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  1. Eu e uma amiga estamos planejando mochilão de Porto Alegre-RS para o Uruguai com partida entre os dias 08/02 e 12/02. Estamos em busca de carona até a fronteira, ou até alguma cidade por lá. Podemos contribuir um pouco com a gasolina, mas o orçamento é apertado. Aceito dicas de roteiro, camping, locais baratos para alimentação, custos e também companhias.
  2. Pessoal, eu viajo entre dia 02/02 e 10/02 para o Uruguai e ainda estou fechando a ordem do meu roteiro. Quero passar por Montevideo, Punta del Este, La Paloma, Cabo Polônio e Punta del Diablo. Como estou indo sozinho, quero aproveitar a noite ao máximo, e ouvi falar muito bem da vida noturna em Punta del Diablo. O problema é que pelo meu roteiro, eu iria lá no meio da semana. Na opinião de vocês, será que consigo aproveitar a cidade indo no meio da semana, ou o ideal seria no final de semana?
  3. Então gurizada, estou planejando uma viagem junto a alguns amigos meus, pretendemos nos separarmos entre ônibus e carro entre destinos entre Punta Del Diablo, Cabo Polonio, La Paloma por volta do inicio de janeiro. Gostaria, se possivel, que a galera mais experiente com os locais compartilhasse algumas dicas sobre hospedagens, lugares, comida, sobrevivência(kkk). E qualquer pessoa com duvidas também pode colocar aqui, pois as informações podem ser compartilhadas! Muito obrigado! Gurizada que vai estar por lá nessa epoca manda um salve.
  4. Pessoal, boa noite. Fizemos um roteiro de viagem, saindo de Minas até Argentina, de carro e com varias paradas. Alguém tem alguma orientação, ponto de apoio, orientações de local seguro, preço de alimentação, ponto turístico. A viagem é para descanso mesmo, então não teremos pressa. Obrigado, Cleidson
  5. Amigos e amigas, olá! Ficarei 12 dias no Uruguai e algumas dúvidas me passam pela cabeça: acabei fazendo um seguro viagem, será mesmo necessário? Em relação ao dinheiro, como devo proceder? Ficar andando por aí cheio de cédulas me deixa preocupado demais, fora que usar cartão fora do país tem aquelas taxa absurdas. E vocês recomendam comprar chip para o celular? Creio que o wifi dos hostels deve me suprir, mas gostaria de ouvir uma voz mais experiente. Obrigado desde já!
  6. preciso de dicas Estava planejando viajar a américa do sul inteira em 2019, mas acabou que ocorreu um imprevisto e acabei "perdendo" 2/3 do dinheiro que tinha economizado pra viagem. Agora estou pensando em fazer um plano B, que é cortar fora por enquanto a patagonia :(( Tenho um voluntariado no natal e ano novo em punta ballena - Uruguai, e estou pensando em seguir até buenos aires, e de buenos aires seguir direto para o chile, passando por Rosario e Cordova. O que acham?? eu ia até o ushuaia e subiria devagar pelas cidades até chegar em pucon. Mas como falaram que "o mais caro da america do sul é Uruguai e Patagonia, estou pensando em cortar . alguma dica?? estou super aberto a isso. Estou pensando tbm, depois do voluntariado no uruguai, voltar e subir direto para bolivia e peru, A GRANA QUE TENHO SOBROU É R$4.500 :*(
  7. Principais cidades visitadas: Montevidéu, Piriápolis, Punta del Este, Jose Ignacio, La Paloma, La Pedrera, Cabo Polônio, Valizas, Águas Dulces, Chuy e Colonia del Sacramento Itinerário resumido Dia 1) Brasília – Montevidéu: Avenida 18 de Julio, Praça Independência e rambla Dia 2) Montevidéu: Bodega Bouza, Mercado Agrícola, Palácio Legislativo e mirante da Torre Antel Dia 3) Montevidéu: Parque Prado, Jardim Botânico, Iglesia de las Carmelitas, Santuario Nacional del Corazón de Jesús (Iglesia del Cerrito), Cidade Velha, Teatro Solís, Parque Rodó e Pocitos Dia 4) Piriápolis: caminhada da Praia de Piriápolis até a Praia San Francisco Dia 5) Punta Negra e Punta del Este: caminhada na Rambla Gral. Artigas, farol e igreja Nuestra Señora de la Candelaria Dia 6) Praia Brava, Casapueblo e Praia Portezuelo Dia 7) La Barra, Jose Ignacio e La Paloma Dia 8 ) La Paloma: Bahía grande, Bahía Chica, Balconada, El Cabito e Solari Dia 9) La Pedrera, Barra de Valizas (Cerro de la Buena Vista), passeio no Monte de Ombués e Águas Dulces Dia 10) Cabo Polonio e Punta del Diablo Dia 11) Parque Nacional de Santa Teresa Dia 12) Compras no Chuy e deslocamento até Colonia del Sacramento Dia 13) Colonia del Sacramento e deslocamento até Montevideo Dia 14) Retorno a Brasília Informações básicas sobre o relato - Relato de uma viagem feita em família, totalmente fora de temporada, em um período ainda de bastante sol e de pouca gente nos lugares. - Nos deslocamos de ônibus entre Montevidéu, Piriápolis e Punta del Este. No último dia em Punta alugamos um carro que usamos até o final da viagem. - No relato você encontrará algumas avaliações de restaurantes, mas não espere referências de restaurantes de alta qualidade, com comidas caras. - No final do relato, encontrará a relação de locais onde nos hospedamos. Povo - Os uruguaios são muito simpáticos e educados de forma geral, exceto com argentino...hehehe Fomos bem atendidos e recebidos em todos os lugares. Câmbio - Trocar dinheiro no aeroporto na chegada é uma cilada. Troque ali só o que for estritamente necessário para o transporte do aeroporto até o hotel. Cotação no aeroporto: R$1 = aprox.. 6,90 pesos. - Mesmo no domingo, há uma casa de câmbio aberta durante o dia na Avenida 18 de Julio, entre a Praça Cagancha (a que tem uma escultura no meio da 18 de Julio) e a Rua Paraguay. Cotação: R$1 = 8,30. - Melhor cotação em Montevidéu: casas de câmbio na Avenida 18 Julio entre rua Julio Herrera y Obes e a Plaza Independencia ou na casa de câmbio próximo à Praça Cagancha. Muitas delas tinham o mesmo valor. Cotação: R$1 = 8,75. - Em Punta del Este encontramos na Av. Gorlero algumas casas de câmbio com a mesma cotação de Montevidéu. - Se no final da viagem, sobrar pesos uruguaios, deixe para trocá-lo no aeroporto, onde a cotação é a melhor para o câmbio reverso. Preços - O Uruguai de forma geral tem fama de ser bastante caro, porém isso é bem relativo. Em relação ao preço de hospedagem, se você não faz questão de hotéis sofisticados, você conseguirá sempre encontrar boas hospedagens por valores mais acessíveis do que os praticados no Brasil. Pelo menos isso foi o que verificamos durante o período de baixa temporada. - Em relação à comida, os preços no mercado realmente são bastante elevados (ex. 1 kg de banana a mais de R$ 10,00). Os preços de lanches simples na rua, em lanchonetes ou em padarias também costumam ser altos. Entretanto é possível comer bons pratos - especialmente os à base de peixe ou massas - em bons restaurantes pagando valores menores do que os de muitos restaurantes razoáveis do Brasil. - Em relação à bebida, o preço da cerveja é muito alto. Nesse caso não tem muito para onde correr. Em supermercados, o preço do litrão da Patrícia ficava geralmente em torno de 90 pesos (R$ 10 aprox.). Já em restaurantes, era raro encontrar por menos de 170 pesos (aprox. R$ 19). Em compensação, os vinhos são bem baratos. Em relação à água mineral, os preços também costumam ser bastante caros, mas dizem que a água de torneira do Uruguai em geral é potável (nós bebemos muito dela, mas só depois de esterilizar com uma SteriPen). - Em relação a transporte coletivo, os preços são mais ou menos equivalentes aos do Brasil. Compras e pagamentos - Na maior parte dos restaurantes há isenção de cobrança do imposto IVA para compras feitas em cartão de crédito. A redução na conta geralmente é de 18%, podendo ir a 22% ou ainda ser maior em alguns lugares se usar cartões Santader ou American Express (foram os que vi). Vale a pena optar pelo pagamento com cartão de crédito mesmo com o IOF que incide na operação. - Se for estender a sua viagem até Punta del Diablo/Parque Nacional de Santa Teresa, vale a pena ir à fronteira (Chuy) para comprar bebidas alcoólicas e talvez alguns cosméticos, calçados e roupas. Compramos bebidas absurdamente baratas lá e muitas das quais, como o Absinto 89%, impossíveis de achar por aqui. Comidas e serviço em restaurantes - Em muitos restaurantes se cobra uma taxa de cubierto, que é referente a pãozinhos de entrada acompanhados de um