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  1. Há muito tempo eu queria conhecer Jeri e decidi que deste ano não passaria. Aproveitei pra tentar encaixar a viagem pra o período do meu aniversário, realizando também um antigo desejo de passar a data viajando sozinha. Monitorei as passagens por alguns meses e encontrei até por R$ 300,00 ida e volta partindo de SSA. Em maio, então, consegui encontrar as passagens para o exato período que eu desejava por 12000 milhas ida e volta + R$ 59,90 de taxas. Contagem regressiva até agosto! Minha viagem seria de 09 a 16/08, sendo que eu ficaria de 09 a 13/08 em Jeri, seguindo neste dia para Fortaleza, onde ficaria até o dia 16. TRASLADO PARA JERI: Desembarquei no aeroporto de Fortaleza por volta das 17h de uma quarta-feira. Tinha como opção pegar um ônibus ou um traslado para Jeri. O ônibus Fortaleza – Jeri é operado pela empresa Fretcar. Eles possuem um site onde é possível comprar as passagens antecipadas. O ônibus sai do aeroporto passando pela Rodoviária e alguns pontos em Fortaleza chegando até a cidade de Jijoca – lá os passageiros são deslocados para uma jardineira (pau de arara chique) que percorre a parte de dunas até Jeri. Para meu horário de chegada, teria que pegar um ônibus das 18h30 saindo do aeroporto e chegaria em Jeri próximo a 01h da manhã. O ônibus custa entre R$ 70 e 80, a depender do horário. Sobre o traslado, pode ser feito de duas maneiras: algumas empresas de turismo fazem este trajeto diariamente saindo de Fortaleza por volta das 09h. Eles te pegam diretamente no seu hotel e o traslado custa cerca de R$ 80,00, sendo que de Fortaleza a Jijoca vai de Van, mudando para Jardineira a partir daí. Para mim não daria em razão do horário, já que eu queria ir para Jeri no dia da chegada. Outra opção é alugar um veículo tipo Hillux, que custa entre 600 e 700 reais para 4 pessoas. Tentei encontrar algumas pessoas para ratear o traslado, mas não consegui. Tive a ideia, então, de ver com o Hostel se eles teriam alguma indicação e eles intermediaram um traslado para mim por R$ 150,00 saindo as 17h30 do aeroporto numa Hillux. A viagem foi confortável e não há necessidade de mudar de veículo. Por volta das 21h40 cheguei ao Hostel. HOSPEDAGEM: VILLA CHIC HOSTEL E POUSADA JERICOACOARA: Excelente! O Hostel fica localizado na rua principal, bem próximo à praça principal e à praia. As instalações são bem novinhas, o staff é super prestativo, possui um café da manhã excelente para padrões de hostel. Tem uma pequena piscina e cozinha bem equipada. Fiquei no alojamento feminino (quarto 02), que conta com quatro beliches, divididos em duas partes, com ar condicionados individuais e dois banheiros, com uma pia externa e chuveiro quente. A cama é muito confortável e conta com luz e tomada individual. Limpeza diária nos quartos. Locker enorme e eles cedem cadeado para uso dos hospedes. Aluguel de toalha por R$5, sendo possível a troca. ALBERGARIA HOSTEL FORTALEZA: O hostel tem uma boa localização, além de boas áreas comuns. O staff foi prestativo e o bar/lanchonete quebra um galho quando se chega cansado da praia e dos passeios. O café da manhã bom para padrões de hostel, mas vem numa bandeja (não sei se é possível repetir algum item, mas vinha tudo em boa quantidade e não precisei repetir). Os beliches dos quartos são MUITO ruins. Por serem de três andares, o primeiro é muito baixo e o último muito alto. Além disso, o meu quarto era muito pequeno para as seis pessoas, o que atrapalhava bastante a circulação e acesso aos lockers. Não conta com chuveiro quente (não senti falta) e o ar condicionado só ligava das 20h as 08h. Roupa de cama e toalha alugado com calção de R$20. CONTINUA (....)
  2. Boa noite meu povo!!! Estou indo à Jeri em Abril e gostaria de saber se alguém tem dicas de Transfer baratinho. Estou procurando, mas só acho 4x4 para duas pessoas acima de R$ 600,00. Há também carros para 4 pessoas, contudo, vou apenas com uma amiga. Frente a atual situação, pergunta-se: 1º - Há duas pessoas para rachar o Transfer no dias 09-04-2017 A 13-04-2017 (ida e volta)? 2º - Alguém conhece outra condução mais barata? Obrigada desde já
  3. Por muitos anos eu e minha família adiávamos Jeri pelo “mito” de que tudo é caro demais, mas aquela pedra furada sempre foi um sonho meu e depois de reservar bastante dinheiro, tomamos coragem e fomos. Sempre digo que quem mora em Brasília não se assusta com os preços de lugar nenhum e dessa vez não foi diferente, achamos os preços super normais para uma vila simples e de difícil acesso. Usei menos da metade do dinheiro que juntei. Como essa viagem foi feita no final de junho do ano passado, com meus pais, final da baixa temporada, não me organizei para mostrar os preços exatos, mas vou tentar fazer uma estimativa. Importante dizer que não estávamos no perfil mochileiro, então minha intenção é dizer o que realmente achei da cidade e dos passeios. CHEGADA: Peguei um Voo LATAM ida e volta BSB -> FOR por volta de R$ 400,00, sem promoção. Saímos rumo à Jeri no ônibus superconfortável da Fretcar (passagens compradas antecipadamente pelo site, pegamos o ônibus semi-leito no aeroporto por 140,00 ida e volta/pessoa sem o transfer para a vila). Os tranfers apenas de ida em uma Hilux custam entre R$ 450,00-R$500,00 até dentro da vila. Vale a pena? Talvez, se dividir por 4 pessoas e se quiserem chegar logo, já que a diferença para chegar é de umas 3hrs, mas como já tínhamos programado para “perder” o dia, decidimos economizar. A viagem é tranquila, estrada no estilo “retona”, asfalto bom, o ônibus não vai pelo litoral, mas em compensação passa por parques eólicos bem interessantes! O ônibus faz apenas uma parada para um lanche/almoço rápido e segue até um posto de gasolina, onde fica o estacionamento, para pegar o “pau de arara” e seguir para a vila. Quem não comprou o transfer para a vila, compra lá na hora mesmo sem nenhum problema. Dica: Fomos à noite e o vento estava forte, para quem não conseguir ou não preferir ficar dentro do carro, recomendo levar uma blusa de frio leve e um lenço para segurar os cabelos. A ida até Jeri a noite é mágica, um céu cheio de estrelas indescritível! O transfer deixou cada pessoa em seus devidos lugares de hospedagem. HOSPEDAGEM: Para economizar, escolhemos Airbnb e demos a sorte de achar a Casa da Lydie (https://goo.gl/Ee8BdA) O total, com as taxas foi de R$1359,42 para 3 pessoas, 6 dias. Não acredito que tenha uma opção melhor para hospedagem, nem mesmo no famigerado Essenza . A casa é muito bem localizada, superequipada, limpa, linda de morrer! 3 quartos (2 suítes), varanda com rede e sofá, cozinha, e vista para o por do sol. Acredito que é importante detalhar estadias em Airbnb, então tirei muitas fotos da experiência. Acho que a casa é um “puxadinho” do hotel La Villa, pois tem o mesmo estilo do hotel. Nossa hospedagem dava direito de aproveitar as dependências e café da manhã do hotel ao lado se houvesse consumo. O café da manhã supercompleto e delicioso custou R$60,00 por pessoa, que aproveitamos uma vez. Os drinks e petiscos bem servidos estavam em torno de R$ 18 – R$20 e R$20 – R$30, respectivamente. Salvou em um dia que voltamos do passeio mortos de cansaço! Entrada da casa Dependências do Hotel La Villa: Café da manhã PASSEIOS: PEDRA FURADA: Fomos a pé, de manhã com a maré baixa saindo da praia principal. Não demora muito para chegar, cerca de 40 minutos, e o percurso é lindo, mar quentinho, rochas coloridas, cavernas e piscinas naturais, e é tranquilo. No caminho, paramos para tomar banho na praia malhada que, na minha opinião, é a melhor da vila, mas infelizmente quase não tem estrutura de barraca, apenas um senhor que aluga guarda sol e vende água/água de coco/refri e cerveja, a preços de quem não tem concorrência. Enfim chegamos na pedra e... LOTADO DE TURISTAS! Estava lotaaaaaaado! Chega bateu um desânimo... Mas logo vimos que era um grupo dos passeios e logo foram embora, deixando o lugar praticamente vazio. Chegaram outros, e também logo foram embora, e assim foi. É só ter paciência. O cartão postal é bem bonito, a rocha tem coloração rosada, não decepcionou! Porém na volta... SOCORRO! A maré tinha subido e não havia mais caminho pela praia, então tivemos que subir um morro bem íngreme para voltar por “cima”! Aí sim é difícil de verdade! O sol de matar só piorou a situação! Se for fazer esse passeio a pé, leve muita água e abrigo! Não recomendo para idosos. Praia de Jeri com a maré baixa. Caminho para praia malhadaPraia malhadaCaminho de volta DUNA DO POR DO SOL: É lindo, apenas! Dica: Uma boa opção é alugar um cavalo para andar na encosta da duna por R$50,00/1h (preste atenção na condição dos cavalos, caso decida alugar. Verifique se o animal tem machucados e se está bem nutrido, limpo e escovado. Próximo a casa tinha um senhor que cria e vimos que eram bem tratados). Atenção: venta muito mesmo e é um pouquinho frio. Fica lotado apenas em uma parte da duna, o começo, mais pro final praticamente não tem gente. LITORAL LESTE, as Lagoas: Contratamos o passeio com o pessoal da própria associação de bugueiros (fica uma barraquinha na frente do Supermercado Tem Tudo, ao lado do Samba Rock). Custou R$250,00 as 3 pessoas. Acaba que é tudo tabelado e preferimos ajudar a comunidade. LAGOA PARAÍSO: Fomos direto para lá, com uma parada em uma pequena lagoa que não sei o nome, só para fotos. É bem bonita. Chegamos no paraíso por volta de 10h e como não fomos primeiro para a Pedra Furada, o lugar estava bem vazio. O lugar é um Beach Club badalado, ótima estrutura, com comidas e bebidas caríssimas. Porém não paga para sentar nas cadeiras normais e nem para usar os banheiros, pelo menos. Fica tocando uma música meio lounge, meio eletrônica (bem chata e enjoativa para quem não curte). 12hrs é o horário ideal para observar a lagoa, já que o sol está a pino. É realmente belíssima, um verdadeiro oásis e ficar naquelas concorridas redes é maravilhoso . 10hrsR$100,00 para ficar nas espreguiçadeiras 12hrs LAGOA AZUL: Fomos depois da Paraíso e sinceramente? Muito sem graça! Talvez por que ela estava com muita água e por que fomos no Paraíso antes! Talvez seja melhor ir nessa antes para manter a expectativa lá em cima, depois da Lagoa do Paraíso todas as outras perdem um pouco da graça. A água é bem parada, funda e cheia de peixes. Em compensação, é notavelmente mais barato do que a Paraíso. Almoce e beba por lá, se preferir, a comida parece boa e bem servida! Cerveja bem gelada, 600 por R$9,00! Não tocou música, então o lugar é bem tranquilo. As mesas e cadeiras ficam dentro da água. PREÁ: Vila de pescadores bem simples. Mar agitado e areia cheia de conchas. Almoçamos na Barraca da Mônica por recomendação do guia. O lugar é bonito, mas achei que veio pouca comida para o valor (R$ 70 o prato com camarões pequeníssimos), serve pouco, mas é gostoso. Na vila compramos peixinhos e camarões para abastecer nossa geladeira, o preço é ótimo e é tudo fresco! ÁRVORE DA PREGUIÇA: Parada de 5 minutos. Apenas uma árvore seca (apesar de viva) retorcida e deitada. É bem bonita, mas é só um lugar para tirar foto (Se você der sorte de pegar o lugar vazio...). Para falar a verdade, você vê muitas dessas árvores pelo caminho, acredito que essa seja a maior. LITORAL OESTE: Também pela associação, R$150 3 pessoas. Não fomos ver os cavalos marinhos e seguimos direto ver as árvores secas, é um ambiente bem interessante! Nunca tinha visto nada parecido. As fotos ficam lindas. DUNAS: O motorista do bugue fez umas voltas bem legais, passeio com emoção! Você pode parar nas lagoas que ficam no caminho para fazer um skibunda. LAGOA DE TATAJUBA: É aqui que tem o cardápio vivo. Quando fomos, só tinham 2 famílias além da nossa. A lagoa é uma delícia, existem redes dentro da água também. Comida muito bem servida e muito gostosa, para 3 pessoas sobrou e foi R$ 80,00 o peixe mais guarnições a vontade! Se acabasse era só pedir que traziam mais. Aluguei um SUP por R$40,00 o tempo que eu quisesse. É um lugar para relaxar. A cor da água não se compara com a das outras lagoas, mas é tão paradisíaco quanto! Ficamos até cansar. CIDADE: A vila é simples, cheia de areia. Não há asfalto, então nem considere levar salto ou sapatos elaborados, lá só andam de tênis, chinelo ou descalço mesmo. Como estávamos com uma casa, não gastamos muito com comida, apenas no mercado (os preços são bons!). Comemos na excelente hamburgueria EAT On The Street uma noite, preço normal em torno de R$25-30 e na famosa pizza de metro Peperino, também bem gostosa. E pela vila tem em vários barzinhos legais e restaurantes do “PF” ao gourmet. Nem cogitamos alugar uma cadeira na praia principal, pois é cobrado por hora e a praia não é lá essas coisas, achamos coisa de gringo desavisado. Há várias lojinhas e boutiques, tudo bem caro e nada de especial. Porém, quero chamar atenção para a Associação das Crocheteiras. Nunca na vida achei que iria comprar um vestido de crochê belíssimo por R$40,00. Tudo feito a mão, impecável. Comprei porta guardanapo, vestidos, bolsinhas, tops e lembrancinhas. CONSIDERAÇÕES: Há muito hype em cima de Jeri, percebi que transformaram uma simples vila de pescadores em um lugar com desnecessária fama de badalada. Realmente, há uma estrutura meio hippie-chic mas em sua maior parte, Jeri continua sendo uma vila de pescadores, e ainda é tudo muito simples, não há nem necessidade de extravagância, eu só usei biquíni e shorts o tempo inteiro. Há um rebulinho de pessoas ricas que chegam por lá de helicóptero e ficam hospedados no Essenza com suas festas barulhentas, mas fica por isso mesmo. O clima de simplicidade é predominante. Separe e leve dinheiro em espécie, lá não tem caixa eletrônico (meio impossível para um carro forte chegar lá, né?) e muita coisa só vende no dinheiro mesmo, inclusive o transfer da vila para pegar o ônibus de volta! Ficamos 6 dias inteiros lá e no final das contas achamos muito. O ideal são 3 a 4 dias inteiros, ou 6 dias com passeio ao delta ou lençóis maranhenses. Acaba que depois de fazer os passeios não tem mais muita coisa para fazer. Me arrependi de não ter feito o passeio para Barrinha e ter ido no restaurante Komaki. Considerem incluir esse passeio no roteiro! Com muito planejamento dá pra fazer uma viagem custo-benefício e única!
  4. Daniel Sousa 12

    Teresina-Jeri / out

    Pessoal, tô planejando viajar pra Jericoacoara saindo de Teresina-Pi. Quero dicas de hostel, saber como funciona o transporte, valores, onde desço (planejo ir de ônibus), passeios... Pode me procurar no insta @daniellucas.s.s
  5. michel

