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  1. Ola pessoal, bem, estarei viajando a recife, como mochileiro e la vender docinhos e balas para pegar dinheiro e assim, so levarei a mochila de ataque. Mesmo assim minha pergunta é, quais lugares em recife me recomendam ir e quais não, por serem perigosos, ja que estarei com minha mochila o dia todo e na noite procurarei montar a minha barraquinha perto de algum posto ou assim. So levo roupa, mas mesmo assim andarei de noite pra procurar um lugar onde armar a barraquinha, so não quero terminar me metendo em favela ou lugares muito perigoso para não perder minha mochila Obrigado
  2. Vou estar partindo de Fortaleza- Ce, dia 9 de Junho com destino Montevidéu/Punta/Sacramento/B. Aires. Volta dia 20( depende). Alguém passando por lá esse período?!
  3. Segue o curto roteiro saindo de Porto Alegre e passando por pontos no Uruguai e Argentina. No final tem o valor gasto com cada passagem. Vamos lá... chegou o grande dia, na verdade nem acredito ser tão grande assim, mas mudanças, troca de hábitos ou qualquer atividade que permita sairmos da rotina é sempre bom, pois é mais uma oportunidade de aprendermos com nossos semelhantes. A possibilidade de desfrutar um período mais longo fora do dia a dia de trabalho surgiu no início de Dezembro, mas como um bom procrastinador que sou comecei a arrumar as malas somente no final da tarde, algumas horas antes de pegar o primeiro de muitos ônibus que iriam definir essa aventura. Então, 8 horas da noite eu estava entretido com opções de malas e acessórios para registrar cada momento da viagem, mas é claro, bem devagar, pois afinal de contas eu estava oficialmente de férias. Tudo que tínhamos até o momento era uma passagem de Porto Alegre até o lado brasileiro do Chui saindo as 23:30 do dia 1 de março, e já no início surge a primeira confusão, antes mesmo de iniciarmos, pois nos mandaram imprimir as passagens de um lado da rodoviária, quando na verdade era em outro e ai já começa a correria (Bem vindo às férias). Tudo certo, fomos os últimos a embarcar no ônibus, mas ainda tínhamos 3 minutos sobrando. Chegando pela manhã no lado oposto do Oiapoque (Chui - lado brasileiro), aproveitamos que era cedo e fomos em busca de um local para tomar um café. Eu lembrava que havia uma padaria muito boa na frente do centro de informações, local que eu estava acostumado a pedir tudo que é dica antes das minhas aventuras no Uruguai. A padaria devia estar sob nova direção, pois a preço subiu e a qualidade e limpeza estavam no chão. Quanto ao centro de informações estava em reforma, curioso que sou perguntei qual era a previsão para para concluírem, e a resposta não podia ser mais simples: "Quando acabarem as obras", parece que as coisas mudaram, mas como disse antes, mudança sempre é sempre para o bem, pois encontramos um hotel servindo um excelente café da manhã ao público. De barriga cheia, fomos trocar nossos reais por pesos uruguaios e fazer algumas compras para a viagem. Chegando na parada já no lado Uruguaio agora Chuy, já havia um ônibus saindo para nosso próximo destino: "Punta del Diablo". Para nossa surpresa. não fomos chamados para descer na Imigração, que por algum motivo não nos demos conta, mas em algum momento isso iria acontecer... (De acordo com a máxima: a cada ação ou nesse caso a falta dela uma reação). Na rodoviária de Punta del Diablo, pegamos uma lotação até a praia, onde descemos no final da linha e de mochila fomos buscar onde dormir. Conhecemos o Pablo, que não era um Peruano que vivia na Bolívia e sim um Uruguaio que vivia ali mesmo. Ele tinha uns quartos arrumadinhos, bem simples, bem simples mesmo. Agora, providos de um teto, saímos para aproveitar tudo de bom que a natureza de Punta tem para oferecer com sua costa litorânea, dunas, noite, comidas e tudo mais que se pode fazer quando estamos despreocupados com o tempo. Foram quase 4 dias neste ritmo, claro que nem tudo são flores, pois me deu uma dor de barriga no primeiro dia e o resultado foi literalmente catastrófico, se é que vocês me entendem. Na terça-feira dia 5, no início da manhã, pegamos a lotação de volta a rodoviária de Punta de Diablo e a partir dai partimos para Montevidéu no terminal Tres Cruzes, onde compramos uma outra passagem até Colônia del Sacramento. Às 20 horas chegamos na nossa próxima estádia através do AirBnB em um hostel coordenado por Sebastian e sua mãe Roxana. Mal largamos as coisas e saímos para comer uma pizza Uruguaia em um restaurante local, o qual fomos surpreendidos pelo tamanho dos pratos. Na manhã seguinte, após um café delicioso saímos para desbravar todos o cantos da cidade com uma bike alugada na própria casa. Essa cidade pitoresca fundada por Portugal e disputada por quase 100 anos entre espanhóis e lusitanos, provavelmente devido sua privilegiada localização geográfica no "Rio de la Plata" e suas ilhas. Outros pontos em destaque é a famosa "Calle de los Suspiros" construída em cunha de pedra, "Ruinas del Convento de San Francisco" destruído em 1704. "El Faro" de Colônia que começou a construção em 1845 e levou 12 anos para concluir, "Basílica del Santísimo Sacramento", construída em 1699. "Muelle de Colonia" construído em 1866, que foi o antigo porto da cidade e aeroporto, já que chegavam hidroaviões para conectar com outros destinos. Um pouco mais distante também conhecemos a "Plaza de Toros", hoje desmoronado, podia receber até 10.000 espectadores e também a "Capilla de San Benito", e por fim a costa, com destaque a qualidade das areias brancas, água morna e rasas. A tarde já com as passagens à mão caminhamos até a estação de Ferry para imprimir os tickets, aguardamos em uma fila muito grande até a hora de mostrar os passaportes quando veio a pergunta da oficial da imigração que nos remeteu ao passado, lembram, quando disse que iriamos descobrir, pois aqui vai: "Por onde vocês entraram no Uruguai, pois aqui não encontro nada em seus passaportes?". Boa pergunta, pois como podemos sair de um lugar de não entramos, pelo menos é difícil de explicar nos tempos de hoje. Como foi uma longa história de argumentações na sala da imigração, vou encurtar dizendo que o conserto para prosseguir ao próximo passo nos custou 2.778 pesos. Concluído os tramites legais, embarcamos e percorremos o "Rio de la Plata" até "Puerto Madero" em Buenos Aires, caminhamos o suficiente para se arrepender, trocamos o dinheiro que não tínhamos e pagamos a taxa que não precisava para assim pegar um Uber até o "Terminal de Omnibus de Retiro", onde compramos as passagens até Córdoba. Chegamos de manhã muito cedo, e ali mesmo na rodoviária foi feito a reserva pelo Booking para um hostel a 200 metros do terminal "Hostel Mediterranea". Nos acomodamos em um quarto compartilhado para 8 pessoas, que no dia haviam um americano, alguns argentinos e uma russa, o que mostra que esse tipo de acomodação é excelente para quem está em busca de socialização e esse também tinha um chuveiro muito bom, limpo, cozinha completa, bar no local e um amplo espaço com pessoas muito receptivas. No dia seguinte mudamos para um apartamento, um pouco mais afastado, mas com maior comodidade, conforto, privacidade e pelo mesmo preço. É interessante perceber o resultado das nossas escolhas quando estamos abertos ao novo, pois neste caso, Córdoba não estava nos planos e talvez não tivéssemos uma outra oportunidade de conhecer esse local incrível o qual passaríamos os próximos 4 dias. Caminhamos muito por toda a cidade que possui uma lista cultural muito grande, sendo algum dos destaques a "Plaza San Martín", onde tudo começou, la "Iglesia de los Capuchinos" que é simplesmente incrível admirar o estilo Neogótico, o centro cultural "Paseo del Buen Pastor" que funcionou por quase 100 anos como asilo e presídio de mulheres, este lugar tem uma história triste, porém cheia de superações e inspiração, inciada em 1886 por monjas que perceberam a necessidade de recuperar mulheres, após diversos conflitos sociais, hoje neste mesmo espaço se encontra mostras de pintura, escultura, fotografia, espetáculos de danças, shows de artistas, apresentações de teatros e por ai vai. O templo com planta em formato de cruz grega é o único em Córdoba. Dentro da capela havia um senhor com um conhecimento histórico incrível o qual poderíamos passar tranquilamente mais de um dia conversando. O local também possui uma diversidade muito grande de Igrejas, museus, todos como muitas história como o caso do antigo "Palacio Ferreyra" que é um símbolo da "Nueva Córdoba". Importante lembrar também do "Parque Sarmiento", que de tão grande que é, possui inclusive um Zoológico. A