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Encontrado 25 registros

  1. Gui_pádua

    Ubatuba

    Olá viajantes, me chamo Guilherme, e recentemente fiz uma viagem com o pessoal da faculdade (de Anápolis-GO para Ubatuba-SP) e gostaria de compartilhar com vocês o meu relato. A partida (De Anápolis-GO para Ubatuba-SP)- 13/11/2017. Estava animado com esta viagem, era a primeira vez que eu iria viajar sozinho, sem a presença dos meus pais, o que significava liberdade. O grupo era grande, alunos de todos os períodos de Ciências biológicas, mais ou menos umas 40 pessoas, além de 03 professores. O ônibus partiu de Anápolis tarde, lá pelas 23:00 horas, mas isso não importava, teríamos 05 dias na praia pra poder aproveitar e descansar... (Fotos: Josiel Araujo) E lá fomos nós... Com aquela empolgação que dura só no começo, mas até que resistimos! O grupo era formado por: Guilherme (Eu), Fabiane, Júlio, Thais, Matheus S., Ruggeri, Silvio, Sarah, João, Eloi e Isabela. Sentamos no fundo do ônibus e fomos conversando na maior parte do tempo, fazendo graça e contando historias. (Ruggeri descansando no chão) Estávamos loucos pra chegar em Minas. Eram dois motoristas, um era a cara do Severino (Cara, crachá), e pisava fundo, o ônibus não andava... voava! Fomos passando por varias cidadezinhas (Prof. Jamil, Morrinhos, Goiatuba), até chegarmos em Itumbiara. Chegamos em Itumbiara de madrugada por volta das 03:00 hrs, (não me lembro direito). A cidade é grande e parece bem desenvolvida, com um rio enorme fazendo a divisa dos estados. Chegamos em Minas Gerais! Ficou combinado de fazer uma parada de 04 em 04 horas, e pouco depois de chegar em Minas, paramos em um posto, não me lembro onde. Eu nunca tinha saído de Goiás. São Paulo, Minas parecia tão distante, e de repente lá estava eu, num posto em Minas Gerais seguindo um longo caminho ainda, a sensação de descoberta era demais! Tomamos um cafezinho, esticamos as pernas e seguimos viagem. Nesse posto conversei com um senhor andarilho, que vivia andando de cidade em cidade, ele me disse que foi abandonado pela mulher e os filhos, e que andava por ai sem rumo, ele me mostrou uma linha com um anzol e disse que pescava peixes pra comer e que iria partir logo depois pra outra cidade, por fim pediu uma moeda pra tomar uma cachacinha, Fabiane deu um biscoito, mas o que ele queria mesmo era uma dose. Seguimos viagem, passamos por uma cidadezinha pequena e tentei observar as diferenças com as cidadezinhas daqui, o relevo muda, porém o ar de cidade pacata é o mesmo, de madrugada é mais triste ainda. Fabiane foi minha companhia no ônibus - assim como na viagem inteira -. No caminho fui explicando pra ela onde fica Minas, ela insistia que Minas fica onde é o Mato grosso, enquanto eu explicava que não. - Minas fica aqui, aí é o Mato Grosso! - Não guizinho, Minas fica bem aqui, você tá errado. Ficamos nessa discussão durante uns 10 minutos, até eu perceber que ela estava de zoação comigo. Depois disso, o cansaço e o sono bateu, mas ainda assim fomos conversando, sobre a vida, filosofando, contando sonhos e histórias, era madrugada, todos no ônibus estavam dormindo, a lua estava no horizonte, bem grande e iluminava as árvores. Depois de um tempo, chegamos numa cidade bem estruturada e grande, onde descobrimos ser Uberlândia. Fiquei impressionado com Uberlândia, me pareceu uma cidade bem grande, não imaginava que a cidade era assim, esperava uma cidade do tamanho de Anápolis. Enfim... Depois de passar por Uberlândia, cochilei um pouco e acordei com os primeiros raios de sol, estava meio perdido sem saber onde estava, depois o pessoal acordou e ficamos conversando... estava com fome, Fabi me forneceu uma torradinha que matou minha fome! Passamos por Uberaba cruzamos o Rio Grande, e finalmente chegamos em São Paulo. (Matheus observando a paisagem) (Mata sua fome!) (Thais e Julio) (Ruggeri te seduzindo) - Qual será o nome desse rio? -Esse aí é...o Rio Grande. -Ihhh acertou, é mesmo! (Foto: Josiel Araujo) Chegamos em São Paulo! Chegamos em SP... por volta das 06:00 da manhã, e o Severino fez mais uma parada em um posto na primeira cidade, Igarapava. Tomamos um café, comemos alguma coisa e seguimos viagem, afinal, Ubatuba ainda estava longe e não podíamos perder tempo. De cara o que mais me chamou a atenção foram as plantações de cana de açúcar, por onde se olhava, só tinha cana, cana... e cana. Passamos por várias cidades, até chegar em Limeira por volta das 12:00 horas, onde paramos para almoçar. Fomos comer num restaurante de caminhoneiros, compramos a marmita e fomos comer do lado de fora (afinal, era mais barato e não podíamos gastar muita grana) a marmita era monstruosa, não consegui comer nem metade, mas era boa e o preço justo. Dali em diante o ônibus só pararia em Ubatuba. Seguimos viagem... Andamos muito, passamos por várias cidades, cochilava e acordava, conversava e cochilava de novo. Chegamos em São José dos Campos, que pareceu ser uma cidade bem bonita e tranquila. Ali já imaginava que estávamos perto de Ubatuba, e até que foi rápido, só mais algumas horas de viagem. A vegetação ia mudando e sentia que estávamos chegando. Depois de algumas horas e de passar por uma cidadezinha bem bonitinha (Paraibuna), tínhamos chegado na Serra (Rodovia dos Tamoios), e então uma das paisagens mais bonitas que eu já vi... (Foto nenhuma consegue captar a beleza desta paisagem.) Foto: Clistiane dos Anjos Chegamos em Ubatuba... ou quase.
  2. TheBigSpire

    4 dias em Paraty + 5 dias em Ubatuba?

    Prezados Mochileiros, Não conheço praticamente nada naquela região entre o norte de SP e o sul do RJ. Pretendo ir pra lá em dois meses e, como terei apenas 9 dias, pensei em ficar 4 dias em Paraty + 5 dias em Ubatuba. O que me dizem? Está de bom tamanho? Os lugares valem mesmo a visita? Muito obrigado!
  3. Andre Del Rio

    Camping em Ubatuba

    Galera gostaria de saber, se alguém conhece algum camping bem estruturado para virada de ano em Ubatuba, geralmente acampo rootz, mas por ser virada de ano prefiro algo com um pouco de segurança
  4. luan.dv

    Ubatuba

    Galera estou pensando em passar o carnaval em Ubatuba, alguém ja passou? Eu costumo ficar em hostels, mas dessa vez pretendo optar por uma pousada que tenha piscina, gostaria de alguma dica sobre local para ficar e o que eu poderia fazer por la no carnaval, penso que durante o dia eu ia ficar fazendo trilhas e conhecendo praias novas, mas não sei se la no carnaval tem algo a noite, algum tipo de festa ou onde ficam os bares (não conheço muito bem a região) aceito dicas! haha abraços
  5. Dificuldade: Fácil- Categoria 1 Distância: 8,9 km Altitude Máxima: 227 m Circular: A escolher Como chegar Ubatuba está situada no Litoral Norte de São Paulo – SP. Faz divisa ao norte com a cidade histórica de Paraty, no estado do Rio de Janeiro, e ao sul com Caraguatatuba (SP). Na parte oeste as divisas são com as cidades do Vale do Paraíba paulista, municípios de São Luis do Paraitinga e Natividade da Serra. Para quem vem de São Paulo, duas opções de estradas: 1- Rodovia Dutra ou Ayrton Senna/Carvalho Pinto até São José dos Campos, Rodovia dos Tamoios até Caragua e Rodovia Rio-Santos (sentido Rio de Janeiro) até Ubatuba. 2- Rodovia Dutra ou Ayrton Senna/Carvalho Pinto até Taubaté e Rodovia Osvaldo Cruz direto até Ubatuba. Saindo de Minas Gerais: 1- Rodovia Antonio Simões de Almeida (MG-173) até Paraisopólis, a seguir pela (SP-123) até Taubaté e a partir daí Rodovia Oswaldo Cruz (SP-125) até Ubatuba. 2- Rodovia dos Bandeirantes (MG-158) até Cruzeiro, a seguir pela Presidente Dutra (BR-116) até Taubaté e a partir daí Rodovia Oswaldo Cruz (SP-125) até Ubatuba. Para chegar em Ubatuba saindo do Rio de Janeiro, a melhor opção é a Rodovia Rio-Santos, direto do Rio a Ubatuba. A trilha começa na Praia da Lagoinha, para chegar até a praia é necessário entrar pelo condomínio que fica a margem da Rio-Santos, para deixar o carro é necessário pagar a zona azul. A Trilha Essa é uma trilha bem tranquila, ideal para iniciantes e garante um belo passeio pelo litoral. Ela começa na Praia do Oeste e passa pela praia do Peres, Praia do Bonete, Praia Grande Bonete, Praia Deserta, Praia do Cedro e praia da Fortaleza. Fizemos essa travessia no carnaval dia 02/03/2014, não recomendo faze-la em datas festivas onde o litoral esta cheio, a trilha acaba ficando com bastante turista o que tira um pouco a graça das "praias desertas" Quem me acompanhou dessa vez foram meu pai, minha mãe, minha esposa e meu amigo João Paulo, essa foi a primeira trilha da minha mãe e da minha esposa. Iniciamos nossa caminhada na praia da Lagoinha, para achar o inicio da trilha não tem segredo, ela começa no lado esquerdo da praia, logo após o rio(nos falaram que atravessaríamos com água até na cintura, mas dessa vez não cobriu nem a canela), o começo da trilha é uma caminha tranquila com muitas arvores, ainda com casas do lado esquerdo e com a maior quantidade de turistas devido a ser o caminho para algumas praias que só se chega de barco ou pela trilha. Aproveite para apreciar a bela vista do mar do lado direito da trilha. A caminhada até a praia da Bonete leva em torno de 1 hora com uma caminhada tranquila e parando para tirar fotos e apreciar a paisagem, as praias até lá tem uma infraestrutura simples, a praia do Perez já possui quiosque, na praia do Bonete existem uma infraestrutura melhor com quiosques, algumas casas e fica com bastante turista, aproveite para descansar até seguir caminho para a praia do cedro, desse ponto para frente a trilha já fica um pouco mais fechadas, com a primeira subida e já praticamente sem turistas. Para continuar a trilha vá até o canto esquerdo da praia, mas não siga a trilha que passa ao lado direito da casa vermelha, você precisa ir margeando a mureta do lado esquerdo da casa e entrar em uma pequena trilha entre as duas casas, dali para a frente começa primeira subida, ao final da subida vai existir um "cruzamento" com trilha para a esquerda e direita, continue em frente. A subida judia um pouco mas o visual do topo compensa, ao final da subida a praia Deserta e a praia do Cedro se encontram a esquerda, são duas praias separadas apenas por uma pedra. A Praia do Cedro é onde geralmente o pessoal acampa, a trilha para a praia da fortaleza fica mais ou menos no meio da praia, é uma subida com um trecho um pouco ainda mais fechado, dali até a praia da Fortaleza restam mais ou menos 40 minutos caminhando tranquilo. Após o final da subida, caminhando mais alguns minutos já é possível avistar a ponta da praia da Fortaleza. Após avistar a ponta faltam poucos minutos de descida, quando estiver praticamente no nível do mar haverá uma bifurcação na trilha, a trilha da direita leva até a ponta da praia da Fortaleza, a trilha da esquerda leva até a praia da Fortaleza, se decidir ir até a ponta deverá depois voltar e continuar a trilha da esquerda. A praia da Fortaleza já é uma praia bem "populosa" com muitos barcos e lanchas ancoradas, barzinhos e tudo mais. Daqui você tem três opções, voltar a trilha a pé até a praia da Lagoinha, pegar um ônibus e voltar pela Rio-Santos ou pegar um barco, nós escolhemos voltar de barco, a viagem dura pouco menos de 20 minutos e nos custou R$150 para 5 pessoas. Essa é uma trilha que agrada a todos, quem nunca vez consegue faze-la sem maiores problemas e quem já tem experiencia pode curtir a beleza do litoral norte, só aconselho realmente não faze-la em feriados na alta temporada para poder curtir mais as praias, no passado a trilha se chamava "7 praias desertas", hoje já não são tão desertas assim e durante os feriados menos desertas ainda. Bônus Vídeo gravado na volta de barco até a praia da Lagoinha.
  6. Lia Rodrigues

