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  1. Salve Salve Mochileiros! Segue o relato do mochilão realizado no Sudeste da Ásia em 2018 batizado de The Spice Boys and the Girl. 1º Dia: Partida - 04/11/18 - 19h05min - São Paulo x Madrid - Empresa AirChina - R$3.680,00 Partimos do Aeroporto de Guarulhos - GRU em São Paulo por volta das 19:30 do dia 04 de Novembro de 2018, fizemos um check-in tranquilo com a empresa AirChina e embarcamos para nossas primeiras 9 horas de vôo até Madrid na Espanha onde fizemos conexão. O vôo foi bem tranquilo, até conseguimos dormir, porém a comida do avião não é das melhores mas acabei comendo assim mesmo e já começava ali a sentir o cheiro e o gosto da Ásia hahahahah. Chegamos em Madrid na Espanha por volta das 5:00am e fizemos uma conexão de 3 horas, deu tempo de dar uma volta no Free Shop, banheiro, comer alguma coisa (caríssima), fazer os procedimentos burocráticos e embarcar novamente pois teríamos a China ainda pela frente. 2º Dia: Partida - 04/11/18 - 8h15min - Madrid x Pequim - Empresa AirChina Chegamos em Pequim ainda de madrugada com uma temperatura de 7º, quem se deu bem foi quem ficou com as cobertinhas que a empresa AirChina empresta para as pessoas no avião, pois não esperávamos passar tanto frio no aeroporto da China como passamos naquela conexão rss. Assim que descemos do avião caminhamos um longo caminho até os terminais eletrônicos onde se inicia os procedimentos burocráticos de conexão da China. Finalizamos depois de alguns minutos os procedimentos e dormimos um pouco em bancos do aeroporto sendo acordados e presenteados por um lindo nascer do sol no Aeroporto de Beijing. Procedimentos concluídos no Aeroporto de Beijing partimos para o nosso tão desejado e esperado destino final daquela cansativa viagem de aproximadamente 23 horas, a capital da Tailândia, a grandiosa Banguecoque. 3º Dia: Chegada - 06/11/18 - 15h15min - Pequim x Banguecoque - Tailândia (Taxi 1.000baht, Chip 600baht, Hostel 340baht) Chegamos por volta das 15:00 pelo horário local, fizemos os procedimentos de imigração, primeiro o health control depois na fila de imigração, carimbamos nossos passaportes, pegamos nossas mochilas e pronto, lá estávamos livres para explorar Banguecoque. Trocamos $100,00 dólares no aeroporto com um câmbio de $1,00 dólar = 31,60 baht, depois compramos um chip para o telefone por 600 baht com 6 Gigas por um período de 30 dias e chamamos um Graab, como se fosse o Uber no Brasil, onde pegamos na parte superior do Aeroporto Internacional Suvarnabhumi por 400 baht em torno de R$40,00 reais que nos levou em 30 minutos até o nosso hostel, o The Mixx Hostel. Ficamos hospedados na rua Ram Buttri que fica do lado da rua mais famosa de Banguecoque, a Kaoh San Road onde rola a grande noite da cidade, uma ótima opção para mochileiros. Muita comida típica e exótica boa e barata, cervejas baratas, diversos bares, baladas, artistas de rua, drogas, sexo e tudo que uma bela noite de Banguecoque pode te oferecer pra se divertir. Vale a pena conferir! Na hospedagem pagamos por dois dias 340 baht, ficamos em um quarto com quatro camas/beliche, ar condicionado, banheiro compartilhado e café da manhã incluso, o hostel é simples mas atende as necessidades com uma ótima localização. Conhecemos alguns templos na capital, alguns fomos a pé mesmo pois são muito próximos um do outro. Wat Pho (Buda reclinado), Wat Saket (Monte dourado) e Wat Arun (Templo do amanhecer). A cidade é bem frenética mas andar a pé pelas suas ruas foi uma bela escolha. caminhamos muito por essas ruas, muito das vezes sem um rumo certo, mas logo nos achávamos pelo google maps. A cada esquina que se vira na Tailândia você vê uma foto do rei. Embora o já tenha falecido, o povo Thai tem muito respeito pelo rei Bhumibol Adulyadej que morreu em Outubro de 2016 com 88 anos de idade após 70 anos no poder que hoje tem como rei o seu filho Maha Vajiralongkorn. A culinária asiática é muito exótica, a cada comida que você experimenta é uma surpresa de sabores. Experimentei o famoso prato típico de rua tailandesa Pad Thai, uma espécie de macarrão de arroz frito com frutos do mar ou carne de porco ou de frango, acompanhado de castanhas com pimenta que custa em média 100 Baths e se encontra em todo lugar da Tailândia, experimentei também o Thai Mango Sticky Rice, uma sobremesa tradicional tailandesa feita de arroz glutinoso, manga fresca e leite de coco, ambos baratos e deliciosos, mas existem uma infinidades de comidas para serem saboreadas na Tailândia. Ficamos 3 dias na capital Banguecoque e além de conhecer templos tentamos entrar na rotina das pessoas locais. No terceiro dia para chegar em um templo tivemos que pegar um transporte público BTS Skytrain no rio Chao Phraya. Passamos por alguns pontos e depois retornamos até chegar no templo Wat Arun. As passagens são muito baratas, pagamos por volta de 80 Baths tanto ida quanto volta, então vale muito mais a pena o tour por conta e ainda tivemos uma vista maravilhosa totalmente diferente da cidade vista pelo rio. Ficamos no templo Wat Arun até fechar por volta das 19:00pm, depois fomos de barco pelo rio Chao Phraya até o porto que da acesso ao grande mercado Asiatique, um maravilhoso complexo de lojas e restaurantes, um verdadeiro shopping ao céu aberto localizado às margens do rio Chao Phraya situado nas antigas docas de uma empresa que realizava comércio na região portuária no século passado. Em função da sua localização e história, seu layout é temático e apresenta uma decoração especial com tema inspirado no reinado do Rei Chulalongkorn (1868-1910) e na atividade marítima. Ficamos umas boas horas comendo, bebendo e curtindo o local, depois pegamos um táxi por 200 Baht para o hostel pois no outro dia logo de manhã tínhamos o nosso vôo para as belas praias da Tailândia. Assim que chegamos no hostel deixamos reservado nosso táxi para o aeroporto Don Mueang - DMK por 400 baht pois sairíamos bem cedo para o aeroporto. Acordamos por volta das 5:00am da manhã e o táxi já estava nos esperando na porta do hostel no horário combinado, após 30 minutos chegamos no aeroporto. Partiu praias... 6º Dia: Praia - 09/11/18 - 7h25min - Banguecoque x Krabi x Ao Nang - Empresa Air Asia - R$148,00 (((((Continua no próximo post))))) Facebook: https://www.facebook.com/tadeuasp Instagram: https://www.instagram.com/tadeuasp/
  2. Salve galera, mais uma vez estou aqui para compartilhar com vocês uma nova experiência mochileira, dessa vez sai da zona de conforto e me aventurei pela Ásia, mais precisamente pelo Sudeste Asiático, a bola da vez foi Cingapura, Malásia e Tailândia e ainda dois stopovers em Pequim e Frankfurt, entre 16/10/18 e 24/11/18. Por conta das correrias da vida, só estou tendo tempo de escrever agora, mas antes tarde do que nunca. Inicialmente vou colocar algumas informações que julgo mais importante e ao longo do relato vou detalhando melhor. [Editado] Fiz também um pequeno vídeo resumindo um pouco do que foi a viagem. Abaixo dele, tem o link do Youtube caso dê algum problema no arquivo que postei (já me aconteceu uma vez). 2018_Finalizado.mp4 https://www.youtube.com/watch?v=zPDmke9-ZGU&t=1s ROTEIRO FINAL (o original foi alterado durante a viagem) - Guarulhos - Frankfurt - 11h30 de vôo (conexão de 3h10) - Frankfurt - Pequim - 9h20 de vôo (conexão de 3h40) - Pequim - Cingapura - 6h25 de vôo Cingapura - 4 dias - Cingapura - Malaca (Malásia) - 5h de ônibus Malaca - 3 dias - Malaca - Kuala Lumpur - 2h de ônibus Kuala Lumpur - 5 dias - Kuala Lumpur - Chiang Mai (Tailândia) - 2h45 de vôo Chiang Mai (Tailândia) - 4 dias - Chiang Mai - Pai - 3h de van Pai - 3 dias - Pai - Chiang Mai - 3h de van Chiang Mai - 2 dias - Chiang Mai - Sukhothai - 6h de ônibus Sukhothai - 2 dias - Sukhothai - Bangkoc - 7h de ônibus Bangkoc - 4 dias - Bangkoc - Ao Nang - 14h de ônibus Ao Nang - 4 dias - Ao Nang - Phi Phi Island - 1h30 de ferry boat Phi Phi Island - 2 dias - Phi Phi Island - Phuket - 1h30 de ferry boat - Phuket - Pequim (conexão de 20h10); - Pequim - Frankfurt (conexão de 16h25); - Frankfurt - Guarulhos. PASSAGENS AÉREAS Após muita pesquisa e uso de todas as ferramentas de busca possíveis (Skyscanner, Voopster, Melhores Destinos, Kayak, Kiwi) e até no site de companhias como Air China, Ethiopian, Emirates, entre outras; quase fechei a compra pelo site da Air China, o trecho GRU - Cingapura (com conexões em Frankfurt e Pequim) e Phuket - Guarulhos (as mesmas conexões na volta) estava 845 dólares, só que na hora de pagar não dava certo (pensa num site ruim e mal feito). Resolvi então comprar pelo Skyscanner, que me direcionou para a plataforma Zupper (nunca havia ouvido falar nela), fechei pro R$ 3546,63 (com taxas e tudo, e pra época estava barato, pois cheguei a ver na casa do quatro, cinco mil reais), o itinerário era o mesmo, na verdade até as companhias utilizadas eram as mesmas (GRU - FRA pela Lufthansa, FRA - PEQ pela Air China e PEQ - SIN pela Singapore; na volta PHU - PEQ e PEQ - FRA pela Air China e FRA - GRU pela Lufthansa) e com um detalhe: comprei no domingo, na segunda foi quando o dólar explodiu e achei que ia me ferrar porque apesar de aparecer em real o preço na verdade é em dólar e a minha fatura fecharia em duas semanas, mas não, mantiveram o valor e pronto. Aliás, recomendo muito o Zupper, tem boa avaliação no ReclameAqui (raridade no ramo de empresas aéreas ou de comprar de passagens) e foi muito bem, inclusive até me ligaram para comunicar uma mudança na emissão de um trecho que sairia mais tarde. TRÂMITES BUROCRÁTICOS Cingapura, Malásia, Tailândia e Alemanha não exigem visto de turismo para brasileiros, podendo ficar até 90 dias em cada um deles, apenas a China exige, mas para quem faz apenas conexão tem um esquema diferente, se você comprovar que está apenas de passagem e a China não é o seu destino final, você pode ficar até 144 horas (6 dias) por lá sem visto, eu explicarei mais adiante como funciona isso. Para a Tailândia, é exigido o Certificado Internacional de Vacinas para Febre Amarela, e ele realmente é cobrado por lá, para os demais países não foi exigido nada além do passaporte válido. SEGURO DE VIAGEM Pela primeira vez decidi fazer um seguro de viagem, pois ouvi dizer que na Ásia atendimento médico é caro, aproveitei que teve uma feira de turismo em Santos e fechei um pacote com a Travel Ace, o plano para 39 dias cobrindo todo o meu roteiro e com cobertura de 40.000 dólares por evento saiu por 900 reais em 6x, saiu mais barato que a média de preços que vi. Graças a deus não posso opinar se a seguradora é boa ou não porque não precisei usar (foi o dinheiro mais bem “jogado de fora” da minha vida kkk) HOSPEDAGENS Cingapura - The InnCrowd Backpackers' Hostel (4 diárias): S$ 70,00 Um bom hostel, ótima localização, perto de duas estações de metrô (Little India e Jalan Besar) e de um terminal de onde partem ônibus para a Malásia; muitos restaurantes baratos e do famoso Tekka Center; comércio abundante e casas de câmbio. O hostel tem geladeira para guardar suas coisas, um bom café da manhã (ovo cozido, pão, geléia, manteiga, café, chá, você mesmo faz o seu, os itens ficam no balcão), tem aquecedor de água, vendem água e refrigerante na recepção, um área comum grande e os quartos são espaçosos, porém não tem locker para guardar as mochilas. Atendimento bom, o acesso a ele é por cartão. Possui ar condicionado mas só é ligado à noite. Malaca - Victors Guest House (3 diárias): MYR 36,00 Ótima localização, fica em Chinatown e próximo de lugares baratos pra comer. Tem água gelada e quente, café disponível à vontade. Tem apenas ventiladores, mas são bem fortes; as camas são boas e tem lockers grandes para guardar a cargueira. O Wi-Fi é horrível e fiquei muitas vezes sem conexão. O acesso é por chave na porta de baixo (à noite fica trancado) e senha numérica na porta de cima. Dica: pegue a cama mais próxima da porta, fiquei na da janela e avenida em frente é muito movimentada, eu consigo dormir de boa, mas pra quem é sensível a barulho é zoado. Kuala Lumpur - Submarine Guest House Central Market (5 diárias): MYR 60,00 Ótima localização, quase ao lado do Central Market, fica próximo à Chinatown, portanto muitas opções de comida boa e barata próximo; casas de câmbio, estação de metrô (Pasar Seni) e das linhas do GoKL. O Max, que é quem cuida de lá, é o melhor que encontrei até hoje: atencioso, educado, sempre disposto a ajudar. As camas são boas, possui ar condicionado, tem máquina de água quente. A única coisa estranha é o chão do andar que quando você anda parece que é de madeira, sei lá, faz um barulho estranho e se move; e as paredes são finas, você ouve tudo do quarto ao lado. Mas recomendo muito! Chiang Mai - Chiangmai Shunlin Hostel (4 diárias): THB 520,00 Ótima localização; boa estrutura; tem ar condicionado (funciona a partir das 17h e desliga de manhã, mas não lembro que horas); embora no Booking informe que não tem café da manhã, mas eles colocam café, chá, bananas e bolachas para os hóspedes. Os donos, um casal com uma criança pequena, são extremamente simpáticos e o Peter sempre que você precisa de algo ele informa ou liga para algum número e arruma o que você precisa. As camas são confortáveis e tem cortinas nos beliches. Um dos melhores hostels que fiquei, tanto que quando voltei de Pai fiz questão de ficar nele. Pai - Baan Aomsin Resort (3 diárias): THB 360,00 Bem localizado, fica numa estrada há uns 10 ou 15 minutos de caminhada do centro, parece uma chácara, é muito gostoso o lugar, tem redes, uma geladeira para guardar suas coisas, bastante verde, e como é lugar montanhoso faz até um frio gostoso de noite, tanto que nem usávamos o ar condicionado, só os ventiladores durante o dia. O dono é muito simpático assim como sua família, é sabendo que eu era brasileiro sempre falava de futebol, é fã do Zico. Tem café da manhã mas é pago a parte, porém recomendo muito, custa só 70 baths e vem com ovo (você escolhe mexido, frito ou omelete), salsicha de frango, duas bananas, pão (2 ou 3), geléia, manteiga, um potinho de salada e café ou chá a vonts, é bem gostoso e sustenta bem. Não possui locker nos quartos. Chiang Mai - Chiangmai Shunlin Hostel (2 diárias): THB 260,00 Vide avaliação anterior. Sukhothai - RuengsriSiri Guesthouse (2 diárias): THB 240,00 Fica exatamente na frente do terminal de ônibus da cidade, basta atravessar a rua. As camas tem uma cortina pequena, o meu quarto não tinha ar, só ventilador, mas de noite dava conta, não era tão quente. Tem um terraço, mesa de ping pong e alvo para jogar dardos, mesinhas do lado de fora e vendem bebidas, quando você se hospeda ganha uma garrafinha de água, mas depois só comprando, não tem onde encher. Os funcionários são simpáticos. O café da manhã é comprado, mas sinceramente não curti muito. Outra coisa ruim é que apesar de ficar na frente do terminal, fica longe da cidade e de tudo, tem uns pequenos restaurantes na rua mas que fecham cedo, se quiser jantar tem que ser antes das 19h, depois a única coisa na região é um 7-Eleven. Tem aluguel de bikes. Sinceramente, só recomendo pra quem vai ficar um ou dois dias pela comodidade de pegar o ônibus na porta. Bangkoc - Feel Like Home Dormitory & cafe (4 diárias): THB 480,00 Fica há uns 15 minutos andando da Kao San Road, não tem metrô próximo mas tem muitos ônibus que atendem à região e vão para muitos lugares. As camas são um pouco duras, tem ar condicionado, tem locker apenas para coisas pequenas, o café da manhã é razoável (café ou chá, um copo de suco de laranja, dois fatias de pão torrados, geléia, manteiga e uma banana) e é o funcionário que prepara pra você. Tem uam agência anexa ao hostel onde você pode fechar passeios e transportes para outros lugares. Os funcionários são simpáticos e tem uma geladeira onde vendem água e refrigerantes. Ao Nang - Sleeper Hostel (4 diárias): THB 1040,40 Fica localizado na avenida principal, funcionários muito bons e simpáticos, quarto grande, camas boas e com cortinas, o ar condicionado é apenas suficiente (não gela tanto). Os lockers são naquele esquema que fica embaixo da cama. O café da manhã é pago mas não cheguei a consumir; o acesso é feito por cartão, se perder paga (relatarei o que houve comigo); e tem tudo próximo, inclusive a praia não é muito longe. Ah, se puder ficar no quarto de frente pra rua, a vista é espetacular (postarei a foto que tirei da varanda no momento que relatar sobre lá). PHI PHI Island - Paradise Dorm Room (2 diárias): THB 378,00 Localização boa é relativo porque a ilha é pequena, mas esse hostel fica mais próximo do pier de onde sai o ferry que outros, fica atrás do famoso Reggae Bar. A recepção fica na calçada e assim que entra já é o quarto, são dois ao todo, e no final deles tem uma porta que dá acesso a um corredor com 4 banheiros, que, aliás, foram os melhores que encontrei durante a viagem: grandes, com bastante lugar pra por roupa, prateleiras e até espelho. As camas são confortáveis, não tem locker, o ar condicionado fica ligado direto e tem galão de água com opção de gelada ou quente. É extremamente simples mas bem ajeitado e limpo. A senhora que toma conta de lá é muçulmana, é bem calada mas muito boazinha. Recomendo! SEGURANÇA Posso dizer com propriedade que aquela região é bastante segura para viajar, inclusive para mulheres sozinhas. Claro que crimes de oportunidade (batedores de carteira, pequenos furtos) podem ocorrer em qualquer lugar, mas basta ficar atento com seus pertences que tudo dará certo. Não me senti ameaçado ou com medo em nenhum momento. Outra coisa para se ficar atento, sobretudo na Tailândia, são tentativas de golpes, eu não passei por nenhuma tentativa mas li muito a respeito, basta ficar esperto também. TRANSPORTE Em Cingapura, o metrô é muito bom, seguro, limpo, silencioso e eficiente e liga grande parte da cidade, você paga conforme a distância percorrida. Possui também sistema de ônibus mas não cheguei a usar, porém ouvi dizer que é bom também. O aeroporto é ligado pelo metrô. Na Malásia, Malaca é pequena e dá pra fazer tudo a pé; já Kuala Lumpur é uma cidade enorme e tem um bom sistema de transporte público: KTM (trem), MRT (monorail), LRT (metrô), é um pouco confuso no começo mas dá pra entender logo. Tem também os ônibus e um serviço de ônibus gratuito chamado GoKL, são quatro linhas que fazem vários pontos da cidade, são ônibus novos com ar condicionado. O aeroporto de KL é muito longe, tem um trem expresso que vai pra lá mas custava 55 ringgits, tem um ônibus que vai pra lá por apenas 12 ringgits, leva uma hora. Na Tailândia, em Chiang Mai tem as linhas de ônibus que servem bem à cidade, inclusive dá acesso ao aeroporto, e tem o famoso songthrew, um carrinho vermelho que faz as vezes de lotação, é bem barato também e vai pra todo lado, além dos tradicionais tuk-tuks; em Pai só andei a pé; em Sukhothai usei uma caminhonete velha que faz o transporte da nova para a Old City, tem a opção de alugar uma bike também; em Bangkoc tem o MRT (metrô), que atende uma parte da cidade, o Skytrain, além dos tuk-tuks, táxis e sistema de ônibus, que utilizei muito, pois onde fiquei hospedado não tinha metrô nem Skytrain próximo; em Ao Nang tem uma linha de ônibus que liga até o aeroporto, mas não usei, e os barcos usados para ir até outras praias, como Railay Beach, Tonsai Beach; em Phi Phi tem os taxiboats que levam você a outras praias. LEMBRANCINHAS Cingapura: algumas lojas da People's Park Complex (Chinatown), próximo à Mesquita no bairro árabe, várias lojas e barracas de rua na Little India. Malásia: em Malaca uma galeria próxima à A Famosa, uma grande galeria próxima ao Museu Marítimo; em Kuala Lumpur o Central Market tem várias lojas de souvenires e o preço é mais em conta, tem também o bairro Little India e o seu comércio de tudo. Tailândia: em Chiang Mai o Night Bazar é de longe o melhor lugar; em Pai a Walking Street; em Sukhothai o entorno do Parque Histórico tem várias lojinhas; em Bangkoc o Chatuchak Market, que só abre finais de semana, o MBK Center, na Kao San Road e na Rambutri tem bastante lojinhas também ou então nos mercados flutuantes; em Ao Nang tem um Night Bazar que fica em Krabi (não cheguei a ir lá) e algumas lojinhas espalhadas pela cidade; em Phi Phi as lojinhas espalhadas pela ilha. JET LAG Sim, eu venci o jet lag, só na volta que deu uma cansada maior, mas na ida foi de boaça, mas precisei fazer uma preparação maluca, que irei contando conforme o relato for seguindo. O fato é que não tive problema nenhum, só no primeiro dia em Cingapura dormi um pouco mais cedo, mas talvez fosse mais pelo cansaço da viagem do que pelo jet leg. Continua...
