Ir para conteúdo

Pesquisar na Comunidade

Mostrando resultados para as tags ''canoa quebrada''.



Mais opções de pesquisa

  • Pesquisar por Tags

    Digite tags separadas por vírgulas
  • Pesquisar por Autor

Tipo de Conteúdo


Mochileiros.com

  • Perguntas e Respostas
    • Perguntas Rápidas
    • Perguntas e Respostas & Roteiros
  • Relatos de Viagem
    • Relatos de Viagem
  • Companhia para Viajar
  • Equipamentos
  • Trilhas e Travessias
  • Nomadismo e Mochilão roots
  • Outras Formas de Viajar
  • Outros Fóruns

Encontrar resultados em...

Encontrar resultados que...


Data de Criação

  • Início

    FIM


Data de Atualização

  • Início

    FIM


Filtrar pelo número de...

Data de Registro

  • Início

    FIM


Grupo


Sobre mim


Ocupação


Próximo Destino

Encontrado 7 registros

  1. Boa tarde galera, Estou de Partida para Fortaleza dia 3 de Janeiro e logo em seguida irei para Canoa Quebrada por uns 2 dias. O problema é que não estou decidida sobre o que fazer depois e nem como ir em direção a Natal, já que farei tudo isso de ônibus. Minha viagem termina em Maragogi depois de Natal. Aceito dicas e conselhos 😉 Valeu!
  2. mcm

