Ir para conteúdo
  • Cadastre-se

Pesquisar na Comunidade

Mostrando resultados para as tags ''campos do jordão''.



Mais opções de pesquisa

  • Pesquisar por Tags

    Digite tags separadas por vírgulas
  • Pesquisar por Autor

Tipo de Conteúdo


Mochileiros.com

  • Perguntas e Respostas
    • Perguntas e Respostas
    • Destinos
  • Companhia para Viajar
    • Companhia para Viajar
  • Relatos de Viagem
  • Equipamentos
  • Trilhas e Travessias
  • Nomadismo
  • Outras Formas de Viajar
  • Outros Fóruns

Encontrar resultados em...

Encontrar resultados que...


Data de Criação

  • Início

    FIM


Data de Atualização

  • Início

    FIM


Filtrar pelo número de...

Data de Registro

  • Início

    FIM


Grupo


Sobre mim


Lugares que já visitei


Próximo Destino


Ocupação

Encontrado 14 registros

  1. Olá pessoal, tudo bem com vocês? Sempre leio os fóruns daqui, por isso, resolvi colaborar com as minhas dicas de viagem. Esse é o primeiro relato e vou falar sobre um bate e volta que fiz em Campos de Jordão - São Paulo. Sou de Santo André - Sâo Paulo, e no último domingo acordei cedinho e fui a Campos, o dia estava friozinho, ideal para o passei. Chegamos lá em torno das nove e meia da manhã, e fomos diretamente para o Museu Felicia Leirner, vale muito a visita ( principalmente para os amantes de fotografia como nós!), mas não tem muito o que fazer por lá, então, logo em seguida, fomos ao Palacio do Governador. No Palacio ( Que é praticamente ao lado do Museu) tomamos café da manhã em uma cafeteria com uma paisagem linda, mas com um atendimento não tão lindo assim, que fica do lado de fora. Para entrar, pegamos uma fila imensa, mas que valeu a pena, lá dentro pudemos apreciar obras de Anita, Tarsila e Di Cavalcanti, além dos moveis antigos ( Se não me engano século XVII), Saimos de lá rumo a Pedra do Baú, que é longeeeeee do centro ( Na verdade lá nem é mais Campos do Jordão), no caminho paramos na Gruta dos Criolos, que é legal pela história, por que o lugar propriamente dito, está abandonado e não tem nada o que fazer lá. Chegando a Pedra , pegamos a trilha que leva ao "bauzinho" ( 15 min caminhada ) e não a que leva ao topo do "Baú" ( 3 horas de caminhada) por falta de tempo, e não de vontade, por que o lugar é deslumbrante. Mas, de qualquer maneira, vale muito a visita, mesmo que só até o bauzinho, uma paisagem incrivel e que é possível subir até um pouco mais alto, por isso, meninas, vão de tênis. Voltando, por volta das duas e meia da tarde, e morrendo de fome, encontramos um restaurante, meio parque, meio pesqueiro, muito gostoso, chamado ECO PARQUE, comemos bem, em um buffet de 26 reais. Gostoso, deu vontade de ficar mais tempo. Passamos na super loja de chocolate da Cacau Show, nada de muito impressionante, e fomos a fábrica da Baden Baden ( Vale pesquisar bem o endereço, ou ir de GPS, pois é bem escondidinho e as placas da cidade não ajudam muito, ou seja, ficamos um bom tempo perdidos). Na fábrica de cervejas artesanais, era necessário o agendamento prévio para o tour e apresentação da fábrica, nós, obviamente, não tinhamos feito. Porém, a minha dica é, se você tentou agendar por telefone e não conseguiu, vá assim mesmo, pois muitas pessoas que agendam não vão, e então eles encaixam as pessoas que estão lá na hora. E foi o que aconteceu com a gente. Entramos no tour das 16hrs, pagamos 15 reais cada para entrar, escutamos toda a história da Baden Baden, aprendemos sobre os processos de fábricaçao e sobre os ingredientes utilizados, bem como o portifólio de bebidas, Depois desse mini-tour ( a fábrica é muito pequinininhaa) levaram a gente para a sala de degustação, tomamos dois copos de cervejas cada ( cristal e a block) e ganhamos um copo de brinde. Achei que compensa. Na saída tem uma lojinha em que você pode adquirir as cervejas por mais ou menos onze reais cada. Saímos correndo, e fomos ver o por do sol no morro do Itapeva, passando rapidamente pelo lago de Itapeva. A paisagem é bonita ( não tanto quanto a da Pedra do Báu!) e lá em cima tem umas lojinhas com uns preços bacanas ( Lenços por 10 reais !!!). A noite, fomos a Capivari, demos uma voltinha no centro , que estava lotado e frio, e jantamos no badalado restaurante Baden Baden, que tinha uma fila de espera meia grande mas que andou bem rápido, comemos a famosa linguiça recheada com queijo, bolinhos de tilápia, vinho quente e mais cervejas baden baden. Uma delícia o lugar, mas prepare-se para gastar. Aproveitamos por algumas horas e voltamos para Casa. Foi um dia muito bacana, e muito bem aproveitado!!! Espero que tenham gostado !! Até a próxima. Marina
  2. Estou querendo formar um grupo para uma semana de trekking e turismo rural na Serra da Mantiqueira na segunda semana de janeiro/2019. Conheço bem a região pois sou natural de lá. Criei um roteiro no Google My Maps: são 113km em uma semana de caminhada e turismo rural nos bairros e cidades que ficam ao redor da Pedra do Baú, um dos mais famosos monumentos naturais da Serra da Mantiqueira. Localizada entre S. Bento do Sapucaí e Campos do Jordão, na divisa do Vale do Paraíba com o Sul de Minas, é um dos pontos mais famosos de rapel e escalada do Brasil, com 1950m de altitude e 340m de altura. Junto com Bauzinho e Ana Chata, a Pedra do Baú forma o Complexo do Baú, formação rochosa milenar. Estou tentando formar um grupo para percorrer o trajeto de 08 a 16 de janeiro de 2019. A princípio, a proposta é de nove dias de jornada a pé pelas estradas da região do Complexo do Baú, intercalando cada dia de caminhada com um dia de turismo e descanso no vilarejo em que estivermos pernoitando, incluindo um dia inteiro em S. Bento do Sapucaí, em Campos do Jordão, no distrito de Luminosa, e finalmente um dia inteiro nas trilhas da região da Pedra do Baú. Estradas de terra e rodovias em meio à mata virgem e aos bairros da roça, vales cravados em meio às montanhas e subidas a 1700m acima do nível do mar... Contato com o povo da região e experiência única num dos lugares mais belos da Mantiqueira! E ainda tem um dia de passeio em Campos do Jordão, uma das cidades mais famosas da região! Paisagens marcantes e íntimo contato com a natureza da Serra são garantidos! Quem estiver disposto e quiser mais informações para se juntar a nós, entre em contato comigo. Fecharemos o grupo e agendaremos as hospedagens no máximo na primeira semana de janeiro. Bora lá! William WhatsApp: 012 974069277.