    Trilha 7 praias

    Alguem poderia me ajudar? Vamos fazer a trilha 7 praias, vamos de carro com mais 2 amigos, como podemos fazer para fazer a trilha e depois voltar pegar o carro, alguem ja fez essa trilha? Vamos ficar em camping, alguma sugestao? Agradeço pela ajuda
  7. Cachoeira da Escada - Ubatuba Informações recentes: Refiz essa trilha em 25/12/2013 e verifiquei que ela está perfeita, com duas ou três árvores caídas apenas, facilmente contornáveis. O único problema é que faltando 400m para chegar à Praia do Caxadaço o campo de samambaias cresceu a tal ponto que soterrou a trilha, fazendo-a desaparecer. Se alguém reabrir o caminho ali com um facão na direção certa, em 60m reencontra a marca da trilha no chão. Eu optei por descer ao riacho à esquerda, andei um pouco por suas pedras e encontrei uma trilha na margem que me levou a uma trilha principal que se dirige a uma casa à esquerda e à praia à direita. Não fosse esse problema, teria completado a travessia em 4 horas, da Cachoeira da Escada à Praia do Caxadaço. Dessa vez encontrei seca a única fonte de água que há no meio do caminho, portanto água fácil só no riacho que citei acima, já no finalzinho. As fotos estão em http://lrafael.multiply.com/photos/album/141/Travessia-Camburi-Trindade-SPRJ-dez12. O tracklog está em http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=3860399. A famosa travessia Camburi-Trindade para mim perdeu a aura de difícil, fechada e perrengosa. Na verdade mostrou-se uma trilha muito fácil e tranquila, desde que se tome o lado certo nas bifurcações. Ao contrário do que eu esperava, saí dela quase sem nenhum arranhão, já que não há vegetação obstruindo o caminho. Consegui encontrar o início dessa travessia graças ao relato do Rodrigo (aqui no Mochileiros) e daí em diante não sabia o que ia enfrentar e se ia conseguir completá-la, dados os relatos de vara-mato e trilha confusa, desde o mais antigo deles (2003) até o mais recente (2011). Mas o que encontrei foi um passeio na mata, literalmente. Passeio que dá para fazer em 5 horas a partir do início da trilha (ou 5h30 a partir da Cachoeira da Escada). Só é preciso atentar para a escassez de água do percurso. Peguei o ônibus "Divisa de Ubatuba" às 7h10 em Paraty e saltei no ponto final, em frente à Cachoeira da Escada, na rodovia Rio-Santos, às 7h46. Exatamente ali desce a estrada de asfalto e terra para a Praia de Camburi, a última do estado de São Paulo. Tirei algumas fotos da cachoeira e comecei a descida em direção à praia atento ao nome das ruas. Desci apenas 1,6km e (bem antes de chegar à praia) entrei na Rua Vitória Felipe dos Santos Soares, à esquerda. Havia dois moradores na esquina e só para comprovar o que todos dizem, perguntei a eles sobre a trilha para Trindade. A resposta foi a esperada: ninguém consegue, todos se perdem e voltam, ninguém consegue passar de tal ponto, blá blá blá. Mas com um guia local tudo é possível. Sim, pois os moradores do Camburi são ungidos de um poder que ninguém mais tem de encontrar caminhos misteriosos na mata. Além disso, são protegidos por entidades que não os deixam ser devorados pelas onças que habitam o local. Todas essas bobagens tive de ouvir. Grandes árvores Nem perguntei a eles onde ficava o início da trilha pois deviam me mandar para algum lugar errado para eu desistir também. Entrei na tal Rua Vitória Felipe dos Santos Soares, cruzei uma ponte com convidativos poços para banho e na subida passei por uma placa de "propriedade particular - proibida a entrada de pessoas não autorizadas". Apenas 130m depois da ponte notei uma trilha larga subindo à direita, mas na dúvida resolvi explorar mais à frente. Atenção: é exatamente aí que se deve subir, nessa trilha larga subindo à direita. Mas eu continuei em frente e encontrei algumas casas, onde uma moradora não sabia informar nada de nada. A trilha continuava atrás da casa dela e descia a um riacho, que cruzei e subi, subi, indo parar na estrada de acesso à praia, a mesma pela qual comecei a caminhada. Esse caminho pode portanto servir de atalho (mas tem o inconveniente de passar literalmente na porta de uma casa). Voltei àquela "trilha larga subindo à direita", agora à esquerda, e subi até o topo (nem 100m), onde há uma clareira e uma trilha que se enfia no mato à esquerda. Mas só a observei e continuei em frente. Desci na direção de algumas casas e bati palma. Fui atendido pelo Ednaldo, um rapaz muito prestativo que me indicou o início da trilha, que era justamente ali atrás, junto à clareira do topo, uns 70m antes da casa dele. Ele me disse que a trilha estava boa até um local chamado de "laminha", depois não sabia informar. Já alertado sobre a presença de peçonhentas, calcei as perneiras e comecei a travessia enfim às 9h34 (113m de altitude). Em 6 minutos encontrei uma clareira onde caberiam umas cinco barracas. A trilha continua à direita dessa clareira. Às 9h46 ela entroncou em outra trilha que vinha da esquerda, o que não causa nenhuma dúvida na ida, mas pode confundir na volta. Mais 6 minutos e subi uma pedra-mirante do lado esquerdo para fotos das montanhas. Da trilha, algumas aberturas na mata proporcionaram as últimas vistas da Praia de Camburi, lindamente iluminada pelo sol daquela manhã. Praia de Camburi - Ubatuba Às 10h11, topei com a primeira das bifurcações citadas nos relatos que li - fui para a esquerda e encontrei um trechinho de lama, que deve ser a laminha que o Ednaldo citou. Ele também disse que dali haveria uma trilha alternativa para o Camburi, mas não a encontrei. Às 10h34, logo após um laguinho raso à esquerda, uma bifurcação crucial, muita atenção a ela. Indo direto ao ponto: o caminho certo é para a esquerda. Mas eu descobri isso depois de várias tentativas e erros. Para ter certeza desse local, há uma seta gravada no tronco de uma árvore próxima, é só procurar com atenção. A altitude é de 310m nesse ponto. Nessa bifurcação, os relatos me deixaram em dúvida e eu escolhi a direita (sudeste). Dei alguns passos e topei com outra bifurcação, essa mais discreta. Dúvida de novo. Fui para a esquerda e encontrei marcas de facão, o que me animou. Mas a alegria durou pouco pois a trilha sumiu. Voltei e fui para a direita na última bifurcação. A trilha, inicialmente meio fechada, começou a descer e topei com uma grande árvore caída, que contornei pela esquerda. A trilha continuou bem batida, mas não gostei da direção que estava tomando (sul), diretamente em direção ao mar. Quando comecei a ouvir o barulho da arrebentação e vi que ia descer quase 300m de desnível até o mar, resolvi voltar. Foi uma decisão acertada pois encontrei um caminho ótimo depois, porém esse pode até ser outro acesso para Trindade, algo a ser conferido num futuro próximo. Subi de volta à bifurcação "crucial" e tentei a última alternativa: para a esquerda (nordeste). Já eram 12h16. Daí em diante foi uma boa subida, mas a trilha se manteve sempre muito nítida e completamente desimpedida. Apenas bambuzinhos e plantas espinhentas que se projetavam no caminho exigiam cuidado para não se cortar ou ralar os braços e mãos. Às 12h53 uma concentração de folhas de bambu no chão embaralhava um pouco o caminho, mas nada complicado. Às 13h28 finalmente encontrei água e parei para um lanche. Marco de concreto da divisa de estados Pouco depois da pausa para o lanche, atingi o ponto mais alto da travessia, a 416m de altitude, e às 14h40 alcancei o marco de concreto da divisa de estados, me dando a certeza de que estava no caminho certo (277m de altitude). O marco está sendo engolido pelo terrível bambuzal citado nos relatos, mas consegui passar e continuar sem problema já que a trilha segue bem batida à direita dele, ainda livre do bambuzal. Desci muito e às 15h30 topei com uma bifurcação perto de um riacho. Deveria prosseguir à direita, porém as mangueiras pretas ao longo da trilha denunciavam a captação de água mais acima e as segui, indo para a esquerda e parando no riacho para descanso e mastigar algo. Saí do riacho às 15h58 e foi só descer pela trilha acompanhando a água e suas bonitas quedas (do lado esquerdo) para chegar ao ponto final da travessia, nos fundos do Camping das Bromélias, na Praia do Caxadaço, às 16h14. Ainda deu tempo de curtir a piscina natural do Caxadaço, alcançada por uma trilha de 500m a partir do canto direito da praia. Com os perdidos, levei o dia todo para fazer essa travessia, mas sabendo o caminho correto poderia fazê-la novamente em 5h30, contando desde a Cachoeira da Escada, na rodovia Rio-Santos, até a Praia do Caxadaço, em Trindade. Distância de 7,5km. Agradeço ao Rodrigo, como já disse, e ao Thunder por disponibilizar as coordenadas do marco de concreto da divisa, que foi o meu norte. As onças da mata que iriam me almoçar... bem, essas não quiseram dar o ar da graça, talvez pelo calor terrível que fazia. Quem sabe na próxima... Piscina natural do Caxadaço - Trindade Informações adicionais: Horários de ônibus: . Paraty-Divisa de Ubatuba: seg a sáb - 5h30, 7h10, 9h50, 12h30, 14h10, 15h15, 16h40, 18h10, 20h50 dom - 7h, 9h50, 12h30, 15h15, 18h10 . Paraty-Trindade: diariamente - 5h20, de hora em hora das 6h até 19h, 20h30, 22h30 . Trindade-Paraty: diariamente - de hora em hora das 6h até 19h, 19h40, 21h15, 23h15 Cartas topográficas: . Picinguaba - http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/mapas/GEBIS%20-%20RJ/SF-23-Z-C-I-3.jpg . Juatinga - http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/mapas/GEBIS%20-%20RJ/SF-23-Z-C-I-4.jpg Rafael Santiago dezembro/2012 Trilha marcada na imagem do Google Earth
  8. Viagem com os Pets - Rumo à Paraty-RJ Há muito tempo venho tentando convencer minha mãe e meu padrasto a viajarem, mas os dois nunca aceitavam minhas investidas! Até que um belo dia de agosto desse ano, minha mãe esboçou uma possibilidade... Então, de uma semana para outra, resolvemos partir para mais uma aventura, e dessa vez, teríamos bastante companhia!!! Decidimos que seria uma boa escolha levá-los para Paraty, no Rio de Janeiro, que dispensa comentários, agrandando a todos os gostos. 13/08/2015 – 1º DIA Depois de muita correria para acertarmos tudo que tínhamos que providenciar, partimos rumo ao Rio de Janeiro, às 22:30 horas do dia 13/08/2015. Mas não fomos só nós quatro! Minha avó também nos acompanhou, e além dela, mais duas figurinhas foram com a gente: Amy e Raick, nossos fiéis cãopanheiros!! Fomos então em cinco, meio apertadinhos nos bancos (claro), e os dois foram nas caixinhas para transporte, no porta-malas. No início, foi só chororô, mas com o tempo, Amy dormiu, e só acordava quando parávamos. Raick, no entanto, chorou a viagem toda, chegou a fugir da caixinha e machucou até o olho de tanto desespero... kkkk. Fizemos várias paradas para que eles pudessem fazer suas necessidades e darem uma esticadinha, cheirar o mundo, etc... 14/08/2015 – 2º DIA Alan. Chegamos à capital fluminense por volta das 08:30 do dia 14/08. Estávamos cansados, pois a viagem foi um pouco desgastante - especialmente quando pegamos um engarrafamento sinistro na ponte Rio-Niterói, daqueles para nunca mais se reclamar do trânsito de Vitória. A ideia era fazermos durante o dia alguns passeios clichês, como visitar o Cristo Redentor, Bondinho, Maracanã, Zoológico, etc... Devido ao cansaço do pessoal, sobretudo dos que foram apertados no banco de trás e também nosso, que dirigimos cerca de 10 horas durante a noite, parte desse roteiro sofreu modificações. Bem, estávamos com dois amiguinhos caninos e alguns desses passeios se tornariam inviáveis com eles. Sendo assim, previamente, havíamos contratado o serviço de Pet Sitter com um casal, a Malu e o Lucas, no qual recomendamos tranquilamente. Marcamos com eles no entorno da Arena Maracanã. O Lucas nos recebeu e disse que o local onde ficariam era em Jacarepaguá, há 40 min de ônibus dali. Como ele teria que levar duas caixinhas de transporte, imaginamos que não seria agradável ou tranquilo e propusemos levá-lo de carro até la. Aproveitamos o caminho para apreciarmos a beleza da cidade. Na volta, encontramos com a Cristina e a dona Dulce (que haviam ficado nas proximidades do Maracanã, para que levássemos o Lucas de carro até Jacarepaguá) e então partimos, finalmente, para nosso primeiro passeio: O Jardim Zoológico RioZoo, localizado no bairro São Cristóvão, no Parque da Quinta da Boa Vista. Já havíamos visitado o Zoo em outra oportunidade e quisemos levar o pessoal para conhecê-lo. Atualmente mais caro, o Zoológico não nos causou o encantamento da outra visita, não pelo preço, mas pelas condições... Soubemos de alguns animais que tinham morrido, outros estavam doentes e alguns nitidamente tristes. Já comentei o que penso sobre Zoos, quando visitamos o Zoo Park da Montanha, em Marechal Floriano, nosso estado. No caso do ZooRio, sentimos um aperto no coração, em determinados momentos... Não se pode negar que o local explora demais o turismo, vendendo produtos de diversos tipos, fotos logo na entrada, pratinhos, pelúcias e tudo o mais. Mas, sobretudo para crianças, é diversão garantida. Há muita variedade de animais, o local é bem estruturado e grande, contando com área de lazer, banheiros, lojas e restaurantes. É possível visitar diversas alas, como a dos primatas, grandes felinos, aves, répteis, dentre outros... São diversos exemplares de espécimes de todos os cantos do mundo, de toda sorte de ecossistemas. Todos são fascinantes... Após a visitação, aproveitamos para almoçar ali mesmo, no restaurante do Zoo. De barriga cheia e ainda cansados pela viagem, o melhor cenário seria caçar um local para dormir... Mas não, juntamos as coisas e partimos para nosso próximo destino: O Cristo Redentor. Não há símbolo ou cartão-postal mais famoso que o Cristo Redentor, "de braços abertos sobre a Guanabara"... Nunca havíamos subido até o alto do Corcovado para conhecê-lo e seria essa a oportunidade tão esperada. Percorremos a Cidade Maravilhosa, enfrentando o caótico trânsito metropolitano e contemplando as belezas cariocas... Passamos pela Lagoa Rodrigo de Freitas, cruzamos o famoso Túnel Rebouças e seguimos para a subida até o alto do Corcovado. Estacionamos o carro ali e compramos os bilhetes de Van, em frente ao hotel Paineiras. As Vans saem a todo momento e mesmo em baixa temporada, era possível avistar diversos turistas, brasileiros ou não, perambulando pra lá e pra cá. Na verdade, não existe baixa temporada para turismo no Rio de Janeiro. Na subida, após o desembarque da Van, enfrentamos uma pequena fila e pegamos o elevador, que se seguiu por uma escada rolante, para então, finalmente, alcançarmos o topo, onde situa-se o monumento. O espaço lá em cima é extremamente disputado... impossível não esbarrar em alguém ou atrapalhar alguns dos milhares de selfies... Eventualmente você poderá ser xingado em espanhol, inglês ou mandarim também. Existem até monitores que pedem em três idiomas para o povo ceder espaço na escada, onde as pessoas se amontoam em busca da foto perfeita (e clichê também). O Cristo Redentor é realmente magnífico, figurando como um dos monumentos mais interessantes do mundo. Mas convenhamos que somos bombardeados o tempo todo com sua imagem nos veículos de comunicação, o que faz com que não nos surpreendamos tanto assim ao avistá-lo de perto. De fato, o ponto forte dessa visita é a contemplação da Cidade Maravilhosa, sendo possível observar pontos importantes da capital, como a Lagoa Rodrigo de Freitas, o Pão de Açúcar e até mesmo o imponente Maracanã. Dali, em meio ao congestionamento de turistas, fomos presenteados com uma vista estonteante da metrópole carioca. Inesquecível e recompensador! Após a visita, descemos rumo ao pátio, onde uma fila de Vans já aguardava os turistas. Vale ressaltar que os motoristas dessas vans são realmente bem treinados, pois o percurso é íngreme, repleto de curvas e a estrada é estreita, servindo para subida e descida. Ou seja, os caras fazem manobras bem loucas, dividindo espaço com outros motoristas igualmente loucos. Fomos até o carro e seguimos o caminho de volta, sendo que passaríamos novamente em Jacarepaguá, para pegarmos nossos parceiros peludos. Lá, após os agradecimentos, as desculpas pelo comportamento inadequado de nossos filhos caninos e as despedidas, partimos da capital fluminense, finalmente. O cansaço era tanto que o pessoal não animou de ir turistar em outros pontos marcantes da cidade... Então fomos, rumo ao sul do estado! Saímos do centro do Rio mais ou menos às 17:00 e rumamos para Volta Redonda, num desvio meio louco com o objetivo de pegarmos a chave da casa que alugamos em Paraty, nosso principal destino na viagem. Após pegarmos (novamente) um trânsito pesadíssimo, na saída da capital, chegamos na famosa Cidade do Aço, às 21:30. Pegamos a bendita chave, pagamos uma parte do aluguel e sem demora voltamos à estrada, novamente. Dali em diante o percurso foi tranquilo, sem engarrafamentos (nós merecíamos, depois de tudo né?!)... Chegamos a Vila Residencial de Mambucaba, em Paraty, depois de meia noite. Por tratar-se de um local bem pacato, às margens da Rod. Governador Mário Covas (BR-101), na altura do km 537 , e já estando bem escuro, ficamos meio perdidos em achar a casa. Depois de algumas idas e vindas nas estradas de chão, finalmente achamos o local. A surpresa não foi boa. O local não tinha muro e já nos preocupamos de cara em relação aos cães ficarem soltos... A casa também não estava conservada, com problemas na rede elétrica e certa sujeira. Mas todos estavam tão cansados que rapidamente ajeitamos as coisas e capotamos, inclusive os dogs, para só no outro dia decidirmos o que fazer. 15/08/2015 – 3º DIA Depois de uma bela noite de sono e com energia renovada, ajeitamos as coisas e logo cedo partimos para o centro de Paraty, onde tomaríamos o café da manhã. Após o desjejum, rumamos para o cais da cidade com o intuito de conseguirmos um passeio de barco que aceitasse levar os cachorros... Opções de embarcações é que não faltam, cada um com seu estilo, capacidade de transporte, etc. Por sorte, conseguimos um passeio em um barco estilo familiar, que foi reservado apenas para nós (que chique, né?!) e que aceitava transportar nossos amiguinhos... Detalhe: pela quantidade de horas que marcamos, o preço saiu em conta, dentro do planejado. Perfeito!! O barco reservado foi o "Bendecido por Dios", do marinheiro Budi (9-9981-6052), no qual indicamos pela qualidade do serviço oferecido. Saímos do cais lá pelas 10:30 e o passeio duraria cerca de 5 horas, ou seja, a previsão é que voltássemos por volta de 15:30. Nossa primeira parada foi na Praia de Jurumirim, onde soltamos Amy e Raik para correr pela areia, enquanto tomávamos um banho... Dali partimos para a Praia da Lula. No caminho é possível contemplar a beleza das ilhas, animais marinhos, a belíssima cor do mar, sentir o vento no rosto... uma sensação ímpar. Conversando com o marinheiro, soubemos que diversas ilhas dali são privadas, pertencendo, inclusive, à grandes empresários de marcas multinacionais famosas no Brasil. Fiquei matutando sobre o fato de uma pessoa possuir uma ilha inteira só pra ela... De fato, a desigualdade é uma das características mais cruéis em nosso país. Seguimos em frente, com destino incerto e ansiosos para a próxima beleza que avistaríamos... Ficamos meio receosos de como seria a reação dos cachorros, afinal tratava-se de uma nova experiência para eles. Mas deu tudo certo e nossos amiguinhos se comportaram super bem, aproveitando para ganhar um ventinho fresco nos pelos... Depois da Praia da Lula, fizemos nossa primeira parada para mergulho. Eu estava ansioso para mergulhar em um local mais fundo, com águas frias e claras. Pulei ao mar junto com Marcelo e nos refrescamos durante um tempinho, em volta do barco! Dali fomos para a Praia do Baré, onde aproveitamos para tomar mais banho de mar e descansar um pouco em baixo de umas árvores localizadas em frente a uma propriedade privada, no qual nosso guia tratou de pedir que não entrássemos lá... Lá por volta de 13:00 partimos para um restaurante, em uma das ilhas, para almoçarmos. O local só é acessível de barco, possuindo um píer para que chegássemos até o estabelecimento. Por sinal, trata-se de um lugar muito agradável e aconchegante. Ali comemos porção de Lula à dorê, iscas de peixe, arroz, salada... Humm.. Delícia!! O visual dali é incrível! Saímos dali de barriga cheia e partimos para a próxima parada, na Ilha do Mantimento... Após mais um pouco de banho de mar, rumamos para nosso último destino no passeio: a Praia do Bom Jardim, sem dúvidas uma das mais belas, senão a mais bela de todo o trajeto. Aproveitamos para nos refrescar novamente e contemplar a beleza dessa praia deserta, repleta de mata preservada e com um casarão ao fundo, indicando que é particular. Amy e Raick ficaram no barco dessa vez, para que não se molhassem, já que seria nossa última parada e ninguém queria cheiro de cachorro molhado na volta... kkkk Como combinado, voltamos ao pier por volta das 15:30... Nem precisa dizer como o passeio foi magnífico... Cristina, dona Dulce e Marcelo, que ainda não tinham feito esse tipo de entretenimento, gostaram muito e prometeram voltar com o resto da galera... Voltamos ao centro histórico de Paraty e a ideia era comprarmos comida, mantimentos e algumas coisinhas úteis para nossa volta para a "casa", na Prainha de Mambucaba. Enquanto andávamos pela cidade, em busca de um supermercado ou peixaria (que são facilmente encontradas, por sinal), aproveitamos para turistar, tirar algumas fotos e ver o movimento. Amy aproveitou para latir para alguns cidadãos, é claro. O calçamento com pedras irregulares das ruas de Paraty, conhecido como Pé-de-Moleque, é resultado de um passado econômico associado aos ciclos do ouro e do café, que contribuíram para o desenvolvimento da região. Essa característica acaba por gerar um ar rústico, tornando-se uma das marcas registradas da cidade. Outro fato importante e super interessante é o sistema de alagamento pelas marés. Sim, em Paraty, também apelidada de "Veneza Brasileira", houve um planejamento para que o seu centro histórico pudesse receber a maré, o que resulta numa espécie de limpeza natural das ruas. O centro histórico de Paraty é muito interessante. De arquitetura marcante, repleto de igrejas e construções em estilo colonial. Um exemplo importante é a Igreja de Santa Rita, de influência jesuítica e figurando como o principal cartão postal da cidade. Voltamos para a Prainha de Mambucaba por volta das 17:00. Jantamos, ajeitamos a casa, descansamos um pouco para então voltarmos ao centro de Paraty. Já que visitaríamos novamente o centro, porém à noite, deixamos os cachorros em casa (dentro da casa, aliás, já que não havia muros... ) juntamente com a dona Dulce, que preferiu ficar para descansar depois de um dia agitado. A vida noturna em Paraty é bem agitada, talvez até mais movimentada que durante o dia. Centenas de turistas transitam pelas ruas, sejam em busca de atrações culturais, como artistas que são facilmente encontrados, seja em busca de barzinhos, dentre outras coisas. Um fato, digamos que negativo, foi o apagão que na ocasião deixou a cidade num breu total, enquanto transitávamos. Não nos sentimos tão inseguros por isso, mas de fato foi desagradável, devido à demora no retorno da energia e o prejuízo para nosso passeio. Depois de umas voltas, algumas pequenas comprinhas e uns lanchinhos, voltamos para casa, para dormirmos e recarregarmos energia para o próximo dia. 16/08/2015 – 4º DIA No domingo de manhã, ajeitamos as coisas e nos preparamos para mais um passeio. Dessa vez o objetivo era atravessar a fronteira do Rio de Janeiro, com destino a São Paulo, rumo ao Aquário de Ubatuba. Novamente tivemos que deixar os cães em casa para então partirmos, por volta das 09:20. O trajeto é muito bonito, com estrada bem pavimentada e trânsito tranquilo, combinado com um visual exuberante da Mata Atlântica, margeando um litoral de cor azul turquesa subindo e descendo a Serra do Mar. A cidade de Ubatuba, no litoral norte de São Paulo, é repleta de boas atrações, sobretudo belas praias, para todos os gostos. Além disso, é possível fazer passeios de escuna, semelhantes ao que fizemos em Paraty, visitando diversas ilhas, praticando mergulho, etc. Na parte urbana, por exemplo, encontra-se a Praia de Itaguá, com calçadão perfeito para uma caminhada tranquila com a família, além de ser margeada por quiosques, restaurantes chiques, bares, etc. Infelizmente, ainda que bela, é imprópria para banho. Uma grande opção da cidade, que nos fez visitá-la inclusive, é o Aquário de Ubatuba. Situa-se nas proximidades da foz do Rio Tavares, na rua Guarani, mais famosa do local, em frente à praia de Itaguá. Em nossa opinião, o local, embora muito interessante, é meio caro. Mas como fomos à cidade com o objetivo de visitar o Aquário, acabamos pagando, mesmo com uma pitada de reclamação, rsrs. O estabelecimento foi fundado em 1996, a partir de uma iniciativa privada de um grupo de oceanólogos interessados em divulgar conhecimento a cerca da importância da preservação do meio ambiente marinho e a riqueza de sua biodiversidade. O aquário, de fato, é muito interessante. Assim que cruzamos a roleta e adentramos no percurso que leva aos diferentes tanques, já fomos ambientados com uma musiquinha marinha de fundo. Lá dentro é possível visualizar, além, obviamente, dos próprios animais, quadros informativos relacionados aos diferentes ecossistemas aquáticos. Ainda assim, o mais divertido de tudo é poder presenciar a diversidade de espécies, desde moluscos, crustáceos, variedades de peixes, anfíbios, e até mesmo cavalos-marinhos, tubarões, arraias, jacarés e pinguins, etc. Em cada stand, era possível obter informações sobre a espécie, o seu habitat, e conhecimentos diversos. Um fato interessante é que o local foi o primeiro a montar um Aquário de Águas-Vivas no Brasil. Muito bacana! Além disso, o Aquário é pioneiro ao introduzir o conceito de tanque de toque, onde podemos, de fato, encostar em algumas espécies - após higienizar as mãos e com acompanhamento de um responsável, é claro. Na ocasião pudemos tocar em algumas estrelas-do-mar e pasmem, em ouriços-do-mar!!! O local que mais atraiu a atenção do público, especialmente as crianças, foi o tanque dos Pinguins-de-Magalhães. Ali, além de podermos visualizar o balé desses animais magníficos que nadavam para lá para cá, em sincronia, foi possível aprender um pouco sobre as diferentes espécies e até mesmo quebrar alguns mitos (o principal deles é achar que essas aves adorariam viver dentro de nosso freezer). O momento mais agitado foi quando as tratadoras convidaram algumas crianças para ajudar na alimentação dos pinguins, jogando peixinhos para eles. Foi uma euforia só - por parte da gurizada e dos animais, é claro! Outro local muito maneiro é o tanque dos tubarões e arraias! Trata-se de um dos maiores tanques marinhos do Brasil, com 80 mil litros d'água. Ali é possível observar exemplares de Tubarões-Lixa, Tubarão Mangona e Raias Ticonha. Finalizando nosso passeio, entramos no Museu da Vida Marinha. Ali é possível conhecer um pouco mais sobre os ecossistemas e espécies aquáticas através de cartazes informativos, fósseis, ossos, réplicas, exemplares taxidermizados, etc. Além disso, é possível observar espécies de animais que foram mortos devido à poluição, emissão de lixo em ambientes marinhos e toda ação irresponsável por parte da sociedade. Aula de conscientização ambiental na prática. Visitar o Aquário de Ubatuba foi uma experiência muito bacana, tanto pela visualização de espécies aquáticas, quanto pelo conhecimento adquirido em relação aos ecossistemas marinhos e a necessidade de preservação. Recomendamos! Saindo dali, decidimos parar para almoçar perto da orla. Ledo engano! O local é muito agradável, confortável, bonito e tudo o mais... Mas quando pegamos o menu, já cheios de fome, eis a surpresa: Preços exorbitantes! Ficamos com vergonha de sairmos sem comer nada e pedimos uma casquinha de camarão - que por sinal custou o olho da cara! kkkk... Ainda assim, valeu a pena! Experimentamos algo novo e o atendimento foi bacana. A dona do estabelecimento reconheceu nosso sotaque e logo disse que conhecia algumas regiões de nosso estado, e que inclusive compra alguns produtos para o restaurante em terras capixabas. Saímos dali (com a intenção de almoçar de verdade quando chegássemos em casa, rsrs) e voltamos direto para a Prainha de Mambucaba, para reencontramos nossos amigos caninos! Antes, passamos no centro de Paraty com a intenção de comprar algumas coisas para o almoço, mas os estabelecimentos estavam fechados (era domingo, afinal). Então voltamos para a casa, recebemos a festa de Amy e Raick, almoçamos e aproveitamos para descansar um pouco. De tardinha, fomos até a Praia de Mambucaba e levamos os cachorros para dar uma corridinha na areia... Aproveitei para tomar banho de mar. Ficamos pouco tempo, tomamos um sorvete nas redondezas e voltamos para a última noite de sono, pois no dia seguinte partiríamos de volta para nossa terra! 17/08/2015 – 5º DIA Combinamos de acordar bem cedinho, para curtirmos o nascer do Sol e aproveitar bem os as últimas horas de nossa viagem. A experiência de observar o Sol surgindo no horizonte é sempre marcante. Nessa ocasião, então, foi perfeita a sensação. Voltamos para a casa, ajeitamos as coisas e por volta das 09:00 partimos. Pegamos o caminho rumo à Volta Redonda, onde devolveríamos a chave do imóvel e pagaríamos a última parte do aluguel, para só então irmos de fato para o Espírito Santo. Saindo de Volta Redonda, decidimos pegar um caminho que não passasse pela capital carioca, com o intuito claro de fugirmos do trânsito caótico da metrópole. Passamos pelo Oeste do Rio de Janeiro, margeando a divisa com Minas Gerais. Almoçamos uns pratos feitos em um restaurante simples, em Vassouras-RJ, e com as barrigas realmente cheias, seguimos, passando por Três Rios-RJ e Sapucaia-RJ, tudo isso contornando o importante Rio Paraíba do Sul. A ideia era ao menos cruzarmos a fronteira com Minas Gerais, uma vez que Marcelo nunca tinha visitado o estado. Paramos numa lanchonete à beira da estrada, em Estrela Dalva-MG para que os cachorros pudessem dar uma relaxada e para que comêssemos alguma coisa. No caso, lanchamos pão com linguiça, refri, café, água, etc. Dali seguimos estrada e só fomos parar novamente num posto de combustível, em Bom Jesus do Norte-ES. Esticamos as pernas, os dogs passearam um pouco e então fomos em frente. Já era noite e fizemos a última parada em Guarapari-ES, para depois seguirmos viagem definitivamente. Chegamos em Serra-ES por volta das 22:00, bem cansados, é claro. Deixamos o pessoal em seus respectivos lares e fomos direto para casa. Nem ajeitamos nada, tomamos banho e cama! Apenas no outro dia haveria tempo para recordar como foi proveitosa a viagem e já começar a sentir aquele gostinho de quero mais. Para ver mais fotos, informações e outras viagens, clique nos links abaixo: http://estradaseuvou.com.br/ - Endereço do site. https://www.facebook.com/estradaeuvou?ref=aymt_homepage_panel - Facebook http://estradaseuvou.com.br/?page_id=1701 - Passeio ao Rio com os Pets. http://estradaseuvou.com.br/?page_id=303 - Viagem Pela América do Sul. http://estradaseuvou.com.br/?page_id=428 - Caparaó.
  9. pepone