    Dicas: O que fazer em Jericoacoara

    [info]Tópico para compartilhar dicas sobre Jericoacoara. [t3]Participe![/t3] Deixe aqui aquela dica de passeio que você adorou, a praia que te impressionou, daquele restaurante bom e barato ou daquele outro que serve um prato especial que você adorou. Vale também a dica daquele drink inesquecível ou a balada mais legal que vc foi. Regras do Tópico Neste tópico não serão aceitas perguntas, apenas dicas sobre Jericoacoara. Perguntas devem ser postadas nos Tópicos de Perguntas e Respostas. Todas as perguntas postadas aqui serão deletadas pelo editor deste fórum.[/info]
  6. DATA DA VIAGEM: FERIADO DE TIRADENTES, ABRIL DE 2017 Informações Iniciais: Trecho 1: João Pessoa/PB – Parnaíba/PI, dormindo em Maracanaú/CE, ~ 1.160 km, via BR-101 e BR-304, ambas em boas condições com trechos ruins no litoral norte do Ceará. Trecho 2: Parnaíba/PI – Jijoca de Jericoacoara/CE, ~ 230km Trecho 3: Jijoca de Jericoacoara/CE – João Pessoa/PB, dormindo em Maracanaú/CE, ~ 980km. Gasolina (preço médio do litro R$ 3,80): ~ R$ 900,00 (~ R$ 225/Pessoa) Transporte: Carro (Sandero motor 1.6) Grupo: 4 Mulheres Hospedagem em Parnaíba: Pousada Chalé Suíço, via Booking, Quarto quádruplo R$ 160/dia (R$ 40,00/dia/pessoa) com excelente café da manhã, piscina e quartos bem simples mas ok. Hospedagem na Vila de Jericoacoara: AirBnb, belíssima casa de revista da Lydie, uma moça francesa (https://www.airbnb.com.br/rooms/633549) super solícita, R$ 225/dia (R$ 56/dia/pessoa), sem café mas com camas, rede, banheiro moderno e tudo muito confortável. Guia no Delta: Léo dono da lancha (86) 9 94850-5680 (whatsapp) e Tito (guia e barqueiro) DETALHE IMPORTANTE: TODO O LITORAL TEM PLACAS GRANDES E NOVAS DE INDICAÇÃO PARA TODAS AS ATRAÇÕES. NÃO TEM ERRO DIA 1 (Noite) – CENTRO HISTÓRICO DE PARNAÍBA E CALÇADÃO CULTURAL O centro histórico fica às margens do Rio Parnaíba, junto ao Porto das Barcas e conta com bons restaurantes, barzinhos, lojas de artesanato e hotéis, instalados nos antigos galpões e casarios do porto que são do século 16. Aqui é onde se concentram os turistas. O centro histórico tem influência arquitetônica inglesa e está muito bem preservado. Saindo das margens do rio e entrando pela cidade é possível ver prédios de órgãos públicos, bancos e centros comerciais nos casarios antigos, além da igreja matriz e praças bem bonitinhas. A cidade surpreende e tem boa infraestrutura de turismo, mas sem muitas opções para badalação. O Calçadão Cultural é um espaço com bares diversos que vão até mais tarde, música ao vivo e outras opções de lazer e comida, situado na beira rio norte, uns 20 minutos a pé do Porto das Barcas. Tem opções mais baratas que o Porto das Barcas e é mais frequentado pelos moradores. Charmoso Centro Histórico de Parnaíba/PI DIA 2 – LAGOA DO PORTINHO + LITORAL (LUÍS CORREIA) O acesso à Lagoa do Portinho é fácil, indo sentido Luís Correia + estradinha de terra, cujo acesso tem placa na beira da rodovia PI-116. Devido ao excesso de gado no entorno, a água está eutrofizada e imprópria para banho. Têm infraestruturas de lazer mas algumas estão abandonadas. Destaque para as vaquinhas vivendo livremente por aqui. Vale a pena pela belíssima vista e para começar a sentir as dunas da região. Duna tomando a estrada p/ Lagoa do Portinho (tem desvio) Belíssima Lagoa do Portinho - Luís Correia Seguimos sentido Luís Correia, para o litoral de fato, até onde deságua um dos braços do Parnaíba na região do Porto de Luís de Correia. Tem bares onde os pescadores ficam mas a área não é muito boa para banho. Destaque aqui para um imenso parque eólico na outra margem do rio. Porto de Luís Correia Paramos para banho e água de coco na primeira e mais lotada praia de Luís Correia (Praia de Atalaia) onde tem infraestrutura ao longo de toda a avenida beira-mar. O mar é de aluvião, formando uma longa planície de areia, com água marrom por influência do Rio. Qualidade da água é super boa, temperatura é quentinha. Vendedores ambulantes passam e as coisas tem ótimos preços. Praia de Atalaia - Av. Beira Mar - Luís Correia A partir daqui seguimos pela estrada da costa (PI-116) parando onde tinham placas indicando as praias para ver e fotografar até a Praia do Farol (UAU). Praia deserta, belíssima e ótima para banho, com um farol super preservado e todo cercado, em pleno funcionamento, sob responsabilidade da Marinha. Ótima sinalização - Praia do Farol - Luís Correia Praia do Farol deserta - Luís Correia Voltamos para a PI-116 e continuamos seguindo pela costa até a Árvore Penteada, atração famosa da região resultado da ação do vento sobre a vegetação. Destaque para as dunas, a vegetação rasteira e para uma enorme quantidade de jegues e outros animais domésticos vivendo livremente. Dirigir com cuidado por causa dos animais. Árvore Penteada - Luís Correia Logo a frente saímos da rodovia e seguimos por uma estrada local pavimentada até a Ponta do Anel, nas Praias de Maramar e de Macapá, local onde deságua o Rio São Miguel e onde termina o município de Luís Correia. Praia de aluvião também belíssima, com boa infraestrutura de restaurantes e pousadas. Para quem quiser um lugar mais sossegado sugiro o Dunas Bar que fica um pouco afastado do burburinho e onde toca um bom reggae. Almoçamos aqui um PF de peixe frito a R$ 15/pessoa. Além de banho de mar aqui rola banho de rio. Também vimos bem o efeito da maré que recua e forma lagoas transparentes por quase 1km mar adentro. E depois o mar sobe rapidamente, momento que os pescadores colocam os barcos na água. É incrível!!! Rio São Miguel desaguando no mar - Praia de Macapá - Luís Correia (vista a partir do Dunas Bar) Fenômeno do recuo da maré e lagoas que se formam - Praia de Macapá - Luís Correia Maré subindo e pescadores - Praia de Macapá - Luís Correia Na volta da Praia de Macapá paramos na cidade de Luís Correia para conhecer o centrinho comercial e tomamos o melhor sorvete do mundo (SÉRIO!!) na SORVETERIA DO ARAÚJO. Sabores convencionais e regionais (bacuri) maravilhosos. R$ 10,00 a casquinha grande. DIA 03 – LAGOA DE SOBRADINHO + LITORAL (BARRA GRANDE E CAJUEIRO DA PRAIA) Novamente saímos de Parnaíba sentido a Luís Correia, pela PI-116 rumo à outra lagoa famosa da região. Do lado oposto ao conjunto de dunas e areal da Lagoa do Portinho está a Lagoa de Sobradinho, no povoado de Sobradinho. O acesso a ela fica na PI-116, mas não tem placa grande, logo após o acesso da Praia de Macapá. O povoado de Sobradinho é bem simpático, com igrejinha antiga e povo tranquilo, lugar parado no tempo. A Lagoa de Sobradinho sofre com eutrofização assim como a Lagoa do Portinho e está imprópria para banho. Também vale a visita pela vista. Lagoa de Sobradinho - Luís Correia - Povoado de Sobradinho Retornando à PI-116 seguir nela até o encontro com a BR-402. Da rotatória da BR-402 seguimos sentido Ceará por ~ 2,5km até o acesso para o município de Cajueiro da Praia. Nessa estrada local pavimentada seguimos por ~ 7km até o entroncamento que indica Cajueiro da Praia (12km indo reto) e Barra Grande (14km a esquerda). Atenção redobrada porque a quantidade de bichos domésticos (vacas, bois, jegues, porcos, galinhas) cruzando a estrada não é brincadeira. Seguimos sentido Barra Grande até o ponto final na praia que, segundo se especula na região, é a nova Jericoacoara. Barra Grande pertence ao município de Cajueiro da Praia e está na outra margem do Rio São Miguel (oposta à Praia de Macapá em Luís Correia). À primeira vista a vila não é arrumada, mas na medida que você vai entrando a coisa vai se ajeitando. E realmente valeu a pena. É lindíssima!! Uma boa infraestrutura e muito bem preservada. Vimos muitos bichos nativos, até arraias. Aqui também é possível ver bem o fenômeno do recuo da maré e formação de lagoas mar adentro. Almoço PF por R$ 14,00 no Bar e Restaurante da Paula. Sugiro caminhar da praia de Barra Grande até a Praia da Barrinha e ir apreciando as lagoas, bichos e água limpa e quentinha. Equinodermo - Praia de Barra Grande Animais cruzando a estrada todo o percurso Belíssima Praia de Barra Grande e o fenômeno de recuo da Maré De Barra Grande retornamos na estrada até o cruzamento e entramos sentido Cajueiro da Praia, para conhecer a sede do município e a última praia do litoral piauiense. Passeamos da cidadezinha que é bem precária até a orla, na vila dos pescadores. De todas as vilinhas e cidades, esta foi a mais pobre. Vimos inclusive uma “escola” que era uma única sala de aula e crianças de diversas idades misturadas. Coisa que não via pelos interiores desde a década de 90. É uma tristeza, mas a paisagem é belíssima, apesar de saneamento e recolha de lixo precários. Cajueiro da Praia - Última praia do litoral piauiense Voltando para Parnaíba, via Luís Correia, pelo mesmo caminho da ida, paramos para uma cervejinha e para apreciar o pôr-do-sol de cair o queixo na Praia de Coqueirinho. E antes de voltar para Parnaíba, mais uma parada obrigatória na Sorveteria do Araújo. DIA 04 – DELTA DO RIO PARNAÍBA Enfim, o dia D da viagem. Por toda a cidade de Parnaíba tem agências de turismo que fazem os passeios pelo Delta e são várias as opções de percurso e de preços. O passeio clássico, que tem saída todos os dias, é de catamarã do Porto dos Tatus seguindo pelo braço principal do Rio Parnaíba na divisa dos estados (PI/MA) até o mar. Custa R$ 70, com almoço incluso servido no barco, música e duração de umas 2h. Para quem está só ou com pouco tempo pode ser uma opção. Eu acho furada (risos). Nós contratamos um passeio particular de lancha que ficou R$ 450 (R$ 112,50/pessoa) e durou de 9 as 19:00 com o melhor barqueiro/guia do mundo (Tito). Ele guia pesquisadores pela região e tem profundo conhecimento da fauna e flora locais, além de ser super educado e confiável, visto que éramos mulheres “sozinhas”. Fizemos dois circuitos: Baía do Feijão Bravo (manhã) e Revoada dos Guarás (tarde). Seguimos de manhã de Parnaíba sentido ao Porto dos Tatus e encontramos o Tito logo cedo. Dali seguimos de lancha sentido à Baia do Feijão Bravo, em alto mar, passando por braços principais e canais secundários do Delta, contornando a Ilha dos Poldros e parando em dunas com lagoas e nos manguezais. Ao longo do percurso passamos por alguns grupos de homens trabalhando nos mangues na catação do caranguejo, principal atividade econômica das comunidades ribeirinhas que ali vivem. O Tito parou e nos ensinou como é que faz (só não aprendemos..rs) Catação do caranguejo - Atividade de subsistência - Delta do Rio Parnaíba - Ilha dos Poldros Percurso (~1km) entre Dunas e Lagoas do Rio até o Mar - Baía do Feijão Bravo - Delta do Parnaíba Alto Mar Deserto - Baía do Feijão Bravo - Delta do Parnaíba Ovo de Gaivota - no meio do caminho entre o rio e mar - Baía do Feijão Bravo - Delta do Parnaíba Retornamos para o braço principal do rio. Parada para almoço e descanso no restaurante da Pousada Casa de Caboclo, na comunidade Canárias. Surpreendentemente chique. Quando vi pensei que ia deixar um rim para almoçar, mas um peixe com ensopado de caranguejo que serviu bem as 4 mais 2 refri lata ficou R$ 100 (R$ 25/pessoa). Só aceitam dinheiro. Restaurante - Comunidade das Canárias - Delta do Parnaíba Após o almoço seguimos direto por quase 3:00 na lancha por braços principais e canais secundários já Maranhão adentro até enormes dunas e lagoas próximas à área de refúgio dos guarás, num dos braços principais do Delta pouco antes do alto mar. Novamente subimos dunas e tomamos banho de rio e nas lagoas. Canais pelos mangues - Delta do Parnaíba - Maranhão Sem comentário - Delta do Parnaíba - Maranhão Sem Comentários [2] - Delta do Parnaíba - Maranhão Sem Comentários [3] - Delta do Parnaíba - Maranhão Ao entardecer seguimos daqui para uma pequena ilhota, onde o barco fica parado na água com motor desligado e a gente de boca aberta vendo o espetáculo dos Guarás chegando para pousar e adormecer. Os guarás são aves nativas de manguezais que medem entre 50 e 60cm, com bico fino, longo e curvado. A plumagem colorida, praticamente florescente se deve à alimentação a base de caranguejo-uçá, rico em pigmentos do tipo carotenos. É um espetáculo de chorar para os apreciadores da natureza. Revoada dos Guarás - Delta do Parnaíba - Maranhão Retornamos pelo delta já entre o escurecer e a noite. Dá medinho, mas é bem legal. DIA 05 – PRAIA PEDRA DO SAL + ESTRADA PARA JIJOCA DE JERI De malas prontas, seguimos para conhecer a única praia que pertence ao município de Parnaíba, a Pedra do Sal. Atravessamos a ponte sobre o rio no Porto das Barcas e seguimos pela PI-116 até o seu marco zero. A praia é diferentona das outras, com faixa de areia pequena e muitas rochas. Porém, construíram bares, e tem casas abandonadas até perto da água, degradando a paisagem, além de torres eólicas. Almoçamos PF com bife por R$ 10 num quiosque grande que não fica na areia. Praia da Pedra do Sal - Parnaíba Na estrada para Jijoca de Jericoacoara (cidade base para conhecer a Vila de Jericoacoara) choveu muito e a ponte que faz a divisa do Ceará com o Piauí, na altura do município de Chaval/CE, desabou uma parte. Tivemos que fazer um desvio em estrada de terra, com muita chuva e lama que atrasou a viagem em mais de 2h. A ponte do desvio já estava praticamente submersa. Foi para deixar o Piauí com emoção. Ponte submersa - desvio - divisa PI/CE Chegamos em Jijoca de Jeri mais de 19:30 e deixamos o carro no Estacionamento do Joel (R$ 15/diária). Naquele horário já não tinham jardineiras que custam barato para vila, daí tivemos que contratar uma caminhonete. Por isso, se tiver que ir pra Jeri, trate de chegar durante o dia. Enfiaram a faca quando viram nosso cansaço e desespero para chegar. R$ 120 (R$ 30/pessoa). O trajeto é todo em areal e dunas. Ao chegar na vila vi carros populares normais estacionados, mostrando que é possível fazer o percurso de carro comum. Mas optamos por não arriscar por causa do horário e porque na Vila o carro é totalmente dispensável. A caminhonete nos deixou no airbnb onde guardamos as malas e seguimos para jantar na vila. R$ 45 (~ R$12/pessoa) Pizza + umas cervejas. A vila é realmente uma gracinha, com opções para bolsos muito cheios e para viajantes comuns como nós. Basta procurar. Cheia de baladas e ótima para curtição noturna. A primeira avaliação é que saímos de um paraíso bruto e selvagem onde tínhamos praias praticamente só nossas (litoral do Piauí) para badalação e turismo de massa, logo, houve um certo estranhamento..rs. Mas conseguimos fugir bem dos trotes ao turista. DIA 06 – VILA DE JERICOACOARA + PEDRA FURADA + FAROL De manhã passamos para conhecer a igrejinha de Jericoacoara e seguimos pela encosta e praias até a famosa Praia da Pedra Furada. Muita gente oferece passeio de bugue até lá, mas a caminhada é tão sossegada que NÃO vale a pena. Levar água e lanches. Na Pedra Furada em si tem vendedores ambulantes. Por todo o percurso o mar é de ondas "picadas" e não é muito agradável para o banho. Dá pra molhar, mas não dá pra ficar de molho na água. Igreja Nossa Senhora de Fátima - Igreja de Pedra - Vila de Jericoacoara Trilha para a Pedra Furada - Vila de Jericoacoara Trilha - Praias pelo caminho - Rumo a Pedra Furada Pausa pro lanche - Praia da Pedra Furada - Mar Bravio - Vila de Jericoacoara Daqui atravessamos toda a praia até encontrar o ponto onde os bugueiros param com os turistas e subimos a encosta sentido à vila rumo ao farol. De um lado do percurso tem o mar e do outro tem a vista das dunas e do Parque Nacional. É uma vista espetacular e vale muito a pena a subida. Os jegues e cavalos são companheiros de caminhada todo o percurso. Trilha para o Farol - Companheiros de Percurso - Mar ao fundo - Vila de Jericoacoara Topo do Morro - Farol de Jericoacoara - Fim da subida Vista de cima - Dunas - Lagoas - Parque Nacional de Jericoacoara Seguimos a trilha pelo farol que acaba em uma estrada e dá no cemitério da Vila. Mesmo sem nenhuma placa ou indicação em nenhum momento nos perdemos ou achamos que fosse necessário ter guia. Na Rua São Francisco tem várias barraquinhas com comidas de rua e restaurantes MUITO mais simples do que as opções da Rua Principal e da Rua do Forró. Jantamos no Restaurante da Nêga, uma maravilhosa moqueca de arraia num PF a R$ 15 e a cerveja custava R$ 4 a lata. Ainda rolou de sobremesa um bolo de chocolate R$ 2 a fatia e um cafezinho de cortesia. Contratamos o passeio para as lagoas em um stand em frente ao Restaurante da Nêga. R$ 60/pessoa para ver duas lagoas e a praia de Preá. DIA 7 – LAGOA AZUL + LAGOA DO PARAÍSO + PRAIA DO PREÁ + DUNA DO PÔR-DO-SOL O bugueiro veio nos buscar às 9:00 no airbnb e seguiu pela faixa de areia até a localidade de Preá e daí até a Lagoa Azul, onde tomamos banho e uma água de coco. Eu, particularmente, acho errado o fluxo enorme de bugues e caminhonetes na areia. Passamos por uma carcaça de tartaruga marinha morta. Daí fico pensando: como esses animais fazem desova nessa areia pisoteada? Não fazem. A forma como o turismo todo é feito na região está ambientalmente errado. Uma tragédia anunciada. Carcaça de Tartaruga Marinha - Turismo Predatório - Jericoacoara Lagoa Azul - Localidade de Preá Da Lago Azul seguimos para a mais famosa Lagoa do Paraíso. O bugueiro, como é de praxe, parou no famoso, chiquérrimo e carérrimo Alquimista, das famosas redes (e super disputadas) e águas transparentes. Aqui fica o famoso pega-turista. Estava lotado, mas entramos pra ver o movimento e dar um primeiro mergulho. Por dica da nossa anfitriã do airbnb seguimos (depois de insistir com o péssimo bugueiro) de bugue do famoso ponto onde todos ficam para o Restaurante Aquários onde tinham as redes exatamente iguais (mas de sobra pra todo mundo), menos de um quinto das pessoas e muuuuito mais barato para comer e beber. Ponto amplamente frequentado pelos locais e por turistas que querem sossego. É uma delícia para passar o dia inteiro. Lagoa Paraíso - Restaurante Aquários - Jericoacoara Lagoa Paraíso - Transparente (mesmo com chuva) - Jericoacoara Na volta das lagoas paramos na Praia de Preá, uma vila de pescadores bem movimentada e não tão bonita, com fluxo enorme de carros na faixa de areia. Ao retornar para a vila de Jericoacoara seguimos direto para a praia principal e para a Duna do Pôr-do-sol ver o belíssimo. Vista - Duna do Pôr-do-Sol - Jericoacoara Jantamos de novo no restaurante da Nêga e fomos curtir um forrozin na vila. De manhã pegamos o transporte comum (R$ 15/pessoa) pra Jijoca de Jeri e pegamos a estrada. Achamos Jericoacoara muito mais fama do que realmente é. A forma como o turismo é feito é totalmente predatória contra o parque nacional. O que é uma pena.
  7. robsonBR

    Jericoacoara

    Pessoal, Estou indo prá Fortaleza na próxima semana... até já conheço, inclusive, Jeri (apenas 2 dias). Estou querendo ir prá DESCANSAR e pretendo ficar todos os meus 9 dias em Jeri... será muito tempo lá ? Tem o que fazer os 9 dias ? Acredito até que o barato do lugar é ficar curtindo aquele astral meio que a toa mesmo ? Parece que a maioria da galera fica uns 2-4 dias e sai fora... é isso ? Dividir com Lençois é uma boa ? Abraço, Robson.
  8. carolina.gama

