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  1. Confira destinos incríveis na Garden Route na África do Sul (além da Cidade do Cabo): The Crags, Franschhoek, Storms River e Oudtshoorn. Tudo que você precisa saber sobre esses lugares como atrações, acomodação, onde comer, como chegar lá, etc….imperdível se você está explorando a costa da África do Sul! A África do Sul é um país conhecido por sua beleza, paisagens, animais, safári…e pela Cidade do Cabo. Mas aqui que está o detalhe. É também um país cheio de recantos escondidos, vilarejos que pareciam parados no tempo e outras inacreditáveis naturezas intocadas além das cidades grandes e conhecidas. E depois de uma incrível viagem de 28 dias por lá, acabei em alguns desses lugares pouco conhecidos. Eles foram o destaque da minha viagem, e por isso eu queria compartilhar uma palavrinha com você para que você também possa visitá-los. Continue lendo: 4 Cidades Pouco Conhecidas (mas Impressionantes!) na África do Sul para Você Visitar The Crags, Franschhoek, Storms River e Oudtshoorn
  2. LucasCosta

    Deuter: Futura Vario 50 + 10 OU Aircontact 55 + 10

    Olá pessoal! Darei uma volta ao mundo no ano que vem e estou em dúvida sobre qual mochila comprar! Escolhi a marca deuter pela qualidade e tradição, mas empaquei no modelo! Futura Vario 50 + 10 ou Aircontact 55 + 10? Qual das duas é melhor? Vocês sugerem alguma outra da Deuter? Obrigaaado!
  3. Nunca tinha ouvido falar de Pancas, a primeira vez que fiquei sabendo da existência dessa pequena e pacata cidade, que fica encravada no meio do Pontões Capixabas, foi num artigo que listava os melhores lugares para acampar no Brasil. A minha primeira reação foi duvidar daquela imagem, afinal, aquilo de nada parecia as terras tupiniquins que eu tanto conhecia. Depois da dúvida veio um misto de desapontamento e ignorância, pois já havia margeado aquela região por algumas vezes e nada sabia sobre ela. De onde nasce o desejo? No caso de Pancas, foi amor à primeira vista. Foi amor assim que meus olhos pousaram na imagem de uma corcova do camelo de pedra vista do sítio Cantinho do Céu. O céu estava azul. Azul que somente era cortado por pequenos pedacinhos de nuvens, mas a beleza do céu era ofuscada por aquela pedra de forma peculiar. Era uma maravilha. Aquela fotografia aglutinou na minha retina e se fixou em meus pensamentos. Por fim, o desejo havia sido criado dentro de mim. Agora era questão de necessidade estar naquela diferente cidade chamada Pancas. Era uma quarta-feira de setembro, dia da minha qualificação do mestrado. Os sentimentos se misturavam. O medo da apresentação mesclava-se com a ansiedade de liberdade que teria nos próximos dias. A intermitência entre medo e felicidade me dominava. Os ponteiros iam passeando pelo relógio levando convosco o medo até ficar apenas a ansiedade. Agora estava eu de frente com minha companheira de tantas viagens e depois de um longo hiato de quase uma ano, estava com minha mochila e juntos estávamos prontos para conhecer novos lugares e novas pessoas. Sentei na poltrona do ônibus e a ansiedade esvaziou-se por completo. Enfim, na estrada novamente, que saudades! No escuro do ônibus em direção a Vitória eu repassava os planos da viagem. As ambições de roteiro era Pancas, subir o Pico da Bandeira e tomar um banho de mar. Nada muito ambicioso, mentalmente eu separei uma porção de dias para cada lugar dos meus 11 dias de liberdade. Essa divisão de dias e um contato rápido com o sítio Cantinho do Céu foram o máximo de planejamento que tive. Há algum tempo tinha migrado de viagens meticulosamente planejadas para apenas ir e acreditar que as coisas aconteceriam naturalmente. Ainda no ônibus conheci um aspirante a jogador de futebol. De início calado com o tempo foi se mostrando uma boa companhia de estrada. O centro de todas as conversas era o futebol. Ele é volante da base do São Bento, natural de Baixo Guandu (cidade vizinha de Pancas), e por suas palavras parecia ter um futuro promissor no mundo da bola. Mundo que eu tanto quis e que hoje me causa um pouco de repulsa, apesar de gostar demais de jogar e assistir os jogos do tricolor. Assim que o ônibus estacionou em Vitória corri pela rodoviária ao encontro de alguma viação que rumasse para Pancas. Era 07h00 e às 07h15 subo no ônibus da viação Pretti com destino Pancas. Era a minha primeira vez no estado do Espírito Santo. Da janela do buzão eu ia conhecendo o entorno que se anunciava das sinuosas pistas do caminho. Muito verde e diversas colinas, morros, montes, pedras e montanhas cruzavam em minha direção e, pela mesma janela, desapareciam rapidamente dando lugar a novos verdes, colinas, montes, morros e montanhas. Tudo era novo pra mim. A novidade não deixava os meus olhos dispersarem do trajeto. Quase no fim, cruzando Colatina vejo o imponente rio Doce que fora tão judiado nos últimos anos. A irresponsabilidade humana somada a falta de chuva na região fez eu presenciar um rio Doce seco, com uma coloração estranha e cheio de ilhotas de areia por todo seu curso. De imponente parecia impotente. A viagem prosseguia e depois de mais algumas dezenas de minutos estava eu, finalmente, em Pancas. Peguei um ônibus circular até o distrito de Palmital e caminhei uns vinte minutos até chegar o sítio Cantinho do Céu. Foto 1 - Primeira foto em Pancas Foto 2 - Caminho para o Cantinho do Céu O sítio Cantinho do Céu tem como dono o Fabinho e sua família. O sítio é muito grande e fica na base da pedra do camelo, dentro de um vale lindíssimo. A estrutura do camping é ótima tendo diversos banheiros, área para cozinhar, churrasco, fogueira e uma extensa área de camping. O Fabinho está construindo alguns Chalés para poder acomodar todo o tipo de público, as obras estão em fase inicial. O valor do camping é de trinta reais a diária com direito a café da manhã. No sítio é oferecido almoço e janta no valor de vinte reais por refeição. Todas as refeições são feitas por sua mãe que é uma gentileza de mulher. Caminhei bastante por todo o sítio. Só de se estar no Cantinho do Céu você tem paisagens suficientes para sorrir o tempo todo. Caminhar e se deixar perder pelo vale é ser surpreendido a todo momento, ora por um ângulo novo das gigantescas pedras ora por uma imensidão de flores de todas as cores. Tranquilidade e paz é o que se recebe a cada passo por aquelas terras. Foto 3 - Lar do lar Foto 4 - Redondezas do sítio Cantinho do Céu Foto 5 - Redondezas do sítio Cantinho do Céu Foto 6 - Redondezas do sítio Cantinho do Céu Foto 7 - Redondezas do sítio Cantinho do Céu Foto 8 - Redondezas do sítio Cantinho do Céu Foto 9 - Redondezas do sítio Cantinho do Céu Num dos dias fui fazer a trilha para o topo da pedra do camelo. O Fabinho também é guia, dos bons por sinal. Ele cobra o valor de dez reais por pessoa para um grupo de tamanho, razoavelmente, grande. Nessa trilha tive a companhia da Ju e do Rodrigues, dois cariocas. Na maioria das vezes dispenso guias, mas nesse caso não vale a pena, existem trechos difíceis, que dependendo da habilidade de cada um, é necessário utilizar equipamentos de rapel e escalada Além de ter mais segurança com a presença do Fabinho você será presenteado com sua camaradagem. O início da trilha é bem tranquilo. Caminha-se durante uns 30 minutos diante de uma vegetação agradável.até chegar ao pé da pedra. Já no começo da pedra tem uma parte em que caminha-se com o auxílio de corda, por causa da inclinação lateral. Depois é só subida. Ora com caminhadas com grandes subidas e ora com pequenas escaladas. Assim se vai pelo caminho. Subindo pela pedra do camelo. Primeiro se conquista a primeira corcova, na sequência a segunda corcova e por fim a cabeça daquele camelo gigantesco feito de pedra. Acredito que levamos umas duas horas pra subir. Ao chegar no topo acima do camelo, o esforço é compensado com uma das mais belas que você poderá presenciar nessa vida. Estando lá só resta sentir e agradecer. Ficamos uns quarenta minutos no topo. Depois descemos tranquilamente e no meio da descida ainda adentramos numa espécie de “janela” alojada em uma das corcovas do camelo. Depois seguimos mais lentamente até voltarmos ao sítio Cantinho do Céu, ponto de partida da trilha. Foto 10 - Trilha Pedra do Camelo Foto 11 - Trilha Pedra do Camelo Foto 12 - Trilha Pedra do Camelo Foto 13 - Trilha Pedra do Camelo Foto 14 - Trilha Pedra do Camelo Foto 15 - Trilha Pedra do Camelo Foto 16 - Trilha Pedra do Camelo Foto 17 - Trilha Pedra do Camelo Foto 18 - Trilha Pedra do Camelo Foto 19 - Trilha Pedra do Camelo Foto 20 - Trilha Pedra do Camelo Foto 21 - Trilha Pedra do Camelo Numa tarde, de moto o Fabinho me levou até a pista de voo. A pista fica uns 30 quilômetros longe do sítio, meio que impossibilitando ir caminhando. Ao estar na pista de voo se tem uma visão panorâmica do monumento dos Pontões Capixabas, lindo demais. Minha visão favorita de Pancas é essa. Pena que o dia estava nublado e não tive a melhor cena do lugar, mas nada que me tirasse a excitação de presenciar aquela beleza com meus próprios olhos. Acredito que voar de parapente ali deve ser das melhores experiências, pena que o pessoal não estava por lá nesse dia. Foto 22 - Vista Pista de Voo Foto 23 - Vista Pista de Voo Foto 24 - Vista Pista de Voo No meu penúltimo dia fui até a cidade de Pancas caminhando. A cidade fica uns 10 km do sítio. Todo percurso é belo. Primeiro avista-se a pedra do camelo e fica difícil de acreditar, por aquele ângulo, que dias atrás tinha conquistado o topo. A caminhada é tranquila. E cada novo passo, novos cenários, novas belezas. O ângulo de incidência da luz do sol nas pedras fazem elas mudarem de cor constantemente. Passei o dia caminhando e em tom de despedida olhava tudo atentamente. Naquela noite arrumei minhas coisas e decidi ir para Guarapari no próximo nascer do sol, e tomar o imaginado banho de mar. Foto 25 - Caminho Cantinho do Céu até a cidade de Pancas Foto 26 - Caminho Cantinho do Céu até a cidade de Pancas Foto 27 - Caminho Cantinho do Céu até a cidade de Pancas Foto 28 - Caminho Cantinho do Céu até a cidade de Pancas Foto 29 - Caminho Cantinho do Céu até a cidade de Pancas Foto 30 - Caminho Cantinho do Céu até a cidade de Pancas Foto 31 - Caminho Cantinho do Céu até a cidade de Pancas No dia seguinte, logo cedo, o Fabinho me deu uma carona até a rodoviária e fui embora rumo ao litoral. Meus eternos agradecimentos ao Fabinho e sua mãe pelo acolhimento, companheirismo, simplicidade e por fazer dos meus dias em Pancas os melhores possíveis. Muito Obrigado! Guarapari foi uma passada rápida de dois dias corridos. Fiquei próximo a praia do Morro. Tomei o banho de mar, o tempo não era dos melhores e a água estava gelada, mas nada que me desanimasse de entrar no mar. O que vale comentar desses dias é o Morro da Pescaria, fiz a trilha que leva até a praia do Ermitão e depois voltei margeando as praias da reserva. vale demais a pena aquele lugar. De resto, caminhei pela orla da praia do Morro. Foto 32 - Guarapari Foto 33 - Praia do Ermitão Foto 34 - Praia do Ermitão Foto 35 - Praia do Morro De volta a Vitória, conheci um pouco do centro histórico. Vi a mostra de cinema do Espírito Santo. Posteriormente, segui meu caminho para o Alto do Caparaó. A estrada era companhia novamente. Viajar pelas estradas do ES é garantia de boas paisagens. Entretanto, esta linha de ônibus tem como uma das paradas a cidade de Domingos Martins e dias antes um grupo de dança da cidade havia morrido num acidente rodoviário próximo a Guarapari, enfim, o ônibus estava cheio de parentes das pessoas falecidas nesse desastre. A tristeza pairava naquela viagem. Não consigo expressar em palavras a perplexidade daqueles momentos. Todos vinham conversar comigo achando que eu também havia perdido um ente querido, e assim, ficava sabendo histórias das pessoas que haviam partido, com isso a tristeza aumentava pois cada vez mais me tornava mais íntimo daquelas pessoas que eu não teria mais chance de conhecer. A garganta secava e palavras de conforto não saiam da minha boca. Depois de passar Domingos Martins e sua Pedra Azul o ônibus esvaziou. Dormi um pouco enquanto a placas indicavam a proximidade da fronteira com Minas Gerais. Finalmente, o ônibus estacionou em Manhuaçu e de lá já peguei outro ônibus para Alto do Caparaó. Parece clichê ficar falando das belezas do entorno do caminho, mas é lindo demais aquele pedaço de Minas até chegar, por fim, em Alto do Caparaó. Desci no ponto final do ônibus. Andei poucos metros até a pousada Serra Azul. Conversei com a Lani, gente boa demais, e consegui um quarto, com banheiro e café da manhã por cinquenta reais. Deixei minhas coisas no quarto e fui reconhecer a cidade e obter informações sobre a subida noturna que iria fazer até o Pico da Bandeira. Antes do início do dia já estava na cama pronto para dormir. Foto 36 - Vista de frente a pousada Serra Azul Acordei tarde. Desci para tomar o café da manhã e lá encontro diversos tipos de sucos e o melhor era o suco de couve com limão. O café colhido e moído no próprio cafezal da pousada é bom demais também. A região do Caparaó é famosa pela qualidade de seus cafés, sendo considerado os melhores do Brasil. Depois fui no mercado comprar comida para levar para o acampamento e para a subida. Refiz a mochila e logo depois do meio dia segui para o Parque Nacional do Caparaó. Para quem faz a subida ao Pico da Bandeira por Alto do Caparaó (a outra possibilidade é por Pedra Menina - ES) a trilha (só ida) tem cerca de 7,5 km, saindo do Terreirão. Por esse trajeto encontra-se duas áreas de campings: Terreirão e Tronqueira. Terreirão está no inicio da trilha e há um espaço grande para camping, além de dar acesso a trilha para o Vale Encantado e ficar do lado do mirante. No meio do trajeto encontra-se o camping da Tronqueira, que na atualidade é proibido acampar. Para acampar no parque é necessário entrar em contato e pedir permissão. Cheguei no Terreirão e logo montei a barraca. A ideia era sair umas 11 horas da noite rumo o pico da Bandeira. Aproveitei que era dia e fui conhecer o Vale Encantado e fiquei por lá um bom tempo. Na volta encontro com o Sairo, guia local que estava guiando um casal para o pico, ele já havia me dado todas as dicas possíveis para a subida anteriormente. Sairo é gente boa demais (vício de linguagem, mas não consigo me referir de outra forma). Ele ia fazer a subida noturna também e me disse para subir até a Tronqueira e ficar por lá numa casa de pedra junto com eles e assim, descansar mais durante a noite. Peguei meu saco de dormir coloquei na mochila e deixei minha barraca montada no Terreirão e comecei a caminhada rumo a Tronqueira. A trilha demorou umas duas horas, é relativamente tranquilo a orientação e a dificuldade é moderada. Cheguei na Tronqueira recepcionado por um trio de guaxinins. Vimos o pôr-do-sol do mirante, jantamos e logo nos esticamos no chão da casa de pedra, na tentativa de dormir para a subida que estava tão próxima. Foto 37 - Vale Encantado Foto 38 - Vale Encantado Foto 39 - Vale Encantado Foto 40 - Vale Encantado Foto 41 - Por-do-sol Tronqueira O barulho do roer dos ratos dá lugar ao som grosseiro do despertador. São 3 horas da manhã, embrulhado no chão vou retomando os movimentos do corpo. Sem os limites do saco de dormir retomo a liberdade. O frio aumenta. As luzes das lanternas