molho ou pasta do restaurante ou às vezes só de ketchup, mostarda ou maionese industrializada, além dos talheres e guardanapos (!!!). Geralmente eles informam no cardápio o valor da taxa ou colocam em placas na frente do estabelecimento que ali ela não é cobrada. É uma cobrança cultural abusiva, que também é praticada na Argentina. Se não quiser pagar, pergunte ao garçom se a taxa é cobrada antes de se sentar. - Além do cubierto, costuma-se cobrar 10% de serviço à parte (opcional). - Na maior parte dos restaurantes que fomos, além das opções com carne vermelha e frango. havia opções mais econômicas a base de peixe ou de massas artesanais. - Há Chivito em todos os lugares...para mim o Chivito é uma espécie de um grande X-tudo gourmet. - Experimente o licuado! Delicoso sucão de fruta grosso (smoothie); - Bolueños de algas é a melhor coisa que você poderá comer no Uruguai!!! =D - Sorvetes: os da El Faro (sorveterias em Atlántida, Piriápolis e Punta del Este) e da Chelato (no Mercado Agrícola) são deliciosos...os da Freddo também são, mas esses são argentinos e não uruguaios...experimente sempre um de doce de leite para ter um patamar de qualidade; no McDonalds tem uma opção deliciosa de topping com doce de leite da Lapataia, que pode ir em cima de um sorvete de doce de leite (normal de ruim para mim que nem os outros deles); - Alfajores: há de vários tipos em tudo que é mercadinho e padaria. Experimentamos os seguintes: 1) Lapataia – não gostei...gosto de biscoito de maisena muito em destaque e pouco gosto do chocolate e do doce de leite; 2) Portezuelo – também não gostei...gosto meio insosso de leite em pó; 3) de las Sierras de Minas – também não gostei muito...acho que a descrição é a mesma do Lapataia; 4) Ricard (de menta) – não curti...bem forte o gosto de menta e a cobertura de chocolate é bem sem graça; 5) Punta Ballena – exprimentamos quatro tipos diferentes (tradicional, triple, negro, branco), todos muito bons, com destaque para o negro; 6) Nativo Premium – excelente...bastante recheado e com cobertura de chocolate deliciosa; 7) Marley - alfajores bajoneros (comprado em Punta del Diablo) – muito bom...acho que foi o meu favorito junto com o Nativo...chocolate marcante e doce de leite muito gostoso. 1º ao 3º DIA) MONTEVIDÉU Dia 1) Chegamos em Montevidéu perto de 14h no domingo, dia 19/03. Do aeroporto para o Centro pegamos um ônibus da empresa Copsa, por 58 pesos por pessoa. Essa é a opção de transporte mais barata saindo do aeroporto com destino ao Centro e Ciudad Vieja. É um ônibus simples, de linha regular, sem espaço específico para guardar bagagem. Como era domingo e talvez um pouco por conta do horário, o ônibus estava vazio e foi bem tranquilo de carregar as bagagens no corredor. As outras opções de transporte da COT e da Cutcsa custam a partir de 174 pesos por pessoa. Dá para obter informações sobre as linhas de ônibus no centro de informações ao turista do aeroporto. O trajeto de ônibus até o centro levou uns 50 min. Deixamos as malas no hotel, que era próximo à Plaza Ing. Juan Pedro Fabini, e depois caminhamos pela Avenida 18 de Julio até a Praça Indepencia. A praça abriga em seu centro uma estátua de José Gervasio Artigas, sob a qual há um mausoléu, e tem em suas adjacências o Palácio Salvo (prédio que já foi o mais alto da América do Sul), a Porta da Cidadela (portal do período colonial onde se inicia a rua de pedestres Sarandí), a Torre Executiva (sede atual do governo), o Teatro Solís e alguns prédios modernos. A praça é um dos grandes destaques de Montevidéu. Retornamos pela Avenida 18 de Julio até a a Intendencia (Prefeitura), passando pela agradável Plaza ing. Juan Pedro Fabini, pela bela Plaza Cagancha e pela Fonte dos Cadeados. Depois paramos para almoçar-jantar no Bar Hispano, que ficava praticamente de frente ao nosso hotel. Pelas avaliações do Trip Advisor deveria ser um local econômico e com boa comida, mas infelizmente os pratos não eram tão baratos (370 pesos o menu) e foi onde descobrimos uma coisa triste na nossa viagem: a cerveja no Uruguai é bastante cara. Pedi um peixe assado e minha mãe e meu irmão pediram um menu com entrecotê. O peixe estava muito bom, já minha mãe e meu irmão não puderam dizer das entradas do menu e da carne, que estava bem insossa. Depois da refeição, descemos para a Rambla do Barrio Sur para curtir o final da tarde. Nessa época estava escurecendo depois das 19h. Uma coisa que nos chamou atenção era o tanto de gente que ficava ali nas ramblas lendo, mexendo no celuar, conversando em grupos ou simplesmente fazendo nada acompanhada sempre de um chimarrão uruguaio. Ao anoitecer voltamos para o hotel e assistimos um filme, tomando vinho Tannat comprado em um mercado no meio do caminho. Dia 2) Fomos de Uber até a vinícola Bodega Bouza para fazer a visita guiada de 10h30 (corrida do Uber: 410 pesos). A visita pode ser reservada pelo site ou pode ser agendada na hora (foi o que fizemos). Dura aproximadamente uma hora e é de graça, recomendando-se apenas a compra de uma garrafa de vinho. Fomos guiados por uma ótima guia que falava português muito bem. Ao longo da visita são apresentados pomares de uva e todo o processo de extração do suco e da fabricação do vinho. A visita se encerra em uma coleção de carros antigos. Após o passeio, há opção de fazer uma degustação de vinhos no restaurante (1200 pesos) e de almoçar no restaurante, que dizem que é um dos melhores de Montevidéu. Os preços e os horários de visita são encontrados no site da Bodega. Gostamos bastante do passeio e certamente recomendamos. Depois da experiência na Bodega pegamos outro Uber até o Mercado Agrícola, onde iríamos almoçar. Corrida do Uber: 400 pesos. O Mercado Agrícola é um antigo mercado, que foi reformado e reinaugurado em 2013. Tem duas ou três frutarias, lojas de eletrônico, de roupa, de material de construção, muitas lojas de produtos naturais, duas sorveterias, uma cervejaria local e alguns restaurantes. No almoço, optamos pelos seguintes restaurantes com respectivos pratos solicitados: a) FrescoMar: cazuela de pescado (290 pesos) - peixe ao molho, gostoso, mas com sabor muito forte e enjoativo depois de um tempo; b) Chekere Restobar: costillas de cerdo (290 pesos) - costela de porco com um arroz com feijão preto – a carne estava mto boa, mas o arroz estava um pouco oleoso; c) Cocoricó: pollo a milanesa (240 pesos sem refrigerante) - frango à milanesa - estava bom, mas era um prato bem simples. Depois de almoçar, tomamos sorvete na Chelatto...deliciosos, conforme já apontei no começo do relato. Em seguida fomos ao Palácio Legislativo (bem pertinho do Mercado) para fazer a visita guiada em seu interior. O Palácio por fora é monumental, mas é em seu interior que está grande parte da sua beleza, que é de deixar o queixo caído! A visita pode ser feita com guia que fala português, dura um pouco mais de 1 hora e as saídas ocorrem às 10h30 ou às 15h, de segunda a sexta-feira, sendo recomendado chegar um pouquinho antes para garantir vaga no grupo. Custo por pessoa: 90 pesos ou 3 dólares. Depois da visita, caminhamos algumas quadras até a Torre Antel, torre de telecomunicações situada próximo do porto de Montevidéu de onde se tem uma vista panorâmica incrível da cidade. As visitas são gratuitas e no site constava que ocorriam 2ª, 4ª e 6ª feira às 15h30, 16h, 16h30 e 17h e 3ª e 5ª às 10h30, 11h, 11h30 e 12h. Chegamos umas 16h40 e logo conseguimos subir. Pudemos ficar lá até quase 17h. No fim, achamos que não havia de fato um controle dos horários e que as subidas até o mirante aconteciam de acordo com a demanda. Em seguida retornamos de ônibus ao hotel. Custo da passagem de ônibus dentro de Montevidéu: 33 pesos por pessoa. Dia 3) Acordamos cedo para ir ao Parque do Prado, Jardim Botânico e Rosedal, localizados em um mesmo complexo no Prado, bairro com algumas casas enormes e bem bonitas, mais ao norte de Montevidéu. Acho que é um passeio que vale a pena apenas se tiver com tempo sobrando. O Parque do Prado não tem nada de mais; o Rosedal é simples, mas deve ser bonito na primavera; e o Jardim Botânico é legal, mas é bem simples mesmo em comparação com alguns parques urbanos