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  1. Oi, sou de Manaus. E criei um site recentemente falando sobre o que fazer em Manaus, e seus arredores. São várias dicas para incrementar nas suas viagens! Dicas sobre o Amazonas. E se surgir alguma dúvida pode entrar em contato no instagram que respondo mais rápido (@aprazzivel)
  2. Criei um site sobre viagem, moro em Manaus e estou dando várias dicas sobre o que fazer em Manaus e no seus arredores. Acompanhem o site e qualquer dúvida é só me comunicar!!! Obs.: no instagram respondemos mais rápido!!! https://aprazzivel.com.br/category/dicas-brasil/dicas-do-amazonas/
  3. rayovac

    Manaus

    [info]Este tópico é para troca de informações. As informações inéditas serão aproveitadas e colocadas no tópico Amazonas - Guia de informações As perguntas e Repostas na medida que ficarem desatualizadas e duplas, as mais antigas serão substituidas pelas mais novas[/info] Ola, peguei muitas dicas importantes neste fórum, portanto acho muito importante contribuir um pouco com informações q podem ajudar colegas q querem curtir a região Norte de nosso imenso pais. Vou relatar algumas experiências na visão de um paulista, portanto me desculpem se alguém não entender algumas colocações. Faltando apenas 1 semana p/ acabar as minhas férias encontrei uma oferta da TAM (ida e volta 06/07/08 a 14/07/08) SP – Manaus, por R$999,00 (primeira dica, comprem pela net, pois assim vcs não pagam uma taxa caso comprem pelo telefone 10% ou agencia). Cheguei em Manaus 3h da manha de domingo (1h a menos do fuso horário de SP) e fui p/ o ponto de ônibus q fica a poucos metros da saída do aeroporto, não estava disposto a pagar de R$40 a R$50 por um táxi ate o centro; tive sorte, pois o ônibus estava saindo do ponto aquele horário e aos domingos a passagem custa apenas R$1,00. Os relatos anteriores estavam certos, não é aconselhável andar pelo centro (próximo ao porto) entre as 22h e 6h da manhã, juro q pensei q seria assaltado, portanto caso cheguem de madruga é legal ir de táxi já num hotel reservado, q não foi o meu caso q fiquei perdido no centro até encontrar um hotel razoável. Fiquei no Hotel Kyoto na Rua Dr. Moreira, Centro, R$ 43,00 (café da manha, ar condicionado, frigobar). Como tinha pouco tempo, de manhã já fui procurar fazer o passeio do encontro das águas, como alguns sugeriram fui até o hotel 10 de julho, procurar o passeio mas o cara tava cobrando R$120,00, disse q era por causa do transporte até o porto, fui a pé e negociei com um rapaz q se chama Laércio (9976-7209 ou 9135-2988 pode ligar a cobrar-rsrsr) por R$ 90,00 (encontro das águas, nível do rio, almoço, vitória-régia, passeio por igapós e pesca de piranhas de rio – das 9h30 até as 19h). Devia ter fechado o pacote de vários dias no hotel da selva neste dia, mas como estava meio perdido e havia deixado as minhas coisas no hotel voltei no mesmo dia. Na segunda de manha fui conhecer o teatro Amazonas R$10,00, Mercado Municipal (continua fechado), Centro Cultural Palácio Rio Negro (gratuito), Museu do Índio R$5,00 e peguei um táxi (R$20,00 com uma amiga) para conhecer o Bosque da Ciência (longe do centro), mas infelizmente de segunda-feira eles fecham, então fomos para o Museu de Ciências Naturais R$12,00 onde existe um aquário bastante interessante com diversos peixes, inclusive pirarucus. Na terça-feira peguei um ônibus até a rodoviária para conhecer a cidade de Presidente Figueiredo R$14,45, cerca de 2h de viagem e por indicação de colegas deste fórum fui a Pousada da Jibóia (Rua Copaíba, 69, (92)3324-1228) pelo preço, as instalações estavam ótimas R$35,00 recomendo. Em Presidente Figueiredo as maiorias das cachoeiras estão em áreas particulares, portanto cobram para entrar e ficam perto das rodovias, na entrada da cidade existe o Centro de Atendimento ao Turista, provavelmente eles vão tentar empurrar um guia, mas peça um mapa das atrações turísticas, caso não forneçam olhem o que esta afixado na parede e vcs verão q é muito fácil chegar às cachoeiras, inclusive todas estão bem sinalizadas, inclusive a atração mais legal da cidade (para mim) que é a caverna Maruaga; na estrada existe um placa enorme e fica uma pessoa responsável para autorizar sua entrada. Infelizmente a maioria das cachoeiras está longe da cidade, portanto se vc for apenas com a mochila nas costas, terá q negociar com os moto-taxis, que tem de monte na cidade (peguei um por R$70,00 q me levou para 3 cachoeiras e para a caverna, mas não vou colocar o numero dele, pois não achei ele legal). De a pé da para visitar o Parque do Urubui, Parque Galo da Serra e Cachoeira das Orquídeas. Na quinta-feira voltei para Manaus, para fechar um passeio de 3 dias no hotel na selva (Green Lodge – Hotel flutuante no meio do Rio Negro, sem luz elétrica), novamente procurei o Laércio e negociei 3 dias (vários passeios) e 2 noites (um acampando na selva e outro no quarto do hotel) com tudo incluso por R$250,00. Foi tudo maravilhosamente bem, creio q para mim q gosta do contato com a natureza, devia ter ficado a semana toda neste hotel, mas enfim, valeu a pena conhecer a Caverna Maruaga (Pres. Prudente) e o teatro Amazonas. Não quis ir a praia ou ao shopping, mas garanto para vcs q o centro é um CAOS, uma mistura de 25 de março, com calor, cheio de gente e barracas de produtos piratas, enquanto passeava um pouco pelo centro só pensava em sair correndo de lá para a Selva Amazônica. Voltando da floresta negociei num hotel no centro R$10,00 caindo aos pedaços apenas um banho e para arrumar a minha mochila, fui ao ponto de ônibus e peguei a lotação n. 306 q t deixa na porta do aeroporto. Um site bem legal q mostra todas as atrações de Manaus, inclusive com mapas e endereço é: http://www.rumomanaus.com.br/360/index.html Vale a pena conhecer a nossa Amazônia, infelizmente, assim como o passeio q fiz no Pantanal (MT) a maior parte dos turistas são estrangeiros do mundo inteiro, temos q valorizar nossas riquezas e viajar mais pelo nosso pais. Abraços
  4. Oieee, galera. Estou a procura de pessoas que se interessam em fazer um mochilão pela Amazônia, eu sou de Manaus e queria encontrar pessoas do Pará, Amazonas, pra ver se fica mais fácil a aventura. Mas claro que se tiver algum de fora, pode vim também. Estou pensando em fazer ano que vem (2020) conhecer alguns pontos, focando sempre na natureza. Se tiver alguma dica, qualquer coisa, pode comentar, eu agradeço.
  5. Olá, gente! Eu estou montando um roteiro turístico aqui pelo Amazonas, mas ainda sou muito nova nessa área, e semana que vem vou levar afamilia do meu namorado para um passeio por Manaus porém não sei muito bem como começar vcs sabem alguma empresa boa aqui? ou é melhor ir sem empresa? alugar carro? quais melhores cachoeiras? e esse tempo de Julho é bom para ir? e se vcs tiverem outro locais pra por na lista por favor me dizem. Eu ja tenho em minha lista Museu do Seringal, jantar com apresentação de boi bumbá, Teatro Amazonas, Mercado Municipal, Encontro das águas e Ritual indígena.