noite desta cidade universitária chega a ser uma história a parte, saímos para conhecer o "Ganesha", que funciona como um bar para "happy hours" e jantares até a 1 da manhã e depois as mesas são recolhidas e o mesmo lugar é transformado em uma balada, o lugar fica lotado logo, se não for cedo melhor fazer reserva. Como havia dito esse é apenas uma das diversas opções, pois ao redor do "Paseo de las Artes" na rua Belgrano existe uma infinidade de opções. Veja o mapa com toda a lista. Antes de se despedir para o próximo ponto, alguns fatos curiosos desta cidade é a quantidade de sorveterias "Grido", que não seria exagero dizer que tem uma a cada esquina, e tem um sorvete bom e barato, por exemplo a casquinha com três bolas sai 65 pesos. Outro fato interessante é saber que o mesmo local onde tem gente vivendo limpando para-brisas de carros na sinaleiras também tem restaurantes com mesas na rua onde as pessoas pagam as contas deixando o dinheiro na mesa o qual é recolhido pelo garçon somente quando for atender o próximo cliente nesta mesa para fazer o pedido. Saímos de Córdoba pela empresa Chevalli por volta das 19:30 e chegamos em Mendoza às 6 da manhã seguinte o qual aguardamos a única cafeteria da rodoviária abrir, aproveitamos o tempo para uma leitura até as 9 e fomos para nossa próxima hospedagem. Pegamos uns folhetos e partimos para nossas próximas visitas turísticas: "Acuario Municipal", "Plaza Pedro de Castillos" e o "Museo del Área Fundacional" sendo esse último local, o que contém uma explicação cronológica de Mendoza desde a fundação em 1561 por Pedro Castillo, sua destruição em 1861 por um terremoto até os dias de hoje. Ao fim da tarde fomos comprar os ingredientes para o primeiro assado em parilla na Argentina. Nosso anfitrião Max, fez questão de nos acompanhar e sugerir 1kg de "Tapa de asado" e mais cebola e batatas para acompanhamento, além de uma boa cerveja. É impressionante que apesar da terrível situação econômica com a inflação nas alturas, é possível fazer um churrasco de boa qualidade para duas pessoas por R$ 60,00. No dia seguintes saímos para um "City Tour" com conexão a vinícolas. A escolhida foi "Hacienda del Plata" uma vinícola familiar onde cada garrafa recebe o nome de um dos responsáveis do resultado da vinícola. Por 250 pesos conhecemos um pouco da história de 4 gerações através de muita hospitalidade, onde ainda conservavam a casa de um pouco mais de 100 anos, conhecemos vinhedo de uva Malbec 15 hectares, provamos a uva, visitamos a área de processamento do vinho, com generosas doses de degustação. Continuamos nosso trajeto pelos 21 pontos, com uma parada na rua "Aristides Villanueva" para almoçar, foi difícil escolher uma diante tantas opções em uma única rua. Continuando o City Tour, é claro que as paradas dependem de gosto e tempo, mas eu diria que o "Cerro Gloria" vale a experiência. Terminamos o tour no final da tarde o qual o cansaço era tão grande que nossa única preocupação era comprar algo para o café, pois amanhã nosso próximo destino nos espera. Saímos cedo para pegar o primeiro ônibus para "San Rafael", para aproximadamente 3.5 horas de viagem. Como estávamos sem internet na noite anterior, não conseguimos avisar nosso anfitrião, logo chegamos e batemos com a cara na porta. Nossas opções eram falar com os vizinhos e tentar contactar o anfitrião, primeira casa nada, a segunda não conseguimos muito além de assustar o bebê e uma ligação que não completava. Como ainda não estávamos desesperados de fome e o local parecia seguro, resolvemos aguardar, mas menos de cinco minutos depois, a vizinha do bebê vem nos dizer que conseguiu o contato e ele estava chegando. Nosso anfitrião Gonzalo, chegou e já ofereceu uma carona até o mercado para nos prepararmos para o próximo assado. Comemos na companhia dos cachorros da casa, um coelho e o irmão mais novo, lavamos roupa, tomamos banho e saímos para conhecer a famosa avenida "Hipólito Yrigoyen". A rua possui alguns bares e sorveterias pelo lado Oeste da "Av. San Martin", ou lado direito caso sua referência de meridianos seja tão boa quanto a minha, ao lado esquerdo (Leste) já é avenida Mitre, onde ficam os estabelecimentos comerciais. Veja no mapa: Além de um parque gostoso de ficar, o recém construído "Parque Hipólito Yrigoyen", também tem umas lojas de vinho, bares um centro de informações bem estruturado o qual recebemos diversas informações, incluído sobre nosso passeio no dia seguinte. No dia seguinte antes da 7 da manhã já estávamos esperando o primeiro ônibus para "Valle Grande" que custou 436 pesos para duas pessoas, que era o lugar mais apropriado para visitar devido a infra-estrutura. Exploramos do Dique ao deserto, que aliás, diria para repensar sobre o conceito deserto, pois o mesmo pode oferecer experiências incríveis, foram muitas trocas de cenários (incluindo um submarino) e cada passo uma nova foto, lembrando que foram mais de 20.000 passos ~14km percorridos. Um aviso é para quem for em baixa temporada, levar o que comer, pois quase todos o local comerciais da suposta infraestrutura estavam fechados e os abertos não aceitavam cartão. Chegamos aproximadamente às 16 horas onde fomos almoçar e comprar os ingredientes para uma massa especial. E aqui uma outra dica para quem não costuma ler todas a regras da casa pelo aplicativo, é de perguntar para o anfitrião o que pode ou não pode fazer, pois descobrimos da pior forma que não podíamos utilizar a cozinha, logo guardamos os ingredientes e fomos comer fora. No final, tudo dá certo, pois encontramos o mesmo restaurante que comemos na capital Mendoza, o "Zitto", a franquia mantém o mesmo padrão de atendimento que preza a excelência e qualidade comprovados através do "Lomo" e uma "Salada de camarão". No dia seguinte estávamos pronto para pegar o primeiro ônibus, mas não havia mais vaga, logo aproveitamos o tempo para atualizar a leitura e pegar o próximo às 9 horas. Para experienciar todo o tipo de hospedagem, passamos a noite em um hotel com café da manhã e na manhã seguinte deixamos as coisa no hotel a aproveitamos a manhã de domingo para conhecer um pouco mais da maravilhosa Mendoza, desde um trecho da missa, apresentação de Jazz na rua enquanto acontecia a meia maratona, Memorial da Bandeira e por ai vai. Pronto para embarcar de volta para casa, serão dois dias de viagem pela frente, parece muito? Nahh, estou pronto para a próxima viagem. 🌎 E aqui segue os valores das passagens para duas pessoas para cada um dos destino que totalizaram R$ 2837 1 Saída Porto Alegre para o Chui (R$ 344,20) 2 ~ 4 Chuí Uruguai para Punta del Diablo (R$ 26,00) 5 ~ 6 De Punta del Diablo para Montevideo (R$ 167,00) Montevideo para Colônia del Sacramento (R$ 98,00) 7 ~ 10 Colônia del Sacramento para Buenos Aires (R$ 373,00) Buenos Aires para Córdova (R$ 216,00) 11 ~13 Córdova para Mendoza (R$ 228,00) 14 ~15 Mendoza para San Rafael (R$ 49,00) 16 San Rafael para Mendoza (R$ 49,00) Mendoza para Buenos Aires (R$ 332) 17 ~18 Retorno Buenos Aires para Porto Alegre (R$ 955,00) Na cotação do dia 2 de Abril de 2019 sendo: 1 Peso Uruguaio vale 0,12 Real Brasileiro 1 Peso Argentino vale 0,090 Real brasileiro
  4. Tenho um mochilão da Curtlo 75L (60+15) em perfeito estado, usada apenas 2 vezes, todas as regulagens, ótima divisão interna (adaptável) e externa, ultra resistente. Vem com mochila de ataque removível de 15L. Troco por mochilão de 50L, com volta (pra mim, rs) ou não dependendo do valor. O motivo é o tamanho, que é muito grande para mim! Envio foto mediante interesse.
  5. Olá pessoal como estão? Bem há um tempo que venho me planejando para viajar e vi diversos mochilões pela internet, até que descobri esse site e gostei como tem muitas informações. Como todos nós amamos viajar nada melhor que pagar barato e conhecer novas culturas, novos países, novas línguas, e esse é o meu objetivo, conhecer o maior numero de lugares com o meu orçamento. Gostaria de ajuda e opiniões de como eu posso usar o dinheiro que tenho no momento para viajar para EUROPA. No momento tenho a possibilidade de gastar de 6 a 7 mil reais, seria uma boa grana para viajar e conhecer lugares bacanas por lá ? Desde já agradeço e estou no aguardo de opiniões e sugestões.
  6. Olá! Estou me formando esse ano (2019) e pretendo fazer mochilão pela América Latina em 2020, queria a ajuda de vocês mais experientes com algumas coisas: -Saco de dormir, barraca e isolante térmico (marcas, custo/beneficio, portabilidade, etc) -Hostels -Picos legais para conhecer -quantidade de roupa pra levar (sou minimalista) Se quiser dar outras dicas, agradeço. Lembrando que não tenho data de voltar desse mochilão.