    Ubatuba - Perguntas e Respostas

    []SAUDAÇÕES MOCHILEIROS... Ai, tive vendo um tópico aqui, que dizia que no litoral norte(UBATUBA) tem bastante campig,albergs enfim opções baratas para se hospedar...ai não conheço nenhum. Quero passar a virada pra lá,mas to sem grana queria uma opção bem barata como estas,mas já queria descer com algum contato pelo menos,virada de ano é foda né,será q alguêm pode me ajudar,po vi uns camping em Itamambuca,mas é muito caro meu,alêm de ser longe do centro. Tenho prefêrencia que seja entre as praias da Toninhas e Itaguá,a galera aqui tem uma banda e agente ta querendo ver se arruma uns lugares pra fazer um som,pra ajudar nos custos Desde já agradeço aos que puderem me ajudar... Abraço PEPONE
  10. Guilherme Batista Emidio

    O poeta e suas viagens para Ubatuba

    Descia a Oswaldo cruz de carona, sentado no banco traseiro, eu olhava para o oeste naquele fim de tarde e via a imensidão verde, eram grandes vales e ao longe, altas montanhas. Estávamos próximos ao Parque Estadual da Serra do Mar, prestes a deixar pra trás a linda cidade de São Luís do Paraitinga. Sentia o vento na cara e o calor de 36 graus. Acompanhado por mais três lindas moças que até duas horas atrás eram completamente desconhecidas, mas a estrada nos tornou próximos. Quatro viajantes e um destino, era o início de mais uma viagem incrível. No meio do caminho, no lugar do chá da tarde, eu tomei dois goles de cachaça e pensei no que ia jantar quando a fome apertasse. A serra ficou pra trás e agora já estávamos no mesmo nível do mar. A motorista foi deixando cada um de nós pelas ruas de Ubatuba. Eu fui largado na Thomás Galhardo, bem em frente a rodoviária. Caminhei por aquela rua feito um vagabundo, me senti como SAL PARADISE andando pela Rua Larimer em Denver. Entrei em um mercado, comprei cerveja, água, pão de forma, maionese e milho em lata. Sai, mas tive que voltar até as prateleiras para pegar uma garrafa de São Francisco. Coloquei tudo dentro da minha grande mochila e fui, mas antes tomei um café e comi uma torta numa padaria que ficava ali na mesma calçada. Depois de alimentado, andei no entardecer até o ponto de ônibus e por sorte peguei rapidamente o ônibus Picinguaba/ Divisa. Quando desci no km 38,5 da Rio-Santos já era noite, caminhei no escuro rua abaixo próximo de alguns estudantes e finalmente cheguei no meu lar em Ubatuba. Era 18:30 quando encontrei o Fábio sujo de tinta pintando a Aldeia Itamambuca, o meu refúgio... Continua. Gui Batista O viajante e a estrada
  11. frash2009

    Pico do Corcovado - A experiência da 1 trilha.

