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  1. Voltei da minha primeira viagem sozinha. Sim, sozinha, apenas eu e minhas malas. Você deve tá ai pensando: “nossa, que louca!” ou ainda “coitadinha, que pessoa abandonada na vida”. Que nada! Eu sou é solta! Eu sempre tive muita vontade de viajar sozinha, muita mesmo, mas justamente por esse tipo de pensamento eu nunca fui. Quando eu comentava com qualquer pessoa que queria fazer uma viagem sozinha, elas me desencorajavam com esse tipo de comentário e eu desistia. “Nossa, mas você vai viajar sozinha? E se te roubarem? E se te matarem?” … São tantos “e se” ruins que se a gente for considerar todos, não sairemos de casa nunca mais, ainda mais para viajar sozinha. Um belo dia eu simplesmente acordei e decidi: “vou marcar minhas férias”. Nem cogitei a hipótese de chamar alguém para ir junto. Eu queria muito realizar essa experiência de viajar sozinha. Escolhi um destino que ainda não conhecia (Floripa ♥) e que coubesse no orçamento, reservei um hostel, li 1000 blogs de dicas viagens, montei meu próprio roteiro com lugares q gostaria de conhecer na ilha... E eu fui! Viajar sozinho(a) não é nada triste, pelo contrário, é empoderador, é libertador, é aventura, é confiança, é introspecção, é fazer o que você quer, na hora que quer, como quer… É você ser dono(a) de você e das suas decisões por completo! Não é uma experiência solitária, é uma experiência plena e completa. Se o medo de viajar sozinho(a) é pela solidão, não tenha! Você vai ter tanta coisa para ver/fazer, que a solidão vai passar longe! Viajar sozinho(a) por aí é muito mais comum do que a gente pensa... Entendam: sozinho sim, solitário, só se você quiser! O que eu mais tive nessa viagem foi companhia. Muito mais até que qualquer outra viagem que tenha feito. É a magia de se hospedar em hostels. Neles, a possibilidade de socialização é bem maior. Conheci pessoas inspiradoras que também estavam viajando sozinhas ou já viajaram e isso abriu ainda mais minha cabeça. Já no primeiro dia me joguei num forró e conheci pessoas incríveis que moram na ilha que me proporcionaram rolés insanos! As pessoas de Floripa são muito acolhedoras! E não tem essa de "ah, mas eu sou tímido...", as pessoas chegam pra conversar contigo quase que instantaneamente. E se não chegarem, qual o problema? Sua própria companhia não basta? O único responsável pela sua felicidade é você! E claro, tive vários momentos sozinha que foram momentos de introspecção total! Eu me senti extremamente realizada, auto suficiente e feliz! Foram momentos tão sensacionais quanto os que estive acompanhada dos amigos que fiz durante a viagem. Quanto a famigerada frase: “Nossa, tá rica hein?!”? Qualquer pessoa que já tenha viajado ao menos uma vez na vida já ouviu essa. As pessoas querem nos convencer o tempo todo de que tudo que é bom não é para o nosso bico. E me lembro de um detalhe: A maioria das pessoas que me abordavam com esse comentário tinham carro. Que, por mais popular que seja, custa mais caro, por mês, que esta viagem que fiz. Não estou julgando ninguém, mas, dentro do que a sociedade estabeleceu como certo/errado, bacana/arrogante, ter um carro é ok, mas viajar é ostentação. Deixamos de sonhar, imaginar, planejar. Fazer uma viagem, qualquer que seja, depende muito mais de planejamento do que de qualquer outra coisa. Viajar é barato - e não menos incrível - se você abrir mão de mordomias supérfluas como ficar em hotel 5 estrelas, comer em restaurantes caros ou fazer passeios com guias caríssimos... E claro: poupando e até mesmo vendendo coisas que você não precisa! Sabe aquele sapato que vc comprou e usou uma vez? Lança na olx! Sabe aquela academia que você pagou por 12 meses e foi 2 semanas? Vende pra alguém que realmente tenha interesse! (12xR$59,00 é R$708 reais! Vc compra uma passagem pra Argentina com esse dinheiro!). Sabe aquele Mc Donald's q você paga R$30,00? Pense que com esse mesmo valor você paga uma diária em um hostel. Vá com menos frequência a baladas, barzinhos, restaurantes... Faça uma poupança pra tua viagem e pinga lá um pouquinho todo mês. A gente tem mania de ficar lamentando que nunca tem dinheiro. Dinheiro todos que trabalhamos temos, só gastamos ele de outras maneiras. Eu, por exemplo, passei dias pesquisando passagens, de olho em promoções, procurando indicações de hostels (a título de curiosidade: diárias em hostels giram em torno R$35,00 – com café da manhã), analisando opções, pesquisando os restaurantes mais baratos da região, pesquisando sobre o transporte público da região, e claro, poupei meu dinheirinho e vendi coisas também! Enfim, sem muito glamour dá sim para viajar até para o outro lado do mundo com pouco dinheiro! Ah! Não tenho nada contra ir acompanhada! Viajar acompanhada é muito bom. Mas nem sempre as pessoas que você ama terão disponibilidade/dinheiro/interesse pra te acompanhar. E tá tudo bem. Isso não pode te impedir de realizar uma viagem! Claro que são experiências diferentes, cada uma com suas vantagens e desvantagens. Mas viajar sozinho, meus amigos... é uma experiência única e acho que todos deveriam fazer isso ao menos uma vez na vida. Eu conheço muitas pessoas que já deixaram de viajar por falta de companhia e todas se arrependeram. Parem de colocar a felicidade de vocês nas mãos de outra pessoa! Você é autossuficiente, acredite! Se eu já não tinha medo nenhum de me arriscar por aí sozinha, aconteceu que comecei a tomar gosto pela coisa. Ferrou! Foi uma das melhores viagens da minha vida! Já estou contando as moedinhas para programar a próxima trip. E quem tiver interesse de viajar, sem muito glamour, é só chegar junto! E como diz uma frase que circula por aí: "viajar é a única coisa que você compra e que te deixa ainda mais rico. De histórias, de experiências, de conhecimento, de momentos inesquecíveis, de sonhos..." (Tati dos Santos) Mais fotos no Instagram: @tatidosantos Se quiserem dicas de hostels, praias, baladas e qualquer outra coisa que consiga ajudar, podem me perguntar aqui ou no Instagram
  2. Muitos me questionaram porque ir para Florianópolis que é a Ilha da Magia em pleno outono e a resposta foi bem simples: MEGA PROMO!! Tava um valor bom, então bora fazer desse limão uma limonada delícia. Floripa é muito conhecida por suas praias exuberantes e gente bonita passando para cima e para baixo. Mas por conta do período do ano (Outono) eu sabia que não daria praia, mas que poderia fazer muitas outras atividades como trilhas e bater perna por outras áreas. Época fria, mas tive a sorte de não pegar chuva nenhum dia, então, foram dias e noites bem aproveitados. Eu dispunha somente de um final de semana prolongado, então fiz muitas coisas nesses meus 3 dias e meio. Mais uma vez com a ajuda de alguns amigos desse site, consegui fazer a seguinte programação: 13.06.2018: Chegada em Floripa (à noite) 14.06.2018: Trilha Lagoinha do Leste 15.06.2018: Tour Área Norte: Santo Antonio de Lisboa, Jurerê Internacional, Fortaleza de São José da Ponta Grossa, Barra da Lagoa 16.06.2018: Trilha da Galheta 17.06.2018: Jogo do Brasil e retorno para SP Dia 1: Chegada em Floripa Dentre as muitas opções que me foram dadas, optei em me hospedar na Lagoa da Conceição por ser o centro efervecente de Floripa, uma boa quantidade de hostels, restaurantes, bares, mercados, fácil acesso ao Sul e ao Norte. Enfim, localização perfeita! Me hospedei no Gecko´s hostel http://www.geckoshostel.com/ (RECOMENDO!!) e com um valor ótimo de diária R$ 30,00 sem café da manhã. Caso opte pelo café, paga-se R$ 10,00 a mais. Sugestão: Faça suas compras nos mercados próximos. Há opções de orgânicos, sacolões, mercados grandes, mercados menores, padarias com pãoes quentinhos. É possível usar todos os utensílios da cozinha do hostel. Sai mais barato e você pode fazer um café mais reforçado, pois achei bem fraquinho o deles. Para o jantar, sugiro o mesmo, pois só tinha lanches disponíveis nos arredores e precisava de comida por conta da energia gasta nas atividades. Sendo baixissima temporada, muitos locais estavam fechados. Na ponta do lápis, foi uma ótima economia também! Do aeroporto até o hostel o percurso foi de meia hora e custou R$ 26,00 com uber. Chegando lá, a recepcionista me perguntou se eu estava afim de ir numa festa numa balada onde a entrada era VIP até 23h30 e tinha um free shot de Catuaba pelo simples fato de estar hospedada com eles (ganharam pontinho positivo). Com meu colega de quarto (que tinha acabado de conhecer e topou meu convite) partimos para essa vibe underground chamada Santa https://pt-br.facebook.com/santalagoa/. O lugar toca um pouco de tudo desde funk a clássicos indie anos 2000. Tava meio vazio, mas o pouco pessoal que lá estava tocaram o terror e foi bem animado. Voltamos cedo porque no dia seguinte seria o único dia de sol daquele final de semana e queria fazer a melhor trilha de todas. Dia 2: Trilha Lagoinha do Leste De todas as dicas que recebi a mais indicada foi essa trilha. Ela possui dois caminhos: um fácil e rápido (sem vista) ou um mais longo e com vista