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  1. Olááááá queridos viajantes e mochileiros.😁 Não iria escrever pois existem diversos relatos de viagem para este destino, maaaaaaaaaaas, fui encorajada e intimada a relatar os meus 25 dias para o famoso Bolívia, Chile e Peru tudo via terrestre (hehe), sim, sim, de BUSES, de terminal a terminal ou de rodoviária a rodoviária 🎒🚍 Não tenho planilha lindas e elaboradas pois a principio eu e mais dois parceiros aqui no grupo iriamos ir de carro, faltando 5 dias da data de partida um deles não pode ir, então eu resolvi ir sozinha, pois bem, o Roberto (de Pernambuco) que iria conosco de carro resolveu ir tbm, então ele pegou um avião de Recife para Campinas e iniciamos a viagem juntos. Vai ser um relato básico com valores e dicas para quem ira fazer o mesmo percurso. Saímos sem roteiro pronto, sabíamos por onde iriamos passar e iriamos decidir os dias e hospedagem no próprio local, arriscado né? Mas não, tudo sobre controle do destino 🕰️💝 Bora! 31/10 (Campinas/Corumbá) Saída de Campinas/SP (interior de SP) destino capital as 09:45 da manhã - Cometa Trans. R$35,20. Descemos em um ponto estratégico para ganhar tempo e pagamos R$5,65 cada (R$ 11,30 total) em um UBER até a Barra Funda. Na barra funda pegamos um ônibus extra disponível pela Andorinhas (DICA: verifique antes de existem ônibus extras, os bus para Corumbá só saem de noite, este ao meio dia foi um achado) o custo foi de R$321,86 com saída as 11:15 com chegada as 11:00 (+1 dia). Compramos lanches pois havíamos saído bem cedo, (como todos sabem, comida em rodoviárias é bem cara ) comprei um café da manha na casa do pão de queijo R$ 20,00. Na estrada paramos para almoçar, comi um salgado R$ 12,00. TRANSPORTE: R$ 362,71 COMIDA: R$ 32,00 TOTAL DO DIA R$ 394,71 BOLÍVIA 01/11 (Corumbá/SantaCruz) Chegamos em Corumbá as 11:00 fomos ao banco (caixa) pois eu precisava sacar o restante do moneimonei (devido as mudanças de planos da viagem) chegando la conhecemos o Ezequiel, um brasileiro que mora na Bolívia e nos ajudou com algumas informações e nos levou para a fronteira por R$ 30,00 *-* (normalmente os taxista cobram 50 temer nesta corrida). Fizemos a saída/entrada nos países e cambiamos um pequeno valor para os gastos iniciais. Câmbio (penúltima lojinha do lado esquerdo, loja verde, é da irmã do Ezequiel ) R$ 600 x 1,79 = 1.074,00 bs. Pegamos um táxi para Puerto Quijaro onde fica a rodoviária por 5 bolivianos cada (o Ezequiel quebrou mais essa, não se assustem, lá eles cobram por pessoas e não por corrida). Compramos as passagens para Santa Crus de La Sierra com a empresa Huracan (o Ezequiel nos ajudou nessa tbm, disse que era a mais barata, realmente, vimos em outros lugares por 120, 130 bs. Essa agencia fica do lado esquerdo, é a ultima "portinha"), com partida as 19:30. Ou seja, passamos o dia dentro da rodoviária pois ali na região não tem nada pra se fazer... alias dizem que tem um "shopping" perto, mas eu não quis ir shopping eu vou aqui no brasil né kkkk Saída do ônibus para Santa Cruz as 19:30 e chegamos as 5:45 ( não se assustem em chegar 2 horas antes do horário informado, isso é normal). BOLIVIANOS: 150 BS > (R$83,80) TRANSPORTE 105 BS ALIMENTAÇÃO 33 BS OUTROS 12 BS REAL/TRANSPORTE E CAMBIO: R$615,00 SALDO DA VIAGEM: R$ 1.093,51 02/11(SantaCruz/Sucre) Chegando lá aguardamos abrir as agencias para passagens para Sucre, encontramos por 100 bs com partida as 17:00, já que iriamos passar o dia lá guardamos as mochilas em um guarda volume( bem na entrada, no lado esquerdo) 10 bs o dia todo e fomos conhecer cidade, pegamos informações no ponto turístico da mesma e fomos de ônibus circular para a Plaza de Armas por apenas 2 bs. Conhecemos a praça, fomos em um mercadinho por perto para comprar lanches para a viagem, encontramos cambistas ao redor da praça com uma cotação melhor que na fronteira (R$1,00 = 1,82 BS) troquei mais 250 temer para completar com o que já tinha, almoçamos em um restaurante (decente kkkk) que encontramos pegamos uma super promoção de 10 bs por arroz, batata frita e frango J pegamos o buses e retornamos ao terminal. Embarcamos para Sucre as 17:00. BOLIVIANOS: 208,80 BS > (R$116,65) TRANSPORTE 106 BS ALIMENTAÇÃO 83,80 BS OUTROS 19 BS REAL/CAMBIO: R$250,00 SALDO DA VIAGEM: R$ 1.460,16 03/11 (Sucre/Potosi/Uyuni) Chegamos em Sucre as 04:00 (bem antes do informado como sempre), saímos pela esquerda e ja nos deparamos com as vans para Potosí. Logo de cara estavam cobrando 40 bs, chorei, recusei, me fiz de desentendida e saiu por 30 kkkkkk (como já havia visto em relatos, segui a risca as dicas) depois que lotou a van 05:30, partimos para o destino. Chegamos as 08:00 no meio do nada kkkk, sim, ele parou em uma rua onde não havia terminal então perguntamos onde era a saída para Uyuni e fomos andando (é “perto” porem com a altitude e os mochilão foi longe e cansativo, peguem um taxi!). A saída é de 15 em 15 minutos e tem o valor e 30 bs, pegamos o bus as 09:15 com chegada as 13:00, o ônibus é estilo os nossos circulares daqui, simples. Chegando no Uyuni cotamos o valor do passeio logo de cara e encontramos a Claritos Tuor com quem fechamos o passeio com transfer para San Pedro por 700 bs (incluso: 2 dias de hostel, transfer para San Pedro, 2 cafés da manhã, 2 almoços e 1 jantar), a principio tudo ok... maaaaaaaaaaaaaas, nem tudo é flores. Fomos para o hostel na mesma cidade onde iriamos passar a primeira noite, como chegamos cedo, o primeiro passeio (salar + cemitério de trens) ia ser no mesmo dia, no caso as 16:00. Tomamos banho e nos avisaram (as 14:45) que sairíamos as 15:00, saímos as pressas sem comer nada, sem nos preparamos mas fomos. 1º surpresa: deparamos-nos com um carro normal, um guia e um casal de bolivianos... fomos para o cemitério de trens, depois para o salar... Cada um por si, o casal tirando fotos engraçadas e românticas e eu e o Roberto lá olhando, tirando foto, contemplando o local. Sem fotos com dinossauros L, sem foto de perspectiva, sem galera, sem nada! E eu? E EU PASSANDO MTT MAL POR CONTA DA ALTITUDE KKKKK. Ok, primeiro passeio não foi como eu havia esperado, mas para compensar o guia nos levou em uma parte que estava alagada para ver o pôr do sol ❤️ baita presente já que eu nem esperava esse fenômeno nesta data. Voltamos, para o hostel as 19:30 na cidade msm, eu cai na cama passando mal e apaguei, enquanto isso o pessoal foi jantar. BOLIVIANOS: 785,50 BS > (R$472,28) TRANSPORTE 60 BS ALIMENTAÇÃO 15 BS PASSEIO/OUTROS 710,50 BS SALDO DA VIAGEM: R$ 1.932,44 04/11 (Uyuni) Acordamos, tomamos o café no hostel, arrumamos os mochilões e saímos para o local combinado as 10:00, ficamos aguardando chegar o pessoal que ira no carro 4x4 conosco.... saímos as 11:00 paramos para o almoço as 13:30. 2° surpresa: Não fomos ao Isla Incahuasi, devido ao atraso na saída. 3º surpresa: Chegamos na laguna colorada no pôr do sol, o que nos impossibilitou ver sua cor com nitidez. SIM, PAGUEI 150 BS NA ENTRADA DO PARQUE PARA NÃO VE-LA COM CLARESA. (l) 4º surpresa: Não ficamos no hotel de sal. Eu já estava PUTA da vida, estava um frio do ca$#¨&@, já tinha broxado por ter planejado tanto esse momento e não ter sido como eu esperava que eu queria pegar minha mochila e voltar para o Brasil. Mas resolvi ser good vibes e ignorar TODO O DESCONTENTAMENTO E DECEPÇÃO. Mal desci do carro para “ver” a laguna colorada (já que não dava pra ver a cor da água e estava um frio/vento absurdo) entrei no hostel deitei e dormi, estava passando mal, não quis comer, não quis socializar (ESTAVA MTT PUTA MESMO). BOLIVIANOS: 150 BS > (R$82,42) PASSEIO/OUTROS 150 BS SALDO DA VIAGEM: R$ 2.014,86 05/11(Uyuni/SanPedro) Acordamos, tomamos o café as 04:00 e saímos para a o deserto/fronteira as 04:30. Chegamos na fronteira as 09:30 saímos as 10:46 para San Pedro (tive que pagar a propina de 15 bs na fronteira) me fiz de louca mas não teve jeito. –‘ ** eu estava com o passaporte e tive que pagar a propina, já meu amigo Roberto estava apenas com o RG e não precisou pagar’’ BOLIVIANOS: 15 BS > (R$8,24) OUTROS 15 BS SALDO DA VIAGEM: R$ 2.029,86
  2. Kelli Ferreira

    Primeira viagem

    Eu e minha amiga estamos pensando em começar a mochilar nos nossos feriados, para aprendermos também a nos virarmos sozinhas em outros lugares, vamos começar pelo brasil mesmo, e nosso primeiro destino, é bonito, no mato grosso... queríamos umas dicas (de como ir com segurança, lugares baratos para dormir, quanto de dinheiro precisamos ter), somos de são paulo e não achamos nenhum ônibus que faça esse trajeto direto, alguém já mochilou pra la?