brasileiros. Fizemos o deslocamento até lá em um ônibus da linha 427 que pegamos na rua Paraguay, no sentido do Prado. Próximo ao Parque do Prado, ainda visitamos a Iglesia de las (los) Carmelitas, uma bela igreja de estilo gótica, construída em 1929. Estava fechada, mas por sorte, enquanto estávamos tirando fotos na frente, um casal saiu da igreja acompanhado por uma funcionária da secretaria paroquial e nós pudemos entrar para conhecê-la por dentro. Talvez seja só questão de bater na porta ou tocar a campainha para abrirem a porta. Depois fomos até um McDonald’s, próximo ao Jardim Botânico, na Av. Joaquín Suarez, para pegar wi-fi e solicitar um Uber para ir ao Santuario del Cerrito de la Victoria (ou Santuario Nacional del Sagrado Corazón de Jesús). Avistamos essa grande igreja do mirante da Torre Antel no dia anterior e ficamos curiosos em conhecê-la. Custo do Uber: 110 pesos O Santuario é realmente imponente por fora. Por dentro tem uma arquitetura moderna com cúpulas altas. Vale a pena conhecer! Depois de algumas fotos na igreja, fomos andando até a Av. Gral. San Martín onde pegamos um ônibus à Ciudad Vieja (linha 396). Acabamos contrariando o motorista do Uber que havia nos falado que a região não era muito tranquila, mas como não identificamos nenhum risco, resolvemos fazer a caminhada até a parada e no fim foi tudo super tranquilo. Na Ciudad Vieja almoçamos no El Peregrino, um dos restaurantes do Mercado del Puerto. Escolhemos o restaurante basicamente pelo preço e porque gostamos do ambiente. Solicitamos uma parillada sem míudos (1290 pesos; com miúdos seria 1190). Para quem não sabe a parrillada tradicional é o churrasco uruguaio/argentino com frango, carne vermelha, morcela (linguiça de sangue), rins e intestino assados. A comida era muito farta e dava para quatro pessoas comerem bem. Meu irmão e minha mãe que têm o hábito de comer carne vermelha e frango, gostaram muito. > Uma dica se você não quiser usar cartão de crédito na viagem, mesmo com os descontos de 18% em restaurantes referentes à isenção de IVA, é levar notas de reais ao Mercado. Muitos lugares aceitam com uma cotação bem mais generosa do que a das casas de câmbio. Depois do almoço, percorremos a Ciudad Vieja passando pelo imponente Banco República, Iglesia San Francisco de Assis (infelizmente em reforma), Praça Zabala e depois seguimos pela rua de pedestres Sarandí até a grande e bonita Catedral Metropolitana. Por último fomos ao Teatro Solís, onde fizemos a visita guiada. A visita dura aproximadamente 40 min, com opção de guia em português, e vale muito a pena para conhecer a história do Teatro e os seus ambientes interiores majestosos. Custo (por pessoa): 60 pesos. Visitas 3ª e 5ª feira, 16h; 4ª, 6ª e domingo, 11h, 12h ou 16h; e sábado 11h, 12h, 13h ou 16h. Depois da visita pegamos um Uber até o Parque Rodó. Custo do Uber: 132 pesos. O Parque possui algumas esculturas interessantes, um lago artificial e muitos ambientes sombreados agradáveis, mas infelizmente estava todo em obras e não estava com boa aparência. Acho que vale a pena conhece-lo apenas se estiver de bobeira, sem nada para fazer. Depois fomos andando até a praia de Pocitos para curtir o final da tarde. Caminhada de pouco mais de 2 km. Pocitos, guardada as devidas proporções, me lembrou um pouquinho Copacabana com seus prédios de arquitetura modernista e com a sua calçada em que muitas pessoas praticavam esporte. Na extremidade da praia se encontra o disputado letreiro escrito “Montevideo”. Para fechar esse dia cansativo, pegamos um ônibus até o nosso hotel onde relaxamos, tomando uma cervejinha. Percepção geral de Montevidéu: a cidade, mesmo sendo a mais populosa do Uruguai é bastante tranquila, mesmo à noite, e agradável. Um ponto negativo apenas para a sujeira em muitas ruas. Dá para ir praticamente a todos os lugares usando transporte público, basta ter cara de pau e perguntar aos moradores sem medo de se enrolar no portuñol. 4º DIA) MONTEVIDÉU – PIRIÁPOLIS Depois do café da manhã, fomos até o Terminal de Tres Cruzes de Uber (138 pesos) e pegamos o primeiro ônibus da empresa COT com destino a Piriápolis. Custo por pessoa: 200 pesos + taxa de embarque de 13 pesos Depois de 1h45 de viagem, chegamos ao terminal de Piriápolis, onde pegamos um táxi até o nosso hotel, Gran Colonial Riviera, no finalzinho da praia de Piriápolis (custo: 110 pesos). Deixamos as malas no hotel e fomos caminhar pela Rambla de los Ingleses. Acabou que na empolgação andamos até o início da Playa San Francisco (aprox. 2,5 km). Fizemos o caminho apreciando as praias rochosas, impróprias para banho de forma geral, e as belas casas de veraneio ao longo da rambla. No caminho, infelizmente descobrimos que uma das atrações da cidade, a subida em teleférico até o alto do Cerro San Antonio, estava fechada, assim como quase todos os restaurantes. No retorno pela rambla, paramos para almoçar no Kiosko El Pescador, um quiosque simples, próximo a outros quiosques de pescadores. Pedimos arroz com polvo (310 pesos) e Brotola al Presidente (peixe pescado nas profundezas do mar uruguaio coberto por mariscos e molho de tomate – 395 pesos). Os pratos não eram fartos e a comida era gostosas, mas nada de excepcional. Depois seguimos pela rambla até a Praia de Piriápolis. Lá olhamos algumas coisas nas lojinhas que estavam abertas e paramos para tomar um sorvetinho na sorveteria El Faro, que tem sorvetes deliciosos. Vale pedir algum de doce de leite, como em qualquer sorveteria do Uruguai. Após os sorvetes voltamos ao hotel. 5º DIA) PUNTA NEGRA – PUNTA DEL ESTE Acordamos cedo, tomamos café e pegamos um táxi para Punta Negra. O custo da viagem ficou em absurdos 380 pesos. Há opção de ônibus até lá, mas não conseguimos informações no hotel e nem na internet. =( Punta Negra é um local bastante tranquilo, ainda com poucas casas e pouquíssimos restaurantes. A praia tem uma faixa de areia relativamente estreita e é bastante inclinada em diversos trechos. Foi onde dei o meu primeiro mergulho no mar na viagem. Achava que a água estaria congelante, mas não era tão fria assim. Na verdade, na maioria das praias do Uruguai que conhecemos a água era menos fria do que a de algumas praias do Rio de Janeiro e de Florianópolis. O maior problema é o vento...sim, venta muito em todos as praias. Depois de curtir um pouco a praia, resolvemos voltar para Piriápolis. Paramos em uma casinha de salva-vidas, por volta de 12h20, para saber sobre ônibus públicos e enquanto o pessoal buscava informações e tentava nos ajudar, eis que vemos o ônibus passando na rua. Azar! Hehehe Tivemos que voltar de táxi e pagar novamente aquele valor absurdo na viagem. Pegamos as malas no hotel e fomos ao terminal para pegar um ônibus rumo ao nosso próximo destino: Punta del Este. Acabamos pegamos outro ônibus da COT. Custo por pessoa: 116 + 10 pesos de direito de embarque. Percepção geral de Piriápolis (incluindo Punta Negra): a cidade é tipicamente de veraneio. Nesse período em que fomos a maior parte das coisas estavam fechadas. Particularmente eu não curti muito a cidade...talvez a expectativa criada tenha sido um pouco alta, especialmente em relação a Punta Negra. Depois de 50 min de viagem, chegamos em Punta del Este ainda no meio da tarde. Descemos com as malas até o hotel, deixamo-las lá e saímos para dar uma volta pela cidade. Primeiro fomos á área portuária, de onde vimos a Playa Mansa. Depois seguimos até a agradável praça que tem a Iglesia Candelaria – igrejinha azul bastante simpática – e o Farol. De lá descemos à Playa de los Ingleses e seguimos andando pela rambla até a Playa El Elmir, antes da qual há uma imagem da Virgen Candelaria. Depois de toda essa caminhada agradável, voltamos ao hotel. À noite saímos para jantar, comemorar o aniversário da minha mãe e assistir ao jogo Brasil (4) x Uruguai (1). Muitos restaurantes de Punta estavam fechados. Acabamos optando jantar no restaurante Miró Restô-bar, onde comemos uma boa Picada de mar (1300 pesos + 60 pesos por pessoa de cubierto). A Picada era uma grande e variada porção de frutos do mar e peixe. Estava muito boa, tirando o anel de lula que estava meio mole. Vale dizer também que a entrada (cubierto) era bem fuleira. 