  3. As vezes, faço umas viagens bate e volta (geralmente por não querer perder oportunidade e ser a forma que consigo conciliar com o tempo que tenho disponível). Pois bem, como de costume, envolveu pessoas diferentes, lugares novos, experiências engraçadas, aprendizados... Geralmente minhas viagens são sozinha ou com algum amigo(a) para conhecer/rever lugares e/ou amigos virtuais ou não. Nesse ultimo final de semana, o engraçado foi que não eramos todos amigos de grupo há tempos e que iriamos nos encontrar/nos conhecer seja porque algum integrante ia casar(como já aconteceu 2 vezes esse ano), ou simplesmente por uma oportunidade onde estávamos próximos... Dessa vez, ninguém se conhecia, o algo em comum que todos tinham era eu, e não era meu casamento haha. SOBRE AS PESSOAS: Conheci a Kellen de Campo Grande - MS em um grupo do whats, onde em uma viagem de packer e encontrinho, acabou tendo a oportunidade e ela se hospedou aqui uns dias, fizemos bate e volta e continuamos a amizade. O Augusto da Ilhabella - SP o conheci usando o blablacar, foi o primeiro que peguei na vida em uma ida à GRU, e continuamos mantendo contato. O Júnior, era amigo da minha melhor amiga, quando ela morou um tempo em Americana - SP, e acabei o conhecendo pelo facebook, em uma oportunidade ele veio aqui, fizemos um bate e volta sem destino e acabamos em Trindade-RJ, depois fui conhecer uma turma em Americana e fiz CouchSurfing com ele, amizade continuou também. Semana passada a Kellen estava por SP e me chamou para ir a Campos do Jordão ( é perto, nunca fui e tinha curiosidade / me faltava oportunidade), como eu sou do "vamos?vamos" me empolguei, fui organizar com ela e vimos que com mais gente seria possível, lancei no insta o convite (vai que cola!), o Augusto se manifestou, fomos organizar para 3, gasolina, hospedagem, alimentação etc... é... mas dava pra completar o carro e economizar mais. Ok, vamos lá! O Jr se manifestou, deu um jeito e topou ( ele sempre faz isso!). Ficamos acertados assim: Ponto de encontro: Tatuapé. De lá, seguíamos juntos para Santo Antonio do Pinhal, onde nos hospedamos pelo airbnb na Cabana do Voador(qualquer informação a mais a respeito, pode chamar no inbox), de lá Villa Capivari e depois a gente vai decidindo... No dia o Júnior me falas 12:00 que não sabe como vai pra SP ainda, e eu o chamo de louco, ele fala que a louca sou eu, e eu(como sempre) pergunto o porque, e a resposta dele foi " Vai viajar com gente que nunca viu na vida! " . Foi aí que eu percebi que na verdade, segundo a lógica dele, eu era a única com bom juízo(Viu mãe!), pois eu conhecia todos há algum tempo e pessoalmente, já nenhum deles se conhecia de forma alguma, apenas confiaram em mim #quefofinhos ... e no fim das contas, como sempre acontece, nada saiu como planejado, muitos perrengues, frio, calor(sim teve calor em Campos) atraso de sobra,ainda conhecemos a Cris que de ultima hora foi conosco como blablacar, e está no grupo ainda porque é uma linda! Visitamos Santo Antonio do Pinhal, Campos do Jordão, Sao Bento do Sapucaí e Avenida Paulista na madrugada de volta porque eu não tinha ido ainda kkk P.S: Peguei 5º no sábado a noite e 26º no domingo a tarde. E só levei roupa de frio porque TODOS diziam: "você pode não passar frio, mas calor também não passa".(passei mais calor que frio!) #faltouprevenirnéAyanna SOBRE LUGARES VISITADOS: - O VillaCapivari é caro, mas é lindo, um clima ótimo, movimentado sempre, muitos restaurantes, quiosques, sorveteria (estava 5º mas ok),a maioria das lojas estava fechada no horário que eu fui (depois das 22:00), mas tinha muita coisa linda na vitrine. - O pastel do Maluf é lotado 30,00 a média e tem 32cm cada, nós dividimos 2 pasteis para 4 pessoas, mas acredito que 1 por pessoa seja o mais indicado mesmo(para matar a fome rs) (acho que é uma das coisas mais baratas no Villa, se bem que tem porções de picanha em alguns restaurantes saindo ha 40,00, não sei a quantidade, mas de outra vez eu conto, ou se alguém já foi, ajuda aí rs). Alguns lugares lotam e não permitem mais a entrada como a Fire Up. Mas, depois das 02:00 diminui o fluxo e muita coisa fecha. Durante o dia, é mais o centrinho mesmo(dia de domingo fechado), conhecer a cidade em si, se tiver de carro indico ir para a redondeza. No centro, tem almoço por peso 3,99 100g ou 24,90 a vontade na padaria Dona Bella sabor e delicia, gostei de lá. Santo Antonio do Pinhal tem uns restaurantes e barzinhos no mesmo estilo do Villa, próximo ao Pico do Agudo, porém com menor fluxo, +- a mesma média de preço. Cabana do Voador é próximo ao pico, e os anfitriões indicam alguns lugares para visitar, a maioria é pago, taxas de 5,00 a 40,00). Em campos, tem uma placa :Pedra do baú ( vista da serra da mantiqueira), Horto e Cachoeira alguma coisa, você vê a placa e uma ladeira, e pensa: tudo perto, vou ganhar tempo. kms depois tem uma placa dizendo que a pedra é a 36km - parece que não chega (já estamos aqui, fomos!) , você passa para o município de São Bento do Sapucaí e anda um pouco mais até chegar no lugar que te informam que é cobrada uma taxa de 10,00 por pessoa, vc tem que estacionar e subir 800m a pé até o bauzinho e 1200 para a pedra do baú. Se estacionar, não devolvem o dinheiro caso alguém desista,apenas é devolvido se todos do carro desistirem ( porque? só Deus sabe, deveria ser cobrado por carro então, como no pico do Agudo, mas ok né). Vale a pena ir cedo para conseguir aproveitar todos os pontos pelo caminho também, como a cachoeira alguma coisa, o não sei o que dos elefantes, o Hosto Florestal, vale encantado etc... Ah, fiquei devendo o bar de gelo que soube que tem em Campos, mas 70,00 por 20 minutos ? Não está dentro do orçamento de um bate e volta que gastei pouco mais que isso. Ficou para a próxima! Bom, é isso! kkk se chegou até aqui, parabéns Guerreiro(a)! Qualquer dúvida puxa pela minha memória ou fotos que estamos aí para ajudar. Beijo. 37992396_463319080804310_6165954805048016896_n.mp4 38108080_460406504426092_4562489903945875456_n.mp4
