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  1. A Tailândia era meu sonho, lendo o blog da Vida Mochileira vi os valores em detalhes em uma planilha e cheguei a conclusão que para um mês na Tailândia teria que ter o mínimo de R$10.000 pra fazer tudo que queria. Blog que pesquisei valores https://vidamochileira.com.br/tag/tailandia/ Adoro os blogs que detalham todas as despesas de uma viagem porque facilita muito para quem está se planejando. Realmente passei a achar que poderia ter condições de realizar o que tanto desejava após ver os relatos da Mari e tirar todas as dúvidas possíveis em seu blog. Como achava meio impossível ir à Tailândia sem um mínimo de 2 anos economizando ,e fiz em 1 ano, quero relatar meu planejamento considerando meu salário que em 2017 era R$ 1.500. A primeira coisa que fiz foi fazer uma tabela com todos os locais que gostaria de ir, depois vi as passagens e procurei alguém pra ir, meu namorado não quis, pois seria um ano complicado pra ele no trabalho, então me programei pra ir só. Moro com meus pais e minha renda é para meus gastos pessoais, isso facilita muito. Pra quem tem família e é responsável pelo seu sustento, a realidade é outra e bem mais difícil –eu sei . Em resumo, minha renda era pra pagar meu curso de inglês, internet e alimentação, conta do celular e poupar. Teria que conseguir economizar R$ 1000,00 por mês pra conseguir viajar em um ano e foi essa minha meta, mas viver com R$ 500,00 seria complicado tendo em vista que só meu inglês era R$ 400,00. Poupei por 3 meses 1000 e vi que seria possível. Sempre fui muito boa em economizar e não gasto dinheiro com coisas superficiais, teria só que apertar mais um pouco as contas e foi o que fiz. Pra continuar o curso de inglês comecei a dar banca para crianças da minha rua e aulas para pessoas que estudavam EAD e tinham dificuldades com o uso do computador, também me voluntariei em uma rádio da cidade que tinha a possibilidade de conseguir patrocínios e ganhar porcentagem, conseguir algumas propagandas e isso deixou que o ano fosse mais tranquilo. Em 12 meses tinha os 10 mil, no meio desse percurso meu namorado resolveu que também conseguiria ir, reservei hotéis e passagens e lá estava eu realizando meu sonho. Não contei meus planos para ninguém, pois achava difícil conseguir em ano, e quando contei minha mãe não acreditou, ora, era Ásia por 1 mês. Além da Tailândia, passei um dia na Alemanha perdidona fazendo turismo e meu maior medo era me perder sem saber falar inglês e não conseguir voltar para o aeroporto, mas fui e fiz um super tour sozinha. Sou tão prolixa, esse texto ficou enorme, mas era pra falar que é possível com foco e determinação, você não precisa ganhar 3, 4 ou 5.000 pra realizar um sonho grandão!
  2. rapazvr

    Turquia: Sinop

    O novo post no meu blog, relativo à minha viagem à Turquia. Desta vez o destino escolhido é Sinop e atracções próximas. Espero que gostem https://realidadeextraordinaria.wordpress.com/2019/03/10/turquia-sinop-turkey-sinop/ https://www.instagram.com/ruiadamasioalvites_/?hl=pt
  3. Compartilhando então os custos de praticamente uma meia volta ao fundo, fiz um infográfico para mostrar onde se gasta mais em viagens, e nenhuma surpresa ser em deslocamentos. Por este motivo eu sempre falo para viajar com mais tempo sem correria para trocar de cidades. No post tem alguns detalhes importantes e links para acessar as tabelas de custos que sempre faço. Passei por 56 cidades durante este tempo, algumas acabei ficando mais tempo que o normal como Istambul (10), Ho Chi Minh (10), Bangkok (11), Seoul (12), Yekaterinburg (9). Como sempre não existe nenhum milagre, aos poucos estou escrevendo os relatos e postando aqui no fórum. Quando: Setembro de 2017 até Maio de 2018 Dias: 244 Couchsurfing: 135 Noites Valor Gasto em Real: R$12067 ($3770) Média Diária em Real: R$49,45 ($15,45) Meus Vídeos no Youtube: LINK AQUI Possíveis perguntas -Não inclui aéreas de ida de volta do Brasil -Este valor inclui TODAS AS PASSAGENS E VISTOS desde Istambul na Turquia até a volta em Varsóvia na Polônia -A rota foi Turquia, Irã, Vietnã, Laos, Tailândia, Malásia, Singapura, Filipinas, Coreia do Sul e Rússia -A quantidade de dias pode ser vista conforme as tabelas abaixo -A cotação do dólar está descrita na imagem -Eu não peguei UMA VEZ carona entre Istambul e Bursa -Eu não como em restaurante turístico -Levei todo meu dinheiro em cash e $765 em um travel money para emergências Planilha com todos os gastos 2017 - Turquia - https://goo.gl/btbLUM 2017 - Irã - https://goo.gl/kbr2vv 2017 - Vietnã - https://goo.gl/jmBHKW 2017 - Laos - https://goo.gl/cxTb54 2017 - Tailândia - https://goo.gl/Lg8zXS 2018 - Malásia - https://goo.gl/jfUoTa 2018 - Singapura - https://goo.gl/VfhDe9 2018 - Filipinas - https://goo.gl/217NCq 2018 - Coreia do Sul - https://goo.gl/3jVooJ 2018 - Rússia - https://goo.gl/JtTho9
  4. Salve galera, mais uma vez estou aqui para compartilhar com vocês uma nova experiência mochileira, dessa vez sai da zona de conforto e me aventurei pela Ásia, mais precisamente pelo Sudeste Asiático, a bola da vez foi Cingapura, Malásia e Tailândia e ainda dois stopovers em Pequim e Frankfurt, entre 16/10/18 e 24/11/18. Por conta das correrias da vida, só estou tendo tempo de escrever agora, mas antes tarde do que nunca. Inicialmente vou colocar algumas informações que julgo mais importante e ao longo do relato vou detalhando melhor. [Editado] Fiz também um pequeno vídeo resumindo um pouco do que foi a viagem. Abaixo dele, tem o link do Youtube caso dê algum problema no arquivo que postei (já me aconteceu uma vez). 2018_Finalizado.mp4 https://www.youtube.com/watch?v=zPDmke9-ZGU&t=1s ROTEIRO FINAL (o original foi alterado durante a viagem) - Guarulhos - Frankfurt - 11h30 de vôo (conexão de 3h10) - Frankfurt - Pequim - 9h20 de vôo (conexão de 3h40) - Pequim - Cingapura - 6h25 de vôo Cingapura - 4 dias - Cingapura - Malaca (Malásia) - 5h de ônibus Malaca - 3 dias - Malaca - Kuala Lumpur - 2h de ônibus Kuala Lumpur - 5 dias - Kuala Lumpur - Chiang Mai (Tailândia) - 2h45 de vôo Chiang Mai (Tailândia) - 4 dias - Chiang Mai - Pai - 3h de van Pai - 3 dias - Pai - Chiang Mai - 3h de van Chiang Mai - 2 dias - Chiang Mai - Sukhothai - 6h de ônibus Sukhothai - 2 dias - Sukhothai - Bangkoc - 7h de ônibus Bangkoc - 4 dias - Bangkoc - Ao Nang - 14h de ônibus Ao Nang - 4 dias - Ao Nang - Phi Phi Island - 1h30 de ferry boat Phi Phi Island - 2 dias - Phi Phi Island - Phuket - 1h30 de ferry boat - Phuket - Pequim (conexão de 20h10); - Pequim - Frankfurt (conexão de 16h25); - Frankfurt - Guarulhos. PASSAGENS AÉREAS Após muita pesquisa e uso de todas as ferramentas de busca possíveis (Skyscanner, Voopster, Melhores Destinos, Kayak, Kiwi) e até no site de companhias como Air China, Ethiopian, Emirates, entre outras; quase fechei a compra pelo site da Air China, o trecho GRU - Cingapura (com conexões em Frankfurt e Pequim) e Phuket - Guarulhos (as mesmas conexões na volta) estava 845 dólares, só que na hora de pagar não dava certo (pensa num site ruim e mal feito). Resolvi então comprar pelo Skyscanner, que me direcionou para a plataforma Zupper (nunca havia ouvido falar nela), fechei pro R$ 3546,63 (com taxas e tudo, e pra época estava barato, pois cheguei a ver na casa do quatro, cinco mil reais), o itinerário era o mesmo, na verdade até as companhias utilizadas eram as mesmas (GRU - FRA pela Lufthansa, FRA - PEQ pela Air China e PEQ - SIN pela Singapore; na volta PHU - PEQ e PEQ - FRA pela Air China e FRA - GRU pela Lufthansa) e com um detalhe: comprei no domingo, na segunda foi quando o dólar explodiu e achei que ia me ferrar porque apesar de aparecer em real o preço na verdade é em dólar e a minha fatura fecharia em duas semanas, mas não, mantiveram o valor e pronto. Aliás, recomendo muito o Zupper, tem boa avaliação no ReclameAqui (raridade no ramo de empresas aéreas ou de comprar de passagens) e foi muito bem, inclusive até me ligaram para comunicar uma mudança na emissão de um trecho que sairia mais tarde. TRÂMITES BUROCRÁTICOS Cingapura, Malásia, Tailândia e Alemanha não exigem visto de turismo para brasileiros, podendo ficar até 90 dias em cada um deles, apenas a China exige, mas para quem faz apenas conexão tem um esquema diferente, se você comprovar que está apenas de passagem e a China não é o seu destino final, você pode ficar até 144 horas (6 dias) por lá sem visto, eu explicarei mais adiante como funciona isso. Para a Tailândia, é exigido o Certificado Internacional de Vacinas para Febre Amarela, e ele realmente é cobrado por lá, para os demais países não foi exigido nada além do passaporte válido. SEGURO DE VIAGEM Pela primeira vez decidi fazer um seguro de viagem, pois ouvi dizer que na Ásia atendimento médico é caro, aproveitei que teve uma feira de turismo em Santos e fechei um pacote com a Travel Ace, o plano para 39 dias cobrindo todo o meu roteiro e com cobertura de 40.000 dólares por evento saiu por 900 reais em 6x, saiu mais barato que a média de preços que vi. Graças a deus não posso opinar se a seguradora é boa ou não porque não precisei usar (foi o dinheiro mais bem “jogado de fora” da minha vida kkk) HOSPEDAGENS Cingapura - The InnCrowd Backpackers' Hostel (4 diárias): S$ 70,00 Um bom hostel, ótima localização, perto de duas estações de metrô (Little India e Jalan Besar) e de um terminal de onde partem ônibus para a Malásia; muitos restaurantes baratos e do famoso Tekka Center; comércio abundante e casas de câmbio. O hostel tem geladeira para guardar suas coisas, um bom café da manhã (ovo cozido, pão, geléia, manteiga, café, chá, você mesmo faz o seu, os itens ficam no balcão), tem aquecedor de água, vendem água e refrigerante na recepção, um área comum grande e os quartos são espaçosos, porém não tem locker para guardar as mochilas. Atendimento bom, o acesso a ele é por cartão. Possui ar condicionado mas só é ligado à noite. Malaca - Victors Guest House (3 diárias): MYR 36,00 Ótima localização, fica em Chinatown e próximo de lugares baratos pra comer. Tem água gelada e quente, café disponível à vontade. Tem apenas ventiladores, mas são bem fortes; as camas são boas e tem lockers grandes para guardar a cargueira. O Wi-Fi é horrível e fiquei muitas vezes sem conexão. O acesso é por chave na porta de baixo (à noite fica trancado) e senha numérica na porta de cima. Dica: pegue a cama mais próxima da porta, fiquei na da janela e avenida em frente é muito movimentada, eu consigo dormir de boa, mas pra quem é sensível a barulho é zoado. Kuala Lumpur - Submarine Guest House Central Market (5 diárias): MYR 60,00 Ótima localização, quase ao lado do Central Market, fica próximo à Chinatown, portanto muitas opções de comida boa e barata próximo; casas de câmbio, estação de metrô (Pasar Seni) e das linhas do GoKL. O Max, que é quem cuida de lá, é o melhor que encontrei até hoje: atencioso, educado, sempre disposto a ajudar. As camas são boas, possui ar condicionado, tem máquina de água quente. A única coisa estranha é o chão do andar que quando você anda parece que é de madeira, sei lá, faz um barulho estranho e se move; e as paredes são finas, você ouve tudo do quarto ao lado. Mas recomendo muito! Chiang Mai - Chiangmai Shunlin Hostel (4 diárias): THB 520,00 Ótima localização; boa estrutura; tem ar condicionado (funciona a partir das 17h e desliga de manhã, mas não lembro que horas); embora no Booking informe que não tem café da manhã, mas eles colocam café, chá, bananas e bolachas para os hóspedes. Os donos, um casal com uma criança pequena, são extremamente simpáticos e o Peter sempre que você precisa de algo ele informa ou liga para algum número e arruma o que você precisa. As camas são confortáveis e tem cortinas nos beliches. Um dos melhores hostels que fiquei, tanto que quando voltei de Pai fiz questão de ficar nele. Pai - Baan Aomsin Resort (3 diárias): THB 360,00 Bem localizado, fica numa estrada há uns 10 ou 15 minutos de caminhada do centro, parece uma chácara, é muito gostoso o lugar, tem redes, uma geladeira para guardar suas coisas, bastante verde, e como é lugar montanhoso faz até um frio gostoso de noite, tanto que nem usávamos o ar condicionado, só os ventiladores durante o dia. O dono é muito simpático assim como sua família, é sabendo que eu era brasileiro sempre falava de futebol, é fã do Zico. Tem café da manhã mas é pago a parte, porém recomendo muito, custa só 70 baths e vem com ovo (você escolhe mexido, frito ou omelete), salsicha de frango, duas bananas, pão (2 ou 3), geléia, manteiga, um potinho de salada e café ou chá a vonts, é bem gostoso e sustenta bem. Não possui locker nos quartos. Chiang Mai - Chiangmai Shunlin Hostel (2 diárias): THB 260,00 Vide avaliação anterior. Sukhothai - RuengsriSiri Guesthouse (2 diárias): THB 240,00 Fica exatamente na frente do terminal de ônibus da cidade, basta atravessar a rua. As camas tem uma cortina pequena, o meu quarto não tinha ar, só ventilador, mas de noite dava conta, não era tão quente. Tem um terraço, mesa de ping pong e alvo para jogar dardos, mesinhas do lado de fora e vendem bebidas, quando você se hospeda ganha uma garrafinha de água, mas depois só comprando, não tem onde encher. Os funcionários são simpáticos. O café da manhã é comprado, mas sinceramente não curti muito. Outra coisa ruim é que apesar de ficar na frente do terminal, fica longe da cidade e de tudo, tem uns pequenos restaurantes na rua mas que fecham cedo, se quiser jantar tem que ser antes das 19h, depois a única coisa na região é um 7-Eleven. Tem aluguel de bikes. Sinceramente, só recomendo pra quem vai ficar um ou dois dias pela comodidade de pegar o ônibus na porta. Bangkoc - Feel Like Home Dormitory & cafe (4 diárias): THB 480,00 Fica há uns 15 minutos andando da Kao San Road, não tem metrô próximo mas tem muitos ônibus que atendem à região e vão para muitos lugares. As camas são um pouco duras, tem ar condicionado, tem locker apenas para coisas pequenas, o café da manhã é razoável (café ou chá, um copo de suco de laranja, dois fatias de pão torrados, geléia, manteiga e uma banana) e é o funcionário que prepara pra você. Tem uam agência anexa ao hostel onde você pode fechar passeios e transportes para outros lugares. Os funcionários são simpáticos e tem uma geladeira onde vendem água e refrigerantes. Ao Nang - Sleeper Hostel (4 diárias): THB 1040,40 Fica localizado na avenida principal, funcionários muito bons e simpáticos, quarto grande, camas boas e com cortinas, o ar condicionado é apenas suficiente (não gela tanto). Os lockers são naquele esquema que fica embaixo da cama. O café da manhã é pago mas não cheguei a consumir; o acesso é feito por cartão, se perder paga (relatarei o que houve comigo); e tem tudo próximo, inclusive a praia não é muito longe. Ah, se puder ficar no quarto de frente pra rua, a vista é espetacular (postarei a foto que tirei da varanda no momento que relatar sobre lá). PHI PHI Island - Paradise Dorm Room (2 diárias): THB 378,00 Localização boa é relativo porque a ilha é pequena, mas esse hostel fica mais próximo do pier de onde sai o ferry que outros, fica atrás do famoso Reggae Bar. A recepção fica na calçada e assim que entra já é o quarto, são dois ao todo, e no final deles tem uma porta que dá acesso a um corredor com 4 banheiros, que, aliás, foram os melhores que encontrei durante a viagem: grandes, com bastante lugar pra por roupa, prateleiras e até espelho. As camas são confortáveis, não tem locker, o ar condicionado fica ligado direto e tem galão de água com opção de gelada ou quente. É extremamente simples mas bem ajeitado e limpo. A senhora que toma conta de lá é muçulmana, é bem calada mas muito boazinha. Recomendo! SEGURANÇA Posso dizer com propriedade que aquela região é bastante segura para viajar, inclusive para mulheres sozinhas. Claro que crimes de oportunidade (batedores de carteira, pequenos furtos) podem ocorrer em qualquer lugar, mas basta ficar atento com seus pertences que tudo dará certo. Não me senti ameaçado ou com medo em nenhum momento. Outra coisa para se ficar atento, sobretudo na Tailândia, são tentativas de golpes, eu não passei por nenhuma tentativa mas li muito a respeito, basta ficar esperto também. TRANSPORTE Em Cingapura, o metrô é muito bom, seguro, limpo, silencioso e eficiente e liga grande parte da cidade, você paga conforme a distância percorrida. Possui também sistema de ônibus mas não cheguei a usar, porém ouvi dizer que é bom também. O aeroporto é ligado pelo metrô. Na Malásia, Malaca é pequena e dá pra fazer tudo a pé; já Kuala Lumpur é uma cidade enorme e tem um bom sistema de transporte público: KTM (trem), MRT (monorail), LRT (metrô), é um pouco confuso no começo mas dá pra entender logo. Tem também os ônibus e um serviço de ônibus gratuito chamado GoKL, são quatro linhas que fazem vários pontos da cidade, são ônibus novos com ar condicionado. O aeroporto de KL é muito longe, tem um trem expresso que vai pra lá mas custava 55 ringgits, tem um ônibus que vai pra lá por apenas 12 ringgits, leva uma hora. Na Tailândia, em Chiang Mai tem as linhas de ônibus que servem bem à cidade, inclusive dá acesso ao aeroporto, e tem o famoso songthrew, um carrinho vermelho que faz as vezes de lotação, é bem barato também e vai pra todo lado, além dos tradicionais tuk-tuks; em Pai só andei a pé; em Sukhothai usei uma caminhonete velha que faz o transporte da nova para a Old City, tem a opção de alugar uma bike também; em Bangkoc tem o MRT (metrô), que atende uma parte da cidade, o Skytrain, além dos tuk-tuks, táxis e sistema de ônibus, que utilizei muito, pois onde fiquei hospedado não tinha metrô nem Skytrain próximo; em Ao Nang tem uma linha de ônibus que liga até o aeroporto, mas não usei, e os barcos usados para ir até outras praias, como Railay Beach, Tonsai Beach; em Phi Phi tem os taxiboats que levam você a outras praias. LEMBRANCINHAS Cingapura: algumas lojas da People's Park Complex (Chinatown), próximo à Mesquita no bairro árabe, várias lojas e barracas de rua na Little India. Malásia: em Malaca uma galeria próxima à A Famosa, uma grande galeria próxima ao Museu Marítimo; em Kuala Lumpur o Central Market tem várias lojas de souvenires e o preço é mais em conta, tem também o bairro Little India e o seu comércio de tudo. Tailândia: em Chiang Mai o Night Bazar é de longe o melhor lugar; em Pai a Walking Street; em Sukhothai o entorno do Parque Histórico tem várias lojinhas; em Bangkoc o Chatuchak Market, que só abre finais de semana, o MBK Center, na Kao San Road e na Rambutri tem bastante lojinhas também ou então nos mercados flutuantes; em Ao Nang tem um Night Bazar que fica em Krabi (não cheguei a ir lá) e algumas lojinhas espalhadas pela cidade; em Phi Phi as lojinhas espalhadas pela ilha. JET LAG Sim, eu venci o jet lag, só na volta que deu uma cansada maior, mas na ida foi de boaça, mas precisei fazer uma preparação maluca, que irei contando conforme o relato for seguindo. O fato é que não tive problema nenhum, só no primeiro dia em Cingapura dormi um pouco mais cedo, mas talvez fosse mais pelo cansaço da viagem do que pelo jet leg. Continua...
