahuahauhauahauhauahauha Mentira! Não rezo pra santo, mas eu grudava na cela e fechava os olhos tamanho meu cagaço! Um trechinho bem honesto de um video pra ver como eu não mintooooooo. Essa mula só sobe pela beirinha! E um trechinho que a mula teve que descer! Chorei! De verdade! Rolou até uma lagrima! Hauhauahauhauhauahauhauhauahauhauahauhauahuhauhauhaauhauha Quando cheguei lá em cimão de tudo, só agradecia! Não sabia se ria ou se chorava! Salkataaaaaaay Abraçava a mula e ela nem tchum pra mim! Confesso que no inicio eu não queria pq achava que ia dar conta, pq tava com dó da mula, pq não queria gastar o dinheiro, mas no final fiquei tão grata por tudo que acho que foi essencial! Naquele momento eu entendi que eu preciso aprender a respeitar o limite do meu corpo! Até mesmo por questão de segurança! Acho que não tem “história que valha a pena” quando colocamos a nossa segurança em risco! E a volta foi bem mais tranquila! A trilha é beeeeem demarcada! Mas eu caso de dúvidas.... Perguntem para as mulas! Hahaha É sério! Elas transportam tudo naquele trecho. Vão e voltam sozinhas! Fiquei impressionada! Kkkkkkkkk Depois de mais uma hora ou um pouco mais de caminhada..... parada pro almoço! Aaaaaaaaaaaaaaahhhhh!!!!!! Esqueci de avisar. Nessas paradas tem tipo umas barraquinhas.... nem sei se tem algo que a gente possa comprar aqui no brasil, mas vende água, refri, chocolate... claro que custa tudo muito caro! E tem banheiro tb! Então... preparem as moedas! Geralmente 1 sole! E depois do almoço reforçado o que temos??? Descida!!!!!! Vocês não estão entendendo gente..... descida de verdade! Descida caprichada! Descida pra marmanjo nenhum botar defeito! Acho que foram 4 ou 5 horas de caminhada! Minhas pernas não respondiam mais! Meu corpo todo tava dolorido! Eu já tava ficando meio puta da vida tentando ainda entender pq não tinha lido o maldito email! E olha que a Jessica foi negociando tudo e arrumando tudo! Mas eu (pra variar) tava fazendo trilhões de coisas ao mesmo tempo). De verdade? Em certos momentos cheguei a me questionar se tava valendo a pena todo aquele sacrifício! Todo o desgaste físico e emocional! A gente não tava com a nossa galera de trilha, sabe?! Eu tô acostumada a fazer bagunça do inicio ao fim! Tô acostumada a dar merda no caminho, mas um anima aqui, outro puxa ali. Tô acostumada a cantar, brincar, zuar.... e cara! Aquela galera ali não era a MINHA GALERA! O pessoal era muito fechado! Tudo bem que a gente tinha praticamente acabado de se conhecer, mas tem gente que eu faço trilha na primeira e rola “amizade de infância”, sabe?! Eu precisei de ajuda pra descer uma pedra cabulosa lá depois do lance da mulinha e não rolou uma mãozinha sequer! Ai gente... confesso..... chorei até de saudades! Acho que nunca chorei tanto numa trilha por motivos tão diversos! kkkkkkkk Tinha hora que eu lembrava de algumas trilhas.... em especial a mágica que eu fiz pra Pedra da Mina e bateu uma saudade! Rolava um nó na garganta e aquele questionamento “que diabos eu tô fazendo aqui?” E enquanto eu e minha amiga caminhávamos (já sem esperanças de chegar no acampamento base ainda durante o dia) e com esse monte de questionamentos a cabeça, segurando o nó na garganta e tentando dizer pro arrependimento que não tinha nada pra se fazer.... bem ali... onde a trilha fez a curva..... surgiu o acampamento base! Nossa! Deu um alivio tão grande e desembestamos a descer! Arrisco a dizer que a felicidade estourou no peito que mal coube! Kkkkkkkkkkkkkkk Tirei a bota, jogamos nossas coisas dentro da barraca e fomos comer depois! A galera já tava animada! Tinha um pessoal com cerveja, batendo papo de forma bem descontraída! E eu lá.... tagarelando meu inglês com um “portunhol” improvisado com os franceses e os italianos! Pessoal “gente boa” pra bater papo! Pacientes que só vendo! Hahaha Antes do jantar negociamos como seria o dia seguinte. E o nosso guia nos apresentou os cozinheiros e o homem que cuidava dos cavalos (não lembro como eles o chamam por lá) Como a gente tava liberando peso no terceiro dia poderíamos entregar tudo o que quiséssemos para os cavalos carregarem. Eu não tinha muita coisa. Só dois quilos mesmo. A mochila nem pesava tanto. Então... eu e a Jessica ficamos com uma mochilinha de ataque só pra colocar agua e barrinhas e a câmera (que tem um peso considerável! kkk) Daí no dia seguinte caminharíamos até um certo trecho e depois pegaríamos uma van (tb inclusa no pacote) e de lá seguiríamos para Santa Tereza! 3º DIA – Tipo SPA! O dia começou bem.... acordamos tarde..... 6h da matina! “Buenos dias!!!” e DALE COCA! Era o último dia do moço dos cavalos lá, então a gente tinha combinado de fazer uma vaquinha. Lá eles chamam de propina! Agradecemos pelo bom serviço prestado, entregamos e nos despedimos..... chinelar, né?! Andamos muuuuuito. Era um caminho sem fim! Eu tava achado que não ia acabar nunca! E o guia solta assim: “ah! Vamos parar pra descansar no shop center” OK! OK! Valeu!!!! Kkk Caminhamos mais um pouco e pegamos uma van... sei lá como eles chamam lá! Só sei que subi naquele treco e dei graças a Deus por conseguir dar uma folguinha pras pernas...hauhauahauha Fizemos a pausa para o almoço e enquanto os cozinheiros terminavam de arrumar tudo, os meninos pararam pra jogar futebol! Depois pegamos novamente o ônibus e seguimos para o local onde ficaríamos acampados a noite. Pegamos algumas coisas para visitar as águas termais de Santa Tereza! Ali sim..... eu tive tratamento de princesa! Hauhauahauhauahauhauahauh Detalhe.... eu não tinha levado chinelo por causa do peso. Lá nesse lugar que ficamos acampados, vendiam uns chinelos super leves. Foi tãoooooooooooooo bom tirar o pé da bota e usar chinelo! Hauhauahuh foram os 5 soles mais bem gastos de toda a viagem! Kkkkkkkkkk A entrada das aguas termais não tava incluso. Nem o transporte. Se eu não me engano, era opcional! Total 15 soles! E tava bom demais! Kkk nós estávamos a base de lencinhos umedecidos a 3 dias! Eu saí daquela piscina enrugadíssima!!!! Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!!! Detalhe! De brinde ainda vieram os “el taradões!” os caras vão pra lá com umas câmeras a prova dágua só esperando as gringas mergulharem! Tudo bem que os australianos fizeram uma barreira lá pra gente, mas ai.... que “el malões” hauhauahuahauhauah Voltamos para o acampamento e o nosso guia começou a explicar como seria o dia seguinte. Tínhamos a opção de tirolesa. Quem não queria, poderia ir caminhando não sei mais qtos mil quilômetros ou poderia pegar a van até a hidrelétrica. Eu de primeira já falei que não queria descer de tirolesa pq gosto das coisas debaixo dos meus pés! É sério! Se eu gostasse já teria saltado de um mote de coisa por aí! Mas morro de medo... só que eu não queria me separar do grupo novamente, né?! Então..... resolvi optar pela tirolesa! 4º DIA – Sou montanhista, não passarinho – Morri parte 2!!! Café da manhã mais que caprichado e despedida dos cozinheiros! Afinal... dia seguinte seria nosso grande dia, né?! Entramos a van rumo a Cola de Mono. A empresa é oooooootima também! O lugar é lindo e tem área de camping. Eu gostaria de ter ficado lá descansando! Rsrsrs Tirolesaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!! SÓ QUE NÃO! Não sei o que me deu! Eu tava lá... toda montada e equipada subindo a montanha lá deles bem bonitinha! Subi toda animada e quando vi a altura de onde estávamos começou a faltar ar. Passei mal, tiveram que me acudir, foi uma confusão danada! De verdade? Acho que dessa vez eu passei mal de nervoso! Não tinha como ter problema de altitude ali! Eu via o pessoal descendo e não conseguia chegar na beiradinha que já desembestava a passar mal. O esquema da tirolesa deles eram 6 cabos. As montanhas eram interligadas pelos cabos em alturas diferentes. Juuuuuuuro que tentei! Daí eu ia descendo a pé e falava pro guia “não! Tô melhor! Vou descer!” Daí qdo ele ia me prender no cabo eu começava a passar mal, chorava, voltava! Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah!!!!! Se eu pudesse voar, teria nascido com asas, ora bolas! Hauahuahauhauahuahauhauahauha Não deu gente! Dessa vez... não rolou! Mas ó! Pra deixarem vocês com vontade, vou colocar um vídeo que a Jéssica gravou e ficou beeeeeeeeem bacana! Juuuuuuro que tentei! Mas não consegui. Os guias automaticamente pediram meu dinheiro de volta lá no caixa e explicaram que passei mal! UFA! Lá direto no parque custa 160 soles (eu particularmente acho que compensa pela estrutura que eles oferecem), mas como nosso grupo era grande, custou para cada um 80 soles. Passado o susto, voltamos para a van e seguimos para a hidrelétrica! Fizemos a paradinha clássica para almoçar. Dessa vez como os cozinheiros não iam com a gente, prepararam o marmitão! Comemos frio, mas tava bom! e danamos a andar! Eu não sei nem por quaaaaaaantas horas andamos. Sempre beirando os trilhos do trem que ligam até Águas Calientes. Contei sobre os australianos, né?! Um sarro! As roupas, o jeito de falar, brincavam com tudo e toda hora estavam cantarolando. Entre uma paradinha e outra.... achavam um jeito pra descontrair. Nessa hora aí eu acho que eles estavam jogando bocha (é assim que se escreve?) Quando nos demos conta.... tava todo mundo olhando e formando até torcida! Eles com toda certeza fizeram a diferença na trilha (me animaram bastante)! Enfim...... Águas Calientes! No caminho tivemos um problema porque uma canadense passou mal. Acho que ela tava machucada e desmaiou de cansaço! Conseguiram improvisar um carrinho de mão e os gringos correram pra carregar! Foi um Deus nos acuda, mas chegamos na cidade e ela reagiu bem. Em Águas Calientes nosso grupo se dividiu! Tinhamos algumas opções de hospedagens. Pegamos a mais barata e vou falar que tava de muuuuuuuuuito bom tamanho! Eu e a Jéssica ficamos um quarto pra nós duas. Tudo bem limpinho e organizado. Só pecou numa coisa.... eu tava bem feliz e contente e de repente..... banho frio! A água não esquentava por nada. O quarto não tinha interfone e estávamos no 4ºandar. BANHO QUENTE É PARA OS FRACOS! Hauahauhauahauhauhauahauha Tava precisando muuuuuito daquele banho! Pulei, gritei, xinguei! Mas tomei meu banho! Kkkkkkkkkkkkkkkkkk A noite fomos jantar num restaurante lá perto eeeeeeeee???? Sopaaaaaaaaaaaaaa!!!!!kkkkk Tomei a sopa e jantei ! posso falar? A comida dos cozinheiros lá da trilha tava muuuuuuuuito melhor! Ah!!!! Não falei sobre a bebida local, né?! O PISCO! É como a nossa cachaça! Pura não rola, mas os coquetéis são bem legais! O pisco Sour é mais fraco, mas mesmo assim, não é bom! Então... resolvi arriscar um coquetel de pisco com maga, maracujá e limão. Super recomendo! O Guia nos explicou sobre as opções de machuppichu. Poderíamos ir a pé ou de ônibus. Eu bem pensei que a Jéssica quisesse ir a pé, mas nem precisei fazer cara de cachorro que caiu do caminhão de mudança! Ela mesmo acabou falando sobre o ônibus! Ai!!! Eu tava tão feliz! Kk Saímos do restaurante e fomos comprar o bilhete de ônibus. Pagamos 18,50 dólares ida e volta! O primeiro sai as 5h30! Recomendações : TUDO EM MP É ABSURDAMENTE CARO!!!!!!!!!!!!! Os guias não olham as mochilas, mas você não pode entrar com mochilas grandes. Só as pequenas! Levamos garrafinha d´agua, barrinhas de cereais, câmera e muita disposição! Bora dormir!!!!! Uma cama enorme só