  4. Nosso grupo para essa caminhada era formado por 7 pessoas (incluindo uma criança de 10 anos). Encontramos os monitores Rafael e Carol no centro de visitantes do Horto Florestal de Campos do Jordão às 10h. Recebemos informações sobre a trilha, preenchemos um formulário de identificação e termo de responsabilidade. Começamos a caminhada às 11h. A trilha Celestina ficou fechada por 7 anos e foi reaberta para visitação em dezembro de 2015, necessário agendamento prévio (email: [email protected]; telefone: (12)3663-3762) e acompanhamento dos monitores do parque. O ingresso no horto custa R$12,00, estacionamento e monitoria da trilha são gratuitos. O caminho é por mata fechada (aberta pelo facão do Rafael em alguns trechos!). Mata atlântica; vimos pé de canela, várias bromélias, araucárias...Depois de uma pequena subida chegamos a uma região de campos de altitude (vegetação mais baixa pois o solo tem muita pedra). A vista de lá é muito bonita. Dá para avistar a pedra do Baú e também uma estradinha de terra por onde teríamos que sair caso chovesse e houvesse risco de continuar pela trilha. Mas deu tudo certo e fomos até o final. Teve uma chuvinha fraca, mas nada que comprometesse nossa segurança. A descida da volta estava um pouco escorregadia, bastão de caminhada evita quedas e dores nos joelhos. Entramos novamente em mata fechada, mas a volta não é pelo mesmo caminho da ida. Cruzamos um riozinho e terminamos a trilha quase às 17h. Foram 8,5km de caminhada total (cerca de 6h com paradas para lanche e fotos). Há outras opções de trilhas mais curtas e autoguiadas no horto (http://www.ambiente.sp.gov.br/fundacaoflorestal)
  5. Parque Estadual Campos do Jordão Horto Florestal E ai Mochileiros e viajantes hoje vão relatar minha experiência pessoal no Parque Estadual de Campos de Jordão ou conhecido também como Horto Florestal. Bom Eu sou morador da Região, mais precisamente sou de Pindamonhangaba – SP, então vou passar algumas dicas do Parque para quem estiver pensando em dar uma passada por Campos e fazer algo pelas montanhas. O parque é realmente muito bonito e vale a Pena ser conhecido já que a maioria desconhece que existe esse lugar e é pouco divulgado. Então vamos lá vou passar as dicas de como chegar, o quê fazer, preços, etc. Esse Passeio foi de um dia, dá para fazer sim se você tiver pique e folego se as Trilhas em poucas horas e ainda dá para aproveitar as outras atrações do Parque como Arvorismo, Tirolesa passeio de Bicicleta ou até mesmo um piquenique ou relaxar após as andanças. O parque Possui 5 Trilhas mas eles só divulgam 4 trilhas principais e 1( Trilha Celestina) tem que ser monitorada, li relatos que dá para fazer sem guia, então se quiser fazer tem que perguntar para alguém pois eles não indicam o inicio desta trilha, até há sim uma placa onde ela começa mas está junto a trilha dos Campos então você acabada não sabendo para que lado a Trilha da Celestina segue. Essa não consegui fazer, abaixo explico por que. No final do relato há todas as informações do Parque. Trilha do Rio Sapucaí Review da Trilha: Extensão: 2,6 KM Nível: Difícil (para mim Média) Tempo: 1h ou 1h30 (Vai depender de você) A trilha Inicia e termina no mesmo local Acesso: Passando o centro de exposições e o restaurante da entrada do parque. ´ É uma ótima trilha para avistar as belezas da região do parque, ver as Araucárias, plantas e alguns animais da região. Vale muito a pena! Essa trilha começa bem depois do Restaurante seguindo a estrada a Trilha é bem demarcada, não há como se perder, tem algum caminho que induz a seguir por ali, mas logo se você entrar vai perceber que está fora e é só voltar, na dúvida siga sempre a sua direita, não há erro. A trilha é muito bonita, a placa indica que é nível difícil, mas achei que foi Nível Médio, não é tão difícil assim, enfim minha opinião kkk. No caminho você já vai começar a ver as Araucárias, arvores da região, são muito altas e deixam a natureza da região linda. Durante a trilha você vai ouvir o barulho do Rio Sapucaí correndo na parte de baixo do vale, mas próximo do final você vai chegar mais próximo do Rio. Aqui foi a parte triste da trilha, infelizmente você vai avistar sujeira no Rio, uma pena, já que o lugar é tão bonito e o ser humano está matando a natureza, enfim fica nossa reflexão para preservar a Natureza. No meio da Trilha Fica uma Tirolesa bem alta que corta por cima no Rio Sapucaí, pela vista deve ser bem legal fazer, no horário que fui ainda não tinha ninguém. Trilha da Cachoeira Review da Trilha: Extensão: 4,7 KM Nível: Fácil Tempo: 2h (Ida e Volta) Acesso: Passando o centro de exposições e o restaurante da entrada do parque siga em frente pela estrada de terra, até o final você vai chegar na cachoeira. Após a trilha do Rio Sapucaí, segui em frente pela estrada, a caminhada dura 1 hora ida e 1 hora de volta. O caminho é fácil dá para fazer qualquer pessoa, essa trilha dá para fazer a família toda. O terreno da estrada é acidentado, mas nada que dificulte tanto, havia chovido dia antes então a estrada estava com barro, então de preferencia para tênis ou botas de trilha. Siga sempre pela estrada até o final da trilha , não há erro. Sem quiserem também podem alugar uma Bike na sede do Parque e fazer o trecho pedalando, mas no final vão ter que deixar a bike e seguir a pé até a cachoeira. No caminho vocês encontrarão a Trilha para Celestina, mas que na verdade é o final da Trilha dos Campos. Já explico: Bom eu tinha a intenção de fazer a Trilha da Celestina que era muito conhecida, mas ela só é feita com Guia Local do Parque, li relatos de pessoa s que fizeram sem o guia e foi de boa, na volta da Trilha cachoeira entrei nesta trilha, que tinha a placa somente com monitoramento, decidir fazer sem guia, a trilha foi Difícil. Mas no final dela acabei do incio da Trilha dos Campos, fiz a trilha sem saber Foto 04 Acho que a Trilha da celestina teria que pegar outro caminho mas eles não demarcam essa trilha justamente para você usar o serviço do Guia. Trilha dos Campos Review da Trilha: Extensão: 3 km Nível: Médio – Difícil Tempo: 1h30 Acesso: O acesso é feito se você for de Ônibus depois de você passar na ponte e seguir em direção ao estacionamento, siga por uma estrada de terra, e logo tem a marcação da trilha e logo mais a frente o inicio dela. Como mencionei acima comecei pelo final dela, que seria indo para trilha da cachoeira e acabei