    Feriado em Canoa Quebrada

    Feriado de 7 de Setembro + promoção para Fortaleza = não recusar. Eram 3 dias, e algumas áreas ainda estavam por explorar. Ubajara era uma delas, Canoa Quebrada era outra. Desde que fomos a Jericoacoara pelo litoral que fiquei na memória que voltaria a Mundaú. No fim das contas, elegemos Canoa Quebrada para o feriado relax de 3 dias. Chegamos em Fortaleza na quinta de noite, apenas para dormir num hotel econômico e partir logo cedo na manhã seguinte. A estrada para Canoa Quebrada está muito boa para os padrões nacionais. E com muitos radares, dentro dos padrões nacionais. Pegamos algum trânsito no caminho (saída de feriado!), mas fomos numa boa. No planejamento eu identifiquei um lugar um pouco antes de Canoa que era encontro de rio com mar. Adoro locais com foz de rio, e esse parecia valer a pena conhecer. Trata-se de Fortim. Foi nossa primeira parada. Chegamos com a maré ainda baixa, mas já crescendo. Curtimos o resto da manhã e o começo da tarde naquele cantinho bacana. Fomos caminhando até perto da foz, passamos por uma pousada isolada à beira-rio, perto do mar, dedicada a esportes de vento. Bem bacana. Local ótimo para quem pratica. Antes de seguirmos para Canoa, ainda entramos mais na cidade para conhecer o Pontal de Maceió, onde já é praia de mar. Apenas conferimos, não era ideia ficar lá. Chegamos em Canoa, largamos o carro na pousada (e só pegamos para ir embora) e fomos conhecer... as falésias! Descemos para a praia, vimos as várias e sucessivas barracas de praia instaladas num patamar mais elevado para “sobreviver” à maré alta. A maré estava alta. Vimos no alto uma passarela que, presumo, enseja um belo visual da área. Mas... está interditada. Visivelmente deteriorada. Enfim, aquele Brasil de sempre. Curtimos o logo de Canoa Quebrada na falésia (tem outro num ponto mais distante) praticamente sozinhos (um raro momento naquele feriado!) e fomos curtir o pôr do sol no Restaurante O Nain, que foi nosso ponto de fim de tarde, em todas as tardes. Das melhores lembranças que tenho desse feriado é o visual do gramado e o mar ao fundo com cervejinha ou água de côco no Restaurante O Nain. Voltamos, piscinamos um pouco, e fomos jantar e bater perna no centrinho, a famosa Broadway. É bem bacana, com diversas opções de restaurantes, lojinhas, bares, showzinhos, etc. Dia seguinte foi dia do tradicional passeio de buggy. Fomos andando até o centrinho, pouco antes da Broadway tem o ponto dos buggys. Preço e roteiro são tabelados, então nos descolamos de ficar pesquisando. Passeio para Ponta Grossa custa 350 por buggy. Eu queria esticar até a Praia Redonda, mas não rolava por causa da maré. Ok, então. O passeio dura pouco, umas 3 ou 4 horas, e proporciona belíssimos visuais. Extraordinários mesmo. Pelo caminho vc vê falésias (claro!), para na Garganta do Diabo (onde tem uma fonte de água, mas o que mais curti lá foi o visual), apenas passa pela Lagoa do Mato, passa num mirante estonteante, e segue até Ponta Grossa. Lá há uma parada geral dos buggys, e é onde vc pode curtir o mar (rola um snorkel), ou tentar subir as dunas. Depois de um tempo lá, é hora de voltar. De tarde ficamos de relax na praia, vendo a maré engolir a areia e a área dos banhistas. Tinha a dica da barraca Lazy, mas tava lotada. Ficamos onde havia lugar, até que o mar chegou e acabou com a festa. Galera sobe para as barracas, que ficam lotadas (era feriado!) com a maré alta. Nós fomos para o nosso O Nain, novamente curtir aquela vibe de fim de tarde com visual, paz e cerveja. Nesse dia ainda fomos curtir um voo de parapente (270 para 2 pessoas), que curtimos demais. Eu não voava em algo parecido havia 20 anos (tinha voado de asa delta algumas vezes). Maior paz, maior tranquilidade. E maior visual. Recomendo muito. É outra coisa que levarei na memória durante muito tempo, espero. Ainda deu tempo de curtir o por do sol na duna, delicioso programa tradicional de fim de tarde por lá (vá a pé!). De resto, seguimos o roteiro Broadway, piscina, Broadway de novo. Tava mais cheio nesse dia. No último dia, fomos fazer uma caminhada pela praia seguindo para leste. Passamos