6º DIA) PUNTA DEL ESTE, CASAPUEBLO E PRAIA PORTEZUELO Tomamos café da manhã no hotel e depois fomos à Playa Brava, com direito a parada (obrigatória) para tirar fotos na escultura Los Dedos. Curtimos a manhã ali na Praia Brava, que, apesar do nome, proporciona um bom e tranquilo banho de mar. Depois fomos ao Terminal de Punta para pegar um ônibus com destino a Casapueblo. Pegamos um ônibus da COT às 13h30. Havia opção também de ônibus da Copsa às 14h. Ambos custam 68 pesos. São ônibus que depois seguem viagem a Piriápolis. Tentei obter informações sobre a linha 20, que vi citada em relatos na internet, e não souberam me informar nada no Terminal. Os ônibus da COT e da Copsa assim como os da linha 20 param na parada na Ruta 10, perto do Mirante de Punta Ballena, de onde se tem uma bela vista da praia de Portozuelo. Creio que quem está vindo de Montevidéu ou de Piriápolis para Punta del Este possa também descer nesse local. Desse ponto até a Casapueblo dá 30 min de caminhada em um ritmo tranquilo. Chegamos à Casapueblo muito cedo para quem gostaria de assistir o pôr do sol lá. Decidimos então tentar ir caminhando até a praia de Portozuelo. Descobrimos que por ali não seria possível e que teríamos que voltar todo o caminho, mas acabou que por sorte conseguimos uma carona com um casal brasileiro-uruguaio que nos levou até a praia, mesmo desviando completamente do caminho deles...todo o meu amor por pessoas aleatórias que cruzam nossos caminhos em viagens para nos salvar! A praia de Portozuelo é uma praia bem agradável. Se você estiver com tempo livre, vale a pena ir nela para dar uma relaxada. Depois de curtir a praia, retornamos por um caminho pela extremidade da praia, onde há uma rampa seguida por uma escada que desemboca numa rua já relativamente próximo da parada de ônibus onde descemos inicialmente. Se quiser ir à praia antes de ir à Casapueblo, o caminho é o seguinte: siga a rua em frente ao condomínio próximo à parada de ônibus, no sentido contrário ao da pista que vai a Casapueblo; vire depois na rua próximo à casa La Blanca e siga até a casa Le Roc...o caminho é ali a sua direita (ou à esquerda da Le Roc), passando entre essa casa e a casa vizinha. Acabou que assim que iniciamos a nossa caminhada à Casapueblo, no mesmo percurso que já havíamos feito, passou um micro-ônibus, que nos levou até próximo da casa. Custo do ônibus por pessoa: 33 pesos. A Casapueblo é realmente uma construção com uma arquitetura única e criativa elaborada pelo artista Carlos Paes Vilarró ao longo de mais de 35 anos. Abriga obras do artista, matérias jornalísticas e vídeo sobre a sua trajetória e ainda tem um espaço dedicado ao seu filho, um dos sobreviventes do famoso acidente aéreo com o time de rugby nos Andes. Eu particularmente achei o museu bem desorganizado e ruim de informações. Custo da entrada: 240 pesos. No final da tarde, há o “espetáculo do pôr do sol”. Os terraços da casa ficam lotados de pessoas afoitas para tirar fotos e registrar o belíssimo pôr do sol no horizonte ao som de uma poesia recitada pelo Vilarró sobre um fundo musical. Eu só não achei mais brega que o saxofonista com o Bolero de Ravel na Praia do Jacaré, mas sim o pôr do sol ali é realmente bonito demais! Para voltar tentamos pegar umas caronas, mas não conseguimos. Acabou que andamos até a parada e pegamos, às 19h30 aproximadamente, a linha 20 na parada do lado oposto da que descemos. Custou 43 pesos por pessoa e deu uma grande volta por dentro de Maldonado. Os ônibus das empresas Copsa e COT vão praticamente direto. À noite comemos na Bigote Food Truck. Local bem legal com opções de pizza, sanduíches, hamburguers, cerveja artesanal e umas coisinhas doces. Carinho, como quase tudo em Punta. Minha mãe e meu irmão comeram um chivito meio gourmetizado (350 pesos) e eu comi uma deliciosa hamburgesa vegetariana (280 pesos). 7º DIA) PUNTA DEL ESTE – JOSÉ IGNACIO – LA PALOMA Alugamos um carro pela manhã na Punta Car, em frente ao Terminal de ônibus. Das locadoras com possibilidade de devolução do carro em Colonia del Sacramento ou Montevidéu, essa foi a mais barata que achamos. Valor do aluguel Gol (carro mais barato disponível): 36 pesos para 6 dias ou 29 pesos para 7 dias + 40 dólares para entrega no aeroporto + 10 dólares para condutor extra. Saímos no carro rumo ao nosso destino inicial: José Ignácio. Passamos pela ponte diferentona Leonel Viera, entre La Barra e Punta, e depois passamos por dentro de La barra, com direito a uma parada na agradável Playa Montoya. La Barra tem várias lojinhas de artesanato, barzinhos e restaurantes. Tem muito mais cara de cidade de praia do que Punta. Segundo o menino que estava pegando carona com a gente, fica bastante lotada durante o verão, sendo bem difícil de trafegar de carro por ali. Percepção geral de Punta del Este: a cidade é bem diversa. Tem uns cantinhos com um clima de cidade pequena praiana e outros com cara de cidade grande elitizada. A Playa Brava até que é boa de tomar banho e me surpreendeu positivamente. Voltaria em outra época para curtir pelo menos um dia em La Barra. Por fim, de forma geral as coisas são bastante caras na cidade. Depois de 33 km de estrada, chegamos em José Ignácio. O destino é um balneário cheio de casas de arquitetura moderna e com umas das praias mais bonitas que conhecemos em todo o litoral uruguaio, a Playa Brava, com especial destaque para o farol que dá um charme a mais à praia. Depois de passar a tarde em José Ignácio, pegamos novamente a Ruta 10 com destino a La Paloma. No caminho dois destaques especiais: Laguna Garzon, bela lagoa onde havia muitas pessoas fazendo kite surfing, embelezando ainda mais a paisagem, e uma ponte em formato circular sobre a Laguna. Impossível não fazer paradas para tirar fotos. Após essa ponte há um trecho de estrada de chão até chegar a Ruta 9. Há uma outra opção de caminho que pega a Ruta 9 anteriormente. É um pouco mais rápida e evita a passagem pela estrada de chão. Não recomendo já que se perde a paisagem da Laguna Garzon e a ponte circular. Depois de 85 km de estrada, chegamos a La Paloma: uma cidade praiana bem tranquila com uma ocupação meio espraiada e boas opções de restaurantes, concentrados especialmente na Av. Nicolás Solari. Fomos direto à nossa hospedagem e depois saímos para jantar. Escolhemos para a refeição o restaurante Pio Nonno, onde recebemos o melhor prato de entrada da viagem, com pães caseiros e uma pasta de grão de bico deliciosa, tudo sem cobrança de cubierto. Escolhemos pratos com peixe (preço médio de 380 pesos). Acabou que não registrei quais eram os pratos, mas garanto que estavam todos deliciosos. 8º DIA) LA PALOMA Depois de tomar café da manhã na hospedagem, seguimos para a Baia Chica e Baia Grande: duas praias abrigadas, de água parada. Acabei não curtindo muito esse lado de La Paloma. Depois seguimos ao farol, de onde tivemos uma bela vista das praias e da cidade. Atenção: o farol fecha de 12h às 15h. Valor: 25 pesos. Em seguida fomos a Playa la Balconada, que é a que fica mais próximo ao farol. A praia é muito agradável e bonita, mas achei meio ruim para banho, já que afunda bem rápido. Depois de umas cervejinhas e de um almoço-lanche na praia, seguimos para a praia El Cabito (acesso ao estacionamento se dá na rua que tem placa do hotel Portobelo). Essa praia é uma piscina de água represada por rochas. Uma boa opção para quem não sabe nadar ou gosta de água parada. Após algumas fotos na El Cabito, demos uma passadinha na praia los Botes, para tirar algumas fotos, e seguimos para a praia Solari para curtir o final da tarde. Esta praia é uma continuidade da praia Anaconda, possui uma larga faixa de areia e é melhor para tomar banho do que la Balconada. À noite jantamos na pizzaria El Sargo. Os valores das pizzas giram em torno de 170-200 pesos. A pizza é basicamente a massa com molho de tomate e mais dois ou, se muito, três ingredientes. A maior parte das pizzas encontradas no Uruguai são simples como essa. Uma pizza no restaurante serve bem uma pessoa com fome e é gostosinha, especialmente por conta do bom molho, mas nada de excepcional. 