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Encontrado 22 registros

  1. Marcela Carnier

    Carona São Paulo/Argentina

    Boa noite! Busco informações para começar minha viagem de carona, saindo de São Paulo para a Argentina. Onde é melhor para conseguir carona com caminhão? Agradeço e deixo um abraço para todos!
  2. Victor Takata

    Guias locais contatos

    Olá amigos mochileiros! Gostaria de saber se vocês possuem contatos de guias locais de turismo, estamos tentando montar roteiros/experiencias únicas em sao paulo.
  3. francamacdowell

    São Paulo capital, onde ficar barato?

    Olá pessoal, primeiro post aqui, então desculpem qualquer coisa! Haha. Irei para São Paulo, cidade, no início de Janeiro e ficarei até o fim de Fevereiro, em um estágio de uma empresa de tecnologia na Av. Paulista. Nunca estive na cidade e pretendo além de trabalhar, curtir ao máximo conhecendo lugares, bares, pessoas, drinks e tudo que puder desfrutar kkk. Tenho a casa de um parente, porém fica um pouco longe de onde irei trabalhar e de onde são os focos para curtir a cidade a noite. Vocês possuem dicas ou lugares que posso ficar e economizar ao máximo, seja hostels, pensionatos, lugares universitários? Valeu! :)
  4. Meu interesse pela Ilha do Cardoso, extremo sul do litoral de São Paulo, divisa com Paraná, nasceu pelos meus contatos pessoais já que nunca ouvi sobre a ilha em outros meios. Curiosa com as referências que recebi, destinei um feriado prolongado para conhecer o local. A ilha em 1962 se tornou o “Parque Estadual Ilha do Cardoso”, com o fim de estimular a preservação natural. Hoje conta com uma extensa área de Mata Atlântica, é habitat natural de espécies raras, além de ter um centro de pesquisas científicas. A grandiosidade da mata já fica clara quando se toma o barco. Não sendo isso o bastante, o caminho passa por uma baía de golfinhos, e eles aparecem com frequência para saldar os visitantes. CONTINUE LENDO AQUI
  5. Salve salve mochileiros! Segue o relato com algumas dicas para fazer uma bela trilha onde irão encontrar duas maravilhosas cachoeiras, uma bela floresta e uma natureza fantástica bem perto da cidade de São Paulo e de baixíssimo custo. Ida - 22/10/18 - 8h00min - São Paulo x Mogi das Cruzes x Biritiba Mirim (Serra do Mar) - Metrô e Trem R$4,00 - Ônibus R$4,10 Partindo de São Paulo do bairro Perdizes Zona Oeste, peguei o Metrô na estação Vila Madalena (linha verde) até a estação Paraíso (linha Azul) para baldear para a linha vermelha seguindo até a estação Sé (linha Vermelha) sentido Itaquera e descendo na estação Brás (linha Vermelha) onde encontrei mais dois amigos para pegarmos o trem da CPTM sentido Guaianases (Linha Coral) e finalmente após a troca de trens pegar para o sentido final e para nossa primeira parada, a Estação Estudantes (Linha Coral). Na Estação Estudantes existem 3 formas de você chegar nesta trilha: A 1ª é de lotação de carros ou vans. Logo que você cruza as catracas da estação de trem você já irá ser abordado por alguém te perguntando se precisa descer para o litoral pela estrada Mogi x Bertioga. Essas pessoas lotam um carro ou uma van e descem até as cidades de Bertioga e do Guarujá cobrando o valor de R$25,00 a R$30,00 por pessoa. O único problema desta opção é ter que ficar esperando lotar o carro ou van e isso levaria mais tempo para iniciar a trilha. Já a 2ª forma de chegar ao início desta trilha seria de ônibus. Saindo da estação de trem pelo lado esquerdo você encontrará um terminal de ônibus onde realizam também a descida pela rodovia Mogi x Bertioga feita pela empresa de ônibus Breda. O valor é aproximadamente R$29,00 e é só pedir para o motorista parar no KM81 para iniciar a trilha. A ª3 forma de chegar no início da trilha e foi a que nós escolhemos e é também de ônibus, porém de ônibus circulares. Saindo da estação você encontra uma passarela que te leva para o lado direito da estação Estudantes. Chegamos em uma rua e caminhamos para a esquerda por alguns metros e já de frente vimos um terminal de ônibus onde pegamos um ônibus circular de transporte público intermunicipal até o ponto final que fica no KM77. O ônibus é o NºE392 (Manoel Ferreira) que nos levou em 30 minutos até o KM77 seu ponto final, onde tem uma balança, um bar e uma feirinha com várias frutas, uma ótima opção pra levar pra trilha como bananas, mangas, uvas etc. Compramos água e algumas frutas e caminhamos pela rodovia até o KM81 para iniciar a trilha. Neste trecho de aproximadamente 4 quilômetros ocorreu uma tensão pelo fato de não haver acostamento na rodovia e os carros passarem bem próximos de nós, então é bom ter um pouco mais de cuidado nesta parte do trajeto. Caminhando por alguns bons 25 minutos pela rodovia chegamos ao KM81, foi quando avistamos uma placa vermelha e amarela dizendo "Atenção - Descida da Serra - Verifique os freis - Desça engrenado". Atravessamos a rodovia para o lado esquerdo e bem no começo do guard rail se encontra o começo da trilha da cachoeira da Pedra Furada e da Light. A trilha começa bem tranquila e tem uma extensão de uns 3 Km e pode ser feita em menos de 1 hora desde a Rodovia até a cachoeira. A caminhada é sempre em meio à mata atlântica com muitas bromélias pelo caminho, algumas áreas de brejo e cruzando alguns pequenos riachos. Ao longo da caminhada surgem algumas bifurcações na trilha principal, uma delas existe um tronco de árvore caído quase que atravessado na trilha. Para o lado direito onde a trilha é mais ingrime leva a parte de baixo da Cachoeira da Pedra Furada e já pelo lado esquerdo onde a trilha é um pouco mais fechada leva para a cachoeira da Light e para a parte de cima da cachoeira da Pedra Furada. A cachoeira vista do lado de cima não mostra a real beleza e peculiaridade que tem as suas águas ao passarem por uma pequena fenda na rocha e sair pelo meio dela do outro lado. Como chegamos pelo lado de cima da cachoeira não tínhamos noção de como seria vê - la de frente e pela parte de baixo. Encontramos 2 formas de ir para a parte de baixo da cachoeira. A primeira é uma trilha que desce bem rente a cachoeira com auxilio de uma corda. Já a segunda forma é também uma trilha pelo lado direito do topo da cachoeira porém um pouco mais para dentro da mata. Subimos por uma trilha onde uma enorme árvore esta caída e descemos até a base da cachoeira. De frente com a cachu se vê o quanto ela é bonita. Este dia ela estava dividida em duas cachoeiras, pois a água estava passando por cima e também saia pelo meio das suas fendas, onde se deu o nome de Pedra Furada. Ficamos por alguns minutos contemplando aquele paraíso, fizemos nosso lanche, recolhemos nosso lixo, descansamos um pouco e partimos para conhecer a outra cachoeira, a da Light. Voltamos para a trilha principal e seguimos ela a diante. Caminhamos pouco mais de uns 25 minutos e já começamos a ouvir o som de queda d'água novamente. Chegamos em uma barragem onde o rio Sertãozinho passa por cima formando uma mini cachoeira. Neste local encontramos muito lixo, muitas lonas velhas, roupas, barracas improvisadas que acreditamos que sejam de caçadores e pescadores, restos de acampamentos deixados pelas pessoas. Este cenário foi um pouco ruim de se ver, pois há muito descaso das pessoas com a natureza. Leve sempre todo seu lixo com você e descarte em um local adequado, não deixando na natureza ou na rodovia. Volta - 22/10/18 - 18h:00min - Biritiba Mirim (Serra do Mar) - São Paulo - Mogi das Cruzes x- Ônibus R$4,10 - Trem e Metrô R$4,00 Na volta da trilha em um cruzamento, resolvemos entrar em uma trilha que não tínhamos ido ainda. Andamos por mais ou menos uma hora e não achamos nada além de mato. Não encontramos e nem ouvimos mais nenhuma queda de água. Foi quando demos de encontro com o Rio Sertãozinho novamente e foi ai que demos conta que estávamos perdidos pois toda demarcação, pegadas, as fitinhas que estavam amarradas nas árvores desapareceram. Fudeu! Parecia até mesmo um filme ahahahaha. Nós estávamos perdidos! Ficamos por alguns minutos procurando as demarcações que estávamos seguindo e nada. Não achamos nada. Então resolvemos descer o Rio Sertãozinho até a cachoeira que vimos por último, a da Light. Andamos por mais ou menos 1 hora mata a dentro mas sempre seguindo o rio. E depois de alguns arranhões,, depois de um pouco de tensão andando na mata fechada, depois de quase bater o desespero, chegamos na cachoeira da Light novamente. Um alívio pois estava ficando escuro muito rápido e ainda tinha a nossa volta. Só tivemos tempo para descansar por alguns minutos. Iniciamos a trilha de volta e logo tivemos que ligar nossas lanternas pois dentro da mata por volta das 18:00 já estava muito escuro. Andamos por uma hora e meia até chegarmos na rodovia novamente. Caminhamos pela rodovia novamente até o bar e a balança no KM77 por mais uns 30 minutos para poder pegar o ônibus circular para retornarmos ao Terminal Estudantes e fazer nosso retorno pra São Paulo. Chegamos exaustos na Estação. Comemos alguma coisa e pegamos o trem sentido Guaianases para retornamos para nossas casas e finalizarmos essa fantástica trilha bate e volta bem pertinho da cidade de São Paulo. Gratidão... Espero ter ajudado em algumas dicas e fico a disposição para qualquer dúvida. Vlw Instagram: https://www.instagram.com/tadeuasp/ Facebook: https://www.facebook.com/tadeuasp
  6. Salve salve mochileiros! Segue o relato com algumas dicas para fazer uma bela trilha onde irão encontrar algumas maravilhosas cachoeiras, belas paisagens e uma natureza fantástica bem perto da cidade de São Paulo e de baixíssimo custo. Ida - 10/09/18 - 05h00min - São Paulo x Rio Grande da Serra x Paranapiacaba - Metrô e Trem R$4,00 - Ônibus R$6,90 Partindo de São Paulo do bairro Perdizes Zona Oeste, peguei o Metrô na estação Vila Madalena (linha verde) até a estação Paraíso (linha Verde x Azul) para baldear para a linha vermelha seguindo até a estação Sé (linha Azul x Vermelha) onde peguei para a estação Brás (linha Vermelha), para finalmente pegar o Trem da CPTM sentido Rio Grande da Serra que foi nossa primeira parada. O trajeto todo até a primeira parada teve uma duração de aproximadamente 1h30min . Chegando na estação de Rio Grande da Serra, após sair pelas catracas atravessamos a linha do trem e viramos para a direita na rua e depois viramos na primeira rua a esquerda onde tem um ponto de ônibus que leva tanto para a vila de Paranapiacaba quanto para a entrada da trilha que fica a poucos quilômetros de Rio Grande da Serra. O ônibus é do transporte público então é só esperar alguns minutos que logo encosta um. Mas antes de pegar o busão nós aproveitamos e fizemos umas comprinhas nos mercados e padarias que encontramos por ali ao lado do ponto de ônibus, nada de mais, somente alguns pães, água, presunto, queijo e chocolates, pois nossas mochilas não poderiam ficar pesadas para fazer a trilha. Comprados nossos alimentos seguimos para o ponto e em alguns minutos o ônibus chegou. Conversei com motorista antes e pedi para o que nos deixasse na entrada da trilha da Cachoeira da Fumaça e minutos depois la estávamos na entrada da trilha. Na entrada existe uma porteira de madeira, é só dar a volta e atravessar e seguir reto por esta estrada passando por baixo dos fios das torres de energia elétrica onde existe um barulho da energia correndo pelos fios bem sinistro mas sem perigo nenhum. Passando esses fios ai sim inicia a trilha com muita lama em alguns trechos então o cuidado tem que ser maior para não acontecer possíveis quedas. O inicio da trilha é de nível fácil, a única dificuldade mesmo é a lama intensa, mas aconselho a retirarem os sapatos e irem descalços, assim você não os suja para a volta e ainda sente a incrível energia que a natureza irá colocar nos seu corpo entrando pelos seus pés. É fantástico! A primeira parada na trilha foi em uma prainha de água cristalina com uma pequena queda de água, um ótimo lugar para se refrescar e tomar um pouco de sol, ficamos por alguns minutos ali vendo vários girinos e peixinhos nadando naquela água cristalina. Depois de contemplar aquele primeiro paraíso seguimos a diante. A trilha começa a ficar bem fechada mata a dentro, em alguns trechos ela irá cruzar o rio tendo que continuar a trilha do outro lado. Após andar pouco mais de 20 minutos chegamos em um ponto muito legal, a segunda parada da trilha foi em um ponto onde se consegue ver cidades litorâneas como Cubatão, Santos, São Vicente. Um lugar de uma imensidão grandiosa da natureza contrastando a mata e a cidade, ótimo lugar para tirar belas fotos. Seguindo a trilha mais a frente por alguns minutos já começamos a ouvir o barulho de água caindo, chegando perto do rio nos deparamos com uma grande queda de água, uma cachoeira linda, com um grande volume de água caindo. Ficamos algumas horas nesse local perplexos com a grandeza de detalhes que a natureza estava nos proporcionando. O banho de cachoeira é quase obrigatório e é de lavar a alma! Fizemos nossa terceira parada e nosso café da manha ali naquele paraíso. Seguindo o curso do rio encontramos a trilha novamente, andamos mais alguns minutos pela mata, mas sempre do lado do rio, foi quando um clareira se abriu na nossa frente nos mostrando aquela imensidão grandiosa da natureza novamente e o rio que estávamos seguindo se transformando em uma queda fantástica, a Cachoeira da Fumaça. Estava ali o nosso destino, uma cachoeira majestosa com uma delicada e ao mesmo tempo brusca queda de água que deixava o lugar com uma sonoridade única. Ficamos horas nesse lugar e ainda demos a sorte de não encontrar muitas pessoas, pois fomos logo depois do feriado de 7 de Setembro numa segundona braba hehehehe. Vantagens de quem tem folga na segunda rs. Foi um momento muito lindo ver aquela enorme cachoeira, aquelas montanhas rodeadas de matas verdes por todo canto e ainda contrastando com o mar ao fundo, sinceramente não estava nos nossos humildes planos toda aquela beleza de uma vez só! Mas a natureza ainda nos proporcionou uma ótima visão desta mesma cachoeira só que de frente. Encontramos alguns caras que estavam acampando por ali perto que nos indicou o caminho. Descemos pelo lado esquerdo da cachoeira por uma trilha bem escorregadia e medonha que levava de frente da cachoeira. Levamos alguns bons minutos descendo essa trilha pois foi de nível médio para difícil. A trilha estava muito escorregadia e de altura considerável então foi meio tenso a descida com as mochilas, mas conseguimos descer depois de alguns minutos e todo o esforço valeu muito a pena. A vista da Cachoeira da Fumaça de frente é de uma beleza ímpar. Algumas horas se passaram com a gente ali paralisados com tanta beleza, contemplamos aquela maravilha até o último momento, foi quando uma névoa cobriu todo lugar deixando a visibilidade muito ruim. Decidimos ir em embora pois estava ficando sem visibilidade por causa da neblina e não gostaríamos de pegar a trilha escura. Por volta das 16:30 arrumamos nossas mochilas e partimos para o retorno. Fizemos exatamente a trilha que viemos e foi bem rápido e tranquila. Volta - 10/09/18 - 16h30min - Paranapiacaba x Rio Grande da Serra x São Paulo - Ônibus R$6,90 - Metrô e Trem R$4,00 Chegando na rodovia do lado direito tem um ponto de ônibus, então é só caminhar até ele e aguardar pelo ônibus que em alguns minutos irá passar, e foi o que aconteceu, em menos de 20 minutos pegamos o ônibus de volta pra Rio Grande da Serra e finalizamos mais uma fantástica trilha bate e volta com cachoeiras e paisagens maravilhosas bem pertinho de São Paulo. Gratidão! Espero ter ajudado em algumas dicas e fico a disposição para qualquer dúvida. Vlw Instagram: https://www.instagram.com/tadeuasp/ Facebook: https://www.facebook.com/tadeuasp