fazendo ao contrario achando que era a Trilha da Celestina. Comecei a trilha por uma mata fechada, alguns troncos e galhos pela frente, a trilha é bem demarcada não como sair dela. Após esse primeiro trecho pela mata, comecei a subir uma parte íngreme e começou a vida mais descampado nesse momento não havia muito sombra, era por volta do 11h30 o sol estava forte nesse dia, com algumas nuvens mais castigou um pouco kk....a trilha é considerada moderado mas classifico como moderado – difícil para sedentários vai judiar um pouco rsrsrs.... enfim a trilha passa pelo meio do mato mesmo por cima da montanha a vista é realmente muito bonita de lá de cima. A trilha tem alguns cupinzeiros pelo caminho, na primeira parte da trilha independente de onde você começar ela vai ter um trecho de subida, depois fica plana e no final é só descida. No caminho há um três lugares de parada na sombra, para descanso, avistar a paisagem, etc. No final da trilha segui de volta a sede do parque e fui apreciar as outras opções do parque, descansar em baixo das arvores, ver o lagos. Outras opções O parque conta com outras opções de lazer, como centro de exposições, restaurante, passeio de trenzinho, Arvorismo, Tirolesa, Lojinha de souvenires, áreas de lazer para piqueniques, lagos, aluguel de Bike. Entrada do Parque (Preço Abril 2017) Adulto R$ 13,00 Estudante: R$ 6,50 Crianças e Idoso acima de 60 anos: Não Pagam Se for de Ônibus, você não paga a entrada do parque já que ele passa pela entrada e para lá dentro. Horário de Funcionamento: Das 09h00 até às 17h00 Como Chegar no Parque Em Campos do Jordão Saia da rodoviária e atravesse uma pequena ponte indo para avenida principal você vai atravessar a linha do trem e logo em frente tem um posto de gasolina, ao lado do posto fica o ponto para pegar o ônibus para o Horto Florestal, informe – se no local, pois não há placa de parada de ônibus. Horários do desse Ônibus: é de hora em hora 1º Horário é 8h30 passando em Frente ao Terminal Rodoviário. Mesmo aos Finais de Semana. Se for de carro siga as placas na entrada da cidade, a cidade possui informações por todos os lados e na dúvida pergunte. Saindo de SP Capital e do Vale do Paraíba Ônibus: Empresa Pássaro Marrom Consultar preços e horários no Site: http://www.passaromarrom.com.br Carro: Via Dutra Sentido SP - Rio de Janeiro: Km 117 - trecho em Taubaté Depois Rod. Floriano Rodrigues Pinheiro- Taubaté - SP Sentido Rio – SP: KM 117 – em trecho Taubaté Rod. Floriano Rodrigues Pinheiro, 1928 - Jardim Santa Teresa, Taubaté - SP Rio de Janeiro Ônibus: Empresa Viação Sampaio Consultar preços e horários no Site: http://www.viacaosampaio.com.br
  6. Olá viajantes. Sempre tive vontade de conhecer a super famosa Campos do Jordão, seja pelo clima, pela arquitetura única ou pelas inúmeras opções de lazer. Porém os valores altíssimos das diárias , principalmente em alta temporada me assustaram (não encontrei nenhum hotel com diária menor de R$500,00 para um final de semana durante o inverno). Eis que um dia apareceu a oportunidade de ir a Campos através de uma excursão, no famoso estilo bate e volta. Eu e o meu companheiro Danilo fomos com a Andréia Turismo (super recomendo http://andreiaexcursoeseeventos.com.br/) que faz inúmeras viagens pelo Brasil e que partem de Campinas, onde moro. Para ver mais fotos, acesse meu insta: https://www.instagram.com/viajantesemfim/ ou no blog http://viajantesemfim.com.br Campos do Jordão é uma cidade muito bonita e bem cuidada e a arquitetura de suas casas dão um charme a mais na paisagem. Por ser uma cidade muito turística, no geral as coisas são vendidas a preços bem salgados, principalmente no quesito alimentação. Saímos por volta de umas 5 hrs da manhã do domingo dia dos namorados, 12 de junho, e estava um frio infernal . Depois de uma viagem super tranquila chegamos em Campos as 9.30 hr da manhã e o termômetro marcava 13 graus - porém naquela mesma manhã a temperatura chegou a -2 graus na cidade. Passamos ao lado do belo portal da cidade e havia muitos turistas tirando fotos e apreciando o monumento, que é um dos pontos mais famosos da cidade. O nosso ônibus circulou todo o centro da cidade até finalmente nos deixar na avenida José de Oliveira Damas, onde foi marcado o ponto de encontro do pessoal da excursão as 15 hr. Nosso roteiro de um dia em Campos foi: Descemos do ônibus bem ao lado da Vila do Artesanato e aproveitamos para conhecer o lugar. É um conjunto de várias lojas e pavilhões com centenas de lojinhas que vendem os mais variados produtos, desde roupas, calçados, brinquedos, doces no geral e lembrancinhas. Tem também uma pequena área destinada a apresentações, onde havia algumas pessoas cantando Achei o preço dos produtos ali vendidos bem em conta, porém como foi o primeiro lugar que visitamos e depois teríamos que voltar por ali para embarcar no nosso bus, deixei para fazer as compras por ultimo (e comprei muitas coisas aqui haha). Obs: Para usar o banheiro da Vila tem que se pagar 2 reais Aproveitamos que tem uma pequena praça de alimentação dentro de um dos pavilhões e como estávamos com fome, tomamos um café da manhã bem gorduroso na Vila Campos. Comprei um pastel de pizza por 6 reais e um chocolate quente suíço por 10 reais o copo pequeno, que apesar de caro estava uma delícia . De lá atravessamos a ponte de madeira sobre o pequeno rio Sapucaí e fomos até a linha férrea, um ótimo lugar para tirar fotos. Bem ali ao lado fica o um parque, que é um enorme complexo onde estão várias antigas construções ferroviárias, como a grandiosa estação Emílio Ribas, além de inúmeras lojas e restaurantes. Dentro desse parque também estão localizados o lago e os pedalinhos de Campos - um do lugares mais bonitos da cidade - e também onde se tem acesso ao teleférico. A subida ao Morro do Elefante, que é o ponto mais alto da cidade, através do teleférico leva cerca de 5 minutos e custa R$15,00. Porém a fila tanto para comprar o ingresso quanto para acessar o teleférico estava enorme e como nosso passeio seria rápido, deixamos para uma outra oportunidade. Saímos do parque e fomos até o coração do bairro do Capivari, centro comercial da cidade e onde tudo acontece. São pelas ruas do Capivari que estão a maioria das lojas, restaurantes, shoppings e onde podemos melhor admirar