  3. Olá pessoal, alguém com planos de ir para a Tailândia no final do ano, já comprei minhas passagens, para o período de 20/12/19 a 20/01/2020. O roteiro está quase pronto, passando ainda pelo Camboja, Malásia e Singapura. Mas se alguém tiver alguma sugestão ou dicas, são super bem vindas! Bora!? Abraços,
  4. Hello Guys  Quem quiser acompanhar a trip pelo sudeste asiático em tempo real, me add no instagram ok? @helderzitomochileiro Estou dentro de um ônibus que vai me levar de Myanmar até a fronteira com a Tailândia, e isso vai tomar mais algumas horas, sendo assim eu aproveitei que estou viajando com meu Laptop e vou começar a escrever meu relato aqui no Word mesmo (provavelmente vou editar isso depois) Para começar eu vou criar uma tabela no final com os preços atualizados de tudo, mas se vc está indo agora e precisar saber do preço de alguma coisas nos lugares que já passei, basta perguntar. Depois de morar um tempo na Austrália eu decidi fazer um mochilão pelo sudeste asiático antes de voltar para o Brasil, minha ideia inicial era passar por Tailândia, Myanmar,Laos,Vietnam e Cambodia, mas vocês irão ver que as coisas vão mudando aos poucos, estou viajando sem passagem de volta para casa, em outras palavras, até quando a grana que reservei para a trip terminar, então não tenho ideia, isso pode ser em julho ou agosto, não sei, se alguém estiver por aqui e quiser entrar em contato me manda uma mensagem. O que pretendia fazer é Tailândia, Myanmar, Tailândia, Laos,Vietnam, Cambodia , Tailândia e Brasil. Minha viagem começou dia 1/6 e o que já fiz foi o seguinte: Melbourne to Singapore Singapore to Bangkok Bangkok to Yangon Yangon to Golden Rock Golden Rock to Mandalay Mandalay to Bagan Bagan to Chiang Mai ( Estou nesse momento pegando o primeiro bus, dos três que tenho que pegar até cruzar a fronteira e chegar lá) Estou sem roteiro definido então quando chego no lugar, posso conhecer pessoas e tudo mudar, isso é uma coisa boa, não sei hehehe Então tenho uma ideia das cidades que quero ir, mas não sei exatamente a ordem que farei, então vou postando de acordo que vou passando nos lugares e tendo dias só chilling no hostel e tenho tempo para escrever ok?  Viajei com dólar australiano, para entenderem melhor 1AUD é igual 2,50R$, então vou postar os valores na moeda local e alguns em AUD, mas nunca em dólar americano, porem para ajudar eu passo a conversão atual dos países para vocês. JUNHO 2017 MYANMAR – USD 1 – 1350KYATS THAILAND – USD 1- 38 BATH
  5. Primeiramente, venho por meio deste relato, descrever a minha viagem que fiz para o Sudeste Asiático, o objetivo de compartilhar minha experiência, é de ajudar as pessoas que pretendem conhecer esta região que é fantástica. Peço desde já, desculpas, caso o relato não esteja legal e bem descrito, porém repito, quero apenas ajudar!!!!!!!! Preparativos A ideia, surgiu á muito tempo atrás rsrs, uns 3 anos, porém eu sempre postergava, pois sempre tenho férias em abril, que é o mês mais quente na Tailândia!!! Em janeiro de 2017, resolvi, que não iria postergar esta viagem, então resolvi iniciar com a compra das passagens, e iniciei as pesquisas. Estava muito caro, as passagens para ir saindo do Brasil, então a melhor oferta que achei, foi saindo dos Estados Unidos, então emiti com milhas ida e volta GRU x JFK (Nova York) e comprei pela Emirates, para ir de NYC para Bangkok, e volta de Manilla para Washington. Visto Não é necessário para brasileiros, visto para visitar a Tailândia, Malásia e Filipinas, apenas necessitei de visto para entrar nos Estados Unidos, porém já tinha o mesmo. Vacina Febre Amarela Para entrar na Tailândia, é obrigatório apresentar o comprovante internacional de Vacinação contra a Febre Amarela Hospedagem Depois, iniciei as pesquisas, para onde iria, e iniciei as reservas, todas elas pelo Booking.com, abaixo o meu cronograma de viagem. Opto sempre por Hostel, pelo fato de economia, porém fiquei em Hostel apenas nas Filipinas em El Nido, pois na Ásia, as hospedagens, costumam ser mais baratas do que em outras regiões do mundo. 13/04 a 16/04 - Bangkok, com hospedagem no Rambruttri Vilage Plaza 16/04 a 18/04 – Ao Nang com hospedagem no Krabi Heritage Hotel 18/04 a 21/04 – Phi Phi com hospedagem no PP Insula 21/04 a 22/05 - Krabi, hospedagem no Palmari Boutique Hotel (Hotel próximo ao aeroporto de Krabi.) 23/04 a 26/04 – El Nido (Filipinas) – Hospedagem no Spin Designer Hostel Todos os lugares, onde me hospedei, muito bons, não tive nenhum problema em nenhum deles, muito bons, em especial o Spin Designer Hostel em El Nido Transporte GRU x JFK – Delta – emitido com 35.000 milhas Smiles JFK x GRU – Delta – emitido com 35.000 milhas Smiles Comprei todos os trechos internos daqui no Brasil, abaixo os trechos. Bangkok x Krabi – Air Asia Krabi x Manila – Air Asia Manila x El Nido – Air Swift (ida e volta) Internet Na Tailândia, Malásia e Filipinas, assim que desembarquei, comprei um chip com internet e direito a ligações, comprei no aeroporto mesmo, vale muito a pena, assim tinha internet 4G no celular. Dinheiro Os maiores custos da viagem, são as passagens aéreas que comprei aqui no Brasil, levei espécie U$$1.000,00 para gastos em geral, hospedagens, alimentação, passeios, Transportes, e usei cartão de crédito também Meu gasto total na viagem, foi de aproximadamente R$10.000,00, não calculei na unha gasto por gasto, mas este valor, contempla tudo, desde as passagens aéreas, transportes, Hospedagem, passeios e alimentação. Alimentação Sou um mochileiro, uma coisa que não tenho frescura é com comida, não sou de ir para restaurante caro ou chique, porém, tem sempre que ser limpo rsrsrs. Sempre busco comer a comida típica da região, nem que seja uma vez. Vamos ao relato....... 09/04/2017 – Inicio da Longa viagem Meu vôo partiria de Guarulhos para Nova York as as 21:15hs, então cheguei no aeroporto de Guarulhos, por volta da 19:00hs, fiz o check in, e esperei o embarque, cerca de 10 horas de vôo até chegar em NYC, não vou falar sobre NYC, pois o tema da viagem, é o Sudeste Asiático, caso queiram saber sobre NYC, segue o link do meu relato de uma viagem em 2015. https://www.mochileiros.com/nova-york-6-dias-26-04-2015-a-01-05-2015-t126250.html 11/04/2017 – Nova York x Bangkok, e chegada na terra do calor de matar rsrs As 16:30hs, partiria o vôo para Dubai, teve um atraso de 3 horas, por conta de um problema técnico na aeronave, o que para mim foi bom, pois teria de esperar menos em Dubai rsrs, e não corria o risco de perder a conexão, mais 14 horas de NYC até Dubai. As 15:30hs hora local, aterrissamos no Aeroporto de Dubai, aí tive uma conexão de cerca de 6 horas e finalmente o vôo para Bangkok. 13/04/2017 – Chegada em Bangkok, Songkran Kao San Road a Noite!! Desembarquei no aeroporto de Bangkok-Suvarnabhumi por volta das 09:00hs. Como já tinha visto em vários relatos, antes de ir para a migração, é necessário passar pelo Health Control, preencher um formulário e apresentar o passaporte com o comprovante de vacinação contra a febre Amarela, só após este procedimento, se pode ir à migração. Então foi o que eu fiz, segui para a migração com o formelário do Heath Control já OK A fila da migração foi até que rápida, cerca de 15 minutos na fila, e sem problema algum, não me fizeram nenhuma pergunta. Saindo da fila da migração, já fui em uma casa de câmbio no próprio aeroporto, para trocar dólares por moeda local, e em seguida, já comprei um chip de telefone, com internet, para os 10 dias que ficaria na Tailândia Para chegar até a região de Bangkok, onde me hospedaria, optei por ir de Metrô, peguei a linha amarela que sai do aeroporto, e fui até a estação que é a mais próxima da Kao San Road, região onde me hospedaria. Da estação até o Hotel, optei por pegar um Uber. Era o feriado do Songkran, estava um caos Bangkok, muito transito, demorou um pouquinho, mas cheguei no hotel. O Hotel onde fiquei hospedado, estava nas imediações da Kaoo San Road, por ser o feriado, estava uma animação total nas ruas, guerra de água para todo lado. Cheguei no hotel, exausto, e dormi bastante, e a noite, fui para a Kao San Road, onde fechei um passeio para o Floating Market. 14/04/2016 – Floating Market, Grand Palacios, Wat Pho Neste dia, acordei bem cedo, logo após o café da manhã, segui até a agencia de turismo, de onde sairia a Van que iria para o Floating Market. Por volta das 07:00hs seguimos viagem para a região do Floating Market. Cerca de 2 horas, lá chegamos. O Floating Market, é bem interessante, abaixo algumas fotos. Após a visita ao mesmo, iniciamos o retorno para Bangkok, então decidi visitar o Grand Palácio. Também visitei o templo Wat Pho. Fazia muito calor neste dia. Após visitar os templos, segui para o hotel para descansar, e logo após a noite, fui como todos os dias para a Kao San Road 15/04/2017 – Dia Em Bangkok – Transporte Público – Templos em Ayutthaya fechados Devido ao feriado Songkran, que foi entreos diass 13 a 15 de abril, muita coisa em Bangkok estava fechada, e os templos em Ayutthaya também, não tinha excursões disponíveis, diria que isto foi uma falha no meu planejamento rsrs, mas ok!!! Segue o jogo. Já que neste dia não seria possível ir até Ayutthaya, tirei o dia para ficar por Bangkok mesmo. Fui encontrar com um amigo do Brasil, em uma espécie de mercadão, onde almoçamos por lá e andamos bastante por toda a cidade de Bangkok de ônibus, a pé e de barco rsrs. 16/04/2017 – Hora de Iniciar a Ida para as Ilhas – Ao Nang – Phi Phi Neste dia, um domingo, acordei bem cedo, tomei café da manhã, e preparei minhas coisas, pois teria um vôo as 14:00hs para Krabi. Então peguei um Uber e segui para o aeroporto de Don Mueang. Chegando no aeroporto de Krabi, fui até o guichê de onde vendiam a passagem para Ao Nang, comprei o bilhete, e em 15 minutos iniciou a viagem em um micro-ônibus. Cerca de 1 cheguei a Ao Nang, o Micro-ônibus, me deixou na porta do Hotel, onde me hospedaria. Já eram cerca de 17:00hs, resolvi ir até a praia, para reconhecimento doo mar tailandês, e já fui presenteado por um belo Pôr do Sol. Rsrs Logo após, à noite, fiquei andando por Ao Nang, a região dos comércios, é bem legal, possui diversos restaurantes e comércios. Também fechei um passeio para Hong Island. 17/04/2017 – Passeio Hong island. – Um dos melhores passeios da Trip Neste dia, logo após o café da manhã no Hotel, a Van do passeio passou no hotel, e então se iniciou o passeio para Hong Island, fomos até o Píer em Ao Nang, e de lá pegamos o Barco, eu adorei o passeio e recomendo. O passeio tem almoço incluso. Abaixo algumas fotos deste passeio que achei fantástico. Após o passeio, fiquei pelo centrinho de Ao Nang, e comprei minha ida para Phi Phi Island. no dia seguinte. 18/04/2017 – Railay Beach, e Ida para Phi Phi Neste dia de manhã, fui para Raylay Beach, peguei um barco que sai da Praia em Ao Nang, e em cerca de 10 minutos, cheguei em Railay Beach, o dia estava um pouco nublado. Railay Beach, é bem pequeno, porém muitas pessoas optam por se hospedar lá. Eu achei Ao Nang bem mais estruturado. Fiquei cerca de 1 hora na praia por lá, e depois retornei a Ao Nang, pois teria de fazer o check out no hotel e seguir viagem para a tão sonhada PHI PHI Island. Cerca de meio dia, a Van passou no hotel, e segui para o Píer em Ao Nang. No píer lotado de gente, entrei no Ferry e seguimos viagem para Phi Phi, cerca de 2 horas de viagem, bem tranquilo, cheguei no Píer em Phi Phi. Aí foi só localizar o Hotel, guardar as coisas, e já fui ao View Point. Bastante gente no View Point, fiquei lá até o final do pôr do Sol, e lá encontrei um pessoal que havia conhecido no Floating Market de Bangkok, e já combinamos de fechar um passeio volta a ilha em Phi Phi para o dia seguinte. Fomos a uma agência em Phi Phi, no qual me indicaram, e fechamos um barco privativo, visto que já tinha algumas pessoas interessadas no passeio conforme disse a funcionária da agência. Lembrando que eram todos brasileiros. 19/04/2017 – Dia èpico rsrs – Volta a Ilha Phi Phi – Barco Privativo O Inicio do passeio estava previsto para as 12:30hs, devido as condições da maré. Este horário estava na agência, e lá chegou o restante do pessoal que ia fazer o passeio, fomos ao Pier e se iniciou o passeio, que demonstro abaixo em fotos, diria que foi um dia épico, o barco muito animado, praias paradisiacas, dia top!!! Galera fantástica Após o passeios, combinamos de ir para as festas que tem na praia, é muito animado, a galera bebe no baldinho, tem shows de fogos na praia, super animado. Para quem gosta mais de ficar de boa, o outro lado da ilha, a noite é super calmo 20/04/2017 – Outro passeio de Barco em Phi Phi Gostei tanto da volta a ilha, que neste dia, resolvi fazwer outro passeio de barco, porém menor pela Ilha, foi ótimo o passeio, no mesmo horário, fui a agência. Foi um passeio um pouco diferente, porém o guia nos deu mais tempo como por exemplo da Phi Phi Lagon, em Maya Bay, que não estava cheia rsrs, diria que curti mais as praias neste dia. Abaixo algumas fotos. 21/04/2017 – Dia de deixar o Paraiso Phi Phi Era uma sexta feira, meu ultimo dia na Ilha Phi Phi, um dia antes comprei a passagem para retornar a Krabi, pois tinha uma reserva em um hotel , bem próximo ao aeroporto. Fiz o Check Out no Hotel no qual estava hospedado e fui para Long Beach, que é uma praia em Phi Phi, onde se tem uma trilha para chegar a mesma. Cerca de 30 minutos de caminhada, bem traquila a trilha, e cheguei a praia, que é bem bonita. Curti a praia, e retornei ao Hotel para pegar minhas malas, almocei no Ana’s, restaurante em Phi Phi que adorei, todos os dias jantei lá, pessoal super educado, e já até sabiem meu prato predileto, Fried rice with Srimps. (arroz frito com camarão) Depois o almoço, seguir ao Pier. Embarquei no Barco, 2 horas de viagem e já estava em Krabi, ai foi segui para o Hotel, onde me hospedaria, que era proximo ao aeroporto. Chegeui no Hotel, perto das 18hs. Em frente ao hotel, tinha uma feira, bem legal por sinal, dei uma volta lá, e depois fui para o hotel descansar. 21/04/2017 – Krabi x Kuala Lampur – Malásia (Inicio da Jornada até o Paraiso El Nido) Era uma sabado de manhã, acordei bem cedo, e o hotel tinha um trasnfer para o aeroporto, que era bem perto, cerca de 15 minutos de carro, meu vôo era as 08:00hs, com desstino a Manilla nas Filipinas, porém teria uma conexão de 10 horas em Kuala lampur. Por volta das 10:00hs, desembarquei em Kuala Lampur, passei pela imigração, comprei um chip de celular, e como já havia pego algumas dicas, peguei o metô no aeroporto, e segui para o Centro de Kuala Pampur, pois queira conhece a Petronas Tower. Cerca de 40 minutos, desci na Estação Central , e de lá peguei um metrrô até a Petronas Tower. É bem legal a região do Petronas Tower, pois tem um shopping dentro da mesma, eu queria subir o Petronas, porém, só tinha horário disponível as 19:00hs, porém, por volta das 20hs, eu teria de estar no aeroporto de Kuala Lampur, pois meu vôo para Manila, seria as 21:15hs. Por volta das 18hs, retornei ao Aeroporto de Kuala Lampur, e as 21:15hs, embarquei para Manila. Cerca de 3 horas de Vôo, chegamos no aeroporto de Manila. 22/04/2017 – Seguindo Viagem para El Nido – Chegada em El Nido - Tour A Desembarquei no aeroporto de Manila, por volta da 01:00hs da manhã, meu vôo para El nido, seria as 06:30hs, teria uma longa espra. Se vocês acham que os aeroporto no Brasil, são bagunçados, tirem isso da cabeça de vocês, pois, o aeroporto de Manilla, é o pior de todos rsr. Do terminal onde desembarquei, era Terminal 1, eu precisava me dirigir até o terminal 4 (Vôo Nacionais), fui me informar se esxistia algum transfer para o terminal, NEGATIVO rsrs, então peguei um Uber e segui para o Terminal 4. Lá chegando, o mesmo é muito pequenos, e não cabia quase mais ninguém kkk, mas achei um espaço e por lá fiquei, por volta das 05:00hs, fiz o check in, e as 06:30 hs embarcamos para EL Nido. Cerca de 40 minutos de vôo, desembarcamos em El Nido, me senti desembarcando em uma fazenda kkkkk, lá a recepção, é com música ao Vivo, e a empresa Air Swift, oferece um café da manhã. Peguei o taxi, e segui para o Hostel onde me hospedaria. Cheguei por volta das 08:30 hs no hostel, o Check in seria as 14:00hs, para aproveitar o tempo, mesmo virado, sem dormir rsrs já fechei o Tour A no próprio Hostel, a moça do hostel, ainda falou que o café da manhã, estava liberado se eu quisesse. Por volta das 09:00hs, veio o pessoal da agência me buscar, para inicar o passeio, que foi fantástico, um lugar mais paradisiaco que o outro. El Nido Local super túristico, porém ainda tem aquele clima de um local não muito explorado, não tem MC Donalds e nem Starbucks kkk, diria ser uma vila de pescadores com muitos turistas, na maioria turistas independentes. Tour A – El Nido – Abaixo fotos do mesmo!!! Após o passeio, umas 18:00hs, eu já estava no Hostel, tomei um banho, sai para comer algo, e depois capotei, pois estava praticamente 48 horas no ar, sem dormir, neste dia já deixei agendado o TOUR C para o dia seguinte. 23/04/2017 – El Nido TOUR C Neste dia, acordei por volta das 07:00hs, já bem recuperado do cansaço, tomei café da manhã, no Hostel, que era muito bom o café da manhã. Por volta das 09:00hs, o pessoal da Agência chegou ao hotel, e seguimos para o Pier, de onde sairia o passeio, Tour C. Passeio sensacional, vou resumir nas fotos abaixo: O Passeio se encerrou as 18hs, passeio fantástico, fiquei encantado por El Nido, ai foi só tomar um banho, jantar. Depois fiquei no Hostel, conversando e trocando experiência com outros viajantes. 24/04/2017 – El Nido TOUR B Os Tours A e C, são os mais procurados em El Nido. Como eu já tinha feito os 2, queria fazer o Tour B ou D, porém os mesmos não tem muita procura. Fui até a agência, verificar a disponibilidade de um deles, e fui informado que não teria nesta data. Porém, a pessoa da agência, me disse que um grupo de Italianos, teria reservado um barco priovativo para o Tour B, e disse que poderia ver se eles deixariam eu fazer o Tour com eles. Os italianos, concordaram e então fiquei feliz da vida rsrsrs. O grupo de italiano, era muito bacana, muito animados, o passseio foi muito legal. Me surprreendeu o Tour B, pois não é tão procurado. Abaixo algumas fotos do mesmo. Após o passeio, marquei um curso de mergulho em el Nido, para o dia seguinte. 25/04/2017 – Ultimo dia em El Nido - Mergulho Neste dia, de manhã, as 10hs, segui para a agência onde reservei o mergulho. Por volta das 10:00hs, seguimos no barco, e fiz o curso de mergulho. Me impressionei muito com o curso, pois foi muito bom, cheguei a descer 20 metros no mergulho, sensacional. 26/04/2017 – Bye Bye El Nido – Inicio da Longa Viagem até Washington DC. Acordei bem cedo, tomei café da manhã, e segui para o aeroporto de El Nido, pois meu vôo seria as 08:30hs para Manilla. Na despedida de El Nido, música Ao vivo, e um café da manhã como cortesia pela Cia aérea Air Swift. Cerca de 40 minutos de vôo as 09:30hs, estava em Manila, desta vez tinha transfer para o terminal 1, de onde saem os vôos internacional. A espera seria longa, pois meu Vôo para Dubai, seria as 18:00hs, mas resovi ficar no aeroporto mesmo esperando. As 18:00hs, embarquei para Dubai, onde faria conexão de 4 horas para depois pegar meu vôo para Washington, confome falei no inicio do post, fui via Estados Unidos, por conta do preço da passagem, porém como o post, pé referente a Asia, não vou relatar aqui, minha estada nos Estados Unidos, que foi de 1 dia em Washington DC, e 2 dias em Nova York. Caso tenham interesse, deixo aqui o link do meu relato, da minha viagem para Nova York. https://www.mochileiros.com/nova-york-6-dias-26-04-2015-a-01-05-2015-t126250.html Conclusão A Ásia, diria que é um destino viciante rsrs, pois é muito paradisiaco, e acesível financeiramente, conseguindo uma passagem barata, a viagem se torna muito acessível. Adorei a Tailandia em especial Phi \Phi, tem uma vibe muito legal. EL Nido, diria que foi a cereja do bolo, um dos lugares mais lindos que já visitei, me surpreendeu muito, pois ainda não é tão explorado, como a Tailandia. FIM!!!!!! Espero ter contribuido com este relato, me coloco a disposição a ajudar, quem pretende ir a algum dos lugares no qual visitei, e digo que vale muito a pena mochilar e desbravar o mundo. Ná dúvida, Viaje!!!!
  6. Compartilhando então os custos de praticamente uma meia volta ao fundo, fiz um infográfico para mostrar onde se gasta mais em viagens, e nenhuma surpresa ser em deslocamentos. Por este motivo eu sempre falo para viajar com mais tempo sem correria para trocar de cidades. No post tem alguns detalhes importantes e links para acessar as tabelas de custos que sempre faço. Passei por 56 cidades durante este tempo, algumas acabei ficando mais tempo que o normal como Istambul (10), Ho Chi Minh (10), Bangkok (11), Seoul (12), Yekaterinburg (9). Como sempre não existe nenhum milagre, aos poucos estou escrevendo os relatos e postando aqui no fórum. Quando: Setembro de 2017 até Maio de 2018 Dias: 244 Couchsurfing: 135 Noites Valor Gasto em Real: R$12067 ($3770) Média Diária em Real: R$49,45 ($15,45) Meus Vídeos no Youtube: LINK AQUI Possíveis perguntas -Não inclui aéreas de ida de volta do Brasil -Este valor inclui TODAS AS PASSAGENS E VISTOS desde Istambul na Turquia até a volta em Varsóvia na Polônia -A rota foi Turquia, Irã, Vietnã, Laos, Tailândia, Malásia, Singapura, Filipinas, Coreia do Sul e Rússia -A quantidade de dias pode ser vista conforme as tabelas abaixo -A cotação do dólar está descrita na imagem -Eu não peguei UMA VEZ carona entre Istambul e Bursa -Eu não como em restaurante turístico -Levei todo meu dinheiro em cash e $765 em um travel money para emergências Planilha com todos os gastos 2017 - Turquia - https://goo.gl/btbLUM 2017 - Irã - https://goo.gl/kbr2vv 2017 - Vietnã - https://goo.gl/jmBHKW 2017 - Laos - https://goo.gl/cxTb54 2017 - Tailândia - https://goo.gl/Lg8zXS 2018 - Malásia - https://goo.gl/jfUoTa 2018 - Singapura - https://goo.gl/VfhDe9 2018 - Filipinas - https://goo.gl/217NCq 2018 - Coreia do Sul - https://goo.gl/3jVooJ 2018 - Rússia - https://goo.gl/JtTho9
  7. Planejamento da viagem: Sempre tive o sonho de conhecer o Sudeste da Ásia e a oportunidade veio quando descobri que teria 24 dias de férias em novembro. Não tive dúvidas e foquei que iria para esta região. Coincidentemente minha mãe também pegou férias no mesmo período e a convidei para ir junto, e ela prontamente topou. Como ela já conhecia Tailândia, Malásia e Indonésia, decidimos explorar outra região, e optamos por Camboja, Laos e Vietnã. Eu tinha um sonho de conhecer Angkor Wat, ela de conhecer o Vietnã, e o Laos pareceu muito interessante para nós dois, e como a logística para reunir esses três seria excelente, fechamos e foi uma decisão 100% acertada, não mudaria absolutamente nada! Compramos as passagens com 5 meses de antecedência e não pagamos barato, mas em geral estão muito caras para essa parte do mundo. As raras promoções que surgem não servem para quem tem datas exatas como era nosso caso. Pagamos cada R$5500,00 pelos trechos Florianópolis - Dubai - Phnom Penh e Ho Chi Minh - Dubai - Florianópolis. Ao menos ganhamos uma pernoite em Dubai por conta da Emirates, com todas as refeições inclusas. Como viajei com a minha mãe, fiquei sempre em hotéis simples, a maioria na faixa dos 140 reais para os 2. Sempre priorizava uma boa localização, e minha referência para escolher é sempre o tripadvisor. Roteiro: O roteiro fizemos de acordo com a logística e interesse em conhecer, e por conta dos voos internacionais teríamos que começar por Phnom Penh e terminar por Ho Chi Minh City. Confesso que foram as duas cidades que menos gostei do roteiro, mas ainda assim eram interessantes, e como ficamos pouco tempo nelas foi tranquilo. No final ficou o seguinte: 02/11 - Voo Florianópolis -> SP pela Latam; 03/11 - Voo SP -> Dubai pela Emirates (pernoite em Dubai); 04/11 - Voo Dubai -> Phnom Penh com escala em Yangon (Myanmar); 05/11 - Phnom Penh; 06/11 - Phnom Penh e voo para Siem Reap no final dia; 07/11 - Siem Reap; 08/11 - Siem Reap; 09/11 - Siem Reap e voo para Luang Prabang no final do dia; 10/11 - Luang Prabang; 11/11 - Luang Prabang; 12/11 - Luang Prabang; 13/11 - Voo para Hanói pela manhã; 14/11 - Hanói; 15/11 - Halong Bay; 16/11 - Halong Bay; 17/11 - Hanói; 18/11 - Voo para Hué pela manhã; 19/11 - Deslocamento de Hué para Hoi An; 20/11 - Hoi An; 21/11 - Hoi An; 22/11 - Deslocamento para Da Nang e voo para Ho Chi Minh City 23/11 - Ho Chi Minh City; 24/11 - Ho Chi Minh City e voo para Dubai saindo às 23:55. Feitas as introduções, espero começar o relato em breve. Na verdade este tópico foi aberto com o intuito de eu me pilhar a escrever logo este relato, assim não fico enrolando. O trabalho está bem puxado, mas terei recesso final de ano e espero já adiantar alguma coisa até lá. Abraço a todos!
  8. Salve salve Mochileiros... Segue o roteiro do mochilão pelo Sudeste Asiático em Novembro de 2018... Data Origem Destino Horario de saída Horario de chegada 04/nov Domingo São Paulo (GRU) Pekim (PEK) 19:05 5:00 05/nov Segunda-feira 06/nov Terça-feira Pekim (PEK) Bangkok (BKK) 8:15 12:30 07/nov Quarta-feira Bangkok (BKK) 08/nov Quinta-feira Bangkok (BKK) x Ayuttahaya Ayuttahaya x Bangkok (BKK) 09/nov Sexta-feira Bangkok (BKK) Krabi x Ao Nang 10/nov Sábado Ao Nang 11/nov Domingo Ao Nang Koh Phi ph 12/nov Segunda-feira Koh Phi phi 13/nov Terça-feira Koh Phi phi Don Koh Phi Phi Leh 14/nov Quarta-feira Koh Phi phi 15/nov Quinta-feira Koh Phi phi Phuket 16/nov Sexta-feira Phuket Siem Reap - Cambodja 17/nov Sábado Siem Reap - Cambodja 18/nov Domingo Siem Reap - Camboja Hanoi - Vietnã 19/nov Segunda-feira Hanoi - Vietnã 20/nov Terça-feira Hanoi - Vietnã Halong Bay 21/nov Quarta-feira Hanoi - Vietnã 22/nov Quinta-feira Hanoi - Vietnã Bangkok (BKK) x Chiang Mai 23/nov Sexta-feira Chiang Mai 24/nov Sábado Chiang Mai 25/nov Domingo Chiang Mai Chiang Rai 26/nov Segunda-feira Chiang Rai 27/nov Terça-feira Chiang Rai Laos e Myanmar 28/nov Quarta-feira Chiang Rai Chiang Mai 29/nov Quinta-feira Chiang Mai Pai 30/nov Sexta-feira Chiang Mai Bangkok (BKK) 01/dez Sábado Bangkok (BKK) Pekim (PEK) 16:55 22:30 02/dez Domingo Pekim (PEK) São Paulo - Brasil (GRU) 01:10 15:20
  9. Olá. Estou pensando em fazer mochilao. Só que não sei se é melhor fazer solo ou em grupo. Não me importo em viajar sozinho. Penso em ir pra Asia. Porém oque mais gosto em viagens é curtir festas e tomar umas kkk. Aí fica difícil achar alguém que acompanhe meu ritmo, porém tenho medo de viajar sozinho, no sentido dE não achar ninguém pra beber umas, dessa forma perdendo a vida noturna. Vocês acham que já seria mais fácil eu ir com alguém com garantia pra curtir ? Ou ir sozinho e lá fazer amizades ? Estou perdido kkk grato.