  5. I visited India last November. India is spectacular. Not just because of the Taj Mahal, its monasteries or forts. India is spectacular, too, for its history, its culture, its inspiring religious tolerance, and especially for Indian people. At this point, I highly recommend the services of Mr. Sanjay. First, for being a person of my extreme confidence. I had the opportunity to be at your house and meet your wife, and your children, Warum and Honey. Secondly, he is highly capable both as a driver and as a tour guide. It manages to take his tourists safely and professionally to their destinations. Third, for your honesty. The Sanjay only made indications of purchases, hotels and other services in reliable places of good quality, besides the fair price. Fourth, Sanjay has wifi in the car, which is one of the biggest differentials of his work, since the open WIFI is not always accessible in restaurants in India. Fifth, Sanjay is a good-humored and cheerful person, and did everything he could to get me to know India, its culture and its beauties to the fullest. To Mr. Sanjay, I only have one expression to portray my gratitude: Thank you very much, bhai (friend in Hindi). You are an extraordinary person. I miss India and you very much. I hope you can visit India again. Rinaldo Segundo I visited Bhutan recently. It is a fantastic country both for its monasteries, for its culture, and for its people. Bhutan is the happiest country in the world, and Bhutanese do everything to make us feel that way. The food is wonderful, and the Bird's Nest Temple is not only beautiful for the scenery but also the energy of the place is amazing. At this point, I highly recommend the services of Mr. Dorjhi. He is a spectacular person and extremely trustworthy. He is highly skilled as a tour guide, and does everything possible so that we can have the best experience as a tourist. In addition, he is a person who cares about details to make us happy and is extremely honest and responsible. To Mr. Dorjhi, I just have to thank him very much, friend. You are an extraordinary person. Rinaldo Segundo Sanjay: +91 9971473761 Dorjhi: +97517819468 Eu visitei a Índia em novembro passado. A Índia é espetacular. Não apenas por causa do Taj Mahal, seus mosteiros ou fortalezas. A Índia é espetacular também por sua história, sua cultura, sua tolerância religiosa inspiradora e, especialmente, pelo povo indiano. Neste ponto, eu recomendo os serviços do Sr. Sanjay. Primeiro, por ser uma pessoa da minha extrema confiança. Tive a oportunidade de estar em sua casa e conhecer sua esposa e seus filhos, Warum e Honey. Em segundo lugar, ele é altamente capaz, tanto como motorista e como guia turístico. Consegue levar os turistas com segurança e profissionalidade aos seus destinos. Em terceiro lugar, por sua honestidade. A Sanjay só fez indicações de compras, hotéis e outros serviços em locais confiáveis e de boa qualidade, além do preço justo. Em quarto lugar, Sanjay tem wifi no carro, que é um dos maiores diferenciais de seu trabalho, já que o WIFI aberto nem sempre é acessível em restaurantes na Índia. Quinto, Sanjay é uma pessoa bem-humorada e alegre, e fez tudo o que pôde para me levar a conhecer a Índia, sua cultura e suas belezas ao máximo. Para o Sr. Sanjay, tenho apenas uma expressão para retratar minha gratidão: Muito obrigado, bhai (amigo em hindi). Você é uma pessoa extraordinária. Eu sinto muita falta da Índia e de você. Espero que você possa visitar a Índia novamente. Rinaldo Segundo Eu visitei o Butão recentemente. É um país fantástico tanto por seus mosteiros, por sua cultura e por seu povo. O Butão é o país mais feliz do mundo, e os butaneses fazem de tudo para nos fazer sentir assim. A comida é maravilhosa, eo Ninho do Pássaro Templo não é apenas bonito para a paisagem, mas também a energia do lugar é incrível. Neste ponto, eu recomendo os serviços do Sr. Dorjhi. Ele é uma pessoa espetacular e extremamente confiável. Ele é altamente qualificado como guia turístico e faz todo o possível para que possamos ter a melhor experiência como turista. Além disso, ele é uma pessoa que se preocupa com detalhes para nos fazer feliz e é extremamente honesto e responsável. Para o Sr. Dorjhi, tenho apenas que lhe agradecer muito, amigo. Você é uma pessoa extraordinária. Rinaldo Segundo
  6. Salve salve Mochileiros... Segue o roteiro do mochilão pelo Sudeste Asiático em Novembro de 2018... Data Origem Destino Horario de saída Horario de chegada 04/nov Domingo São Paulo (GRU) Pekim (PEK) 19:05 5:00 05/nov Segunda-feira 06/nov Terça-feira Pekim (PEK) Bangkok (BKK) 8:15 12:30 07/nov Quarta-feira Bangkok (BKK) 08/nov Quinta-feira Bangkok (BKK) x Ayuttahaya Ayuttahaya x Bangkok (BKK) 09/nov Sexta-feira Bangkok (BKK) Krabi x Ao Nang 10/nov Sábado Ao Nang 11/nov Domingo Ao Nang Koh Phi ph 12/nov Segunda-feira Koh Phi phi 13/nov Terça-feira Koh Phi phi Don Koh Phi Phi Leh 14/nov Quarta-feira Koh Phi phi 15/nov Quinta-feira Koh Phi phi Phuket 16/nov Sexta-feira Phuket Siem Reap - Cambodja 17/nov Sábado Siem Reap - Cambodja 18/nov Domingo Siem Reap - Camboja Hanoi - Vietnã 19/nov Segunda-feira Hanoi - Vietnã 20/nov Terça-feira Hanoi - Vietnã Halong Bay 21/nov Quarta-feira Hanoi - Vietnã 22/nov Quinta-feira Hanoi - Vietnã Bangkok (BKK) x Chiang Mai 23/nov Sexta-feira Chiang Mai 24/nov Sábado Chiang Mai 25/nov Domingo Chiang Mai Chiang Rai 26/nov Segunda-feira Chiang Rai 27/nov Terça-feira Chiang Rai Laos e Myanmar 28/nov Quarta-feira Chiang Rai Chiang Mai 29/nov Quinta-feira Chiang Mai Pai 30/nov Sexta-feira Chiang Mai Bangkok (BKK) 01/dez Sábado Bangkok (BKK) Pekim (PEK) 16:55 22:30 02/dez Domingo Pekim (PEK) São Paulo - Brasil (GRU) 01:10 15:20
  7. rapazvr

    Turquia: Istambul (1)

    O meu primeiro post sobre o mês que passei na Turquia e as coisas que conheci em Istambul e não só Espero que gostem. https://realidadeextraordinaria.wordpress.com/2019/01/27/turquia-istambul-1-turkey-istanbul-1/ https://www.instagram.com/ruiadamasioalvites_/
  8. O que você precisa saber antes de ir à China? A China é um lugar diferente do que estamos acostumados. Mesmo para viajantes mais experientes. A Ásia em si está repleta de peculiaridades que requer de nós abrir a mente para muitas coisas. Eu me deparei nestas situações incontáveis vezes. São culturas antiquíssimas, algumas que mal desconhecem qualquer preceito ocidental, ainda que estes estejam lá, alguns pontos parecem que são impenetráveis. E isso faz do país ainda mais interessante: o choque cultural e social de uma civilização tão antiga, e, ao mesmo tempo, que busca se mostrar como uma potência mundial. Foi uma das experiências mais fantásticas que pude ter na minha vida. Recomendo a todos que desconstruam tudo que pensam desse país que tem tanto para mostrar, e vá, porque vai valer a pena. Teve perrengue? Sim. Meu "lost em translations" não me deixa refutar essa questão. Mas o saldo positivo que tive dessa experiência vai ficar comigo pra sempre. Tudo isso que chega a me dar uma saudade que dá vontade de pegar o primeiro avião e correr pra lá! Deixando de lado a introdução, vamos ao que interessa. Antes de ir à China, nós brasileiros, precisamos de visto. Se sua cidade não tiver um consulado e/ou embaixada, acredito que seja possível fazer pelo correio, contratar alguém para fazer por você ou mesmo um despachante. Eu fiz em São Paulo, onde existe o consulado da China, localizado na Rua Estados Unidos, 1071, no Jardim América. Fica bem perto da 9 de Julho, para quem mora aqui. No caso dos residentes do Rio, fica em Botafogo, perto do “Escada” Shopping (entendedores entenderão). Sobre o visto: O processo em si foi bem simples. Como sou meio “cagona”,segui à risca as recomendações, e já levei tudo bem planejado. Uma das exigências era provas de estadia, passagem de entrada e saída, comprovante de renda e um formulário que você imprime no site do consulado com uma foto 3x4 nele. Você também tem que escolher o tipo de visa vai querer, que varia de acordo com suas entradas, e o preço acompanha isso. Eu escolhi uma entrada (mas caso precisasse entrar mais uma vez enquanto estava na Ásia, existem locais onde é possível tirar o visa, como Vietnã e HK - para esse não há necessidade de visto -, mas talvez precise de despachante, isso encarece o movimento e ninguém quer isso). Levei tudo impresso, já reservado e passagens compradas. Nem precisa agendar: é só chegar, chegando. Não quis chegar lá e acabar dando alguma treta, ainda mais se tratando de uma viagem que queria muito ir. Queria sair de lá com meu visto na mão. Quando fui dar entrada, estava um pouco cheio, mas não foi uma espera gigantesca não: acho que, em uns vinte minutos, fui atendida. A pessoa que falou comigo nem fez muitas perguntas; aliás, acho que não fez nenhuma. Ela pegou os documentos que levei e meu passaporte, me deu, em seguida, um papel com os dados para eu depositar o valor referente ao visto (uma entrada custa R$ 160,00) na conta do próprio consulado no banco HSBC. Eles marcam uma data lá para você voltar, e, claro, sendo imprescindível estar em mãos o protocolo recebido no momento da entrada e comprovante de pagamento. Senão, no visa for you. No fim, foi bem tranquilo. O visto podia ser recusado, essa possibilidade sempre é real. Vi pessoas lá passando percalço. Inclusive uma senhorinha chinesa que teve algum problema e fez um barraco fenomenal, que incluiu contar para todo mundo presente aos berros o que eles não devolviam o dinheiro. O segundo ato foi do lado de fora, acompanhada dos seguranças, onde era possível ouvir sua voz irascível. Confesso que tava me controlando pra não rir, mas queria garantir meu visa primeiro, então fiquei lá quietinha, mas ó QUE MOMENTO, MINHA GENTE. Com o visto em minhas mãos e uma viagem de dois meses pelo Sudeste Asiático, me encaminhei à China indo de Kuala Lumpur (outro lugar que me traz ótimas recordações). Alguns pontos importantes e minhas impressões pessoais sobre a China antes de falar de cada cidade (e que anotei lá mesmo para fazer esse relato, senão, sabe como é, né, a gente esquece) Mores, tomem cuidado com seus pertences. Essa é a minha primeira diquíssima. Fiquem atentos de verdade. As coisas somem rápido, pulverizam-se no ar e, caso isso aconteça, para você se comunicar com as pessoas a fim de relatar o ocorrido vai ser uma tarefa das mais impossíveis. Já na entrada passei por isso. Fiz a proeza de deixar meu cartão de VTM em um ATM no aeroporto enquanto fazia hora para esperar o trem que leva à região central abrir, aí foi uma novela. Tentei falar com o segurança (uma dica é vocês exercitarem o seu sistema de mímicas, porque isso pode vir a ser útil por lá), que não me entendeu, aí pulei para uma mina que não sei bem se era secretária ou whateva, que, depois de verificar, disse que não tinham achado nada. Não pude discernir ao certo se realmente rolou um esforço para achar o cartão. Depois, me mandaram para o Achados e Perdidos. Lá, falavam menos inglês ainda. Aí eu a mina que trabalhava nesse setor ficamos nos falando via Translator chinês (talvez fosse do Baidu) foi uma experiência: eu digitando de um lado, ela via, e depois digitava do outro. No fim, não deu muito certo. E resolvi vazar de lá e tentar bloquear o cartão. Como tinha um adicional, preferi não perder mais tempo nessa confusão. Foi um drama para resolver,mas deu certo. Além disso, quando fui ao Portão do Mao, no Tiananmen, perdi meu ingresso. Ele caiu da minha mão em 10 segundos de relapso. Nem preciso dizer que ele desapareceu da terra nesse período curtíssimo, né? Como disse: eles são rápidos, têm mãos lépidas, ou sei lá. E, sim, queridos, eu perco e esqueço coisas. Melhor coisa em viagens: abstraia. Vocês podem falar ou pensar o que for dos chineses, mas nunca vi construções antigas tão bem preservadas na minha vida. Em todas que fui percebi isso. Eram impecáveis. Poucos lugares do mundo que tive oportunidade de ir vi algo com tanto resguardo na sua manutenção. Quanto ao dinheiro, vocês podem optar por comprar yuan aqui no Brasil (existem agências de câmbio que fazem isso, como a SP Mundi), ou trocar lá mesmo. Como eu ia viajar por vários países, preferia me virar nos ATMs da vida mesmo com meu Visa Travel Money. No saldo final, saía um pouco mais caro, mas, pelo menos, evitava carregar muito dinheiro comigo o tempo todo e casas de câmbio que às vezes nem ficava em aeroportos. Mas isso vai de cada um. O yuan é mais barato que o real, então, na conversão, uma passagem de metrô, por exemplo, saía por meros centavos. Eu, particularmente, achei a China bem barata, se for pensar que estamos falando de um local super relevante a nível mundial. Mesmo Hong Kong, não achei tão cara. Cidades como Londres, NYC são beeem mais inflacionadas para um turista médio. Se você não gosta de multidão, repense acerca de ir à China. Estamos falando aqui do país mais populoso do mundo, 1.5 bilhões de pessoas, e você vai perceber isso em cada esquina, transporte e pontos turísticos (visitados majoritariamente por eles). Veja estas “formiguinhas” humanas dentro da Praça Celestial, abarrotada de pessoas. Agora vamos falar dos próprios chineses. Eles são 8 ou 80. Você vai encontrar de tudo. Uns são ótimos, tão legais que você mal vai acreditar (e não por serem chineses, mas pelas atitudes humanas mesmo, que mal vi em outros países) e outros que vão ser uns demônios (sem paciência para falar com você, se virem que você é estrangeiro te tratam mal, riem de você, enfim…). Percebi que era uma questão de sorte: de pessoas que vão colocar sua mochila gigante na prateleira de cima do trem e outras que vão rir da sua cara quando pegarem seu bilhete do metrô e ele estiver expirado (comprei no dia anterior para economizar tempo, mas eles são temporários). Não consegui entender até hoje como isso poderia ser engraçado, mas abrindo a cabeça que isso deve ser hilário mesmo (forçando a barra). Os hábitos dos chineses são muito diferentes dos nossos. Não dá para, em muitos casos, julgar. Imagina criticar uma sociedade que tem heranças fincadas em grandes impérios e que muitas expedições marítimas foram motivadas para chegar mais próximo dos seus produtos (os chás e a porcelana eram bastante cobiçados). Ver este povo como inferiores, mal-educados, burros (como já ouvi) é se render ao senso discriminatório que coloca raças em valor mais baixo que outras. É uma burrice notória. Coisas que para a gente soaria absurdo ganha contornos e interpretações em outras sociedades. O importante é relativizar para não resvalar nos julgamentos equivocados. Então na China vocês vão ver pessoas dormindo em ambiente de trabalho (como lojas, por exemplo); pessoas comendo na rua, andando (eu mesma me peguei fazendo isso), aliás, lá aonde você vai encontra pessoas comendo o tempo todo, nunca tinha visto isso com tanta veemência - e elas comem de boca aberta; crianças fazendo xixi em garrafa de plástico nas estações de metrô, dentre outros. E as escarradas, as tão famosas escarradas! Sim, isso rola por lá. A primeira vez que vi foi tipo “wtf?”, depois da segunda “isso tá