espetacular. Optei pelo segundo. Usando ponto de partida como a Praia do Matadeiro: Depois de passar pela praia e entrar na trilha depois das placas indicativas, mantenha sempre o lado direito. Pq uma hora as placas desaparecem e sobram trilhas no chão. Não tem erro. É tranquilo. Essa foi a única placa que encontrei no caminho, depois foi seguir esse esquema de manter a direita e deu tudo certo. Pelo caminho sempre se encontram pessoas que estão fazendo o mesmo trajeto e passada a parte de mata fechada, se abre um costão lindo, rende fotos espetaculares: E o lance de manter a direita faz todo sentido se chega nessa parte: se for para a esquerda você desce o costão que cai direto no mar, e não queremos isso, certo? Fiz uma parada para contemplação e lanchinho antes de continuar a caminhada e depois que retomei o caminho, vê-se do alto de um morro o destino: Praia da Lagoinha do Leste: Como se pode ver no canto direito da foto é realmente uma lagoinha que fica de frente para uma praia. Sendo baixíssima temporada, estava sem ninguém, por exceção de dois pescadores que parei para conversar e saber como ir embora (já que não seria o mesmo caminho da ida) e como faz para chegar no ponto alto do passeio: Morro da Coroa. Andando pela praia vê-se uma montanha e dizem que no alto dela a vista é sensacional, mas tem que ter disposição e pernas fortes para subir. Como não estava lá à toa, fui, é claro. É uma subida realmente bem íngrime e há pontos em que para ter mais segurança, você sobe literalmente de quatro, mas vale a pena e a vista. Os pescadores tinham dado uma dica boa por qual caminho seguir onde não há desprendimento de pedras no caminho e subi bem e em segurança. À medida em que se vai ganhando altura, consegue ver perfeitamente a Lagoa e a praia. Chegando no topo, estava receosa de estar sozinha no meio do nada e no alto de um morro, mas tinha um grupo de amigos lá e me juntei a eles. Foi ótimo pela cia, pela conversa, pelas trocas de fotos e principalmente pela cia no retorno, pois apesar de gostar de entrar no meio do mato, não gostaria de estar nele sozinha com pouca luz, afinal, segurança em primeiro lugar. Existe um ponto de foto clássica nesse morro, tipo Pedra do Telégrafo no Rio de Janeiro. Fiquei meio desengonçada, mas eu fiz a tal foto depois de milhares de tentativas. Ficou mais ou menos boa. Preciso de braços mais fortes para erguer as pernas, mas o que vale é a intenção. Esse foi o único dia de sol que realmente peguei nessa viagem então, a cor da água fica incrivel e rende ótimos flashs. Super recomendo. (Mesmo em dias nublados, porque a vista vale muito a pena, além do desafio de fazer uma trilha de tempo razoavelmente longo) Como tudo o que sobe, desce, fizemos com tranquilidade o caminho de volta e com atenção para não nos machucarmos ou sofrer qualquer torção. Porque sendo íngrime, certas partes na volta, também faz-se sentado. O retorno foi feito pela trilha do Pântano Sul que é bem demarcada, com pontos onde é possível encher as garrafas de água e não tem erro porque ela é fechada por mata e não tem bifurcações, mas diferente do caminho da Praia do Matadeiro, ela não tem vista, e consequentemente ela é mais rápida (45 mins mais ou menos) A saída por essa placa leva a uma rua que não sei o nome, mas que tem ponto de ônibus que roda por vários lugares, inclusive para a Lagoa da Conceição. Mas não pode ter pressa, porque o sistema de transporte de Florianópolis não me pareceu muito eficente: ele te deixa num terminal e depois desse terminal tem que pegar outro ônibus. É bem demorado, mas é o modo mais econômico. Chegando no hostel, fui fazer meu jantar e descansar, afinal a caminhada foi boa: 3h na ida e 1h20 na volta + o trajeto de buso que desisti de contar o tempo. Portanto, se forem à Floripa coloquem esse destino na lista, não vão se arrepender! O que levar para esse passeio: Água: não há quiosques ou ambulantes pelo caminho (na alta temporada, talvez); Lanche; Protetor solar; Agasalho; Ao fazer a trilha pelo Matadeiro, sugiro estar com calça comprida para proteger as canelas da vegetação rústica que tem pelo caminho e não se machucar; Repelente; Câmera para fotos espetaculares; Disposição, muita disposição. Dia 3: Tour Área Norte: Santo Antonio de Lisboa, Jurerê Internacional, Fortaleza de São José da Ponta Grossa, Barra da Lagoa Por meio do app Couchsurfing troquei contato com uma pessoa que mora em Floripa e estava disponível para me levar para passear. Esse novo amigo me perguntou o que eu gostaria de conhecer e respondi que parte histórica das cidades é algo me encanta. Então, fomos eu e uma colega do hostel que estava sem programação. Colocamos gasosa no carro do amigo e fomos rodar por aí para conhecer um pouco do passado para entendermos o tempo presente. Esse foi o nosso roteiro: Foi muito produtivo! Breve resumo histórico: "Os primeiros habitantes da região de Florianópolis foram os índios tupis-guaranis. Praticavam a agricultura, mas tinham na pesca e coleta de moluscos as atividades básicas para sua subsistência. Os indícios de sua presença encontram-se nos sambaquis e sítios arqueológicos cujos registros mais antigos datam de 4.800 A.C. Já no início do século XVI, embarcações que demandavam à Bacia do Prata aportavam na Ilha de Santa Catarina para abastecerem-se de água e víveres. Entretanto, somente por volta de 1675 é que Francisco Dias Velho, junto com sua família e agregados, dá início a povoação da ilha com a fundação de Nossa Senhora do Desterro (atual Florianópolis) - segundo núcleo de povoamento mais antigo do Estado, ainda fazendo parte da vila de Laguna - desempenhando importante papel político na colonização da região. Em 1726, Nossa Senhora do Desterro é elevada a categoria de vila, a partir de seu desmembramento de Laguna. A ilha de Santa Catarina, por sua invejável posição estratégica como vanguarda dos domínios portugueses no Brasil meridional, passa a ser ocupada militarmente a partir de 1737, quando começam a ser erguidas as fortalezas necessárias à defesa do seu território. Esse fato resultou num importante passo na ocupação da ilha. Nesta época, meados do século XVIII, verifica-se a implantação das "armações" para pesca da baleia, em Armação da Piedade (Governador Celso Ramos) e Armação do Pântano do Sul (Florianópolis), cujo óleo era comercializado pela Coroa fora de Santa Catarina, não trazendo benefício econômico à região. No século XIX, Desterro foi elevada à categoria de cidade; tornou-se Capital da Província de Santa Catarina em 1823 e inaugurou um período de prosperidade, com o investimento de recursos federais. A modernização política e a organização de atividades culturais também se destacaram, marcando inclusive os preparativos para a recepção ao Imperador D. Pedro II (1845). Dentre os atrativos turísticos da capital salientam-se, além das magníficas praias, as localidades onde se instalaram as primeiras comunidades de imigrantes açorianos, como o Ribeirão da Ilha, a Lagoa da Conceição, Santo Antônio de Lisboa e o próprio centro histórico da cidade de Florianópolis." Fonte completa: http://www.pmf.sc.gov.br/entidades/turismo/index.php?cms=historia&menu=5&submenuid=571 Santo Antonio de Lisboa: grande ocupação açoriana e portuguesa. Região que tem grande concentração de sambaquis que são vestígios indígenas. Igreja de Nossa Senhora das Necessidades: construção proximada em 1750. Considerada uma das mais belas expressões do barroco no sul do Brasil. Jurerê Internacional: a cara da riqueza com suas mansões estilo americanas. Casas sem muros e ruas largas. Muito chique. Fortaleza de São José de Ponta Grossa (1740): Ao Norte da Ilha de Santa Catarina, entre as praias do Forte e Jurerê, ergue-se um dos mais belos monumentos catarinenses do século XVIII: a Fortaleza de São José da Ponta Grossa. Em conjunto com as Fortalezas de Santa Cruz de Anhatomirim e Santo Antônio de Ratones, formava o sistema triangular de defesa que deveria proteger a Barra Norte da Ilha contra investidas estrangeiras e consolidar a ocupação portuguesa no Sul do Brasil. (Fonte: http://www.fortalezas.ufsc.br/fortaleza-ponta-grossa/guia-fortaleza-de-sao-jose-da-ponta-grossa/) Fui muito bem recebida por um ser gracinha que estava no caminho Barra da Lagoa: O bairro da Barra da Lagoa está localizado na costa leste da Ilha de Santa Catarina, entre o Rio Vermelho e a Lagoa da Conceição. Distante cerca 19,8 km do centro de Florianópolis, a Barra da Lagoa é uma comunidade tradicional, que ainda mantém viva a raiz cultural açoriana e madeirense, como a pesca e a produção de trançados, a confecção da renda de bilro e de redes para a pesca artesanal. (Fonte: http://www.guiafloripa.com.br/cidade/bairros/barra-da-lagoa) Ruelas estreitas, vida simples e com um paz que muita gente procura. Ótimo lugar para caminhadas. Dia 4: Trilha da Galheta Florianópolis tem muitas trilhas para serem apreciadas. Escolhi essa porque me falaram que era muito bonita a vista e daria tranquilamente para eu fazer sozinha. Sai na caminhada da Lagoa da Conceição e fui até a Praia Mole. Chegando