  10. Fala, galera. Mais um relato do canal Viagem Aos Vivos para vocês, agora na temporada pelo Sudeste Asiático. Chegamos a Tailândia e já fomos direto para Chiang Mai, que fica no norte do país, pois lá iriamos ver o famoso festival das lanternas que acontece todos os anos geralmente em novembro. Estou em um mochilao sem data de fim desde Novembro de 2016 e documentando tudo isso no meu canal Viagem Aos Vivos para vocês. Também sempre mostro os gastos detalhados dessa viagem, desde o chiclete até a passagem de ônibus. Inscrevam-se
  11. Fala pessoal!! Estou planejando uma viagem de 21 dias para o Sudeste Asiático (Tailândia, Malásia e Singapura), se puderem dar uma "mãozinha" com o meu roteiro. Estou viajando para conhecer os templos e as cidades, mas não vou deixar de curtir as praias da Tailândia. Olha o roteiro aí: 1º Dia) Viagem Brasil --> Bangkok 2º - 5º Dia) Bangkok: vou ficar 03 dias na cidade e 01 dia vou até Ayutthaya; 6º Dia) Viagem Bangkok --> Krabi: avião + 3h, chego em Krabi e conheço o local; 7º Dia) Krabi ---> Koh Hong: bate volta; 8º Dia) Krabi --> Koh Phi Phi: Sleep May Bay (durmo no barco e não gasto hostel) 9º Dia) Koh Phi Phi: ficar em um resort e relaxar (só uma noite, a noite do luxo) 10º Dia) Koh Phi Phi: conhecer praias 11º Dia) Phi Phi --> Langkwai (Malásia): + 8 horas de balsa 12º Dia) Langkwai 13º Dia) Langkwai --> Kuala Lumpur: 8 horas (balsa e trem) 14º - 15º Dia) Kuala Lumpur 15º Dia noite) Kuala Lumpur --> Singapura: trem noturno 16º - 19º) Singapura 20º Dia) Singapura --> Brasil Eai, o que acham??
  12. O Parque Nacional de Komodo é formado por três ilhas principais (Komodo, Rinca e Padar), e é conhecido mundialmente por ser a casa do célebre dragão de Komodo (Varanus komodoensis), o maior lagarto do mundo. Depois de passar uns dias em Bali, peguei um vôo de uma hora para Labuan Bajo, uma antiga vila de pescadores localizada na parte oeste da ilha de Flores na Indonésia. Labuan Bajo é a cidade mais próxima do Parque Nacional de Komodo, uma das áreas mais importantes de conservação natural do mundo. Na verdade, devido sua importância biológica e sua incrível vida marinha, a UNESCO declarou o parque Património Mundial e Reserva da Biosfera. Mas uma viagem ao Parque Nacional de Komodo vai além de seus famosos habitantes carnívoros gigantescos que remontam aos tempos pré-históricos. É também uma oportunidade para apreciar algumas das mais belas ilhas do mundo e suas incríveis faunas, floras e formações rochosas. Você também pode fazer trekking, caminhadas, mergulho, observação de aves, e claro, ver os dragões! Visitei o parque em fevereiro de 2017 e fiquei boquiaberto com a esplendorosa natureza desta parte do mundo, para não mencionar hipnotizado pelos fascinantes dragões de Komodo. Passeio para as Ilhas Rinca, Padar e dos Morcegos Uma vez em Labuan Bajo, você pode escolher entre os passeios de um, dois, ou três dias. Em todos eles você visitará as Ilhas Padar, Rinca e Bat, mas nos passeios de dois e três dias você será acomodado em um barco, e no segundo dia visitará a ilha Komodo, Pink Beach (praia de areia rosa) e Manta Point. Optei por ficar na cidade em um super confortável hotel de luxo, e fazer dois passeios de um dia. Assim, na manhã após a minha chegada, acordei às 6h, tomei café da manhã, e às 7h fui pego no hotel para o tour para as ilhas Padar, Rinca e dos morcego. Infelizmente, meu barco de madeira teve alguns problemas mecânicos, e acabei deixando Labuan Bajo apenas às 08h30min. No entanto, o tempo perdido à espera de um barco menor e mais rápido foi esquecido assim que comecei a ir para Padar Island. A deslumbrante paisagem era composta por centenas de montanhas gigantescas cobertas com diferentes tons de verde; água cristalina esmeralda que virava turquesa em algumas partes; um céu azul com nuvens; aves voando e peixes saltando na água. Eu estava em êxtase com esse cenário perfeito! Após cerca de 02h30 min a água começou a ficar mais rasa, à medida que o barco se aproximava da Ilha Padar. A vista do barco era incrível !! A savana verde brilhante que cobre a ilha irradiava à luz do sol, e a água era tão rasa e clara que podia ver os recifes de coral e os peixes nadando. Ilha Padar A ilha Padar está localizada a cerca de 30 km de Labuan Bajo, e tem uma área de superfície coberta com savana de 14,09 km². Embora você pode não tenha ouvido falar dela, já que não é tão famosa como Bali, a ilha Padar tem uma paisagem espetacular, e é definitivamente uma das mais belas do mundo. Admito que Padar foi uma das ilhas que eu queria ver mais quando planejei minha viagem para a Indonésia. Para chegar ao topo de Padar Island não demora mais do que 30 minutos. Há uma escada de madeira no início que leva a uma trilha de cascalho que vai todo o caminho até o cume. A caminhada é muito fácil, no entanto, existem algumas pequenas pedras na trilha que tornam o terreno um pouco escorregadio, especialmente durante a descida. Portanto, tenha cuidado, ande devagar, e use calçados apropriados. Uma vez que você está no topo, pode se maravilhar com a paisagem extraordinária: uma franja de montanhas verdes brilhantes com formas distintas, cercada por três baías de água azul turquesa. Curiosamente, essas três baías são dotadas de praia com cores de areia diferentes: branca, preta e rosa. Nunca tinha visto esse fenômeno antes, e não acho que há um outro caso no mundo com esta combinação esdrúxula… Fiquei sem palavras admirando a paisagem mais deslumbrante que vi na Indonésia, e sentindo-me extremamente feliz !! Há três mirantes no caminho até o cume da ilha, mas você não precisa percorrer todo o caminho já que o primeiro deles é o melhor para tirar fotos. Se você tiver tempo e quiser explorar mais a ilha, você pode fazer um trekking por cerca de uma hora, ou desfrutar de suas praias excelentes e desertas. Snorkeling em Padar também é incrível! A ilha é o lar de falcões, papagaios, lagartos, tartarugas, três dragões de Komodo, e outros animais. Mas não se preocupe se você não ver os dragões durante sua visita – se é isso que você quer fazer, melhor ir para Komodo ou Rinca. Na verdade, a próxima ilha que fomos foi Rinca… Ilha Rinca O barco deixou Padar e navegou para 01h30min até que chegarmos à Rinca, que é o lar de mais de 1500 dragões de Komodo. A visita a Ilha Rinca só é permitida na presença de um guarda florestal, que irá explicar tudo sobre os dragões, mantê-lo seguro e orientá-lo ao redor da ilha. Os dragões de Komodo são animais de sangue frio, e o melhor momento para vê-los é no início da manhã, quando eles estão procurando lugares ensolarados para aquecer a temperatura do corpo, enquanto ainda não está muito quente. Felizmente, quando eu cheguei, havia alguns dragões debaixo cozinha dos guardas florestais, que foram atraídos pelo cheiro da comida. O guia explicou que os dragões são animais carnívoros que podem chegar a até 3,5 metros de comprimento, e comem apenas uma vez por mês. Aprendemos também que eles podem viver até 50 a 60 anos, e sua saliva contém mais de 54 tipos de bactérias e é letal. Fiquei fascinado e super curioso para aprender mais sobre os dragões de Komodo. Que animal intrigante! Eu também vi alguns macacos e veados durante minha uma hora de caminhada em Rinca Island. Ilha Pempeng Depois de Rinca, fui para a ilha Pempeng para fazer snorkeling, que por sinal foi fantástico! Também vi algumas águias sobrevoando a ilha. Ilha dos Morcegos Em seguida, o barco se aproximou à Bat Island. A ilha recebe esse nome porque há milhares de morcegos gigantes saindo dos manguezais bem na hora do pôr do sol. Vendo os enxames de morcegos cruzando o céu avermelhado e púrpuro foi sem dúvida uns dos pores do sol mais bizarros da minha vida. No momento em que o barco voltou para Labuan Bajo, já estava escuro, e o céu estava cheio de estrelas. Da foi um longo dia, mas enquanto estava sentado no barco, admirando a vista fenomenal e recordando a visitar todos esses lugares incríveis, minha alma enchia de gratidão. Passeio para a ilha Komodo, Pink Beach e Manta Point No segundo dia fiz o passeio que levava para a Ilha Komodo, Pink Beach, e Manta Point. Saí do hotel às 7h, e depois de cerca de duas horas, o barco se aproximou de Komodo, a mais famosa e maior ilha do Parque Nacional de Komodo. Ilha Komodo A ilha tem uma superfície de 390 Km², e uma população de mais de 2000 pessoas e 2500 dragões. Sua vegetação varia de savana à floresta tropical, e a altitude vai do nível do mar a 750 m acima do nível do mar no pico mais alto no Parque Nacional de Komodo. A Ilha Komodo, uma das Novas Sete Maravilhas Naturais, é também o lar de veados, macacos, búfalos, porcos, cobras, lagartos, civetas, baleias, golfinhos, mantas, várias espécies de recifes de coral, esponjas, e muitas espécies de peixe. Assim que cheguei na Ilha Komodo, vi dois dragões: um caminhando na praia, e outro descansando embaixo de uma árvore. Encontrei com o guarda florestal, que explicou que havia três opções em termos de caminhadas na ilha: 1h, 1h30min, e 2h (que abrange cerca de 4-5 km). Começamos nosso passeio com ele me dizendo as regras para evitar ser mordido pelos dragões: sempre obedecer as instruções do guarda, prestar atenção no caminho, manter uma certa distância dos dragões, etc. Entre 1985 e 2016, houve mais de 20 casos de ataques de dragões de Komodo a seres humanos, quatro dos quais foram fatais… No caminho vimos ninhos vazios (a época de acasalamento é de julho a agosto) e também encontramos três dragões descansando na sombra de árvores. O trekking é adequado para todas as idades, pois o terreno é fácil de andar, e há várias árvores e alguns morros que proporcionam vistas absolutamente deslumbrantes do Parque Nacional de Komodo. Quando estávamos chegando no final da nossa caminhada, vimos dois dragões correndo, um dos quais era um filhote. O guia explicou que os filhotes de dragões podem subir em árvores e correr até 25 km/h. Esta é uma habilidade necessária, pois os dragões de Komodo são carnívoros e a maior ameaça dos filhotes desde terem sido chocados até se tronarem adultos é serem comidos pelos adultos. Tive muita sorte de ter visto os dragões de Komodo em ambas as ilhas, Rinca e Komodo, pois como o guia explicou, não há garantia alguma que você verá os dragões durante a sua visita. Quando terminamos nossa caminhada, vi mais dragões, um porco do mato, e um veado super fofo e manso. Pink Beach Saímos de Komodo e 30 minutos depois chegamos ao Pantai Merah, a praia de areia rosa, uma das somente sete no mundo, e a primeira que fui. Na verdade tive que pular na água para chegar à praia, porque o barco não poderia chegar ancorar mais proximo da areia por causa dos corais. A água cristalina turquesa estava morna e cheia de recifes de coral repletos de peixes. Snorkeling na praia rosa foi maravilhoso, mas o que realmente queria ver era a areia fofa branca, quero dizer rosa.. A areia na verdade é apenas próxima à água, e obtém sua cor a partir de pedaços de coral vermelho na areia. Apesar de haver um monte de plásticos no entorno, é um lugar perfeito para se bronzear e relaxar. Manta Point Depois de descansar um pouco, continuamos navegar por cerca de 1h no Parque Nacional de Komodo em direção a nossa última parada: Manta Point; assim chamada porque é um bom local para ver mantas… Mais uma vez passamos por ilhas incríveis, com diferentes tons de água azul e areia branca. A vontade que tinha era saltar do barco e passar o resto do dia lá… No entanto, continuamos até nosso destino, mas quando chegamos em Manta Point, não conseguimos encontrar mantas. Infelizmente tive que adiar meu sonho de nadar com mantas… Terminamos voltando para o que foi o lugar mais incrível – um pequeno pedaço de terra no meio do oceano cercado por água azul extremamente clara. Era uma ilha deserta, uma imagem perfeita do paraíso, e me senti como se tivesse meu pedaço de paraíso na Terra. Na viagem de três horas de volta para Labuan Bajo, vi cada paisagem ainda mais extraordinária, centenas de peixes, e milhares de estrelas no céu. Passei mais um dia em Flores, andando de caiaque, fazendo snorkeling, tomando sol, trabalhando um pouco, desfrutando da piscina do hotel e da impressionante vista de centenas de montanhas de diferentes formas e elevações cobertas com vegetação exuberante e cercada por águas esmeraldas intocadas. [*] Se você quiser saber mais informações sobre o parque, horário de funcionamento, como chegar lá, custos dos passeios, etc, só checar o meu post completo sobre o Parque Nacional de Komodo aqui http://www.7continents1passport.com/ilha-komodo-nacional-park-dragao-indonesia/?lang=pt-br, que lá tem as informações extras. Obrigado !
  13. Ola, pessoal! Nos 28 dias conhecemos Bangkok, Chiang Mai, Krabi e Ko Phi Phi na Tailandia, Siem Reap no Camboja, Hanoi e Halong Bay no Vietnam e Luang Prabang no Laos. Tinhamos a opção de ficar mais tempo nos lugares, ou aproveitar a viagem e ver mais paises. Escolhemos conhecer varios lugares, mesmo com poucos dias. Claro que foi muito corrido, quando voce começa a acostumar com o lugar.. pá, ja pega o proximo voo. Mas vai saber quando vamos voltar, entao mesmo com os perrengues, valeu a pena! Pra mim foi uma montanha russa de experiencia, muito intenso e surreal. Tive dias difíceis, mas faz parte do role e a experiencia vale mais que tudo. Nos comunicamos em ingles em todos os lugares, na maioria das vezes de boa. No Vietnam eles falam mal, meio truncado...o cara do passeio que fizemos mandou um 'ladies and GERMAN'...todo mundo rachou. Eu falo só o basico do básico e o Ederson fala melhor, entao sobrou pra ele Levamos apenas um mochilao cada um, pesando uns 20kg cada. Levei um pouco de roupa de calor e frio. A gente mandou lavar no Camboja, em Chiang Mai e em Krabi. Bom, vou tentar ser pontual e descrever tudo resumidamente, e vou colocar os links que me ajudaram no roteiro, pra nao ficar tao repetitivo. Fomos pela Ethiopian. O voo foi super tranquilo, achei o aviao e o serviço de bordo ok na ida, e na volta o serviço achei meio ruim. O aeroporto de Adis Adeba que achei bem fraquinho, eu precisei comprar um remedio e nao tinha farmacia Assim, nao foi uma viagem ruim, mas tudo bem basico. De qualquer forma viajaria de novo com eles. La voamos com a AirAsia, LaosAirlines e Vietjet. Todos os voos foram otimos, avioes novos e nao tivemos problemas com atrasos. Como as lowcost tem restrição no peso da mala, compramos bagagem extra em uma das passagens e colocamos as duas mochilas num saco protetor da deuter e fechamos no cadeado. Na bagagem de mao é legal levar uma mudinha roupa...vai que a mala extravia Nosso roteiro 12/11/2017 Saida Brasil 13/11/2017 Chegada Bangkok Volta cidade 14/11/2017 Ayuthaya Templos 15/11/2017 Bangkok/Camboja Grand Palace, Buda reclinado 16/11/2017 Camboja Angkor - circuito longo 17/11/2017 Camboja Angkor - circuito curto 18/11/2017 Camboja/Vietnam - Hanoi 19/11/2017 Vietnam - Halong Bay passeio 20/11/2017 Vietnam - Halong Bay passeio 21/11/2017 Vietnam - Hanoi/Laos museus 22/11/2017 Laos volta cidade 23/11/2017 Laos rondas das almas/cachoeiras 24/11/2017 Laos/Chiang Mai 25/11/2017 Chiang Mai tatoo 26/11/2017 Chiang Mai zoologico 27/11/2017 Chiang Mai Natural Park 28/11/2017 Chiang Mais/Ao Nang aula culinaria 29/11/2017 Ao Nang centro 30/11/2017 Ao Nang railey beach 1/12/2017 Ao Nang railey beach 2/12/2017 Ao Nang hong islan 3/12/2017 ao Nang phra nang 4/12/2017 Ko Phi Phi monkey beach 5/12/2017 Ko Phi Phi passeio 6/12/2017 Ko Phi Phi passeio privado maya bay 7/12/2017 Ko Phi Phi/Bangkok praia 8/12/2017 Bangkok shopping 9/12/2017 Brasil acabou Transportes utilizados em cada lugar - Bangkok - uber, taxi, tuktuk e barco. Taxi usamos poucas vezes pq eles podem nos enrolar, tem q perguntar do taximetro, explicar onde vai e etc, prefirimos usar o uber na maioria das vezes. Tuktuk é caro mas tem que andar, neh hahaha. É mto massa! O barco usamos pra ir ao shopping, pois a estação era proximo do ultimo hotel que ficamos, foi uma experiencia bem bacana e barata, custa 0,90 centavos. - Siem Reap - tuk tuk e bike. Fomos e voltamos do aeroporto de tuktuk. Do hotel para o centro era perto, fomos a pé. No primeiro passeio para Angkor fomos de tuktuk, e no segundo fomos de bike. - Hanoi - uber - Laos - nao tem uber, usamos taxi pra ir ao aeroporto e voltamos de tuktuk, alugamos moto e bike pros passeios. - Chiang Mai - uber e moto - Krabi - nao tem uber, taxi (valor fixo de 50 reais do aeroporto para Ao Nang), van ou busao (valor fixo de 15 reais por pessoa do aeroporto para Ao Nang). O busao demora mais, se puder pegue a van. Alugamos moto por 20 reais o dia, mas ficamos com ela só 2 dias, no fim das contas era tudo meio perto e dava pra fazer a pé. - Ko phi phi - para ir ate a ilha precisa pegar um ferry, para conhecer a maioria das praias de barco, e pela ilha o só os chinelos mesmo Hoteis e restaurantes Em todos os lugares tomamos a cerveja local, mas a que mais gostamos e ate trouxemos pro Brasil foi a Angkor. Comemos muuuitos frutos do mar - Bangkok - ficamos no Tara Place e no Villa Phra Sumen Bangkok. Os dois são proximos a Kao San Road e a Rambutri. Eu recomendo muito o Villa Phra, amei ficar la! Bom, comida pra mim infelizmente no começo foi um perrengue. Eles usam mto o lemon keffir, e eu odiei esse negocio rsrsr. Depois descobri os pratos que nao tinham, aí foi sucesso! Na Rambutri comemos no Villa Cha Cha e gostei bastante do pad thai deles. Comi pad thais na rua e nao gostei tanto...vai o bendito keffir. Acho que nao fizemos boas escolhas nos restaurantes de Bangkok, só gostei desse msm kkk - Siem Reap - ficamos no Baby Elephant Hotel. Amamos ficar la! Super acolhedores e atenciosos, tem piscina pra aquele 'calô' todo e fica proxima a Pub Street. Comemos nessa rua mesmo, tem bastante opção. - Hanoi - ficamos no Tu Linh. Ele é um hotel bem ok, nada de mais, bem localizado e com cafe gostoso. Alias o cafe veitnamita é muito bom! - Luang Prabang - ficamos no Villa Oudomlith. La no Laos achei os hoteis meio caros, esse tinha preço bom e era bacana. Eles tem aluguel de bike e moto, e de quebra tem um catiorinho mto fofo chamado Tom. Fica bem pertinho da rua principal. Tem bastante restaurante, mas gostamos mesmo foi da comida de rua da feira nortuna. Fica meio escondido, tem que fuçar - Chiang Mai - Ficamos no The Peaberry. Fica no quadrante principal. Perto desse hotel comemos no Tikky Cafe, que é bem simples mas tem comida boa, e no Its Good Kitchen, The Hideout, Reform Kafe, tb bem gostoso. Alguns dias comemos nas feirinhas noturnas mesmo. - Krabi - ficamos no Centra by Centara Phu Pano e a gente amou! Fica proximo ao centrinho de Ao Nang, é confortavel e tem uma vista lida. Fora o café que é ótimo e fica ao lado da piscina. Recomendo fortemente os restaurantes Jungle Kitchen e o May&Zin. Ambos sao simples (mesmo!), mas a comida é otima. O Jungle precisa marcar hora, de tao cheio que é. Mas assim, tipo vc ta comendo e o gato da familia vem te dar um oi, na mesa do lado fica o bebe brincando..é bem familiar mesmo rsrs. O May&Zin fica numa praça de alimentaçao e o dono é uma figura. Precisamos ficar mais alguns dias em Ao Nang e o Centra nao tinha mais vaga, fomos para o Centara Anda Dhevi Resort and Spa. Bom, vamos ao relato. Dia 13/11 - chegamos em Bangkok e dividimos um Uber com outro casal brasileiro. Ficou uns 200 bath pra cada casal, e o aeroporto é longe da Kao San, uns 30 km. Descansamos um pouco e fomos conhecer a Kao. Gente, que loucura, nao?? kkkkk A Kao San é uma bagunça e lotadaaaa. Eu particularmente nao curti nao, preferi a Rambutri, que tb é lotada mas é mais bonitinha, entao a noite a gente sempre ia lá. Bom, massagem tem a qq esquina, e façam! 