pelo outro logo de Canoa Quebrada. Ainda fui até a praia seguinte, Majorlândia, depois voltei. É um longo trajeto, acho que de 1h, entre uma praia habitada e outra. Galera voltou antes e estacionou numa barraca de praia mais tranquila, um pouco distante do burburinho. Curtimos a praia na maré baixa e novamente ficamos curtindo a maré crescendo e tomando a areia. Galera de kyte, de surf. De tarde batemos nosso ponto no O Nain (lembrei-me do Bar Utopia, de Luang Prabang, achei a vibe semelhante). Só no relax com o mar à frente. E o gramado mega aconchegante de lá. Voltamos para Fortaleza de noite. Pernoitaríamos perto do aeroporto para embarcar de madrugada de volta ao Rio – dia seguinte já era novamente dia de trabalho! E assim foi mais um feriado desbravando algum canto do Brasil. [Todas as fotos são do Instagram da Katia]
  3. Pessoal, essa é a primeira vez que escrevo um relato no Mochileiros. Decidi fazer pois sempre busco informações aqui e acho legal contribuir. Tentei colocar valores para ajudar. As fotos tive alguma dificuldade, depois tento colocar. Como ficou um pouco longo, destaquei de azul alguns termos para facilitar a pesquisa. Então vamos lá! Essa viagem foi feita em outubro de 2017, eu e meu namorado, com duração de 12 dias. Iniciamos por Fortaleza, ficamos 2 dias lá, depois uma semana em Jericoacoara e na volta 1 dia no Beach Park e 2 em Canoa Quebrada. Fortaleza Chegamos em Fortaleza e fomos para o hotel de Uber (R$25). Pedimos no aeroporto, um tanto receosos pois sabemos que cada cidade está em um estágio de aceitação do aplicativo, e não queríamos confusão com taxista logo na chegada. Arriscamos e foi muito tranquilo. Ficamos hospedados na praia de Iracema, e achamos bem localizado. De noite fomos caminhando pela orla e estava movimentado. Pessoas a pé, de bike e de patins, ambulantes vendendo artesanato, comida e oferecendo passeios. Caminhamos até o local onde tinham restaurantes no calçadão, jantamos lá e voltamos de Uber (R$13). Na orla é relativamente tranquilo de caminhar, claro que você vai ter cuidado com a bolsa e celular, mas é ok. Já no trecho entre o hotel e o calçadão nos sentimos um pouco inseguros, as ruas eram pouco iluminadas e vazias. Mas deu tudo certo. No dia seguinte, domingo, fomos de Uber (R$16 e R$22 na volta) para a Praia do Futuro e passamos o dia na barraca Crocobeach. Essa barraca é bem grande e muito estruturada. Tem um ambiente de restaurante com térreo e mezanino, além de mesas na areia com guarda-sóis de palha. Tem também piscina (cobrada a parte), 2 palcos onde acontece uma programação infantil e shows no fim da tarde, e armários que podem ser alugados (R$25 - apesar do preço acho que vale a pena pois é o que possibilita a gente entrar junto no mar e curtir sem preocupação). Além do serviço a la carte eles tem um buffet de almoço por quilo (R$70/kg), que pelo preço deveria ser mais gostoso. Nesse dia o mar estava bem agitado e não conseguimos entrar muito na água. Das outras vezes que fui, estava sempre mais tranquilo, apesar de ter ondas grandinhas. Na areia, além dos ambulantes vendendo comida e artesanato, tem sempre um pessoal oferecendo massagem, que é feita em macas que ficam sob tendas na areia. Cobram R$20 por uma hora, e ainda inclui banho de lua, shampoo no cabelo, máscara de argila e bronzeador no final para quem quiser esses extras. Sobre segurança, lá na praia fomos informados para não nos afastarmos muito da barraca, pois fora daquela área ocorrem muitos assaltos. Jericoacoara - como chegar Na 2a feira começamos a aventura que vínhamos aguardando ansiosamente! Antes de entrar no relato propriamente dos dias em Jeri, vou fazer um parêntesis para falar das formas que se tem para chegar na vila. Pode-se ir de avião pelo aeroporto de Jericoacoara, mas me parece que só tem vôos saindo de Recife e São Paulo. De toda forma, de lá você vai precisar de algum tipo de transporte até a vila. Não estudei muito essa possibilidade. Uma alternativa mais em conta é contratar empresas que fazem o transporte de van, saindo de Fortaleza e indo até Jijoca, que é a cidade mais próxima de Jeri. Lá os passageiros