  6. joshilton

    Safári Amazônico

    Safári Amazônico. O passeio chamado Safári Amazônico, um tour de um dia que sai de Manaus e percorre de barco as principais atrações da região do rio Negro: Tribo indígena, Botos cor de rosa (Boto Vermelho para os amazônidas), Lago Janauari (almoço), Ponte Sobre as Árvores e Encontro das Águas. Saídas: terça, quinta, sexta, sábado e domingo. Horário: 8:00 às 16:30 Embarcação: Lancha Rápida (Speed Boat) Pagamento: Visa / Master / Amex / Cash: 120 reais, com tudo incluso. Incluso: almoço, guia bilíngue, taxa de embarque e de visitação. A viagem segue com destino à uma comunidade indígena onde participamos de um ritual de apresentação e conhecemos um pouco sobre sua cultura. Logo após descemos o Negro passando pela orla da cidade em direção ao Parque Ecológico Janauary, no local foi servido um almoço regional (cardápio à base de peixes, carne ou frango, saladas e acompanhamentos, buffet self-service), depois fomos uma visita às vitórias-régias caminhando sobre uma passarela palafita na selva, em seguida visitamos a feira de artesanato local. Muitos animais silvestres, entre eles muitos macacos. Após isso, vamos ao mais esperado do passeio, o Encontro das águas, Rio Negro e Solimões, que correm juntos 7 kms para se misturarem e formar o Imenso Rio Amazonas, com o segundo encontro, lá no Pará, em frente a Santarém e desaguar no Oceano Atlântico, perto de Belém do Pará, porém isso já é outra história, farei um novo tópico. Saindo em direção a Ponte Sobre o Rio Negro. As fotos são de 2 modelos, que fui fazer os books para os portfólios delas. Roteiro: Saindo do porto (Roadway), subimos o rio Negro em direção à plataforma flutuante de interação com os botos, onde tivemos a oportunidade de nadar com esses animais incríveis e dóceis e observá-los ao serem alimentados por um nativo. Vamos aos detalhes: Primeira parada: Tribo indígena - a primeira parada foi na Tribo Indígena Tucanas, onde fomos recebidos com uma pequena demonstração da cultura, costumes e rituais indígenas da tribo. Dançamos, comemos e apreciamos o estilo de vida deles. Curiosidade: As formigas fazem parte da alimentação deles, assim como peixes e raízes. As formigas que provei na aldeia, tinham gostinho de amendoim, bem crocantes, como um salgadinho. Além de tudo o que vivenciei e aprendi, fiquei impressionado com o visual da aldeia. A vista do rio Negro, é fantástica. Uma sensação de paz e tranquilidade incrível. E os Tapurus, isso nós já estamos acostumados, desde que servimos ao exército e fazemos o "Boina Verde" um tipo de sobrevivência na selva. E como não poderia faltar, o peixe assado. Depois vem o convite para dançarmos como os índios,é sensacional. Na Tribo Indígena Tucanas, onde fomos recebidos com uma pequena demonstração da cultura, costumes e rituais indígenas da tribo. Dançamos, comemos e apreciamos o estilo de vida deles. Curiosidade: As formigas fazem parte da alimentação deles, assim como peixes e raízes. As formigas que provei na aldeia, tinham gostinho de amendoim, bem crocantes, como um salgadinho. Além de tudo o que vivenciei e aprendi, fiquei impressionado com o visual da aldeia. A vista do rio Negro, é fantástica. Uma sensação de paz e tranquilidade incrível. Depois foram as fotos com os índios e dos índios Tucanas. Aperta a fome, é hora do lanche, pois teremos muito chão pela frente, opaaa, muita água. Segunda parada: Interação com os Botos Obs.: Não tem saídas para interação com os botos às quartas-feiras, considerando a necessidade de promover o turismo responsável, estimulando o equilíbrio natural da espécie dentro de seu habitat conforme determinação do Ibama. A parada seguinte foi no flutuante do boto. Os animais ficam livres no rio Negro, não ficam em cativeiros e "aparecem" no local pois são alimentados, sendo que não é permitido encostar nos animais. Sugestão: Levar dinheiro trocado para o caso de compras de artesanato, toalha e roupa de banho. Assim que chegamos, fomos orientados de como nos conduzir na água. Após orientação do pessoal do flutuante, colocamos coletes e entramos na água em pequenos grupos, 6 por vez. Os visitantes são convidados a entrar na água para sentir a movimentação dos animais, mas é estritamente proibido encostar ou alimentá-los. Somente os monitores, podem alimentar os botos. Não é possível avista-los, quando estão submersos, pois a água do Rio Negro é escura, como já diz o nome do rio. Se leva sustos com os botos, passando ao lado das perna e braços da gente. Terceira parada: Restaurante Flutuante. Já era quase meio dia e a fome estava apertando. A próxima parada foi em um restaurante flutuante, onde almoçamos. O restaurante totalmente flutuante. A comida era deliciosa. Comi peixe, muito peixe Tambaqui e Pirarucu, deixei o frango e carme de lado, pedi como bebida, um delicioso suco de cupuaçú. Apo's o almoço, vamos a "feira de artesanatos dos nativos", ali próximos, é como se fosse passar de uma balsa a outra. Não dei muita importância, pois como mora na região, já não me chama a atenção esses produtos, porém os turistas ficam muito tempo vendo esses produtos. Então convidei a minha modelo, e fomos para a Ponte Sobre as Árvores, onde poderíamos encontrar alguns animais. Quarta Parada: Ponte Sobre as Árvores: Alguns animais que se encontram na mata próximo ao restaurante, tem o bicho preguiça, jacaré e muito, mais muito macaco e pássaros de todos os tipos e cores. Aqui é quase certo de encontrarmos muitos macacos, e eu já sabia disso, então sai na frente com a modelo para as fotos, bem antes dos turistas chegarem. Iniciando as fotos da modelo, vem um dos macacos e se aproxima dela, como dizendo, "Eu também sou modelo", claro, um modelo de macaco. Ficou até engraçado a foto da modelo com ele ao lado. Vale lembrar, que esses animais ficam soltos na selva. Observe que tem mães macacas, carregando seus filhotes nas costas. No final da Ponte sobre as Árvores, você vai encontrar o Lago das Vitórias Régias, é super lindo esse local, e se der sorte, vais ver além das Vitórias Régias e sua belíssimas flores, pássaros e jacarés "dentro" das imensas folhas dessa planta aquática. Finalmente, o Maravilhoso encontro das Águas. Esse encontro se dá, entre os Rios Solimões e Negro, sendo o Solimões de águas barrentas e o Negro, com águas escuras, por isso fica um dos encontros mais lindos do mundo. A noite, esse encontro é mais lindo ainda, como se fosse óleo diesel jogado na água, é fantástico. Os dois rios, correm juntos aproximadamente 7 kms, se juntando e formando o imenso Rio Amazonas, e lá no Pará, mais precisamente em frente a Pérola do Tapajós (Santarém), outro belo encontro das águas, om os Rios Amazonas e Tapajós, desaguando no Oceano Atlântico, próximo a Belém. Chegando no Porto de Manaus, se dirija ao Mercado Municipal e saboreie um delicioso peixe frito, Pacú e Jaraqui. Isso já é por sua conta, não está incluso no pacote.