15 reais meia hora é de graça, nao dá pra perder. E é uma delicia. Dia 14/11 - fomos para Ayuthaya de trem. Chegamos cedo na estação, mas nao a tempo de pegar o trem com o ar e com preço bom, só tinha o caro ou o sem ar. Resolvemos ir no simplao sem ar mesmo, e foi de boa, tem uns ventiladores de teto, a galera vendendo uns petiscos.. Pagamos uns 2 reais e demorou 2h pra chegar. Assim que chegamos compramos a volta pra nao correr o risco de ficar sem. La na estação tem varios tuktuk, taxi e etc pra te levar nos templos da cidade. Nós optamos por ir de bike mesmo. Os templos mais importantes ficam depois do riozinho, precisa atravessar de barco (acho que era 5 bht), e logo do outro lado alugamos a bike por 10 reais o dia. Alguns templos precisam pagar, no total gastamos uns 50 reais os dois só de entradas. A cidade é pequena e, como todos os lugares que fomos, não é la mto limpa e é pobre. Levamos umas coisas pra beliscar, nao almoçamos por la. Na volta tomamos um smoothie numa cafeteria bem gostosinha que tem na estação. Detalhe, eu tive a sorte de ter uma infecçao de urina logo que chegamos, tentamos comprar remedio perto do hotel, mas nao rolou. Na estação em Bangkok tem uma farmacia e lá fui eu tentar pedir remedio, procurei no google pra poder mostrar pro pessoal. O senhorzinho que me atendeu falava ingles e disse que tinha um remedio melhor pra minha infecção, e me deu uma cartela de antibiotico, sem receita nem nada. Foi o que me salvou! Dia 15/11 - Fomos ao Grand Palace e no Wat Pho, pagamos uns 130 o casal. É um complexo gigante e lindo! Precisa ir de calça e as meninas com ombros cobertos. E dica, vá cedo, mais cedo possivel! Fica muuuuiiiito cheio, dá ate nervoso. Acho que chegamos la umas 9h. Demos sorte de pegar uma cerimonia com monges em um dos templos, foi bem massa. E o buda reclinado? Ele é gigante e lindo! Tive que ir duas vezes por que era tanto glamour que uma visitinha só nao ia dar. Sempre quando viajo demoro pra absorver o volume de coisa que conheço...vcs ficam assim tb? Entao das coisas q gosto mto observo por mais tempo 'internalizar' melhor rsrs Saimos umas 13h, nesse dia iamos embarcar para o Camboja. Saimos do hotel as 16h, nosso voo era as 20h, e quase perdemos . Demoramos mto no transito, 3h! Entao precisa prestar bem atenção com esses horarios, pq o aeroporto é longe e o transito é uma bosta. Enfim, deu td certo e fomos para Siem Reap. Chegando no hotel fomos mto bem recebidos, eles são muito prestativos e falavam bem ingles. Fomos jantar a pé, as ruas pareciam meio de praia, sem asfalto, simples, mto sujo e com mtas animais de rua. É uma país mto judiado Comemos na Pub Street, que é uma mini Kao San. No outro dia fechamos de fazer o circuito longo com um tuktuk. Acho que foi a melhor opção fazer o longo primeiro, é longo devido a distancia entre um templo e outro, mas sao menores e nao tao famosos. O circuito curto que tem os bam-bam-bans. Dia 16/11 - Angkor circuito longo. O Tuktuk nos pegou no hotel e a primeira parada foi na bilhetria do parque, que fica numa galeria, onde inclusive tem uma loja das havainas rsrs. Lá compramos o bilhete que dá acesso a todos os templos de Angkor, e pegamos a opção de 3 dias. Custou 124 dolares o casal (carinho, neh). Nessa galeria tinha um livro guia mto legal do complexo, mas achamos que encontraríamos em outro lugar mais barato e nao compramos, só que nao achamos nunca mais Para entrar nos templos precisa estar com ombros e joelhos cobertos. Tem muita gente vendendo de td, te abordam mto e insistem mto! Tenha paciencia! Mas o peoooorrrr de td é o calor umido, gente! Vc sua, fica grudando e é mto abafado... foda. E como tem mta rua sem asfalto, sobe um pó danado. Perdi 2 blusas brancas. Eu levei belisco e whey pra tomar, fiquei com medo de comer na rua. A noite fomos na feirinha noturna, que é uma gracinha. Pechinche td, de 50 vira 25 rsrsrs. Tem mta prata tb, mas tem que ficar de olho com os 'enrolations'. Dia 17/11 - Angkor circuito curto. Esse role fizemos de bike. Foram uns 30 km do total, mas valeu a pena! Andamos pela cidade tranquilo e fizemos o nosso tempo. O circuito curto tem Bayon, Ta Phrom (Tomb Raider) e Angkor Wat. A gente queria ter ido mega cedo no Angkor Wat pra ver o nascer do sol, nao deu, ai chegamos la umas 9h...cara, o que que é aquilo de gente??!! Tem chegar cedo MESMO, pq eh lotado! Bom, entramos e o negócio é gigante! A gente deve ter ficado mais de uma hora la. Tem uns macaquinhos mto fofinhos, e uns turistas babacas que ficavam provocando eles 😡 Adorei esse circuito e achei o Ta Phrom o mais massa. Aquelas arvores gigantes meio cor de prata em cima das construções, surreal. Eu acho teria sido melhor dividir o circuito curto em 2 dias, pq os templos sao grandes e ficou corrido fazer td num dia. Se a gente tivesse dividido esse circuito em 2 poderia ter curtido melhor. Dia 18/11 - Demos umas voltas pela cidade, tomamos chopp na Pub Street - que custaram 0,50 dolares 🍻 - e a tarde seguimos para o Vietnam. Chegamos em Hanoi a noite e na imigração tivemos que passar em duas filas: uma para entregar cartinha que exigem pra gente entrar (consegui com a empresa do passeio em Halong Bay) e a outra pra pegar o visto. É meio burocratico entrar no pais, e eles tem uma carinha invocada, me deu medo kkkkk. Fomos de uber pro hotel e saimos para jantar e trocar dinheiro. La era inverno e tava um tempinho fresco, com garoa. Demos umas voltas pela cidade, compramos um negocio que parecia rolinho primavera de banana num vendedor de rua, e estava uma delicia. Eles tem costume de comer ou no chao, ou em banquetas baixinhas, parecia de criança. Dia 19/11 - Fomos para Halong Bay para fazer o cruzeiro. A praia é ate perto de Hanoi, mas como eles nao tem rodovias, é td por dentro das cidades, demorou demais! Saimos as 8h e chegamos no navio as 12h. Fechamos com a empresa Secret Cuise. Achei o barco legal, comida boa, as atividades extra achei meio zuado, tipo o aula de cozinha e o tai chi. A bacia de Halong Bay é linda, tem umas montanhas incriveis, a agua é linda, mas como tava frio, meio que me arrependi de ter ido. Acho que teria valido mais a pena ter ficado mais tempo em Hanoi e ter conhecido ouras cidade, como Ho Chi Min. Fora que é caro esse cruzeiro, foi uns 900 reais o casal. Dia 20/11 - Na parte da manha terminamos o passeio em Halong Bay e a tarde voltamos para Hanoi. Em Hanoi saimos para jantar e fomos na rua Ta Hien. Eh tipo uma vielinha com varios restaurantes com mesas na rua. Ai sentamos num restaurante, fizemos nosso pedido, e começou um agito estranho. Logo me dei conta que era o 'rapa' da comida em Hanoi hahahaha. Nao podem colocar mesa nas ruas, ai qd a policia aparece vira essa bagunça, tipo o rapa da 25 de março mesmo. Rachei de rir, mas é de boa, apenas engraçado. Adorei a comida no Vietnam, e o café é uma delicia, trouxemos um pacotinho pra casa! Dia 21/11 - Passamos o dia em Hanoi. Fomos no museu da guerra que, apesar da história triste, vale muito a pena conhecer. Fomos ao museu das mulheres, que é bem legal também. Enfim, andamos pela cidade. Fomos no lago Hoan Kien e entramos no museu que tem la, mas nao vale a pena, achei feio e sem nada, mas o lago é bem bonito. Almoçamos de novo na Ta Hien, e comprei umas louças pra trazer de presente, tem muita coisa bonita. Adoramos Hanoi, queriamos ter ficado mais um dia la! Achei que nao ia ter nada de mais, e gostamos mto. Nos divertimos com o caos e aquelas milhoes de motos pela cidade, atravessar a rua era o desafio do dia! A noite seguimos para o Laos. Chegamos em Luang Prabang a noite e fomos dar uma volta na cidade. Ela é super pequena e charmosinha, na rua principal tem varios restaurantes. Achei as coisas mais caras por la, incluive o visto. Chegamos meio tarde no aerporto e nao tinha nada aberto, ou seja, sem casa de cambio! Fizemso a cagada de dar nota baixa pra pagar o visto e na hora de pagar o taxi tinhamos apenas 100 dolares, ou seja, devolveram na moeda local com uma conversao pessima. Dia 22/11 - Alugamos uma bike e fomos andar. Fomos em alguns templos e conhecemos o bar Utopia. Lá é super zen de manha e a noite um fervo. Almoçamos e tomei uma bebida gelada que ia cafe, oero, banana e canela e amei! Vimos o por do sol do mirante, e obviamente é lotadoooo. A vista é incrível, vale o aperto. A noite fomos na feira noturna e la tinha umas barracas de comida que vc escolhe os produtos e a moça faz na hora. Que delicia! E baratinho, acho que pagamos uns 15 reais no prato. Tinha tb uma panquequinha e umas bolachinhas de coco, comemos um monte. Fora as milhares de coisinhas lindas que eles vendem! Me arrependi de nao ter comprado um guarda-chuva de papel que só vi la, e tb uma pintura em tela dos monges. Sempre fico na duvida de comprar as coisas e me lasco 😥. Dia 23/11 - Acordamos suuuper cedo, tipo umas 5h, pra poder ver a ronda das almas. É mto lindo! E como é incrivel a cor das tunicas dos monges! Foi mto legal de ver. E como sempre tinha uns turistas sem noçao que quase enfiavam a camera na cara dos coitados 🤦‍♀️ Alugamos uma moto e uma bike pra ir nas cachoeiras. Eu nao dirijo moto, mas me aventurei em andar la, elas sao automaticas, deu pra ir de boa, e nao precisa de carta. A bike ficou pro Ederson, nao tive coragem de pedalar entre subidas e descidas uns bons km de ida e volta. Foi mto legal poder ir por conta, pq fomos reparando na paisagem, no dia a dia dos locais, vimos ate uns monges entrando numa casa, acredito eu, pra pegar donativos. Umas 2h depois chegamos nas cachoeiras. Que coisas mais linda aquela agua! E olha que tava nublado! Mas é uma cor de agua mto bonita, valeu a pena conhecer. Fora que no começo do parque tem um espaço onde ficam ursos resgatados, um deles nao tinha a perninha, judiação. Fizemos uma trilha pra ir no Budas Cave, mas nao valeu a pena nao, coloquei um pé na caverna e voltei. 'Deuzolivre' aquela escuridao rsrrss to fora. De todos os lugares o Laos foi o mais 'ocidental' que passamos, parece q tem mto europeu vivendo la. Por um lado é bom pq da uma melhorada na higiene e no capricho dos lugares, ajudam a desenvolver o local, inclusive do lado do hotel que fiquei tinha um projeto social onde os turistas ensinam ingles aos locais, achei o maximo. Por outro lado tenho um pouco de receio de perderem a identidade, sabe? Mas por enquanto parece que ta num equilibrio bom, eu adorei conhecer Luang Prabang. Dia 24/11 - De manha demos mais umas voltinhas na cidade e a tarde fomos para Chiang Mai. Andamos um pouco em Chiang Mai e fechamos no hotel para ir ver uma luta de Muai Thai a noite. Pagamos uns 120 por pessoa e as lutas eram das 19h as 23h. Foi legal ver e conhecer, parece ser como o futebol pra nos, mas ficamos na duvida se as lutas foram meeeesmo verdadeiras. VID_20171124_225429.mp4 Dia 25/11 - De manha fui fazer minha tatoo de bambu com um ex monge. Eu tava um pouco cansada dos dias corridos que tivemos e a tarde ficamos no hotel. Saimos a noite para passear na feira noturna e visitamos o templo prateado. Dia 26/11 - Alugamos uma moto e fomos ao zoologico da cidade. Nao sou mto de zoos, mas la tem um PANDA! Amo pandinhas, nao poderia deixar de conhece-lo Depois andamos pela cidade meio que sem rumo, pra conhecer os arredores. Nisso passamos numa cidade vizinha que tava tendo festa das lanternas. Achei que fosse aquelas que eles soltam lanterninhas, tudo lindo e ilmuminado #sqn, ja tinha rolado no começo de novembro. Paramos pra conhecer e tava rolando uma dessas feiras noturnas, mas quase sem nenhum turista, só local. Teve apresentação de dança dos locais também, foi bem legal. Comemos varias coisas que nem sei o que eram, eles nao falavam mto bem ingles, a gente pedia na fé mesmo. Teve um doce mto doido que a moça frita uma massa numa chapa, e tinha uns fios de acuçar colorido pra colocar nessa massa e comer. Dia 27/11- Fomos na reserva de elefante no Natural Park. La eles tratam de animais resgatados de circos, de passeios e etc. Foi muuuto legal, passamos o dia la. Demos comida, fizemos um passeio com eles, demos banho e etc. Valeu mto a pena! Pagamos 520 o casal pelo dia. É caro mas vale, gente! Dia 28/11 - Eu fui dar uma volta na cidade e o Ederson fez um curso de culinaria pela manha, ele curtiu bastante! A tarde pegamos o voo para Krabi e, para a nossa alegria, tava chovendo A sorte que pegamos um hotel bom e proximo ao centro. Dia 29/11 - Acordamos e adivinha, chovendo! Ai que desespero....fez tempo bom a viagem toda, qd chega a tao sonhada praia, chuva! Mas ok, a gente ficou com pensamento positivo que ia passar! Alugamos uma moto e fomos dar uma voltinha na garoa mesmo...qd a chuva deu uma tregua pegamos um barco e fomos para Railay Beach, que fica a uns 10 min de Ao Nang. Chegamos la e começou uma puta chuva. Fomos tomar uma breja pra esperar passar. Breja mega cara, e chuva nao parava...por fim voltamos pra ao nang mesmo e ficamos por la. A noite a chuva parou, fomos ao centrinho e jantamos na Jungle Kitchen. Dia 30/11 e 01/02 - Dia nublado e com garoa...aiaiaiia, cade o soooollll! Qd melhorou um pouco pegamos a moto e fomos pra praia. Saiu um solzinho e fomos novamente para Railay Beach. Chegamos la mas o dia ainda nao tava mto bom...garoava, parava, garoava...nao achei a praia essas coisas - talvez pela chuva - e era cara. Ficamos um pouco e voltamos pra Ao Nang. Parecia que no dia seguinte o tempo estaria melhor, ai fomos atras de um passeio e fechamos um para Hong Island, que parava em algumas praias. Dia 02/12 - Fizemos o passeio para Hong Island. Tava um tempo nublado mas deu pra curtir bem. Só que tava muito cheio. O barco para numas praias mto pequenas e com mta gente...só a ultima que era maior que foi de boa. Dia 03/12 - O tempo ainda nao estava legal e resolvemos adiar nossa ida a ko phi phi, pq la as coisas eram um pouco mais caras e os hoteis nao tao bons. Nesse dia fomos para uma praia ao lado de Railay, Phra Nang. Lugar lindo, achei melhor que Railay. Passamos o dia la! Jantamos no May&Zin, acho que foi restaurante mais gostoso que comemos. Dia 04/12- Fomos para ko phi phi. Aleluia!! De ao Nang pra la da umas 2h, entao pegamos o barco no primeiro horario, as 9h, pra dar temo de chegar e passear a tarde. Nosso hotel ficava perto do pier e da praia. Alugamos um caiaque e fomos na Monkey Beach. Amei essa praia, é cheia de macaquinhos fofos e danados, e dá pra fazer mergulho com snorkel, tem bastante peixe e corais pra ver. Pro dia seguinte fechamos um passeio que saia as 9h e voltava as 20h. Dia 05/12 - Como a gente queria fazer um passeio particular, aproveitamos esse passeio longo pra definir quais praias iriamos voltar. Foi um passeio bem legal, e deu uma volta na ilha toda, desde Bamboo Island ate Maya Bay. No fim paramos quando ja estava escuro uns 15 minutos pra fazer o mergulho com os planctons, é mto bonitinho, curti fazer. Nosso plano era fazer aquele role de dormir no barco e tals, mas nao conseguimos data, e por fim foi ate bom por causa da chuva. Mas esses minutinhos ja valeram a pena. Chegamos em Maya Bay la pelas 16h, e mare ja tava baixinha, mas era lindo de qq jeito. Pra descer em May Bay precisa pagar uns 40 reais de taxa. Outro lugar lindo que fomos nesse passeio é Bamboo Island e Pileh Lagoon. Conhecemos um casal do Rio e no dia seguinte fechamos um passeio privado com eles. Dia 06/12 - Saimos umas 7h de Ko phi phi e fomos para Maya Bay. Eles falam pra chegar cedo pq lota a praia, que as 9h fica insuportavel e etc, mas eu sinceramente nao achei que ficou tao cheia assim. A gente chegou tao cedo que a mare tava baixa, entao tb na adianta. Pra mim é conversa deles pra poder chegar cedo e fazer outro passeio a tarde, sabe? Chegando em Maya Bay umas 8h acho que ta bom...umas 9, 9:30 a mare ja ta boa e tem mta gente sim, mas pra mim foi ok. Voltamos pra ko phi phi umas 14h e ficamos na praia proxima ao hotel, compramos umas brejas e uns petiscos no 7eleven e ficamos de boa la. Dia 7/12 - Infelizmente era o ultimo dia Acordamos cedo, fomos ao mirante e depois ficamos na praia, nosso navio de volta saia as 16h. Adorei conhecer ko phi phi, é bem bonitinha, cheia de restaurantes, bares, festas..pena que é meio largado, acho q ainda sofrem com a devastação do Tsunami de 2004. Mas a praia poderia ser mais limpa, nao tem lata de lixo em nenhum lugar, e tem mto turista porco que larga tudo...isso me deixou meio triste, tanta beleza e pouco cuidado..mas enfim, la é lindo, foi mara e gostaria mto de voltar! Mas ô trem longe, neh! Dia 08/12 - Nosso ultimo dia em Bangkok fomos ao shopping ver eletronicos. Nosso hotel ficava perto da estacao de barco, entao fomos de barco msm. Super baratinho e em 20 minutos estavamos la! Tomamos banho no hotel, deixamos nossas malas num quartinho e fomos jantar em Rambutri e fazer as ultimas massagens rsrss Nosso voo saiu de madrugada e chegamos no Brasil as 17h do sabado. Eu dormi nas primeiras 8h, mas as outras 12 nao passavam nuncaaaaaa. E chegando no Brasil ainda pegamos um busao pra Ribeirao, mais 5h de viagem! Dá pra colocar as séries e filme em dia, e vai sobrar tempo rsrs ] Dia 09/12 - Brasil Bom, espero ter ajudado, e se eu puder ajudar em mais alguma coisa, estou a disposição Aproveitem cada minuto!!! Segue os links me ajudaram a montar meu roteiro: http://lalarebelo.com/krabi/ https://www.umviajante.com.br/tailandia/3509-roteiro-de-um-dia-em-ayutthaya-saindo-de-bangkok http://vamosfugir.net.br/2016/07/17/o-que-fazer-em-siem-reap-no-camboja/ https://www.eduardo-monica.com/new-blog/roteiro-do-que-fazer-em-chiang-mai https://www.carpemundi.com.br/o-que-fazer-em-luang-prabang/ http://www.vounajanela.com/camboja/como-se-locomover-e-quantos-dias-ficar-em-siem-reap/
  14. Segundo os europeus, um absurdo querer visitar tantos lugares em tão pouco tempo. Pros norte americanos, nada de se locomover tanto e em tantos lugares, mas para uma brasileira sedenta pra conhecer um pouquinho do outro lado do mundo, e com férias regulares, tudo o que foi possível. Paradas rápidas, planejadas e intensas, mas suficiente pra ter uma ideia de quão incrível é o oriente. Desta vez resolvi sacrificar as praias em função de conhecer outros lugares, então o cobiçado sul da Tailândia ficou pro final e com poucos dias. Veja fotos no instagram: @viagensdaleticia e curta a página no facebook @viagensdaleticia roteiro: 31 dias, sendo 2 dias pra ir, 2 dias pra voltar, conexão em Frankfurt, 27 dias entre Tailândia, Laos, Camboja e Vietnã. Quase todos os trechos de avião. SP-Frankfurt: Frankfurt- Bangkok Bangkok: 5 dias Chiang Mai: 3 dias - festival das lanternas - trem noturno desde Bangkok Chiang Rai: 1 dia Rio Mekong: Laos via slow boat: 2 dias Luang Prabang: 3 dias Vientiane: 1 dia Hanoi: 1 dia Ha Long Bay: 2 dias, 1 noite Hoi An: 2 dias Siem Reap: 3 dias Koh Rong: 2 dias Sul da Tailândia: 5 dias - Krabi, Railay, Phi Phi
  15. takami

    Filipinas em 30 dias

    Estive em Abril em Filipinas durante 30 dias, foi uma excelente temporada, muito sol e calor. Evite os meses de junho a dezembro devido ao risco de monções e das intensas chuvas. Iniciei passando por Puerto Galeras onde fiz um mergulho num local conhecido por Monkey beach. Depois fui para Boracay onde realizei os mergulhos em Diniwid Wall. Fui para Ilo Ilo pegar um barco para Cebu. Fiz um snorkel com os tubarões baleias em Oslob, simplesmente sensacional. Cheguei a tarde em Moalboal e aproveitei para fazer um snorkel na costeira repleto de corais. Também fiz mergulhos em Panagsama Reef e Pescador Island Depois fui para Apo Island onde mergulhei em Chapel, Katipanan, Largahan. Conheci Alona Beach, linda praia e belos hotéis em sua orla. Fui para Panglao Island onde mergulhei em Marine Santuary e Black First. Dali peguei um circular e fui até Malapascua onde dormem os temíveis tubarões trescher de cauda longa. O mergulho para visitar os tubarões é as 5h da manhã, praticamente ainda no escuro. Também mergulhei em Cathedral e Tunel em Gato Island. Fiz um mergulho noturno em Sunset para encontrar os raros peixes mandarins. No dia seguinte fiz 2 mergulhos na região de Lapus em Malapascua. De Cebu peguei um vôo para Puerto Princesa e depois um ônibus até El Nido, onde fiz passeios de barco. El Nido é imperdível, é extremamente exótico devido as lindas praias e a formação das rochas. Me arrependo de não ter feito todos os passeios, mas acredito que fiz os principais. De El Nido peguei um barco de manhã e cheguei em Coron no final da tarde. Coron tem dezenas de naufrágios de navios de guerra japoneses, além de lugares incríveis que lembram El Nido. São verdadeiros postais de Filipinas. Fiz mergulhos nos seguintes naufrágios: Akitsushima Wreck, Okikawa Maru Wreck, Morazan Wreck e Olympia Wreck. Também mergulhei em coral Garden e barracuda lake em Coron. De Coron peguei um navio a noite onde cheguei de manhã em Manila. Visitei Rizal Park e Manila Ocean Park. Depois fui para Banaue visitar as montanhas de plantações de arroz, que deixam o cenário incrível. Em Banaue tem cavernas, cachoeiras e um cemitério de túmulos suspensos na rocha. Foi uma viagem sensacional. Não fiz reservas. Chegava na hora e negociava os valores dos serviços. Quem quiser conferir como foi a minha saga, editei uns vídeos no youtube, e estou deixando disponível abaixo:
  16. Comecei a escrever esse relato para futuramente me recordar dos detalhes da viagem. Como ando vendo que minha animação para continuar escrevendo está pequena, resolvi ir compartilhando no fórum à medida que o desenvolvo, talvez possa ter alguma informação que seja útil para alguém. A viagem aconteceu do final de janeiro, até a primeira semana de março, num total de 41 dias. Inicialmente a intenção era conhecer apenas a Tailândia, mas no decorrer da viagem decidi ir à Malásia encontrar um amigo que estava mochilando pela região. A decisão de viajar ocorreu de supetão. No final do ano anterior, me deu na telha de viajar para algum lugar. Na mesma semana Tailândia me veio a cabeça e já comprei a passagem aérea. Detalhe: nunca havia feito nenhuma viagem internacional. Para a viagem usei as economias de muitos anos, que até então só estavam sendo usados para compra de coisas. Decidi que era hora de usa-las para propiciar a vivência de experiências. Já antecipo como foi o roteiro, por ordem: Bangkok Ayutthaya Ao Nang Railey Beach Koh Lanta Khao Sok (* PONTO ALTO DA VIAGEM) Koh Phan Ngan (Full Moon Party) Koh Tao Phuket Kuala Lumpur Kuala Terengganu Phi Phi Hua Hin 29/01/2017 – Saída do Brasil para Bangkok. Incrivelmente, a ansiedade não havia tomado conta, para quem estava fazendo sua primeira viagem internacional, para um destino do outro lado do mundo, a tranquilidade era impressionante. O primeiro voo saia de Goiânia pela manhã. Chegando em Guarulhos, onde aguardaria as mais de dez horas de conexão, me dirigi para o terminal de onde sairia o voo. Com o tempo livre, aproveitei para andar pelo aeroporto. Relembrando alguns fatos prévios à viagem, ainda no final de 2016, havia ingressado em um grupo de Whatsapp de viajantes com destino à Tailândia em Fevereiro/17. Encontrei o grupo por meio do Mochileiros.com, fórum destinado a viagens. Já no início de Janeiro os primeiros viajantes contavam suas experiências e arranjavam encontros, para maior integração durante a viagem. No dia da viagem, havia também um grupo de 03 amigos catarinenses em Guarulhos esperando para o voo. Como no grupo disseram estar em outro terminal, nem me manifestei sobre estar no aeroporto. Passado algum tempo, enquanto curtia o nada, ao som das músicas aleatórias do Spotify, de longe vi um grupo de três jovens que tive a impressão de serem familiares. Coincidentemente, eram os mesmos que disseram estar no outro terminal do aeroporto. Mais coincidentemente ainda, sentaram justamente ao meu lado. Logo, entrei no grupo para verificar as fotos, e lá estava. Eram realmente as mesmas pessoas. Logo perguntei: “Uai, vocês são os malucos lá do grupo da Tailândia ?” E assim, encontrei companhia para algumas das longas horas de espera até o voo. Era um grupo de amigos animados, estavam em uma formatura em Curitiba e saíram de lá direto para o aeroporto. Além da conversa, as inúmeras partidas de Uno ajudaram a fazer com que o tempo passasse mais rápido. Hora do voo. Tudo pronto, lá vamos nós. Gastos: R$38,00 - Almoço Aeroporto R$18,00 - Lanche Aeroporto 30/01/2017 – Após as longas 11 horas de voo, estava em Paris. A conexão era de poucas horas, porém, foi possível perceber o primeiro choque cultural. A diversidade de pessoas totalmente diferentes umas das outras, reconhecíveis parisienses misturados com monges, muçulmanos e pessoas de incontáveis nacionalidades diferentes. Era uma pequena amostra do que estava por vir. Nesse momento a bateria do celular já não tinha muitas forças. Ao procurar uma tomada, a primeira decepção: precisaria de um adaptador. Como já havia dado sinal de vida para meus pais, fiquei sentado, apenas observando o que acontecia a minha volta... a viagem já havia começado. R$ 15,00 – Lanche Aeroporto 31/01 – Mais 12h de voo se foram, e após várias refeições recusadas no voo por não ter a menor ideia do que estaria comendo, cheguei. Ainda no aeroporto, logo procurei algum lugar para trocar dinheiro pela moeda local e em seguida comprar um adaptador de tomadas. A próxima missão seria encontrar uma tomada livre. Perambulando pelo aeroporto, vi algumas lojas vendendo chips para celular. Por pensar que seria bem mais caro do que na cidade, resolvi não comprar. Doce ilusão. Acredito ter sido o primeiro grande erro da viagem. A caminho da saída, encontrei uma estação de carregamento de bateria, logo a usei. Com o Wifi do aeroporto, me conectei e criei uma distração para os minutos que ficaria parado enquanto o aparelho não carregava. A essa hora, estava no fim da manhã. 