  3. Fala galera, vim aqui compartilhar como foi minha experiência de 9 dias na cidade do rio de janeiro, indo e voltando de onibus (partindo de sp), com pouco dinheiro, ficando 5 dias em um hostel em copacabana e 5 dias na casa de uma conhecida. Estava combinado de irmos embora dia 10 às 11 a.m, entretanto meu amigo pegou uma intoxicação alimentar na sexta feira (dia 8 ) e passou a madrugada inteira no hospital muito mal, então resolvemos vir embora no dia 9 de madrugada, o que não fez muita diferença também. Recomendo muito viajar de madrugada, para mochileiros é bom porque não perdemos o dia no ônibus. É cansativo dormir sentado, mas fazendo um esforço o corpo aguenta o primeiro dia de boa (logicamente se não for uma atividade muito hard). Como disse, eu e meu melhor amigo somos estudantes e gostamos de conhecer os lugares com a maior veracidade que conseguimos, por isso sempre optamos por acampar (prefiro mais do que hostel), mas como muita gente nos assustou com a violência do rio, resolvemos ficar no hostel. No final das contas a violência não é como dizem, só não pode vacilar... Eu preferiria ter ficado em um camping mesmo... Gastamos 300$ no hostel (5 dias); 200$ no ônibus ida/volta SP-RJ; e eu gastei cerca de 600 reais nos 10 dias incluindo alimentação, passeios e presentinhos. Achei uma quantia aceitável para a quantidade de dias, fiquei feliz porque finalmente consegui "controlar" meu orçamento. (geralmente eu sou daquelas que gasta tudo nos 3 primeiros dias). Tivemos que filtrar o que realmente queriamos fazer, então deixamos de fora alguns lugares que também queriamos ir mas que eram mais tranquilos: morro da urca, cachoeira dos primatas, trilha para o cristo redentor, jardim botânico. Não queriamos gastar 44 reais para subir o pão de açucar tampouco 77 para ir para o cristo de bondinho. O intuito da nossa viagem era outro, fica pra próxima. ================================================================================================================================ Dia 1 Saimos de SP às 23h30 e chegamos na rodoviária novo rio em torno das 6h. Pagamos 107 reais na passagem, pela expresso do sul. A rodoviária fica no centro da cidade, então ir para qualquer zona, de uber, não da mais de 30 reais. Vale muito a pena, pois encarar o transporte público carioca, de primeira, com malas, eu não recomendo. A cada da nossa conhecida ficava na zona norte do rio, perto da estação de metro "engenho da rainha" e após nos arrumarmos lá, já fomos em busca de conhecer o local. Nosso primeiro destino foi "A pedra bonita", em são conrado. Para chegar até lá, pegamos o metrô até a estação São Conrado, depois um ônibus "maracai" que sobe o morro e nos deixa na entrada da trilha. Primeiramente, para quem vai utilizar o transporte público, dou a dica de ir atras do "rio card" que é um bilhete único que vale para ônibus, metrôs, trens e brt (um tipo de ônibus que tem uma faixa exclusiva para ele, logo, nao pega trânsito.). Minha namorada tinha me dado o rio card dela, então eu sai na frente; já meu amigo, adquiriu o "giro", cartão que só funciona para o metrô, a acabou colocando dinheiro no meu cartão para os outros meios de transporte. No rio, não existe a possibilidade de comprar um passe de metro que nem em são paulo, ou pagar e simplesmente entrar. Tudo lá funciona com esses cartões que eu citei e mal tem funcionário trabalhando nas bilheterias, pois estão substituindo tudo por máquinas. Salvo o ônibus, que é o unico local no qual o motorista aceita o pagamento em dinheiro. Pois bem, fizemos a trilha para a pedra bonita e foi lindo! (Queria postar as fotos aqui, mas dessa vez ficarei devendo). Se vocês curtirem essa vibe de trilheiros, vai aí algumas dicas também: tentem sempre chegar no começo da trilha antes das 10 a.m, para sofrerem menos com o sol carioca e aproveitarem mais a vista, o mais cedo possivel, melhor. E também tentem sempre ir de dia de semana, pois se não algumas trilhas lotam e o que era pra ser lindo fica levemente estressante. Levem frutas, barrinhas de cereal e sempre no mínimo 2L de água. Lá existe a possibilidade para saltar de asa delta, o que custa 500 reais, então não fizemos infelizmente. Depois descemos de carona o morro e passamos o resto do dia na praia de São Conrado. É linda, vazia, mas um pouco cara e o mar é bem de tombo, então é perigoso. Dia 2 Fomos passar o dia na praia do Leblon (a minha favorita). Descendo na estação "Arquero de Quental", a praia fica a 5 min caminhando. Lá é ótimo porque: o mar é tranquilo, é uma praia mais cheia então não é preciso tanta preocupação com a violência, o aluguel de cadeiras e guarda sol foi o mais barato que eu encontrei no rio e tem uma vista linda para o morro dois irmãos. Pagamos 10 reais no guarda sol e 5 reais em cada cadeira de praia. Dia 3 Fomos fazer um freewalking tour pelo centro histórico (praça mauá, pier restaurado, pedra do sal, etc). Esse tour foi muito bacana, pois eles não tem um preço fixo, então você contribui com o que pode. E além disso eles fazem essa tour que fala sobre a versão africana da história, o que foi algo que muito nos interessava. http://www.riofreewalkingtour.com/?gclid=Cj0KCQiAvqDiBRDAARIsADWh5Telz6uSiMN5Ozwrk42PwL_XYiSesO_NW3FFA8vyUSS_sYuKGNMnVlgaAvUmEALw_wcB Depois almoçamos em um bar sujo por 15 reais (incluindo dois latões de antartica). É só perguntar para um taxista ou para alguém na rua aonde tem um restaurante bom e barato que a galera indica com prazer. Dia 4 Nesse dia, pegamos o metro ate o Arquero de Quental e fomos andando até a entrada do morro do vidigal (cerca de 1,2km; deu uns 30 min). Foi escolha nossa ir andando, da pra pegar um busão tranquilamente. Fomos fazer a famosa trilha do Morro Dois Irmãos. Chegando na entrada do vidigal, pagamos 5 reais/cada no mototáxi para eles nos deixarem na entrada da trilha. Fomos no domingo pra essa trilha, e começamos a subir a trilha em torno das 10h, o que foi um erro rude por 2 motivos: por ser mata fechada, o sol não bate direto, mas mesmo assim fica muito abafado o que diminui muito o nosso rendimento na trilha. Foram uns 40 min de subida, o que pra mim foi bem cansativo e ao chegar no pico, tinha mais de 15 pessoas tirando foto etc e tal o que foi um pouco decepcionante, porque perde a paz da vista. Depois aproveitamos o resto do dia no Leblon. Dia 5 Nesse dia tinhamos combinado de ir para a pedra do pontal. É bom deixar bem claro, se for pedir informações, que vc quer ir pra PEDRA DO PONTAL e nao para o PONTAL apenas, pois aparentemente são dois lugares diferentes e o segurança nos disse (quando chegamos no pontal errado) que quase todo mundo comete esse erro. A pedra do pontal fica no recreio, que é mais ou menos depois da barra da tijuca, então é bem longe pra quem está hospedado na zona norte. Pegamos o metro até o jardim oceanico (estação final) e depois começou a saga para chegarmos até lá... Do jardim oceânico há a integração para os onibus do BRT. Entretanto, a galera que trabalha lá é meio confusa ao passar informações, erramos o caminho diversas vezes e como estavamos com celular só para tirar foto, não tinhamos como olhar em aplicativo. O que eu indico é: baixem o aplicativo Moovit e sigam o que ele diz, por mais que as vezes demore mais que o esperado, da certo. De qualquer jeito, pegando qualquer BRT que vá até a alvorada (um dos pontos finais), é só pegar outro BRT e descer na estação gláucio gil (e não estação "pontal"). Aí depois é só andar uns 20 min e a pedra do pontal estará a sua frente. Como erramos o caminho, ficamos na praia da macumba, na qual pagamos cerca de 35 reais em duas cadeiras e guarda sol. Por ser uma praia mais vazia, não passam muitos ambulantes vendendo matte gelado, sacolé, esfiha, empada etc (que são a diversão da praia). Ah, esqueci de falar que quase sempre almoçavamos uma famosa "quentinha" por 10 reais: era o melhor negócio! comida gostosa, barata e em boa quantidade. Dia 6 Foi dia de irmos mais uma vez com o free walking tour, mas dessa vez para conhecer o centro, os arcos da lapa, o disco voador, a escadaria selarón etc Depois almoçamos em um pfzao por 8 reais com os gringos que conhecemos! No final do dia fomos para o hostel, em copacabana. "Hostel solar 4u" que alias é bem mediano, não recomendo, pois o preço para 5 diárias foi 300$. Com certeza devem haver hosteis melhores, por mais que esse fosse bem localizado. Não valeu a pena, pois o lugar tinha bastante pó (sei porque tenho alergia), o cheiro não era agradável, o café da manhã incluso foi bem meia boca e as pessoas nem foram acolhedoras, parecia que não estavamos lá. Como no verão o sol se põe às 20h, conseguimos assistir ao espetáculo que é o Pôr-do-sol na pedra do Arpoador, na praia de Ipanema. É um por do sol em coletivo, ou seja, a pedra fica LOTADA de pessoas, mas é tudo bem sinalizado e zero dificuldades para subi-la. Tem escadinha e tudo. Vale muito a pena. Depois ficamos assistindo uma roda de capoeira, porém decidimos ir embora porque já tinha ficado escuro e iamos andando até o posto 4 em copacabana. O que da mais ou menos uns 30 min de caminhada. Dia 7 DdDe manhã, resolvemos pegar um uber e ir até o "Museu do Inconsciente", no engenho velho. Somos muito fãs da Nise da Silveira e foi lindo ver todo o trabalho dela de perto e também os frutos que ela deixou. O museu é vivo, ou seja, os artistas pintam lá dentro e conversam, interagem conosco. É bem incrível e impressionante. Depois almoçamos em uma pensão lá do lado, que o segurança nos indicou por 15 reais e pegamos um ônibus para o centro para depois pegarmos o metrô. Passamos a tarde em Copacabana, que ficava a uns 5 min do hostel a pé. A praia é normal, comparada com as outras praias maravilhosas do rio. Na verdade chega até a ser um pouco suja, tem muitas pombas (o que eu odeio), mas todas as