    Bom, estávamos ansiosos e ao mesmo tempo super animados para iniciar esse nova experiência em fazer a nossa primeira trilha, e foi ai que pensamos: '' PICO DO CORCOVADO '', o motivo seria possuímos A.p em Ubatuba, praia das Toninhas que fica apenas 15 km do local. A noite estavamos sem sono e pra variar sonhei que dei de frente com uma onça bem serra do Mar , Acordamos eu e minha namorada tomamos um café reforçado e pegamos e carro e partimos rumo ao PICO. Chegamos próximo ao local e procuramos o Senho Tosaki que nos atendeu e arrumou um local para guardamos o carro e iniciar a subida. Carro estacionado, mochilas feitas, e coragem para encarar... Ele nos levou até o início da trilha com seus dois Labradores que foi nos acompanhando...foi uns 15 minutos de caminhada e atravessamos 2 vezes o riacho, Bom ai começou pra valer..E anda, e anda, e anda......e o cachorro começou a nos seguir, tipo mostrando a trilha mesmo..ai ficamos tranquilo com um guia desse né..kkkkk Ai depois de mais ou menos 1 hora de caminhada encontramos um casal descendo..e lavai eu fazer a pergunta, falta muito? Ela me responde: não quero desanimar vcs, mas falta muito ainda esse trecho foi o mais fácil e rápido que vcs passaram...ai eu vi que a coisa era pra valer mesmo, pois o peso da mochila já me deixou com a linguá pra fora .... ãã2::'> ela perguntou se tinha aguá eu disse q só tinha uma garrafa de 2 litros e estava vazia pois iria pegar agua lem cima. ela insistiu em me dar o litro eu não queria levar..mas ela falou leva que vcs vau precisar, Nessa hora eu cedi e aceitei ...ela nos deu apoio e disse com Fé conseguiriamos. Ai começamos a subir, e o cachorro ajudando e sempre a frente, até q ele nos levou a um ponto que tinha águá a direita, enchemos as garrafas tomamos muita água e partimos.E que SUBIDA, eu já não estava aguentando mais isso depois de umas 2 horas de subida, pensamos em desistir pois nunca chegava e nem via o PICO. Isso já era umas 15:00 horas. Ai por fim, o cachorro exausto e eu pra variar mais ainda, minha namorada tava mais firme, e encorajando para irmos em frente, alias SUBIR né. chegamos em certo ponto o cachorro não aguentava mais subir os degraus e lá vai eu descer e levantar ele pra ir com a gente. fis isso umas 4 ou 5 vezes pegando ele e ajudando a subir..eu sempre dava pão com mortadela pra ele.. rsrsrsrs Chegou nun certo ponto, onde tinha uma pedra e uma corda. Ali ele desistiu e foi embora, acho q ele chegou no limite e não ia conseguir pular, pois até nós tivemos dificuldades em atravessar.Mas ajudou a gente de mais, principalmente no início onde tinha varias bifurcações ...e que amigo. Subindo novamente chegamos na Igrejinha que são umas pedras, lá descansamos e continuamos a subida, bem no meio da mata eu olho a direita e minha surpresa lá estava o PICO eu fiquei pasmo ..até gritei PQP, amor, olhá lá a pedra ta pertinho agora...que nada ainda tava longe pra burro, subimos mais uns 50 minutos e chegamos numa clareira. paramos novamente pra descansar e continuar. Isso era 5:20. Apertamos o passo pois sabíamos que logo podia anoitecer e ficamos com medo de não dar tempo e ter que fazer no escuro a caminhada. A partir desse ponto foi mais simples, não era tão íngreme, caminhamos cerca de uns 30 minutos e de repente me dá uma travada no joelho...nunca tive caímbra nesse dia eu senti a dor que era, minha perna travou e começou a doer, tirei a mochila e sentei, tentei relaxar pois começou o sol a se pôr. Após uns 10 minutos tentei levantar e consegui andei uns 20 minutos e me trava de novo o joelho. Ai eu pensei...agora ferrou de verdade, pois era 18:00 e começou a escurecer. Não sei de onde veio força, acho que foi medo mesmo, enfrentei e tocamos novamente, ai começa a pior parte da trajeto tem que fazer escalaminhada, foi muito difícil mesmo, junta cansaço, dor, tensão, fraqueza, Mas enfim chegamos, eu não acreditava ...pegamos a esquerda e montamos nossa barraca, Isso já tava escuro e iluminamos com a lanterna ..Tudo pronto fomos dormir exaustos, a noite aquele vento, tavamos sozinhos lêm cima..fazia um barulho eu acordava morrendo de medo, ficava olhando no vão da barraca pra ver se não tinha gente...Acordei 00:00 para tirar fotos e fiquei uns 40 minutos fazendo isso, minha namorada só'' roncando'' kkkkkkk. Enfim, acordamos umas 5:00 pra ver o amanhecer ..que coisa mais linda, akele sol Nascendo no meio do Mar, e dando aquele reflexo ..foi espetacular. Fazia um certo frio de manha, mas levamos blusas para precaver. Batemos as fotos (ia me esquecendo) a gente voltou onde tinha aquela bifurcação do lado direito e esquerdo, e de lá fomos pro lado direito...Ai sim foi mais magnífico ainda.... (OBS: para descer gastamos 4 horas, bem mais tranquilo que a subida) Assim termina nossa jornada, espero que vcs gostem
  12. Olá, pessoal!! Vou para Ubatuba desde de criança e já fiquei muitas vezes presa sem poder sair de casa por causa da chuva... Dá pra entender o apelido de "Ubachuva" né? Pra ajudar quem vai pra lá e não sabe o que fazer caso não dê sorte com o tempo, escrevi um post no meu blog (http://www.vamos-fugir.com) com as 6 principais dicas. Aí vão as 4 primeiras: 1 – Projeto Tamar Com tanques, aquários, terrários, uma praia artificial e até um museu sobre a cultura caiçara, o Projeto Tamar de Ubatuba é o único do estado de São Paulo e tem extrema importância por estar localizado em um local de alimentação das tartarugas marinhas no litoral brasileiro. Visitar o local significa não só se divertir, mas também aprender muito! 2 – Museu do Automóvel Em uma travessa da famosa rua Guarani, o Museu do Automóvel expõe 20 modelos antigos e muito bem conservados de coleções particulares, acessórios antigos, uma bicicleta com aro de madeira, além de uma pista original de autorama com mais de 35 anos. Dentre os automóveis estão o Overland 1918 sem restauração, a Jardineira 1931 e a caminhonete Chevrolet 1927. 3- Sobradão do Porto O Sobradão do Porto é um prédio histórico considerado patrimônio Municipal, da época em que Ubatuba abrigou o porto mais importante do país e por onde era escoado o café, na segunda metade do século XIX. O local, que é sede da FundArt (Fundação de Arte e Cultura de Ubatuba), é aberto à visitação e tem espaço para exposições de arte, artesanato, fotografia, oficinas culturais e cursos. Lá no blog tem outras 3 dicas de atrações, mais informações e várias fotos: http://vamosfugir.net.br/2015/03/19/6-coisas-ubatuba-com-chuva/ Qualquer dúvida, estamos aí! Valeu, galera!! bjo
  13. Fala aí pessoal, vem postar um relato do meu fim de semana em Ubatuba com minha esposa, acampado com minha barraquinha pop-up alemã! Tudo começa na noite anterior com a arrumação da bagunça né, testar se tudo está em ordem, colchão ok, etc... Saímos de madrugada como de costume e paramos na fazenda da comadre para tomar café da manhã Conforme eu escrevi em outros relatos (ubatuba-2014-acampando-t96809.html) que passei por aqui, 25 reais por pessoa o café da manhã completo, com direito a tudo que você imaginar! Chegando no camping, fui bater uma foto do meu antigo trailer e encontrei o pai do meu primo indo pescar kekekeke Este é o trailer anfíbio do pai do meu primo, muito legal e curioso!! Ele tem uma base atrás para colocar motor e sai navegando!!! Armamos tudo rapidinho e já peguei minha Bud!! Depois de tudo OK, fomos caminhar até o fim da praia, com direito a sorvete do sérgio de graviola e açaí Fizemos esta caminhada ao fim da praia sábado e domingo também, são 6,5km ida e volta, portanto, 13km de caminhada no fim de semana Ao cair da tarde fomos para ubatuba, como a cara estava de chuva, fechamos tudo antes de sair Paramos no meio do caminho no restaurante mar-virado, muito boa a comida, a entrada de mariscos a vinagrete mais um prato de macarrão com frutos do mar da para 3 pessoas tranquilamente Depois fomos dar um passeio em Ubatuba, comemos um sorvete legal por KG (r$69,00 o kg), muito bom! A noite esfriou bastante, mas foi gostoso, e pela manhã, arrumando as coisas para ir embora conhecemos o Walgran e sua família, ele é dono do blog Camping & Tecnologia - http://campingtec.blogspot.com.br/ É isso ai pessoal, mais um acampamento de sucesso!!
  14. Era quase o fim das minhas férias do trabalho, e eu ainda não conseguia um fim de semana de lazer e diversão com minha esposa (ela ñ estava de férias). Mas depois de tanto eu viajar com amigos e até sozinho, chegara a vez dela. Numa ideia quase que desesperadora pra conseguir ficar alguns dias longe da empresa, com o meu aval e incentivo das colegas de serviço, minha esposa foi cedinho ao médico, pois adquiriu "shampootivite" voluntariamente para conseguir 4 dias de afastamento. Mas não foi tão fácil não. Ela saiu de casa 6 horária manhã para que rendesse o dia, só que ela perdeu toda a manhã no hospital, atendiam com muita demora (hospital público), e quando a atenderam não atestaram o dia dela, e ainda a encaminharam para um outro hospital que ficava a uns 20 km dali (nisso já era meio). A solução foi pegar um comprovante de endereço com uma amiga da cidade vizinha e se dirigir as pressas ao hospital de lá na esperança de conseguir concluir esse início árduo da missão. E vinte minutos depois de chegarmos ao local, uuffaaaa... a missão cumprida estava cumprida rsrs. Atestado em mãos. De volta pra casa, beliscamos o que era mais rápido/fácil e começamos a correria para arrumar as tralhas e seguir viagem, que até então estava a ponto de desistência. A perca de tempo pela manhã desanimou bastante. Saímos de casa sem um destino certo, apenas com a certeza de que iríamos acampar, mas sem saber muito bem onde. E depois de abastecer o carro, seguimos por uma hora na Rod. Ayrton Senna rumo ao norte, pensamo em Maresias, pensamos em Bertioga, pensamos em Paúba, até que eu escolhi conhecer Ubatuba. Já que tínhamos a "deixa" certa para ir a um lugar tão lindo pela primeira vez, por que ficar em dúvidas de voltar a outro lugar que vivemos vários carnavais, né? Eu tinha pesquisado por alguns campings, só que não anotei nada de contato, endereço, referências, coisa e tal, mas tinha uma noção de que se eu estivesse por Itaguá, estaríamos bem localizados. Era quase dez da noite quando chegamos pela região. Eu tinha visto algo sobre um tal de Camping Itaguá, procurei e achei o maldito, porém os preços das diárias estavam pra lá de absurdos, acho que conseguiríamos uma diária no Copacabana Palace (RJ) com direito a café da manhã se compararmos esses valores. Os funcionários do camping entenderam que eu não estava procurando requinte, nem sofisticação, despejaram bastante atenção sobre minhas perguntas e acabaram por indicar o Itaguá Camping, que estava ali perto e à custos beeeem menores. Rodamos por duas vezes o quarteirão, passamos na frente do lugar mas não achamos por falta de placas de identificação, e pra ajudar, fica numa rua sem saída e quase ninguém conhece. Mas todo o reforço foi recompensado quando Sr. Amauri (acho que é caseiro) nos recepcionou com muita simpatia e vontade de estar sempre servindo bem, fazendo até o improvável para nos acomodar. Ele cedeu até um colchão dos quartos da pousada, pois como é de praxe sempre esquecermos alguma coisa em casa, levamos dois colchões infláveis mas esquecemos os bicos/rosca que faz a vedação do ar. DÃÃÃÃÃ... O Camping possui... - grande área gramada para barracas - banheiros masculino e feminino separados - cozinha comunitária com utensílios (fogão, talheres e panelas) - pontos de energia elétrica a 127v - estacionamento - café da manhã (pago a parte) >> o lugar também tem pousada com bons quartos << Como era uma quarta feira antecedente ao carnaval, imagina só, a cidade estava vazia, apenas com alguns recintos abertos, foi o suficiente para achar uma pizzaria badarosca aberta às 22h e tralálá pra podermos "jantar" alguma coisa. Na manhã seguinte sol forte, já era hora de sanar as expectativas sobre o que se ouve falar das praias do extremo litoral norte de São Paulo, e realmente tem-se muito a elogiar quando a questão é beleza praiana. Ali eu posso afirmar que está o mais bonito conjunto de orlas com águas limpas e cristalinas que já visitei. Começamos pela praia do Cedro, com acesso por uma trilha curta. Eu a vejo como a princesinha entre as demais, pois tem menos de cem metros de extensão rodeada pelo puro verde da mata atlântica, possui um quiosque e oferecem passeio de barco para as praias vizinhas de difícil acesso. A segunda a ser visitada foi a Praia Vermelha, é linda, porém é praia de tombo (para surfistas) com ondas gigantescas. A terceira já é bem estruturada, bom para passeio light, em família, ótimo para crianças. A Praia do Tenório é de poucas, quase nenhuma onda, águas claras e rasa No dia seguinte fomos conhecer a Praia de Fortaleza, que segundo indicações seria fantástica, a melhor praia de Ubatuba e toda aquela babação. Mas ao nosso gosto não tem nada de surpreendente, mas deu para brincar um pouco com a prancha de Bodyboard. O bom é que no mesmo caminho, na estradinha de 8km se vê por cima uma outra praia bem mais bonita e menos "povoada" com acesso por trilha curta > Praia do Alto - como é conhecida. Podemos conhecer várias praias no decorrer dos dias. Na penúltima noite que dormimos lá, o temporal na madrugada fez valer o que a rádio local anunciava mais cedo. Mas eu não imaginava que seria tão forte o quanto foi. Estávamos numa barraca grande, para 7 pessoas, e isso nos fez alvo fácil do vento forte, tive que ficar de pé apoiando por dentro a lateral do iglu pra que não voasse ou quebrassem as varetas de fibra que sustentam a estrutura. Fora a sobrecapa que já vem com a barraca, ainda coloquei uma lona 5x4 (daquelas azul) sobre a barraca, e isso foi nossa salvação, não entrou uma gota d'água, enquanto os vizinhos, nenhum deles permaneceram com suas "casas" secas. Alagou geral. Já que estávamos tão próximo dos limites de SP/RJ, por que não dar uma passadinha em Trindade e Paraty? Falam tanto dessas duas que a curiosidade já era despertada a tempos, mas no meu ponto de vista a que merece mais atenção é Trindade, não desmerecendo Paraty, mas lá, não sei se a muvuca do carnaval esconde um pouco a beleza da cidade, ou foi eu que fiquei estarrecido com tanta bagunça, pelo menos praia não é o forte de lá, o que se oferece são lojas e mais lojas a empurrar lembrancinhas aos visitantes (tô saturado disso) tudo muito comercial (prefiro a 25 de Março rs) .A única coisa que realmente me chamou a atenção foram os artesanatos que os nativos, índios e hippies expõem e vendem nas ruas, e também a antiga arquitetura da parte histórica da cidade. Nada mais. Nos restaria só mais um dia (sábado), então decidimos ficar por perto mesmo, até por que as ruas já eram intransitáveis logo cedo. A praia grande está à 5 minutos de caminhada do camping, e a pé foi o melhor jeito de se locomover. O cenário já era de se esperar, orla e água super, hiper, mega lotada, som dos carros no talo, aquela farofada hehe. Mas estava tudo muito bom, a praia é linda, conseguimos nos divertir bastante mesmo sem espaço. Antes de partir fizemos aquele almoço delicioso e tiramos aquela sonequinha gostosa pra poder viajar tranquilo e sem cansaço na volta. #foitudomuitobom. Dica: - os restaurantes dos arredores tem preços um pouco salgado, então se não se incomodar e quiser economizar uma graninha, faça sua própria comida na cozinha do camping, vc terá três supermercados na rua ao lado para selecionar uma boa dispensa; - contato do camping onde fiquei: http://www.campingrecantoitagua.com.br , fone: (12) 3832-6630 / 9727-3230. Endereço: Rua Saturno, 20 Ubatuba-SP; - próximo dali está o Aquário de Ubatuba, que vale uma visita por $20 (atualmente); - contato do Camping que mencionei ser muito caro, porém bem estruturado: http://www.itaguacamping.com.br / fone: (12) 3832-1096 / 3832-2709. Endereço: Av Leovigildo Dias Vieira, 1854 - Praia do Itaguá, Ubatuba-SP. É isso.
  15. Fala galera, como bom casal de campistas solitários, fomos curtir um FDS pós carnaval, sem bagunça, em Ubatuba Saímos de SP em direção ao camping Itaguá, no centro, as 5 da manhã. às 7, pela tamoios, tomamos café na fazenda da comadre, vocês podem defender o restaurante que quiserem, mas esse é simplesmente o melhor da região!! 25 reais o café da manhã completo, com direito a tudo, quantas vezes quiser. O almoço é o mesmo esquema, come a vontade, e tem de tudo, porquinho a pururuca, peixe, frango, polenta, frituras, gorduras, tudo o que é bom hahahahaha Depois do maravilhoso café da manhã, desci a serra de caraguá e fui em direção ao camping itaguá no centro de ubatuba, mas quando eu passei pelo CCB no meio do caminho.... não resisti, entrei e fiquei por lá mesmo hahaha parei bem na cerca, pra ouvir o barulho do mar e curtir o vento! bem na frente da barraca, estava meu antigo trailer, até que muito bem conservado, fiquei feliz em revê-lo! e sabadão, 8 de março, era dia da mulher né, como não podia deixar de ser, como bom cavalheiro comprei rosas vermelhas para a baixinha eis nosso varal improvisado, êêêê favelaaaa já fazia 1 ano e meio que eu não ia para o CCB, para quem ia quase todo mês, eu já estava morrendo de saudades de tarde, fomos para a cidade, reparem novamente no Gentleman esperando o city bus, e a propósito, tava zuado pra [email protected]@!h#... muito lotado, se esperemendo um no outro, uns loucos falando asneira totalmente bebados, hahaha tava f#[email protected] outro ponto indiscutível, é a pizza da pizzaria são paulo, no fim da praia (na rua do farol), nunca comi uma pizza tão boa como esta, nem mesmo na itália, nem em são paulo, lugar nenhum tem pizza igual a esta, quem for comer lá, uma dica: pizza de linguiça de javali (esta na parte de baixo da foto), não vão se arrepender. lá eles tem azeites do mundo inteiro, é só escolher e usar, muito legal! depois da pizza, como de costume, é só virar a esquina e tomar um sorvete na sorveteria pistache, todos os sorvetes são feitos lá mesmo, de modo artesanal, fantástico, uma delícia no dia seguimte, olha a vista que eu tinha da minha barraca, que beleza!!! como sempre, fomos andar de bike até as ruínas da lagoinha, um lugar show de bola que beleza =) domingão, solzão, fomos caminhar na praia, 6km e 10 bolhas nos pés ãã2::'> pra fechar a conta, um almoço de porções fritas gordurosas e água de coco guardando as tralhas, rapidinho em menos de 1 hora eu fui do estado de caos total à total ordem ah, quando eu estava indo embora vi que tinha um suíço acampado lá, como que ele conseguiu chegar até aqui com esse carrinho? hahahaha é isso aí pessoal, mais uma acampada de sucessoooooo