20% de carga, missão cumprida. Como um bom desavisado, decidi pegar um taxi para o Hostel. Os preços eram tabelados, e foi a primeira grande facada da viagem. O motorista, como viria a ver ser uma característica dos tailandeses em geral, era super gentil e em momento nenhum parava de sorrir. O Inglês era péssimo, mas a comunicação foi estabelecida. Ao deixar o aeroporto a ficha caiu. Estava do outro lado do mundo. As placas de publicidade escritas em um alfabeto nunca antes visto. O transito caótico de Bangkok. As placas dos carros sem nenhum padrão reconhecível. O motorista falando ao telefone palavras indecifráveis. Estava na Tailândia. Chegando ao Hostel (Cocktail Hostel & Bar), na região de Silom, reparei que deveria melhorar o inglês na marra. Apesar de conseguir me comunicar bem, faltava fluência. A pronuncia deficitária também era perceptível a meus próprios ouvidos. Deveria aguardar quase 2 horas até que pudesse fazer o check-in. Perguntei a proprietária do Hostel onde poderia trocar dinheiro (no aeroporto só havia trocado 100 dólares). Claro, após muito andar na direção indicada, não encontrei o lugar. Durante a caminhada pude observar a grande quantidade de turistas, do mundo inteiro, andando nas ruas. Encontrei uma pequena casa de câmbio e retornei para o Hostel. A proprietária informou que já poderia fazer o check-in. Logo tratei de me banhar. Afinal, dois dias sem tomar banho não estava me fazendo muito bem. Com intenção de me prevenir daquele calor extremo, potencializado pelo caos generalizado que era o transito daquele local. QUE CAOS. Vesti logo uma bermuda e saí em busca de algum lugar para comprar um chip com internet. Andei bastante, coisa de 3km. Já havia perdido a referência de para onde era meu Hostel. Encontrei uma 7/11(seven eleven), mal sabia que seria o início de uma relação duradoura. A atendente não compreendia o que eu estava procurando. Chamou um rapaz que falava inglês, que junto comigo começou a procurar um chip que havia internet. Encontramos um. Na embalagem dizia internet ilimitada por 1 mês. Comprei. Parado na rua, segui os passos para instalar o chip, consegui. Agora com internet, chamei o Uber. Logo apareceu uma jovem tailandesa, bastante bonita (para uma tailandesa, fato de se admirar) em um sedã preto super luxuoso, bancos de couro, ar condicionado trincando. Estava à caminho da primeira atração naquele país desconhecido: Grand Palace. O celular já estava com a bateria no fim. Perguntei se havia algum problema em desligar o celular durante a corrida. Ela informou que não, e ainda ofereceu um carregador. Era de Iphone, vida que segue... Em um trajeto de aproximadamente 8km o aplicativo informava que a viagem custaria algo em torno de R$7,00. Estava feliz. Porém, não contava em como seria o transito até o destino. Foram incríveis 1 hora e meia até conseguir chegar. Estava impaciente. Ao observar que estava próximo do local, pedi para descer e ir andando. Com certeza seria mais rápido. Prontamente a motorista aceitou e encerrou a corrida. Foi possível perceber em sua feição que ela também agradeceu. Seriam mais longos minutos naquele carro até chegar no destino final. Logo na entrada observei algo e me lembrei do que havia lido na internet sobre os templos: deveria estar com calças compridas. Perguntei ao segurança onde poderia comprar uma calça que várias pessoas estavam utilizando. Fui no caminho indicado, não era perto. Comprei. Voltando para a primeira entrada, reparei um grupo de tailandeses gigante, com centenas de pessoas, vestidas de preto. Fiquei sem entender do que se tratava, viria a descobrir apenas algum tempo depois. Fui passando pela revista e demais entradas. Estava no templo. No grupo do whatsapp tinham falado que a entrada do templo era paga. Achei estranho não terem me cobrado para acessar o templo em nenhuma das entradas que passei. Continuo achando estranho até hoje, meses depois, pois com certeza deveria ter pago. Andei pelo templo, grandioso, sua arquitetura era interessante, diferente de tudo o que havia visto. Achei estranho não ver nenhum budista rezando. Como em praticamente todos os outros templos que passei, eram feitos quase exclusivamente para apreciação dos turistas. Por não ser lá uma pessoa tão religiosa, não estava vendo muita graça. Vi algumas pessoas retirando os sapatos para adentrar em um dos templos. Não me dei ao trabalho, achei que não valeria o esforço. Continuo achando. Era hora de ir embora. Hora do rush. Bateu a tristeza. Fiz a infeliz escolha de pegar novamente um Uber. Dessa vez foi mais tranquilo, o sono me tomou e dormi durante praticamente toda a demorada viagem. Chegando ao Hostel fui procurar comida. Encontrei uma lanchonete próxima, e logo pude observar o marcante gosto por Chás e Leite daquele povo. Pedi um milk-shake, um dos únicos alimentos que consegui reconhecer. Voltei para o Hostel, aliás, precisava carregar o celular. Passado algum tempo, retornei para a rua à procura de mais comida. Encontrei um Subway. Com certeza, o melhor sanduiche do Subway que já comi. Fiquei um pouco na área comum do hostel, e logo fui dormir. Ao acordar no dia seguinte, não sentia mais nenhum efeito do jet lag. R$ 26,50 - Adaptador de Tomada R$ 78,00 – Taxi Aeroporto – Hostel R$ 60,00 – Hostel BKK (3 diárias) R$ 30,00 – Chip Internet R$ 17,00 – Uber Grand Palace R$ 18,50 – Uber Hostel R$ 15,00 – Calça Templo R$ 17,30 – Sanduíche Subway R$ 11,00 – Lanche
  17. VISITANDO O CAMBOJA, by Marcelo Pera/Valinhos-SP ([email protected]) Eu e minha esposa Giselle acabamos de voltar do Camboja onde passamos alguns dias intensos e cansativos pois estava um calor danado e gostaria de postar algumas informações para te ajudar a decidir positivamente a viajar para este pais tão exótico e desconhecido dos Brasileiros. Apesar do Camboja nos lembrar dos terríveis tempos do Khmer vermelho onde houve um dos mais cruéis massacres da Humanidade, na era do ditador Pol Pot, o país hoje está se modernizando e nem lembra mais aqueles tempos antigos da Guerra. É um pais exótico, lindo e maravilhoso e se vc for a Tailândia, não deixe de visita-lo pois é perto (+- 1 hora de vôo) e você ainda poderá inclusive ir por via terrestre se tiver mais tempo e um budget menor. Ao pensar no Camboja talvez apenas uma ou três coisas venham à cabeça: Angelina Jolie e seu filhinho adotivo cambojano, pobreza e a horrenda guerra civil da década de 70. Quem sabe talvez você já tenha ouvido falar de Angkor Wat. E você não está sozinho: o fato é que o turismo no Camboja ainda está muito atrás dos populares vizinhos Vietnã e Tailândia, mas vale muito a pena visita-lo pois é um pais baratíssimo além de exótico e tem um povo simples e fraterno, como pude comprovar. A capital Phonm Penh (pronuncia-se Nón Pén), uma das capitais mais atraentes do Sudeste Asiático é relativamente pequena. A maior parte das suas atrações fica no centro, nas margens do Rio Mekong, e pode ser percorrida a pé pois é plana e gostosa. Reserve ao menos dois dias para sua visita, idealmente três dias. Não deixe de visitar as indicações que faço abaixo. Outra coisa... vocês acreditam que num determinado bar de uma rua próximo ao centro que parei para tomar um café eu abri o cardápio e estava escrito CAIPIRINHA BRASILEIRA no menu? Eu não acreditei quando vi e logo pedi uma (por 3 dólares) e estava uma delícia... bem aparecida com a nossa...matei a saudades da terrinha. Mas infelizmente esqueci de anotar o nome do bar. Veja alguns filmes legais que fiz por lá que vai te mostrar um pouco do Camboja: https://youtu.be/q33yLlsCrhM - Visitando a funerária no centro de Phnom Penh https://youtu.be/SWyvZ62MpjU - Andando pelo centro de Phnom Penh https://youtu.be/rEp8gtX4Wuo - Peixes frescos no aquário do restaurante para escolher https://youtu.be/xqusZC7RnTQ - Musicas Cambojanas típicas em ANGKOR WAT https://youtu.be/Si7EKiCdCcM - Andando de tuk tuk na capital Phnom Penh Percebi que é fácil viajar pela Ásia, só tem que saber se comunicar e procurar detalhes na internet. Também tem que entender os Asiáticos pois são muito diferentes de nós ocidentais e não adianta querer apressá-los muito. Seguem detalhes da viagem que com certeza vão te ajudar a programar a sua viagem e se tiver dúvida mande-me e-mail que te ajudo (ver acima). Fiz vários vídeos de la. Vocês vão gostar !!! DICAS DO CAMBOJA: 1– VÔOS - É muito fácil comprar voos no sudeste da Ásia, principalmente a partir de Bangkok. Exiastem muitas empresas aéreas e os preços são baratos. Eu voei na região por várias cias (Laos Airlines, Vietnam Airlines e AIR ASIA) todas confortáveis e muito boas. Os voos podem ser comprados diretamente nos sites das cias aéreas utilizando cartão de crédito e o preço do voo Bangkok-Phonm Phenh é muito barato e varia muito dependendo do horário e antecedência, mas achei vários voos abaixo de 80 dólares. O Aeroporto de Phnon Phenh é inacreditavelmente lindo, arrumado, asseado e moderno e ainda tem wi-fi grátis. Fiquei impressionado e o melhor é que é descomplicado e muito fácil de achar os balcões das Cias aéreas qie ficam logo na entrada da porta de acesso. Enfim... transporte não é problema na Ásia. Do aeroporto até a região central, a melhor maneira é pegar um táxi oficial que custa menos de 10 dólares. É mais seguro e a corrida não dura mais do que 20 minutos. CHEGANDO NO AEROPORTO DE PHNOM PENH COM E-VISA NA MAO !!! 2– VISTO PARA O CAMBOJA – Brasileiros não tem dificuldade para o VISTO, bastando tirar no Brasil antes da viagem pelo sistema eletrônico (procurar Cambodia e-Visa no Google). Eu tirei o Visto eletrônico aqui no Brasil 30 dias antes de viajar e paguei pelo cartão de crédito o valor de US$ 30 e quando cheguei no balcão de VISA no aeroporto de Phonm Phenh foi só apresentar a cópia impressa e em poucos minutos já estava saindo do aeroporto...Ufaaa... que fácil. Fiquei com o sentimento de como a Ásia é descomplicada! Enfim tire o e-Visa sem titubear e seja felizzzzz! 3– HOSPEDAGEM – Existe fartura deles no Booking.com, mas não espere coisa boa nesses hotéis baratos. Nós ficamos no Grand Hotel Le Palais Boutique (Khemarah Phoumin Ave) que fica numa avenida transversal ao Rio Mekong, bem pertinho do centrão, mas nos decepcionamos um pouco pois é um Hotel muito velho (lá da década de 60) então nem preciso falar muito né? Sugiro que vocês se hospedem na avenida central PREAH SISOWATH QUAY, que margeia o Rio Mekong que é o verdadeiro point dos turistas onde se concentram os barzinhos e pubs e restaurantes e hotéis. Para mochileiros vi que a gama de Hostels é grande e em resumo... você não vai ter dificuldade para encontrar a hospedagem que quiser por aproximadamente 5 a 7 dólares por dia, basta andar pelas ruas e logo acha um hotelzinho joia ! 4– ATRAÇÕES TURISTICAS. As principais atrações são: 4.1 – Passeio de barco no Rio Mekong – Imperdível. Não perca a oportunidade de pegar um passeio de barco. Esse passeio dura de 2 a 3 horas e nós pegamos um barco enorme, porem com poucos turistas, onde pudemos ver o pôr do sol. Chegamos de retorno a noitinha e saímos andando pela avenida principal que margeia o rio Mekong procurando um restaurante para jantar e enfim ... descansar! https://youtu.be/Na7PVQ8bYPE - Navegue comigo pelo Rio Mekong 4.2 - Palácio Real e a Pagoda de Prata - Ao visitar a residência-palácio do Rei Norodom Sihamoni (Sim ... o Camboja é um reino), construído no século 19, lembre-se de usar uma roupa que cubra suas pernas e ombros. O palácio, com seus domos no estilo Khmer e detalhes em dourados é o ponto de referência visual e a atração mais ilustre da capital do país. Um santuário de paz dentro da agitada metrópole, o complexo abriga pavilhões de arte, jardins exuberantes e inúmeros templos construídos no tradicional estilo arquitetônico Khmer. Indispensável é a visita ao Pagoda de Prata , dentro do complexo, que deve seu nome ao chão construído com mais de 5 mil placas do metal precioso, cada uma pesando um quilo. Budas em cristal Baccarat, ouro, mármore e pedras preciosas, assim como artesanatos, joias e afrescos dão uma amostra de todo o brilho e riqueza da arte Khmer. Você vai gastar no mínimo umas 3 horas neste lugar – Endereço: Blvd. Samdech Sothearos, 100 metros ao norte da Street 240 - Horário: aberto todos os dias, das 7h30 às 11h e das 14h30 às 17h - Entrada: US$ 3 por pessoa, US$ 2 por câmera fotográfica e por filmadora (não é permitido fotografar ou filmar dentro da Pagoda de Prata). https://youtu.be/73IYhsfqX-c - Visitando o Palácio Real e a Pagoda no centro de Phnom Penh 4.3 - Museu Tuol Sleng - Éé um antigo centro de tortura e detenção dos anos de guerra civil. A face mais cruel da história do Camboja ainda está fresca na memória do mundo (1975 a 1979). Qualquer cambojano com mais de 35 anos fez parte do experimento social mais sangrento do século 20, seja como vítima ou como carrasco. Milhões de pessoas foram forçadas a deixar seus lares e trabalhar em campos de concentração. Muitas famílias perderam membros que morreram de fome, doenças ou assassinato. Horário: aberto todos os dias, das 7h30 às 11h e das 14h às 17h - Entrada: US$ 2 por pessoa. O Khmer Rouge (Partido Comunista do Camboja) tentou eliminar qualquer pessoa que tivesse estudo. Intelectuais, artistas, professores, médicos, engenheiros… quase todos foram assassinados. Apenas os “puros” e “não-corruptos” camponeses, ou aqueles que conseguiram enganar os executores, foram poupados. Para viver, você tinha que ser muito esperto ao se fingir de bobo. 4.4 – Campo de concentração - Choeung Ek – Fica a cerca de 15 quilômetros da capital, um antigo campo de extermínio que hoje abriga um museu, valas comuns e uma torre de vidro repleta de caveiras humanas com as abeças furadas por lancas, que é como matavam as pessoas. IMPERDIVEL – Não deixe de ir, mas se prepare porque você vai estar no lugar onde morreram 3 milhões de pessoas e vai se emocionar como eu me emocionei e chorei. Endereço: Choeung Ek Commune, Dangkor District, Phnom Penh - Horário: aberto todos os dias, das 8h às 17h – Entrada: US$ 3 por pessoa MEMORIAL DO GENOCIDIO - ONDE ESTAO OS MILHARES DE CRANIOS FURADOS ! https://youtu.be/uUeeRcVPVqw - Visitando CHOEUNG EK 5- ALIMENTAÇÃO - Comer no Camboja é extremamente barato: por menos de um dólar você pode provar stir-fry, rolinhos primavera, baguetes e frutas frescas nos carrinhos dos vendedores de rua. Abacaxi entao... você encontra em todo lugar. Outra opção para comer bem e barato são os mercados, onde diversas barracas se aglomeram numa espécie de praça de alimentação, cada uma com sua especialidade. Não achei nenhuma rede Fast food internacional que geralmente me salvam nas viagens pela Ásia, mas achei restaurantes pequenos com excelente comida ...Tem também muitos mercadinhos de rua que tem de tudo, inclusive bolachas, agua, salgadinhos, chocolates e tudo muito barato, aliás o Camboja é um pais barato onde você faz muito com pouco. Só que tudo é em dólar... nem se preocupe em trocar dólar pelo dinheiro local. VEJAM QUE COMIDA GOSTOSA ! - OVO, FEIJAO E CARNE 6- IDIOMA - A língua que se fala lá é o Cambojano, mas o inglês é arranhado facilmente entre os jovens. Você vai se virar tranquilamente desde que você tenha um mapa da cidade nas mãos e informações de onde você quer ir (O hotel me deu um belo mapa colorido). Sempre peça informações para os jovens e mostre no mapa onde quer ir...e eles vão te orientar pois adoram os turistas e ainda mais quando você fala que é Brasileiro. 7- TRANSPORTE - Existe fartura de TAXI e especialmente TUK TUKS, especialmente nas regiões centrais e turísticas cujos motoristas ficam te oferecendo corrida e te atazanando o tempo todo até te irritar ... As moto taxis estão em todas as esquinas e é o meio de transporte mais barato. Mas não se preocupe pois vc vai andar muito a pé pois a cidade é plana favorecendo as caminhadas ao longo do leito do Rio Mekong, num lindo calçadão cheio de praças e árvores) que atravessa todo o centro da cidade. TIPICO TUK TUK LOCAL 8– RELIGIÃO – Não vi muita religião no Camboja a não ser alguns templos budistas e seus monges de vestes cor de laranja, mas isso se deve pois o pais é comunista e essa influencia leva o povo a ser Laico, igual na China. O Budismo é predominante em todos os países dessa região porém no Camboja vimos poucos templos budistas comparado a Tailândia onde eles estão em cada esquina. Estude o Budismo antes de viajar para a Ásia e entenda melhor essa linda religião ... Com relação a igrejas cristãs não vimos nenhuma, mas deve haver. Procure na internet detalhes de tudo que você quer ver antes de chegar, assim tudo fica mais fácil e vai entender o lugar melhor quando estiver por lá pois é difícil ficar perguntando pro povo local. 9 - MOCHILEIROS - Eu não fui no estilo mochileiro nesta viagem pois estava com minha esposa, mas já fiz mochilagem pelo mundo ... Quero dizer que o pais é muito barato e você vai gastar muito pouco dinheiro se for como mochileiro principalmente com mais pessoas ... Existe transporte terrestre de boa qualidade para todo lugar, inclusive Tailândia, Laos, Vietnam, Myanmar , mas as fronteiras terrestres são um poucos demoradas e burocráticas, mas você não vai ter problema desde que seja esperto e tenha tempo, Falo em esperteza pois você tem que ter destreza na busca de informações pela internet e na obtenção de informações com outros mochileiros ... e por falar nisso vi muitos turistas do mundo todo no estilo mochileiro andando pelas ruas e pelos pontos turísticos do Camboja então posso falar que o Camboja é um pais muito bem preparado para esse estilo de viajante. 10 – COMPRAS - Quase não compramos nada pois nossa rota era longa na Ásia, mas existem muitas lojinhas de souvenires, a base de 5 dólares. Eletrônicos não vi nada !!! 11 – CIDADE DE SIEM REAP E AS RUíNAS DE ANGKOR WAT – Imperdível... não deixe de ir pois é um dos maiores sítios históricos do Planeta, nem que seja para ficar 2 a 3 dias. Se localiza aproximadamente a 300 km de Phonm Phenh, na direção da fronteira com a Tailândia. Siem Reap é um destino obrigatório (e às vezes único pois muitos não querem nem conhecer a capital) de quem vem ao Camboja, é ponto de partida para o que algumas pessoas chamam de 8a maravilha do mundo: Angkor Wat. O templo, que estampa a bandeira nacional, que dá nome à cervejas e hotéis, é muito mais do que uma obra de arte arquitetônica: ele é o epicentro e fonte maior de orgulho da civilização Khmer, um casamento estonteante de espiritualidade e simetria. Angkor Wat é considerado o maior construção religiosa do mundo. Não vou me deter a explicar detalhes do local pois a internet tem fartura de informações... vou me limitar a dar apenas umas dicas. Um hotel que recomendo é o RESORT PRINCE DANKOR, bem, no centro da cidade. Trata-se de um resort de Luxo pelo preço de um hotel simples. Tem de tudo para você descansar e fica bem no centrinho da cidade onde você pode andar e fazer compras e massagens a qualquer hora. É impressionante como os Hotéis são baratos no Camboja. Siem Reap é uma cidade não tão pequena e tem um centro pitoresco e exótico com milhares de Turistas/mochileiros do mundo todo andando pelas ruas. Se você falar inglês vai fazer muitas amizades com pessoas do mundo todo, principalmente nos pubs onde se toma muita cerveja cambojana que é deliciosa chamada de Angkor Wat. A cidade de Siem Reap tem um aeroporto moderno que fica a 15 km da cidade e o taxi custa 12 dólares até a região central, mas saiba que os Hotéis oferecem traslado gratuito então fique atento na hora de reservar. Fiquei impressionado com a infraestrutura dessa cidade encravada na selva Cambojana, na região dos lagos. Descobri depois que a economia do País gira em torno do turismo baseado nas ruinas de ANGKOR WAT, verdadeiro patrimônio da Humanidade. Com relação as ruinas é muito fácil acessá-las sozinho ou em grupos através de taxis guiados. No nosso caso, por comodidade, compramos uma excursão de 1 dia no próprio Hotel. Essas excursões custam aprox. 35 dólares para um dia + taxa de 40 dólares de acesso e uma van vem nos pegar no Hotel as 8hs da manhã e passa o dia inteiro nos levando aos principais pontos turísticos das ruinas que na verdade é enorme com centenas de km2. Guias competentes explicam tudo e programam um restaurante bem legal, porem simples para o almoço onde a gente dá uma parada pra descansar. Mas saiba que num dia só é impossível ver tudo, apenas o básico, então se você for mais estudioso e detalhista compre o ingresso de 2 dias e vá por conta de moto taxi, assim pode ficar quanto tempo quiser em determinados pontos do seu interesse. Então tenha disposição e estude os mapas antes de ir pois você vai aproveitar mais a viagem. Infelizmente no dia que visitamos as ruinas de ANGKOR WAT estava um calor insuportável de 38 graus o que nos atrapalhou bastante pois chegamos num determinado ponto que não tínhamos mais disposição para ficar andando e perguntando os detalhes de cada coisa que nos vislumbrava a vista e só seguíamos a boiada! Chegamos no hotel exaustos as 18hs e só queríamos entrar no ar condicionado. A noite de SIEM REAP é fantástica. Aproveite as várias opções de refeição Asiática para todos os gostos e bolsos, mas tudo geralmente limpo e apetitoso. Outra coisa – Aproveite e faça uma massagem relaxante em uma das dezenas de casas espalhadas pelas ruas centrais por 7 dólares a hora. Prostituição não vi nada e acho que nesse país nem tem, mas vai saber !!! ENFIM... NÃO DEIXE DE IR A ESSE PAIS LINDO E EXOTICO POIS NÃO VAI SE ARREPENDER. ====================== Abr a todos: Marcelo Pera (Valinhos/SP) Email: [email protected] zap (19)997711398