  7. A CICLOVIAGEM DE FINAL DE ANO - 2017 Planejei sair dia 26/12/2017 pra fazer a cicloviagem, partindo de SJC com destino a Ubatuba. O planejamento foi feito a partir de todos os mapeamentos disponíveis e com os diversos softwares de georreferenciamento que utilizo no meu cotidiano (MapSource, Basecamp, Trackmaker e Googleearthpro, principalmente). Procurei planejar um roteiro passando por locais onde eu nunca havia estado antes. Foi assim que criei um roteiro planejando subir a serra entre Caçapava e Jambeiro a partir do Bairro da Germânia (em Caçapava) e, depois da serra, esticar até São Luiz do Paraitinga onde eu pretendia dormir num hotel. Estimativa de pouco mais de 90km de pedal... morro pra “caramba”. Sabia que seria difícil, muito difícil... Ademais tinha o peso do camelbak com várias tralhas e o alforje lotado com roupas, eletrônicos, ferramentas, câmara extra (providencial, pois precisei dela depois... mas vou chegar lá) chinelo, remédios básicos, enfim, uns 15kg de peso extra e muito arrasto na bike... Mas isso fazia parte do roteiro e dos planos. Planejamento é fundamental, mas dificilmente a gente consegue seguir o plano em sua totalidade... no final das contas o planejamento só serve pra gente fugir dele e deixar o acaso agir, preparar-se para o imponderável, para aquilo que não se prevê... Kkkkk!!!!! O plano já furou na saída... eu tinha pensado em sair umas 7hs da manhã, mas acordei tarde pra cacete e saí 10:20hs!!!!! Eu tinha bebido muito no dia 24/12/17 e isso estava repercutindo em meu rendimento. Eu estava enjoado, meu estômago e fígado estavam “detonados” e um “mal-estar” permanecia, com uma leve dor de cabeça latejando nas têmporas. Os excessos com a cerveja no Natal estavam me “judiando” kkkkkkkkk. O primeiro trecho planejado para a viagem era totalmente urbano e, portanto, no asfalto... saída do meu bairro no Altos de Santana, atravessei a ponte Maria Peregrina e o rio Paraíba do Sul, estiquei pela Via Norte, caí no Parque da Cidade e pedalei pesado até o bairro do Tesouro. Saí na estrada marginal da Via Dutra e pedalei até o distrito de Eugênio de Melo e, de lá, segui pelo asfalto até Caçapava. Em Caçapava atravessei a Dutra por debaixo de um pontilhão e peguei uma rua chamada Barreto Leme (marginal à Via Dutra, no sentido Rio de Janeiro) onde segui até a rua João Benedito Moreira, que é a rua que dá acesso ao bairro da Germânia, já na zona rural de Caçapava e onde entrei nas estradas de terra. (Observação: se jogar essas informações no GoogleEarthPro dá pra gerar a rota). Às 13:00 cheguei no bar do Jonas no bairro rural da Germânia em Caçapava. Eu tinha percorrido mais de 37Km em 2:40hs... Excelente minha média horária de 14km/h, considerando o peso na bike e a ressaca do Natal!!!! Comi umas frutas. Ainda estava meio enjoado, mas precisava subir um grande morro... a serra entre Caçapava e Jambeiro. No local fiquei sabendo que o caminho que iria subir se chama estrada do coletor (tinham placas indicando esse nome), mas não sei quem coletava “o que” naquele lugar... achei engraçado!!!! Foi a única coisa que achei graça, porque logo depois iniciei a subida, primeira grande dificuldade técnica do dia... 45 minutos subindo, “vovozinha” nas marchas, fiz minha primeira parada... Bebe água... mais água... mais um cadinho d'água... 5 minutinhos de descanso e volto a subir!! Mais meia hora de pedal e paro, perto da exaustão, fico 15 minutos me recuperando, dou mais uma esticada de 200m e venci o morro... puta merda!!!! Tava cansado pra “caracas”!!!! Do outro lado da serra uma grande descida compensou o gasto de energia da subida, mas as péssimas condições da estrada não permitem “soltar” a bike, então a descida precisa ser técnica e tinha que tomar cuidado com os alforjes e todo o peso das coisas também... Viagem solitária, o silêncio falava alto em minha alma e tinham os meus medos que me “encucavam” reverberando em minha mente... “E se eu passar mal??” “E se a bike quebra??” “E se chover forte?? Onde me abrigo? E se tiver raios? Puts... Tenho medo de raios!!!!” Quase 50 anos de idade nas costas, muita coisa pra pensar e refletir. Ao longo do caminho pensava sobre os vários erros já cometidos em minha vida e que escancaram o “lixo” que sou. Eu rezava e me dava a oportunidade de me perdoar e de ser sincero comigo mesmo e então ocorreram vários “insights” e epifanias e intuições que de certa forma dão um sentido à minha vida, mas que paradoxalmente, não encontram eco em minha racionalidade! E era essa difícil e impiedosa contradição entre meu espírito e minha mente que me motivava a continuar pedalando... e rezando!!! Mas estou narrando minha viagem e não o resultado de minhas introspecções, então, vamos lá... Depois da descida da serra entrei numa estrada de terra que interliga as cidades de Jambeiro e Redenção da Serra... estrada muito difícil, com muitos morros e cada subida de morro era um desafio maior. Houve momentos em que praguejei, me senti fraco e entristecido. Acho que ando forçando muito meu corpo!!! Preciso diminuir a quantidade de cerveja que bebo, kkkkkkkkk!!!! À medida que me aproximava da cidade de Redenção da Serra eu via a chuva e os raios e trovões me cercando e isso me abalava psicologicamente... pensava comigo mesmo... “E se essa chuva cair?? E tem os raios!!!! Ai que medo de raio!!!! E se essa chuva cair e me pegar na estrada?? Como minha roupa seca até amanhã?? Onde me abrigo??? Como será??”... Pedalava ofegante, cansadão!!! Sou um homem de pouca fé!! Até que enfim, cheguei num bar, eram 17:49hs... bar do Pescador... acho que era esse o nome do bar!!!! Estava protegido. Passam 5 minutos e desaba um mundo de água e chove muito!!! Por dentro eu era só agradecimento!!!! Cheguei em Redenção... apesar de todos os percalços, de toda a dificuldade, de todos os medos!!!! E cheguei antes da chuva!!!! Não tomei uma gota de chuva na cabeça!!! Apesar da minha falta de fé e minha racionalidade, o místico dentro de mim aflorava em emoções diversas e vários sentimentos e percepções e intuições e a experiência do sagrado se fazendo presente em minha vida!!! Epifanias podem ser forjadas no nosso sistema nervoso e a fisiologia até pode explicar o conjunto de sentimentos e emoções que experimentamos nessas experiências. Minha racionalidade aponta constantemente nessa direção, explicando a origem bioquímica dos meus sentimentos. No entanto, essas epifanias são tão esclarecedoras e reveladoras que me permitem a experiência do sagrado, do encontro com o “divino”, e isso é tão pessoal, tão particular, tão íntimo, que me maravilho diante do fenômeno “vida” e da natureza da vida e de como esse corpo que ocupo e minha mente atuam. Novamente me perco em minhas reminiscências durante a produção desse texto!!!! Vou voltar a contar sobre a viagem em si e parar de falar sobre minhas reflexões e experiências de êxtase “religioso”!!! Como é difícil dissociar o racional do emocional!!! O quanto que a realidade sacralizada transcende a dimensão do material e corpóreo!!!! Como essas experiências são minhas e apenas minhas!!! Já tinha decidido que não dormiria em São Luiz do Paraitinga... primeira mudança de planos!!! Ia dormir em Redenção da Serra. Até porque, estava chovendo pra caramba e tinha mais 36Km até São Luiz do Paraitinga (pelo asfalto). Amaina a chuva, eram 18:12hs, saio do bar do Pescador e pedalo até o trevo, onde acho uma pousada simples pra passar a noite em Redenção da Serra. Pousada Paraíso (fone 12-36761221). R$50,00, um bom banho quente, uma cama, uma tv... caramba, essa sensação de ter chego a um lugar e de estar novamente em uma situação de conforto depois de um dia inteiro de pedal é muito boa!!! Na pousada conheci Marlene, proprietária, que foi uma pessoa muito legal comigo. Uma excelente anfitriã. Na realidade eu já sabia da pousada por indicação de Fábio, que é um colega de trabalho cuja família é de Redenção da Serra. Achei engraçado que quando comentei sobre Fábio com Marlene ela disse que o conhecia, mas que não lembrava do nome dele, então ela se referia a ele apenas como “o marido de Simone”!!! Quando voltei a encontrar com Fábio comentei com ele que, em Redenção, ele é “o marido de Simone” e não o Fábio, rsrsrsrsrsrsrs. Na pousada ainda tinha um grupo de ciclistas (acho que eram 3 caras) que estavam fazendo a “Rota da Luz” (www.rotadaluzsp.com.br). Os caras estavam em bikes de aro 29 e sem alforje. Pedal diferente do meu. Achei muito legal encontrar outros ciclistas fazendo outra cicloviagem... o mundo está mudando mesmo e muitas pessoas fazem essas atividades de cicloturismo hoje em dia. Imagino o dia em que todas as rodovias terão ciclovias paralelas onde trafegarão lado a lado todos os tipos de veículos. Comi um X-bacon-salada num carrinho de lanche que fica na praça central da cidade (R$10,00), voltei pra pousada e desmaiei. Dia 27/12/2017 acordei 6:00hs. Já não me sentia enjoado. Tinha tomado muito líquido (sucos e água) e estava me sentindo bem melhor. Antes do café da manhã fui no mercado, que fica na rua de cima da pousada (acho que chama mercado São Judas Tadeu, mas não tenho certeza), e comprei pilhas pro GPS. Lá “colou” em mim um “senhorzinho” que começou a me pedir um $$. Achei o “tiozinho” bem comédia, um “figuraça” e dei uns trocadinhos que tinha na carteira, mas o cara continuou me pedindo mais dinheiro até que a mulher do mercado deu uma bronca no “Zezão” (esse era o nome do “tiozinho”) dizendo pra ele não me encher. Achei a cena engraçada, mas fiquei imaginando que o Zezão deve ficar pedindo dinheiro pra todos os clientes do mercadinho. Dei risada sozinho!!! Dias depois, comentei a cena e o fato com o Fábio e fiquei sabendo que o Zezão é o único “mendigo” de Redenção da Serra (demos muita risada juntos), e que o Zezão tem realmente problemas psiquiátricos (lógico), e que a mania que ele tem é ficar pedindo dinheiro pra todos os que aparecem na cidade. Assim, o Zezão é uma figura carismática, que representa um daqueles casos em que o povo da cidade acolheu o cara e criou um mito, ao se apiedar do ser humano pela sua inocência, e reproduz suas histórias e faz com que elas sejam contadas com todo o humor. Segundo Fábio isso inclusive rendeu uma marchinha de carnaval na cidade, que inclusive tem um bloco de carnaval chamado “Bloco do Zezão”!! No final das contas, Zezão é uma figura pitoresca, assim como a própria cidade de Redenção. Talvez seja o munícipe mais famoso da cidade hoje, kkkkkkkkkkkkk. Acho que ele é mais conhecido que o prefeito, kkkkk. Continuando a minha cicloviagem, tomei meu café da manhã na pousada e dei uma “enrolada” batendo papo com a Dona Marlene e com outras pessoas da pousada. A bicicleta e as cicloviagens são elementos que criam empatia nas pessoas e elas gostam de conversar, ouvir as nossas histórias, compartilhar a “vida” e isso permite bom contato com as pessoas. É no “outro” que me “percebo” como ser humano e isso é bom. Resultado, acabei saindo quase 9:00hs da manhã em viagem. Agora eu tinha que escolher entre dois caminhos a seguir até São Luiz do Paraitinga... um pelo asfalto e outro por estradas de terra. Em função do horário decidi seguir pelo asfalto, até porque eu sabia que teria muito morro pra enfrentar a tarde e eu quis dar uma adiantada na viagem. O caminho pelo asfalto encerrava 41Km até a entrada da estrada da Catuçaba. Pelas estradas de terra eram só 35Km (6Km a menos), mas pedalar na terra é sempre mais lento que no asfalto e o caminho pelo asfalto eu conhecia... resolvi não arriscar... Os primeiros 16km segui na Rodovia Major Gabriel Ortiz Monteiro até chegar na Rodovia Oswaldo Cruz. Uma hora certinho de deslocamento. Único incidente foi uma picada de vespa no ombro.... caracas... doeu pacas!!! Na Rodovia Oswaldo Cruz percorri mais 25Km até a entrada da estrada da Catuçaba em São Luiz do Paraitinga. Fiz esse trajeto (25Km) em exatamente duas horas, sendo que fiquei 15 minutos parado e pedalei por 1:45hs. Mais de 14 km/h de média horária. Ao contrário do dia anterior eu estava me sentindo bem, bastante “inteiro”. Ainda tinham mais de 50Km pra percorrer até Ubatuba e eu já tinha pedalado mais de 40Km em 3 horas. Mas já era meio dia e o sol ora aparecia e ora se escondia atrás das nuvens e criava um mormaço forte, mas não tinha chuva. Catuçaba é um bairro da zona rural de São Luiz do Paraitinga. A estrada da Catuçaba é asfaltada, mas quase não tem trânsito. Logo no início da estrada da Catuçaba vi um rapaz, parei pra perguntar sobre o caminho, as condições da via, distâncias, enfim, informações que são úteis a um viajante. O cara só faltou falar pra mim que eu estava “fudid**” kkkkk. Disse que a estrada estava toda esburacada, que a distância era enorme, que era muito melhor ir pelo asfalto da Rodovia Oswaldo Cruz... kkkkk... Dei risada e segui viagem... todas as informações do cara estavam erradas... a estrada estava em excelentes condições (inclusive com as chuvas), as distâncias a serem percorridas estavam todas dentro do programado e com certeza foi muito melhor ir por dentro do PESM, seja pela beleza da estrada, seja pelo tráfego quase inexistente de automóveis o que deixa a viagem com muito mais segurança. Seguindo a viagem... Percorri 11Km na estrada da Catuçaba em 45 minutos e cheguei na estrada de terra que adentra e atravessa o Parque Estadual da Serra do Mar (PESM). Agora eu sabia que iria enfrentar mais morros até chegar ao Núcleo Santa Virgínia e sairia bem próximo da serra de Ubatuba na Rodovia Oswaldo Cruz, mas tinha que vencer mais 22Km. Logo no início da estrada que adentra o PESM (±2Km) pedi água na casa de um cara muito gente boa chamado José, mas o apelido dele é “Zé baiano” (a casa dele fica na coordenada UTM 23K – E-477670/S-7.426.000). Enchi meus reservatórios de água geladinha e comecei a subir morro!!! Faltavam 20Km pra retornar ao asfalto na Rodovia Oswaldo Cruz. Sugiro a todos que forem fazer essa viagem que parem pra pedir água na casa do zé baiano, não só por ele ser muito gente boa, mas porque ele vai te dar água gelada e vai te dar informações corretas sobre o caminho. 7Km de subidas de morro, venci 350m de altitude em 1:30hs de pedal. Média de 5Km/h, mas só subindo morro, atingi a cota 1097m de altitude (ponto culminante de toda a viagem). Já eram 15:00hs. Depois dessa subida são 13Km de estrada de terra com muitas subidas e descidas alternadas, até chegar na Rodovia Oswaldo Cruz. Mas a estrada estava muito boa e nesse trecho as variações altimétricas não são tão grandes, então consegui desenvolver uma boa velocidade até chegar nos escritórios da administração do PESM no Núcleo Sta. Virgínia, onde pedi água. A chuva estava rodeando e faltava apenas 3Km pra chegar no asfalto. Saí do Núcleo Sta. Virgínia e caiu uma forte chuva no lombo. Até esse momento da viagem ainda não havia tomado chuva. Reduzi bastante minha velocidade e segui devagarinho. Foi um momento difícil suportar a chuva... eu não estava muito preparado psicologicamente pra tomar a chuva. A forte chuva que caiu durou 15 minutos e amainou e o mormaço esquentou novamente. Cheguei na Rodovia Oswaldo Cruz às 16:20hs com quase 74Km pedalados em 7:20hs. Eu estava muito feliz de ter conseguido chegar. Agora eu já estava em Ubatuba. Na cumeada da serra dei uma pequena parada, ajeitei minhas coisas no alforje, verifiquei o que tinha molhado com a chuva e comecei a descida. Tudo certo. Todas as sacolas dentro do alforje estavam molhadas, mas todas as minhas roupas e equipamentos estavam secos (tudo enrolado em sacos plásticos de supermercado, kkkkkkk, pra que saco estanque??) A descida da serra de Ubatuba é muito legal, mas exige concentração e atenção redobrada. Existem riscos, ainda mais com a pista molhada pela chuva. De qualquer forma, o trânsito intenso me protegia, pois os automóveis andam devagar na serra e os carros atrás de mim me protegiam, pois os motoristas acabam respeitando o ciclista no trecho de serra e dão um certo recuo. No finalzinho da serra eu estava atrás de um carro e acabei passando por cima de algumas calotas que ficam caídas ao longo de quase toda a serra e o resultado é que o pneu dianteiro da bike furou. Na realidade a câmara de ar rasgou mesmo e tive que por uma nova (aquela câmara do começo do texto)... ainda bem que eu estava bem equipado e tinha uma câmara reserva e bomba de ar e tudo o mais que era necessário pra eu fazer o conserto do pneu. Eu estava feliz, apesar da chuva que caía. Em 15 minutos troquei a câmara arrumei o pneu, dei graças a Deus de não ter sido o pneu traseiro pois daria muito mais trabalho. Terminei a descida da serra e peguei pesado no pedal até a casa de minha mãe, onde cheguei exatamente às 18:02hs. 9 horas de viagem, contabilizando inclusive os momentos parado, quase 93Km pedalados. Eu era só felicidade nesse momento. Tomei um banho quente, me alimentei e dormi muito. Nos dias seguintes muita chuva, mas pedalei mais um pouco. Fui até o Rio Escuro pegar meus filhos, fui ver meus amigos Carlinhos e Pedro Paulo no morro da pedreira e acabei revendo o “Joca”, foi muito legal... enfim, curti a minha bicicleta nos meus passeios pela cidade de Ubatuba. Essa é a história dessa cicloviagem de final de ano. Espero que quem ler esse relato curta a história. Abraço a todos A CICLOVIAGEM DE FINAL DE ANO-2017-2018.pdf
  8. guiint ©

