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  1. Fala camaradas. Sempre vejo os relatos aqui no Mochileiros, no qual me ajudam muito, porém nunca escrevi nenhum relato. Então; com atraso, resolvi escrever este relato (simples e basico e talvez diferente, pois vou dar uma focada em rolês mais alternativos que acabei fazendo), da viagem que fiz em março/2019 para Colombia. Nas cidades de: Bogota - Medellin - Santa Marta - Cartagena - San Andrés. 22 dias Infelizmente não vou lembrar de tudo com detalhe, pois já faz alguns meses e não anotei nada, ficou tudo na cuca. Então BORA LÁ. Resolvi ir para a Colombia em Outubro de 2018, quando já tinha marcado minhas ferias. Minha intenção era ir para Cuba, mas vi que estava bem caro em termo de passagens e o custo local tbm é elevado. Então resolvi Colombia (pela facilidade do idioma e por ser quente, ter praias e o principal pra mim, otimas atrações culturais) Fechei as passagens com um amigo meu no fim do ano, numa alta do Dólar, e como eu estava com medo de aumentar mais, acabei comprando e depois vi que paguei bem caro. Paguei 2100,00 bozos - ida para Bogotá e volta por Cartagena (de SP) pela Latan. No início do ano, as passagens estavam a R$ 1900,00 e teve o dia das passagens aéreas que acho que foi em fevereiro, e tava R$ 1680,00. Enfim, deixei o chororo de lado e foda-se, passagens aéreas estamos sujeito a isso. Minha ida foi em Março, dia 07. Logo após o Carnaval, então ja fui cansado e empolgado. Para toda a viagem fiz um roteiro com antecedencia, no qual nao segui nem um pouco. kkk Mas da uma ajudada. Para quem tiver interessado, segue o link> https://docs.google.com/document/d/1yD3_KBDKWH_2ylxrT0nFQ4UYQteoHkxtB11zitSmoBc/edit?usp=sharing 1 - PARTE - BOGOTÁ 1º Dia Desci no Aeroporto de Bogotá, e tinha que ir para Candelaria, bairro no centro da cidade onde ficam a maiorias do hostels. Durante a viagem, sentei ao lado de uma alemã, no qual já mandei pra ela a ideia de dividirmos um taxi, já que ela ia para um hostel perto do que eu ia. Ao sair, troquei uns 20 trumps no aeroporto, só que troquei na parte externa do aeroporto, infelizmente não me lembro quanto paguei, mas na parte de fora pagam mais do que na interna. Resolvi ficar no Bo Go Hostel, tinha um otimo preço, media de 25 mil cops com café da manhã, o hostel é muito bom, na questão de acomodação e staff, café da manhã. Só não recomendo pelo motivo de ser na parte alta da candelaria, então pra quem gosta de sempre estar saindo, se torna muito cansativo ficar subindo uma ladeira imensa até o mesmo. Pra quem não liga de andar, ÓTIMO (Se forem atras de Hostel, procurem algum proximo ao Chorro de Quevado). O taxi até a Candelaria deu 30mil cops, tinha dado 35, só que dei aquela chorada e rolou. Ai dividi com a Alemã e ja era. Cheguei na Candelaria a noite, de primeira impressao, achei meio sinistro o lugar, pois é bem ermo e cheio de soldados do exercito com fuzil pela rua. O sinistro é só a impressao mesmo, nos outros dias eu estava andando bebado pelas noites no bairro. kkkkk Deixei as coisas no Hostel e fui para o Chorro de Quevedo que é uma pracinha sensacional, onde ha contadores de historias, artistas de ruas, e jovens bebendo e se drogando. (PRA MIM, LUGAR IDEAL PARA FAZER AMIZADES) 2º Dia Sai para comprar um Chip, comprei pelo centro numa loja da claro, 3mil o chip e mais 20mil de plano com internet por 20 dias e face e whatsapp a vontade. Nos camelos o chip sai por 2mil. Fui a Plazoleta Del Rosario, que é uma praça perto do Museu do Ouro que tem algumas casas de cambio, onde ja fiz a troca do dinheiro que levei (la é onde pagaram melhor, de todos lugares que fui). Dei um role pela cidade para conhecer melhor. O tempo estava muito nublado e ao fim da tarde deu uma melhorada, resolvi ir ao Cerro de Monserrate. Do Hostel fui a pé mesmo, deu uns 15 minutos andando, bem de boa e aparentemente seguro.Lembrando gente que achei a colombia bem segura, mas é aquela coisa. Estamos na america latina, sempre ando com cara fechada, ligada, não dou uma de boa gente com ngm,sempre com pé atras. Botava meu boné, agasalho e bora la. Cheguei no monserrate e como estava tarde nao quis subir a pé, que é um rolezinho. Paguei 20mil cops se não me engano para subir de funicular (meio carinho). Ao subir. PUTA QUE PARIU. Que visão de bogotá. Dei uma fumada e fiquei contemplando aquele horizonte e cidade incrivel. Parecia que eu estava jogando Sim City. Lembrando que o Monserrate é um otimo lugar para quem gosta de aves, tem diversas especies aviarias diferentes da nossa fauna. Topo do Monserrate Chegando no Hostel, tomei aquele banho e bora pra noite de Bogotá. As meninas do Hostel me chamaram para ir beber com elas no Chorro de Quevado, mas ja tinha me programado para ir em um lugar chamado Latino Power, uma casa de shows meio que balada e centro cultural, com forte ideologia de esquerda (la era meu lugar), vi um show sensacional de uns senhores chamado Estrellas del Caribe, um role puro da colombia, fugindo um pouco da Salsa. La fiz amizade com um Rasta de 70 anos, chamado Lucas, no dia seguinte encontrei o mesmo vendendo artesanato no centro. Ganhei dele uma pulseira e umas flores de maconha (¯\_(ツ)_/¯ ) . Paguei 25k para entrar no Latino Power, a cerveja era 3mil cops. Otimo lugar, fiz algumas amizades onde conversei bastante sobre politica, cultura, etc. Este local fica na região de Chapineiro, onde tem diversas baladas. Fui de uber, paguei uns 12k pra ir e uns 12k pra voltar. La os roles começam depois das 22 hrs. Latino Power | Foto: Vice.com 3º Dia Peguei para conhecer Museu do Ouro, Museu Botero, Museu Militar e fiz um bike tour. Museu do Ouro, paguei 5k para entrar, fiquei bem pouco tempo, pois acho meio porre essa tara do ser humano por ouro. Mas pra quem gosta é legal. Museu botero é junto com o de arte moderna e é incrivel, a entrada é gratuita. Museu Militar é gratuito tbm, entrei dei uma olhada breve e saí até pq o exercito colombiano não é parametro para museu militar. Estes museus dá para fazer tudo a pé, pois é proximo um do outro e fica na candelaria. Conselho extra: prove as frutas da colombia, tenha esta curiosidade. Depois fiz o BikeTour, que sai as 10 hrs e as 14 hrs do Chorro de Quevado, o bike tour é de “graça”, eles só pedem uma propina (caixinha colaborativa). Paguei 20k de propina, mas os gringos pagaram uns 40k. Lembrando que em bogotá, medellin, só tem gente branca fazendo turismo, tudo gringo. Então os passeios, sao tudos guiados e explicado em ingles. Eu como sou formado pela escola Joel Santana, nao entendia muita coisa. Então depois das explicações pela cidade, colava ao lado dos guias e eles me explicavam em espanhol. Ps: tive muita dificuldade em socialização nos hostels de bogotá, medellin e santa marta, devido a falta de sul americanos e a minha ineficácia para um ingles social e nao de sobrevivencia. Mas é um passeio legal a se fazer, pois você sai um pouco da zona do centro onde o walking tour é realizado,. Nesse passeio, voce toma suco com frutas tipicas, sorvete e alguns petiscos, conforme os guias vao passando em alguns lugares, tudo isso de graça. O bike tour é facil, só chegar uns 15 minutos de antecedencia e ver o guarda sol amarelo no Chorro. Para almoçar os guias do bike tour me indicaram um restaurante barato e muito gostoso de um Portugues que morava na Venezuela e foi para a Bogotá devido a crise. Se estiverem na de economizar, recomendo o bar deste senhor: Juan Chocolate Restaurante, fica na Calle 12, proximo ao Chorro. Um menu completo sai por 12mil cops. No final da tarde fui na La Redada, um centro cultural que fica proximo ao centro tbm. La tem um café com umas opçoes veganas e exposições temporarias. Um otimo lugar para trocar conhecimentos e informações sobre questoes sociais. (Se você que esta lendo, é conservador, vota no Bozonaro, nem recomendo ir nesses centros culturais, pois vao estar cheio de ptistas kkkkkk) Em algum lugar de Bogotá Chegando muito cansado no hostel, oq fiz ? Descansar que não foi. Me arrumei e fui ao Theatron, uma balada LGBTQ+ em Bogota, que é considerada a maior balada gay da america latina. Sou hetero, mas nao tenho problema com este tipo de ambiente. A balada é gigante, tem se nao me engano 13 ambientes em 5 andares e diversos temas cada pista. É realmente incrivel. É uma balada para todos os gostos e orientacoes sexuais, e achei todos os frequentadores muuito respeitadores. No dia paguei 55k com openbar (barralibre) . Deu 14 mil cops de uber até la, e ela fica em Chapineiro tbm. Cheguei no Bo Go hostel as 4:30 da manhã, mamado. Tinha me programado para ir na Catedral de Sal ou no Parque Jaime Duque. Porém cheguei tao acabado que acabei nao indo em nenhum dos dois. Pela manhã peguei para ir no Mercado das Pulgas de San Alejo, peguei uma bicicleta e fui andar por bogotá, achei uns rapazes jogando bola em uma quadra publica. E la fiquei a tarde jogando bola. (FOI UM GRANDE DIA). Mercado das Pulgas de San Alejo FOI MINHA PRIMEIRA VIAGEM SOZINHA. E ALGUMAS DECISOES PARTICULARES TORNARAM A VIAGEM INCRIVEL, POIS NAO SEGUI UM ROTEIRO ESPECIFICO. VOCÊS PODEM ME PERGUNTAR; NOSSA!!! VC FOI PARA BOGOTA E NAO CONHECEU A CATEDRAL DE SAL ? SIM. EU NAO CONHECI, MAS PRA MINHA PESSOA FOI MUITO GRATIFICANTE JOGAR FUTEBOL COM LOCAIS EM UMA QUADRA PUBLICA, FOI INCRIVEL CONHECER UM RASTA DE 70 ANOS, QUE NO DIA SEGUINTE TAVA ME OFERECENDO MACONHA SEM AO MENOS ME CONHECER, TROCAR CONHECIMENTOS POLITICOS SOCIAIS COM LOCAIS. Continua...