  18. VISITANDO O VIETNAM (Saigon), by Marcelo Pera/Valinhos-SP ([email protected]) CHEGADA PELO AEROPORTO INETRNACIONAL DE SAIGON - 18 KMS DO CENTRAO Acabei de voltar (Eu e minha esposa) de Saigon ou Ho Chi Minh Ville onde passamos alguns dias intensos e cansativos pois andamos muito e estava um calor danado e gostaria de postar algumas informações para te ajudar a decidir positivamente a viajar para este pais tão exótico e desconhecido dos Brasileiros. Apesar do Vietnam nos lembrar da famosa guerra dos anos 60/70 o país hoje é muito moderno e nem lembra mais aqueles tempos antigos das famosas batalhas. É um pais lindo e maravilhoso com um povo fraterno e simpático e se vc for a Tailândia, não deixe de visita-lo pois é perto (+- 2 horas de vôo) e você ainda poderá inclusive ir por via terrestre se tiver mais tempo e um budget menor. https://youtu.be/TqUTLA6p8qg - Chegando em Saigon Percebi que é fácil viajar pela Ásia, só tem que saber se comunicar e procurar detgalhes na internet. Também tem que entender os Asiaticos pois são muito diferentes de nós ocidentais. Os arranha-céus denunciam a importância de Ho Chi Minh logo na chegada à cidade. É fácil perceber, para quem esteve em outras regiões, que o lugar é mais desenvolvido, organizado e se parece mais com as megalópoles ocidentais, mas sem perder o trânsito caótico do Vietnã. O fluxo de motos é tão impressionante que virou atração turística. Estrangeiros brincam o tempo todo de atravessar a rua em meio aquele mar de vespas buzinando, uma perfeita loucura !!! HO CHI MIHN CITY ficou sob ocupação francesa durante décadas, o que pode ser visto refletido em sua arquitetura e muitas outras coisas. O antigo nome Saigon, batizado pelos ocidentais, foi trocado em homenagem ao líder comunista Ho Chi Minh, morto durante a Guerra do Vietnã. Durante o combate, Ho Chi Minh city foi apoiada pelos aliados americanos numa luta interna contra o norte comunista. Por isso, após a derrota das tropas dos EUA e reunificação do país, sob domínio da República Socialista do Vietnã, o nome Saigon foi trocado. É a maior cidade e principal centro financeiro, corporativo e mercantil do Vietnam. Situa-se no sul do país e tem cerca de 8,5 milhões de habitantes. É uma cidade histórica e portuária linda e bem arrumada/moderna porem não tem tantas atrações turísticas... ou seja, 3 dias é suficiente para ver o mais importante, mas só de chegar la vc fica impressionado por um modo de vida bem diferente do nosso. Mas o importante é que você adorará ficar la por 3-4 dias no máximo andando pelas ruas do centro, fazendo massagem e indo nas atrações turísticas relacionadas a Guerra do Vietnam (Museu da Guerra e Túneis de Cu Chi. A cidade é dividida em distritos e o Distrito 1 é o mais procurado pelos turistas. Dentro dele, estão as principais regiões hoteleiras, áreas chamadas de Dong Khoi e Pham Ngu Lao. Por serem denominações difíceis pra nós Brasileiros, você pode se orientar pelo mercadão Ben Thanh, o principal da cidade Seguem detalhes da viagem que com certeza vão te ajudar a programar a sua viagem e se tiver dúvida mande-me e-mail que te ajudo. Fiz vários vídeos de la. Assista a seguir: ... Vocês vão gostar !!! DICAS DE SAIGON: 1 – VOÔS - É muito fácil comprar voos no sudeste da Ásia, principalmente a partir de Bangkok. Exiastem muitas empresas aéreas e os preços são baratos. Eu voei na região por várias cias (Laos Airlines, Vietnam Airlines e AIR ASIA low fare) todas confortáveis e muito boas. Os voos podem ser comprados diretamente nos sites das cias aéreas utilizando cartão de crédito e o preço do voo Bangkok-Saigon varia muito dependendo do horário e antecedência, mas achei vários voos entre 100 a 150 dolares. O Aeroporto de Ho Chi Mihn (antiga Saigon) se chama Long Thanh é lindo e moderno e o melhor é que é descomplicado fácil de achar os balcões das Cias aéreas. Para sair do Vietnam eu usei a Vietnam Airlines e fui para Phnon Phnen no Camboja e depois Dong Muai em Bangkok. Tudo perto e tudo barato, motivo pelo qual decidi ir de avião mesmo com a excelente oferta de ônibus que fazem esse trajeto por +- 7 horas e aproximadamente 12 dólares !! Enfim... transporte não é problema na Asia. Do aeroporto até a região turística, a melhor maneira é pegar um táxi oficial. É mais seguro e a corrida não dura mais do que 20 minutos. O valor que paguei entre o aeroporto e o Hotel na região central foi de 10 dólares. 2 – VISTO VIETNAM – Sugiro tirar no Brasil antes da viagem pelo sistema eletrônico (procurar Vietnam e-Visa no Google). Eu tirei o visto e paguei pelo cartão de crédito o valor de US$ 35 aprox. e quando cheguei no balcão de VISA no aeroporto de Saigon foi só chegar no balcão de ARRIVAL VISA e apresentar a cópia impressa e em poucos minutos já estava saindo do aeroporto... Me aconteceu uma coisa estranha que tenho que relatar... Quando apresentei a passagem para embarque no Aeroporto de Vientiane no Laos com destino a SAIGON eu fui solicitado a apresentar o Visto do Vietnam... eu falei que não precisava e que poderia tirar lá no estilo ¨on arrival¨... mas como eu tinha o e-VISA impresso eu logo mostrei e a atendente aceitou e emitiu o cartão de embarque... não sei o que teria ocorrido se eu não tivesse esse e-VISA impresso para mostrar.. Mas acho que iria dar um trabalhão explicar... ainda mais porque eles não falam bem o Inglês...Ufaaa ! enfim.. tire o eVisa sem titubear. 3 – HOSPEDAGEM – Tem pra todos os gostos e bolsos... Mochileiros então...tem demais !!! Não espere grandes cadeias de hotéis internacionais. A grande maioria ainda são de redes locais já que o país ficou fechado por décadas e com poucos investimentos internacionais. Eu e minha esposa ficamos num Hotel perto do Mercado central, no coração da cidade e perto de tudo... recomendo esse lugar pois dali nós nos deslocamos a pé facilmente por todo lado ... Os Hotéis são muito baratos no Vietnam (médias de 50 a 70 dólares por dia), mas vi vários hotéis para mochileiros por preços bons (10 a 15 dólares por dia). Mesmo os hotéis famosos lá são bem mais baratos do que os daqui. 4 – ATRAÇÕES TURISTICAS. As principais atrações são: 4.1 - Bitexco Financial Tower - Do alto deste belo arranha-céus (2º maior do Vietnam e 1º mais alto de Saigon), que pode ser visto de várias partes da cidade, tem-se uma bela visão de toda a cidade e inclusive aeroporto. Situado em uma área de negócios e entretenimento ao lado do Rio Saigon o prédio, cuja arquitetura foi inspirada em uma flor de lótus desabrochando, que é o símbolo nacional, tem 262 metros de altura 68 andares e mais três subsolos abertos à visitação. A estrutura para receber os turistas impressiona. Num dos últimos andares do Bitexco fica um mirante com vista de 360 graus da cidade, o Saigon Skydeck. Há ainda uma loja de souvenires com bons preços. Um andar acima, bem no topo da torre, funciona um restaurante e um café com vista incrível, ponto de encontro de executivos. Os preços são altos, mas mesmo quem não irá consumir pode ir até lá. O preço da entrada para o Sky-deck é de 10 dólares e esta aberto todos os dias entre 10 e 2130hs. (saigonskydeck.com). Não deixe de visita-lo e vão tirar uma foto de você e te vender no final. Eu comprei e não me arrependi. 4.2 - A Bùi Viện está situada na famosa região dos mochileiros de Ho Chi Minh City, uma área repleta de lojas, restaurantes, hotéis, albergues e, claro, muitos bares. Na verdade, a rua é movimentada durante todo o dia, mas é no período da noite que os bares do local - cujas calçadas ficam repletas de mesas baixas. 4.3 - Catedral de Notre-Dame (Nhà Thờ Đức Bà Sài Gn) - Construída por franceses entre 1877 e 1883, a catedral de Notre-Dame acaba destoando um pouco da paisagem habitual de Ho Chi Minh City, por conta do estilo gótico/romano do templo onde se destacam, na bela fachada, duas torres muito altas que invadem o espaço aéreo da cidade. 4.4 - Central dos Correios de Saigon (Bưu Điện Sài Gòn) - a praça Cong Xa Paris, bem ao lado da Catedral de Notre-Dame, está o prédio da central dos Correios de Saigon. O local - o maior do tipo no Vietnã - foi construído entre 1886 e 1891 pelo famoso arquiteto Gustave Eiffel (o mesmo que idealizou a Torre Eiffel na capital francesa). 4.5 - Le Loi Street - Aqueles que não perdem a oportunidade de fazer umas comprinhas não podem deixar de conhecer esta rua de Ho Chi Minh City, uma das mais famosas quando se trata de consumo. A má notícia, no entanto, é que os estabelecimentos desse endereço e arredores não costumam ser dos mais baratos; entre eles estão grifes... 4.6 – Mercado Central - Ben Thanh - Um mercado bem no centro da cidade com mais de três mil barracas onde se vende de tudo um pouco: roupas, sapatos, acessórios, suvenires, eletrônicos, especiarias e, claro, uma seção inteira dedicada à gastronomia local. Considerado um dos centros de compras mais famosos de Ho Chi Minh City. Não deixe de ir e comprar o famoso chapéu Vietnamita...Minha esposa comprou 3 de diferentes cores por 1 dólar cada um. 4.7 - Museu da Guerra (Bảo tàng Chứng tích Chiến Tranh) - A Guerra do Vietnã foi um conflito armado que começou no ano de 1959 e terminou em 1975. As batalhas ocorreram nos territórios do Vietnã do Norte, Vietnã do Sul, Laos e Camboja. É uma guerra complexa de entender. Em 1964, os Estados Unidos resolveram entrar diretamente no conflito, enviando soldados e armamentos de guerra. Os soldados norte-americanos sofreram num território marcado por florestas tropicais fechadas e grande quantidade de chuvas. Os vietcongues utilizaram táticas de guerrilha, enquanto os norte-americanos empenharam-se no uso de armamentos modernos, helicópteros e outros recursos. O conflito deixou mais de 1 milhão de mortos (civis e militares) e o dobro de mutilados e feridos. A guerra arrasou campos agrícolas, destruiu casas e provocou prejuízos econômicos gravíssimos no Vietnã. Em Saigon você pode visitar o Museu da Guerra, no centro da cidade... onde vc vai ver material bélico, fotos e filmes do que realmente aconteceu. Para conhecer o Museu de Guerra é preciso preparar o lado psicológico, pois o acervo do local conta em detalhes o passado marcado por conflitos vividos pelo país, em especial a Guerra do Vietnã, que resultou na morte de três milhões de vietnamitas. Fica perto do centro e da para ir a pé. Tem também helicópteros, tanques e tudo que você pode imaginar referente a esta guerra cruel. O valor da entrada é de 5 dólares. 4.8 - Palácio da Reunificação (Dinh Thống Nhất) - Um dos pontos turísticos imperdíveis de Ho Chi Minh City, o Palácio da Reunificação foi erguido em 1966 como a residência do Presidente do Vietnã do Sul (governo filiado aos Estados Unidos). Foi contra os portões desse local que tanques comunistas chocaram-se em abril de 1975, momento no qual a antiga Saigon rendeu-se...Vale a pena visitar, inclusive o teto ponde ate hoje tem um helicóptero que pousou e ficou por ali e o subsolo que eh um bunker onde tem diversas salas de estratégia de guerra e a famosa sala de radio de onde saiam as ordens de guerra. No alto tem uma lanchonete onde você pode se refrescar. O valor da entrada é de 5 dólares. Não deixe de ir. 4.9 - Passeio de barco pelo Rio Saigon –Não deixe de alugar um Barco para curtir uma navegação no RIO SAIGON. Existem barqueiros que já ficam nas margens esperando os turistas numa localização próxima da Torre Bitexco.. Custa 20 dolares por pessoa e o passeio dura mais de 2 horas onde te leva num lugar legal ao longo do rio. Tem tb barcos coletivos mas optamos para fazer um passeio solo por ser mais romântico. Veja o filme que fiz nessa navegação. NAVEGANDO PELO RIO SAIGON - IMPERDIVEL. VC MESMO CONTRATA O BARQUEIRO E JA COMEÇA O PERCURSO DE 2-3 HORAS https://youtu.be/TnKgC80uEBc - Navegando pelo Rio Saigon 4.10 - Cu Chi - É um sistema de túneis no distrito de Cuchi, aprox 40 km ao norte do centro da cidade de Saigon, no distrito do mesmo nome. Foi construído durante a Guerra pelos comunistas vietnamitas a fim de derrotar os Americanos. Muitos soldados e líderes comunistas viveram por meses neste infernal sistema de túneis (alguns a 5 metros abaixo da terra) durante a guerra para facilitar os ataques e resgate de feridos. O exército dos Estados Unidos e Vietnã do Sul não foi capaz de destruir esse sistema. Hoje, é um destino popular para turistas. EU contratei facilmente um tour no Hotel por 60 dólares por pessoa e passamos o dia no complexo visitando o sistema de tuneis e inclusive tem uma parte que é aberta para entrada se vc não for claustrofóbico. Eu gostei muito de visitar e entrar nos túneis pois pude ver as armadilhas originais feitos pelos vietcongs e também ver como é uma tipica floresta Equatorial do Sudeste da Ásia onde se travaram as piores batalhas dessa guerra horrível. Os tuneis, armadilhas, maquinas de guerra, tanques... tudo esta impressionantemente preservado ... mas o interessante que ninguém mais fala sobre a guerra... ficou no passado. Veja os filmes que fiz por la: https://youtu.be/_geN2DdV-5U - Cu chi tunnels 1 https://youtu.be/nfED8-ZtO9A - Cu Chi tunnels 2 https://youtu.be/ZP33Fc0ZDx4 - Cu Chi Tunnels - Tanque de Guerra abandonado https://youtu.be/tySxT3QdVLo - Cu Chi Tunnels - Armadilhas I https://youtu.be/3yRnhobF8ME - Cu Chi tunnels - Armadilhas II 4.11 - DELTA DO RIO MEKONG – Nós não fomos porque não tinhamos tempo, mas é relativamente perto de Saigon e tem vários tipos de excursões mas vi que tem uma excursão de 1 dia que é linda pois se visita 4 pequenas ilhas (islets). Começa as 8 da manha onde te pegam no Hotel e vai ate as 18hs... Esse delta é onde o Rio Mekong desagua no Oceano, após percorrer 5 países e quase 5000 km. 5 - ALIMENTAÇÃO - É muito farta e deliciosa e barata inclusive achei um MAC DONALDS perto da Torre Bitexco e vários snacks americanos que nos salvaram em alguns momentos ...Tem também muitos mercadinhos de rua que tem de tudo, inclusive bolachas, agua, salgadinhos, chocolates e tudo muito barato... alias o Vietnam é um pais barato onde você faz muito com pouco. 6 - IDIOMA - A língua que se fala lá é o Vietnamita mas o inglês é arranhado principalmente entre os jovens.. Você vai se virar tranquilamente desde que você tenha um mapa da cidade nas mãos e informações de onde você quer ir (O hotel me deu um belo mapa colorido o que me ajudou muito). Sempre peça informações para os jovens e mostre no mapa onde quer ir...e eles vão te ajudando. 7- TRANSPORTE - Existe fartura de TAXI E MOTOTAXI em todos os ligares, especialmente as regiões centrais e turísticas e eles ficam te oferecendo corrida e te atazanando o tempo todo até te irritar ... Os mototaxis estão em todas as esquinas e são baratos. Num momento eu me perdi e estava bem longe e na hora foi só levantar a mão e apareceu um senhorzinho num mototaxi e tudo se resolveu bem baratinho. Fomos em 3 nessa motoca. Outra coisa: Não se esqueça... você é turista e muitos motoristas tentam te extorquir... então quando eles falarem o valor da corrida... ofereça a metade e faça cara feia e chore... que eles aceitam, pois sabem que estão dobrando o valor para você que é turista ocidental e tem o dólar estampado na testa. https://youtu.be/n6Vm6AlsehU - Veja como é andar em 3 de moto-taxi 8 – RELIGIÃO – Não vi muita religião no Vietnam ... mas isso se deve pois o pais é Comunista e essa influencia leva o povo a ser Laico, igual na China. O Budismo é predominante em todos os países dessa região porem no Vietnam a gente quase não viu templos budistas. Estude o Budismo antes de viajar para a Ásia e entenda melhor... A influencia da França na colonização do Vietnam foi grande e isso trouxe uma série de igrejas católicas, mas vi bem poucas. A maior é a Catedral de Notre Damme, também bem no centro porem tem restrição de horários para visitar, aliás estude muito o pais antes de sair mesmo do Brasil... sua viagem vai ficar mais fácil e vai entender tudo melhor !!! 9 - MOCHILEIROS - Eu não fui no estilo mochileiro, mas já fiz mochilagem pelo mundo ... quero dizer que o pais é muito barato e você vai gastar muito pouco dinheiro se for como mochileiro principalmente com mais pessoas ... Existe transporte terrestre para todo lugar, inclusive Tailândia, Laos, Camboja e você não vai ter problema desde que seja esperto e tenha tempo, Falo em esperteza pois você tem que ter destreza na busca de informações pela internet e na obtenção de informações com outros mochileiros ... e por falar nisso vi muitos turistas do mundo todo no estilo mochileiro andando pelas ruas e pelos pontos turísticos. 10 – COMPRAS - Onde fazer compras? O que comprar? - Ho Chi Minh City possui vários mercados que valem a pena visitar, bem como a já citada rua Pham Ngu Lao. Os dois maiores são Cho Ben Tanh e Cho Lon. O último é o mercado chinês, com uma incrível variedade de artigos com desconto, e é o menos turístico dos dois. Ben Tanh também proporciona uma divertida visita e é mais bem regulado, com menos mercadorias falsificadas e menos trombadinhas. No mais, é sempre bom ficar ligado em relação a mercadorias falsificadas e trombadinhas. 11 - ALGUNS CUIDADOS - Mais do que outras regiões do país, Ho Chi Minh é famosa pelos golpes aplicados nos turistas. Eu não passei por nenhuma situação de risco poios tenho porte físico forte mas li alguns relatos que em alguns Taxis o taxímetro salta rapidamente. Procure sempre táxis oficiais ou peça para hotéis e restaurantes chamar um pra você. Fiquei sabendo também de um golpe pior. Um estrangeiro pegou um táxi na rua e o motorista seguiu para um lugar afastado da cidade. No meio do beco, ele foi chantageado: “Ou me dá US$100 ou te deixo aqui”. O coitado teve que pagar. Há ainda o conto do “amigo vietnamita”, que quer se aproximar para levar você ou para um bar onde irá chantageá-lo ou até mesmo adulterar sua bebida. É bom tomar esses cuidados, mas achei o Vietnã bem seguro, em nenhum momento tive medo. O uso de violência contra turistas é muito raro, a atenção mesmo deve ficar nos “golpes”. Lembre-se você está num país Comunista acima de tudo. ABAIXO POSTO MAIS ALGUMAS FOTOS DESSE PAIS TAO LINDO !!! GISELLE E AS CRIANÇAS MARAVILHOSAS DO VIETNAM ] COMIDA TIPICA VIETNAMITA - DELICIOSA E MUITO BARATA - 2 USD O PRATO TEATRO CENTRAL DE SAIGON - hERANÇA FRANCESA FARTURA DE FRUTAS E VERDURAS O ANO TODO DEVIDO AO CLIMA QUENTE - MERCADO CENTRAL HELICOPTERO CAPTURADO DOS AMERICANOS NA GUERRA DO VIETNAM - HOJE NO MUSEU NAVEGANDO PELO RIO SAIGON - MARAVILHOSO
  19. Este não chega a ser uma relato; considero mais como um dica para quem pretende vivenciar uma experiência única num dos lugares que considero ter as paisagens mais bonitas da Terra. A Tao consiste em uma viagem de barco por cinco dias pela região de Palawan. O ponto de partida é El Nido e o final a cidade de Coron. Neste meio tempo, passamos por regiões remotas, ilhas totalmente inabitadas, sem água ou eletricidade, cercados da mais pura presença da Natureza. Num barco estilo tailboat, éramos 24 pessoas dormindo em barracas à beira-mar, desfrutando dos mais incríveis cenários, pôr-do-sóis memoráveis, tudo isso acompanhado do melhor bom-humor do povo filipino, cervejas infinitas e comida pescada na hora. A Tao também tem uma "fazenda" em uma ilhota no meio de Palawan onde eles cultivam todos os alimentos servidos no barco. Por mais linda que toda a região de Palwan seja, acordar e estar cercado por essas praias, areais e florestas sem ter absolutamente nada por perto é surreal e compensa toda a falta de conforto. Enfim, seguem algumas fotos e quem quiser mais alguma informação é só gritar =)
  20. Começar sempre é a parte mais difícil né? Por isso vamos fingir ser uma continuação. ... bem, como eu estava falando anteriormente resolvi dá uma reviravolta na minha vida em quase 180º, e nada melhor que visitar o outro lado do mundo, o sudeste asiático. O destino principal escolhido foi a Tailândia, os demais foram consequência da influência do grupo no whatsapp que me acolheu. Inclusive esse grupo foi fecundado aqui , valeu mochileiros.com, unindo pessoas desde _________ (completa aí pra mim). Diferente dos meus outros relatos, creio que nesse teremos muitas dicas do que não fazer. Gastei uma grana a toa, mas vcs entenderão os motivos e, com fé em Alah, não cometerão os mesmos erros. Disponibilizarei a planilha de custos em excel e o plano de viagem em pdf, para isso preciso atualizar algumas coisinhas, não me cobrem, não funciono sob pressão rs (brincadeira, só funciono assim). Mas resumindo em números foram: 22 dias, 4 países, 13 vôos, 7 cidades, 8000 temeres, 7 companheiros de viagem, 5 meses de planejamento, 6 moedas diferentes na doleira, 17kg nas costas e incontáveis momentos inesquecíveis. Dessa vez sem tragédia, prometo! Qr dizer... se micro-infartos agudos do miocárdio ao tentar me comunicar em "ingrês" não contar pra vcs como tragédia. Depois de papos e papos varando madrugadas a dentro, meu roteiro ficou assim: 06/03 - Deslocamento de Salvador x Guarulhos pela GOL 07/03 - Deslocamento de Guarulhos x Istambul 08/03 - Deslocamento Istambul x Bangkok 09/03 - Bangkok (Tailândia) 10/03 - Bangkok (Tailândia) 11/03 - Bangkok (Tailândia) 12/03 - Siem Reap (Camboja) 13/03 - Siem Reap (Camboja) 14/03 - Siem Reap (Camboja) 15/03 - Chiang Mai (Tailândia) 16/03 - Chiang Rai (Tailândia) 17/03 - Chiang Mai (Tailândia) 18/03 - Ao Nang (Tailândia) 19/03 - Phi phi (Tailândia) 20/03 - Phi Phi (Tailândia) 21/03 - Luang Prabang (Laos) 22/03 - Luang Prabang (Laos) 23/03 - Luang Prabang (Laos) 24/03 - Luang Prabang (Laos) 25/03 - Deslocamento Bangkok x Istambul 26/03 - Deslocamento Istambul x guarulhos 27/03 - Deslocamento Guarulhos x Salvador Todas as passagens internas foram compradas pela low cost Air Asia, considerada a "queridinha" por lá, os preços eram bons e me transmitiu confiança na dificuldade com o inglês já que não vi relatos de atrasos de voos, o que eu por não entender o idioma não conseguiria identificar o aviso pelo alto falante no aeroporto e isso poderia me fazer perder o voo. Vou adiantando que não foi bem assim, um dos voos atrasou 1 hora ,me deixando louca dentro do aeroporto ãã2::'> . A passagem Brasil x tailândia foi comprada pela Turkish Airline, como direito a parada de aproximadamente 24 horas em Istambul, o que me permitiu fazer um city tour 0800 pela companhia aérea, totalmente gratuito mesmo, com direito ao translado, guia, café da manhã, almoço, bilhetes de entrada nas atrações, bandana e fone de ouvido rs . Existem algumas regras para usufruto dessa mamata oferecida pela Turkish. A conexão não pode ser inferior a 6 horas e nem superior a 24 horas. Mais detalhes podem ser visto aqui http://www.istanbulinhours.com/ :'> . Levei todo meu dinheiro de viagem em papel moeda, pra tentar economizar com o iof do cartão. Por lá as notas de 100 dólares tem melhor cotação que as demais. Mas caso o Camboja tb seja seu destino, leve notas menores, já que o dólar é mais usado que a moeda oficial (Riel Cambojano). O riel é apenas usada para compras ou trocos abaixo de 1 dólar. E 50 centavos de dólar equivale a 2000 riel. Cuidado com o período escolhido para viajar, as monções são muito frequentes em determinadas épocas do ano. O período entre novembro e fevereiro é considerado o ideal, pois não chove e não é tão quente. Fui em março e me senti num forno , principalmente em Siem Reap. Turquia e Tailândia não exigiram visto de entrada. Laos e Camboja sim, mas pode ser tirado na chegada ao aeroporto. Certificado de febre amarela é fundamental. Não esqueçam! to be continued...