    Morro Nhangussu - Guarulhos/SP

    Pretendo detalhar brevemente as trilhas, viagens e locais interessantes de se conhecer por meio de um simples "diário de bordo", quem quiser tirar dúvidas será um prazer. Pra acompanhar, ver mais fotos, dar apoio e compartilhar informações segue lá no Instagram - @guiint __________________________________________ Trilha para o Mirante do Morro Nhangussu - Água Azul (Guarulhos | SP) . Terminal de ônibus Armênia SP → Terminal de ônibus Pimentas GRU→ 883 Água Azul (Ponto Final) . Atrasado como de costume para nossas trilhas, fui guiado pela @luisa.bf à outra extremidade do mundo, mais precisamente ao bairro do Pimentas em Guarulhos. . Do terminal ao ponto final do tranquilo bairro Água Azul e seu pequeno lago central não nos custou mais do que 30 minutos. Os mesmos 30 minutos foram necessários para atravessarmos a Avenida Canes, a Avenida Monte Carlo e a Rua Monte Bianco, acabando em frente de um cercado de arame farpado com vista para a íngreme trilha pro topo do monte. . Da trilha em diante é só curtir a ampla vista do mirante: aviões em vôos baixos para pouso no Aeroporto de Guarulhos, as matas da região, a grande pedreira a oeste, as boiadas que sobem o morro para pastarem e a maior atração do lugar que são as formações rochosas em parecidas com placas "fincadas" na terra diagonalmente. . RECOLHAM O SEU LIXO ou até mesmo os que encontrarem. É indignante ver um lugar lindo desses depredado.
  9. carolramiro