cortam a escuridão. As mochilas levitam em direção de suas respectivas companhias. Tudo pronto, hora de sair do abrigo. No abrir da porta o vento frio anuncia-se. Cada partícula do corpo se agita em movimentos frenéticos na tentativa frustrada de aquecimento. À volta quase tudo é escuridão, exceto por uma linha de luz que segue na direção do meu nariz. O céu está limpo e infinitas estrelas pintam o céu. O pescoço começa a doer de tanto olhar para cima e a luz da lanterna se perde no brilho daquele céu tão povoado. Inspira. Expira. Nariz para a esquerda. Inspira. Expira. Nariz para a direita. Inspira. Expira. Nariz para a esquerda. Ufa!. O toco de madeira pintado de amarelo é iluminado. Caminho certo. Descanso. Muito frio. Inspira. Expira. Olha pro céu. Toco amarelo. Frio. Inspira. Expira... Enfim, o topo. O relógio marca 04:37. Acima de 2852 metros o frio intenso frustra qualquer sensação de alívio. De volta a proteção do sarcófago de pano. Somente os olhos estão nus e eles miram o céu, logo o sol chega e aquele céu cheio de estrelas se desfaz. São 05:10 e os primeiros raios de sol surgem no horizonte. Num ritmo frenético o sol vai avançando e eliminando a escuridão ao seu redor. O frio diminui. As nuvens vão se acumulando na medida que o sol vai subindo. Não há mais fôlego, mas não por cansaço e sim pela paisagem. Tira o fôlego aquela beleza de lugar. Foto 42 - Nascer-do-Sol no Pico da Bandeira Foto 43 - Nascer-do-Sol no Pico da Bandeira Foto 44 - Nascer-do-Sol no Pico da Bandeira Foto 45 - Nascer-do-Sol no Pico da Bandeira Foto 46 - Nascer-do-Sol no Pico da Bandeira Foto 47 - Nascer-do-Sol no Pico da Bandeira Foto 48 - Nascer-do-Sol no Pico da Bandeira Foto 49 - Nascer-do-Sol no Pico da Bandeira Foto 50 - Nascer-do-Sol no Pico da Bandeira O Pico da Bandeira é o terceiro maior pico do Brasil com seus 2852 metros de altitude, e diz a lenda que tem esse nome pois na época do império brasileiro D. Pedro II mandou colocar uma bandeira em seu topo, pois até então imaginava-se que o Pico da Bandeira era o ponto mais alto do Brasil. O ponto mais alto do Brasil é o pico da Neblina (2995 metros) que localiza-se próximo a fronteira da Venezuela na região amazônica conhecida como cabeça do cachorro (por causa da sua forma no mapa) perto da cidade de São Gabriel da Cachoeira. A fronteira entre Brasil e Venezuela também abriga mais dois dos dez pontos mais altos do Brasil, o Pico 31 de Março (2974 metros) e o Monte Roraima (2739 metros), segundo e sétimo respectivamente. Já o Caparaó abriga também o Pico do Cristal (2769 metros) sexto mais alto do Brasil. Sairo e o casal logo se vão. Em contrapartida uma família que subiu pelo Espírito Santo havia chegado, porém vinte minutos depois vão embora. Estou sozinho no topo. Mentira está eu, o sol, o vento forte e aquele mar de nuvens. E assim ficamos eu, o sol e o mar de nuvens por mais de quatro horas, pois o vento já não tinha mais força. Perto das 09h30 dou inicio a descida. Foto 51 - Descendo Volto lentamente. Aproveito tirar um cochilo na Tronqueira, até ser acordado por um guaxinim querendo roubar minha maçã. Continuo a descida. Sigo bem devagar. Chego no Terreirão e conheço um casal que está de passagem pela cidade e estavam atrás do mirante. Começo a desfazer o acampamento e vejo que existe outra barraca. Os donos eram outro casal, e por coincidência o Rafael é da mesma cidade que eu (Rio Claro-SP), eles iriam subir o pico naquela madrugada. Conversei um pouco com eles e segui rumo a cidade, uns 10 km me separavam de Alto Caparaó. No meio do caminho o primeiro casal estava voltando e me ofereceu carona. Aceitei. Eles tinham boas histórias, afinal eles cuidam de uma pousada de aventura em Socorro. Chegamos em Alto Caparaó. Agradeci a carona e segui para o primeiro bar aberto para tomar a tão desejada cerveja pós subida. Enfim, o troféu. Foto 52 - Mirante No dia da partida, segui para os recantos do café. Acordei bem cedo e fiquei toda a manhã caminhando entre cafezais. Olhava tudo com atenção. Na hora do almoço refiz minha mochila, me despedi da Lani e de um pessoal que havia conhecido na pousada e segui para Manhumirim. Ainda tinha que voltar pra São Paulo e depois para Rio Claro. Foto 53 - Redondezas Alto Caparaó Foto 54 - Redondezas Alto Caparaó Foto 55 - Redondezas Alto Caparaó Foto 56 - Redondezas Alto Caparaó Foto 57 - Redondezas Alto Caparaó Nesses poucos dias de mochilão tive a oportunidade de conhecer dois lugares fantásticos: Pancas e Alto do Caparaó. Lugares esses que já são dos meus favoritos. Recordar esses dias me faz reviver as felicidades daqueles onze dias de longas caminhadas. Vou encerrar esse relato com um trecho de um dos meus livros favoritos que traduz bem melhor o que eu senti nesses dias que relatei. "Assovia o vento dentro de mim. Estou despido. Dono de nada, dono de ninguém, nem mesmo dono de minhas certezas, sou minha cara contra o vento, a contravento, e sou o vento que bate em minha cara." O livro dos abraços, Eduardo Galeano Nos vemos pela estrada. Beijos na alma. Diego Minatel
  4. 29 dias por Tailândia, Laos, Vietnã, Camboja e Indonésia (Bali) - Abril 2017 Vim deixar aqui mais um relato pra posteridade rs Dessa vez decidi fazer algo mais resumido, pq sinceramente acredito que já temos ótimos relatos dessa região. Meu tópico vai servir mais como um complemento: atualizar algumas infos já que fui esse ano (2017), adicionar detalhes que eu achei importantes e que não li nos outros relatos (coisas como Songkran no Laos e tatuagens com monges de domingo) e principalmente dar o meu ponto de vista dos lugares visitados. Sabe como é né? Uma mesma pessoa pode ter impressões muito diferentes sobre um mesmo lugar. Se vc procura algo mais completinho recomendo fortemente que leia o relato da Paula Yasuda e da Helen Pusch. [desabafo mode ON] Dessa vez não vou disponibilizar planilha de custos. Alguns arrombados simplesmente se apropriaram das planilhas que fiz em trips anteriores, atualizaram uma ou outra info e hospedam orgulhosos em seus blogs, sem citar fonte, dar credito nem porra nenhuma... tem página no face disponibilizando minhas planilhas mediante like... mano os caras são tão toscos que mantiveram nas planilhas até meus erros de português... o mais triste é que se não bastasse uma, aconteceu duas vezes... isso as que eu encontrei né... não tem problema usar, mais se tu vai de alguma forma capitalizar com o treco cita a fonte e etc, sei lá... Apesar de não ter planilha vou deixar aqui meu custo TOTAL - 7.120,00 por pessoa. Esse valor inclui TUDO que gastamos na viagem: Passagens aéreas, alimentação, hospedagem, compras, passeios, tatuagens, etc... mesmo alguns custos pré-viagem como vistos estão inclusos ai. OBVIO que vc pode fazer a mesma trip gastando menos ou o dobro, fica o valor apenas como uma referencia, pois é algo que muda muito de acordo com cada perfil de pessoa. Desculpem o desabafo... talvez seja a hora de montar um desses blogs de viagem... [desabafo /OFF] Agora vamos começar. Apesar de ser resumo é texto pá porra, vou dividir as postagens por pais. Então senta que lá vem historia Nosso roteiro é esse da imagem: Como vcs vão notar, sou incondicionalmente apaixonado por jogos de luta como Street e KOF. Então na viagem eu fiz questão de visitar todos os lugares que inspiraram cenários desses games ^^V Fiz a viagem com minha esposa. Foram ao todo 29 dias de trip passando por 5 países. Apesar de estar no mapinha nossa passagem por Kuala Lumpur dessa vez foi só uma escala mais demorada, não chegamos a sair do aeroporto. Não tivemos problema quanto a isso pois já havíamos visitado a cidade em 2016 assim como a Tailândia. Tu pode conferir nesse relato aqui: Tailândia Dessa vez passamos apenas por Bangkok. Usamos a cidade como porta de entrada e saída pro Sudeste Asiático pois conseguimos uma ótima promoção de passagens aéreas ida e volta pela Qatar por 2.373,00 (COM TAXAS) Foi um grande achado, fruto de pesquisas diárias e acompanhamento a sites como melhores destinos. É o tipo de promoção que não se pode pensar duas vezes quando aparece. Em 2016 também fomos em Abril que é considerado o mês mais quente, apesar disso não estava tão quente quanto o ano passado... tipo assim, estava bem quente, mais em 2016 foi algo absurdo, muito quente mesmo... então tenha em mente que de ano pra ano essas variações de temperatura/clima podem ocorrer. Vcs vão entender melhor esse meu comentário na parte do Laos. A principal diferença que notamos foi a quantidade gigante de homenagens ao falecido rei em outdoors, monumentos, oferendas, funcionários públicos trajando uniformes pretos, etc... Apesar de já fazer quase 6 meses da morte o luto ainda está bem evidente por lá, e é bem provável que quando vc for a coisa esteja na mesma pegada... mais nada que tenha alterado a rotina de quem vai ao pais em viagem agora. Li que esse luto vai durar 3 anos. Ficamos no mesmo hostel do ano anterior, um quarto de casal com banheiro privativo ficou 50 a diária (22,50 por pessoa). Eles não tem mais anuncio no booking nem no hostel world. O nome do lugar é Joe Guest House caso alguém se interesse é só jogar no Google e reservar por e-mail. Eu gostei e voltei. Joe Guest House Vamos ao que interessa: As tatuagens de bambu feitas por monges. Ano passado nós fizemos tatuagens de bambu, mais como estávamos com o tempo bem apertado fizemos em estúdio de tatuagem mesmo. Mais esse ano prometemos que íamos fazer com monges, com ritual e a porra toda. Durante a chegada não ia dar tempo, então deixamos isso pra volta, pro ultimo dia de viagem. Tatuagem em estúdio feita em 2016 O jeito mais simples de fazer sua Sak Yant é ir até o templo Wat Bang Phra. Fica a uns 50km de Bangkok. Esse dia não acordamos tão cedo como deveríamos, então descartamos a ideia de ir de transporte publico. De carro levou algo em torno de 1h. Chamamos o Uber pra ir pra lá, porem o motorista do Uber nos explicou que como esse templo fica fora do perímetro urbano é PROIBIDO pros motoristas de UBER fazerem esse trajeto. Então já sabem, não rola UBER pra lá. Negociamos um taxi ali mesmo na Khaosan Road pra nos levar, esperar e nos trazer de volta depois de terminada a tatuagem. Aqui deixo a dica de ouro de 1 milhão de reais... NÃO VÁ DE DOMINGO!!!! NÃAAAAAAAAO VÁ DE DOMINGO!!!!! O templo é frequentado unicamente por locais, não é como tudo na Tailândia que é lotado de turistas. Nesse dia mesmo lá acho que só vimos um gringo (o que pros padrões da Tailândia é MUITO pouco). O problema não é a presença ou não de locais, o problema é que a maioria do povo tailandês trabalha de segunda a sábado, então domingo acaba sendo o único dia livre. E domingão por natureza já é o dia clássico do povo ir pro templo.... então pensa... mano tinha muita gente pra ser tatuada, muita mesmo. Pra vc ter ideia chegamos as 10h da manha e só fomos embora ao final da tarde... isso pq o monge que fez a nossa nem parou pra comer. Tinha por volta de 6 monges tatuando, cada um em uma sala/espaço bem grande, o povo chega e vai sentando no chão ficando de próximo. A organização é bem tosca, então toda hora um acaba passando na frente do outro que chegou antes e tal... dai como é um ambiente religioso ninguém encrenca... muito menos eu, o “forasteiro”. E dai veio a triste surpresa... como vcs já devem ter lido as Sak Yant são sagradas pra eles, e os monges tatuam de graça, sendo que vc faz apenas uma pequena oferenda ao mesmo (logo na entrada já vendem os “kit oferendas”, com flores, incenso, etc)... e dai nessa oferenda vc faz uma contribuição espontânea em dinheiro do valor que quiser O problema é que não sabemos por que diabos nesse dia após a oferenda e escolhermos as Sak Yant que faríamos, simplesmente os monges queriam nos cobrar pelas mesmas. Como a Sak que escolhi era do Hanuman (consequentemente um pouco maior que as outras) o valor era ainda mais alto do que o da minha esposa... e quando eu digo cobrar não é pouca coisa não, convertendo o valor que eles estavam pedindo no Hanuman seria algo em torno de 300 reais. Eu fiquei bem puto com essa cobrança e decidi não fazer. Pra fuder tudo mais ainda, lá nesse templo ninguém fala inglês, só tailandês... então a comunicação é tensa Monge que eu carinhosamente apelidei de Buda Outra dica de ouro: Todos os caixas eletrônicos das redondezas não permitem realizar saques com cartão internacional. Como era o ultimo dia da viagem e achávamos que as tatuagens eram de graça nos estávamos com o dinheiro contado pro taxi... o monge cobrou, minha esposa resolveu fazer mesmo assim e eu fui atrás de ATMs... a sorte que o taxista foi me levando em vários e eu fui tentando sacar. O único que aceitou o cartão era beeem longe de lá... e olha que com esse cartão eu já saquei em tudo que é lugar. No final das contas minha esposa fez, teve ritualzinho, teve oração e a porra toda... foi legal, o valor cobrado na dela foi mais “justo”, mais foi uma surpresa bem desagradável essa cobrança em algo que lemos em todos os lugares que era de graça. Eu acredito que se não tivesse sido no domingo não ia rolar a cobrança, pq o próprio taxista disse que durante a semana é bem vazio. Eu acredito que essa “cobrança” tenha alguma relação com a quantidade de pessoas que estavam lá no dia e por sermos estrangeiros. Mais sinceramente até hoje não entendi. A cobrança não é feita diretamente pelo monge, eles tem uns auxiliares. O cara mostrou o desenho pro monge, apontou pra gente e o monge disparou o valor... eu não vi nenhuma das outras pessoas sendo cobradas dessa forma, só se foram em tailandês e passou despercebido por mim. Então sobre esse role tenham em mente: NADA de ir domingo e levem dinheiro caso algum arrombado desses invente de fazer cobranças “adicionais”. Pq assim como no caso da minha esposa, vc tá do outro lado do mundo, num templo com o caralho de um monge tatuador... vc acaba fazendo mesmo com a cobrança, não é todo dia que temos esse tipo de oportunidade. Eu me recuso por uma questão de princípios, vai cobrar na pqp. Pra mim as vezes parece meio obvio, mais vale lembrar que apesar do calor vcs devem ir vestidos de forma respeitosa pois é um lugar religioso e a sak yant pra eles é um ritual sagrado. Procurem ir com peças de roupas que vc posssa levantar e tenha outra por baixo pra que a parte exposta seja apenas onde sera tatuado. Tipo se for ser tatuado no braço vai com uma regata e por cima uma camiseta. Ai na hora da tatuagem vc só tira um lado da camiseta e ainda fica a regata sacaram? Principalmente as meninas, pois eles tem uma serie de regras em relação a tatuar mulheres. próximo capitulo ano novo (Songkran) em Luang Prabang no Laos
  5. Amilton & Poly

    Dicas Úteis - Portugal