    Fortaleza-Jericoacoara-Canoa Quebrada, casal, OUT/2017

    Pessoal, essa é a primeira vez que escrevo um relato no Mochileiros. Decidi fazer pois sempre busco informações aqui e acho legal contribuir. Tentei colocar valores para ajudar. As fotos tive alguma dificuldade, depois tento colocar. Como ficou um pouco longo, destaquei de azul alguns termos para facilitar a pesquisa. Então vamos lá! Essa viagem foi feita em outubro de 2017, eu e meu namorado, com duração de 12 dias. Iniciamos por Fortaleza, ficamos 2 dias lá, depois uma semana em Jericoacoara e na volta 1 dia no Beach Park e 2 em Canoa Quebrada. Fortaleza Chegamos em Fortaleza e fomos para o hotel de Uber (R$25). Pedimos no aeroporto, um tanto receosos pois sabemos que cada cidade está em um estágio de aceitação do aplicativo, e não queríamos confusão com taxista logo na chegada. Arriscamos e foi muito tranquilo. Ficamos hospedados na praia de Iracema, e achamos bem localizado. De noite fomos caminhando pela orla e estava movimentado. Pessoas a pé, de bike e de patins, ambulantes vendendo artesanato, comida e oferecendo passeios. Caminhamos até o local onde tinham restaurantes no calçadão, jantamos lá e voltamos de Uber (R$13). Na orla é relativamente tranquilo de caminhar, claro que você vai ter cuidado com a bolsa e celular, mas é ok. Já no trecho entre o hotel e o calçadão nos sentimos um pouco inseguros, as ruas eram pouco iluminadas e vazias. Mas deu tudo certo. No dia seguinte, domingo, fomos de Uber (R$16 e R$22 na volta) para a Praia do Futuro e passamos o dia na barraca Crocobeach. Essa barraca é bem grande e muito estruturada. Tem um ambiente de restaurante com térreo e mezanino, além de mesas na areia com guarda-sóis de palha. Tem também piscina (cobrada a parte), 2 palcos onde acontece uma programação infantil e shows no fim da tarde, e armários que podem ser alugados (R$25 - apesar do preço acho que vale a pena pois é o que possibilita a gente entrar junto no mar e curtir sem preocupação). Além do serviço a la carte eles tem um buffet de almoço por quilo (R$70/kg), que pelo preço deveria ser mais gostoso. Nesse dia o mar estava bem agitado e não conseguimos entrar muito na água. Das outras vezes que fui, estava sempre mais tranquilo, apesar de ter ondas grandinhas. Na areia, além dos ambulantes vendendo comida e artesanato, tem sempre um pessoal oferecendo massagem, que é feita em macas que ficam sob tendas na areia. Cobram R$20 por uma hora, e ainda inclui banho de lua, shampoo no cabelo, máscara de argila e bronzeador no final para quem quiser esses extras. Sobre segurança, lá na praia fomos informados para não nos afastarmos muito da barraca, pois fora daquela área ocorrem muitos assaltos. Jericoacoara - como chegar Na 2a feira começamos a aventura que vínhamos aguardando ansiosamente! Antes de entrar no relato propriamente dos dias em Jeri, vou fazer um parêntesis para falar das formas que se tem para chegar na vila. Pode-se ir de avião pelo aeroporto de Jericoacoara, mas me parece que só tem vôos saindo de Recife e São Paulo. De toda forma, de lá você vai precisar de algum tipo de transporte até a vila. Não estudei muito essa possibilidade. Uma alternativa mais em conta é contratar empresas que fazem o transporte de van, saindo de Fortaleza e indo até Jijoca, que é a cidade mais próxima de Jeri. Lá os passageiros trocam de veículo, pegando uma jardineira. Essas jardineiras são caminhonetes D-20 adaptadas, com bancos nas carrocerias. Algumas são mais arrumadinhas, outras menos. Nas minhas pesquisas achei por cerca de R$80 o trecho por pessoa. É a maneira mais demorada, levando de 7 a 8 horas. Tem quem vá de carro até Jijoca e de lá pegue somente a jardineira. Pelo que vimos, custa uns R$20 por pessoa por trecho. E você fica pagando a diária do carro no estacionamento. Leva cerca de 5h de Fortaleza para Jeri. Quem tem um 4x4 ou um espírito bem aventureiro pode ir o percurso todo até Jeri. Existem guias em Jijoca que oferecem o serviço de ir indicando o caminho (creio que waze e google maps não sejam muito eficazes por aquelas bandas). Vimos alguns carros de passeio fazendo a rota, e vimos vários atolados! De toda forma, chegando em Jericoacoara é preciso deixar o carro em um estacionamento pago na entrada da vila, pois os únicos carros permitidos lá dentro são os de turismo, como transfers, jardineiras e bugues. Nos disseram que até é possível ir com o carro na pousada para deixar as malas, mas depois tem que sair e estacionar fora. Aparentemente, existem pessoas de lá que oferecem o serviço de ir estacionar o carro pra você, para que não precise voltar caminhando para a pousada. Mas ouvimos relatos de gente que deixou a chave e quando foi pegar o carro estava com quase 300km rodados a mais… rs… enfim, melhor desconfiar! Outra forma de ir a Jeri é por meio dos passeios turísticos do tipo bate-e-volta que saem de Fortaleza. Encontramos algumas pessoas que fizeram assim. Foram com o ônibus de passeio levando as malas e ficaram por lá. O esquema é parecido com a história da van. Chegando em Jijoca tem que pegar a jardineira. Custa uns R$180 por pessoa. Saem por volta de 4h da manhã e voltam depois do pôr do sol, chegando em Fortaleza umas 23h. Imagino que seja bem cansativo. A alternativa que usamos me pareceu ser a de melhor custo benefício. Contratamos uma Hillux para fazer o transfer com a empresa Executive 4x4 Brasil (Rosângela 85-3498-3839 / 85-98202-5323 / [email protected]). Estou deixando todos os contatos pois valeu demais ter contratado essa empresa, como vou relatar no trecho da volta para Fortaleza. Normalmente as empresas cobram R$500 a R$600 por trecho da Hillux, independente do número de passageiros, ou seja, R$1000 a R$1200 para ir e voltar. Como estávamos apenas em 2, fizemos um esquema compartilhado, no qual a empresa se encarregou de encontrar outro casal para dividir os custos conosco. Foi difícil achar uma empresa que fizesse dessa forma, as outras que eu entrei em contato queriam que eu mesma achasse outro casal pra compartilhar. Como a Executive garantiu que encontraria ou que faria o transporte pelo preço combinado de toda forma, optamos por ela. Dessa maneira, ficou R$560 ida e volta para nós dois. Como o carro é 4x4 ele vai direto até Jeri, sem necessidade de jardineira. O Vinicius, que foi nosso guia/motorista, fez o caminho pela praia do Preá, sem nem passar em Jijoca, tornando o caminho mais curto. Achamos que o Vinicius foi ótimo, dirigindo super bem e muito simpático. Fez uma parada para lanche, depois parou na estrada quando pedimos para tirar foto dos geradores de energia eólica e ainda parou na Árvore da Preguiça para tirarmos fotos. As meninas que dividiram com a gente também eram gente boa e assim o percurso foi bem agradável. Levamos 5h no trajeto. Jericoacoara 1º dia Ao chegar na vila, tivemos que pagar a taxa de turismo de R$5 por pessoa por dia. Essa taxa está sendo cobrada há pouco tempo, apesar de que a lei que a instituiu é de 2014. Ainda estão se adaptando e dependendo da hora você pode pegar uma fila grande para entrar na cidade. No nosso caso, tivemos sorte e não tinha fila nenhuma. Chegamos no hotel por volta de 14h. Ficamos na Pousada Carcará, que fica na Rua do Forró. O hotel é muito arrumadinho, muito bem cuidado. Recentemente foi reformado. Tem uma piscina ótima, com uma parte de hidromassagem. O quarto super espaçoso, com uma varanda grande e rede. Adoramos o hotel! Do ponto de vista da localização, também achamos excelente. Não fica perto demais da muvuca, tendo tranquilidade para descansar, e nem longe demais que seja penoso de caminhar (lembrando que lá é tudo areia). No dia que chegamos, almoçamos no hotel mesmo e resolvemos descansar na piscina e na rede. Ficamos tranquilos até umas 17h, quando caminhamos para a praia para ver o pôr do sol. Nesse dia não subimos a duna do pôr do sol, ficamos somente na areia da praia admirando o sol se pôr no mar. Nesse horário, várias barraquinhas de bebida são montadas no acesso à praia. Depois saímos caminhando para fazer o reconhecimento do centrinho. Rodamos tudo até escolher um restaurante. A vila é uma graça, os restaurantes super arrumadinhos, tudo bonito, enfeitado com flores e luzinhas, vários com música ao vivo. Acabamos optando por jantar uma pizza no Sabor a Lenha, perto do acesso à praia na rua principal. Infelizmente a experiência não foi muito legal. Meu namorado teve que discutir com o garçom sobre os ingredientes da pizza… nada a ver. 2º dia No dia seguinte resolvemos ir logo na Lagoa Paraíso, que é ponto mais recomendado de Jeri. É aquela lagoa que tem as redes dentro da água (se bem que chegando lá a gente vê rede na água em quase todo lugar), a água é bem cristalina e a areia branquinha e fofa. Decidimos ir de jardineira ao invés de fazer o passeio completo para ficarmos bem a vontade lá. Porém, demoramos um pouco a sair do hotel, saímos umas 10h, e como a cidade estava um pouco vazia (baixa temporada), tivemos alguma dificuldade. Eles ficam esperando encher a jardineira para sair, normalmente precisa de 12 pessoas. Levamos uma hora para conseguir sair. Então a dica é a seguinte, se for de jardineira, saia por volta de 9h para não ficar nessa enrolação. O ponto das jardineiras é na Rua São Francisco, mas elas passam nas outras ruas também. Cobram R$20 por pessoa por trecho. Fomos para a Lagoa do Paraíso e decidimos ficar na barraca Alchymist. É a mais famosa de lá. O pessoal fica colocando uma certa pressão de que lá é tudo caríssimo, então tirei umas fotos do cardápio para referência: Eles têm espaço de restaurante com térreo e mezanino, mesas na areia com guarda-sóis de palha (sem consumação mínima) e armário ao lado da mesa (R$10), espreguiçadeiras perto da água (R$50 cada) e uma área VIP (R$100 por pessoa) que consiste em uma cama com dossel e um armário. Nesse ponto você nem vê as barracas seguintes, pois a lagoa é bem grande. Ficamos por ali curtindo o visual, a água quentinha, o balanço das redes na lagoa. Uma delícia de lugar!!! Porém justamente no dia que estávamos lá ocorreu um acidente com um turista. Aparentemente ele teve um mal súbito enquanto fazia SUP e caiu na água. Levaram cerca de meia hora para encontrá-lo e ele não sobreviveu. O clima ficou um tanto tenso no local, e por volta de 14/15h muitas pessoas foram embora, inclusive nós. Por causa desse evento, o Alchymist ficou fechado nos dias seguintes. Voltamos para a vila e fomos experimentar o famoso sorvete da Gelato e Grano. Achei uma delícia! Recomendo! 1 bola por R$10, 2 por R$12 e 3 por R$16. Tem uma loja grande deles na praça e uma pequena perto do acesso à praia. Depois ficamos relaxando na piscina do hotel. Nos arrumamos e saímos pro centrinho. Nesse dia comemos no EAT. É uma hamburgueria que fica em um dos becos entre a rua principal e a São Francisco. Bem servido e muito gostoso! As batatas deixaram a desejar… R$26 a R$32 o hamburguer. Depois deixamos agendado um passeio para o dia seguinte com o pessoal da Trilha Maluca. Aparentemente os passeios são bem padronizados, o que você encontra em uma empresa, encontra na outra também. E todos eles podem ser feitos de bugue, quadriciclo ou jardineira. O pessoal dos passeios costuma ficar na rua até umas 22h. 3º dia Fizemos o passeio de bugue compartilhado para o oeste. A empresa se encarregou de encontrar outra dupla e ficou R$150 por casal. Achamos bem divertido o passeio, valeu a pena! O nosso guia nesse dia foi o Augusto, muito simpático e nos deixou bem a vontade. Passou para nos pegar na pousada, já com o outro casal no bugue. O trajeto por dentro do parque nacional é muito bonito. A primeira parada do passeio é para ver os cavalos marinhos (R$15 por pessoa). Tem um barco com várias cadeiras, todo mundo de colete salva-vidas. O guia vai empurrando com um bastão e a gente desce um pouco o rio. Os cavalos marinhos ficam na beirada, bem disfarçados no meio das raízes. O guia coleta um deles em um jarro de vidro para os turistas verem e tirarem fotos e depois devolve para a água. Ficamos com pena dos animais, até pelos relatos do guias, de que estão perto de serem extintos, que morrem com facilidade e tal. E nós alí, interferindo com eles. De uma próxima vez nós não faríamos essa parada. Na sequência, atravessamos um rio por uma balsa. É um trecho curtinho e nem precisa sair do bugue. Do outro lado passamos pelo mangue seco. Uma paisagem bem diferente, com as raízes aéreas presentes. Tem várias redes e balanços para tirar fotos e um pessoal vendendo bebidas. De lá seguimos para as dunas. Um sobe e desce com bastante emoção. Bastante areia voando também! É bom levar óculos, boné, uma camiseta para enrolar no rosto dependendo do trecho. Paramos em um local para fazer esquibunda. A pessoa desce a duna sobre uma tábua e para numa lagoa lá embaixo. Para subir tem uma corda amarrada para servir de apoio. Meu namorado desceu, eu não animei por causa da subida puxada. R$10 por pessoa para descer quantas vezes quiser (ninguém consegue descer muitas vezes por causa da subida de volta). Ainda pelas dunas, fomos até um toboágua na Lagoa da Torta. É parecido com o esquema do esquibunda, mas eles usaram lona para revestir uma parte da areia e ficam jogando água. Você desce de barriga em uma prancha e cai na lagoa lá embaixo. Tem a cordinha para facilitar a subida também, que é menos acentuada que a anterior. Aqui se paga R$10 por pessoa para descer até 3 vezes. Bem divertido! Depois da brincadeira, demos a volta na lagoa com o bugue e chegamos em uma barraca na beira da lagoa. Ficamos lá petiscando e curtindo a lagoa. Não é tão bonita quanto a Azul e do Paraíso, mas é gostoso de ficar lá, descansando dos agitos anteriores. Aqui eles tem o cardápio vivo. Trazem os peixes, camarões e lagostas para você escolher antes de prepararem. Mas não almoçamos aqui. Voltamos pelo mesmo caminho e o bugue nos deixou na pousada. Saimos de noite para jantar e optamos pelo Bistrô Caiçara. Fica próximo ao acesso da praia, no pavimento superior de uma lojinha de lembranças. Escolhemos alí porque gostamos muito do astral desse terraço. Muito aconchegante, com vista para a rua e para a praia. Eu pedi um camarão no abacaxi e meu namorado uma picanha argentina. A picanha estava uma delícia! O camarão também estava bem gostoso no começo, mas depois comecei a perceber um certo amargor no caldinho do abacaxi. Depois fomos resolver o passeio do dia seguinte. Fechamos com o pessoal da Trilha Maluca um passeio de barco pela manhã, que levaria para um mergulho em alto mar e depois nos levaria na Pedra Furada (R$30 por pessoa). E fechamos um passeio de bicicleta elétrica no fim da tarde, que passava pelo Serrote (R$50 por pessoa). Esse passeio só encontramos no Clubventos, fica na praia, depois da Rua do Forró. Tem uma lojinha no centro também, que tem uma onda se projetando na fachada, fácil de achar. Chegando no hotel o pessoal da Trilha Maluca mandou whatsapp cancelando o passeio de barco porque ele precisou ir para manutenção, em outra cidade. Não voltou antes de irmos embora. 4º dia No dia seguinte, como não teríamos mais o passeio de barco, ficamos curtindo a piscina do hotel de manhã. Almoçamos no Dona Amélia, que era pertinho do hotel. Lá que rola um forró nos noites de 2a, 4a e 6a. Achei a comida razoável e o preço era bom. O forró nós espiamos em uma das noites, mas ia demorar um pouco a começar e não fomos. Parece que depois do jantar eles removem algumas mesas e liberam espaço para dançar. Depois nos preparamos para o passeio de bike e fomos para o Clubventos encontrar nosso guia. Eu estava meio preocupada porque não tenho costume de andar de bicicleta, e mesmo sendo elétrica, a moça que nos vendeu o passeio informou que não era molezinha, tem que fazer algum esforço. De fato, não é como uma moto, você precisa pedalar constantemente. Mas achei bem leve, pelo menos com relação à expectativa que eu tinha criado. Achei uma delícia passear pelo Serrote. É um morro ao lado da vila, que permite uma vista do alto da cidade muito legal, com as dunas ao fundo. Também passamos próximos à Pedra Furada. Vimos ela do alto. O guia informou que as pessoas vão caminhando até a pedra de algumas maneiras: ou pelo Serrote, e descem um caminho que achei um tanto íngreme; ou pela praia, quando a maré está baixa (todos disseram ser a melhor forma); ou a partir de passeios, que deixam as pessoas mais ou menos próximas da pedra. Parece que no passeio a cavalo e de carroça dá pra chegar mais perto. Não chegamos a descer na pedra nesse momento porque o guia disse que não daria tempo. Voltamos e só depois que nos tocamos que ficou faltando fazermos uma parada no Farol de Jeri, que fica no Serrote também. Na hora nem lembramos, e o guia não disse nada, o que foi meio chato. Dizem que no Farol dá pra ver o nascer do sol, que também ocorre sobre o mar. Tentamos acordar pra ver, mas não rolou nenhum dia. De noite fomos no barzinho Samba Rock, que fica na rua pricipal, perto da praça, e estava sempre com música ao vivo. Gostamos de lá. E depois fomos fechar o passeio do dia seguinte. 5º dia O guia foi nos buscar de manhã na pousada com o quadriciclo. Ele foi na frente em uma moto guiando o caminho e nós fomos dirigindo o quadri. É uma experiência divertida, mas pode ser um pouco cansativo, achei difícil trocar as marchas com o pé (não estou nada acostumada com isso e meu pé ficou bem vermelho). Mas independente disso, foi bem legal. Nossa primeira parada foi na Pedra Furada. Em um estacionamento que marca o ponto mais próximo que os veículos podem chegar. A caminhada dura cerca de 30min e o primeiro trecho é na areia bem fofa, meio chatinho. Mas depois melhora. Chegando na pedra, encontramos várias pessoas tirando foto e alguns vendedores de bebida. No estacionamento também tinha gente vendendo água, água de côco, cerveja, etc. Pegamos o quadriciclo e seguimos até Barrinha. O passeio mesmo é ir curtindo o visual e a adrenalina de dirigir o quadriciclo. O caminho passa pela praia do Preá, então vimos novamente a Árvore da Preguiça. A praia do Preá é o paraíso do pessoal do Kitesurf. Vimos muitas pessoas praticando por alí. Chegando em Barrinhas tem algumas dunas. Subimos nelas com o quadriciclo, que seria o ponto alto da emoção. Mas acabou sendo bem rapidinho esse momento nas dunas. Subimos, tiramos foto e descemos logo. Mas também estava um sol terrível nessa hora. Fomos almoçar na barraca Komaki em Barrinha. Bem arrumadinha e com uma área de redes para descansar. Ficamos um pouco e depois retornamos. Na volta fizemos uma parada no Cabaré do Vento, uma pousada/barraca de praia no Preá. Um lugar muito agradável e que serve de apoio para a galera do Kite. Falando no esporte, o turismo voltado para o Kite e o Windsurf é bem grande em Jeri. A praia é setorizada e cada atividade, Kite, Wind, Surf, SUP ocorre em um local. Fomos ver quanto custaria para fazer aulas, mas acabamos desistindo. O curso básico de Kite, com 9h de duração, custa em média R$1.500. O de Wind, com 4,5h, sai por uns R$600. Na volta o quadriciclo começou a acender a luz que indica aquecimento no motor. Paramos e mostramos para o guia, que não pareceu se importar demais. Eu fiquei preocupada em fundir o motor e depois ter problemas. Assim, fizemos umas 3 paradinhas de 5 minutos para esfriar e a luz apagar. Voltamos para o hotel, curtimos a piscina de novo (essa piscina valeu a pena demais!) e saímos para o centro. Dessa vez meu namorado quis comer temaki, que eu não curto. Não lembro o nome do restaurante que ele foi. E eu fui comer nas barraquinhas que ficam na rua São Francisco. Depois fomos fechar o passeio do dia seguinte. 