  21. Sudeste de novo Férias de 20 dias confirmadas, faltava confirmar o destino. Ásia era prioridade. Sudeste novamente ou Japão. Minutos depois de confirmar as férias fui verificar como estavam os preços pela Ethiopian. Saindo do Rio para Bangkok, não muito atraentes. Saindo de São Paulo, preços excelentes, na faixa de 700-800 USD! Do tipo que não podemos recusar! Inicialmente reservei ida e volta para Bangkok, mas sem pagar. Depois verifiquei que valia a pena ir direto para Kuala Lumpur. Malásia seria nossa porta de entrada para mais uma incursão pela região. A volta seria por Bangkok mesmo. Os trechos entre Rio e SP compramos independentemente, e a preços MUITO mais em conta do que no pacote da Ethiopian. Verifiquei preços com outras cias aéreas, mas nem dava pra comparar: os preços da Ethiopian partindo de SP eram muito mais baratos. Os planos originais, novamente muito influenciados por guias Lonely Planet que tenho, eram para explorar Malásia, Singapura e Brunei. A Indonésia, logo ali perto, tbm entrou na lista de possibilidades. No entanto, minha memória da leitura de relatos da galera pela região me remetia a Myanmar. Tanto que rapidamente reverti a ideia de explorar largamente os 3 países iniciais, e incluí Myanmar no roteiro. Excluí Brunei, desconsiderei Indonésia, limitei os dias na Malásia e Singapura e reservei uns 10 dias para Myanmar. Seria o destino principal da viagem. Foi uma ótima decisão! Depois de três viagens consecutivas de férias contendo praia (Caribe, Tailândia, Galápagos), dessa vez excluímos qq região praiana do roteiro. Esta viagem era para conhecer cidades e templos, muitos (e espetaculares) templos. Bagan estava na minha cabeça como o principal da viagem, tal qual os templos do Camboja estavam na viagem do ano passado. A elaboração do roteiro envolveu algumas poucas idas e vindas. Inle Lake não estava no roteiro inicial. Georgetown, na Malásia estava. Com a priorização de Myanmar, um saiu e o outro entrou. Distribuímos basicamente 2 dias para cada cidade, com exceções: 1 para Malakka, 3 para Singapura e 3 para Bagan. A volta por Bangkok envolvia tbm um dia de estadia – sempre bom não dar chance para o azar chegando de avião num mesmo dia em que se parte de volta para casa. Sobrou então um dia na viagem. Algum lugar seria o felizardo de ganhar o dia adicional. Entendi que teria de ser em Myanmar. E escolhi Bagan, que já tinha 3. Mais tarde (DEPOIS da viagem) Katia reclamou do excesso de dias para templos (ahahahaha), preferia ter adicionado em Singapura. Eu não me arrependi! Acho que dá para percorrer o básico do mais badalado de Myanmar em 8 dias cheios, com 2 dias para cada cidade em que fui. Muita gente faz isso, aliás. Mas isso dependerá dos interesses de cada um. Quem não curte templos, não vejo sentido em ir a Bagan, por exemplo. Roteiro resumido pelas cidades: Dias 1/3 – Kuala Lumpur Dia 4 – Melakka Dias 5/7 – Singapura Dias 8/9 – Yangon Dias 10/11 – Inle Lake Dias 12/15 – Bagan Dias 16/18 – Mandalay Dias 18/19 - Bangkok Quando Foram 20 dias em Março de 2017, partindo no dia 12 e retornando dia 1 de abril. Onde ficamos: [Cidade – hotel – diária] Kuala Lumpur - Hotel Petaling – 63 MYR Melakka - Jalan Jalan Guest House – 70 MYR Singapore - 5footway.inn Project Bugis – 74 SGD Yangon - Backpacker (Bed & Breakfast) – 25 USD Inle Lake - Sweet Inn – 25 USD Bagan - Sky View Hotel – 32 USD Mandalay - Hotel Venus – 19 USD Bangkok - Thara House – 700 THB Recentemente nós temos diminuído nosso padrão para hotéis baratos. Mas foram todos tranquilos, conforme esperado. Aliás, os hotéis de Myanmar nos surpreenderam positivamente, no geral. O guerreirão de Kuala Lumpur, em Chinatown, foi tranquilo tbm. Enfim, buscamos sempre ficar num lugar barato e bem localizado. Exceção única foi Bagan, onde preferi um lugar mais bem transado. Em Bagan nós circulamos de moto elétrica, então a localização não importava tanto. E o preço do Sky View estava ótimo para o tanto que ofereceu! Todos foram reservados via booking.com. O de KL é guerreiro – hospedar-se em hotel barato de Chinatown é sinal de busca pelo guerreirismo! O de Melakka foi só uma noite, numa boa. De Singapura era bem micro, conforme havia lido, mas nos atendeu na boa também. Como disse, as hospedagens que nos surpreenderam – positivamente – foram as de Myanmar. O de Yangon, apesar da entrada estranha (uma escadaria), foi ótimo custo-benefício. O de Inle ficava à beira-rio, com atendimento muito cordial de todos (nos deixaram fazer check-in de manhã cedo e até tomar café). O de Bagan é o campeão da viagem, embora isso já fosse esperado. Sem palavras o fato de nos deixarem entrar e dormir às 4 da matina, tomar café da manhã, e tudo isso antes do horário que começa a diária. Tudo isso além da extrema prestatividade e cordialidade de todos. Em Mandalay, outro campeão de simpatia e atendimento, mesmo sendo mais guerreiro que os demais. Em todos eles a Internet era falha, mas nada muito longe do padrão Brasil. Em todos eles nos forneceram xampu e sabonete. Em alguns nos forneceram tbm escova e pasta de dente (!). Todos os hotéis de Myanmar foram fechados em USD, mas pagos em kyats. Taxas de câmbio variavam pouco. O de Bangkok era guerreiro, também dentro do esperado. Os transportes: Dessa vez tomamos muito menos voos (em relação à viagem do ano anterior). Somente de Singapura para Myanmar e de lá para Tailândia. Nesse ponto, gastamos bem menos. Dentro de Myanmar, usamos os ônibus. Tomamos as precauções devidas (levei um casaco!) e foi tudo tranquilo. E barato. Comprávamos as passagens nos hotéis mesmo, logo que chegávamos. [Rota – cia aérea – valor pp] Por ar: Rio – SP – Rio – Gol – 232 BRL SP – KL / Bangkok – SP – Ethiopian Airlines – 800 USD Singapura – Yangon – Jet Star - 114 SGD Mandalay – Bangkok – Air Asia – 74 USD Por terra: KL – Melakka – 10 MYR Melakka – Singapura - ?? Yangon – Inle Lake – Famous – ?? Inle Lake – Bagan - ?? Bagan – Mandalay – OK Express - 9 KMMR [não anotei e não me lembro dos preços que faltam, mas não eram muito diferentes dos concorrentes] Orçamento: [Exclusive passagens aéreas] [País – estimativa USD/dia – realizado] Malásia - 50 – 70 (Fomos numas atrações bem caras por lá, e a cerveja tbm é cara) Singapura – 100 – 90 (Singapura é Primeiro Mundo na região) Myanmar – 50 – 40 Tailândia – 50 – 70 (exclusive tatuagem, mas inclusive pequenas compras; algumas esbanjadas contribuíram para o estouro) Viajar leve: Dessa vez, sem necessidade de levar apetrechos de praia, decidi que viajaria ainda mais leve. Quando viajamos somente levamos (e trazemos) mochilas de mão, pequenas mesmo. Menos de 7kg. Dessa vez eu levei somente a minha mochila de ataque. Katia levou uma um pouco maior, mas com muito espaço sobrando. Foi mais que suficiente para o nosso estilo. Cada um viaja do jeito que acha melhor. Nós preferimos não carregar peso. Dessa vez levei um casaco leve, que bastou para mim. Serviu para o gelado busum overnight entre Yangon e Inle (mas sob cobertor). E serviu para as manhãs frias em Inle e as madrugadas (para ver o sol nascer) em Bagan, sobretudo por andar de motinha naquelas horas. Novamente levei repelente e não usei dia algum. Chinelos: pra mim, imprescindíveis, sobretudo para Bagan. Eu diria que Malásia e Singapura pode ser de tênis. Myanmar e Tailândia, chinelos. Esta era toda a minha bagagem Loooonga ida: Os voos da Ethiopian ganharam uma escala no Togo. Como nosso destino final era Kuala Lumpur, isso ensejou uma longa rota de ida. Nada menos que 5 voos até chegar lá. Rio – SP – Togo – Etiópia – Tailândia – Malásia. Sendo que Togo e Tailândia foram escalas. A volta era um voo a menos, pq partimos da Tailândia. Sem problemas. O sabor do preço pago supera essa adversidade. Até pq o longo voo, ou mesmo o fuso, não nos impede de chegar e já partir para desbravar o lugar. Sem essa de descansar! Por que Myanmar? Devo dizer que tinha basicamente três referências de lá: 1 - A deliciosa HQ “Crônicas Birmanesas”, de Guy Delisle; 2 – Um amigo chileno que fizemos em nossa viagem pela Índia, que nos contou maravilhas dos templos de lá (presumo que ele tivesse falado de Bagan, mas não me lembro exatamente), a ponto de não se impressionar com os estupendos templos de Khajuraho; (mesmo maravilhado por Bagan, sigo maravilhado também com Khajuraho, e mais ainda com os templos do Camboja) 3 – Os relatos que li no ano anterior de diversos mochileiros que estiveram por lá (eu buscava relatos da Tailândia, Laos e Camboja, mas Myanmar aparecia com alguma frequência). Aliás, devo dizer que os relatos da galera que esteve em Myanmar são ótimos. Agradeço a cada um deles. Li várias vezes antes e durante a viagem. E uma vez mais depois. Juntei tudo num mega texto e mandei pro kindle. A todos vcs que foram ao Myanmar e aqui deixaram seus relatos (adoro narrativas!), meu muito obrigado. ------------ Um resumo fotográfico (boa parte das fotos que estão neste post eu tirei de lá) dessa viagem pode ser visto aqui, no blog da Katia: http://casosecoisasdabonfa.blogspot.com.br/2017/05/resumao-fotografico-da-viagem-de-ferias.html?_sm_au_=icVrGZqnt04GkpGG
  22. Dias 1 e 2 Em 9 de março de 2017, comecei a viagem por Floripa. Como usaria muitas companhias de baixo custo, precisei fazer milagre para que tudo, incluindo meu equipamento de mergulho, coubesse numa mochila média. No final da tarde, saí de Guarulhos num voo da AirChina, comprado numa promoção com vários meses de antecedência. A empresa presta um serviço razoavelmente bom em relação à alimentação e entretenimento. Antes de chegar em Seul, os intermináveis voos tiveram conexões em Madri e também em Pequim, onde a imigração levou um tempão. Vi 2 noites passarem dentro do avião, devido ao sol ir na direção contrária. Dia 3 Nesse dia, conheci a cidade de Incheon. Como não fica no Sudeste Asiático, contarei sobre essa parte na parte 2 do relato. À noite, passei com minha mochila na pesagem da AirAsia, pra voar a Cebu, nas Filipinas. O voo custou 132 mil wons, com taxas e refeição. Dia 4 Cheguei morrendo de sono às 2h da madruga, peguei um táxi branco de 250 pesos (15,65 reais), mais barato que o amarelo, até o terminal norte de ônibus de Cebu, e logo depois, por 160 pesos fui num ônibus da Ceres por 4 horas até o norte da ilha, em Maya. Cerca de 1h depois da partida ele para pra usarmos o banheiro e comprar comida. Consegui uns pãezinhos doces por 5 pesos cada! Já em Maya, embarquei pouco depois num barco até Malapascua. Como não tinha passageiros suficientes, pois eles partem a cada meia hora estando cheios ou não, o total por pessoa ficou em 220 pesos. A orla onde os barcos atracam não é muito bonita, e o tempo também estava meio feio. Almocei um pouco adentro da ilha, pagando 210 pesos num arroz frito com vegetais e camarão e mais um suco de limão. Por sorte, uma funcionária da minha hospedagem estava no mesmo local, e me ofereceu uma carona de moto até o Thresher Cove Dive Resort, um tanto distante do embarcadouro. Ali fiquei em uma cabana individual na areia de uma praia particular por menos de 1400 pesos para 3 noites. A pousada e centro de mergulho é bem bacana, o maior problema é da água ser salobra, então meu filtro foi inútil. Caí na água para um pouco de snorkeling no jardim de corais na praia da hospedagem. No começo há apenas pastagem aquática, mas de uns 50m em diante vários corais dispersos se apresentam, embora parte deles branqueados. Ainda assim, vi muitos seres vivos de pequeno porte diferentes, coloridos e bem interessantes. Foi a estreia da minha GoPro 5 Black - por sinal, muito melhor que minha antiga 3 Silver. Já estava satisfeito quando do nada surgiu um monstro a minha frente. Uma serpente marinha (Laticauda colubrina) de uns 1,5m! Fiquei com medo no início, mas como percebi que ela não estava nem aí com minha presença, fiquei a acompanhando enquanto ela procurava comida e voltava à superfície para respirar. Antes de regressar à terra, vi mais 2, mas menores. Depois disso, fiquei relaxando na pousada no resto do tempo. Dia 5 Teria tido uma ótima noite se o despertador da cabana vizinha não tivesse tocado às 4 e meia da madruga, hora que sai o primeiro mergulho do dia. Acordei de verdade às 7h, para me preparar pra pegar um barco (150 pesos) e mergulhar com meu snorkel no Evo Reef. Parte recife, onde vi um peixe-leão, parte areia, onde vi muitos seres pequenos e transparentes, entre águas-vivas, ctenóforos e tunicados, como um bizarro pirossomo (isso é um animal, e não lixo). Almocei adobo, um prato típico filipino com carne temperada. Digestão feita, resolvi fazer um mergulho com cilindro, o primeiro desde que tirei minha certificação há meio ano. O local foi a Chocolate Island, a sudoeste de Malapascua. Fomos em um grupo grande, incluindo meu dupla, o holandês Jasper. Cerca de meia hora depois chegamos. A profundidade máxima atingida foi de 18 m, mas havia um pouco de correnteza e a visibilidade estava ruim, além de meu ar só durar 33 min. Vimos corais moles, cavalos marinhos e alguns coloridos nudibrânquios pequeninos. Ao retornar, fui novamente no jardim de corais. Vi algumas coisas novas, mas pequenas. Seria bom se eu tivesse uma lente de macro. Como dessa vez estava com um traje de neoprene, alugado baratinho na hospedagem, fiquei até o sol se pôr na água. Jantamos pizza e tomamos a cerva filipina San Miguel Pale Pilsen. Não sou muito fã de pilsen, mas estava OK. Dia 6 Um grupo de brasileiros que eu conheceria no destino seguinte resolveu vir conhecer Malapascua (Ingrid, Agatha, Thalita, Camila e Rafael). Depois do meu café da manhã eles já estavam entrando no meu hotel. Com a Agatha e a Ingrid caí na água de snorkel para mostrar a praia a elas. Vi outro pirossomo e uma moreia. Em sequência, todos almoçamos no restaurante do hotel, onde pedi o kinilaw, que é o ceviche filipino. Até que não é ruim, mas ainda prefiro o peruano. À tarde eles voltaram à ilha de Bantayan, enquanto eu fui de moto-táxi até a praia do Farol, onde mergulhei com snorkel em um naufrágio. No caminho, ocorria uma briga de galo. O naufrágio está dividido em vários pedaços, a partir de uns 3 m de profundidade. É comum o mergulho noturno ali. Além do que estava aderido à carcaça, vi um monte de ctenóforos. Vi o sol se pôr e voltei pagando 50 pesos pro cara dá motoca, a tarifa máxima da ilha, por ser noite e um pouco distante. Dia 7 Tive minha última refeição no variado restaurante do hotel e deixei a ilha, dessa vez por 120 pesos. No caminho, bastante lixo flutuando. De fato, os filipinos não parecem se importar muito com a limpeza, pois os próprios barqueiros jogam suas bitucas de cigarro no mar. Como o ônibus levaria mais uma hora para sair, embarquei numa van com ar por 200 pesos. Mesmo na principal rodovia que corta o país, há apenas uma faixa de rodagem. Espere trânsito, especialmente de motos e de lentos tuk-tuks. Já vinha percebendo que o idioma oficial das Filipinas foi bastante influenciado pela ocupação espanhola. Tive certeza que os números são falados da mesma forma quando o cobrador do ônibus para Oslob me informou que a tarifa seria de “ciento y cuarenta y cinco”. Ao chegar, encontrei a mesma turma de brasileiros no Hotel Sebastian, e mais Caio. Ao redor da piscina, tomamos umas biras Red Horse por 60 pesos a garrafa de 500 ml. Pousei no Ocean View Lodging House, à beira-mar, por 1600 pesos a noite, um pouco caro pela localização, mas com um quarto de casal só pra mim. Dia 8 Fechamos um passeio no hotel para sairmos em 6 brasileiros mais eu às 5 e meia para nadarmos com os tubarões-baleia e vermos as cachoeiras Tumalog em seguida. Isso por 1800 pesos, que poderia ter sido feito pagando menos, por conta própria. Chegando no estabelecimento dos tubarões, levamos um susto com a quantidade de turistas que já havia naquele momento. As canoas entram poucos metros na água até chegarem onde ficam os bichões, que permanecem ali enquanto são alimentados. Achei meio artificial por isso, mas mesmo assim não deixa de ser incrível observar de snorkel os maiores peixes do mundo. Ficamos por quase 30 min nadando ao redor dos bichos de cerca de 6 m (juvenis). Tumalog Falls é uma cachoeira que fica lá perto, onde de uma altura bem considerável escorre um bocado de água sobre um paredão verde, culminando num lago raso verde-azulado, coloração devida ao calcário. Kawasan Falls, por sua vez, é bem maior e bem mais distante, a mais de 1 hora e meia de Oslob, em Badian. Nos custou mais 1100 pesos para ir até lá e entrar no parque, que possui infraestrutura completa e uma série de cachoeiras, com trilhas para acessá-las. Um atrativo é uma balsa de bambu que te leva embaixo das quedas principais, dando aquele cachote na cabeça. Outra é o salto de uma das quedas superiores, com uns 10 m de altura, coisa que eu fiz (me borrando de medo, mas fiz). Na volta, ficamos bebendo no hotel dos brasileiros. Apesar de eu já ter gastado bastante por lá, ainda quiseram me cobrar pra entrar na piscina por eu não ser hóspede, uma atitude ridícula. Azar o deles, porque saímos para procurar uma festa no pequeno centrinho. Como não achamos, jantamos numa pizzaria, compramos cervejas no 7Eleven por 85 pesos o litro, e tomamos no quarto do hotel dos brasileiros. Dia 9 Deveríamos ir à ilha Sumilon, mas como a maré estava muita alta não haveria faixa de areia, e com isso teríamos que ficar no resort da ilha. Isso faria o passeio passar de 2500 pesos por todo o barco para 1500 pesos por pessoa. Como alternativa, a moça da agência de turismo nos indicou a praia da cidade de Alcoy, e para lá fomos, pegando um ônibus qualquer em sentido norte. Pagamos 25 pesos e chegamos uns 45 min depois. A praia bonita tem uma faixa de areia modesta, mas maior que as demais da região. Ficamos relaxando nas águas cristalinas até a hora do almoço, quando subimos no restaurante caro de um resort com uma baita vista da barreira de corais que fica a 200m em frente à praia. Fui lá logo depois, nadando por conta própria. Se quisesse pegar um barco, custaria 100 pesos. A maioria da zona é de pasto aquático, com recifes dispersos. Há certa variedade de vida, mas não tão grande quanto Malapascua. Vi uma serpente marinha novamente. Uma coisa que me incomodou foi as várias pontadas que levei na pele no caminho, apesar de só ter visto uma água-viva. Ao retornar, me despedi da galera e segui com um casal de brasileiros num ônibus e depois táxi pra ilha do aeroporto de Cebu, onde passaria a noite antes dos voos seguintes. Dormi num simples dormitório coletivo no Mactan District Budgetel, por 450 pesos, pois ele ficava a apenas 2 km do aeroporto. Dia 10 Na madruga, voei de AirAsia por 3 mil pesos pra Kuala Lumpur, onde esperaria várias horas no aeroporto até o voo seguinte para Yangon, em Mianmar. O que eu não contava era com uma tarifa de 750 pesos que deve ser paga no embarque diretamente no terminal do aeroporto de Cebu, em dólares ou pesos. Tive o azar de molhar minha papelada quando vazou água que esqueci na garrafa do filtro durante o voo. Por sorte, o moderníssimo terminal KLIA2 da AirAsia, que inclui Wi-Fi grátis, dispunha de um serviço pago de impressão, no Sama Sama Lounge. O próximo voo, no fim da tarde, saiu por 197 ringgits. Ao desembarcar, bastou entregar à imigração a carta de recomendação do pedido de eVisa, feito antecipadamente pela internet por 50 dólares, para ingressar num dos países mais exóticos que já conheci. Até a Chinatown, onde iria me hospedar, o taxista queria me cobrar 10 mil kyats (23 reais), e não havia serviço de ônibus por lá. Encontrei um casal de brasileiros (Gleice e Renan) quando fui fazer o câmbio (necessário, já que cartão de crédito é inútil por lá, pois não é aceito em quase nenhum lugar), e por sorte eles ficariam próximos a mim; dessa forma, consegui dividir o carro. Mal cheguei e já saí pra caminhar pelas ruas movimentadas e um pouco escuras da maior cidade do país. Apesar de parecer um pouco amedrontador, a criminalidade contra turistas é baixíssima. Tentei ir a tempo ao templo que supostamente guarda um pedaço do cabelo de Buda (Botahtaung Pagoda), mas ele havia acabado de fechar. Na volta, passei pela praça da independência, onde fica a Sule Pagoda, além da prefeitura e vários prédios do período colonial britânico nas quadras ao redor. Já era 9 e meia; apenas barracas de comida de rua e alguns restaurantes chiques estavam abertos. Por apenas 8 dólares, incluindo café da manhã, hospedei-me no ótimo albergue Shwe Yo Vintage Hostel. Dormir no dormitório de 8 camas com ar condicionado foi um alívio pro calor que estaria fazendo durante os dias. Dia 11 O café da manhã foi um estranho prato de sopa de macarrão de arroz com peixe e temperos, chamado mohinga. Apesar de ser extremamente inusual ingerir isso de manhã cedo, até que não tava ruim. Junto com um sueco do albergue, peguei o trem circular por 200 kyats na estação Lanmadaw. Foi um pouco difícil saber qual o trem certo, mas algumas dezenas de minutos depois embarcamos em um dos velhos vagões britânicos ao redor da cidade. No caminho se vê bastante sujeira e pobreza; essa é a Mianmar real. A certo ponto é preciso trocar de trem, prestem atenção. Quando chega na metade, você vê agricultores e suas plantações. Num dado momento, o corredor do vagão ficou completamente cheio de vegetais a serem vendidos no centro da cidade. Saltamos próximo ao Lago Inya, o maior reservatório da cidade. Compramos 2 cachos de bananas por apenas 400 kyats e caminhamos ao redor. Tentamos ver a residência da filha do líder revolucionário, mas o acesso era proibido. Como o lago não era muito interessante e já fazia um calor de mais de 35 graus, tomamos um táxi por 3500 kyats até 2 templos budistas com estátuas gigantes, ambos gratuitos. No primeiro, Chaukhtatgyi, a estátua é reclinada, enquanto que no Ngahtatgyi ela está sentada. Como todo templo budista, é preciso entrar sem calçados e com ombros e joelhos cobertos. Pela pressa e comodidade, por 300 kyats comi uns bolinhos fritos de feijão e outros vegetais na rua. O museu Bogyoke Aung San, também próximo, conta um pouco da história do general que levou o país à independência logo após o fim da 2ª Guerra Mundial. Fica em sua última casa antes de ser assassinado, mas há tão pouco para ver que não sei se os 5 mil kyats de entrada são justos. Continuei, agora sozinho, em direção ao sul, entrando nos jardins do belo Lago Kandawgyi. Contornei ele, subindo na Utopia Tower, onde tive uma bela vista por 200 kyats. Outro ponto de interesse é o Karaweik, restaurante em formato de um barco de dragões. Corri para chegar ao pôr do sol na maior atração de Yangon, a Shwedagon Pagoda. Por 8 mil kyats se tem acesso a um complexo budista lotado de turistas, cujo maior atrativo é uma stupa de 99 metros de puro ouro. A iluminação noturna dessa stupa, bem como das outras, é incrível, então vale a pena passear de dia e à noite. Tirei uma foto na Maha Vizaya Pagoda já caminhando de volta, me sentindo seguro. No meio do trajeto jantei um curry de bode por apenas 1500 kyats, num local frequentado apenas por locais. Dia 12 Como o mercado de souvenires (Bokyoke Aung San Market) e o National Museum fecham nas segundas, tive que me contentar com o zoológico. Por 3 mil kyats peguei um táxi até lá. Paguei 3 mil também pela entrada. Para os padrões de Mianmar, até que é um zoológico decente. Há centenas de espécies de vários grupos animais, a maioria do próprio país. No entanto, à exceção da área dos veados, as outras jaulas são pequenas demais para os pobres bichos. Há também um museu de história natural, incluso no ingresso, que conta com vários animais empalhados, fósseis e rochas. Duas horas e meia foram suficientes para ver tudo. Voltei pelo trânsito caótico de Yangon, que possivelmente seria menor se motos não fossem proibidas nessa cidade. Dividi um táxi e fomos pro aeroporto, onde tomei um lanche e embarquei na Golden Myanmar Airlines. O voo foi bem salgado, 110 dólares. Fiquei apreensivo quando vi que o avião era um turbo-hélice, mas apesar das chacoalhadas cheguei a salvo. O serviço de bordo incluiu uma revista e um lanche. Ainda no aeroporto, paguei os 25 mil kyats pelo passe arqueológico dos templos da Bagan antiga. Há centenas deles, construídos ao redor do século 12, num complexo quase tão grandioso quanto o de Angkor, no Camboja. Por mais 5 mil kyats, peguei um táxi até o centro de Nyang U, no Royal Bagan Hotel. 