  2. Saudações Amigos! Meu nome é Franco Coimbra, sou de Minas Gerais. Sempre gostei de viajar, ônibus, avião, trem. Nunca tinha saído do País e achava que não tinha condições para isso.  Achei o site mochileiros.com, por acaso na net, é comecei a ler. Entre relatos de viagens, tutoriais, fui apreendendo formas de viajar barato. Muitos relatos de viagem me tocavam, as pessoas estavam sempre felizes amadurecidas e ansiosas, já planejando uma nova viagem. Agora tenho o maior prazer de ajudar e retribui toda a informação que consegui neste site. PLANEJAMENTO Transporte: Tenho uma facilidade com internet pois trabalho com tecnologia. Depois de várias buscas de preços descobrir que a melhor formar é se cadastrar no site Skyscanner. Após o cadastro, você criar um alerta de preço no trecho pleiteado. Fiz isso em janeiro de 2018. Em fevereiro comprei uma passagem Brasília a Campo Grande por R$179 incluindo bagagem. Também uma de Bogotá a São Paulo, com escala em Fortaleza por R$ 680,00, todas da Avianca. O resto do trecho foi todo de Bus, usei as páginas Busbud e redbus para estimar o preço das passagens para o planejamento. Felizmente não usei o sites para realizar a compra, pois a vista é bem mais barato. Os ônibus em geral são mais confortáveis e baratos que no Brasil. Em países como Peru e Bolívia tem serviço de bordo, e telas de interatividade. As passagens são pechichaveis pode se fazer um leilão indo em várias empresas, mais não deixem de conferir a qualidade das avaliações nos sites que vendem passagens. Foram milhares de quilômetros admirando paisagens deslumbrantes pela janela. Andei em empresas como Copacabana, Trans Titicaca, Oltursa, Tepsa, Civa, Berlinda del Fonce, Ochoa e Bolivariana. Não tive nenhum problema. Fiz uma planilha com a estimativas de custo, e levei 10% a mais. Fiz uma planilha, que ao longo da viagem fui trocando os custos estimados pelos custos reais. Pará reservar acomodações e estimar custos de hospedagem, usei Hostel Word e Booking. A VIAGEM Santa Cruz de la Sierra Realmente fiquei só um dia pra descansar, pois fui de bus de Campo Grande a Corumbá e de Puerto Quijarro a Santa Cruz. Não fui de trem da morte, porque estava caro no dia, em relação ônibus. La Paz Um choque cultural, muito bonito e diferente. Um povo amável que lhe mostrará outros níveis de humildade. Do taxi ao Uber, tudo muito barato. Deliciosas sopas, empanadas e sal tenhas. Fiquei no Llmas Hostel, próximo a praça Espanha e teleférico. Passei mal, uma forte dor de cabeça, mais nada que Sirochi Pill não resolvesse. Encontrada em qualquer farmácia custa cerca de R$2.00. Fui a todos os parques, praças, miradores e no teleférico. Na noite fui a disco chamada fórum. As pessoas são muito preconceituosas com a Bolívia, La Paz é bonito e seguro. Copacabana O lago titicaca é fantástico, a cidade é pequena e acolhedora. Fiz o passeio na Ilha do Sol. Paisagens perfeitas. Cusco Em Cusco os preços sobem um pouquinho. Pra economizar é só fugir da rota turística e ir a mercados e restaurantes frequentados por nativos. Recomendo o passeio ao Vale Sagrado. Cerca de R$70,00 com almoço buffet. Se conhece as Salineiras, Olaytaitambo, e muita histórias e ruínas do povo Inca. Machu Pichu é caro. Recomendo ir de Van até a hidrelétrica, seguir a pé até Águas Calientes, descansar em um Hostal, e subir no outro dia a Machu Pichu, fica cerca de R$230,00. Ao lado da igreja, na praça de Armas, existem 2 Pub s muito legais para sair na noite. Lima Fiquei num excelente Hostel perto do mar, na região do Barranco, na minha opinião a parte mais bonita da cidade. Fiz muitos amigos no Hostal. Mancora Passei do ponto no ônibus, tava dormindo e desci 20km depois num posto de fiscalização. Voltei de carona num ônibus que vinha de Caracas a Lima de refugiados Venezuelanos. Muito triste a situação, gente com a roupa do corpo e 20 dólares pra começar uma vida nova em Lima. Foi uma das minhas preferidas. Cidade puquena sem muita infraestrutura. Mais fiquei num Hostel chamado Misfit, fica 1km da cidade. Os quartos são suítes de madeira e palha. Muita tranquilidade e gente agradável. O tempo para. Lugar excelente pra relaxar. Amei. Cuenca O Equador é lindo. É hoje na minha opinião o país que tem melhor qualidade de vida. Quero trabalhar e viver um tempo no Equador, conhecer melhor o país. Passei no Equador rápido porque estava atrasado no tempo. Fui a Cuenca e de passagem por Guayaquil e Quito. Medellín Cidade fantástica, povo amoroso. Muito organizada, excelente sistema de transporte. Conheci o centro, o teleférico, o centro, o estádio. Cartagena Lidissima cidade, mais não deve sair do centro histórico. A cidade tem altos índices de assalto. Mais relativamente segura no centro. Recomendo passeio completo nas ilhas do rosário. Custa cerca de R$100,00. Inclui almoço e um passeio de Snooke muito bom. A praia Baru é super explorada comercialmente. Não sou contra quem tá correndo atrás do seus sustento, mais os vendedores são muito importunadores. Santa Marta Pelo menos uma vez tinha que me hospedar em um party hostal. Fiquei no Brisa Loca, tem um bar, e uma boate no terraço. Quem não gosta de festa não pode ficar lá. A música cessa só as três da madrugada. Muito boa. Bogotá Fiquei na região da candelária. Conhecia só locais próximos que dava pra fazer a pé e de transporte público. Gostei do clima fresco. DINHEIRO A melhor forma que encontrei, é levar um poço de dinheiro numa doleira. O resta deixa numa conta brasileira. Assim baixei o app da western Union e envia via app do meu banco e depois de meia hora sacava em uma loja local da western Union. PERRENGUES O tempo foi curto, talvez o trajeto deveria ser menor. Dava pra ter feito trechos de voo, se me programasse e comprava a passagem uma semana antes. Teria ganha tempo. E na maioria das vezes é mais barato que onibus. Já na cidade de Ipiales, comprei uma passagem em um bus noturno para Medellín. Por volta das 04:00 de hoje 19/09/2018, na carretera 25 no povoado de El Cruero, o ônibus é parado pela polícia para uma fiscalização de rotina. Eu estava na poltrona 01, o policial ao notar que eu era estrangeiro me acordou e me chamaram pra dentro da guarita. Era um policial de etnia branca e um de etnia negra. Lá revistaram todas as minhas malas. Não satisfeitos pediram para ligar meu celular e escutaram todas minhas ultimas conversas. Não satisfeitos pegaram minha carteira contaram meu dinheiro (540 dólares). Disseram que poderia pedir para o ônibus seguir viagem, porque estava preso para averiguação da interpol. Aí eu fiquei muito puto... Falei que estava correto. Que estava legal no país, que tinha visto em meu passaporte, e que o dinheiro que estava por tanta dó estava longe da quantidade limite que poderia portar. O polícial de uma forma muito truculenta disse que se não calasse ia me fazer uma multa. Peguei meu telefone, falei que ia ligar numa linha de emergência do consulado brasileiro (nem sei se existe). Para pedir ajuda. Nesse momento um dos policiais foi para fora da guarita, enquanto o outro que ficou, na maior cara deslavada me pediu 100 dólares. Falei que não ia pagar, porque primeiro estou correto, e em segundo porque meu dinheiro estava contado e 100 dólares me faria falta para voltar ao Brasil. Não paguei, repetive que não pagaria, até porque o dinheiro me faria falta mesmo. Perguntaram minha profissão, quanto era meu salário. E por fim quando viram que não conseguiria me estorquir, me liberaram. Atrasou o ônibus em meia hora. CONCLUSÃO Não sou a mesma pessoa. Mudei e muito. Mais humilde, aberto. Aprendi a chegar nos lugares me apresentar e conhecer todos. Que se tem uma amizade intensa, ou um amor intenso, e depois a vida segue, e a despedida pode ser um adeus. Me renovei quero iniciar novos projetos, estudar mais, melhorar meu salário, cuidar da minha saúde. conhecer muito mais. Viajar sempre. Quero cuidar mais da minha saúde, racionalizar o álcool e para de fumar. Estudei muito quase um ano pra fazer essa viagem. Quem quiser dicas e compartilhar experiências meu zap é 34 9 9944 2608 Abaixo uma planilha com todos os custos, as datas não estão certas mais os custos sim. https://docs.google.com/spreadsheets/d/1_yIgkqtuVEvNEooOlkJhYwEIwpRGtyUKGMFkGk5KjZA/edit?usp=drivesdk Me sigam no Facebook e Instagram http://instagram.com/flrcoimbra http://Facebook.com/flrcoimbra
  3. Essa viagem começou em setembro do ano passado, quando estava pesquisando destinos para viajar assim que eu terminasse a minha formatura. Bem, ate então não havia o voo direto de Recife a Bogotá, que foi inaugurado no mês de novembro, dois meses depois, seja como for, acredito que peguei uma boa promoção, afinal paguei 1200 reais saindo de recife, com conexão em são paulo para ir a Bogotá, e na volta, sai de Bogotá para o Rio onde tive conexão para voltar ao Recife, tudo pela Avianca. As passagens a Medellín, também comprei pelo site da Avianca internacional, no mês de novembro e custou 400 reais a ida e volta, tratei de comprar um voo as 8 da manha, já que eu chegava em Bogotá as 5 e meia da manhã e tem todo aquele processo de achar o terminal nacional, retirar as bagagens, imigração e tal. Então vamos ao que interessa. Para começo de conversa a Avianca Brasil me trolou duas vezes, a primeira foi um mês antes da viagem, quando recebi um e-mail de alteração no trecho REC-GRU, antes eu sairia daqui as 20 hs e com três horas de voo, significava ficar pouto tempo lá em São Paulo, uma vez que meu voo saia as 1 da madrugada. A Avianca Brasil pôs meu voo REC-GRU para as 8 da manha do dia 28, ou seja, logo após o trecho São Paulo - Bogotá , eu teria um voo as 8 da manha Recife - São Paulo (What?) Bem, Uma coisa tem de ser dita, os atendentes da Avianca internacional são muito simpáticos no seu português cheio de sotaque espanhol (Valeu Davi). A segunda trolagem, vou deixar para falar sobre ela no trecho da volta. Despache de mala ok aqui em Recife, só iria pegar a mala la em Bogotá. Segue o Fluxo. Deixei meus fones de ouvido em casa, e já sabia que os fones que a Avianca Brasil dão, são meio capenga e só funciona bem nas mídias deles, e que eles recolhem no final do voo. Porem tudo mudou no voo da Avianca internacional , que mesmo indo em assento da classe econômica, valeu Avianca, me deram fones que me salvou ate Medellín. Uma coisa deve ser dita, entrar no voo em São paulo, significa, já era português, e eu tinha experiência sim com espanhol na Argentina e Uruguai, porem dessa vez era Eu e Deus, então todo o atendimento das aeromoças, foram em espanhol, um sofrimento para entender, embora que la pelas tantas da manha quando elas passaram dando agua, e acho que a cara feia que ela me fez significa que eu errei, em esperar ela me dar o copo, em vez de pegar o copo para ela por a agua (perdão, na volta eu aprendi). La pelas 4 e pouca da manha, depois de descobrir a técnica infalível de deitar numa cadeira de dois assentos, estavam servindo o café da manhã. Café da manhã bom, mas se me perguntar so me lembro dos "huevos" e gasosa de manzana ( Ta na hora de o Brasil exportar aquilo, porem acho que o guaraná Jesus é parente daquele refri, tenho certeza disso). Junto me deram um papel para preencher, era familiar aquilo, já peguei o mesmo quando a TAM me deu na entrada ao Uruguai, mas e cade a caneta para preencher? Fato que teria bronca com isso mais na frente. Segue o fluxo para a imigração, a Imigração da Colômbia é bem de boa, mas uma dica, quase não entro na Colômbia, Culpa do Andrés, meu super amigo colombiano que sabe muito português, acho que sabe até demais. O Andrés não me disse sua Calle, nem o numero da sua casa onde eu iria ficar. E a moça da imigração foi bem clara, você não entra na Colombia se não disser onde vai ficar. Bem, ainda liguei pro danado, mas eram 6 da manha, e ate eu estaria dormindo ( exceto se fosse receber um amigo hahahahha) Mas... Deu tudo certo, ela pegou o numero dele, e carimbado, vamos a segunda bronca da manhã. A falta de Caneta. Bem, não existe nenhuma instrução de como preencher o papel de declaração que vc recebe la no avião, esta em inglês e espanhol, então se vire, o pessoal não empresta caneta ( obrigado ao americano que me emprestou e fiquei com ela), Entregue ao moço la, mais um raio X e sai do aeroporto internacional. Bogota é muito fria de Manhã, muito mesmo, e eu precisava agora achar o balcão da Avianca para despachar minha mala para MED, o aero não é tao gigante quanto o de São Paulo, pelo menos não achei. Mas eu tinha um amigo la me esperando (Henrique) que me ajudou no café da manha, porque estava sem nenhum peso colombiano. Comi huevos de novo. Despachei a mala e foi tudo muito tranquilo. Em setembro eu não sabia que iria viajar na semana santa, então estava tendo uma amostra das igrejas da cidade no aeroporto, deu tempo de treinar o espanhol. Muito lindo. Você tem duas horas de Wi-fi la, então da para se cadastrar e aproveitar. Medellin O voo pra Medellin é rapido, só da tempo de tomar um suco, literalmente. E quando voce chega la, o aeroporto é lindao. Vamos as dicas, tem casas de cambio boas no aeroporto ( na parte do embarque), entao chegou, sobe as escadas, e tem uma casa em especifica que fica por tras de uma escadas, é com a melhor cotação, percebi tanto na chegada quanto na volta. Troquei 20 dólares la, 53 mil pesos colombianos, o suficiente para pegar o busao que sai do aeroporto para o centro da cidade. O onibus fica na saída do desembarque nacional, saiu, segue em frente tem dois onibus, vc pega o primeiro que segue para o centro comercial San Diego, há dois onibus la, se ligue (Centro comecial San diego). 9500 pesos colombianos. Aproveita a viagem, e se quer curtir, senta no lado do motorista, que quando voce passar o pedagio, vai ter uma visão da chegada a cidade que PQP, que cidade... Medellin me deixou enamorado desde a chegada. São 40 - 1 hora, não lembro quanto tempo durou, mas o suficiente pra curtir bem a paisagem. Muita gente desce no centro comercial, e o ponto é embaixo de um viaduto ( A Daniela estava la me esperando, a irmã do Andres). E quando voce chega, tem muuuuito taxis. Minha dica, se acalma e vai trocar tua grana. Precisa entender que o centro comercial é dividido em duas partes e separado por uma avenida, as casas de cambio ficam na segunda parte, entao voce vai atravessar a avenida, cruzar o centro por dentro e chegar na outra avenida, subir uma passarela e acho que no 2 andar tem duas casas de cambio, perto de uma lanchonete. Troquei la, 100 dolares, o que deu para os 4 dias em MED. Comi uma empanada com suco de maracuja e vamos pra casa, pra casa do Andres. Saindo de la pegamos um taxi,e os taxis são amarelinhos e pequenininhos, achei fofo, um monte de irmão do UP amarelinhos. Fiquei no Bairro de Buenos aires, não me pergunte melhor local de estadia, era a casa do meu amigo e foi maravilhoso. Almocei, e quando foi umas 16hs o Andres Chegou, fomos conhecer o centro. Basicamente MED faz voce ter certeza que a educação é a chave para fazer o sistema funcionar, eles tem um sistema de transporte de dar inveja a qualquer cidade, duas linhas de metro, o Transvia ( primo do VLT do Rio) e o metrocable ( a melhor aventura), alem dos onibus, e BRT que la tambem tem. MED tem muito a ensinar a Bogota. Fui conhecer o centro naquela tarde, pegamos o metrocable, por cima das comunas, e retornamos, e fomos andar de transvia ate certo ponto, descemos e fomos caminhando. Para construir o Transvia foram desocupados algumas casas pelo que entendi, e onde foi desocupado, puseram grafites, quadras poliesportivas, e foi toda repaginada a via, claro que com aquele VLT passando pra cima e pra baixo e vc não se pergunta como não mata um, porque ele passa pertinho de voce. E a galera tipo, nem ai... Tomei um sorvete muito gostoso, com raspa de gelo, leite condensado, não lembro o nome, e foi quando descobri que eles comem Manga verde com tudo cara, Muito foda o sabor. Delicioso. Mas isso é historia pra a pedra do Peñol. No centro perto das esculturas de Botero, tem umas loginhas pra comprar lembrancinhas barato, e aceita cartao de credito. Fomos ao pueblito paisa, pegamos metro e uber, subimos ao pueblito, com uma visão linda de Medellin a noite, lá tem uma maquete da cidade que voce entende bem como funciona a cidade, assim como entende como era o povo que fundou a cidade. Depois seguimos para encontrar umas amigas ( Ana e Carolina). Incrível como tem pessoas que estudam tao bem o português. Fomos comer num local (mercados del Rio), meio carinho la, aceita cartao de crédito, e tem culinária, penso eu, do mundo inteiro. Ficamos ao som do Regeanton, curtindo e tomando sangria, uma especie de esquenta para irmos ao parque Lleras (Cara, se voce curte balada, vai gostar