rolando mermo? Não tô crendo”, no fim, ao passar dos dias, confesso que já tava rindo (será que estava relativizando?). Em Xangai, por sinal, não sei se porque o ar é mais “limpo” (qualquer coisa é pura, cristalina, límpida em comparação com Pequim), você sentia que as pessoas escarravam com vontade, ia de dentro pra fora com toda a força interior que estas pessoas devem ter na vida. Comida chinesa. Ah, a comida chinesa. <3 Até hoje, sinto saudades eternas e verdadeiras. A gente tem contato sim com isso no Brasil, mas não se compara com o que você encontra lá e sua multiplicidade de ingredientes (muitos desconhecemos), sabores nunca dantes vistos e pratos - alguns simples - mas que vão desafiar seu paladar. As que mais gostei eram as que eu comia na rua mesmo, caminhando pra não perder tempo. Me habituei a isso na Ásia. Você come bem e paga pouco. Estar lá é desconstruir tudo que vemos aqui e conhecemos sobre a gastronomia chinesa. Eu tive a perspectiva de alguém que não come carne, sou vegetariana. Ainda assim pude me jogar nas experiências da culinária chinesa (apesar dessa limitação) e engordar uns bons quilos durante meus dias no país. Não parava de comer, porque queria experimentar tudo, viver isso. Exagerei, confesso. Não foi bonito, mas valeu a pena. Para quem mora em SP, tem um restaurante na Liberdade (lá tem inúmeros, até de comida taiwanesa) chamado Hong He. Ele tem alguns pratos que vi na China. Quando quero matar a saudade, vou correndo lá. Ah, ainda sobre a comida (juro que é o último): os pães e quitudes da China. Você via em qualquer lugar, era tipo umas lojas que vendiam isso, na rua mesmo ou no metrô. Eram deliciosos, recomendo. Como estava sempre em hostel ( e nenhum deles tinha café da manhã), me virava comendo na rua mesmo. Os chineses comem uma espécie de panqueca no café da manhã, o nome é Jianbing. É uma delícia, mas estejam com fome quando comer, porque é gigante, e o sabor, sensacional. Tinha de tudo, até ovo frito dentro, e massa de pastel também. A propósito, o melhor café da manhã que você vai ter por lá é o das ruas. Pelo menos pra mim, foi, porque tinha objetivo de comer comidas nativas às “western” (evitei minha viagem toda) que já conheço, então me permiti mudar isso, e foi uma das coisas mais legais que fiz na minha jornada na Ásia como um todo. Os pães de gergelim eram preciosos com leite de soja feito na hora. <3 (sou vegetariana, logo não vou falar de uma costela xyz etc não tenho esse repertório, desculpa aê hehehhee) Comida (ih, falei de novo), passagens e hospedagem são bem baratas, se comparadas a outros países ou a cidades relevantes do circuito EUA-Europa. Se não me engano, a passagem custava centavos quando convertidas para o real. Imagina pagar menos de 2 reais para rodar a cidade quase toda. A mais cara, se não me engano, isso indo ao um local mais distante, não custava nem 3 reais. E estou falando de uma malha ferroviária que abrange praticamente a cidade toda. Aliás, isso achei um ponto alto da China, andei de metrô o tempo todo e ele era super eficiente dentro da estrutura que cidades grandes exigem. Uma lição para o nosso país que é deficitário em termos de transporte público e metrô - precário, ainda por cima - é privilégio de algumas cidades e de algumas pessoas que moram nestas. As coisas são baratas sim, porém coisas que comumente seriam de graça, lá é pago, como parques e templos (sim, na Tailândia etc muitos são pagos geralmente quando são mais expressivos, de relevância histórica etc). Na China, a maioria era pago apenas pela existência ali. A idéia de ter que pagar para entrar em um parque que deve ser espaço de lazer público me incomodou, e nem entrei, só nos que tinham atrações turísticas. Esse ponto é complicado/delicado: os securities checks. Na Tailândia, já tinha visto isso, e fiquei meio sem entender a razão daquilo, porém na China, assim, era em qualquer lugar: metrôs, trens, estações, parques, pontos turísticos, aeroportos (mesmo quando você já está dentro dele), enfim, tudo. Às vezes, era bem cansativo, principalmente quando fui ao Tiananmen, que você fica 100 horas numa fila e fala “UFA, FINALMENTE ENTREI”. Mas aí depois você quer ir ao portão principal, mais uma fila, e depois “bora entrar na Cidade Proibida” e olha quem te espera lá linda, enorme? Sim, mais uma fila. No fim, você se acostuma, mas, no início, é um porre. Não sei se porque aqui no Brasil, nós não temos essa inspeção tão marcada, então já chegamos lá com outra cabeça, aí vem esse fator da vigilância forçada. E, como sempre estava de mochila, tinha que passar em todas onde estava. Mas, graças a Deus, ninguém nunca pediu para abrir nada. Uma dica também é sempre buscar comprar coisas em lojas oficiais. A China é conhecida pela falsificação massiva de tudo. Lá, isso não é visto como algo negativo, assim como enxergamos no Ocidente, sendo algo nefasto, horrendo e motivo de escárnio. No entanto, é sempre bom ser cauteloso com isso, para não incorrer no risco de comprar algo falsificado e danificado. Sem contar que existem coisas que eles vendem mais caro do que nas tais lojas oficiais. Se você comprar em outros revendedores, como chip de celular, que queriam me cobrar um absurdo e na loja da China Unicom saía claramente beeem mais barato. Quando lá, trate de arrumar um VPN tipo pra ontem. Peguei um que não funcionou quando cheguei em Pequim. Ou seja, não são todas que pegam, só alguns específicos. No drama do meu cartão, vi como somos viciados em Google pra tudo: “0800 da Visa”, “como bloquear cartão” etc foram coisas que me peguei tentando fazer furtivamente. Não funciona MESMO. Nem Facebook e Instagram. YouTube, então, nem pensar. WhatsApp, curiosamente, funcionava. Usei bastante. Aí tem que achar mesmo um VPN (http://www.evergreenvpn.com/ - essa rolava, usei lá) que dê certo e burle os sistemas de bloqueio impostos pelo governo chinês. No local onde me hospedei, um cara que recepcionava os hóspedes me ajudou e colocou isso. Aí pude usar esses sistemas. Mas não pensem que isso é um problema para o chinês médio: eles têm seus próprios sistemas, como Baidu, We Chat que oferecem soluções em tecnologia para os usuários que colocam muitas coisas produzidas no ocidente no chinelo. No fim, acho que eles nem se importam se tem Google, Facebook etc por lá. Uma coisa que eu senti (tudo bem que sou aquela pessoa que perdeu um monte de coisas na China, e nem mencionei que me perdi várias vezes em metrô, ruas, enfim…) é que as informações elas existiam - a maioria estava em dois idiomas, o mandarim e em inglês -, porém tinha a impressão, não em um, mas em diversos momentos, de que elas eram meio incompletas, tipo falava um ponto, mas não completava. Pode ser uma percepção subjetiva, no entanto, achei interessante mencionar. Opa, uma dica forte, pra vida, qualquer viagem e, especialmente, se for à Ásia (qualquer país): LEVEM LENÇO DE PAPEL, desses tipo Kleenex, Softy’s etc. PLS NÃO ESQUEÇAM! Eu carregava lenço úmido e álcool em gel, porque curtia carregar muita coisa na minha mochila. Os banheiros não costumam ter papel para você secar as mãos e, às vezes, também não têm nas cabines onde ficam os sanitários. Me peguei em diversas situações como essas. Não só na China, vale a menção. E outra: em alguns locais não têm as placas de orientação para se ir aos banheiros. Se você não vir, busque a “saída”. Muitas vezes, não tem sinalização, mas é onde geralmente fica. Na Ásia, como um todo, os banheiros têm aquela versão oficial do chamado “banheiro turco”, que ficam no chão. Em geral, na China, você via as duas versões. Última sobre banheiros: em alguns, a porta não fecha direito, então, sempre bom ficar ligado nisso. E nem sempre eles têm lá um cheiro dos melhores. Basicamente em todos que entrei lá eles tinham um aroma não muito bom, parecia meio de esgoto, não sei dizer. Atravessar a rua também é um desafio (não tanto como no Vietnã, que ressignificou até meu ato de atravessar as ruas na vida). Muitas pessoas atravessam fora dos sinais e isso é visto como normal. Sugestão? Siga os nativos. Você pode parecer um psicopata, mas a galera desses locais está mais calibrada com sistemas caóticos para se atravessar as ruas. Aeroportos, gente. Esse tema é importante e a dica não menos. CHEGUEM SEMPRE CEDO; com bastante antecedência. Primeiro, voltando à história do “security check”, você não passa apenas por um (como é o protocolo do Brasil), mas por vários. Inclusive de um terminal a outro, mesmo sem sair do aeroporto. Em momentos de tensão, isso desestrutura. E sabe a fila de imigração para ir às salas de embarque (pelo menos no de Xangai)? Então, fica todo mundo numa só fila, chinês (grande maioria. 1.5 bilhão de pessoas) e estrangeiros. Não é como em outros locais que as filas costumam ser separadas. Mais um motivo pra chegar cedíssimo. No fim, se seu voo estiver urgindo, você fala lá e tem uma fila pra você furar e sair correndo pra não perdê-lo (rolou comigo). Voltando a falar sobre comida, agora por um motivo especial: chá. Na China, vai ser os melhores que você vai tomar na sua vida. Os melhores de mundo, de fato, estão por lá. São MUITO bons. Bebê-los é uma experiência de reconhecimento e descobertas de sabores que fazem disso algo único. Recomendadíssimo. Por falar nisso, dos chás mortais, lá tem bastante pobá também. Inclusive uns que misturam chá com café, algo assim, que você pode até nivelar o açúcar etc PEQUIM DIA 1 - 17.03.17 No primeiro dia, como disse antes, passei pelo perrengue de ter perdido meu cartão no ATM. Isso me estressou um pouco e acabei demorando para começar a “turistar”. Do aeroporto, tem um metrô que você pega e te deixa basicamente em qualquer ponto da cidade. E fica com o olhar ligado porque pode ter um PANDA no meio de um cruzamento: 20170317_071250.mp4 Uma coisa sobre Pequim: o ar é tenebroso MESMO. Quando me falavam, e, por morar em uma cidade com ar zoado, tipo São Paulo, não dei a importância devida. Achei que iria sofrer, mas sobreviver, no fim. Até sobrevivi, porém o sofrimento foi agigantado. Tive uma crise alérgica lá, do meu nariz basicamente fechar, e eu ficar espirrando feat. coriza a cada 10 segundos. O lenço de papel (ha!) foi mais que útil, diria, uma bênção. Fiquei usando Tiger Balm que era a única coisa que eu tinha comigo na mochila. Não sei, ao certo, se adiantou. No entanto, se você achar que está ruim minimamente, uma dica é apelar para aquelas máscaras. São horríveis de usar, porém te protegem de ter complicações mais sérias. Agora, a poluição tem lá seus efeitos se não positivos, diria curiosos. Quando você anda pela cidade, parece que está vendo tudo esmaecido, parecendo um filtro (daqueles de Instagram),só que numa situação constante. Era uma visão turva da realidade, porém interessante, porque as cores nunca vibravam, berravam. E mais um detalhe: ver Pequim de um ponto alto não é lá das coisas mais atrativas no período da neblina/poluição intensa: você mal consegue ver as coisas. O hostel que escolhi ficava em uma região bem movimentada e numa parte histórica, da qual você pode ir andando até o Tiananmen. Era um local bom para ficar, super perto da linha circular do metrô, que faz uma rotatória no mapa e se interliga com a maioria das outras linhas. É esse aqui: 365 Inn. Assim, não era dos mais limpos do universo e o banheiro cheirava a esgoto, além de ser minúsculo. Eles devem ter adaptado um normal para abrigar mais pessoas. Mas se você for pensar pela perspectiva de que ali era só para dormir e tomar banho, estava ok. E dos que eu andei pesquisando, era um dos menos piores. A localização compensou. Só de andar um pouco, até o Tinananmen, você se depara com um centro comercial antigo, com arquitetura chinesa, fundida em cores e aspectos simétricos e harmônicos : Andar por lá, a sensação é que o tempo parou. Daí digo porque a China soa tão interessante. Em poucos locais pude ter uma imersão tão forte disso quanto lá. Tinha a impressão de que entrei em um portal e fui parar no século XIX. E as coisas bastante preservadas e limpas. Esta rua cai no Tiananmen, Praça Celestial etc, ela era uma antiga linha do bonde, e é como se fosse, hoje, um Boulevard. Todo em cinza, com uma paisagem bastante peculiar. E sim, esses portões de entrada não são apenas uma imitação saudável que as Chinatowns fazem. Elas são parte do entendimento urbanístico das cidades de lá. Deve ter vários significados, inclusive espirituais. Esse é monumental. Dei essa voltinha, até cogitei ir à Cidade Proibida logo, mas resolvi mudar de planos, pois entendi que precisaria de mais tempo pra isso, então resolvi ir ao Templo do Céu (inverno 10 CNY/ primavera 35 CNY/ metrô Tiantan Dongmen). E não me arrependi. Ele foi construído no século XV, e vou falar que nunca tinha visto algo tão bem conservado em termos de construção. Está impecável. Ele era um local onde os monarcas iam para pedir aos deuses boas colheitas. É um lugar que transpira paz, ainda mais sendo dentro de, hoje, um parque. Depois fui a esse lago. Houhai, o nome. À noite, ele fica todo iluminado com as luzes dos restaurantes. Não aguentei esperar, porque tava esgotada da viagem de KL pra Pequim e de não ter dormido nadinha. Achei melhor descansar para aproveitar bem o dia seguinte. Andando por lá é possível entrar em contato com os famosos Hutongs que são becos, onde parece que você voltou dois séculos. Neles têm comércios, restaurantes, moradias, é bem diverso e característico da formação da cidade. DIA 2 - 17.03.17 Nesse dia, um sabadão, acordei cedo e fui direto para a Praça Tiananmen (Tiananmen Dong/Tiananmen Xi Station/Qianmen Station),porque sabia que ali tem pontos turísticos que demandam tempo. Esse é um dos pontos turísticos mais importantes da cidade. É por onde você passa para ir à Cidade Proibida. Nela estão contidos diversos monumentos,tais como o Grande Salão do Povo (que é o congresso chinês), Mausoléu do Mao Tsé-Tung, Museu Nacional da China (que desisti só de ver a fila), além de outras atrações. Ainda que exista a questão da economia aberta, principalmente em trocas comerciais, a China se intitula um país socialista. O Tinanmen é uma prova viva de que não há como se esquecer disso: Sim, militares e a bandeira vermelha que não deixa negar onde estamos. Alguma dúvida de que estamos em um país socialista? O que antes era o portão para a Cidade Proibida que separava os chineses das dinastias que regeram o país durante muitos séculos, se transformou um ponto turístico célebre, dada sua importância, e também pela série de protestos no fim dos anos 1980 que foram brutalmente reprimidos. O portal do Tinanmen para chegar à antiga residência imperial, hoje, abriga um pequeno museu sobre o próprio Mao Tsé-Tung e o Partido Comunista. E um de seus atributos é a vista privilegiada da praça. E, claro, a foto de Mao continua lá como demonstração da sua importância para a história chinesa. Independente de convicção política, sua relevância é indiscutível. (15 CNY) Depois disso, a progressão natural é ir para a Cidade Proibida (abril a outubro: CNY 60 / novembro a março: CNY 40). A Cidade