    Nossas dicas para aproveitar melhor sua experiência por terras lusas! Acompanhe tbm nossas viagens pelo Instagram/ Facebook @polymsousa. 1. Passeios 1.1: Horários - No inverno as atrações abrem tarde, por volta das 10h, e fecham por volta das 18h. Então acaba que vc não consegue fazer mta coisa na parte da manhã. Os sites de quase tds as atrações disponibilizam os horários de inverno e verão. 1.2: Clima - Leva guarda-chuva e/ou capa de chuva do Brasil pra não ter que gastar seus ricos eurinhos com isso. 1.3: Free Walking Tour - tem vários e de várias empresas em cada cidade. Conhece o conceito? É um tour a pé sem custo fixo. Ao final vc contribui com o guia com o valor que achar que deve dar. Indico: Lisboa: Lisbon Chill-Out Tours/ Sintra: Take Lisboa/ Porto: City Lovers. 1.4: Walking Tours - dificilmente vc encontrará um tour em português pois não há público suficiente (e olha que lá tinha brasileiro pra caramba heim, mas infelizmente essa modalidade de passeio ainda é pouco conhecido no nosso país). Os tours são então em inglês e espanhol. O espanhol é tranquilíssimo pq eles acabam falando um portunhol de boa pra entender. 1.5: Ingressos Benfica - tem uma loja do Benfica na rua Augusta. Se vc comprar a partir de €40 vc ganha 2 ingressos para visita no museu + estádio. O valor normal do ingresso é €17,50, logo gastaríamos €35. Compramos uma camiseta de €40 e ganhamos o ingresso, assim uma camiseta do Benfica saiu por €5. 1.6: Bilhetes combinados – vários monumentos tem bilhetes combinados com outros monumentos. Então, se este outro estiver no seu roteiro vale a pena. Por ex. compramos Museu do Azulejo + Panteão Nacional = 7 euros. Se fosse comprar separado seria daria 9 euros os dois. 2. Transporte 2.1: Comboios - Uma das formas de transporte entre as cidades é através dos Comboios (trens). Se comprar o bilhete com pelo menos 5 dias de antecedência vc consegue o promocional (e vale mto a pena, por ex. um trecho custou 10 euros a menos por passagem totalizando 80 reais de economia em apenas 1 trecho). Mas fica ligado que para destinos mais procurados como Porto os promocionais acabam mais rápido. Compramos tds os bilhetes já nos primeiros dias que chegamos. Isso dá uma amarrada no roteiro mas em termos econômicos vale a pena. 2.2: Comboios/ metros - Em Porto o uso de metrôs é diferente de Lisboa pois não tem catracas nem ninguém te supervisionando. Então contam com a sua honestidade. Nos comboios é a msm coisa, porém durante o caminho tem um fiscal que vai passando conferindo se vc pagou e caso não o tenha feito o pagamento é na hora para ele. 2.3: Comboios/ metro - As estações de metrô e comboio são diferentes (no início achávamos que td era no msm lugar). 2.4: Aluguel de carro - Pensamos em alugar um carro pq lá é super barato, porém para 2 ainda compensou mto mais descolamentos por comboio, ainda mais pegando bilhetes promocionais. Se vai em mais de 2 pessoas compensa carro. Mas fique atento que além do aluguel e gasolina ainda tem os estacionamentos pois na rua tbm é pago e daí sim pode sair mais caro o molho do que o peixe. 2.5: Aluguel de carro – não alugue carro para andar em Lisboa por ex, será um transtorno, é igual andar no centro de SP de carro, melhor não. Alugue para fazer trechos entre cidades. 2.6: Uber/Cabify – tem as duas empresas lá, faça comparação mas os trechos não são caros. Lá não aceitam dinheiro, só cartão através do aplicativo msm e daí vai ter q conviver com a espera de fechar a fatura, converter a moeda e pagar IOF kkkk . Usamos qdo tivemos que fazer um trecho curto com malas e não tinha metrô para o lugar e na volta para o aeroporto. Para ter uma idéia o trecho para o aeroporto de 15 min deu 6 euros. 3. Compras 3.1: Tax Free - comprando acima de 61 euros e alguma coisa numa msm loja (vale pra roupa, sapato etc) vc recebe parte do imposto de volta e são quase 15% de devolução, vale a pena. A devolução é no aeroporto depois q fizer o check in. 3.2: Lojas - Compensa comprar roupa e sapato em Portugal. Primark e Decathlon foram lojas que valeram a pena pra gente. 4. Alimentação 4.1: Economia - Peça pratos para 1 e divida, as porções costumam ser grandes. Assim é possível pedir entrada, prato principal e sobremesa e ter uma degustação total sem gastar tanto. Os valores são mto parecidos com o que vc gastaria no Brasil comendo arroz e feijão, porém lá vc come bacalhau kkkkk. 4.2: Compensações - Geralmente fazemos compensações, então se um dia esbanjamos um pouco mais com alimentação no outro seguramos a onda e seguimos o baile. 4.3: Cardápio+valores - Vc encontra os cardápios dos restaurantes com valores no site Zomato, é uma maravilha pra vc se planejar. Mas tbm é costume eles deixarem o cardápio do lado de fora do restaurante, assim vc já decide se vai entrar ou não rsrs. 4.4: Couvert - Se não quiser o couvert (pães e patês) é só não mexer que não será cobrado. 4.5: Queijo - Coma tudo o que tiver queijo da serra da Estrela, é bom demaissss! 4.6: Roteiro - Com tantas opções gastronômicos dá pra fazer uma viagem focada na gastronomia e vinhos. 4.7: Vinhos - Áh por falar em vinhos são baratíssimos no mercado. Peguei apenas o Vinho Verde Casal Garcia como base para comparar preços e no Brasil estava R$38,00 e em Lisboa (no mercado) estava R$12,00. E ainda existem vinhos mais baratos de 1 euro e pouco. 4.8: Reserva - Como os restaurantes são muito pequenos se faz questão de algum é bom fazer reserva. 4.9: Menu do dia - Praticamente td restaurante tem os pratos do dia que são preços bem acessíveis e mtas vezes são menu completo, por ex: sopa, prato principal, sobremesa e café por 7 euros. 5. Curiosidades 5.1: Politizados - Achamos o Português bem politizado e conhecedor da própria história. Qualquer conversa que tiver com eles vai ver que eles interligam fatos históricos e políticos. 5.2. Sócio - É mto comum em Portugal a cultura do Associativismo. Como eles acreditam nas instituições eles se associam a elas (voluntariamente). Pagam uma mensalidade e em contrapartida a instituição oferece um retorno ou algum tipo de vantagem. Eles falam com mto orgulho dessa cultura e se associam a diversas fontes: bombeiros, clubes de futebol etc. É por isso que o Benfica é um dos clubes com maior número de sócios no mundo. Isso é algo que pra nós brasileiros é inviável pq não confiamos nas instituições.
  6. polybhh

    TIA POLY - Nunca viaje sem seguro - **ALERTA**

    Fala galera mochileira!!!!! Que saudade da porra!!!! Bão ou não? Quem é das antigas, vai se lembrar de mim.. fiz um relato, um dos mais lidos em 2014 ( + de 70.000 acessos ), a respeito do meu mochilão. Até hoje, têm gente que menciona ele por aqui e eu fico muito feliz! Sou a Tia Poly, muito prazer! Muitas pessoas, até hoje me mandam perguntas sobre esse mochilão fodástico, o sonho de todo mundo que começa a mochilar! Hoje, eu estou aqui para alertá-los mais uma vez: Essa semana recebi mais um e-mail de uma menina, Tati, que estava no Peru e quebrou o braço, quando estava fazendo o passeio em Arequipa ( Canyon del Coca ). Viajou sem seguro, mesmo depois de ler tudo o que eu passei. Resultado: estava apenas no seu 9 dia de viagem, de uma viagem que duraria 30 dias, teve que ficar no hospital, pagou o total de 1.327 dólares para poderem engessar o braço dela e o sonho infelizmente acabou! Gente, não façam economia porca, pelo amorrrrrrrrrrrrrrrr! Já é o terceiro relato que recebo de pessoas que sofreram acidente e tiveram que pagar horrores, por um serviço bem meia boca. E se algo acontecer com você. reze para ser no Peru, pois se for na Bolívia, nossa senhora! E o pior de tudo, é que vocês leram o relato! Um rapaz que passou mal por intoxicação alimentar, pagou o equivalente a 370 dólares apenas para tomar uma injeção. Outra menina, que viajou com uma galera, quebrou o braço fazendo o passeio da Estrada da Morte, pagou 830 dólares para engessar o braço dela e eles fizeram errado, o braço ficou torto! Então, fica o meu recadinho pra vcs! Façam seguro viagem! Aqui tem o meu relato completo desse mochilão com acidente e perrengues, dia a dia: Eu tirei o relato do site, pois a pouco mais de 2 meses, eu criei o meu próprio site, então achei melhor centralizar tudo por lá: http://www.tiapoly.com.br/categoria/mochilao-2014/ Se quiserem ler apenas, o dia do meu acidente, esse é o link (tive coragem e coloquei até a minha foto escrota do acidente): http://www.tiapoly.com.br/18o-cusco-nunca-viaje-sem-seguro-saude-terca-feira/ Logo, postarei um novo relato nesse fórum incrível! Muitas saudades daqui.. estou ainda um pouco confusa com esse layout novo, mas logo estarei de volta! Saudades de todos vcs! Bjão! Tia Poly
  7. brunocsl

    14 dicas infalíveis para viajar gastando pouco!

    Por Lid Costa Ei pessoal, beleza? Quem acompanha o blog sabe que eu tenho PhD em fazer viagens baratas, economizar durante uma viagem e por aí vai... No post de hoje vou contar alguns dos meus truques para viajar gastando pouco dinheiro. São 14 dicas que irão te ajudar a deixar sua viagem bem mais barata. Dá pra economizar com acomodação, alimentação, transporte e tudo que você imaginar! Confira a partir de agora 14 dicas para viajar gastando pouco! #1 Fique em hostels Eu amo hostels! E não é só porque eles são mais baratos, adoro a vibe, a estrutura, o tipo de gente que se hospeda neles. Se você está planejando uma viagem e nunca ficou em um hostel antes, que tal tentar dessa vez? Clique aqui para acessar o booking ou no banner disponível em nosso blog e já comece a pesquisar alguns hostels para deixar sua viagem mais barata. Escolha um que seja bem localizado (dê preferência para aqueles perto de estações de trem ou ônibus) e que tenha uma área de convivência bacana ou um bar, pois aí a interação entre os hóspedes será maior. Continue a Leitura em https://partiuviajar.blog.br/14-dicas-viajar-gastando-pouco/
  8. Para mim é algo realmente complicado traduzir em palavras os momentos vividos nos dias da minha viagem. Viagem esta que não se traduz num simples mochilão ou turismo de longa duração. Foi o encontro de uma pessoa comum com seu sonho de andar por terras que tanto o inspiraram, terras mãe da esperança, terras de homens e mulheres feitos de histórias e de coração, corações gigantescos. O sentimento que fica depois de quase seis meses na estrada é o de gratidão, do agradecimento as infinitas pessoas que ajudaram esse pobre viajante das mil e uma maneiras possíveis, para vocês meu muito obrigado. Foto 1 - A companheira de viagem Tinha uma vida igual a tantas outras, era bem razoável por sinal, mas a vontade de caminhar e estar frente a frente com o novo me atormentava todos os dias. Queria conhecer com meus olhos as diferenças, os sotaques, as comidas, as belezas. Desejava não ter pressa, fazer tudo no seu tempo necessário, não estar preso a rotina dos dias e principalmente aprender. Sim, aprender, não com fórmulas prontas e nem sentado dentro de uma sala de aula. Queria aprender com experiências. Queria conhecer pessoas. De alguma forma queria fugir da minha vida cotidiana, não por ela ser ruim, mas pelo desejo de se conhecer e assim, quem sabe, voltar uma pessoa melhor. Quando esse sentimento passou a ser insuportável decidi que tinha que partir. Por um ano ajuntei algum dinheiro, queria ficar seis meses na estrada. A grana não era o suficiente, mas suficiente era a minha vontade. Dei um ponto final no trabalho. Abri o mapa e não tinha ideia por onde começar. Decidi não ter um roteiro, apesar de ter muitos lugares em que eu queria estar. Assim começa a minha história (poderia ser de qualquer um). O relato está dividido da seguinte forma: Parte 1: de Rio Claro ao Vale do Itajaí Parte 2: Cânions do Sul Parte 3: de Torres a Chuí Parte 4: Uruguai Parte 5: da região das Missões a Chapecó Parte 6: Chapada dos Veadeiros e Brasília Parte 7: Chapada dos Guimarães Parte 8: Rondônia Parte 9: Pelas terras de Chico Mendes, Acre Parte 10: Viajando pelo rio Madeira Parte 11: de Manaus a Roraima Parte 12: Monte Roraima y un poquito de Venezuela Parte 13: Viajando pelo rio Amazonas Parte 14: Ilha de Marajó e Belém Parte 15: São Luis, Lençóis Maranhenses e o delta do Parnaíba Parte 16: Serra da Capivara Parte 17: Sertão Nordestino Parte 18: Jampa, Olinda e São Miguel dos Milagres Parte 19: Piranhas, Cânion do Xingó e uma viagem de carro Parte 20: Pelourinho Parte 21: Chapada Diamantina Parte 22: Ouro Preto e São Thomé das Letras Parte 23: O retorno e os aprendizados O período da viagem é de 01/10/2015 a 20/03/2016. De resto não ficarei apegado nas datas exatas em que ocorreram os relatos que irão vir a seguir, tampouco preocupado em valorar tudo. Espero contribuir com a comunidade que tanto me ajudou e sanar algumas dúvidas dos novos/velhos mochileiros. ********** A ATUALIZAÇÃO DO SITE AFETOU A FORMATAÇÃO, ELIMINOU AS LEGENDAS DAS FOTOS E ADICIONOU ESPAÇAMENTOS EXTRAS. COM CALMA IREI EDITAR TODO O RELATO PARA FICAR MAIS AGRADÁVEL VISUALMENTE *********
  9. bstorquato

    Como viajar de graça em troca de trabalho

    Viajar de graça talvez seja o sonho da grande maioria das pessoas. Você mesmo, não gostaria deviajar de graça pelo mundo? Aposto que a resposta foi sim. Não se preocupe, não estou lendo a sua mente, eu também responderia sim. Agora preste atenção: Sabia que é possível sim viajar de graça? Ou se não, gastando muito pouco! Quer descobrir como? Vem comigo que eu te mostro! Aliás, quem vai te contar o segredo de como viajar de graça vai ser o Gilmar. Esse é o segundo episódio da série 10 Minutos no Sofá, e nele eu conversei com o Gil sobre como ele passou 2 meses na Argentina e gastou apenas 2.300 reais, incluindo passagens! Bora viajar de graça? Obs: As fotos desse post são fotos minhas, que representam a ideia de viajar de graça. O Gil acabou perdendo todas as suas fotos do intercâmbio. A série 10 Minutos no Sofá Com objetivo de transmitir a essência de sair da zona de conforto, quebrar preconceitos e conhecer novas culturas, surgiu a série 10 Minutos no Sofá. Uma série onde eu chamo uma galera pra bater um papo, pessoas que fizeram viagens transformadoras. Experiências que influenciaram o seu jeito de viver e seus valores. Deixe-se levar pela conversa e inspire-se a Tirar a Bunda do Sofá. Ainda não viu o primeiro episódio? Caramba! Você não sabe o que está perdendo! Nele eu converso com a Dani, que com 20 anos fez trabalho voluntário em Moçambique. Ela trabalhou dando palestras e ensinando o povo a cultivar o próprio alimento. Foi assaltada, teve seu computador furtado e pegou malária. Uma experiência incrível que mudou a vida dela, e vai fazer você repensar em alguns pontos de vista. Quer saber mais? Clique na imagem abaixo: 10 Minutos no Sofá com Gil O gosto pela viagem veio no ensino médio, quando Gil teve seus primeiros contatos com intercambistas, que traziam experiências totalmente diferentes do que estava acostumado. Mais tarde, já na faculdade, sem grana e com muita vontade de viajar, Gilmar começou a procurar meios de juntar dinheiro, e também um meio de viajar gastando pouco. Descobriu em um livro a fórmula para viajar de graça, ou pelo menos gastando muito pouco. Basicamente a regra é a seguinte: Quanto mais valor você gerar para o meio em que estiver, mais barata será sua viagem. Trabalhando em troca de comida e hospedagem em Montenegro Mas o que significa isso? Você pode gerar valor de diversas maneiras enquanto viaja. Alguns vendem artesanato na rua, outros trabalham como voluntários em fazendas ou hostels, que foi o que eu fiz, e muitos trabalham em ONGs, que é o caso do Gil. O Gil já trabalhava como voluntário em uma organização, ou seja, já estava gerando valor. E dentro dessa organização, surgiu a oportunidade de fazer um intercâmbio sem pagar a taxa. Joelma e seu filho João, que me hospedaram na Alemanha Esse é só o começo da história. Um intercâmbio social e cultural de 2 meses na Argentina, gastando R$ 2.300,00 ao total, já com passagem. Não acredita? Então veja o video abaixo e descubra