desse parque). São muitas casas de shows e baladas, como eu estava sendo levado, não lembro a que fiquei e como fiquei sobre efeito de tequila, tambem muitas informações ficaram perdidas, tudo esta sendo dito olhando o historico do maps ( ). Mas em resumo, algumas informações importantes : 1 - Eles tomam cerveja com sal e limao ( não me pergunte porque), 2 - Tequila me fez falar muito bem espanhol, vale a pena voce tentar mesmo que não se lembre muita coisa no dia seguinte. E 3 - Eles escutam funk brasileiro mas como não sabe o que significam , dançam meio estranho, hahahahha. Eu acho que ensinei algo. Não lembro. Quinta feira 29/03 - Dia de ir a Guatapé. Para ir voce precisa ir ao terminal norte, existe muitas dicas de como chegar la aqui no site, procure e saberá. Mas fui de uber, de onde estava e pareceu barato ( na verdade achei o uber tanto em MED como em Bogota, muito barato). Chegando la me deparei com uma rodoviaria super abarrotada, era vespera de feriado da sexta santa, entao me ferrei. Só que o super Andres achou uma alternativa, que não me lembro bem... Mas que chegamos de 11 e pouco na pedra do peñol. Se estivessemos esperando o busão la , só iria ter horário depois de meio dia, e chegamos la as 9 da manha. Não sei como se comporta em dias normais, porém o que precisa saber é que vai se deparar com maior filão. Em resumo, pegamos um onibus ate Marinilla, de la um taxi ate El peñol, e depois ( olhe não sei como se chama aquilo la, mas fomos numa especie de toyota ate a base da pedra) e chegamos umas 11 e meia na pedra. Dicas mestre: independente de sua capacidade física e sabendo que vai enfrentar 700 degraus assim que chegar na base da pedra. VA ANDANDO. Vai ter uma porrada de gente oferecendo serviços pagos de uma espécie de moto estranha que tem la, cavalo, seja o que for, va andando, porque o transito que se forma subindo de onibus e carros é enorme e voce perde um tempo enorme. Ir andando alem de te preparar para a morte da subida, te dar uma visao linda da represa. Ok, ai voce não morreu, e chegou la em cima, depois de comprar o ingresso para subir e sofrer. Vai com Deus,. Os degraus vem numerados de 25 em 25, e acho que la pelos 400, tem um anexo onde vc vai ate uma imagem de nossa senhora, e aqueles degraus la não entrou na contagem, mas vale dar uma pausa pra respirar. Tirou a foto e sobe novamente. Quando chega la em cima, não se assuste com a fila pra descer e por favor, respeite-a. O mirante estava em reforma ( ou seja, la em cima vc sobe mais alguns degraus). Tem lojinha e picolé de manga verde la em cima. Com sal. Esse gelado que eles vendem ajuda bastante a refrescar, mas pra quem curte coisas exóticas, tem la em cima a cerveja com sal e limão e manga verde também pra quem curte. Acho que a pedra é um paradoxo, porque ela não respeita a lei universal do "pra descer todo santo ajuda", porque descer é pior, e mais estreito do que subir. Feito todo o percurso, e chegando la na base da ladeira. Pra comer, va a guatapé, que alem de ter um povoado lindo para otimas fotos. La a comida é barata. Mas pegue o onibus que passa na ladeira para a cidade, porque é barata a passagem, que voce acaba pagando caro se for por outro transporte, e tenha saco para aguentar o transito tambem. Chegando em guatape, pode ir explorar a vila, e almoçar nos milhares de restaurantes que tem por la, com almoços completos por cerca de 14500 pesos. Lembre tambem de ir comprar a passagem de volta a Medellin, no terminal e se ligar de estar la ate 10 minutos antes. O onibus é anunciado aos gritos, entao voce só perde se for surdo. Aproveita pra descansar nas 3 horas de volta. Na sexta do feriado, fomos ao parque Arvi. O parque Arvi é enorme, e não pense que tirar um dia voce vai conhecer ele todo, pelo que entendi, são varios parques e chegar ate ele em si já é uma aventura. Voce pega metro ate a estação Acevedo, e la faz transferencia pra o Metrocable e depois faz trasferencia para outro metrocable ( esse não é integrado, voce vai ter de pagar de novo), que tem estação terminal la no parque Arvi. Pra quem tem problema com altura , segura o coração, porque cara, voce sobe muito, e passa sobre os topos das arvores. E a cidade vai ficando para tras. No Arvi fomos fazer arborismo, Bem, o Andres sabe explicar melhor porque naquele dia tinha muita gente e ele é muito bom de conversa, é engenheiro quimico como eu, mas eu tenho a impressão de que ele é capaz de vender qualquer coisa com a conversa dele, em resumo, a gente não ia conseguir fazer o arborismo porque tinha chovido muito no dia anterior e la cai muito raios, mas ele conseguiu que a gente fizesse, sendo a ultima equipe do dia. Quando eles começam a falar rapido, a minha dica é entregar a Deus porque voce não entende nada, não importa o quanto peça para falar despacio (devagar). pressuponho que se voces quiserem procurar ele, ele ate faz esse trabalho de guia, agende e pergunte quando ele cobra. Alem de oferecer serviços fotograficos. Certamente ele ira comentar esse texto. No arvi há varias opções de lazer, assim que voce desse do metrocable tem uma feirinha la, e da pra comer muita coisa tipica, alem das frutas, sou apaixonado por frutas, mas as moras, fresas e a frutinha amarelinha que não sei o nome mas que com leite condensado fica muito bom, é inesquecível. De la voce pega um onibus que levam aos outros parques mas sem pagar nada mais. Só encarar a fila e aproveitar pra comer um doce feito da pata da vaca. É , eu tenho a impressão que eles se superam nas comidas exóticas. Mas a justificativa de que a jujuba seja feita da mesma patinha da vaca, não me fez achar uma coisa maravilhosa comer o doce, porem o se voce andar com o Andres esteja apto a comer todas as paradas. As atividades feitas no arborismo é incrivel e tem pra todo gosto, fiz uma com 18 atividades e consegui concluir antes de encerrar as atividades, porque tem de voltar para o metrocable antes das 17 que é quando eles fecham. Entao as 15-16 as atividades já estao sendo encerradas. Uma outra dica é comprar as passagens da volta já na ida, porque voces vao achar incrivel a fila de volta. Nós por exemplo, pegamos o metrocable mas em vez de seguir para o outro, pegamos um taxi e descemos na maior radicalidade da vida ... Medellim é uma cidade que cresceu num vale, entao imagina como é descer as ladeiras quando voce esta la nas montanhas. O taxista era um doido, mas sobrevivi. No sabado foi a despedida da familia que me acolheu, deixo um grande beijo em todos, em especial a tia do Andres que estava voltando a Bogota de busao ( e pra quem vai fazer esse percurso, segundo ela é muito confortavel), assim como a toda familia que me recebeu tao bem. O Andres me levou de uber de volta ao centro comercial San Diego, e dessa vez voce pega o busao pro aeroporto do outro lado da avenida. Não demorou e logo chegou, deixando para trás, um amor que levei da cidade. Cheguei no aeroporto, cheking, e voo para Bogota, para onde eu seguiria para a minha segunda cidade. Villavicencio. Villavicencio Quando eu estava no Brasil descobri que villavicencio tem aeroporto, mas ai já tinha comprado as passagens de MED para bogota, e iria fazer o trecho Bogota-Villavicencio de ônibus. Eu descobri que eles tem um voo a tarde, e talvez se eu estivesse descoberto antes teria optado para fazer esse trecho de voo. Era apenas 200 reais a mais e economia de horas. No fim, comprei as passagens de ônibus em Medellín mesmo, pela empresa Expresso bolivariano. Era semana santa e vai que não tivesse mais passagens, comprei para as 15 hs, porem cheguei em em bogota de meio dia. Peguei um taxi amarelinho na saida do aeroporto e fui para o terminal Salitre, a rodoviária deles. Talvez o preço mais caro que paguei, para algo tão próximo, 25 mil pesos. Pelo que andei lendo, taxi é a melhor forma de sair do aeroporto para ir a rodoviária. Chegando la, depois de comer um Subway e exercitar meu espanhol ótimo de viagem (rs), resolvi adiantar as passagens, e a menina queria apenas minhas passagens e uma fotocopia, que significa xerox, mas que para meu espanhol de viagem era apenas uma foto minha (rs). Bem, troquei e adiantei a passagem, para as 14 hs. E cai na estrada. O caminho ate Villavicencio faz voce repensar em sua vida, não me refiro as paisagens lindas, e aos rios que parecem sair de filmes com aquelas paisagens de montanhas. Mas por ter uma serie de viadutos que voce não enxerga o que esta embaixo de tao alto que são. Fui ate la me perguntando quantas pessoas já morreram fazendo aquele caminho. E quando não é viaduto, são tuneis, milhares de tuneis. A estrada esta sendo duplicada, entao há varios desvios e transito na ida, e meu ônibus sofreu um desvio pelo caminho antigo para chegar a cidade, o que me rendeu excelentes paisagens e quase enfartes. O povo de Medellin é chamado Paisa, o povo de Villavicencio Llanero, e se pronuncia em bom portugues (janero), tipo o primeiro mês do ano sem o i. Achei incrível a cidade, com sua simplicidade e com um povo tão receptivo e festeiro. Com uma rica historia e as comidas ( essa parte vai para toda a Colômbia e sua imensa variedade gastronômica). Quem me recebeu la foi o Alexander, debaixo de muita chuva e no português com sotaque de Carioca, ao som de Alcione. Quero ressaltar que no quesito sonoridade o cara tem bom gosto. Depois de um pequeno city tour. E depois uma balada, a melhor e mais inesquecível que fui, "Los capachos" com tres ambientes enormes, e muito regeaton, funk também, quero ressaltar. Um resumo. A cidade esta crescendo muito, e tem um enorme parque, o parque malocas, que conta a historia da cidade e dos mitos que rondam por la. Foi inclusive onde o Papa Francisco foi recebido ao visitar a cidade. Eles tem uma especie de vaquejada nesse parque. E vale muito a visita, inclusive la voce pode ate ver apresentações da dança e musica tipica do povo, que é um som muito massa feitos por uma viola de 4 cordas, maracas e arpa. De la fomos a um parque que lembra muito o jardim botânico do Rio, que inclusive quero ressaltar a quantidade de verde que tem na cidade. Inclusive fomos a um shopping, centro comercial na língua deles, que tem cachoeira dentro. Pra mim aquilo foi impressionante. A noite seguimos a um mirante onde podemos tomar agua panela ( cara a primeira vez que escutei isso na casa do Andres achei que era agua de panela, ai já era demais, mas resumindo, agua de rapadura) com queijo para apreciar a vista. Um mirante que Só a misericórdia e uma tração muito boa pra subir, estava chovendo mas tiramos ótimas fotos da cidade; Aqui fica os meus agradecimentos ao Alexander assim como a seu irmão e cunhada que conheci nessa viagem. Adorei Villavicencio, e de boa, não conseguia pensar em mais nada na segunda feira a não ser sobreviver a volta. E não morrer. Na segunda, munido de uma fotocopia, adiantei novamente a passagem, e peguei meu ônibus de volta, pelo caminho original da coisa. E que aterrorizou tanto quanto o outro. Deu tempo de dormir e chegar a Bogota. Chegar a Bogotá era sinal que a viagem estava acabando () . Bogotá Cheguei em Bogotá, e com perdão dos Hermanos, tinha ido para escutar sim regeaton, mas não aguentava mais, e o taxista que me levou ate meu hostel, escutava nada mais nada menos que heavy metal. Pense! Hahahahhahaha Fiquei hospedado no Republica Hostel, no chapinero. De taxi da rodoviaria deu em torno de 12500. Não entendi mesmo como funcionava aquele taxímetro. Eles funcionam na base de números, por haver tantos zeros no dinheiro dos Hermanos, so que na tabelinha que fica atras do banco, só expressa valores ate o numero 185. E eu estava curioso e ao mesmo tempo com medo do que aconteceria depois do numero 185; bem, Graças a Deus que os números eram sempre ab aixo do 185. O hostel foi incrivel, no meu quarto alemao, ingles e belgos, ninguem sabia espanhol, estava ali pra aprender. Entao em terra de gente que não sabe espanhol. Yo fue Rei. Hahahahaaha De fato acabei ensinando portugues mesmo. Eles estavam seguindo para Medellin, dei dicas e sai pra explorar o bairro naquela segunda mesmo. Basicamente o que deve saber, o bairro é muito bom, farmacia, centro comercial e padaria perto do hostel, e o famoso transmilenio. Tinha tudo o que precisava e uma boa dose de frio. Bogota sofre de TPM, entao após meio dia ela mudava toda, e chovia muito, nem parecia que acordava com um sol lindo. Na terça, eu e meu colega de quarto, Sebastiam, saímos para o museu del oro. Lindo. Incrível a historia e a sacanagem do povo que levou a maior parte do ouro da Colombia. Abre as 9. Fecha na segunda. 4 mil pesos a entrada e mais 8 mil se quiser o sistema de audio. Mas como sou vida loca, vou tentando sem audio mesmo. O museu é basicamente, siga as setas e conheça a história. As 10 tem o free walking que sai da porta do museu, entao s evc chega as 9, da pra conhecer e ainda juntar ao free walking. De manha tem espanhol e ingles, e a tarde saindo do mesmo lugar, tem apenas em ingles. Fui para o de Espanhol, e o sebastiam que estava ali para aprender espanhol, foi para o de ingles. Vai saber né. Voce conhece muita coisa com o free walking e num determinado momento toma agua panela num bar que ela leva vc pra experimentar ( hahaha mas eu já sabia o que era a panela, não mais tenho susto raraaaa), e bem, como Bogota estava inconstante de meio dia caio um baita toró. Resultado, passamos pela plaza da independência no maior chuvão. E encerrou o free walking de 3 horas por ali mesmo. Foi onde conheci os uruguaios Guillerme e Julieta e a Mexicana Arantza. Inesqueciveis e muito simpaticos, e conhecem a musica do Gustavo lima. Hahahahahah. Saimos para almoçar por ali mesmo, e por sinal , muito barato comer pelo centro. E aceita tarjeta ( hahahahah bato nessa tecla porque não são todos locais que aceitam cartoes de credito ta?) Depois de almoçar fomos caminhando ate o museu nacional, poe no google maps e ele te da a rota, a rota que te dar vai fazer vc passar pelo letreiro de Bogotá, assim como depois por um local que vende artesanato muito barato. O museu nacional também é barato a entrada, e conta a historia da colômbia. Depois vale tomar um café na cafeteria que eles tem internamente. Foi onde me despedi dos meus amigos de viagem e voltei de transmilenio no horario de pique para o hostel. A minha outra dica é voce baixar o app movit que te ajuda nas estacoes do transmilenio, e depois vai na fé, lendo, voce não entende e nem eles entendem tambem o sistema. Mas sei que peguei busao lotado, me lembrei do Recife. Juro. No final voce aprende a andar de boa, por mais que sejam lotados, vale a dica de segurança de manter a mochila e os pertences na frente, em qualquer grande cidade ne. A noite fui a uma balada no centro com o Henrique que me recebeu la no primeiro dia, e tive porre de Rum com coca, e prometi nunca mais na minha vida beber essa mistura. Por Deus, acho que não consegui dormir. Acordei, ou nem dormi na quarta feira, meu ultimo dia la. E seguindo as dicas dos amigos do dia anterior fui ao Cerro monserrat pela manha por causa do tempo de Bogota. Foi a melhor coisa, porque depois das 11 o tempo fechou. Chegar ao cerro do hostel é facinho, mas fomos encontrar mais dois colegas do Sebastian la no museu del oro e de la fomos andando. 20 minutos e voce chega ao local onde compra os tickets. 20 mil pesos a subida e a descida. Mas os meninos preferiram descer a pé, tem essa opção, mas eu dispenso depois do peñol sabe. Subi de funicular e desci de teleferico. La em cima a visao é incrivel, mas não tente correr, devido a altura me senti com falta de ar e dar um mal estar enorme. Depois fomos almoçar perto da universidade de los andes, fica ali perto. Almoço baratinho nos restaurantes proximos. Nos despedimos e fomos a estacão universidades, que é a estação pra quem vem do chapinero e vai pra Monserrat. Pegamos o busao e segui de volta ao hostel, onde tomei banho, me arrumei e fui num supermercado comprar Suco de lulo, café e colombiana ( o refri de folha de coca deles). Aqui agradeço ao Esneider que me ajudou ainda com as compras. Voltei ao Hostel, me arrumei, chamei o uber e segui pro aeroporto. Procedimento de saida engraçado, quando a policia te aborda perguntando de onde veio, o que fez, e pra onde vai. Voo pro rio saiu as 22:30, cheguei as 6. e a Avianca Brasil trolou novamente, meu voo que estava la no app saia as 10, foi alterado para as 14 hs por altração de malha e ninguem me avisou ta? Mas já estava no Brasil, e indo pra casa. Enamorado pela colombia e com vontade de voltar. Uma dica - Compre um chip claro, e tenha internet muito boa, eles oferecem um pacote massa de 1 giga pra um mês que eu acabei em 4 dias por 21 mil pesos. Ai vc recarrega e vai comprando os pacotes la.