a arquitetura das construções que nos remetem a região dos alpes suíços. Seguimos pela avenida José Manoel Gonçalves - onde visitamos alguns centros comerciais - e subimos até a Avenida Macedo Soares, a principal da cidade. A avenida é bem larga e aos finais e semana é fechada apenas aos visitantes, o que facilita muito, pois ela estava lotada. Nessa avenida fica a igreja de São Benedito, a mais famosa da cidade, inaugurada em 1944 e que tem uma arquitetura bem diferente. Interessante é que anexado a igreja tem uma grande feira de artesanato e produtos diversos e que rodeia todo o templo. Bem em frente a igreja está a praça São Benedito, que é bem arborizada e conta com vários jardins floridos, bancos para descanso e alguns quiosques. Além disso, aos finais de semana, várias barracas são montadas no meio da praça, onde são vendidos diversos produtos. Nessa mesma praça são realizadas inúmeros eventos, voltados para um público bem diversificado, incluindo vivências para crianças, apresentações teatrais e shows no palco situado em uma de suas extremidades. Ao lado da praça São Benedito tem o Shopping Capivari, que conta com boas opções de compras - aproveite para subir no ultimo piso, onde existe uma varanda que tem uma bela vista da região. Em frente fica o Boulevard Geneve, que como o próprio nome sugere é constituído de uma pequena alameda a céu aberto circundada por diversas lojas, principalmente as especializadas em chocolates e bebidas, como a famosa loja da Baden Baden. Sobre essa alameda se ergue uma grandiosa torre panorâmica que proporciona uma linda vista da cidade. Anos depois foi anexado ao shopping uma área mais moderna, o Geneve Plaza, voltado mais para os artigos de luxo. Todo esse complexo, que inclui a alameda, a torre e o Geneve Plaza tem um estilo europeu medieval, seguindo o padrão arquitetônico da cidade. Foi dentro do Geneve que o Danilo comeu um fondue que segundo ele estava uma delicia - eu não gosto de fondue - e que custou R$24,00. Seguimos então para o Shopping Aspen, outro grandioso centro de compras - a cidade tem inúmeros - demos uma volta pelo quarteirão e fomos comer em uma lanchonete chamada Myriam, que apesar do ambiente super charmoso deixou a desejar no atendimento e no sabor - pedi uma batata rostie por R$24,00 que estava sem gosto e que demorou uma eternidade para chegar. Deu o horário e fomos até o nosso ônibus onde faríamos um tour pela cidade junto de uma guia super simpática no qual não lembro o nome. Fomos até a grandiosa loja da Cacau Show, que conta uma variedade enorme de produtos e que no segundo piso expõe uma miniatura de Campos do Jordão toda feita em chocolate. É DEMAIS ! De lá seguimos até o Alto do Capivari, o bairro dos famosos, onde passamos em frente da antiga casa da Hebe, Christiane Torlone, Edir Macedo, Hortênsia, entre muitos outros. O bairro é enorme, super arborizado e conta com inúmeras mansões. Nessa mesma região fica as Duchas de Prata, um dos lugares mais lindos da cidade. É um conjunto de inúmeras cachoeiras e correntezas em meio as montanhas e que tem entrada gratuita. Anexado ao parque estão várias lojas e lanchonetes e pra variar o banheiro era pago . Já escurecendo fomos até uma pequena cachaçaria que não lembro o nome e que vendia praticamente todo o tipo de bebida e por um preço bem salgado. Lá tomei o choconhaque (chocolate quente com conhaque) por R$10,00 e sinceramente não gostei (sou fraco para bebidas alcoólicas ãã2::'> ). As 18 hrs finalmente embarcamos com destino a Campinas, com os termômetros marcando 4 graus . O que ninguém poderia imaginar é levaríamos 5 HORAS apenas para sair da cidade . Sim, 5 horas presos no congestionamento na serra que dá acesso a cidade, provavelmente ocasionado por algum acidente + fluxo de veículos (era dia dos namorados em alta temporada). Outros relatos: Chile: https://www.mochileiros.com/o-fantastico-chile-santiago-embalse-el-yeso-valpaiso-vina-e-san-pedro-de-atacama-com-fotos-roteiro-e-gastos-2017-t140000.html Argentina: https://www.mochileiros.com/buenos-aires-e-la-plata-5-dias-com-fotos-roteiro-e-relato-do-golpe-da-tinta-verde-t131086.html Angra: https://www.mochileiros.com/um-dia-em-angra-dos-reis-vindo-de-paraty-com-roteiro-e-fotos-t138227.html Floripa: https://www.mochileiros.com/visitando-o-centro-historico-de-florianopolis-praia-de-canasvieiras-t138293.html
  7. Fui com minha esposa a Sto Antônio do Pinhal e ficamos na pousada Cesar (bairro José da Rosa). Bom custo benefício, exceto o barulho (acho que as paredes são finas) e, recomendo que levem um edredon extra porque o frio lá não tá pra brincadeira. Almoçamos no restaurante da Beth, que fica atrás da pousada e gostamos muito. De passeios, subimos o pico do agudo de carro, fomos à cachoeira do lageado (R$ 5,00 por cabeça) e passeamos a cavalo (recomendo o rancho country por ser barato, R$ 40,00 por cabeça pra 1h de cavalgada e os animais parecem bem alimentados e não são usados excessivamente como notamos em outros locais). Em Campos do Jordão andamos apenas pela vila de Capivari devido ao mau tempo e frio. Em Capivari, comemos no Caramello (comercial) e no Niji (oriental). Ambos com boa comida e com preço baixo ( média de 25 por pessoa). A estrada é nova é boa e pode ir a noite sem problema( a estrada velha só tem muitas curvas mas está em boas condições também).
  8. Galera, Ja fui para Campos do Jordao SP, muitas vezes e sou apaixonada por aquele lugar. A dica que eu repasso sempre, e ir preferencialmente de carro, porque terao lugares magnificos que o acesso e melhor com um carro. Existe um trenzinho que faz um tour na cidade e nos pontos mais turisticos, porem nao e sempre que ele esta funcionando, portanto, se existir a opçao de um carro, e mais seguro para nao perder a viagem. A rodoviaria, fica perto do centrinho do Capivari. Badalaçao a noite e por la mesmo! Existem varios restaurantes e lanchonetes mas tudo muito caro e dificilmente aceitam Vale Refeiçao... Nao vi camping na regiao, nao sei nem se existe. Fiquei 1x em uma pousada chamada SKY, essa pousada eu nao recomendo porque, no site descrevem ter buffet de sopas a tarde e a noite char outras legalias inclusas na diaria, mas quando voce chega, apenas o cafe da manha e incluso. E um buffet matavilhoso de cafe da manha, com vista para a serra, ar puro e muito sossego, porem fora de epoca um casal fica em torno de R$210,00. Achei muito caro por apenas uma noite... Nao deixe de conhecer Campos do Jordao e o Pastel do Maluf (20cm) valor mais em conta R$ 20,00...