  7. Passar por Manaus e não fazer um passeio de lancha para ver o impressionante encontro das águas é como se a viagem tivesse sido em vão. Pode-se colocar as mãos na água, para sentir esse milagre da natureza. As águas dos rios Negro e Solimões correm por mais de 7 quilômetros em paralelo antes de formarem o grandioso Rio Amazonas Os rios são muito importantes para as pessoas que moram na região, pois é de onde vem o que elas comem, além de servirem como vias de deslocamento, chegada e saída de produtos do comércio local, fonte de pesquisas para cientistas do mundo inteiro e, claro, lazer. Os rios, são as estradas, aqui na Amazônia Saindo do Porto do CEASA, em menos de 10 minutos já está diante desse fenômeno que se expande por uma faixa de 7 quilômetros até que os dois rios se transformam em um só: o Rio Amazonas, o mas extenso e com maior volume de água do mundo. Por que as águas não se misturam ? Essa é a pergunta que nunca cala. Os turistas arriscam alguns palpites, mas por não ser estudiosos da área, então émelhor esper a explicação de alguém que pudesse falar com propriedade a respeito. Diversos elementos contribuem para que as águas dos rios não se misturem. * A começar pela velocidade de suas correntezas, que no Rio Negro é de 2 km/h, enquanto no Solimões, mais rápido, é de 6 km/h. * Outro fator importante é a temperatura das águas, que no rio escuro é maior que no rio barrento. * Densidade. * Composição e acidez são outros aspectos que influenciam nesse fenômeno. O Rio Negro nasce na Colômbia, onde é chamado de Rio Guainia. É o rio de águas negras mais extenso do mundo e o segundo maior em volume de água, desbancado apenas pelo Rio Amazonas, o qual ele ajuda a compor com o Solimões. O Solimões, por sua vez, nasce no Peru com o nome de Vilcanota, ao longo do caminho é chamado de Uicaiali, Urubamba e Marañón, até entrar no Brasil na cidade de Tabatinga, onde começa a ser chamado de Solimões. Ele tem esse aspecto barrento devido aos muitos sedimentos que acumula ao longo do trajeto que faz desde a Cordilheira dos Andes. O interessante, é que, em lugares banhados pelo Rio Negro a proliferação de mosquitos é menor, pois a água é mais ácida devido à grande quantidade de matérias orgânicas provenientes da decomposição da vegetação. Sendo assim, as chances de se contrair doenças tropicais como dengue, malária e zika são muito remotas. Para se ver livre dos poucos pernilongos que aparecem, use repelente e roupas compridas. Quantas informações para um único passeio, né ? Aprendemos muitas coisas novas e aos poucos vamos compartilhando todo conhecimento adquirido
  8. O Teatro Amazonas é, sem sombra de dúvidas, o cartão postal de Manaus. Não dá para passar pela cidade sem conhecer o seu principal ponto turístico. Tivemos a sorte de pegar a temporada do projeto “Duetos Populares” com apresentações de teatro, música e dança gratuitos. Dessa forma, conhecemos o interior do teatro e o vimos em pleno funcionamento. Foi espetacular! Essa preciosidade completou 202 anos de existência em 2018 e hoje é o principal Patrimônio Artístico Cultural do estado do Amazonas. A construção reflete perfeitamente o período de modernização e glamour dos tempos áureos da borracha. A fachada segue o estilo neoclássico e uma belíssima cúpula com escamas de cerâmica nas cores da bandeira do Brasil. Não deixe de fazer a visita guiada, que é gratuita em todas as terças-feiras. Horário de funcionamento: de terça a sábado, das 9 às 14 h. Preço: R$20, sendo que estudantes, professores e militares têm direito a meia-entrada. Visita guiada gratuita às terças-feiras.
  9. Venha conhecer Manaus, tem ao redor várias cachoeiras em Presidente Figueiredo. Trilhas, camping, rapel, tirolesa e paisagens de tirar o fôlego são algumas das atrações que misturam aventura e preservação na Terra das Cachoeiras - Por Lucas Raposo da Câmara, Portal Amazônia. Conhecido como 'A Terra das Cachoeiras', o município, que fica a 120 Km de Manaus, abriga mais de 100 cachoeiras bem preservadas que atraem turistas do mundo inteiro. Cachoeira de Iracema Cenário da novela 'Além do Horizonte', da Rede Globo, a famosa cachoeira conta com trilha e estacionamento próprio. O volume d'água impressiona. Com boa profundidade é possível mergulhar nas águas geladas. Valor: R$ 10 por pessoa - Local: Km 115 da BR 174 Cachoeira do Santuário Composta por por três quedas d'água, a cachoeira recebe este nome porque abriga uma pequena imagem de Santa Clara na primeira queda d'água. Conta com trilha, chalés e restaurante. Valor:R$ 10 por pessoa Local: Km 12 da Rodovia AM 240 (Estrada de Balbina) Cachoeira da Porteira Muito procurada pelos amantes de acampamentos, esta cachoeira conta com área de camping, mesas, banheiros e lixeiras. O local cobra um valor diferenciado para os turistas que optarem pelo pernoite. Valor: R$ 8 por pessoa Valor do pernoite: R$ 20 por pessoa Local: Km 13 da Rodovia AM 240 (Estrada de Balbina) Cachoeira da Pedra Furada É a mais distante entre as cachoeiras de Presidente Figueiredo. A distância, porém, é recompensada com um visual único e marcante. As quedas d'água são formadas por três grandes furos na pedra e forma uma piscina natural de águas calmas e preservadas. Valor: R$ 10 por pessoa Local: Km 57 da Rodovia AM 240 (Estrada de Balbina) Cachoeira Asframa Localizada em propriedade particular. Possui queda d'água com aproximadamente 5m de altura, piscinas naturais e corredeiras. Infraestrutura conta com restaurante com opções de peixes, saladas e vinagrete. Valor: R$ 30 por veículo Local: Km 96 da Rodovia BR 174 Cachoeira das Araras Está localizada dentro da área do complexo turístico Cachoeira de Iracema. Caminhando pelas trilhas do complexo, os visitantes encontram uma das cachoeiras mais populares do município, além de diversas grutas. Valor: R$ 10 por pessoa Local: Km 115 da BR 174 Cachoeira da Neblina É a maior cachoeira de Presidente Figueiredo, com aproximadamente 30m de altura. Apesar disso ainda é praticamente desconhecida, devido o difícil acesso. Para chegar nela os visitantes têm que enfrentar uma trilha de 7 Km floresta a dentro. Para quem encara a aventura, a recompensa é um imenso paredão de água e piscinas naturais. Valor: R$ 10 por pessoa Local: Km 51 da Rodovia AM 240 (Estrada de Balbina) Cachoeira dos Pássaros Cachoeira de fácil acesso e sem necessidade de trilhas. Por isso, é comum ver a presença de famílias e crianças. O local permite a prática de acampamentos e conta com atrações como tirolesa, passeio de boia e restaurante. Valor: R$ 5 por pessoa Local: Km 13 da Rodovia AM 240 (Estrada de Balbina) Cachoeira de Sussuarana Está localizada na Vila de Balbina. Coma aproximadamente 15m de altura é bastante procurada por praticante de rapel. Para acessar a trilha é preciso caminhar por uma hora dentro da floresta. Valor: Gratuito Local: Km 86 da Rodovia AM 240 (Estrada de Balbina) Cachoeira do Mutum Para chegar à cachoeira de carro recomenda-se veículo com tração 4x4 para evitar atolamentos. Já quem prefere chegar a pé terá de percorrer 6 Km de trilha. Tudo isso, porém, é recompensado pelo cenário único que é a marca do município, com piscinas naturais encravadas na rocha. Na área é permitida a prática de camping. Valor:R$ 10 por pessoa Valor do pernoite: R$ 20 por pessoa Local: Km 54 da Rodovia AM 240 (Estrada de Balbina) Cachoeira da Onça De fácil acesso, a Cachoeira da Onça conta com trilha que passa sobre o rio Urubuí. Com quase 10 metros de altura, a queda d'água não é forte, mesmo em tempos de cheia, o que garante um banho seguro para pessoas de todas as idades. Valor: R$ 10 por pessoa Local: Km 108 da Rodovia BR 174 Cachoeira Natal É a cachoeira mais extensa de Presidente Figueiredo, com 50m de comprimento. A altura aproximada é de 10m. A queda forma uma piscina com águas calmas. Por ser distante do centro da cidade é um local reservado e oferece maior tranquilidade. Valor: R$ 20 por veículo Local: Ramal do Urubuí Cachoeira Salto do Ipy A queda d'água tem mais de 20m. Um paredão de rocha, grutas e vegetação selvagem completam um dos mais belos cenários naturais da Amazônia. Com ar de mistério, também foi locação da novela 'Além do Horizonte". Valor: R$ 5 por pessoa Local: Km 57 da rodovia AM-240 (Estrada de Balbina) Cachoeira Berro D'água De fácil acesso. As águas são rasas e quedas d'água baixas, ideias para pessoas de todas as idades. Infraestrutura conta com restaurante, estacionamento e banheiros. Valor: R$ 10 por pessoa (crianças e idosos pagam meia) Local: Km 11 da rodovia AM-240 (Estrada de Balbina) Cachoeira das Orquídeas Cachoeira de fácil acesso e entrada gratuita. Após trilha de 1,5 Km os visitantes podem desfrutar de uma tranquila piscina natural, formada pelas águas que descem pelas rochas. Valor: Gratuito Local: Av. Onça Pintada, Galo da Serra, Presidente Figueiredo Parque do Urubuí Ponto central de Presidente Figueiredo. As fortes correntezas da corredeira atraem praticantes de boia cross. O local reúne os principais restaurantes e hotéis da cidade, além de atrair milhares de turistas. O Monumento que identifica a Corredeira é o índio Waimiri saindo de dentro da casca do cupuaçu - principal referencia do local. Valor: Gratuito Local: Estrada Municipal Da Cachoeira, Presidente Figueiredo.