  4. Antes tarde do que nunca resolvi me debruçar para escrever meu relato aqui no fórum. Este é o principal instrumento para o planejamento dos meus mochilões. Como gratidão só posso compartilhar a minha experiência. A Colômbia tem sido muito procurada pelos brasileiros ultimamente. Graças a Deus a quantidade de relatos aqui é enoooorme! E mais uma vez quero encorajar as pessoas a viajarem sozinhas, em especial, a mulherada! Vá... Vá porque a vida é muito curta para ficar esperando alguém para fazer alguma coisa por você. O mundo é legal, vai por mim. E a maior arma contra a insegurança é o planejamento e o estudo. Tanto aqui no fórum, quanto no grupo do face, como na internet inteira, a quantidade de material para subsidiar viagens para qualquer lugar do mundo é enorme. Então não espere ter dinheiro, companhia e tempo ideais para fazer seu sonho de viajar acontecer... Condições ideais geralmente não existem. Apenas VÁ. Se estiver com medo também vá assim mesmo. O medo é real, mas a satisfação de conseguir completar a sua saga é impagável. Pois bem, essa viagem para a Colômbia foi concebida em cima da hora (não sou de fazer isso, mas como macaca velha no ramo, me permiti). Fiquei esperando meu namorado decidir se poderia ou não viajar comigo nas férias. Enquanto isso namorava (relacionamento aberto rs) uma passagem a um preço muito bom para a Colômbia (pela copa airlines). Quando ele resolveu que não poderia ir, comprei a passagem só para mim. PS 1 - O preço se manteve o mesmo durante todo o tempo e comprei a passagem 20 dias antes de viajar. PS 2 - O consentimento e o apoio que meu namorado me dá para que eu viaje só me faz amá-lo cada vez mais. Comprei ida e volta, Brasília - Cartagena, por 1200 mangos. Escolhi conexões longas no Panamá, na ida e na volta, propositalmente para dar um rolé por lá. Para efeitos de organização, escrevi sobre minha parada no Panamá no tópico do próprio país, porque tive MUITA dificuldade de achar como circular no Panamá de forma econômica DE VERDADE, principalmente em como sair do aeroporto (e não tentem me convencer que pagar 100 dólares para um taxista circular com você pela cidade é o modo econômico, porque viajei com 700 dólares, então 100 dólares representava parcela significativa do meu orçamento). Para ler mais sobre, o link é: https://www.mochileiros.com/topic/66761-conexão-no-panamá-aproveitando-o-tempo/ Passado isso, escolhi as cidades que gostaria de ir com base em um globo repórter da Colômbia que passou este ano e por curiosidade de conhecer alguns lugares, por exemplo Medellin. Selecionadas Cartagena, Bogotá, Medellin e San Andrés, hora de resolver como viajar dentro do país na maior barateza possível. Quando é assim, faço um super rascunho com as cidades, mudando-as de ordem, e faço a cotação das passagens para cada conjunto de cidade em ordens diferentes (ficou meio confuso, né, mas é tipo raciocínio lógico para pessoas de humanas, escrevendo todas as sequências de cidades possíveis no papel...) o que der o total mais barato é a minha escolha. A passagem de avião de Bogotá para Medellin estava muito cara e optei fazer esse trecho de busão. Ficou assim: Cartagena: 3 dias Cartegena - Bogotá - Wingo - 73.000 COP (sem bagagem despachada, bagagem de mão inclusa - 1 volume de até 10 Kg e 1 volume de 6 Kg) - Distribui minhas coisas em uma mochila de 60L não muito cheia e uma de 18 L cheia e foi sossegado. Bogotá - 3 dias Bogotá - Medellin - Expreso bolivariano - 65.000 COP Empresa topíssima, foi recomendada pela staff do hostel. Dá pra comprar por outras empresas por menos. Inclui sala vip na rodoviária com água, TV, wifi e tomadas pra carregar o telefone. O ônibus tinha TV individual, tomada para dividir com o vizinho e era confortável. 10 horas de viagem, conforme o prometido. Medellin - 2 dias (o planejado era 3, mas tive um problemão que me comeu 1 dia) Medellin - San Andrés - Avianca (inicialmente) 140.000 COP com bagagem despachada. Meu BO foi aqui... Os pilotos da avianca entraram em greve e meu voo foi remarcado para o dia em que voltaria para o Brasil. Fui ao aeroporto, dei um show e consegui uma passagem pela Viva Colômbia. Nessa, perdi 1 dia em Medellin. San Andrés - 5 dias San Andrés - Cartagena - Wingo - 68.000 COP Cartagena e San Andrés parecem o inferno de tão quente. Medellin tem clima ameno e Bogotá é fria. Então precisei levar roupa de verão e inverno e consegui fazer isso muito bem, obrigada, em 8Kg de bagagem, propositalmente despachada em Brasília para que eu pudesse passear pelo Panamá sem gastar com guarda volumes (5 dólares dá um lanche, gente!) Já tinha o cartão da vacinação de febre amarela e ele foi solicitado tanto no Panamá, quanto na Colômbia. Na verdade, no check in em Brasília já me pediram ele. Creio que não seja possível embarcar sem ele (a empresa não quer ter problemas com ingresso negado de passageiros).
  5. A la orden mochileiros!!! Vamos pra Colômbia? Eu fui, se vc quiser viajar na leitura chega aee Fui sozinho, mas sempre tive boas companhias. A vida mochileira te permite conhecer lugares, paisagens, culturas, mas principalmente pessoas bacanas, que marcaram aqueles momentos e quero levar pra vida toda. Gosto de colocar o nome das pessoas que conheci, pois foram importantes pra mim. Alguns deles podem talvez até ler esse relato e se seu nome estiver aqui, meu caro, saiba que eu curti demais os momentos com você e espero te rever pelo mundo, para aquele abraço, aquela cerveja, enfim...quando eu me lembrar de você vou lembrar da Colombia, quando me lembrar da Colômbia me lembrarei de você!! Geralmente escrevo as coisas que fiz, costumam ser o que a maioria faz, então serve como dica pra quem vai. Coloco preços das coisas, digamos, mais obrigatórias, como passeios, taxas, hospedagens. Comida e quinquilharias varia muito de cada pessoa, então não acho relevante colocar como gastos, mas no geral a Colômbia é barata. Quanto a dinheiro, usei todas as formas possíveis. Levei dólar, a cotação lá variava entre 2760 e 2810. Real sempre na casa de 700 a 740. Só levei real pra caso de emergência, não usei. Compensa muito mais levar dólar. Real é prejuízo certo. Fiz um saque que com taxas ao final saiu na cotação de 763 pra real, então compensa mais o saque do que o real físico. Mas a melhor opção é o cartão de crédito. Minhas compras no crédito saíram na cotação de 825 pra real, compensa mais que o dólar físico, pois troquei dolar aqui a 3,43 e trocando lá os dolares me davam uma cotação de real próxima a 805 pesos. Resumindo, pra não parecer tão confuso: 1 real trocado na Colombia – 740 pesos 1 real sacado na Colômbia – 763 pesos 1 real trocado aqui em dólar e lá por pesos – 805 pesos 1 real no crédito – 825 pesos. Consegui explicar? Então minha dica pra grana é: Leve dólar, porque nem tudo dá pra passar no crédito, mas o que der, vai no crédito. Vou colocar os preços em COP, pra converter em real só dividir por 800 pra facilitar. Ou só tirar o mil e pensar que é um pouco mais q isso em real, porque você não vai sair andando na rua e olhando preços com uma calculadora né 18 de novembro de 2017, sábado Cheguei em Bogotá 11 da manhã, vindo pela Copa de BH via Panamá. Imigração OK, só perguntaram em qual lugar eu ia ficar Fui atrás de câmbio. Na parte do desembarque o câmbio é pior, tava entre 2700 e 2740 pro dólar. O melhor era no 2º andar, no setor de embarque nacional, lá tinha uma casa de câmbio, Aerocambiar, que tava 2760. Troquei um pouco lá. Dali desci pra comprar o cartão do Transmilenio. Vende numa tenda verde na saída do desembarque internacional. Ele sai com seu nome, bacaninha. O cartão é 3000 pesos e coloquei carga pra 3 viagens, ao todo 9900 pesos. Tranquilo ir de Transmilenio. Fiquei no Hostel Fátima, na Candelária e se você vai pra Candelária geralmente é tudo perto e o percurso é o mesmo. Na saída do aeroporto pega um onibus vermelho, linha M86 até a estação Portal El Dorado. Lá é integração, dali você pega a linha 1 – Universidades e vai até o final. A estação Universidades é integrada com a estação Las Aguas a pé mesmo, por um tunel, pertinho. Saindo da estação Las Aguas só andei umas 4 quadras e cheguei no hostel. O Fátima hostel é tranquilo, tem umas atividades de noite, bar, aula de salsa, cuba libre de boas vindas, essas coisas...O ambiente é bom, o café da manhã é só café, frutas e pão de forma. Tem café e chá disponível o dia todo. Problema era o caimento de agua do banheiro porque o box não fechava direito, a agua do banho ia pro resto do banheiro e dali pro corredor e fazia uma poça na porta do quarto. Locker não cabe mochilão, só mochilas menores. Diária 27000 Virei a noite viajando, então…fui dormir? Não, já fui bater perna Só reconhecer o território mesmo. Fui procurar câmbio pensando que ia achar muito melhor que o aeroporto, mas não. Vi alguns igual onde troquei e outros a 2770. Troquei mais um pouco de dólar e fui pra Plaza Bolivar. Fui pela Carrera 7, muito movimentada, animada, muitos artistas de rua. Na praça tava tendo uma missa, tinha muita polícia lá, mais de 50 sem duvida, quase 1 pra cada fui entrando pra praça atrás de umas senhoras distintas...elas passaram e eu, cara de terrorista já fui parado pra revista por um policial. Lá eles são bem bitolados com essa parada de segurança. Ainda bem A praça não tava muito cheia. Digo de gente. Porque pombos……. Fui procurar comida Nas minhas ultimas viagens, Patagônia, Uruguai, tudo tão caro que passei a base de lanche… Colombia? Almoço e janta ué Ali perto da Plaza Bolivar, Calle 12 Bis, uma travessinha sem saída, tinhas uns restaurantezinhos, tudo com preço e cardápio bem igual. Sopão de entrada, que só esse sopão já te enche, arroz, salada, patacones, abacate e pechuga a la plancha (filé de frango) e limonada, por 9000 pesos Voltei pro hostel e enfim descansar um pouquinho. Aos fins de semana tem um tour pro Andres Carnes de Res em Chia e eu tava afim de ir. Reservei uma vaga e 22h passaram pra me pegar. O tour é 80mil pesos. É bastante mas compensa pois é transporte ida e volta e Chia fica longe pra [email protected]#, inclui a entrada lá no restaurante e as biritas na van, rum com coca. Foram poucas pessoas mas foram animadas. Três peruanas, Jhessenia, Maria e Adriana, uma argentina e 2 canadenses. O restaurante lá é bem bacana mesmo, decoração foda, balada animada, salsa, reggaeton, pop, show de bola. Termina 3 da manhã. Mais uma hora animada na van com birita pra voltar pra Bogotá. Cheguei no hostel 4 da manhã, completando 45 horas acordado. Dormir pra caramba agora né? Nada! 7 da manhã já tava pronto a desbravar a cidade. 