trocam de veículo, pegando uma jardineira. Essas jardineiras são caminhonetes D-20 adaptadas, com bancos nas carrocerias. Algumas são mais arrumadinhas, outras menos. Nas minhas pesquisas achei por cerca de R$80 o trecho por pessoa. É a maneira mais demorada, levando de 7 a 8 horas. Tem quem vá de carro até Jijoca e de lá pegue somente a jardineira. Pelo que vimos, custa uns R$20 por pessoa por trecho. E você fica pagando a diária do carro no estacionamento. Leva cerca de 5h de Fortaleza para Jeri. Quem tem um 4x4 ou um espírito bem aventureiro pode ir o percurso todo até Jeri. Existem guias em Jijoca que oferecem o serviço de ir indicando o caminho (creio que waze e google maps não sejam muito eficazes por aquelas bandas). Vimos alguns carros de passeio fazendo a rota, e vimos vários atolados! De toda forma, chegando em Jericoacoara é preciso deixar o carro em um estacionamento pago na entrada da vila, pois os únicos carros permitidos lá dentro são os de turismo, como transfers, jardineiras e bugues. Nos disseram que até é possível ir com o carro na pousada para deixar as malas, mas depois tem que sair e estacionar fora. Aparentemente, existem pessoas de lá que oferecem o serviço de ir estacionar o carro pra você, para que não precise voltar caminhando para a pousada. Mas ouvimos relatos de gente que deixou a chave e quando foi pegar o carro estava com quase 300km rodados a mais… rs… enfim, melhor desconfiar! Outra forma de ir a Jeri é por meio dos passeios turísticos do tipo bate-e-volta que saem de Fortaleza. Encontramos algumas pessoas que fizeram assim. Foram com o ônibus de passeio levando as malas e ficaram por lá. O esquema é parecido com a história da van. Chegando em Jijoca tem que pegar a jardineira. Custa uns R$180 por pessoa. Saem por volta de 4h da manhã e voltam depois do pôr do sol, chegando em Fortaleza umas 23h. Imagino que seja bem cansativo. A alternativa que usamos me pareceu ser a de melhor custo benefício. Contratamos uma Hillux para fazer o transfer com a empresa Executive 4x4 Brasil (Rosângela 85-3498-3839 / 85-98202-5323 / [email protected]). Estou deixando todos os contatos pois valeu demais ter contratado essa empresa, como vou relatar no trecho da volta para Fortaleza. Normalmente as empresas cobram R$500 a R$600 por trecho da Hillux, independente do número de passageiros, ou seja, R$1000 a R$1200 para ir e voltar. Como estávamos apenas em 2, fizemos um esquema compartilhado, no qual a empresa se encarregou de encontrar outro casal para dividir os custos conosco. Foi difícil achar uma empresa que fizesse dessa forma, as outras que eu entrei em contato queriam que eu mesma achasse outro casal pra compartilhar. Como a Executive garantiu que encontraria ou que faria o transporte pelo preço combinado de toda forma, optamos por ela. Dessa maneira, ficou R$560 ida e volta para nós dois. Como o carro é 4x4 ele vai direto até Jeri, sem necessidade de jardineira. O Vinicius, que foi nosso guia/motorista, fez o caminho pela praia do Preá, sem nem passar em Jijoca, tornando o caminho mais curto. Achamos que o Vinicius foi ótimo, dirigindo super bem e muito simpático. Fez uma parada para lanche, depois parou na estrada quando pedimos para tirar foto dos geradores de energia eólica e ainda parou na Árvore da Preguiça para tirarmos fotos. As meninas que dividiram com a gente também eram gente boa e assim o percurso foi bem agradável. Levamos 5h no trajeto. Jericoacoara 1º dia Ao chegar na vila, tivemos que pagar a taxa de turismo de R$5 por pessoa por dia. Essa taxa está sendo cobrada há pouco tempo, apesar de que a lei que a instituiu é de 2014. Ainda estão se adaptando e dependendo da hora você pode pegar uma fila grande para entrar na cidade. No nosso caso, tivemos sorte e não tinha fila nenhuma. Chegamos no hotel por volta de 14h. Ficamos na Pousada Carcará, que fica na Rua do Forró. O hotel é muito arrumadinho, muito bem cuidado. Recentemente foi reformado. Tem uma piscina ótima, com uma parte de hidromassagem. O quarto super espaçoso, com uma varanda grande e rede. Adoramos o hotel! Do ponto de vista da localização, também achamos