9º DIA) LA PALOMA – LA PEDRERA – VALIZAS – ÁGUAS DULCES Saímos cedo com destino final em Águas Dulces. Demos uma desviada no caminho para conhecer La Pedrera: uma cidadezinha bem legal com uma rua central com várias opções de restaurantes e bares e um clima gostoso de cidade praiana. Infelizmente por conta do horário e também por ser período de baixa temporada estava quase tudo fechado na cidade. Demos uma paradinha na Playa del Barco para tomar um banho e tirar umas fotos. Gostei bastante dessa praia que tem esse nome devido a um barco encalhado em suas areias. Dica: procure tomar banho não muito próximo do barco, onde a correnteza é mais forte. Depois demos uma passadinha pela rambla próxima à Playa Desplayado e seguimos viagem com aquela vontade de voltar á cidade com tempo para curti-la. Seguimos na Ruta 10 tendo como o nosso próximo destino o ponto de saída para o passeio pelo Monte de Ombués, localizado km 267 da Ruta 10 logo após uma ponte – Agência Monte Grande, a única existente ali. No local o responsável pelo passeio, senhor Marcos, nos informou que era necessário formar um grupo de 6 pessoas ou fechar o barco pelo valor de 3000 pesos para nós três. Achamos caro e preferimos deixar para voltar mais tarde, às 15h, horário que segundo ele poderia ter mais gente interessada no passeio. Fomos então para Valizas, uma vilazinha bem simples, com casas rústicas e poucos restaurantes, que estavam fechados. Não sei se recomendaria ficar na vila, mas com certeza absoluta recomendo o que nós fizemos por lá. Estacionamos o carro em um estacionamento próximo à praia e fomos conhece-la. A praia tem uma larga faixa de areia que se estende até perder de vista em seu lado esquerdo. Do lado direito há uma bela lagoa formada pelo rio Arroyo Valizas, seguida por dunas que margeiam a praia. Olhando adiante sobre as dunas, avista-se algumas rochas que despontam na areia. Acabamos decidindo ir até uma dessas rochas que se situava no ponto mais elevado das dunas. Uma caminhadinha cansativa de uns 40 min, 1 hora, mas que foi bastante recompensadora. Dessas rochas elevadas se tem uma visão fantástica do Arroyo Valizas, do povoado de Valizas, da Laguna de Castillos, de Cabo Polonio e das ilhas de rocha no mar. Acabamos descobrindo posteriormente que esse ponto se chama Cerro de la Buena Vista. Depois dessa grata surpresa, voltamos ao carro e seguimos novamente ao local de onde sairia o passeio pelo Monte de Ombués. Dessa vez, para a nossa sorte, havia mais uma turista canadense e um americano que também queriam fazer o passeio...por sinal essa era a terceira tentativa deles de fazer esse passeio com outras pessoas. Acho que demos sorte! hehehe O passeio parte dali em um catamarã pelo Arroyo Valizas, passando por umas casinhas de pescadores, e segue por uns 20 min até o Rincón de los Olivera, propriedade do nosso guia Marcos, situada já próximo à Laguna de Castillos. Ao longo dessa rota de catamarã, aprendemos como funciona a atividade de pesca de camarão na região e conhecemos os nomes de algumas espécies de aves que avistamos. Partindo do Rincón de los Olivera seguimos por uma caminhada de mais de 1h de duração, passando por várias árvores conhecidas popularmente como "ombus" aqui no Brasil. Essas árvores são espécies arbustivas muito interessantes devido ao seu padrão de crescimento bem peculiar. Seus troncos e galhos são esponjosos e formados por sucessivas camadas de placas dérmicas que se destacam facilmente quando a planta é atacada por algum patógeno e com isso a planta forma padrões bem interessantes. Depois desse passeio pela propriedade, atravessamos o rio para conhecer uma reserva natural protegida pelo Governo. A reserva consiste em uma floresta mais densa do que a encontrada no Rincón com ombus, butiás e outras espécies botânicas. Depois de uma volta pela reserva, é chegada a hora de retornar ao nosso ponto de partida para o passeio. Considerei o passeio bem bacana. O guia Marcos tem uma paixão muito grande pela conservação do local e conduz os turistas com grande prazer. Acho só que o passeio poderia ser um pouco mais curto e talvez com alguma coisinha extra a mais...tipo placas informativas ou quem sabe um agradinho a mais ao visitante, como um suco de butiá ou alguma outra coisa da região. Em seguida dirigimos até Águas Dulces, cidade que seria a nossa base para pernoite. A cidade é bem agradável e tranquila. Tem uma feirinha de artesanato que deve ser bastante animada no período de alta temporada. Na rua principal há algumas opções de bares e restaurantes, que em sua maioria estavam fechados. À noite jantamos no restaurante Wahieke. Comemos gramajo (batata fritas com mariscos – 280 pesos), sorrentinos recheados com siri (310 pesos) e um prato de merluza com cogumelos e alcaparras (360 pesos). O gramajo estava bom, mas é muito enjoativo; o de siri estava bem gostoso, mas veio em pouca quantidade; e a merluza que estava boa. De forma geral a nossa avaliação foi positiva, mas se você for lá, é melhor ir sem expectativas em excesso. 10º DIA) ÁGUAS DULCES – CABO POLONIO – PUNTA DEL DIABLO Depois do nosso café da manhã no hotel, fomos à praia de Águas Dulces. A praia é ocupada meio desordenadamente por algumas casas que avançam muito sobre a areia. Eu particularmente não a curti. Depois da praia seguimos para Cabo Polônio, povoado situado em um parque nacional, cujo acesso se dá no km 264 da Ruta 10. O acesso ao parque só é permitido em veículos (jardineiras) autorizados com saída a cada hora e meia (9h30, 10h30...). Já o retorno tem saídas do povoado a cada hora (14h, 15h...). Valores: estacionamento – 190 pesos a diária e transporte ida/volta – 218 pesos por pessoa. O transporte leva aproximadamente 25 min até o destino. Cabo Polônio é um charmoso povoado com várias opções de hostels, restaurantes charmosos, casinhas em estilo mediterrâneo e outras com meio “hippie”, aliás este é um adjetivo que se encaixa para o clima de Cabo Polônio como um todo, sem desmerecer o lugar. Quando se pesquisa sobre Cabo Polonio frequentemente se encontra nos relatos adjetivos superlativos como “paradisíaco”, “maravilhoso”, “inesquecível”. Do meu ponto de vista é um lugar realmente muito interessante, mas meio superestimado. Digo isso porque as praias ali não são das mais bonitas, mas reconheço que o lugar tem um clima muito agradável. Passar uma noite ali em algum hostel, especialmente na época de alta temporada, deve ser garantia de boas amizades e de muita diversão. No nosso passeio, primeiro fomos ao farol, próximo do qual se avista alguns leões e lobos marinhos. Dependendo da época é possível também avistar baleias e outros mamíferos aquáticos se você tiver sorte. Depois seguimos para a Playa Sur, que é a mais próxima das casas brancas e é melhor a para banho em Cabo Polonio. Depois de comer algumas coisinhas e relaxar um pouco na Playa Sur, seguimos por dentro do vilarejo até a Playa Calavera, a qual tem algumas embarcações na areia, restaurantes e hostels próximos. Dela muitas pessoas seguem numa caminhada de 8 km até o Cerro de la Buena Vista ou até Valizas. Particularmente eu não curti muito essa praia. Depois de um tempo na Playa Sur, resolvemos pegar o transporte de volta à entrada do Parque e seguir, um pouco mais cedo do que prevíamos a princípio, até o nosso próximo destino: Punta del Diablo. Punta del Diablo se inicia como uma série de casas e mercados ao longo de uma rodovia, a qual mais adiante desemboca no centro da cidade, onde há uma boa concentração de bares e restaurantes. Almoçamos, já meio tarde, no restaurante Cont., situado próximo à Playa de los Pescadores. Na refeição pedimos uma Tabla del Mar (720 pesos) e um prato do dia, que neste dia era um peixe assado (250 pesos). A tabla é um misto de camarões, peixe e mexilhões empanados mais os deliciosíssimos boñuelos de alga. Como já falei no início do relato, boñuelos é uma das melhores coisas que você pode experimentar no Uruguai. O restante estava com um empanado meio grosso, que acaba roubando o gosto de tudo. O peixe do prato do dia estava satisfatório. Depois do almoço, paramos em uma barraquinha ali na rua da Playa de los Pescadores para tomar um licuado, bebida uruguaia que foi sugerida pelo garçom brasileiro que nos atendeu no restaurante. A bebida é um sucão grosso (ou smoothie) delicioso feito com frutas naturais. Valor: 100 pesos. Depois fomos para a nossa hospedagem. No caminho compramos uns pães artesanais de um casal que os estava vendendo em uma Kombi (ou seria um carro normal? Não lembro agora hehehe). Muito gostosos! 