  16. Eaee Mochileiros... Esses dias atrás fomos para Ubatuba fazer a Trilha das Sete Praias Desertas,tomamos como base o relato do Augusto, inclusive queria agradecer às dicas que foram passadas por ele, esta trilha dá para se fazer em apenas um dia, com percurso de em media 3 a 5 hrs .... Como seria apenas um FDS para nós, decidimos acampar na praia do Cedro, e terminá-la no dia seguinte. - Praia do Oeste - Praia do Peres - Praia do Bonete - Praia Grande Bonete - Praia Deserto - Praia Cedro - Praia da Fortaleza Partimos de SP às 8:00 já que perdemos o primeiro onibus, uam dica para quem vai de onibus, em vez de ir até a rodoviaria e voltar para a Praia da Lagoinha (onde se inicia a trlha), peça ao motorista para te deixar no ultimo condomínio da Praia da Lagoinha, fica numa curva (não me lembro o nome ), A trilha começa dentro do condomínio sem entrar na praia da Lagoinha (Mas creio que exista outra forma de ir para a trilha pela Praia), a trilha para as Praias Oeste, Perez e Bonete, são bem planas sem muita dificuldade, e facil de serem achadas, começa sempre no final da proxima praia, pelo que me lembro fizemo em uns 40 min até a Praia do Bonete, vc encontra alguns pontos de agua durante a trilha por algumas quedas, na praia do Bonete, vc encontrará também um barzinho ... Praia Oeste - Ubatuba Praia Peres - Ubatuba Praia do Bonete - Ubatuba Paramos uns 10 min para descansar um pouco, e ja partimos para a Praia do Grande Bonete, lá sim começou a ficar deserta as praias, então decidimos para para tomar um banho de mar, cozinhar alguma coisa, alguns ate decidiram correr na praia rs. (Detalhe tivemos q voltar ate a praia do bonete para pegar agua -.- Praia do Grande Bonete - Ubatuba Após ter almoçado, fomos ate o canto a procura da trilha para as Praias do Deserto e Cedro, onde ficariamos acampado, logo no final da praia vc encontra uma placa indicando a trilha, vc seguirá pelo riozinho no final da praia beirando um muro, então ja começa a subida, trilinha rapida, cerca de 30 min também, mas um pouco mais puxada e ingrime, judia um pouquinho ;D ... mas o visual la de cima compensa ... Planca indicando a trilha Trilha para Praia do Cedro Praias do Deserto e Cedro - Ubatuba (separadas apenas por uma pedra) Ao chegar na Praia do Deserto, encontramos umas barracas já acredito serem dos pescadores, ow não ;D, então seguimos para ver a praia do cedro se existia algum local para acampar, e se realemnte daria pra tomar banho no riachozinho que o Augusto disse, chegando la a surpresa, ja tinha ate um cano como chuveiro rs. e alguns Tiozões bebados acampando la, foi la mesmo que decidimos acampar então, motamos nosso acampamento, e pensamos em fazer uma fogueira e um lualzinho, ate começar a chuva -.- Acamps praia do Cedro Uma dica: c vc sabe como montar uma barraca e seus amigos não sao mto experientes ajude eles a esticar a lona, pois poderá ter problemas mais tarde quando começar chover e eles so avisarem quando a barraca deles virar um lago. Durante a chuva alagou 2 barracas, ow seja ja imaginam como ficou o aperto, acabou q nem durmi, arrumei a barraca deles mas não dava pra durmi pq ja tava encharcada, entãoquando a chuva cessou um pouco fiz uma fogueirinha e curti a lua cheia mesmo, e o nascer do sol à companhia da minha amiga ;] ... Na manhã do dia seguinte, deu para brincar ainda um pouco de pesca com as isca q pegamos com nossos vizinhos ;D ... (não peguei nd ainda apelei so pra num falar q num peguei nd, joguei a isca do lado da pedra pra pegar aqueles peixe pequenininho AUHAuhaUHAu) Depis de brincar um pouco de pescar, preparamos o almoço e fomos para a trilha para a Praia da Fortaleza, e que trilha Linda ... A trilha inicia-se ao lado do cano do riachozinho que tomamos banho, subindo do lado da casa ... Trilha Praia Fortaleza Chegado na Praia da Fortaleza, acabou o encanto, denovo vemos barzinhos, burgueses e coisa do tipo =[, aproveitamos para tomar uma ducha em um dos barzinhos já que iriamos embora direto para a casa, Então fomos para o ponto de onibus que leva a rodoviaria de Ubatuba, e depis disso não aconteceu nada de amis, o de sempre q estamos acostumados, chegamos na rodoviaria de Ubatuba não tinha mais onibus, fomos para Caraguá, de caraguá para são jose , de São josé para São paulo, e correria para Jundiaí, quase q durmimos na rodoviaria, mas isso ja virou rotina ... rs Praia da Fortaleza - Ubautba (o barzinho é aquele ali q tomamos ducha... e como dizia o mano Brown, o Dinheiro tira o homem da miséria mas não pode tirar de dentro dele a favela ... aUHAuhaUAuha) ;] Acho que é isso, e sou pessimo de portugues ja repeti o 2º ano porisso ;] !! Fiquem com Deus !!
  17. Olá, meus amigos!!!! Segue agora mais um relato de viagem, desta vez à cidade de Ubatuba nos últimos dias 27 e 28 de Abril, em companhia dos amigos André Petroni, Eduardo (nickname Umpdy), Francisco Lopes, Débora e Osmar Franco. Estávamos combinando essa viagem havia algum tempo, mas nunca conseguíamos encaixar as datas convenientes a todos, mas eis que calhou de um fim de semana "vazio" pra galera e marcamos a viagem. Eu, Eduardo, Chicão e Débora saímos de São Paulo na sexta-feira à noite, por volta das 19:45 e chegamos em Ubatuba às 23 horas. O André e o Franco tiveram que trabalhar e só foram pra lá no sábado bem cedinho, de ônibus. Seguimos pela Dutra até São José dos Campos e de lá pegamos a rodovia dos Tamoios, que está em obras em diversos trechos. Quem for pegar essa estrada, deverá ficar bastante atento, não paenas às obras, mas principalmente às curvas, muito fechadas e perigosas. Lá chegando, fomos para o Tribo Hostel, onde já havíamos feito reservas para o final de semana. Como nesse final de semana estava acontecendo um campeonato mundial de surf em prancha curta (não lembro o nome exatamente), o hostel estava cheio e acabamos ficando num de seus anexos... Feito o check in, fomos para os quartos, ficando eu e o eduardo em um e o Chicão e a Débora em outro. Algumas observações sobre o quarto onde ficamos eu, o Eduardo e o Franco: o teto é baixo e tem ventilador instalado junto à luminária. Como o Du ficou na cama superior, qualquer movimento da perna pra fora da cama já chutaria a porra do ventilador, além de bater a cabela no teto num levantar mais brusco!!!! rsrsrsrs...isso sem falar que o Du trancou a porta do quarto... e ainda havia mais um hóspede no nosso quarto, que chegou de madrugada e ficou esbravejando e xingando do lado de fora, enquanto a atendente do hostel vinha com a outra chave pra abrir...como eu tava morto de cansaço da viagem, não ouvi nada disso!!!!rsrsrsrrs. No dia seguinte, sabadão, ficamos esperando o André e o Franco chegarem pra podermos ir à Ilha de Anchieta. Chegaram por volta das 11 horas, também fizeram o check in e fomos arrumar as tralhas pra ir à ilha. Combinamos com o Renato, dono de um barco para nos levar até lá e ir nos buscar no final da tarde. Algumas fotos da ida, da Ilha e do retorno... Na Ilha de Anchieta há algumas trilhas, como a do Saco Grande e a Praia do Sul. Ambas constam do passaporte Trilhas de SP. Lá também há um antigo presídio, que foi desativado em 1955, três anos após a rebelião de 1952. No local, ainda trabalha um antigo vigia da época em que o presídio ainda era ativo!!! O local lembra um campo de concentração, várias ruínas... A ilha em si tem praias muito bonitas e praticamente desertas, talvez pela época do ano não ser a chamada "alta temporada", mas, mesmo assim, são excelentes... água muito limpa, peixes nadando ao nosso redor, quando ficamos numa das piscinas naturais formadas pelas rochas na parte norte da ilha. Ficamos na ilha até cerca de 16:15, fizemos a trilha da Praia do Sul, que é muito light e voltamos pra Ubatuba. À noite, fomos jantar numa pizzaria próxima ao hostel, a Pizza da Nonna...local bem aprazível, simples e comida de bom sabor...voltamos ao hostel, onde fizeram um churrasquinho pra galera...nessa hora, o sr. André cometeu a gafe-mancada da noite: sentou-se em cima de uma caixa de isopor, que servia de "geladeira" pra cerva do povo...o resultado não poderia ser outro, em poucos segundos a caixa estourou completamente de fora a fora... pior foi o que o André falou: - "Pô, eu pensei que fosse um puff!!!!" O que teve foi um "crash" and "pof" do André caindo!!!! Nem os gringos que estavam jogando uma sinuquinha aguentaram e racharam o bico também... Mas, gafes e foras à parte, o fim de semana foi excelente!!! No domingo, fomos para a praia da Lagoinha, onde começamos a fazer a trilha das 7 praias, chegando, ao final à praia da Fortaleza. São mais de 10 km de caminhada, passando pelas praias que dão o nome à trilha, com vários níveis de dificuldade, mas com paisagens muito compensadoras em sua beleza...seguem mais algumas fotos... Levamos cerca de 3 horas e meia pra finalizarmos a trilha, considerando-se que paramos algumas vezes pra descanso, pra um lanche e pra banho numa das praias. A fim de ganharmos algum tempo pra voltar onde deixamos o carro, na praia da Lagoinha, resolvemos subir os 7 quilômetros da estrada entre a Fortaleza e a BR101 a pé...chegando lá, pegamos um ônibus de volta à praia da Lagoinha e voltamos ao hostel pra arrumar nossas coisas, tomar um banho e retornar a Sampa...antes disso, ainda deixei o Franco na rodoviária, pois, como estávamos em seis pessoas, não havia espaço suficiente pra todos dentro do carro...saímos de Ubatuba por volta das 18:45 e chegamos à capital às 22:45, um pouco mais demorado do que na ida, mas ainda paramos pra comer um lanche e as curvas em subida requerem menor velocidade e mais atenção. Realmente foi um fim-de-semana ótimo, em companhia de amigos muito bacanas, sempre dispostos a tudo, sem reclamações, todos de muito bom-humor, enfim ,foi bastante divertido...deixo vocês agora com mais algumas paisagens, agradecendo a atenção de você, que está lendo, e aos amigos que lá estiveram, proporcionando mais uma excelente viagem!!!! Abração, galera!!!! Ah, pessoal ,se esqueci de alguma coisa, por favor, complementem o relato...
  18. ♪♫ Vem chegando o verão, um calor no coração... ♪♫ Lindos dias ensolarados em pleno dezembro, qual a primeira coisa que você pensa? Praia. Tudo bem que aquela semaninha de folga no ano novo tá chegando, mas por que não curtir um fim de semana relax com sombra a água fresca? Daí lembrei que tava louca pra conhecer a praia do Cedro, em Ubatuba. Praia linda, deserta, camping selvagem... tudo que eu queria! O namorado e um casal de amigos toparam na hora. Tudo combinado, saímos de São Paulo na sexta-feira às 21h30 (pra não pegar trânsito), passamos em São José dos Campos pra buscar meu companheiro, e por volta da 1h da manhã estávamos chegando em Caraguatatuba. A descida pela Rodovia dos Tamoios foi tranqüila, sem trânsito, apesar das obras de duplicação e das recomendações da DERSA para evitar a rodovia. Tem só que ficar bem atento, pois alguns trechos da pista estão interditados e há desvios sinalizados por cones. Dormimos em uma pousada em Caraguá, na beira da Rodovia Rio-Santos (R$175 o quarto para 4 pessoas). No dia seguinte, acordamos às 8h, tomamos café da manhã com calma, nos arrumamos e partimos sentido Ubatuba. O percurso durou uns 30 minutos até a Praia da Lagoinha. Chegando na praia da Lagoinha, entramos na Portaria do Salga - Sociedade dos amigos da Lagoinha, local que dá acesso ao canto direito da praia, onde começa a trilha. Para estacionar o carro, compre cartões Zona Azul (R$ 10,00 para o dia inteiro). A dica é seguir a rua principal do condomínio , virar à esquerda e seguir até o fim. Na última esquina há um sobrado verde-água, daí é só dobrar a rua e estacionar. Ao estacionar, percebemos que havia um pneu furado, os meninos trocaram pelo estepe, mas este estava mais murcho que o outro, então eles ainda foram calibrar no posto... Começamos a caminhada por volta do meio-dia. Pé na areia, caminhamos até o canto direito da praia e atravessamos um rio, com altura da água na virilha, pelo menos pra mim que sou baixinha. A trilha começa bem depois do rio e é bem tranquila, larga, sinalizada, vimos até gente andando de bike, rs. Apesar de ter chovido nos dias anteriores, não estava molhada nem escorregadia. A caminhada entre as 4 primeiras praias – Praia do Oeste, Praia do Perez, Bonete e Praia Grande do Bonete, foi curta, sem grandes subidas e descidas. Algumas casas e um barzinho no caminho. A Praia Grande do Bonete é bem extensa, tem um bar pé na areia, e foi no final desta praia que paramos para almoçar e tomar banho de mar. Depois disso, uma trilha com a vista linda da Praia Grande do Bonete nos leva até a Praia Deserta. O último trecho da trilha até o Cedro é mais íngreme mas nada assustador, nível médio. E a vista compensa qualquer esforço... Chegamos na Praia do Cedro no final da tarde e, depois de parar para apreciar a linda vista e tomar um banho de mar, procuramos os pontos de água doce e um bom lugar para montar acampamento. Como perto da água doce tinha uma turma grande de famílias, escolhemos acampar no canto esquerdo da praia, debaixo da placa “proibido acampar” O Cedro é uma praia deserta, com acesso só por trilha e barco, sem nenhuma casa nem comércio. Há dos riachos no canto direito da praia, um deles tem um cano que dá pra tomar banho e pegar água. Usamos a água pra beber e cozinhar sem problemas. Vi que é comum o camping selvagem lá, havia uns 6 grupos neste fim de semana, um destes uma grande família, com crianças, que chegaram de barco. A maioria das pessoas acessa a praia por trilha. A praia é bem limpa, com ondas fortes e muita sombra das árvores. Lugar prefeito pra acampar e acordar de frente perto mar. Foi uma delícia dormir com o barulho das ondas e acordar com o canto dos pássaros Ainda mais incrível porque a lua estava cheia, então dava pra enxergar bem de noite... reparamos que a luz da lua tava tão forte que até fazia sombra. Ao anoitecer, preparamos a comida (arroz, legumes duros, linguiça calabresa - a arte de prescindir de geladeira), acendemos uma fogueira e comemos sob a luz do luar e no calor do fogo. No dia seguinte, curtimos o Cedro o dia inteiro, entre banho de mar, banho de sol, uma dormidinha na rede, o dia passou voando... Depois de curtir o dia na praia, no final da tarde levantamos acampamento e partimos às 18h para a trilha até a Praia da Fortaleza. Essa trilha é também íngreme em alguns trechos, com a diferença de ser mais estreita e fechada. Encontramos inclusive diversas árvores caídas no meio da trilha. Após 1h30 de caminhada, chegamos à Praia da Fortaleza. A idéia era pegar um ônibus que nos levaria até a Praia da Lagoinha, onde o carro estava estacionado. Nos informaram que o ônibus passava às 18h, às 19h30 e à 00h. Mas para nossa surpresa, por ser domingo, o ônibus das 19h30 não passava Como pegar o ônibus da meia-noite estava fora de cogitação, começamos a pedir carona para quem passasse. Depois de um breve momento de aflição, um casal de Jundiaí super simpático topou nos dar uma carona até Lagoinha :'> E Ufa! Foi o que nos salvou, pois da vila de Fortaleza até a Rodovia Rio-Santos são 8km, mais ou menos a mesma distância que havíamos percorrido em 2 dias. Como não cabíamos os 4 mais as mochilas, fomos em casal pra buscar o carro e voltar para buscar nossos amigos. Esse finalzinho foi só pra coroar e dar um gostinho de aventura pra viagem. Na volta, paramos pra jantar no Restaurante Mar Virado, na rodovia perto da praia de Lagoinha. Pé na estrada, cansados e felizes por ter escapado da loucura da cidade num fim de semana de sol!