lá tem uma entradinha de terra sentido praia que disseram que era caminho para chegar na Galheta. No final dessa estradinha realmente vira praia e como era um dia de semana, no outono e tempo nublado não tinha quase ninguém só raros gatos pingados. Não deu praia, mas deu para fazer a caminhada com muita tranquilidade e relaxamento: Da praia mole até a Galheta há um paredão de pedras que a gente segue uma trilhazinha e é bem demarcada e esse lado é realmente muito bonito. No meio do caminho encontrei um rapaz que fazia sua caminhada de boas como eu e conversamos. Como ele tb estava sozinho, eu disse que estava fazendo essa trilha da Galheta e queria sair na Barra da Lagoa, perguntei se ele tava afim de acompanhar e ele topou. Perguntamos a um local como fazíamos para subir a trilha pela mata e ele indicou uma faixinha de areia que passou desapercebida da gente e seguindo os conselhos do local deu tudo certo e tivemos essa vista: Tenho certeza que num dia ensolarado a cor da água deve ser sensacional. Infelizmente não há placas indicativas, mas depois que se entra na trilha é só seguir a demarcação no chão e seguir sempre em frente. No final saimos num bairro residencial e encontramos outro morador ilustre pelo caminho e não resisti, tirei uma fotinho: O final do nosso caminho nos levou até a Trilha Arqueológica também chamada de Trilha da Oração, é um santuário Arqueoastronômico. Nela encontra-se um conjunto de Monumentos Megalíticos, que são pedras que estão posicionadas de forma estratégica, que mostram exatamente quando ocorrem os fenômenos de solstício e equinócio, e também determinam a direção norte-sul. (Fontes: https://inspiralma.com/2017/10/11/trilha-arqueologica-fortaleza-da-barra/ https://arqueoastronomia.com.br/atividades) Infelizmente não pude conhecer esse lugar e estava rolando umas atividades muito boas e algumas gratuitas, mas como eu tinha caminhado uns 9km estava bem cansada e precisava almoçar em algum lugar. Deixo os links acima para quem tiver interesse nesse lado místico que eu achei sensacional e gostaria de me aprofundar, mas a natureza da fome foi mais forte. Tudo bem, mais um motivo para voltar para esse lugar incrível e como vocês podem ver, há muitas trilhas e caminhos para desbravar. Depois de comer algo, mais uns 3km desse local chegamos na Barra da Lagoa e é uma graça de simplicidade e beleza: Meu parceirinho de trilha precisava ir embora e eu estava cansada, mas aproveitando que eu já estava na Barra da Lagoa, fui conhecer uma trilha que leva para umas piscinas naturais Ela é bem curtinha e leva uns 30 minutos e é bem sinalizada. Reuni força, animo e vontade e fui. Valeu a pena! Depois de ver tudo o que gostaria, peguei um ônibus de volta para a Lagoa da Conceição. Jantei, estiquei as pernocas e vocês acham que fui dormir? Bem, era esse o plano original, mas quando você se hospeda em hostel, ainda mais naqueles que parece que você está em casa com seus melhores amigos, recebi o convite para um aniversário de uma moça que estava no mesmo quarto que eu numa balada mara em Floripa. Fizemos nosso esquenta no hostel e depois tocamos pra vibe! Já que temos espírito teen, ele baixou em mim e assim ficou...hehehe Pessoas sensacionais. E que noite!!! O dia seguinte era meu retorno a SP e pela primeira vez na trip me permiti dormir até a hora em que meu corpo quisesse. (Respeitando o horário do check out, é claro). Esses poucos dias foram lindos e intensos e conheci muita gente boa e especial pelo caminho. Muitas mulheres ficam com receio de sairem sozinhas por ai afora e posso dar a dica de ouro: SE JOGA!! Quando emanamos boas energias, boas pessoas e bons momentos serão atraídos até a gente. Não se limite a esperar cia, às vezes a sua agenda e de seus amigos podem não bater e você perde a oportunidade de fazer bons novos amigos pelo caminho. Ir para novos lugares é um prazer imenso e uma perfeita válvula de escape para mim, mas voltar para casa tb me alegra, e muito. Espero ter colaborado um pouco para o planejamento de algumas pessoas e mostrar que a Ilha da magia, mesmo em céu cinzento é linda e acolhedora. Qualquer dúvida que tiverem podem me perguntar que será um prazer ajudar. Tenho comigo a planilha de gastos dessa viagem, caso necessitem.
  3. Pedrada

    Florianópolis

    olá, bem vindo Toresu !! ficar no centro, talvez, seja o local com melhores acessos para todos locais da ilha, mas isso depende muito dos meios que se dispõe (bike, onibus, pés, carro). sugiro ler os tópicos e verá as distintas opniões dos mochileiros, veja: dicas-de-florianopolis-t52210.html e hoteis-e-albergues-florianopolis-t49731.html?hilit=hospedagem eu sempre prefiro escolher alguma praia (do sul, de preferência, mas já fiquei em, pelo menos, umas 15 diferentes em toda ilha) ou, na lagoa q tb é um ótimo local pra conhecer este lado da ilha (até moçambique, barra, prainha!, mole, galheta!, joaca, tavares, campeche, incluir a costa e o canto)...... acho que em outubro estaremos em uma das melhores estações, a primavera!!! ñ chove muito e já começa a esquentar, sem contar na luminosidade, no brilho e colorido das plantas heheehe boas trips, estamos aí!!
  4. Visitar Florianópolis é uma experiência incrível, a Ilha da Magia, na minha opinião, é um dos melhores destinos brasileiros. Não importa se você é amante da natureza e gosta de tranquilidade ou se gosta de bares e baladas. Em Florianópolis você tem de tudo. História Inicialmente fundada como Nossa Senhora do Desterro em 1675, Florianópolis fazia parte da vila de Laguna, e somente em 1726 foi elevada à categoria de vila, assim desmembrando-se de Laguna. Com sua boa localização estratégica, a ilha passou a ser ocupada militarmente. Esse fato contribuiu bastante com a ocupação de toda a ilha e também com o desenvolvimento da agricultura e indústria manufatureira de algodão e linho. Em 1823 a vila foi elevada à categoria de cidade, tornando-se capital da pronvíncia de Santa Catarina. Com grande investimento de recursos federais, esse foi um período de grande prosperidade para Desterro, com construções de prédios públicos, melhorias no porto e a organização de atividades culturais. Em 1894, devido à grande influência do Marechal Floriano Peixoto, a cidade foi renomeada para Florianópolis em sua homenagem. A partir do século XX a cidade passou por profundas transformações, e hoje tem sua economia baseada no comércio, prestação de serviços públicos e turismo. O que fazer em Florianópolis Já visitei Florianópolis várias vezes, e sempre falta tempo para fazer tudo o que quero. É tanta coisa pra fazer que um mês seria pouco na ilha. Pra resumir um pouco, vou fazer uma lista das coisas que considero bacanas. Lagoa da Conceição. Meu lugar preferido em toda a ilha, aqui existem muitas opções, sejam atividades, restaurantes, barzinhos, etc. Eu recomendo: Stand-up paddle. 20 reais meia hora. Passeio de barco. 10 reais para um passeio de 1hr. Sandboard. Não tenho certeza mas acredito que seja em torno de 30 reais 1hr. Além dessas atividades, muita gente faz piquenique na beira da lagoa, ou passa a tarde caminhando pelas lojinhas de artesanato, e pra fechar o dia uma boa cerveja num dos diversos bares e restaurantes é uma ótima opção. Ainda na Lagoa, recomendo 2 lugares ótimos. Bar do Boni é um restaurante na beira da lagoa que oferece boas porções e algumas opções de cervejas artesanais, recomendo a porção de isca de côngrio. E o The Black Swan é pub inglês de excelente qualidade, serve ótimas porções e oferece diversas opções de choppes, inclusive alguns ingleses. Passear pelo centrinho da lagoa é um bom passatempo, tem diversas lojinhas, bares, pessoas vendendo artesanato na rua, feirinhas e etc. Tem até um espaço de food trucks com várias opções. Bem bacana! Trilhas Trilha do Gravatá Essa é uma trilha bem tranquila com duração media de 30min e que pode ser feita até de chinelo. A entrada é já do lado do Bar do Boni e a primeira parte é bem curta, terminando numa rua, na qual você desce um pouco, atravessa e começa a segunda parte. O final da trilha é numa praia incrível com água clara e azul, também há uma uma casa onde mora um senhor muito simpático. Passando essa praia e subindo no próximo pico é possível ver a Praia do Mole. Trilha Piscinas Naturais Para chegar nessa trilha vá até a Barra da Lagoa e chegando lá, caminhe para a direita até o final da praia, onde vai ter uma ponte, atravesse a ponte e siga sempre em frente. Simples assim. Também é uma trilha leve de mais ou menos meia hora e vale muito a pena, o lugar é muito bonito. Trilha da Lagoinha do Leste Talvez a mais famosa trilha de Florianópolis, a Lagoinha do leste é imperdível para quem gosta desse tipo de atividade. É no final dessa trilha também, que fica a famosa pedra da coroa. Até a praia, são aproximadamente 60 minutos de trilha, de dificuldade leve/moderada. A trilha é bem construída e sinalizada, mas é uma subida um pouco pesada e pode ser cansativa. Da praia até a pedra da coroa são mais uns 45 minutos de pura subida. Esse é o trecho mais pesado de toda a