Proibida nada mais era que o palácio imperial da China durante quase 500 anos. Outro exemplo de um estado de conservação que deixa qualquer um estupefato, mesmo porque esse local é gigante, um verdadeiro complexo de construções diversas. Ela tem este nome porque na época dos monarcas, não se podia entrar nem sair sem a permissão do rei. São 981 construções que sobreviveram ao passar do tempo. E sim, era sábado e estava LO-TA-DO. MUITA gente em tudo. Duvidam? De tirar o folêgo a opulência desta construção. Era estratégia de guerra para conseguir ver o que tinha dentro das construções. Nunca achei que o pau de selfie fosse tão útil até ver chineses colocando isso para tirar fotos dos locais, talvez para ver depois. E os telhados eram majestosos, harmônicos e lindos. De qualquer ângulo você tinha um formato diferente. Engenhosos. Aí tinha uma estufa inacabada que contrastava com o seu entorno, visto que são de padrões diferentes. Se não me engano, quem mandou construir foi aquele rei do “Último Imperador”, o que foi coroado quando criança. Aí vem o jardim de inverno dos imperadores. Lindo demais (não canso de falar isso, nunca). <3 DRACARYYYYYS <3 Depois, no fim da visita, tem um parque chamado Jingshan (CNY 2). Ele está localizado ao norte da Cidade Proibida. É um local bem gostoso para finalizar a visita ao complexo imperial, onde você pode descansar, contemplar a natureza, ver coisas interessantes, além da vista 360º de Pequim (embora não super dê para ver muitas coisas por causa da neblina). Além de ginástica rítmica para terceira idade: Ver a Cidade Proibida dele é algo privilegiado, e onde você percebe todo efeito magistral que tem esse local. Para se contemplar, basta subir mais ao alto, tipo um morrinho; não é traumático não. Você vê de uma pagoda que tem ali. Sol do Extremo Oriente: Primavera chegando, e a paisagem mudando. E os gatinhos da China eram a coisa mais linda do mundo! Com esses pelos grandes! Todos que vi eram assim. DIA 3 - 19.03.17 Dia de ir a templo budista para um domingão tranquilo. O que escolhi foi o Lama Temple (25 CNY / metrô Yonghegong). Como tinha curiosidade de conhecer o budismo pelo lado chinês também, fui nessa expectativa. Claro que não me arrependi. Não era uma demonstração de fé tão tocante como tive oportunidade de ver na Tailândia e no México, mas foi um contato interessante. Ele é não só um templo, mas um monastério e um local de ensino sobre budismo, da linha tibetana. É o maior e melhor preservado da modalidade na China. Depois, fui ao Grande Salão do Povo (30 CNY / Metrô Tiananmen Dong/Tiananmen Xi Station/Qianmen) que é a assembléia legislativa do Estado chinês, regido pelo Partido Comunista. É bem bonito por dentro, e, em vários momentos, pude perceber semelhanças com construções soviéticas. Ele fica do lado esquerdo da Tiananmen. Depois, fui ao Palácio de Verão da monarquia chinesa, o Summer Palace (30 CNY verão/20CNY inverno/ metrô Xiyuan). Esse achei imperdível também, ficou no meu coração, de verdade, de tão mágico que ele soou pra mim. Era o local onde os imperadores iam no verão, e todo o complexo foi construído à beira de um lago (que se chama Kunming) enorme. Nele tem templos budistas, o palácio, além de corredores e outras atrações. Quando você chega, já tem o contato com um universo feérico dos canais chineses, coloridos e com diversos elementos que não deixam você esquecer onde está: Aí vem as construções que vão figurando o complexo do palácio: Essa pagoda com o lago atrás que você vê a partir de um montezinho de pedras é algo acachapante. Dá um “mix” de sensações indizíveis: faz você se sentir hipnotizado por tanto equilíbrio entre o homem e a natureza. O sol já pensando em se pôr, e eu querendo que ele ficasse mais para eu aproveitar cada segundo de tudo: DIA 4 - 20.03.17 Voilà neblinas da China: Então, o dia que escolhi pra ir não foi lá dos mais maneiros. Tinha neblina, chuvisco, chuva desagradável. Queria um dia claro? Com certeza. Mas estava nas Muralhas da China, para além da estupefação e encantamento de estar em um monumento tão icônico, poder percorrer, ainda que 0,00001% dela, foi algo desafiador: pelo tempo ruim e porque tinha uma subida ingratíssima. Foi emocionante pra mim, mal podia acreditar. Para chegar até ela, contratei um tour pelo hostel mesmo. Nem lembro quanto foi, desculpa aê. Mas você tinha que estar bem cedo para te buscarem, aí você entrava num busão com várias pessoas que entravam e saíam em outros pontos, numa logística meio engraçada, mas que deveria funcionar. O meu pacote era de passar umas horas lá, em um ponto mais fácil (tinha uns pacotes mais hards, que demandavam escaladas intensas; queria comodidade, apenas porque sou assim). Chegando lá, eles param na base da Muralha e aí você pode optar por subir a pé mesmo ou pegar o teleférico (os caras induzem essa modalidade, pois acho que ganham comissão), de qualquer forma, optei por esse mesmo para ganhar tempo, até pela situação do tempo. Fiquei toda ensopada, já que não estava super preparada para essas situações, então não levei casacos adaptados. Não queria carregar peso e tals. Achei que fosse pegar um resfriado, mas acabou que nem rolou, só mesmo a crise alérgica pela poluição. Lá, achei bem frio, em parte por causa da chuva. Nesse pacote, o almoço estava incluso. Achei que fosse ser meio estranho, até pelo fato de ser vegetariana, mas a comida estava deliciosa, de verdade. Simples, mas delicioso (o que é bem comum na Ásia. Esteja aberto que boas surpresas virão). Depois voltamos, acho que umas 16h já estava em Pequim novamente. Foi uma pena o tempo estar tão cagado, mas, enfim, acontece. Aproveitei para dar um passeio perto do hostel e aproveitar minhas últimas horinhas em Pequim,de passear pelos hutongs, ver a comida de rua, as pessoas. Pequim à noite: PS: Não anotei meus gastos (não tive essa disciplina!), então, tenho pouca noção de quanto gastei na minha jornada por lá.
  9. Olá. Estou pensando em fazer mochilao. Só que não sei se é melhor fazer solo ou em grupo. Não me importo em viajar sozinho. Penso em ir pra Asia. Porém oque mais gosto em viagens é curtir festas e tomar umas kkk. Aí fica difícil achar alguém que acompanhe meu ritmo, porém tenho medo de viajar sozinho, no sentido dE não achar ninguém pra beber umas, dessa forma perdendo a vida noturna. Vocês acham que já seria mais fácil eu ir com alguém com garantia pra curtir ? Ou ir sozinho e lá fazer amizades ? Estou perdido kkk grato.
  10. Esse é o relato da nossa viagem pelo Japão. Fomos em casal, fizemos todas as reservas sozinhos. Pesquisamos muito antes de viajar, lemos muitos roteiros e dicas da internet e de alguns amigos que já tinham ido. Tentei ser objetiva e coloquei tudo em tópicos para facilitar. Se ainda tiverem alguma dúvida, só perguntar. Porque conhecer o Japão: país limpo, organizado, com pessoas muito simpáticas e uma cultura única. Tudo no Japão é novidade. Você não precisa ir para nenhum ponto turístico para vivenciar coisas diferentes. Sempre tive receio dos preços, mas não achei nada absurdo para fazer as coisas básicas. Também não é um local para voltar com 3 malas cheias de compras. O único problema do Japão é que ele é longe do Brasil, e como é longe! A viagem é bem cansativa, mas vale muito a pena. Dados da viagem: Partida do Rio: 28/12/2017 / Retorno do Japão: 19/01/2017 Compra da passagem aérea: sempre fazemos pesquisa pelo site do “kayak”, que eu considero um dos melhores. O bom dele é que você pode criar alertas de preço, então,quando o preço cai, você recebe um e-mail avisando. Viajar pela ANA (All Nippon Airways): essa é a segunda maior empresa aérea japonesa. Ficamos apaixonados pelo serviço de bordo. Além das comissárias serem japonesas fofas, sempre sorridentes, as comidinhas são ótimas! Para vocês terem ideia, serviram Häagen-Dazs! E foi, praticamente, um rodízio de Häagen-Dazs, porque tinha a vontade! Pena que dos 4 trechos da viagem (Rio X Houston X Tóquio X Houston X Rio) apenas um foi de ANA e os outros trechos foram operados pela United, que não chega aos pés da ANA. Viajar no INVERNO: como eu sou professora, só tenho férias no verão e no inverno, que são as piores estações, de forma geral. Acredito que não é bom nem calor e nem frio demais. Entretanto, viajar no inverno tem suas vantagens no hemisfério norte. Eles não estão de férias, então é baixa temporada e os locais estão mais vazios. Além disso, algumas paisagens incríveis e sentir neve caindo, você só vai ter no inverno. O Frio tava tranquilo, não é nada nível Canadá. A média era de 5 graus, exceto Hakone e Takayama que era negativo. Preço das coisas: ( para facilitar a conversão, corte dois zeros e tem o preço aproximado em dólar. Exemplo: 1000 JPY = 10 dólares) Garrafa de água - 100 JPY Almoço (standard) - entre 500 e 1000 JPY Cerveja - 500 JPY (sim, bebida alcoólica é bem caro) McDonald's - 600 JPY (o trio) Café da manhã no McDonald’s - 300 JPY (o trio também) Passagem de metrô - varia com a distância, mas uma média de 200 JPY Cafézinho - depende, no McDonalds’s é 100, numa cafeteria são uns 300 Curiosidades: O banco dos trens são aquecidos As privadas são muito high tech. Elas tocam música com sons de descarga (para não ouvirem barulhos), lava em diferentes ângulos com água quente, o assento esquenta Mão inglesa dos carros, das ruas, dos pedestres Todo mundo leva muito a sério usar o lado esquerdo da escada rolante Tem água de graça em todos os estabelecimentos. Inclusive, eles quase não compram bebidas para acompanhar a comida. Não vi ninguém almoçando com Coca-Cola, por exemplo. Eles tomam muito chá verde, e também é oferecido grátis nos restaurantes Não existe taxa de serviço ou gorjeta nos restaurantes As faixas de pedestres “tocam” música quando o sinal abre para atravessarmos. É fofo o som de passarinhos. Eles não falam inglês! Isso é meio chocante. Eles têm uma educação muito boa, descobrem inúmeras inovações tecnológicas, mas não aprendem outra língua. Assim, eles falam um pouquinho, e só alguns. Mesmo no hotel nos deparamos com atendentes que não falavam. Entretanto, a comunicação é fácil. Eles são extremamente solícitos e esforçados para ajudar em tudo. Comida: A essa altura, você já deve estar sabendo que o que nós denominamos de comida japonesa (sushi, sashimi..) é só uma pequeníssima parte da culinária dele e que eles pouco comem. A comida do dia a dia é arroz e suas derivações. Eles comem arroz em todas as refeições, inclusive no café da manhã. Você até encontra umas lojas francesas que fazem pães e alguns sanduíches com pão em lojas de conveniência, mas é uma comida ocidental. Fizemos duas refeições em restaurante com sushi. É bem diferente do Brasil, eles têm menor variedade, acredite. E eles usam mais atum do que salmão nos pratos. Ramem: uma coisa que se vê muito são os restaurantes de comida rápida chamados de ramem. Funciona assim, na porta do restaurante tem uma máquina, tipo máquina de comprar refrigerante. Você faz o pedido, paga na máquina e recebe um recibo na máquina. Você entrega seu recibo no balcão e rapidamente vem o seu prato. Esses locais são mais baratos, os pratos variam entre 400 e 700 ienes. Alguns pratos japoneses: Tonkatsu - costeleta de porco frita e empanada servida com salada Oyakodon - é um bowl de arroz coberto com frango frito e ovo (eu achei muito bom!) Gyudon - é um bowl de arroz coberto com carne bovina bem fininha Donburi - é um bowl de arroz com alguma carne por cima Dicas: Google maps - usava toda hora para traçar rotas de transporte público. Outra informação importante é o valor das tarifas que ele fornece. Então, você pode ver qual opção tem a tarifa mais barata, e saber o valor exato que vai precisar comprar o ticket (no caso do metrô, você compra o ticket com o valor do trecho que vai utilizar) Google translate - eu não sabia disso, mas o aplicativo faz tradução de foto. Isso é ótimo para japonês. É só tirar uma foto do "texto" em japonês. Seria complicado digitar aquele monte de tracinhos. Etiqueta japonesa: Não conversar em transporte público; nem com os amigos e nem ao celular. É sempre um silêncio sepulcral! Pegar e entregar dinheiro, cartão de crédito e etc com as duas mãos Fazer mesura para cumprimentar as pessoas JAPAN RAIL PASS: É um passe de trem de 7, 14 ou 21 dias de uso ilimitado nas linhas de trem operadas pela empresa JR. Vale muito a pena para quem vai viajar para muitas cidades. O passe é caro (14 dias = 400 dólares), então, vale a pena fazer as contas antes e avaliar. No Google maps você traça a rota e ele diz o valor da tarifa naquele trecho. É válido para os trens de alta velocidade (shinkansen) que são bem caros. Mas, é importante se atentar que não é válido para todos os shinkansens, pois existem mais de uma companhia de trens. Na cidade de Tokyo existem uma linha de trem operada pela JR, a Yamanote line, que aceita o JR pass. O JR pass não é aceito nos metrôs. O passe deve ser comprado no Brasil. É enviado um “vale passe” pelos correios. Então, tem que comprar com boa antecedência. Existem alguns pontos da cidade onde você faz a troca do passe. Trocamos no aeroporto quando chegamos. Roteiro (número de dias): Vou dar uma sugestão do mínimo de tempo em cada cidade. Mas isso vai funcionar para aqueles que curtem acordar cedo e ficar o dia todo batendo perna, tipo de 9h às 18h todo dia sem parar. Se você gosta de fazer mais devagar, coloque mais tempo para cada lugar. Mais abaixo eu comento o que fazer em cada local. Tóquio - 3 dias (+1 para Nikko, bate e volta) Hakone - 1 dia Himeji - 1 tarde Hiroshima - 1 tarde Miyajima - 1 manhã Quioto - 3 dias (+1 para Nara, bate e volta) Takayama - 2 dias Hospedagem: Vou colocar nossa hospedagem e abaixo um link com a nossa avaliação mais detalhada. Tóquio - Sotetsu Fresa Inn Ochanomizu Jimbocho (Muito bom!) https://www.tripadvisor.com.br/Hotel_Review-g1066443-d7319793-Reviews-Sotetsu_Fresa_Inn_Ochanomizu_Jimbocho-Chiyoda_Tokyo_Tokyo_Prefecture_Kanto.html Hakone - Kinokuniya Ryokan (Maravilhoso!) https://www.tripadvisor.com.br/ShowUserReviews-g298171-d1103555-r557342070-Kinokuniya_Ryokan-Hakone_machi_Ashigarashimo_gun_Kanagawa_Prefecture_Kanto.html#CHECK_RATES_CONT Hiroshima 1 - Hotel Park Side Hiroshima Peace Park https://www.tripadvisor.com.br/Hotel_Review-g298561-d558339-Reviews-Park_Side_Hotel-Hiroshima_Hiroshima_Prefecture_Chugoku.html Hiroshima 2 - Hotel Sunroute Hiroshima https://www.tripadvisor.com.br/Hotel_Review-g298561-d320354-Reviews-Hotel_Sunroute_Hiroshima-Hiroshima_Hiroshima_Prefecture_Chugoku.html Kyoto - Sotetsu Fresa Inn Kyoto-Shijokarasuma (Excelente!) https://www.tripadvisor.com.br/Hotel_Review-g298564-d12139468-Reviews-Sotetsu_Fresa_Inn_Kyoto_Shijokarasuma-Kyoto_Kyoto_Prefecture_Kinki.html Takayama - Country Hotel Takayama https://www.tripadvisor.com.br/Hotel_Review-g298113-d1076693-Reviews-Country_Hotel_Takayama-Takayama_Gifu_Prefecture_Chubu.html Nagoya - Meitetsu Inn Nagoya Nishiki Seul - Won's Ville Myeongdong Hotel https://www.tripadvisor.com.br/Hotel_Review-g294197-d6622670-Reviews-WON_s_Ville_Myeong_dong-Seoul.html Trocando dólares