    Ilhabela

    No endereço abaixo está um mapa de Ilhabela com as praias, trilhas e pontos de mergulho: http://www.trilhaecia.com.br e clicar na seção de mapas. Lá digite ILHABELA. Vão aparecer varios mapas. -------------------------------------------------------------------------------------- Postado pelo usuário carolramiro em 02/11/2004 00:41:45 Mensagem: Gostaria de algumas dicas para o final do ano, pretendo ir para Ilha Bela ou mareias, quero um bom camping e boas ondas, para aproveitar em familia. Valeu. ------------------------------------------------------------------------------------- Postado pelo usuário Naine em 06/11/2004 15:45:09 Mensagem: Olá Carol, estive esse feriado percorrendo o litoral norte de SP. Em Maresias (minha paixão, amo akele lugar) estive somente "de passagem" pois estava hospedada em outra praia, entaum qto a camping ñ poderei lhe indicar, mas se vc for associada dos Albergues em Maresias tem um hotel que é filiado e esse feri tive sabendo q a diária tava saindo por $20 (mas requer reservas antecipadas). Ñ deixe de frequentar "A Firma" e "O Sindicato", dois barzinhos ótimos, excelentes, com um atendimento de 1º!!! Qto a Ilha Bela, lhe indico, recomendo e assino embaixo, procure pelo camping Canto Grande (ótimo tb, tem uma área de camping excelente, restaurante e fica praticamente na areia da praia mesmo), Ah, ele fica na Praia Grande...se quiser o tel. pra ver sobre reservas, anota aí: (12)3894-1506 ou 9423. >>Ilha Bela ñ conta com mtas ondas ñ....mas só a natureza d elá é impressionante!!!! Em Ilha Bela, ñ deixe de conhecer A Praia do Jabaquara, linda!!! Tem tb a Praia dos Castelhanos e Bonete, essas porém ñ pude ir, pois carro normal ñ tinha condições de chegar... Boa Viagem Volta aí depois pra contar como foi, ok? Mais info é só gritar!!! ----------------------------------------------------------------------------------- Postado pelo usuário jumedeiros em 10/11/2004 01:52:53 Mensagem: Oi gente! Gostaria muito de dicas de hospedagem em Ilhabela: qual parte da ilha é melhor, preços, etc... Desde já, muito obrigada, Ju Medeiros ---------------------------------------------------------------------------------- Postado pelo usuário LOUCO22 em 17/11/2004 20:26:14 Mensagem: bom umna boa dica é vc levar uma armadura ou um bom repelente !!!!! -------------------------------------------------------------------------------- Postado pelo usuário Pablo Surf em 18/11/2004 09:00:06 Mensagem: Os preços de hospedagem na ilha são muito altos, o negocio lá é ficar em camping, que variam de 10 a 15 a diaria. ---------------------------------------------------------------------------------- Postado pelo usuário jumedeiros em 18/11/2004 11:16:50 Mensagem: Oi meninos! LOUCO22, tô sabendo e já tô me preparando. Valeu! Pablo, é isso mesmo que tá pegando... Só que eu vou com meu namorado e a gente queria um pouco mais de conforto, entende? A pousada mais barata que achei tá setenta reais, mas é no norte da Ilha e eu queria ficar no sul. Vc sabe de alguma pousada ou chalé barato no sul? Quero dizer, é melhor mesmo ficar no sul? Ah! Quanto tempo leva pra ir na Praia do Bonete caminhando? E na Castelhanos? Além dessas duas, quais são as mais bonitas? E as cachoeiras? Quais valem mais à pena? Já chega, né!!! Aguardo respostas. Beijos, Ju Medeiros ------------------------------------------------------------------------------------- Postado pela usuária Naine em 18/11/2004 11:53:25 Mensagem: Olá Ju... Ñ deixe de ir na Praia do Jabaquara...é lindinha!!! Gostei tb da Pedra do Sino... Me disseram q pra Praia dos Castelhanos são 4 horas de caminhada só de ida....ñ posso lhe afirmar, pois ñ tive disposição para encarar a trilha....rs* Bjin's ------------------------------------------------------------------------------------ Postado pelo usuário jumedeiros em 19/11/2004 09:32:19 Mensagem: Oi Naine! Muito obrigada pela informação. Se eu não for andando pra Castelhanos, alguém sabe qual a outra forma e quanto custa? Vou ficar perto da Feiticeira... Bjs! ------------------------------------------------------------------------------------ Postado pela usuária Naine em 19/11/2004 19:46:53 Mensagem: Ju, sou eu de novo...rs* Nesse feriado de 02/11 q estive lá, o pessoal dos jipes estavam cobrando 45,00 por pessoa pra levar até lá...e tinha tb os veleiros q estavam 300,00 e contornava toda a Ilha... Tentamos até procurar um precinho mais em conta com os jipeiros, mas ñ rolava mesmo pq eles são uma associação e tal...entaum era tudo o mesmo preço! E como fomos despreparados para tal, desencanamos de ir até lá....mas eu ainda volto....hehehe Bjin's ------------------------------------------------------------------------------------ Postado pelo usuário jumedeiros em 19/11/2004 21:02:50 Mensagem: Êba! Já sei um monte de coisa... E restaurante, bar, lanchonete. Alguém me dá alguma dica? ------------------------------------------------------------------------------------ Postado pelo usuário viajandu em 22/11/2004 02:45:58 Mensagem: Gente!!! To supercurioso... Essa ilha do peladinho. Pode ficar pelado mesmo por la? To afim de me sentir super a vontade nessa ilha. Gostaria de maiores informacoes a respeito. Como faco pra chegar la. ------------------------------------------------------------------------------------- Postado pela usuária Carol Mensagem: E aí galera mochileira !!!!Estou precisando de ajuda. Depois de tantas dúvidas optei por ILHABELA acredito que será um viagem e tanto.Estou apenas impressionada com a quantidade de dicas e observações para se usar repelente e complexo B. Tem tantos insetos assim por lá? Vou viajar com marido e filho e tenho que estar preparada para tudo. Será que tem MOCHILEIROS que já tenham explorado esta ilha que possam me dar toques importantes para que consiga aproveitar este passeio sem stress.Também tenho tido dificuldades para encontrar campings por lá, só encontrei o da Pedra do Sino e o Palmar alguém conhece estes ou outros pra saber se posso encarar esta com minha familia? Somos aventureiros mas também cuidadosos Carol carolaine
  10. Procuro pessoas do Rio e Niterói que curtam viajar de carro. Com carro ou habilitadas para dividir custos. Viagens curtas e viagens mais demoradas. Marcaremos um papo conforme formos montando um grupo com química boa. Mandem msg pra add no whatsapp. Obs.: Não fumantes.
  11. Humberto Leite

    Pico da Meia Lua , Serra da Mantiqueira

    O Pico da Meia Lua é um contraforte da Mantiqueira no município de Piquete. 1720 metros
  12. guiint ©

    Pedra Grande - Atibaia / SP

    www.instagram.com/guiint Pedra Grande - Atibaia / SP Eu e meu parça Victor tiramos a quarta-feira para subirmos a Pedra Grande de Atibaia (que assim como as outras Pedras Grandes em São Paulo nos proporcionam belos panoramas). Escolhemos pela trilha mais difícil, que tem seu início dentro do Condomínio Arco Íris, próximo a estrutura de pouso livre da cidade, bem no sopé do monte. A cada passo que dávamos o caminho se tornava mais complicado: seja pelas plantas espinhosas, as trilhas escorregadias e íngremes ou mesmo pela falta da trilha que continuava após a escalada livre de algumas pedras ou encostas. O matagal vez ou outra apresentava um pouco da fauna local e quando se abriu de vez nos mostrou o grande paredão que deveríamos escalaminhar para chegar ao topo da gigantesca estrutura de granito. O local é extremamente amplo, cheio de casais realizando ensaios fotográficos e famílias se divertindo. Por meio de uma outra pequena trilha pode-se chegar em um conjunto de pedras que nos permite a vista de 360° das cidades ao redor, podendo se "ver tudo aquilo que o Sol toca" sendo esse mesmo o local onde a foto foi tirada. A paisagem é indescritível... É bom dar uma pesquisada antes de fazer a trilha para saber os caminhos e opções para a volta, leve comida e recarregue os celulares, não cometa os mesmo erros que nós hahaha não é Vitão ?! . ... e sempre, sempre recolham seus lixos ou de terceiros. A natureza agradece
  13. William de Almeida Mendes