o segredo. Como viajar de graça (ou quase) Confira abaixo os pontos principais desse bate papo incrível com o Gil. Quando você descobriu que gostava de viajar? Minha vontade de querer viajar começa no ensino médio, quando eu comecei a ter contato com pessoas de outros países. Eu via que elas tinham uma visão de mundo bem diferente. E além disso, também nossos amigos que fizeram intercâmbio nessa época, voltavam trazendo histórias muito interessantes. Das tuas viagens, qual foi a que mais te marcou? Sem dúvida minha viagem pra Argentina. Eu fiz um intercâmbio de 2 meses lá, trabalhando em ONGs que ajudam pessoas com necessidades especiais. Você gastou apenas R$ 2.300,00 nessa viagem. Como? Eu queria muito viajar, mas na época ganhava muito pouco e não conseguia juntar grana, então comecei a pesquisar maneiras de viajar de graça ou gastando muito pouco. Almoçando com Anas, que me hospedou no Marrocos Acabou que achei um livro que dizia basicamente isso: quanto menos conforto e quanto mais valor você gera, mais barata sai a viagem. E ai existem diversas maneiras de gerar valor, você pode vender artesanato, trabalhar em ONGs e por ai vai. E como isso funcionou pra você? Em determinado momento eu tava com R$ 1.200,00 guardados, e decidi já fazer uma viagem menor com essa grana. Fui de ônibus para Búzios, foram quase 30 horas de viagem. E ai eu vi que se eu baixar meu nível de conforto eu poderia viajar muito mais. E no seu intercâmbio para a Argentina? Nesse caso eu estava trabalhando na AIESEC, e por ter liderado alguns projetos lá dentro, eu fiquei isento da taxa de intercâmbio. Ou seja, eu gerei valor para eles e acabou que a parte mais cara da viagem foi eliminada. Mochilão que fizemos para o Rio de Janeiro Mas o resto da grana? Então, mesmo assim eu achei que não daria, pois eu tinha só R$ 2.300,00 pra passar 2 meses lá. Mas ai um colega meu disse o seguinte: “Olha Gilmar, essa promoção não vai acontecer de novo, logo você vai trocar de curso na faculdade, vai começar a trabalhar, seus custos de vida só vão aumentar, você vai ter cada vez menos tempo e oportunidade.” E é isso mesmo, você vai criando vínculos com várias outras coisas e deixa as oportunidades passarem. Então eu fui e deu certo. E sempre vai dar certo, é só fazer acontecer. E qual era o seu trabalho na ONG? Cara na verdade o projeto não especificava o que cada um iria fazer. Você chegava lá, via a necessidade e atuava em cima disso. Algumas precisavam melhorar a administração, outras precisavam captar dinheiro e assim por diante. Zeid à direita, que me hospedou na Croácia Eu cai num projeto onde a ONG queria que o pessoal fizesse mais atividades físicas e manuais, pra que não ficassem de bobeira o dia todo. Uma das coisas que a gente fez foi desenvolver uma horta, e o mais legal é que depois a gente fez um banquete com as coisas que eles mesmo plantaram. Esses só alguns dos pontos desse bate papo fantástico com o Gil. Uma experiência enriquecedora que transformou a maneira de levar a vida, não só em como viajar de graça mas também no dia a dia. Em breve mais episódios, com pessoas inspiradoras que vão te fazer repensar o jeito em que vivemos. Tire a Bunda do Sofá.
  10. Eu e meu marido somos de Campinas e descobrimos que começou a ser realizada uma visita histórica na Fazenda Atalaia em Amparo. Como gosto de história local e área rural: perfeito, lá fomos nós!! A visita histórica foi guiada pelo Victor (historiador) que, com ótimas explicações, nos levou de volta ao século XIX e aos tempos áureos do café. Os primeiros registros da fazenda datam de 1880 e a casa sede foi construída em 1890 em taipa de mão. A Fazenda pertencia a um barão e foi grande produtora de café até a crise de 1929. Em 1939 se tornou propriedade da família do Sr Paulo. A visita começa com um breve e delicioso café da manhã com cafezinho, queijo da fazenda e pão de queijo caseiro! Aiai... Depois andamos pela fazenda revivendo os tempos do café com a casa sede, enorme terreiro de secagem, tulha... continuamos no alambique de 1945 até chegar na produção de laticínios. Há 20 anos, Sr Paulo, Dona Rosana e equipe produzem queijos e outros laticínios. Em 2016 o Queijo Tulha recebeu medalha de ouro no concurso World Cheese Awards na Espanha. O tour finaliza com a degustação dos queijos produzidos por eles (de ricota até o premiado tulha)!!! Aii que delícia! No msm lugar de degustação vc pode comprar os produtos deles e dos produtores parceiros: Os queijos são divinos, a manteiga deliciosa, as bolachinhas são demais... a geleia de pimenta é incrível. E o bolo de mexerica??? O que que é isso minha gente????? Passeio delicioso que vale muito a pena! Onde: Fazenda Atalaia - Amparo/SP Quando: Sábados e Domingos 10h e 15h. Feriado 7 a 10/09 nos mesmos horários. Como: Agendar pelo email [email protected] Quanto: $25 OBS: eles tbm proporcionam visitas técnicas relacionadas aos laticínios (agendar).
  11. Olá, somos de Campinas e eu e meu marido compramos as passagens no susto numa promoção da Azul assim que começaram a operar para Punta del Este. • Período: 27/12/15 a 04/01/16 • Transporte: Avião = Campinas – Punta Del este Ônibus = Punta del Este – Montevideo e Montevideo – Punta Avião = Punta - Campinas • Hospedagem: Quase desistimos de viajar quando começamos a ver os valores dos hotéis. Um absurdo que não ia rolar. Até hostel estava com preço de hotel de luxo. Tbm pudera né, ano novo na Mônaco da américa do sul =/ kkkk Quando estava sem esperanças descobrimos o Airbnb através dos mochileiros. Uauuu salvou nossa viagem e nosso bolsinho. O Airbnb é um site que reúne pessoas que querem alugar suas casas ou apenas quartos para viajantes. Cobram valores bem legais e ainda te permite uma experiência com os nativos. Foi nossa 1° experiência e deu td certo: recomendamos!! Montevideo (MTV): ficamos no apartamento das Sofias (https://www.airbnb.com.br/rooms/5050047). Fica no lindo bairro de Pocitos, há 2 quadras do ponto de ônibus, há umas 8 quadras da praia. Localização maravilhosa. Alugamos um quarto do apartamento. As Sofias são mto gente boa, solícitas, nos ajudou em td que precisamos, nos deixou mto a vontade e ainda deixou 2 bicicletas a nossa disposição. Punta del Este: ficamos na casa da Ana Maria (não encontrei o link), bairro de Pinares, um lugar lindo e casa mto bem decorada, parecia que estávamos num lugar temático, mt legal. Ficamos em 1 dos quartos da casa (ela aluga os demais quartos tbm). No valor da diária Ana Maria servia café da manhã. A casa dela é um pouco distante do centro então precisa de carro ou ônibus, porém ônibus são raros e inconstantes, portanto conversamos com Ana Maria e ela nos levava e buscava pra onde queríamos ir e pagamos a ela no final (cobrou 1200 pesos). Só tem um problema: ela não recebe os valores das diárias pelo site airbnb (pq o site fica com uma porcentagem). Ela só expõe a casa e combina com vc os dias e valores. O pagamento vc faz qdo chega na casa. Deu mto medo fazer isso pq sem o respaldo do site não tínhamos nenhuma garantia, mas como não tínhamos outra alternativa aceitamos. Deu td certo graças a Deus kkkkk. Conversávamos com ela pelo face. • Roteiro : 27/12 - domingo -Chegamos pelo aeroporto de Punta. -Cambio no aeroporto péssimo: 1 real = 6,54 pesos. 1 dólar=25,16 pesos. Mas cambiamos um pouquinho por causa de ônibus/ táxis. -Pegamos ônibus para MTV na rodovia em frente ao aeroporto (o ponto de ônibus é uma ‘casinha’ branca). Vc vai dando sinal pros ônibus que passam, o que tiver lugar para. 212 pesos. 2h até terminal Tres Cruces (MTV). -Tres Cruces para casa Sofias (bairro Pocitos) = táxi 120 pesos/ +- 15 min. -Descemos a rua e caminhamos pela rambla do mar del plata. Bem bonito. 28/12 – segunda -Fomos para o centro. Ônibus=28 pesos, +- 20 min. -Câmbio em frente Praça Independência (na mesma calçada que vende bilhete pro ônibus turístico): 1 real=7,70 pesos. Foi o melhor câmbio que achamos e não estava compensando trocar dólar. -Free Walking Tour: tour a pé e de graça com guia em espanhol e inglês. As guias ficam na praça independência com camiseta vermelha. Se não me engano começa às 11h. Não precisa agendar, é só chegar (tem pg no face deles para mais informações, estão tbm no Trip advisor). Começa na praça independência e termina no Mercado. É de graça mas no final eles sugerem uma propina (gorjeta) voluntária. Vale a pena e é divertido. - Empanada do mercado é delícia e a mais barata: 44 pesos. A de doce de leite é mara! -De tarde fomos no Estádio Centenário (perto da casa Sofia, fomo a pé). Estádio da primeira copa do mundo. 150 pesos para conhecer o estádio e Museu. Não tem visita guiada e não achei o museu mto autoexplicativo, boiei bastante rsrsrs, mas quem entende mais de futebol se diverte. De qualquer forma foi legal pq tem bastante coisa referenciando a 1º Copa e o Brasil. -Na volta fomos na padaria La Passiva (tem várias pela cidade) e comemos o famoso Chivito: combo com fritas, refri e sobremesa=310 pesos (não é mto grande). 29/12 - terça-feira -fomos para o centro. -Museu Pedagógico: grátis. Faço Pedagogia então pra mim foi especialmente interessante. Mostra o sistema de ensino a 125 anos atrás no Uruguai, com castigos e tal. É mto legal msm pra quem não é da área. No final vc pode sentar numa das carteiras da época e escrever com caneta tinteiro. Vale a pena. -Fonte dos cadeados: levamos cadeado mas tem uma banca ao lado que vende. -Teatro Solis: tour guiado 20 pesos. Tem em espanhol e inglês. Dura uns 40 min e tem 2 atores que fazem aparições no percurso. Bem legal. -Restaurante Los Leños na rua San Jose, paralela da 18 de julho. Ambiente mto agradável, uma delícia: Assado+salada+couvert+sobremesa+café=517 pesos (deu pra 2 comer de boa). -Museu Andes 1972: lemos o livro “Um milagre nos andes”, relato impressionante do acidente e desde então queríamos mto conhecer esse museu. Vale mto a pena, é impressionante ver as partes do avião, roupas, objetos, filme etc. Mto interessante. Não lembro o valor. -Palácio Salvo (em frente praça independência): visita guiada 200 pesos. História interessante, história de fantasma e vista lindíssima. Vale a pena. -Na volta passando pelo centro passamos por casas de venda de cannabis para cultivo. -Fomos para Tres Cruces comprar passagem pra Punta = 259 pesos (esse valor era até a parada 35 pra casa da Ana Maria, se não seria um pouco mais caro até a rodoviária de Punta). 30/12 - quarta-feira - Castillo Pitamiglio: 125 pesos. Visita guiada no castelo (a arquitetura externa se destaca mto por estar entre prédios modernos), não pode tirar fotos dentro. Mtos símbolos maçônicos e mto mistério envolvido, mto legal. Tem um ponto da casa que qdo vc fala sua voz volta, é o ponto em que tem cruzamento entre linhas energéticas do planeta, mto interessante, vale mto a visita. Pesquise no site pois são apenas 1 ou 2 visitas por semana que tem no castelo. -Voltamos andando pela rambla e fomos no Chivito Lo de Pepe, mto bom, mais gostoso que no La Passiva, 235 pesos. -Letreiro Montevideo, fica na rambla. 31/12 – quinta-feira -descobrimos uma feira em Pocitos, próximo ao mercado Disco. Na feira vendia até papel higiênico rsrs, tinha carrinhos de venda de presunto e queijos, pão de forma. Diferente das feiras daqui. -andamos pelo bairro Pocitos e realmente é lindo e charmoso. -Fomos para rodoviária para ir para Punta. -Ana Maria (casa que ficamos em Punta) combinou de nos encontrar na parada 35 de Punta. Como sua casa é afastada do centro foi melhor assim. -Deixamos as coisas e já fomos para o centro: é lindo, mto bem organizado, estruturado. Bicicletas grátis, pra quem tem cartão itaú pode usar por 3h e pra outros cartões por 1h. -Voltamos de ônibus até um ponto, daí descobrimos que não tinha mais ônibus para ir pra Ana Maria por ser dia 31 e tivemos que pegar táxi. Foi bem cansativo e daí decidimos combinar os traslados com Ana Maria. -Não tínhamos planos pro dia 31 então Ana nos convidou para participar da ceia com sua família na casa msm. Foi mto legal a troca cultural com a família dela. Teve a tradicional Parrillada Uruguaia: delícia!!! Experimentamos tbm a morsilla (linguiça com sangue de porco...diferente rs). 01/01 - sexta-feira -Fomos para La Barra: passamos pela ponte ondulada de carro, mto legal! Descemos e tiramos fotos pela ponte. -Dali dá pra ir a pé (1km +-) até o Museu do Mar, 160 pesos. Museu com mta coisa (até demais eu achei, dava pra fazer vários museus pq misturam animais com peças antigas etc), mas msm assim é interessante, esqueletos enormes de baleias, vale a visita. -Voltamos de ônibus até o terminal de Punta. -Em frente o terminal tem o famoso monumento La Mano, uma luta pra conseguir tirar foto, desista de querer sair sozinho...desconhecidos farão parte kkk -Andamos pela rambla até a igreja Carmelitas, o bairro q essa igreja está é uma fofura, vale a pena ficar sentada num banquinho da praça admirando. -Em frente a igreja tem o Farol, mas não é possível entrar =/... fotos só de fora msm. -Fomos para o Porto: paisagens lindas dali, pôr do sol magnífico. Aliás achei que o sol de Punta brilha mais do q eu estou acostumada a ver! 02/01 – sábado -andamos pela rambla de Pinares (bairro da Ana), apreciamos o mar e ficamos no barzinho da Parada 31 (neste lugar não cobram taxa de serviço nem o couvert). -Casa Pueblo: fica num lugar bem alto e lindo, com vista para Punta. O lado de fora é fascinante. É um museu bem pequeno com obras de Carlos Paes Vilaró, é bem bonito, mas esperávamos mais. A maior parte da construção faz parte do hotel que não podemos ter acesso. O pôr do sol visto de lá é lindo pq tem música ambiente q dá o clima mas é mto concorrido. Acabamos terminando de ver o pôr do sol do lado de fora pq não tinha mais espaço dentro. 220 pesos. 03/01 – domingo -Fomos para o Porto de novo pq queria ver os leões marinhos: lá vende peixes e eles jogam as carcaças no mar. Coisa mais linda vê-los tão de pertinho e enormes. Se quiser pode comprar peixes para jogar pra eles tbm. -Andamos na avenida Gorlero: lojas, praça com alguma atração cultural etc. É a avenida principal de Punta. -Fomos no Casino Conrad, só 'dar uma olhadinha' kkkk. Não pode tirar foto dentro do cassino. 04/01 - segunda-feira -na ida para o aeroporto Ana nos levou no mirante de Punta Balena: vista linda!!!!!!! -retorno para Campinas. DICAS: -fizemos nosso roteiro com o Google My Maps. VC vai incluindo os lugares que vc quer ir e te ajuda na locomoção, o que é perto do que etc. -mercado é mais caro que no Brasil. -ficamos com medo de comida em Punta ser absurdamente mais caro que em MTV mas o preço estava praticamente igual. Inclusive mercado. -os tours em espanhol são na verdade em portunhol. Como eles estão mto acostumados com brasileiros o português deles é bem bom. -Em Punta é legal estar de carro pois conhece mto mais lugares, inclusive nas cidades vizinhas. Mas os principais pontos dá pra conhecer td a pé. -Em Punta o vento é super gelado. -Em MTV os táxis tem tabelas dos valores. Vc olha o n° q deu no taxímetro e confere qto deu. Já tínhamos conhecido Colônia de Sacramento em outra viagem e agora com MTV e Punta tivemos uma experiência melhor ainda com os uruguaios. País lindo, arborizado e preservado. Pessoas mto simpáticas, prestativas, educadas e estudadas. Temos ótimas lembranças pra guardar desse país. Recomendamos mto.