11º DIA) PUNTA DEL DIABLO – PARQUE NACIONAL DE SANTA TERESA Depois do café da manhã seguimos para o Parque Nacional de Santa Teresa, que fica a poucos quilômetros de Punta del Diablo. Infelizmente tivemos um pouco de azar e pegamos um tempo meio fechado pancadas de chuva neste que foi o melhor destino de toda a viagem! Acessamos o parque pela sua primeira entrada e fomos primeiramente ao Mirador Mangrullo (dispensável já que a vista lá não é muito boa). Depois seguimos até a Playa Grande, a qual tem uma faixa de areia bem larga. Do meu ponto de vista é a menos charmosa de todo o Parque. Depois seguimos para a zona do Parque que reúne o Invernáculo, com várias espécies de plantas de todos os continetes; o Sombráculo, com plantas subtropicais e um aquário; e o Rosedal, jardim com aproximadamente 300 espécies de rosas. Por ali há também um acesso para um mirante de aves que fica próximo a um lago, que vale a pena ser conhecido devido à sua bela paisagem. Em seguida, fomos a Playa del Barco, praia lindíssima, com bastante vegetação no entorno, mas infelizmente chegamos nela embaixo de chuva forte. Depois seguimos para a Playa Achirras. Recomendo entrar nela pelo acesso logo depois da Playa del Barco. Bela praia, mais curtinha que as outras. Por último fomos a Playa de la Moza. Essa é a que tem mais infraestrutura nas proximidades, com restaurante, grande estacionamento e área de camping. Alguns a consideram a melhor e mais bonita do Parque. Difícil de dizer. Talvez eu fique entre ela e a Playa del Barco. Depois de um tempinho passando muito frio na Playa de la Moza e sem coragem alguma para entrar na água, seguimos para a Fortaleza do Parque Nacional. A Fortaleza é um grande forte construído em 1762, que teve um papel chave nas lutas entre espanhóis e portugueses pelo domínio da região. Após o seu abandono no século XVIII, a Fortaleza foi recuperada nos anos trinta. Seu acesso fica a apenas 500 metros da Rodovia 9, logo após a entrada do Parque. (informações retiradas de http://www.uruguai.org/atrativos-de-santa-teresa). A Fortaleza fica aberta das 10h às 18h diariamente (melhor confirmar durante sua viagem) e entrada custa 40 pesos por pessoa. Nos seus aposentos há exposições ilustrando as atividades que eram executadas em seus interiores. Ao longo do passeio há placas com informações sobre a sua história, sobre os conflitos entre uruguaios e portugueses e sobre a organização das tropas. Também há uma exposição de maquetes de várias fortalezas que existiram no Uruguai. Infelizmente toda a parte expositiva é meio fraquinha e as informações expostas deixam muito a desejar. Depois de conhecer a Fortaleza, fomos conhecer a Laguna Negra, que fica fora do Parque Nacional e a qual se tem acesso por uma estrada de chão do lado oposto da Ruta 9 ao sair do Parque. A laguna é imensa. Fomos até o final da estrada de chão que a ladeia. Nesse ponto há um pequeno estacionamento e uma área arborizada, onde aparentemente muitas pessoas acampam. Acho que é dispensável conhecer a laguna, a não ser que você esteja de bobeira e queira acampar em sua beira. Depois retornamos para Punta Del Diablo e almoçamos no restaurante Convey Mirjo próximo a Playa de los Pescadores. Minha mãe e meu irmão pediram carne napolitana (espécie de bife a parmegiana - 760 pesos para duas pessoas) e eu fui de peixe com alcaparras (450 pesos). Os dois pratos estavam muito gostosos. Depois do almoço fomos à Playa del Rivero, curtir mais um friozinho na praia. Hehehe Na volta, compramos uns churros numa carrocinha que fica no estacionamento perto da praia e seguimos para a nossa hospedagem. Havia vários recheios de churros diferentes (abóbora, pêssego, morango, queijo, abóbora etc, além do tradicional doce de leite) – 50 pesos. Pegamos um de abóbora, que estava bem gostoso e outro de abacaxi, que estava meio sem graça. 12º DIA) PUNTA DEL DIABLO – CHUY – COLONIA DEL SACRAMENTO Saímos de manhã com destino ao Chuy, divisa do Brasil com o Uruguai. O Chuy é uma área livre de impostos onde é possível comprar por preços bem acessíveis bebidas (algumas não encontradas no Brasil), chocolates e alguns produtos como azeite, mostarda e conservas em geral. Falaram que seria bom para eletrônicos e roupas também, mas não achamos isso. Acabou que só compramos alfajores, bebidas e uns tipos diferentes de mostarda. Depois das compras, abastecemos o carro em um posto do lado brasileiro, onde a gasolina é muito mais barata do que em qualquer lugar do Uruguai, e seguimos rumo a Colonia del Sacramento em uma viagem de mais de 6h de duração. Rota escolhida: pegamos rota 9 até o seu fim onde encontra a rota 8; seguimos por esta até encontrar a rota 12; seguimos por esta até o seu fim onde encontra a rota 1; e depois seguimos por esta até Colonia. No caminho pagamos 5 pedágios a 80 pesos cada um. Chegando em Colonia, deixamos as coisas no hotel e saímos para jantar. Escolhemos a pizzaria La Mia Pizza. Ótimas pizzas com preços entre 135 e 165 pesos...bem em conta para os patamares uruguaios. A pizza é servida em tábua e não segue os nossos padrões de tamanho. Duas foram suficientes para ficarmos satisfeitos. 13º DIA) COLONIA DEL SACRAMENTO – MONTEVIDÉU Dia de dar uma volta por Colonia del Sacramento e curtir as suas ruas charmosas com construções históricas portuguesas. Colonia é tão pequeninha que dispensa roteiro. Dá para fazer tudo em menos de 5h tranquilamente. Então pode ser um destino bom para um bate-volta de Montevideu ou de Buenos Aires. Não deixe de passar no farol (acho dispensável subir nele), na praça principal e no portão da cidade. Ao longo do passeio pelas ruazinhas de Colonia, fomos também em três museus: Português, Municipal e Índígena. Há um passaporte único que dá acesso a esses e outros muesus a um custo de 50 pesos. O Português tem manequins e acervo do período colonial; o Municipal tem muitas informações de campanhas militares, da vida colônia com um razoável acervo histórico e uma parte dedicada a paleontologia e arqueologia...muitas informações mal organizadas em um prédio só...e o Indígena tem várias cerâmicas, utensílios e ferramentas de culturas indígenas que habitaram Colonia. As informações aqui também são meio mal dispostas e consistem basicamente em grandes artigos científicos e matérias jornalísticas coladas nas paredes. Resumindo: só vá aos museus se realmente estiver com tempo de sobra. Durante a nossa caminhada, fizemos um pit stop na cervejaria West Food, que fica numa esquina bem charmosa da Calle de la Playa. A cervejaria tinha uns combos de empanada com cerveja baratos, mas como estávamos ainda cheios do café da manhã, tomamos só umas cervejas artesanais uruguaias. Tomamos a IPA Atómica da Cabesas Bier, a Porter da Chela Brando e a Dubbel da Volcánica. Achei a Dubbel razoável, gostei bastante da Chela Brandon Porter e achei boa a IPA Atómica. Depois de caminharmos pelas ruazinhas pitorescas do Centro Histórico, resolvemos voltar para próximo do hotel e almoçar no El Palácio, que havia sido recomendado pela recepcionista do hotel. Não recomendo de jeito nenhum. A atendente do restaurante era bastante simpática, mas a comida demorou uma eternidade para chegar. Pedi um menu (450 pesos) com risoto de lula como prato principal e uma maionese de entrada. A maionese estava mais ou menos e o prato principal estava muito ruim...era basicamente um com arroz normal com umas rodelas de lula por cima e muito molho de tomate; minha mãe pediu uma carne milanesa, que estava OK (tbm não é difícil de errar carne empanada); e meu irmão pediu um peixe assado (320 pesos sem incluir o arroz ou batata), que estava meio oleoso. A única coisa que realmente valeu foi o chajá de sobremesa...uma deliciosa torta com doce de leite, pêssego em calda e merengue. Depois do almoço, pegamos as coisas no hotel e saímos de carro com destino a Montevidéu. Antes de pegar a estrada, demos uma passadinha na Plaza de los Toros...um antigo estádio de tourada, um pouco afastado do Centro e ao lado de um museu ferroviário...acho que não é imperdível, mas vale como uma curiosidade no roteiro, se você estiver de carro. Depois de aproximadamente 2h30 de viagem, chegamos em Montevidéu já à noite. Compramos lanches em um mercado e dormimos bem pouquinho, já que a gente tinha que estar no aeroporto às 4h15. 