    Travessia Sepituba - Bonete

    A comunidade do Bonete, localizada no sul da Ilhabela está separada da civilização moderna não só pela sua cultura ímpar, más também por uma longa travessia por trilha para quem tem disposição de andar mais de 15KM entre subidas e descidas ou por um mar de águas agitadas e ondas grandes para quem tem a disposição para chegar de barco. Essas são as formas mais fáceis de chegar ao Bonete, ou seja, por tantas dificuldades, o local mantém seu aspecto bucólico em pleno litoral paulista. Sem acesso ao mundo externo, com poucas televisões, rádio que não pega muito bem as estações e raro sinal de wifi, esse é o lugar para quem realmente pretende esquecer os problemas mundanos, se isolar e não ser localizado. Com algumas pousadas, restaurantes e camping, o Bonete é a certeza de praia vazia, céu estrelado e muitos borrachudos sugadores de sangue. Impossível não parar no tempo lá, esquecer dos problemas deixados no inicio da trilha e se maravilhar por uma das paisagens mais bonitas do litoral paulista. O acesso ao Bonete via Trilha: O inicio é no bairro da Sepituba que fica a 17KM da balsa onde se tem acesso a Ilhabela. Para chegar até lá é necessário pegar o ônibus de nome Borrifos que fica atrás da delegacia logo na saída da balsa e custa R$3,50. O trajeto dura aproximadamente 1 hora e irá deixar o viajante a +ou- 3km da porteira onde a trilha se inicia. Outra opção é ir de carro e deixá-lo estacionado no Zé da Sepituba, uma figura local com uma grande história de vida e que irá lhe cobrar R$10 a diária. Levando uma garrafa de pinga é provável que ele abaixe esse valor, além é claro de criar um vínculo com esse senhor que saiu de casa aos 8 anos de idade com um peixe seco, farinha e rapadura para servir o exército e que não vê a hora de largar aquele estacionamento e ir morar no mato. No próprio estacionamento do lado esquerdo existem dois elefantes de cimento que jorram água pela boca, água vinda da cachoeira e potável, ideal para abastecer a garrafa e iniciar a jornada. A trilha: Na verdade é uma estrada que começou ser aberta com o intuito de ligar a Sepituba ao Bonete, porém por algum motivo o projeto foi cancelado. Pelo que pude apurar na época os “Boneteiros” que impediram a construção dessa tal estrada. Nos dias atuais carro nessa estrada só dos proprietários da Fazenda da Laje que fica localizado próximo a cachoeira do mesmo nome e que está localizada em um ponto estratégico ao qual falarei mais em breve. Entretanto, mesmo sendo bem larga não deixa a travessia menos difícil. A trilha é de nível difícil e não indicado para pessoas que não tem por prática caminhar bastante. Sedentários até podem chegar más irão sofrer e com alto risco de desistência no meio do caminho, além é claro dos perigos naturais que a trilha oferece. Para tentar ser o mais detalhista possível iremos dividir o relato da trilha em 3 partes sendo a primeira da Sepituba a Laje, a segunda da Laje ao Areado e por último do Areado ao Bonete e esperamos auxiliar os viajantes a atravessá-la da melhor forma possível. Parte 1 – Da Sepituba a Fazenda da Laje. Após atravessar a porteira que é o ponto inicial da travessia já esteja preparado para uma subida tensa com metade dela de terra e a outra metade de cimento “cimento para facilitar a subida do jipe que leva mantimentos para a fazenda”. Essa subida é um teste para a sua determinação de chegar ao Bonete e prévia do que virá pela frente. Caso encontre dificuldades em subir essa ladeira, seja por peso demasiado, seja por outras dificuldades essa é a hora de abortar a missão, pois, pela frente a tendência é piorar. Ao término dessa ladeira existe a primeira recompensa. Um visual fantástico do oceano que vale aquela foto da primeira vitória. A partir do topo do morro até a cachoeira da laje a trilha se acalma, ou seja, subidas e descidas, porém, nada de algo muito difícil. Em um determinado momento você terá que se decidir se vai seguir pela trilha principal e ir direto pela cachoeira da laje ou se vai pegar um trilha secundária a direita e que irá para o mirante do Cação e Fazenda da Laje tendo assim acesso ao Lago Dourado. Sobre a fazenda em específico falarei mais a frente. Essa primeira parte tem como principal dificuldade a subida de cimento, o demais é bem tranqüilo e movimentado, o que impede de avistar a fauna local. Parte 2 – Cachoeira da Laje ao Areado. Essa segunda parte já é um pouco mais técnica e com desníveis maiores. Muitas árvores estão caídas pelo caminho sendo que algumas delas chegaram até o chão e para ultrapassá-las é necessário pular, outras ficaram presas em outras árvores sendo necessário abaixar para vencê-las. Os desníveis são caracterizados por enormes fendas e buracos causados pela erosão do solo fazendo com que a atenção seja redobrada para não ser sugado abaixo, torcer o pé em uma das fendas ou qualquer outro tipo de acidente. Nesse trecho o viajante já está longe da Sepituba e longe do Bonete, o sinal do celular não funciona, então, se acidentar nessa região seria catastrófico. Duas partes posso caracterizar como de extrema dificuldade: 1) Uma enorme pedra cheia de detritos que lembra farelo de cimento e deixa e pedra lisa, para transpor esse obstáculo é necessário passar pelo lado por uma pequena faixa de terra que cabe apenas um pé a frente do outro e que beira uma dos enormes buracos com mato alto e se arriscar em um esqui-bunda. A pedra tem aproximadamente 2m de altura, porém está localizado no meio do único lugar que dá para passar. 2) Uma enorme descida que leva ao areado. A ladeira é completa de fendas profunda com alto risco de torções e muito inclinada fazendo com que todo o peso do corpo se concentre nos joelhos. Devido ao terreno é impossível descer em linha reta, então o melhor a fazer é zigue-zague o que prolonga a caminhada. Ao término você estará no Areado, parabéns! Para atravessar o Areado e continuar a trilha você terá duas opções: Pela ponte antes da curva ou por dentro do rio mesmo, porém varia de acordo do nível da água. Parte 3 – Do Areado ao Bonete. Esse é o trecho mais difícil. O areado está numa espécie de vale, tudo o que você desceu para chegar até lá irá subir novamente. Pelo tempo da caminhada o corpo já está cansado e o terreno é o mais difícil da trilha. Logo no inicio da trilha, lá na porteira existe uma placa de aviso sobre riscos de deslizamentos nesse trecho, isso porque a trilha é cheia de pedras e se uma rolar ira fazer um movimento em cadeia das outras. Logo saindo do Areado tem uma ladeira, más, perto das que estão por vir ela é bel tranqüila. Ao término dessa primeira subida outra te espera, essa sim, maior que a primeira antes de chegar na Laje, com pedras, fendas e limo. É nessa subida onde existe o maior risco de encontrar com cobras. A subida faz +ou- 3 curvas longas e pelo caminho encontramos várias pessoas sentadas se recuperando para continuarem a subida que parece não ter fim. Após terminar essa o terreno fica um pouco reto e depois outra subida do mesmo nível e após o término dessa existe outra, ou seja, saindo do Areado são no mínimo 4 subidas que exigem muito da pessoa que quer vencer essa trilha. Após todas essas subidas você estará na curva da mentira, nome dado porque nessa curva é possível ver a praia do Bonete, será a primeira vista da praia e da a falsa impressão de que está chegando, porém não se iluda, dali até o Bonete será mais 1 hora de caminhada. Nessa curva tem uma pequena entrada que dá acesso ao Mirante do Bonete que fica a +ou- 150M fora da trilha e é parada obrigatória. Voltando a trilha o terreno muda completamente, as copas das árvores já não fazem mais sombra, então é sol na cabeça, por uma estrada de terra batida típica de cidades do interior. A descida é aguda e constante, tudo que foi subido do Areado agora será descido para voltar ao nível do mar. Durante o trajeto existe outra curva com uma vista bem bonita da praia. A marca de que se está chegando é outra cachoeira, a do Saquinho e que o visitante também terá duas opções de transpor: Se o nível da água estiver baixo é possível ir por baixo, atravessar as pedras e fazer uma pequena escalaminhada, se o nível da água estiver alto, na placa é necessário subir o morro a esquerda, subida bem íngreme e também no melhor estilo escalaminhada para chegar a ponte, porém, pela ponte é mais difícil, não chega nem a ser uma trilha, é uma pequena caminhada pelo meio do mato mesmo cheia de troncos de árvores e pedras, tirando a subida muito íngreme e que não tem auxílio nenhum para subir. Observações da trilha: Trilha de nível difícil, não pela navegação, más sim pelo terreno. Muito sobe e desce, com desníveis absurdos, cheia de fendas, rochas, árvores caídas e com a enorme variedade de fauna que o local possui. Toda atenção com cobras é essencial, principalmente do trecho da Laje até o Bonete onde menos pessoas se aventuram e é mais fácil localizá-los. As cachoeiras são uma grande fonte de água, porém sempre é bom ter algo para purificar a água, no nosso caso levamos cloro que leva 30 minutos para deixar a água potável. Outra observação importante é com relação a temperatura. Não se iluda pela trilha ser em sua grande maioria sombreada pelas copas das árvores. A alta umidade faz com que o trajeto seja uma sauna a céu aberto. Você vai suar o tempo todo o que aumenta consideravelmente o risco de desidratação. Os borrachudos já fazem um estrago considerável na trilha e qualquer repelente que não seja o “citro ilha” é perfume, então nossa recomendação é que faça a trilha de calça e camiseta de manga longa. O peso da sua mochila fará toda a diferença de tempo e o esforço físico dedicado, então reavalie o que irá levar para a trilha, a primeira parte fizemos com as cargueiras pesadíssimas e pagamos caro por isso. Use botas confortáveis e bastões de caminhada. Leve no mínimo 2 garrafas de 500ML e economize água, por mais que exista vários pontos para se reidratar existe um tempo para que o produto usado para purificar reaja com a água. Fazenda e Cachoeira da Laje – A fazenda da laje é uma propriedade particular que segundo a proprietária dona Nice vai dá porteira até o Areado. Se a opção for passar por dentro dela é necessário pagar uma taxa de manutenção no valor de R$5 que podem ser consumidos. A água custa R$5, cerveja e refrigerante R$6, lanche natural R$12, porém corre o risco de chegar lá e não ter muitas coisas principalmente cerveja já que a dona Nice vende 1 e bebe 5. A fazenda também é camping e hostel. R$40 a diária do camping e R$80 a do Hostel. Banheiro com ducha quente, banheiro sem iluminação e uma área de confraternização bem aconchegante. O visual é um caso a parte, a fazenda está no alto do morro e em cima de uma rocha, as barracas são montadas de frente para o oceano e não tem preço acampar com essa vista, porém, um tanto perigoso acampar no caso de descargas elétricas proporcionadas pelos raios. A fazenda também é ponto de acesso ao Lago Dourado, lago esse que é a continuação da Cachoeira da Lage. Pela manhã com o sol incidindo direto sobre o lago ele fica amarelado, daí o nome. Para acessá-lo são aproximadamente 10 minutos de descida que depois terá que ser subido novamente. É proibido acampar lá, porém conversando direitinho com a dona Nice quem sabe. Como nossas cargueiras estavam demasiadamente pesadas resolvemos acampar por lá e pudemos deixar o peso extra para pegar na volta. O contato é difícil devido a localização, então vou deixar o telefone do filho da dona Nice que é um dos administradores também. Fiz um acordo com a “veia” e quem ao chegar lá falar que foi indicado pelo “William/Márcia do Na Barraca” receberá um desconto “espero que ela cumpra com isso”. 12 981217759. Acima da fazenda fica a cachoeira que possui alguns níveis. O mais alto é onde está a ponte, o mais baixo de onde se chega vindo da fazenda. No nível intermediário fica a pedra que escorrega. A cachoeira é muito bonita e grande, porém, por ser a primeira muitas pessoas vão até lá, passam o dia e voltam, então costuma ficar cheia e com “farofa”, o ideal é se refrescar e caso opte em acampar na laje voltar para o lago dourado, caso siga para o Bonete parta para ficar um pouco mais de tempo no Aerado. Aerado: Essa sim, com poucas pessoas. Quem chegou é acostumado a estar na natureza e sabe como lidar com ela “mesmo com algumas exceções”. O local é mais vazio e a parte na qual se cruza pela trilha é cheia de pedras, porém, para quem chega vindo da Laje, pouco antes do término da descida tem uma pequena trilha que dá acesso a parte de cima das pedras com um grande lago para banho. É preferível ficar por lá. Assim que termina a descida também, do lado esquerdo se tem acesso a ponte que leva ao outro lado e do lado direito uma área já reservada para acampar. Um grande quadrado com troncos de árvores um de frente para o outro e vestígios de fogueira. Cabem bem acomodadas 2 barracas. Nessa mesma área tem uma pequena trilha que leva a parte de baixo do Areado e que aparentemente também ao “banheiro”. Vale aqui salientar que qualquer necessidade deve ser feita a no mínimo 100m da água e as fezes devem ser enterradas. Mirante do Bonete. Nada mais do que uma montanha na trilha que propicia a vista da praia de frente e por cima. Como o trajeto é curto vale a pena deixar as mochilas na entrada e ir até lá. Nesse local também existe indícios de acampamento, sendo assim quem quiser pode acampar por lá e acordar com uma vista maravilhosa sem pagar nada. Cachoeira do Saquinho: Em outros tantos relatos dizem que a cachoeira é sem graça. Acredito que esse veredicto seja dado pelo fato de não haver possibilidades de se banhar, porém, para contemplação ela é tão linda quanto às outras. A queda fica em uma formação rochosa de uns 15M que lança a água abaixo fazendo a passar por baixo da ponte acima citado. Um pouco antes dessa cachoeira há uma bica de água com a mangueira. Cachoeira do Poço Fundo: Nos fundos da vila do Bonete, a aproximadamente 15 minutos andando fica o Poço Fundo. Não chega a ser uma cachoeira nessa parte e é possível nadar caso não se incomode mais com os borrachudos uma vez que nessa parte da vila o ataque é intenso. Vale a pena esticar até lá, e é o mesmo caminho que leva ao outro mirante e as praias das Enchovas e Indaiaúba. Bonete: Como dito anteriormente é um lugar bucólico. Ruas estreitas e de terra/areia a vila é bem pequena. A beira mar estão os comércios mais caros, porém, os preços com exceção de um ou outro lugar são tabelados. Não existe uma grande variedade de produtos comercializados, apenas o básicos, por isso a necessidade de levar seja de trilha ou barco. Os preços são bem salgados. O prato feito custa em média R$25 e serve 2 pessoas. A cerveja a beira mar custa R$6 e na rua de trás na mercearia do Sr. Américo custa R$5, pode parecer uma diferença pequena, más depois que tomar várias a diferença é grande. Na pousada da Rosa vende o repelente local “Citro Ilha”, o pequeno custa R$20 e o grande R$28 lembrando que é o único que neutraliza em partes as ações dos borrachudos. À noite tudo fecha cedo com exceção do bar que fica logo após a ponte da igreja onde rola música ao vivo. Os lanches também são bem carinhos, um cachorro quente somente pão e salsicha custa R$7. Os locais são chamados de “Boneteiros”, más parece que eles não gostam muito desse nome, então é bom evitar chamá-los assim. É um povo que luta a anos contra a especulação imobiliária, então são bem aguerridos e de opinião forte. 90% da população é formada por protestantes, existem 2 igrejas na vila, então, algumas práticas é bom serem evitadas em qualquer lugar como por exemplo o consumo de maconha no meio da vila e a fala de palavrões em demasia. As mulheres em sua maioria são casadas, então nada de ser espertinho e chegar dando em cima das caiçaras loiras de olhos verdes “esse é o biótipo dos locais”, por informações dos moradores, o navio que naufragou na região e deu origem a vila era holandês. O céu do Bonete é espetacular, vale à pena ir a noite à praia para contemplar. Muitos moradores costumam ir dormir na praia com seus colchões, não é proibido fazer isso, más, é proibido montar a barraca e a lei lá é muito clara para isso: Montou barraca na praia ela será quebrada e jogada no mar, além é claro de comprar uma briga desnecessária com os locais. Você é fumante? Leve seu cigarro, lá custa R$15. O mar é grande e a praia de tombo, não é um lugar apropriado para ficar brincando na água, atenção redobrada. No canto oposto ao que se chega da trilha há um rio de águas geladas, ali é aconselhável para ficar de bobeira na água. Macarrão e enlatados vendem lá e com preços similares aos de qualquer lugar, então é um peso a menos na mochila. Eles não vendem gelo, o gelo é para o comércio local. Camping: Há dois campings no Bonete. O primeiro fica em frente à igreja e a impressão não é boa. Todo aberto sem muito controle e com muito lixo a vista. A única coisa que chama atenção é que é na frente da praia, porém não me senti atraído por ele e conversando com um rapaz que ficou por lá foi a melhor decisão. O outro camping é o da Vargem. Esse fica aberto também, porém as casas dos donos ficam na frente, então não é qualquer um que entra, o banheiro é limpo de hora em hora, tem ducha quente, cozinha comunitária com fogão a lenha e limpa constantemente também, espaço para até 70 barracas “segundo informações do Jairo “dono””, os eletrônicos ficam carregando na casa dos moradores e é bem familiar. As 23 horas é silêncio total e tem luz 24 horas, diferentemente do restante da ilha. O valor é de R$30 a diária e a Deloira, mãe da família e responsável é super gente fina. O Jairo também faz a travessia de barco e para quem fica no camping rola um preço especial. https://www.facebook.com/Restaurante-Camping-da-Vargem-Praia-do-Bonete-Ilha-Belasp-684963794985428/?fref=ts. Borrachudos: Sim, esses insetos é o que impedem do lugar ser perfeito, porém os locais me convenceram da importância deles. Os borrachudos se reproduzem em águas limpas e correntes, como o local é cercado por cachoeiras o dia em que os insetos sumirem é porque a água já não é mais limpa e a vila estará na iminência de não mais existir. O único repelente que segura o ímpeto desses bichinhos cara de pau é o “Citro Ilha”, então você terá que comprar. Se for alérgico a borrachudos não vá, a Márcia saiu de lá direto para o PS, pois estava toda inchada e tomou duas injeções de Fenergan. A coisa é séria. Os locais usam meias de futebol porque o principal alvo deles é o tornozelo. Eles picam até 1,5m do chão, sendo assim aja pernas e pés. Chega a cortar o barato do local dando vontade de ficar intocado dentro da barraca. A noite não há ataque, anoiteceu eles somem e é hora de usar bermuda, saia, shortinho e afins. Caso precisem de maiores informações nos procurem pelo e-mail ou zap. Talvez alguma informação tenha passado batido más que possamos ter para [email protected] Mais imagens no: https://www.facebook.com/william.mendes.182/media_set?set=a.1550555714968391.1073741847.100000419323243&type=3 Trilha gravada pelo Wikiloc: https://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=16057066 https://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=16057050 Leia mais: http://nabarraca.webnode.com/news/bonete-ilhabela-bucolica-linda-e-lar-dos-borrachudos/
  14. Cantinhos no Mundo