barracas aceitam credito, mesmo que seja mais caro para alugar guarda sol e cadeira. Lá cada cadeira é 10 e o guarda sol é 20. Conseguimos pechincha das cadeiras a 7 reais. Depois jantamos em um PF ótimo que encontramos lá e fomos andar na orla, é muito agradável pois tem muitos vendedores vendendo desde caipirinha até passeios turísticos e ao fundo temos as músicas ao vivo dos quiosques que vão desde samba a rock. Paramos em um quiosque, bebemos duas caipirinhas por 20 reais e depois voltamos para o hostel porque o dia seguinte seria o mais puxado. Dia 8 Acordamos cedo, compramos um cacho de banana, dois litros de água e pegamos o metrô até o jardim oceânico. Nossa próxima parada seria a barra de guaratiba, mais especificamente a pedra do telégrafo. Finalmente pegamos a condução certa, qualquer BRT até o terminal alvorada e depois o ônibus 12 "pingo d`agua" o ponto "ilha de guaratiba" (fica ainda depois da praia do pontal e do recreio). Descemos e eu, como já estava farta de pegar ônibus e demorar para chegar nos lugares, sugeri que fossemos de mototáxi até a entrada da trilha (ficou 30 reais para os dois). Foi uma pequena viagem de uns 25 min bem agradável e nada estressante, mesmo quando chegamos na parte de morro em que o motoqueiro falou para eu segurar nele ou a moto cairia hahaha no final deu tudo certo... Em guaratiba, além das praias selvagens (do perigoso, do meio e outra que eu não lembro agora), temos a pedra do telégrafo e a pedra da tartaruga. A pedra do telégrafo é famosa pelas fotos com ilusões óticas e a da tartaruga é conhecida porque a galera faz rapel lá. A trilha é tranquila e sinalizada até a bifurcação que tem para a esquerda as praias selvagens (3km) e para a direita a pedra do telégrafo (1km). Como queriamos ir primeiro para a pedra, fomos pela direita. Fizemos a escolha infeliz, todavia, de desviar para a próxima bifurcação a direita, que dizia "pedra da tartaruga", pois não queriamos uma trilha engarrafada como estava a do telégrafo. Aí o bagulho ficou sério, a trilha ficou imensa, cansativa, traiçoeira e muito mas muuuuuuuuito longa. Chegamos na pedra da tartaruga quase meio dia, mortos de fome e de cansaço (foi quando descobrimos que deveriamos ter trazido mais comida). Tiramos fotos, ficamos um pouco por lá e resolvemos voltar cerca de 1/3 da trilha para pegar a bifurcação para a praia do meio. Entretanto, a trilha era só de subida, algumas escaladinhas em pedras e eu simplesmente não aguentava mais, estava entrando em fadiga muscular, sol a pino no rosto, perdendo eletrólitos desde o começo da trilha... Conversamos com uns trilheiros que estavam voltando e eles disseram que ainda tinha cerca de 30 min de SUBIDA para chegar na praia do meio, para depois pegarmos outra trilha para ir pra pedra do telégrafo. Não aguentei e nem o meu amigo, resolvemos ativar o modo retirada e voltamos a trilha toooooooooooooda, exaustos. Finalmente chegamos na entrada da trilha, depois de quase 2h de subidas frenéticas, e ai descemos o morro e voltamos de ônibus até o BRT. O nosso erro foi não ter levado mais frutas, gatorade, barrinha de cereal etc e também não ter conversado com os nativos para entender como funcionavam as trilhas. Lá não tem nenhum mapa ou coisa do tipo e depois que você entrou na trilha, basicamente está por conta de deus, pois dificilmente há uma alma viva também. Fizemos o trajeto que geralmente as pessoas fazem para voltar, que é passar por todas as praias e depois pela pedra da tartaruga. Aí a galera vai pela trilha do telégrafo que é mais tranquila. Enfim, aceitamos o ocorrido e voltamos satisfeitos por ter aguentado e visto as praias de cima, lá na pedra da tartaruga. Depois desse dia desistimos de ir para a pedra da gávea, achamos melhor voltar em outro momento com a grana para alugar um guia (+/- 200/pessoa) e ir pela P4. E eu, sinceramente, não queria encarar a carrasqueira com a minha musculatura cansada de final de viagem. Dia 9 Acordamos tarde, almoçamos lá para as 15h no mesmo lugar de sempre e depois ficamos de boa, passeamos na orla e compramos algumas coisas. Nosso ônibus saiu as 23h da rodoviária novo rio.
  4. Mochileiros, boa tarde Estou planejando um mochilão pelo Leste Europeu, para as seguintes cidades BERLIM VARSÓVIA CRACÓVIA BUDAPESTE VIENA E estou tendo dificuldades em achar empresas que façam transporte entre elas, principalmente entre Budapeste e Cracóvia. Alguém que já tenha se aventurado por esses lados, pode me indicar uma empresa? Como o roteiro não está fechado, tenho apenas um esboço dele, dicas de alteração para facilitar o transporte são bem-vindas também. Um salve a todos
  5. Vou em Nov/19 com minha esposa e estou com muitas incertezas sobre visitar Sukhothai. 1. Dá mesmo para pegar ônibus em Bangkok na hora do embarque mesmo para ir para Sukhothai? Em qual rodoviária e qual companhia vocês indicam? 2. Tem em Sukhothai a cidade antiga e a nova. Devo me hospedar na nova, certo? Acho pouca informação sobre sukhotai (talvez por isto que queiramos tanto ir para lá ) obrigado!
  6. Olá, pessoal, saio neste sábado, 13 de julho de Niterói, Rio de Janeiro, em direção a Santiago no Chile de mochilão. Quero descer até Montevideo, visitar Buenos Aires novamente, Mendoza, e seguir até Santiago. Queria chegar em Santiago até dia 22 de julho. Gostaria de dicas diversas, sobre o caminho a percorrer, segurança, banhos, tempo, também aceito ofertas para couchsurfing... Ah, preciso de seguro viagem pra cada lugar?
  7. Boa noite!😀 Alguém sabe se a rodoviária de La Paz tem algum site onde eu possa cotar valores (das empresas) de ônibus? Pretendo fazer o deslocamento de La Paz - Uyuni (dia 07 de julho/domingo). Alguém já fez este trajeto? Quanto tempo? (vi que será em torno de 10 horas). Indicam alguma empresa de bus? Obrigada!!
  8. Olá Pessoal, tudo bem? Gostaríamos de sugerir a vocês o aplicativo WikiRota para auxiliar no planejamento da viagem. O que oferecemos: - Pedágios que estão no seu percurso, com a posição real no mapa - Distância a ser percorrida - Tempo da sua viagem - Possibilidade de calcular a viagem de ida e volta - Valor total da sua rota - Calcular a rota com até 21 destinos- Calcular a rota com até 21 destinos - Alterar a rota no próprio mapa - Incluir Custo Adicional no total calculado. O WikiRota está disponível para iOS e Android. Ah, temos também o nosso site que faz os mesmos cálculos que o app: https://www.wikirota.com Abs, Equipe WikiRota
  9. Olá!!! Alguém pode me ajudar em relação a locomoção de SPA a Calama. Pretendo fazer este trajeto de ônibus, mas estou em dúvida quanto tempo leva este deslocamento. Alguém sabe? Obrigada!!
  10. Olá pessoal. Acabei de voltar de um mochilão no nordeste, de ônibus e sozinha. Como há poucas informações sobre transportes e rolês sem sem agência, vou me ater às informações técnicas. Além disso, como ninguém fala sobre as vilas, falarei um pouco delas. Infos gerais _Data: 27/11/2018 a 28/12/2018 (32 dias e 31 noites) _Início: Salvador - BA _Fim: Natal - RN _Gastos com hospedagem (hostels, pousadinhas baratas ou airbnb): R$1624 (em média 52,5/noite) _Gastos com transporte intermunicipal: R$478 _Gastos gerais (sem passeios): R$1507 (em média 47/dia) Comentários gerais _Foi super tranquilo chegar nos lugares e fazer passeios por conta, embora as informações te direcionem pro contrário. _Só tive que pegar uma lotação entre Itanhi e Pontal (caminho para Mangue Seco). O resto tudo de ônibus ou van. _Alagoas foi o melhor lugar para viajar, pois eles possuem sistema de transporte complementar (vans) regulamentado. Os horários podem ser verificados no site: http://www.arsal.al.gov.br/servicos/transporte/quadro-de-horarios _Não peguei carona (só de barco em Mangue Seco). _Em relação a abusos, sofri apenas 1 explícito, em Mangue Seco. Tive mais 2 casos em que tive que ficar alerta, em Maragogi e em Tambaba. Explicarei depois. Dicas gerais _Se for pegar lotação (carros que param no meio da estrada para oferecer transporte/uber/carona): anote/fotografe a placa, na frente do motorista. Mande para alguém ou pelo menos finja que está combinando de encontrar alguém. Não passei nenhum perrengue em relação a isso, mas melhor se prevenir! _Se for viajar sozinho e não quiser gastar muito com comida: carregue uns 2 tapewares médios. Os PFs são muito grandes, e as vezes caros, então eu sempre pedia, comia um pouco e guardava o resto para os outros dias. Ou também quando fazia comida no hostel, fazia a mais e guardava pra depois. _Se sofrer algum tipo de assédio, fale que sua família está esperando logo ali. Não deixe claro que está sozinha. _Preferi usar calças e camisetas largas e confortáveis nos trajetos, tanto para não chamar a atenção, quanto para não grudar a perna no banco e para não machucar o ombro com a mochila. Linha Verde - BA (Praia do Forte e Imbassaí) _Transporte Salvador - Praia do Forte há ônibus da Linha Verde (LIS) saindo da rodoviária de Salvador, e passando pelo aeroporto. No aeroporto um passa 9h40 (mas não passa sempre) e outro às 13h40. Esses ônibus fazem sentido Sauípe, e param na maioria das entradas das cidades do caminho (mas não entram em todas). Acho que custa uns R$10 (não tenho certeza). há também vans da Linha Branca, que passam toda hora na frente do Shopping Salvador Norte. Custa R$8,40. Demora ~1h até a praia. (Para chegar ao ponto, é necessário pegar um ônibus convencional no aeroporto, por R$3,70, descer na frente do Shopping e atravessar a passarela. Nesse ponto também passam ônibus da LIS, em mais horários). os ônibus e as vans entram na Praia do Forte e param bem pertinho da rua principal. _Transporte Praia do Forte - Imbassaí pegar as mesmas vans ou ônibus que saem de Salvador e passam perto da rua principal de Praia do Forte quase toda hora. A van custa R$3 e demora ~0h30. eles não entram na