pra mim!!!!!!!!!!! Tava no paraiso! Kkk 5º DIA – O grande dia!!!!!!!!!!! Chegamos lá no ônibus no horário combinado! Entre 4h30 e 5h! Eu ainda tava caindo pelas tabelas! Era um mix de sono e pisco! Hauahuahauhauhauahauha Compramos um sanduiche que tomate e queijo e de brinde.... abacate! Nossa! não aguento nem lembrar! Tudo eles usam o abacate. Ficou gostoso! Mas tuuuuudo tinha abacate! Salada, sanduiche, comida! Ai!!!! Bom.... pegamos o ônibus e subimos. Um inglês e uma canadense foram com a gente. O restante da galera foi tudo caminhando! A galera tem mó “sangue no zóio” pela amor de Deus! Eles estavam treinando rumo aos 360km! Só pode! Hauhauahauhauhauah Aqui tem um detalhe IMPORTANTÍSSIMOOOOOOOOOOOO! Quase tivemos um treco porque aquela mocinha simpática da empresa não tinha explicado isso a gente! Pra comprar o ingresso de MachuPicchu precisa informar um número de documento. Pode ser passaporte ou RG. Nós informamos o RG. Eu .... levei os dois! A Jéssica só levou o passaporte! Lá na portaria vc tem que apresentar o documento que está no ingresso, ou seja, Jéssica com passaporte e no ingresso o número do RG? Como entramos? A Jéssica conseguiu imprimir a cópia do Rg dela, mas por via das dúvidas.....na hora do tumulto entramos numa fila onde a fiscal nem conferia documento. Só carimbava e passava a gente! Detalhe.... a partir das 9h o pessoal disponibiliza o carimbo de machupicchu pra botar lá o seu passaporte! Fica lindo! Então gente..... bora parar de falar e olhar as fotos, né?! O nosso guia nos explicou sobre a história de MP, como funcionava o esquema na civilização Inca e nosso passeio guiado levou mais ou menos umas 2 horas. Tiramos a foto oficial do grupo! Trocamos facebook! Fizemos a vaquinha lá da proprina e depois cada um foi pra um canto! Eu e a Jéssica fomos até o mirante.... onde é tirada a tal foto clássica! Lá dentro da cidade tem a Montanha de MachuPicchu e tem a Montanha de Huayna Picchu . Custa 10 dólares e tem que comprar com antecedência também. Ficamos um pouco a dúvida se subiríamos ou não, mas no final optamos por tentar! Em Huayna Picchu só podem entrar 400 pessoas por dia divididas em grupos. O primeiro grupo eu não lembro o horário, mas o segundo só pode entrar das 10h as 11h e lá fomos nós! É uma escada medonhaaaaaaaaaa! Uns degrauzinhos que não cabe em o pé direito! E daaaale subida!!! E depois quando vc acha que já subiu tudo............... a caverna que liga até São Thomé das Letras, meu povo! Hauahuahauhauahauhauahauhauhaauhauha E a vista é recompensadora!!!!!! Simplesmente incrível! Eu vou fechar as fotos de MP com a clássica! MachuPicchu é de tirar o fôlego e ver tudo de lá de cima de Huayna Picchu, não tem palavras que consigam descrevem! Mas posso falar? Me deu uma saudade do Brasil! Me deu uma saudade de tudo! Uma vontade de voltar pra casa correndo... Senti saudades da minha galera de trilha, senti saudades dos picos que temos por aqui! Eu gostei da viagem e agora montando o relato as fotos, vendo os vídeos que eu tô conseguindo processar e digerir tudo o que aconteceu, mas posso falar? Não troco Machupicchu nenhum por qq cantinho do meu País! E eu pensando lá.... mesmo com todos os problemas que temos, com toda roubalheira, com todas as injustiças que estamos cansados de ver..... e eu lá em Machupicchu morreeeeeeeeeeendo de saudades!!!!! Só me restou curtir mais um pouquinhoe controlar a ansiedade, né?! Voltamos pra águas calientes com aquele saborzinho de “missão cumprida”, sabe?! Almoçamos, fizemos as comprinhas no mercado de artesanato, voltamos pro hotel para pegar as malas (pq já tínhamos feito o check out) e encontramos a galera pra mais um piiiiisco!!!!!!!! Pegamos o trem rumo a sei lá onde! Paramos uma cidade onde tinha um povo fazendo a maior bagunça