por iene: Leve dólares para o Japão. O aeroporto teve a melhor taxa, por incrível que pareça. As taxas pela cidade eram piores. Existem muitas máquinas de câmbio pela cidade, onde você mesmo troca o dinheiro. Muito rápido e fácil. Taxa do aeroporto (Travelex): 1 USD = 111 JPY Cambio de 27/12/2017: 1000 JPY = 8,80 USD 1 USD = R$ 3,40 Internet do Japão: Ficamos com receio de não ter wifi nos lugares e achamos melhor garantir um chip. Mas, acho que não teríamos sufoco sem o chip, pois tem wifi em muitos lugares. Aplicativo para buscar wifi grátis em todo o Japão: Japan connected free wifi - http://www.ntt-bp.net/jcfw/en.html CHIP - No aeroporto tem vários quiosques que vendem chip pré-pago. Compramos o chip de 5gb por 5500 JPY, válido por 30 dias. A loja só aceitava cartão de crédito. Do aeroporto até o Centro: O aeroporto de Narita é distante do Centro. Eu cheguei a dar uma olhada no preço do Uber, mas era algo surreal de caro. Há diferentes opções para chegar ao Centro. Skyliner - 2600 JPY/ 40 minutos - é a opção mais cara, mais moderna e rápida. É um trem bala. Você compra o bilhete com hora e assentos marcados. Trem - Eu usei o skyliner porque queria chegar mais rápido. Mas, se você for ativar o JR Pass no primeiro dia, esse trem é a opção que faz parte do passe. Eu chequei no Google Maps e tá dizendo que a passagem custa 2800 JPY (1h de viagem). Não faz muito sentido estar mais caro que o skyliner, então é bom verificar. Ônibus - 1000 JPY / 1h15 TOKYO (ou Tóquio, rs) Sistema ferroviário do Japão: o sistema deles é gigantesco e incrível. Existem várias empresas ferroviárias. Você consegue imaginar um mesmo trecho com duas linhas férreas paralelas? Quero dizer que não são apenas trens que pertencem a empresas diferentes. Cada empresa tem a sua linha férrea! Sistema capitalista de mercado, livre concorrencia total! Não é fácil de entender tudo, mas a gente vai entendendo a medida que vamos utilizando um trecho. O Google Maps ajuda muito. Sistema ferroviário de Tóquio é composto por: Trens da JR Metrô Metrô Tonsei (de outra empresa) Monorail Cada um com sua tarifa! É muita informação sim!! METRÔ: não é baratinho (a partir de 200 ienes) mas é extremamente pontual e eficiente. Tenta ser confortável, mas é bem cheio! Existe a opção de ticket para 24h de uso (você compra na mesma maquininha), pode sair mais em conta dependendo da sua rota do dia. O valor da tarifa é calculado de acordo com o trecho que você vai percorrer: quanto mais longe, mais caro. Fique tranquilo! Em cada estação tem um mapa do metrô e o valor da passagem para cada destino. É só olhar o seu destino e ver quanto será. As máquinas de ticket têm menu em inglês, são auto explicativas e aceitam cartão de crédito. Ela emite um ticket, que você passa quando entra e quando sai. Não se preocupe, se você tiver errado o valor da passagem, ou tenha decidido depois descer em outra estação, eles tem as máquinas de ajuste de tarifa antes da catraca, onde você paga a diferença de valor. O que visitar: “O melhor de Tokyo é estar em Tokyo!” - Bom, é claro que devemos visitar os pontos turísticos, mas tente sentir o lugar, olhar as pessoas, como elas se comportam, tudo no Japão é muito diferente. Para todos os cantos que você olha, você vê algo novo, interessante. Vou listar abaixo algumas experiências e programas legais. MAID CAFE - Recomendo muito essa experiência antropológica! Maid Cafe são restaurantes/bares com uma temática teen. São super fofos, tudo colorido. As atendentes usam roupas colegiais, são meninas novas. Os pratos são servidos com desenhos de carinha feliz, elas fazem você cantar musiquinha e fazer cara de gatinho. Bom, essa parte é no mínimo risível. Mas o que mais me surpreendeu foi ver as pessoas que frequentam e o que isso representa. Quase todos eram homens, só tinha eu e mais duas outras mesas com mulheres. Os homens eram na maioria mais velhos, alguns de ternos. Antes de entrar, além de enfrentar uma fila (e tinha 6 andares apenas nesse que eu fui), você lê as regras: não pode tirar foto delas, não pode tocar nelas, se quiser tirar foto de si próprio tem que pedir para elas pegarem seu celular e tirar, não pode ficar mais de 60 min, e precisa pagar uma taxa só pela entrada. Se quiser tirar foto com elas tem que pagar (e não é uma selfie, é uma foto de acordo com os parâmetros delas). Bom, escolhemos um combo que dava direito a uma foto ou game. Depois eu fui ver que você pode jogar com elas. Fui vendo que tinha muitos caras jogando dama, brincando de bichinho, um “jogo” mais bizarro que o outro. Outros caras ficavam lá num monólogo e elas dando atenção e rindo de coisas que não deveriam ser nada engraçadas, ou seja, só para agradar. Vi um homem dando um dinheiro para uma delas. Mas o mais estranho veio da mesa do lado onde sentaram 3 homens. Todos levavam uma maleta contendo centenas de fotos dessas meninas. Eram colecionadores. Inclusive, o chaveiro da bolsa era foto delas. Depois eu reparei pela cidade outros homens com chaveiro dessas meninas. Seriam essas meninas as novas gueixas do Japão? As gueixas não eram prostitutas. Eram moças bonitas que ficavam em casas de chá entretendo homens, conversando, dando atenção. Enfim! Acho que vale a pena ir e tirar suas conclusões. A comida custava uns 1000 ienes e a bebida uns 600 ienes. Nós fomos no "@ Home café" em Akihabara. Aqui abaixo está a fotinha que ganhei de souvenir, junto com um "member card" oficial.... Que vergonha!!! Hatsumode: ritual de ano novo de visita ao primeiro templo do ano. Viajamos no réveillon. Durante os 3 primeiros dias do ano as pessoas fazem essa primeira visita aos templos, que tem um significado forte para eles. Os templos estavam todos lotados. Japão e religião: Eu não imaginava que eles eram tão cheios de superstição ainda. Já tinha lido um pouco sobre gueixas e sabia que elas eram bastante. Mas achava que isso já tinha passado. Em todos os templos tinha sempre muitas lojas vendendo tipo amuletos, e os locais eram sempre repletos de rituais, onde as pessoas seguiam. ROTEIRO: No link abaixo, tem o mapa com a indicação de todos os pontos turísticos de Tóquio e de Kyoto. Eu tentei separar por cor cada região a ser explorada. Dá uma olhada no mapa para entender melhor onde fica cada lugar. https://drive.google.com/open?id=1jnGSCRvmxnchkjbkgiI8cTlRpJw&usp=sharing Dia 1 - Bairros: Harajuku, Shibuya, Shinjuku Para esse dia, eu coloquei no mapa o meu roteiro a pé. Fomos andando do Santuário Meiji, dentro do Parque Yoyogi até Shibuya, passando por toda Shinjuku. Deu uns 5 km de caminhada que demora 1 hora andando sem parar, é claro que demoramos muito mais porque fomos bem devagar. Só um detalhe, nesse mapa, do ponto A ao ponto B ele dá uma volta por fora do parque, acho que o Google não sabe que tem rota de pedestre por dentro do Parque... HARAJUKU Templo Meiji-jingu - um dos maiores templos de Tóquio, fica numa área verde muito bonita ao lado do Yoyogi Park. Parque Yoyogi - Ir no domingo que é dia de casamentos Rua Takeshita Dori - é uma rua estreita, confusa, lotada de loja, cheia de coisas diferentes para comprar. É também o local onde ficam os jovens fantasiados de roupas bizarras. Loja Daiso - é uma loja de 100 ienes, leia-se: tudo por 1 dólar! Tem muita coisa legal, muita mesmo! Comprei meias e luvas ótimas e até coisinhas para casa! Ah! Essa loja tem em outros lugares e cidades, mas essa foi uma das maiores que vi. Rua Omotesando - é uma rua chique, cheia de grifes, tipo uma Champs-Élysées. Essa rua começa na Harajuku Station, e o começo dela é cheio de barraquinhas de comidas bem interessantes. SHIBUYA Cruzamento de Shibuya - é um cruzamento de faixas de pedestres gigantes, com muuuuuita gente atravessando para todos os lados. Esse local também é um dos cartões postais de Tóquio e ponto de encontro para datas importantes, tipo a virada do ano. Starbucks do cruzamento - bem na frente tem um Starbucks que dá uma vista ótima. Mas, prepare-se porque é lotado! Estátua do Hachiko - é a estátua do cachorro que ficava esperando seu dono falecido na estação e que foi tema de filme. Genki Sushi - é um restaurante de sushi ótimo! Você pede a comida numa tela e recebe pela esteira. Bem interessante! Tem uma filinha básica, mas vale a pena. SHINJUKU Shinjuku, o bairro - é um bairro gostoso de andar, cheio de ruas com neons, bem típico. Kabuki-Cho - é uma área de entretenimento adulto, mas eu não vi nada demais. Até porque, esse tipo de prestação de serviço tem em todos os lugares. Golden Gai - são bares muito tradicionais, bem pequenos só cabem umas 6 pessoas dentro! Muito pitoresco, vale a pena passar lá a noite. Na noite que passamos estavam fechados (véspera de ano novo), mas ouvi dizer que alguns são tão tradicionais que não aceitam turistas, é bom olhar antes de entrar se tem menu em inglês. Shinjuku Station - é só a estação de trem mais movimentada do mundo. 2 milhões de pessoas por dia. Uma zona, mas é divertida! Jardim Gyoen - eu não fui, mas parece ser um parque bem bonito Tokyo Government - um prédio alto, bem bacana e que não cobra para subir. Uma boa opção para olhar Tóquio do alto de graça. Melhor ainda ir na hora do pôr do sol. Dia 2 - Tsukiji, Ginza e Tokyo Tower Templo budista Tsukiji hongwan-ji - quando você sair da estação em direção ao mercado de peixe vai ver esse templo bem grande. Ele é bem bonito, vale a pena dar uma passada. Mercado Tsukiji - Maior mercado de peixe. Tem leilão de peixes das 5h às 8h, mas é limitado para turistas. Fomos na hora do almoço, tem muitas opções de locais para comer. Bairro de Ginza - um bairro bem chique e bonito para andar Palácio Imperial - a nossa experiência no palácio foi bem peculiar. Apenas uma vez por ano o imperador abre os portões do palácio (você só consegue acessar o jardim nos outros dias) e dá as caras. Isso ocorre no segundo dia do ano. Tivemos a adorável ideia de ver o imperador e enfrentamos horas de fila para isso. Foi legal para ver o patriotismo e respeito da população, mas não valeu a pena. Nós erramos o portão da entrada e tivemos que dar uma mega volta em torno do palácio e, apesar de cansar as pernas, vimos paisagens muito lindas no entorno. Tokyo Tower - é uma torre que parece a Torre Eiffel, muito simbólica para a cidade. Odaiba - é a parte mais moderna e futurista de Tokyo, com shoppings e prédios modernos. O bairro avança sobre a baía e é conectado pela Ponte do Arco-Íris. As principais atrações são a enorme roda gigante, uma réplica da Estátua da Liberdade, uma praia artificial, o prédio da Fuji TV, as pirâmides invertidas do parque de exposições, shoppings e área de jogos eletrônicos. Rainbow Bridge - É uma ponte bem bonita que você passa para chegar até Odaiba. De dentro do monorail, você tem uma vista bem legal. Tem algumas pessoas que atravessam a ponte andando. Íamos fazer isso, mas no inverno não tava confortável com o vento fortíssimo na cara. Dia 3 - Asakusa, Ueno e Akihabara Bairro Akihabara - é o bairro do mundo dos jogos virtuais, o bairro nerd. Eu não entendo nada de jogo japonês mas, ainda assim, gostei de andar por lá. Tem muitos maid cafés nesse bairro. Asakusa – bairro com o mais antigo e importante templo budista de Tóquio, o Senso-ji Templo Senso-ji - também conhecido como templo Asakusa. Templo super movimentado, budista mais popular de Tóquio. LOTADO de gente! Ao chegar no templo, você desce por uma ruazinha cheia de lojas! Lá dentro tem o templo principal com o altar folheado a ouro. Parque Ueno - um parque lindo enorme. Lá dentro funciona um zoológico e alguns templos bonitos. Tokyo Sky Tree - já foi uma das maiores torres do mundo. Vale muito a pena ir, mas tá sempre bem cheia. O bilhete custa 350m (2000 ienes) ou 450m (3000 ienes). Quando eu fui a fila tava de 2 horas! Eles vendem um bilhete express, que custa o dobro do preço, mas demora apenas 20 min. Fomos perto da hora do sol se pôr e optamos por pagar mais caro. Outros locais de Tóquio que você pode pesquisar e acrescentar no seu roteiro: Parque Hibiya Tokyo Dome City - um complexo de shopping, parque de diversões, lojas, restaurantes, e tem até onsen! Shimokitazawa - um bairro vintage Piss Alley - O nome oficial é Omoide Yokocho (Memory Lane), mas a rua é mais conhecida pela sua pouco elogiosa alcunha: Piss Alley. Rua recheada de minúsculos restaurantes locais . Legal ir de noite para comer yakitori. Rappongi Hills - complexo de bares e restaurantes bem ocidental The lock up - Bar do terror Kawaii monster café Capcom Bar - bar temático da produtora de jogos como Street Fighter, Mega Man, Resident Evil, DMC, etc) - Nesse nós fomos, mas não achamos tão interessante, além de ser meio caro. NIKKO (Bate e volta a partir de Tóquio) Pode ir com os trens da JR A viagem a partir de Tóquio demora mais de 2h. Então, é bom sair bem cedo para conseguir aproveitar bem o dia Quando chegar na estação de Nikko, pegue um mapa gratuito no centro de informações turísticas. Dá pra fazer tudo a pé de boa e o caminho é bacana, cheio de lojas! Com 20 min de caminhada você já chega na Ponte Shinkyo. E dali em diante tem diversos lugares legais para visitar Existem diversos templos para serem visitados, vou colocar abaixo os pontos de interesse: Shinkyo Bridge - é a ponte vermelha belíssima onde todo mundo tira fotos. Para caminhar na ponte mesmo, você precisa pagar! Ela é uma fonte sagrada. Mas, só vale a pena andar por ela se você tem alguma misticismo. Parque de Nikko - o parque é belíssimo e é onde estão os templos abaixo Rinnoji Temple - é um dos mais importantes de Nikko. Estava em obras, e acredito que essa obra ainda demore alguns anos. Santuário Toshogu - tem vários templos lá dentro. E lá que você vai encontrar as estátuas famosas dos três macacos sábios: seus nomes são mizaru (o que cobre os olhos), kikazaru (o que tapa os ouvidos) e iwazaru (o que tapa a boca), que é traduzido como não ouça o mal, não fale o mal e não veja o mal. HAKONE É uma das cidades ótimas para conseguir ver o Monte Fugi. Entretanto, saiba que é difícil estar com boa visibilidade, mas o local é muito interessante. Algumas pessoas optam por fazer um bate e volta a partir de Tóquio. Mas, se você for visitar outras cidades, acho que vale a pena dormir em Hakone. Dá um olhadinha no mapa, Hakone fica no “meio do caminho” para outras cidades como Hiroshima ou Quioto. Só que o maior motivo para dormir em Hakone é ter a experiência de um Ryokan legítimo. HAKONE FREE PASS - Hakone possui um roteiro já preparado para os turistas. Para facilitar, você compra esse Free Pass que te dá direito a andar em todos os transportes públicos. Você pode comprar a partir de Tóquio (bom para quem não vai usar o JR pass) ou a partir de Odawara. Quem tem o JR consegue ir grátis apenas até Odawara. Preços e informações: http://www.hakonenavi.jp/english/freepass/ RYOKAN - São hospedagens japonesas legítimas. Acho que foi um dos pontos altos da viagem. É uma experiência muito diferente, vale muito a pena. A maioria tem o sistema "all inclusive", então você vai fazer as refeições no melhor estilo japonês. Não tem cama, só tem tatame e eles colocam um futon