  9. Fomos passar uns dias em Campos do Jordão para curtir o frio Escolhi uma pousada no centro turístico da cidade (Capivari), chama-se Pousada Telhado de Ouro. Muita gente escolhe ficar em hotel no centro comercial que não tem atrativo nenhum e além disso te faz pegar taxi para ir ao centro turístico, então acredito que fizemos uma ótima escolha. PRIMEIRO DIA - compramos nossa passagem de ônibus na rodoviaria do Tiete (pela empresa Passaro Marron saiu R$42 e acho que pela Lira era um pouco mais barato). - chegamos na rodoviária e pegamos um taxi até a pousada, deu R$15 e o taxista foi muito simpático. - na chegada a pousada realizamos o pagamento que restava R$230 (valor da diaria para casal) e fomos para o quarto. Na cama havia duas toalhas em forma de flor e um chocolate em cima (o chocolate belga em forma de folha canadense). - saimos em seguida para o centro para tirar umas fotos, ver pessoas, curtir o frio de 7 graus e comprar roupas e chocolates. - jantamos num restaurante bem aconchegante chamado Villa Di Phoenix ATENÇÃO: você não gasta menos que R$100 reais em nenhuma refeição em baixa temporada. Normalmente as refeições são para 2 pessoas,se forem dividir cada uma dá R$50. - voltamos ao hotel cedo porque em baixa temporada já não tem muita gente na rua as 22:00 horas. Assistimos um filme (que a pousada disponibiliza 200 filmes para quem quiser assistir de graça), e dormimos. SEGUNDO DIA - no dia seguinte tomamos café da manhã (a pousada parece um hotel mas o café da manhã é de pousada, então não espere café da manhã de hotel). - andamos um pouco depois pegamos um taxi até o Borboletário (entrada cerca de R$25 reais), como fica perto do Horto o taxi deu R$25 saindo do Capivari. - chegando ao borboletário vemos um video de 12 min e depois entramos no "viveiro" que é bem pequeno, menor que o viveiro que fomos em Foz no Parque das Aves. Se resolver visitar o borboletário escolha um dia de sol pois as borboletas só conseguem voar com a radiação solar. - fizemos o passeio no "trenzinho" que na verdade é um caminhãozinho apertadíssimo mas que o passeio e o guia faz valer a pena. Esse caminhão nos leva até Ducha de Prata (passeio que não tem nada e é super dispensável), conhecemos mansões e hoteis 5 estrelas de Campos, conhecemos uma loja de chocolate que vende um pouco mais barato que as do centro e vende queijo meia cura, licores e biscoitos. - a tarde almoçamos no pastel do Maluf (uma dica: peça um que dá para até 3 pessoas) é enorme. - a noite fomos jantar no O Outro (fica atras do Baden Baden) pedimos um fondue de carne (esse "fondue" deles vem com 6 molhos e eu pedi um molho de queijos), a carne a gente fritava na chapa e de todos os molhos que veio só gostamos do de azeitona e o de queijos. Não aguentamos comer toda carne porque ainda estavamos cheias do pastel que nem comemos todo. - esse "fondue" mais suco de abacaxi deu um total de R$140 a conta. - passeamos e vimos muitas lojas, compramos chocolate no Montanhês. OBS: comemos chocolate de quase todas as lojas de chocolate Araucária, Bruno Alves, Chocolate Caseiro de Campos, Montanhes etc. o chocolate Araucária não tem nada demais o chocolate Bruno Alves você precisa pedir o chocolate belga porque o brasileiro não tem nada demais também. o chocolate Caseiro é bom mas nada demais também o chocolate da Montanhês é como o da Cacau Show, eu gostei mas o chocolate belga do Bruno Alves foi o melhor chocolate que já comi, o atendimento na Montanhês é péssimo mas eu adoro aquelas bolinhas crocantes.
  10. Escolhendo aleatoriamente um roteiro dentre os muitos em minha listinha de pendências de visitação, partimos de bumba rumo à Campos do Jordão. Passagens compradas de última hora, embarcamos sábado 09:00hs no Tietê e 12:00hs já tocávamos a campainha do albergue em Campos. Inicialmente iríamos passar todo o final de semana no Horto (Parque Estadual Campos do Jordão), mas a notícia de que a maior trilha (Celestina) estava fechada, e a limitação de horário de funcionamento do parque (17:00hs), nos fizeram optar por passar a tarde restante dando um rolê na cidade, deixando para domingo o esperado sujar das botas. Sem carro, procuramos opções que fossem possíveis de serem visitadas à pé ou por transporte público. Logo me interessei pelo Palácio da Boa Vista (palácio de inverno do Governo do Estado de SP) e depois de um almoço rápido partimos para lá. Existe um ônibus (Alto da Boa Vista) que para em frente, mas demora demais para passar. Algum tempo depois desembarcamos no palácio, lugar bonito, estilo medieval, no alto de uma montanha, bem cuidado. Do lado de fora tem uma capela moderna (São Pedro) de concreto e vidro, conversa bem com a paisagem, alguns espelhos d´água interessantes. Entrando no palácio (grátis) fomos obrigados a guardar mochilas e máquinas. A visita é monitorada e havia uma exposição sobre móveis antigos, rolê agradável. Destaque para o uniforme do guarda que acompanha o grupo, inspirado na polícia montada do Canadá, tipo aquele guarda do Zé Colmeia, meio ridículo mas é bonito, meio que de gala. Curti muito ver os cômodos, enormes e muito bonitos. Várias obras de artistas modernistas. Do lado de fora começou a chover, mas felizmente parou assim que saímos. Como a maior parte do palácio é fechada para o público, nossa missão já estava cumprida, hora de partir para próximo destino. O Mosteiro de São João fica na mesma avenida do palácio, eram apenas 3 km de descida, então rumamos para lá. Aqui cometemos um erro básico, juvenil, 100% pré-mirim. Traídos por um mapinha rapidamente consultado na saída do palácio, andamos mais de 2km na direção errada! Que vergonha! Indagando um morador sobre o mosteiro descobrimos que teríamos que voltar tudo e descer pela outra parte do palácio... meu joelho esquerdo começou a chorar. Perdemos muito tempo e muita energia nessa brincadeira. Depois de 1 hora, enfim, chegamos ao nosso destino. Que decepção! Não havia absolutamente nada de especial ali, lugar pequeno, cheio de gente (tinha até ônibus de excursão na porta), típico