14º DIA) MONTEVIDÉU - BRASÍLIA Fim da nossa viagem! =( HOSPEDAGENS Montevidéu: Hotel Casablanca - San José 1039 – os funcionários e donos do hotel são muito simpáticos e atenciosos; o quarto tem geladeira e é simples, sem muitos luxos; há uma área de uso comum que pode ser usada a qualquer momento e onde tem café e chá à vontade; no geral tem um bom custo x benefício Piriápolis: Gran Colonial Riviera - Piria 790 – ficamos em quarto no andar superior, um pouquinho apertado e as camas não eram muito confortáveis; não tinha cortinas decentes para bloquear o sol na manhã; a wifi não funcionava no quarto; o café da manhã em compensação é muito bom, com uma boa diversidade de coisas. Punta del Este: Hotel Peninsula - Gorlero 761 – ótima localização; quarto agradável com camas confortáveis; na área externa tem uma grande piscina que estava vazia; o café da manhã é servido no café na parte inferior do hotel e é muito bom – saladas de frutas, medialunas doces e salgadas deliciosas, pães, suco e café. La Paloma: Serena del Lago – rua Botavara – simplesmente a melhor hospedagem da viagem; cama confortável, geladeira e fogão; na frente dos quartos há uma banheira com hidromassagem e na área externa tem uma piscina aquecida deliciosa; o único problema é a grande distância do centro. Aguas Dulces: Terrazas de Aguas Dulces - Calle De los Piratas S/N – hospedagem bem simples com uma cama e um beliche, fogão de duas bocas e geladeira; o café da manhã é basicamente algumas medialunas, chá e café. Punta del Diablo: Roots - Bulevar Santa Teresa Parada 3 – chalé de dois andares com o quarto na parte superior; a hospedagem é bem simples; tem geladeira, um fogãozinho de duas bocas e as camas ficam no chão; o carro pode ficar estacionado na frente do chalé; achei um pouco sujo; vale só se realmente quiser economizar. Colonia del Sacramento: Hotel Rivera - Rivera 131 – hotel muito bom; bom café da manhã, cama confortável e quarto espaçoso; só é um pouquinho afastado do centro histórico Montevidéu (último dia): Hotel Klee - San Jose 1303, Centro – ficamos apenas algumas horas nesse hotel e não podemos fazer uma avaliação mais ampla, mas gostamos do quarto; escolhemo-lo somente porque tinha garagem TOP 10 DA NOSSA VIAGEM 1º) Parque Nacional de Santa Teresa 2º) Palácio Legislativo de Montevidéu (visita guiada) 3º) Cerro de la Buena Vista em Valizas 4º) Playa Brava - Jose Ignacio 5º) Cabo Polonio 6º) Colonia del Sacramento 7º) La Pedrera 8º) Teatro Solís (visita guiada) 9º) La Paloma (com Playa La Balconada) 10º) Casapueblo
  8. Olá a todos do site! Então galera, sou totalmente inexperiente em viajar sozinho e estou planejando minha primeira viagem passar uns 10 no Uruguai, lugar q tanto me fascina. Porém, por ser um país bem pequeno, pergunto: 10 dias é tempo suficiente ou mais q o necessário? Pretendo em Dezembro passar por Punta del Diablo, Cabo Polonio, Punta del Este, Montevideu e Colônia do Sacramento. Queria muito mesmo tb dar uma passada em Buenos Aires, mas se for pra ficar uns 2 corridos e ainda deixar de aproveitar melhor o Uruguai, acho melhor adiar minha passagem na Argentina. O que vocês recomendam pra esse viajante de primeira viagem?
  9. Olá!! Alguém que já tenha ido a Colonia Del Sacramento, pode opinar/sugerir se ficar 2 dias por lá é muito? Tenho um dia sobrando no roteiro... Grata!
  10. Um lugar muito interessante de se conhecer no Uruguai, misturando história, arquitetura e lindas vistas. Possui um museu histórico-militar aberto de forma permanente. está localizado na Ruta 9 Km. 303, a 33 km de Chuy-BR , e 300 km de Montevideo-UR. A fortaleza faz parte do Parque Nacional Santa Teresa (http://turismorocha.gub.uy/atractivos/aire-libre/parque-nacional-santa-teresa). para quem estiver próximo, vale muito a pena a visita. e o melhor, é tudo gratuito! links: https://www.mochileiros.com/blog/parque-nacional-santa-teresa-uruguai http://www.serviciodeparquesdelejercito.com.uy/ https://www.estudioshistoricos-en.edu.uy/museo-fortaleza-sta.teresa.html http://www.uruguai.org/categoria/santa-teresa/
  11. Post original com fotos e mapas aqui: http://www.queroirla.com.br/bate-volta-em-punta-del-este/ Durante nossa viagem à Montevidéu, resolvemos fazer um bate-volta para Punta del Este, afinal, é quase obrigatório já que é tão pertinho e fácil de chegar. A maioria das pessoas vai atrás das praias, cassinos (que são liberados por lá) e badalação. Eu confesso que a parte da cidade que mais me chamou atenção foi justamente a que era o oposto disso. Não foi um lugar que me encantou, mas tem lá seu charme! Saímos no domingo cedo e pegamos um ônibus até o aeroporto para buscar o carro alugado na Budget. A estrada é bem tranquila e o caminho é basicamente uma reta só, o trajeto dura aproximadamente 1h30. Ah, uma dica importante, logo que chegamos no hotel em Montevidéu, um funcionário já nos alertou sobre a lei seca, disse que haveriam muitos comandos na estrada e que lá não há tolerância, qualquer sinal de álcool (e até maconha) no bafômetro é problema e para jamais propormos “dar um jeitinho”, pelo jeito lá as coisas funcionam um pouco diferentes daqui… Bom, o fato é que tinham mesmo muitas blitz, então se for beber, vá de ônibus! O primeiro lugar que paramos foi uma mega furada! Um conjunto de esculturas de sereias sobre as pedras na beira do mar na Plazoleta Gran Bretania. Com todo respeito ao artista, aquilo é horrível! Fala a verdade, dá medo, não dá??? Mas o interessante desse lugar é que ele fica bem na pontinha da península, onde ocorre o encontro do Rio da Prata com o mar. Ali pertinho fica a parte mais fofa da cidade, a que mais gostei! Pra começar, as casas não tem números, e sim nomes. Elas são enormes e lindas, mas sem ostentação. Os atrativos desse simpático e aconchegante “bairrinho” são o farol e a Parroquia Nuestra Señora de la Candelaria, uma graça de igrejinha em homenagem à padroeira da cidade. Seguimos para o porto pois a ideia era pegar um barco até a Isla de Lobos para ver leões marinhos, mas chegamos um pouco tarde e os barcos só saiam até 12h se não me engano. Queria taaanto fazer esse passeio, fiquei decepcionada, se quiser ir, lembre-se de chegar cedo! Ah, e verificar a época também, não é sempre que os animais aparecem na ilha. Pelo menos chegamos a ver alguns deles ali mesmo, perto das bancas de peixes esperando pra ganhar as sobras (e rola uma briga pra ver quem vai ficar com elas!). Paramos para almoçar no El Pobre Marino, o ambiente do restaurante é bem kisth, mas até que combina com o clima de Punta rs. Meu prato estava meio sem graça, pedi panquecas de espinafre, mas o Dan pediu carne e gostou. O valor era Ok então saímos satisfeitos. O próximo ponto foi o cartão postal de Punta, o Monumento ao afogado, ou popularmente conhecido como Los dedos. A escultura é do artista chileno Mario Irarrázabal e fica na primeira parada da Playa Brava (as praias são todas divididas assim, P1, P2, P3…). Apesar de clichê, achei bem interessante e lógico que quis fazer umas fotos ali também, mas é preciso paciência pra conseguir clicar os dedinhos sem ninguém na frente! Um pouco mais afastado do centro fica a Puente Leonel Vieira, seu diferencial é ser ondulada, dando um friozinho na barriga de quem passa de carro por lá, mas também nada de tão interessante, não sei se vale a visita. Antes de ir embora ainda passamos pelo bairro de Beverly Hills, dominado por enormes mansões com lindos jardins, mas sinceramente, prefiro mil vezes a parte mais simples da cidade, que falei aqui no começo do post! Na volta para Montevidéu paramos para ver o pôr-do-sol na Casapueblo, em Punta Ballena, um dos mais incríveis que já vi!