    Dicas de atrações para curtir um feriado em São Paulo

    São Paulo, a cidade mais populosa do Brasil e o principal centro cultural do país, é um lugar que nunca para, e o que não falta é programação para você curtir cada cantinho dessa cidade sensacional! Fomos recentemente para São Paulo no feriado de 7 de setembro, vamos listar aqui pra vocês as atrações que recomendamos =) Av. Paulista- Domingos e feriados a mais famosa avenida de SP fecha para passagem de carros e se torna um verdadeiro encontro dos paulistanos/turistas. É uma delícia de programação, a cada esquina que você anda, escuta um cantor entonando um ritmo diferente, ou uma banda animando um público. É uma mistura de energias e de tribos, onde tem espaço para todos. Muita gente aproveita a ciclofaixa para andar de bicicleta, outros para apenas caminhar e admirar aquela avenida tão imponente com suas atrações a cada esquina. Ao longo dela, encontramos vários mini shoppings, vendendo coisinhas, principalmente chinesas. Amamos caminhar pela Paulista em um lindo dia de sol, escutando tanta música legal e sentindo um pouquinho daquela energia boa! Parque/Museu da Independência– Fomos visitar exatamente no feriado de 7 de setembro, então tava tendo um evento comemorativo e tinha um multidão no Parque, não deu pra conhecer muito bem, porém valeu a visita para ver a beleza por fora do Museu da Independência. A construção e arquitetura é muito linda, recomendo ir se você tiver ir tiver um tempinho sobrando ou tiver de passagem pelo parque. Devido aos riscos de desabamento, o museu está fechado para reforma até 2022 (creiam, todo esse tempo…), uma pena, pois eu imagino como deve ser lindo lá dentro. Para continuar lendo dicas sobre São Paulo, é só clicar no link do nosso post http://www.cantinhosnomundo.com.br/dicas-de-atracoes-para-curtir-um-feriado-em-sao-paulo/
  15. Claudia Simone Lugue