  7. INTRODUÇÃO E PREPARATIVOS para quem quiser, tem a versão mais bonitinha em PDF aqui -> RELATO TRIP - @der_wanderlust .pdf PROMESSA FEITA, PROMESSA CUMPRIDA... Fala galera mochileira e não-mochileira, Depois de ter colocado o pézinho pra fora desse Brasilzão pela primeira vez na vida na minha primeira trip internacional, me sinto na obrigação moral de retribuir a toda ajuda que eu recebi de outros mochileiros que já tinham feito esse rolê antes, e que compartilharam suas experiências de viagem, para que pessoas como eu, que nunca tinham comprado sequer uma passagem aérea antes, pudessem viver uma das experiências mais incríveis da vida: mochilar!!! Então, cumprindo a promessa que fiz antes de viajar, cá estou eu, escrevendo este relato, que também espero que inspire muitas outras pessoas a pegarem sua mochila e partirem pro mundo, porque viajar é preciso!!! RESUMÃO O clássico mochilão pelos três países, 40 dias, desembarcando em Lima, indo pra Ica, Arequipa, acampando com escoteiros do mundo todo em Cusco, depois indo pra Puno, passando por Copacabana, La Paz, fazendo a travessia do Salar do Uyuni e chegando no Atacama e descendo até a capital chilena para pegar o voo de volta para casa. Tudo realizado entre julho e agosto de 2018, rodando mais de 5.000 km, só andando de bus entre cidades (porque pobre tem que fazer o dinheiro render kkkk). E por falar de dinheiro, vamos a parte interessante. João, quanto custou essa brincadeira toda? Pois bem, vamos por partes: Comida, transportes, hospedagens e passeios fora do acampamento (30 dias) R$ 4743 (1000 euros) Lembrancinhas e bugigangas pra família toda R$ 667 (parte em dólar, parte em reais) Passagens Áereas (Londrina-Lima/Santiago-Londrina) R$ 1476 (em reais mesmo) Acampamento em Cusco (10 dias, tudo incluso) R$ 1409 (exclua isso da sua planilha) Chip Internacional EasySIM4U R$ 120 (e ganha 6 revistas super tops) Seguro Viagem (40 dias) R$ 110 (economizei 500 dólares com ele) Excluindo o monte de blusa, chaveiro, cobertor, poncho que eu comprei lá (tudo é muito barato no Peru e na Bolívia), foram R$ 7850 tudinho mesmo. O que mais me pesou foram as passagens aéreas, por eu ter que sair do meu país Londrina-PR (pequena Londres com preços de Suíça), que só tem um aeroporto regional, as passagens saíram uns 300 reais mais caras do que se saísse de Guarulhos, só que ai gastaria com ônibus até São Paulo e no fim das contas daria na mesma. Então, considerando os 30 dias que eu estava na viagem “regular”, ou seja, que eu não estava acampado, minha média foi de R$ 163 por dia (alimentação, passeios, ingressos, hospedagem e transporte). Saiu um pouco caro, mas muito mais barato do que se eu tivesse ido de pacote de agência de viagem que se vende aqui no Brasil. O ROTEIRO O roteiro eu mostro detalhado aí embaixo com o mapa do My Maps (usem o My Maps, é muito bom pra quando você está planejando que lugares quer conhecer, ver quais cidades são próximas, quanto tempo de deslocamento e coisas assim). O roteiro por cidades ficou desse jeito: 20 jun – Londrina/Lima 21 jun – Lima - (City Tour) 22 jun – Lima/Ica - (Miraflores) 23 jun – Paracas/Huacachina - (Reserva Nacional e Islas Ballestas) 24 jun – Arequipa - (City Tour) 25 jun – Arequipa - (Trekking Canion del Colca) 26 jun – Arequipa/Cusco - (Trekking Canion del Colca) 27 jun/05 ago - Acampamento Vale Sagrado 06 ago – Cusco - (Maras e Moray) 07 ago – Cusco - (Dia no Hospital) 08 ago – Cusco/Águas Calientes - (Trilha hidrelétrica) 09 ago – Machu Picchu - (Huayna Picchu) 10 ago – Águas Calientes/Cusco - (Trilha de volta) 11 ago – Cusco - (Montanha Colorida) 12 ago – Cusco - (Laguna Humantay) 13 ago – Cusco/Puno - (Mercado San Pedro) 14 ago – Puno/Copacabana - (Islas Flotantes de Uros) 15 ago – Copacabana/La Paz - (Isla del Sol e Isla de la Luna) 16 ago – La Paz - (City Tour) 17 ago – La Paz - (Downhill Estrada da Morte) 18 ago – La Paz/Uyuni - (Chacaltaya e Vale de la Luna) 19 ago – Uyuni -(Salar 3 dias) 20 ago – Uyuni - (Salar 3 dias) 21 ago – Uyuni/San Pedro de Atacama - (Salar e Vale de la Luna) 22 ago – San Pedro de Atacama - (Lagunas Escondidas e Tour Astronomico) 23 ago – San Pedro de Atacama/Santiago - (Geyseres del Tatio) 24 ago – Santiago - (1700 km rodados pelo Chile) 25 ago – Santiago - (City Tour) 26 ago – Viña del Mar/Valparaíso - (Bate e volta) 27 ago – Santiago - (Cajón del Maipo) 28 ago – Santiago/Londrina Quando eu sai do Brasil, planejava ficar mais dias em Huacachina e menos em Arequipa, planejava fazer o tour do Vale Sagrado Sul em Cusco, assim como outros passeios em San Pedro de Atacama, mas como não viajei com o roteiro amarrado, ou seja, não tinha comprado passagem de bus nenhuma, nem reservado passeios ou hostels (exceto por Machu Picchu), pude muda-lo na hora, seja por amizades que fiz no caminho, ou por perrengues como o dia 07/08 que eu passei no hospital (isso eu conto depois). Por isso eu não recomendo comprar nada daqui do Brasil, nem reservar passeios, nem passagens de ônibus, nem hospedagem, tudo você consegue lá na hora, pechinchando e barganhando, assim você consegue preços melhores e não fica com o roteiro amarrado, você tem mais flexibilidade caso mude de ideia ou aconteça alguma coisa. Não tem segredo, tem que pesquisar, na internet, em blogs de viagens, no Mochileiros.com, em relatos de quem já foi, no meu caso, peguei um roteiro de 20 dias num blog, e fui adaptando, adicionando cidades e passeios, vendo os ônibus e hostels que eu poderia usar. Para os passeios, eu procurava nos relatos do Mochileiros.com e via as agências que a galera recomendava e já ia anotando o nome e o preço que pagaram pelos passeios. Para a hospedagem, eu procurava no Booking.com o nome da cidade, ordenava pelo menor preço, e ia vendo as avaliações da galera, se tinham curtido o lugar, mas sem reservar nada, só anotava o nome, o preço da diária, e quando chegava na cidade, ia direto nele (muitas vezes reservava o hostel pelo Booking quando chegava na cidade, pra não ter que pagar em caso de cancelamento). Para os transportes entre cidades, procurava no Rome2Rio as empresas que faziam o trajeto, o preço médio das passagens e já deixava anotado, mas também comprava só quando chegava na cidade, teve alguns que deixei pra comprar no dia da viagem mesmo. Para a alimentação, era na raça mesmo, perguntava para os locais mesmo onde tinha lugar bom e barato para comer, mas para planejamento, calculava R$ 40,00 por dia com comida. Tinha vez que gastava R$ 10,00, tinha dia que gastava R$ 50,00, mas fome não passava kkk. QUANTO LEVAR? Depois de definir o roteiro, ia anotando numa planilha no Excel mesmo, o roteiro por dia, os preços médios dos passeios, dos ônibus, das hospedagens, mais uns R$ 40,00 por dia pra comer, somei tudo e levei uns 20% a mais, só pra garantir. Funcionou bem, pelas minhas contas, eu precisava levar 1400 euros, trouxe 400 de volta, que já estão guardados para a próxima trip. Mas ainda levei meu cartão de crédito internacional, já desbloqueado para operações no exterior, só para uma possível emergência. Felizmente não precisei usá-lo. PREPARATIVOS Passagens Aéreas As duas piores partes da viagem são: comprar passagens aéreas e comprar moeda estrangeira, porque independentemente do quanto você pesquisa, parece que sempre você tá perdendo dinheiro. As passagens eu recomendo comprar uns 4 ou 5 meses antes da viagem. As minhas, comecei a procurar em janeiro, comprei em março, pra uma viagem para julho. Como eu tinha definido o roteiro primeiro, sabia que queria chegar por Lima e sair por Santiago, então procurava em todos os sites de busca possível na vida. Usei a opção “Múltiplos Destinos” ou “Várias Cidades”, passagens Londrina-Lima (20/07) e Santiago-Londrina (27/08), o Skyscanner tinha os melhores preços, mas ainda assim estava meio caro (R$1600). No site da Latam, Avianca, tudo acima de R$1800. Aí por acaso eu fui andar no centro da cidade um dia e passei em frente a agência da CVC, estava com sede, aí pensei, vou entrar, fingir que quero um orçamento e tomar uma água né? Tinha certeza que na agência de turismo seria o lugar mais caro. A atendente fez a busca no sistema dela, aí me disse: “R$ 1500 e pouco com bagagem despachada”, e eu: “como assim???? Mais barato que no site da Latam”. Acabei comprando lá, e como paguei a vista, teve um descontinho lá e saiu por R$1476 (comprei a passagem em março, minha viagem era em julho). Depois, de vez em quando eu olhava nos sites de busca e o preço não abaixava mais, então acredito que peguei a passagem com o preço mais barato possível kkk. A única coisa, é que em junho, a Latam trocou as escalas do meu voo de volta, ai a CVC me ligou para avisar que se eu voltasse no dia 27/08, teria uma escala noturna gigante no Rio de Janeiro, e acabaria chegando no dia 28/08, então ela me propôs voltar dia 28/08 num voo que eu pegaria escalas menores e chegaria no mesmo dia. Aceitei, o que foi a melhor coisa, porque ganhei um dia extra no fim da viagem. Chip Internacional Vou ser bem sincero, eu queria muito não ter comprado, mas como estava com tudo sem reservar, não conhecia nada, e queria dar um up no meu Instagram, fazer uns stories legais e postar tudo (pobre quando viaja tem que mostrar pra