6º dia No dia anterior havíamos combinado com o pessoal da Trilha Maluca para fazer o passeio para o leste, que vai nas lagoas. Queríamos fazer de jardineira, pois já tínhamos experimentado os outros meios de transporte e a jardineira parecia mais pacata, menos vento, menos sol. Além disso, ela não parava na Pedra Furada, que já havíamos conhecido, e assim teríamos mais tempo nas lagoas. Pagamos R$60 por pessoa, pois passava na lagoa Azul também. Se fossemos só na do Paraíso seria melhor ir na jardineira que fica na rua, que sairia R$40 por pessoa ida e volta. Enfim, de manhã nos apareceu um guia em um bugue na pousada. Explicamos que havíamos combinado a jardineira e ele disse que não sabia por que tinham dado nosso voucher para ele, que estava marcado jardineira mesmo, e que se quiséssemos a empresa daria um jeito de nos enviar na jardineira. Mas, se aceitássemos, poderíamos ir com ele e outro casal pelo mesmo valor (R$120 o casal… que na verdade é o preço desse passeio de bugue mesmo, não estávamos ganhando nada financeiramente). Na hora eu achei melhor concordar porque fiquei me imaginando perdendo um tempão pra resolver isso, e acabamos indo. O guia pegou o outro casal e perguntou a eles se poderia fazer o passeio de trás pra frente, para finalizar com a Pedra Furada, ao invés de iniciar por ela. Eles concordaram e fomos. Passamos primeiro na Lagoa do Paraíso. No caminho íamos conhecendo nossos coleguinhas de passeio e tendo a impressão que estávamos numa certa furada, porque os dois eram bem chatinhos. Não vou entrar em detalhes, mas ao final já estávamos doidos para nos despedir deles. E aí fica o alerta. Essa coisa de compartilhar os passeios é ótima para economizar e também para fazer amizades. Conhecemos várias pessoas legais nos outros passeios, na cidade e no hotel. Mas também corre-se o risco de passar o dia grudado com pessoas que você não tenha afinidade. Se puder combinar de compartilhar com alguém conhecido é mais garantia de sucesso. Voltando ao passeio, como o Alchymist seguia fechado, fomos para o ponto seguinte, onde haviam duas barracas. Ficamos na Brisa Paradise. Era justamente o que queríamos, conhecer barracas diferentes do Alchymist para poder comparar. Pessoalmente, quando voltar a Jeri, vou preferir voltar ao Alchymist mesmo. Achei o ponto dessas barracas um pouco inferior. A areia, apesar de branquinha, não é fofinha como na outra barraca, e fica desconfortável para sentar na cadeira, toda torta. A parte mais clara da água também é mais estreita aqui. E as redes na água não tem cobertura para o sol, como algumas do Alchymist tinham. Mas enfim, curtimos conhecer e saber as diferenças. Saindo de lá, fomos para a Lagoa Azul. Pelo que eu tinha lido, não estava com grandes expectativas, pois muitos diziam que a do Paraíso é mais bonita, é a melhor e tal. Pois eu achei a Azul muito bonita também! São belezas diferentes, mas pra mim são quase equivalentes. A barraca que tem lá oferece cardápio vivo também, mas não almoçamos aqui. De lá partimos para a barraca da Mônica, bem famosa na região, fica na praia do Preá. Comemos lá e valeu a pena, bem gostoso. Achei os preços parecidos com os da Lagoa Azul e da Brisa Paradise. Voltamos para a vila e o guia deixou nossos amiguinhos no Serrote para eles fazerem a caminhada até a Pedra Furada. Depois nos deixou na pousada. Seguimos nosso ritual de banho de piscina e sair pra comer. Fomos no Cantinho da Tapioca, na Rua do Forró. Gostamos muito de lá! Tapioca fresquinha, recheios saborosos e bom atendimento. 7º dia Esse era nosso último dia inteiro em Jeri e resolvemos curtir a praia de lá e ficar mais quietinhos um pouco. Fomos para o Clubventos, o mesmo lugar do aluguel das bicicletas. Eles têm uma estrutura bem legal, com mesas, sofás (tem consumação mínima mas não vi o preço), espreguiçadeiras (R$50 cada) e área VIP (R$200 por cama). Tem armários, chuveiro (pro padrão do lugar a ducha é bem fraquinha), aluguel de equipamentos de Kite, Wind, etc, além de buffet de almoço (R$80/kg). O buffet é bem carinho, mas muito gostoso! Passamos o dia por ali, curtindo o visual da praia e dando mergulhos. Adorei nadar nessa praia! E pelo que vi o ideal é entrar no mar com a maré baixa. A faixa de areia é larga e a praia é rasa. Você vai entrando no mar, anda um tantão e a água não chega na cintura. Tem umas ondinhas boas, não muito grandes, bem gostosas. Quando estávamos na praia vimos um pessoal fazendo passeio a cavalo e combinamos de fazer também no final da tarde (R$40 por cavalo, 1h de passeio). Já havíamos voltado para o hotel quando o rapaz dos cavalos foi nos levar os animais. Fomos sem guia, em dois cavalinhos desses de passeio, bem mansos e um tanto preguiçosos na ida, um tanto apressadinhos na volta, rs… Fomos até a duna do pôr do sol. Subimos a duna montados (não pelo lado onde as pessoas caminham usualmente, mas por trás) e andamos um pouco na praia que tem depois da duna. Na volta meu boné caiu. Desci para pegar e não conseguia mais subir no cavalo pois a cela estava presa apenas por uma barrigueira (sempre que vejo são duas). Quando eu pisava no estribo, a cela girava. Meu namorado desceu pra tentar trocar de cavalo, mas também não estava conseguindo subir no meu. Nessa hora passou um rapaz da região que estava montado também. Ele parou e nos ajudou. Recriminou a forma como estavam as celas, deu um aperto nas barrigueiras e conseguimos seguir. Por conta desse imprevisto demoramos um pouco mais que o tempo combinado. Quando reclamamos com o rapaz que alugou os cavalos ele disse que era assim mesmo, não deu muita bola, mas também não deu sinais de querer nos cobrar a mais. Quando estávamos na duna, vimos um grupo de pessoas montadas que pareciam estar com mais estrutura. Os cavalos tinham peitorais e as pessoas estavam de cap. Nos disseram que esses cavalos ficam perto da duna para serem alugados. Recomendo olhar lá ou conversar melhor antes de alugar. Mesmo com os imprevistos, foi muito gostoso passear sobre as dunas. Recomendo! De noite fomos jantar no restaurante Romã, na rua do Forró. Eles tem uma foccacia gigante lá que é muito gostosa! As pizzas também estavam com a cara ótima. E é aqui que vou explicar como o pessoal do transfer Executive 4x4 Jeri foi muito gente boa conosco! Eu resolvi enviar um whatsapp para confirmar o horário da nossa saída que seria no dia seguinte, eis que descubro que havia feito a reserva com a data errada! Eu errei ao informar o dia da volta, que estava contratado para o dia 10, e não 9 como queríamos. Mesmo o erro tendo sido meu, a Rosângela não nos deixou na mão e deu um jeitinho de nos transportar no dia que precisávamos! 8º dia Assim, depois de uma semana completa em Jeri, de 2a a 2a, estávamos prontos para nos despedirmos. Amamos a cidade e os passeios e antes de sair já estávamos planejando voltar mais vezes! Para a despedida, fomos à praia novamente, dessa vez ficamos na barraca Dumundu. Tem mesas e espreguiçadeiras (não são cobradas), e tem sempre música ao vivo. É bem animado. No dia do passeio de bicicleta assistimos o pôr do sol dali e foi bem lindo. Voltamos ao hotel para fazer check out e fomos almoçar no Pimenta Verde, na rua São Francisco. Comemos um peixe com crosta de ervas muito gostoso! O motorista da volta foi novamente o Vinicius, que nos pegou por volta de 16h e seguimos para Fortaleza. Beach Park Na volta para Fortaleza decidimos mudar um pouco o roteiro. O hotel lá não tinha sido muito legal e queríamos seguir as dicas de algumas pessoas que conhecemos. Assim, conseguimos negociar para cancelar as últimas diárias do hotel sem multa. Alugamos um carro pelo site da Alamo, que ficou muito barato por sinal (R$137 por 3 diárias + R$115 de combustível). Dirigimos até Aquiraz, que fica uns 40 minutos de Fortaleza, e é onde fica o Beach Park. A princípio estávamos indecisos sobre ir ao parque aquático, mas todo mundo que encontramos elogiou demais e resolvemos ir. Nos hospedamos em um apart hotel, que é o que mais tem na cidade. O prédio era até aconchegante, com piscina e um jardim bem cuidado, estacionamento privado. O apê era meio esquisitinho, mas como foi uma noite só, foi ok. Deixamos as malas lá e fomos pro parque. R$215 por adulto para 1 dia. O passaporte para 3 dias custa R$230 e para 7 dias custa R$260. Ou seja, vale a pena ficar mais tempo. Atenção, observar que o parque fecha às 4as feiras. Pois bem, achamos o parque muito organizado e bonito, as atrações bem divertidas e para todas as idades. Ficamos 4 horas seguidas subindo escadas para descer nos toboáguas, com bóia, sem bóia, de dois, de quatro, sozinho. Bem legal! Eles alugam armários por R$25 (tem que deixar mais R$25 de caução pela chave) e te dão um cartão para consumo que você coloca o valor que quiser. Cobram R$5 de caução do cartão. Se você carregar o cartão com dinheiro ou débito, eles devolvem tudo que sobrar e mais as cauções. Se usar cartão de crédito eles descontam 6% na hora de devolver. Almoçamos no restaurante do parque (R$92/kg), mas não achei que valeu à pena. Caro e a comida não é lá essas coisas. Na verdade, tudo dentro do parque é bem caro. Churros de R$11, pipoca nessa faixa também, enfim, o esperado. O parque fecha às 17h. Na saída ficamos circulando pela vila que tem nas proximidades do parque. Tem lojinhas e quiosques de comida. Depois percebemos que estavam passando um filme ao ar livre e acabamos assistindo Smurf! (adoro o Gargamel!) Depois comemos nos foodtrucks da vila e voltamos pro hotel. Canoa Quebrada No dia seguinte rumamos para Canoa Quebrada, umas 2h de viagem. No caminho fomos combinando com o bugueiro Alexandre que haviam nos indicado. Chegamos na cidade, fizemos check in no hotel Tranquilândia (pertinho da Broadway, que é a rua de pedestres que tem os restaurantes e lojinhas). Gostamos bastante do hotel, apesar de um certo incidente com um inseto! São chalés bem fofinhos. Tem uma piscina grande, e dela você enxerga o mar. O café da manhã é muito bom e a comida do restaurante também. Fizemos check in e o Alexandre já estava lá pra fechar o passeio. Como foi em cima da hora ele não conseguiu um casal para dividir o passeio de Ponta Grossa. Acabamos fazendo sozinhos e pagando R$230. A primeira parada é para ver o símbolo de Canoa Quebrada pintado numa falésia da praia. Nesse momento a maré estava baixa (necessário para se chegar a Ponta Grossa) e algumas lagoas se formaram na areia. Deve ser uma delícia tomar banho nelas, mas não tivemos tempo. Seguimos pela praia para ver as falésias de várias cores. Chegamos em Ponta Grossa e lá fizemos o passeio que o barquinho (R$15 por pessoa) leva para nadar com os peixes, observando-os com snorkel e máscara. Não demos tanta sorte com a maré, que estava um pouco mais alta que o ideal e com bastante ondulação. Vimos alguns peixes pequenos que os marinheiros atraem com carcaças de lagosta, mas pelas desculpas que eles deram, geralmente o passeio é mais interessante. Na volta paramos na barraca Pantanal para uns petiscos e depois o Alexandre disse que nos faria um extra, levando na duna do pôr do sol para assistirmos ao fim do dia. Com isso, voltamos correndo bastante no bugue. Chegamos na duna em cima da hora, mas conseguimos ver. Ele nos esperou e depois deixou na pousada. Tomamos banho de piscina e depois de chuveiro, e fomos caminhando para a Broadway jantar. São vários restaurantes e vários vendedores tentando te convencer a entrar. Um pouco de assédio demais. Escolhemos um restaurante, o Pizza Nossa. Pedimos espaguete a bolonhesa (R$20) e espaguete com camarão (R$50). Estava muito gostoso! No dia seguinte, poderíamos ter feito o outro passeio de bugue, que passa nas dunas e tem esquibunda, tirolesa e rapel. Com duração de 1h30 o Alexandre disse que faria pra gente por R$120. Mas estávamos cansados e preocupados com o horário, então decidimos fechar com a praia mesmo. Fomos caminhando até a barraca Bom Motivo. Chegamos cedo e o atendimento ainda não estava a todo vapor. Tomamos banho de mar e voltamos pra fazer check out e pegar a estrada. No hotel nos informaram que tem duas barracas mais distantes e mais estruturadas (Antônio Côco e Chega Mais) que fazem o transfer dos clientes de bugue do hotel até lá e vice versa, mas acabamos não conhecendo essas. Voltamos para Fortaleza na esperança de dar uma circulada no centro antes de ir pro aeroporto, porém, por ser feriado, tudo estava fechado, inclusive o Mercado Central. Acabamos chegando mais cedo no aeroporto, o que foi ótimo pois conseguimos adiantar o vôo para um direto! E assim terminou nosso delicioso passeio no Ceará!
  9. Oi, gente! Estou por aqui novamente com mais um relato. Espero que gostem e aproveitem, qualquer coisa é só perguntar que respondo com o maior carinho... (Adoro) Vou começar com JERICOACOARA! Um Lugar que não esquecerei JAMAIS! Nosso foco na viagem pro Ceará foi justamente Jeri (carinhosamente chamada por todos). Viajamos em Outubro meu marido e eu. Primeiro Dia Saímos de Guarulhos voando TAM, voo direto pra Fortaleza. Chegamos meia hora antes do previsto. Comemos algo no aeroporto e fomos direto procurar transporte pra Jeri! O Transporte pra Jericoacoara Pesquisei muito sobre isso aqui no mochileiros e o que mais vi foi sobre as cias de ônibus Redenção e Fretcar. A Redenção NÃO tem mais linha pra Jeri então só restou a Fretcar com horários limitadíssimos! as 08:00 da manhã ou as 19:00hrs. R$58,00 incluído a jardineira de Jijoca até Jeri. Chegamos 13:00 hrs não queríamos esperar tanto tempo e fomos procurar outro meio pra chegar até lá. Chegamos no guichê de informações do aeroporto e perguntamos pra atendente sobre outro tipo de transporte e ela falou que poderíamos ir de 4x4, que por sorte ele estava saindo pra lá! Negociamos com o Marcel (motorista) 100,00 por pessoa, uma diferença de 80,00 mais que valeu muito a pena! 5 longas horas de viagem e ele nos deixou na porta da pousada. Contato: (88) 9956-0419 ou 8813-5593 Ficamos hospedados na MASAI MARA. Pousada Masai Mara Amei! Situada na Rua Principal, é um pousada aconchegante,limpa, com ótimo atendimento,piscina deliciosa e um café da manhã delicioso. Todos os dias pães, tortas, bolos, tudo fresquinho e caseiro... Tudo de bom! Recomendo muito e melhor ainda o preço R$170,00 por noite, em Jeri é difícil achar algo Bom e Barato, pra quem quer economizar tem outras opções inclusive um hostel. Gosto de frisar essas coisas porque indicação é tudo e quando é bom faço de questão de recomendar e quando é ruim tb faço questão de NÃO RECOMENDAR kkkk Chegamos 20:00 horas, tomamos um banho e fomos conhecer Jeri. A Vila Jeri é composta por poucas ruas as mais movimentadas são a do forró e a principal. Portando todas são bem próximas uma das outras, tudo pertinho. Toda de areia, esqueçam qualquer tipo de sapato fechado ou de salto, lá é só chinelo e uma rasteirinha... Opções pra comer tem de monte, porém os preços são bem salgadinhos, em relação a Fortaleza. Nos relatos pediram pra levar lanterna e repelente. A lanterna será útil se voltar de madrugada pois escurece um pouco, mais não fica um breu, da pra enxergar de boa. O repelente eu levei mais nem abri, não vi nenhum mosquitinho kkkk vai ver é de época né? Mesmo assim prevenir é o melhor remédio. Jantamos no Restaurante Rústico e Acústico, um camarão a moda da casa... Gostoso! Aliás lá todo mundo tem mania de indicar um restaurante e se vc for ganha caipirinha ou suco. Segundo dia Acordamos cedinho, e fomos dar uma volta, conhecemos a praia de jericoacoara e a da malhada. E já fechamos o passeio com o bugueiro Denílson para as lagoas. Adorei o Denílson, alegre, comunicativo, colocava um reggae e íamos embora kkkk, fazia questão de parar em todos os lugares pra tirar fotos, indico demais (041)(85)96602711 ou vá direto pra cooperativa de bugueiros de Jericoacoara! Pedra Furada Primeira parada, o bugueiro nos deixou na praia e fomos caminhando até a Pedra. Fomos cedo então a maré estava baixa e conseguimos "entrar" na pedra... Lindo lugar! O Cartão postal de Jeri! Preá Saímos da pedra furada e passamos pela praia do Preá, bonita e deserta! Boa para fotos. Arvore da Preguiça Uma árvore muito doida, caída... Gera ótimas fotos. Lagoa Azul Linda! A gente atravessa por um balsa ( do Corinthians) ameii rs!!! Você pode colaborar com R$5,00 mais não é obrigatório. Água clarinha, fresquinha, com redinhas... Aproveitamos pra tomar um gelada e curtir o visual, ficamos pouco pois o nosso destino era a Lagoa do Paraíso. Lagoa do Paraíso O Próprio nome já diz! Simplesmente linda e perfeita, o meu lugar predileto de Jeri. As redinhas dentro da água, é inexplicável, da uma sensação de caribe! haha Ficamos a tarde inteira lá! Parque Nacional de Jericoacoara Voltamos pelo Parque, subimos e descemos muitas duna "com emoção". Duna do Por do Sol Chegamos a tempo de ver o por do sol na duna do por sol rs PARA TUDO! Visual deslumbrante... O por do sol mais lindo que eu já vi na vida até hoje! Lá em cima venta muito e voa muita areia q até dói rs, mais no final vale muito a pena. A noite caminhamos pela vila e jantamos no Restaurante Sapão, muito bom por sinal. Passeio Tatajuba Saímos cedo para mais um passeio! Mangue Seco Essa foi nossa primeira parada, rápida, tiramos algumas fotos e seguimos. Passeio do Cavalo Marinho Eu estava super ansiosa pra ver o cavalo marinho rs a gente para num rio veste os coletes salva-vidas e vai em busca do cavalo marinho... O valor R$10,00 se não ver não paga rsrs. Vimos dois Depois do Cavalo Marinho passamos por várias Dunas, entre elas a do Funil de 80 metros... De lá fomos relaxar... Lagoa da Torta Não tão bonita como a do Paraíso, mais refrescante e também com redinhas pra relaxar. Andamos de caiaque e resolvemos almoçar. Ao contrário das outras lagoas aqui se tem o melhor cardápio pra almoçar, o cardápio ao vivo... Muito bom! A noite comemos um lanche no Trailer da tia mocinha, simples porém gostoso. Lagoa do Paraíso (de novo) Simmm! Gostamos tanto do lugar que resolvemos voltar, dessa vez fomos de D20, um transporte muito comum, bem mais barato que o bugguy, leva direto na lagoa, R$10,00 por trecho. Quando quiser ir embora é só ficar na avenida q passa uma atrás da outra. Praia de Jericoacoara Saimos da lagoa e fomos pra lá, umas das praias mais bonitas q já vi... Ambiente super agradável, mar calminho e limpo. No fim da tarde fomos mais uma vez ver o espetáculo do por do sol. Barracas de Caipirinha (praia de Jericoacoara) Depois do por do sol é de lei descer pela praia e parar nas barraquinhas de caipirinha, tem de todo o tipo! Uma delícia... Indico a Quero Drink todos os dias batíamos ponto lá rsss. A noite pizza no Dellacasa - recomendo. Nosso último dia em Jeri levantamos cedo e fomos aproveitar na praia, pois as 15:00hrs saía a jardineira pra Jijoca e de lá seguiríamos para Fortaleza pela Fretcar R58,00. Acontecimento engraçado: Nossa jardineira atolou kkkk imagina todo mundo descendo e empurrando? Foi isso q aconteceu, no fim deu tudo certo. Fortaleza Chegamos as 21:00 hrs, descemos na Av Beira mar do ladinho do nosso Hotel em Meirelles. Oasis Atlântico Fortaleza São dois Hotéis com o mesmo nome um de 4 estrelas e o outro 5 estrelas. Achei o preço bem convidativo, em relação a localização e também ao conforto. Fiquei no de 4 estrelas, porém o café da manhã é o mesmo para todos, café da manhã maravilhoso, tem TUDO o que se imagina. A Piscina é deliciosa. Eu queria muito ficar em frente a praia Meirelles e em frente a feirinha de artesanato, por isso nem procurei outras opções, mais tem muitas e mais baratas. Valeu cada centavo. Feirinha de Artesanato Tudo de bom! Enormeee tem de tudo... Local animado, vai até as 23:00hrs todos os dias. E o melhor q ficava em frente ao meu Hotel, então bati ponto todos os dias lá rs Meirelles Adorei o lugar! Tranquilo, seguro, com muitas opções de bares, restaurantes... Dizem que o mar é poluído, mais os nativos dizem que não é, que simplesmente é marketing para os turistas visitar as praias vizinhas, porém não me arrisquei. rss Caminhamos pela beira-mar e fomos procurar um lugar para jantar um camarãozinho, ficamos na Barraca do Brasil. Fiquei de cara com os preços na beira-mar tudo muito barato em relação a Jericoacoara... Praia do Futuro De manhã fomos procurar transporte para a praia do futuro. A beira-mar tem um ônibus que passa toda hora com ar-condicionado e tudo R$2,00 e é nele que fomos. Chega em 10 ou 15 minutos e deixa em frente a Crocobeach, a "barraca" maior e mais estruturada da praia do futuro. Ficamos por lá mesmo o dia todo, a cerveja é barata, comida nem tanto... Adorei ficar por lá, o mar estava bem bravo, ao entardecer vai ficando mais calminho. A Noite comemos uma Pizza Hut e demos uma volta pela Beira-mar. No outro dia fomos novamente a praia do futuro, preferimos almoçar em Meirelles, dessa vez na barraca Holanda e ficamos a tarde refrescando na piscina do Hotel. Tivemos só 2 dias em Fortaleza pois nosso foco foi Jeri, espero voltar um dia pra conhecer melhor! E também as redondezas. Conclusão: Mais um viagem perfeita, Jericoacoara me encantou de uma tal maneira, como diz a música, com suas lagoas fresquinhas de águas cristalinas... Vir embora dói viu? rsss Fortaleza o pouco que deu pra conhecer gostei bastante, uma capital como outra qualquer porém com lugares bonitos e estruturados. Até a próxima, espero que não demore! Fiquem a vontade pra perguntar e tirar dúvidas...
  10. Silnei