excelente. Não fica perto demais da muvuca, tendo tranquilidade para descansar, e nem longe demais que seja penoso de caminhar (lembrando que lá é tudo areia). No dia que chegamos, almoçamos no hotel mesmo e resolvemos descansar na piscina e na rede. Ficamos tranquilos até umas 17h, quando caminhamos para a praia para ver o pôr do sol. Nesse dia não subimos a duna do pôr do sol, ficamos somente na areia da praia admirando o sol se pôr no mar. Nesse horário, várias barraquinhas de bebida são montadas no acesso à praia. Depois saímos caminhando para fazer o reconhecimento do centrinho. Rodamos tudo até escolher um restaurante. A vila é uma graça, os restaurantes super arrumadinhos, tudo bonito, enfeitado com flores e luzinhas, vários com música ao vivo. Acabamos optando por jantar uma pizza no Sabor a Lenha, perto do acesso à praia na rua principal. Infelizmente a experiência não foi muito legal. Meu namorado teve que discutir com o garçom sobre os ingredientes da pizza… nada a ver. 2º dia No dia seguinte resolvemos ir logo na Lagoa Paraíso, que é ponto mais recomendado de Jeri. É aquela lagoa que tem as redes dentro da água (se bem que chegando lá a gente vê rede na água em quase todo lugar), a água é bem cristalina e a areia branquinha e fofa. Decidimos ir de jardineira ao invés de fazer o passeio completo para ficarmos bem a vontade lá. Porém, demoramos um pouco a sair do hotel, saímos umas 10h, e como a cidade estava um pouco vazia (baixa temporada), tivemos alguma dificuldade. Eles ficam esperando encher a jardineira para sair, normalmente precisa de 12 pessoas. Levamos uma hora para conseguir sair. Então a dica é a seguinte, se for de jardineira, saia por volta de 9h para não ficar nessa enrolação. O ponto das jardineiras é na Rua São Francisco, mas elas passam nas outras ruas também. Cobram R$20 por pessoa por trecho. Fomos para a Lagoa do Paraíso e decidimos ficar na barraca Alchymist. É a mais famosa de lá. O pessoal fica colocando uma certa pressão de que lá é tudo caríssimo, então tirei umas fotos do cardápio para referência: Eles têm espaço de restaurante com térreo e mezanino, mesas na areia com guarda-sóis de palha (sem consumação mínima) e armário ao lado da mesa (R$10), espreguiçadeiras perto da água (R$50 cada) e uma área VIP (R$100 por pessoa) que consiste em uma cama com dossel e um armário. Nesse ponto você nem vê as barracas seguintes, pois a lagoa é bem grande. Ficamos por ali curtindo o visual, a água quentinha, o balanço das redes na lagoa. Uma delícia de lugar!!! Porém justamente no dia que estávamos lá ocorreu um acidente com um turista. Aparentemente ele teve um mal súbito enquanto fazia SUP e caiu na água. Levaram cerca de meia hora para encontrá-lo e ele não sobreviveu. O clima ficou um tanto tenso no local, e por volta de 14/15h muitas pessoas foram embora, inclusive nós. Por causa desse evento, o Alchymist ficou fechado nos dias seguintes. Voltamos para a vila e fomos experimentar o famoso sorvete da Gelato e Grano. Achei uma delícia! Recomendo! 1 bola por R$10, 2 por R$12 e 3 por R$16. Tem uma loja grande deles na praça e uma pequena perto do acesso à praia. Depois ficamos relaxando na piscina do hotel. Nos arrumamos e saímos pro centrinho. Nesse dia comemos no EAT. É uma hamburgueria que fica em um dos becos entre a rua principal e a São Francisco. Bem servido e muito gostoso! As batatas deixaram a desejar… R$26 a R$32 o hamburguer. Depois deixamos agendado um passeio para o dia seguinte com o pessoal da Trilha Maluca. Aparentemente os passeios são bem padronizados, o que você encontra em uma empresa, encontra na outra também. E todos eles podem ser feitos de bugue, quadriciclo ou jardineira. O pessoal dos passeios costuma ficar na rua até umas 22h. 3º dia Fizemos o passeio de bugue compartilhado para o oeste. A empresa se encarregou de encontrar outra dupla e ficou R$150 por casal. Achamos bem divertido o passeio, valeu a pena! O nosso guia nesse dia foi o Augusto, muito simpático e nos deixou bem a vontade. Passou para nos pegar na pousada, já com o outro casal no bugue. O trajeto por dentro do parque nacional é muito