trilha, mas a vista faz valer a pena. Além da trilha, também é possível conhecer a praia da lagoinha do leste de barco, que custa R$ 40,00 na alta temporada. Beira Mar Norte A melhor opção para fazer uma caminhada/corrida, passear de bike ou quem sabe até fazer um passeio de barco. A beira mar norte é uma boa opção para passar o final da tarde e ver pôr do sol, e depois jantar em um dos restaurantes ali localizados. Reveillon A noite da virada de Florianópolis é considerada uma das mais bonitas do país, e não é por menos. Passei a virada de 2015/16 lá e foi fantástica, foram mais de 20min de queima de fogos, junto com diversos shows na beira mar norte, bem no estilo Rio de Janeiro. O clima é bem tranquilo seguro e familiar, com uma estrutura muito boa, contando com banheiros, enfermaria e um bom número de policias para garantir a segurança. Gastronomia - Sanduicheria da Ilha. O melhor lugar da ilha pra comer um sandubão caprichado, fica na beira mar norte e oferece um cardápio bem completo. - Santo Antônia de Lisboa (Bairro). Esse bairro merece um destaque aqui, um pouco afastado do centro da ilha, lá encontram-se muitos restaurantes ótimos, com comidas para todos os gostos. Além disso ainda tem um clima muito aconchegante e até romântico. - Mercado Municipal. Mercadões são sempre ótimos lugares pra comer e em Florianópolis não podia ser diferente. O mais famoso no mercado é o Box 32. - Guacamole. Rede de restaurantes mexicanos, em Floripa o guacamole fica na bera mar norte e sempre lota, é bom chegar antes das 19h. - Rosso Restro. Conhecido pelo seu famoso Polvo à Rosso, eleito o melhor polvo do Brasil, o Rosso está localizado em Santo Antônia de Lisboa, na beira do mar e com um ambiente fantástico. - Costa da Lagoa. A Costa da Lagoa é uma pequena parte da ilha onde só se chega através de trilha ou pegando o barco na lagoa da conceição. Só o passeio já vale a pena, mas também tem restaurantes por ali. O mais recomendado é o que está no pier número 19, mas em todos os piers tem algum lugar bacana pra comer. - Bar do Arantes. O Bar do Arantes é famoso mundialmente, você talvez até já tenha ouvida falar. O restaurante funciona desde 1958, e fica localizado no bairro Pântano do Sul, que é muito procurado pelas trilhas. A fama do bar deve-se aos bilhetinhos, que antigamente eram deixados por mochileiros, avisando os colegas que chegariam mais tarde, onde encontrá-los. Hoje isso virou tradição no bar e quem passa por lá deixa o seu bilhetinho. Já são mais de 70 mil bilhetes colados pelas paredes do bar! Pântano do sul Pântano do sul é um bairro bem ao sul da ilha, cheio de trilhas e natureza. Ao contrário do centro e norte de Florianópolis, esse é um bairro bem menos agitado, apesar de bastante visitado. Turistas vão diariamente para lá para fazer a trilha da Lagoinha do Leste e visitar o Bar do Arantes, mas não costumam se hospedar por lá. Em minha última viagem à Florianópolis, ficamos hospedados em Pântano do Sul, e foi perfeito pra relaxar. A praia é ótima e tranquila, sem muita gente, também fizemos uma trilha e descansamos bastante. Mas recomendo se hospedar lá se quiser mesmo fugir do agito, pois todo o resto dos atrativos da ilha ficam bem longe, e a estrutura do bairro é fraca, com poucos mercados e lojas. Hospedagem Florianópolis tem hospedagem pra todos os gostos e bolsos, eu geralmente fico na casa de um amigo, mas já sei que vários hostels da ilha estão entre os melhores do Brasil. Minha dica é: pegue algum que seja bem localizado, assim você não depende de transporte, o que facilita bastante. Recomendo se hospedar na Lagoa da Conceição. -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Florianópolis é sem dúvida uma das cidades mais bonitas do Brasil e definitivamente merece uma visita, gosto muito da cidade e estive por lá diversas vezes. Não deixe de ir caso esteja pela região.
  5. Esse relato é sobre uma das minhas cidades preferidas: a Ilha da Magia! Florianópolis, é um lugar maravilhoso, já fui diversas vezes pra lá, e sempre tem algo pra conhecer e uma trilha massa pra fazer. Vou contar um pouco sobre algumas trilhas que fiz por lá... Bom, fiquei no Campeche, que é uma região mais tranquila de Floripa, tem ainda um ar de interior. Fiquei no Floripa Surf Hostel, que é muito legal, tem muita área de interação e você sempre encontra uns perdidos do mundo haha. Fica bem pertinho da praia. Lá no Campeche em si: 1. Ilha do Campeche: um pedacinho de paraíso, água transparente!!!! Não tem onda quase, o mar é super tranquilo e lá você faz trilhas pra dentro da mata, até as inscrições rupestres. Do Campeche ou praia do Matadeiro você vai de barco até a Ilha, é cerca de 60 pila. 2. Parque da Lagoa do Peri: a lagoa em si já é legal, água doce onde dá pra ver um por do sol bem legal. A areia é bem fofa e dá pra caminhar em toda a extensão da lagoa. 2.1 Trilha Caminho da Gurita: te prepara pra 4 horas de trilha, ida e volta. A trilha em si é cansativa pois tem várias partes de raízes, pedras e a mata é bem fechada. No final você chega a uma cachoeira. 3. Trilha da Lagoinha do Leste: famosa, é uma trilha um pouco longa também, mas é muito bem estruturada. Já fiz ela várias vezes. Você chega na praia e lá também tem um lago que pra mim é divino. 4. Trilha dos Naufragados, é uma trilha muito massa também, o caminho é lindo e a maior parte é uma estradinha. Mas cuidado pra não se perder, alguns pontos não tem placas indicativas. No final você sobe um morro e pode ir até um Farol. Existem muitas mais trilhas pra fazer em Floripa. Só no Sul mesmo você pode se deslocar de bus e ir até bem perto de onde começam as trilhas.
  6. Ano novo, vida nova! É assim que geralmente iniciamos o ano. Um livro com 365 páginas novinhas em folha para escrevermos o que quisermos! Nós passamos a virada do ano na praia, em Florianópolis, com minha família (Maiza aqui, só para lembrar) e aproveitando que estávamos na praia decidimos buscar uma nova atividade, experimentar algo novo, algo que nunca tínhamos feito antes, foi então que encontramos o windsuf! Acompanhe nossa aventura no YouTube! Também conhecido como prancha à vela, é um esporte olímpico praticado com uma prancha idêntica à prancha de surf e com uma vela entre 2 e 5 metros de altura que depende da força do vento para planar sobre a água. Quando pesquisei sobre este esporte bem pouco conhecido por mim já de cara aprendi uma grande lição: não desista dos seus sonhos e se você acredita nele já é o suficiente! Não entendeu nada? Eu explico: o widsurf foi criado em 1960 pelo casal Darby, mas como a ideia não foi muito bem recebida, eles desistiram da invenção sem ao menos patentearem a ideia. Foi então que alguns anos mais tarde dois amigos, Hoyle Schweitzer (empresário e surfista) e Jim Drake (engenheiro e velejador), patentearam o equipamento e o batizaram de windsurf (entendeu agora?). Procuramos a escola de windsurf e kitesurf (foto abaixo) Windcenter, que oferece aulas para todos os níveis, do básico (ou nada, nada mesmo, assim como nós) ao avançado nas duas modalidades. Eu nunca havia subido em uma prancha de windsuf, mas eles possuem uma aula especial para quem não tem experiência nenhuma. É uma aula introdutória, com um pouquinho de teórico (10min) e muita prática! Confesso que achei que seria impossível ficar em pé e controlar aquela bichinho... O valor da aula (R$40) me chamou bastante atenção, afinal o valor da locação de uma prancha de stand up é quase isso! E ter a oportunidade de apreder com um profissional vale muito mais a pena! Antonio e eu fizemos a aula com outro casal, cada um tinha sua chance de colocar em prática os ensinamentos do instrutor. A minha primeira tentativa foi um desastre, é muito estranho entender o peso da vela e como lidar com seu corpo em cima da prancha, pensar onde pisar, quanto deixar seu corpo cair para trás, quando trocar as mãos de lugar, etc. Mas para minha felicidade na terceira (isso mesmo, na terceira!) tentativa em já estava em pé e no controle da vela, sendo levada pelo vento! Que sensação indescritível! E parecia tão rápido! Claro que nesta aula aprendi apenas a ir, e não sabia como voltar! Acho que isso já é conteúdo para a aula 2 Super indico esta experiência para todos, sem restrição de idade ou condicionamento físico, o instrutor irá te ensinar e apenas colocar em prática aquilo que estiver dentro dos seus limites. Que tal? Agradecemos a Windcenter por nos apoiar nessa atividade incrível! [email protected]! Onde Windcenter Escola de Wind e Kitesurf Lagoa da Conceição | Florianópolis | SC Preço: R$40 (aula inicial com duração aproximada de 1,5 horas) Siga-nos no: • Instagram • Facebook --------------------------------------------------------------------------------------------------------- Nosso blog: • https://www.calangosviajantes.com.br/
  7. Realizamos no periodo de 05 a 17 de Julho de 2015 a Volta completa da ilha de florianopolis a pé. Foram 12 dias e 251 quilometros. Somente a trilha entre ponta de canas e lagoinha que estava fechada, as outras estavam abertas. Em breve relato completo.