  12. Amilton & Poly

    Curitiba/ Morretes/ Ilha do Mel – 6 dias (jan/2014)

    Somos de Campinas/SP e compramos as passagens de avião com os pontos da Azul. Os hotéis foram reservados através do Decolar e do Booking: Curitiba: Hotel Garden Curitiba Pontos positivos: ótima localização por estar no centro, a 4 quadras da praça Tiradentes e centro histórico. Fácil acesso a todos os pontos turísticos e restaurantes. Simples, porém limpo. Pessoal da recepção educado. Café da manhã com pouca variedade, porém o necessário. Pontos negativos: muitos usuários de drogas em volta do hotel. Não tivemos problemas com eles, porém é recomendável sair de táxi à noite. O box do banheiro é de cortina e você tem que ficar se esquivando pra não encostar rsrs. Pessoal da recepção não sabia dar muita informação de deslocamentos. Ilha do Mel: Pousada Marimar (Brasília) Ponto positivo: ótima localização e fácil acesso a todas as partes da ilha. Fica bem perto do trapiche. Pontos negativos: sujo, tinha barata, toalhas manchadas (não sei se manchadas ou sujas, só sei que não deu coragem de usar rsrs). Compramos um pão caseiro na ilha e pedimos emprestado um pouco de manteiga na pousada, tudo bem que cavalo dado não se olha os dentes, mas foi inevitável dar uma checada na validade rs e estava vencida desde junho/2013, preferi não ficar pensando na limpeza da cozinha rsrs. No nosso quarto tinha uma cama de casal e uma beliche e em cima da beliche tinha salgadinho. Enfim, não recomendamos. Nossas impressões: Curitiba: cidade linda, muito arborizada, muito limpa (sempre ouvimos falar e agora constatamos), sistema de transporte público muito bom, prédios históricos e pontos turísticos muito bem preservados e cuidados, pessoal cordial, alguns mais sérios, mas muito educados. Tem tudo de uma cidade grande, porém com ares de interior. Moraríamos lá com certeza. Obs: os ônibus tem integração quando vc desce em um tubo. Isso é ótimo. Ilha do Mel: lugar lindo, muito bem preservado, lindas paisagens, pessoal educado, trilhas limpas (tem muitas lixeiras nos caminhos), muitos estrangeiros. Acho que falta mais opções de comida, pois todos os restaurantes servem as mesmas coisas e tudo é fritura, não tem opções saudáveis, não tem frutas, sucos (só tem laranja e limão ou polpa), enfim falta um pouquinho de variedade com cara de ilha. Recomendamos uma passagem por lá, nem que seja bate e volta pra quem estiver no litoral do PR. 1° dia (4/01) - Sábado: Saímos 11h de Campinas e chegamos em Curitiba 12h. Do aeroporto pegamos o ônibus ligeirinho (R$ 2,70) que nos levou até o centro em aproximadamente 40 min. Fizemos o check in no hotel, um lanche numa padaria próxima e já saímos. De ônibus (R$ 2,70) fomos primeiro na Torre da Oi (R$ 5,00), visão 360° muito legal! Dá pra enxergar vários pontos turísticos de lá. Fomos para o ponto de ônibus e aguardamos quase 1h (sábado não tem muitos ônibus =/) para ir para o Memorial Ucraniano que fica no Parque Tingui. Super valeu a pena! É lindo, lindo! O memorial é fabuloso, o parque tingui cheira a eucalipto, uma delícia, o bairro do parque só tem mansões. Lá compramos uma Pessanka aqueles ovos coloridos com técnica ucraniana. Uma obra de arte. Pra quem quiser vale a pena comprar lá mesmo pq nas demais lojinhas da cidade são mais caros. O próximo destino era a Ópera de Arame, porém o tio da lojinha disse que não tinha como ir de ônibus de lá, ou então demoraria muito. Como realmente não vimos ônibus por ali resolvemos ir de táxi (+- 13,00). É muito bonito, porém não dava pra conhecer por dentro pois estava em reforma. Mesmo assim vale a pena, a construção e o ambiente que está localizado (uma pedreira desativada) é muito bonito. Voltamos para o Hotel de ônibus. De noite fomos num barzinho Espanhol ( basco/ catalão) na quadra de baixo do hotel, o Txapela. Lugar muito da hora, super decorado, garçons gente boa, comida óootima. 2° dia (5/01) - Domingo: 9h fomos para a Feira do Largo da Ordem, uma feira que acontece todos os domingos das 9-14h. Fica a uns 50m do hotel. A feira é enorme! Não demos conta de andar tudo e tem muita coisa legal, minha vontade era de passar a manhã lá rsrs. Tem muita coisa diferente, a mulherada pira, compramos coisinhas rsrsrs!! Na rua da feira tem a Mesquita, muito bonita, nos falaram que abre 10h mas não deu tempo de irmos. De lá fomos para a praça Tiradentes pegar o Ônibus Turismo. Este ônibus custa R$29,00 e passa pelos principais pontos turísticos de Curitiba, você tem direito de descer nos pontos que quiser desde que faça até 4 reembarques. Acho que vale a pena pela comodidade, além de que de domingo quase não tem ônibus. Neste site vc pode baixar o roteiro e horários http://www.urbs.curitiba.pr.gov.br/transporte/linha-turismo. Passamos pela Rua das Flores, Rua 24h, Museu Ferroviário, Teatro Paiol. Descemos no Jd Botânico. Acho que nunca vi uma construção e jardins tão belos! Renderam muitas fotos rsrs. De todos os pontos turísticos que fomos esse é o mais lindo, é de encher os olhos. Reembarcamos e passamos pela rodoferroviária, Mercado Municipal, Teatro Guaíra, UFPR (construção linda), Paço Liberdade, Passeio Público, Memorial Árabe, Centro Cívico, Museu Oscar Niemeyer (me arrependi de não ter descido, é muito diferente, é enorme), Memorial Polonês. Descemos no Bosque Alemão é bemm bonito, tem a trilha João e Maria com a história no meio da trilha e uma casinha encantada. Muito fofo. Tem o portal alemão que é muito legal. Vale a pena. Reembarcamos e passamos pela Unilivre (não deu pra descer, mas um lojista disse que é um ponto que não é muito visitado mas que é um dos lugares que ele acha mais bonito). Descemos no Parque Tanguá, parque bem bonito com uma queda dágua linda, muitos mirantes. Só tem um problema: as subidas são cruéis! Rsrss prepare-se. Reembarcamos e descemos no Parque Barigui. Parque lotadoooo, o curitibano gosta mesmo de parques. Parque bem cuidado, tem lago, tem uns barzinhos lá dentro, bem legal. Exaustos fomos para o hotel. Mais tarde fomos na Pizzaria Abaré, pizza deliciosa e atendimento muito bomm! 3° dia (6/01) - Segunda: Neste dia andamos pela Praça Tiradentes, Catedral, Centro histórico, Rua das flores, Paço Liberdade, demos uma olhadinha nas lojas. Para almoçar fomos para Santa Felicidade, famosa pelos restaurantes Italianos. Almoçamos no Madalosso, maior restaurante da América Latina, cabem mais de 4000 pessoas lá. O valor estava 33,00/ pessoa o rodízio. Só a entrada já serve como refeição, mas ainda tem o rodízio de massas, lá se come muitooo rs. O garçom que nos servia era muito gente boa, o Pompeu, ele nos apresentou a dona Flora, a dona de tudo aquilo, muito simpática. Depois fomos conhecer os salões do restaurante, parece um shopping. Muito legal. Depois, fomos na vinícola Durigan que fica bem perto do restaurante. Lá é bem temático, legal para tirar umas fotos. Além de vinhos eles tem queijos, chocolates e doces. Obs: verifique os horários dos pontos turísticos pois a maioria dos locais não abrem de segunda. Inclusive em Santa felicidade só o Madalosso estava aberto. 4° dia (7/01) - Terça: Fizemos o check out e 7:30h fomos para a Rodoferroviária pegar o trem da Serra do Mar (há mtos anos queria fazer esse passeio =D). As passagens compramos por email (pegamos no site) e retiramos na segunda-feira mas poderia ser retirada no dia mesmo. Pegamos o vagão turístico que tem guia e um lanchinho rs. O trem saiu 8:15h e vimos paisagens tão lindas que as fotos não conseguem retratar. A guia era muito simpática e ia dando dicas pra conseguirmos pegar os melhores flashs srrsrs. Dica: fizemos cadastro no site do Amantes da Ferrovia e por isso tivemos desconto na passagem. Chegamos em Morretes 13h pois deu uma atrasadinha pq em vários trechos o trem tinha que parar para os trens de carga passarem pois é uma via compartilhada. Em morretes comemos o tão famoso barreado. É uma carne desfiada com caldo, come-se com farinha, arroz, banana frita, uma delícia. Fomos no restaurante My house, mas tem várias opções. Neste estava 26,00/ pessoa. Só fui sentir fome de novo 9h da noite rsrs! Lá também são famosos os sorvetes de gengibre e banana. O de banana é mara! A cidade é bem bonitinha, se tiver tempo vale a pena dar uma passeadinha. Fomos para a rodoviária de Morretes pegar ônibus para Paranaguá, de onde saem balsas para Ilha do Mel. Queríamos ir pra Ilha de Pontal do Paraná mas de Morretes não tem ônibus pra lá. Então fomos pra Paranaguá, 1h de viagem em ônibus urbano comum (R$ 4,50), graças a Deus conseguimos ir sentados pq vai lotadooo. Da rodoviária de Paranaguá fomos para o lugar que sai a balsa, que lugarzinho esquisito, medooo! Pegamos a última balsa (18h) ufa! Deu medo de não conseguir. Fiquem atentos aos horários das balsas pois de Paranaguá saem poucos. De pontal sai a cada meia hora e tem até 20h, além disso a viagem é só de 30 min. São 2h de balsa até a Ilha (R$ 16,00), é meio cansativo. Chegando no trapiche de Brasília fomos direto pra pousada que fica bem perto. Fizemos check in e já fomos andar, só que estava escuro e não tem luz na trilha, só tem as luzes dos restaurantes. Descobri que as pessoas levam lanterna pra andar de noite lá, mas a luz do celular ajudou. =) Comemos no restaurante Pousadinha, comida boa e preço normal para ilha. 5° dia (8/01) - Quarta: Cedo fomos para Fortaleza, deu uns 5km de caminhada. Fomos pela praia com sol rachando, chegamos lá mortos pq foi o caminho que o cara da informação turística ensinou =/. Depois descobrimos que tem uma trilha com árvores e tal que chega lá também com mais ‘conforto’ rsrs. A fortaleza é bem legal, além da parte dos canhões que fica em cima tem os ambientes em baixo, bem bonito. Dica 1: tem uma biblioteca em frente com banheiro limpo. Dica 2: acho que vale a pena alugar bike para a fortaleza pq o caminho é reto e a areia é bem firme (não sei o valor). Atrás da Fortaleza tem a trilha que vai para o Morro da Baleia, subidinha bem mais ou menos mas o visu lá de cima compensa! Almoçamos no hotel perto da Fortaleza, muita comida mas sem muito sabor =/. Voltamos pela trilha dessa vez rs, foi bem mais agradável. Mais 5km. Umas 14h fomos pra Encantadas. Como seriam mais de 5km arregamos rsrs e fomos de barco táxi (R$ 8,00), em +- 15 min chega lá. Achamos Encantadas mais organizado que Brasília, mas Brasília tem mais coisas. O legal é que encantadas tem mercado e a água de 1,5L era R$ 4,00 sendo que nos hotéis/ restaurantes é R$ 3,00 a água de 500mL. Vale a pena fazer um estoquezinho rs. Fomo conhecer a Gruta das Encantadas. Caminho bem tranquilinho. É uma gruta nas rochas, legal. Ao lado da gruta tem dois montes para subir pra ver a paisagem mas não tínhamos mais forças rsrs. Na volta compramos um pão caseiro quentinhoooo de uma moradora da ilha, fomos comendo puro mesmo, delícia! De lá ficamos na praia perto do trapiche e 19h pegamos o último barco táxi de volta para Brasília (R$ 8,00). 6° dia (9/01) - Quinta: Cedo saímos para o Farol, 20 min de caminhada tranquila + subidinha de boa. O visual lá de cima é muito lindo, vários locais pra tirar foto. Descemos e ficamos na praia do Farol. Logo tivemos que voltar pra pousada pois o check out era 11h (tentamos mas não conseguimos late check out =/). Dica: ficar pelo menos 2 dias inteiros ou 3 pra poder fazer as coisas com calma. Pegamos a balsa para Pontal pois nosso ônibus para Curitiba sairia de lá. 30 min até Pontal (R$ 13,00). A passagem de ônibus (R$ 25,90) compramos da Graciosa no dia que fomos na Rodoferroviária. 14h saímos e chegamos em Curitiba 17h. Pegamos o ônibus ligeirinho e fomos para o Aeroporto. Fim da nossa viagem que foi muitooo boa!