    Jericoacoara - Guia de Informações

    TEXTO: CLAUDIA SEVERO FOTOS: SILNEI LAISE Rústica, única, especial, sem energia elétrica ou telefone ... estrangeiros e brasileiros com seus mochilões chegando aos poucos, acomodando-se em casas de pescadores, compartilhando de sua vida simples e vivendo em plena harmonia em uma das mais belas praias do planeta. Era assim Jericoacoara nos anos 80... [flickrslideshow] [/flickrslideshow] Hoje a praia-vila ainda tem o título de umas mais belas do planeta, recebe mochileiros de várias partes do Brasil e do mundo e ampliou seu leque de turistas; agências de turismo e independentes de todos os tipos aportam no local que há seis anos tem energia elétrica, conta com lojinhas mais sofisticadas e construções aos pés de suas dunas. Sua gente, é cearense, paulista, mineira, estrangeira... Seus pescadores, bem... muitos trocaram suas redes e barcos por buggys para atenderem aos turistas. Mas Acalme-se! Jeri, como também é conhecida, não perdeu o encanto. A beleza cênica da região conta com dunas fixas e móveis, lagunas, falésias, mangues, lagoas permanentes e lagoas interdunares (que se formam com as águas das chuvas). Além disso é um ótimo ponto pra baladas. Pra quem quer algo mais "globalizado": Uma das pedidas é o Planeta Jeri (bar de um viajante inveterado de Fortaleza, o Itamar) e seu perímetro de cerca de 500 metros. Próximo à beira da praia, lá está a "muvuquinha" local. O bar da Pousada Calanda, que infelizmente fecha às 22h é uma história a parte, principalmente se você cruzar com o proprietário que vai adorar falar sobre suas mochiladas pelo mundo (ele é o suíço Urs, ou Urso como alguns o chamam, casado com uma brasileira de Salvador, de família africana, a Tatiana - esse é um ponto backpacker!!!) A pousada promove tradicionalmente o Luau da Calanda nas noites de lua cheia, não dá pra perder. Outro lugar pra curtir é o Mama África (sim, com o nome igual ao bar de Cuzco, no Peru), com um som diferente do que você espera ouvir em Jeri o bar agrada a gregos e troianos. Rumba, rock, salsa, regados à cerveja e aos coquetéis preparados no local. Na hora que pintar aquela fome não deixe de experimentar o Donner Kebab, lanche árabe, especialidade da casa. O Mama África funciona às quintas-feiras com banda ao vivo. Já nos domingos das 22:30h as 4h rola Blues. Querendo algo mais regional? Adivinhe: Forró! Regionalíssimo não é o forró universitário, "pé de serra" que virou moda em todo o Brasil. As noites de sábado e quarta é só no "rala coxa e arrasta pé"! Mochileiramos de mais o papo? Bem, a área onde está a vila de Jericoacoara, pertencente à cidade Jijoca de Jericoacoara, e é uma APA (área de proteção ambiental). Seu entorno faz parte do Parque Nacional de Jericoacoara, criado em 2002. Segundo moradores a primeira medida dos órgãos oficiais foi coibir a pesca predatória no local; somente há dois anos as construções foram liberadas na APA (por isso verá muitas pousadas novas e prédios em obra). A vila ainda não conta com saneamento básico, também conforme informações de alguns moradores a verba para tal trabalho já veio e ninguém sabe onde foi parar! Outra coisa que certamente o deixará decepcionado é o lixo que se acumula na frente dos comércios e casas da vila. Um caminhão leva periodicamente o lixo para Jijoca porém não há uma organização ou coleta seletiva que além de beneficiar o meio ambiente despoluiria, visualmente e olfativamente falando, as ruas de areia do local. Em Jeri existem quatro ruas principais (Principal, São Francisco, do Forró e Novo Jeri, também conhecida como rua das Dunas) quase paralelas. Três delas terminam no mar. Há outras pequenas travessas, tudo rigorosamente de areia. Por lá circulam veículos 4x4, buggys, motos e vacas! Há planos de criação de um estacionamento na entrada da vila e com isso somente moradores com garagem poderão entrar com carro no local. Torceremos para que isso aconteça de fato! Problemas à parte, Jericoacoara segue sendo um dos "destinos imperdíveis do mundo". Suas ruas de areia cintilam com o luar (há energia elétrica, mas graças ao deus do bom senso, não instalaram postes no local) e o por-do-sol de cima da duna (do) Por-do-sol é um espetáculo de "intensa" beleza. Contemplar o sol deitar sobre o mar é algo quase que religioso em Jeri. Confesso que cheguei a pensar: puxa, mas eu tenho que ir até o topo da duna pra ver esse por-do-sol que daqui de baixo já está mais que belo só porque todos que vêm à Jeri o fazem? Sim suba lá garota! Parece que algo me chamou e não foi a insistência do fotógrafo! A subida é leve e o espetáculo não fica só por conta do sol - está nos rostos emocionados que estão no local, no mover da areia, no vento, nas cores que mudam conforme o baixar do sol, na calmaria do imenso mar e até no mastigar inevitável de areia!!! Outra atração é a Pedra Furada. Interessante formação esculpida pela ação do vento e do mar. Na maré baixa o acesso ao local é um passeio pela praia (cerca de 30 minutos). Em junho o sol se põe no "furo" da pedra, sendo mais um espetáculo local. Jericoacoara é mais conhecida internacionalmente que a própria capital do Estado do Ceará, Fortaleza; mas o que poucos sabem é que em suas proximidades além de praias e dunas há ainda mais atrativos. Não deixe de ver: Lagoa Azul - água transparente e tépida é pra ficar horas apreciando tudo que há a sua volta. Só algumas cadeiras plásticas de um bar instalado no local interferem na beleza da lagoa, mas tomando uma cervejinha ou uma água de coco por lá dá para "deixar pra lá". Lagoa Paraíso ou Lagoa da Jijoca - belíssima. Um dos pontos mais privilegiados está em frente à Pousada do Paulo (do casal Paulo e Fernanda, italiano e paulista respectivamente) que também abriga um centro de Windsurf (instrutores/curso, aluguel de equipamento, guardaria de pranchas etc) e um restaurante pra lá de aconchegante. Boa música e um bolinho de macaxeira que é dos deuses. Visitamos as lagoas em uma D20 (Chevrolet) com o guia Neguinho, como prefere ser chamado o Gilmadson. Há também opções de buggy independentes ou da Jeri off road (http://www.jeri.tur.br). Preços entre R$ 70 e R$ 120 (o buggy ou D20 + guia, portanto se dividir com mais algum viajante, dá pra economizar bem). Somente esses tipos de carros circulam no local (o caminho é de areia fofa). A Lagoa Paraíso tem acesso por carro não tracionado e a opção é via as pousadas que beiram a lagoa. Tatajuba - (já faz parte do município de Camocim) o caminho para a vila que desapareceu coberta de dunas já vale antes de chegar ao destino final: Praias (Preá e outras), mangue já seco, a travessia de balsa do Guriú e o "metralhar" da dona Delmira contando lendas de luzes e vozes nas noites sobre as dunas e como a vila desapareceu e como era no tempo em que seu pai era "moço". Tatajuba ainda é preservada e ainda tem uma lei rigorosa por exemplo com relação à construções (é preciso morar no local alguns anos para poder por exemplo, construir uma pousada). A vila dotada de igreja, praça e muita areia esconde entre suas dunas lagoas verdes, carnaubais e um misto de mistério e encanto que só é quebrado pelo vai e vem de buggys carregando turistas. O acesso ao local só é possível neles ou em carros 4X4 e com guias experientes. Utilizamos os serviços da Jeri off road, mas também há bugueiros fazendo o trajeto; certamente você será abordado por vários em sua estada em Jeri. Preços entre R$ 120 e R$ 150 (o buggy + guia, portanto se juntar mais uns viajantes, dá pra economizar bem). Além destes passeios, a Jeri off road (http://www.jeri.tur.br) também oferece expedições em carros off road para o Delta do Parnaíba (já no Piauí) e Lençóis Maranhenses (MA), além da costa cearense pelas praias. Como Chegar Fortaleza é a cidade base para quem quer chegar a Jericoacoara, a partir de lá as opções são as seguintes: De Ônibus + Jardineira 4x4 No terminal rodoviário de Fortaleza, você paga só uma passagem pela Viação Redenção; vai de ônibus até a Vila do Preá ou Jijoca e de lá embarca na Jardineira(Caminhão 4X4). São aproximadamente 7h de viagem. De Carro até Jijoca + Buggy ou caminhonete até Jeri A melhor opção é ir pela BR 222, até chegar próximo a entrada de Sobral, siga pela CE 178 até Jijoca de Jericoacoara. Se chegar pela manhã, deixe o carro estacionado na cidade e siga de Buggy ou caminhonete para Jericoacoara. Caso chegue a tarde a dica é passar uma noite na Pousada do Paulo e aproveitar a manhã na Lagoa do Paraíso ou fretar uma caminhonete até Jeri. De Buggy ou 4x4 c/ ar condicionado pela praia A associação de Bugueiros de Jericoacoara faz todo o trajeto pela praia. Pelo mesmo preço você pode fazer o memo percurso só que com uma caminhonete 4x4 importada com ar condicionado pela Jeri Off Road. Jeri Off Road (http://www.jeri.tur.br) / Onde ficar Em Jijoca de Jericoacoara Pousada do Paulo - confortáveis chalés na área mais privilegiada da Lagoa Paraíso. Em Jericoacoara Pousada Calanda - bem perto da duna (do) Por-do-sol, tem um clima "alto astral". Oferece bar e restaurante. Pousada Bangalô - um clima de "sua casa em Jeri", paira sobre a pousada que tem quartos amplos e simples. Pousada do Serrote - chalés com quarto, sala e cozinha equipada instalados em ampla área verde com piscinas adulto e infantil e restaurante. Espaço Nova Era Pousada e Pousada Cajú - ambas têm amplos chalés instalados em vasta área verde; é pra quem quer ter uma "ultra privacidade" pois os chalés são bem distantes um do outro. Pousada Papaya - bem em frente à duna (do) por-do-sol, oferece amplos apartamentos e novas instalações. Pousada Tirol (Albergue da Juventude) - Diárias a partir de R$ 20 em quarto coletivo. Há também a opção em área coberta (telhado em folhas de carnaúba) de barracas equipadas com colchão e luz a R$ 10 por pessoa. Em Tatajuba (Nova Tatajuba) Pousada Verde Folha - quatro chalés instalados a poucos metros de um rio que forma um dos pontos mais belos do local. Tel: (0xx88) 9962-8332. Onde comer Na Lagoa do Paraíso (Lagoa de Jijoca) Restaurante da Pousada do Paulo - oferece massas e pratos com frutos do mar, além de porções. Experimente o bolinho de macaxeira com Queijo...Hummm! Em Jericoacoara Restaurante e Pousada Calanda - Refeições e Petiscos. Boa opção para ver o pôr-do-sol tomando uma cerveja gelada! Tudo na brasa - grelhados. Boa qualidade e decoração aconchegante. Fica na rua principal. Jeri'ngonça - lanches e assados. Picanha Argentina por quilo!!!. Também na rua principal. Restaurante Mandacaru - bom pra quem quer um restaurante com comida boa e preço acessível. Rua São Francisco. Taverna - uma das melhores pizzas do Brasil. Também oferece café expresso. Rua Principal, próximo à praia. Não deixe de experimentar a Putanesca!!! Café Brasil - peca no horário de funcionamento, mas é conhecido em todo o mundo e oferece saborosos lanches e sucos. Fica no "beco" entre a rua São Francisco e a do Forró. Café com leite - na rua principal. Serve café da manhã, sucos e lanches. Padaria Sto Antônio - a padaria mais alternativa do Brasil, só funciona das 02h as 07h da manhã. É o ponto para se alimentar depois da balada. PF Claro que como em todo lugar, há algumas opções de PF. O "Cantinho do PF" é um lugar bastante simples onde os trabalhadores locais almoçam. Tem boa comida. Experimentamos alguns outros que não é possível nem citar o nome (já pode imaginar como foi a experiência não?!)
  11. Roberto Carlos

    Onde estacionar o carro em Jericoacoara?

    Boa noite, vou viajar com minha esposa e meus filhos de 8 e 6 anos para Fortaleza e Jericoacoara em agosto deste ano. Gostaria de saber se é possível ir de carro alugado até o ponto onde sai o pau de arara para Jeri e se tem algum lugar/garagem que se possa deixar o carro uns 3 dias até retornar de Jeri? Obrigado
  12. Pedro Víctor1502434952

    Alguém já foi pra Jericoacoara?