  10. Sou de Belém do Pará e a princípio eu não desejava viajar pelo Norte do Brasil por achar que não ia encontrar coisas diferentes, logo, não ia ficar surpresa. Já antecipo que estava muito enganada! 😂 Meu Instagram: @renatarochap para verem as fotos e o destaque que tenho sobre esse passeio. Foi um amigo e eu, o qual decidimos comprar as passagens para o feriado do dia 15/11. Compramos pelo 123milhas por ser o valor mais em conta. No entanto, se vocês tiverem tempo livre pra viajar, recomendo o aplicativo “Skyscanner”, pois você adiciona o destino e ele mostrará o período mais barato! Neste período Manaus teve um feriado prolongado, pois “enforcaram” (ficaram sem trabalhar) a sexta (devido o 15/11) e a segunda (decido o dia 20/11- consciência negra). Vale ressaltar que nem todos os Estados adotam como feriado (Belém é uma das que não adota). Sendo assim, foi um período cheio de eventos na cidade. Vamos pelo começo... compramos as passagens pelo 123milhas, por ter data certa e ter sido o mais barato (R$567 reais) com direito somente a uma mala de mão (10kg) e uma mochila. Reservamos um quarto pelo aplicativo “Airbnb”, cujo responsável foi o André, diária no valor de R$41,00 reais, localizado pelo centro da cidade. Na verdade a casa dele é de dois andares, mas o primeiro é reservado aos hóspedes... conta com uma cozinha (geladeira, fogão, microondas, máquina de lavar, pratos, copos, talheres, etc), banheiro reservado e um quarto com ar. Super confortável! A gente praticamente só voltava pra casa para dormir, então não usamos a cozinha! No quarto da pra dormir até 3 pessoas (uma cama de casal e um colchão no chão). Pra quem quer economizar, tá ótimo. Vou deixar o whats do André se caso alguém se interessar (infelizmente não bati foto da casa :/). O local é perto do centro, eu ia andando pra lá, levava em torno de 10/15 minutos. Vale ressaltar que o centro realmente é comercial e eu achei aquela área um pouco deserta para andar, porém não tive problemas durante os retornos para casa ( e olha que eu voltava perto das 22h). Dava pra pegar uber, mas queríamos economizar o máximo possível. Se da pra andar, vamos lá... contato do André: ‭(48) 9836-2438‬. Vocês podem tá pedindo imagens do local, localização e acertando reserva. Obs: tem wifi também e Netflix. O uso de energia não conta como adicional e eu achei muito legal, pois em outros locais cobraram. Ah... chegamos na madrugada é perto da casa tem barzinho, um lanche bem simples nos salvou da fome (hamburguer bem servido pra cada com uma coca de 1L - R$19 reais). Segue foto que peguei no aplicativo! Chegamos na madrugada do dia 15/11. Às 8h já estávamos de pé para pernar pela cidade. Fomos andando (pesquisem no Google para saber o caminho) até o teatro Amazonas. Já fiquei encanta a cada passo que me aproximava. Rola uns passeios guisados para conhecer o interior do teatro e fomos no passeio das 11h. Valor: 20 reais. Estudante paga meia, professores, residentes e mais um que não lembro agora. Paguei no débito, pois não estava andando com dinheiro (primeiro dia e eu precisava saber como ia funcionar essas caminhadas lá. Rs! E não sei se aceitavam crédito. Recomendo o passeio, bom e barato. Finalizado o Teatro, fomos procurar um local pra almoçar, foi quando, ao lado do teatro, nos deparamos com um bondinho, parece aqueles de Londres para turistas, sabem? 😂 Por curiosidade resolvemos nos aproximas e bingo, tinha um CAT (centro de atendimento ao turista) lá e obviamente entramos para pegar folhetos que pudessem nos ajudar. Conhecemos a Maria, uma jovem moça muito educada... a mesma disse que aquele “bondinho” faz um City Tuor pela cidade e de graça, só tínhamos que chegar cedo, pois são 50 pessoas por passeio! Horário de saída? 15h30min. Ok! Dava tempo pra almoçar. Comemos em um restaurante bem simples que tinha em uma das ruas ali por perto. Valor? R$12 reais. Era praticamente um PF, mas confesso que escolhi o local pelo ar (tava muito quente) e também tinha wifi, além de barato! Voltamos às 14h30min e já tinha uma fila formada, quase a gente não conseguia participar do passeio, então fiquem atentos aos horários. O passeio é somente no bondinho... ele passa pelo centro, pelos monumentos, pela ponte que atravessa o Rio Negro e para na praia de Ponta Negra (parada de 15minutinhos) e depois retorna para o teatro. Voltamos às 17h30. No mesmo dia ia ter um evento no teatro com entrada gratuita, às 20h, então decidimos parar em um restaurante que tinha bem ao lado do teatro (Splash) e aguardar. Tomei dois sucos de laranja (R$9,00 cada- copao) e uma fatia de pizza portuguesa (R$18,00- fatia serve bem). Meu amigo tomou cerveja (não lembro valor) e pediu algo parecido com lasanha (R$20 reais). 19h a gente vai pra fila, portão abriu às 19h30min, sendo que o evento tava pra começar às 20h, e a programação acabou sendo uma ópera! Eu sinceramente amei aquele teatro, não podem deixar de visitar. Promeiro dia- Entrada ao teatro - R$10,00 (meia)/ almoço R$12,00 + R$7,00 coca de 1 litro./ R$33,00 no splash, mais 10%. Comprei varias águas que perdi as contas, pois Manaus faz muito calor por não ser ventilada. Sendo assim, recomendo desde já roupas leves. Dia 16/11- sexta - segundo dia. Decidimos alugar um carro para ir a Presidente Figueiredo conhecer a Gruta da Judéia com a caverna (mesmo local praticamente) e a Cachoeira do Mutum. Acreditei que seria um dia em que as pessoas estariam trabalhando e assim não ia ter muita gente. Primeiro ponto... pesquisamos no Google algum local para aluguel de carro. Andamos bem porque os locais lá dificilmente alugavam o carro pra um dia e com km livre, além de cobrarem caro. Vão direto a alguma “Localiza” que não tem essa frescura, além de não perderem tempo. Valor- R$135 por um gol 1.6. Ótimo carro e era o que tinha disponível. Acredito que há carros mais baratos. Eles dão com tanque cheio e você só precisa fazer seu cadastro e apresentar a carteira de motorista. Ah... tem que devolver com tanque cheio (mesmo jeito que te entregam) e lavado (lá oferecem lavagem por R$28 reais. Como não queríamos ter procurar um local pra lavar o carro nem esperar, pagamos os 28 mesmo. Documentos assinados, chave em mãos, partiu viagem. Utilizei o “Waze” e coloquei presidente Figueiredo como destino. Não façam isso, joguem direto o local que querem, pois a entrada das cachoeiras ficam um pouquinho antes de Presidente Figueiredo de fato! A Br pra chegar até lá é maravilhosa, um tapete de tão lisa, porém não há acostamentos, logo, é bom ter um pouco de atenção. Confesso que cheguei a dirigir a 140km/h. Já na rua de acesso às cachoeiras (foto em anexo- sinalizada com as cachoeiras que tem) bom, elas sim apresentam alguns buracos pelo caminho, então atenção redobrada. A via é sinalizada mas se tiver alguma dúvida, só perguntar a quem estiver pelo caminho, mas não tem erro! Paramos primeiro na gruta. Valor- R$100 reais. Esse valor é pago pro guia e eles aceitam até 5 pessoas, no entanto o movimento estava tranquilo e decidimos não esperar por ninguém, pagamos o valor e acabamos tendo privacidade nesse passeio. É lindo, encantandor, foi uma experiência diferente (segue foto, mas recomendo verem meu Instagram que anuncie lá no começo). Você entra na floresta e vai explorando o local... vão molhar o pé, então pensem bem no sapato (fui de rasteirinha mesmo). Passeio durou quase 2h. Finalizado o passeio a gente foi direto pra Cachoeira do Mutum... levamos 30 minutos da Gruta até a entrada do Mutum, em diante é terra batida. Valor- R$10 reais de cada. Mais meia hora por uma trilha até chegar ao local. Você se mete mato a dentro até chegar ao local pra deixar o carro e segue andando, mais 5 minutos. Importante informar que fomos no período de seca, o que ajuda a visualizar as piscinas naturais formadas nessa Cachoeira, mas nesse dia acabou chovendo e o caminho de volta tava só lama! Saimos de lá às 18h pois queríamos aproveitar bem. É lindo, a água é gostosa e não tinha muita gente. Acho que o fato de termos chegado tarde contribuiu pra isso e a chuva também afastou algumas pessoas, o que não reclamo, porque no final aquele lugar lindo pra caramba ficou só pra gente! 