cidade, param na estrada perto de um ponto de mototáxi, que custa R$5 até a vila. Eu acharia longe para ir a pé de mochila, mas é possível. _Transporte Imbassaí - Sauípe ou Conde (não fui) as vans que saem de Salvador em geral tem destino final em Sauípe, com as quais é possível fazer quase toda a Linha Verde. há apenas um ônibus (LIS) que vai para Itanhi, e passa na estrada de Imbassaí às 12h45. Entra em Sauípe e em Conde (o que peguei não foi até a praia de Conde, apenas até a vila, mas quando pedem ele vai até a praia). No restante das cidades só para na estrada. _Infos Praia do Forte Hostel Praia do Forte (Hi hostel) muito bom, com café ótimo, e dá entrada grátis ao Projeto Tamar. R$72/noite. vilazinha bem charmosa. Rua principal com muitas lojas chiques, mas também tem vida local, e algumas coisas não caras. Na rua ao lado já tem botecos e coisas mais simples. Dá pra passar horas caminhando ou sentando na rua, e super seguro. Há uns condomínios e hotel toscos que impedem o acesso a praia, mas pelo menos não são visualmente ofensivos. é possível fazer todas as praias a pé. para ir ao castelo, compensa alugar uma bike na vila (R$5/ 30 min). Tem ciclovia em todo o trajeto. _Infos Imbassaí Eco Hostel Imbassaí é legal, mas achei longe da cidade. Tem que passar por estrada de terra escura, com cobras e sapos, e por uma estrada meio erma, cheia de muros. Não dá pra ficar indo e voltando da cidade toda hora. Mas é perto de uma prainha do rio bem gostosinha. R$50/noite. vilazinha meio capenga de dia. A noite tem um pouco mais de vida na pracinha e na orla, mas não foi minha vila favorita. não gostei da praia, pois mar é bravo, não tem sombra e precisa ficar em bares. Mas orla do rio é bem bonita. restaurante Zôião, na beira do rio, é mara. Mangue Seco - BA e Pontal - SE _Transporte Imbassaí - Mangue Seco Imbassaí - Itanhi: ônibus LIS passa na estrada de Imbassaí às 12h45. Custa R$28,30. Demora 3h30. Itanhi - Indiaroba: van Coobase passa na estrada de Itanhi às 16h20. Custa R$5 (não peguei). Indiaroba - Pontal: há algumas vans, mas dizem que não passa aos domingos, e é necessário pegar táxi. (não peguei) quando eu estava na estrada de Itanhi passou uma lotação (carro particular) para Indiaroba por R$5. Peguei e comentei que estava indo para Pontal, e ele acabou me levando até lá por R$30. Demorou uns 0h30. Pontal - Mangue seco: há infinitos tipos e valores de barco. Aparentemente tem um de linha que custa uns R$15, mas não sei os horários. Sempre vão tentar te vender as lanchas caras (até R$130). Maaas tem várias famílias que fazem o trajeto todo dia (para trabalhar nos restaurantes) e dão carona de canoa R$0. _Transporte Mangue Seco - Aracaju Opção 1 - Mangue Seco - Pontal - Aracaju: há vans da Cooperbase que saem de Pontal e vão direto para Aracaju, pelo litoral, entrando em todas as cidades. Passam na Igreja de Pontal às 13h25 (parece que tem um às 5h30. e parece que as voltas de Aju - Pontal são às 9h e 17h. não tenho certeza!). Custa R$17. Tem opções para as 2 rodoviárias de Aju. Opção 2 - Mangue Seco - Ponta do Saco - Aracaju: é possível pegar a mesma van saindo da Ponta do Saco (deve passar umas 14h). Mas de Mangue para Pontal é necessário pegar lancha particular, e deve ser caro. Pelo que vi no caminho, não tem nada de interessante em Ponta do Saco, então acho que não vale a pena. (não fui) Opção 3 - Mangue Seco - Coqueirinho - Estância: há uma van para Estância que sai do vilarejo de Coqueirinho às 5h30. Para chegar em coqueirinhos é possível pegar o trator dos trabalhadores, que sai de Mangue no fim da tarde. Aparentemente há uma pousada em Coqueirinhos, mas ninguém soube informar. De Estância devem ter vários horários para Aju. (não fui) Opção 4 - Mangue Seco - Pontal - Estância: há vans da Cooperbase saindo de Pontal em alguns horários pela manhã. O último é 12h30. De Estância devem ter vários horários para Aju. (não fui) _Infos Pontal só tem a Pousada do Givaldo. Estava bem largada, e ele me cobrou R$60 sem café. Ele vai te dizer que só tem ônibus para Aracaju as 5h (pois assim vc terá que passar a noite lá), mas não é verdade! cheguei a noite em Pontal e não quis arriscar achar um barco para Mangue Seco, acabei pernoitando na cidade, mas se tiver como atravessar, não compensa ficar lá. vila é simplizinha e tem seu charme. Se resume em uma rua com vista linda para o rio e Mangue Seco, uma mercearia e uma igreja; e outra rua de casas. Pouca gente na rua. Na 'ponte' (cais) tem uns botecos e restaurantes, mas em geral só homens. Não tem caixa eletrônico. _Infos Mangue Seco Pousada Chão de Areia, na frente do rio, moças fofíssimas, super limpa, café ótimo. R$70/noite. vila muito charmosa, bem simples, com chão de areia e calçadão na frente do rio com golfinhos. eles vão tentar te vender passeio de buggy, mas é super tranquilo atravessar as dunas a pé. Com chapéu e protetor, claro. as infos dizem que não vale a pena pernoitar lá, mas eu adorei, e tem várias pousadinhas e hostel (estava fechado quando fui). Os restaurantes não são baratos, mas tem algumas opções de tapioca e pastel. Não tem caixa eletrônico e não vendem frutas no mercado. CUIDADO COM ASSÉDIO: fui bater perna pro lado do mangue, segui uma estradinha depois do Hotel Village Mangue Seco, com umas casinhas autoconstruídas, depois não tinha mais nada (era a estrada pra onde ficavam os quiosques antigamente). Quando percebi, um moleque que morava numa das casas (+-15 anos) começou a me seguir e a dizer coisas, eu não dei bola, e ele começou a gritar e se masturbar. Voltei rápido e falei que meus pais estavam me esperando. Aracaju - SE _Infos Aracaju: Aju Hostel (Hi hostel) muito bom, café sucessudo, quartos confortáveis e piscina. Perto da orla de atalaia e do terminal de ônibus. R$55/noite. Hóspedes do hostel tem acesso gratuito ao Projeto Tamar. possível fazer tudo de ônibus, tem bastante infos pelo App Moovit. tem um 'ônibus do forró' que sai às sextas (acho que 14h) da frente do Projeto Tamar, e faz o roteiro turístico, com paradas, e por R$0. Volta para o ponto de saída. (não peguei) tem 2 rodoviárias, uma no centro (antiga) e outra já na saída (nova). Em geral a nova tem mais opções para quem quer ir para São Cristóvão, Laranjeiras, e outros. (não fui) Penedo - AL e Piaçabuçu - SE (foz do Rio São Francisco) _Transporte Aracaju - Penedo: Opção 1 - Aracaju - Neópolis - Penedo: tem vans da Coopertalse para Neópolis saindo da Rodoviária Nova quase de hora em hora. Custa R$19, demora 3h. A van para no cais de onde saem barcos para Penedo R$3,5, demora 0h30. Ps: Se estiver com horário apertado e for de ônibus para a rodoviária, pode parar no ponto logo antes da rodo (fica do outro lado da pista, antes de ele fazer o retorno), pois a van passa lá também. Opção 2 - Aracaju - Penedo: tem ônibus da Águia Branca às 14h50, saindo da Rod. Nova. Não sei quanto custa e demora bem mais. _Transporte Penedo - Piaçabuçu: saem muitas vans ('transporte complementar') para Piaçabuçu. Em geral entram nas vilazinhas do caminho, bem simpáticas. Em Penedo as vans saem da rodoviária, mas param em alguns pontos do centro e da via principal (acho que Av. Getúlio Vargas).Custa R$4, demora 1h. _Transporte Penedo - Maceió: vans saem quase de hora em hora da rodoviária, entre 5h e 16h15. É possível pega-la de outros pontos da cidade, mas pode não conseguir ir sentado. O trajeto é pelo litoral, mas entra apenas em Piaçabuçu. Custa R$30, demora 3h30. _Transporte Penedo - Piranhas: meu plano inicial era ir margeando o rio São Francisco, mas não tem caminho direto. Teria que pegar uma van de Penedo para Arapiraca (tem muitos horários), e de lá outra para Piranhas. Como não tinha certeza dos horários de Arapiraca para Piranhas, preferi não arriscar, e fui via Maceió (com passadinha em Maragogi). _Infos Penedo Pousada do Lucena foi a mais barata que encontrei. É ainda no centro histórico, mas achei longinho dos principais pontos (pois a rua era meio vazia), então não dava pra ficar indo e voltando toda hora. A pousada é bem simples, não muito limpa, mas o cara é muito simpático e muito disposto a ajudar, fazendo várias comidas no café, disponibilizando frutas, sucos e pães ao longo do dia. Também usei a cozinha, como se estivesse num hostel, ele me deu inclusive ingredientes para usar. R$50/noite. a parte histórica é muito bem conservada, mas meio vazia durante o dia, e a prainha bem agitada. A noite fica bastante gente nas praças. Tem opções baratas de comida (R$12/kg). Depois do centro histórico a cidade é grande e normal. Não me empolguei de ficar lá. _Infos Piaçabuçu embora as fontes turísticas digam que não há hospedagem na cidade, eu vi uma na beira do rio, Pousada Santiago, mas não sei quanto custa. a orla é bonitinha, com restaurantes e botecos. Mas fora isso a cidade não tem nenhum charme, e não tive vontade de passar nenhum tempo lá. Não tinha nenhum movimento turístico na segunda-feira. Ruas asfaltadas, cheias e sem sombra. o passeio para a Foz custa entre R$70 e R$100. Eu não ia fazer, e nesse dia também não vi nenhum barco saindo. é possível pegar barco local até Brejo Grande - SE. O caminho é bem bonito (mas não tem nada de dunas, nada a vez com o passeio da Foz), e para em 3 cais, 2 deles bem bucólicos, e outro num restaurante, mas com uma micro prainha sombreada. O barco sai se tiver no mínimo 2 passageiros. Custa R$5 cada perna. Maragogi - AL _Transporte Maceió - Maragogi Opção 1 - Maceió - Maragogi: há vans saindo da rodoviária de Maceió às 5h30, 7h40, 11h20, 13h25, 16h30, 18h20. Custa R$22 e demora 3h30. Essa van vai pelo litoral só até certo ponto, e de lá sobe para Porto Calvo. Para a volta há vans saindo de Maragogi às 4h50, 5h50, 9h20, 12h, 14h40, 17h. Opção 2 - Maceió - Porto Calvo - Maragogi: há vans toda hora de Maceió para Porto Calvo e de lá para Maragogi. Custaria