    Alguém que já foi pra Jericoacoara e visitou outros lugares, além da Pedra Furada e da Lagoa Azul, pode me dizer quais são esses outros destinos? Estou indo semana que vem para lá. Mas quero saber outros lugares que eu possa visitar. Pois no TripAdvisor aparece apenas estes.
  13. Nilson Jr

    Minha Viagem a Jericoacoara - CE

    Olá pessoal! Sou novo no fórum e como já fui muito ajudado na viagem que fiz recentemente, quero postar aqui meu relato de viagem e algumas dicas valiosas. Fui para Jeri no dia 04 de junho de 2013 e fiquei até o dia 10 do mesmo mês. Saí do RJ no dia 04/06 pela TAM e chegamos à Fortaleza por volta das 13h40. Como queria economizar, eu me dirigi ao guichê que vende passagens de ônibus para Jeri pela empresa FretCar. Uma dica é que o nome no letreiro do Guichê é "Openpoint Tur" e não FretCar como eu pensava. Fiquei procurando por muito tempo até perguntar para um segurança que me esclareceu tudo. Quando de fato achei o guichê, perguntei a que horas saía o próximo ônibus para Jeri e como eu já imaginava ele me disse que só teria às 18h30. Como eu já sabia lendo aqui no fórum que o ponto de acesso para Jeri é por Jijoca, eu perguntei se teria um ônibus mais cedo para Jijoca ou Camocim (duas cidades depois de Jijoca). Aí fui informado que o próximo ônibus para Jijoca era às 15h00 saindo da rodoviária. Quando estava concluindo a compra, apareceram duas irmãs querendo passagem para Jeri. Expliquei tudo a elas e falei que também está indo para lá. Elas compraram também a passagem e rachamos o táxi até a rodoviária ao custo de R$:20,00. (O custo da passagem até Jijoca foi de R$:35,00 por pessoa) Na rodoviária almoçamos e nos dirigimos ao ponto do ônibus fretcar com destino a Jijoca. Eu só não contava com a viagem ser tão demorada. O ônibus faz muitas paradas e só chegamos à Jijoca por volta das 21h30. Em Jijoca tinha várias pickup's D-20 adaptadas com bancos na carroceria oferecendo o transporte até Jeri. As meninas ficaram meio desacreditadas e com medo, mas expliquei que isso era normal na região e embarcamos todos na D-20 ao custo de R$: 10,00 por pessoa. Depois de mais de 40 minutos em uma estrada horrível e escura enfim chegamos à Jericoacoara! Esta foto tiramos antes de desembarcar da D-20. DSCN2781 por Nilson Jr, no Flickr Como não sabíamos o local exato de nossas pousadas, o motorista da D-20 nos levou até a entrada das mesmas. As meninas ficaram na pousada "Espaço Nova Era" e eu fiquei na pousada "CasAlice" na rua principal. Eu já tinha reservado esta pousada com a ajuda das avaliações do site "TripAdvisor". O melhor custo x benefício ao meu ver. Pagamos R$: 130 a diária no quarto luxo com varanda, frigobar, TV de LED com SKY, cama de casal e uma de solteiro, chuveiro quente e o principal: Cofre para guardar o dinheiro. Foto da Pousada: DSCN2792 por Nilson Jr, no Flickr Deixamos as malas na pousada e fomos dar uma volta pela cidade. Como era uma terça-feira e em baixa temporada, tinha poucas lojas abertas. Comemos uns espetinhos de carne no Rei do Assado e depois fomos dormir. No dia seguinte, tomamos um café reforçado na pousada com direito a tapioca, omelete com queijo, bolos e pães. As próprias meninas que servem o café na pousada nos indicaram para um bugreiro que faz passeios pela região. Como vão 4 pessoas no bugre, ela arrumou um casal paulista para rachar as despesas. O passeio que fizemos foi paras Lagoas Azul e do Paraíso ao custo de R$: 160,00. O nome do Bugueiro é Diamantino. O cara é show de bola, super atencioso, explica a história e todos os pontos turísticos do lugar e ainda tira fotos e ajuda a carregar as bolsas. Foto do Bugueiro Diamantino DSCN3327 por Nilson Jr, no Flickr A primeira parada que fizemos foi no cartão postal da cidade: "Pedra Furada". Como é proibido subir na pedra, os próprios vendedores de água e cerveja que ficam na região sugerem fazer pose sobre uma pedra menor que fica de frente a Pedra Furada. Eles mesmos se oferecem para tirar a foto. DSCN2852 por Nilson Jr, no Flickr A segunda parada que fizemos foi na famosa "Árvore da Preguiça". Uma árvore que ficou deitada pela ação dos fortes ventos da região. DSCN2874 por Nilson Jr, no Flickr Depois seguimos em direção à famosa Lagoa Azul. Ficamos encantados com a extrema beleza do local. DSCN2914 por Nilson Jr, no Flickr Ficamos por lá bebendo e aproveitando o lugar... Em seguida fomos para a "Lagoa do Paraíso". Essa é mais linda ainda. DSCN2983 por Nilson Jr, no Flickr DSCN2997 por Nilson Jr, no Flickr Seguimos então para conhecer a "Lagoa do Coração" e as Dunas. Como a Lagoa não estava cheia ela perdeu o formato de coração. DSCN3063 por Nilson Jr, no Flickr De lá o nosso Begueiro nos sugeriu almoçar no restaurante "Azul do Mar" na frente da praia do Preá. O restaurante foi indicado pelo Guia 4 Rodas. Lá você pode pedir para repetir as guarnições (farofa, arroz, baião...) Aí está a foto do almoço com o casal paulista maravilhoso que estava conosco. O almoço todo foi quase R$:150,00. DSCN3099 por Nilson Jr, no Flickr Acabou o passeio de voltamos para Jeri. Fomos a melhor sorveteria da Região chamada "Gelato & Grano". Além da decoração aconchegante do local o sorvete italiano artesanal vendido lá é coisa de outro mundo. Vários sabores diferentes e super cremosos e saborosos. Preço: R$: 7,00 com dois sabores e R$: 11,00 com até 3 sabores. DSCN3127 por Nilson Jr, no Flickr Depois do sorvete partimos para outro ponto turístico de Jeri, a "Duna Pôr do Sol"... Lindo demais! Coisa de outro mundo. DSCN3145 por Nilson Jr, no Flickr DSCN3168 por Nilson Jr, no Flickr Quando descemos da Duna ficamos na praia de Jeri assistindo Capoeira que rola todos os dias à tardinha. DSCN3205 por Nilson Jr, no Flickr A Noite saímos para conhecer o comércio e as ruas e becos de Jeri. Ficamos maravilhados com o visual de tudo. Ruas só de areia com calçamento e ruas só iluminadas pelas lâmpadas dos próprios comerciantes e moradores. DSCN3236 por Nilson Jr, no Flickr DSCN3237 por Nilson Jr, no Flickr Paramos para lanchar Tapioca com suco na "Casa da Pedra", ao lado do Restaurante Da Vinci na Rua Principal. Tudo gostoso e com preço justo, por exemplo, a jarra de suco com 700ml sai a R$: 6,00. DSCN3258 por Nilson Jr, no Flickr SEGUNDO DIA EM JERI: Combinamos com o mesmo bugreiro do dia anterior e fomos fazer outro Passeio. Desta vez a Antiga e Velha Tatajuba, Mangue Seco e a Lagoa Torta. Custo do passeio R$: 200,00 Para chegar ao Mangue Seco precisamos passar um trecho sobre uma balsa... DSCN3322 por Nilson Jr, no Flickr Foto do Mangue Seco: DSCN3341 por Nilson Jr, no Flickr Depois seguimos até a Antiga Tatajuba (cidade que foi inteiramente soterrada pelas Dunas). Lá tem um pequeno comércio da Dona Delmira. Uma senhora moradora da antiga aldeia, muito simpática que conta toda a história do local parecendo uma vitrola. rsrsrs Ela conta a mesma história umas 100x por dia. DSCN3352 por Nilson Jr, no Flickr Tomamos água de coco e seguimos para a Nova Tatajuba (pequena cidade para onde migrou o pessoal da antiga Tatajuba). Foto da igreja local: DSCN3377 por Nilson Jr, no Flickr De lá fomos explorar mais dunas, apreciar a beleza do local e tirar mais fotos: DSCN3385 por Nilson Jr, no Flickr Depois partimos para o "Skibunda" em uma Duna gigante. Custo: R$ 5,00 pelo aluguel da prancha de madeira e você pode descer quantas vezes quiser e mais R$: 5,00 cada vez que o quadriciclo te busca lá embaixo. DSCN3428 por Nilson Jr, no Flickr DSCN3475 por Nilson Jr, no Flickr Para finalizar o passeio pedimos para ir diretamente para a Lagoa Torta. Neste passeio você também pode pedir para ver o Cavalo Marinho. Mas optamos por não fazer. (Custa R$: 10,00 para um carinha te levar numa embarcação por 10 minutos e te mostrar um cavalo marinho que ele pega com um pote) Fotos da Lagoa Torta: DSCN3495 por Nilson Jr, no Flickr DSCN3501 por Nilson Jr, no Flickr Nesta Lagoa você pode alugar prancha para "Stand Up", caiaque e pedalinho. Tem também a opção da Tirolesa. O curioso do restaurante desta Lagoa é que o cardápio é ao vivo, ou seja, o atendente traz na mesa o pesco fresco e você escolhe qual vai comer. DSCN3543 por Nilson Jr, no Flickr Almoçamos por lá. Comemos Peixe, Camarão e Lagosta. Custo total R$: 198,00 DSCN3582 por Nilson Jr, no Flickr Este é o ponto final deste passeio. Voltamos para Jericoacoara e passamos novamente na sorveteria e em seguida corremos para ver mais um pôr do sol na famosa "Duna Pôr do Sol". DSCN3652 por Nilson Jr, no Flickr DSCN3678 por Nilson Jr, no Flickr ...assistimos Capoeira: DSCN3688 por Nilson Jr, no Flickr Quando voltei tomei uma cerveja na pousada comendo petiscos. (Os petiscos são cortesia da pousada no horário de 18h00 até 19h30) Você só paga a bebida. Tomamos Skol ao custo de R$: 6,00 cada. A maioria dos comércios de Jeri vende a R$:8,00. DSCN3699 por Nilson Jr, no Flickr A noite fomos jantar com o mesmo casal que conhecemos no restaurante "Tamarindo". Comida deliciosa, ambiente lindo e aconchegante... O preço é um pouco elevado. DSCN3714 por Nilson Jr, no Flickr Continua...
  14. Olá galera do bem!!! Olha só não sou boa em escrever relatos e nem taanta paciência pra isso tenho..rs Mas me amarro em dar uma ajudinha e pitacos quando pedem. Essa viagem em especial achei válido escrever, afinal, iniciei em Imperatriz rumo a Chapada das Mesas em Carolina MA, S. Luis, Alcantara, Travessia dos Lençois Maranhenses em 3 dias rumo a Jericoacoara. Média de 16 dias com uma grana que sobrou do salário e que fiz sobrar não pagando uma conta ou outra rsrs( tudo em média, não sou de ficar anotando tudo...rsrs). No dindin tinha R$ 990 + R$ 350 no cartão de crédito + um dinheiro que entrou durante a viagem. Tive então uns R$ 1600 maaais ou menos. Disso sobrou: R$ 200 no débito, e R$ 150 no crédito e mais uns trocados comigo. Assim sendo, acredito que eu deva ter piscado em alguns detalhes importantes, entonces é só perguntar... Gosto dos ares, ventos e da gente que mora em Fortaleza e como as passagens estavam bem caras, disse que "invadiria" Fortaleza nem que fosse pelo Maranhão...hehehe E assim foi que realizei mais um dos quatro primeiros desejos de criança quando me interessei em conhecer algum lugar – conhecer os Lençois Maranhenses . ( os outros eram Machu Picchu: Ok , África e Grécia) Como bati o pé e disse que iria nem que fosse só... assim foi Aaaah e queria fazer uma viagem super econômica... Pq dinheiro não tinha guardado nenhum... Então acreditei em alguns relatos que diziam que era possível economizar..rsrs e assim fui Como comecei: *Pesquisei nos sites dos mochileiros.com as rotas e dicas *Ativei minha conta no Cauch Sourf *Criei tópico no ‘ Companhia pra vaigem’ aqui do blog. ( onde ganhei um companheiro pra fazer o Maranhão e ainda conheci mais outra pessoa que só fui encontrar já em S. Luis e depois em Jeri  ) *Criei tópico também no grupo do FB *Busquei falar com pessoas que já tinham feito roteiro, ou que moravam próximo aos locais para pegar mais informações e depois selecionar as que valiam para mim *E sempre na criação de seu roteiro fique de olho no mapa e na logística ainda mais quando o tempo é curto e tem muita coisa pra se fazer. Ter um roteiro, isso não quer dizer que serei fiel a ele custe o que custar.. mas é uma segurança a mais, pois é algo que você já tem algum conhecimento nem que seja na teoria sobre os lugares... Se as rotas alternativas que rolam no caminho não darem certo ou se derem só por um momento e você precisar saber pra onde ir, você já terá algumas informações com você... ( eu me sinto melhor fazendo assim, tem pessoas que não... O que te faz bem e te da segurança, tá bom! ) Chapada das Mesas – Sul do Maranhão Peguei voo ( R$ 125,00 - Gol) de Brasilia para Imperatriz- MA, lá quem nos recebeu foi uma família lindaa que eu encontrei graças Couch Surfing... ficamos hospedados na casa deles de domingo para segunda... Nos buscaram no aeroporto e saímos para jantar uma bela moqueca. Na segunda feira o plano era seguir para Carolina-MA que é a porta de entrada das Chapada das Mesas. Além da grande sorte que tivemos de ter ficado na casa de pessoas tão especiais, o Kássio ainda nos levou até o nosso primeiro ponto de visitação, Pedra Caída que já fica na Chapada das Mesas... Muito legal isso, né?! E econômico também...rsrs Vans saem de Imperatriz rumo a Carolina no valor de R$ 35,00. Li em um relato que elas saiam próximo a rodoviária antiga... como não precisei pegar van, essa informação atualizada não rola... Mas tb tem o busão que deve ser por volta de R$ 20,00. Primeiro atrativo – Pedra Caída. Vale MUITO conhecer, imaginem um canyon que dá acesso a um salão, uma queda d'água impactante. O guia disse que por volta das 10h o sol bate exatamente na abertura por onde a água cai. Qualquer descrição é pequena perto do que é aquele lugar... só vendo mesmo. Valor de entrada: R$ 10,00 se tiver carteirinha de estudante ou professor vc paga meia. Essa entrada da direito tb ás piscinas do lugar. Valor de visitação com guia a pedra caída – R$ 15,00 ( nessa não vale meia entrada rsrs) Antes de ir a Pedra Caida resolvemos almoçar, tudo deu R$ 60,00 reais dividido por três.. Comemos uma picanha na chapa com arroz, feijão, salada e cervejinha... Os preços n são láaa baratos né.. mas tá bão!! Depois fomos para beira da pista esperar a van para ir p carolina ou na sorte uma carona de alguém que tivesse saindo do atrativo.. Apareceu primeiro a van.. pagamos R$ 5,00 Descemos na rodoviária da cidade e dai já aparecem motoboys e taxistas pra te levarem p o centro da cidade... Numa boa, da pra ir a pé pro centro.. tipo uns 20min + ou - dependendo do passo e vontade rsrs Mas como não sabíamos... o taxista queria R$ 15,00.. no fim nos levou por R$ 10,00... Aaai começou a florecer meu ser negociador Pousadas: Não fomos com nada marcado. Geralmente o que aparece na internet é mais caro. Por isso prefiro chegar no lugar e averiguar com o próprio pessoal da cidade. Nessa o taxista nos levou a uma que seria barata. Cobrou R$ 20,00 cada um, quarto tripo e ventilador... O lugar tava um foooornooo.. não rolava.. n sou chegada a um ar condicionado, mas assim não davaaa.. Mas a senhora é super gentil, a pousadinha estava cheia e o quarto que tinha sobrado foi esse... No fim das contas paramos na pousadinha Portal da Chapada que é bem simples, o pessoal lá são umas graças, super tranquilos e sorridentes..rs No inicio queriam a tabela das pousadas lá que é em alta temporada de R$ 50,00.. dai conversando.. negociando...rs O preço baixou para R$ 30,00 a diária cada um, quarto triplo com ar condicionado e banheiro interno.. ficaríamos ali duas noites... Tinha festa na cidade, então curtimos um pouco da noite da cidade. Comida não é cara... preço normal... Passeios: Lá em Carolina tem empresas de turismo caso vc queira algo mais seguro. Mas como a grana não estava longa optei em tentar chegar em algum lugar por conta. Tem também carros particulares hilux que levam grupos para passeios... O que pode valer a pena se conseguir negociar, pois os valores podem ir de R$ 350,00 a R$ 700 para te levar ao mesmo atrativo.. Valor dividido entre todos... Então apareceu um cara querendo 450.. depois baixou pra 350.. o que ficaria 70 reais para cada..isso tendo que ir apertada no banco... E lá vai eu arriscar alto. Não topei essa, disse que tentaria ir por conta... Na manhã seguinte pegamos fomos andando para a rodoviária e pegamos uma van R$ 15,00 para Riachão... O lugar não foi nada receptivo com a gente. As pessoas te olham desconfiadas... não curti... Um homem chegou oferecendo para levar ao Poço Azul.. queríamos fazer Poço azul e outro lugar.. o dele era só poço azul, pois para ir ao outro tinha que ser carro com tração. Ele cobrou R$80,00 reais Não acreditei naquilo, pois, somados o valor de ida e volta da van fora a entrada no atrativo daria quase os R$ 70,00 que eu não quis pagar pro cara do aperto da hilux... Quando vi que não teríamos outra alternativa no momento, aceitei pagar o valor que baixou para R$ 70,00, dai pedi uma garrafinha de água de brinde pra cada um..rs pelo menos isso né... Mas olha só, ele só ia nos deixar lá e voltar, pois não poderia deixar a vendinha dele na rodoviária só... Teriamos que ver ainda como voltar. Os motoboys não fariam isso por menos de R$35,00 E eu com dinheiro contado huahuahua... Poço azul vale muito conhecer também. Tem ótimos lugares para banhos... Na volta uma família que estava por lá passeando também nos ofereceu carona... Ou seja gastamos no total 43,00 reais + a entrada que é de R$ 20,00... Uffa!! Tudo deu certo!!! Depois já em Carolina, fomos as margens de um rio que divide ali Tocantins e Maranhão para ver o por do sol. No dia seguinte tínhamos que seguir rumo a São Luis. Conseguimos saber de um busão que teria vaga saindo de Imperatriz. Pois os que passariam por Carolina já estavam cheios. Seguimos para Imperatriz por volta das 13:30h de busão, pagamos uns R$ 20,00. A van é um pouco mais cara R$ 35,00. Chegando lá a gente foi atrás da empresa que teria vagas ainda, mas já eram.. Mas naquele quase mesmo instante duas pessoas tinham desistido da viagem... Sorte para nós!! Uma senhora atrás da gente vendo o ocorrido quase não acreditou reclamando que tinha acabado de ir ali perguntar... Busão de Imperatriz MA/ S.Luis = R$ 90,00 dica: Tem o trem de passageiros da vale, o valor das passagens é bem mais em conta que pegar um busão para S. Luis... Contudo ele tem dias certos pra ir e pra vir... Segue o link com horários, dias e valores... No caso a pessoa estando em Imperatriz ou Carolina, tem que seguir para Açailândia que é onde passa o trem. http://www.vale.com/brasil/PT/business/logistics/railways/trem-passageiros/Paginas/default.aspx Se nã der certo vai no google que vai dar certo huahauhaua Lugares que velem a pena conhecer e não deu tempo: As grutas, passeio que vc pode perguntar lá na Pedra Caída e combinar.. o lugar é de fato lindo e não é caro o passeio.. se não me engano é R$ 40 reais.. algo assim... mas não passa disso. São Romão, Prata e Itapecurizinho ( são lugares que vc conhece num passeio só) Outra coisa que observamos que vale a pena é alugar um carro, na maioria dos atrativos vc chega com carro simples... No aeroporto em Imperatriz vc tem a opção da Localiza. São Luis – Alcantara Amanheceu, chegamos em S. Luis e fomos atrás de informações para ir ao Porto, as linhas de transportes que nos deixaria ali, pois a Dafne estava nos esperando pra conhecer Alcântara, o catamarã sairia ás 8:30.. Como tivemos ainda na rodoviária de Imperatriz um problema com o ar condicionado, foi o tempo suficiente para não a gente não chegar a tempo no porto que fica ao lado do Terminal da Praia Grande... Mas estava tudo certo, como o próximo era só ás 11:30hs, fomos ao Hostel Solar das Pedras(R$35,00) da rua da Palma pois o André resolveu pernoitar nele... Chegando lá encontrei a Suellen outra moça que conheci pelo grupo mochileiros, ela me reconheceu rsrsrs muito bacana essas coisas... Eu e a Dafne falando empolgadas sobre a travessia dos Lençois que queríamos fazer acabamos empolgando outras pessoas ali que nem sabiam que tinha isso...( atravessar parte dos lençóis maranhenses a pé). Comigo e com o André veio o Sérgio. Com a Dafne se juntou mais duas pessoas que começaria a travessia só na segunda feira...A nossa já seria no dia seguinte. Juntou-se a nós mais uma galera boa e fomos as 11:00 para o Porto (fica perto do hostel) rumo a Alcantara.. Aah!! O pessoal do hostel não quis guardar minha mochila Mas tudo bem!! Lá no porto vc paga R$ 1,00 e fica muito bem guardada até por 24hrs... Pisando em Alcantara, vários guias vem atrás com tudo.. rola uma disputa chatinha as vezes de se ver... Mas acabamos aceitando um lá, cobrou R$ 20,00 pro grupo.. ficou então baratíssimo para cada um, estávamos em mais de 5 pessoas. É interessante conhecer lá, saber um pouco da história... lá é pequeno, tem muita ruina.. parece estar esquecido...uma pena.. Barco custa R$ 20,00 pra ir e o mesmo valor pra voltar... no final lanchamos por lá, tem coisa gostosa como bolos, salgados ou peixes e não é caro... Voltamos por volta das 16:30. Valeu muito pegar o pôr do sol do barco. Eu ia dormir na casa de uma amiga de um amigo meu... Mas estava tendo manifestação, dai tava difícil pegar ônibus e o taxi estava me cobrando pra me levar ao bairro quase o valor da diária do hostel... Tentei negociar da mulher abaixar o preço pq só iria ficar ali até as 3:30h da madrugada. (Já estava tudo certo, uma van iria pegar a gente e nos levar até Sangue e de lá pegaríamos uma jardineira para chegar a Santo Amaro). Mas a mulher me indicou um albergue na rua ao lado – eu e uma outra que não queria pagar mais 35 reais fomos lá, mas já não existe... subimos as ruas atrás de hotéis mais baratos.. Ao passar em frente a um senti um cheiro de insenso ( até ai tudo bem). Mas não me senti bem. Deixei a menina á pra ver o preço e fui em outro ao lado que mesmo o cara sendo legal o preço ficou duas vezes o do hostel..hehehhe Voltei ao do cheiro de insenso, e fui ajudar na negociação. Uma senhora de rosto fechado atendia a outra moça, mesmo não curtindo os ares fui lá ajudar a abaixar o preço... Eu toda lá descontraída ( tentando trabalhar meu psicológico, imaginando ser coisa da minha cabeça estar sentindo estranho o lugar).. a mulher se mantinha sem carisma, mas abaixou o preço fazendo por R$ 20,00 (era para eu estar saltitante, né?! Era...) Me aparece no corredor um senhor negro sem camisa, de cabelos brancos andando meio ‘sei lá’ estranho em nossa direção ( cara, assim que vi ele me senti naqueles filmes de suspense..huahuaha), ele não tinha brilho de vida. Me entende? Os olhos dele não tinha brilho...era como dizem por ai ‘ cabuloso’... Dai a senhora grita uma outra pessoa que sai de um quarto ( olha, esse também era estranho, nem um pingo simpático, e também sem brilho. E não. Nem porpurina ajudaria..rsrrss ), ela pede que ele não desfaça um quarto, pois, eu e a outra moça ficaríamos ali. Ele concorda fazendo sinal com a cabeça e sai. Ela nos leva pra conhecer o quarto onde dentro dele havia um outro cômodo a parte que estava com a porta aberta. Noossa!!! Tinha garrafada no chão e velas acesas. Ela meio desconcertada fechou essa porta dizendo que era pra caso a luz acabar... medaaa... olhei para as camas e pensei: se eu deitar ai amanhã não vou consegui me levantar para fazer a travessia... fiz um sinal pra menina- como quem diz “vamos sair vooadaaas daqui”.. agradeci e disse que ia buscar a mochila e até hoje não voltei..hahahha Paguei sorrindo os R$ 30,00 no hostel.. ( a mulher me deu desconto de 5 reais huauahua) Hostel Solar das Pedras em São Luis: http://www.ajsolardaspedras.com.br/ Telefone do Denilson que te busca com a van para levar até Sangue: 8808 9190 ( eu fui com ele) Mas também tem esses outros: Thomas: 8729 3454 ou com final 50 (hehehe a pessoa me passou meio confusa esse numero) Tem ainda uma Tata:3253 3335 Deve ter outros tantos, acredito se um não tiver mais vaga te passe o contato dos outros A travessia combinei com o Biziquinho. Um guia super do bem mesmo. Aqui está o facebook dele e ai tem os numeros dele tb: https://www.facebook.com/biziquinho.lencois?fref=ts O valor: Ele havia cobrado R$ 450,00. Dai dividido por três ficava R$ 150,00. No final já em Santo Amaro nos juntamos a um grupo de franceses, uma canadense e outro brasileiro. Somamos 10 pessoas e saiu R$ 30,00 reais por pessoa em cada dia. Esse valor pode sim sair ainda menor. Importante demais acertar tudo antes de ir, ponto a ponto e possibilidades. Travessia dos Lençóis Maranhenses – Santo Amaro a Canto dos Atins Vou tentar resumir isso aqui pq é muita coisinha e acaba ficando loooongo demais... dai algo que eu tenha pulado é só perguntar... Já estava me comunicando com o Biziquinho um guia suuuper gente fina. Ele quem me passou o numero do moço da van também. O pessoal da jardineira já nos deixou em frente a casa do Biziquinho. Fomos super bem recebidos. Estavamos com fome, já era quase 10hrs e nada de café até ali. O Bizico nos levou a um lugar que olhando vc jura que não tem nada ali.. E que deliciosa surpresa, eles faziam alguns lanches na maior rapidez, ótimos sucos.. O nome não me lembro mais o Biziquinho sabe huahuaha. Como resolvemos nos juntar a um grupo de franceses e a mais uma canadense e brasileiro, resolvemos iniciar a travessia no dia seguinte... O guia então nos levou para conhecer os arredores da Santo Amaro, tomamos banho no rio.. foi bão... Fechamos também de pegar uma jardineira (R$ 10,00 por pessoa) para nos deixar mais adiantados na travessia. Você pode começar desde Santo Amaro, mas chegaríamos já a noite e durante a travessia só rola lanchinhos leves, o sol é forte, a água é só a que levamos, então não rola de ficar andando de barriga vazia... Eu e os dois parceiros estávamos de mochilão pq a nossa viagem iria continuar. Quer dizer só a minha e a do Sérgio. Após a travessia André retornaria a S. Luis para voltar pra casa. Lá vai a gente na coraaagem com essas mochilas pesando entre 8kg e pra lá de 14kg (a minha tinha 12kg). Ôooo LÔCO.. não façam isso. Fazer uma travessia na areia é MUITO diferente numa trilha de terra, pedra... areia fofa, fofa molhada, algumas vezes mais durinha exigem muitooo dos pés, e de todo resto o esforço é triplamente maior. Dica: Lá de São Luis procure despachar sua mochila já pra Barreirinhas que é o próxima parada depois que acabar a travessia. Para melhor saber pergunte ao guia que vc pretende fazer a travessia. Mas lá em Santo Amaro você pode ver com as jardineiras que passam por Canto dos Atins ( final da travessia) E lá você reencontra tuas bagagens. O preço? Não sei... Mas já iniciada a travessia, em nossa primeira pernoite na casa do guia os dois que estavam comigo depois do primeiro dia com as mochilas decidiram despacha-las com uma das alternativas achadas já no meio dos Lençois. Um rapaz as levou de moto até Canto dos Atins, cobrou R$ 40,00 reais de cada. Agora saindo de Santo Amaro não sei quanto fica. Quem sabe mais barato por lá você ter mais alternativas e algum poder de negociação por não estar no meio do deserto e exausto Durante a travessia comum é dormir em redários. O preço médio cobrado fica entre R$ 20 e R$ 25,00 dependendo do lugar. E a refeição também segue nesses valores. Em cada dia fizemos só uma refeição principal. O café da manhã é garantido...simples e beeem vindo Dicas: Umas parecem bem óbvias. Mas de tão lógicas corremos o risco de cometer 'ops' não leve seu mochilão huauahua Leve mochilinha de ataque só com protetor, ou bloqueador; Seus itens de higiene pessoal Lanchinhos, barra de cereal, biscoitinhos, goiabada ( a noite isso é um banquete tb). Kit primeiros socorros Garrafinhas de água ( eu levei duas) No ultimo dia comprei mais uma numa vendinha... Durante toda a travessia usamos a mesma roupa, não vale ficar trocando, afinal cv ta em meio a uma travessia na areia, com vento fortinho por vezes.. Mas leve uma peça a mais de roupa pra emergências..rs nunca se sabe... Cometi um ops... fiz o começo da travessia de short e fiquei com aquela marca linda que custa a sair... só depois fiquei só com o biquíni e outras vezes arrumei a canga de forma a tampar toda a perna. Uma francesa variou entre uma calça de tecido fino e biquíni tb. Hidratante Protetor labial Boné ou chapéu firmes na cabeça pra vc não sir feito doido correndo nas dunas para pega-lo de volta hehehhe A faça de chinelos. Durante a travessia vc fica variando entre ficar descalço e o chinelo. Atravessamos algumas lagoas no percurso, chinelos facilitam essas travessias... Nos três dias de travessia tomamos banho nas lagoas que estavam ótimas pra nadar. Só no último dia que a única chance era super cedo, antes do sol nascer, dai resolvi não entrar rsrsrs Era incrível o sentimento de estar ali em meio aquele deserto, e perceber que o mundo está acontecendo em volta e você rodeado de areia, aves... belezas naturais... distante de tudo. Quando era hora do sol se por nós já estávamos nos alojamentos, dai caminhávamos até as dunas pra lá de cima ver o espetáculo. E era lindo!!! Em nosso último dia acordamos as 3:30 para começar a caminhas ás 4h da madruga. Gente!!!! Foi um dos momentos mais fortes pra mim. Você olhar pro céu completamente estrelado. Depois de um tempo todos apagaram as lanternas, pois a lua mesmo se encarregou de nos iluminar. Vontade não faltou de sentar ali e ficar só apreciando, sentindo aquele ventinho, curtindo o silêncio... me emociono só de lembrar O último dia é o mais cansativo, e o menos belo se posso assim dizer. Caminhamos um pouco entre as dunas rumo ao litoral. Pegamos CHUVA, uma chuva que doía..rs Mas que valeu a pena.. afinal pegamos sol, chuva, areia, lama, céu estrelado, lua ... experiências diversas..hehehhe Pernas duidas, pés acabados, vontade de sentar e ficar ali quieta... Mas não rolava, tínhamos que terminar.. descansamos por minutinhos numa cabana de pescados desabitada, e seguimos.. sabe aquela sensação que tá chegando, você consegue ver o seu objetivo mas nunca chega? Pois é, nesse dia foi o que muito aconteceu..rs Mas CHEGAMOS! Como foi bom! Chegamos em Canto dos Atins. Lá é um restaurante, e de lá vc também pega a jardineira para Barreirinhas. Tem a opção de carro particular que cobra R$ 50,00 e isso se tiver 10 ou 13 pessoas certas de ir Conseguimos ir na jardineira mesmo que é bem mais em conta R$20,00. Obs: nessas vilas eles trabalham com sistema de vagas... uma determinada pessoa do ponto de onde vc vai pegar a van, liga p o motorista, e ele já conta com você deixando sua vaga separada. Quando a van passou o cara tinha 5 vagas. Os franceses estavam num grupo de 6 pessoas e nós já em 3. Foi a gente! De Barreirinhas o André voltou para S. Luis. Eu e o Sérgio seguiríamos rumo ao Parque das Sete cidades ou direto mesmo para Jericoacoara. Funciona assim: De Barreirinhas para Paulinio Neves, sai van só em dois horários, por volta das 8:30 da manhã e outro tanto de vans por volta de 14:00hrs. Chegamos depois das 15hrs, ou seja, já era, só no outro dia. Mas valeu muito, Barreirinhas tem uma boa estrutura, praça e restaurantes bons e preços acessiveis.. Gostei! Melhor, gostamos. Arrumamos uma pousada que a mulher queria R$ 35,00 de cada.. Dai consegui por R$ 30,00 e sem chances pra choradeira de abaixar mais o preço rsrsrs Rumo a Jericoacoara Meu banco é regional de Brasilia, um sacooo pra retirar dinheiro... Não encontrava aqueles caixas 24hrs com todos os bancos. Dai resolvi ir num posto de gasolina e pedir pra passar meu cartão no débito e eles me darem o dinheiro... os donos do posto aceitou cobrando um valor de R$ 20,00.. do jeito que eu estava precisando nem pedi pra abaixar a taxa hahahahha No outro dia seguimos Para Paulino Neves de jardineira pagando R$ 12 reais. Lá em Paulino Neves tem uns carros que cobram R$ 80,00 pra deixar vc em Parnaiba. Mas a próxima jardineira é R$ 8,00 pra Tutóia e de Tutóia para Parnaiba é uns R$ 15,00 reais n mto mais que isso... Momento de decisão: Descer para o Parque das Sete Cidades ou ir direto para Jeri?? É nesse momento em Tutóia que você pode seguir para Delta do Parnaiba ( colado em Tutóia) Ou seguir para Parnaiba e de lá decidir o que fará da vida..rs Eu tinha que decidir ir ao Parque da Sete Cidades conforme planejei ou seguir pra Jeri. Não quis conhecer o Delta do Parnaiba. Depois de tantas dunas e belezas típicas da região, eu já me sentia saciada. Dai fomos rumo a Parnaiba, e lá encontrei caixas 24hrs. Quase chorei de emoção..rsrrs e depois de certa raivinha..pois eles estavam inuteeeis... aff!!! Por conta disso, d adificuldade em retirar dinheiro, resolvi não arriscar indo para o Parque das Sete Cidades  E fiz o sacrifício de seguir direto para Jeri huahuahuha Então vou para Jeri mesmo... Os valores para Camocim ou para Piripiri não passam de R$ 18,00. Um senhor se aproximou falando que morava em Camocim e que nos levaria por R$ 20,00 cada, pois ele já estava indo pra lá mesmo... arriscamos e deu tudo certo! Senhor gente fina, tranquilo no volante. Assim que chegamos em Camocim o próximo bus pra Jeri sairia ás 23hrs e a chegaríamos lá por volta de 1h da madrugada, e como eu não tinha lugar pra ficar ainda e a estadia do Sérgio só começaria mesmo no dia seguinte, resolvemos dormir em Camocim que por sinal é uma gracinha também. Ficamos num hotel de frente pra rodoviária. O mais simples. O valor na tabela era de R$ 30 reais por pessoa e não passava cartão (outro dilema meu na viagem rsrrs). Disse que o Sérgio poderia ficar ali que eu iria procurar outro lugar pra mim... Dai a mulher que não queria baixar o preço fez R$ 20,00 cada huhuuhuhuhuhu pensa como fiquei feliz!! Hahahhaha Compramos a passagem para Jeri pra sair ás 11h da manhã. O valor foi de R$ 20,00, sendo R$ 10,00 era pro busão e restante pra mais uma jardineira que estaria esperando os passageiros da Frectar. Obs: a jardineira é opcional.. Se não quiser a jardineira da Frectar você paga só o valor do busão e lá em Jijoca você pode pegar jardineiras independentes. Jericoacoara Jeri estava com aquele movimento de férias. Mas segundo o Sérgio, era ainda menor que no mês de janeiro. Pooo.. menos de duas horas em Jeri, percebi que 7 dias ali seriam poucos... Assim que você desce da jardineira já vem váaarias pessoas oferecendo estadias e tals. Dai tinha uma pousada simples e um senhor com uma proposta indecente.. calma, calma.. nada disso que pensas..hahaha a proposta era me cobrar R$ 100 a diária seem chaances.. haha eu mesmo dividindo por dois dias ( o tempo que ele teria vago o quarto) com uma senhora que conheci na jardineira ficaria caro para mim. Então resolvi ir atras do que eu sabia que poderia sair mais barato: camping. No último caso aceitaria até redário - de novo - . Fui no hostel suuuuper bacana Jeri Hostel, mas a diária não saíria por menos de R$40,00 por conta da temporada e isso multiplicado por 7 dias era grana demais pra mim. [/url]http://www.jeribrasil.com.br/[/url], lá ainda tem o Tirol tb. Fui então ao Camping Natureza que fica quaaase ao lado do Hostel. Se eu levei barraca? Não. hehehe Cheguei no camping assim hahaha e me cobraram R$ 12,00 a diária hahahhaa fiquei assim e assim Me arrumaram uma barraca e ainda um colchão inflável..uhuhuhu lá tem banheiros e cozinha ainda e a galera e o Natureza ( nome do dono do lugar) são bem especiais. Então ficou assim, metade de mim era camping e metade era hostel rsrsrs a galera que conheci e ficamos em grupo depois estava no hostel. O Rames que cuida tb do hostel é muito bacana mesmo, super astral bom... Não deizei de fazer o passeio para o Paraiso. Comi camarão, comi muita tapioca, bebi minhas caipirinhas... Economizava um pouco aqui e depois me dava o prazer em um prato melhor ou bebidas... Fui ao forró, a padaria que abre só de 2h da madruga até ás 6h comer pão de chocolate e outros ( belisquei..rs), conheci uma galera muito especial, ótimas companhias - isso durante tooooda a viagem. Foi tudo INCRIVEEEEL e sem gastar muuita grana. Ver o pôr do sol bem ao centro da pedra, tendo essa visão ai, só ocorre pelo mês de julho Volta de Fortaleza/Bsb - R$ 200 + taxas. Boooons ventos a nós!!!
  15. Eduardo_Martins