19 de novembro de 2017, domingo Acordei ligeiramente de ressaca, com aquele gosto de cabo de guarda chuva na boca como dizem por aqui Toma um café que passa! Tava afim de fazer o free walking tour. Tô num grupo de zap de viagens pra Colombia e lá uma menina do grupo, a Luciana, me disse que tava em Bogotá e meio em dúvida do que fazer, então convidei ela pra ir pra lá fazer o free walking. O free walking é da Gran Colômbia Tours e sai da praça do Chorro de Quevedo as 10 da manhã. Tinha outra brasileira lá, Luciana também, uns canadenses, alemães, por fim o tour acabou sendo em inglês. Mais uma vez um tapa na minha cara pra ver se eu tomo vergonha e melhoro meu inglês very basic hahaha O free walking começa ali nos grafites e depois é mais degustativo que turistico. Primeiro paramos num restaurante onde provamos a chicha, uma bebida fermentada de milho, azedinha, pra quem gosta de sabores exóticos e fortes, como eu, é boa…Fomos pra uma feirinha onde provamos umas frutas lá, lulo, guanabana...Depois uma loja de coca, chá de coca, mascar folha de coca, bala de coca, tudo de coca e tal…Passamos pela Plaza Bolivar e terminamos numa cafeteria pra provar os cafés da Colômbia. Eu achei os cafés de lá mais fracos e adocicados. Eu prefiro sabores mais fortes, mas o café de lá não é ruim. O tour levou umas duas horas e fomos almoçar no mesmo lugar que paramos pra tomar a chicha. Almoço padrão com sopa, prato principal e suco por 10mil pesos. Galera do Free Walking Grafites de Bogotá Segui andando com a Luciana, queria ir no museu do Ouro que domingo é grátis, porém, pra meu azar, tava tendo eleições na Colombia esse dia. Não exatamente eleições, tipo uma prévia de partidos ou coisa assim, e por isso quase todos museus estavam fechados . Só achamos dois museus abertos, o Colonial e o da Independencia. Segui andando até a Igreja de Nossa Senhora del Carmen, muito bonita com aquele estilo árabe, me despedi da Luciana e fui pro Monserrate. A subida ao Monserrate é mais barata no domingo, 11mil pesos ida e volta, contra 18mil nos outros dias. O preço tanto faz se de teleférico ou funicular. Subi de teleférico e desci no funicular. O tempo não tava abertão (coisa rara em Bogotá), mas também não tava fechadão. Dava pra ter uma panorâmica boa. Aí fui fazer o meu tour gastronomico, Café Juan Valdez, Crepes&Waffles, Bogotá Beer Company...tudo muito bom Fui pro hostel tomar minha Cuba Libre de boas vindas e descansar um pouquinho afinal nas ultimas 60 e poucas horas só tinha dormido pouco mais de 3. Bora dormir, certo? Errado! O hostel tava lotado de um colégio de adolescentes do interior da Colombia que vieram pra algum congresso e elas tavam super animadas. Tinham se acabado na aula de salsa e fizeram algazarra a noite inteira o australiano no meu quarto esbravejava a cada 5 minutos ahhhh fucking girls durma-se com um barulho desses… hostel lifestyle… 20 de novembro de 2017, segunda Assim que o batalhão de adolescentes desocupou a cozinha, desci pro café, fiz o checkout, deixei o mochilão no comodo de bagagem e fui pra Zipaquirá. O roteiro pra chegar de bus é o mesmo q outros relatos aqui já tinham me contado: saindo da Candelária, vai de Transmilenio na estação Universidades, pega a linha B74 pro Portal Norte, dá uma hora de onibus até lá. Lá desce e pega o onibus pra Zipaquirá do outro lado da roleta, geralmente tá escrito só Zipa no onibus. Paga dentro do onibus mesmo 5100 pesos. Ida e volta 10200. Mais uns 40 minutos até Zipaquirá. Geralmente o motorista dá um grito Catedral de Sal quando chega no ponto. Dali vai andando umas 6 quadras até a entrada. A entrada é 50mil pesos, mas eu comprei com a rota do mineiro que dá 56mil pesos e recomendo. Como o tour é guiado, a gente fica na entrada esperando dar a hora do guia juntar aquele grupo e entrar. Do meu lado tinha um casal gente fina de Santa Catarina, Glauciano e Elaine, ficamos trocando ideias la enquanto esperamos. O tour segue pela via crucis, descendo pela galeria até o salão da catedral e depois um show de luzes no final. O lugar é incrível, superou minha expectativa. O efeito das luzes nas fotos é muito maneiro, você olha pra parede e tá uma cor, mas na foto sai de outra cor, é espetacular. Depois do tour fomos pra rota do mineiro. Aí é outra história, sai a parte turistica e entra uma parada mais de aventura. Te colocam aquele capacete de mineiro com lanterna, mas a lanterna vai apagada e você entra numa galeria escura, coloca a mão no ombro de quem tá na frente e a outra na parede e não vê absolutamente nada!!! bate a cabeça algumas vezes, porque o negócio vai ficando mais baixo e é muito bacana. Recomendo muito fazer isso, 6mil pesos a mais e bem divertido. O Glauciano e a Elaine também compraram a entrada pro museu da salmoura e com isso o deles deu 59mil, eu não sou muito adepto de museus então não fui mas depois eles me falaram q também não era lá isso tudo. Rota do mineiro Fui almoçar e parei num restaurante não muito longe da saída da catedral. O almoço mais barato da viagem. 7000 pesos o sopão, o prato com pechuga a la plancha e limonada. Fiquei circulando ali pelo centro. A praça de Zipaquirá é linda, lembra um pouco as plazas de armas do Peru. Depois segui circulando e perguntando onde era o terminal de buses. Lá voltei pra Bogotá, pegando já um pouco do transito do fim de tarde. Uma hora pro terminal Norte depois mais uma hora de Transmilenio até a Candelária. Ia trocar dinheiro mas já era umas 19h e as casas de cambio já tinham fechado, daí tive que fazer o saque que falei no início. Cheguei no hostel, tomei um banho, peguei o mochilão e pedi um táxi pro terminal de buses. Não tava muito certo sobre como fazia pra ir de Transmilenio pra rodoviária e já era umas 21h, preferi o táxi. A corrida até a rodoviaria, que fica em Salitre, tipo um pouco depois da metade do caminho até o aeroporto, deu 22mil pesos. Na rodoviária, várias empresas fazem o trecho a Medellin: Rápido Ochoa, Bolivariano, Magdalena...optei pela Rapido Ochoa por ser mais recomendada nos relatos. A passagem comprada na hora, no guichê, era 55mil pesos, mais barata que o preço no site que era 65mil. Só aceita dinheiro, não passa crédito, ainda bem que eu tinha sacado mais grana… Saindo do guichê, andando aleatório pela rodoviária, dou de cara com a Luciana. Essa garota tá me seguindo fomos comer alguma coisa, tomar uma cerveja...a cerveja nas lanchonetes da rodoviária não ficam expostas na geladeira, é na surdina A Luciana comprou passagem pela empresa Magdalena por 50mil pesos. Saí de Bogotá as 22:30. Onibus de 2 andares, wifi mais ou menos, não fez nenhuma parada pra lanche mas tem um “rodomoço” que faz um serviço de bordo se você quiser comprar alguma coisa. TV individual em cada poltrona e ar condicionado no talo prepare-se Tomei um Dramin e capotei
  6. Sou suspeito para falar de Medellín, já que por aqui fiquei cerca de 52 dias, quando resolvi ir para Cuba, acabei ficando com quase 30 dias livres aonde poderia escolher alguma cidade para conhecer melhor, assim eu estava entre Bogotá, Medellín e Cartagena, porém Cartagena faz muuuuuuito calor e é muito turístico também, Bogotá me agradou porém o frio complica, já que eu tenho somente uma blusa e uma calça, já Medellín o clima era perfeito, assim mandei email para muitos hostels em busca de trabalho em troca de hospedagem, aí surgiu o PitStop Guest House, um dos melhores hostels de Medellín, oferecendo o melhor trabalho possível para um mochileiro, trabalhar dia sim e dia não no bar, vendendo cerveja e conhecendo gente do mundo inteiro, sem contar a estrutura do lugar com mesa de bilhar, ping pong, sauna, quadra de basquete, piscina e rede, tive muita sorte em encontrar um lugar desses. Além disso, Medellín é uma cidade muito bonita e bem organizada, as pessoas são gentis e a cidade é segura, tem uma rede de metro que te ajuda a locomover para os principais lugares da cidade, eu fiquei hospedado no bairro El Poblado, numa região muito tranquila, com bastante arvores e passarinhos, todo dia faz um clima bom, por isso que é conhecido com a cidade da primavera, aos finais de semana as noites são agitadas e bem divertidas, apesar da festa acabar cedo, cerca de 3/4 da manhã, para aqueles que não tem todo esse tempo que eu tive, em 4 dias é o suficiente para conhecer os principais pontos turísticos da cidade. - Como chegar Bom, eu vim para Medellín duas vezes, uma de Bogotá onde a passagem custou 60 mil pesos colombianos e outra de San Gil que custou 70 mil pesos colombianos, o terminal de Medellín fica grudado a uma estação de metro chamada Caribe, então isso ajuda você a chegar no lugar da sua hospedagem de uma forma bem barata, já que o metro custa apenas 2.300 pesos colombianos. - Hospedagem Bom, como já disse acima, fiquei hospedado no PitStop Guest House, ele é um dos melhores hostels da cidade, conta com uma estrutura praticamente perfeita, um staff gente boa e a cozinha deles é gigante, da para cozinhar a vontade, ele é um pouco mais caro que os demais, mas tem café da manhã incluído e por toda estrutura, compensa e muito, tem um bar que funciona ate a meia noite todos os dias, sempre são voluntários que estão lá, sempre afim de bater um papo, marcar um rolê a noite, e geralmente o hostel aos sábados proporciona festas com Dj, e nas sextas um churrasco mas no geral é um lugar bem tranquilo. Ele fica no bairro do El Poblado, próximo à estação de metro e de mercados e perto das baladas da região. Recomendo e muito ficar por aqui. **** Aos amigos do blog que vão viajar e reservar sua hospedagem, peço para usarem minha caixa de pesquisa na página inicial do site, assim o Booking repassa uma parte da comissão para mim, ajudando eu a seguir com o trabalho aqui no blog, isso não gera nenhum custo adicional para você. Valeu =] **** - Alimentação Aqui encontrei restaurantes de 7.500 a 8.500 pesos colombianos e serviam um belo prato com arroz, feijão, salada e carne, com uma sopa de entrada, a sopa eu sempre recusava, nesse calor tomar algo quente é impossível, a bebida estava inclusa também. - Segurança Medellín tem zonas bem seguras e policiadas, mas é sempre bom tomar cuidado, principalmente se não estiver numa zona muito turística, mas em nenhum momento me senti ameaçado. - Câmbio Na Calle 10 e no Shopping Center ao lado da estação de metro tem lojas de câmbio. - Passeios Medellín foi uma cidade que teve que se reinventar depois dos anos 90, invadida pelo terror e pela violência, hoje a cidade apresenta uma nova versão, renovada, artística e linda. Bom, vamos ao que interessa. Museu de Antioquia: Antioquia é o nome do Estado colombiano que esta situada Medellín, aqui você conseguira ver a exposição de muitos quadros do Botero, a entrada no museu custa 18 mil pesos e fica situado bem no centro, com isso você poderá caminhar para o entorno e ir conhecendo algumas praças da região e o centro histórico, como a catedral e assim vai. Museu Casa da Memória: Esse foi um dos museus mais legais que eu fui e achei muito interessante eles terem feito um lugar para retratar como foi Medellín nos anos de terror e violência, lá você saberá mais sobre os problemas não só com o Cartel de Pablo Escobar, como dos grupos guerrilheiros como as Farc ou dos grupos paramilitares, o museu mostra toda a evolução do terror na cidade, ate a sua diminuição. Realmente incrível a evolução da cidade no combate ao crime organizado. Pueblito Paisa: Fica próximo à estação de metro Industriales, você precisa subir um pequeno morro, lá em cima terá um local muito bonito com restaurantes e casas típicas colombianas, uma igreja e uma visão para parte da cidade, é um lugar bonito e gratuito, vale a pena conhecer. Parque Explora: É um parque, um pouco caro por sinal, porém bem interativo e cientifico, como se fosse o museu do Catavento em São Paulo, onde você terá ilusão de ótica e mais coisas desse tipo, a entrada custa 23 mil pesos colombianos, ele fica ao lado do Jardim Botânico na estação de metro Universidade. Esse eu não fui. rs Jardim Botânico: Um dos lugares mais bonitos da cidade, esse lugar precisa estar no seu planejamento, ele fica ao lado do metro Universidade, muito fácil de chegar. Recomendo levar alguns lanches e ficar no gramado lendo algum livro e aproveitando o canto dos pássaros. Comuna 13: As comunas aqui são as nossas favelas, lugares na periferia da cidade, perto dos morros, você precisa ir somente ate a estação San Javier, de lá pode conhecer o teleférico fazendo a transferência do metro de forma gratuita, e depois na volta descer na estação San Javier para conhecer a Comuna 13, que é muito famosa por seus grafites, a Comuna é totalmente pacificada e segura, tem acessos com escada rolante e tudo mais, vale a pena. Guatapé: é uma cidade localizada cerca de 2 horas daqui, e você tem a oportunidade de conhecer uma pequena cidade colombiana, além de subir 750 degraus para ter uma visão completa do lugar, que é incrível. Para saber mais sobre o passeio, precisa somente clicar aqui. Tour Pablo Escobar: Há diversos tours do Escobar na cidade, mas aqui o tema é um pouco sensível para os colombianos, eu pelo menos evitei falar sobre isso com as pessoas, eu fiz uma amizade com uma colombiana por aqui, depois que ela viu que eu fui no tour do Pablo Escobar, nunca mais falou comigo, então o assunto ainda é pesado, para ler mais sobre o passeio, só clicar AQUI. Vida Noturna: Medellín conta com vários espaços espalhados sobre a cidade onde tem boas festas, a mais famosa fica no Bairro El Poblado, onde esta concentrando todos os hostels, ali tem enorme quantidade de baladas e bares, na praça rola muita garota de programa e muita gente vendendo droga, mas é totalmente seguro, eu fui várias vezes por estar perto do meu hostel, mas depois de 2 vezes já não curtia mais, é um lugar mais caro e com muito gringo, prefiro ir em lugares mais locais, foi aí que eu descobri a Calle 70, que fica perto do Estádio de futebol , alias se você ama futebol precisa ir em um jogo na cidade, ali é uma avenida com muitos bares e concentra muitos locais, achei muito mais divertido por lá, escutei sobre outros lugares como Envigado ou Níquia, mas como eram mais longes, acabei não indo. É isso ae galera... Espero que tenham gostado do relato e... Follow me.