  12. A experiência de conhecer o Uruguay foi especialmente interessante, pois exceto uma pisadinha no Paraguay e na Argentina em uma viagem à Foz do Iguaçu, quando ainda era criança, nunca tinha viajado para outro país da América do Sul. Chegamos em um sábado de manhã no pequeno e moderno aeroporto de Carrasco. No começo foi engraçado pedir informações pois não falo espanhol (e pra ser sincera, não é uma língua que me agrada muito) e a técnica do “portunhol” soa ridícula demais! Enfim, com o tempo passamos a usar o português mesmo, que eles conseguem entender se falamos devagar, as poucas palavras que sabemos em espanhol e as vezes até alguma coisa em inglês para ajudar. É bem simples chegar ao centro, não acho que seja necessário taxi ou van, a não ser que você tenha muitas malas ou prefira algo mais confortável. Bem em frente à saída do aeroporto tem um ponto onde passam vários ônibus com os nomes dos destinos finais, no nosso caso pegamos o “Montevideo” mesmo, caso não vá para o centro é só se informar por lá. O valor é 45 pesos uruguaios (R$4,50) e demora menos de 1h. Ah, caso o motorista não abra a porta quando você der o sinal, grite “Puerta!”, funciona como o “Vai descer!” que usamos aqui em São Paulo rs. Escolhemos ficar no Hotel California (claro que eu cantei mentalmente a música cada vez que li o nome em algum lugar! Rs), achei o custo benefício bastante bom! A localização é ótima, paralela à principal avenida e apenas alguns minutos da Cidade Velha (onde tinham algumas opções menos caras mas pelos comentários no Booking.com não é uma região muito segura à noite.). Sábado a tarde e domingo quase tudo fecha na cidade (inclusive casas de câmbio e locadoras de carro), então caminhamos pela avenida 18 de Julio até o Teatro Solís, que fica aberto. A primeira parada foi na Fuente de los Candados, a tradição é a mesma de alguns lugares da Europa, como a Pont des Arts em Paris, onde casais colocam cadeados com seus nomes para que o amor seja eterno. A arquitetura da capital Uruguaia me chamou muito a atenção, a mistura de estilos arquitetônicos do moderno com o antigo é muito interessante, vale parar alguns minutos diante de alguns prédios só para observar todos os detalhes. Inclusive um dos melhores lugares para notar esse contraste é chegando na Plaza Independencia, onde se encontra o Palácio Salvo, um dos prédios mais lindos de Montevideo, que funciona tanto para escritórios quanto para fins residenciais. Essa praça, que tem como monumento central uma homenagem ao general José Artigas, divide a área central e a Cidade Velha. Na entrada da área mais antiga da capital está a Puerta de la Ciudadela, único resquício de uma antiga fortaleza que protegia a cidade. É bastante interessante pela história, mas não me empolgou muito como ponto turístico. Continuando o caminho, agora já dentro da Cidade Velha, seguimos pela rua Sarandi, onde ficam algumas banquinhas de artesanato, lojas, cafés e restaurantes. A Plaza Constitución, que abriga uma feira de antiguidades, é a mais antiga da cidade. Logo em frente está a Catedral Metropolitana de Montevideo. Na rua da catedral há um lugar chamado Café Brasilero, havia lido em alguns lugares como algo imperdível mas quando cheguei lá não me empolguei em entrar, não sei se seria diferente de qualquer outro café. Finalmente chegamos ao nosso destino, o Teatro Solís. Às 16h há uma visita guiada por 50 pesos (R$5,00), três jovens funcionários super simpáticos nos apresentaram, em português, aos pontos mais importantes do local. Com certeza a sala principal de espetáculos é a parte mais incrível, inclusive suas cadeiras são feitas com uma tecnologia brasileira que se auto-destrói em caso de incêndio para que o fogo não se espalhe. Os guias contam a história do teatro e curiosidades como essa numa visita que dura aproximadamente 1 hora. A Cidade Velha também é um pólo interessante de arte de rua, eu como apaixonada por grafites, não resisti e tive que registrar alguns. Como em outubro o sol se põe lá pelas 20h, aproveitamos para caminhar mais um pouco pela Cidade Velha. Entramos para conhecer o famoso Mercado del Puerto (onde estava passando um Palmeiras x Corinthians na TV!), a estrutura é semelhante ao Mercadão de São Paulo, porém dentro (e ao redor) funcionam diversos restaurantes, mas achei bastante caro. Aliás, comer e beber em Montevideo não é exatamente uma pechincha. Acabamos parando para uma cerveja em um simpático café + loja de design chamado Sinestesia, que fica pelos arredores do mercado. Descemos então para a Rambla (avenida que beira o Rio da Prata) e encontramos um lugarzinho para admirar o fantástico pôr-do-sol entre os uruguaios com suas cuias de chimarrão (todos eles vivem tomando seu chimarrão, em qualquer lugar, à qualquer hora). Como a viagem foi para comemorar o aniversário do namor(i)do, fomos procurar um lugar legal para jantar, pegamos a dica da Avenida Dr. L. A. de Herrera, no bairro de Buceo e fomos de ônibus até lá (uma curiosidade sobre os ônibus, geralmente eles deixam tocando música ou notícias, é como se o motorista tivesse no carro dele, aumentando e diminuindo o som de acordo com seu gosto, chega a ser engraçado! Rs). Bom, essa rua tem diversas opções que parecem bem legais, escolhemos o Barba Roja, uma mistura de bar e restaurante. A dica aqui é, peça um prato para 2, sério, o tamanho deles é realmente absurdo, dá até dó pois não conseguimos comer nem metade. No segundo dia fizemos um bate e volta em Punta del Este, mas isso será assunto para outro texto. Era domingo de eleições por lá também e foi muito interessante ver o comportamento deles em relação a isso. Desde que chegamos no aeroporto, vimos pelo caminho bandeiras, propagandas, muros pintados, manifestações (pacíficas), enfim, a cidade respirava campanha política. Quando voltamos ao hotel, passando pela 18 de Julio, ficamos impressionados com a festa! Já haviam saído as parciais e o sucessor de Mujica (o atual presidente, que na minha opinião é um exemplo a ser seguido) ganharia. A impressão que dava é que eles realmente estavam felizes e satisfeitos com sua escolha, que tinham confiança no partido que apoiavam, e não eram apenas os mais velhos, crianças e muitos adolescentes e jovens comemoravam efusivamente, o clima era leve, de alegria e paz. Olhando tudo aquilo fiquei com inveja (no bom sentido), eu gostaria muito de poder apoiar um partido que me representasse desta maneira. No fim da noite, caímos sem querer no Facal, um café-restaurante em frente à fonte dos cadeados que diz ser o mais antigo da cidade. Recomendo muito comer as empanadas de lá, são deliciosas! Além delas, outra iguaria típica do país é o Chivitos, que não passa de um sanduíche com diversos recheios para escolher, como não como carne, não posso dizer se é algo que vale a pena ou não. No dia seguinte começamos pelo Mirador de la intendencia, um mirante 360º que fica no último andar do prédio da prefeitura e é de graça, basta retirar a entrada no centro de informações turísticas que fica bem em frente. De lá seguimos para o Parque Rodó, bastante agradável e bem cuidado. Nossa ideia era continuar a pé pelas Ramblas até a Playa Pocitos, mas o calor estava insuportável e foi realmente impossível completar o trajeto, acabamos conhecendo apenas a Playa Ramirez e passando em frente ao Memorial del Holocausto. Não dá pra ir embora sem trazer na mala vinhos e alfajores né? Então pegamos a indicação do Ta-ta, um mercado barato onde encontramos bons vinhos por uma média de R$15,00 e uma infinidade de opções de alfajores e doces de leite, ficamos com os da marca Lapataia, indicação de uma brasileira (e são mesmo muito bons!). Esse é o tipo de viagem diferente que é possível fazer em um fim de semana, fique de olho nas promoções de passagens aéreas e vá aproveitar toda a simpatia do Uruguay. Texto original e mais fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/uma-escapadinha-para-montevideo/
  13. Esse relato é dividido em cinco partes: .da página 1 até a 7 refere-se a viagem realizada entre dez/2007 e fevereiro/2008 de carro; .a partir do final da página 7 refere-se a viagem que começa no final de dez/2008 até final de fevereiro/2009 de carro. .a partir da pag. 15 - viagem a Torres del paine, carretera austral ..........viagem realizada de dez/2009 a fevereiro/2010. .a partir da pag.19 - viagem ao Perú e Equador ....vigem realizada de dez/2010 a fevereiro/2011. .a partir da pag.23 - viagem venezuela, amazonas, caminho da fé.... realizada entre dez/11 a fev/12.
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