😂😍😍 Não queria sair de lá, mas tínhamos que voltar pra Manaus né?! Peguei a estrada a noite e eu não recomendo. Lembra dos buracos que falei? Pois então, cai em alguns... ou você dirige com muita calma ou vai cair neles 😂 Eu queria chegar em casa logo e no total foram 3h de estrada pra chegar e olha que eu corri bem. Enfim... não gostei de pegar a estrada a noite... ela é escura e eu queria logo chegar a Br. Chegando finalmente na Br vem aquele alívio, temos novamente uma rua sinalizada e lisa. Voltei a correr! Tomem cuidado porque as pessoas costumam andar com a farol alto e acabam nos cegando... eu peguei uma sequência e por alguns segundos eu quase vou pra fora da estrada. Gente, foi muito rápido, mas não era a hora (livramento). São varias subidas e descidas, então as vezes é como se os carros aparecessem do nada. Recomendo saírem bem cedo e retomarem durante o dia, ou então irem sem pressa. Chegamos em casa por volta das 21h e eu já estava muito cansada, então resolvemos pedir uma pizza na Splash (R$49,99 com direito a refrigerante coca) e foi nosso jantar! Acabamos não parando pra almoçar, primeiro por não encontrar algo na estrada das cachoeiras e segundo por querer aproveitar bem, então ficamos nas bolachas 😂 Gasto do dia gruta R$100 (até 5 pessoas pode)/ Cachoeira do Mutum R$10 por pessoa/ R$ R$49,99 da pizza! 16-11 - terceiro dia- sábado Acordamos cedo pra entregar o carro. Tivemos que encher o tanque novamente e a gasolina tava no valor de R$4,89. Gastamos R$157,23 (31L) mais R$28 da lavagem. Carro entregue (Localiza do centro) e fomos andando para o centro da cidade. No caminho paramos em uma padaria para comer algo. Progamaçao do dia foi andar pelo centro, neste dia tava movimentando, pra conhecer a igreja Matriz e o mercado de lá. Aproveitei pra comprar alguns imãs como recordação. Lembrando que a gente sempre comprava água... eu já andava com uma garrafinha o dia todo. Depois do mercado pegamos um uber para conhecer a Arena (R$12 reais) mas chegando lá não deixaram entrar. Na semana que tem evento na arena eles não permitem visitação, foi quando nos informaram que ia ter jogo no domingo, às 18h. Ok! Não saiu como planejado, então resolvemos almoçar... bem perto tem uma churrascaria (Picanha não sei o que) e estávamos caçando um local com ar por causa do calor. Acabamos entrando no ambiente sem ar e nem perguntamos se tinha outra parte 🤦🏻‍♀️ Acabamos saindo na hora. Pedimos informação de outro local pra comer e nos recomendaram uma churrascaria na rua de cima (esqueci o nome de lá)... fomos andando, algo de 5 minutos! Comemos bem pedindo meia porção de feijão tropeiro, 220g de picanha, meia porção de macaxeira, um creme de cupuaçu com chocolate e água. Serviu os dois e deu uns R$70 reais. Acho que foi a primeira vez que comemos direito por lá 😂 O restaurante do centro não tivemos muita sorte! Como não conseguimos visitar a Arena Amazonas, decidimos ir direto pro MUSA. A ideia era pegar o ônibus 448 na estação flores (pontos no meio da rua no estilo BRT, mas lá é BST). Infelizmente não souberam nos informar onde era e estamos preocupados com o tempo, entao pegamos um Uber pra lá (R$28 reais). Sinceramente? Não era necessário, pois depois descobrimos que era pertinho, tinha um bem na frente da arena e outro perto da churrascaria “Picanha”. Enfim... chegamos no MUSA. Entradas- R$20 passeio sem guia R$40 passeio com guia e dando direito ao serpentário. R$50 passeio completo com direito a ficar na torre até às 18h, os outros passeios permitem somente até às 17h. Pagamos o de 50, porém meia. O local conta a história de algumas espécies de arvore, as serpentes, tem o borboletário, a parte da vitória régia e, o principal, a torre que te dá uma vista da extensão da floresta amazônica! Precisam conhecer! Bem em frente ao MUSA é o final da linha e o ônibus que levava pro centro (448) sai às 18h10- R$3,80. Descemos no centro e resolvemos ficar lá por perto do teatro e acabamos dando de cara com uma apresentacao musical. Manaus estava cheia de atrações e acredito que era por causa dos feriados prolongados 😂 Assistimos até o final e retornamos pra casa. Jantamos o restante da pizza de ontem e dormimos de tão cansados! Como podem perceber, fomos pra conhecer a cidade, então não tivemos vida noturna pois isso nos deixaríamos mais cansados e não iríamos seguir a programação que eu tinha montado! Dia 18/11- quarto dia - domingo Eu acabei não reservando o último dia pelo aplicativo por falta de atenção mesmo e ao entrar em contato com o André pra solicitar, o mesmo informa que já tava reservado para um casal. Ou seja, teríamos que sair no domingo de manhã mesmo. Durante nossas caminhadas pelo centro acabamos encontrando uma rua cheio de “hotel” e conversamos com uma moça pra poder deixar nossas coisas na manhã de domingo e cedo, sendo que as diárias começamos só às 8h, e esse horário tínhamos que estar no Porto pra participar de um passeio. 😅 Conversa vai, conversa vem, a moça disse que não teria problema... acontece que no dia que combinamos de ir nos deparamos com o local sem vaga. Sorte a nossa que na mesma rua tinham mais “hoteis” pra perguntar, até que conseguimos um de R$50 reais a diária e a moça aceitando nossas malas antes do horário de entrada. Nessa rua na verdade não motéis, mas com a denominação “hotel”, pois encontramos varias casas noturnas la com mulheres na entrada, então tava na cara que usavam aqueles lugares pra isso também. Como queríamos só um local pra tomar banho e guardar nossas coisas, além de não ter muitas opções naquela altura do campeonato, aceitamos aquilo mesmo pra economizar, além de ser mais perto do porto. A mulher foi muito prestativa e passou confiança. Pahamento feito e lá vamos nós para o Porto para curtir o passeio regional! Esse passeio você fecha com uma agência de turismo e antes da viagem eu entrei em contato com varias, a mais barata foi com a Yara (R$90 reais), vou deixar o contato ao final. Você sai em uma lancha que te leva pra nadar com o boto (antes era incluso e hoje separaram, valor R$20 reais- precisam participar disso, é único); em seguida fomos conhecer uma aldeia indígena que fazem suas apresentações e vendem seu material para os visitantes... lá você pode comer algumas coisas, comi formiga, por exemplo, podem pintar o rosto e só precisam contribuir com algum valor que vocês quiserem; depois disto fomos para o flutuante almoçar(incluso nos 90 reais) e você pode se servir a vontade, eles oferecem varios tipos de peixe e recomendo o pirarucu, o melhor! Não podem tomar banho nesse Rio porque tem piranhas... depois do almoço você faz um passeio curto a floresta para algumas explicações e retorna para o flutuante ao lado onde você pode fazer a pesca do pirarucu a R$5 reais, com direito a dois peixes amarrado em um barbante. Após a pesca do pirarucu você retorna ao Rio para o encontro do Rio negro e rio Solimões. Em seguida retornamos ao Porto, às 17h, e finalizamos o passeio. Eu saí apaixonada e é algo que precisam ir pra conhecer de verdade o Amazonas. Corremos para o hotel para um banho e nossas coisas estavam no quarto separado (não encheram em nada). Nos arrumamos rápido, subimos a avenida principal (uma quadra) para pegar o 448 e finalmente conhecer a Arena! 😂 o ônibus para bem na frente e ficamos por volta de meia hora somente, pois às 23h tínhamos que estar no aeroporto. Naquela noite estava tento a libertadores feminina, muito legal. Perdemos a visita de sábado e ganhamos a oportunidade de conhecer o local com uma partida rolando! Show de bola! Pegamos o ônibus pra voltar pro hotel, ficamos um tempo lá por causa do calor (sério, a cidade é calorenta) e perto de irmos embora fomos em um lanche que tem na esquina - gastamos 17 reais ( 2 hambúrguer e duas latinhas de refrigerante). Pede uber pro aeroporto - R$37 (o mais caro que pagamos). gastos- R$90,00 passeio (individual) R$20,00 nado com o boto R$5,00 pesca do pirarucu (não fiz) R$7,00 minha contribuição pra pintura de rosto e pelas comidas que provei. R$10,00 entrada da Arena R$3,80 onibus (x2) R$17,00 lanche R$37,00 uber até o aeroporto! Ahencia Yana - ‭(92) 98180-8508‬ fala que recomendaram e aí ela faz por 90 reais. Gastei no total R$1.100,00 e alguma coisa, isso pq paguei caro na passagem, pois dava pra ter economizado mais ainda! Estou muito feliz com a viagem e a cidade me surpreendeu... tem sua essência e recomendo muito. Espero ter ajudado em algo. minhas filmagens estão no meu Instagram: @renatarochap nos destaques.