  7. Colômbia Parte 1 – Bogotá Cheguei em Bogotá as 5 horas da manhã, morta com a longa conexão em São Paulo, muito bem aproveitada com minhas amigas de lá. O problema é que tive um choque climático e a gripe voltou com tudo. Cheguei na imigração, onde a agente perguntou quantos dias ficaria no país e eu disse que ficaria os 90 dias mesmo. E ela: “O quê? Como? Onde?” E eu disse prontamente: “Bogotá, Bucaramanga, Santa Marta, Cartagena, Medellín, Cali e onde mais der”, em seguida perguntou onde me hospedaria e dei o endereço de um hostel, que realmente pretendia me hospedar, porém, ao conseguir uma hospedagem com o couchsurfing cancelei a reserva, pois em uma viagem de 3 meses é preciso economizar cada centavo. O primeiro dia apenas dormi e fui a Candelária tomar água panela (água quente com rapadura e limão), dizem que cura a gripe e logo depois fomos comer um prato do tipo Executivo. Fiquei chocada por ter custado 6.500 cop (+/- R$ 7,00), prato de sopa de legumes, depois outro prato principal com arroz, abacate, patacones, lentilha e carne de porco. Ainda veio uma limonada. Adorei. No segundo dia, já um pouco melhor da gripe tirei o dia para conhecer os Museus Botero, Museu do ouro (vale visitar mais de uma vez) e o cerro Monserrate. Por sorte, o final do dia estava lindo. Comprei o chip para o telefone e fiquei procurando as atrações com o Google maps mesmo. Nada guiado. Tendo conhecido as principais atrações, descansei no final de semana e na segunda fui à cidade de Zipaquirá, de Transmilenio mesmo. Peguei o Transmilenio sentido Portal Norte, é um pouco longe do centro, depois, dentro do terminal peguei um ônibus para Zipaquirá. A passagem do Transmilenio é de 2.000 cop e a do ônibus para Zipaquirá é 6.000 cop. A entrada para Zipaquirá foi de 50.000 pesos para turistas estrangeiros. Mas o valor salgado vale a pena, pois o tour é todo guiado e em pequenos grupos. A estrutura da atração é impecável. Na volta peguei muito trânsito, porém consegui chegar 17 horas e ainda deu tempo de visitar o Museu Nacional. É importante, pois lá conta toda a história da Colômbia, desde o império do Reino de Granada e de ter se tornado Grã Colômbia, após ter sido libertada por Simon Bolívar. Terminada a parte turística, tirei dias com amigos que conheci em Bogotá, eles me levaram para a zona G e zona T, a parte mais nobre da cidade, fomos no Bogotá Brew Company, que tem em toda a cidade, depois ficamos caminhando sempre pela região. Eu gosto muito do cuidado que se tem com os parques, vejo muita semelhança com os parques da Europa. No meu último dia na cidade, me sugeriram conhecer o El Teatron, uma casa noturna GLS, porém muitos héteros vão também porque acham o lugar muito legal e tinham razão. Infelizmente não fui no sábado, mas sim na quinta. No sábado há muitos ambientes em funcionamento, na quinta apenas 2 ambientes estavam funcionando, mas mesmo assim, garanti muita risada ouvindo música ranchera na cantina. Achei o lugar barato também. Não paguei para entrar e a cerveja era 5.000 cop. No dia seguinte já era o dia da minha partida para a cidade Villa de Leyva. Comprei a passagem rodoviária para a cidade por 26.000 cop e levei 4 horas para chegar. Em Bogotá o trânsito é caótico. Perdão por te xingar, Rio de Janeiro! A estimativa era de no máximo 2 horas de viagem, mas levei o dobro. Mas, pelo pouco tempo que fiquei na cidade, valeu a pena sentir a tranquilidade e o ar puro. O valor da hospedagem foi de 50.000 cop e achei muito caro, mas é o lugar onde os bogotanos fogem do caos, por isso o preço justifica. No dia seguinte já era hora de viajar para Bucaramanga, em Santander, uma viagem rodoviária de 8 horas.
  8. Antes de você começar a ler preciso avisar três coisas: 1. É meu primeiro relato. Vou tentar fazer o meu melhor, mas não garanto o mesmo espetáculo dos relatos que já li por aqui! 2. Eu não anotei os preços de nada muito menos o câmbio (ainda não tinha tido a expertise de entrar aqui antes e roubar as dicas... conseqüentemente não tinha aprendido as manhas de escrever um bom relato para vocês!) 3. Sou dessas que tira foto de si com a paisagem e pouca coisa só da vista.. então se preparem para ver a minha carinha em muitas fotos por aqui haha Da decisão pela viagem. Sou viciada em futebol. Conheci meu marido dentro do estádio do Coritiba e desde então estamos sofremos e comemoramos juntos. Dia 28/09/2016 o Coritiba ganhou do Belgrano pelas oitavas de final do Campeonato Sulamericano e se classificou para as quartas de final, contra o Nacional, jogo marcado para o dia 26/10/2016, em Medellín. Na primeira semana eu e o meu marido ficamos nessa de vamos-não-vamos. Ele entrou em um grupo no whatapp de torcedores/amigos que iriam e ficavam azucrinando as idéias, msa, por fim, foi quando um casal de compadres nossos – somos padrinhos mútuos de casamento - também doentes pelo Coritiba decidiram ir que batemos o martelo e confirmarmos nossas férias pela Colômbia!! Compramos as passagem e as hospedagens para nós 04 eu, Vinicius meu marido, Cris e Fabinho nossos comprades e nos primeiros dois dias tivemos a participação especial dos outros amigos/torcedores Coritiba que estavam em Medellín. Da decisão pelo roteiro. Acabamos decidindo muito correndo qual seria o roteiro e as cidades que visitaríamos. Tínhamos que obrigatoriamente estar em Medellín dia 26/10, não poderíamos viajar antes de 22/10 e nem voltar depois do dia 02/11, em ambas as datas tínhamos casamento. Utilizamos o balizador ~preço das passagem~ e compramos ida 25/10 e volta dia 31/10. A passagem por Bogotá estavam muito mais em conta do que direto para Medellín, mesmo precisando comprar o trecho interno, então compramos Curitiba-São Paulo-Bogotá e a volta Bogotá-Lima-São Paulo-Curitiba. Eu fazia questão de conhecer Cartagena ( no TLC fica passando propaganda de lá TODOS os intervalos ) e como nós só tinhamos 07 dias não faria sentido incluir mais cidades Então ficamos com Medellín, Cartagena e Bogotá! Do roteiro. 1. 25/10 – Curitiba-São Paulo-Bogotá-Medellín 2. 26/10 – Medellín 3. 27/10 – Medellín – Cartagena 4. 28/10 – Cartagena 5. 29/10 – Cartagena – Bogotá 6. 30/10 – Bogotá 7. 31/10 – Bogotá-São Paulo-Curitiba Das bagagens. Compramos passagens pela VivaColômbia para fazer os trechos internos Bogotá/Medellín, Medellín/Cartagena e Cartagena/Bogotá. É uma companha de LowCost e, sendo assim, não tínhamos franquia de bagagem. E sim, optamos por economizar R$ 60,00 e não compramos bagagem extra Ou seja, foi uma mochila de 6kg por cabeça – descobri aqui no Mochileiros que se chama mochila de ataque haha – e boa sorte!
  9. Preparativos Depois de minha última viagem próxima ao Círculo Polar Antártico, escolhi a Linha do Equador dessa vez. No fim de 2014 aproveitei uma promoção razoável (1450 reais com impostos) e comprei passagens pela Avianca, com destino final San Andrés, no caribe colombiano. Diferentemente do normal, dessa vez não planejei minuciosamente o roteiro e deixei algum tempo para relaxar. Entre janeiro e fevereiro desse ano comprei por 420 mil pesos colombianos (COP) os voos da Satena para a ilha de Providencia e por 250 mil COP para Medellín na VivaColombia, a companhia de baixo custo do país. Por causa desses voos com limitação de espaço, tive que usar uma mochila tão pequena que as nadadeiras de mergulho foram dobradas para caber. Como o voo com escala em Lima saía de Porto Alegre na madrugada, resolvi pernoitar no aeroporto. 1° dia No meio da manhã chuvosa aterrissei nas terras áridas de Lima. Mais precisamente em Callao, município vizinho. Quando passei pela imigração tive a má notícia que teria que pagar cerca de 100 soles, que na época valiam quase o mesmo do real, para sair do aeroporto e voltar. Azar, como iria passar o dia inteiro ali não tive outra escolha. Peguei um táxi na rua para economizar, pagando uns 30 soles para me deixar na Plaza Mayor, onde fica o centro histórico. O local fotografado por muitos turistas é cercado por edifícios religiosos e governamentais. Ali se pode observar uma característica marcante da arquitetura, a presença de balcões no segundo piso das edificações. Segui ao norte, parando nas lojas de souvenires, onde fiquei impressionado com o preço barato dos itens, mas meu espaço limitado só me permitiu levar o chullo (toca) e o pisco (bebida). Na rua seguinte fica o parque La Muralla, com os resquícios das camadas de fortificação colonial do século 17, às margens do rio Rímac. Não há muito que ver, mas pelo menos não há cobrança de entrada. Voltando pelo mesmo caminho, presenciei a banda militar tocando no Palácio do Governo e fui entrevistado por um grupo de estudantes sobre minha impressão de Lima. Por menos de 10 reais almocei um saboroso e baratíssimo ceviche, acompanhado de uma variedade de milho crocante, um litro de limonada e o famoso prato feito. Continuei andando pelas ruas da cidade, ganhando mais confiança quanto à segurança, minha maior preocupação inicial. Passei pelo bairro Jesus María e os parques urbanos mais sem graça que já vi na vida. A beleza foi aumentando conforme percorria o bairro San Isidro até chegar ao turístico e ajeitado Miraflores, alguns quilômetros depois. Do alto do desfiladeiro se tem uma ótima visão da praia e do mar abaixo. Zona frequentada por turistas e locais, surfistas e parapentistas, impressiona também pela areia, que na verdade é composta por seixos escuros. Fui caminhando em direção ao aeroporto enquanto o pôr-do-sol se aproximava, até ser resgatado por um taxista camarada. Como estavam ocorrendo dois eventos na proximidade, passamos um longo tempo parados no trânsito. O engraçado é que esse taxista estava como motorista particular para um português que estava morando ali e que nem se importou em deixá-lo fazer um extra. Cheguei à noite a tempo para a próxima conexão, em Bogotá. Ali eu passaria a noite no aeroporto para pegar o próximo voo cedo. O problema foi que me esqueci que a capital colombiana fica a mais de 2600 metros de altitude. Consequentemente, fazia um frio bem considerável à noite. E o esperto aqui despachou a mochila com calça e jaqueta para não ter que carregar em Lima, onde fazia calor. Resultado: outra noite mal dormida. 2° dia Depois de um café-da-manhã nada saudável à base de Dunkin Donuts, embarquei a San Andrés. Ao sair do avião senti aquele calorzão. Com o GPS em mãos fui caminhando até o albergue El Viajero, o mais famoso da ilha. Assim que coloquei meus pés na recepção, antes mesmo de arrumar um quarto para largar minhas tralhas, já fui chamado por um grupo e convidado a ir à praia Rocky Cay. Perfeito, pois já tinha planejado ir nesse lugar, mas não sabia bem como. Com a turma composta por uma colombiana que não recordo o nome, o colombiano Juan, a argentina Flor e o italiano Luca, nos esprememos num táxi e chegamos lá alguns minutos depois. A agradável praia consiste em uma faixa muito rasa que leva até uma ilhota e, logo depois, um dos muitos naufrágios de San Andrés. O diferencial é que a profundidade máxima é de menos de 3 metros, ficando a maior parte do navio acima do nível do mar. Sob a estrutura metálica partida, cardumes de algumas espécies de peixes como cirurgiões, além de corais, ouriços, outros invertebrados e algas, bom para um primeiro contato. Ali percebi que na água quente caribenha seria inútil o neoprene que levara e que ocupou um espaço precioso na mochila. Fiquei conhecendo essas pessoas legais que me acompanhariam ao longo da viagem, até o pôr-do-sol, quando voltamos ao hostel. Junto com Mauro e outro argentino que estavam em meu quarto, jantei uma pizza no restaurante Don Aníbal, no centro. Cansado de 2 dias noites praticamente sem dormir, fui pra cama cedo, mas não sem antes agendar um passeio para a manhã seguinte. 3° dia Eu, o basco Josué, os argentinos do dia anterior, Flor e mais sua amiga e compatriota Sol, fomos todos ao aquário. O passeio mais sem graça que fiz consiste em um curto trecho de lancha até uma curta ilha, com curtas quantidades de peixe e longas aglomerações de turistas. Ou seja, não dá para curtir muito. Ainda bem que havia uma continuação para esse passeio, a ilha Johnny Cay. Logo ao chegar esperamos para provar um dos muitos pargos e patacones (banana verde frita) que eu iria ingerir durante essa viagem. Enquanto os demais torravam na areia da única praia da pequena ilha, fui explorar o resto dela. Conheci os onipresentes lagartos e iguanas fora da água e alguns corais cérebro e ramificados abaixo. Depois voltei à praia para ouvir o reggae rápido de San Andrés e tirar fotos com aquelas argentinas que rapidamente se tornariam minhas melhores companhias de viagem. À noite, jantamos no mesmo lugar e depois tomamos umas aguadas cervejas Sko..., digo, Águila, no bar do albergue. 4° dia Dia de dar a volta na ilha com um carrinho de golfe alugado. Primeira impressão do trânsito no centro: péssimo! Motos produzindo fumaça, buzinas e manobras arriscadas para tudo quanto é lado, e um infeliz motorista de caminhão que deu ré em cima do carrinho. Com a velocidade de uma pessoa trotando, esse veículo não é nada adequado pra rodar na cidade. Saímos o mais rápido possível para ir até a primeira parada, um manguezal meio degradado. Não vi nem aves e nem caranguejos. À continuação, passamos pela bela e longa praia de San Luis, mas não chegamos a parar. Seguimos sendo ultrapassados por todos até chegar ao extremo sul da ilha, onde paramos no Hoyo Soplador. Ali era para existir um fenômeno similar ao gêiser, mas com a ausência de ventos nada acontecia. Ao menos a vista dos muitos tons do mar era bonita. Contornamos para o lado oeste, onde os pontos de mergulho se situam. Como já tínhamos um em vista, não paramos nos pontos turísticos pagos, como a Piscinita. Na altura da Cueva de Morgan, simulação de vilarejo típico que também deixamos passar, achamos um restaurante de comida regional para o almoço. O baita rango incluiu um tal de caracol-do-mar afrodisíaco, que muito depois fiquei sabendo que é o extraído da concha gigante mais comum das ilhas (Eustrombus gigas). Um pouco emborrachado, mas gostoso. Rápida digestão antes do mergulho no naufrágio conhecido como Barco Hundido, sinalizado por uma boia, já que fica a cerca de 10 metros de profundidade e a alguma centena de metros da costa. Deixamos o carro aos cuidados de um rastafári que vivia ali, um pouco apreensivos já que não há chaves no veículo, basta pisar no acelerador e se mandar! Já no mergulho, vi que havia um pouco mais de diversidade por lá, principalmente nos mastros. Na hora em que cheguei aportou um navio de mergulhadores americanos, que me ofereceram uma água e bateram um papo. Em nova descida, vi quatro barracudas, uma raia de esporão, entre outras coisas. Voltei até a margem, onde as chicas estavam, passando por uma gorgônia e um peixe-cofre. Prosseguimos com o circuito, completando a volta na ilha depois de mais um tempinho cruzando coqueirais. Paramos em uma praia já que havia tempo de sobra. Após fritar no sol o suficiente, tentei explorar uma região próxima ao centro conhecida como La Loma, mas fui desrecomendado por alguns locais, por ser perigoso. Uma corridinha antes, e para jantar agregamos mais um ao grupo, o britânico James. Foi a despedida do Don Aníbal, com comida mexicana. Para fechar o dia, mais confraternização no albergue. 