bonito. A primeira parada do passeio é para ver os cavalos marinhos (R$15 por pessoa). Tem um barco com várias cadeiras, todo mundo de colete salva-vidas. O guia vai empurrando com um bastão e a gente desce um pouco o rio. Os cavalos marinhos ficam na beirada, bem disfarçados no meio das raízes. O guia coleta um deles em um jarro de vidro para os turistas verem e tirarem fotos e depois devolve para a água. Ficamos com pena dos animais, até pelos relatos do guias, de que estão perto de serem extintos, que morrem com facilidade e tal. E nós alí, interferindo com eles. De uma próxima vez nós não faríamos essa parada. Na sequência, atravessamos um rio por uma balsa. É um trecho curtinho e nem precisa sair do bugue. Do outro lado passamos pelo mangue seco. Uma paisagem bem diferente, com as raízes aéreas presentes. Tem várias redes e balanços para tirar fotos e um pessoal vendendo bebidas. De lá seguimos para as dunas. Um sobe e desce com bastante emoção. Bastante areia voando também! É bom levar óculos, boné, uma camiseta para enrolar no rosto dependendo do trecho. Paramos em um local para fazer esquibunda. A pessoa desce a duna sobre uma tábua e para numa lagoa lá embaixo. Para subir tem uma corda amarrada para servir de apoio. Meu namorado desceu, eu não animei por causa da subida puxada. R$10 por pessoa para descer quantas vezes quiser (ninguém consegue descer muitas vezes por causa da subida de volta). Ainda pelas dunas, fomos até um toboágua na Lagoa da Torta. É parecido com o esquema do esquibunda, mas eles usaram lona para revestir uma parte da areia e ficam jogando água. Você desce de barriga em uma prancha e cai na lagoa lá embaixo. Tem a cordinha para facilitar a subida também, que é menos acentuada que a anterior. Aqui se paga R$10 por pessoa para descer até 3 vezes. Bem divertido! Depois da brincadeira, demos a volta na lagoa com o bugue e chegamos em uma barraca na beira da lagoa. Ficamos lá petiscando e curtindo a lagoa. Não é tão bonita quanto a Azul e do Paraíso, mas é gostoso de ficar lá, descansando dos agitos anteriores. Aqui eles tem o cardápio vivo. Trazem os peixes, camarões e lagostas para você escolher antes de prepararem. Mas não almoçamos aqui. Voltamos pelo mesmo caminho e o bugue nos deixou na pousada. Saimos de noite para jantar e optamos pelo Bistrô Caiçara. Fica próximo ao acesso da praia, no pavimento superior de uma lojinha de lembranças. Escolhemos alí porque gostamos muito do astral desse terraço. Muito aconchegante, com vista para a rua e para a praia. Eu pedi um camarão no abacaxi e meu namorado uma picanha argentina. A picanha estava uma delícia! O camarão também estava bem gostoso no começo, mas depois comecei a perceber um certo amargor no caldinho do abacaxi. Depois fomos resolver o passeio do dia seguinte. Fechamos com o pessoal da Trilha Maluca um passeio de barco pela manhã, que levaria para um mergulho em alto mar e depois nos levaria na Pedra Furada (R$30 por pessoa). E fechamos um passeio de bicicleta elétrica no fim da tarde, que passava pelo Serrote (R$50 por pessoa). Esse passeio só encontramos no Clubventos, fica na praia, depois da Rua do Forró. Tem uma lojinha no centro também, que tem uma onda se projetando na fachada, fácil de achar. Chegando no hotel o pessoal da Trilha Maluca mandou whatsapp cancelando o passeio de barco porque ele precisou ir para manutenção, em outra cidade. Não voltou antes de irmos embora. 4º dia No dia seguinte, como não teríamos mais o passeio de barco, ficamos curtindo a piscina do hotel de manhã. Almoçamos no Dona Amélia, que era pertinho do hotel. Lá que rola um forró nos noites de 2a, 4a e 6a. Achei a comida razoável e o preço era bom. O forró nós espiamos em uma das noites, mas ia demorar um pouco a começar e não fomos. Parece que depois do jantar eles removem algumas mesas e liberam espaço para dançar. Depois nos preparamos para o passeio de bike e fomos para o Clubventos encontrar nosso guia. Eu estava meio preocupada porque não tenho costume de andar de bicicleta, e mesmo sendo elétrica, a moça que nos vendeu o passeio informou que não era molezinha, tem que fazer algum