  19. Fim de ano, verão, feriadão. Qualquer lugar de algum apelo turístico no Brasil vai estar cheio, não tem jeito. Entre as opções que avaliamos, decidimos conhecer Ubatuba. Nunca havíamos passado de Trindade, Paraty, quase na divisa entre os estados do RJ e SP. Fomos preparados para a muvuca, trânsito e, claro, chuva. Entretanto, mais importante que isso, fomos preparados para conhecer diversas praias das dezenas que Ubatuba oferece. Conseguimos folga na sexta-feira, então saímos logo cedo pela manhã. A ideia era passar em algumas praias pelo caminho que ainda não conhecíamos. Era um dia nublado. Eis as praias que conhecemos na ida: Praia do Laboratório (Angra dos Reis): muito legal, águas calmas e quentes (sim, quentes, em função de da usina nuclear), não deu pra refrescar muito o corpo. Sem infraestrutura. Acesso escondido. Consta que é boa para snorkel, mas o dia não estava bom para tanto. Praia do Laboratório Como chegar: fica um pouco antes da usina nuclear, partindo do Rio. É uma entradazinha não sinalizada do outro lado da pista. Entrando, pegue à direita (passando pelo portão mesmo) na primeira bifurcação. Na segunda, pegue à esquerda. Pare o carro e siga em frente até a praia. Praia de Mambucaba (Angra dos Reis): eu queria mais conhecer a histórica vila, local que é o fim da famosa trilha do ouro. Mas acabamos praticamente só andando um pouco pela praia e comendo alguma coisa (café da manhã!). A praia não me atraiu muito. Tarituba (Parati): consta que era uma antiga fazenda de café, hoje ponto de partida de barcos para a ilha do breu. Acabou sendo uma parada muito rápida, porque a praia definitivamente não nos atraiu. Quando estávamos entrando em São Paulo o tempo começou a escurecer cada vez mais rápido. Muito sinistro! Cruzamos a divisa, e a água desceu firme. Imediatamente o termo “Ubachuva” me veio à cabeça, ehehehehe. De qualquer forma, paramos no Núcleo Picinguaba, para conhecer a Praia da Fazenda. Chovia um pouquinho naquela hora, nada que nos demovesse. Praia da Fazenda: para mim, uma das mais lindas que conheci na viagem. Aliás, é das mais lindas que conheço. O tempo tava nubladaço, com chuvinha e tudo, mas achei aquele mar uma delícia. Praia plana, belíssima, muito extensa, tanto água quanto areia. Sem qualquer infraestrutura (é área de preservação). Água parecia morna, mas pode ser efeito da chuva. Ficamos um tempo lá e seguimos adiante. Próxima parada foi na praia de Puruba. Ou melhor, seria. Na hora em que descemos do carro pra cruzar o rio, voltou a chover forte. Entendemos que era um sinal pra não ir e decidimos voltar. Acabamos pulando a de Promirim, que também estava na lista pra conhecer. Praia do Félix: acesso através de um condomínio. Quando chegamos, já era meio da tarde, então tinha mais gente saindo do que entrando. E também fomos recebidos da mesma forma que Puruba: chuvarada na chegada! Mas dessa vez decidimos esperar e curtir a praia. Fizemos muito bem: a chuva passou, o sol chegou e curtimos a tarde por ali. A praia é mais família e tem boa infra. O lado esquerdo tem mais ondas, o direito é mais para a criançada. Ficamos no meio. Praia do Félix Antes de chegar a Ubatuba, ainda passamos na Praia de Itamambuca, pra curtir o fim de tarde. Muito legal, apenas passeamos pela praia. Andamos até o rio que fica no canto esquerdo. Praia de Itamambuca Outras praias que conhecemos nos outros dias durante nossa estadia em Ubatuba: Praia do Cedro/Cedrinho/Cedro do Centro: o caminho até lá tava bem congestionado (e, pra piorar, o GPS me mandou por uma via que não existia), aquela coisa de tudo lotado em dia de sol de feriadão. Pra piorar, fica perto da Praia Grande, a mais infernal de todas as praias da cidade (ao menos dentre as que conheci), ponto focal de trânsito na cidade. De qualquer forma, conseguimos chegar. Já algumas dezenas de metros antes, começamos a ver os carros parados. Paramos o nosso e seguimos o restante a pé. A praia, que pelo acesso deve ser mais reservada normalmente, tava bem cheia. Ainda assim, beeeem menos que outras. Tava agradável, curtimos a manhã por lá. Infelizmente naquele dia não rolava snorkel, a água tava meio turva por conta das chuvas. Praia do Lázaro – praia bacana, relax, mais família. Passamos a tarde por lá. Gostei bastante. É toda estruturada, vários restaurantes e barracas. Mar calmo, água cobrindo boa parte da areia. Tem um rio legal +- no meio da praia, mas naquela área tinha uma galera com som automotivo no máximo. Praia do Lázaro À esquerda da praia, você chega na Praia do Sununga, onde fica a famosa gruta que chora. Fomos lá no fim da tarde. Altas e fortes ondas, somente surfistas na água. E plateia assistindo às manobras. As ondas batiam numa pedra lateral e depois rolavam horizontalmente, chocando-se com outra. Dava um efeito bem legal. A gruta fica no canto esquerdo, é interessante, vale uma passada. Praia do Sununga Trilha das sete praias: foi roteiro de dia inteiro. Partimos do canto esquerdo da Praia da Lagoinha, que é uma praia bem legal, também bem família. Lá eu vi, pela primeira vez, tênis de praia, *literalmente*. Galera jogando na praia, na areia, com bola quicando, e raquetes do que se convencionou chamar de “beach tennis”. Muito legal. Claro que precisa de areia dura e plana, o que havia naquela manhã. Praia da Lagoinha – no início da trilha das sete praias Seguimos para a nossa trilha. Antes de começar a trilha propriamente, é necessário cruzar um rio. Na ida foi tranquilo, água na canela. Mas na volta a maré tinha crescido e foi mais emocionante cruzar (água na cintura). A volta, agora com a maré bem mais alta Achei a trilha bem tranquila. Algumas poucas subidas e descidas mais inclinadas antes de chegar no Cedro/Cedro do Sul, mas nada complicado. Deu pra ir de chinelo mesmo (embora não seja recomendável). Siga esta placa! As praias, conforme fui vendo no mapa, são: Oeste, Peres (apenas dei um mergulho e segui adiante), Bonete (paramos para curtir um tempo, é local de chegada de barcos e tem um quiosque), Grande Bonete (também bem legal), Deserta e Cedro/Cedro do Sul (onde curtimos bons momentos por toda a tarde). Tinha gente acampada nessas duas últimas, além de vários habitantes locais – os caranguejos. Descendo para a Praia Deserta Praia do Cedro (do sul) Um nativo Ilha Anchieta: outro roteiro de dia inteiro. Tinha o contato da agência Mar Azul, que tava cobrando 70 pratas, saindo da Praia da Enseada. Achei caro. Liguei para a Mikonos, que cobrava 55, saindo do Saco da Ribeira. Fomos com a Mikonos (mas continuei achando caro). Era um belo dia, o mais bonito da viagem até então, último dia do ano. Chegando à ilha Após cerca de uma hora o barco chega na Ilha Anchieta. Você é recepcionado por voluntários, que explicam algumas coisas da ilha e pedem o óbvio (que você seja educado e leve de volta seu lixo daquele paraíso). Logo em frente tem as ruínas do antigo presídio, que valem uma visita. Depois você tem as praias dali mesmo (Praia do Presídio e Praia do Sapateiro) ou duas outras que você acessa por trilha. ruínas Nativos da ilha Fomos para a Praia do Engenho, tida como boa para snorkel. Uma delícia de praia, com direito a piscina natural cheia de peixinhos. Na verdade, nem é necessário snorkel, os peixes estão ali na sua frente, no raso mesmo. Curtimos bastante. Praia do Engenho -- nem precisa de snorkel! A outra é a Praia das Palmas, mas gostamos tanto de curtir a do Engenho que acabamos não indo lá. O tempo total de estadia na ilha fica em torno de 2 horas, depois você segue para a Praia das Sete Fontes. Praia das Sete Fontes: o barco chega e atraca numa pequena plataforma que leva a galera até a praia. Quem quiser, pode pular na água a ir nadando. Chegando na praia, pesquise os preços, há vários quiosques, e com preços diferentes. Nós escolhemos um, mas ninguém veio nos atender, então pulamos para o do lado. Chegando na praia das sete fontes Praia excelente para snorkel – busque as pedras sempre! Curtimos bons momentos por lá. A praia é legal, o dia tava bonito, tinha peixinho pra ver. Tarde feliz. Jantamos e passamos a virada de ano na Praia de Perequê-Açu mesmo. Depois fomos tentar dormir em meio ao foguetório da madrugada. Retorno: Nosso plano era desviar um pouco e conhecer São Luiz de Paraitinga, Lagoinha e a Basílica de Aparecida, e voltar pela Dutra, mas logo de manhã já tinha um trânsito muito sinistro na saída de Ubatuba para Taubaté. Coisa pavorosa mesmo (ao menos para mim), então demos meia-volta e retornamos pela Rio-Santos. Paramos ainda em Paraty para rever a cidade e dar uma passeada pelo centro histórico. Considerações gerais Tem muita praia em Ubatuba. Além disso, tem cachoeiras (e não fomos em nenhuma), trilhas e etc. Ou seja, você pode passar dias por lá que tem curtição. Estacionamentos – Só precisei pagar na Praia do Félix, onde só havia como parar na tal zona azul (um rasgo de 10 pratas). Em todas as outras praias eu encontrei áreas sem essa zona azul e sem flenelinhas. Cariocas, fluminenses? – Praticamente não vi placas de carros do Rio por lá. Na verdade, só vi uma, de Resende. Perequê-Açu – Ficamos hospedados na Pousada Rancho da Tia, dica do Augusto aqui no mochileiros.com. Achei que ficar no Perequê-Açu foi boa escolha porque, além de ser mais em conta, é perto do centro. Dá pra andar tranquilamente de um para o outro – coisa de 2-3 km até Itaguá, e entendo que é muito melhor andar do que ficar parado no trânsito (e tinha trânsito todos os dias no centro à noite). O problema era ter de esperar quando a chuva desabava, ehehehe. Trânsito – Feriadão = trânsito, claro. Mas eu não consigo me acostumar a isso. Todo dia, logo cedo, era um parto pra passar da Praia Grande. Pra voltar deveria ser ainda pior, mas o GPS me indicou uma estrada alternativa, que peguei todos os dias, voltando das praias mais ao sul. Viva o GPS, viva essa estradinha que cortava pelo bairro Rio Negro!! Fica a dica. A estrada tem buracos (padrão Brasil), é estreita e tem curvas fechadas, e tem uns 700 m de um trecho MUITO ruim. Fora isso, é um alívio anti-trânsito. Estranho que quase ninguém mais usasse. Temperatura da água -- Nenhuma água gelada nas praias. Eu diria que nem fria estava. Praia do Cedro – Há duas praias do Cedro em Ubatuba. Ambas são acessíveis somente por trilha, uma fica mais ao centro, outra mais ao sul. Diferentes nomes se referem a elas (“do centro”, “do sul”), para diferenciá-las. Lua vermelha (!!) em Ubatuba Entardecer em Ubatuba – acho maneiro o efeito degradê das montanhas
  20. Olá, vim compartilhar uma viagem que fiz, como já diz o título, de Ubatuba até Paraty (01/07/2011 – 10/07/2011) Fiz essa viagem com uma amiga da faculdade Fabiana. A intenção era ser inteiramente a pé mas alguns trechos acabamos pegando carona e ônibus como verão a seguir e também não foi realizada por Ubatuba inteira, apenas a partir de sua metade (Toninhas) Saindo de São Paulo chegamos a Ubatuba parando na praia de Toninhas Seguindo beira mar pela Rodovia Rio-Santos (Praia de Toninhas vista do mirante) (Praia Grande) (Praia do Tenório) (Praia Vermelha do Centro (Vermelhinha) Seguindo viagem depois da Vermelhinha você possui duas opções, seguir em frente pela Rio-Santos ou bifurcar indo para Ponta Grossa Ponta Grossa é uma “rua” sem saída com uma praia no meio de seu caminho e no final é possível ter uma ótima vista do mar, a caminhada é longa, de mais ou menos 1 hora e 30 min até o final da Ponta Grossa (Praia do Cedro) Infelizmente devido ao momento não fotografei o ponto final da Ponta Grossa, mas tivemos uma feliz surpresa, um grupo de uns 15 golfinhos apareceram no mar seguindo para o sul Fiz uma foto mas ficou terrivelmente péssima, mas com boa vontade é possível ver a nadadeira dorsal do animal Ao voltar da Ponta Grossa seguimos viagem até chegar em Itaguá, a cidade principal de Ubatuba, lá sabíamos da existência de um camping, porém, tivemos a péssima notícia de que estava fechado (no mínimo infeliz) Ele é localizado na parte sul da orla da praia de Itaguá o nome é (Itaguá camping) Como não estávamos preparados para essa, acabamos encontrando (com ajuda de moradores) um hostel muito aconchegante (e barato) e bem estruturado, que recomendo! O nome é Aldeia Hostel, o valor pago foi de R$25 por pessoa. Como a viagem foi realizada em Julho, o inverno não é muito atrativo para muitos na praia, então o hostel estava vazio. No dia da nossa chegada estava sendo celebrada uma festa, a Festa São Pedro Pescador. Passamos por lá, curtimos um pouco e fomos dormir Seguindo viagem saindo de Itaguá passamos por um mirante logo no final da praia, que na verdade já era a Praia do Cruzeiro, ela e a Praia de Itaguá são justapostas por areia (Praia de Itaguá/Cruzeiro) (Praia Perequê Açu) Depois de uma bela caminhada chegamos à praia Vermelha do Norte (muito aconchegante por sinal) (Vermelha do Norte) Seguindo viagem, a próxima praia é a praia de Itamambuca, lá antes da entrada da praia existe uma cidade/ conjunto de casas Lá existe algumas pousadas e lugares para camping (pagos) Conseguimos uma carona com um casal que nos levou até a cidadezinha e então até a pousada em que estavam hospedados, pela pesquisa que fizemos lá mesmo, onde estavam era o local mais barato que encontramos para camping R$25, como não sei especificar onde era e os preços podem se alterar recomendo fazer uma pesquisa por lá Como a cidadezinha fica antes da entrada da praia de Itamambuca propriamente dita nós fizemos o trecho por trás da pousada por um rio (com um barco) e uma trilha (muito bonita por sinal) (Trilha para chegar à praia de Itamambuca) (Praia de Itamambuca) É possível chegar a outra praia pelo final da Itamambuca que é a Brava de Itamambuca, porém, naquele momento nos foi dito (pelo morador) que a trilha não estava limpa, havia uma certa quantidade de bifurcações podendo se perder no caminho e que era um tanto difícil. Não acredito que possa ser tão impossível assim, mas acabamos deixando essa de lado. (O cara apavorou a gente falando estranho) Em outra pousada mais pra frente (em direção à praia) existe uma lanchonete que oferece refeição e lanches (muito bons e baratos, recomendo) Seguindo viagem passamos pela ponte sobre o Rio Itamambuca (que atravessamos para chegar à praia) a entrada da praia é logo após a ponte (Casa doidona no caminho) (Deslizamento doidão) A próxima praia era a Praia do Félix, para chegar até a praia é necessário realizar uma trilha de mais ou menos 1km (bem leve, sem declive) Próximo destino era a Praia de Prumirim (a do filme Turistas) Lá paramos para acampar em um camping dentro de um condomínio fechado, sua entrada é direto na rodovia, sem erro. (apesar de ser um condomínio fechado, é só dizer que vai até o camping que eles te deixam entrar) O camping é bem simples, não possui iluminação na região de camping, possui banheiro com chuveiro (frio). O acesso a praia é fácil, 3 minutos de caminhada da área de camping O preço foi de R$30 se não me engano (Área de camping) (Praia de Prumirim) Ao sair da praia nos deparamos com um restaurante (simples mas muito bom, R$10 a refeição se não me engano), Bar e Restaurante da Gilda Logo após fomos até a praia do Léo, para ter acesso a essa praia é necessário fazer uma trilha de uns 10 minutos bem leve A praia possui dois bancos de areia divididos por um banco de rochas (Praia do Léo) Logo em seguida passamos por um dos mirantes de Ubatuba (para mim um dos melhores) (definitivamente minhas imagens não representam sua beleza haha mas é parada obrigatória!) (Vista do mirante) O mirante fica em uma pousada bem aconchegante, e como a dona nos disse “Isso não é meu, é nosso, pode ir ver sim claro” rs, pode ir ver sem precisar pagar por isso. A próxima praia foi a Praia de Puruba, para ter acesso a essa praia é necessário fazer uma caminhada (mais ou menos 40 minutos) porém, atenção! Essa praia só tem acesso por água, é preciso chegar ao final da trilha e pegar um barco que funciona até as 5pm, o local é acessível a nado, mas não estávamos em condições e também o responsável não estava presente, era 4:45pm. Então ficamos na vontade (Praia de Puruba) Seguindo viagem a próxima praia era a de Ubatumirim que acabamos passando sem perceber (era de noite) e acabamos parando na Praia Estaleiro do Padre Na Estaleiro do Padre passamos a noite em uma pousada R$45 por pessoa (Praia de Ubatumirim) A praia de Ubatumirim é logo ao lado da Estaleiro do Padre, são separadas por um riacho, é possível transitar entre as praias a pé se a maré estiver baixa (Praia Estaleiro do Padre) A próxima parada era a praia da Almada é acessível por uma estrada de mais ou menos 1 hora e 30 minutos a pé (possui pelo caminho uma ótima vista das praias de Ubatumirim e Estaleiro do Padre, bem como um mirante mais a frente com um restaurante) (Vista das praias Ubatumirim, acima do rio, e Estaleiro do Padre, abaixo do rio) Ao final da caminhada é possível acessar 3 praias seguidas (Praia da Almada) (Praia do Engenho) E para ter acesso a última praia é necessário fazer uma trilha no final da praia do Engenho (esse trajeto fizemos sem as mochilas, e recomendo ir sem, a trilha possui trechos íngremes e caso tenha chovido é um lamaceiro só) (Praia Brava da Almada) (Praia da Almada) Seguindo viagem passamos pela Praia da Fazenda, particularmente a mais bonita (Praia da Fazenda) Lá existe um camping, mas não sabíamos se estava funcionando ou não, pois o local é uma reserva. Antes de chegar à praia é possível passar por uma área de educação ambiental bem interessante, mas quando passamos estava fechado já. Próxima parada era Picinguaba, para chegar até a cidade de Picinguaba é necessário fazer uma caminhada de 1 hora com partes íngremes, mas asfaltado. Cidade aconchegante, mas sem área de camping (definitivamente na cidade não) As pousadas lá variavam entre R$130 a R$770 (Picinguaba) (Vista da Praia da Fazenda – caminho a Picinguaba) Então, última praia de Ubatuba, Camburi Antes de chegar à praia fomos até a cachoeira ali na entrada (Cachoeira de Camburi) Para chegar à praia de Camburi é necessário fazer uma caminhada de mais ou menos 1 hora é íngreme, porém asfaltada (Praia de Camburi) Saindo da Praia de Camburi conseguimos uma carona até Trindade, onde existe diversas praias e pousadas ad libitum Nossa carona nos deixou na entrada de Trindade que você pode fazer o caminho até lá a pé (longo caminho por sinal) ou pegar um ônibus que sempre passa (não sei a frequência) com destino a Trindade No nosso caso conseguimos outra carona e dormimos em um hostel, nos custou ficar 3 dias R$150 (Cabeça do Índio) (Praia do Meio) (Praia dos Ranchos/Fora) Final da viagem fomos até Paraty, o trecho de Trindade até Paraty é bem longo, e no caminho não existe acesso as praias, então fizemos esse trecho por ônibus que sai de Trindade mesmo com destino a Paraty Para nossa surpresa estava ocorrendo a FLIP (Muito legal por sinal) (Paraty) (Bonus fim de viagem!) Enfim, espero que tenham gostado e que sirva de valia para quem tiver curiosidade em relação à Ubatuba Agradeço por terem lido até aqui e ótima viagem a todos!