  13. Olá, eu e meu marido estivemos na Colômbia de 18/12/14 a 01/01/15. Rotas Compramos as passagens de ida e volta pela Copa Airlines com milhas. As passagens internas compramos da Viva Colômbia e Copa. Campinas – Panamá – Bogotá – COPA Bogotá – San Andres – VIVA San Andres – Cartagena – COPA Cartagena – Bogotá – VIVA Bogotá – Panamá – Campinas - COPA Obs. Viva Colômbia: é uma empresa confusa e cheia de frescuras : se vc não imprimir o cartão de embarque terá que pagar 25.000 pesos colombianos para fazer isso no check-in. Serviço de bordo é pago. Se for despachar terá que pagar e só pode ser até 12 kg. Para até 20 kg tem mais uma taxa. Pagamos 1 taxa extra e despachamos as malas como se fossem de 1 pessoa só. Não tem marcação de poltrona, vc senta onde quiser (imagina como é a hora de entrar no avião kkk). Até vc conseguir entrar no avião vc participará de pelo menos 5 filas kkk. Além disso, nenhum vôo que pegamos com eles saiu pontualmente. Se o valor compensar vá em frente, mas com o espírito aberto kkkk. Câmbio Levamos dólares e reais. Cambiamos uma pequena quantia de dólares no aeroporto de Bogotá, assim que sai do desembarque: 2.200 pesos por dólar. O restante dos dólares cambiamos no centro de Bogotá (candelária) na rua dos transmilênios por 2.220 pesos por dólar. Nem utilizamos os reais pois o câmbio estava ruim 750 pesos por real. Encontramos brasileiros que cambiaram em Cartagena e disseram que estava 2.050 pesos por dólar. Hostels Bogotá: Masaya Hostel – :'> fica na Candelária: o melhor da viagem, ótimo. Atendimento muito bom. Limpo (tinha gente limpando toda hora). Cozinha com boa estrutura. Banheiros grandes com várias cabines e água quentinha. Hostel com vários ambientes. Café da manhã mara! O café não estava incluído, era 7500 pesos por dia mas super compensava pq era mto bom: omelete de 2 tipos, 2 ou 3 tipos de frutas, manteiga, geléia, suco, café, cereais completo, uma belezinha. Pegamos quarto privativo que tinha vista pro cerro monserrat. A localização é muito boa pq permitiu fazermos td a pé – 4 diárias com o café da manhã saiu 300.000 pesos. San Andres: Sheylla’s Place III – fica a 5 minutos do centro: é um prédio residencial que pegaram o último andar e fizeram de pousada. São 6 quartos grandes e privativos, cozinha, banheiro e sala comunitários. É um banheirinho só para os 6 quartos, mas até que deu certo. Não tem água quente no chuveiro, mas acredite isso não é um problema com o calor que faz lá. É uma pousada que vai mais família. A limpeza é 1 vez por dia. Recepção razoável. Sem café da manhã – 5 diárias saíram 375.000 pesos. Cartagena: Hostal Las Tortugas – fica no Getsemani a 5 minutos da Torre do Relógio: atendimento bom. Nosso quarto não foi limpo nenhum dia. Banheiro coletivo só era limpo de manhã. Não tem água quente no chuveiro, o que não é um problema pq lá faz calor de matar. Cozinha muito pequena e suja. Permite festas, então quem tem dificuldade de dormir não rola. Tem café da manhã mas bem fraquinho e controlado. Só vale por ser bem perto da muralha – 4 diárias saíram por 360.000 pesos. Restaurantes Dica: a maioria dos pratos são mto bem servidos então pedíamos 1 prato para os 2. Bogotá: na Candelária é melhor do que no centro de Bogotá para encontrar bons restaurantes. As lanchonetes de rua não são nem um pouco convidativas (lê-se bem sujas). ‘Candelário’ tem preços bons e a comida é boa. Aproximadamente 13.000 pesos o prato. ‘Crepes & Waffles’ uma delícia, limpo e preços razoáveis. Na dúvida coma lá. ‘El Corral’ tbm mto bom e preços parecidos com Crepes & Waffles. ‘Las Brujas’ comemos ceviche peruano e caribenho, mto bom. É um restaurante mais romântico. ‘San Isidro’ fica no cerro Monsserrate, é mto bom, luxuoso e com uma vista linda mas caríssimo. ‘Andres Carne de Res’ meio carinho, mas tem que ir. É mto diferente. Cafeterias ‘Oma’ e ‘Juan Valdez’ tem por toda parte. Tem tbm as barraquinhas de frutas, arepas e arequipas. San Andres: ‘Mahi Mahi’, ‘Sea Watch’, ‘Casa Blanca’: ficam um do lado do outro na orla, são do mesmo grupo e vc pode sentar em qualquer um dos restaurantes e pedir o cardápio de qualquer um deles. Se quiser mais requinte sente no Casa Blanca rsrs. Cartagena: É bem tranquilo comer na cidade amuralhada. Tem mtas opções boas e todos os preços. ‘Hard Rock’ gostoso, ambiente agradável!!! ‘Chipi Chipi’ é uma cevicheria bem boa que fica perto da praça Fernandes Madrid. ‘Café del Reloj’ assim que vc entra pela torre do relógio fica à direita. Ambiente mto bom, atendimento ótimo, comidas, sobremesas e café deliciosos. Cafeterias ‘Oma’ e ‘Juan Valdez’ . Dica: as arepas de Cartagena são muuuto melhores do que de Bogotá. BOGOTÁ 1° dia: Chegamos ao Aeroporto El Dorado e pegamos um táxi até o Hostel Masaya que fica na Candelária (~40 minutos e custou 25.000 pesos). A Candelária é um bairro universitário, tranquilo e seguro. Tem fácil acesso a tudo e pode visitar os principais pontos turísticos a pé. Fomos para a praça Bolívar. Estava toda enfeitada para Natal, linda. Teve projeção de um vídeo natalino em um dos prédios históricos. 2° dia: como não tínhamos adaptador para as tomadas (aqueles de 2 pinos achatados) fomos para o centro comprar. Tour guiado pela Candelária: fizemos a reserva ainda no Brasil por email ao PIT (posto de informação turística). O PIT fica em uma das esquinas da praça Bolivar. O tour é gratuito e dura aproximadamente 2h. É só panorâmico, não entra nos lugares e vale mto a pena. Depois com os conhecimentos adquiridos vc entra no que te interessar. Depois do tour fomos entrar nos lugares: Centro Cultural Gabriel Garcia Marques (uma livraria, com pátio, espelho dágua, tem um El Corral na frente e um Juan Valdez ao lado), Museu Botero (bem legal), Casa da Moeda, Museu Casa da República. Todos esses ficam um do lado do outro e são grátis. Pagamos apenas 6000 pesos para o áudio guia (opcional) no museu Botero. No fim da tarde fomos a Igreja Santo Agostinho (atrás do Palácio Narinõ). Em Bogotá tem as redes de Artesanias, então fomos procurar uma delas. A guia do tour nos indicou a do lado do Museu do Ouro pois era mais barata que as demais. Fomos e era enorme, artesanatos bem feitos mto legal. Vale a pena comprar lá. 3° dia: acordamos cedo e fomos pra Zipaquirá, onde tem a Catedral de Sal. Caminho: pegar ônibus Terminal Norte (n° 72). A passagem custa 1500 ou 1800 pesos dependendo se é hora de pico ou não. Desce no terminal norte e pega uma Buseta para Zipa que custa 4300 pesos. O trajeto todo dura quase 2h. A cidade é uma graça, praças e igrejas lindinhas. Fomos andando até a Catedral. A entrada custa 23.000 pesos no tour básico e tem outros tipos de tours com valores mais altos. O passeio dentro da Catedral dura em torno de 1:30h com guia. Vc fica a 180 metros abaixo da montanha. Tem toda a via crucis, show de luzes e um filminho 3D além de um espelho dágua maravilhoso. Vale muito a pena! Tem que ir! De noite fomos para o famoso Andres Carne de Res. É um restaurante mto diferente. É um prédio inteiro cada andar todo enfeitado com os temas terra, céu, inferno etc. Eh mto da hora. As comidas são um pouquinho caras mas tem que ir. Áh o atendimento é ótimo. Tem que agendar pelo site ainda do Brasil, pq lá lota. O Andres fica na Zona Rosa, área nobre de Bogotá então depois do Andres ficamos andando por lá. É um bairro mto lindo, cheio de barzinhos, shoppings e lojas de marca. Td decoradíssimo para o Natal. 4° dia: Cedo fomos para a praça Bolívar conhecer a Catedral. No caminho passamos na igreja da Candelária. Como o pessoal do hostel indicou fomos procurar um centro de artesanias (que não são as oficiais) que fica na Calle 10 com Carrera 10. Os artesanatos são mais baratos mas não são bonitos como nas redes oficiais. Fomos para o Museu do Oro (grátis aos domingos assim como demais museus). Mto legal e interativo. De tarde fomos fazer a visita guiada na Casa Narinõ (residência do presidente). Agendamos previamente do Brasil por email. Para conseguir entrar é um trampo: para entrar na recepção tem que deixar td q é metálico e passa por uma porta tipo de banco. Depois passa a bolsa , blusas etc em um raio X. Daí eles te pedem câmeras e celulares e deixam guardado. Vc faz um cadastro e tira foto. Depois eles dizem q vc não pode entrar de bolsa, e confiscam sua bolsa. Perde um tanto de tempo nessa confusão. Mas o tour é bem legal. Não teve troca de guarda pq falaram q em dezembro não tem. No final eles devolvem tds as coisas e só pode tirar foto da frente da casa. Agora veja bem, eu e meu marido perguntamos se podíamos usar o banheiro (que fica dentro da casa) e o cara deixou entrarmos com máquina, celular e bolsa e sem acompanhante kkkkk.... Vai entender esses colombianos. Fomos para o Cerro Monserrate. Pegamos uma promoção que subindo das 17 às 19:30h pagaríamos 10.000 pesos ida e volta. Subimos de funicular e descemos de teleférico. É mto bonita a vista lá de cima, pegamos o anoitecer. Se puder vá tbm de dia, deve ser lindo. 5° dia: último dia em Bogotá. Ficamos andando pelo centro e tentamos ir no edifício Colpatria, o mais alto de Bogotá, mas este dia não era dia de Mirador. Fomos embora para San Andres. SAN ANDRÉS No aeroporto de Bogotá vc já tem que pagar a taxa pra entrar na ilha. Está 48.000 pesos. Dica: indispensável em San Andres é a sapatilha aquática (10.000 pesos) pq as praias tem mta pedra e snorkel (de silicone por 20.000 pesos, os de plástico entram água). 6° dia: Fomos alugar o carrinho de golf. Queriam cobrar de 80 a 90.000 pesos, choramos e deixaram por 70.000. Vc pode ficar com o carrinho até as 18h. Ele anda a 10 por hora rsrs mas é divertido. A ilha tem 32km para percorrer com pontos turísticos ao longo do caminho e parávamos tbm em qqer ponto que achávamos bonito ou que queríamos entrar no mar. Primeira parada foi West View: o melhor de San Andres. Tem estacionamento pro carrinho, vc paga 4000 pesos pra entrar e ganha um pedaço de pão pra alimentar os peixinhos. Lá tem toboágua e trampolim, aluguel de colete (5000 pesos), lockers com propina voluntária, mesas, lanchonete. Pegamos colete pq a profundidade é de no mínimo 4m. Delícia fazer snorkel lá, mtoss peixes, mais do que todos os outros lugares de San Andres que fizemos snorkel. Passe um bom tempo nessa parada, é a que mais vale a pena. Segunda parada: Hoyo Soplador: vc estaciona o carrinho e já vem uma pessoa falando que não precisa pagar nada, que ele cuidaria do carrinho, mas que ele pedia que consumíssemos lá. Ele nem espera a gente pedir nada e já vem trazendo piña colada, ficamos constrangidos e pegamos rs. Bom o Hoyo soplador é divertido, rende boas fotos e vídeos. Não paramos na Piscinita pq tava bem caidinho. Terceira parada: praia de São Luiz e Rocky Cay: tem que pagar 5000 pesos de estacionamento e tem que consumir. Tinha cadeiras disponíveis. Como pegamos o locker (5000 pesos) já contou como consumação. Essa praia é bem organizadinha mas como tava tarde nem ficamos curtindo já fomos atravessar o mar para Rocky Cay. Rocky Cay é uma ilhota em que a atração é o navio encalhado trazido pelo furacão Katrina. Vc chega na ilha caminhando no mar mesmo, tenho 1,59m e a água chegou a bater no meu pescoço. 7° dia: passamos o dia curtindo a praia de Sprat Brigth, a praia do centro. E compramos os passeios para Jonhy Cay (9.000 pesos) e Cayo Bolivar (160.000 pesos) com o Maurício da Explorer, ele fica numa mesa em frente à loja Sigali Sigali na orla, ele faz bons preços. 8° dia: Passeio para ilha Cayo Bolivar: é o passeio mais caro e inclui café da manhã, almoço e bebidas a vontade. Nos pegaram no hotel. O barco é pequeno, aberto, sem estrutura, não tem onde segurar, o assento não tem encosto, não tem segurança nenhuma (só coletes). Enfrentamos alto mar durante 1:15h, mar agitadíssimo e experiência de quase morte kkkk. Verdade! Foi aterrorizante. Eles não avisam como é, tínhamos ideia pelos relatos dos mochileiros. Não recomendamos para criança, idosos, problema de coluna ou coração. Recomendamos apenas para quem gostar de mtaaaa aventura pq a falta de segurança é mto grande. Chegamos e o mar de Cayo Bolivar é maravilhoso, um verde inesquecível. A ilha é bemm pequena. O café da manhã é pão com mortadela e o almoço é um peixe, arroz e salada que eles serviam com a mão. Refri, cerveja e água a vontade. Fomos embora às 15h e a volta foi menos desesperadora e durou uns 40 min. 9° dia: Aquário e ilha Johnny Cay: o passeio saiu por 9.000 para cada (com o Maurício) mas em todos os outros lugares estava por 20.000. O barco é o mesmo de Cayo Bolivar só que dessa vez são só uns 10 minutos então tranquilo. Vc tem que pagar a taxa de conservação da ilha (5.000 pesos). Primeiro o barco nos deixa no Aquário que é um lugar no mar que dá para fazer snorkel. Tem locker lá por 4000 pesos. Fica mais ou menos 1h lá e levam para Johnny Cay que é uma ilha bem estruturada mas td tem que pagar. A água é linda e o retorno é 15h. CARTAGENA Obs: dois brasileiros nos informaram para tomar cuidado com os policiais pois eles pedem seu passaporte ou pegam sua bolsa e implantam droga pra cobrar propina. Então cuidado, não deixe q eles saiam da sua vista com nada seu, peça pra olharem na sua frente. Apesar disso nenhum policial nem nos revistou e foi td tranquilo graças a Deus. Como chegamos tarde só ficamos andando na muralha de noite, que aliás estava linda decorada pra Natal. 10° dia: andamos o dia td dentro da muralha. As ruazinhas são uma graça, os balcões com flores lindos. Mtos restaurantes, praças bem cuidadas. Fomos na igreja San Pedro Claver, Palácio da inquisição (grátis aos domingos)mto legal, Praça Santo Domingos onde fica a igreja de mesmo nome e a estátua La Gorda de Botero. De tarde assistimos o pôr do sol no Café del Mar (que é carinho mas dá pra ir só assistir o pôr do sol) com uma musiquinha de fundo, mágico. 11° dia: Isla de Rosário e Playa Blanca: custou 45.000 pesos com almoço incluído.O barco tem um pouco mais de estrutura que os de San Andres. No caminho tem guia que vai explicando sobre as ilhas, paradas para ver os peixes. Primeiro para em Isla de rosário para o pessoal ir no oceanário ou fazer snorkel. Como não fizemos nada disso tivemos que ficar esperando o pessoal voltar pra continuar. Isla de Rosário não tem graça, tem so um pedacinho de praia que um tantão de gente se espreme pra ficar. Fomos para Playa Blanca e lá tem o almoço que é peixe, arroz, salada e suco e vc pode ficar até às 15h na praia. A praia é lotadíssima, areia super suja, tem jetsky andando no meio dos banhistas. A água é bem bonita mas se vc for pra San Andres o passeio não vale a pena. 12° dia: fomos na Casa Rafael Nuñez, casa de um ex presidente que foi por 4 vezes e era Cartagenero, eles tem mto orgulho dele. Pegamos guia (propina voluntária) e a visita ficou ainda mais interessante. Não deixe de ir, vale a pena. 13:30h pegamos o Tour de Chiva (40.000 pesos), com guia passa pelo bairro de Bocagrande, bairro do Getsemani, convento de la Popa, Castelo San Felipe e Muralha. Vale a pena, com todas as entradas inclusas. Convento de La Popa só vale pela vista que é linda, é o ponto mais alto de Cartagena. O castelo é bem interessante. A volta num pedaço da muralha tbm é legal. 13° dia: dia de ir embora, ficamos andando no shopping Plaza Mall ao lado do Castelo e andamos na muralha. De noite pegamos avião pra Bogotá e depois Panamá-Campinas.