esforço. De fato, não é como uma moto, você precisa pedalar constantemente. Mas achei bem leve, pelo menos com relação à expectativa que eu tinha criado. Achei uma delícia passear pelo Serrote. É um morro ao lado da vila, que permite uma vista do alto da cidade muito legal, com as dunas ao fundo. Também passamos próximos à Pedra Furada. Vimos ela do alto. O guia informou que as pessoas vão caminhando até a pedra de algumas maneiras: ou pelo Serrote, e descem um caminho que achei um tanto íngreme; ou pela praia, quando a maré está baixa (todos disseram ser a melhor forma); ou a partir de passeios, que deixam as pessoas mais ou menos próximas da pedra. Parece que no passeio a cavalo e de carroça dá pra chegar mais perto. Não chegamos a descer na pedra nesse momento porque o guia disse que não daria tempo. Voltamos e só depois que nos tocamos que ficou faltando fazermos uma parada no Farol de Jeri, que fica no Serrote também. Na hora nem lembramos, e o guia não disse nada, o que foi meio chato. Dizem que no Farol dá pra ver o nascer do sol, que também ocorre sobre o mar. Tentamos acordar pra ver, mas não rolou nenhum dia. De noite fomos no barzinho Samba Rock, que fica na rua pricipal, perto da praça, e estava sempre com música ao vivo. Gostamos de lá. E depois fomos fechar o passeio do dia seguinte. 5º dia O guia foi nos buscar de manhã na pousada com o quadriciclo. Ele foi na frente em uma moto guiando o caminho e nós fomos dirigindo o quadri. É uma experiência divertida, mas pode ser um pouco cansativo, achei difícil trocar as marchas com o pé (não estou nada acostumada com isso e meu pé ficou bem vermelho). Mas independente disso, foi bem legal. Nossa primeira parada foi na Pedra Furada. Em um estacionamento que marca o ponto mais próximo que os veículos podem chegar. A caminhada dura cerca de 30min e o primeiro trecho é na areia bem fofa, meio chatinho. Mas depois melhora. Chegando na pedra, encontramos várias pessoas tirando foto e alguns vendedores de bebida. No estacionamento também tinha gente vendendo água, água de côco, cerveja, etc. Pegamos o quadriciclo e seguimos até Barrinha. O passeio mesmo é ir curtindo o visual e a adrenalina de dirigir o quadriciclo. O caminho passa pela praia do Preá, então vimos novamente a Árvore da Preguiça. A praia do Preá é o paraíso do pessoal do Kitesurf. Vimos muitas pessoas praticando por alí. Chegando em Barrinhas tem algumas dunas. Subimos nelas com o quadriciclo, que seria o ponto alto da emoção. Mas acabou sendo bem rapidinho esse momento nas dunas. Subimos, tiramos foto e descemos logo. Mas também estava um sol terrível nessa hora. Fomos almoçar na barraca Komaki em Barrinha. Bem arrumadinha e com uma área de redes para descansar. Ficamos um pouco e depois retornamos. Na volta fizemos uma parada no Cabaré do Vento, uma pousada/barraca de praia no Preá. Um lugar muito agradável e que serve de apoio para a galera do Kite. Falando no esporte, o turismo voltado para o Kite e o Windsurf é bem grande em Jeri. A praia é setorizada e cada atividade, Kite, Wind, Surf, SUP ocorre em um local. Fomos ver quanto custaria para fazer aulas, mas acabamos desistindo. O curso básico de Kite, com 9h de duração, custa em média R$1.500. O de Wind, com 4,5h, sai por uns R$600. Na volta o quadriciclo começou a acender a luz que indica aquecimento no motor. Paramos e mostramos para o guia, que não pareceu se importar demais. Eu fiquei preocupada em fundir o motor e depois ter problemas. Assim, fizemos umas 3 paradinhas de 5 minutos para esfriar e a luz apagar. Voltamos para o hotel, curtimos a piscina de novo (essa piscina valeu a pena demais!) e saímos para o centro. Dessa vez meu namorado quis comer temaki, que eu não curto. Não lembro o nome do restaurante que ele foi. E eu fui comer nas barraquinhas que ficam na rua São Francisco. Depois fomos fechar o passeio do dia seguinte. 