  21. Olá Mochileiros! Acredito que assim como eu, muitos mochileiros pesquisam sobre um lugar, tem vontade de ir mas há algumas regiões que sem carro realmente fica muito difícil de curtir. Fiz recentemente uma viagem para Ubatuba e confesso que, um carro ajudaria muito a otimizar o tempo, porém é possível sim, conhecer a cidade e aproveitar as praias sem ter carro. Para quem não conhece Ubatuba, http://www.mochileiros.com/ubatuba-t30223.html realmente é uma cidade que vale a pena, pois mescla praia com a tranqüilidade de uma cidade de interior com a beleza da mata preservada, ou seja, tem para todos os gostos: praia, trilha, bons restaurantes, esportes e tranqüilidade. Coloco aqui algumas informações da viagem que realizei, espero que sejam úteis, inclusive para quem quiser viajar sem carro: Como chegar Litorânea (Sai da rodoviária do Tietê ) – R$ 44,00 Horários : De São Paulo para Ubatuba 07h 08h30 10h30 12h30 14h30 16h30 18h30 21h De Ubatuba para São Paulo 07h10 09h10 11h10 13h10 15h10 17h10 19h O site deles está sempre fora do ar. Estas informações são de um folheto que é distribuído na rodoviária. Também vi passar por lá alguns ônibus da Reunidas, mas não tenho maiores informações. Na cidade existem 2 rodoviárias: de ônibus de viagem que vem de outras cidades e a do terminal de ônibus coletivos. Elas são próximas, você pode ir a pé de uma para outra, ambas ficam bem pertinho do centro. Onde dormir Nesse mesmo tópico aqui no Mochileiros http://www.mochileiros.com/ubatuba-t30223.html#p373442 há várias opções de hospedagem. Ficamos no: Camping Sitio Usina Velha :'> Rua Usina Velha, 612 Pereque Açú Fone: (12) 3832-3629 http://www.campingusinavelha.com.br Este camping fica na praia de Perequê-Açú a 2km do centro. De lá até o centro de ônibus você leva uns 5, 10 minutos e caminhando 30 minutos. Fica bem localizado a uns 10minutos da praia. Para chegar lá, vá até o terminal coletivo de ônibus e tome o Promirim, Almada ou Pisinguaba, o único ponto de referência é o outdoor do camping. Pergunte sobre o camping que todos conhecem. Lá há varias opções de acomodações: camping, pousada e cabanas. É um lugar bem tranqüilo e aprazível. Há uma piscina (que funciona), sala de TV, banheiros limpos e amplos, churrasqueiras, uma cantina que serve café da manhã 3,50 café + pão na chapa e almoço e janta por R$ 10,00 (PF para 1 pessoa) a comida é bem saborosa. No carnaval ficamos na cabana e pagamos R$ 400,00 ( para 2 pessoas) o pacote de 4 dias. A cabana tem uma cama de casal e o banheiro externo. O camping se não me engano era R$ 120,00 o pacote de 4 a 5 dias. Onde comer Bacana Confeitaria :'> Av. Leovegildo Dias Vieira, 446 - Itaguá - (12) 3836 2400/2333 Fica ao lado do Shopping . Além de paães eles servem lanches e refeições. Um hambúrguer gigante e saboroso de picanha custa R$ 19,00. Os pratos custam cerca de R$ 25,00, R$ 32,00. O atendimento é ótimo a comida é muito boa. 100 miséria Restaurante :'> Avenida Leovigildo Dias Vieira, 218 - Itaguá - (12) 3832-1234 http://www.hotel100miseria.xpg.com.br/sobre.htm Eles tem um hotel, pizzaria e outros estabelecimentos comerciais com o mesmo nome. Este foi um dos restaurantes mais baratos que encontramos na orla da praia no centro. Um dos restaurantes serve PF por R$ 13,00 e realmente é sem miséria. Sorveteria Napolitana :'> Avenida Leovigildo Dias Vieira, Nº 1268 - Itaguá - Tel.: (12) 3836-1020 Sorvete por kilo, cerca de R$ 8,00. Muito bom o sorvete. Como se locomover pela cidade Ônibus Do terminal coletivo, saem ônibus para todas as praias. Eles param em qualquer lugar que você pedir e não tem cobrador. Nos finais de semana e feriados eles demoram mais. O ônibus custa R$ 2,30 Taxi Tomamos um taxi do centro até o Perequê-Açu (2km) e custou R$ 23,00, recomendo este taxista: Taxi do Valdemar: (12) 9161-4130 (12) 9748-0540 (12)7814-9134 Passeios Aquário de Ubatuba Custa R$ 15,00 e aceita carteirinha de estudante. Acho que vale a pena dar uma passadinha por lá. http://www.aquariodeubatuba.com.br/ Praias do Norte Vindo de Perequê-Açú sentido Rio de Janeiro há a Praia Vermelha do Norte, Itamambuca e Praia do Felix. É possível ir caminhando (pela rodovia) da Praia do Felix para praia de Itamambuca são 35 minutos de caminhada. As praias geralmente são separadas por um morro. Então contornando-o você já chega até a próxima praia. Itamambuca Tem muita gente jovem e bonita. Parece que a praia é toda voltada para o surf. Há uma faixa extensa de areia fofinha. Praia do Felix O acesso é feito por um condomínio. Uma parte do caminho é uma ladeira asfaltada e um trechinho de terra. Cercada por pedras do lado direito. É uma praia muito bonita e aconchegante, a água é apropriada para banho, tem areia clara e fina e não venta muito. Tem poucos quiosques. Praias centrais e ao sul do centro Saindo de Perequê-Açú sentido centro há Praia do Cruzeiro, Itaguá (praia central) . Passando o centro de Ubatuba há a Praia Grande, Praia do Tenório, Praia Vermelha do Centro e Praia do Cedro. Partindo do terminal desça na praia grande e a partir daí vá conhecendo as praias (nessa ordem) caminhando. Praia do Tenório Acesso pelo condomínio, tem vários quiosques e é freqüentada por muitas famílias. Tem uma faixa estreita de areia. Praia Vermelha Da praia do Tenório até esta são 5 minutos de caminhada. A praia Vermelha do centro tem muitas árvores em volta e por isso folhas e frutos caem na areia que fica cheia delas. Praia apropriada para surfe. Praia do Cedro Da praia Vermelha do centro até a Praia do Cedro é uma caminhada de uns 30 minutos com parte asfaltada e parte de barro. A praia é pequena tem um quiosque e é dividida em dois pedaços por um riozinho. A areia é escura e fina, venta pouco. Há pedras em volta e a praia é de tombo. Dicas Tome vitamina B12, 1 capsula por dia para evitar picadas de mosquitos e mesmo assim leve repelente. A noite a temperatura esfria então é recomendável levar um agasalho mesmo no calor. Sim, pode ocorrer de você passar um fim de semana em Ubachuva. Caso chova ou esfrie você pode conhecer o Projeto Tamar, Aquário de Ubatuba, o Shopping que fica na praia de Itaguá tem um cinema que custa R$10,00. Próximo ao Shopping a Avenida Leovigildo Dias Vieira tem ótimos restaurantes. Fotos
  22. Sete Praias de Ubatuba Bão... tem mais relato sobre as Sete Praias (nem tão) Desertas de Ubatuba aqui do que nota de R$ 1,00. E dá pra entender porque: trilha superfácil, com praias muito bonitas e de fácil acesso. Um rolê excelente pra curtir um fim de semana de praia com um pouquinho de caminhada ou pra quem tá afim de fazer uma trilha leve. De praias mesmo, pela trilha, o que há para encontrar são apenas quatro: Bonete, Praia Grande do Bonete, Cedro e Deserta. As duas primeiras, Praia do Perez e Praia do Oeste passam desapercebidas entre as pedras. E a Praia da Fortaleza já marca o retorno a civilização, entao nem conta rs A ideia de ir conhecer a trilha das Sete Praias ja havia surgido há mais de um mes atrás, quando Carol e Diana tinham programado para ir com outra galera, mas nao deu certo. Depois de arranjar uma data na agitadíssima agenda da Vivi e do Fábio, foi lançado o convite no grupo e rapidinho foram aparecendo as confirmações... Em pouco tempo, éramos uma gangue: Fábio, Vivi, Eu, Raffa, Carol, Diana "Lady Diss", Marcelo "Gabeudo", Minduim, Wyllian "Cagaio", Douglinhas, Melqui e Lilian. Nos organizamos durante a semana e partimos, em três carros saindo de sampa, na sexta a noite, em direção a Praia da Mococa. Lá era o ponto de encontro, já que cada um saiu num horário. Por volta das 2h30 da madruga já estavam todos por lá...uns acamparam "na ilegalidade", uns dormiram dentro do carro e outros simplesmente jogaram-se de isolante e um lençolzinho na areia mesmo, tentando dormir o restinho de tempo que tinha. Tentando, porque cada vez que um ficava quieto, outro soltava uma nova palhaçada e todos caiam de novo na gargalhada. O fim de semana prometia ser lindo e ainda a noite podíamos ver o quanto seria: uma senhora duma lua cheia nos brindava a presença. O dia amanheceu com todos ainda meio cheios de sono, tascamos as coisas no carro e fomos para a praia da Lagoinha encontrar o restante da Trupe. É necessário comprar o cupom da Zona Azul pelos dois dias, com as mocinhas logo na entrada da Lagoinha. Enquanto comíamos alguma coisa e ajeitavamos as mochilas, aguardávamos a Natália e o Junior, que vinham de São José dos Campos e a Paty e seu marido (sorry, esqueci o nome dele kkkk), que já estavam curtindo férias em Boissucanga. A Paty e o marido fariam a trilha no ataque, o restante ia acampar na praia do Cedro. Reagrupados, mochilas prontas e lá pelas 10h da manha, pé na trilha! Como disse, a trilha é muito, muito simples e fácil. Ela começa na ponta da praia da Lagoinha assim que se atravessa o riozinho e segue plana praticamente o caminho todo até a Praia Grande do Bonete. No inicio, parece ate uma estradinha de tao larga, e justamente por isso, a maior muvica seguia a trilha até as primeiras praias. Fomos ultrapassando pessoas de todas as idades e crianças, que olhavam curiosas aquela fila indiana de pessoas com suas mochilas. Em cerca de 40 minutos, com diversas paradas pra cliques e para a mais pura e simples bestificação com a beleza da costa e da cor das aguas, a praia do Bonete nos recebia com um belo dia de sol, seu mar calmo, nos convidando a um mergulho, e um quiosque, nos convidando a degustar algumas brejas. O Raffa, que já conhecia a trilha, já tinha disparado na frente, desde o começo, rumo a praia do Cedro. A Paty e seu marido ficaram um tempinho mas tambem resolveram seguir em frente, a fim de aproveitar mais as outras praias, ja que tinham apenas aquele dia. Enquanto isso, nos refrescávamos naquela agua absurdamente clara durante pouco mais de uma hora até lembrar que mais praias nos aguardavam. Mochilas de novo nas costas, e mal deu pra contar, já estávamos na praia Grande do Bonete. Com o mar um pouco mais agitado que o Bonete, ela tambem encanta com sua beleza. Aqui o Fábio e a Vivi resolveram aproveitar mais aquela praia, enquanto o restante resolveu seguir. A trilha continuava na ponta da praia, seguindo o leito do rio, marcada por uma placa. Ali metade da turma resolveu dar uma relaxada, enquanto observava um bando de passaros "almoçando" a carcaça do que um dia foi uma tartaruga, enquanto o restante seguia em frente, rumo ao Cedro. Apenas mais um morrinho nos separava do Cedro, entao após uns vinte minutos de descanço, os que ficaram para trás resolveram seguir. A subidinha do morro é curta porém chata, e exposta ao sol da uma da tarde, ficava mais chata ainda rs. Mas eram poucos minutos de subida, e a recompensa era a linda visão das praias do Cedro e Praia Deserta lá embaixo, emolduradas por uma agua que era um absurdo de variações entre o verde e o azul. Descemos rápido e ja encontramos o restante do povo na areia, junto ao quiosque do Jair, um caiçara que tem casa na praia da Fortaleza, mas afirma que prefere ficar ali no Cedro mesmo - e dá pra entender perfeitamente porque. Atravessando as pedras na ponta da praia, chegamos enfim a pequena e linda praia do Cedro. Já tinha visto praias bonitas, mas para mim, se existe um paraíso, ele deve ser muito parecido com aquilo. Praia tranquila, de aguas claras emoldurada por arvores, com uma boa área de camping e duas bicas de agua. Fazia anos que eu nao acampava tão perto a ponto de dormir embalada pelo barulhinho das ondas quebrando. Reencontramos o Raffa, curtindo seu mergulho naquele paraiso particular, e a Paty e seu marido, que aproveitavam a última praia do dia para eles. Nos entregamos as delícias daquele lugar, com alguns se "estapeavam" pelo snorkel do Raffa - mesmo sem ele, os que subiram nas pedras na ponta da praia conseguiram avistar uma tartaruga nadando tranquilamente. Enquanto nossos corpos refrescavam no mar, a infinita variedade de bebidas que levamos refrescava na bica, carinhosamente chamada de "geladeira". Tinha de um tudo, até um Lambrusco gelava mergulhado na agua da bica. Pouco tempo depois, chegavam os dois ultimos integrantes da trupe: o Clayton e o Leo, que tinham vindo direto pela Praia da Fortaleza. A Paty e o marido se despediram e eu não me lembro de mais nada, porque desabei numa deliciosa soneca ao sol... O fim da tarde veio chegando e junto com ele, a fome batendo, então começou nossa movimentação para o preparo do rango coletivo. Combinamos de cada dupla preparar um prato, assim teríamos um rango farto e variado. E bota variado nisso: batatas assadas com molho de requeijão, tomate seco e carne; um arroz de carreteiro falsificado, um feijão com tudo dentro, salpicão de frango e um mega patê de atum. Literalmente, comemos até o c* fazer bico. Claro que além de nós, tinha outra galera cada vez mais bem alimentada: os mosquitos devoravam qualquer partezinha desprotegida de repelente. Depois do delicioso jantar, ainda rolou um bolo de aniversário: a Vivi havia feito anos na semana anterior, e como não houve comemoração oficial, resolvemos levar a festa com a gente. Bolo, bexigas, velinhas e um animado "Parabéns" que ressuscitou até um defunto de sua prematura "morte alcoólica". A Lua era tão escandalosa que dispensava o uso de lanternas, conversamos por um bom tempo até que o cansaço ou o nivel alcoólico abateram cedo alguns guerreiros enquanto outros permaneceram ali, firmes na missão de acabar com o estoque da "geladeira". Foi quando rolou o momento "susto" da noite. Lá de longe, víamos uma mancha negra se movendo, e aos poucos, distinguimos um pequeno barco chegando. Claro que a paranóia de paulista nos fez pensar em assalto no mesmo momento, mas eram apenas dois caiçaras acompanhados de um "patrão"... que deviam estar mais bebados do que nós. Ao chegarem, já foram falando que nossa amiga "gringa" estava vindo pela trilha, e enquanto um olhava pro outro sem entender lhufas do que eles estavam falando e mais desconfiados do que mineiro, lá na ponta da praia me aparece uma gringa vindo da trilha... Só ai a coisa foi se esclarecendo: quando o Clayton e o Leo chegaram na praia da Fortaleza, haviam encontrado uma sueca que morava por lá e varias vezes servia de guia para outros estrangeiros. Eles comentaram que estavam indo pra lá. E ela, por sua vez, comentou com os dois caiçaras que tinha uma galera no Cedro, e eles acabaram vindo de barco e carregando o "patrão" (que fugiu da esposa contando que ia pescar lula...rs... fico imaginando de desculpa ele deu pra ela ao voltar pra casa sem lulas e cheirando a cachaça). Guardado o momento-bronca pra depois, nos divertimos com os três - que realmente , estavam muito mais bebados que nós rs - que logo foram embora. A gringa se bandeou pra um canto e o restante, findado o assunto e tendo cumprido a missão de esvaziar a "geladeira", se recolheu. Momento-bronca porque boa parte do pessoal não gostou nada do Clayton ter dito a desconhecidos onde estávamos... mas ainda acho isso mais paranóia de paulista do que tudo. Acordamos cedo, apesar da cachaçada toda, pra aproveitar o café da manha com torradas e patê e várias bananas que o Minduim descolou com o Jair. Além das bananas, já negociou com ele várias porçoes de peixe a um precinho mais que amigo, para devorarmos mais tarde. A Carol reuniu coragem e foi caminhar até a Praia Deserta lá na ponta, o restante preferiu ficar curtindo a praia ali mesmo ...Enquanto isso, os primeiros barquinhos, cheios de turistas, começavam a ameaçar encher nosso pequeno paraíso. Foram recebidos por um "Bom Dia!!!" tão animado de nossa parte que acharam melhor proteger suas crianças daquele bando de loucos. E enquanto o Minduim atravessava as pedras de um lado pro outro, achou vários mariscos. Fomos lá pro lado da praia onde ficava o quiosque, onde a mariscada feita desapareceu em questao de minutos e passamos a tarde curtindo o visual, falando ainda mais besteira e comendo - o soborô do dia anterior rendeu uma senhora panelada de batata, arroz, pedacinhos de carne e tomate seco. Enquanto isso, a outra prainha ia enchendo cada vez mais de barcos e da galera que vinha pela trilha, muitos estrangeiros. Alguem comentou preocupado sobre nossas coisas, que estavam lá desprotegidas e a resposta do Fábio foi perfeita: "Voce acha mesmo que aquele bando de turista de barquinho e colete salva-vidas ia ter coragem de mexer naquele acampamento? Isso pra eles é coisa de outro mundo, devem estar até com nojo de chegar perto!" kkkkk Entre diversas palhaçadas, discussões sobre o sofisticado petisco que seria o Bolovo de Codorna, a estreia da mais nova Rainha do Funk, um topless involuntário no meio da praia, críticas ao nosso morto-pescador-Imhotep que nao pegou um peixe sequer, várias rodadas de breja e a saga para acabar com a ultima cachaça restante, a tarde foi passando e veio batendo a depressão da hora de partir... Voltamos para levantar acampamento e encarar os ultimos 40 minutos de trilha até a praia da Fortaleza. A trilha se afasta da costa, indo pelo meio da mata, bem clara e aberta. Outra baita subidinha chata, recompensada pela linda vista do Pontão da Fortaleza. Chegamos na praia com a noite caindo, passamos batido por ela e aproveitamos o carro do Leo para ir resgatar os carros enquanto os demais estacionavam no primeiro boteco encontrado enquanto aguardavam. E ali naquele boteco, fomos conquistados pelo sucesso inenarrável de um hit da banda Tarraxinha chamado "Sorria o pai é voce!" (sim, é ainda pior do que o título dá a entender!!! kkk) ... Os carros chegaram e voltamos pra casa carregando otimas lembranças desse delicioso fim de semana, de belas praias, em ótima companhia e muita diversão. * Mil desculpas ao Marido da Paty... assim que ela me disser seu nome de novo eu edito o texto todo kkkk*
  23. Essa trilha fui bem mais leve, quase um passeio. Como a previsão era de chuva para o final do dia, decidimos fazer essa trilha mais curta e não acampar. Novamente estavamos eu, a Adriana, o João e a Cris, além da participação ilustre da Luiza e da Tirza, que deram um pouco mais de alegria durante a trilha. Chegamos na praia da Enseada por volta de 11h30 e pouco depois já esavamos começando a caminhada. A trilha começa do lado esquerdo da praia, em um caminho largo de pedra, quase uma estradinha. Passamos por dentro de algumas propriedades particulares (pelo menos era o que a placas diziam) e entramos numa trilha mais fechada. O caminho tem pouco desnível e quando algumas clareiras apareciam, era possível ter um gostinho da beleza do lugar que estavamos chegando. Acho importante ter um pouco de cuidado usando tênis e calça, já que a serra do Mar abriga algumas cobras venenosas. Durante a caminhada uma passou pela minha frente. Não sei dizer se era venenosa, mas acho que vale a prevenção. Pouco mais de uma hora depois chegamos a um bifurcação. Era a saída para a primeira praia. Começamos a curta descida. Logo antes de chegar a praia, é preciso descer um morro bem inclinado, onde algumas cordas velhas nos ajudam a manter o equilibrio. É uma mini escalada, mas muito mais divertida do que perigosa rs. Enfim, a primeira praia, totalmente deserta, super pequena, linda. Caimos direto na água. Algo que achei estranho foi a quantidade de lixo (garrafas pet, embalagens e até um butijão de gás) parados na borda. Fiquei na dúvida se aquilo tudo era lixo de turistas, o que seria um absurdo, ou se era trazido pelas marés, o que também não deixa de ser um absurdo. Não perdemos muito tempo pois a chuva parecia estar cada vez mais perto. Voltamos para a trilha, subimos até a bifurcação e continuamos rumo a segunda praia. Menos de uma hora por um caminho mais aberto e já colocavamos os pés na areia novamente. Outra praia linda e deserta. Essa já é preciso ter bastante cuidado para mergulhar, pois a praia é de tombo e o mar é muito forte. Depois de algum descanso, fotos e conversas, chegava a hora de voltar, ainda com direito a um bom banho de chuva. Acho que pra quem está com pouco tempo e quer fugir das praias comuns e lotadas de Ubatuba, essas duas prainhas perdidas são uma ótima pedida. Além de curta, a trilha não é muito cansativa, e rola até de ir com crianças, como nós fomos, sem problema algum, apenas tendo um pouco mais de atenção. Algumas fotos: https://picasaweb.google.com/gutotm10/24092011TrilhaPontaDoEspia Outros relatos no nosso blog: http://projetoandancas.blogspot.com
  24. rodrigoschemes