  14. Quem somos: um casal de vinte e poucos anos, apreciadores da natureza e de aventura; e este será nosso segundo relato e primeiro mochilão internacional. Planejamento: eu e minha namorada planejamos durante 7 meses o tão sonhado mochilão! Para montar o roteiro utilizamos inúmeros relatos dos mochileiros e o livro “Guia Criativo para o Viajante Independente na América do Sul” (editora: O Viajante/ Trilhas e Montanhas - 5° edição). Rotas: decidimos ir e voltar por Buenos Aires pois diminuiria os custos com passagens. Os trechos de ônibus foram longos porém não foram tão cansativos já que são bem confortáveis, tem tv e serviço de bordo (café da manhã/ almoço/ lanches/ jantar). São Paulo(Guarulhos) - BsAs = avião (pluna) BsAs - Mendoza = ônibus (El rápido) Mendoza - Santiago = avião (aerolíneas) Santiago - Mendoza = avião (aerolíneas) Mendoza - Bariloche = ônibus (andesmar) Bariloche - Calafate = ônibus (marga) Calafate - Ushuaia = avião (aerolíneas) Ushuaia - BsAs = avião (aerolíneas) BsAs - São Paulo (Guarulhos) = avião (pluna) Câmbio: no Brasil cambiamos reais em dólares e pesos. Levamos reais, dólares, pesos e cartão. O melhor câmbio foi em BsAs no Banco La Nacion no aeroporto de Ezeiza. Gastos: demonstraremos gastos por pessoa dos deslocamentos entre cidades e passeios (R$=reais, Ar$=pesos argentinos, C$= pesos chilenos). Perrengues: não se assustem é que levamos um pouco de azar rs - Fronteira fechada para Santiago: a ideia era ir de ônibus de BsAs a Santiago, porém no dia da viajem o cara do guichê da CATA internacional (El Rapido) disse que a fronteira para Santiago estava fechada por causa da neve! A saída era irmos de BsAs a Mendoza e de Mendoza ir de avião para Santiago. Foi o que fizemos para não tirar Santiago do roteiro. - Tour Viña/ Valpo cancelado: compramos o tour pelo hostel, porém no dia anterior ao passeio o recepcionista nos comunicou que o tour seria cancelado devido ao protesto dos estudantes. - Furto em Mendoza: estávamos na rodoviária de Mendoza aguardando o ônibus para Bariloche. Numa distração furtaram nossa mochila que estava a máquina digital. Devido a isso não temos fotos dos primeiros dias de BsAs, Santiago e Mendoza. - Cancelamento de passagem em Calafate: 2 dias antes de irmos para Ushuaia passamos na loja da Aerolíneas para tirar dúvidas qto a passagens. Pra nossa surpresa e desespero nos disseram que o vôo Calafate-Ushuaia não existia mais. Como assim né? Cancelaram e não informaram (coisas deste tipo são comuns na Aerolíneas). A saída: ir de ônibus até a cidade de Rio Galegos e de lá pegar avião para Ushuaia (a própria Aerolineas fez a transferência de vôo) . - Câmbio em Calafate e Ushuaia: em Calafate só existe uma casa de câmbio que cambia real e funciona das 10h às 15h, ou seja, é o horário dos passeios. Conseguimos cambiar só no último dia e a cotação é horrível. No Ushuaia chegamos na tarde de sexta, a casa de câmbio fecha durante o fim de semana e na segunda era feriado lá. Resultado: pagamos o passeio no cartão que em média ficou 10% mais caro. - Falta de água no Ushuaia: no 2° dia acabou água na cidade. A água voltou na cidade toda menos no hostel que estávamos (oo azar rsrs). Resultado: deixaram a gente tomar banho no hotel de luxo do lado (mesmo dono do hostel) e devolveram o dinheiro das diárias (sabia que a sorte iria nos encontrar rsrsrsr). Buenos Aires 1° dia (03/08/11): São Paulo - BsAs: chegamos às 18:25h em Ezeiza (4h de vôo com conexão em Montevideo). Para chegar ao centro pegamos o ônibus 8 (aprox. 1:30h). Ficamos no Avenue Hostel, bem meia boca, porém ótima localização (a meia quadra da 9 de Julho, metrô em frente, carrefour a 1 quadra, quase em frente do Café Tortoni). Saímos para comer bife de chorizo e empanadas. Sites: -- http://www.booking.com/hotel/ar/avenue-hostel.pt.html?aid=311840;label=avenue-hostel-1drmYPtWSMLeWnXqWCWaLwS8540239753;ws=&gclid=CPGyv6ml4q0CFY-R7QodPSW02w -- http://www.subte.com.ar/contenido/home.asp 2° dia (04/08/11): fomos ao Zoo Lujan (próximo ao metrô Plaza Italia pegue o ônibus 57. É mais ou menos 2h pra ir e 2h pra voltar). Vale muito a pena e é muito emocionante entrar nas jaulas com os animais. Na volta andamos nas ruas do centro e de noite fomos de taxi no Hard Rock Café (bairro Recoleta) que fica dentro do Shopping Buenos Aires Design. Lá comemos um combo que vem 3 tipos de carne ao molho barbecue e batata frita. Sites: -- http://www.zoolujan.com/ -- http://www.hardrock.com/locations/cafes3/cafe.aspx?LocationID=131&MIBEnumID=3 3º dia (05/08/11): Fomos à Galeria Pacífico, tomamos sorvete Freddo na Calle Florida (o mais famoso é o de doce de leite mas tem outros sabores muito bons tbm). Fomos à praça San Martin (uma praça bem grande) e depois ao El Ateneo (interessante ver a cultura do portenho. No Ateneo as pessoas liam sentadas no chão ou nas escadas). No fim da tarde pegamos o ônibus no Terminal Retiro rumo a Mendoza. Mais embaixo tem a continuação, já que de Ushuaia voltamos para BsAs. São Paulo - BsAs: R$ 545,50 ida e volta Avenue hostel: Ar$180,00 quarto privativo Avenue hostel: Ar$40,00 quarto coletivo (porém estava vazio) Zoo Lujan: Ar$100,00 (entrada) + Ar$40,00 (ônibus ida e volta) Ônibus BsAs - Mendoza: Ar$380,00 Sites: -- http://www.omnilineas.com.ar/ -- http://www.catainternacional.com/ [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120129225625.JPG 500 375 Hard Rock]Hard Rock[/picturethis] Mendoza - Santiago 4º dia (06/08/11): chegamos em Mendoza 9:00h. Como nosso vôo para Santiago só sairia às 16h fomos conhecer o centro: Plaza Independencia (a água da fonte é azul) e Parque San Martin (lindo parque). No Parque fizemos um tour para conhecer os principais pontos do parque (é muito grande) até o Cerro da Gloria onde se tem visão ampla das Cordilheiras. O vôo para Santiago tem muitas turbulências, porém a visão que se tem das Cordilheiras é inexplicável. O aeroporto de Santiago tem mais fiscalização que na Argentina, tem até cães farejadores. Fomos de ônibus e metrô para o Ecohostel. O hostel é limpo, organizado, café da manhã ótimo, pessoal atencioso, quartos grandes e banheiros limpos, o único ruim é que não tem comércio muito próximo. Fechamos o passeio de Concha y Toro no hostel (como tinha mais 2 brasileiros tivemos desconto saindo mais barato que na Turistik que é a agência mais conhecida por lá). Tentamos sair pra comer mas não encontramos nada aberto (era umas 22h) então compramos coisas no mercado mesmo. Tour Parque San Martin: Ar$8,00 Avião Mendoza - Santiago: Ar$563,00 (ida e volta) Ecohostel: C$19000,00 quarto privativo Sites: -- http://www.turismo.mendoza.gov.ar/ -- http://www.tripadvisor.com.br/Hotel_Review-g294305-d1067246-Reviews-Ecohostel_Chile-Santiago.html Santiago 5º dia (07/08/11): fomos conhecer o centro: almoçamos salmão no mercado central (comida boa e barata), Universidad Católica do Chile, Palacio La Moneda, Catedral, Plaza de Armas e outros prédios históricos. Tentamos ir no Cerro Santa Lucia, porém já estava fechado (era fim da tarde). Por isso fomos no bairro Bellavista em uma feira de artesanato e no Patio Bellavista, uma galeria a céu aberto muito bonita e organizada com lojas e barzinhos. Foi lá que tomamos o Mote com Huesillos, bebida não alcoólica muito boa. Sites: -- http://www.patiobellavista.cl/ -- http://mercadocentral.cl/ 6º dia (08/08/11): saímos cedo (de van) para vinícola de Concha y Toro, fica a pouco mais de 50Km de Santiago, o passeio é bem interessante eles contam a historia da vinícola, apresentam os vinhos e, claro, oferecem degustação (2 tipos de vinho), o passeio durou aproximadamente 4 horas e no final cada um ganha uma taça de brinde. Na volta almoçamos novamente no Mercado Central e de tarde fomos de metrô conhecer o estádio Monumental/Colo-colo mas estava fechado pra visitas restou irmos ao cerro San Cristobal durante a noite. A vista de Santiago à noite é linda! Ao descer do funicular comemos pancho com palta ( cachorro quente com molho de abacate). Dá também para descer a pé, no caminho tem um zoológico. Site: -- http://www.conchaytoro.com/web/tour/?lang=es 7º dia (09/08/11): nesse dia reservamos pra fazer tour Viña e Valpo, porém devido ao protesto dos estudiantes, foi cancelado, então decidimos buscar uma alternativa o que foi sugerido pelo Ecohostel: Cajon del Maipo. Fomos por conta, seguindo as instruções do hostel. O complexo fica na grande Santiago é um cinturão verde aos pés das Cordilheiras com trilhas, tiroleza, rafting, caminhada, camping, etc. Decidimos fazer um trekking de aproximadamente 3 horas (ida e volta). Valeu a pena, a paisagem com cachoeiras no decorrer da caminhada é muito da hora, e saber que está andando aos pés das Cordilheiras é sensacional!! Na volta fomos novamente no cerro San Cristobal para ver o pôr-do-sol e o reflexo no gelo das Cordilheiras, maravilhoso!! Site: -- http://www.cajondelmaipo.com/como_llegar.php Concha y Toro: C$22000,00 Cerro San Cristobal: C$3600,00 (C$1800,00 cada subida + descida) Cajon Del Maipo: C$4000,00 (para o trekking) Ecohostel: C$57000,00 quarto privativo (3 diárias) Santiago - Mendoza 8º dia (10/08/11): Acordamos cedo pra voltar pra Mendoza. Chegamos depois de um vôo turbulento na qual a mulherada gritou até umas horas!!!. Como nosso ônibus para Bariloche só iria sair de noite preferimos ficar pelo centro. De noite tomamos o ônibus sentido Bariloche quel durou 20 horas. Foi cansativo mas blz!!! Ônibus Mendoza - Bariloche: Ar$450,00 Bariloche 9º dia (11/08/11): chegamos em Bariloche 16:30h com frio e chuva! Da rodoviária fomos para o Centro Cívico de coletivo (20min) pegar informações da cidade. Ficamos no Hostel Condor de Los Andes, muito limpo, pessoal gente boa, calefação, tem até lareira, mercado ao lado, a 2 quadras do centro cívico. No hostel fechamos o passeio do Circuito Chico para o dia seguinte. Á noite comemos no hostel mesmo. 10º dia (12/08/11): Circuito Chico: conhecemos a loja de óleo de rosa mosqueta, o Parque llao llao (onde tem um hotel de luxo) e uma vista linda e o Cerro Campanario onde tem uma das 7 vistas mais lindas do mundo segundo a National Geographic e onde pegamos neve caindo pela primeira vez!! Para subir o Cerro Campanario tem teleférico, lá em cima tem uma lanchonete com lareira e vários miradores, vale muito a pena. Fizemos esse passeio pela manhã. À tarde fomos ao Cerro Otto (têm ônibus de graça que leva, porém com horários definidos) onde conhecemos a famosa e romântica cafeteria giratoria e a noite passeamos pelas diversas chocolaterias do centro civico (a mais famosa é a Mamushka). 11º dia (13/08/11): esse foi o dia de fazer o Skibunda no Complexo de Piedras Blancas (se não tiver roupa de neve, alugue) foi muito divertido, o ticket lhe dá direito a 6 descidas de diversos níveis de dificuldade, voltamos no início da tarde ao hostel onde almoçamos e fizemos compras de chocolates e por fim o famoso fondue de queijo. 12º dia (14/08/11) Último e o mais esperado dia de esquiar. Fomos cedo de ônibus ao Cerro Catedral (já havíamos comprado, em uma das lojas de turismo do centro, a aula para iniciante e o aluguel dos equipamentos tudo pela escola La Base). Lá existem muitas escolas de ski e snowboard, aluguel de equipos, lanchonetes etc. Eles começam dando dicas básicas de como esquiar, blablabla, depois soltam a gente na pista de gelo onde aí sim vão ensinando como se equilibrar, freiar melhorar a velocidade, etc. Tivemos 2 horas de classe (aula), e no total ficamos 4 horas esquiando. Pra dois principiantes foi muito da hora. valeu muito a experiência. Voltamos estourados, mas muitos felizes de Bariloche. Cidade linda e divertida. Hostel Condor de Los Andes: Ar$200,00 quarto coletivo (porém vazio) (4 diárias) Circuito Chico: Ar$70,00 Cerro Campanario: Ar$20,00 Cerro Otto: Ar$70,00 Piedras Blancas: Ar$220,00 Cerro Catedral (aula+aluguel equipos): Ar$230,00 [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120129230226.JPG 500 375 Legenda da Foto]Llao Llao - Bariloche.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120129230458.JPG 375 500 Legenda da Foto]Piedras Blancas - Bariloche.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120129230735.JPG 500 375 Legenda da Foto]Ski Cerro Catedral - Bariloche[/picturethis] Bariloche - El Calafate 13º dia (15/08/11): 8:20h da matina e ja estávamos na estrada (de novo). Foram 27h de viajem. Ônibus Bariloche - Calafate: $648,00 El Calafate 14º dia (16/08/11): Depois de muitos, muitos Km rodados e lindas paisagens de neve chegamos em El Calafate e fomos direto ao Calafate Hostel, bem tranquilo, limpo e com um dos melhores desayunos da nossa viagem. Fomos ao mercado fazer compras e nas agências de turismo comprar o passeio do Glaciar Perito Moreno (o mais esperado do mochilão). 