14 dólares com café incluído, para o quarto compartilhado. É um hotel bastante bom e bonito. Caminhei aleatoriamente até a Shwezigon Pagoda, quando começou a chover. Com isso, depois de visitar brevemente o templo, parei para jantar no restaurante San Kabar. No menu havia enguias por 4500 kyats; não pude deixar de prová-las fritas em pedaços. E não é que estavam boas? Por fim, tomei um chope Myanmar com os brasileiros que havia conhecido no aeroporto de Yangon. Dia 13 Acordei ainda noite para ver o nascer do sol com os brasileiros. Aluguei uma moto elétrica, principal e mais recomendado meio de transporte para essa cidade. Paguei 7 mil pelo dia e segui a no máximo 40 km/h, a velocidade que o veículo consegue chegar. Sozinhos, vimos o esplendoroso nascer logo após às 6 horas do topo do complexo Sule, vendo os balões acompanharem o movimento do sol logo depois de sua ascensão. Voltei ao hotel pra tomar um baita café da manhã em bufê livre, antes de retomar a jornada aos muitos templos. Danificados por invasões e terremotos, mas ainda assim impressionantes. Quando fui, os maiores estavam sendo restaurados. O comércio de souvenires e comida nos arredores é tão grande que descaracteriza um pouco a importância das ruínas. Depois de ver por fora e por dentro uma dezena de lugares, parei no museu arqueológico. Custa 5 mil de entrada para estrangeiros. A construção em si é incrível, um palácio antigo. Dentro, achados das ruínas, como pedras esculpidas, pinturas, joias e estátuas. Bati um rango esperto ali perto. Depois, me mostraram a preparação e me passaram thanaka, pasta de coloração amarelo clara que as nativas usam no rosto para proteção do sol e como cosmético, que é extraída de uma árvore e elaborada esfregando um toco numa pedra com água. Paguei mais 5 mil kyats pra entrar na Golden Pagoda, uma réplica sem graça do Mandalay Golden Palace, que eu acabei conhecendo na cidade seguinte. Rodei aleatoriamente mais um pouco, e para o pôr do sol achei o complexo Sin-byu-shin, afastado e alto, com uma baita vista de 360 graus. Escalei ele e apenas alguns jovens vieram juntos. Dia 14 Peguei um dos vários micro-ônibus disponíveis diariamente para Mandalay, no meu caso o das 9h. Com ar condicionado, saiu por 9 mil kyats. No caminho, vimos basicamente a área rural. Houve uma parada para usar o banheiro e outra para almoço rápido. Quase 5 horas depois chegamos. A hospedagem compartilhada do [email protected] saiu por 21 dólares para 2 noites, incluso café. Deixei minha mochila lá e peguei um táxi com o alemão Henning que havia recém chegado também, para o Mandalay Golden Palace. Numa área de 2km por 2km, cercada por um muro e um fosso, ficam os resquícios reconstituídos do palácio bombardeado na 2ª Guerra Mundial. A maior parte da área interna pertence ao exército. Os prédios do palácio estão praticamente vazios por dentro e com falta de informação em inglês, mas a arquitetura é interessante e a vista do alto da torre só é superada pelo Mandalay Hill, logo atrás do palácio. Pra entrar nessa atração e em muitas outras na região de Mandalay, é preciso pagar 10 mil kyats por um passe turístico válido por 5 dias. Com o sol se pondo, adentramos os templos próximos: Kyauktawgyi, San Dar Muni e Kuthodaw. Neste último, fica o maior livro do mundo de 729 páginas, mas diferentemente do que se pensa, ele fica dividido em lápides, cada página em uma pedra. Às 20:30h, diariamente há um show de marionetes, arte típica de Mianmar, no Myanmar Marionettes, bem na esquina sudeste do palácio. Pagamos 10 mil kyats pra assistir o espetáculo de 1 hora, onde histórias são contadas com os bonecos, incluindo a complementação sonora de uma banda com instrumentos. Foi legalzinho. Dia 15 Comecei bem o dia com o café do albergue que incluía até Nutella! De fato, as hospedagens desse país me surpreenderam de uma forma positiva. Eu e o alemão fizemos um tour organizado pro dia todo por 18 dólares, incluso guia, transporte e refeição. A primeira parada foi a oficina e loja de carpintaria e tapeçaria. A arte da carpintaria é bem desenvolvida no país. Em seguida, Mahagandhayon Kloster, onde os monges e aprendizes moram e se alimentam. Pegamos o exato momento em que eles fazem fila com suas louças, dirigindo-se ao refeitório, para a última de suas únicas 2 refeições diárias! Depois, a fábrica de tecelagem de seda, onde se elaboram roupas com o auxílio de máquinas manuais. Sagaing, o destino seguinte, é uma cidade destinada à meditação no budismo. Há apenas templos de todos os tipos, além do comércio básico. A vista do Sagaing Hill, onde subimos, é bem bonita, podendo se ver os santuários e o rio e pontes que cortam com Mandalay. Almoçamos por ali. Continuando, visitamos diversas pagodas e mosteiros importantes, como Kyaung Lain Monastery, Bagaya Monastery, Mae Nu Oak Kyaung, Lar Hat Gyi, Pahtodawgyi e Yadana Hsemee. Os últimos são construções mais antigas em ruínas. Por fim, o pôr do sol foi na ponte de madeira U Bein Bridge. Totalmente lotada de turistas e locais, mas ainda assim com uma vista bastante interessante, tanto por cima da ponte quanto dos barquinhos que ficam à espera. Jantamos no Shan Ma Ma, um restaurante bem barato onde você pode escolher 3 entre vários pratos típicos diferentes, pagando 1500 kyats por tudo. Aproveitei o tempo livre pra lavar minhas roupas na pia. Com o ar ligado no quarto, já estavam secas antes de eu partir. Dia 16 Depois do café, dividi um táxi para o voo de Mandalay a Bangkok pela AirAsia. Como o aeroporto fica um pouco longe da cidade, custou 7500 kyats pra cada. Em seguida, encontrei o outro grupo de brasileiros com o qual havia planejado a viagem junto. Tomamos o voo a Hanói, a capital do Vietnã. Diego, Renato, Fernando, Camila, Carol, Andreia e Thais foram meus companheiros nos 12 dias seguintes. Passando a imigração com nossas cartas de aprovação processadas antes da viagem, pagamos 500 mil dongs (68,4 reais) dividido por 8 numa van do aeroporto até o See You Lily’s Hostel. Em comparação aos albergues anteriores, esse deixou a desejar, principalmente no quesito limpeza. No próprio beco do albergue há alguns estabelecimentos para se comer e beber. Foi o que fizemos em seguida. Dia 17 Saímos para conhecer a pé o centro da cidade. A quantidade de motos é absurda, sendo uma tarefa árdua atravessar as ruas. Ao menos os vendedores não são insistentes, então andar pelas calçadas é tranquilo. Passamos por construções do período colonial francês e pelo lago bem ao centro, onde os nativos relaxavam no fim de semana. Do outro lado fica o Presidential Mausoleum Park, um complexo de atrações voltadas à memória de Ho Chi Minh, o líder da independência vietnamita. Lá ficam o mausoléu, a casa, o museu, o palácio e os jardins. Depois de almoçarmos num caro restaurante na região, pagamos 40 mil dongs pelo próximo museu da história militar. A parte mais interessante são os artefatos históricos como armas, além dos veículos grandes capturados. No mais, as informações em inglês são escassas. Passamos numa loja da North Face. Os preços são ótimos, já que as roupas e mochilas são fabricadas lá mesmo. Por 89 dólares comprei um agasalho, uma calça e luvas, todos de goretex, o caro tecido que ao mesmo tempo é à prova d'água e respirável. O quão originais eles são eu nunca saberei, mas pelo menos parecem funcionar. Uma coisa interessante que notei é que, diferentemente dos países ao redor, o comércio de bens é feito em pequenas lojas, e não nas calçadas, deixando-as livres para pedestres e motos. Escolhemos assistir o espetáculo teatral tradicional Four Palaces Show no Viet Theatre. Com 2 sessões diárias (18h e 19:30h), os ingressos custam a partir de 125 mil dongs, mas como estava relativamente vazio e éramos 8, ganhamos um upgrade de assentos. A banda que toca é legal e as vestimentas bem elaboradas, mas é um pouco repetitivo e monótono. Em seguida ocorreria na frente do Opera House a Hora do Planeta, evento que ocorre anualmente em todo o mundo com o apagar de luzes por 1 hora, para alertar para a proteção de nosso planeta. Em Hanói ocorreram shows musicais e danças animadas. Quando saímos de lá, encontramos diversas rodas de música e dança espalhadas pelo centro. O que achamos estranho é que ninguém bebia nas ruas. Para terminar a noite entramos na balada animada Ball Bar. Éramos os mais velhos e os únicos gringos lá dentro, mas curtimos o som globalizado, nada vietnamita, mesmo assim. Dia 18 Conseguimos um baita desconto em grupo para fazermos na Ha Long Cast Away Tour por 90 dólares o cruzeiro de 2 dias e 1 noite em Ha Long Bay. Um ônibus nos levou por umas 3 horas e meia até o terminal onde pegamos o barco. Este tinha 2 andares e a cobertura, mas a aparência e limpeza não eram das melhores. O cruzeiro adentrou a baía, passando pelos montes rochosos verticais e pelas águas esverdeadas, enquanto almoçávamos um rango bom. Certa hora o cruzeiro parou num local onde andamos de caiaque por entre cavernas e matas com macacos. Infelizmente o tempo esteve nublado e ventoso por todo o período em que estivemos no cruzeiro, chegando a fazer um friozinho à noite. Assim que terminarmos de jantar começou a melhor parte, as 3 horas de chope liberado. Na festa regada a bebida e música, rolou altas interações com o grupo de filipinos e o de suecos. Dia 19 Com certa ressaca fizemos as refeições e voltamos, parando brevemente em Hanói antes de voar pela Vietjet Air até Da Nang por 409 mil dongs. Hachi Hostel foi a hospedagem da vez (127 mil dongs). O safado do taxista me roubou dinheiro, dizendo que não paguei quando ele tinha sacado a grana da minha mão; fiquei sabendo depois que não fui caso único, então fiquem atentos a isso. Fomos até a orla do rio para ver a Dragon Bridge. No caminho havia um monte de despachos no chão e ratos pelas ruas. Meia noite em ponto, no exato momento em que chegamos, as luzes das pontes iluminadas se apagaram. Achar comida decente aquela hora também foi bem difícil, então acabamos num mercadinho coreano. Dia 20 Pegamos um transfer até Hoi An com uma parada em uma das Marble Mountains, ao custo de 100 mil dongs por pessoa (800 mil no total). Uma hora foi pouco para subi-la a pé e visitar suas cavernas e templos. É necessário pagar uma taxa de entrada e ela é bastante visitada. Chegando em Hoi An, considerada a cidade mais bonita do Sudeste Asiático (não por mim), ficamos no Horizon Homestay, onde tivemos com 2 quartos só para nós, pagando 132,5 mil dongs cada. O melhor é que havia bicicletas para todos e de graça! Aproveitamos para pedalar aos verdejantes arrozais e à praia, essa meio sem graça. Almoçamos e fizemos câmbio no pequeno restaurante Mót, no centro da cidade. Ali provamos o prato mais típico da cidade, chamado cao lầu. A deliciosa e barata (30 mil) refeição é servida em uma tigela com macarrão, porco, vegetais verdes e tempero. Depois, assistimos um espetáculo teatral de fantoches dançando na água, o tradicional Water Puppet Show, por 80 mil dongs. Durou uns 45 min, tendo a apresentação de várias histórias de lendas e cotidiano vietnamita. Já à noite, conhecemos a pé o centro antigo de Hoi An, patrimônio histórico da UNESCO. As construções antigas ao redor do Rio Song Thu Bon ficam com lanternas iluminadas, num cenário muito bonito. Se o rio não fosse sujo de esgoto e lixo seria ainda melhor. Nas construções ao redor há uma infinidade de souvenires e comidas. O melhor de tudo é a cerveja mais barata que já vi na vida. Por 4 mil dongs (algo como 57 centavos de real!!) tomamos várias no bar e restaurante Chips & Fish, à beira do rio. Dia 21 Voltamos ao centrinho de Hoi An, zanzando aleatoriamente por suas ruas, alguns fazendo mais compras, outros comendo. O transfer na van ao aeroporto nos custou 550 mil dongs, onde voaríamos a Ho Chi Minh City (anteriormente conhecida como Saigon) pela Vietjet Air novamente. Pegamos Uber do aeroporto até Saigon Charming Hostel, a hospedagem da vez. Custou 160 mil dongs pelo dormitório. Mas com o atraso do voo, só deu tempo de dormirmos. Dia 22 Às 8 da manhã pegamos um confortável ônibus de 15 dólares a Phnom Penh no Camboja. Havia opções de até mesmo por 9 dólares em outros horários. Duas horas depois chegamos na fronteira. Ao contrário de relatos da internet, meus amigos que ainda não tinham o visto do Camboja tiveram que pagar apenas 35 dólares e não precisaram esperar tempo algum. Em uns 20 min todos cruzaram ambas fronteiras. Logo depois paramos para almoçar num restaurante estilo de caminhoneiro. Um prato com arroz, alguma carne e alguma salada saiu por 2 dólares. O gosto não tava ruim. 4 horas depois já estávamos na capital do país. Nos hospedamos num hotel de verdade, o Orussey One Hotel & Apartment (14 dólares por cada noite). Caminhamos no final da tarde pela alameda que contém os prédios do governo e monumentos, como o da independência da França. É uma zona bonita e conservada, onde os locais praticam atividades como caminhadas, futebol e peteca. Na frente do colorido templo Wat Botum, o qual adentramos, achamos umas barracas de rua com comidas diferentes, como sapos e patas de galinha. Eu e Andreia comemos lulas, cogumelos e camarões. Nos reencontramos com o português Gonçalo, que estava com minha turma antes de eu conhecê-los. Para terminar o dia fomos à cobertura do hotel, onde fica uma piscina show de bola. Lá tomamos uma e jantamos, já que o tempo estava chuvoso para sair. Enquanto a maioria da turma pediu lok lak, um dos pratos carnívoros mais típicos do país, fiquei com grilos fritos. A hora que os bichinhos chegaram eu quase joguei a toalha, mas resolvi experimentar. E não é que temperados eles eram deliciosos? Tanto que os pedi novamente na noite seguinte. Dia 23 O dia foi de tristeza. Primeiro, por 4 dólares por pessoa saímos os 9 de tuk-tuks até os campos de extermínio (Choeung Ek), resquício dos tempos do comunismo sanguinário do ditador Pol Pot. Pagamos 6 dólares para entrar nos Killing Fields. Esse local, um antigo cemitério chinês, serviu para a tortura, assassinato e desova de centenas de milhares de cidadãos cambojanos durante o regime comunista utópico de 1975 a 1979. Somando os outros campos de extermínio, foram quase 3 milhões de pessoas massacradas. Portar óculos era o suficiente para ter a pena de morte decretada, pois o regime visava abolir qualquer intelecto. Bebês e mulheres não sofreram qualquer distinção na hora de enfrentar suas penas. O passeio consiste em um caminho audio-guiado pelo antigo campo, onde se aprende sobre a triste história e se vê restos do que já esteve ali. Há também um memorial com os ossos das vítimas. Por fim, um pequeno museu com exibição de vídeo. Antes de continuarmos o passeio a pé, ficamos num mercado de souvenires e comidas, um tanto caro, assim como o restaurante que escolhemos em volta. Dali fomos ao passo anterior, a ex-escola que virou uma prisão, onde ocorria a triagem dos suspeitos. Mais 6 dólares para o caminho guiado por áudio no S21 Tuol Sleng Museum. Nesse local os edifícios continuam de pé, e há uma série de retratos e textos. O que me deixou mais indignado foi que Pol Pot, o fdp que fez tudo isso, viveu uma vida tranquila até os 82 anos, nunca tendo sido julgado, ao contrário de seu braço direito Duch, o responsável por essa cadeia, que está em prisão perpétua. Como estava tarde demais para ir ao Royal Palace e Silver Pagoda (10 dólares), pegamos um transporte até o templo erguido no monte artificial ao norte da cidade. Pagamos 1 dólar para entrar no Wat Phnom, achando que teríamos uma boa vista do pôr do sol. Ledo engano; olhamos a construção brevemente e descemos até a orla em direção sul, parando na sorveteria Gelatofix, que estava com uma promoção de compre um leve outro. Ali passamos o pôr olhando o Rio Tonle Sap, que se une ao famoso Mekong. Na volta, quebramos nosso recorde de pessoas num tuk-tuk, 7+motorista! À noite a galera foi pros bares, enquanto eu fiquei pela academia do hotel, já que meu voo seguinte seria bem antes do deles. Dia 24 Não se deixem enganar pelos 10 a 11 km do centro da cidade até o aeroporto. Graças à chuva e ao trânsito intenso, levei uma hora, chegando no momento em que o check-in deveria encerrar. O tuk-tuk ate lá custou 8 dólares só para mim. O voo até Siem Reap pela Bassaka Air levou apenas 45 min e 24 dólares. Ao desembarcar o transfer gratuito do hotel me aguardava. Como aqui seria a metade da viagem de 7 semanas e a hospedagem era barata, resolvi esbanjar um pouco, escolhendo o hotel 5 estrelas Damrei, cuja diária custou 150 reais o quarto. O ambiente espaçoso e luxuoso incluía banheira, cama gigante e TV a cabo. Como chovia, tive que almoçar ali mesmo. Com o tempo melhorando, encontrei-me com a galera no hostel deles, que seria o meu também no próximo dia (Siem Reap Pub Hostel). Saímos à noite para o Night Market, um agrupado de pequenos camelôs que vendem todo tipo de souvenir a preços justos, ainda que mais caros que no Vietnã (mas mais baratos que em Phnom Penh). Trate de negociar bem para chegar num preço bom. Na janta experimentei o amok, outro dos pratos típicos que custa cerca de 3 dólares e inclui uma preparação de frango ou peixe com curry. Eu e metade do pessoal curtimos. Por fim, eu e minha companheira dividimos um vinho no nosso quarto de luxo. Dia 25 Café da manhã incrível no hotel, com direito a pitaia, Nutella, granola e vários pratos quentes. Por 9 dólares por pessoa, negociamos um tour em Angkor com guia e van para 10 pessoas. No caminho, passamos na bilheteria para comprar o ingresso que recém havia inflacionado: 64 dólares para a entrada de 3 dias, que ao menos foi totalmente aproveitada. Há também opções de 1 ou 7 dias. O primeiro templo foi Angkor Thom, a capital murada do império Khmer, cercada também por um fosso de 3 por 3 km. No portão ficam as representativas cabeças de quatro faces. Dentro, prédios religiosos hindu-budistas construídos ao redor do século 12, como Bayon e Baphuon. Nas matas, macacos ficam à vontade. O almoço foi no caro restaurante Palmboo. Melhor levar uma marmita na próxima vez. Menções especiais: o inglês do Camboja é uma bosta e cartões de crédito raramente são aceitos, mesmo em restaurantes caros. Seguindo, paramos no mais famoso de todos, Angkor Wat. O maior monumento religioso do mundo é parecido em seu formato com Angkor Thom, mas apresenta 5 torres centrais que representam os picos do Monte Meru, montanha indiana sagrada no hinduísmo. Assim como nos demais templos, os artefatos religiosos foram retirados e parte das estruturas estão em reparação, mas isso não tira a beleza imponente da edificação sempre lotada de chineses, principalmente em frente ao espelho d'água ao nascer do sol. Já quanto ao pôr do sol, esse é mais interessante visto no morro próximo onde ficam as ruínas do século 10 de Phnom Bakheng, um dos primeiros da era Angkor. Ficamos uma hora e meia na fila até conseguirmos chegar ao topo e ver o final do pôr numa tonalidade incrível. Jantar no Khmer Taste, entre o Night Market e a Pub Street, com uma infinidade de refeições a 3 dólares, chope a 50 cents e coquetéis a 1 dólar. Voltamos lá algumas vezes, de tanto que gostamos. Por fim, conhecemos a tal Pub Street. É bastante agitada à noite com luzes, bebidas e música nas ruas. Assemelha-se à turística Khao San Road de Bangkok, mas ao contrário dela, há muitas crianças moradoras de rua pedindo dinheiro. Comidas exóticas também fazem parte da rua. Além do carrinho da fruta fedida durian, havia um com grilos, baratas d'água, aranhas, escorpiões e cobras. Fiquei com um espetinho da última, que tem o gosto de frango, mas é muito mais dura. Dia 26 Eu e as garotas tomamos um brunch e dividimos tuk-tuks para os templos Banteay Kdei, Ta Prohm, Pre Rup e Angkor Wat durante a tarde. O segundo desses é o utilizado no filme Tomb Raider. O mais legal é a vegetação e as árvores invadindo as construções de pedra, o que ocorre nos dois primeiros desses templos. Ainda assim, achei os templos um tanto mal conservados, se considerada toda a grana arrecadada. Pre Rup tem uma forma diferente que o torna atraente para o pôr do sol de seu topo. Já Angkor Wat fecha antes do pôr do sol, além do astro estar no lado oposto. No Siem Reap Pub Hostel provamos fatias da “Happy” Pizza, feita com orégano de maconha. Aguardamos o tempo necessário, mas não teve efeito em ninguém. Dia 27 Eu e Carol alugamos bicicletas por 2 dólares o dia cada. Durante a tarde atravessamos os cerca de 40 km do circuito grand tour. Apesar do calor de mais de 30 graus, a abundância de árvores altas ameniza o sofrimento. Paramos em Preah Khan, depois passamos por Krol Ko e Neak Pean, entramos também em Ta Som e por fim em East Mebon. Depois de tantos templos, as diferenças entre eles se tornam muito sutis para justificar a visita a outros. Para relaxar, aproveitamos outro dos atrativos bem baratos de Siem Reap, as massagens. Escolhemos a de corpo inteiro durante 30 min por 2,5 dólares. Minha massagista foi ótima, mas Carol não teve tanta sorte. Dia 28 Tive que me despedir da galera bacana. Sozinho novamente, fui ao Angkor National Museum de tuk-tuk (1 dólar). A entrada no grande prédio custou 12 dólares, um pouco caro. Lá dentro há uma série de galerias de exposição, focadas nos temas civilização Khmer, religiões, grandes reis Khmer, Angkor Wat, Angkor Thom, vestimentas, etc. Descrições, maquetes, estátuas, quadros e vídeos compõem o arsenal. É interessante como um complemento do que é visto nos templos, mas desconsidere a visita se lhe faltar tempo e dinheiro. À tarde peguei um tuk-tuk ao aeroporto (5 dólares), onde embarquei em seguida ao Laos, com a Vietnam Airlines. O custo do voo foi 135 dólares até Luang Prabang num turbo-hélice. Ao chegar fiz o visto. O preço varia entre 20 e 42 dólares dependendo do país, e fica pronto rapidinho. No caso do Brasil são 30 dólares + 1 de taxa e, caso não tenha foto, acrescente outro dólar. Como o táxi até a cidade custava 50 mil kip (19 reais), decidi ir caminhando os 4,5 km até o Downtown Backpackers Hostel. Só não contava com a falta de iluminação na rua, já que o sol havia ido embora. O albergue fica bem no meio do mercado de comidas de rua, que à noite continua aberto. Sem saber qual o preço normal, paguei 15 mil kip pra encher uma tigela grande de comida variada + 10 mil pra uma carne e 10 mil pra uma cerveja. A cidade é mais tranquila e limpa do que suas correspondentes da Indochina, e suas atrações estão concentradas numa área suficientemente pequena para ser percorrida a pé. Fiquei conversando um pouco com Liam, um japa de Singapura da hospedagem, e depois fui dormir no quarto refrigerado. Dia 29 Tomei um café da manhã reforçado e fui ao jardim botânico Pha Tad Ke, o primeiro do Laos. Como fica do outro lado do Rio Mekong, é necessário pegar um barco (incluso no ingresso). Esse, por sinal, é caro para os padrões do Sudeste Asiático, além do jardim ter apenas alguns meses de funcionamento e não estar completo. Ainda assim, achei bastante interessante. O paisagismo, a quantidade de informações e de espécies é suficientemente boa, e ainda inclui atividades como aula de artesanato com palmeiras, degustação de chás e caminhada até uma caverna de calcário. Apesar de ser recomendado com guia, escolhi fazer a caminhada sozinho, já que o trajeto é sinalizado e acessível. Só é um pouco cansativo pela subidas e descidas constantes. A caverna simples possui uns cristais de calcita e contém uma estátua de Buda dentro. No caminho vi apenas aves, lagartos e borboletas. Na volta do jardim passei num restaurante aleatório e provei da culinária do Laos: 15 mil kip no khao soy, uma sopa de miojo com pedaços de carne de porco e uma tigela de vegetais verde-folhosos. À tarde tomei um susto grande quando percebi que meu cartão de crédito não estava na carteira; provavelmente havia esquecido na máquina de sacar dinheiro do aeroporto! Fui correndo pra lá e tive a felicidade de eles o terem guardado! Caminhei em seguida pelas margens do Rio Mekong e o Old French Quarter, que fica entre. Essa porção apresenta arquitetura colonial francesa, além de vários templos budistas, restaurantes, hotéis, lojas e agências de turismo. A maioria dos templos da cidade são pagos, ainda que em valores simbólicos. No meio da rua abundam barraquinhas de suco natural e algumas de crepe a 10 mil kip - o de Nutella com banana é uma delícia! Com o pôr do sol chegando, subi a Phousi Mountain, morro cravado bem no centro de Luang Prabang, que inclui um santuário religioso e a melhor vista da cidade em todas as direções e principalmente para o pôr, hora em que os turistas se aglomeram em busca do melhor posto. Custa 20 mil kip o ingresso. Para o jantar, descobri um local ainda mais barato, mas ainda assim saboroso. Por apenas 10 mil kip (4 reais!) você pode encher um prato escolhendo vários tipos diferentes de comidas vegetarianas, incluso cogumelos. Fica num beco bem no meio do Night Market, mercado montado a partir do fim do dia na Sisavangvong Road. Dia 30 Ao sair do albergue, dei de cara com o mercado matutino e suas carnes expostas às moscas. Fui ao museu nacional, localizado dentro do Royal Palace. A entrada vale 30 mil kip. O museu nada mais é do que os aposentos da família real, incluindo as mobílias e artefatos. Uma hora é mais que suficiente pra ver tudo. No terreno do palácio também ficam outros prédios, inclusive o templo que guarda a estátua de Buda mais sagrada do Laos, que deu nome ao município. De lá, fui a outro museu, o Traditional Arts and Ethnology Centre. Custa 25 mil kip, e é uma pequena antiga construção francesa, que atualmente comporta informações, vestimentas e objetos das diversas etnias do Laos. Aqui também não é necessário mais que uma hora para a visita. Almocei em algum lugar no meio do caminho e em seguida fui ao último museu, o UXO Visitor’s Center, situado ao lado da praça do monumento do ex-presidente Souphanouvong. Aqui fiquei outra hora. O centro de visitantes é gratuito, mostrando de forma didática através de filmes, pôsteres e artefatos reais a tragédia causada pelas milhões de bombas lançadas principalmente pelos EUA durante a Guerra do Vietnã, apesar do Laos ser um país neutro. Isso fez com que seja a nação mais bombeada do mundo e ainda hoje tenha quase uma fatalidade por dia devido ao armamento não desarmado que continua no solo, impedindo um dos países mais pobres da Ásia de se desenvolver. A UXO LAO, detentora desse museu, é a organização que atua na educação, identificação, remoção e detonação dos explosivos, principalmente bombas de fragmentos. Continuei a caminhada pela cidade sob “agradáveis” 35 graus, fechando numa agência um passeio com elefantes e cachoeiras para o dia seguinte por 30 dólares. Foi a única vez que consegui usar cartão de crédito para pagar algo no país. Depois disso jantei e fui com o singapurense Liam ao bar Utopia, o preferido dos mochileiros. Havia bastante gente lá interagindo em um ambiente agradável, com música boa e cerveja, à beira do rio. Por lei o local tem que ser fechado quando está em seu melhor momento, às 23:30h. De lá, a galera vai em peso pro boliche (Bowling Alley), aparentemente o único lugar que fica aberto depois dessa hora. Nessa fuga em massa foi a primeira vez que vi os exageradamente grandes tuk-tuks de Luang Prabang ficarem cheios. Como tinha que acordar cedo, acabei indo embora. Dia 31 Às 8 e meia parti com a Treasure Travel para o Luang Prabang Elephant Camp, um dos sítios com elefantes, onde alimentei, passeei e banhei os bichões de pele dura. O triste é que eles ficam acorrentados boa parte do tempo. Uma vez conhecida como a terra dos milhões de elefantes, Laos perdeu quase todos durante os bombardeios das guerras recentes, quando estes fugiram para a Tailândia, ou morreram. A maior parte dos restantes está em campos como esse. Continuando, fomos até a Kuang Si Falls, um dos principais atrativos de Luang Prabang. Há alguns restaurantes no lado da portaria do parque, onde almoçamos. Um prato padrão custa 30 mil kip. Kuang Si é uma série de quedas d'água e piscinas turquesas naturais de calcário. A água geladíssima ao menos refresca o calor infernal fora das sombras. Dentro do parque fica também um centro de resgate de ursos-lua, o relativamente pequeno urso negro asiático, ameaçado devido a extração de sua bile para fins medicinais. Pelas 15h já estávamos de volta, mas não fiz nada de diferente no resto do dia quente. Dia 32 Peguei um tuk-tuk até o aeroporto por 35 mil kip. Meu voo seguinte pela AirAsia saiu às 10 e meia da noite rumo a Osaka, no Japão. No entanto, precisei fazer uma conexão interminável em Kuala Lumpur até a noite. Aproveitei para botar a leitura em dia, lendo o livro Vagabonding. Continua em filipinas-mianmar-vietna-camboja-laos-japao-e-coreia-do-sul-50-dias-em-marco-abril-de-2017-parte-2-2-t143952.html Curtiram? Então não deixem de conferir outros relatos mais detalhados no meu blog: http://rediscoveringtheworld.com
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