passeio engana trouxa. Este é o mal de cidade turística, qualquer coisa vira atração, e olha que adoro visitar lugares religiosos. Fiquei meio puto e saímos de lá em 3 minutos. Rapidamente pegamos um bumba em direção ao bairro do Capivari (centrinho turístico). Lá chegando, nada de interessante também. Até o teleférico já estava fechado (até 17:00). Demos um rolê pelas lojinhas e barzinhos. Batemos um sanduba gostoso e caro, mas era merecido. Esperamos anoitecer enquanto víamos apresentações de dança e coral na pracinha. Luzes de natal acesas, fotos tiradas, partimos a pé de volta para o bairro Abernessia, onde fica o hostel. No caminho paramos no mercado para garantir o pic-nic do dia seguinte. Banho quente e cama. Domingão acordamos cedo e logo uma triste constatação: o café da manhã era PÉSSIMO. Pão, manteiga, café, leite e bolo seco. Somente isso, nem frios, nem suco e nem água! Realmente não condizia com o preço da diária. Antes das 8:30 o bumba (Horto Florestal) passou e fomos rumo ao Parque. Estradinha bonita, mas já constatávamos o rio poluído, triste. O ponto final do bumba é dentro do Horto. Agora o mais interessante: a entrada custa R$ 9,00, mas como fomos de ônibus não paramos na portaria e já descemos lá dentro, logo ninguém nos cobrou o ingresso!!! Vai entender né. Como já fazia mais de década que não pisava por ali tive que procurar um mapinha. Aliás, achei o parque muito mal sinalizado. Iniciamos pela Trilha das 4 Pontes, é para crianças, caminhada ridícula de 1km. O rio estava muito poluído, muito lixo preso nas árvores e acumulado nos remansos, me senti em Santana de Parnaíba. Logo entramos na Trilha dos Campos, legalzinha, agora sim uma caminhada. Alguns mirantes bem bacanas, trilha bem fácil apesar de ter algumas subidinhas, transição de vegetação, campos e floresta. 3 km depois desembocamos na Trilha da Cachoeira. Esta é praticamente uma rua, são menos de 5 km ida e volta e no final tem uma cachoeira (Galharada) bem bonita, convidativa para o tchibum, que desta vez não aconteceu. Preferi a segurança da cueca seca. Exploramos um pouquinho o lugar, algumas picadas "em recuperação", ali era o acesso da Trilha da Celestina, mas ficaria para uma próxima vez. Voltamos para a sede do parque e agora subimos a Trilha do rio Sapucaí. Mais 2,6 km, joelho gritando, uma subidinha safadinha e alguns mirantes bem bonitos. Aqui é trilha mesmo, pedaço com mata mais fechada. Cansei de leve. Araucárias grandes e bonitas, belo conjunto. De repente sinto um cheiro familiar, esgoto, as corredeiras do rio Sapucaí Guaçu, no processo de auto-depuração, exalavam o mesmo cheiro do Tietê, pelo menos não tinha espuma. Já na sede novamente, hora de papar, ração leve, castanhas e amendoins. Meu cantil estava com gosto horrível. Eram 15:00 hs e cogitamos alcançar o Bosque Vermelho, mas seriam 10km ida e volta, desistimos, melhor voltar no outono para ver o vermelho das folhas. Bumba para o centro da cidade, conseguimos adiantar nosso ônibus para São Paulo, almoçamos um PF e 18:00hs partimos para casa. Bumba com ar condicionado quebrado, foi chato, pelo menos o entardecer com os contornos da Mantiqueira nos alegrou. Rolê básico, valeu pelo final de semana, melhor do que ver televisão. Ticado agradavelmente e voltarei para as travessias da região. link fotos https://plus.google.com/photos/110654385513335187187/albums/5958875088397783937
  11. Fala pessoal, finalmente consegui acampar em Campos do Jordão! O pessoal pode falar mal, mas graças ao guarda camping Enoque, o CCB está um brinco! os banheiros, impecáveis, foi um dos melhores campings que já acampei aqui no Brasil! cheguei bem cedinho no camping e já armei minha barraca parei lá em cima no ultimo patamar perto dos banheiros depois de tudo arrumado, reparem no gentleman aguardando o city bus buzão vazio, rapidinho, barato e confortável fui direto ao restaurante que um amigo meu me indicou, a mocinha Fräulein eles tem uma variedade de cervejas importadas incrível, só não tinham cerveja húngara... cerveja húngara não tinha, mas GULÁS tinha! e o gulás deles é uma delícia! tomamos umas cervejas alemãs e belgas, tem uma chamada vedett, que tem raspas de laranja dentro, eles servem num copo (este à esquerda da foto) com um pedaço de laranja dentro pra harmonizar... muito bom! e depois disso um passeio básico por Campos... pegamos 12 graus a noite! de manhã bem cedinho acordamos para passear no horto-florestal é bom ver que ainda temos muitas araucárias espalhadas por aí como havia chovido durante a madrugada, estava tudo um barro só, resolvi mudar o programa, não fui caminhar, então eu não sair do carro, fui fazer um rally até MG hehehehe no meio da trilha tinham umas casinhas que até agora nao entendi de quem são, estão todas abandonadas parece... o rally que eu fiz foi pela estrada do bosque vermelho no fim do passeio, mais um gulás húngaro, desta vez foi nesse restaurante aqui na beira da estrada olha, recomendo 100% a quem quiser fazer este passeio à campos, o camping está 10!
  12. Meu marido e eu fomos para Campos do Jordão em agosto de 2012. Ficamos hospedados no Campos do Jordão Hostel que, mesmo sendo um albergue, custou R$150,00 a diária do quarto de casal (preço para alberguista). Daí você já imagina o gasto que vai ter na cidade. O albergue é bonzinho. Quarto e café da manhã muito simples. Fica no bairro Vila Abernéssia, então tem que ir de carro ou ônibus para Capivari, que é onde a noite acontece. Chegamos à cidade no fim da tarde da sexta-feira dia 24/08/12, porque no caminho paramos em Aparecida do Norte para conhecer a catedral. É uma parada que vale a pena, mesmo para quem não é católico. A catedral é enorme e há uma sala dos milagres muito interessante. Há uma praça de alimentação com muitas opções de restaurantes, tem até Mc Donald’s e Bob’s. Ficamos cerca de duas horas por lá, almoçamos e depois seguimos para Campos do Jordão. Campos do Jordão é realmente linda! Logo no portal de entrada recebemos um mapa e um guia. Fomos direto para o albergue, tomamos um banho e, como já era noite, seguimos para o Capivari, bairro onde se concentram os melhores restaurantes da cidade. Quanto mais cedo você chega, mais fácil é estacionar por lá. O estacionamento na rua é pago com cartela e é bem mais barato do que os