R$17 + R$7, mas se conversar eles fazem R$22 e te embarcam em Porto Calvo já na próxima van para Maragogi. Custa R$24 e demora 3h30. _Infos Maragogi Hostel da Praia bem simples, mas muito barato, pessoal muitíssimo simpático, café bom e à beira mar. R$35/noite. a vila é meio bagunçada fora da orla, e não tem charme, mas é super tranquilo caminhar por lá, tem comércios baratos, feiras, etc. Na orla estão todas as pousadas, lojas, restaurantes turísticos, mas também tem coisas bem baratas (self service por R$12). falam que não é possível ir da cidade para Antunes a pé, mas achei super viável. Demorou um pouco, mas o caminho é lindo. Necessário estar com maré baixa, pois tem uns pontos que não tem passagem, e tem um rio no caminho. tem várias vans saindo do centro que vão para as praias (Antunes, Xaréu...), custa R$3 e passa sempre. CUIDADO COM ASSEDIO, meninas: estava indo pra estrada, pela saída de Xaréu, pegar a van, não tinha mais ninguém por perto. Um cara de bike tinha acabado de passar de bike, e quando me viu sozinha, começou a voltar. Por sorte a van surgiu e ele 'desvoltou'. Então acho melhor pegar a van saindo de Antunes, que é mais movimentado, e não a noite. Piranhas - AL e Canindé - SE (Cânions do Xingó) _Transporte Maceió - Piranhas as informações dizem que há vans da rodoviária de Maceió para Piranhas às 11h30 e 12h40. Achei estranho, e no dia que fui (sábado) disseram que só tem o horário das 12h, e que de domingo não tem. É necessário, portanto, ligar para o Ricardo para combinar (82) 99986-6262. Custa R$49 e demora 5h30. Ela sai com destino 'Xingó'. em Piranhas a van deixa na porta do lugar em que você for ficar!!!! a van vai até Canindé - SE também, de onde saem os passeios para os Cânions. é possível também pegar a van para Delmiro Gouveia, descer no posto da entrada de Piranhas, e de lá pegar outra van ou mototaxi. _Transporte Aracaju - Canindé tem vans da Coopertalse de Aju para Canindé, mas não sei quanto custa e se vai para Piranhas também. _Transporte Piranhas - Recife Piranhas - Delmiro Gouveia: van sai de hora em hora, a partir das 6h até as 17h. Custa R$10 e demora 1h30. A van sai da rodoviária umas 6h30, mas ela passa de porta em porta buscando antes, necessário ligar para agendar (não tenho o número, pedir na hospedagem). Tem que pedir para entrar na rodoviária de Delmiro, que é bem na entrada da cidade. Delmiro Couveia - Recife: tem ônibus da viação Progresso às 7h50, 22h e 22h30 (leito). Custa R$99 e demora 7h. Esses ônibus saem de Paulo Afonso 1h antes, mas é mais longe de Piranhas. Eu fui de manhã, achando que a estrada seria mara, toda cheio de sertão, mas na verdade não tinha nada demais, então acho que compensa ir no da madrugada. _Infos Piranhas o hostel que vi era meio longe do centro, e bem caro (R$105/noite). preferi ficar num Airbnb (Aconchego Ramon e Alê), melhor lugar! Também longe do centro, mas perto dos mirantes, com quintal fofo, pessoas fofas, que estavam de férias e me levaram pros passeios, me mostraram coisas (pois além dos passeios turisticos, é bem dificil arranjar coisa pra fazer, necessário tem pessoas locais junto). R$65/noite, sem café. o centro histórico é muito bonito, mas não tem movimento nem serviço nenhum durante o dia, porque todo mundo sai para passeio. A prainha do centro é bem cheia de locais no fim de semana, e tem alguns restaurantes. não dá pra chegar na cidade histórica a pé (eu adoro andar a pé, mas é uma estrada sem acostamento e sem calçada). Então é necessário pegar mototáxi R$4. Tem sempre e dá pra chamar também. só tem caixa eletrônico na parte alta, e da caixa econômica. _Infos Canindé/ Cânions os passeios para os cânions saem de Canindé. Tem um que sai do Karranca's (R$110) e outro mais barato (R$90), mas este sai da praia da Dulce, e o táxi ia cobrar R$80 até lá. Para o Karrankas também é necessário pegar mototaxi, mas não sei quanto dá pois fui de carona. dei uma volta por Canindé (de carro com o pessoal da casa), mas não tinha nenhum charme. Tem serviços (bancos, lotéricas, etc), prainhas e botecos. vale tbm passar pelo mirante da hidrelétrica. possível também fazer visitas guiadas. um morador disse que é possível ir até a beira dos cânions de carro, mas não tenho certeza. João Pessoa e Conde/Jacumã - PB (Praias de Tambaba e Coqueiro) _Jacumã é um distrito do município de Conde. É onde ficam as praias. A sede de Conde não é no litoral. _Transporte Recife - Jacumã Recife-Conde: necessário pegar e pagar o ônibus até João Pessoa, que sai sempre, e custa R$44 e demora 2h30. Conde-Jacumã: dá para pedir para descer na entrada de Conde, mas é no meio da rodovia, e de lá entrar na outra estrada e pegar um ônibus (que sai de JP e vai para Jacumã). Os onibus de JP-Jacumã passam de hora em hora, já era noite, e preferi não arriscar, então dei uma passada em JP. Durante o dia ou acompanhado acho que é tranquilo. _Transporte João Pessoa - Jacumã tem um ônibus metropolitano 5301 que sai de trás da rodoviária de JP. Ele também passa pela lagoa e pela praça Evandro Neiva. Custa R$7,50 e dura 1h30. Desce no centro de Jacumã (perto da Praia do Amor). tem também um ônibus que sai do shopping Mangabeira. Este vai pela orla, mas eu só soube depois, e não peguei. para voltar para JP, no ponto do ônibus de Jacumã tem umas lotações, mas preferi não pegar. _Infos Jacumã/Tambaba Hostel Ruanda's bem simples, mas simpático e barato (pois todo o resto que vi era bem caro). Donos muito simpáticos. Achei longinho do centro, pois a rua é escura e deserta, mas é perto do maceiózinho. R$40/noite, sem café. Tem um tal de Pousada do Inglês, que é hostel, perto da praia do amor, mas não sei como é. o centrinho da cidade é fofo, mas o resto se resume a uma rodovia com pouco iluminada e meio erma. a praia do amor fica no centro, tem também uma prainha fofa com um maceiózinho, perto da cidade. O resto é tudo longe e necessário pegar mototáxi. é possível ir para Tambaba a pé, é bem longe e quente, mas o caminho é lindo. No dia que fui não tinha ninguém no caminho. Chegando na beira de tambaba parece que não tem saída, mas é só achar uma entradinha para uma micro trilha! voltei de Tambaba de mototáxi. O ideal é combinar antes, pois lá não tem sinal e eles não fazem ponto lá, mas consegui achar um. Cobram R$12. é possível ir e voltar de Tambaba também com um ônibus que vai as 6h e volta as 17h. CUIDADO COM ASSEDIO, meninas: em Tambaba, na praia de nudismo, a galera é bem tranquila, mas tem um funcionário do restaurante que ficou me cercando, me espiando e forçando para falar comigo. Me deu bebida, mas não convém aceitar, e fui embora antes de esvaziar e escurecer. _Infos João Pessoa fiquei aleatoreamente no Hostel Parahyba, numa casa muito linda, no Bessa. É perto da praia, mas muito ruim de serviços a noite (as 20h só consegui uma barraquinha de cachorro quente). Tem a praça do caju, com feira, mas não consegui chegar lá. Ruas desertas residenciais. R$40/noite. o ônibus 513 (e acho que o 510 também) é a alegria dos viajantes. Passa pelo Bessa e por Manaíra (onde ficam os hostels), pela parte turística (tambau, mercados), pela lagoa, pelo centro e pela rodoviária! Custa R$3,55. tentei descer do ônibus na lagoa e visitar o centro histórico de mochilão, mas as coisas são longe e tumultuadas, não consegui chegar. Tibau do Sul/Pipa - RN _Pipa é um distrito do município de Tibau do Sul. _Transporte João Pessoa - Pipa JP - Goianinha: necessário pegar e pagar ônibus da Viação Progresso para Natal. Custa R$35 e demora 2h até Goianinha. Outras empresas fazem também. São poucos horários. Goianinha - Pipa: descer em Goianinha, no meio da estrada. De lá, andar um tanto até a igreja (tem que ir pedindo informações sobre a van). Pegar a van para Pipa. Custa R$4,50 e demora 0h40. _Transporte Pipa - Natal Opção 1: Transfer Pipa - PontaNegra/Aeroporto: normalmente custa R$70, mas peguei promoção por R$35. Necessário agendar. São poucos horários (8h, 12h,18h e 22h). Demorou 2h30 até Ponta Negra e 3h30 até aeroporto. Pega na porta da hospedagem e deixa na porta da hospedagem ou do aeroporto. Pra quem não conhece Natal e vai pro aeroporto, a van é legal pois passa por toda a Ponta Negra, pelas dunas e por toda a orla! Opção 2: Pipa - Rodoviária de Natal: Tem alguns horários de vans de Pipa para a rodoviária de Natal, mas de lá tem que pegar outros ônibus para ir pra Ponta Negra ou para o Aeroporto. Deve custar uns R$15, não tenho certeza. Opção 3: Pipa - Goianinha - Natal: tem vans toda hora para Goianinha. Lá tem que andar até a estrada e pegar algum ônibus que esteja indo para Natal, ou alguma lotação. (não peguei) _Infos Pipa, Sibaúma e Tibau Hostel do Céu, muito bom, café maravilhoso, perto de tudo, piscina e lindo jardim. R$45/noite. a vila de Pipa é bem simpática, mas bem turística. Muitos comércios, vários preços de restaurantes (self service por R$16). Da pra ficar sassaricando com celular na mão, sem medo. aluguei uma bike (R$40) e fui para Sibaúma. Lá tem um rio, mas pouco charme nas construções, mas o caminho é lindo, dá pra ir pela praia (na maré baixa) e voltar pelas falésias. aconselho ir ao Santuário Ecológico. Ninguém fala dele, mas são trilhas muito bem cuidadas, com vistas maravilhosas para as praias e golfinhos, bem tranquilo, sem muvuca. Entrada custa R$15. Dá pra ir a pé ou de van (R$3). o parapente é maravilhoso, passa pelas falésias. É caro (R$200), mas vale a pena. A tenda fica perto do mirante de Cacimbinhas. vale a pena pegar van (R$3) para ir para Tibau. Vilazinha charmosinha e bem calma, com praia calma, sombra e piscinas naturais (à direita), rio e bares à esquerda, com por do sol maravilhoso. peguei uma balsa da praia do giz para o outro lado (dunas e caminho para Natal), mas não tinha nada, só vale pelo micro passeio no rio (R$8 cada trecho). Foi isso. Boas viagens.