  8. analuvcosta

    Se locomover de ônibus em Florianópolis

    Gente, alguém aqui já foi pra Floripa, dependendo só de ônibus?? Tô vendo muita gente falando sobre a dificuldade pra se locomover pela ilha, com transporte público. Queria saber de vocês também como foi.
  9. ViajanTchê

    Conhecendo o Norte da ilha de Florianópolis

    Hoje vou falar sobre a trip que fiz pelo Norte da ilha de Florianópolis: partimos de São José, e em cerca de uma hora chegamos na praia Brava. Na ida, passamos por um mirante e tivemos uma vista ampla da praia e de suas pontas, a esquerda temos a Ponta da Bota e a direita a Ponta das Feiticeiras, no mirante também é possível voar de Parapente com o pessoal da OVNI Escola de Parapente. O vôo custa em torno de R$ 250,00 e serve para quem tiver interesse, dinheiro e coragem haha. A praia é povoada por mtos condomínios na volta e é preciso ter cuidado, pois como o nome já diz, as ondas lá são bravas, por isso, também é a queridinha dos surfistas hehe. Segue fotos e uma frase maneira que tinha na placa da escola: "De a quem você ama: asas para voar, raízes para voltar e motivos para ficar." (Dalai Lama) https://www.instagram.com/machado_leidiane/
  10. Viajamos um amigo e eu de 04 a 08/10/17. Chegamos em Florianópolis numa quarta à noite, e foi tranquilo pegar UBER do aeroporto para Lagoa da Conceição, região onde nos hospedamos. Ficamos hospedados no Aldeia Container, que recomendo (reservamos pelo Booking.com). Florianópolis, carinhosamente chamada de Floripa e também de Ilha da Magia, é uma capital com uma atmosfera de tranquilidade, rodeada de lindas praias e de mata Atlântica. Achei a cidade estruturada para o turismo e com povo receptivo. Fomos em baixa temporada, locais turísticos relativamente vazios (que prefiro), mas com todos os locais que conversamos falaram que a ilha enche bastante no verão, o que não é surpresa né, afinal sol, calor e as praias lindas de lá são uma combinação perfeita. Fizemos um roteiro bem tranquilo, aproveitando os três dias inteiros que teríamos na ilha. Abaixo o que fizemos em cada dia. Aldeia Container Gastos na chegada: - Passagem área BH-FL-BH – R$360,00 - UBER aeroporto – Lagoa da Conceição – R$15,75 - Jantar no Santi – R$ 23,00 - 04 diárias no Aldeia Container (quarto com duas camas de solteiro, banheiro, utensílios de cozinha, geladeira e fogão) – R$450,00 Quinta - Praia do Campeche e Praia da Joaquina. Saímos cedo, tomamos café na região da Lagoa mesmo, visitamos a Igreja de Nossa Senhora da Imaculada Conceição (estava fechada) e fomos caminhar na Av. das Rendeiras, depois de bater pernas pegamos um UBER para a praia do Campeche. O dia estava quente, porem com tempo nublado, então a praia não estava cheia. Lá tem estrutura com uns bares e restaurantes. Caminhamos pela areia e sentamos admirando a ilha do Campeche ao fundo (a ilha está distante da praia alguns quilômetros e há passeios de barco disponíveis para visitá-la, que não fizemos). Depois seguimos para a praia da Joaquina. Fomos de UBER do Campeche para Joaquina, chegamos e almoçamos por lá. Há vários barzinhos e restaurantes na chegada da praia, próximo ao estacionamento. Praia bem bonita, rodeada de dunas com areia branquinha, um lindo visual, com algumas rochas onde dá para sentar e só ficar comtemplando o mar (o tempo nublado não ajudou muito, mas faz parte). Voltamos a pé para a lagoa, passando pela AV. das Rendeiras e apreciando o visual. Igreja de Nossa Senhora da Imaculada Conceição Vista da Av. das Rendeiras Praia da Joaquina Dunas na praia da Joaquina Gastos do dia: - Café da manhã: R$ 20,90 - UBER entre Lagoa e Campeche: R$ 10,42 - UBER entre Campeche e Joaquina: R$ 14,24 - Almoço na praia da Joaquina: R$ 37,29 Jantar na pizzaria Federica: R$ 45,61 Sexta - Jurerê Internacional, Praia do Forte e Santo Antônio de Lisboa. Logo após tomar café em uma padaria na região da lagoa, pegamos UBER e partimos para Jurerê Internacional. Olhar a ostentação das mansões não era meu forte, fui mais por causa da praia, que é bonita, mas não tanto como as do dia anterior. O sol estava brilhando, calor então foi dia de tomar aquele banho de mar para repor as energias. Depois seguimos para de UBER para a praia do forte, onde caminhamos pela orla e depois visitei o Forte. Gostei da visita, a vista do forte é linda. Depois fomos para a chegada da praia, onde há bares e restaurantes e almoçamos. Daí seguimos para Santo Antônio de Lisboa, um bairro da cidade, mas que parece um vilarejo histórico, com suas casinhas coloridas, uma herança da colonização açoriana em Floripa. Não aproveitamos muito lá porque caiu um aguaceiro, eram 16h e já parecia noite. Então voltamos para o hotel. A noite parou de chover e demos uma caminhada na região da lagoa e jantamos na hamburgueria artesanal O Açougueiro. Depois do jantar visitamos o Mirante da Lagoa. Praia de Jurerê Internacional Praia de Jurerê Internacional Praia do Forte Praia do Forte Santo Antônio de Lisboa Mirante da Lagoa da Conceição Gastos do dia: - Café da manhã: R$13,50 - UBER Lagoa – Jurerê: R$ 18,60 - UBER Jurerê – praia do Forte: R$ 3,37 - Entrada no forte: R$ 8,00 a inteira. - Almoço na praia do Forte: R$37,40 - UBER praia do Forte – Santo Antônio de Lisboa: R$ 16,92 - Lanche no Café da Praça em Santo Antônio de Lisboa: R$ 14,80 - UBER Santo Antônio de Lisboa – Lagoa da Conceição: R$ 37,55 (tarifa dinâmica – estava caindo um temporal na ilha) - Jantar no O Açougueiro: R$ 48,95 Sábado Compras e Almoço no Mercado Público No Mercado Público de Florianópolis você encontra com peixarias, lojas com suvenires/artesanato e restaurantes com várias opções de pratos em um ambiente bem descontraído. Horário de funcionamento: As lojas ficam abertas de segunda a sexta-feira das 7h às 19h e aos sábados das 7h às 14h. Não abrem aos domingos. Já os bares, poderão funcionar em dias úteis até 22h e, nos fins de semana e feriados até às 17h. Depois de ir embora do mercado, que fecha cedo aos sábado fomos caminhar pelo centro e depois seguimos a pé pela na Av. Beira Mar curtindo a vista, até que começou a chover. Mercado Público Av. Beira Mar Gastos do dia - Café da manhã: R$15,00 - UBER Lagoa – Mercado Público: R$ 12,46 - Almoço e cervejinhas no mercado: R$ 57,86 - UBER Centro - Lagoa: R$ 12,65 - Jantar na pizzaria Federica: R$ 40,54 Domingo Saímos cedo para o aeroporto. Gastos do dia: UBER Lagoa – Aeroporto: R$13,87 - Café da manhã no aeroporto: R$11,00 Dicas Gerais • É bem tranquilo encontrar UBER em Floripa. Só pegamos uma tarifa dinâmica, para voltar de Santo Antônio de Lisboa para a Lagoa, por que começou a chover muito e o transito da ilha bagunçou. • Gostamos bastante de termos nos hospedados na região da Lagoa da Conceição com boas opções de barzinhos e restaurantes. • Não sentimos falta de segura na cidade, mas fica a dica para que vale para qualquer cidade no mundo: Ficar de olho aberto no entorno e evitar andar por lugares ermos, sobretudo a noite. • Gostamos do atendimento em todos os bares, restaurantes e dos motoristas de UBER que pegamos. Três dias não foram o suficiente para curtir toda a ilha de Florianópolis, mas essa primeira visita nos deixou com gosto de quero mais. Qualquer dúvida é só perguntar. Abraço, Júlio.