pra pegar os gringos perdidos rumo a cusco! Kkk Eu tava tão cansada, tão exausta que eu vi lá o povo tentando se entender e eu lá de canto só balançando a cabeça dizendo “ok! Ok!” hauhauahauhauha Pegamos um outro ônibus e descemos em Cusco por volta das 23h. Nossa! Nem queria saber de Mama Africa, nem nada! Queria saber da minha cama! Dormi feito um bebê! No dia seguinte, fui tomar café e vi o jipe da Isa e do Rafa! Fiquei tão feliz! Descobri que o hostel tinha um monte de brasileiro, principalmente cariocas! Fizemos amaior bagunça! Haha Detalhe.... a bagunça tava rolando solta aqui no Brasil. Um Amigo tava tentando me atualizar e me fazer entender o que tava acontecendo... bem aquele momento das manifestações!! Como estávamos em um número considerável de brasileiros no hostel, resolvemos fazer a nossa manifestação em Cusco tb! Kkkkkkkkk Voltei para o Brasil feliz da Vida! Cheguei numa quinta-feira em meio ao tumulto e mal tinha desfeito minhas malas já tava na rua com a minha bandeira enrolada no pescoço! Pode ter sido um conjunto de tudo, mas eu posso garantir que NA MINHA OPINIÃO a melhor parte da viagem foi ter voltado pro Brasil! Me diverti com os brasileiros que estavam lá! Conheci gringos que fazem tanta bagunça quanto a gente, mas voltar pra sua casa e ver que tá tudo uma bagunça pq “estamos em reforma”.... isso pra mim, foi demais! Claro! Ok! MachuPicchu! Oláááá!!!!! Todo mochileiros que se preze quer correr até lá e tirar a foto clássica, né?! Foi meu primeiro carimbo no passaporte e acho que fiz bonito! Mas olha só... nada paga poder voltar pra casa!!!! Primeira coisa que eu fiz foi comer arroz, feijão e ovo frito! Kkkkkkkkkkkkkk Tenho um monte de amigos que viajam pro exterior e nem sabe o que existe por aqui! Sinceramente? Pode ser que depois eu olhe esse relato e diga “nossa! Qta baboseira falei. A viagem foi muito bacana e eu não soube aproveitar direito” Mas hoje eu posso afirmar com todas as letras que não troco MP pela minha viagem até Pico dos Marins, Não troco pela minha travessia Lapinha X Tabuleiro, muito menos pela trilha louca que fiz com uns amigos até a Pedra da Mina (e olha que nem chegamos até o topo!) Não tem nada no mundo que substitua as minhas viagens com meus amigos! Perdi as contas de qtas vezes vi o Sol lá lindão... nascendo e se pondo e a gente lá... só olhado.... agradecendo por tudo! Poxa! Eu fiquei muito brava pq não vi uma vez se quer o sol nascendo no Peru.... ok! No avião! E eu só lembrava das minhas trilhas com meus amigos! Rsrsrs Tudo bem! Aprendi também algumas coisas com essa viagem: - aprendi a comprimir direitinho o saco de dormir! Na base da porrada, gritos e da pancadaria, mas aprendi! - aprendi que lanterna de cabeça é essencial pra tudo! As vezes, até pra usar no hostel! kkk - aprendi que não existe idioma certo quando existe boa vontade da parte do receptor! - aprendi o que já sabia .... que na maioria das vezes o que importa de verdade não é o seu ponto final, mas sim o desenrolar da história! Cheguei em MachuPicchu, mas o caminho tb foi incrível! - e aprendi que não tem lugar melhor no mundo do que a minha casa! Ainda mais quando estamos assim... do jeito que eu gosto..... tudo junto e misturado! E adivinhem só? Fui pra passeata com a minha família e com meus novos/velhos amigos de mochila! Eu poderia ter presente melhor??? Olha só! Não tô desmerecendo os outros países, não tá?! Só estou dando a minha humiiiiilde opinião! Espero que a Jéssica faça o relato dela também porque com certeza será muito diferente do meu! Talvez anime vocês mais do que eu! Hauahauhauahauhauhaauhauahauhauahauhauha Sei que me prolonguei demais nesse relato... mas vocês sabem como é, né?! Quem gosta de falar, gosta de escrever também! Vamos lá.... já sei que vão me