    Rotas das Emoções e travessia Lençois Maranhenses

    Prezados, demorou um pouco, porém segue o relato com fotos da rota das emoções que realizamos em Maio/15 1º dia – Fortaleza a Jericoacoara Transfer pela Fretcar: R$ 105,50 Hostel Jeri Arte R$ 245,00 (duas noites, quarto casal e suíte) Nós pegamos o último ônibus para Jeri, às 18h30, então, chegamos de madrugada por lá. Até tentamos curtir a noite, mas já era bem tarde e estava tudo no fim. 2º dia – Jericoacoara Toyota de linha (pau de arara) para passeio: R$ 15,00 o trecho por pessoa. É o jeito mais barato para se locomover em Jeri, pois elas fazem o trajeto das lagoas e custam 10% do preço do buggy. Fomos para a Lagoa do Paraíso, o principal ponto turístico de Jeri que, no entanto, pertence a Jijoca. No fim de tarde, fomos à Duna do Pôr-do-sol, que fica à esquerda da praia de Jeri. Quando fui pela primeira vez a Jeri, alguns anos atrás, a duna era bem maior e, infelizmente, ela tende a sumir nos próximos anos por conta do vento. 3º dia – Jericoacoara / lagoa de Tatajuba / Camocim à Parnaíba Buggy para Camocim: R$ 210,00 Travessia da balsa de Camocim: R$ 5,00 por pessoa Ônibus para Parnaíba: R$ 30,00 Táxi: R$ 15,00 Pousada das Barcas: R$ 120,00 a diária/casal No dia anterior, conseguimos negociar o buggy com o Jonas (88 9927-4613/8876-1256) para fazer o passeio de Tatajuba e depois nos deixar na balsa para Camocim. Saiu mais caro que ir a Jijoca e pegar um ônibus, porém, pudemos aproveitar o dia na lagoa de Tatajuba e depois emendar para Camocim. Chegamos a Camocim por volta das 13h. Logo que você desce da balsa tem alguns carros para te levar à rodoviária, que cobram R$ 15,00 por pessoa. Achamos caro e fomos na caminhada mesmo (uns 40 minutos). Cansa um pouco por causa do sol e do peso da mochila, mas é sussa. O ônibus para Parnaíba só sai uma vez por dia, às 16h, pela empresa Guanabara. Esse ônibus é bem procurado; demos sorte e pegamos os últimos lugares Chegando a Parnaíba, descemos na rodoviária e já nos informamos de como ir para Tutóia de ônibus, porém, não me recordo dos horários e nome da empresa, nem dos valores que nos informaram. Só tinha um ônibus por dia. Chegando ao hotel, fomos jantar no restaurante na frente da pousada, na margem do rio Parnaíba. A comida era boa e o preço, acessível. Durante o jantar, conhecemos o guia Riba (86 94677259/88870898), que faz passeios pelo Delta. Negociamos com ele para fazer o passeio e já nos deixar em Tutóia (no mapa, Tutóia fica perto dos locais do passeio do Delta). O preço pelo passeio no Delta e o bonde pra Tutóia foi de R$ 420,00 – bem mais do que imaginávamos, mas, se fizéssemos o passeio básico do Delta, que é em torno de R$ 200,00, teríamos que ficar mais um dia em Parnaíba para pegar o ônibus até Tutóia só no próximo dia, e o gasto total ficaria em uns R$ 380,00 + comes e bebes. Futuramente, foi uma ótima escolha, pois ganhamos mais um dia em Atins 4º dia – Parnaíba a Tutóia / Tutóia a Paulino Neves / Paulino Neves a Caburé / Caburé a Atins Mototaxi: R$ 5,00 Passeio/transfer do Delta do Parnaíba até Tutóia: R$ 420,00 Transfer para Paulino Neves, de Toyota de linha: R$ 10,00 Transfer para Caburé, de 4x4: R$ 150,00 Canoa para Atins: R$ 10,00 Pousada do Irmão: R$ 130,00 diária/casal Logo de manhã cedo, às 7h, fomos ao porto de Parnaíba. O ônibus estava demorando e, como tínhamos combinado com o guia, pegamos mototaxi até o porto e começamos o passeio do Delta. Ótimo passeio: a cor do rio, fauna e flora vão mudando conforme você vai chegando perto do delta. É muito bonito. O passeio valeu a pena e depois a carona até Tutóia foi perfeita, porque demos sorte: logo que chegamos ao porto de Tutóia, tinha uma Toyota de linha saindo pra Paulino Neves. Chegamos a Paulino Neves umas 15h e já não tinha transfer. Por fim, nossa única opção para não ter que pernoitar na cidade era ir de 4x4 ou quadriciclo. Optamos pelo 4x4 e chegamos a Caburé, na beira do rio Preguiça, umas 17h. O timing foi perfeito, porque atravessamos o rio no pôr do sol. Para fazer a travessia Caburé-Atins, há lanchas que fazem o trajeto por R$ 60, com duração de 15 minutos, ou você pode pegar uma canoa com um motorzinho, que custa R$ 10 e dura uma hora – é mais demorado, porém, dá para curtir o rio Preguiça. Chegamos a Atins umas 18h e não havíamos reservado nada. Ficamos rodando e tentando negociar nos lugares. A Pousada da Tia Rita é a mais famosa por lá e a mais barata, porém, estava lotada quando fomos. Mesmo assim, ela foi super atenciosa e indicou a Pousada do Irmão, que foi onde acabamos ficando – pelo preço e pela comodidade, além de ser um dos únicos estabelecimentos que aceita cartão. Comemoramos a chegada em Atins com algumas cervejas no Rancharia Bar e encerramos o dia. 5° dia – Atins Passeio para lagoas: R$ 30,00 por pessoa A Pousada do Irmão faz passeios também e, quando estávamos tomando café da manhã, um grupo estava fechando um passeio que inclui Cachoeira do Bonzinho, Lagoa Guajiru e Lagoa 7 Mulheres, com parada no Restaurante do Antônio – na verdade, você pode optar entre ele e o famoso da Dona Luzia. A Cachoeira do Bonzinho é sensacional; uma cachoeira nos lençóis e de frente para o mar já diz tudo. A lagoa Guajiru também é muito bonita, e foi onde tivemos o primeiro contato com as lagoas dos lençóis. Depois, fomos ao restaurante do Antônio comer o famoso camarão no urucum. Nunca comi nada com esse sabor e tempero, é delicioso, e o Antônio é super amigável. Camarão do Antônio é parada obrigatória. Depois, fomos ver pôr do sol na Lagoa 7 mulheres e retornamos à pousada. Ainda cedo, tomamos uma Heineken (R$ 6,00) gelada no italiano que fica em frente à pousada da Tia Rita, tomamos banho e fomos jantar no restaurante Céu Aberto, que fica a distância de uma caminhada de 10/15 minutos. Nesse jantar, descobrimos que um prato para dois é o suficiente – no geral, os lugares cobram R$ 25,00 o prato de frutos do mar e todos são bem servidos para duas pessoas. 6º dia – Atins Fomos aproveitar o dia na praia, que surpreendeu. Quando a maré enche, formam-se várias lagoas, é simplesmente incrível. Além disso, o mar se funde com o rio Preguiça e forma uma praia de outro mundo. Logo que chegamos à praia achávamos que não havia infraestrutura no local, mas há alguns “quiosques”. Ficamos na Cabana, de um casal local super bacana que oferece preços bons com direito a redes, cerveja e petiscos. 7º dia – Começo da travessia - Atins à Canto de Atins Rede e café da manhã: R$ 25 por pessoa Guia Chico: R$ 200,00 Combinamos com o nosso guia, Chico, de sair às 16h para o Canto de Atins no Antônio, já que tínhamos o dia todo para aproveitar. Antes mesmo de tomar café, arrumamos as mochilas e conversamos com o Irmão para mandá-las ao restaurante do Antônio com algum carro de passeio que fosse para lá. Aproveitamos nossa última manhã na praia e fizemos um passeio até o banco de areia que se forma na maré baixa. Na verdade, é um banco de conchinhas, portanto, vá de chinelo que descalço machuca o pé. Finalmente, no fim de tarde, começou a nossa aventura. Nessa primeira parte o trajeto é tranquilo, são apenas seis quilômetros. Chegamos ao Antônio de noite e, sem pensar, já pedimos o camarão novamente. Depois, pernoitamos nas redes que tem do lado restaurante – foi a primeira noite dormindo em rede. 8º dia – Atins a Baixada Grande Acordamos de madrugada, umas 3h, tomamos um café da manhã bem simples que estava incluso no nosso pernoite no Antônio e bora andar 28 quilômetros. Esse primeiro trecho da travessia dos lençóis é um pouco puxado. O ideal é levar pouco peso (tem a opção de enviar as malas até Santo Amaro via Toyota de linha) e caminhar o máximo possível quando o sol ainda está baixo, porém, parando e aproveitando as lagoas. A paisagem e as lagoas são muito bonitas. As 16h e depois de várias horas de caminhada, avistamos um oásis que era Baixa Grande. Ufa! Baixa Grande é um paraíso, uma família que mora em um oásis no meio dos lençóis. Nosso guia já tinha avisado que íamos chegar para almoçar, então, foi chegar, fazer um prato gigante (arroz, feijão, macarrão, farinha e galinhada) e, depois, tirar uma pestana na rede. Depois da comida e devido descanso pudemos curtir um pouco da Baixa e de seus habitantes: ficamos jogando sinuca, tomando cervejinhas e a tiquira (famosa cachaça local, de mandioca “braba”). No final, dormimos na rede novamente. 9º dia – Baixada Grande a Queimada dos Britos Rede, almoço e café da manhã: R$ 50,00 por pessoa Nesse dia, não precisamos nos preocupar em madrugar, já que o trajeto era curto, de apenas 9 quilômetros – comparando com o dia anterior é bem mais sussa. Enfim, saímos já era mais de meio dia, dispostos e usufruindo muito mais. Esse trajeto fica no coração dos Lençóis. É onde você vai encontrar uma beleza ímpar, com lagoas e dunas indescritíveis. A água é por ora azul, turquesa, transparente, verde esmeralda... Fizemos esse trajeto em seis horas, pois tentamos curtir ao máximo. No pôr do sol, chegamos ao segundo oásis, a Queimada dos Britos. A Queimada já é um “vilarejo”, pois lá moram três famílias. Foi onde conhecemos o seu Brito, um dos fundadores do vilarejo. Ele nos contou muito sobre como saiu da seca do Ceará com sua família 30 anos atrás e foi parar na Queimada. Esse final da tarde foi de muito bate-papo com seu Brito, carteado e várias cervejas geladas. Sim, no seu Brito tem gerador e breja trincando (R$ 6 a garrafa de 600ml). Final da noite foi aquele super prato e rede novamente. 10º – Queimada dos Britos a Betânia / Betânia a Santo Amaro Acordamos às 3h da manhã, tomamos café da manhã e partimos para a pernada. Esse trecho tem cerca de 22 quilômetros, porém, não é tão bonito quanto o anterior. A areia das dunas é bem fina e clara e, com o nascer do sol, as dunas brancas parecem feitas de neve. Como já era o quarto dia de caminhada, o corpo estava adaptado: levamos mochilas mais leves e estabelecemos alguns parâmetros (quando o ritmo da caminhada começava a cair, a gente parava, dava um mergulho, comia alguma coisa e voltava para pernada). Com isso, fizemos esse trecho em mais ou menos 8 horas. Chegamos à lagoa da Betânia ao meio dia. Fizemos uma parada para o almoço, tomamos algumas cervejas e tiquiras com o nosso guia, e partimos pra Santo Amaro. Chegando lá, optamos pela pousada Rancho das Dunas, por ser a única que aceitava cartão e estarmos sem dinheiro vivo, mas é possível encontrar pousadas mais em conta. Exaustos da caminhada e com a grana curta, acabamos não fazendo nenhum passeio em Santo Amaro, mas pudemos desfrutar do rio Alegre, que está localizado do lado da pousada. 11º dia – Santo Amaro a São Luís Transfer de Toyota de linha até Sangue: R$ 10,00 Transfer de van: R$ 20,00 Pousada Portas da Amazônia: R$ 118,00/diária Saímos por volta do meio dia para São Luís, pegamos a Toyota de linha até Sangue e depois uma van até São Luís. Esse trajeto demora umas 3 horas e não tem nada de interessante. A van nos deixou na pousada no centro de São Luís. Essa, com certeza, é a pousada em que os turistas mais se hospedam – pelo menos todos os que cruzamos na viagem e que estavam indo pra São Luís também. Acho que deve ser pelo fato de ela parecer super rústica e ficar no centro da cidade, mas não vale o preço: está super descuidada e o atendimento também é ruim. Mas, de qualquer forma, valeu por dois motivos: para conhecermos o centro da cidade (que, por sinal também está “abandonado”) e a pizzaria anexa à pousada (melhor que muita pizza de São Paulo). 12º - São Luis Esse foi, finalmente, o nosso dia de compras. Além de lembrancinhas, fomos ao mercado do peixe e compramos camarão e pescada amarela (frescos e baratinho), tucupi, camarão salgado, pimentas, adereços e isopor para o camarão e o peixe (congelamos, vedamos o isopor e despachamos como bagagem; após mais de 10 horas de viagem, chegou congelado em casa). De tarde, atravessamos a ponte, a lagoa Jansen e fomos conhecer a praia da Beira-Mar. Caminhamos até o restaurante cabana do sol por mais ou menos seis quilômetros. Nesse trajeto inteiro a praia é feia, suja e poluída. Não recomendo nem um mergulho. A tarde foi de almoço, pestana e volta para a terra da garoa Obs: Total da viagem com algumas regalias R$1200,00 por cabeça, porém sem contar restaurantes e drinks Dicas para a travessia: 1. Carregar pouco peso na mochila. Cada grama vai pesar uns 30 quilos no primeiro trajeto de 28 quilômetros 2. Levar Clorin. A água de lá é limpa, porém, pode dar um piriri e você não quer passar por isso no meio das dunas 3. Usar um bom calçado, um Timberland ou algo do gênero. Eu fui de papete e meia, e foi bom porque a meia impede a areia na papete. Nos últimos dias, fui de havaianas (deu bolha) 4. Use protetor, muito protetor. 5. Para comer, leve apenas bolacha e umas frutas 6. Use roupas leves e boné 7. Bermuda de pressão é um bom negócio também, porque pode molhar e não entra areia = sem assaduras 8. Leve esparadrapo para bolhas, caso você encare chinelo de dedo
  16. Vou pra Jericoacoara a primeira vez no próximo mês passar o carnaval, desde o sábado até a quarta feira de cinzas.. Como lá ouvi dizer que não tem serviço de táxi e certamente eu vou querer sair a noite, ouvi dizer tb que a maioria do povo volta andando para o hotel, me preocupa porque algumas ruas como já vi em reportagens não são iluminadas, alguém já foi, passou por isso é pode me falar algo a respeito?
  17. INDO DE FORTALEZA PARA JERICOACOARA DE MOTO – PASSO A PASSO Realizei recentemente essa viagem com minha namorada partindo de fortaleza e seguindo para Jeri de motocicleta. Somos de São Paulo e nunca havíamos feito o citado trajeto. Tenho certa experiência na condução de motocicletas, porém não sou “trilheiro” tampouco tenho vivencia em estradas “off-road”. Resolvi escrever este breve roteiro, pois, antes de fazer a viagem, procurei por toda a internet dicas para a viagem até Jeri, porém não encontrei nada. Bem vamos lá, para os malucos que queiram realizar a viagem, seguem as primeiras dicas: - Ter disposição, gostar de aventuras e, de preferência, ter uma pessoa muito parceira para realizar a viagem com você, pois sozinho não tem graça alguma. Por fim, saber andar de moto, claro. - Como não somos de Fortaleza, alugamos a motocicleta na loja “Loc Center Motos”, com diárias de R$ 50 reais (acima de uma semana) para uma motocicleta “HONDA/BROS 150cc”. Tornado/Twister sai por R$ 500,00 a semana e R$ 70,00 o dia (acima de uma semana). Se quiserem passo o e-mail para contato, mas, em pesquisa rápida pelo Google, a loja é facilmente localizada. - Bem, em posse da motocicleta, o ideal é analisar os 300 km do caminho até Jeri. A melhor opção é a CE – 085, conhecida como rodovia estruturante ou rota do sol poente. Essa rodovia segue até Jijoca (há 23km de Jeri). Por ser um trajeto cumprido, o ideal é pensar em uma ou duas paradas, pois no caminho há muitas praias lindas e que vale a pena conhecer. No município de Trairi, cerca de 100 km de Fortaleza, tem as conhecidas praias de Flecheiras, Mundaú e Guajiru. Na viagem paramos somente em Flecheiras (a primeira praia) e foi na volta, pois na ida queríamos aproveitar o claro do dia e não foi possível grandes paradas. Há cerca de 23 km adiante de Trairi, tem Lagoinha que é uma boa opção também. O ideal é pesquisar no Google e ver o q mais lhe agrada. - Importante em saber é q o “Google maps” está totalmente desatualizado com esta estrada (terminada em junho de 2010) e, portanto, ele não mostra o caminho pela CE 085. Sugiro a compra de um guia rodoviário (quatro rodas R$ 15,00), pois n acredito q um GPS tenha a atualização também. - Seguindo para Jeri e se mantendo na CE 085 não tem segredo e a estrada é bem sinalizada, sempre com placas indicando para Jericoacoara. A meu ver, a única complicação do caminho é na chegada na cidade de Acaraú, onde você passa literalmente pelo meio da cidade e a estrada parece ter se acabado. Mas seguindo reto na avenida que continua da estrada até ela acabar, você vira à esquerda, passa por dois postos de gasolina e no terceiro (Ale se não me engano) você vira a direita para seguir pela CE 085. Este ponto é importante, pois caso você siga reto, você irá pegar a BR 403 ou 402 (também não tem no Google). Portanto, se observar placas de KM escrito BR ao invés de CE, você está errado. Na dúvida, pergunte sempre para alguém. - Isto posto, vamos ao que importa que é a chegada em Jijoca e a ida até Jericoacoara. Bem, existem basicamente 03 caminhos. Um pela praia do Preá (vila próxima, antes de Jijoca), por Mague-Seco ou pelas Dunas. Na ida, fomos por mangue-seco, pois parecia ser o caminho mais fácil. Realmente o caminho tem calçamento de pedra em boa parte e a dificuldade está em atravessar para a praia, pois não pode ser quando a maré está alta. Assim, se for por mangue-seco você deverá evitar os horários entre 05h e 11h ou entre 17h e 23h. Na volta, fiz o caminho pela praia do Preá. Sem dúvida o melhor, sem dificuldades, você segue pela praia até a Vila/Município (não sei) e há muitas placas e indicações. Esse é o caminho feito pelas “jardineiras” e você economiza cerca de 07 km e não precisa se preocupar com alta da maré, pois esta não tem influencia em nada por este caminho. Pelas Dunas, é o caminho mais curto, porém não me arrisquei, pois não sabia o trajeto e há cerca de 29 trilhas distintas, segundo os moradores locais. Portanto, não recomendo esta opção. Vamos com detalhes então: MANGUE-SECO: Siga até Jijoca. Siga as placas que indiquem para Jericoacoara. Após cerca de 3km na cidade, irá ter uma bifurcação (tem um bar de esquina e uma placa grande de uma pousada). Indo reto você irá pelas trilhas das Dunas e a esquerda por mangue-seco. Você irá notar q por mangue-seco o calçamento de pedra segue e é por onde você deve ir. Após mais um 5 km, você verá uma nova placa: Jericoacoara (em frente, veículos leves, e a direita, veículos tracionados 4x4). Siga em frente, pois a direita você irá pelas dunas também. Seguindo essa estrada por cerca de 15km, você chegará a vila/município de Mangue-Seco. Nesta Vila, você deve pegar uma rua a esquerda para cair na praia e seguir pela praia até Jeri (mais 5 km). Você vai notar que nessa vila o calçamento volta e existem alguns botecos. Se não sentir confiança, pergunte para qualquer pessoa que irão te informar tranquilamente. Ao contornar a esquerda, você seguirá por um caminho de areia e cruzará dois riachos (rasos com a maré baixa, por isso a complicação). Ao passar os rios, você cairá na praia e verá do seu lado direito as luzes de Jeri. Basta seguir pela praia e chegar na vila. Lembre-se apenas dos horários da maré alta, isto é, evite os horários entre 05h e 11h ou entre 17h e 23h. PRAIA DO PREÁ: - Vindo pela CE 085, a saída para a praia do preá é antes de Jijoca. Ainda não consegui ver pelo Google. É uma saída por uma estradinha de terra e não tenho certeza se há placas, porque foi por onde voltei. Mas acredito que tenha placa de indicação. Para se ter uma idéia do vilarejo da praia do preá, no Google Maps tem anuncio de um pousada chamada “sitio Phoenix” q se passa em frente. Ali você tem uma idéia de quanto antes de Jijoca é a praia do Preá. Assim, vindo pela CE 085, você vai sair a direita, cerca de 15 km antes de Jijoca. Seguindo pela estradinha de terra batida por uns 15 minutos, você chegará na cidade. Lá terá placa indicado Jericoacoara. IMPORTANTE: há uma bifurcação em que em que indo reto você vai seguir para Jeri pela trilha da Lagoa Azul, que é um pouco complicada. Portanto, vire à direita e siga até a praia. Você passará pela citada pousada e seguirá pela praia por uns 5,5 km (há uns bastões de cor branca e laranja do IBAMA que indicam o caminho). Neste ponto, já quando você avista uma pedra e um grande morro, terá uma bifurcação com uma placa: “Jericoacoara a esquerda e pedra furada em frente”. Vire obviamente a esquerda e ande mais uns 10 minutos por uma estrada de areia batida. Você poderá estranhar a quantidade de trilhas, mas fique tranqüilo que todas chegam no mesmo lugar. Você sairá de frente ao estacionamento de Jeri. Vire a direita e siga até a Delegacia da cidade. Lá vire a esquerda que você já estará na rua principal da vila de Jericoacoara. PASSEIOS EM JERI: Lagoa do Paraíso / Azul: Se você perguntar, vão dizer que não dá pra ir de moto, pois os locais lucram com os passeios (R$ 50,00 por pessoa). Porém, é muito fácil chegar. Vamos lá: Retorne na mesma trilha sentido praia do Preá. Siga na rua principal e pegue a direita na Delegacia até o estacionamento. Lá pegue a esquerda até chegar à praia (cerca de 5 km). Assim que chegar a praia verá a placa (esquerda para a pedra furada e direita para a praia do preá). Siga a direita por uns 4,5 km onde você verá a arvore da preguiça (uma arvore deitada de raízes aparecendo, ao ver você saberá que é ela). Passando a árvore você verá uma bifurcação. Entre a direita (em frente vai para a praia do preá) e siga na trilha de areia. Você irá cruzar um riacho (chamado de riacho doce) e verá muitos animais. IMPORTANTE: Verifique o nível do riacho a pé antes de cruzá-lo, com intuito de saber onde é o lugar mais raso e seguro. Após uns 15 minutos você verá uma duna que, após cruzá-la, você verá a lagoa do coração. Continue em frente e chegue a uma parte da trilha com vegetação. Lá terá uma bifurcação. Para direita você irá para a Lagoa do Paraíso e para a esquerda para a Lagoa Azul. A lagoa do paraíso é a melhor opção, na minha opinião, porém caso opte pela lagoa azul, escolha a trilha pela praia (é uma entrada a direita, após você ter virado a esquerda na bifurcação), pois a trilha pela vegetação é bem pior, cheia de galhos secos (para bater na canela) e areia fofa (que desequilibra a moto). DETALHES DA VIAGEM / IMPREVISTOS: - A IDA: Saímos de Fortaleza às 15:00hs com sentido a Jeri. Caía uma forte chuva o que fez demorar a viagem um pouco mais. Fomos sob forte chuva em 80% do caminho. Chegamos em Jijoca já era por volta de 19:00hs. Não sabíamos o caminho e tínhamos a esperança de seguir alguém, mas a cidade estava vazia. Paramos em um bar na bifurcação entre a trilha das dunas e o mangue seco. Os moradores foram muito simpáticos e deram algumas dicas. De repente passou uma ambulância que ia para Jeri, tentamos juntar as coisas e sair, porém perdemo-la de vista. Voltamos ao bar e fomos com sentido ao mangue seco. Como a rua tinha uma boa situação continuamos e mais adiante vimos placas indicando o caminho pelo mangue (20km até Jeri) ou pelas dunas (13 km, mas para veículos 4x4 estava escrito). Conversamos com o pessoal que estava em um bar e eles nos disseram q era tranqüilo ir, porém, em razão do horário, encontraríamos a maré muito alta e teríamos que aguardar abaixar o nível das águas. Fomos até o mangue seco tranqüilamente (cerca de 15km), mas a chuva caía ainda mais forte. Lá conversamos com uma moradora que nos informou que teríamos que dobrar uma esquerda pra cair na praia e era só seguir as luzes q chegaríamos em Jeri. Seguimos o recomendado, ao dobrarmos a esquerda conversamos com um senhor que também disse que as águas estavam muito altas e que teríamos que aguardar até baixar a maré. Por teimosia, continuamos e, já quando pensávamos em desistir e dormir por ali (se é que tinha alguma lugar), encontramos um bugue parado. Conversamos com o motorista (Osvaldo) e o passageiro (Antonio). Eles nos deram as dicas e disseram que também estavam aguardando a maré baixar e que se quiséssemos poderíamos segui-los. Foi nossa salvação. Desta maneira, aguardamos por cerca de 1h com os bugueiros até a maré baixar. Quando eles sentiram que a água dava pra ir, fomos embora. Cruzamos o primeiro riacho sem problemas. O segundo, mais fundo, ainda não tinha condições do bugue passar. Aguardamos mais uns 20 minutos. Quando fomos, o bugue passou a moto afundou demais na lama do fundo e escapou a corrente. Sob aquela chuva, acertamos a corrente. Daí em diante foi tranqüilo, só o bugue que atolou na areia fofa de uma parte pra cair na praia, mas nada pra se preocupar. Seguimos pra Jeri pela praia 5km e chegamos na Vila. Recompensamos os bugueiros com 20 reais pela força e agradecemos muito. - A VOLTA: Saímos de Jeri as 11:00. Já calejados com os caminhos após as voltas pelo local, fomos sentido a Praia do Preá. Rapidamente chegamos à cidade (30 minutos). Andamos mais uns 20 minutos até cair da CE 085. Não chovia e a viagem parecia que seria tranqüila. Paramos pra abastecer em Acaraú. Neste local, não prestei atenção e acabei indo sentido a BR 402 ou 403 não lembro. Bem, 30 km foram perdidos, mas retornamos e continuamos a viagem. Já eram quase 14.00hs e nossa idéia era parar em Flecheiras, praia linda do Município de Trairi, portanto apertamos o passo, pois faltavam cerca de 170km. Já eram quase 14hs e havíamos decidido almoçar na praia de Flecheiras, em Trairi. Chegamos em Flecheiras já eram quase 16:00hs. Caía uma chuva daquelas. Almoçamos e seguimos viagem eram já quase 5:30 e tínhamos 100km até Fortaleza. Eis que, ao começar a anoitecer, percebi que a luz do farol estava queimada: o alto e o baixo. Não tinha o que fazer a não ser tentar seguir alguém. Tentei seguir uma caminhonete, porém não tive êxito. Posteriormente, passou uma moto me aproximei e businei. Expliquei da lâmpada e ele disse que seguiria pra Fortaleza. Assim, conseguimos percorrer os 100km sem farol até fortaleza acompanhando o parceiro de estradas. OBSERVAÇÕES IMPORTANTES: - Evite viajar a noite, pois de dia tem muita gente passando e é fácil se informar; - Antes de pegar as trilhas pra Jeri, murche os pneus da moto para cerca de 15 Libras; - Não tenha pressa e vá com cuidado, pois guiar em estradas de areia não é nada fácil; - Atenção ao cruzar rios, pois vc pode atolar... desça e verifique a fundura e o terreno com os seu próprios pés; - Em Jeri não tem posto de gasolina, porém uma pessoa de vulgo “nenê” vende clandestinamente a 3 reais o litro em sua casa, ao lado de uma balada denominada “Mama Africa”. - Em frente ao estacionamento de Jeri tem um mecânico de moto. O cara é gente boa e barateiro. Não há peças em Jeri. Portanto, levem suprimentos básicos (tipo lâmpada do farol, RS) e algumas ferramentas. - O litro da gasolina em média no Ceará é de R$ 2,70. - A Honda/Bros faz em média de 32 km/litro, em dois e com mala. O duro é q ela vai a 100 km/h. Quem puder pegar uma moto maior, aconselho. - Regule bem a relação da moto, pois na areia a corrente sem lubrificação tende a afrouxar rapidamente. Ainda as motos com suspensão “pro-link” tendem a afrouxar com o peso (passageiro/bagagem). Sugiro “um tapa” na moto em Jeri, antes de voltar, no citado mecânico de frente ao estacionamento, pois as voltas pelas trilhas de lá judiam demais da moto. HOSPEDAGEM Nos hospedamos na “POUSADA DO MAURICIO”, situada na Rua Principal de Jeri e muito bem localizada. O preço, pelo custo benefício, é muito bom. A pousada oferece “Happy Hour” com petiscos gratuitos e é um ótimo lugar para fazer amigos e conhecer pessoas. Se quiser exercitar outras línguas também é um ótimo local, pois 60% do hospedes são estrangeiros. Recomendo a pousada a todos, porém há muitas outras opções por lá, basta pesquisar na internet. CONCLUSÃO Quero agradecer a minha namorada Carol, minha parceira de viagem, que a todo tempo esteve ao meu lado e me ajudou nas decisões. Ela foi fundamental para a conclusão da viagem. Muito parceira, fez dessa “trip” um grande divertimento. Obrigado amore! EM BREVE - Em breve postarei mapas editados que eu mesmo fiz e alguns vídeos que fizemos nas trilhas. - Qualquer dúvida, deixem um scrap que ajudarei no que puder. - Da próxima vez, iremos a Lagoa do Tatajuba (cerca de 40 km de Jeri, saindo com sentido ao mangue seco), pois dessa vez faltou tempo e planejamento, alem do que a trilha parece ser um pouco mais complexa, mas, pelo que consta, dá pra ir de moto, o que para mim basta. [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110127002914.jpg 500 375 mapa de Fortaleza para Jeri editado]Fiz este mapa com detalhes do trajeto até Jeri, e acrescentei alguns detalhes para facilitar o entendimento. PS: o mapa foi retirado do Guia Rodoviário 4 Rodas 2011[/picturethis] Link para o mapa em tamanho grande: http://picasaweb.google.com/lh/photo/ng-4_xXFa9EKmnsBNzoC6GLTkYIAoAIPhDlkcxtyUOA?feat=directlink Um abraço a todos!
  18. Robaon_20

    Jericoacoara-CE carro de passeio

    Oi galera, venho aqui colocar o meu relato sobre Jericoacoara, ou apenas Jeri. Li muito aqui sobre essa cidade, inclusive tive muitas duvidas de como chegar até lá, então vai algumas dicas e um pequeno relato da minha viagem. Saimos de São Luis, estavamos em 3 carros de passeio (Fiesta Sedan, Gol IV, Siena) no total de 12 pessoas. a viagem foi de aproximadamente 900 km até chegarmos em Jijoca de Jericoacoara. Tinha antes da viagem entrado em contato com um guia chamado Marcelio (88) 9605-8272, gente muito boa. Na internet no site da prefeitura de Jijoca tem uma lista de guias credenciados e com cursos pelo Sebrae. Bem após conversar com o Guia, tive a confiança em suas palavras que dava para ir até Jericoacoara de carro de passeio. Então quando chegamos em Jijoca, ele já estava esperando por nós. o valor foi de R$ 60,00 (R$ 20,00 para cada carro). Ele pegou o volante do carro e fomos pela estrada que liga Jijoca a praia de Preá. Chegando lá, ele diminuiu a calibragem dos pneus dos carros e fomos pela areia, de um lado o mar azul e do outro lado as dunas. após cerca de 12km aparece do nada a cidade de Jeri. Chegando na entrada da cidade, você tem de deixar o seu carro em um estacionamento da prefeitura. a diaria é de R$ 10,00 por dia/por carro. Ai um carro da prefeitura te leva até a sua pousada. No outro dia, combinamos com o guia em nos levar até a lagoa do Paraiso e depois a lagoa Azul. Ele cobrou a diaria de R$ 120,00 pelos 3 carros e nos guiou por dentro de dunas e trilhas. Não tivemos problema algum com o carro, só uma pequena dificuldade em subir uma das dunas, mas nada que um pouco de velocidade nos carros pra ultrapassa-la. Na Lagoa do Paraiso existe muitos locais para você parar e desfrutar de banhos e passeios de barcos. Na lagoa Azul, você para o seu carro em um lado da lagoa, pegasse uma jangada (R$ 2,50) e ela atravessa você até o restaurante (local de apoio). Lá nessa lagoa o mar é Azul mesmo e você pode passar o dia inteiro desfrutando desse paraiso. No final do dia, é obrigatorio você e toda a cidade desfrutar do por-do-sol encantador que se mostra em sua plenitude, a dica é subir as dunas o mais cedo possivel e escolher o melhor lugar para tirar fotos e aproveitar o visual. A cidade de Jericoacoara, é uma antiga vila de pescadores, existe 6 ruas principais, todas de areia, uma infinidade de lojas, tem de artesanato e biquinis, joias, roupas... achei por lá até Calvin Klein. Não tem iluminação publica, isso faz com quer a noite se tenha um ar romantico, pois as lojas e restaurantes fazem suas decorações atraves de luminarias coloridas e chamativas. Os restaurantes sao tipicamentes europeus, você encontra de um tudo em alimentos. Vai do PF ao cardapio mais requintado. Tem supermercados, facilitando na compra de agua para os passeios e lanches. O cartão postal de Jeri, a pedra furada, dá pra fazer andando mesmo, se a maré estiver baixa, você vai caminhar pela praia, e terá que passar por algumas pedras, mas nada demais, coisa normal em uma caminha. Se a maré estiver alta, você terá de caminhar pelo monte, ai exigirar de você um melhor preparo fisico. Não esqueça de levar a sua agua. Dicas minhas: Se você for somente com um carro, vale mais apenas deixa-lo em Jijoca no estacionamento (R$ 10,00 a diaria) e ir no pau de arara (R$ 10,00 ida e R$ 10,00 volta). Não pare no guiche de informaçao pois irao sugerir que você opte por uma guia, mas digo isso para quem vai somente em um carro (sai mais barato). Em Jericoacoara, você vai encotrar opçoes de passeios a um preço de R$ 25,00 por pessoa. Já o guia me disse que não é recomendado você fazer a lagoa da Tatajuba em carro de passeio, principalmente se o carro for seu mesmo, pois força muito o motor, mas para aqueles que nao liga muito com o carro, ele leva tambem. Entao o resumo é o seguinte: Mais de um carro de passeio, contrate o guia (R$ 20,00 por carro, ele te leva até Jeri, e R$ 20,00 ele te tras até Jijoca) + R$ (120,00 a diaria - levando você até as lagoas do Paraiso e Azul). Total com o guia no meu caso que eramos em 3 carros - 60,00 + 120,00 + 60,00 = 240,00 dividido por 3 = 80,00. + R$ 10,00 por dia de estacionamento. Somente um carro: R$ 10,00 por dia de estacionamento + R$ 10,00 por pessoa no pau-de-arara que te levará até Jeri, sendo R$ 10,00 para voltar + R$ 25,00 por passeio, sendo basicamente dois (lado oeste em um dia, e lado leste no outro dia, dando um total da R$ 50,00 de passeios). resumindo 10,00 +10,00 +50,00 = 70,00, fora o estacionamento por dia do seu carro. Abaixo tem algumas fotos para deixa-lo doido em conhecer essa cidade.
  19. Andréa Bordin