meio mundo, né?), e ainda por cima apareceu uma promoção da Revista Aprendiz de Viajante, que na compra de 6 revistas por R$ 120,00, de brinde ganhava um chip da EasySIM4U, com 4G ilimitado por 30 dias em todos os países, acabei comprando, não me arrependo, a internet funcionou muito bem mesmo, nas cidades, em alguns passeios, até em Machu Picchu funcionava, só no Salar do Uyuni que não tinha sinal nenhum. Também é possível comprar os chips nos países, não custa caro, mas tem que por crédito, troca o número, e tem franquia limitada, além de trocar o chip sempre que troca de país. Esse chip internacional funcionou nos 3 países, mas não servia pra ligações, apenas dados móveis. Além disso, como viagem era de 39 dias, e o chip só funcionaria por 30 dias, coloquei sua data de ativação para a partir do 9° dia, assim teria internet nos últimos 30 dias. Nos primeiros dias teria que me virar pedindo “la contraseña del wifi”. Usar chip brasileiro no exterior é pedir para pagar absurdos no fim do mês. Moeda Estrangeira Essa parte é com certeza a mais complicada, como levar dinheiro para a viagem? Reais, dólar, euro, cartão internacional, tele sena? Primeiramente, o cartão, mesmo sendo mais seguro, cobrava muitas taxas, fora os impostos que eram altíssimos para uso no exterior, além disso, muitos lugares não aceitam, então já risquei da minha lista. Bem, a moeda do Peru é o Novo Sol (S/)(PEN), da Bolívia é o Boliviano (Bs.)(BOB), e do Chile é o Peso Chileno ($)(CLP), por serem moedas “fracas”, suas cotações para compra no Brasil são as piores, então, ou compre dólar/euro no Brasil para trocar lá, ou leve real e troque lá. No meu caso, depois de muitas contas, cheguei à conclusão de que compensaria levar dólar ou euro, ao invés de reais. Para saber se compensa é só usar a formulinha que eu desenvolvi kkk (Quanto consigo em Soles levando Dólares) / (Quanto consigo em Soles levando Reais * Preço do Dólar em Reais) Se essa conta for maior do que 1, leve dólar, caso contrário, leve reais. Essa fórmula serve para todas as outras moedas, substituindo Soles por Bolivianos, Pesos, ou qualquer outra moeda fraca. Também pode ser substituído o Dólar por Euro, ou Libra, ou outra moeda forte. País Peru Bolívia Chile Real 0,77 PEN 1,65 BOB 152 CLP Euro 3,80 PEN 8,00 BOB 753 CLP Dólar 3,25 PEN 6,90 BOB 650 CLP As cotações estavam assim, então preferi comprar euros. No Banco do Brasil a cotação estava melhor que nas casas de câmbio, e para funcionários, não é cobrada a taxa de operação, então se você tem algum parente ou conhecido que trabalhe lá...#ficaadica. Enfim, comprei 1400 euros por R$4,72 para levar, depois comprei mais 250 dólares por R$4,04, e na véspera, minha tia ainda me deu mais R$300 para comprar um poncho de lhama kkk. Toda essa grana devidamente guardada num saquinho de plástico com um papelão no meio para não amassar, dentro de uma doleira que eu usava amarrada na coxa (na cintura é muito manjada) por baixo da calça, com medo de alguém roubar aquilo assim que eu saísse do aeroporto. Importante, não dobrar as notas de dólar ou euro, lá eles são bem chatos com isso. Voltei para casa com R$200,00, 400 euros e 20 dólares. Seguro Viagem Aproveitei a Black Friday de 2017 e comprei o seguro viagem da Allianz Mondial, por R$109, plano América do Sul Standart, para 30 dias, estava com 50% OFF. Aí, em março, quando comprei a passagem para mais de 30 dias, liguei lá, expliquei a situação, aí cancelaram minha apólice, devolveram todo meu dinheiro, e fizeram uma nova apólice de 40 dias por R$110, pasmem. E pelo menos no meu caso, não foi um gasto, foi um investimento muito bem usado. Certificado Internacional de Vacinação Essa porc%#** desse certificado, teoricamente é obrigatório para entrar na Bolívia ou Amazônia Peruana, aí todo mundo se mata pra conseguir, tendo que ir em algum posto da ANVISA para tirar (é de graça), aí chega na hora da viagem e ninguém nem pede (ninguém me pediu). Mas é a famosa Lei de Murphy, se você viajar sem, tenha certeza de que te pedirão, então não arrisque, procure onde é o posto da ANVISA mais próximo da sua casa e faça esse certificado. Ingresso para Machu Picchu O famoso ingresso, como eu ia na alta temporada (junho a agosto) e queria subir a Huayna Picchu (aquela montanha que aparece no fundo de MP), tive que comprar o ingresso em abril para poder subir em agosto. Caso você não queira subir nenhuma montanha ou vá na baixa temporada, não precisa de tanta antecipação. O acesso ao parque é limitado a 2000 pessoas por dia. Pedi para um guia turístico que mora em Cusco que conheci num grupo de viagens do Whatsapp, para que ele comprasse para mim, para que eu conseguisse o desconto de estudante. Mandei foto da minha carteirinha (ISIC e normal) e ele conseguiu comprar com desconto, de 200 soles, paguei 125. Mas caso você não tenha carteirinha, pode comprar pelo site oficial http://www.machupicchu.gob.pe/, ou pode deixar para comprar lá em Cusco mesmo. Mochilas De bagagem de mão, eu levei uma mochila de ataque de 30 L daquelas da Decathlon (comprem essas coisas na Decathlon que é top e barato), com uma pastinha com o passaporte, certificado de vacinação, passagens aéreas e minha caderneta de anotações. Já pra despachar foram: uma cargueira de 85 L da Conquista que eu já tinha há anos, com praticamente tudo dentro, além de um saco de dormir para -15° (emprestado de um amigo), um isolante térmico inflável (também da Decathlon e também emprestado de um amigo) e minha barraca Azteq Katmandu 2/3. Para não despachar esse monte de coisa amarrado e correr o risco de perder tudo ou alguém enfiar drogas na minha mochila cheia de zíperes (minha mãe assiste aquelas séries de aeroportos no NetGeo e ficou morrendo de medo kkk), eu pedi pra um amigo que trabalha com tapeçaria e ele costurou um saco para colocar tudo dentro e com um zíper só para poder passar um cadeado e deixar a mãe tranquila (ficou parecido com uma bolsa de academia). O que levar? Para detalhar melhor, tá aí uma lista completinha de tudo que eu levei: · 1 bota impermeável (Yellow Boot Timberland), 1 tênis (All Star velho), 1 par de chinelos e 1 par de alpargatas. · 2 toalhas de banho (1 normal e 1 daquelas da Decathlon que seca rápido) e 1 toalha de rosto, Kit banho (shampoo, condicionador, sabonete e bucha). · 1 estojo (pasta, escova, fio dental, desodorante, perfume, repelente). · Hidratante e protetor labial (levem, senão a boca e o rosto de vocês esfarelam no deserto). · 4 calças (2 jeans, 1 de sarja com elástico e 1 de moletom) e 2 bermudas (1 jeans e 1 de praia). · 8 camisetas. · 12 cuecas e 7 pares de meia. · 2 camisetas segunda pele. · 3 blusas (2 de lã e 1 de moletom). · 1 casaco impermeável corta-vento (R$199 na Decathlon, melhor investimento). · Pacote de lenços umedecidos. · Remédios usuais (antialérgico, sal de fruta, band-aid, para dor de garganta, Dramin) · Pasta com os documentos. · Doleira com a grana (dólar e euro). · Carteira com a grana trocada, cartão de crédito internacional para emergências, carteirinha de estudante. · Celular, carregador, fones de ouvido, bateria extra, adaptador. · 2 cadeados e algumas sacolinhas plásticas. · Caderneta e caneta. · 1 óculos de sol e relógio de pulso. · 1 rolo de papel higiênico. · 1 pacote de paçoca rolha e 1 saco de bala de banana (pra fazer a alegria da gringaiada). Me arrependi de levar tantas blusas porque lá acabei comprando mais (Mercado São Pedro em Cusco é sucesso), luvas, toucas e cachecóis não compensa levar daqui, porque lá tem mais bonitos e mais baratos. Devia ter levado e acabei me esquecendo, protetor solar, lá é caríssimo, aí tinha que ficar pedindo emprestado pros outros, e não esqueçam que nos Andes o Sol é mais forte, fora o vento e a secura do ar, então levem creme, hidratante para o rosto e lábios porque vão usar e muito! DIÁRIO DE BORDO Nos capítulos seguintes, vou contar como que foram os passeios, dia por dia, tentei lembrar e ser o mais fiel possível com todos os fatos passados, contando os perrengues, minhas impressões, também tentei contar tudo do modo mais descontraído que eu consigo ser (uiii ele é superdescontraído ele hehe). Coloquei algumas fotos para tentar ilustrar o que eu vivi, os lugares por onde passei, a grande maioria delas foi tirada do meu celular mesmo, como não tenho câmeras profissionais, nem GoPro, tive que me virar nos trinta com meu Galaxy S7 Edge, mas felizmente, a câmera dele é bem razoável, algumas poucas fotos, lá na parte do Atacama, foram tiradas com um iPhone X de um desconhecido que eu pedi para tirar do celular dele, porque o meu estava sem bateria e ele me mandou pelo Whatsapp depois. O relato em si acabou ficando mais longo do que o planejado, então, caso você não esteja com muita paciência para ler tudo, ou queira só um resumo, no final de cada dia eu coloquei um quadrado cinza com todos meus gastos diários, nome das empresas de bus, de algumas agências, dos hostels onde fiquei hospedado. Além disso, coloquei também algumas caixas coloridas com informações importantes em destaque, deem uma olhada nelas. Do mais, é isso, espero que curtam, e qualquer coisa, pergunta, dúvida, me chamem no Instagram @der_wanderlust que eu respondo com o maior prazer. Bora lá!!!