de noite para dormir. Você usa kimono dentro do hotel. Eu amei o Ryokan que fiquei. Foi um excelente custo X benefício. Leia mais no meu review de hospedagens. ONSEN - Os japoneses adoram um banho. E eles adoram o banho nessas fontes termais. Nesse Ryokan tinham onsens públicas, separadas entre homens e mulheres. E também tinha as privadas, onde podia reservar por 30 minutos. Não pode entrar com nenhuma roupa e é proibido para quem tem tatuagem (bom, na onsen privada, dá para burlar isso…). Prepare-se porque a água é muito quente! Quando eu digo muito, é muito mesmo. Eu pensei em desistir de entrar várias vezes. Para se ter ideia de como a água é quente, veja nossa experiência: fomos no inverno e nessa noite estava nevando, um frio violento. A onsen fica num local fechado, mas para chegar nela você anda por uma área externa do hotel. Na ida, imagina a gente só de kimono? Eu quase congelei! Entretanto, depois que terminou o banho, voltamos andando numa boa. Parece que esquenta o corpo todo. Eu fiquei sentindo calor ainda por um tempo no quarto. LOCAIS INTERESSANTES: Como eu disse, eles têm meio que um circuito pré programado, que você pode fazer no sentido que quiser. Olhando o mapa do local, dá para entender melhor a logística. Mapa mais didático: http://www.odakyu.jp/english/destination/hakone/images/fig-index-03.gif Mapa bem completo: http://www.hakonenavi.jp/english/traffic/rout_map/pdf/hakone_map.pdf Vou explicar como nós fizemos. Antes de tudo, saímos bem cedo de Tóquio, pegamos o trem até Odawara. Na estação de Odawara compramos o Hakone Free Pass e depois pegamos um ônibus até o nosso Ryokan. Deixamos as malas no Ryokan e pegamos um ônibus até o Lago, onde começou nosso circuito. Passeio no Lago Ashi - você pega um barco todo estiloso, bem confortável e faz um passeio de 30 minutos. O lago é bem bonito. O barco deixa na entrada do teleférico. Ver o Monte Fugi - tanto do lago quanto do teleférico tem visão do Fugi. Mas nós não tivemos sorte. Parece que no inverno tem dias melhores, apesar de não termos conseguido. Teleférico - o teleférico é dividido em 2 trechos, o primeiro até Kowakaduni. E o segundo, de Kowakaduni até Gora. Nós não andamos de teleférico porque estava fechado devido a alta concentração de gases vulcânicos. Massss, não desistimos de fazer o percurso e pegamos um ônibus. Deu trabalho, mas funcionou. Kowakaduni - é o local onde você fica bem.pertinho da emissão de gases vulcânicos. É muito interessante. E lá vendem os famosos ovos pretos. Ovos pretos - tem que comer! São ovos feitos no enxofre. Por dentro tem o sabor normal. Diz a lenda que comer um ovo prolonga a vida em 7 anos. Locais que eu não fui, mas podem ser incluídos: Hakone Open Air Museum - um museu ao ar livre perto da estação Chokoku, Gora Park - um jardim próximo da estação de Gora Gotemba Premium Outlet - um dos maiores outlets do Japão HIMEJI No trajeto de Hakone para Hiroshima, fizemos uma parada em Himeji. Deixamos as malas no locker da estação (700 ienes cada mala) e fomos andando até a principal atração: o castelo! Castelo de Himeji - é o castelo mais famoso do Japão e um dos poucos que ainda são originais. Muitos outros castelos são réplicas, porque já foram destruídos por guerras, terremotos e etc. O Castelo de Himeji é muito bonito. Mas eu gostei mais do lado de fora. Ele tá vazio por dentro. Outra coisa muito legal é o jardim. Não deixe de passear pelo jardim. Em 2, 3 horas você faz sua visita a Himeji. HIROSHIMA O que eu achei de Hiroshima - é uma cidade bem bonita, moderna e organizada. Foi atingida por uma bomba atômica, então acho que sempre dá uma curiosidade para saber como ela sobreviveu com o tempo. E é fantástico ver o poder de superação dos japoneses. Não precisa de muito tempo para conhecer os pontos turísticos da cidade, mas acho que vale a pena dormir pelo menos uma noite para ver com mais calma e dar uma passadinha na ilha de Miyajima. Muitos fazem bate e volta em Hiroshima + Miyajima a partir de Kyoto, saindo bem cedinho, tipo de madrugada mesmo. Acho que também é válido, mas mais cansativo. Dicas de Hiroshima: Comer Okonomiyaki - é um prato típico dessa região. Consiste num macarrão frito com um monte de coisas, numa chapa super quente. Não achei o prato muito gostoso, mas a experiência do local e do preparo são legais. Okonomimura - é uma instituição da cidade e o local perfeito para comer okonomiyaki. Eu quase não achei o lugar, porque você precisa entrar num prédio e pegar o elevador. Tem restaurantes no terceiro e quarto andar. Ônibus com city tour gratuito - A dica valiosa é que existe uma linha de ônibus que passa por todos os pontos turísticos da cidade incluído no passe da JR. Esse ônibus gratuito serve não só para ir nos pontos turísticos, como para chegar no seu hotel, se locomover de forma geral. Pegue o mapa da linha no guichê de informações turísticas na estação de Hiroshima. Atrações que precisam obrigatoriamente serem visitadas são: Castelo de hiroshima - Acho que vale mais a pena só ver por fora. O castelo original foi devastado pela bomba e construíram outro no lugar. Agora, dentro do castelo, tem uma exposição sobre guerreiros, samurais. Se você curtir, vale a pena entrar. O que eu achei mais interessante foi a vista da cidade lá do último andar. Museu Memorial da Paz - é o museu que conta a história da guerra. Eu sempre acho bem pesado esses museus e não fico muito tempo lá dentro. Acho muito triste e não quero ficar deprimida durante a viagem. Atomic Bomb Dome - única estrutura que restou do ataque da bomba. Você só passa na frente. Parque Memorial da Paz - é um parque muito bonito com vários elementos de memória da guerra e de clamor pela paz. MIYAJIMAGUCHI Miyajima é uma ilha bem fofa que tem um dos cartões postais do Japão: o tori vermelho dentro da água. Você vista a ilha em umas 3 horas, ou seja, uma manhã é o suficiente. Dicas: - Para quem tem o JR pass - de Hiroshima, você pega um trem para a estação Miyajimaguchi. Mas, preste atenção porque tem mais de uma linha de trem que faz esse percurso além da JR. Depois do trem, você pega o Ferry. Mesma coisa: existem diferentes ferrys, tem que verificar qual pertence a JR - Pesquisar as marés, porque fica mais bonito na Maré alta - Hight Tides -> http://www.tides4fishing.com/jp/hiroshima/itsukushima - Ir cedo porque de manhã fica mais vazio - Tirar fotos ainda do ferry - Interagir e fotografar os veados - Passear pelas ruas estreitas e lojinhas fofas do centrinho de Miyajima Pontos turísticos Visitar Itsuku-shima Jinja (templo que deu nome a ilha) o-torigate (gaste vermelho no meio da água) Five stores pagoda (templo vermelho de 5 andares) Ponte vermelha - Momijidani Park Daishointemple - dos budas de gorrinho Monte Misen -Dá pra subir caminhando pelas trilhas ou pelo teleférico. A vista lá de cima é bem bonita. KYOTO O que eu achei de Kyoto - é a cidade dos templos e das gueixas! Tem meninas vestidas de gueixas por todos os cantos, mas gueixa de verdade é dificílimo de ver. Só encontramos duas gueixas muito, muito apressadas de noite, nas ruazinhas de Gion. Tem centenas de templos, tem uma hora que fica cansativo e você acaba olhando só por olhar, sabe? Então, eu sugiro ler antes sobre os tempos da cidade e colocar no seu roteiro aqueles que lhe chamam mais a atenção. Acho que não vale a pena visitar 20 templos por dia só para tirar foto e dizer que foi. Na verdade, nunca vale a pena fazer algo só para dar "check in". As vezes somos mais felizes e curtimos mais passando uma tarde tomando uns drinks, admirando uma paisagem ou tomando um chá, do que visitando centenas de coisas que nem sabemos o real significado. Como se locomover - de ônibus! Eles têm metrô, mas para os pontos turísticos não atende. Com exceção dos portais vermelhos que dá pra chegar de trem usando o passe da JR, o restante precisa ir de ônibus. Na estação de Quioto vende o passe de 1 dia por 500 ienes. Eu comprei o passe no meu hotel, acho que vende em vários lugares. Acho que o passe vale a pena. A passagem unitária custa uns 160, 200 ienes. Roteiro Dá uma olhada no mapa que eu coloquei, naquele link acima. Eu dividi os pontos turísticos de Kyoto por cores. Olhando o mapa acho que fica mais fácil de entender. Dia 1 Floresta de bambu Templo Gio-ji Otagi Nenbutsu-ji Templo Zen (Tenryu-ji) Templo Kinkaku-ji Ryoan-ji Ninna-ji Dia 2 Kiyomizu-dera Temple - foi um dos mais bonitos que achei, mas ele estava em obras, e essas obras devem durar bastante tempo. Ele tem um terraço com uma vista incrível e também tem água da fonte santificada que fazem fila para beber Vielas de Higashiyama Ryōzen Kannon Templo Yasaka Chion-in Temple Rua Pontocho Gion Castelo Nijo Dia 3 Heian Jingu Path of philosoph Nanzenji-temple Ginkaku-ji Fushimi Inari NARA Nara é uma cidade bem bonita e super vale a pena conhecer. É tranquilo visitar Nara em uma manhã (umas 3h), então, se tiver disposição, vale a pena ir depois para Osaka. Quando chegar na estação, precisa pegar um ônibus. Os dois principais pontos turísticos ficam próximos, então só vai precisar pegar ônibus de novo para voltar para a estação. Logo quando você chegar no parque de Nara vai ver um monte de veados. Eles são super esfomeados e tentam comer tudo, plástico, papel, casaco, seu sapato, rs. Mas não é nada demais. Eles vendem comida para dar pra eles, e a experiência é muito engraçada. Todai-Ji - um templo bem famoso que tem uma escultura gigantesca de Buda. Na parte de trás do salão você vai ver um buraco pequeno na madeira, do tamanho das narinas do Daibutsu, e algumas pessoas tentando passar. Pela crença, uem conseguir atravessar esse buraco alcançará a iluminação suprema. Eu consegui passar, foi bem divertido. Templo Kasuga Taisha - fica no parque de Nara (Nara Koen). Ele é bem bonito e tem muitas lanternas. TAKAYAMA Bom, eu não sei se essa região é tão legal de ir nas outras estações do ano. Decidimos ir para Takayama ao pesquisar lugares bonitos no Japão durante o inverno. Dá uma olhada no Google imagens em “Shirakawa winter” ou “Takayama winter”. Eu me apaixonei pela paisagem. E depois fui lendo alguns relatos e reafirmei a vontade de ir. Nunca tinha visto tanta neve! O lugar é lindo demais! O que fazer: Em Takayama mesmo, não tem lá muuuuita coisa para fazer. É um lugar bonito, tem algumas lojinhas, alguns templos, mas nada demais. Você visita a cidade toda em meio período. Ir até Hida Furukawa - é uma cidade linda! Fica há 20 minutos de trem. Sugiro ficar 1 tarde ou 1 manhã lá, talvez até menos que um período inteiro... Não tem especificamente nada muito para fazer, mas é uma cidadezinha pequena e bonita. Ir até Shirakawa - sugiro deixar shirakawa por último porque é a cidade mais linda! Sério, que lugar! Nunca vi tanta neve assim, é impressionante tudo. Tem que pegar um ônibus que demora 1 hora de viagem. A passagem custa 2200 ienes cada trecho! O percurso já é o início do show, cada lugar lindo demais. Passa por muitos túneis, inclusive um dos maiores túneis do Japão com 11 km. Você também vai ficar 1 tarde ou 1 manhã por lá. Tem umas casas históricas para serem visitadas, se estiver afim. Logo quando chegar, é só pegar o mapa no centro de informações turísticas. Fotos de Shirakawa: Imagens Enviadas
  11. Muuiiito Bom dia Mochileiros de todos os lugares Eu e minha esposa vamos vamos para a Tailândia - Vietnã e Camboja com escala em Pequim na China Janeiro/fevereiro 2019 Já temos o roteiro definido e queria que nos ajudassem com algumas informações se possível. O roteiro está traçado dessa maneira SP - Pequim ( Vamos tentar chegar na muralha da china, já que temos uma escala de quase 24 horas em Pequim ) Pequim para Bangkok Tailândia Bangkok - Chiang Mai Chiang Mai - Hanói no Vietnã Hanói - Siem Reap no Camboja Siem Reap - Krabi, em Krabi iremos ficar por ali por uns 5 dias explorando as ilhas e talz Serão uns 26 á 28 dias viajando por essas bandas. Pergunta n° 1 Já vi alguns relatos de como ir para a Muralha da China por conta, de metro/trem/onibus. Tipo tem que prestar muiiita atenção porque as placas estão em chines e não é tão facil falar com eles. Alguém conhece algum guia, uber ou taxisita que pratica esse tour até a muralha e que seja mega barato ? Porque consegui um cara por 80 dólares por pessoa (para nós, valor bem salgado) pergunta n°2 Visto para o Vietnã. Nós vacilamos confesso porque deixamos para última hora algumas decisões, e sei que para tirar o visto poderiamos ter enviado o passaporte para Brasilia e talz. Mas sobre a carta de encaminhamento, essa carta a gente só consegue com alguém que mora no vietnã ? Tipo é impossível nós mesmos fazer isso por aqui ? Pergunta n° 3 Alguém já foi de Hanói para a provincia de Ninh Binh de moto alugada ? Estou pensando em alugar uma la e fazer esse role por conta, sair bem cedinho e voltar tipo antes de escurecer (tipo como se fosse um bate e volta na praia rs) Ou se alguem puder passar o nome de alguma agencia que foi e que valeu muitoo a pena pode me informar também que com certeza irei avaliar, porque todas as informações são muiiito necessárias. Pergunta n°4 Alguém ja alugou uma moto em Siem Reap e foi para o parque Phnom Kulen National Park ? Queria fazer esse caminho de moto alugada também, porque não curtimos muito tour, além de ser caro não temos tanta liberdade e talz. Ta certo que com um guia você pode aprender alguma coisa sobre o local, mas o tiu Google também nos ensina muiita coisa rs. E sobre KRABI, queremos fazer tudo que der para fazer, o passeio das 7 ilhas, andar de kayak, money islands etc. Se puderem indicar algumas agencias no mesmo esquema de sempre (barato rs) desde já agradeço
  12. Olá ,alguém conhece algum dispositivo (chip ou outro) que permita ter internet fora ,como na Ásia ? Ps: sou de portugal Obrigado
  13. Pessoal, reparei que esta parte do forum anda um pouco parada, então não sei se o povo já não tem mais nenhuma dúvida sobre roteiros, ou se desistiram.. risos De qualquer maneira, vou compartilhar meu roteiro completo, depois de 7 meses de vivência no Japão. Num período de férias lá, peguei 10 dias pra andar com o trem bala/shinkansen pra cima e pra baixo. Em resumo, 10 dias é pouco para o Japão, sem sombra de dúvidas. Por outro lado, vejam a quantidade de coisas que é possível de se fazer pra quem só tem 10 dias! risos Passei por: - Tokyo - Osaka - Himeji - Nara - Kyoto - Hiroshima Se ajudar alguém: https://www.novocalculodarota.com.br/roteiro-pelo-japao-10-dias/ Abraço! bob.
  14. Olá pessoal ,estou com imensas dúvidas em relação ao transporte de dinheiro para a asia e como devo fazer com o câmbio ,a moeda que levaria seria o Euro , mas não sei como devo de levar ,se devo levar cartão ,que tipo de cartão , como devo cambiar la nos paises etc ... ???? Agradeço a vossa ajuda ,obrigado !
  15. Olá pessoal ,estou com imensas dúvidas em relação ao transporte de dinheiro para a asia e como devo fazer com o câmbio ,a moeda que levaria seria o Euro , mas não sei como devo de levar ,se devo levar cartão ,que tipo de cartão , como devo cambiar la nos paises etc ... ????  Agradeço a vossa ajuda ,obrigado !