    Travessia Serra Fina

    RELATO TRAVESSIA SERRA FINA: No feriado do dia sete de setembro/17 eu criei coragem para realizar este desafio - A Travessia da Serra Fina trilha no Sudeste do Brasil uma travessia cobiçadas e que tbm e considerada uma das mais difíceis do Brasil. Localizada na tríplice divisa de SP/RJ/MG. Começa pelo Pico do Capim Amarelo (2570 m) e passa por diversos picos acima dos 2000 m de altitude e em duas das dez mais altas montanhas do Brasil: Pedra da Mina (4° 2798 m) e Pico dos 3 Estados (10° 2665 m). Estava com um grupo de 14 pessoas do Trilhas&Passeios . Começamos a Travessia da Serra fina, dia 07/09, às 5h30 pela toca do Lobo, tds os integrantes pegaram água 6 litros cada um,ai seguimos até o cume do Capim Amarelo, com aproximadamente 20 kg na cargueira, claro que qdo começou as cordas aí eu comecei a chorar e pensei não irei conseguir aí pensei já deu pra mim, pq já estava sem forças para subir, aí ao chegar na última corda nosso amigo Franco que ja estava ao Cume do Capim desceu e pegou há minha cargueira aí sim eu consegui chegar ao cume feliz da vida estava morta de cansaço aí o grupo fez a opção de não acampar, lá, eram as últimas Vagas e deixamos para outro grupo, avançando até o Maracanã, claro aí foi só alegria pq era só descida onde acampamos no primeiro dia. Tudo bem tranquilo, chegamos cedo, montamos acampamento e durante a noite, a temperatura chegou a -2ºC, e durante o dia, a mesma foi de aproximadamente 24 graus. Iniciamos o segundo dia, com a intenção de alcançar a Pedra da Mina e acamparmos no Vale do Ruah, claro que eu tbm sofri mas um pouco menos, pois estava só com 2 litros de água, pq lá na frente tem ponto de água e a subida era em zigue-zague. Ao chegarmos no Cume da Mina, a mesma já estava lotada, Pois bem lá estava eu na Pedra da Mina (4° montanha mais alta do Brasil). Após avistar o cupim do Boi, Pico dos três estados aí pensei borá terminar que agora falta pouco (se referindo ao Três estados), aí eu segui junto ao grupo com a logística de chegar no Camping. Chegamos a tarde no Vale do Ruah, montamos acampamento e às 18h já estava muito frio, claro eu não consegui dormir de maneira alguma, pois eu estava com uma mega friaca. Quando amanheceu todas as barracas estavam congeladas, águas dentro da barracas e mochilas, tudo congelado, um guia lá disse que a temperatura chegou a -12ºC. No terceiro dia, tínhamos como objetivo acampar no Pico dos Três estados, avançamos rapidamente até mesmo pq que tem muitos trechos de escalaminhada mas ao chegar ao local, já estava tudo lotado, porém conseguimos acampar pouco abaixo do mesmo, sem grandes problemas, claro uma subida bem puxada pq estávamos com 6 litros de água na cargueira claro na minha só deu para colocar 3 litros estava muito cheia aí eu levei na mão os outros 3 litros que no caminho nosso amigo Franco colocou na cargueira dele. No último dia o sol nasceu lindíssimo no alto do Pico dos Três Estados, e depois disso foi só descida antes fosse né , pois “a gente desce pra subir, e sobe pra descer”. Isso porque se passa por várias outras montanhas para se chegar ao sítio do Pierre, na BR-354 na cidade de Itamonte, onde termina a travessia. Passamos pelo Cabeça de Touro, Alto dos Ivos e outros, o nosso resgate estava marcado para ás 15h00, mas devido a nossa agilidade , felicidade, cansaço e etc estávamos em Itamonte às 13h00 , claro que nossa amigo do resgate Alexandre e o Sr. Manoel já estavam lá. A experiência é única em que eu aprendi muito uma delas é que nessa travessia a água se torna o bem mais valioso, a parte física já estava pra lá de comprometida como dores nas pernas dor de cabeça devido ao sol muito quente o cansaço foram vencidos e superados, pois graças adeus eu não encontrei nenhum bicho já que eu tenho medo e isso me impedia de acompanhar em montanha claro que o psicológico conta muito e eu só tenho a agradecer a meu deus e a tds do grupo Trilhas&Passeios pela união e apoio uma energia magnífica que ficará em minha vida e para fechar eu FARIA td novamente. Travessia Serra Fina: da Toca do Lobo ao Sítio do Pierre – 30 km de extensão Pedra da Mina: 2.798,4 metros (4º ponto culminante) Pico dos Três Estados: 2.665,0 metros (10º ponto culminante) Pico do Capim Amarelo: 2.570 metros Alto dos Ivos: 2.519 metros Pico Cabeça de Touro: 2.649 metros Pico Cupim do Boi: 2.543 metros " Eu que decidi viajar, Eu que escolhi conhecer, Nada tenho a deixar Porque aprendi a viver..."
  16. Dificuldade: Difícil - Categoria 2 Distância: 48 km Altitude Máxima:1.514 m Circular: Não Como chegar São José do Barreiro esta localizada aos pés da Serra da Bocaina, estando a 273 km de São Paulo e 214 km do Rio de Janeiro, São José do Barreiro está ligado à Rodovia Dutra pela Estrada dos Tropeiros que, agora reformada, oferece um acesso fácil e seguro aos visitantes. Como essa não é uma trilha circular, a não ser que vá até a cidade com mais alguém no carro que possa leva-lo embora o ideal é ir de ônibus. Existe um ônibus por semana saindo de São Paulo para São José do Barreiro, o melhor lugar para pegar um ônibus para a cidade é partindo de Guarantigueta/SP que possui mais horários de ônibus, a operadora de Ônibus é a Pássaro Marrom. A estrada que vai até a entrada do parque esta sendo toda reformada, já sendo possível um carro de passeio subir quase até a portaria do parque, caso não queira arriscar com seu próprio carro existem pessoas na cidade que fazem esse trajeto, alguns contatos são: Elieser: (12) 3117-2123 Reginaldo: (12) 99747-9651 Roger: (12) 3117-2050 O Elieser oferece o serviço de levar o seu carro até a cidade de Mambucaba para que você já siga viajem de lá, o Reginaldo faz o resgate no próprio carro também na cidade de Mambucaba. A logística para essa trilha não é das mais simples, vale a pena ligar para alguém da cidade antes de ir e também já combinar um resgate na saída da trilha para não ficar na mão. Planejamento É muito importante fazer um belo planejamento antes de iniciar essas travessia, isso pode reduzir o peso que vai carregar e seus joelhos e suas pernas vão agradecer no último dia. A travessia pode ser feita de 2 a 4 dias, considero 3 dias o ideal para aproveitar bem. É possível pernoitar em pousadas ou acampar em alguns lugares no próprio parque, abaixo algumas distancias para uma decisão de onde ira acampar. Portaria -- 8km --> Cachoeira das Posses -- 22km --> Cachoeira do Veado -- 18km --> Fim Portaria -- 18km --> Pousada Barreirinha -- 12km --> Cachoeira do Veado -- 18km --> Fim A Trilha A trilha é parte da história do Brasil, foi construída pelos escravos entre os séculos XVII e XIX, a partir de trilhas dos índios Guaianazes, ponto de passagem obrigatório, nos séculos XVII e XVIII, o caminho ligava Minas Gerais a Rio de Janeiro e São Paulo. No chamado "Ciclo do Ouro". Antes de tudo é preciso de uma autorização para entrar no Parque, para isso envie um e-mail para [email protected] solicitando tal autorização. Fizemos essa travessia pela primeira vez em fevereiro de 2012 e decidimos refazer ela agora com mais conhecimento, equipamentos e claro preparo físico, nessa segunda travessia acabamos pegamos uma bela chuva no segundo dia, por esse motivo mesclei as fotos da postagem com a primeira travessia afim de ilustrar melhor como é a trilha. Quem me acompanhou nessa trilha foram meu pai Mario, meu irmão Mateus e meu cunhado Luan, sendo que essa seria a primeira trilha da vida do meu irmão. Fizemos ela nos dias 15,16 e 17 de novembro. Nosso trajeto foi sair de Guaratinguetá no ônibus das 7h até São José do Barreiro e já havíamos combinado com o Reginaldo para nos levar até a entrada do parque, chegamos na cidade por volta das 9:30h e já começamos a subida com o Reginaldo, chegando na entrada do parque por volta das 11h. Durante a subida existem vários trechos que formam mirantes belíssimos, vale a pena pedir para dar uma paradinha rápida. Nosso planejamento era acampar o primeiro dia na cachoeira das Posses e o segundo dia na Cachoeira do Veado, dessa forma o primeiro dia é o mais tranquilo, partindo da portaria com 1,5km de caminhada se chega na Cachoeira Santo Izidro, ela fica a esquerda da trilha e é uma bela descida até chegar na base da cachoeira, dependo do preparo físico considere "esconder" as mochilas próximo da trilha e pega-las na volta. Voltando para a trilha, andando cerca de 1,5 km existe um atalho que reduz a trilha em 1,3 km, caso opte em não usar o atalho some essa distancia nos valores descritos acima. Bom considerando que você pegou o atalho, da cachoeira Santo Izidro até a cachoeira das Posses são cerca de 6,5 km em um caminho relativamente tranquilo. A Cachoeira das Posses fica do lado esquerdo da trilha, quando começar a ver as araucárias é porque esta bem próximo da entrada. Logo no começo da trilha em direção a cachoeira existe uma casa abandonada no lado direito, é um opção de acampamento fechado. Um pouco mais a frente existe uma boa área de camping para 4 ou 5 barracas. Atras dessa área existe mais uma casa abandonada, nós acampamos dentro dessa casa, na "cozinha" da casa existe espaço para 3 barracas, as paredes laterais caíram mas mesmo assim é uma boa proteção do vento e existe um fogão a lenha que pode ser utilizado para cozinhar ou apenas para fazer uma "fogueira" para esquentar a noite. Como dito o primeiro dia é o mais tranquilo, então caminhando bem você terá bastante tempo para curtir a Cachoeira das Posses, ao lado da casa e da área de camping existe uma trilha com uma placa indicando o caminho da cachoeira, cerca de 200 m a frente existe a primeira queda, nada muito grande, continue descendo a trilha por mais cerca de 600 m até a base da cachoeira. Para quem assim como nós decidiu não acampar na pousada Barreirinha, o segundo dia é o mais cansativo e longo, são 22 km até a cachoeira do Veado, sendo boa parte sem árvores e com algumas subidas pesadas se levar em consideração que estamos com peso nas costas. Acordamos cedo e demos uma última passada na primeira queda da cachoeira das Posses para "tomar banho" e saímos que a caminhada seria longa. Os primeiros 4 km são tranquilos, ainda estão protegidos pelas árvores e com poucas subidas e ainda com pontos de água no caminho. Depois disso começa o caminho por estrada de terra, sem árvores e com algumas subidas e descidas bem cansativas, caminhando em torno de 6 km encontrasse a Pousada Barreirinha, é um bom lugar para trocar a água e até mesmo para comer ou beber alguma coisa, de qualquer forma, corte caminho pela pousada que vai desviar de uma bela subida ingrime e curta. Saindo da pousada ainda faltam 12 km até a cachoeira do Veado, cerca de 8 km do percurso continua sem árvores e em estrada da terra, nesse percurso 2 km depois de passar por um pasto com uma pousada ao lado tem uma subida bem pesada, é praticamente o último trecho em estrada de terra, ou pelo menos estrada que aparenta ter condições de passagem de carro. Após essa subida já começa um pouco mais de vegetação com alguns pontos de bastante árvores e já alguns trechos com o calçamento real, desse trecho até a cachoeira do Veado faltam pouco mais de 5 km, quase chegando na fazenda central existe um rio com um pinguela para atravessar, considere um bom ponto para trocar de água novamente caso necessário. Desse ponto para frente falta pouco até a cachoeira, na primeira vez que fizemos a trilha acabamos chegando tarde nesse ponto e decidimos acampar ao lado da fazenda central por já estar escurecendo e existe uma boa área de camping ao lado de um lago. Passando a fazenda central falta bem pouco, porém, começam algumas descidas e o terreno é bem ruim, ainda mais se estiver chovendo(ou muito molhado), mesmo sendo um trecho relativamente curto leva uns 30 minutos para atravessar. Assim que terminar a descida, do lado esquerda existe uma "gaiola" para atravessar o rio, se trata de uma caixa de metal suspensa em um cabo de aço para fazer a travessia, do outro lado do rio existe uma pousada com área para camping, essa é uma parte bem divertida da trilha. Continuando a trilha sem pegar a gaiola é o caminho até a cachoeira do Veado e após um pequeno pasto já começam as áreas de camping próximo da cachoeira, nós decidimos acampar logo após o pasto. O ideal é acelerar a caminhada dos 22 km desde a Cachoeira das Posses para aproveitar a Cachoeira do Veado ainda no segundo dia e no terceiro dia já pegar a trilha logo cedo. A Cachoeira do Veado é a mais bonita da travessia, com duas quedas, totalizando 80m de altura, o acesso a última queda é bem tranquilo, já para chegar a segunda queda já é mais complicado. O terceiro dia são 18 km até a ponte de arame onde geralmente é feito o resgate, para continuar é necessário atravessar a gaiola e passar por traz da pousada para continuar a trilha. Cachoeiras a parte, o terceiro dia da trilha é o mais bonito pois é quase por completo dentro da mata e com o calçamento real, existem vários trechos de subidas e descidas pelo calçamento, as pedras estão muito lisas e com chuva o caminho se torna ainda mais difícil. Durante a descida existem vários pontos com água, não precisa descer carregado de água pois é muito fácil encontrar no meio do caminho. Em alguns trechos as pedras do calçamento já se soltaram e em períodos de chuva viram um barro só, por isso todo cuidado na descida é pouco. Faltando quase 4 km para o fim da trilha é necessário atravessar o rio Mambucaba, a ponte que corta o rio esta caindo, nas duas vezes que fizemos a trilha não tivemos coragem de atravessar a ponte, mas alguns grupos assim o fizeram, como no trecho onde a trilha encontra o rio ele esta mais raso é preferível cruzar pelo rio mesmo. Atravessando o rio, falta pouco, mais 4 km e é o fim da trilha, a trilha termina em uma estrada de terra e do lado direito tem a ponte que também cruza o rio Mambucaba, ela é conhecida como ponte de arame, existem algumas casas nessa estrada próximo da ponte, se você não deixou um resgate combinado existe a possibilidade de bater em alguma casa e com sorte achar alguém que te leve até a rodovia ou ir caminhando cerca de 20 km até a Rodovia Rio x Santos. Essa é uma trilha muito bonita e ainda tem o charme de ser parte da história do Brasil, com um bom preparo físico e Fé no Pé é um belo programa.
  17. Pretendo detalhar brevemente as trilhas, viagens e locais interessantes de se conhecer por meio de um simples "diário de bordo", quem quiser tirar dúvidas será um prazer. Pra acompanhar, ver mais fotos, dar apoio e compartilhar informações segue lá no Instagram - @guiint _____________________________________________ Parque Estadual da Cantareira - Núcleo Engordador / SP. . No terminal Santana e Tucuruvi há um ônibus chamado Cachoeira que deixa bem próximo ao parque (Na Avenida Coronel Sezefredo à esquerda entramos na rua de acesso à bilheteria / R$ 14 - Inteira) . . Na véspera do feriado de 7 de Setembro escolhemos visitar o Parque Estadual da Cantareira para fazer as trilhas do Núcleo Engordador e conhecer um pouco mais nossa linda serrinha da ZN. . Trilha do Macuco (±750m): Caminho de terra batida margeando o córrego natural que flui através de pequenas pontes de madeira e antigos canos de abastecimento de SP. . Trilha da Cachoeira (±3km): A principal trilha do lugar nos leva a uma subida leve pela terra batida, passando por diversas quedas de água, sendo a principal a Cachoeira do Véu com suas águas gelaaadas que nos fazem perder o fôlego. . Casa da Bomba: Antiga construção que abriga a bomba de abastecimento de água que ligava a Cantareira ao resto de São Paulo no século XIX. . Represa do Engordador: Logo acima da área de piquenique temos a grande represa do Engordador, por onde a água sobressalente corre entre as famílias através de uma canaleta de concreto. . Recomendadíssimo a visitação desse recanto pra um dia todo de tranquilidade com família aos finais de semana e feriados. RECOLHAM O SEU LIXO ou até mesmo os que encontrarem. É indignante ver um lugar lindo desses depredado.
  18. guiint ©