particulares, então rapidinho as vagas acabam. Fomos para o Baden Baden, claro! Meu marido estava doido para conhecer a cerveja e adorou. Comemos uma linguiça recheada com queijo que estava deliciosa. Mas prepare o bolso, porque só a linguiça custou quase R$50. Estava frio, mas a graça é ficar na varanda, para ver o movimento da rua. Quando o bar está lotado, é preciso ir até uma sala de espera que fica perto da loja da Baden Baden, mas geralmente a espera é só para quem quer sentar na varanda. Mais tarde, demos uma volta e fui provando todos os chocolates de todas as lojas e o que eu mais gostei foi o chocolate belga Bruno Alves. O fondue de chocolate de lá também é muito gostoso! No sábado de manhã, fomos o conhecer Palácio Boa Vista, que é a residência oficial de inverno do governador do estado de São Paulo. Quando ele não está na cidade, a casa fica aberta para visitação. A entrada é gratuita e ficamos uns 40 minutos na fila. A visita é guiada, mas o lugar é pouco interessante. De lá, fomos ao Baronesa Café, que fica no caminho entre o Palácio e o Museu Felícia Leirner. O lugar é caro, mas é muito charmoso! Tem que pagar R$15 de entrada, que é convertido em consumação. Há uma lojinha de produtos feitos lá mesmo, como geleias, compotas e pães. Depois você passeia por um jardim até chegar no café, que tem uma vista linda. Eu particularmente adorei o lugar e com certeza voltaria numa próxima visita à cidade. Depois fomos ao Museu Felícia Leirner, que na verdade é o jardim do Auditório Cláudio Santoro. Você vai passeando pelo jardim e vendo as esculturas da artista. Eu achei meio sem graça, não entendi nada daquelas esculturas. Li na internet que a entrada era cobrada, mas não pagamos nada para entrar. Já era tarde, então voltamos ao Baden Baden para almoçar, porque na noite anterior meu marido ficou de olho no Chucrute à Garni que a mesa do lado pediu. O prato inclui joelho e bisteca de porco defumados, misto de salsichas alemãs, chucrute e batatas e é uma delícia! Comemos muito e ainda sobrou. Depois do almoço, fomos de carro ao Morro de Elefante, que fica ali pertinho do Capivari. Lá em cima tem uma feirinha muito sem graça e uma vista bonita da cidade. Não é nada fenomenal, então minha dica é subir de teleférico, ao invés de ir de carro como eu, porque aí pelo menos você acrescenta uma atraçãozinha a mais ao passeio. De lá, demos uma voltinha pelo Alto Capivari para ver as casas, mas não dá pra ver muito não, pois as casas são bem cercadas. Depois voltamos ao albergue para um banho e descansar um pouco. À noite, voltamos ao Capivari, que, por ser sábado, estava muito mais cheio do que na noite anterior. Ainda estávamos muito satisfeitos com o almoço e não tínhamos condição de jantar, então resolvemos comer um petisco mesmo. Eu queria conhecer outro lugar, mas queria ficar ali na agitação das varandas dos bares e não enfurnada em um restaurante. Rodamos pelos bares, uns tinham música ao vivo e cobravam couvert artístico caríssimo, outros não aceitavam cartão de crédito... adivinha qual foi o único bar que não tinha música e aceitava cartão?? O Baden Baden! E lá fomos nós de novo! Comemos o bolinho de truta, mas foi meio sem graça e acabou num instante. Então pedimos novamente a deliciosa linguiça com queijo. Nessa noite fez muito, muito, muito frio e, mesmo toda agasalhada, não parava de tremer. No domingo de manhã, fomos conhecer a fábrica da Baden Baden. Há um tour guiado com degustação de chopp e uma tulipinha de brinde. Tem que pagar uma taxa que não me lembro quanto custou. Para conhecer a fábrica é necessário fazer reserva por telefone antes, eu liguei na quarta-feira e não tinha mais vaga, insisti com a menina e consegui para o domingo de manhã, mas quando chegamos lá soube que algumas pessoas não apareceram. Então minha dica é ligar com antecedência, insistir caso não tenha vaga e, se mesmo assim não conseguir, pergunte os horários das visitas e vá lá ver se sobrou alguma vaga. A visita é rapidinha, mas para quem gosta da cerveja, vale a pena! Há uma loja como a da cidade, mas na fábrica os produtos são mais barato, não me lembro se a diferença é de 1 ou 2 reais por produto, mas se você pretende comprar em boa quantidade, é um bom desconto. Voltamos para o Capivari e almoçamos o famoso Pastel do Maluf, que é enorme e dá para dividir tranquilamente para duas pessoas. Bem gostoso! De lembrança para a família, compramos Bolo de Pinhão (da Toco Chocolates); pastilhas de chocolate nos sabores laranja e canela (Laranjinha e Canelinha, da Chocolates Araucária – são bem gostosas e as mais baratas que achei. Comprei uma caixa de cada, pedi saquinhos e adesivos da loja, abri as caixas e montei os saquinhos, variando os sabores das pastilhas); conserva de alho (da Baronesa Café) e cervejas da Baden Baden. Numa visita anterior à cidade, conheci a Ducha de Prata (não perca seu tempo) e o Pico do Itapeva, que tem uma feirinha de roupas de frio muito boa. A cidade de Campos do Jordão é muito bonita e charmosa, mas não tem atrativos turísticos muito interessantes, não. A graça da cidade é mesmo ficar pelo Capivari “vendo e sendo visto”. É uma cidade cara, as pessoas se vestem bem e dirigem carrões, então é um bom investimento para quem está solteiro hahahahaha!!
  13. Em 2009, ainda durante meu período de internato na Escola de Especialistas do Ar, surgiu a oportunidade de viajar para Campos do Jordão. São apenas 80km de distância entre a cidade e Guaratinguetá. Pegamos um ônibus às 05:00AM, chegamos perto das 07:00AM, já que paramos para tomar café. A cidade é incrível, tem muitos restaurantes e lugares para visitar. Andar no bondinho (na verdade é uma cadeira e tu sobe até o pico do morro, da onde se vê toda a cidade) foi o ápice da viagem, além de comer um pastel gigante e depois ter se perdido no meio de um matagal. O clima parece mesmo europeu, frio, pessoas ricas por toda parte, o shopping é legal, nem parece de cidade do interior. Passeando pelos arredores vimos até uma casa que tinha na garagem nada menos que um helicóptero! Além de um lago que parecia cenário de O Senhor dos Anéis. Às 19:00PM pegamos o ônibus de volta, mas sugiro que sozinho ou com acompanhante, passe ao menos um final de semana inteiro nesta cidade super romântica!
×
×
  • Criar Novo...