  16. Olá a todos ,será que me podem esclarecer sobre o "e-visa" ? Tenho pesquisado sobre os vistos para alguns países da asia e deparo-me com o tal "e-visa" e ainda não percebi o que significa ,agradeço a quem me ajudar . Obrigado
  17. raquelmorgado

    ISTAMBUL (TURQUIA)

    O que fazer em Istambul? TUDO!!! Comecemos pelo óbvio, a cidade é gigante, tem dezenas de mesquitas, museus, bazares e outras atrações, conforme a disponibilidade, gosto pessoal e vontade de cada um. Nós temos por hábito esgotar o tempo diário, principalmente diurno, de forma a fazer e ver o máximo possível, o que é muito cansativo, mas não nos arrependemos de fazer este tipo de férias mais culturais. Apesar de regressarmos cansados, voltamos de cabeça fresca. Vamos dividir as atrações por bairros. Sultanahmet - é um bairro com mais atrações, mais cultural, mais calmo. Aqui encontram a história da cidade: Mesquita Azul (em obras, mas aberta) Hagia Sophia (em obras, mas aberta) Grande Bazar Cisterna Basílica (em obras, mas aberta) Palácio Topkapi (em obras, mas aberto) Hipódromo Eminönü - o bairro junto ao mar, onde se encontra a ponte Galata: Bazar das Especiarias Ponte Galata Mesquita Süleymaniye Mesquita Rüstem Pasa (fechada para obras até meados de 2019) Fatih: Museu Chora (em obras, com visitas condicionadas) Igreja Ortodoxa Beyoglu - o bairro mais cosmopolita, para quem gosta de conhecer a vida noturna da cidade: Torre Galata Praça Taksim Museu de Arte Moderna Museu Madame Tussauds Rua Istiklal Besiktas - a zona da cidade onde fica o terminal de ferries Kabatas e o nosso monumento preferido. É bastante acessível de transporte público da praça Taksim: Estádio e museu do Besiktas Mesquita Dolmabahçe Palácio Dolmabahçe Harem do Palácio Dolmabahçe Torre do Relógio Üsküdar e Kadiköy - do lado asiático há muitas atrações ignoradas pela maioria dos turistas. É a zona mais recente da cidade e apenas percebemos isso no dia em que atravessámos a região para chegar ao aeroporto: Mesquita Mihimah Sultan Mesquita Rumi Mehmed Pasha Palácio Beylerbeyi Estádio Sükr Saraçoglu do Fenerbahçe Esta é apenas uma listagem das principais atrações, mas existem muito mais, a maioria abrangidas pelo Museum Pass. Aí vão consultar centenas de locais que podem ser visitados. Prometemos falar sobre isso noutro post. 365 dias no mundo estiveram 15 dias na Turquia, de 30 de setembro a 14 de outubro de 2018 https://365diasnomundo.com/2018/11/07/atividades-istambul/
  18. Fala Mochileiros, tudo bem?! 8 meses atrás eu me demiti para seguir meu sonho de viajar o mundo... foi a melhor coisa que já fiz na vida!!! E queria compartilhar com vocês... O site WorldPackers publicou minha história no site, e dá pra ter uma ideia da minha vida atual (como muito de vocês provavelmente): https://www.worldpackers.com/pt-BR/articles/ajudando-uma-ong-no-camboja-a-melhor-experiencia-da-minha-vida PS: eu economizei 8 mil reais aproximadamente nesses 7 meses com o WP, caso se interessem pela subscrição anual deles também, usem esse código promocional para terem 10 dólares de desconto: GustavoGoulart#WP Estou tão realizado e feliz no momento, que durante uma das viagens percebi minha missão de vida no momento: Passar todos meus conhecimentos adquiridos, que me permitiram viajar por longos períodos e com um dinheiro bem contado, às pessoas que aspiram ou sonham fazer o mesmo: é possível e não é difícil! Portanto sei que muitos aqui já fazem isso e por isso não precisariam, mas outras pessoas ainda aspiram e não sabem por onde começar... Por isso criei uma Consultoria Online, onde por Skype quero tentar passar o máximo de informação em 1 hora! A Consultoria é grátis, e se no final você achar que as dicas valeram a pena, você me retorna algum valor sem compromisso nenhum... E se achar que não valeu, não precisa retornar nada. https://www.facebook.com/nacaoterraconsultoria/ Vamos agendar a sessão??? Vou ficar muito feliz em inspirar e ajudar a realizar o sonho alheio! Grande abraço!! Gustavo Goulart
  19. Mochileiros.com

    [[Template core/front/global/prefix is throwing an error. This theme may be out of date. Run the support tool in the AdminCP to restore the default theme.]] Lista de tags de Destinos da Ásia

    Destinos da Ásia Filipinas - Boracay - Cebu - Coron - El Nido Japão - Hokkaido - Monte Amagoi - Monte Fujiwara - Monte Gozaicho - Monte Ontake - Monte Kama - Monte Ryu - Monte Sen - Monte Shyaka - Osaka - Kyoto - Takayama - Suzuka - Tóquio - Trekking no Japão - Yokohama Tailândia - Bangkok - Chiang Mai - Koh Phi Phi - Railay Beach Tags de Roteiros Clássicos: - Sudeste Asiático
  20. VISITANDO O CAMBOJA, by Marcelo Pera/Valinhos-SP ([email protected]) Eu e minha esposa Giselle acabamos de voltar do Camboja onde passamos alguns dias intensos e cansativos pois estava um calor danado e gostaria de postar algumas informações para te ajudar a decidir positivamente a viajar para este pais tão exótico e desconhecido dos Brasileiros. Apesar do Camboja nos lembrar dos terríveis tempos do Khmer vermelho onde houve um dos mais cruéis massacres da Humanidade, na era do ditador Pol Pot, o país hoje está se modernizando e nem lembra mais aqueles tempos antigos da Guerra. É um pais exótico, lindo e maravilhoso e se vc for a Tailândia, não deixe de visita-lo pois é perto (+- 1 hora de vôo) e você ainda poderá inclusive ir por via terrestre se tiver mais tempo e um budget menor. Ao pensar no Camboja talvez apenas uma ou três coisas venham à cabeça: Angelina Jolie e seu filhinho adotivo cambojano, pobreza e a horrenda guerra civil da década de 70. Quem sabe talvez você já tenha ouvido falar de Angkor Wat. E você não está sozinho: o fato é que o turismo no Camboja ainda está muito atrás dos populares vizinhos Vietnã e Tailândia, mas vale muito a pena visita-lo pois é um pais baratíssimo além de exótico e tem um povo simples e fraterno, como pude comprovar. A capital Phonm Penh (pronuncia-se Nón Pén), uma das capitais mais atraentes do Sudeste Asiático é relativamente pequena. A maior parte das suas atrações fica no centro, nas margens do Rio Mekong, e pode ser percorrida a pé pois é plana e gostosa. Reserve ao menos dois dias para sua visita, idealmente três dias. Não deixe de visitar as indicações que faço abaixo. Outra coisa... vocês acreditam que num determinado bar de uma rua próximo ao centro que parei para tomar um café eu abri o cardápio e estava escrito CAIPIRINHA BRASILEIRA no menu? Eu não acreditei quando vi e logo pedi uma (por 3 dólares) e estava uma delícia... bem aparecida com a nossa...matei a saudades da terrinha. Mas infelizmente esqueci de anotar o nome do bar. Veja alguns filmes legais que fiz por lá que vai te mostrar um pouco do Camboja: https://youtu.be/q33yLlsCrhM - Visitando a funerária no centro de Phnom Penh https://youtu.be/SWyvZ62MpjU - Andando pelo centro de Phnom Penh https://youtu.be/rEp8gtX4Wuo - Peixes frescos no aquário do restaurante para escolher https://youtu.be/xqusZC7RnTQ - Musicas Cambojanas típicas em ANGKOR WAT https://youtu.be/Si7EKiCdCcM - Andando de tuk tuk na capital Phnom Penh Percebi que é fácil viajar pela Ásia, só tem que saber se comunicar e procurar detalhes na internet. Também tem que entender os Asiáticos pois são muito diferentes de nós ocidentais e não adianta querer apressá-los muito. Seguem detalhes da viagem que com certeza vão te ajudar a programar a sua viagem e se tiver dúvida mande-me e-mail que te ajudo (ver acima). Fiz vários vídeos de la. Vocês vão gostar !!! DICAS DO CAMBOJA: 1– VÔOS - É muito fácil comprar voos no sudeste da Ásia, principalmente a partir de Bangkok. Exiastem muitas empresas aéreas e os preços são baratos. Eu voei na região por várias cias (Laos Airlines, Vietnam Airlines e AIR ASIA) todas confortáveis e muito boas. Os voos podem ser comprados diretamente nos sites das cias aéreas utilizando cartão de crédito e o preço do voo Bangkok-Phonm Phenh é muito barato e varia muito dependendo do horário e antecedência, mas achei vários voos abaixo de 80 dólares. O Aeroporto de Phnon Phenh é inacreditavelmente lindo, arrumado, asseado e moderno e ainda tem wi-fi grátis. Fiquei impressionado e o melhor é que é descomplicado e muito fácil de achar os balcões das Cias aéreas qie ficam logo na entrada da porta de acesso. Enfim... transporte não é problema na Ásia. Do aeroporto até a região central, a melhor maneira é pegar um táxi oficial que custa menos de 10 dólares. É mais seguro e a corrida não dura mais do que 20 minutos. CHEGANDO NO AEROPORTO DE PHNOM PENH COM E-VISA NA MAO !!! 2– VISTO PARA O CAMBOJA – Brasileiros não tem dificuldade para o VISTO, bastando tirar no Brasil antes da viagem pelo sistema eletrônico (procurar Cambodia e-Visa no Google). Eu tirei o Visto eletrônico aqui no Brasil 30 dias antes de viajar e paguei pelo cartão de crédito o valor de US$ 30 e quando cheguei no balcão de VISA no aeroporto de Phonm Phenh foi só apresentar a cópia impressa e em poucos minutos já estava saindo do aeroporto...Ufaaa... que fácil. Fiquei com o sentimento de como a Ásia é descomplicada! Enfim tire o e-Visa sem titubear e seja felizzzzz! 3– HOSPEDAGEM – Existe fartura deles no Booking.com, mas não espere coisa boa nesses hotéis baratos. Nós ficamos no Grand Hotel Le Palais Boutique (Khemarah Phoumin Ave) que fica numa avenida transversal ao Rio Mekong, bem pertinho do centrão, mas nos decepcionamos um pouco pois é um Hotel muito velho (lá da década de 60) então nem preciso falar muito né? Sugiro que vocês se hospedem na avenida central PREAH SISOWATH QUAY, que margeia o Rio Mekong que é o verdadeiro point dos turistas onde se concentram os barzinhos e pubs e restaurantes e hotéis. Para mochileiros vi que a gama de Hostels é grande e em resumo... você não vai ter dificuldade para encontrar a hospedagem que quiser por aproximadamente 5 a 7 dólares por dia, basta andar pelas ruas e logo acha um hotelzinho joia ! 4– ATRAÇÕES TURISTICAS. As principais atrações são: 4.1 – Passeio de barco no Rio Mekong – Imperdível. Não perca a oportunidade de pegar um passeio de barco. Esse passeio dura de 2 a 3 horas e nós pegamos um barco enorme, porem com poucos turistas, onde pudemos ver o pôr do sol. Chegamos de retorno a noitinha e saímos andando pela avenida principal que margeia o rio Mekong procurando um restaurante para jantar e enfim ... descansar! https://youtu.be/Na7PVQ8bYPE - Navegue comigo pelo Rio Mekong 4.2 - Palácio Real e a Pagoda de Prata - Ao visitar a residência-palácio do Rei Norodom Sihamoni (Sim ... o Camboja é um reino), construído no século 19, lembre-se de usar uma roupa que cubra suas pernas e ombros. O palácio, com seus domos no estilo Khmer e detalhes em dourados é o ponto de referência visual e a atração mais ilustre da capital do país. Um santuário de paz dentro da agitada metrópole, o complexo abriga pavilhões de arte, jardins exuberantes e inúmeros templos construídos no tradicional estilo arquitetônico Khmer. Indispensável é a visita ao Pagoda de Prata , dentro do complexo, que deve seu nome ao chão construído com mais de 5 mil placas do metal precioso, cada uma pesando um quilo. Budas em cristal Baccarat, ouro, mármore e pedras preciosas, assim como artesanatos, joias e afrescos dão uma amostra de todo o brilho e riqueza da arte Khmer. Você vai gastar no mínimo umas 3 horas neste lugar – Endereço: Blvd. Samdech Sothearos, 100 metros ao norte da Street 240 - Horário: aberto todos os dias, das 7h30 às 11h e das 14h30 às 17h - Entrada: US$ 3 por pessoa, US$ 2 por câmera fotográfica e por filmadora (não é permitido fotografar ou filmar dentro da Pagoda de Prata). https://youtu.be/73IYhsfqX-c - Visitando o Palácio Real e a Pagoda no centro de Phnom Penh 4.3 - Museu Tuol Sleng - Éé um antigo centro de tortura e detenção dos anos de guerra civil. A face mais cruel da história do Camboja ainda está fresca na memória do mundo (1975 a 1979). Qualquer cambojano com mais de 35 anos fez parte do experimento social mais sangrento do século 20, seja como vítima ou como carrasco. Milhões de pessoas foram forçadas a deixar seus lares e trabalhar em campos de concentração. Muitas famílias perderam membros que morreram de fome, doenças ou assassinato. Horário: aberto todos os dias, das 7h30 às 11h e das 14h às 17h - Entrada: US$ 2 por pessoa. O Khmer Rouge (Partido Comunista do Camboja) tentou eliminar qualquer pessoa que tivesse estudo. Intelectuais, artistas, professores, médicos, engenheiros… quase todos foram assassinados. Apenas os “puros” e “não-corruptos” camponeses, ou aqueles que conseguiram enganar os executores, foram poupados. Para viver, você tinha que ser muito esperto ao se fingir de bobo. 4.4 – Campo de concentração - Choeung Ek – Fica a cerca de 15 quilômetros da capital, um antigo campo de extermínio que hoje abriga um museu, valas comuns e uma torre de vidro repleta de caveiras humanas com as abeças furadas por lancas, que é como matavam as pessoas. IMPERDIVEL – Não deixe de ir, mas se prepare porque você vai estar no lugar onde morreram 3 milhões de pessoas e vai se emocionar como eu me emocionei e chorei. Endereço: Choeung Ek Commune, Dangkor District, Phnom Penh - Horário: aberto todos os dias, das 8h às 17h – Entrada: US$ 3 por pessoa MEMORIAL DO GENOCIDIO - ONDE ESTAO OS MILHARES DE CRANIOS FURADOS ! https://youtu.be/uUeeRcVPVqw - Visitando CHOEUNG EK 5- ALIMENTAÇÃO - Comer no Camboja é extremamente barato: por menos de um dólar você pode provar stir-fry, rolinhos primavera, baguetes e frutas frescas nos carrinhos dos vendedores de rua. Abacaxi entao... você encontra em todo lugar. Outra opção para comer bem e barato são os mercados, onde diversas barracas se aglomeram numa espécie de praça de alimentação, cada uma com sua especialidade. Não achei nenhuma rede Fast food internacional que geralmente me salvam nas viagens pela Ásia, mas achei restaurantes pequenos com excelente comida ...Tem também muitos mercadinhos de rua que tem de tudo, inclusive bolachas, agua, salgadinhos, chocolates e tudo muito barato, aliás o Camboja é um pais barato onde você faz muito com pouco. Só que tudo é em dólar... nem se preocupe em trocar dólar pelo dinheiro local. VEJAM QUE COMIDA GOSTOSA ! - OVO, FEIJAO E CARNE 6- IDIOMA - A língua que se fala lá é o Cambojano, mas o inglês é arranhado facilmente entre os jovens. Você vai se virar tranquilamente desde que você tenha um mapa da cidade nas mãos e informações de onde você quer ir (O hotel me deu um belo mapa colorido). Sempre peça informações para os jovens e mostre no mapa onde quer ir...e eles vão te orientar pois adoram os turistas e ainda mais quando você fala que é Brasileiro. 7- TRANSPORTE - Existe fartura de TAXI e especialmente TUK TUKS, especialmente nas regiões centrais e turísticas cujos motoristas ficam te oferecendo corrida e te atazanando o tempo todo até te irritar ... As moto taxis estão em todas as esquinas e é o meio de transporte mais barato. Mas não se preocupe pois vc vai andar muito a pé pois a cidade é plana favorecendo as caminhadas ao longo do leito do Rio Mekong, num lindo calçadão cheio de praças e árvores) que atravessa todo o centro da cidade. TIPICO TUK TUK LOCAL 8– RELIGIÃO – Não vi muita religião no Camboja a não ser alguns templos budistas e seus monges de vestes cor de laranja, mas isso se deve pois o pais é comunista e essa influencia leva o povo a ser Laico, igual na China. O Budismo é predominante em todos os países dessa região porém no Camboja vimos poucos templos budistas comparado a Tailândia onde eles estão em cada esquina. Estude o Budismo antes de viajar para a Ásia e entenda melhor essa linda religião ... Com relação a igrejas cristãs não vimos nenhuma, mas deve haver. Procure na internet detalhes de tudo que você quer ver antes de chegar, assim tudo fica mais fácil e vai entender o lugar melhor quando estiver por lá pois é difícil ficar perguntando pro povo local. 9 - MOCHILEIROS - Eu não fui no estilo mochileiro nesta viagem pois estava com minha esposa, mas já fiz mochilagem pelo mundo ... Quero dizer que o pais é muito barato e você vai gastar muito pouco dinheiro se for como mochileiro principalmente com mais pessoas ... Existe transporte terrestre de boa qualidade para todo lugar, inclusive Tailândia, Laos, Vietnam, Myanmar , mas as fronteiras terrestres são um poucos demoradas e burocráticas, mas você não vai ter problema desde que seja esperto e tenha tempo, Falo em esperteza pois você tem que ter destreza na busca de informações pela internet e na obtenção de informações com outros mochileiros ... e por falar nisso vi muitos turistas do mundo todo no estilo mochileiro andando pelas ruas e pelos pontos turísticos do Camboja então posso falar que o Camboja é um pais muito bem preparado para esse estilo de viajante. 10 – COMPRAS - Quase não compramos nada pois nossa rota era longa na Ásia, mas existem muitas lojinhas de souvenires, a base de 5 dólares. Eletrônicos não vi nada !!! 