perguntar.... gastos.... entre R$1500,00 e R$2mil. Com tudo! Passeio, passagem, hospedagem e lembrancinhas!!! Quem quiser pode me passar o email que eu mando o roteiro que a empresa me mandou tb. Aqueles dos 85km e eu não li. Continuei não lendo! Hauahauhauahauha Dicas. Junho é ótimo pra ir pra cusco! Julho e Agosto são os meses mais frios! Muuuuuuuuuuuuuita coca!!!!!! Muuuuuuuuuita coca!!!!!!!! Dá pra trazer chá, bala e acho que rola até folha! Não passamos pela receita federal. Simplesmente, pegamos as malas e fomos embora! Isso eu tô falado no aeroporto de São Paulo, tá?! Dá pra negociar o preço de tudo por lá. Tem local que aceita o pagamento até em reais! Achei isso surreal. Eu levei dólares e soles na mão. Acho que fica melhor pra negociar, mas eles fazem o cambio de tudo na hora. Comprar material de trekking pode ser uma boa, mas não se esqueçam que nem tudo é original. Ingresso para Machupicchu só vale para o próprio dia e o ônibus é válido por 3 dias! Acho que vale a pena levar Passaporte e RG. Tem lugar que implica com uma coisa aqui e outra coisa ali! Ahhhhhhhhhhhhhhhh!!! E as trilhas são bem demarcadas, mas em caso de dúvidas, sigam as mulas! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Beijos a todos e até a próxima! Mais fotos - www.facebook.com.br/caroldemochila
  8. Saimos de Cusco as 8:00AM de com a van da agencia caminho para Santa Tereza .Uma paisagem maravilhosa contando com o Vale Sagrado, muitas montanhas cachoeiras e terrecos incas no caminho (paradas para fotos) Almocamos em Santa Tereza (incluso) e 30 minutos depois chegamos na hidroeletrica, as 16:00h, de onde tambem sai o trem turistico para Aguas Calientes. Fizemos a trilha ateh Aguas Calientes seguindo a linha do trem (3hs de caminhada) com paisagens realmente INCRIVEIS, flores, montanhas, florestas... Chegamos em Aguas Calientes as 19:00hs, nos instalamos no hostel e fomos jantar com todo o grupo, para recebermos as coordenadas do grande dia e conhecemos um pouco da cidade para turistas Acordamos as 4:00AM e saímos caminhando para a trilha de subida ateh Machupicchu (2hs de caminhada). Existe a opcao de subir/descer de onibus turistico ecologico US$10,00 cada trajeto, mas aquele que tem o verdadeiro espirito mochileiro sobe a pé, para ter mais contato com a natureza! Quando chegamos estava amanhecendo, uma das vistas mais lindas que ja tive em toda a minha vida! Chegamos as 6:00AM e entramos as 7:00AM , com o privilegio de ver o sol nascer por de tras das montanhas da cidade Inka. Passando o dia todo dentro do parque, subimos na pontanha, ponte Inka, passando um dia maravilhoso até o horario de encerramento do Parque (16:00hrs) Confiram as fotos de uma das 7 maravilhas do mundo!!! Tudo isso por US$ 150,00. Voce pode até encontrar por menos, porem sem alimentacao, transporte precário e/ou outros problemas que vimos outros turistas passar. A trip á Machupicchu que fechamos com a agencia http://www.chaskiperutrek.com (recomendo!) contou com 3 dias e 2 noites,van nova,hospedagem em Aguas Calientes (muito bom), almoco, jantar e cafe da manha, guia em Machupicchu de 2 horas, boleto e o dia inteiro para fotografar, subir na montanha e na ponte Inka (tudo incluso no pacote). Se alguem quizer alguma informacao ou dica, estarei em Cusco até depois da festa Inty Raymi, ficarei aqui mais de 30 dias! Ficarei feliz em ajudar! Abraco Galera