  8. A questão é tempo e dinheiro, venho pesquisando e o Peru fica ruim por dois 3 motivos Pousando em Santa cruz de la sierra e decolando de lima fica caro (lima x Recife) Peru é caro, praticamente 1 sole x 1 real E de Puno ou Copacabana até vales sagrados e depois lima .. fica puxado e caro! Já Chile : Não é muito viável conhecer UYUNI e depois ir para o Atacama, mesma coisa praticamente e um País caro tbm... Conhecer apenas bolivia, sairia muito barato, e conheceria com pouco tempo. Porém é o investimento p fazer apenas um país!
  9. Fala galera, Já está programado uma viagem minha de mochilão para julho em que vou para Uruguai, Argentina e Chile durante 23 dias e sempre hospedando em hostels. E estou lendo muito ultimamente sobre a questão de mochila e o que levar, etc. Estou com muita dúvida em qual tipo de mochila cargueira comprar, apenas vi que o que me atenderia seria entre 50 e 60 litros. Gostaria de saber se alguém tem sugestões de mochilas cargueiras como uma qualidade boa, mas que não seja tão cara. Meu orçamento pra esse tipo de gasto está na casa dos R$300. Alguma recomendação?
  10. Boa tarde, vou para a Tailândia em dezembro e terei 18 dias, alguém tem roteiro que eu possa fazer nesses dias e os melhores lugares? quanto mais ou menos eu gastaria para esses dias... obrigada
  11. Muito se discute qual a diferença entre uma viagem comum e um mochilão. Opiniões a parte, vou detalhar aqui como eu planejo minhas viagens e mochilões. Lembrando que este é meu modo, e que obviamente varia de pessoa para pessoa. DESTINO Os destinos das minhas viagens aparecem em minha vida das mais diversas formas: vejo fotos ou vídeos na internet, leio sobre iniciativas locais, e assim vai. Geralmente eu escolho um ponto turístico que quero muito ir, então pesquiso sobre a cidade/estado/país, vejo outros pontos turísticos próximos, cidades próximas, e então monto uma lista de lugares a visitar que julgo os com melhor custo benefício. Exemplo: Se meu sonho é conhecer o Cristo Redentor no Rio de Janeiro, ele pode ser meu ponto de partida. Então vejo outros pontos turísticos de lá, como o Pão de Açúcar, Pedra do Telégrafo, Parque da Laje, Museu do Futuro, Mirante Dona Marta, e assim vai. De um ponto de interesse, eu pesquisei coisas próximas, e montei a base do que vou visitar. PASSAGEM Sabendo para onde quero ir, pesquiso sobre como vou para o destino. Caso tenha possibilidade e disponibilidade (tempo), eu pesquiso primeiro passagens de ônibus, e verifico se a economia é suficiente para justificar o tempo que iria gastar na viagem. Por exemplo: ir de ônibus para a Bahia leva tanto tempo, que compensa mais ir de avião. Sem contar que o ônibus para lá nem é tão barato assim, e é possível encontrar boas promoções de passagens aéreas. E as vezes nossas folgas são tão curtas, que perder um dia e meio em um ônibus, pode sacrificar vários passeios no local. Eu pesquiso primeiro em algum site que compara preços, como o Decolar. Achando a passagem que quero, vou diretamente no site da companhia e compro lá mesmo. Assim, evito as taxas que esse site de site cobra. Caso eu tenha disponibilidade de dias, sempre verifico se não fica mais barata ir um dia antes do planejado, ou voltar um dia depois. As vezes essa mudança gera uma economia de centenas de reais. Nessa tabela podemos ver um exemplo do que falei. Indo sábado, dia 02 de março de 2019, e voltando na terça, dia 05, você pagaria 1567 reais. Já indo dia 4 e voltando dia 8, o valor cai para 812 reais! Em 2017 fui para uma comunidade alternativa na Bahia chamada Piracanga, e com essa técnica paguei 400 reais na passagem de ida e volta! HOSPEDAGEM Com o destino escolhido, e a passagem comprada, agora vou atrás de um lugar para ficar, de acordo com a grana que tenho, e com a experiência que desejo ter. Eu gosto muito de natureza, e tento integrar minha hospedagem com ela. Pesquiso no AirBnb cabanas de madeira, casas em meio a floresta, casas na árvore, etc. Também me agrada muito ficar em Hostels (albergues), pois a integração com outras pessoas é enorme! Você conhece outras realidade, países, pessoas, culturas, além de treinar sua inglês, espanhol... E os preços dos hostels costumam ser bem atrativos, deixando a viagem mais barata, podendo-se até fazer passeios a mais, pois você gastou menos com hospedagem. Recentemente fiquei nesta casa na árvore, pelo AirBnb. Ela tinha café da manhã, uma vista linda, e dividi a casa com os moradores. Conversamos sobre vários assuntos, conheci a vida deles, eles a minha, e tive uma interação maior com pessoas e com o local, pois os locais sempre dão dicas do que visitar da região. Em hostels eu costumo ligar ou mandar e-mail diretamente para eles, pois qualquer taxa que eles paguem para o site de reserva pode virar uma economia. Quando fui para o Chile, pesquisei um hostel que era uma casa de madeira em meio a uma vegetação, e fiquei encantado. Liguei para lá sem falar nada de espanhol, e depois de alguns minutos, já estava com a reserva feita. As pessoas são bem solícitas, e tentam de toda forma ajudar quem precisa. Exemplo do Booking, site onde você pode pesquisar pela data e destino, e receber indicações de hospedagem: Uma experiência no AirBnb: COMPILANDO AS INFORMAÇÕES Agora você já tem um destino, um local para dormir, e sabe como vai chegar até lá, mas ainda falta muita coisa! Chegando no aeroporto, como você vai até o local de hospedagem? Alguns hostels, pousadas, ou hotéis, possuem convênio com serviços de transfer, que te buscam no aeroporto ou rodoviária. Caso você queira um serviço desse (mais caro que um ônibus ou metrô), deve conversar com o estabelecimento, e contratá-lo. Eu busco sempre uma alternativa mais barata, já peguei carona, fui de taxi, uber, ônibus comum, fui a pé, mas em uma determinada situação, eu precisava estar no aeroporto 6 da manhã. Contratei então o transfer, uma van que passou em diversos hotéis e pousadas, pegando as pessoas para deixá-las no aeroporto. O próximo passo é separar as atividade por dia! Essa ordem de atividades deve ser feita com um critério muito simples: distâncias. Se na parte da manhã você vai em uma praia, que ao lado dela exista um lugar que você quer almoçar, marque para a tarde algo próximo. E deixe para o próximo dia algo que fique mais distante de lá. Assim você economiza o tempo e dinheiro do deslocamento. No próximo dia faça o mesmo, em outra região. Tudo pode ser consultado pelo Google Maps, assim você mede as distâncias, e faz mais por menos. Exemplo de roteiro em São Paulo: Dia 1 - Café de manhã no Hostel, caminhada no Parque Trianon e avenida Paulista, almoço na Rua Augusta, a tarde vai até o Beco do Batman, suco em algum local próximo, e depois Praça do por do Sol. Dia 2 - Café da manhã no Hostel, museu da imigração na parte da manhã, almoço do Mercado Municipal, e depois atravessar a rua para visitar o Museu Catavento. E assim vai o restante dos dias. Atrações próximas criam a possibilidade de ver mais coisas em sua viagem! ECONOMIA Algumas formas de economia nas viagens: No caso de AirBnb e Hostel, pelo menos algumas vezes durante a viagem, eu cozinho minha própria comida. Isso gera uma economia de dinheiro, e depois posso gastá-lo com outros passeios, comer em algum lugar mais caro, ou mesmo viabilizar a própria viagem, pois em alguns casos eu já fui planejando cozinhar, ou então eu não poderia ter viajado. Compre os ingredientes no mercado e use a cozinha comunitária. Geralmente eles já possuem sal, óleo, e outras coisas básicas. TRANSPORTE DURANTE A VIAGEM Para ir de uma atração a outra, caso não seja possível ir a pé, você terá que pegar um transporte. Em alguns países existem cartões que você pode recarregar e pegar ônibus e metrô. Em cidades maiores o Uber está presente, e se torna uma opção barata, mas atenção para as cidades que o serviço é proibido, e pegá-lo mesmo assim pode complicar sua viagem, caso seja pego. Cartão de Santiago - Chile. PREVISÃO DO TEMPO Embora seja algo que não podemos planejar, podemos usá-la a nosso favor para minimizar os transtornos que uma chuva pode causar. Por exemplo: No dia 1 você vai a um museu, e nesse dia a previsão é de Sol. No dia 4 você vai fazer uma trilha, mas a previsão é de chuva. Você pode inverter os passeios, e assim aproveitar os dois! Exemplo de roteiro visual: Dicas gerais: Verificar feriados locais, pois pode ter muita coisa fechadas nessas datas. Buscar cardápios de restaurantes na internet, isso pode poupar tempo e dinheiro, pois se for mais caro do que você deseja, você nem vai. Baixar aplicativos que podem ajudar a sua viagem: previsão do tempo, uber, bla bla car, app da companhia aérea (fazer checkin antecipado), etc. Caso seja um país de outra religião diferente da sua, verificar se você não vai desrespeitar costumes. Por exemplo, na Tailândia você não pode ter uma tatuagem de uma cabeça de Buda. Verifique se a cotação para trocar o dinheiro é melhor no destino. Trocar no Brasil quase sempre não é vantajoso. Verifique sem o país pede alguma vacina, como febre amarela. A maioria das vacinas precisa ser tomada alguns dias antes da viagem, e se você esquecer e tomá-la no dia anterior, ainda assim não poderá embarcar. Para países do Mercosul você pode viajar somente com RG recente. Não vale CNH, somente o RG. Agora é hora de fazer se roteiro e viajar! Good trip! *Eu fiz esse post originalmente para o meu blog de viagens, mas postei aqui porque ele pode ajudar muito mais pessoas do que o meu blog consegue alcançar*
  12. Fala pessoal, tudo certo? Estou fazendo i mochilao pelo Brasil, sem grana. Comecei a 01 mês, sem grana nenhuma. Com uma mochila convencional ainda e sem barraca, agreguem dicas 💙🌎
  13. _______________________________ D E T A L H A M E N T O _________________________________________ Foram 10 dias de viagem cruzando o Chaco Argentino, a Cordilheira dos Andes, Salinas Grandes de Jujuy e o Deserto do Atacama, o mais árido do mundo. CUSTO TOTAL: R$1.800,00 (mil e oitocentos reais) ________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO ________________________________________________________________________________________________ HOSPEDAGENS 1º dia: NADA - Barraca no Posto em Foz do Iguaçu 2º dia: 400 pesos ARG - Hostel Catedral em Corrientes 3º dia: NADA - Barraca no Posto YPF em Taco Pozo 4º dia: 350 pesos ARG- Hostel Don Tomáz em Purmamarca 5º dia: 15.000 pesos CHI - Hostel Mirador em San Pedro de Atacama 6º dia: 6.500 pesos CHI - Hostel Pampaloja em Antofagasta 7º dia: 150 pesos ARG - Barraca no Camping La Reliquia em Purmamarca 8º dia: 400 pesos ARG - Hostel Catedral em Corrientes 9º dia: 28 reais - Hostel Beija Flor em Foz do Iguaçu ________________________________________________________________________________________________ ALIMENTAÇÃO Nessa viagem levamos diversas coisas e praticamente não comemos "na rua". Na nossa lista de comida tinha Arroz, Feijão, Atum, Salada Seleta, Salame, Macarrões, etc, etc, etc. Levei o fogareiro e nem terminamos a primeira lata de butano. Em todo Hostel tem uma cozinha. Segue uma lista detalhada: - Arroz - Feijão - Atum - Salame - Salsicha - Salada - Macarrões variados - Barras de Cereais - Bolinhos de Chocolate - Nescau - ClubSocial ____________________________________________________________________________________________ COMBUSTÍVEL E PEDÁGIO Infelizmente não registrei os abastecimentos portanto não sei quanto gastei com isso. Uma única vez consegui fazer a média e estava em 30km/L, porém um valor nada confiável... Lá os frentistas não abastecem até onde você quer. Eles decidem qual é o máximo e ai de você de falar alguma coisa. KKKKK. Alguns colocam até a "redinha", outros até quase vazar. O que posso dizer é que o preço médio na Argentina é de 48,9 pesos argentinos o litro e no Chile paguei 774 pesos Chilenos na 93 octanas e 817 pesos chilenos na 95 octanas. No Chile ainda tem pedágio, 900 pesos pra ir e 900 pra voltar à Antofagasta. No Brasil quase 130 reais apenas de pedágio. Acho que é isso. Qualquer coisa é só perguntar que eu respondo se souber. ______________________________________________________________________________________________ Mais vídeos de Viagens, Passeios, Cursos, Dicas, Acessórios e outras coisas mais: https://www.youtube.com/thiagoguido Outros detalhamentos: https://www.facebook.com/guidaodemoto/
  14. Bom dia, estou planejando um mochilão sozinho para o Sul, e não pretendo gastar muito. Estou com a passagem de avião comprada para Porto Alegre (RS), e vou partir de Campinas (SP) dia 09/04. A ideia é subir passando pelas cidades de ônibus até chegar em Florianópolis (SC). Até o momento estou pesquisando o que fazer em Porto Alegre e depois em Gramado (RS). Mas depois de Gramado estou em dúvida de quais as melhores opções, até porque estarei a pé, e vi que tem muitos rolês legais, como Cambará do Sul (RS), que são melhores de carro _ e pegar carro não é uma opção. Quem puder me ajudar com dicas, seria muito grato =D
  15. Dica de alguma bagagem de mão estilo mochilão que se encaixe nas medidas 55x35x25? E que seja bem otimizada também?
  16. Entre Setembro e Outubro de 2018 viajei para a Turquia, Balcãs e Europa Central. Meu roteiro foi esse: Goreme - Istambul - Bucareste - Sófia - Belgrado - Budapeste - Varsóvia - Cracóvia - Praga. Farei o relato de toda viagem, mas em partes. Neste falarei de GOREME/CAPADÓCIA. LEGENDA USD - Dólar Americano EUR - Euro BRL - Real Brasileiro TRY - Lira Turca Goreme é uma linda e simpática cidade localizada na região da Capadócia, Turquia. Muito viajantes usam essa cidade como ponto de apoio para realizar seus passeios na região. A cidade possui uma boa infra estrutura: vasta rede de hotéis e pousadas, restaurantes, bares, casas de câmbio e agências de turismo. Contratei a empresa Happy Capadócia que fez tudo pra mim: dos transfers, passeios às pernoites num Cave Hotel. A Roseli (brasileira que vive lá há 5 anos) foi quem me atendeu e ela foi super legal e atenciosa. Quem for pra lá, recomendo entrar em contato com eles e pedir um orçamento. Fechei tudo por 320EUR 1º Dia de Viagem: SP -> Istanbul -> Goreme (7 a 8 de Setembro de 2018) Meu vôo saiu de SP e fiz uma escala em Roma antes de chegar no aeroporto de Ataturk, em Istanbul. Goreme fica à 750km de Istanbul. Até dá pra ir de ônibus, mas é melhor pegar um vôo até a cidade de Kayseri, que fica à 70km de Goreme. Eu paguei 694TRY nos vôos de ida e volta (Ataturk - Kayseri) pela Turkish Airways. Fui chegar em Kayseri às 23h do dia 8 de Setembro. Havia uma van me esperando que também levou outros passageiros Me deixaram no Eliseé Cave Hotel era mais de 1h da manhã. Tomei banho e dormi. 2º dia de viagem: Goreme (9 de Setembro de 2018) Acordei às 4h45 da manhã e às 5h10 a van da agência Urgup já estava na porta do meu hotel para fazer o passeio de balão. Nos levaram até um lugar que os grupos que iam em cada balão e nos serviram um café da manhã café, chá, fatias de bolo pronto e pão. Simples mas muito gostoso. Deixamos a agência às 5h45 e fomos até o local da decolagem dos balões. Decolamos às 6h éramos em 17 pessoas: 16 passageiros e o piloto. Foi sem dúvida um dos passeios mais incríveis que eu já fiz em toda a minha vida. É impressionante ver toda aquela quantidade de balões decolando ao mesmo tempo, subindo devagar de forma organizada. A vista fica ainda mais linda quando o sol nasce e ilumina as montanhas e os outros balões que nos acompanhavam. Depois de 1h10 aterrizamos e nos serviram um champagne pra brindar o final do passeio. PASSEIO DE BALÃO Por volta das 8h me deixaram de volta em meu hotel. Fui tomar um café da manhã mais “reforçado”: queijos, salsicha, um tipo de “mortadela” que eu não sei o nome mas é muito boa, ovos, pães, coalhada… Tb tinha cereais, frutas e até salada de pepino e tomate. Tomei tb um café com creme e suco de laranja. Por volta das 9h30 passaram pra me levar ao GREEN TOUR. Éramos em umas 10 pessoas em uma van. Fizemos a primeira parada num mirante com um vale e várias lojas de artesanato local. Por volta das 10h30 seguimos para a CIDADE SUBTERRÂNEA. MIRANTE DO VALE A Cidade Subterrânea foi encontrada por acidente pelos fazendeiros da região nos anos 60. Ela tem vários túneis, salas, quartos e até estábulos debaixo da terra e 10% está aberto ao público. Descemos por mais de 100 degraus e 40 metros. Havia lugares que mal passava uma pessoa. CIDADE SUBTERRÂNEA ***Dica: se vc tem claustrofobia ou qualquer tipo de incômodo de lugares fechados NÃO FAÇA esse passeio. Também não aconselho pessoas que têm qualquer tipo de dificuldade ao se movimentar a fazer uma vez que há muitas escadas.