5° dia Cedinho fomos novamente ao píer. Dessa vez o destino seria o Cayo Bolívar, porção de terra mais distante do arquipélago de San Andrés. Conseguimos uma promoção por 160 mil COP, quase 200 reais, o que não é exatamente barato, mas pelo menos a comida e bebida estavam incluídas. Fortes emoções com a lancha na ida, parecia uma montanha-russa. Uma hora depois chegamos todos inteiros à ilha completamente deserta. Caímos na água com nossos equipamentos de snorkeling. Há que nadar bastante até chegar aos corais de verdade, ou caminhar no caso, já que é bastante raso no entorno do ilhote. Tive a felicidade de ver duas criaturas magníficas. Uma raia de espécie diferente da que vi anteriormente flutuava na mesma hora em que eu e outros poucos turistas estávamos na água. Em seguida, um bicho mais surpreendente ainda surgiu quase na areia da praia, um tubarão-enfermeiro! O peixe que tinha uns 1,5 metros ficou por uns minutos rondando a região enquanto eu me esforçava inutilmente para acompanhá-lo. Foi uma experiência legal. O almoço foi logicamente à base de peixe, e a sobremesa foi cerveja à vontade, o que fez um colombiano falar pelos cotovelos enquanto o resto fazia a siesta. Curtimos mais um pouco a praia de areia branca e o sol cancerígeno (eu sempre de camiseta e chapéu de safari) antes de voltar. Entre as muitas andanças pelo centro, que pode ser facilmente percorrido a pé, no fim do dia conhecemos o Café Café, outro restaurante bastante recomendável em frente ao anterior. Além da variedade de pratos e possibilidade de uso do cartão de crédito como o Don Aníbal, ainda tem ar-condicionado. E a noite terminou de forma excelente em ótima companhia no albergue. 6° dia Eu e Sol fomos mergulhar nesse dia. Minha intenção era fazer o curso PADI Águas Abertas, mas como não sobrou tempo me contentei com um batismo. Lá conheci o Fernando, um brasileiro que mora no mesmo lugar que eu. Depois da parte teórica do minicurso e da prática na piscina, submergimos no Shark Point, a sudoeste da ilha. Descemos tranquilamente até quase 11 metros de profundidade, equalizando a pressão nos ouvidos. Até esse momento tudo estava bem. O problema ocorreu quando usei a técnica de desembaçar a máscara embaixo da água. Me atrapalhei inspirando água em vez de expirá-la, e com isso também soltei o regulador da boca. Sem ver nada por estar com a máscara cheia de água, que era bem salgada por lá, me apavorei e com isso voltei o mais rápido possível para a superfície, pois já estava sem ar. Além de ter engolido água, nada de mais grave aconteceu, mas o susto foi grande. E depois disso o instrutor não me largou mais e nem me deixou ir tão fundo. Acho que vou continuar no snorkeling por enquanto... Passei a tarde com minha parceira pelo centro. Já a noite foi de salsa no hostel. Meu colega de quarto colombiano Jeseva mandou bem nessa sessão. Depois, como surgiu um grupo de brasileiras por lá, a parte final foi à base de músicas daqui. Com essa turma fui ao último lugar que me restava de novo na ilha, a balada Coco Loco. Ritmos latinos embalavam nativos e turistas até altas horas. 7° dia Dia de despedida. Depois de encarar a praia de Rocky Cay novamente, junto com James, Flor, Sol e mais um americano, com direito a selfie com uma enorme caravela-portuguesa, tive que partir para o aeroporto e deixar para trás essas pessoas incríveis que conheci. Subi no teco-teco e torci para o barulhento avião não cair antes de chegar à remota ilha, cujo acesso é apenas através desse avião ou de um catamarã, ambos de San Andrés. Na saída do aeroporto dividi um táxi na garupa de uma picape com alguém que ia pro mesmo lado que eu, na Bahía Aguadulce, ou Freshwater Bay, já que lá se fala tanto inglês quanto espanhol (na verdade assim como em San Andrés falam o crioulo, mistura incompreensível dos idiomas anteriores). O “albergue” Blue Almond na verdade é um quarto compartilhado da pousada Cabañas Agua Dulce. Não que isso tenha sido ruim, pois o preço foi bem em conta pela qualidade. Antes de conhecer meus companheiros de quarto aproveitei o fim do dia para praticar snorkeling na frente do hotel. Não é um ponto muito bom, mas vi uma raia marrom, ou seja, até agora tinha visto três raias, sendo cada uma de uma espécie! Quando não enxergava mais nada e minha câmera menos ainda, saí da água e assisti o dia terminar. Conheci meus colegas, a senhora alemã Ines e o jovem austríaco Andi. Começou a confusão linguística: Ines falava alemão e espanhol, mas não inglês; Andi falava alemão e inglês, mas não espanhol; e eu falava inglês e espanhol, mas não alemão! A janta foi no ponto mais movimentado do bairro, onde se concentrava um mercado, algumas pousadas e restaurantes. Estava apenas começando a descobrir o quanto o lugar era tranquilo. 8° dia Agitei o Andi, que estava há uma semana por ali e ainda não tinha feito muita coisa, e a Ines, que havia chegado comigo, para fazermos a trilha do pico mais alto da ilha pela manhã. Fomos de moto-táxi, que carrega até 2 passageiros por vez e que, como iria descobrir posteriormente, te leva a qualquer lugar da ilha por menos de 10 reais. Apesar do “The Peak” ter apenas 360 metros de altitude, não era tão fácil assim. Recomendaram que fizéssemos com guia, mas o GPS foi suficiente. Os primeiros trechos foram de mata tropical, com a presença constante de variados lagartos. A segunda metade era aberta, com outro tipo de formação mais adaptada à luminosidade. Lá do alto a visão de 360 graus é incrível. Muito verde no meio da montanhosa ilha, e no mar os diversos tons de verde e azul da 3ª maior barreira de corais do mundo. Dali, seguimos para a praia Manzanillo, onde fica a “balada” mais famosa da ilha, o Roland Roots Reggae Bar. Uns poucos turistas e nativos frequentavam o ambiente situado à beira-mar. Embora o almoço marítimo estivesse bom, para mim o auge foi o passo seguinte, a siesta em uma rede sob a sombra de um coqueiro em frente ao mar turquesa e ouvindo reggae, o som eterno que toca nessa e nas demais praias de Providencia. Boas horas depois, quando meus companheiros já tinham partido, me levantei para investigar o manguezal e as aves que ficavam no caminho até a praia seguinte, pois até o momento não tinha visto uma sequer, deste que é considerado um paraíso de aves endêmicas pelo seu isolamento. Cheguei à praia de Southwest Bay. Caminhei pela areia através dos poucos bares, até que vi uma coisa estranha por trás de um deles. As águas do manguezal eram de um tom rosa/roxo! Jurei que era algum efluente, mas pesquisando na internet depois descobri que é um fenômeno natural que ocorre em períodos de seca, devido à concentração de uma substância que escoa das raízes dos mangues vermelhos na água. Muito louco. Em seguida, mais um fascinante pôr-do-sol. O jantar foi como sempre em Freshwater Bay, como sempre com Andi e como sempre acompanhado de uma Club Colombia, a melhor das cervejas colombianas populares. Em sequência, aquela bela dormida de longas horas no aconchegante chalé compartilhado com os outros dois. 9° dia Mais um baita dia de sol. Eu e Andi seguimos de motoca até Bahia Maracaibo, norte do aeroporto. Nesse lugar fica o Parque Nacional Old Providence McBean Lagoon, que protege alguns ilhotes, barreiras de coral, pastos marinhos e manguezal. Alugamos um caiaque duplo por um preço ótimo, e ainda veio com uma sacola estanque de graça. Remamos até Cayo Cangrejo a 600 metros da costa. Poderia ser facilmente renomeada para Cayo Tortuga, visto que tem o formato de um casco de tartaruga. Ali fica a portaria do parque, que embora não ofereça nenhuma facilidade, cobra sua entrada. Uma rápida ascensão ao topo revelou uma vista muito bonita. Caímos na água. Legal, mas nada de excepcional, e de novo apenas o Rhinesomus triqueter da foto a seguir. O melhor estava na longínqua barreira de coral que ficava afastada dali e não podia ser acessada, para sua melhor preservação. Um pouco mais de remada até próximo ao Cayo Tres Hermanos, também inacessível. Paramos para um rápido mergulho, enquanto surgiu uma nuvem negra que resultou em alguns pingos. Por fim, passamos rentes ao manguezal e o respectivo banco de algas que o cercava, para voltar à terra firme. Subimos em outra moto para almoçarmos em Santa Isabel, que é o centro limítrofe com a Ilha de Santa Catalina e também aonde chega o catamarã. Como era domingo quase tudo estava fechado. Entramos no único restaurante que achamos aberto. Consegui finalmente saborear carne de siri, que estava em falta em todos os locais que já tinha almoçado. Também provei o suco do tal lulo, fruta cítrica parecida por fora com uma laranja. Aprovado. Fui até Santa Catalina, inacessível a veículos motorizados. Como Andi já conhecia, picou a mula. O primeiro passo para entrar na ilha é atravessar a Puente de Los Enamorados. Reza a lenda que sempre há raias passando pelo canal abaixo. Não vi nenhuma. O que há do outro lado são apenas algumas residências, restaurantes e a trilha que conta um pouco da história da colônia pirata estabelecida ali (vide Fort Warwick e os resquícios de Morgan), além de levar a belas praias e à Cabeza de Morgan. O sol já estava quase dando adeus quando retornei, enchi meu tanque de água e decidi ir correr, pois meu treinamento estava um tanto relapso nessas férias. Não pretendia ir tão longe, mas como meu ritmo ia bem decidi continuar subindo e descendo as lombas intermináveis da rodovia que circundava a ilha principal. Como os bairros se desenvolveram basicamente só ao longo dessa estrada, posso dizer que depois de 2 horas correndo quase na escuridão conheci cada canto de Providencia. Eu havia completado 17,5 km pela primeira vez na vida, e olha que o caminho não era nem um pouco plano. Cheguei me arrastando no final, com dor em tudo, mas bastante satisfeito. Fui até parabenizado por um policial que soube do meu feito. Dormi como um anjo nessa noite. 10° dia O último dia inteiro em Providencia foi usado para o pouco que ainda havia a fazer fora da água. Pela manhã caminhei até a represa da ilha. Cheguei lá pensando que ia ter bastante gente, mas para meu espanto não havia absolutamente ninguém. Assim pude finalmente conseguir ver diversas aves, tanto nas margens do lago artificial quanto nas matas conservadas em volta, sendo que boa parte delas são existentes também no Brasil. Percorri algumas trilhas pela volta antes de descer até a praia de Southwest Bay, onde encontraria Andi para comer o famoso plato mixto, essa enormidade gastronômica da foto que inclui até lagosta. Muito bom e em conta. Se fiz mais algo no dia não foi relevante, mas dormi cedo para pegar o voo de volta. 11° dia Cheguei a San Andrés a tempo de despedir-me de Flora, que recém chegara ao aeroporto para retornar à Argentina. A essa altura minha pele estava começando a descascar. A única parte que faltava começou depois de mais esse dia ensolarado, em que não tive nada para fazer além de ficar na praia. No fim do dia voltei ao aeroporto, dessa vez rumo a Medellín, a terra de Pablo Escobar, que contribuiu para a decadência da cidade no passado, embora há uma década tenha sofrido uma revitalização surpreendente. Ao chegar, usei o micro-ônibus barato para ir até a cidade propriamente dita, já que esse aeroporto ficava em Rionegro, ainda que haja outro menor dentro de Medellín. Já era noite quando peguei o metrô até a estação Poblado, na periferia da metrópole, em uma zona residencial mista abastada. Como não sabia disso, caminhei meio desconfiado até o albergue Black Sheep. Para minha surpresa, o idioma falado por lá era o inglês. Um pouco decepcionante, pois estava ali para melhorar meu espanhol. Outra coisa ruim foi o quarto onde fiquei, pois os beliches quase encostam no teto. Cheguei a bater em cima no meio da noite ao sentar na cama. 12° dia O sistema de transporte público é uma das atrações da capital do departamento de Antioquia. A linha principal do metrô, que é elevado em algumas partes, percorre todo o vale que contém a cidade. De uma ponta saem linhas secundárias que seguem para o alto dos morros, bastante ocupados. Só que não são trens que sobem, e sim teleféricos! Para seguir mais adiante, com destino ao Parque Arví, tomei outro bondinho (pago à parte, e que também vale como entrada do parque) que atravessou quilômetros de mata protegida muito acima de Medellín. O clima fresco dali contrastava com o calor da cidade abaixo. Logo na entrada há uma feira orgânica abastecida pelos agricultores que vivem na região montanhosa. Provei alguns salgados e frutas, dentre as diversas opções, só não gostei da fisális. Também havia bastante artesanato por ali. Segui uma guia e um grupo por uma trilha curta, passando por árvores de grande porte e musgos de vários tons de verde. Em seguida havia outra trilha a se iniciar, mas eu optei por almoçar e descer, pois tinha ainda muito a ver, como o jardim botânico. A princípio não estava em meus planos, mas como ficava no caminho do metrô e não precisava pagar a entrada, dei um pulo. Bem razoável, mas é mais para moradores do que turistas. Como atração, há um bocado de iguanas e um borboletário, além de alguns jardins temáticos. Vi mais passarinhos ali do que no parque anterior. Como ainda havia tempo, o passo seguinte foi o Parque Explora, ao lado do jardim botânico. É um prédio composto por aquário e por diversas salas interativas que buscam ensinar ciência na prática, como o museu da PUC em Porto Alegre. Se pretende aproveitar para valer, prepara-se para sair de lá suado como eu e vá com mais de 2 horas restantes, pois há bastante coisa para ver e fazer. 