  9. Bom galera como os Mochileiros.com vivem me ajudando vou dar minha contribuição também. Essa viagem foi feito em janeiro de 2011, partindo de Fortaleza usando os pontos de uma companhia aerea (com escalas em São Paulo e Lima). Bom, a primeira dica é trocar seus reais por dólares aqui mesmo (converter lá vc sai perdendo, pelo menos na época em que fomos). Chegando em Cuzco pegue um taxi normal (custam por volta de 3 soles - moeda local). Cuidado para não dar bobeira com sua carteira ou máquina porque ha muitas queixas de roubo nos taxis, mas muitos são honestos. Ficamos no Sumac Wasi (hotelzinho bem barato, só pra durmir mesmo, como QG). Pegue logo o mapa gratis e compre o Boleto Turístico del Cusco ( 70 soles a meia e 130 a inteira). Se você já tem a carteira de estudante internacional ótimo, quase tudo tem meia entrada. Se vc não tem dá pra fazer lá (eu fiz lá e hoje tenho a carteira de estudante da comunidade andina ). Vc vai precisar da xerox da sua identidade e do histórico ativo de sua faculdade, além de pagar a taxa mas vale a pena. Voltando ao boleto turístico, ele lhe dá acesso a vários pontos, nós fomos nos seguintes: Museo de Sítio del Qoricancha, Moray, Saqsayhuamán, Písac, Q'enqo, Pukapukara, Monumento Pachacuteq e Tambomachay. Recomendo todos e não fomos nos outros devido ao tempo. Se o seu roteiro é de 10 dias, deixe 7 para Cuzco e 3 em Lima. Encontramos um taxista muito legal e fizemos todos esses pontos com ele. Uns desses locais são próximos (Ex.: Saqsayhuamán, Pukapukara, Q'enqo e outros), outros são bem mais distante e a caminho de Ollantaytambo (Ex.: Písac e Moray) onde sai o trem para Águas Calientes. Então recomendo 1 dia para esses pontos mais próximos e outro dia para os mais distantes a caminho de Ollantaytambo. Em todos os locais tem guias locais, ai vc negocia o preço (DICA IMPORTANTE: nunca aceite o primeiro preço, vc sempre pode baixar o preço e é importante ter os guias para entender bem a história) A culinária em Cuzco é fantástica e sempre pedíamos 4 pratos diferentes para provar de tudo. Lembre-se de deixar uma gorjetinha pois os 10% nunca vem na conta (demoramos para perceber isso). A gorjeta vc dar o que achar merecido mas eles sempre agradecem muito. Agências de viagens e casa de cambio tem muitas. Na agência do hotel que ficamos pagamos U$ 300 (e aqui não tem meia passagem ) para os 4 (passagens de trem ida e volta; e ônibus na volta entre Ollamtaytambo e Cuzco, a ida fomos com o taxista passando pelos pontos turísticos). Deixamos as malas grandes no Sumac Wasi e fomos só com mochila. Leve lanches de Cuzco pq em Águas Caliente e Machu Picchu as coisas são mais caras. No trem é ótimo, pessoas do mundo todo, muitos brasileiros mochilando, foi muito legal. Chegando em Águas Calientes não achamos nosso hostel e acabamos durmindo em outro (bem barato e confortável). Acordamos bem cedo pensando em ir a Wayna Picchu mas desistimos devido ao cansaço. Então durmimos mais um pouco e fomos pela manhã. Compramos as passagens dos ônibus que levam a Machu Picchu ( U$ 15,50 novamente sem meia passagem, ida e volta) e a entrada a Machu Picchu (63 soles a meia e 126 soles a inteira). Machu Picchu é simplesmente indescritível. Só estando lá para entender o que eu estou falando. Passamos o dia inteiro lá (fomos os últimos a sair, no último ônibus). Na saída não esqueçam de carimbar seus passaportes em uma casinha que tem na saída. Mortos de cansados voltamos a Águas Calientes, pegamos o trem e em Ollamtaytambo achamos nosso ônibus devolta a Cuzco. Um sonho realizado. Depois fomos passar 5 dias em Lima. Os taxis lá vc negocia o preço antes de entrar no taxi. Ficamos no Hostel Porta, em Miraflores, pra mim o melhor bairro (hostel barato e muito bom, recomendo). Em Lima fomos aos melhores restaurantes mas não ha muito o que fazer. Algumas Huacas (fomos na Huallamarca) e museus. Não esqueça de ir aos Polvos Azules, muita coisa boa e baratas (mas vc tem que saber o que é original e o que não é). Garanto que comprei Lacoste a 30 soles (cerca de R$13,00 ) Bom, fico a disposição e espero ter ajudado a quem deseja realizar esse sonho de conhecer Machu Picchu Att
×
×
  • Criar Novo...