11 – CIDADE DE SIEM REAP E AS RUíNAS DE ANGKOR WAT – Imperdível... não deixe de ir pois é um dos maiores sítios históricos do Planeta, nem que seja para ficar 2 a 3 dias. Se localiza aproximadamente a 300 km de Phonm Phenh, na direção da fronteira com a Tailândia. Siem Reap é um destino obrigatório (e às vezes único pois muitos não querem nem conhecer a capital) de quem vem ao Camboja, é ponto de partida para o que algumas pessoas chamam de 8a maravilha do mundo: Angkor Wat. O templo, que estampa a bandeira nacional, que dá nome à cervejas e hotéis, é muito mais do que uma obra de arte arquitetônica: ele é o epicentro e fonte maior de orgulho da civilização Khmer, um casamento estonteante de espiritualidade e simetria. Angkor Wat é considerado o maior construção religiosa do mundo. Não vou me deter a explicar detalhes do local pois a internet tem fartura de informações... vou me limitar a dar apenas umas dicas. Um hotel que recomendo é o RESORT PRINCE DANKOR, bem, no centro da cidade. Trata-se de um resort de Luxo pelo preço de um hotel simples. Tem de tudo para você descansar e fica bem no centrinho da cidade onde você pode andar e fazer compras e massagens a qualquer hora. É impressionante como os Hotéis são baratos no Camboja. Siem Reap é uma cidade não tão pequena e tem um centro pitoresco e exótico com milhares de Turistas/mochileiros do mundo todo andando pelas ruas. Se você falar inglês vai fazer muitas amizades com pessoas do mundo todo, principalmente nos pubs onde se toma muita cerveja cambojana que é deliciosa chamada de Angkor Wat. A cidade de Siem Reap tem um aeroporto moderno que fica a 15 km da cidade e o taxi custa 12 dólares até a região central, mas saiba que os Hotéis oferecem traslado gratuito então fique atento na hora de reservar. Fiquei impressionado com a infraestrutura dessa cidade encravada na selva Cambojana, na região dos lagos. Descobri depois que a economia do País gira em torno do turismo baseado nas ruinas de ANGKOR WAT, verdadeiro patrimônio da Humanidade. Com relação as ruinas é muito fácil acessá-las sozinho ou em grupos através de taxis guiados. No nosso caso, por comodidade, compramos uma excursão de 1 dia no próprio Hotel. Essas excursões custam aprox. 35 dólares para um dia + taxa de 40 dólares de acesso e uma van vem nos pegar no Hotel as 8hs da manhã e passa o dia inteiro nos levando aos principais pontos turísticos das ruinas que na verdade é enorme com centenas de km2. Guias competentes explicam tudo e programam um restaurante bem legal, porem simples para o almoço onde a gente dá uma parada pra descansar. Mas saiba que num dia só é impossível ver tudo, apenas o básico, então se você for mais estudioso e detalhista compre o ingresso de 2 dias e vá por conta de moto taxi, assim pode ficar quanto tempo quiser em determinados pontos do seu interesse. Então tenha disposição e estude os mapas antes de ir pois você vai aproveitar mais a viagem. Infelizmente no dia que visitamos as ruinas de ANGKOR WAT estava um calor insuportável de 38 graus o que nos atrapalhou bastante pois chegamos num determinado ponto que não tínhamos mais disposição para ficar andando e perguntando os detalhes de cada coisa que nos vislumbrava a vista e só seguíamos a boiada! Chegamos no hotel exaustos as 18hs e só queríamos entrar no ar condicionado. A noite de SIEM REAP é fantástica. Aproveite as várias opções de refeição Asiática para todos os gostos e bolsos, mas tudo geralmente limpo e apetitoso. Outra coisa – Aproveite e faça uma massagem relaxante em uma das dezenas de casas espalhadas pelas ruas centrais por 7 dólares a hora. Prostituição não vi nada e acho que nesse país nem tem, mas vai saber !!! ENFIM... NÃO DEIXE DE IR A ESSE PAIS LINDO E EXOTICO POIS NÃO VAI SE ARREPENDER. ====================== Abr a todos: Marcelo Pera (Valinhos/SP) Email: [email protected] zap (19)997711398
  21. Conheça as principais atrações, confira dicas e Informações essenciais para quem quer visitar Singapura. O que fazer em Singapura em até 3 dias: Dia 1: Singapore City Gallery, Chinatown & Boat Quay Singapore City Gallery Comece seu tour pela Singapore City Gallery, uma galeria interativa bem legal, onde você pode conhecer mais da história local. Lá tem uma maquete enorme, sendo uma projeção de Singapura para daqui a 100 anos! Chinatown Para curtir Chinatown, abra a mente e esteja aberto para absorver todos os detalhes. Vá sem pressa e curta os mercados, cafés, restaurantes e lojas - parece que você está em outro país! Boat Quay Saia de Chinatown e caminhe por mais de 10 minutos até Boat Quay. Aqui era um cais, onde chegavam mais da metade das mercadorias de Singapura. Ali você encontra restaurantes, bares e arranha-céus modernos. Para acessar o post completo com as principais atrações de Singapura, além de várias dicas úteis para o planejamento de sua viagem, é só acessar: https://emalgumlugardomundo.com.br/o-que-fazer-em-singapura/
  22. Conheça as principais atrações, confira dicas e Informações essenciais para quem quer visitar Singapura. O que fazer em Singapura em até 3 dias: Dia 1: Singapore City Gallery, Chinatown & Boat Quay Singapore City Gallery Comece seu tour pela Singapore City Gallery, uma galeria interativa bem legal, onde você pode conhecer mais da história local. Lá tem uma maquete enorme, sendo uma projeção de Singapura para daqui a 100 anos! Chinatown Para curtir Chinatown, abra a mente e esteja aberto para absorver todos os detalhes. Vá sem pressa e curta os mercados, cafés, restaurantes e lojas - parece que você está em outro país! Boat Quay Saia de Chinatown e caminhe por mais de 10 minutos até Boat Quay. Aqui era um cais, onde chegavam mais da metade das mercadorias de Singapura. Ali você encontra restaurantes, bares e arranha-céus modernos. Para acessar o post completo com as principais atrações de Singapura, além de várias dicas úteis para o planejamento de sua viagem, é só acessar: https://emalgumlugardomundo.com.br/o-que-fazer-em-singapura/
  23. Singapura é cidade ou país? Escreve com "s" ou "c"? A maior concentração de milionários, o melhor aeroporto do mundo e mais 12 curiosidades sobre Singapura: se você planeja ir pra lá ou quer saber mais sobre essa ilha cidade-estado, dá uma conferida aqui. Singapura ou Cingapura? O correto é Singapura ou Cingapura? Pois o Brasil é o único país de língua portuguesa a usar o "c", sendo que as duas formas são corretas. A origem do nome vem de “sing” + “pur”: O nome malaio “sing” significa leão, já “pur” quer dizer cidade em sânscrito. E quem nasce em Singapura é singapurense ou singapuriano. Merlion: o símbolo de Singapura O ícone de Singapura é o Merlion, uma figura com corpo de um peixe e com a cabeça de leão. O nome significa “mer” (mar) com "lion" (leão), o que remete à origem do nome Singapura e ao passado do lugar, que era então uma vila de pescadores. Merlion, o símbolo de Singapura Singapura: cidade, estado, país? Singapura é a única ilha cidade-estado do mundo. Seu nome oficial é República de Singapura, e é tanto reconhecida como cidade, capital e como país. Singapura é composta por uma grande ilha e mais 63 ilhas menores, sendo que a maioria delas é inabitada. Riqueza Singapura é um dos países mais ricos do mundo, tendo a maior concentração de milionários do planeta!!! Considerado o melhor país do mundo para se fazer negócios, é o melhor país da Ásia em termos de trabalho: lá vivem mais de 1,3 milhão de estrangeiros, que estão inseridos no mercado de trabalho Confira mais curiosidades de Singapura no post: https://emalgumlugardomundo.com.br/12-curiosidades-sobre-singapura/
  24. VISITANDO O LAOS by Marcelo Pera/Valinhos-SP ([email protected]) Eu e minha esposa acabamos de voltar do Laos, no sudeste asiático e ficamos encantados com esse país desconhecido e gostaríamos de postar algumas informações para te ajudar a decidir a viajar para este pais tão pitoresco. O Laos é um pais exótico, lindo e maravilhoso e se vc for a Tailândia, não deixe de visita-lo pois é perto e vc pode inclusive ir de ônibus se tiver pouco budget ! Seguem detalhes da viagem que com certeza vao te ajudar a programar a sua viagem e se tiver duvida mande-me e-mail que te ajudo. Fiz vários vídeos de lá cujos links estão abaixo ... vocês vão gostar !!! https://youtu.be/a592ibiEOcg Visitando um centro Budista https://youtu.be/HD8M-XfL-hQ Pousando no Laos https://youtu.be/q2_rRlgDGLc Andando e comendo pela rua https://youtu.be/DSVIQlNnZtQ Feirinha noturna no lado do rio Mekong https://youtu.be/OXrHVhTL0k8 Visitando uma loja de camisas https://youtu.be/9HdLh_l05Eo Símbolos da paz no centro da capital DICAS DO LAOS: 1 – VÔO - É muito fácil comprar voos da Tailândia ou de qualquer outro pais do sudeste da Ásia para o Laos. Não existem muitas empresas aéreas que fazem essa rota mais eu fui direto no site da empresa LAO AIRLINES e comprei o voo só de ida Bangkok-Vientiane) por 80 dólares em um avião turbo hélice ATR-72 muito confortável e bem conservado. O vôo entre durou certinho 1 hora e assim que vi o Rio Mekong lá embaixo, sabia que estava chegando, pois Vientiane fica bem na fronteira entre os dois países que são divididos por esse rio. Existem 2 destinos turísticos fortes nesse pais que são: LUANG PRABANG mais no Norte (muitas florestas, animais aventuras, etc) e a capital VIENTIANE. Nós só fomos para a capital pois nosso tempo estava curto devido ao pouco tempo que tínhamos disponível pois estávamos viajando por diversos países da região (Só faltou Myanmar). Sendo assim tive que optar e decidi pela capital VIENTIANE, mas no futuro pretendo voltar e visitar o resto pois falaram que o interior do Laos é como voltar ao passado. Bem primitivo !!! DESEMBARCANDO NO PÁTIO DO AEROPORTO - ATR 72 -TURBO-HELICE 2 - AEROPORTO - O Aeroporto de Vientiane é bonito, pequeno e fácil de desembarcar/embarcar. Assim que você sai do avião tem que caminhar pelo pátio dos aviões para o setor de imigração/entarda e lá (entrando, a direita) se compra o VISTO de turista por 30 dólares (para 60 dias) facilmente, mas não esqueça de levar 1 foto 5 x 7 para afixar no formulario. Em 5 minutos já estava liberado e pronto para pegar a mala na esteira (só tem 3) e sair direto no saguão de desembarque, tudo com muita calma e como se fosse numa pacata rodoviária. Após isso fui no balcão de taxi e comprei um ticket pré-pago para o Hotel que fica no centro da cidade, pelo valor de 7 dólares. Achei o pais super seguro e com um povo lindo e educado e sempre pronto a ajudar os turistas! Enfim... estava no Laos !... um sonho de infância se realizando ! AEROPORTO DE VIENTIANE - Moderno, mas parece uma rodoviária de luxo ! 3 – CAPITAL VIENTIANE - É uma cidade relativamente pequena, linda e bem arrumada/moderna porém não tem muitas atrações turísticas. Diria que é menor que Campinas, mas não vou me estender nos pontos turísticos pois outros relatos já tem descrições completas de todos esses pontos e não vou perder tempo repetindo. Mas o importante é que você adorará ficar lá uns 3 dias no máximo andando pelas ruas do centro, fazendo massagem nas inúmeras casas espalhadas por todo lado, comprando bugigangas e indo nas atrações turísticas (quase todos referentes a templos Budistas e palácios governamentais) lindas de morrer...Vale a pena. Esqueci de mencionar que a capital é margeada pelo Rio Mekong e só por isso tem um charme danado, pois é um rio mítico ! 4 - ANDANDO A NOITE PELA FEIRINHA POPULAR - Todas as noites tem uma feirinha na beira do Rio Mekong onde tem centenas de pequenas barracas de camelos onde se acha de tudo, especialmente bugigangas chinesas e vietnamitas, artesanato além de remédios e bálsamos. Tem tanta gente nessa feirinha que é até difícil de caminhar em paz, mas vale muito a pena a visita caso vc queira comprar algumas lembrancinhas ou mesmo algum carregador de celular, camisetas, roupas, etc etc etc ou mesmo não comprar nada ...Também tem a parte de comidas típicas, todas deliciosas e comemos varias coisas bem típicas do sudeste asiático, mas lógico... tome cuidado para não acabar com sua viagem ali !!! 5 – ALIMENTAÇÃO - É muito farta, deliciosa e barata no Laos, inclusive a alimentação de rua... (não tivemos problema nenhum) mas muito cuidado com a pimenta pois eles abusam, como em toda Ásia... então a todo momento diga PLEASE NO SPICY !!! Geralmente pode-se comer muito bem por US$ 4 no bolso e ainda tomar um refri !!! Frutas então... inacreditável... como o país é quente... tem todas as frutas que conhecemos e outras inacreditavelmente estranhas. Experimentamos várias. 6 – IDIOMA - É o LAOSIANO, mas o inglês é arranhado em qualquer lugar ... Dos países que viajamos nesta viagem (Etiópia, Vietnam, Camboja, e Tailândia) é o que mais tivemos dificuldade de comunicar pois o inglês é pouco falado ... mas não se preocupe. voce vai se virar tranquilamente desde que tenha uma mapa da cidade nas mãos (O hotel me deu um belo mapa colorido o que me ajudou muito e era meu amigo inseparável) e vá parando o povo na rua e mostrando no mapa onde quer ir...e eles vão te ajudando, principalmente os jovens... 7 -LOCOMOÇÃO - Taxi/Tuk Tuk - Existe fartura desses transportes nas regiões centrais e turísticas e eles ficam te atazanando o tempo todo até te irritar... num momento nós nos perdemos pelas ruas pois pegamos um atalho errado e quando vimos estávamos bem longe do centro e não consegui arrumar nem taxi e nem tuk tuk e deu o maior trabalho pra voltar pro Hotel pois fiquei com as pernas assadas de tanto andar naquele calor de 39 graus... Não se esqueça... você é turista e é uma presa fácil então quando eles falarem o valor DA CORRIDA... ofereça a metade e faça cara feia e chore pois que eles aceitam, pois sabem que estão dobrando o preço pra você que é turista estrangeiro ...Eu fazia cara de bravo e logo chutava um preço baixo e eles aceitavam !!! Usamos muito tuk tuk e quase não gastamos nada !!! Uber nem pensar !!! 8 - HOTEL - Existe uma enorme diversidade de Hotéis na região mais turística, inclusive para mochileiros (vi ate por 6 dólares/noite), mas eu escolhi um Hotel o qual recomento muito: IBIS VIENTIANE. Esse Hotel é nota 10. Tem internet através de WI FI bom, restaurante excelente e um ótimo café da manhã. E o mais importante, se localiza bem no centrão turístico em lugar que da para andar por todo lado e facilmente se acha o caminho da volta. Tudo por 70 dólares a diária por casal com café da manha. Com certeza se voltarmos para lá vamos ficar de novo neste Hotel ... É igualzinho ao padrão IBIS internacional, só que bem mais chique e mais uma coisa... é um Hotel novo em que tudo está impecável...além de ter um staff jovem e muito eficiente e que me ajudaram em tudo !!! Pra falar a verdade... foi um dos poucos lugares em que consegui falar um inglês melhorzinho !!! 9 - RELIGIÃO - O Budismo é predominante em todo o sudeste da Asia e visitamos stupas budistas e monastérios praticamente em cada rua de Vientiane. Estude o Budismo antes de viajar afim de entender essa linda religião ... isso vai facilitar quando estiver nos templos e mesmo conversando com os monges que estão em todos os lugares, pois aqui você não terá acesso a informações devido a dificuldade do idioma e pode ficar boiando sem entender o que se passa nos templos... alias estude muito o pais antes de sair mesmo do Brasil... sua viagem vai ficar mais fácil e vai entender melhor tudo !!! Eu já acostumei a fazer isso e sempre me preparo muito antes de embarcar , e imprimo material e vou lendo pelas ruas e antes de sair do hotel! 10 - MOCHILEIROS - Eu nao fui no estilo mochileiro, mas já fiz mochilagem ... quero dizer que o pais é muito barato e você vai gastar muito pouco dinheiro se for como mochileiro principalmente com mais pessoas ... Existe transporte terrestre para todo lugar (ônibus e trem), inclusive para a Tailândia, Camboja, Vietnam, China e vc não vai ter problema desde que seja esperto e tenha tempo.. Falo em esperteza pois vc tem que ter destreza na busca de informações pela internet e na obtenção de informações com outros mochileiros dos diversos paíeses do mundo que perambulam por essa regiao ... e por falar nisso vi muitos turistas do mundo todo no estilo mochileiro andando pelas ruas e pelos pontos turísticos. E que povo bom e amigo !!! 11 – CURIOSIDADE - SAMBA LAOS (https://www.facebook.com/SambaLaos) Estávamos caminhando sem rumo pelo centro da cidade quando deparamos com uma Churrascaria Brasileira.... Quase cai de costa...pois não existe churrasco nesta parte do mundo. Entrei e conheci o lugar e perguntei o preço pro garçom que me disse que a refeição é de US$ 20 por pessoa... mas como eu e minha esposa não estávamos com fome... só fotografamos e fomos embora... mas antes bati um papo com o gerente Inglês que nunca havia estado no Brasil !!! e dei uma olhadinha e achei surreal... nossa no Laos.... uma churrascaria Brasileira... que de Brasileiro não tem nada... mas fica a dica pra quem quiser matar a saudades do Brasil e comer uma carninha !!! 12- CAMBIO - Esqueci o nome do dinheiro local, mas não se preocupe pois em todos os locais trocaram facilmente as notas de US$ 100 pelo dinheiro local. Além disso também pagamos varias coisas com cartão de crédito e débito e realmente confirmei que o mundo se globalizou pois a parte de dinheiro não coloca mais medo na hora de viajar. Ficou fácil. 13 - PARTES TURISTICAS - Consulte o Google que vc vai ver as atrações de Vientiane, mas te afirmo que 3 dias dá pra passear bem, mas prepare-se pois tem que caminhar muito e o pior num calor danado, por isso sempre use roupas eleves e chapéus e protetor solar (imprescindível) !!! MONGES BUDISTAS EM TODO LUGAR - AJUDA-LOS É UMA DECLARAÇÃO DE AMOR A DEUS !!! SHOW NOTURNO ]NA PRAÇA CENTRAL DE VIENTIANE PALACIO DO GOVERNO VIENTIANE - RUAS LARGASE MODERNAS ALTO DO PATUXAI VISTA DA CIDADE DO ALTO DO PATUXAI GONGO DA PAZ UNIVERSAL NO CENTRO DE VIENTIANE MUITO DIFERENTE DA COMIDA DO BRASIL ? É NADA !!! RUAS CENTRAIS DE VIENTIANE - DOMINADAS POR SCOOTERS DESPEDINDO DO LAOS - DESTINO SAIGON TEMPLO BUDISTA ETA JANTA BOA !!! - 3 US$ CHEGANDO NO LAOS
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