  11. Ano passado eu fiz um mochilão pela américa do sul (Bolívia, Chile e Peru), usei o relato do Rodrigo Vix e sou super grata a ele pelo roteiro compartilhado no site, por isso nada mais justo do que compartilhar o meu roteiro de um destino pouco conhecido por brasileiros. Todo ano tiro férias e procuro ficar o maior tempo possível viajando e nesse mochilão de 2017 eu conheci o Rafa, que virou meu companheiro de viagem e nessas férias de out/2018 e o roteiro foi o seguinte: 06/10 Rio de Janeiro X Manaus 07/10 Manaus X Selva 08/10 Selva 9/10 Selva X Manaus 10/10 Manaus X Presidente Figueiredo X Manaus 11/10 Manaus X Santarém 12/10 Santarém X Alter do Chão 13/10 Alter do Chão 14/10 Alter do Chão 15/10 Alter do Chão 16/10 Alter do Chão 17/10 Alter do chão X Santarém X Belém X Ilha de Marajó 18/10 Ilha de Marajó 19/10 Ilha de Marajó 20/10 Ilha de Marajó X Belém 21/10 Belém 22/10 Belém X Rio de Janeiro No meu instagram eu deixei toda essa viagem nos meus destaques, quem quiser ver ou tirar alguma dúvida, pode me mandar por lá também: @duane.santo Na verdade quando nos conhecemos em 2017 combinamos de ir pra Colômbia, mas como o dólar subiu muito acabamos desistindo e encontramos a Amazônia como um lugar que ambos queriam conhecer. Então comecei a pesquisar tudo com o Rafael e fechamos nosso roteiro. Segue a saga (é a primeira vez que escrevo um relato, qualquer dúvida perguntem): Dia 1 - 06/10/18 O grande dia da viagem chegou. Check in feito no sábado anterior (é sempre bom fazer uns dias antes) e Rafael já estava a caminho. Botei minha mochila nas costas, peguei um ônibus e depois um BRT em direção ao aeroporto do Galeão. Cheguei um pouco cedo no aeroporto, encontrei o Rafael e fomos pesar nossos mochilões em um balcão de check in desativado. O mochilão do Rafael pesava 12 kg e o meu 8kg. Distribuímos o peso para evitar problemas na hora do embarque, pois não queríamos pagar para despachar os mochilões. (50 reais é 50 reais, né mores?). Almoçamos pelo Mc Donald’s (17 reais) e logo depois embarcamos. Chegamos em Manaus 15h, pegamos um voo direto com duração de 3h. O bom de não despachar mala é que além de economizar, nós não precisamos pegar e nem rezar pra ela estar na esteira. Obs: minha mochila é de 50L, da Quechua e até hoje não tive problemas para embarcar com ela como mala de mão. O aeroporto de Manaus é bem pequeno, saindo do segundo andar mesmo, que é onde se desembarca, nós pegamos um ônibus de 4 reais que vai do aeroporto até o centro de Manaus, 813 (a situação do ônibus é bem precária, mas nada que nãp dê pra pegar). Entrou um cara de uma agência no ônibus e ao ver que éramos turistas ficou falando com a gente, ganhamos um tour turístico de graça, pois enquanto o ônibus ia andando ele ia contando os pontos turísticos. Se é de graça a gente já ama! Diga-se de passagem: Manaus é um calor do cão, muito abafado! Em Manaus ficamos hospedados no Local Hotel (gostei e recomendo – 46 a diária + 10 reais de café da manhã), descemos do ônibus no ponto próximo ao Hospital Beneficente Portuguesa e andamos por volta de 5 minutos e já estávamos em frente o Local Hostel. Fizemos check in e resolvemos ir ao mercado e na agência fechar o passeio para o dia seguinte. O local Hostel tem parceria com a Iguana tur (agência que fiz os passeios em Manaus) e eu soube de uma menina que fechou os passeios com eles e ganhou o transfer de graça (fica a dica- quem não se comunica se trumbica). Eu tinha fechado o passeio com eles pela internet, peguei um pacote promocional no IG deles e paguei 720 reais pra ir nas cachoeiras de presidente Figueiredo (incluso almoço) e no pacote iguana, o pacote iguana consiste em 3 dias e 2 noites na selva (tudo incluso, menos bebidas- água free). Após o check in no Local fomos na agência da Iguana, pois eram quase 17h e então perguntamos que horas a agência fecharia, o sinhozinho disse que na hora que desse na telha. Ok! Corremos pra sacar dinheiro, eles não aceitam cartão, ali tem quase todos os bancos próximos. Pra início de viagem saquei 1000 reais. Durante a semana fica um rapaz da Iguana tur dentro do local hostel fechando os passeios, mas como era sábado ele não estava lá. Passeios pagos e fomos ao mercadinho próximo do hostel comprar beliscos para esses 4 dias de passeio. Compramos um club social e água, era um mercadinho bem mequetrefe. Só comemos o club social pra não dizer que não comemos, foi desnecessário, pois comemos bem em todos os passeios e o local hostel tem bebedouro a vontade para os hóspedes. Depois descobrimos que tinha um Carrefour perto do hostel, fomos lá e compramos uma lasanha para a janta e um suquinho, além de mais um ou outro biscoitinho 😁 Voltando pro Hostel colocamos nossa lasanha no micro-ondas e foi só sucesso! Depois da barriga cheia, arrumamos nossa mochila de ataque para os próximos 3 dias na selva e fomos dormir. Deixamos o mochilão no hostel por 1 real. O valor independe da quantidade de dias. O hostel fica pertinho do Teatro Amazonas, principal cartão postal de Manaus
  12. Sempre me perguntam o por quê fui ao Amazonas, a resposta é simples: eu percebi que nós, brasileiros, conhecemos muito pouco - ou nada - sobre a nossa própria cultura. Depois que me dei conta disso, busquei me informar mais sobre os povos indígenas que aqui vivem e também sobre a nossa floresta Amazônica, tão importante para as condições climáticas! E assim me aventurei durante 11 dias (fui em fev/2018), 7 horas de barco adentro do Rio Negro (partindo de Manaus) para conhecer duas comunidades indígenas/ribeirinhas do povo Baré. Dia 1 → cheguei no aeroporto de Manaus e já senti a receptividade de alguns manauaras quando fui perguntar como ir ao centro de ônibus (é só pegar o ônibus 306 e confirmar com o motorista para saber se está indo no sentido certo)! Segui o Local Hostel (recomendo muito mesmo) e depois saímos para almoçar. Fui para o Tambaqui de Banda, que é uma franquia de uma rede e que fica na praça principal, bem próximo do Teatro de Manaus. E lá foi sucesso total quando provei meu primeiro prato: Jaraqui Frito ❤ mais tarde, outra surpresa boa quando comi meu primeiro Tacacá de Camarão. Eita culinária sensacional!! Jaraqui Frito Tacacá de Camarão Dia 2 → acordei cedinho e saí em busca do Amazon Bus. Não rolou esse passeio porque o busao tava em manutenção, acabei conhecendo o Edson em um ponto de informações para turistas (esquina do teatro com a Eduardo Ribeiro - super recomendado para quem quer saber os horários de funcionamentos dos espaços culturais da cidade), um turismologo bem gente boa que me instruiu sobre o que fazer no centro de Manaus. De lá partimos para o Marco Zero, rua em fica o Centro de Pesquisas Medicinais Indígenas (super recomendo para quem tem interesse na cultura indígena). Depois parti para um tour no Teatro Amazonas com uma ótima guia e de lá fui para o Parque do Mindu. A medicina indígena merece respeito ! Teatro Amazonas Dia 3 → peguei uma carona para o Porto da Ceasa (não é o mais conhecido) e já com um grupo (não sei se valeria a pena ir sozinho) pegamos uma lancha para fazer o passeio do encontro das águas. Recomendo esse porto (que fica distante do centro se comparado com o porto de Manaus moderna) com esse passeio se você já está com um grupo de turistas, já que costumam cobrar por lancha e não por pessoa - se tiver um grupo razoável já sai bem mais barato que fazer o mesmo passeio pelo Porto de Manaus Moderna. Passamos pelo encontro das águas, passeio obrigatório pra quem vai para Manaus, depois visitamos um criadouro de pirarucus e até brincamos de pesca (sem anzol). Depois avistamos preguiças, macacos, jacarés e vitórias régias. O próximo passeio foi para o MUSA (fica um pouco distante, se tiver com pouco tempo não recomendo ir de transporte público), que oferece trilhas e uma vista panorâmica maravilhosa da reserva. Encontro das águas Pausa para a foto com a preguiça Ps: diferente do que parece, segurar a preguiça no colo NÃO é um ato inofensivo. Tempos depois da viagem descobri que as preguiças dormem 20h por dia, que esse tipo de atitude deixa a preguiça (e outros animais) muito estressados e que essa exploração do turismo com os animais tem consequências negativas bem graves. Fica o alerta e um texto para reflexão: https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2017/10/reportagem-especial-animais-selvagens-sofrem-com-o-turismo-fast-food-na Vista Panorâmica da Reserva no MUSA Dia 4 → acordei bem cedinho, um pouco ansioso para o que viria pela frente. Comi meu primeiro x caboquinho (lanche de tucumã, que é uma fruta local), passei no trabalho do meu amigo pra pegar a rede emprestada (fundamental se vai fazer viagens longas com os recreios) e assim segui para o porto. Lá já dei logo de cara na entrada que saia o barco, comprei aquela farinha maravilhosa e um prato feito, segui viagem no recreio. Não demorou muito para eu conversar com o Nei, um pintor que passa uns tempos trabalhando na floresta e que me ajudou a recolocar a rede (acreditem, não é tão fácil quanto parece hehehe) para descansar nas ótimas 6/7 horas de viagem. Conversamos bastante enquanto caia uma chuva meio assustadora e, logo que ele saiu, comecei a interagir com outras pessoas até que, por coincidência, conheci a mãe do comunitário que iria me hospedar em uma das comunidades indígenas dos Baré. Chegando em Nova Esperança, Walmir me recebeu na entrada da aldeia e me deixou bem a vontade. Tomei um dos 4 banhos diários - #sqn - e fui jantar. Tive o grande prazer de conhecer o Peba Fopec, um estudioso e aventureiro que se mudou para a Amazônia porque se sentiu no dever de contribuir com o melhoramento da gestão ambiental na região. Conversamos um pouco sobre tudo e ele me contou das reuniões que estavam acontecendo horas antes entre os líderes comunitários sobre, por exemplo, a criação de um fórum para fortalecer a Reserva de Desenvolvimento Sustentável Puranga Conquista; me entusiasmei com a ideia e tomei a decisão de escrever esses depoimentos a partir desse dia para fortalecer um possível projeto de turismo de base comunitária. Comunidade Nova Esperança Cultivo de temperos Dia 5 → dormi bem mal essa noite mas levantei com muita disposição para meu segundo dia na comunidade, o mais importante até então. Tomei uma ducha gelada e sofrida pela manha, tomei o café da manhã e pude saber mais da atuação da Secretaria Estadual de Meio Ambiente do Amazonas para a manutenção das unidades de conservação, além das divisões territoriais na RDS. E assim fui para escola, meio cansado mas muito animado para conversar com as crianças. Chegando na sala, uma surpresa: eram umas 20 crianças de 4 a 10 anos e outras de 12 ou 14. E assim improvisei nas explicações para conseguir dialogar com aquelas fofuras heheh e parece que eles gostaram, 2 (Renatinho e Andreia) pediram ajuda nas lições de matemática e juntos com mais 1 criança assistiram minha apresentação com outros adolescentes (14-22 anos). A professora se empolgou com uns alunos mais interessados e assim eu mostrei documentários, clipes e os materiais que eu havia trazido no pen drive. Escutei várias experiências pessoais e pude compreender melhor a pluralidade dos povos indígenas e comunidades ribeirinhas da região. Encerrada a aula as 17h, tomei outra ducha bem gelada e conversei mais um pouco com Walmir, Cesar e com o Peba. Ao fim do dia presenciei o encerramento do evento com umas brincadeiras como o amigo secreto que foram bem divertidas e mostraram muito das relações que tem se construído nesse grupo de líderes comunitários. Professoras da escola com o Renatinho e a Andreia Reunião de representantes do governo com os comunitários No pouco que participei das reuniões, pude perceber que há um desejo genuíno de estar em dia com a legislação ambiental, mas, para que isso aconteça, precisam ser instruídos e necessitam de investimentos para tal (público ou privado - ex: zona franca de Manaus como compensação). Outra pauta muito importante era quanto à centralização de serviços públicos para viabilizar um aporte não tão grande do governo, tendo em vista que é inviável manter estruturas de saúde e educação, por exemplo, em todas as comunidades (que são inúmeras com um número baixo de habitantes – por volta de 30 a 60). Dia 6 → comecei o dia com uma trilha na mata com Carlison, filho do Walmir. Encontrei várias cenas inusitadas como árvores gigantes tombadas e teias de aranha. Peguei o final da reunião da Reserva de Desenvolvimento Sustentável e depois do almoço fiz um trajeto lindo até chegar em São Thomé. Teia de aranha na floresta Trajeto de lancha privada entre Nova Esperança e São Thomé (rios Cuieiras e Negro) Chegando lá conheci os comunitários que me mostraram um pouco do seu trabalho e ainda ouvi Abilho e Miriam sendo muito sinceros quanto às dificuldades de revitalizar o Nheengatu (língua dos Baré). Ao fim do dia Miriam matou uma aranha cabeluda que estava perto do banheiro e assim fui dormir na rede, na expectativa de um dia de altas emoções na selva nos próximos dias. Caranguejeira picada ao meio Dia 7 → depois de uma bela tapioquinha pegamos a canoa e seguimos para a trilha. Pude aguçar meus sentidos no meio da floresta, conhecendo novas espécies e tendo mais noção do perigo. Chegando em casa batemos uma bela de uma pratada e fiquei bem pesado heheh. Conversamos mais e praticamos um pouco de arco e flecha. Ao fim da noite contei do drama vivido pelos guarani (aldeia do Pico do Jaraguá) em SP. Trecho de canoa no Igarapé Tomando água do cipó Raízes da árvore descolando do chão Brincando com esse mito da zarabatana! Dia 8 → tivemos uma manhã tranquila, conversei com Abilio e Manoel sobre as dificuldades de combater o desmatamento na região. Pela tarde, brincamos de zarabatana e arco e flecha com as crianças. E logo em seguida partimos para a canoagem para mover uma das árvores que estava caída no igarapé. Pela noite conheci a nova professora e depois montamos uma fogueira e conservamos sobre assuntos polêmicos heheh Dando um rolezin de canoa Dia 9 → depois de uns problemas com a lancha que nos levaria até a Anavilhanas, enfim começamos a pesca junto com o Alzemir. E depois de duas horas tudo que tínhamos era uma piranha pequena heheheh voltamos para o almoço, brinquei de futebol com as crianças e vi o Regi subindo a árvore, aliás, me diverti muito. Pela noite nós fomos em 4 homens para a Anavilhas para focar os jacarés. Foi uma experiência incrível, o céu estava maravilhoso e a adrenalina tomou conta nos momentos de tensão. Deu ruim na pesca Dando baile no fut Dia 10 → acordei cedinho e fiquei apreciando os sons da floresta. Comi 3 tapioquinhas na casa da Dona Nila, mulher guerreira e de coração muito bom. Tomamos o recreio lotado e seguimos a longa viagem de volta para Manaus. E, depois de algumas reflexões, o que ficou de Sao Thome? 