  11. Segue o curto roteiro saindo de Porto Alegre e passando por pontos no Uruguai e Argentina. No final tem o valor gasto com cada passagem. Vamos lá... chegou o grande dia, na verdade nem acredito ser tão grande assim, mas mudanças, troca de hábitos ou qualquer atividade que permita sairmos da rotina é sempre bom, pois é mais uma oportunidade de aprendermos com nossos semelhantes. A possibilidade de desfrutar um período mais longo fora do dia a dia de trabalho surgiu no início de Dezembro, mas como um bom procrastinador que sou comecei a arrumar as malas somente no final da tarde, algumas horas antes de pegar o primeiro de muitos ônibus que iriam definir essa aventura. Então, 8 horas da noite eu estava entretido com opções de malas e acessórios para registrar cada momento da viagem, mas é claro, bem devagar, pois afinal de contas eu estava oficialmente de férias. Tudo que tínhamos até o momento era uma passagem de Porto Alegre até o lado brasileiro do Chui saindo as 23:30 do dia 1 de março, e já no início surge a primeira confusão, antes mesmo de iniciarmos, pois nos mandaram imprimir as passagens de um lado da rodoviária, quando na verdade era em outro e ai já começa a correria (Bem vindo às férias). Tudo certo, fomos os últimos a embarcar no ônibus, mas ainda tínhamos 3 minutos sobrando. Chegando pela manhã no lado oposto do Oiapoque (Chui - lado brasileiro), aproveitamos que era cedo e fomos em busca de um local para tomar um café. Eu lembrava que havia uma padaria muito boa na frente do centro de informações, local que eu estava acostumado a pedir tudo que é dica antes das minhas aventuras no Uruguai. A padaria devia estar sob nova direção, pois a preço subiu e a qualidade e limpeza estavam no chão. Quanto ao centro de informações estava em reforma, curioso que sou perguntei qual era a previsão para para concluírem, e a resposta não podia ser mais simples: "Quando acabarem as obras", parece que as coisas mudaram, mas como disse antes, mudança sempre é sempre para o bem, pois encontramos um hotel servindo um excelente café da manhã ao público. De barriga cheia, fomos trocar nossos reais por pesos uruguaios e fazer algumas compras para a viagem. Chegando na parada já no lado Uruguaio agora Chuy, já havia um ônibus saindo para nosso próximo destino: "Punta del Diablo". Para nossa surpresa. não fomos chamados para descer na Imigração, que por algum motivo não nos demos conta, mas em algum momento isso iria acontecer... (De acordo com a máxima: a cada ação ou nesse caso a falta dela uma reação). Na rodoviária de Punta del Diablo, pegamos uma lotação até a praia, onde descemos no final da linha e de mochila fomos buscar onde dormir. Conhecemos o Pablo, que não era um Peruano que vivia na Bolívia e sim um Uruguaio que vivia ali mesmo. Ele tinha uns quartos arrumadinhos, bem simples, bem simples mesmo. Agora, providos de um teto, saímos para aproveitar tudo de bom que a natureza de Punta tem para oferecer com sua costa litorânea, dunas, noite, comidas e tudo mais que se pode fazer quando estamos despreocupados com o tempo. Foram quase 4 dias neste ritmo, claro que nem tudo são flores, pois me deu uma dor de barriga no primeiro dia e o resultado foi literalmente catastrófico, se é que vocês me entendem. Na terça-feira dia 5, no início da manhã, pegamos a lotação de volta a rodoviária de Punta de Diablo e a partir dai partimos para Montevidéu no terminal Tres Cruzes, onde compramos uma outra passagem até Colônia del Sacramento. Às 20 horas chegamos na nossa próxima estádia através do AirBnB em um hostel coordenado por Sebastian e sua mãe Roxana. Mal largamos as coisas e saímos para comer uma pizza Uruguaia em um restaurante local, o qual fomos surpreendidos pelo tamanho dos pratos. Na manhã seguinte, após um café delicioso saímos para desbravar todos o cantos da cidade com uma bike alugada na própria casa. Essa cidade pitoresca fundada por Portugal e disputada por quase 100 anos entre espanhóis e lusitanos, provavelmente devido sua privilegiada localização geográfica no "Rio de la Plata" e suas ilhas. Outros pontos em destaque é a famosa "Calle de los Suspiros" construída em cunha de pedra, "Ruinas del Convento de San Francisco" destruído em 1704. "El Faro" de Colônia que começou a construção em 1845 e levou 12 anos para concluir, "Basílica del Santísimo Sacramento", construída em 1699. "Muelle de Colonia" construído em 1866, que foi o antigo porto da cidade e aeroporto, já que chegavam hidroaviões para conectar com outros destinos. Um pouco mais distante também conhecemos a "Plaza de Toros", hoje desmoronado, podia receber até 10.000 espectadores e também a "Capilla de San Benito", e por fim a costa, com destaque a qualidade das areias brancas, água morna e rasas. A tarde já com as passagens à mão caminhamos até a estação de Ferry para imprimir os tickets, aguardamos em uma fila muito grande até a hora de mostrar os passaportes quando veio a pergunta da oficial da imigração que nos remeteu ao passado, lembram, quando disse que iriamos descobrir, pois aqui vai: "Por onde vocês entraram no Uruguai, pois aqui não encontro nada em seus passaportes?". Boa pergunta, pois como podemos sair de um lugar de não entramos, pelo menos é difícil de explicar nos tempos de hoje. Como foi uma longa história de argumentações na sala da imigração, vou encurtar dizendo que o conserto para prosseguir ao próximo passo nos custou 2.778 pesos. Concluído os tramites legais, embarcamos e percorremos o "Rio de la Plata" até "Puerto Madero" em Buenos Aires, caminhamos o suficiente para se arrepender, trocamos o dinheiro que não tínhamos e pagamos a taxa que não precisava para assim pegar um Uber até o "Terminal de Omnibus de Retiro", onde compramos as passagens até Córdoba. Chegamos de manhã muito cedo, e ali mesmo na rodoviária foi feito a reserva pelo Booking para um hostel a 200 metros do terminal "Hostel Mediterranea". Nos acomodamos em um quarto compartilhado para 8 pessoas, que no dia haviam um americano, alguns argentinos e uma russa, o que mostra que esse tipo de acomodação é excelente para quem está em busca de socialização e esse também tinha um chuveiro muito bom, limpo, cozinha completa, bar no local e um amplo espaço com pessoas muito receptivas. No dia seguinte mudamos para um apartamento, um pouco mais afastado, mas com maior comodidade, conforto, privacidade e pelo mesmo preço. É interessante perceber o resultado das nossas escolhas quando estamos abertos ao novo, pois neste caso, Córdoba não estava nos planos e talvez não tivéssemos uma outra oportunidade de conhecer esse local incrível o qual passaríamos os próximos 4 dias. Caminhamos muito por toda a cidade que possui uma lista cultural muito grande, sendo algum dos destaques a "Plaza San Martín", onde tudo começou, la "Iglesia de los Capuchinos" que é simplesmente incrível admirar o estilo Neogótico, o centro cultural "Paseo del Buen Pastor" que funcionou por quase 100 anos como asilo e presídio de mulheres, este lugar tem uma história triste, porém cheia de superações e inspiração, inciada em 1886 por monjas que perceberam a necessidade de recuperar mulheres, após diversos conflitos sociais, hoje neste mesmo espaço se encontra mostras de pintura, escultura, fotografia, espetáculos de danças, shows de artistas, apresentações de teatros e por ai vai. O templo com planta em formato de cruz grega é o único em Córdoba. Dentro da capela havia um senhor com um conhecimento histórico incrível o qual poderíamos passar tranquilamente mais de um dia conversando. O local também possui uma diversidade muito grande de Igrejas, museus, todos como muitas história como o caso do antigo "Palacio Ferreyra" que é um símbolo da "Nueva Córdoba". Importante lembrar também do "Parque Sarmiento", que de tão grande que é, possui inclusive um Zoológico. A noite desta cidade universitária chega a ser uma história a parte, saímos para conhecer o "Ganesha", que funciona como um bar para "happy hours" e jantares até a 1 da manhã e depois as mesas são recolhidas e o mesmo lugar é transformado em uma balada, o lugar fica lotado logo, se não for cedo melhor fazer reserva. Como havia dito esse é apenas uma das diversas opções, pois ao redor do "Paseo de las Artes" na rua Belgrano existe uma infinidade de opções. Veja o mapa com toda a lista. Antes de se despedir para o próximo ponto, alguns fatos curiosos desta cidade é a quantidade de sorveterias "Grido", que não seria exagero dizer que tem uma a cada esquina, e tem um sorvete bom e barato, por exemplo a casquinha com três bolas sai 65 pesos. Outro fato interessante é saber que o mesmo local onde tem gente vivendo limpando para-brisas de carros na sinaleiras também tem restaurantes com mesas na rua onde as pessoas pagam as contas deixando o dinheiro na mesa o qual é recolhido pelo garçon somente quando for atender o próximo cliente nesta mesa para fazer o pedido. Saímos de Córdoba pela empresa Chevalli por volta das 19:30 e chegamos em Mendoza às 6 da manhã seguinte o qual aguardamos a única cafeteria da rodoviária abrir, aproveitamos o tempo para uma leitura até as 9 e fomos para nossa próxima hospedagem. Pegamos uns folhetos e partimos para nossas próximas visitas turísticas: "Acuario Municipal", "Plaza Pedro de Castillos" e o "Museo del Área Fundacional" sendo esse último local, o que contém uma explicação cronológica de Mendoza desde a fundação em 1561 por Pedro