😵 Deixamos a Cidade Subterrânea e passamos pelo MONASTÉRIO, que são salas construídas em uma montanha. Na verdade a gente não ia passar lá, mas um italiano do nosso grupo disse que no programa do passeio mencionava esse monastério. Então a nossa guia resolveu nos levar lá. Mas pelo jeito ela não sabia muito sobre o lugar pq não houve explicação alguma… Depois caminhamos por uns 15 minutos numa trilha. Passamos por pontes, riachos e um pouco de mata. Ao final da trilha estava nosso restaurante. O almoço (que já estava pago) foi: sopa de lentilha, salada e prato principal (almôndega, frango ou peixe). As bebidas não estavam inclusas e eu paguei 6TRY numa coca-cola. Depois do almoço passamos por um lago e pelo mirante do PIGEON VALLEY. Depois o tour nos levou a uma loja de doces e artesanatos locais. Houve uma degustação dos doces mas eu não gostei muito (não sou muito fã de doces). Por fim passamos numa joalheria que faz o beneficiamento da pedra ONYX. Além da pedra onyx, havia também jóias de pedra turquesa. Mas era tudo muito caro. Voltei ao meu hotel as 17h30 e descansei até as 20h, quando fui encontrar com a Roseli (da agência Happy Capadócia) e uma amiga dela inglesa que era professora lá. Fomos ao restaurante FAT BOY onde comemos porções de batata, nachos e bebemos a cerveja turca EFES. Fomos muito bem atendidos pelo Nuri, simpatico garçom do restaurante. Fiquei lá até 1h quando voltei para dormir. Distância caminhada no dia: 5km 🚶‍♂️ 3º dia de viagem: Goreme (10 de Setembro de 2018) Acordei as 8h30 e fui tomar café. Às 9h20 vieram me buscar para o RED TOUR. Primeiro passamos no OPEN AIR MUSEUM que é um conjunto de cavernas onde pessoas moravam. Estimam que cerca de 300 pessoas viviam naquele lugar. Esse cálculo foi feito pelos lugares nas mesas de jantar. Há também igrejas e capelas, todas elas com referências à Jesus e seus apóstolos. Uma dessas igrejas, a DARK CHURCH, tem que pagar 10TRY para entrar. OPEN AIR MUSEUM De lá nos levaram a uma loja de cerâmica onde nos mostraram o processo de fazer os potes, vasos, etc. Deixamos a loja e fomos a um restaurante almoçar, que também já estava incluso no tour. O restaurante era bem melhor que o anterior e era buffet: havia muitas opções de pratos quentes, saladas e doces. Paguei a bebida à parte: 7TRY a pepsi lata. Do lado de fora do restaurante tomamos um chá turco (2,50TRY). Seguimos para o IMAGINATION VALLEY que tem esse vale pq vc precisa usar a sua imaginação para ver alguns formatos nas formações rochosas. Tem “camelo”, “chapéu do Napoleão”, etc… IMAGINATION VALLEY Depois fomos ao FAIRY CHIMNEY que são formações rochosas tão peculiares que os antigos achavam que foram feitas por fadas. FAIRY CHIMNEY ***DICA: Não esqueça de passar protetor solar! Esses passeios são todos ao ar livre e o sol lá é muito forte!🌞 Por fim passamos no CASTLE que são mais moradias esculpidas nas montanhas e seu formato lembra um castelo. Voltamos as 15h45 pra Goreme. Me deixaram no centro da cidade e passei num mercado pra comprar uma cerveja EFES (lata 500ml) por 9TRY.🍻 Voltei ao meu hotel e descansei até as 17h30, quando passaram pra me levar ao ATV TOUR, ou “passeio de quadriciclo”. Nos levaram até a saída da cidade, onde estavam os quadriciclos. ATV - ALL TERRAIN VEHICLE Haviam vários grupos, cada um com seu guia. Alguns tinham 10 ou 15 pessoas. Mas no meu só tinha eu e um casal de italianos. Cheguei a pegar 60km/h e fomos seguindo um guia que pilotava uma moto tradicional. Primeiro paramos no SWORD VALLEY, que leva esse nome pq lá os soldados treinavam lutas com espadas. Depois seguimos para o ROSE VALLEY onde havia um belo mirante e uma loja de comida, bebida e artesanatos. ROSE VALLEY Por fim fomos até outro mirante onde haviam muitos turistas, todos se “acotovelando” para ver o pôr do sol. Por volta das 19h seguimos de volta à cidade. Chegando lá passei novamente no mercado e comprei 2 cervejas: 1 Bomonti (7TRY) e 1 Efes Malte (8TRY). Cheguei ao meu quarto, tomei as cervejas e comi um salgadinho que tinha comprado no aeroporto. Descansei até umas 21h e fui para o bar ONE WAY. Lá encontrei novamente a Roseli e tomei 3 cervejas TOUBORG (22TRY cada). A Zoey (inglesa amiga da Roseli) chegou mais tarde e vimos na TV a seleção de futebol da Turquia vencer a Suécia por 3x2 de virada. Fechamos o bar as 1h e no caminho de volta ao hotel passei novamente no mercado pra comprar as “últimas” da noite: 1 EFES EXTRA e 1 EFES FIÇI (10TRY cada). Tomei as 2 cervejas e fui dormir as 2h. Distância caminhada no dia: 7,5km 🚶‍♂️ 4º dia de viagem: Goreme -> Kayseri -> Istanbul (11 de Setembro de 2018) Acordei com batidas na porta do quarto. Tinha esquecido de colocar meu relógio pra despertar e era o pessoal do transfer que ia me levar ao aeroporto! Era 9h e meu vôo saía as 11h30. Arrumei minhas coisas VOANDO e em 5min já estava dentro da VAN. Gostei muito do Eliseé Cave Hotel. Fica a menos de 10min caminhando do centro da cidade. Os quartos estavam bem limpos e o staff era muito simpático. Altamente recomendado! Já na estrada, no caminho para o aeroporto, o motorista foi informado que 2 passageiros ficaram para trás. Paramos no acostamento e depois de uns 10 minutos alguém apareceu trazendo eles. Chegamos ao aeroporto as 10h35 e fiz o check-in. Às 11h30 estava decolando e 13h30 estava chegando em Istambul. FIM DA CAPADÓCIA. Próximo relato: Istanbul
  17. Olá pessoal, sou nova aqui, espero estar postando isso no lugar certo! Estamos fazendo um projeto para a faculdade a respeito de alimentação em esportes de aventura (camping, trilha, mochilão, trekking, montanhismo, escalada e etc). Por esse motivo criamos este formulário sobre o tema: https://goo.gl/forms/gIugs0iCSDBWheAt2 Ficamos muito gratos se puderem responder e compartilhar um pouco dessa experiência de vocês! As perguntas são bem simples e vão nos ajudar a esclarecer algumas dúvidas. Se sintam livres para compartilhar o link com pessoas que também praticam esportes de aventura. Além disso, se alguém estiver disposto para uma conversa ou quiser compartilhar alguma experiência relacionado ao tema (seja ela boa ou ruim) não deixem de comentar aqui ou mandar uma mensagem para o meu e-mail: [email protected] Muito obrigada pessoal!
  18. Oi gente, vou sair para o meu primeiro mochilão e preciso da ajuda de vocês. Eu não tenho data pra voltar para o Brasil, pois quero viajar lentamente e conhecer o máximo de lugares possíveis. Quero começar pela Europa e meu primeiro destino será Portugal. Qual a melhor estratégia pra comprar a passagem sem me dar mal com a imigração ? Eu devo comprar a passagem de ida e a de volta pro Brasil, perco a passagem de volta e lá de Portugal eu compro outra passagem pra outro país? Quantos dias eu devo considerar de intervalo dessas passagens para ser factível na imigração? Ou eu compro só a passagem de ida pra Portugal e já compro uma passagem pra algum outro país (mas não sei quanto tempo vou ficar em Portugal) Ou há outra estratégia melhor pra ir para Europa? Pode parecer loucura, mas a ideia é viajar deixando o roteiro meio aberto. A viagem vai ser final de abril ou começo de maio dependendo dos valores das passagens.
  19. Fala pessoal, tudo certo? Estou em busca de parceiro ou parceira para fazer um michilão "sem rumo", porém planejado. Sou do Rio de Janeiro, estou no Piauí faz 20 dias, estou muito animado para dar um pulo no Uruguai e dar uma volta pelo nosso Brasil a dentro. Vamos trocar uma ideia, sem pré-julgamentos. Vou deixar meus contatos aqui, Whatsapp: 22 99789-2318 LinkedIn: John Honorato Couchsurfing: John Honorato Instagram: Johnhonorato0 Email: [email protected] Espero por ti! Data e demais informações, a gente decide juntos!