13° dia Devido ao feriadão santo, a cidade começou a se esvaziar e fechar as portas dos estabelecimentos nesse dia. Pelo menos assim consegui caminhar mais tranquilo pelo centro. Para melhorar ainda mais estava na companhia de um guia, Juan, aquele simpático careca que conheci em San Andrés. Primeiro, uma pegadinha na rechonchuda estátua do famoso artista local Fernando Botero. Seguindo, me levou para conhecer as praças e os prédios históricos religiosos e governamentais à distância de uma caminhada. De lá, tomamos um ônibus até o pé do Cerro Nutibara. Uma íngreme subida a pé nos revelou uma boa vista cidade que é quase toda marrom, por ocasião dos tijolos à vista nas construções. Em seu topo fica o Pueblito Paisa, uma réplica de um vilarejo típico da região, com igreja, restaurante e lojas de souvenir. O gentil colega me pagou um chope antioquenho (cerveja, sal e limão) enquanto eu tirava algumas fotos da cidade. De lá, fomos caminhando pelas ruas até o supermercado de um shopping center, onde almoçamos novamente por sua conta, embora eu tivesse insistido para pagar. Que baita feijoada comi naquele dia! Para finalizar, me guiou até a outra rota de teleféricos sobre os morros e se foi. Como havia tempo livre, fui de metrô até a estação final já bem fora de Medellín e retornei até o Poblado. Não havia muito o que ver, além de indústrias, lixo e pobreza. A atividade noturna foi uma corrida pelo desnivelado Poblado. Condomínios chiques, shopping centers e até cassinos dominam as ruas e avenidas arborizadas. Jantei no aglomerado de lanchonetes que há próximo ao albergue e capotei. 14° dia De manhã, depois de provar deliciosas granadilhas (frutos do mesmo gênero do maracujá), dei uma caminhada próximo a onde tinha passado na noite anterior correndo. Nada de mais para se ver, além da procissão saindo da igreja mais antiga do lugar e carregando estátuas. Descobri também um incrível mercado de comida saudável, o Carulla. Sai de lá devorando um pacote de oxicocos (como é chamado cranberry em português) desidratados. Fiz o check-out e voltei ao centro para ver a praça onde ficavam concentradas as esculturas de Botero e o Museu de Antioquia, o qual adentrei em seguida. Entre outras coisas, havia uma exposição dos quadros de Botero que retratam a temática do circo. Juro que me esforço, mas não consigo compreender a arte. Tomei o micro para o aeroporto e fiquei zanzando pelo aeroporto até a hora do voo. Como saí da região de San Andrés e Providencia eu teoricamente necessitaria pagar mais quase 50k COP por outra tarjeta turística, como fiz na primeira vez que cheguei. Mas conversando com o pessoal da companhia aérea e da imigração consegui não desembolsar nada, visto que minha estadia seria inferior a 24 horas. Fica a dica. Ao chegar ao mesmo albergue El Viajero, uma situação diferente: os argentinos haviam debandado em massa e cedido lugar aos brasileiros! Falei com uns 3 grupos diferentes enquanto as simpáticas recepcionistas me arrumavam um quarto. Tive o prazer de reencontrar Luca, um sobrevivente de minha estadia anterior, e também o carioca Fabio, que já estava praticamente morando ali. Nós e mais uma galera fomos juntos ao Coco Loco, não sem antes provar o aguardente Antioqueño. 15° dia E a festa rolou até altas horas... ...tanto que perdi a hora e depois do café-da-manhã reforçado tive que correr para o aeroporto, sem poder ter feito as compras que pretendia no centro. E assim peguei um voo até Bogotá, onde gastei meus últimos pesos em comida. Depois fiz a mesma coisa na escala interminável em Lima, pois nem o wi-fi era liberado lá. Dormi bonito no avião e finalmente cheguei a Porto Alegre na madrugada seguinte. Com o dólar nas alturas não vi vantagem em fazer compras no duty free, então passei facilmente pela Receita Federal e tive a agradável surpresa de meus pais me esperando para a Páscoa! Ps: Se você curtiu as dicas, quer economizar ainda mais, conhecer outros destinos e apoiar novas relatos, não deixe de conferir meu blog! http://www.rediscoveringtheworld.com
  10. Olá pessoal, Este é o meu terceiro relato de viagem aqui no Mochileiros.com, e aprendi que o relato deve ser escrito o quanto antes e se possível, na própria viagem, assim os detalhes tão importantes não ficam de fora. Me sinto na obrigação de escrevê-lo em virtude da valiosa ajuda que recebi da galera do site que já viveu essas aventuras, espero poder ajudar tanto quanto fui ajudado. Sou de Brasília e viajamos, minha namorada, Nathália, Rodrigo Hudson (SP), Diogo (SP), Bruna (PR), Dani(DF), todos conhecidos aqui no site, mantivemos contato pelo forúm e criamos um grupo no facebook e whatsapp para acertar os detalhes. Gosto de viajar em grupo por conta da segurança e dos melhores preços, sem contar com a animação da galera, que nessa viagem foi sensacional !!! Vou dividir o relato em 4 partes, pois demora um tempinho construí-lo: Parte I - Bogotá e Zipaquirá Parte II – San Andrés Parte III - San Andrés Parte IV – Santa Marta e Cartagena VAMOS LÁ 003 por marcosrodrigues3, no Flickr IMG-20140422-WA0071 por marcosrodrigues3, no Flickr Fizemos uma pesquisa antes de viajar e a cotação do dólar e do real estavam parelhas em Bogotá, assim optei por levar dólar e real também. Na época o dólar estava em 2,39 reais. Mais pra frente informo as cotações encontradas. Viajamos do dia 02/04/14 a 16/04/14. PARTE I – Bogotá e Zipaquirá Dia 01 - Bogotá BSB-GRU-BOGOTÁ: Passagens compradas pela TAM/LAN por 850,00 reais, ida e volta sem taxas, cerca de 60 dias de antecedência. Já havia voado LAN, e como anteriormente, o avião é excelente, assim como o atendimento, o serviço de bordo é ótimo e servido mais de uma vez, o voo dura pouco menos de 6h. Chegamos em Bogotá (Nathy e eu) por volta das 21h30, passamos pela imigração (pode-se usar RG ou passaporte, caso opte pelo RG tem que guardar um papelzinho pra depois mostrar na saída) e fomos ver o câmbio. Na sala de desembarque tem uma casa de câmbio que estava lotaaaaaaaaaaada!!! Não encarei, resolvi arriscar lá fora e deu certo, estava com pouca fila e com cotação melhor. Nessa primeira troca conseguimos 1 dólar = 1950 pesos. Não trocamos real. Fomos pegar o táxi e vale aquela máxima nos países latinos, SEMPRE PERGUNTE O VALOR DA CORRIDA ANTES, mesmo que tenha taxímetro !!! combinamos o valor da corrida por 27.000 pesos para o bairro La Candelaria, valor normal por ser de noite. Pela manhã consegue-se por 22.000 pesos. Chegando ao hostel efetuamos o pagamento de duas diárias, pelo valor de 28.000 pesos por pessoa e por dia no Alegria´s Hostel. Fica bem localizado e próximo ao Masaya. Optamos pelo Alegria´s por conta das opções de acomodação. Possui wi-fi e água quente (fundamental em Bogotá). Possui café da manhã, porém algo muito simples, como pães, geleia, manteiga, café e leite. O hostel não possui site, mas pode ser vizualizado no Hostel World e no Trip Advisor. Um fato negativo dos hostels em geral na Colômbia é que o café da manhã (desayuno) é servido muito tarde, normalmente a partir das 08h. Tivemos situações em que não tomamos café por conta dos passeios partirem mais cedo que esse horário! Obs: as tomadas na Colômbia utilizam o seguinte formato: (tem que comprar um adaptador). 04 por marcosrodrigues3, no Flickr Gastos: Taxi: 27.000 dividos por 2 pessoas: 13.500 Hostel: 28.000 Total: 41.500 pesos = U$ 21,30   Dia 02 - Zipa e Bogotá O café da manhã do hostel deixa a desejar, não possui muitas opções e você acaba num pãozinho com manteiga/geleia, café, leite, ... mas nada que desabone o hostel, pois o atendimento é ótimo e faz o estilo meio rústico, ideal para quem quer estar na vibe do centro histórico. Após o desayuno, e conferir que o dia não estava pra chuva, resolvemos ir a cidade de Zipaquirá, que fica a 50 km de Bogotá, lá esta localizada a Catedral de Sal, conhecida como atração nº 01 da Colômbia. Caminhamos até a estação do Transmilênio (sistema de ônibus articulados com pista exclusiva, funciona tipo metrô com paradas pré-definidas), pagamos a passagem e fomos até a estação Portal Norte na linha B74, de lá, na própria estação saem as busetas para Zipaquirá !! Isso mesmo busetas é o nome do micro-ônibus de lá! Todo o trajeto dura cerca de 2 horas, pois a muito trânsito! Obs: a catedral não é o ponto final da buseta, assim peça que lhe avisem o ponto de descida. Chegando no ponto de descida você pode tomar um táxi até a entrada da Catedral ou ir caminhando, lógico que como bons mochileiros o trajeto foi a pé mesmo. Recomendo ir caminhando, assim pode-se conhecer o centro da cidade, que por sinal é mais bonito e bem conservado do que o de Bogotá. Subidas as escadas que levam a Catedral, pagamos o ingresso mais simples, que inclui a entrada, o guia e o filme (sem o rota dos mineiros) e fomos conhecer essa diferente atração. catedral de sal 06 por marcosrodrigues3, no Flickr Catedral_de_sal,_Zipaquirá por marcosrodrigues3, no Flickr Ficamos mais de 2h por lá, percorrento as mais diversas galerias. A Catedral fica dentro de uma mina de exploração de sal e pedras, abaixo de 180 metros do solo. A via crucis pode ser acompanhada pelo caminho que leva até a cúpula principal, que é muito grande. Vale o passeio, difícil encontrar algo semelhante. Sugiro assistir o filme exibido em 3D, muito bacana e não dura 30 minutos. Há opções de compra de souveniers e esmeraldas no interior da mina. 060 por marcosrodrigues3, no Flickr IMG-20140422-WA0069 por marcosrodrigues3, no Flickr IMG-20140422-WA0068 por marcosrodrigues3, no Flickr IMG-20140422-WA0065 por marcosrodrigues3, no Flickr Saindo de lá caminhamos pela cidadezinha até encontrar uma boa opção de almoço, há opções de vários preços e sabores. A culinária é semelhante a nossa, servem arroz, batata, frango... o feijão é servido como sopa e não como acompanhamento e possuem grãos bem maiores que os nossos, uma delícia . Banana ou plátano, em espanhol, aparece em quase todos os menus, seja frita ou na forma de patacóns !!! O caminho de volta para a bairro La Candelaria é o mesmo da ida, buseta até o Portal del Norte e Transmilenio até a estação Las Aguas ou Museo de Oro. Na retorno, descemos uma estação antes (Museo de Oro) e fomos caminhar pela Carrera 07 até a Plaza Bolivar no bairro da La Candelaria. Uma praça bonita com prédios antigos onde estão localizados a Prefeitura, o Congresso da República, o Palácio de Justiça e um monumento em homenagem à Simon Bolívar. 072 por marcosrodrigues3, no Flickr 071 por marcosrodrigues3, no Flickr Voltamos pro hostel a fim de nos arrumarmos para ir ao restaurante Andrés Carne de Res DC, que fica na Zona Rosa, bairro mais chique da cidade. O Andrés DC é muito famoso e bomba mesmo em dia das semana, fiz reserva pra 2 aqui do Brasil no site deles: www.andrescarnederes.com e chegando lá tinha uma mesa prontinha com meu nome, e olha que tinha fila de espera do lado de fora. O restaurante é uma atração a parte, decoração exótica e um ambiente muito agradável, a música rola solta a noite toda! Possui quatro andares, onde ficam localizados o inferno, o purgatório, a Terra e o céu. Ficamos na Terra! Comemos um combinado de carnes muito delicioso. Os preços são caros, mas já estava previsto no orçamento. Não bebemos, mas quem for biritar, vai desembolsar muitos pesos pra ficar alegre !!! Sem dúvidas é um atração imperdível! 032 por marcosrodrigues3, no Flickr andres por marcosrodrigues3, no Flickr andres 3 por marcosrodrigues3, no Flickr andres 2 por marcosrodrigues3, no Flickr Na madrugada fomos ao Hostel Masaya recepcionar os colegas que chegaram no dia 03/04. Combinamos de ir ao Museo de Oro e fazer cãmbio no dia seguinte. Gastos: Hostel: 28000 Transmilênio: 3100 (ida e volta) Buseta: 8600 (ida e volta) Entrada da Catedral: 23000 Almoço: 22000 Outros: 3800 Taxi de ida para Andres DC: 19000 (divido por 2 pessoas): 9500 Jantar no Andrés: 43000 para cada Taxi de volta: 15000 (/2): 7500 Total: 148.500 pesos : U$ 76,15   Dia 03 - Bogotá Acordamos cedo e fomos ao Masaya encontrar o pessoal, caminhamos até o centro onde fica o museo de oro, tomamos café da manhã numa vendinha tipica da cidade (mais reforçando que o do Hostel) e fomos fazer cambio. Pesquisamos algumas casas e encontramos boa cotação: 1 dólar : 2000 pesos 1 real : 780 pesos Após fomos ao Museo de Oro. 080 por marcosrodrigues3, no Flickr 079 por marcosrodrigues3, no Flickr Como tinhamos voo marcado para o dia 05/04 de Medellin para San Andres, achamos prudente garantir a passagem de bus de Bogotá a Medellín para a noite. Assim fomos a rodoviária de Bogotá e compramos as passagens para Medellin por 60.000 pesos. Uma dica importante é que a passagem de avião desse trajeto é o mesmo valor, porém os horários não batiam, se conseguir conciliar os horarios vale a pena, haja vista que o bus de Bogotá a Medellin demora 10h, num trajeto muito sinuoso. Você deve estar se perguntando porque fomos pra Medellin e não pegamos um voo de Bogotá para San Andres ??? Simples, o preço !!! A Viva Colombia (empresa low cost da Colombia) faz esse trajeto a partir de Medellin e possui preços beeeeem inferiores às concorrentes LAN, Avianca, Copa.... Resolvida a questão da passagem de bus, pegamos o transmilenio para a Estação Las Aguas e fomos caminhar até a entrada do Cerro Monserrat. Pagamos a tarifa para usar o teleférico. A vista é fenomenal, pode-se ver toda a cidade, além de ser uma atração a parte com igreja e feirinha. O Cerro Monserrat é imperdível. 110 por marcosrodrigues3, no Flickr 118 por marcosrodrigues3, no Flickr 116 por marcosrodrigues3, no Flickr 115 por marcosrodrigues3, no Flickr 139 por marcosrodrigues3, no Flickr Retornamos ao Hostel para tomar um banho e fomos pra rodoviária de Transmilenio, numa saga longa com as mochilas !!! Na Rodoviária foi só embarcar e descansar nessas 10h. Gastos: Café da manhã: 4300 Entrada Museo de Oro: 3000 Transmilenio: 5100 Almoço: 17000 Passagem de bus: 60000 Entrada Cerro: 16700 Taxi: 6000 Subway: 8500 Agua e outros: 6000 Total: 126.200 pesos = U$ 63,10
  11. Jotadany

    Medellín

    Quero saber como faço pra achar alguem que me faça companhia em Medellin pra mostrar a cidade mas nao quero um guia turisitico
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