15º dia (17/08/11): Acabamos comprando o passeio pelo hostel. Às 9h saímos para o Parque Nacional Todos los Glaciares, onde pagamos a taxa cobrada pelo parque e fizemos o Safari Nautico na qual uma embarcação nos levou á alguns metros da “cara sur” do Glaciar Perito Moreno. O safari dura mais ou menos 1:30h e vale a pena. Depois seguimos até os diversos miradores para ver o perito de vários ângulos e proximidades - emocionante!!!. Regressamos para Calafate onde jantamos Cordeiro Patagônico no La Tablita, não deixem de ir, uma delicia e preço bom. 16º dia (18/08/11): Pela manhã andamos pela cidade (só tem uma avenida) e fomos ver o lago que tem flamingos (no fim da avenida). Durante todas as nossas caminhadas pela cidade fomos acompanhados pelos cachorros de Calafate rs. De tarde fomos ao Museo Glaciarium. Em um ponto comum pega-se uma van que leva ao Museu. O museu fica no meio do nada, porém com muitas paisagens bonitas, é moderno e bem interessante, é interativo tbm. De noite andamos pelas lojas e tomamos o famoso sorvete de framboesa e calafate, mtooo bom! Parque Nacional: Ar$70,00 Safari náutico: Ar$70,00 Guia para o parque nacional: Ar$90,00 Museu Glaciarium: Ar$70,00 entrada + Ar$25,00 van ida e volta Calafate Hostel: Ar$135,00 quarto coletivo (porém vazio) (3 diárias) [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120129231024.JPG 500 375 Legenda da Foto]Perito Moreno - Calafate[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120129231159.JPG 500 375 Legenda da Foto]Perito Moreno - Calafate[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120129231323.JPG 500 375 Legenda da Foto]Museu Glaciarium[/picturethis] El Calafate - Ushuaia 17º dia (19/08/11): Acordamos cedo para seguir de van até Rio Galegos, pois com o imprevisto do vôo El calafate - Ushuaia seguiríamos Rio Galegos - Ushuaia. Chegamos no início da tarde e a cidade estava coberta de neve pois tinha nevado muito nos últimos 3 dias . Ficamos no Hostel Free Style, na verdade a única opção disponível pois a cidade estava superlotada devido alta temporada de esqui. A noite compras no supermercado e descanso. Ônibus El Calafate - Rio Gallegos: Ar$90,00 Avião Rio Gallegos - Ushuaia: $482,00 Ushuaia 18º dia (20/08/11): fomos no passeio do Parque Nacional da Terra do Fogo de van na companhia de outros brasileiros. Na primeira parada embarcamos no Trem do Fim do Mundo o “Ferrocarril Austral”. O trem passa por 3 estações e em cada vagão uma gravação vai contando toda a história local dos presos que utilizavam esse trem, e tbm de outros fatores políticos. Depois, voltamos pra van onde continuamos até o Lago Lapataya, miradores, museu/restaurante e por fim fomos de van até o final da Ruta 3, ou seja no fim do mundo. Na volta a van nos deixou no porto onde faríamos, de Catamarã, o tour até o famoso Farol do Fim do Mundo e Ilha de Los Lobos (onde tem leões marinhos e aves que parecem pinguins). Muito bacana. 19º dia (21/08/11): optamos em fazer no último dia o passeio de 4X4 por onde passamos pelo Cerro Castor (apenas passagem), Lago Escondido, Lago Fagnano. O guia nos deixa na beira do Lago Fagnano e segue com o 4x4. Quando o alcançamos ele nos esperava com uma fogueira e um desayuno com medialunas, café e chá. Na volta passamos por um concurso de esculturas no gelo e paramos num Clube de inverno para almoçar. Retornamos ao centro de Ushuaia pra gastar alguns $$. 20º dia (22/08/11): neste dia passeamos pela orla do porto, praças, miradores da cidade e centro. Aproveitamos tbm o hostel, já que era o que tinha a melhor infraestrutura e vistas. Van + guia para parque nacional: Ar$150,00 Ferrocarril: Ar$155,00 Catamarã: Ar$155,00 + $7,00 (taxa do porto) Passeio 4x4: Ar$350,00 [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120129231719.JPG 500 375 Legenda da Foto]Tren del Fim del Mundo - Ushuaia[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120129231853.JPG 500 375 Legenda da Foto]Lago Fagnano - Ushuaia[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120129232002.JPG 500 375 Legenda da Foto]Cidade de Ushuaia[/picturethis] Ushuaia - BsAs 21º dia (23/08/11): Fomos pela manhã embora para BsAs e dessa vez descemos no Aeroparque, bem mais perto do centro. Fomos novamente para o Avenue Hostel. Andamos pela Calle Florida comprando lembrancinhas. Fomos na Casa Rosada de noite (é mais bonita que de dia). Fomos para Puerto Madero na Ponte da Mulher (representação de um casal dançando tango). Comemos pizza em um dos restaurantes da 9 de Julho (não deixem de comer as pizzas de BsAs, como eles vendem por pedaço dá pra provar várias). Avião Ushuaia - BsAs: $360,00 Avenue Hostel: $40,00 quarto coletivo 22º dia (24/08/11) Logo cedo pegamos o ônibus 64 com destino ao bairro de La boca onde compramos o boleto pra visitar o Museo de La Passion Boquense e a famosa La Bombonera. Pra quem curte futebol como eu é imperdivel, o guia explica tudo sobre o Boca Jrs e sua torcida. O passeio durou toda manhã e ao sairmos fomos conhecer o Caminito com suas apresentações de tango, artesanatos e restaurantes. A arquitetura do caminito é bonita de ver, porém o bairro é bem precário e aparenta ser bem inseguro, sugiro que fiquem bem atentos por lá. No restante da tarde conhecemos o bairro de Palermo Soho (onde tem outlets) e fomos novamente na Galeria Pacifico. Decidimos buscar algo autêntico do povo portenho, pois achamos que os Shows de tango eram muito pra turista e queríamos algo mais representativo, mais real, depois de inúmeras perguntas aos moradores de BsAs indicaram-nos o Show no La Viruta, o local é simples, não é hollywoodiano, mas todos os dias tem apresentações e aulas de tango, muito pouco conhecido, principalmente entre os turistas. Fizemos uma ótima opção aprendemos a dançar alguns passinhos de tango (pelo menos tentamos), assistimos diversas apresentações, o pessoal super legal. Fica uma superdica 23º dia (25/08/11): Último dia pra curtir. Depois de tantos dias fora de casa tínhamos muitos lugares pra ir e pouco tempo. Resolvemos conhecer o Cabildo, Casa Rosada de dia, Palacio del Congresso, Catedral Metropolitana (onde é o mausoléu de San Martin), Café Tortoni, Teatro Colon (com tour guiado), Cementerio da Recoleta (túmulo de Evita Perón), Museo de Bellas Artes, Floralis Generica, Faculdad del Derecho e Obelisco Museo do Boca: Ar$50,00 La Viruta: Ar$25,00 Teatro Colón: Ar$60,00 [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120129232126.JPG 500 375 Legenda da Foto]Casa Rosada - BsAs[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120129232643.JPG 500 375 Legenda da Foto]La Bombonera - BsAs[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120129232820.JPG 500 375 Legenda da Foto]Caminito - BsAs[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120129232944.JPG 500 375 Legenda da Foto]La Viruta - BsAs[/picturethis] BsAs - São Paulo 24º dia (26/08/11): acordamos bem cedo pq tínhamos que estar em Ezeiza às 8h. No aeroporto fizemos o procedimento do Tax Free. Retorno para São Paulo (Guarulhos). Fim da Trip!!! Foi nosso primeiro Mochilão fora do país, e podemos dizer que apesar das coisas que aconteceram valeu mto a pena. Indicamos essa modalidade de viagem: aprendemos muito, passamos por muitas aventuras, voltamos muito ricos culturalmente. Foi sem dúvida uma experiência emocionante e inesquecível. Dicas: -o free shop de Montevideo dá 10% de desconto. -os ônibus só aceitam moedas. -táxi em BsAs é bem barato. - não achamos as coisas (roupas etc) de BsAs baratas. Porém para quem gosta de marca existe o bairro Palermo Soho com inúmeros outlets. -quando comprar peça Tax Free. - comida é muito barata, 1 prato geralmente dá para 2 pessoas. - em Santiago o lugar com o melhor custo/benefício para comer é o mercado central. -evitar cambiar no aeroporto de Santiago pois eles cobram uma taxa pra cambiar. - em Bariloche as lojas abrem só depois das 17h e ficam até às 22:00h, portanto dá para fazer todos os passeios durante o dia sem preocupação em pegar loja/ comércio fechado. - em viagens de ônibus deixe sempre em local fácil os documentos (passaporte, documentos de entrada no país) pois qdo a polícia para o ônibus eles pedem os documentos de todos os passageiros. - os famosos alfajores são deliciosos, pra quem gosta vale a pena comprar grandes quantidades, de preferência em supermercados que saem em média 20% mais barato. - manter-se sempre em plena vigilancia, pois o número de furtos nos calçadões de BsAs e nas rodoviárias é quase constante, portanto atenção redobrada e andem sempre com mochilas na frente. - aerolíneas argentinas cancelam vôos e não avisam, por isso sempre confirmem os vôos. - prefiram cambiar em grandes centros (BsAs e Santiago), pois conseguem melhores cotações.
  15. Amilton & Poly

    Foz do Iguaçu – Maio/2012 – Com fotos

    Estivemos em Foz de 8 a 13/05/12 e nossa impressão sobre a cidade foi muito boa: povo gentil, educado e bem prestativo, fomos muito bem tratados em todos os estabelecimentos, enfim um povo bem receptivo,me impressionei com a cordialidade de todos. De diversos lugares que conhecemos no Brasil e fora do país nota dez para o pessoal de foz, continuem assim. Hotel: Iguassu Charm suítes (http://www.iguassucharmsuites.com.br/), muito bem localizado, ótimas suítes, tudo novinho e limpo, boa prestação de serviço, café da manha bem variado, tem piscina e cozinha para uso comum. Compramos pelo Hostelbookers e ficou 15% mais barato. Comidas: -Barbarela: Avenida Brasil, 1119,Centro, ótima lanchonete, lanches feitos na hora, bom atendimento, excelente. -Cantina Ricordi: R. Almirante Barroso, 1025, Centro, excelentes opções de massas, o lugar é bem discreto tanto olhando de fora, como em seu interior, porem irá se espantar com a comida, boa e barata. -Oficina do Sorvete: Av. Jorge Schimmelpheng, 244, Centro, Buffet de sopas e caldos, além de uma enorme variedade de sorvetes e sobremesas geladas, preço justo pela qualidade e quantidade, assim como nos outros locais ótimo atendimento, espaço bem aconchegante. Além destes locais que comemos existe uma enorme variedade de restaurantes, lanchonetes, bares, docerias, etc. Tem pra todos os gostos, comer bem é fácil em Foz. Transporte: -Transporte coletivo: normal como em todas as cidades, um pouco cheios, mas nada que possa comprometer um passeio, ótima opção para quem esta economizando na trip, pois te levam pra todos os pontos turísticos (valor da passagem R$ 2,65) -Taxi: Utilizamos uma única vez, preço normal de qualquer cidade do Brasil, pra quem gosta de comodidade e pode pagar vai fundo!!! -Translados através do hotel: melhor opção custo-benefício, ficam mais baratos que taxi. Roteiro: 1º dia Parque das aves: R$ 20,00 inteira/ R$ 10,00 estudante, não tem nenhum indicativo de ingresso para estudante, tem que pedir para a atendente. Parque mto bem cuidado, no início do trajeto parece um parque comum mas tudo muda quando vc entra no viveiro das araras ou na área dos tucanos o que proporciona ótimas experiências com a natureza. As aves parecem fazer poses para as fotos. Além das aves tem tbm cobras e é possível tirar fotos com a jibóia. Vale mto a pena. Parque Nacional do Iguaçu – Brasil: R$ 24,60/ R$ 12,30 cliente Itaúcard. É sensacional. Conforme vai andando na trilha vão surgindo vários mirantes com vários ângulos das cataratas. Trilha fácil, não é cansativa e termina na passarela que dá acesso à garganta do diabo. As quedas produzem uma garoa na passarela, é mto massa!! Inesquecível! Fizemos tbm o Macuco Safari (R$ 140,00, não tem meia pra estudante, pelo nosso hotel ficava 125,00): foi mto da hora. Começa com uma trilha em um carro elétrico com guia falando sobre fauna e flora do parque, depois segue-se a trilha a pé até a beira do rio para pegar o bote. O bote vai fazendo manobras até chegar numa queda das cataratas, mto bacana tomar um banho nas cataratas rsrs, sem contar a paisagem que se tem do rio/ cataratas!! . Valeu mto a pena. Dica: tinha gente de capinha mas se molharam do mesmo jeito. Leve uma troca completa de roupa! 2ºdia Parque Nacional Iguazu- Argentina: Ar$90,00, só aceitam em pesos =/. Dentro do parque aceitam reais porém devolvem o troco em pesos. Como todo mundo falava que ir de ônibus era mto complicado e demorava mto acabamos indo com o transfer do hotel. Patriotismo a parte: o lado argentino das cataratas é mtoooo mais bonito, é emocionante! É um parque mto grande (bem maior que o lado brasileiro) e por isso é um pouco cansativo. Primeiro vai por uma trilha até o trem que leva à garganta do diabo (o trem demora), qdo chega na estação cataratas tem a passarela de +- 1km até a garganta do diabo. É indescritível, a sensação é inexplicável, é lindo demais, a garoa que é formada molha mtoo, mas se usar capa de chuva perde a graça heim!!! Deixa molhar rrsrs Depois volta de trem e faz-se as trilhas superiores e inferiores. Cada uma é de mais ou menos 2km. As paisagens traziam a sensação: “Acho que o jardim do Eden foi aqui” rsrs juro. Pelo caminho os quatis (atração a parte) iam recepcionando os turistas. É um passeio longo, de quase o dia inteiro. 3º dia Ciudad Del leste: é o caos que todo mundo fala mesmo. Pra quem mora em SP é um largo treze 5x pior rsrsrs. Como o dólar tá alto as coisas não valem mto a pena. Pegamos o Black Friday mas como não fomos atrás de eletrônicos não vimos vantagem. Os preços não são mto diferentes da 25 de março. Perfumes e maquiagem são bem mais baratos que no Duty Free. Pra falar bem a verdade a única coisa que achei que realmente compensa foi cobertor! Rsrsrs Do mais vale conhecer. Não tivemos nenhum problema lá mas é bom ficar esperto com bolsas etc. 4º dia Itaipu Binacional: Passeio especial: R$ 56,10 inteira/ R$28,05 estudante e cliente Itaucard: passeio mto bacana, o tamanho da usina é monstruoso. Durante todo o percurso o guia vai falando sobre a história/ capacidade/ estatísticas da usina, mto interessante. O passeio tem duração de aproximadamente 2 horas. Uma ótima opção de conhecimento. Imperdivel! Duty Free: na volta de Itaipu fomos para o Duty Free da Argentina. Lá é bem bonito mas não podia tirar foto. Os preços são maiores que no Paraguai e menores que no Brasil. Pra quem gosta de marca é ótimo. Alem destas atrações existem também outras opções, que por falta de tempo não fizemos como: Templo budista, Marco das 3 fronteiras, Cassino, Cidade de Puerto Iguazu. Bom, é o que eu falei pra minha família: ninguém pode morrer antes de conhecer as Cataratas!!! Esperamos ter ajudado, qualquer coisa estamos aí!
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