  20. RViana10

    Primeiro mochilão

    Fala, galera! Tudo bom? Me chamo Rafael e estava em busca do máximo de informações possíveis sobre mochilão na Europa. Li diversos tópicos aqui e vi que o custo varia muito de pessoa para pessoa, do tempo que vai ficar por lá, onde vai ficar, onde vai comer, etc... Estou planejando esse mochilão para março de 2020 com um amigo, já fiz alguns roteirinhos e gostaria de saber a opinião de vocês. Temos um orçamento entre 6.000~7.000 reais cada, para utilizarmos em toda a viagem com propósitos turísticos mesmo (e quem sabe umas comprinhas/lembrancinhas), incluindo passagens ida e volta. Seria suficiente? Pretendemos ficar no mínimo 15 dias e no máximo 25 dias. Obs.: Não seria necessariamente nessa ordem, estamos pesquisando onde encontramos a passagem mais barata para montarmos o roteiro certinho! Opção 1 - 15 dias Itália - Roma (Vaticano)/Florença/Milão - 6 dias Alemanha - Munique/Berlim/Colônia - 5 dias Holanda - Amsterdã - 4 dias Opção 2 - 20 dias Itália - Roma (Vaticano)/Florença/Milão - 8 dias Alemanha - Munique/Berlim/Colônia - 7 dias Holanda - Amsterdã - 5 dias Opção 3 - 25 dias Itália - Roma (Vaticano)/Florença/Milão - 9 dias Alemanha - Munique/Berlim/Colônia - 9 dias Holanda - Amsterdã - 7 dias A estadia em todos os lugares seriam em hostels, um lugarzinho só pra dormir mesmo. Sobre comida estávamos pensando ir em alguns lugares para provar comidas típicas, mas bem de vez em quando, sempre priorizando algo mais em conta, fazendo nossa própria comida, etc... Sobre transporte estávamos pensando em utilizar mais ônibus e trem, e logicamente a boa e velha caminhada hahahaha Gostaríamos de conhecer outros países, mas com nosso orçamento no momento fica meio difícil. Gostaria de saber o que acham, o que eu poderia mudar, retirar, acrescentar, se além desses R$7.000 eu ainda precisaria levar mais dinheiro, essas coisas. Desculpe por não dar mais informações, é a primeira vez que planejo uma viagem deste porte e estou um pouco perdido, pensei até em ir ver alguns pacotes em agências de turismo, mas acredito que quando planejamos podemos enxugar alguns custos que as agências não conseguem. Desde já, agradeço de coração toda e qualquer ajuda!
  21. Fala mochileiros! Estou montando o roteiro do meu primeiro mochilão, o clássico, Bolívia-Chile-Peru. Indo em abril (inclusive, quem quiser se juntar, só chamar no inbox!) Estou pesquisando o trajeto por ônibus e vi que a maioria dos relatos, o pessoal resolveu ir para Corumbá (MT), pegar um taxi até Puerto Quijaro (BO) e de lá pegar um ônibus ou trem para Santa Cruz (BO). No entanto, vi que tem um ônibus em Sampa que vai direto pra Santa Cruz, através da cia 'La Preferida'. Alguém já foi pra lá com essa cia? Já fizeram esse trajeto de outra forma?
  22. Olá, mochileiros. Estou planejando minha próxima viagem. Vai ser entre Maio e Junho desse ano que pensei em fazer Canadá e EUA. Já tenho em mente as cidades que eu gostaria de conhecer. No entanto não sei ao certo quanto tempo ficar em cada cidade. Já esbocei meu roteiro e ficou assim: 18 de Maio - Sábado 11h30 - Chegada à Toronto 19 de Maio - Domingo Toronto 20 de Maio - Segunda-feira Toronto 21 de Maio - Terça-feira Toronto 22 de Maio - Quarta-feira 23h55 - Saída de Toronto (ônibus) 23 de Maio - Quinta-feira 6h - Chegada a Ottawa 24 de Maio - Sexta-feira 8h - Saída de Ottawa (ônibus) 10h30 - Chegada a Montreal 25 de Maio - Sábado Montreal 26 de Maio - Domingo Montreal 27 de Maio - Segunda-feira 6h20 - Saída de Montreal (trem) 9h45 - Chegada à Quebec 28 de Maio - Terça-feira Quebec 29 de Maio - Quarta-feira 15h40 - Saída Quebec (avião) 17h40 - Chegada Chicago 30 de Maio - Quinta-feira Chicago 31 de Maio - Sexta-feira Chicago 01 de Junho - Sábado Chicago 02 de Junho - Domingo 9h10 - Saída Chicago (avião) 11h50 - Chegada à Washington 03 de Junho - Segunda-feira Washington 04 de Junho - Terça-feira Washington 05 de Junho - Quarta-feira Washington 06 de Junho - Quinta-feira 8h40 - Saída Washington (trem) 10h30 - Chegada à Filadélfia 07 de Junho - Sexta-feira Filadélfia 08 de Junho - Sábado Filadélfia 09 de Junho - Domingo 9h20 - Saída Filadélfia (trem) 10h45 - Chegada à Nova York 10 de Junho - Segunda-feira Nova York 11 de Junho - Terça-feira Nova York 12 de Junho - Quarta-feira Nova York 13 de Junho - Quinta-feira Nova York 14 de Junho - Sexta-feira Nova York 15 de Junho - Sábado 21h - Saída de Nova York e retorno ao Brasil Vc's acham que os dias são suficientes pra cada cidade? Devo ficar menos tempo em algum lugar e priorizar outros? Qualquer ajuda é bem vinda! Obrigado!
  23. [RELATO - TRILHAS NO PANAMA] Fiz essa viagem durante os dias 6/02 ao 14/02. No instagram @onetrekking tem mais coisas sobre minha viagem no Panama. Segue o relato... Dia 1 Foram 3 voos para chegar no Panama 🇵🇦, com isso consegui economizar mais de 800, assim deu pra estender a viagem e conhecer mais lugares. Dia 2 Indo para o Kalu Yala Para chegar lá saindo do Aeroporto Tocumen você precisa pegar um táxi para o Terminal La Doña, de lá pegar um “Diablo Rojo” para San Miguel e de San Miguel fazer a trilha “Suicide Hill” até o Kalu Yala . Diablo rojo são esses ônibus da foto e pra quem quiser fazer a trilha, ela está na minha conta do WikiLoc, é só fazer a trilha ao contrario, acabei gravando só a volta Dia 3 - Trilha 1 Honey Creeper foi a primeira trilha que fiz no Kalu Yala. Ela é muito bonita, pois você tem uma maior proximidade da fauna local pelo trajeto ser em mata fechada. Com apenas 1,6 kms, duração de 1 hora e ganho de 200m, ela tem dificuldade moderada por causa da falta de sinalização e ter horas que a trilha se desfaz no meio da mata Dia 3 - trilha 2 Ramon’s Pool, uma trilha bem bonita que vai para uma piscina natural, apesar de que o pessoal do kalu yala fale que ela precisa de guia não vejo a necessidade para isso. Sua distância é de 2,79 kms, dificuldade fácil e não apresenta mudança de altitude considerável (60m). Dia 3 - trilha 3 Mermaid’s Hole, trilha bem fácil que acaba numa linda piscina natural. São apenas 1k e nenhuma variação de atitude, apenas uma parte aonde você tem que atravessar o rio. Dia 4 Nesse dia me despedi do Kalu Yala, e iria chegar em El Valle Anton no fim do dia. Pra quem não conhece: Kalu Yala é uma comunidade sustentável no meio da floresta do Panama, o forte deles é o intercâmbio que dura 10 semanas e tem varias temas que são bem únicos e voltados a uma vida sustentável. O instagram deles é @kaluyala Dia 5 Acordei as 3:30 da manhã para fazer a trilha sentido Loma Grande, saimos do @bodhihostel e o @jerryfit foi o guia, nessa trilha eu vi a real necessidade de ter equipamentos para fazer trilha. Nunca tinha andando mais que 10k numa trilha, e essa foram 24k. Saimos do hostel as 4:45, e o tempo clareou aproximadamente as 7:30 porem como estava em El Valle que fica no meio da montanhas, o sol só foi aparecer e ficar forte umas 10:30, com isso ele só atrapalhou a nossa volta e não ajudou a esquentar a água que parecia gelo. Foram 24k de trilhas feitas em 9 horas, sendo que o trajeto é cheio de subidas e descidas muito íngremes, então não é recomendável ir sozinho e para quem não tem um certo preparo, pois você vai usar muito joelho. Dia 6 “Cerro Cara Iguana”, essa foi a minha sexta trilha da viagem. Esta montanha é uma reserva hídrica, a maior parte da trilha é formada por uma estrada de terra, somente no fim que você entra na mata para chegar no topo das montanhas. Estava fazendo muito vento no topo e como estava sozinho, acabei não indo no topo da última montanha. Foram 9 km de trilha, sendo que a elevação ganha foi de 368 metros e o topo chega a 923 metros. Dia 7 “La India Dormida”, essa foi a última trilha da viagem. Ela fica dentro de um reserva particular, a entrada custa 3 dólares e não recomendam fazer a trilha sozinho. Por sorte encontrei um casal de franceses que foram comigo até o topo da montanha. A trilha é um caminho de terra com parte bem íngrimes, aonde algumas pessoas escalam. Foi 8,5 km de trilha com 400 metros de altitude ganha e o topo não chega a 900 metros. Dia 8 Logo de manhã, antes do café, arrumei minhas coisa na cargueira para voltar para a Cidade do Panama. Meu destino era o Bodhi Hostel Panama City no Cerro Ancon, paguei 4,25 dólares no ônibus (mesmo valor que na ida) para o Albrook Mall e da lá peguei um metro bus para uma parada perto do hostel e fui andando até o hostel, cheguei as 14:30 no hostel, sendo que parei para almoçar no Allbrook Mall. Depois disso fui para o Multiplaza Panama, andei metade do caminho de uber e metade a pé para ter uma ideia de como é a cidade. Com isso acabo meu oitavo dia no país. Dia 9 Meu voo era as 14 horas, com isso tinha que chegar no aeroporto as 11 horas. Deu tempo para ir conhecer as ruinas da antiga cidade do Panamá, elas formam um Patrimônio Mundial da Unesco. A cidade recebeu título de Cidade em 1521 por Carlos V da Espanha, e começou a ser o ponto de partida para a exploração do Peru e ponto de trânsito para carregamentos de ouro que iam para a Espanha. E assim encerro a minha viajem pelo Panamá.
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