Castillo, sua destruição em 1861 por um terremoto até os dias de hoje. Ao fim da tarde fomos comprar os ingredientes para o primeiro assado em parilla na Argentina. Nosso anfitrião Max, fez questão de nos acompanhar e sugerir 1kg de "Tapa de asado" e mais cebola e batatas para acompanhamento, além de uma boa cerveja. É impressionante que apesar da terrível situação econômica com a inflação nas alturas, é possível fazer um churrasco de boa qualidade para duas pessoas por R$ 60,00. No dia seguintes saímos para um "City Tour" com conexão a vinícolas. A escolhida foi "Hacienda del Plata" uma vinícola familiar onde cada garrafa recebe o nome de um dos responsáveis do resultado da vinícola. Por 250 pesos conhecemos um pouco da história de 4 gerações através de muita hospitalidade, onde ainda conservavam a casa de um pouco mais de 100 anos, conhecemos vinhedo de uva Malbec 15 hectares, provamos a uva, visitamos a área de processamento do vinho, com generosas doses de degustação. Continuamos nosso trajeto pelos 21 pontos, com uma parada na rua "Aristides Villanueva" para almoçar, foi difícil escolher uma diante tantas opções em uma única rua. Continuando o City Tour, é claro que as paradas dependem de gosto e tempo, mas eu diria que o "Cerro Gloria" vale a experiência. Terminamos o tour no final da tarde o qual o cansaço era tão grande que nossa única preocupação era comprar algo para o café, pois amanhã nosso próximo destino nos espera. Saímos cedo para pegar o primeiro ônibus para "San Rafael", para aproximadamente 3.5 horas de viagem. Como estávamos sem internet na noite anterior, não conseguimos avisar nosso anfitrião, logo chegamos e batemos com a cara na porta. Nossas opções eram falar com os vizinhos e tentar contactar o anfitrião, primeira casa nada, a segunda não conseguimos muito além de assustar o bebê e uma ligação que não completava. Como ainda não estávamos desesperados de fome e o local parecia seguro, resolvemos aguardar, mas menos de cinco minutos depois, a vizinha do bebê vem nos dizer que conseguiu o contato e ele estava chegando. Nosso anfitrião Gonzalo, chegou e já ofereceu uma carona até o mercado para nos prepararmos para o próximo assado. Comemos na companhia dos cachorros da casa, um coelho e o irmão mais novo, lavamos roupa, tomamos banho e saímos para conhecer a famosa avenida "Hipólito Yrigoyen". A rua possui alguns bares e sorveterias pelo lado Oeste da "Av. San Martin", ou lado direito caso sua referência de meridianos seja tão boa quanto a minha, ao lado esquerdo (Leste) já é avenida Mitre, onde ficam os estabelecimentos comerciais. Veja no mapa: Além de um parque gostoso de ficar, o recém construído "Parque Hipólito Yrigoyen", também tem umas lojas de vinho, bares um centro de informações bem estruturado o qual recebemos diversas informações, incluído sobre nosso passeio no dia seguinte. No dia seguinte antes da 7 da manhã já estávamos esperando o primeiro ônibus para "Valle Grande" que custou 436 pesos para duas pessoas, que era o lugar mais apropriado para visitar devido a infra-estrutura. Exploramos do Dique ao deserto, que aliás, diria para repensar sobre o conceito deserto, pois o mesmo pode oferecer experiências incríveis, foram muitas trocas de cenários (incluindo um submarino) e cada passo uma nova foto, lembrando que foram mais de 20.000 passos ~14km percorridos. Um aviso é para quem for em baixa temporada, levar o que comer, pois quase todos o local comerciais da suposta infraestrutura estavam fechados e os abertos não aceitavam cartão. Chegamos aproximadamente às 16 horas onde fomos almoçar e comprar os ingredientes para uma massa especial. E aqui uma outra dica para quem não costuma ler todas a regras da casa pelo aplicativo, é de perguntar para o anfitrião o que pode ou não pode fazer, pois descobrimos da pior forma que não podíamos utilizar a cozinha, logo guardamos os ingredientes e fomos comer fora. No final, tudo dá certo, pois encontramos o mesmo restaurante que comemos na capital Mendoza, o "Zitto", a franquia mantém o mesmo padrão de atendimento que preza a excelência e qualidade comprovados através do "Lomo" e uma "Salada de camarão". No dia seguinte estávamos pronto para pegar o primeiro ônibus, mas não havia mais vaga, logo aproveitamos o tempo para atualizar a leitura e pegar o próximo às 9 horas. Para experienciar todo o tipo de hospedagem, passamos a noite em um hotel com café da manhã e na manhã seguinte deixamos as coisa no hotel a aproveitamos a manhã de domingo para conhecer um pouco mais da maravilhosa Mendoza, desde um trecho da missa, apresentação de Jazz na rua enquanto acontecia a meia maratona, Memorial da Bandeira e por ai vai. Pronto para embarcar de volta para casa, serão dois dias de viagem pela frente, parece muito? Nahh, estou pronto para a próxima viagem. 🌎 E aqui segue os valores das passagens para duas pessoas para cada um dos destino que totalizaram R$ 2837 1 Saída Porto Alegre para o Chui (R$ 344,20) 2 ~ 4 Chuí Uruguai para Punta del Diablo (R$ 26,00) 5 ~ 6 De Punta del Diablo para Montevideo (R$ 167,00) Montevideo para Colônia del Sacramento (R$ 98,00) 7 ~ 10 Colônia del Sacramento para Buenos Aires (R$ 373,00) Buenos Aires para Córdova (R$ 216,00) 11 ~13 Córdova para Mendoza (R$ 228,00) 14 ~15 Mendoza para San Rafael (R$ 49,00) 16 San Rafael para Mendoza (R$ 49,00) Mendoza para Buenos Aires (R$ 332) 17 ~18 Retorno Buenos Aires para Porto Alegre (R$ 955,00) Na cotação do dia 2 de Abril de 2019 sendo: 1 Peso Uruguaio vale 0,12 Real Brasileiro 1 Peso Argentino vale 0,090 Real brasileiro
  12. Bom dia. Estou juntando um pequeno grupo de amigos para fazer uma viagem até os EUA. Só que de ônibus. Iremos comprar um ônibus e ir dirigindo até os EUA, porém, encontramos apenas um problema: a travessia para o Panamá. Alguém saberia nos ajudar? Vimos na internet que quem faz essa viagem deixa o carro em uma balsa e segue de avião até pegar o carro de novo, mas como vamos de ônibus, não sabemos se a balsa suporta tal veículo. E se suportar, gostaríamos também de saber qual empresas fazem esse tipo de serviço, para entrarmos em contato via email. Obrigado desde já.
  13. vou fazer o seguinte cronograma por terra: Munique - Viena - Budapeste - Praga - Pilsen - Munique Estou no empasse entre comprar FlixBus ou Regiojet, sei que flixbus é super simples de comprar online, mas RegioJet não conheço nada a respeito. Quais as melhores opções de viagem que vcs recomendam?
  14. oi galera, estou planejando uma viajem de ônibus, a principio o 1 país seria o Chile, pois pela internet só achei Chile p comprar passagem, porém queria muito ir para o Peru como primeiro país!vendo alguns videos sei que existe uma companhia de ônibus chamada ormenõ que sai de SP no terminal do tiete, porém não tem passagem online para comprar! Algum de vocês já fizeram viajem por terra de SP ao Peru?
  15. Boa Noite gente! To planejando uma viagem de +/- 20 dias e gostaria de saber se para mudar de país eu precisaria comprar os bilhetes de onibus/trem com antecedencia que nem as passagens aéreas. Pretendo ir para Alemanha -> Holanda -> França -> Londres -> Alemanha Desde já obrigado!!
  16. Boa tarde, Por gentileza, poderia nos ajudar com informações ou nos indicar forma de obter tais respostas? Pretendemos cruzar a fronteira da Argentina (El Soberbio) ao Brasil (Porto Soberbo) utilizando a balsa, mas como pedestres (sem veículo). Gostaríamos de saber se há opção de transporte público para sair de Porto Soberbo e qual seriam os destinos possíveis. Se souber nome de empresa, horário, qualquer informação nos ajudará. Ou ainda se há alguma opção de hospedagem no local, caso não tenhamos como sair de lá no mesmo dia. Muito obrigada!
  17. Olá gente! Farei um mochilão no Reino Unido. E a rota será pegar um ônibus de Liverpool para Edimburgo. Gostaria de perguntar/saber, até mesmo se alguém quiser contar relatos sobre a entrada na Escócia por Edimburgo, se precisou passar por algo. Estar com algum documento de exigência (por exemplo carteira de vacina internacional ou qualquer outro tipo de documento) ou se simplesmente o onibus para na estação e já é.
  18. Fala mochileiros! Estou montando o roteiro do meu primeiro mochilão, o clássico, Bolívia-Chile-Peru. Indo em abril (inclusive, quem quiser se juntar, só chamar no inbox!) Estou pesquisando o trajeto por ônibus e vi que a maioria dos relatos, o pessoal resolveu ir para Corumbá (MT), pegar um taxi até Puerto Quijaro (BO) e de lá pegar um ônibus ou trem para Santa Cruz (BO). No entanto, vi que tem um ônibus em Sampa que vai direto pra Santa Cruz, através da cia 'La Preferida'. Alguém já foi pra lá com essa cia? Já fizeram esse trajeto de outra forma?
  19. Pessoal, se eu for de São Paulo para Montevideo de ônibus, em algum momento meu passaporte será carimbado, ou isso só ocorrerá se eu for de avião? Obrigado!
  20. Tainahn

    Peru

    Olá! Gostaria de saber se alguém sabe me informar se tem ônibus de Ayacucho a Cusco?, estou pretendendo ir a Ayacucho e depois tenho que voltar a Cusco. Obrigada.
  21. Oi pessoal, tudo bem? Estou indo passar um tempo no Jalapão e depois vou para Lençóis na Chapada Diamantina. Procurei na Internet informações sobre deslocamento por ônibus entre municípios principais na rota entre as duas cidades, como Barreiras, mas não consegui informações. Preciso fazer um deslocamento barato. Alguém teria uma dica para dar? Obrigada desde já!