    Fortaleza-Canoa Quebrada - Jericoacoara

    Pessoal Vou deixar de ser passiva e só consumir informações do site para também contribuir com essa comunidade que tanto me ajudou com informações nessa em outras viagens O destino da vez foi o Ceará. Sou do sul, já viajei por alguns paises, mas vergonhosamente não conhecia nada do nordeste.. A escolha pelo Ceará veio do imaginario que tinha das dunas e coqueiros, um cenário que não existe aqui no litoral sul. Como tinha poucos dias e queria conhecer mais lugares, optei por ficar 1 dia em Fortaleza, 2 em Canoa e 5 em Jeri. Estive em duvida se iria para Canoa ou não, já que isso demandaria mais tempo na estrada. Optei por ir e não me arrependi, pois em termos de belezas naturais, gostei mais de Canoa. As falesias de areia vermelha e o vento constante são incriveis! Em Fortaleza fiquei um dia na casa de um host do Couch Surfing (http://www.couchsurfing.org), que me provou mais uma vez ser um projeto de troca de hospitalidade maravilhoso. Em plena madrugada do dia 25 de dezembro meu host e sua namorada me pegaram no aeroporto e passaram o dia comigo me mostrando várias coisas legais de Fortaleza. Os pontos altos foram a praia do Futuro e o Centro Cultural Dragão do Mar, além do vento constate e dos nossos papos, claro No dia seguinte parti para Canoa. Combinei um transfer de Fortaleza para Canoa, saindo as nove da manhã pela empresa Cooptema, que parece ser uma cooperativa de vans que faz esse trajeto. Essa combinação aconteceu através de uma série de emails e telefonemas (foram vários..) porque eu queria ter certeza que eles me pegariam no local e hora marcado, visto que já tinha ouvido falar da falta de responsabilidade de algumas empresas/motoristas que fazem esse tipo de serviço no Ceará. Bom, advinha o que aconteceu? Uma hora antes do combinado, o motorista me ligou avisando que o carro tinha dado problema e que ele só poderia me pegar a tarde!! Sendo uma cooperativa eu expliquei que esperava outro tipo de solução, ou seja, outro carro/van para me levar a Canoa. Tratei com o sr. Romildo e com o Rafael e esses srs. não solucionaram o meu problema. Tive que ir para rodoviaria e pegar o ônibus de só sairia as 13:30. Cheguei em Canoa no final da tarde e perdi uma tarde de passeios. Me restou o dia seguinte, que foi muito bem aproveitado, por causa do auxilio do namorado de uma menina que também conheci pelo Couch Surfing. Ele trabalha com turismo lá em Canoa e foi por causa dele que consegui agendar vários passeios em um único dia. O nome dele é Reginaldo, eu recomendo! Também recomendo o passeio de buggy, o voo de parapente (por causa do vento forte e constante, o parapente decola de qq lugar!) , o passeio de jangada.... No dia 28 bem cedo parti para Fortaleza, agora de ônibus mesmo, e cheguei na rodoviária em tempo para pegar o transfer para Jericoacoara. Esse transfer foi combinado aqui pelo site Mochileiros com umas meninas de SP e dessa vez deu tudo certo. Chegamos em Jeri perto das quatro da tarde (sim, o trajeto é longo e o motorista não ultrapassa os 80 km). Bom, Jeri é tudo aquilo que falam, mas vou deixar outras impressões que não tinha lido: as coisas não são caras lá! Isso me surpreendeu bastante pois todos falavam: "prepara o teu bolso". Caipirinhas por 8 reais, almoço no Clube dos Ventos por 15 reais, jantar em um restaurante charmoso por 30, não está carro né? Em relação aos passeios, fui esperando muito das lagoas e me decepcionei, elas estavam bem vazias e não eram nem de perto parecidas com o que eu tinha visto nas fotos. Em compensação o por do sol na duna é show, é uma experiencia única, assim como descer correndo a duna Em Jeri, recomendo passar o dia no Clube dos Ventos, que é um club que aluga prachas de kite e wind surf e tem uma infra-estrutura muito boa para passar o dia. As cadeiras são concorridas, mas sempre dá para encontrar um espacinho para estender a canga e passar o dia ali vendo gente bonita e sendo atendida por garçons super gente boa. Ninguem te pressiona para consumir e os itens não são caros (como comentei antes, um almoço com salada e peixe bem farto sai em torno de 15 reais). Recomendo também a peixaria ao lado do café Tortuga, onde tu pode escolher o peixe e ele e´assado na hora. Uma delicia de lugar, bem simples, mas com uma comida saborosa. Além disso, tem vários locais com PF´s de 10 reais bem saborosos! A dica de restaurante charmoso é o Na Casa Dela. Vou acabar o meu relato, recomendando um serviço de transfer que me surpreendeu bastante! A estória é a seguinte: Tratei um transfer de Jeri para Fortaleza porque as passagens de ônibus da Fretcar para o dia 02 a noite tinha acabado (comprem a passagem de volta logo que cheguem!). Como tinha que estar no aeroporto as 9:30 da manhã do dia 03, teria que sair de madrugada de Jeri ou no dia anterior (mas isso me faria ter que dormir em Fortaleza = tempo + gastos). Achar um transfer que saisse de madrugada era muito dificil, mas lembrei do Everardo, que tinha nos levado para o passeio nas lagoas e tinha comentado que teria que pegar um pessoal no aeroporto de Fortaleza no dia 03 de manhã cedo. Liguei para ele, que disse que me levaria de madrugada para Fortaleza pois já tinha essa viagem agendada. A minha surpresa foi que a tal viagem dele foi cancelada no dia anterior, mas mesmo assim ele manteve sua palavra e me levou de Jeri para Fortaleza as três da manhã. E ele fez isso pelo mesmo preço combinado anteriormente (preço da sua gasolinha -150,00 reais). Por isso gostaria de retribuir a forma que ele honrou sua palavra deixando seu telefone de contato: 088 96538582. Se precisarem de guia para os passeios e/ou transfer liguem para o Everardo pois o serviço é de primeira!! Bom gente, espero ter ajudado alguém com esse relato longo Abraço
  20. Chego ao aeroporto as 5:30h da manhã e estou pensando em ir direto para Jericoacoara. Tem alguma empresa segura que realize esse transporte? É viavel viajar para Jeri com uma mala de tamanho médio? Obrigada!
  21. becah

    CE- JERICOACOARA E CANOA QUEBRADA

    Olá pessoal, eu sempre utilizei muito as dicas desse site para me auxiliar em minhas viagens e resolvi contribuir um pouco. Eu sou apaixonada por Jericoacoara, já fui inumeras vezes, mas vou relatar minha última ida que foi em dezembro2012/janeiro2013. Eu moro em Manaus, e sempre pego o mesmo voo pra Fortaleza que parte 00:30 e chega em fortaleza às 05:00, nessa viagem fomos eu , minha mãe e meu primo de 11 anos que é como se fosse irmão. Mas terão algumas fotos com a minha irmã de 14 anos que nos acompanhou na penúltima viagem no carnaval de 2012 e talvez das minhas idas anteriores. Vamos ao relato. Dia 1 Chegamos em Fortaleza às 5 e pouco, fizemos o de sempre, tomamos café e fomos ao meet point, um espaço dentro do aeroporto destinado àqueles que aguardam seus transfers ou sua carona, aguardar pelo ônibus da fret car, ressalto que eu sempre vou com essa empresa, primeiro por que é a viagem mais confortável x barata, e eu sempre compro as passagens antecipadamente por email. O ônibus chegou por volta das 08:30 e depois de 04:30 chegamos em jijoca para fazer a transferência para a jardineira que nos leva até Jericoacoara ( essa é a parte predileta da minha mãe, ela simplesmente ama essas jardineiras). Chegamos em Jeri por voltas das 16:00 e fizemos como sempre: deixamos as malas na pousada e fomos almoçar no restaurante Sabor da Terra que fica bem em frente ao ponto de descida da jardineira, lá a comida é divina, abundante e barata!! Sempre pedimos prato para 2 pessoas e comemos 3 e ainda sobra. Retornamos para a pousada, ah, eu sempre fico na pousada do mauricio que é a mesma que a casa alice, fica a menos de 100m da praia e não é cara, cerca de R$80.00 quarto duplo e R$120.00 triplo com café da manhã delicioso. Trocamos de roupa e fomos assistir ao pôr do sol na duna, e como sempre foi maravilhoso. Retornamos à pousada, descansamos um pouco e de noite saímos para comer pizza na pizzaria banana que fica bem ao lado da praçinha ( Jeri é bem pequena e só há uma praça) depois pousada e cama.
  22. Olá pessoal, em MArço 2010 fizemos como roteiro Canoa Quebrada ao sul de Fortaleza, Fortaleza e região e finalizando em Jericoacoara. Chegamos no aeroporto de fortaleza e fomo direto para o terminal rodoviário pegar um busão para Cano Quebrada. Dica principal: Se for viajar por conta, pague apenas uma diária e depois procure outras pousadas. Você consegue achar preço bem melhores no local. Paguei diáriade 80,00 casal em Jericoacoara e encontrei no local diárias por 30,00, fortaleza (50,00 casal na Beira Mar), Canoa Quebrada (60,00 casal). 1º Parada - Canoa Quebrada (Município de Aracati), 160 km da capital. É um vilarejo pequeno, conhecido e quente (água, ar). Tem apenas uma praia central e um passeio de buggy (120,00 pct) pela região da cidade, dunas e símbolo da cidade. É melhor vc ficar por lá uns 3 dias, ao invés de fazer o passeio de 01 dia q sai de fortaleza (valor: 40,00 cada). 2º Parada -Fortaleza. Referente aos passeios (praias e paisagens), vc pode ficar uns 7 dias. Se não for fazer os passeios oferecidos pelas agências, 3 dias está ótimo para ficar na capital. Só existe uma praia boa para banho (Praia do Futuro), onde está localizada um bar/quiosque gigante, com shows, piscinas, etc. Passeios: Morro Branco (falésias)/Praia das fontes- aprox.130 km da capital. valor: 35,00 p/ pessoa. Opcional o passeio de buggy (35,00 cada), faça-o, para viagem não ficar chata! Lagoinha - não fomos, mas o pessoal fala bem! (40,00 pessoa). Mundáu - Se não for maré baixa, irá ser um passeio sem sal!! Tem um passeio opcional pelo Rio Mundaú (30,00 cada), não faça!!! Mas, vc pode alugar um quadriciclo nolocal por 30,00 (30min) e passear pela praia. Cumbuco - não fomos, parecer ser igual aos outros passeios (vc pagará a viagem até lá e depois terá que pagar o buggy para aproveitar a região). Beach park - Muito bom!! se vc gosta de toboágua vá pelos menos 2 dias (um radical e um para ficar curtindo as pisicnas). Valor individual: 105,00 / 149,00 (3 dias) Canoa Quebrada (passeio de 01 dia - 40,00 pessoa) - acho melhor ficar uns 2 dias por lá, mas se não der, é um passeio melhor que mundáu ou cumbuco!! 3º Parada - Jericoacora (6 horas de busão) - Bom demais!! Ficar no mínimo 4 dias. Um pequeno vilarejo que pertence ao município chamado Jijoca de Jericoacora, onde vc só chega de 4x4 ou jardineira (Mentira..rss..Tem pesssoas que conseguiram chegar de carro popular!!!). Vc sairá de fortaleza até Jijoca e pegará a jardineira até Jericoacoara. Não tem asfalto na cidade somente areia e mais areia. Atrações: Duna do por-do-sol (ao lado da praia principal do vilarejo, 10min caminhada); Pedra furada - caminhada pela praia - aprox.60 min,vc irá passar por alguns obstáculos de pedras; ir somente na maré baixa, de manhâ. Ou caminhada por trilha aberta, mais fácil. - aprox. 30min. Tatajuba (buggy) - 200,00, pode dividir em 4 pessoas. Passeio de 5 horas com parada na árvore da priguiça e lagoa de tatajuba. Lagoas(buggy) - valor idem acima. Passeios na Lagoa azul e Lagora do paraíso. o preço da refeição na lagoa do paraíso é um pouco salgado para uma porção de arroz, tomate e uns pedaços de peixe..rssss (aprox. 60,0). Os 2 passeios acima podem ser feitos de quadriciclo (2 pessoas), se você tiver tempo e dinheiro faça-os..é bom d+!!!!!! E o caminho realizado é diferente dos passeios de buggy. Detalhe: Existem camionetes que levam para as lagoas por 15,00 reais. É isso..espero ter ajudado com estas dicas e uma boa viagem para quen vai para estes lugares maravilhosos!!!
  23. Bom galera MOCHILEIROS sou novo aqui no site, mais é muito bom ler os relatos dos viajantes e compartilhar experiencias de viagens minha ultima viagem foi em setembro de 2012 pro ceara, onde pude conhecer alguns dos melhores pontos turisticos desse estado maravilhoso ! ja tinha me programado pra sair de ferias a partir de julho de 2012, ja estava tudo certo pra fazer uma pequena excursao pelo sul do maranhao, e visitar as cidades de riachao e carolina, lugares espetaculares com lindas paisagens e cachoeiras ! bem passei uns 5 dias no sul do maranhao e depois voltei pra teresina - piaui e segui viagem pra fortaleza pra passar apenas quatro dias a convite de uma amiga, que se mudara recentemente ! Eu nao estava afim de viajar sozinho, entao praticamente implorei pra mais doi amigos irem comigo: milliam & andre, ate me dipus a arcar com as despesas dos passeios e alimentacao la no ceara pra milliam e mais uma amiga que ja morava la em fortaleza a Manu ! uma boa dica, se vc conhece alguém no lugar onde vc vai passear peça dicas, as pessoas conhecem melhor do que vc o lugar, e foi isso que eu fiz ! A Manu me ajudou muito nesse sentindo, disse a ela que passaria 4 dias e os locais que gostaria de conhecer ! Pena que nao deu tempo de conhecer ubajara e tianguá (fica pra proxima) vamos lá entao, após uma hora de vôo de teresinam, eis que chego em fortaleza ! Olhando pela janela avisto uma paisagem semi-arida e uns moros, parece uma paisagem desértica, do aeroporto segui pro municipio de Messejana e fiquei hospedado numa casa de uma familia que eram amigos da manu ! do aeroporto pra messejana pagamos R$ 18.00 (achei super barato , em belém pegar taxi é caro), ja chegamos a noite por volta das 20hs ! No primeiro dia fomos conhecer um lugar chamado "AS TAPIOQUEIRAS" onde podemos comer tapiocas dos mais variados sabores, - nao gostei de tapioca com carne de sol, vei na boa é muito ruim, prefiro o tradicional, ou aquelas com sabores doce, pagamos uns R$ 4.00 por tapioca, o trajeto visemos de onibus, descendo em varias integracoes(estacoes de onibus) a passagem nao chega aos R$ 3.00 No ´quarto dia fomos direto pro Beach Park, acordamos de manha bem cedo e pagamos o busao , descemos no shopping iguatemi e compramos quatro ingressos numa promocao que estava rolando e ganhamos um armario de cortesia pra guardar nossas coisas ! Foi super divertido no beach park, o parque tava um pouco cheio , entao quando fomos trocar de roupa no banheiro nos perdemos uns dos outros, como nao achei o pessoal e o parque tava cheio, fui me divertir sozinho ! foi massa descer do INSANO, cara vc chega la no alto da um Medo, vc pensa que vai sentir aquele friozinho na barriga, mas na hora da descida, sao acho que uns 4 segundos de queda livre que voce nao tem tempo de sentir nada ! fui sentir quando cheguei na piscina la em baixo, senti em pouco de tonteira mas depois passou - acho que foi o nervosismo misturado com a adrenalina. nao lembro bem mas acho que pagamos uns R$ 70.00 cada ingresso pro beach park lá colocamos r$ 150,00 no cartao que voce credita essa valor pra comprar alimento & bebidas dentro do parque, ja que eles nao aceitam dinheiro em especia la dentro ! bom na hora que a broca bateu fomos comer num quiosque que vende uns churrasquinhos arabes, peguei uns tres pq doi nao encheu, acho que gastei la uns r$ 45,00 Cara la tem um passeio que eu queria fazer, mas nao deu tempo, é vôo panoramico pelo litoral, quando vc vai pro beach park, vc ve o local na estrada! ________________________________________________________________________________________________________________________________________________ nesse mesmo dia apos chegar do beach park, fomos pro aeroporto pegar um vôo pra belem ! ________________________________________________________________________________________________________________________________________________ segundo dia partindo pra jijoca de jericoacoara ! A manu trabalha como guia-turistico em fortaleza, ela entrou em contato com um amigo dela em jijoca, ele veio nis buscar em fortaleza e nos cobrou R$ 550,00 pra 4 pessoa pra nos levar em jericoacoara e pra levar nos principais points la, e de quebra ainda nos hospedou na casa dele, e nos deu alimentacao, entao nao gastamos tanto ! jeri é incrivel ! aquela vilazinha de pescadores com 4 ruas apenas, e linda a noite, é iluminada apenas pelas luzes dos estabelecimentos ! jeri tem muitas coisas pra fazer, Windsurf é uma coisa boa , mas nao fiz, por falta de tempo ! nao achei as coisas em jeri caras, jantamos a noite nun restaurante, deu uns r$ 45,00 p/ pessoa, e a comida estava excelente, peixe com molho de castanha de caju, foi uma iguaria deliciosa. Fomos servido por um gringo que estava fazendo um bico essa noite. e no nosso regresso pra fortaleza encontramos ele no onibus que voltamos, é bom levantar um troco nessa situacao, ajuda neh ! acho que passamos 2 dias em jijoca Ah um fato legal que eu lembrei, em aquiraz tem uma lagoa imensa, perto da praia do presidio acho, manu me levou mais o andre, é muito bonito la ! mas tive uma experiencia dolorosa lá, quando chegamos perguntei pra um pescador como era naquela lagoa, se tinha peixes carnivoros e tal, ai ele disse nao, so uns peixinhos que beliscam ! Nunca duvide da sua intuição, eu fiquei sismado, mas desci do tobogan e fui pra agua, meu nao fazia nem dez minutos que tinhamos chegado la, eu tava tomando banho com a agua na cintura , pq nao cogitei de me afastar da beira, quando de repente senti algo me mordendo, eu dei um pulo dentro dagua ! e comecei a sentir dor, o andre em vez de me ajudar se assustou e me empurrou mais pra dentro dagua, e eu agoniado, sai pinado da agua, quando sai uma piranha tinha quase arrancado a cabeca do meu dedo do pé ! (gente se vc achar o lugar lindo, mas nao confiar nao entrem) depois que isso aconteceu, foi o jeito tomar banho com uma garafinha dde agua mineral na beira ! mas la na lagoa o por do sol é lindo ! jeri é linda, nao deixem de conhecer quando visitarem o ceará ! o orla da praia de iracema é massa a noite, muitas coisas legais, ali ferve a noite ! tem galera que patina, que anda de skeite, e outras coisas legais da rodoviaria de fortaleza tem um onibus p jijoca de jericoacoara preco ida e volta R$ 120,oo ! bom galera é isso , espero ter contribuido de alguma forma ! ate a proxima aventura !
  24. Vinidive

    São Luiz a Fortaleza - Jericoacoara

    Dia da ida até Jericoacoara. Como combinado, às 13hs, o Guilherme estava na porta do quarto. Contratamos o serviço por telefone, e havia um certo medo do cara não aparecer. Mas tudo correu bem. O plano era cruzar os aprox 550 km entre Caburé e Jeri no mesmo dia. Outra opção é fazê-lo com paradas em Parnaíba e etc, mas tudo fica muito mais caro, e sinceramente, queríamos chegar em Jeri sem mais pausas. Guilherme, um brasileiro nascido em Portugal, se divertiu quase tanto quanto a gente, dirigindo a Land Rover nas praias, lagoas, dunas, estradas, rios, estradas sem estrada e etc., que cruzamos. Existem lugares em que simplesmente tem que se fazer a estrada. Boa gente, bom motorista e excelente serviço. Os transfers de Caburé pra Jeri podem custar até 1100 reais e o preço médio da viagem direta como a nossa é 550 pelo carro. O segredo é pechinchar muito pra tentar salvar algum dinheiro. Senão, a opção é ir de ônibus de linha, o que vai tomar dois dias, mas custará cerca de 90 reais /pessoa. (Transfer Guilherme, (98) 8819-1112) Chegamos em Jeri à noite, bastante cansados. E fomos direto pra pousada. Outro acerto. Uma área imensa, cheia de árvores e poucos chalés espalhados no terreno. Os quartos eram um tanto quanto pequenos, o que é facilmente compensado pela simpatia da Renata (gerente do lugar). Pousada do Caju, 100 reais/casal. Pra jantar, nos encontramos com Guilherme no Bistrogonoff. O lugar é uma surpresa. Tem um menu com pratos que vão de um PF a pratos bastante mais elaborados (prove o PF. Por 12 reais, será o melhor custo benefício de Jeri). Muito boa comida. No outro dia como planejado tínhamos que mudar pra recém inaugurada Pousada Araxá. Infelizmente, mão de obra em Jeri não é das mais comprometidas, e a obra acabou atrasando. Alberto, o dono italiano, devolveu o dinheiro e pediu imensas desculpas. Ele precisaria de mais um dia, e nós não estávamos dispostos a barulhos no nossa estada em Jeri. Apesar disso, vi os quartos – Fantástico. Com certeza, das melhores opções na faixa de preço. Acabamos por nos hospedar na Casa na Praia. Praticamente o mesmo valor, com quartos menores (mas ainda muito bons), e na frente da praia. Outro acerto. O atendimento simpático e alegre da equipe é o destaque, junto com a vista da duna do por-do-sol, a boa piscina e o café da manhã. Jeri é toda bonitinha com seu pôr-do-sol lindo e a pedra furada como ponto obrigatório, assim como a volta à noite por bons restaurantes e a parada na padaria do Inazio (outro italiano) que faz uns doces que são de jogar qualquer dieta no lixo. Além disso, é um dos melhores lugares do mundo pra praticar Wind e Kitesurf. Mas ainda assim me desapontou. Esperava uma das praias mais lindas do mundo, e achei uma outra praia, barulhenta, com motos passando na areia, suja já que os cavalos dos passeios transitam na praia sem cerimônia e não são raros os vazamentos de fossa e caixas de gordura correndo no meio da praia. Tomara que dêem logo jeito nisso. De Jeri pra Fortaleza, pode-se fazer de transfer, ônibus de linha ou minivan. Pelos horários disponíveis, decidimos fazer de transfer, rachando com mais um casal. Custo de R$ 100/pessoa. O onibus (que parece ter A/C) custa 29, ou seja, muito mais barato. Chegamos em Fortaleza depois de 4 horas de viagem, passando por alagados, pontes a cair, asfalto bom e ruim. And trip was sadly over.
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