  11. Michel Bellieny Caldas

    Réveillon em Florianópolis de carro

    Gostaria de saber quem já fez esse trajeto saindo do rio ou de sp, a volta que dia foi como foi pegou trânsito, em que lugares, quanto tempo
  12. Olá pessoal. Estou de férias e hj é meu último dia em Pântano do Sul em Florianópolis. Gostaria de dividir um pouco da experiência que tive aqui. Vamos lá... Pântano do sul é ao extremo Sul da ilha de Florianópolis, não é uma cidade, é formada por vários vilarejos, porém muito bem organizados e bonitos e sem falar o quanto são limpos. Fiquei hospedado em uma pousada na mata, isso mesmo, na mata, sem Tv e rádio, a única tecnologia disponível é o Wi-Fi, que não é dos melhores, a minha intenção foi se desconectar total, já que trabalho em SP na Av. Paulista. A pousada que estou é "Aruna Eco Spa". Muito aconchegante sem falar da beleza e uma vista maravilhosa. Tirando alguns pontos de praia que dá acesso por alguns vilarejos, tem várias trilhas que te levam à pontos de praias mais distantes e de maior beleza, vale a pena a caminhada, sem falar que tem cachoeiras em alguns pontos... Eu realmente aproveitei bem e consegui fotos ótimas, isso pq só tenho o celular... Para todos os pontos, não é cobrado nenhum valor, não existe guias turísticos, porém, o pessoal aqui é bem solidário e prestativo, ajudando e informando tudo sem nenhum problema. A região durante a semana é bem vazia, tanto que alguns comércios nem abre, mas durante o fds o movimento é intenso. A alimentação é barata e boa. Realmente mal tem gastos para se manter aqui. Com certeza o maior gasto vai ser a hospedagem. Para quem curte fazer trilhas, é um prato cheio, pois tem várias... Segue algumas fotos que fiz...
  13. Vou para Florianópolis em novembro, não sei se o serviço de UBER funciona na cidade.Se sim, valeria mais a pena alugar um carro ou se deslocar através do UBER ?
  14. Boa noite a todos. Ganhei um voucher para Balneario Camb para ser usado até outubro. Gostaria de saber se neste mês da para curtir uma praia por la? Estou na duvida se vendo ou vou,
  15. Marcos Vinicius Barboza

    O que fazer em Florianópolis?

    Boa noite a todos, gostaria de fazer meu primeiro mochilão para floripa, provavelmente em outubro, gostaria de me ajudassem com dicas de onde hospedar, lugares para conhecer, praias, cachoeiras ou trilhas. Sou de Piracicaba interior de SP e qual seria o meio de transporte que me recomendam, desde de já agradeço a ajuda de todos!!
  16. Amigos, Pretendo passar alguns dias em setembro em Florianópolis. Irei com meu marido. Ele gosta muito de praia e eu gosto de lugares históricos e paradisíacos. Ele gosta de gastar pouco, eu gosto de conhecer as coisas e dar seu devido valor. Gostaria de dicas de onde ficar em Floripa. Queremos conhecer o Beto Carreiro World, é viável? Pretendemos ficar do dia 11 a 19/09. É uma boa época para conhecer a ilha? Toda ajuda será bem-vinda! Aguardo retorno. Abraço!
  17. Quando ouvem falar em Floripa, a maioria das pessoas pensa em uma palavra: PRAIA! Até nós que moramos aqui às vezes pensamos isso… Afinal, uma cidade com mais de 40 praias merece ser lembrada por isso, não é mesmo? Maaaaas, não é só isso que a Ilha da Magia tem para oferecer. Aproveitamos o feriado de 1º de Maio para (re)visitar um lugar que talvez poucos conheçam, mas que agrega uma história e uma arquitetura singulares: a Fortaleza de São José da Ponta Grossa. Veja por que você deveria incluí-la na sua passagem por Florianópolis: Para continuar lendo: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/05/03/passeio-diferente-floripa-fortaleza-de-sao-jose-da-ponta-grossa/
  18. Se você tá pensando em vir pra Floripa (ou mesmo mora aqui), considere visitar dois locais geralmente pouco explorados por turistas e que ficam no Sul da Ilha: o Parque Municipal da Lagoa do Peri e Morro das Pedras. Parque Municipal da Lagoa do Peri Onde fica? Fica no sudeste da Ilha, a cerca de 24km da Ponte Colombo Salles, que liga a Ilha ao Continente. Por que visitar? Para quem gosta de se refrescar em um local rodeado de verde, a Lagoa do Peri é o lugar ideal. Ela fica dentro do Parque da Lagoa do Peri, um local que conta com diversas atividades, como: infraestrutura para visitantes (há um restaurante, banheiros, aluguel de caiaque e stand-up paddle, estacionamento, um espaço para aulas e eventos); área de reserva biológica (há algumas opções de trilha, que podem incluir visita a uma cachoeira em meio à Mata Atlântica e caminhada até o Ribeirão da Ilha); engenhos de farinha e cana dos colonizadores açorianos. Ou seja, você tem a oportunidade de passear por praias, cachoeiras, floresta e locais históricos a partir de um único lugar! Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/04/20/floripa-por-que-visitar-o-parque-municipal-da-lagoa-peri-e-morro-das-pedras/ Facebook: facebook.com/filosofiadeviajante Instagram: @blogfilosofiadeviajante
  19. julio.juncioni

    Abril é um mês ruim para Florianópolis?

    Caros, Vou para Florianópolis agora neste mês de abril, pelo jeito pegarei muito frio. Abril é um mês ruim para Floripa? E bombinhas, o clima já é mais quente? Att Julio
  20. Olá pessoal!! Para quem curte um contato mais próximo com a natureza é importante saber que Florianópolis oferece uma grande variedade de trilhas, quase sempre rodeadas de belas paisagens.... Estou criando este tópico para o pessoal poder trocar experiências sobre as trilhas da Ilha da Magia.... Vou colocar aqui a minha contribuição para deixar a galera com água na boca!!! Fonte: Prefeitura municipal (http://www.pmf.sc.gov.br) A Ilha de Santa Catarina tem uma grande diversidade de caminhos e trilhas, dos quais 31 foram mapeados, apresentando as mais diversas características: de curto a longo percurso; de caminhada simples em terrenos planos à caminhada radical com exposição à altura e uso de apoio; de orientação fácil, acessíveis aos menos experientes, aos de difícil orientação que exigem experiência e conhecimento prévio da área; alguns requerem um preparo físico normal, já outros exigem um preparo físico apurado. Isto deve-se ao fato de existirem caminhos e trilhas que reúnem, ao longo de seus percursos, ecossistemas e paisagens diversificadas, com morros, costões, planícies costeiras arenosas, dunas, restingas, manguezais, baías, enseadas, lagoas, córregos e mata típica da Floresta Atlântica, às vezes compondo áreas de preservação que abrigam inúmeras espécies vegetais e animais. Muitos percursos cruzam ou estão localizados em diferentes áreas de preservação, como parques e reservas ecológicas; todos os caminhos e trilhas do sul da Ilha têm essa característica. Aproximadamente dois terços dos caminhos e trilhas envolvem trechos de caminhada semi-pesada, pesada, difícil e radical, geralmente em aclives acentuados que exigem esforço. O tipo de terreno mais característico é o de terra batida, inclusive argilosa, em que afloram seixos da base granítica que forma os morros. Alguns caminhos e trilhas têm uso regular, servindo de acesso a praias, mantidas para passeios em áreas de preservação e como acesso a algumas comunidades isoladas, como as da Costa da Lagoa, dos Naufragados e do Saquinho. Parte dos caminhos e trilhas sofre um processo de desaparecimento e esquecimento. Naqueles em que o uso se tornou pouco frequente, mesmo que tenha sido importante na história do passado da Ilha, é comum a construção de cercas, muros e construções em propriedades que impedem a passagem e camuflam os pontos de acesso, aos poucos tomados pela regeneração da vegetação ou perdidos pelo desmatamento. Nem todos os caminhos e trilhas são acessíveis para a maioria das pessoas - muitos oferecem dificuldades físicas e alguns encontram-se interrompidos por cercas, podendo ocorrer o impedimento da passagem por parte dos “proprietários”. Em alguns percursos podem aparecer cães ameaçadores. No link abaixo há a relação das trilhas catalogadas pela prefeitura. Cliacando sobre cada trilha encontrará um descritivo: http://www.pmf.sc.gov.br/guia/novo/trilhas/_html/refrap.html Tem também o http://www.guiafloripa.com.br/trilhas/index.html com 14 trilhas e seus respectivos mapas