  22. Bom galera, aqui vai mais um relato nosso, mas desta vez é o primeiro mochilão mesmo (mochila nas costas, nada de malas), mas ainda preferindo uns hotéis com um pouco de conforto. Esse relato é principalmente sobre o sul do Peru, de ônibus, tendo culturas pré-Inca, Inca e Coloniais, então aqui vocês encontrarão dicas sobre: Cusco (Tipon, Pikillaqta e Andahuaylillas), Rota do Sol Cusco-Puno (Andahuaylillas, Raqchi, Juliaca, Sicuani, La Raya e Pukara), Puno (Lago Titicaca e Ilha Uros), Arequipa (Museu Andino – Juanita, Canion del Colca em 01 dia, Convento de Santa Catalina e casa colonial de Moral), Nasca ou Nazca (aquedutos, los Paredones, El Telar, cemitério Chauchilla e voo sobre as linhas de Nazca), retorno a Cusco; tudo de ônibus. DICA: fizemos essa viagem graças a mais uma megapromo da TAM anunciada no site Melhores Destinos. Fechamos todos os trechos de ônibus comum pela CRUZ DEL SUR pelo site deles. Esta companhia é uma das melhores do Peru. Eles possuem dois tipos de ônibus (Cruzeiro e Cruzeiro Suite). Nos trechos Puno-Arequipa e Arequipa-Nazca fomos no ônibus Cruzeiro, este você pode comprar por dois valores: piso inferior (mais caro) ou segundo piso (mais barato). Em todos os pisos ha serviço de bordo (comida e entretenimento). O trecho Nazca-Cusco só possui Cruzeiro Suite (mais caro, mas com poltronas maiores e serviço de comida melhor). Sempre despachamos as mochilas, com meu netbook dentro e não aconteceu nada. Claro que, se for algo que quebre com facilidade, é bom levar na mão. A rota do sol Cusco-Puno fizemos com a companhia Inka Express, fechamos antes por e-mail e pagamos no dia anterior a viagem. Detalhe importantíssimo: os banheiros são apenas para urinar, não se pode fazer o número 2, independente do preço e tipo de ônibus, então é bom ter cuidado com o que se come hehehehehe. FOTO da ROTA Quase de véspera a dona TAM liga avisando que o voo FOR-REC-RJ tinha sido cancelado , então fomos remanejados ao voo FOR-RJ pela madrugada, ou seja, 10h no aeroporto do RJ para embarcar a Cusco. Chegando em Cusco na manhã do dia seguinte, por volta das 07h, fomos direto ao Sumac Wasi (fechamos pelo Decolar, como já conhecíamos na nossa primeira vez no Peru, gostamos do local, principalmente por ser a poucos metros na Praça de Armas, contudo estava mais caro, U$ 40). Já tentamos fechar o passeio de ônibus para Tipon, Pikillaqta e Andahuaylillas, que o funcionário viu se tinha vaga e confirmou saída as 09:30h (35 soles por pessoa mais 10 soles para entrar em cada local). Antes de sair do hotel um funcionário do Inca Express veio pegar o pagamento da Rota do Sol (U$60 por pessoa). Ônibus lotado de turistas partimos para Tipon. Não bastasse a altitude de Cusco, Tipon fica encima de uma montanha. Local lindo, de agricultura e caminhos d'água. Como tínhamos acabado de chegar, no primeiro lance de escada quase morremos hehehehehe . Ione passou mal e tivemos que parar várias vezes, em uma dessas, lá se vai a máquina pequena cair dentro de um dos caminhos de água. Minutos depois de eu ter que tirar tudo das costas e tentar pegar a máquina... pescamos a máquina novamente mas acreditávamos que “já era” . Tipon é um sítio arqueológico muito bonito e era praticamente para agricultura. FOTOS De lá fomos a um vilarejo conhecer a igreja colonial de Andahuaylillas. Belíssima igreja, com árvores de mais de 300 anos na praça. Aqui não se pode tirar fotos, mas achei uma pelo Google. No caminho passamos por Lucre. FOTOS De lá partimos para Pikillaqta (Cidade das Pulgas), local pré-inca do povo Wari. Já estávamos mortos pela altitude logo no primeiro dia. Interessante ver como eles já dominavam o gesso. Bem próximo a este sítio existe um paredão (portão) de controle de entrada e saída a época que merece umas fotos. FOTOS Retornamos a Cusco no comecinho da tarde. Almoçamos por Cusco, dormimos um pouco e curtimos a noite pela Praça de Armas. Manhã do dia seguinte tínhamos que estar as 07h no ponto de saída do ônibus turístico com destino a Puno. Primeira parada: Andahuaylillas (isso mesmo, paramos aqui novamente heheheheh ). Só que desta vez com a entrada já paga e ida ao museu (que fica ao lado da igreja e que o guia do ônibus simples, que pegamos no dia anterior, nem citou ). Esse museu é legal, tem um esqueleto que uma criança com o crânio alongado onde este crânio representa mais de 25% do corpo da criança. Aqui conhecemos nosso amigo e companheiro mochileiro Fabrício. Gente muito boa. Muita conversa boa pra passar o tempo. Adivinhem quem estava funcionando como se nada tivesse acontecido? Isso mesmo, a máquina batizada em Tipon funcionava normalmente heheheheheh . Geralmente ha vendedores durante a rota. Compramos um guia com fotos e explicações da rota por 10 soles. FOTOS Próxima parada: Raqchi. Simplesmente sensacional!!!. Templo ao deus Wiracocha que merece ser visto com calma. Novamente as entradas já estavam incluídas. O paredão continua em pé (com reformas) e aqui é o único sítio que tem torres redondas (uma única ainda está em pé). DICA: se for comprar artesanatos de barro compre aqui, Raqchi era conhecida pelas suas peças de barro e argila, considerado as melhores pelos Incas. FOTOS Nova parada: Sicuani para almoçar. Ótima música, comida divina, com sobremesa, quase tudo já pago (somente as bebidas geladas não estão incluídas). FOTO Parada seguinte: La Raya, o ponto mais alto (4335 metros de altitude). Pense na sorte, assim que chegamos começou a cair NEVE!!!! Isso pra quem mora em Fortaleza é simplesmente sensacional kkkkkkkkk . FOTO De lá passamos pela “famosa” Juliaca e, sinceramente, nada vale a pena aqui. O próprio guia avisa que tudo na cidade é informal, perigoso, muitos crimes, etc etc. Aqui vale uma DICA: no Peru, quando se conclui uma obra você paga impostos, sobre a obra acabada e sobre todo o material usado, então qual foi o jeitinho brasileiro, digo, peruano?! Não concluir a obra e informar ao governo que a obra ainda não está concluída. Você verá praticamente todas as casas e prédios com vigas de ferro sobrando pra cima e as laterais e fundos no tijolo ainda. Até hotéis, com a frente bonita e acabada, mas as laterais no tijolo. Sinceramente fica feio e não leva o governo a lugar nenhum. Deveriam rever essa lei. O problema maior é que, em Juliaca, tudo esta em “construção” (ruas e praças destruídas, parece um guerra). Próxima parada: Pukara, novamente uma cultura pré-inca. O nome veio da cor avermelhada da montanha e ainda da maioria das casas. Aqui os espanhóis “fizeram, goela abaixo,” a mudança da cultura da lhama pelo touro (é comum no Peru você cer um casal de touros nos telhados). O museu é simples mas vale a pena ver as peças. A igreja estava fria devido as paredes de pedras. FOTOS Chegamos em Puno a noite. Nos perdemos do Fabrício. Tínhamos que fazer um pagamento até as 18h no banco BCP (pois tínhamos feito a reserva do Cañion del Colca com a empresa Colcadina Tour pelo site mas eles informam que o pagamento tem que ser feito até o dia anterior). A Ione passou muito mal. Estava frio e a altitude ainda nos afetava . A praça de Armas é bem simples. Comi uma pizza na Pizzaria Andina, na rua ao lado da praça de Armas, onde fica os restaurantes (pizza boa por 20 soles). FOTOS Fechamos na mesma noite um passeio para as ilhas flutuantes de Uros na manhã seguinte (40 soles por pessoa). DICA: fechando com antecedência dá pra fechar por 30 soles ou até 20 soles. As 09h do dia seguinte foram nos pegar e levar ao passeio de barco. O Lago Titicaca impressiona. Totoras por todos os lados. Chegando nas ilhas flutuantes há toda uma explicação de como elas surgem. Aqui é tudo muito turístico e eles praticamente pedem pra você ajudar (comprando artesanatos, lembranças, passeios de barco, etc). Como não há agricultura na ilha e turistas não vão o ano todo eles precisam se manter. Passeamos por um barco de Totora e conhecemos Katerina, italiana que esta no Peru para trabalho voluntário com crianças. Chegamos na ilha de Utama onde se pode carimbar o passaporte (adoramos isso!). Esse passeio dura em media 3h a 3h e meia. FOTOS Fomos a rodoviária de Puno pela tarde rumo a Arequipa, onde chegaríamos por voltas das 20:30h. Viagem tranquila. Chegando em Arequipa logo notamos a diferença: Arequipa é enorme, cidade grande mesmo, muito bonita mas de transito um pouco caótico. Estávamos tensos pois não tínhamos recebido a confirmação do pagamento para o Canion, que chegou por volta das 22h por e-mail, informando que nos pegariam entre 2h e 3h da manhã, ou seja, pouquíssimas horas para dormir. Nos pegaram as 2h em ponto hehehehehe (muito sono) . A Topic saiu pegando turistas em vários hotéis e hostels (turistas de todo canto do mundo, inclusive Rodrigo, carioca que mora em São Paulo e Soimer, peruano, aos quais fizemos amizades). La pelas 3h estávamos pegando estrada, tão frio que a janela congelou pelo lado de dentro kkkkk . Entramos em Chivay (cidade que começou a ficar aberta para turismo por volta dos anos 70) e tomamos café por aqui (muito frio, devia esta uns 03 graus negativos ). Seguimos para a mirador Cruz del Condor mas fazendo várias paradas (paramos em Maca com sua igreja de espelhos; vários miradores com vista belíssimas do Canion; Yanque com sua igreja enorme; a passagem pelo túnel é bem divertida, etc etc). Quando chegamos ao mirador pense na alegria, era dia de voos. Demorou um pouco mas depois os condores começaram a voar, dando rasantes nas cabeças dos turistas; foi lindo. Tem gente que vai e não ver nada, tivemos a sorte de ver inúmeros voando. FOTOS, MUITAS FOTOS Almoçamos no Urinsaya e voltamos pelos Pampas Cañahuas até Arequipa. A Praça de Armas é uma das mais linda que já vimos. As vistas dos vulcões é algo sensacional. Arequipa tem tanta coisa pra se ver que o tempo se torna pouco. Sugiro uma olhada neste link para se programar http://www.minube.com/que_ver/peru/arequipa?page=1 FOTOS No dia seguinte tínhamos que aproveitar bem o tempo. Começamos pelo Museo Andino (Casa de la Cultura de la Universidad Católica de Santa Maria, não procure pelo nome Museo Andino nas paredes que você não vai achar, procure por Casa de la Cultura) e Juanita estava presente. Sensacional !!!! (pena não poder bater fotos). O documentário que passa antes é muito bom. As entradas são agendadas pela língua do documentário. De lá fomos para o Monastério de Santa Catalina (35 soles por pessoa). Muito interessante ver como as freiras dedicavam suas vidas enclausuradas aqui. Depois almoçamos em um restaurante argentino. Infelizmente não deu para conhecer as Picanterias (restaurantes típicos de Arequipa). Andamos pelos mercados e igrejas próximo a Praça de Armas. Fomos também a Casa del Moral (Casa Colonial, 05 soles por pessoa). De noite fomos a rodoviária para pegarmos o ônibus para Nasca. Noite inteira viajando, chegando em Nasca próximo as 07h. Como não tínhamos fechado nada aqui, saberíamos que os preços não seriam convidativos e tínhamos que fazer tudo no dia, pois a noite retornaríamos a Cusco. Existe alguns vendedores de passeios na rodoviária onde fechamos um passeio pelos Aquedutos de Cantalloc, El Telar, Los Paredones, Cemitério de Chauchilla, oficina de barro e ouro. Começou com um preço absurdo e foi caindo até menos da metade. Fechamos também um monomotor para 04 pessoas por U$95 (cada pessoa, mais 25 soles da taxa do aeroporto). FOTOS Passei muito mal no voo, enjoos e uma vontade de desmaiar, mas no fim deu tudo certo e foi inesquecível (apesar de nós imaginarmos outra coisa quando falávamos das famosas linhas de Nasca). A noite novamente na rodoviária para passar mais uma noite no ônibus, agora regressando a Cusco. A viagem estava quase perfeita mas faltava algo, quando, no meio do nada, o ônibus para em um local devido a obras, abre a porta e ouvimos: “papas rellenas y choclo com queso”... acordamos na hora e nos olhamos: “Choclo!!!” kkkkkkkkkkkkk ir no Peru e não comer Choclo é um crime. Compramos e comemos, ai sim, viajem perfeita kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk No aeroporto fomos informados que o voo de volta foi cancelado mas nos colocaram em outro mais cedo. Em Lima um atraso inesperado e nos colocaram em outro voo. Parece ruim mais no final foi até melhor, chegamos em Fortaleza 1h30min antes do esperado. Amamos o Peru, falta ainda mais duas mochilada por aqui: uma pelo norte e uma pra fazer a trilha Inca. Qualquer dúvida ficamos a disposição e lembrem-se: Mochilar é viver, então vá viver rapaz, não perca mais tempo! A&I
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