    Trekking 7 Praias Desertas - Ubatuba/SP

    Foto: rodrigoschemesid="size1"> Sábado, 5 de Novembro de 2005 mesmo com essa primavera chuvosa e as vezes fria decidimos fazer um belo e tranquilo trekking pelas praias desertas de Ubatuba. O grupo era composto pelo meu irmão e sua namorada, minha namorada Roberta e eu. Saímos de São Paulo perto das 8 horas da manhã e com muita calma no caminho chegamos ao meio dia no camping Superstar(http://www.campingsuperstar.com.br) onde iríamos ficar a noite. Já estabelecidos no lugar, começamos a caminhada perto de 1 hora, começamos na Praia da Lagoinha que fica mais ou menos na altura do km 74 da BR. Lagoinha é uma praia com uma extensa orla, com mar bem calmo e muitos quiosques e povoada por condomínios luxuosos. Rumamos até seu canto esquerdo onde ela é cortada por um pequeno rio e que cruzando ele já conseguimos ver a trilha que nos levará até as outras praias. Adentramos na trilha que por sinal nesse trecho é bem aberta e de fácil acesso, com muitas casas de pescadores locais e cruzamos por 2 praias acessíveis somente por trilha ou barco que são as praias do Oeste e Peres, ambas separadas por algumas rochas. Mais 40 minutos de caminhada por uma trilha ainda aberta chegamos as praias do Bonete e Grande do Bonete, essa última muito boa para acampar pois possuía uma bica para obter água e muitas clareiras com sombras pra acampar e com muitos avisos para levar seu próprio lixo embora, provavelmente placas colocadas pelos próprios locais. Decidimos parar na Grande do Bonete para um lanche e curtir a traquilidade da praia absolutamente vazia então pudemos desfrutar um belo banho em suas águas límpidas. Logo voltamos a andar pois estávamos na metade do caminho, ao final do Bonete Grande encontramos mais casas de pescadores e algumas crianças brincando, havia também uma placa indicando as distâncias e a direção da trilha. Seguimos as placas e após uma subida muito íngreme avistamos às praias do Deserto e do Cedro, ambas com areia grossa, mar limpo e um banho convidativo. Chegamos até o fim da praia do Cedro que é a última e subimos pra dar uma espiada através de umas pedras e tivemos a surpresa de ter uma bela visão de uma praia somente de pedras, perguntando aos locais fomos informados que o nome dessa praia era Cedrinho e que aliás não contava no meu mapa. Apreciamos a vista mas a trilha para a praia da Fortaleza saía atrás do único barzinho que ali existia e sugundo os pescadores ainda tinhamos 50 minutos de caminhada e já era perto das 4 horas portanto tinhamos que apertar o passo se quisessemos voltar. Essa trilha que sai do Cedro e vai para Fortaleza é a que exige mais esforço físicos de todas em comparação as outras caminhadas é também a mais fechada e escorregadia. Existe algumas bifurcações também mas é só se manter na trilha principal que não há erro. Existe uma casa vermelha no caminho que serve como referência. Após essa casa, começa uma subida que te leva até a crista do morro, aí sim, o sol veio forte e nos presenteou com uma vista impressionante do costão da Fortaleza. Fomos descendo e apreciando a vista até chegarmos enfim na Praia às 16 horas e 50 minutos. Foto: rodrigoschemesid="size1"> Como a fome batia, resolver beliscar umas porções e uma brejas no quiosque e decidimos voltar de ônibus, afinal ninguém é de ferro. Pegamos o ônibus às 17:50 da Fortaleza até a BR e de lá outro para a Lagoinha e ainda tivemos a sorte de presenciar um lindo pôr do sol coroando esse dia repleto de praias desertas bem ao estilo de Ubatuba de antigamente. Foto: rodrigoschemesid="size1">
  25. Oiii Galera.!Bom, esse é o meu primeiro tópico de muitos que pretendo fazer, ;] Que lugar maravilhosooo... Essa viagem, marcou a minha vida de uma forma surpreendente.! Mas, vamos lá: Foi uma idéia meio inusitada, doida de querer viajar...foi "do nada"...estávamos eu e uma amiga minha chamada Re e queríamos viajar, só não sabíamos pra onde! A príncipio nosso destino era Angra mas naquela época estava acontecendo os desabamentos e, claro que nossos pais não deixariam que fôssemos! Então, optamos por ir pra Ubatuba,no começo queríamos acampar, mas o pai da Re não deixou e disse bem claramente que também não deixaria se fôssemos apenas nós duas, então envolvemos mais uma pessoa nessa nossa "doideira": a Nati, amiga da Re e que eu só fui conhecer na viagem! Após 2 semanas do nosso primeiro "insight", colocamos o pé na estrada e fomos com a cara e a coragem para Ubatuba Intenção da nossa viagem: viajar com as amigas, conhecer um lugar novo, ter uma certa independência em relação aos nossos pais, e principalmente [pra mim, pelo menos]: entrar em contato com a natureza pois sou desde pequena uma amante da natureza, gosto de entrar em mata [apesar de ser bem medrosa], fazer trilhas [apesar de ser sedentária], conhecer um outro tipo de vida, diferente de São Paulo: que é a modernidade, pessoas andando correndo, barulho, poluição, pessoas estressadas...e tudo aquilo que todo mundo sabe... Primeiro dia: Chegamos de manhã, , vimos a instalação: os quartos são divididos em meninos/meninas, existe um banheiro para cada quarto [bem limpinho], tem um armário que você pode guardar as coisas de valor, mas tem que levar cadeado por conta própria, tem 2 beliches para cada quarto.e quem optar por cama de casal, sai um pouquinho mais caro.O café da manhã já é incluso e é uma delícia [variedade de frutas, bolos muito gostosos, suco, leite, pão]!"me enfartei de comer" levei as meninas para as praias que já conhecia: Lázaro e Domingas Dias! Elas adoraram, pois a água é limpinha, calma, a praia não tem muita gente, não é suja! a tarde conhecemos o pessoal do albergue, eram um pouco mais velhos que nós [estavam na faixa etária dos 20 pra cima].siim, nós éramos as mais novas: 18 aninhos!.e combinamos de fazer um churras a noite.comi bastante carne mas não experimentei o avocadro [molho mexicano] que um dos hóspedes fez: o Pablo-argentino, fui dormir cedo porque estava com muita dor de cabeça. Segundo dia: fomos para as praias por perto, e a noite para o Lual da praia da Sununga [muito boa!], conhecemos muita gente, tanto de Sampa quanto de outros países...cantamos a noite inteira e vimos o nascer do Sol! Terceiro dia: Fomos fazer uma trilha com o Nil [gerente do hostel e também carinha credenciado de ecoturismo], as 10 horas saímos do albergue, fomos de kombi [que é o veículo do lugar],e cada paisagem que víamos...maravilhosas! Pra começar, um alongamento, depois tivemos que encarar uma subida do "capeta" e bobinhas acreditamos que aquilo era o pior...mas não, ainda tínhamos que encarar mais uns 3 morros... hahahaha bebemos água da bica, saímos na praia do Bonete [que tem várias jangadas, e uma placa indicando as outras trilhas...muito engraçada], andamos mais uma hora e chegamos na Praia do Cedro [maravilhosa, pequena, uma das 10 praias mais lindas do Brasil, deserta, com águas límpidas, mar não muito agitado, propício para o banho].ficamos lá por umas duas horas, repousamos, fizemos piquenique, entrei no mar e quando saí dele tomei um "caldo" que deu boas risadas, o Nil foi pegar no mar uma sacola de plástico que estava boiando, e colocou na sua mala!consciência ambiental né?Acredito que a qualquer lugar que vamos, temos que deixar do jeito que encontramos ou até melhor...esse Nil é um ambientalista ferrenho, uma pessoa ótima de coração! na volta paramos numas pedras, onde divide duas praias...de um lado da pedra é o mar aberto de uma, e do outro, outra praia!lindo o lugar, bom para refletir, e agradecer a Deus por ter lugares maravilhosos como aquele!vi uma tartaruguinha.e foi muiito comovente. ;] chupamos cana de açúcar, vimos palmeiras [que é triste descobrir que elas são cortadas antes do período certo para que uma pequena parte delas seja usada para nosso consumo!-pense nisso], pegamos um pouquinho de chuva na volta, mas foi bem refrescante. voltamos lá pelas 6 horas da tarde, morrendo de fome, cansados, sujos, mas com a alma lavada!o pessoal que não foi, se arependeu de não ter ido!valeu muito a pena ter feito essa trilha, pelos lugares lindos, pela natureza intocada...!não tem coisa melhor... Vejam: http://viajeaqui.abril.com.br/guia4rodas/praia-do-cedro/ubatuba/praias/ http://www.oyo.com.br/praias/ubatuba/praia-do-cedro/ Quarto dia: fomos comprar nossas passagens =/ eu queria ter conhecido o Projeto Tamar, mas me disseram que era muito longe e como dependíamos de transporte público e as meninas estavam cansadas, com o pé doendo do dia anterior, resolvemos não ir... mais a tarde fui sozinha pra praia do Sununga pra pensar sobre a vida, olhar o mar, aquela brisa...e acabei dormindo na praia [mas também, já estava 2 dias sem pregar o olho]!Não recomendo isso.hehehehe a noite eu e a Re fomos pra sorveteria [muito gostosa, o pessoal é muito atencioso, simpático] e fica pertinho do albergue...quando estávamos voltando vimos 3 mochileiros perdidos no meio da rua e fomos ajudá-los, e descobrimos que eles estavam procurando o hostel.nos prontificamos para levá-los...chegando na pousada descobrimos que eles eram israelenses! [eram muito altos e fortes...hahahaha] convidamos eles para ir ao lual conosco...e eles toparam...[detalhe que eles não sabiam falar nada de português, apenas: "chuva, tribo"], se não fosse pela nossa amiga Nati que sabe falar fluentemente inglês, ficaríamos incomunicáveis com eles...os ajudamos a fazer compras num mercadinho pois eles não sabiam quanto que tinham que dar de dinheiro, e essas coisas! e mais um lual, muita música, cantoria, gente doida, e dar uma cochiladinha na praia antes de ver o nascer do Sol! Último dia! tomamos café da manhã e fomos "sunungar" novamente, na realidade, nos despedir na praia da Sununga...subimos umas pedras e ficamos observando o mar, conversando, "viajando" e eu vi novamente mais tartaruguinhas! =D arrumamos nossas coisas e fomos para o ponto de ônibus...putz, não queríamos voltar pra casa, na realidade, queríamos ficar em Ubatuba pra sempre...ô lugar gostoso! quando chegamos em Sampa: trânsito, caos, frio, chuva!ninguém merece aí que deu vontade de voltar correndo praquela cidade paradisíaca que os insraelenses chamavam de: "Ubatuta!"! só sei que foi a melhor viagem da minha vida, tanto pelas pessoas [conhecemos: mineiras da cidade dos "ets/óvnis", capixabas, alemães que se intitulavam como "carpinteros" e vestiam roupas de "cowboy" e até hoje não entendo porque, os israelenses, norueguesas, argentinos, columbianos!]e por aí vai... é tão bom conhecer culturas diferentes, realidades totalmente diferentes, opostas do nosso país.acredito que me enriqueceu muito essa viagem, por isso, que ela se tornou inesquecível! Dicas: Recomendo a todos vocês, o albergue, é super confiável, não é cilada, ele fica na praia do Lázaro em Ubatuba, e tem um ponto de ônibus há no máximo 2 quarteirões da pousada! Seria mais proveitoso e até mesmo, mais barato ir de carro, pois daria para conhecer outras praias, ir a barsinhos [conhecer as noitadas de Ubatuba, pra quem gosta], fazer outras trilhas, e tantas outras coisas... Procurem sabem o que querem fazer em Ubatuba, que lugares conhecer, e nunca entrem nas trilhas desacompanhados de pessoas que conhecem muito bem a trilha, que estão habituados a fazer esse tipo de coisas!Estejam bem antenados no destino que vocês escolherem Reservem com antecedência a hospedagem/passagem de ônibus Comprem uma mochila de "mochileiras" [porque eu não havia comprado...foi horrível levar malas na mão...não é nada eficiente!] E, fiquei sabendo, por amigos meus, que ficaram até o Carnaval em Ubatuba, que foi beeem "maneiro", cheio de gringos, festas, e tudo mais... Custos da viagem: 100 reais só de passagem [ida e volta] 100 reais de hospedagem [fizemos nossa carteirinha de mochileiras onde conseguimos desconto em todos os albergues do Brasil^^], e eu pretendo conhecer todos! hahahaha 40 reais da trilha! [um dinheiro muito bem gasto] e o resto foram os gastos de comida: pizza, churras, miojo, bolachas, galão de água...] Ao total foram 300 reais, mas levamos mais 100 reais por precaução! Bom, gente, pode deixar comentários/dúvidas, que eu responderei com o maior carinho ok? Quem quiser dar uma olhadinha nas fotos, só acessar: http://www.flickr.com/photos/harumii/ beijo.! =*
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