  21. Novamente aproveitando as mega-promoções de passagens aéreas, agora foi a vez de conhecer Florianópolis. Importantíssimo dizer que Floripa merece muito mais do que um fim de semana, mas é o tempo que dispomos. Certamente voltaremos lá outras vezes. Como conhecer em apenas 2 dias? Como era a primeira vez na cidade e eu tinha muitas coisas que queria conhecer, acabei fazendo dois longos roteiros mais parecidos com “mega-city-tours” -- de carro, claro. Sem correria, tomando o tempo que fosse necessário para curtir onde quiséssemos, mas também sem curtir praia (entenda “curtir praia” como “passar algumas horas do dia + pegar sol + entrar no mar”). Descendo do carro sempre, andando sempre que possível. Felizmente conseguimos passar por quase tudo que queríamos. O tempo A previsão do Climatempo era terrível. Sábado era dia feio e certo de chover (90% de chances), domingo nem tanto (40%). Felizmente os deuses viajantes burlaram isso e nos proporcionaram um sábado quase seco (só choveu de madrugada e um pouquinho no fim da tarde e começo da noite), embora muito nublado. Domingo deu um belo sol pela manhã. Onde ficamos Optamos por ficar na Lagoa da Conceição, perto de bares e restaurantes. Ficamos na Pousada Colinas da Lagoa. Muito boa. Se eu ficar na Lagoa novamente, ficarei lá. O ROTEIRO: Sexta Chegamos na pousada bem tarde (todos os 4 vôos da viagem atrasaram!), mas logo partimos para passear um pouco pela noite da Lagoa, especificamente na Avenida Afonso Delambert Neto. De fato, o lugar ferve. Mas tem uma característica que não me agrada tanto: praticamente todos os lugares (bares, restaurantes) têm música alta. Fica complicado conversar se você não berrar no ouvido. Como estávamos cansados – já passava de 1 da madrugada --, queríamos apenas beber, jantar e dormir. Escolhemos o El Mexicano, que não foi bom. Sábado Choveu forte de madrugada. Acordamos cedo e partimos logo depois do café. A ideia era explorar um pouco do centro da cidade. Paramos o carro na Praça da Luz para andar um pouco a pé pelas ruas. Descemos toda a Conselheiro Mafra até a Praça XV, passando pela Antiga Alfândega, o Mercado Público Municipal, o Palácio Cruz e Souza e Velha Figueira. Na volta ainda passamos no mirante da Praça Hercílio Luz, de onde pudemos observar a velha "Golden Gate brasileira", em obras. Hora de partir para a segunda parada: Santo Antonio de Lisboa. Lugar muito bacana, sobretudo pelos resquícios da arquitetura açoriana. É pequeno e, pelo visto, com restaurantes muito procurados. Passeamos pelas ruas, entramos em algumas lojas de artesanato e curtimos um pouco da vista (e da vida) geral num bistrô. A rua principal de Santo Antonio de Lisboa De lá, partimos para Jurerê, onde, naturalmente, fomos curtir as belas fachadas das caríssimas casas de Jurerê Internacional. É o tipo de lugar que você pode passar uma tarde inteira passeando a pé só para observar as casas. Passeamos rapidamente também pela praia, e até encontramos algumas raríssimas pessoas pegando um sol inexistente (nessa hora o tempo já estava beeem fechado, mas sem chuva). Fico imaginando como aquilo deve lotar no verão, sobretudo os bares com vista para o mar. Para não escapar do que me parece ser moda em Floripa, passamos por alguns restaurantes com música ao vivo (!!). Uma das passarelas que levam à praia em Jurerê Seguimos Jurerê até o fim para ir à Fortaleza de São José da Ponta Grossa. Eu adoraria conhecer Anhatomirim e Ratones, mas essas ficaram para uma próxima vez. O Forte de São José foi bem legal (embora eu seja suspeito, porque adoro visitar fortes – geralmente têm belas vistas e eu curto ver as construções antigas), vale a entrada. Aproveitamos que estávamos ali e descemos até a Praia do Forte. Não tinha ninguém lá! Praia calma, bem plana. Visual da Fortaleza de São José da Ponta Grossa De lá, nosso destino foi Canasvieiras. Queríamos apenas passar rapidamente, para ver como é. E é como esperávamos: bem família, orla urbanizada e tal. Seguimos para Ponta das Canas, mas achei a praia meio decepcionante. Tinha informações de que era uma das mais bonitas da ilha, mas, ao menos no dia em que estivemos lá, não correspondeu (terá sido o mau tempo?). Seguimos para a Lagoinha, que achei um pouco mais charmosa. Ambas têm águas calmas. A praia seguinte já fica na parte, digamos, “mais oceânica” da ilha, e com boas ondas: Praia Brava. Gostei muito da praia, da região (do bairro?) e do acesso (bela vista do alto). Era para termos passado pela Praia dos Ingleses, mas acabamos indo direto para a Praia do Santinho. Logo que chegamos, começou a cair uma chuva bem fininha. Santinho foi a praia mais legal que conhecemos nesse dia, mesmo estando quase que inteiramente vazia -- só vimos gente jogando bola, correndo ou passeando com cachorros. Lá mesmo nós paramos num bar de praia para reabastecimento e para curtir o momento (ainda que com um vento gelado, estávamos adorando o momento). Curtimos inclusive um espetáculo de uma baleia que estava por lá, bem perto da rebentação! Encerrado o reabastecimento (e a chuvinha), fomos passear um pouco pela praia. Como fomos caminhar para o centro da praia, os costões com arte rupestre ficaram para uma próxima vez. Visual da Praia do Santinho -- o minúsculo pontinho preto no mar (do meio para a esquerda) é a baleia! Já era fim de tarde e eu não tinha uma referência precisa de como chegar à praia de Moçambique, o destino seguinte do nosso roteiro, que ficaria para o dia seguinte. Felizmente no caminho até a Lagoa eu vi uma placa indicativa para ir para a praia (por uma rua que não aparece no meu GPS). Ficou devidamente mapeada para o dia seguinte. Passamos ainda rapidamente pelo mirante da Lagoa antes de retornar à pousada. Fomos jantar na Pizzaria Basílico – muito boa! – e dormir cedo. Domingo Novamente acordamos cedo, tomamos café, fizemos check-out e partimos para a Praia de Moçambique. Só que, no caminho tinha a Praia Mole, que nos atraiu. Estava um belo dia de sol, decidimos parar na Mole primeiro. Mesmo cedo, já tinha mais gente do que em todas as praias em que estivemos no dia anterior. Fomos caminhando até a ponta esquerda da praia para seguir até a Praia da Galheta, acessível somente por trilha e usada como praia de nudismo (opcional). Na trilha entre a Praia Mole e a Galheta Galheta foi a praia mais bonita que conhecemos na ilha. Andamos toda a extensão da praia, até as pedras no outro canto; havia poucas pessoas na praia; vimos um ou outro naturista (homens, infelizmente). Ficamos um bom tempo por lá. Praia da Galheta Um nativo da Galheta Seguimos para a Praia de Moçambique. A rua de acesso não é pavimentada e (ao menos agora em setembro/11) é repleta de buracos. Difícil de passar de 20km/h ali. Mas é rápido, bem rápido. Logo você chega na praia. Na entrada tinha uma menina dando orientações sobre a preservação do local (a praia fica dentro do Parque do Rio Vermelho). A praia é muito longa (a maior da ilha), você apenas escolhe onde quer parar o carro e pronto. Não vi infra-estrutura (bares, barracas). Aliás, não há qualquer construção por lá. Adoramos a praia. Boas ondas, muito espaço, muito bonita. Praia de Moçambique, a mais longa e (talvez a) mais "selvagem" da ilha Voltamos em direção ao sul, agora com parada na Barra da Lagoa. Visitamos o Projeto Tamar e fomos andar rapidamente pela praia. Acabamos não pegando o caminho para a Prainha. Na verdade, acho que não conhecemos muito da Barra, ficou para a próxima. Tartarugas podem ser gigantescas Estava na hora de reabastecimento e a Praia da Joaquina era a próxima da lista. No caminho, passamos pelas famosas dunas, com uma vista estonteante da praia ao fundo. Não passe batido pelas dunas, pare e suba! Tinha uma galera fazendo sandboard/skibunda por lá, mas não nos aventuramos. Já na Joaquina, caminhamos um pouco pela praia e fomos subir as dunas que observamos lá de cima. Visual da Joaquina a partir das dunas Depois do reabastecimento, seguimos para a Praia do Campeche, apenas para uma rápida olhada. Campeche mesmo que gostaríamos era a ilha! Seguimos para a Praia da Armação, última do roteiro, onde também acabamos passando rapidamente (o tempo vai ficando escasso, começamos a acelerar as coisas!). No fim da praia, pegamos a passarela para ir na Ilha da Campanha, com uma bela vista tanto da Armação quanto da Praia do Matadeiro (que, por sua vez, ficou para uma próxima vez). Curtimos um bom momento ali. Visual da Ilha da Campanha Ainda seguimos até a Freguesia do Ribeirão da Ilha para conhecer outra região açoriana da ilha e, talvez, curtir um fim de tarde num restaurante com vista para o mar. Infelizmente o restaurante ficou no talvez mesmo, porque chegou a hora de ir para o Aeroporto. Fim de festa! Quando eu voltar Quero fazer o passeio para os fortes de Anhatomirim e Ratones, a trilha para Lagoinha do Leste, o passeio para a Ilha do Campeche, passear por uma tarde inteira por Jurerê Internacional e curtir algum restaurante com vista do Ribeirão da Ilha. As praias que mais gostaria de voltar para curtir mais e melhor: Mole, Galheta, Barra da Lagoa, Moçambique e Brava. --------------------------------------------------------------- Voltamos posteriormente a Floripa mais duas vezes (em fins de semana): Anhatomirim e Ilha do Campeche Sul da ilha
  22. Estou pretendendo viajar sozinho a Florianópolis e a Balneário Camboriú no segundo semestre. Gostaria de saber se, em geral, existem serviços de guarda-volumes seguro nas praias, para deixar o celular ou câmera, caso queira entrar na água. Se possível, queria saber também uma média de preços. Sou do Ceará e aqui várias barracas de praia oferecem essa comodidade, então queria saber se encontro algo parecido por Floripa ou se preciso pensar em outras alternativas...