    Pico do Urubu - Mogi das Cruzes

    Pretendo detalhar as trilhas, viagens e locais interessantes de se conhecer por meio de um simples "diário de bordo", quem quiser tirar dúvidas será um prazer. Pra acompanhar, ver mais fotos, dar apoio e compartilhar informações segue lá no Instagram @guiint ________________________________ Pico do Urubu - Mogi das Cruzes. Como um dos representantes dos sedentários que odeiam correr em esteira de academia, combinei com dois colegas de ver beem do alto a cidade de Mogi das Cruzes e o Mares de Morros da área pelo Pico do Urubu. O trajeto é fácil, seguimos o relato detalhado do http://trekkingetravel.com.br/trilha-pico-do-urubu-mogi-das-cruzes/ e não tivemos erro. Chegando no ponto culminante da Serra do Itapeti é possível ter uma vista de 360° da região: vemos com quase totalidade a cidade de Mogi, as fazendas e chácaras, beeem ao fundo a Serra da Mantiqueira e a Serra do Mar. Ao pôr do Sol, até mesmo uma pequena boiada subiu ao pico, assim que acabaram de jantar na pastagem, pra apreciar a vista enquanto a comida assentava no estômago. Ah! Existe também a possibilidade de pular de paraglider com a MCVL, mas essa missão vai ficar para uma próxima vez... Recolham o maldito lixo que deixarem ou até mesmo os que encontrarem. É indignante ver um lugar lindo desses depredado.
  19. Pretendo detalhar as trilhas, viagens e locais interessantes de se conhecer por meio de um simples "diário de bordo", quem quiser tirar dúvidas será um prazer. Pra acompanhar, ver mais fotos, dar apoio e compartilhar informações segue lá no Instagram @guiint _____________________________________________ Pico do Jaraguá - Parque Estadual do Jaraguá - SP. . Esperávamos quase com descrédito que o sábado seria de Sol. Chegado o dia escolhemos o caminho mais fácil de transporte público para o parque: trêm da Barra Funda até a Estação Vila Clarice (Linha Rubi). Saindo da estação há 3 opções de ônibus (8040 Jaraguá/ 8047 Jaraguá/ 8696 Jaraguá) que deixam na entrada do Parque Estadual do Jaraguá de entrada franca. . Aproveitamos que o Solzão finalmente deu as caras e fizemos duas trilhas leves pra aquecer (Trilha da Bica ~1,5km e Trilha do Silêncio ~800m). Já no pique pra começarmos a subida do monte iniciamos enfim a Trilha do Pai Zé. . A trilha curta com quase 3,5km ida/volta de pedras e terra batida é úmida no início/meio e árida no final conta com generosas subidas, principalmente chegando ao seu final quando terminamos em um pequeno deck de madeira com ampla visão da paisagem. Um preparo físico inicial é MUITO bem vindo pois a subida é um pouco íngreme e desgastante. . "Tão perto, mas tão longe" foi a primeira coisa que me veio a cabeça ao subir os pesados 250 degraus até chegar finalmente ao topo do Pico do Jaraguá, as pernas já não aguentam mais subir degraus, por Deus! Aos pés das enormes antenas de transmissão fizemos o nosso merecido descanso, já pensando em um rota tranquila para descer. . Escolhemos voltar pela Estrada Turística do Jaraguá e sua suave descida de 5km entre os paredões rochosos e o vale arborizados. Caminho tranquilo, caminho formooooso, caminho bem feito! Terminamos o percurso maior em menos tempo do que a subida pela trilha. Novamente na entrada do parque, coincidentemente, pegamos o mesmo ônibus pelo qual viemos da estação. . Os 1135 metros do Pico foram vencidos!
  20. Entrada no núcleo e trilha é grátis, mas precisa agendamento prévio ([email protected] tel: (11) 5975-2000). Esse núcleo localiza-se no extremo sul da cidade de São Paulo (Parelheiros!). Éramos 4 pessoas e lá havia mais um casal que se juntou a nós. Antes de começar a caminhada, um monitor explicou um pouco sobre o monitoramento ambiental e pesquisas científicas desenvolvidas no local. Fizemos a trilha do mirante (1,6km) até onde haveria vista do litoral de Itanhaem, mas como havia neblina, não pudemos avistar nada. Trilha fácil, cerca de 3h ida e volta, circular. Passamos por uma pequena capela onde se faziam as missas muitos anos atrás, maior parte do trajeto foi fácil e na volta passamos pela trilha da bica. É necessário levar lanche e água, só é possível pegar água na volta, passando pela trilha da bica. Não tem lanchonete no local nem nas proximidades. Para chegar no núcleo curucutu seguimos as orientações do googlemaps e também há placas indicando o parque no trajeto. Tem um trecho de estrada de terra, mas sem dificuldades para carros comuns. Conversando com o monitor descobrimos que a trilha que fazia a descida pela serra até Itanhaem está atualmente interditada, infelizmente...aguardamos liberação, já está na lista de trilhas a fazer. http://www.parqueestadualserradomar.sp.gov.br/pesm/nucleos/curucutu/
  21. Boa noite, galera! Estou continuando a postar minhas trips aqui no fórum, e a trip da vez é a do Pico do Urubú, localizado na Serra do Itapetí, nos arredores de Mogi das Cruzes. Nós a fizemos em Maio, em 5 pessoas, porém, um de nós tinha um compromisso à tarde e não pôde concluí-la. Bom, aqui vai o relato...! ---------------------------------------- http://rotamassa.blogspot.com/2011/06/subida-ao-pico-do-urubu-serra-do.html Trip realizada no dia 22 de Maio de 2011 Mais um Domingo, mais uma trip =P Juntamos a galera e fomos até Mogi das Cruzes, onde há o famoso Pico do Urubú, bastante frequentado por praticantes de vôo livre e por quem adora curtir um belo pôr-do-Sol! O caminho até o topo era inconfundível: saindo da estação de Mogi das Cruzes, pegamos a 2ª passagem de nível, após a estação e seguimos em frente, em direção aos morros. O acesso ao Pico do Urubú é sinalizado, um caminho ligeiramente longo, porém, com alguns sítios, casas e um certo movimento de carros durante todo o trajeto. Estrada de 5km que dá acesso ao Pico do Urubú Finalmente, após andarmos cerca de 7,5km, desde a estação, estavamos no cume, a 1166m de altitude em relação ao nível do mar! A vista panorâmica em 360º era de tirar o fôlego - era possível observar a cidade de Mogi inteira e inclusive, a estação ferroviária - a 7km dalí!! Grandes pedras também enfeitavam o lugar e rendiam boas fotos e diversão!! Visual desde o topo do Pico do Urubú Centro de Mogi das Cruzes e linha férrea Ariel, eu e o Felipe(Finazzi), em cima de uma das inúmeras pedras que faziam o cenário ao pico Os ventos estavam fortes e instáveis, flagramos dois caras tentando, frustradamente, levantar vôo em seus parapentes. Após um deles desistir, o outro conseguiu, depois de mais de 5 tentativas! Esperamos até o anoitecer, para ver as cidades iluminadas, um espetáculo único, apesar do frio intenso! Eu, Ariel e Gabriel "Mogi das Luzes" Uma última parada para fotografar, antes de descermos a montanha A descida foi rápida, porém tranquila. Chegamos de volta à Mogi lá para as 19h20 e pegamos nosso trem > back home!! Detalhes da Trip Como chegar: para quem sai de São Paulo, de trem, deve embarcar na Linha 11 Coral (Estação da Luz) e seguir até a estação Mogi das Cruzes (com 1 transferência de ramal na estação Guaianazes). Passe pela 2ª passagem de nível, após a estação e siga em frente, em direção às montanhas. No caminho, existem placas que indicam o acesso ao pico.
  22. Kássio Massa

    Pico do Urubu - Mogi das Cruzes

    Fala, gente! Estou eu aqui, novamente, com mais um programinha de fim de semana. Uma pernada básica, de cerca de 15km, ao Pico do Urubu, em Mogi das Cruzes, lugar onde já estivemos ha uns meses! ---------------------------------------------------------------------------- http://rotamassa.blogspot.com/2011/09/picnic-no-pico-do-urubu-mogi-das-cruzes.html Passeio realizado no dia 11 de Setembro de 2011 Visual incrível, sombra, ar fresco e pedregões formam um cenário perfeito para um... lanchinho de fim de tarde! Foi assim que, neste domingo, dia 11 de Setembro, juntamos a galera e subimos ao Pico do Urubu, que, assim como o Everest é o "teto do mundo", este é o teto de Mogi das Cruzes. Essa galera agita de mais, fomos na maior farra, do trem ao... trem - na volta haha! Ao longo da semana, programamos o passeio e ficamos de nos encontrar no ponto, às 8h30, mas alguém acabou dormindo de mais - não é, Gabriel? - e ficou de nos encontrar depois, na estação Arthur Alvim, lugar onde combinei de encontrar um outro colega. Assim, seguimos para a estação Barra Funda, e embarcamos no trem do Metrô com destino à estação Corinthians-Itaquera, o qual, em cerca de 40min, nos deixou na estação Arthur Alvim. Esperamos por um tempo, e o Gabriel finalmente apareceu, mas meu outro colega não... A coisa está boa hoje, heim? huawhuw Seguimos, então, até a estação seguinte - Corinthians-Itaquera - , para embarcar na Linha 11-Coral, da CPTM, que segue para Guaianazes, de onde parte o ramal para Mogi das Cruzes. A viagem toda durou em torno de 1h20. Apertados, passamos nos sanitários da estação de Mogi e seguimos para uma padaria, no meio do caminho, para comprar as coisas do picnic. Preparados, andamos mais 1km até a base do Pico, onde, também começa uma estrada de terra batida, de duas mãos, que nos conduziria até seu cume, passando por duas bifurcações sinalizadas. O pessoal encarou bem a longa subida de cerca de 5,5km, teve até frenesi em baixo de um inocente galho de amoreira, que foi, rapidamente, assaltado! Chegando ao topo, logo, procuramos por um local amplo para assentar nosso pano e realizar o banquete, e este não demorou a ser encontrado! Teve pães com queijo derretido pelo Sol, mortadelas despedaçadas e muito farelo, muuuito! Gargalhadas e zoeiras também não faltaram! Terminado o lanche, recolhemos as tralhas e fomos dar uma volta pelo local, caracterizado pelos enormes pedregões, 2 birutas, alguns carros estacionados e uma mirante de 360º, onde vê-se toda a cidade de Mogi, Guarulhos, São Paulo e algumas outras cidadezinhas do interior. Não demorou muito até algum parapentista manifestar sua vontade de desbravar os céus e sair voando por aí, mesmo com o forte vento, que acabou proporcionando-lhe uma adrenalina a mais! Já eram 17h, quando resolvemos descer a montanha. Uma descida marcada por uma parada para fotos em cima de alguns outros pedregões e uma pequena trilha-atalho de 100m, que nos poupou quase 300m. Ao chegar de volta à amoreira, o pessoal atacou novamente, mas dessa vez, foi um pouco menos exagerado, uma vez que já estava escurecendo e já haviam poucas amoras. Seguimos caminho até a estação, à qual chegamos em menos de 1h! A volta foi um pouco conturbada, em função de problemas operacionais nos trens, o que os fez operar com maior tempo de parada nas estações! Tivemos que aturar gente estourada, xingando e se expremendo, até chegarmos à Estação da Luz, onde o alívio foi de imediato! Agora, só nos restavam alguns minutos no Metrô e um ônibus para a nossa tão esperada... home! Como bônus, deixo aqui uma filmagem que fizemos durante o passeio!
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