1. A humildade e simplicidade da família e dos comunitários, muito diferente do que estamos acostumados nas grandes cidades. 2. Os perigos da floresta que apresentam mais um desafio para quem já vive com muito pouco. 3. As dificuldades para acessar serviços básicos de qualidade nas áreas de saúde (longas distâncias para acessar serviços), educação (falta de professores), segurança (roubos e impotência diante da exploração da floresta), saneamento básico (fossas), energia (limitada com os motores de luz), tratamento da água (potável) e resíduos sólidos (dependência da Fundação Amazonas Sustentável). Há o desconhecimento dos seus direitos e deveres enquanto cidadãos. 4. O modo de vida nas comunidades ribeirinhas. As pessoas se casam e tem filhos muito cedo, o que dificulta ainda mais o acesso às oportunidades. 5. O desafio que fica de tudo isso é como superar essas privações e explorar a floresta de forma sustentável. 6. As incríveis paisagens, na terra, nos igarapes, no Rio Negro e nos céus; simplesmente apaixonante. Ficou curioso para conhecer São as comunidades? Acesse os sites abaixo: https://www.facebook.com/braziliando/ https://www.facebook.com/braziliando/ Dia 11 → acordei cedinho e parti para a Secretaria Estadual do Meio Ambiente, depois do convite que recebi quando estava na comunidade. Chegando lá tive uma ótima recepção, conversei com os responsáveis por: monitorar a hidrosfera (Cris); gerir uma Unidade de Conservação (Yone); despachar os processos do Conselho (Taisa); proporcionar um treinamento para agentes ambientais voluntários (Abraham). Foi uma experiência muito interessante para compreender o funcionamento do Estado em um estado tão gigante como o Amazonas, ainda mais se tratando de uma pauta tão importante como o meio ambiente! Almocei por lá mesmo, tomei um açaí raiz e depois fui para o Centro Cultural de Povos da Amazônia, um espaço muito pouco visitado onde conheci mais das tradições dos povos indígenas e que tiveram menos influências da cultura branca. No fim do dia, sorvete de tucumã e peixe ! Manauss, até breve ❤️ Observações: -Tive uma experiência incrível, mas, não recomendo essa viagem para quem se apega muito ao conforto -Se atente aos dias que os recreios (barcos) chegam e partem dessas duas comunidades, já que não tem barco para ir e voltar todos os dias da semana -Sou um grande admirador da cultura indígena, se você também tem interesse deixo esses dois links pra você (o primeiro com aulas gravadas de uma disciplina optativa ministrada na EACH-USP e o segundo com uma séria de curtas-metragens e reportagens sobre cultura indígena): https://drive.google.com/drive/folders/0B7bmgiT1xyctNFNJNjY5cEN1YUU https://apublica.org/tag/questao-indigena/ -Caso você entre em alguma reserva, é necessário pedir autorização para o governo para publicar as fotos. As autorizações devem ser solicitadas por esse email: [email protected] -Folder com as atrações e horários (recebida em fev/2018):
  13. glaubercr

    Novo Airão

    Pessoal, reservei o ultimo dos 6 dias da minha ida a Manaus para ver os botos em Novo Airão. A cidade de Novo Airão é bem pequena, porém arrumadinha, diferente de Manacapuru, cidade referência no meio do caminho de Manaus para Novo Airão e que tem um centro horroroso. Coloquei a minha viagem toda descrita em outro tópico pra quem quiser ver. Tem 2 ônibus diarios para Novo Airão, não sei bem o horário, acho que o 1o sai de Manaus às 6h e o último sai de Novo Airão às 13h. De ônibus leva cerca de 5 horas a viagem de 200kh + 40 min de balsa. O último ônibis retorna às 13h. Além dos botos tem lá um parque que dizem ser muito bom e o arquipelago de Anavilhas que também é muito bem falado mas nessa época fica em grande parte submerso pela cheia. Tinhamos que estar no aeroporto às 16h, mas como eu tenho o péssimo hábito de lutar com os ponteiros, não resisti o carro que tinha alugado no dia anterior para ir a Presidente Figueiredo ali olhando pra mim e toquei pra Novo Airão. O selvagem ao extremo não podia ir sem nadar com os botos né? As 7h estávamos atravessando a balsa. 40 min de travessia. Do outro lado paramos pra por uma câmera no pneu furado que não deu concerto e trocar a chave de roda. Outro pneu furado implicaria na perda do vôo. 9h estava eu pisando fundo pra chegar em Novo Airão às 11h. Passei reto na entrada da estrada pra Novo Airão e perdi quase 30min indo até o centro de Manacapuru. Pouco depois das 11h estava eu lá, nadando com os botos. Como eu sou um ser meio aquático me confundiram com um peixe e ganhei uma mordida de boto na mão hehe. Eu, fora da água, segurava um peixe com uma mão enquanto abanava a outra e ele pulou foi na mão que eu abanava. Fui premiado segundo o pessoal de lá. Disseram que, final de semana lá fica lotado de gente nadando lá, e nunca ninguém ganha uma mordida (mas tinha mais um que ganhou uma mordida lá, segundo ele era um boto novinho que tinha aparecido lá, ainda não acostumado). Nada demais.... Continuei nadando com eles, apenas meio receoso a cada fucinhada, com medo que a próxima mordida pudesse pegar um órgão mais importante hehe Fascinante a experiência!! Alimentando o boto Nadando com o boto Uma horinha por ali e pé na tábua. Perdi mais 15 minutos pra voltar pra pegar meu tênis que achei que tinha esquecido lá, mas estava debaixo do meu banco. Chegamos na hora que acabava de encher uma balsa e por 2 carros tivemos que esperar a próxima. Sem banho mesmo, sob risco de ter que aturar um xilique da namorada caso perdêssemos o vôo, juntei a bagagem e zarpei com o cara da locadora nos levou até o aeroporto. No caminho um movimento estudantil nos atrasou em uns 20 minuto e advinha??? Perdemos o vôo porque o checkin encerrou às 16:30h e chegamos às 16:34h. Nem sem a bagagem deixaram minha namorada embarcar... Mas quer saber? Valeu a pena!!!
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