  23. Olá viajantes! Vou contar um pouco pra vcs como foi minha estadia de três dias na charmosa capital catarinense realizada em novembro de 2014. Não sou muito fã de praia ãã2::'> e como um bom estudante de história, o foco da minha viagem foi conhecer toda a região central da cidade e suas belíssimas e históricas construções. Como estava em uma das cidades mais badaladas no quesito praia, não poderia de visitar pelo menos uma delas não é? haha. A escolhida foi Canasvieiras, no norte da ilha. Prentendo voltar para Florianópolis e conhecer outras praias, como a da Joaquina e Jurerê, além da Lagoa da Conceição Para ver mais fotos, acesse meu insta: https://www.instagram.com/rafah.meireles/?hl=pt-br Floripa é uma cidade cosmopolita, bem estrutura, segura e muito limpa (principalmente se comparada com São Paulo, por exemplo). Na época, boa parte das construções históricas estavam bem conservadas e muitas delas passando por um processo de restauro. Apesar de ter visitado apenas uma praia , pude comprovar que a cidade é uma das mais ricas no quesito natureza. Para facilitar o relato, destaquei em negrito os pontos turísticos que visitei Dia 01: Cheguei em Floripa por volta das 11 hrs da manha de uma terça-feira depois de ter enfrentado 14 hrs de viagem em um ônibus vindo de Campinas, onde moro, sendo que 2 horas foram gastas apenas para entrar na cidade. Isso porque existe apenas um grande acesso à ilha de Santa Catarina, que é a Ponte Ivo Campos, e como boa parte da região metropolitana tem que se locomover até a capital os congestionamentos são inevitáveis e a BR 282 que dá acesso a ponte estava completamente parada desde a cidade vizinha de São José Chegando na moderna rodoviária, seguimos até o hotel Farol da Ilha, onde havia reservado um quarto para minha mãe e eu. O hotel não é muito grande mas é super confortável e tem um ótimo atendimento e localização - na rua Bento Gonçalves, sendo de super fácil acesso. Camelódromo Municipal: Depois de almoçar seguimos pela rua Conselheiro Mafra e fomos até o grande Camelódromo Municipal, que concentra inúmeras lojas populares e que vendem os mais diversos produtos a preços interessantes. Mercado Público Municipal de Florianópolis: Fica bem ao lado do camelódromo e é um dos pontos mais famosos e bonitos da cidade e que foi construído no início do século XX. Como o edifício estava sendo restaurado, infelizmente não pude apreciar seu interior Largo da Alfândega: :Bem em frente do mercado fica o Largo da Alfândega, uma grande praça com uma fonte ao centro e que é uma das regiões mais antigas da cidade, rodeada de bonitos edifícios tombados que foram transformados em comércio, além de inúmeras barracas e vendedores ambulantes. Um dos melhores cachorro-quentes da minha vida foi comprado em uma das esquinas dessa praça hehe. Igreja de São Francisco: Localizada bem na esquina das ruas Deodoro e Felipe Schimidt, esta imponente igreja também estava sendo restaurada e não pude visitar seu interior. Rua Felipe Schimidt: Esta é a principal rua do comércio em Florianópolis. Ela corta todo o centro e está repleta de lojas de diferentes segmentos. O trecho entre a rua Alvaro de Cravalho e a praça XV foi transformada em calçadão e conta com bancos e áreas para descanso. Museu Histórico de Santa Catarina: Instalado dentro do magnifico Palácio Cruz e Sousa, esse é um dos maiores e mais importantes museus do estado, mas é a arquitetura refinada do palácio que me chamou mais a atenção, além de seus lindos jardins. Igreja de Nossa senhora do Rosário e São Benedito: Pequena e simples, essa era a antiga igreja dos escravos na cidade. Fica situada bem no final da rua Trajano em frente a uma grande escadaria. Teatro Álvaro de Carvalho: Situado a duas quadras da igreja do Rosário, esse é o principal palco de apresentações da cidade. Começou a ser construído em 1857 e é uma construção pequena, sem grandes ornamentações e de arquitetura simples e de forte influência portuguesa. Ao lado do teatro fica a charmosa praça Pereira Oliveira, super bem arborizada e que é uma ótima opção de descanso. Igreja Luterana de Florianópolis: Pequena e charmosa igreja situada na parte alta do centro Catedral Metropolitana: Praça XV de Novembro: Principal e mais antiga praça da cidade, é considerado o marco zero por ser ao seu redor que a cidade começou a se desenvolver. Na Praça XV está o Monumento em Honra aos Heróis Mortos na Guerra do Paraguai e os bustos que homenageiam catarinenses famosos: Cruz e Sousa, poeta, Victor Meirelles, pintor, José Boiteux, historiador, e Jerônimo Coelho, fundador da imprensa no Estado. Vale a pena também apreciar os inúmeros casarões ao seu redor. Praça Fernando Machado: Museu Victor Meirelles: Funciona na antiga casa desse que foi um dos maiores artistas de nossa história. Apesar de contar com várias telas famosas e esboços, o museu não é dinâmico e informativo. Forte Santa Bárbara: Pequeno e sem grandes atrativos. Nesse mesmo dia fui até o distrito de Canasvieiras, situado bem no norte da ilha, entre as praias de Jurerê e Cachoeira. Para chegar até ela tomei um ônibus amarelo no terminal situado ao lado da praça XV e que custou uns R$6,00 na época. O busão leva cerca de uma hora e meia para chegar no distrito, quase sempre percorrendo a SC 401. O motorista nos deixou a apenas uma quadra do litoral A faixa de areia de Canasvieiras é muito grande e limpa. A praia não estava cheia e havia vários vendedores. Não é a praia mais bonita que vi na vida, mas recomendo Dia 2: No segundo dia de viagem fui conhecer a região da Beira Mar Norte, a mais famosa avenida da cidade e uma das regiões mais badalada e caras da ilha. O passeio começou no símbolo máximo de Floripa, que é a grandiosa Ponte Hercílio Luz, a maior ponte pênsil do Brasil e que teve sua construção iniciada em 14 de novembro de 1922 e foi inaugurada em 13 de maio de 1926. Um bom lugar para tirar fotos da ponte é no Mirante localizado no alto da alameda Adolfo Konder, ao lado do Parque da Luz. De lá seguimos caminhando a beira mar pela avenida Beira Mar Norte. A região é extremamente verticalizada e infelizmente as águas da baia estão poluídas e impróprias para o banho Caminhando pela avenida encontramos a pequena Igreja de São Sebastião, que pertence a Casa de Saúde da cidade. Nosso destino final foi o Shopping BeiraMar, um dos mais completos da região. Outros relatos: Chile: https://www.mochileiros.com/o-fantastico-chile-santiago-embalse-el-yeso-valpaiso-vina-e-san-pedro-de-atacama-com-fotos-roteiro-e-gastos-2017-t140000.html Argentina: https://www.mochileiros.com/buenos-aires-e-la-plata-5-dias-com-fotos-roteiro-e-relato-do-golpe-da-tinta-verde-t131086.html Angra: https://www.mochileiros.com/um-dia-em-angra-dos-reis-vindo-de-paraty-com-roteiro-e-fotos-t138227.html Campos do Jordão: https://www.mochileiros.com/bate-e-volta-em-campos-do-jordao-na-alta-temporada-junho-2016-t131749.html
  24. [info]Deixe aqui aquela dica de passeio que você gostou, do barzinho 10 que conheceu, daquele restaurante bom e barato ou daquele outro que serve um prato especial que você adorou. Vale também a dica daquela balada inesquecível que você conheceu. Regras do Tópico: Neste tópico não serão aceitas perguntas, apenas dicas de Florianópolos. Perguntas devem ser postadas no Tópico Florianópolis Perguntas e Respostas. clique aqui Todas as perguntas postadas aqui serão deletadas[/info] Bar do Arante é uma atração a parte. Só pelo local já vale a pena. Delicinha! Vou ver se consigo postar umas fotos. Quanto ao Chico é bem conhecida e pelo menos na época que fui, era muito boa e farta.
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