6º dia No dia anterior havíamos combinado com o pessoal da Trilha Maluca para fazer o passeio para o leste, que vai nas lagoas. Queríamos fazer de jardineira, pois já tínhamos experimentado os outros meios de transporte e a jardineira parecia mais pacata, menos vento, menos sol. Além disso, ela não parava na Pedra Furada, que já havíamos conhecido, e assim teríamos mais tempo nas lagoas. Pagamos R$60 por pessoa, pois passava na lagoa Azul também. Se fossemos só na do Paraíso seria melhor ir na jardineira que fica na rua, que sairia R$40 por pessoa ida e volta. Enfim, de manhã nos apareceu um guia em um bugue na pousada. Explicamos que havíamos combinado a jardineira e ele disse que não sabia por que tinham dado nosso voucher para ele, que estava marcado jardineira mesmo, e que se quiséssemos a empresa daria um jeito de nos enviar na jardineira. Mas, se aceitássemos, poderíamos ir com ele e outro casal pelo mesmo valor (R$120 o casal… que na verdade é o preço desse passeio de bugue mesmo, não estávamos ganhando nada financeiramente). Na hora eu achei melhor concordar porque fiquei me imaginando perdendo um tempão pra resolver isso, e acabamos indo. O guia pegou o outro casal e perguntou a eles se poderia fazer o passeio de trás pra frente, para finalizar com a Pedra Furada, ao invés de iniciar por ela. Eles concordaram e fomos. Passamos primeiro na Lagoa do Paraíso. No caminho íamos conhecendo nossos coleguinhas de passeio e tendo a impressão que estávamos numa certa furada, porque os dois eram bem chatinhos. Não vou entrar em detalhes, mas ao final já estávamos doidos para nos despedir deles. E aí fica o alerta. Essa coisa de compartilhar os passeios é ótima para economizar e também para fazer amizades. Conhecemos várias pessoas legais nos outros passeios, na cidade e no hotel. Mas também corre-se o risco de passar o dia grudado com pessoas que você não tenha afinidade. Se puder combinar de compartilhar com alguém conhecido é mais garantia de sucesso. Voltando ao passeio, como o Alchymist seguia fechado, fomos para o ponto seguinte, onde haviam duas barracas. Ficamos na Brisa Paradise. Era justamente o que queríamos, conhecer barracas diferentes do Alchymist para poder comparar. Pessoalmente, quando voltar a Jeri, vou preferir voltar ao Alchymist mesmo. Achei o ponto dessas barracas um pouco inferior. A areia, apesar de branquinha, não é fofinha como na outra barraca, e fica desconfortável para sentar na cadeira, toda torta. A parte mais clara da água também é mais estreita aqui. E as redes na água não tem cobertura para o sol, como algumas do Alchymist tinham. Mas enfim, curtimos conhecer e saber as diferenças. Saindo de lá, fomos para a Lagoa Azul. Pelo que eu tinha lido, não estava com grandes expectativas, pois muitos diziam que a do Paraíso é mais bonita, é a melhor e tal. Pois eu achei a Azul muito bonita também! São belezas diferentes, mas pra mim são quase equivalentes. A barraca que tem lá oferece cardápio vivo também, mas não almoçamos aqui. De lá partimos para a barraca da Mônica, bem famosa na região, fica na praia do Preá. Comemos lá e valeu a pena, bem gostoso. Achei os preços parecidos com os da Lagoa Azul e da Brisa Paradise. Voltamos para a vila e o guia deixou nossos amiguinhos no Serrote para eles fazerem a caminhada até a Pedra Furada. Depois nos deixou na pousada. Seguimos nosso ritual de banho de piscina e sair pra comer. Fomos no Cantinho da Tapioca, na Rua do Forró. Gostamos muito de lá! Tapioca fresquinha, recheios saborosos e bom atendimento. 7º dia Esse era nosso último dia inteiro em Jeri e resolvemos curtir a praia de lá e ficar mais quietinhos um pouco. Fomos para o Clubventos, o mesmo lugar do aluguel das bicicletas. Eles têm uma estrutura bem legal, com mesas, sofás (tem consumação mínima mas não vi o preço), espreguiçadeiras (R$50 cada) e área VIP (R$200 por cama). Tem armários, chuveiro (pro padrão do lugar a ducha é bem fraquinha), aluguel de equipamentos de Kite, Wind, etc, além de buffet de almoço (R$80/kg). O buffet é bem carinho, mas muito gostoso! Passamos o dia por ali, curtindo o visual da praia e dando mergulhos. Adorei nadar nessa praia! E pelo que vi o ideal é entrar no mar com a maré baixa. A faixa de areia é larga e a praia é rasa. Você vai entrando no mar, anda um tantão e a água não chega na cintura. Tem umas ondinhas boas, não muito grandes, bem gostosas. Quando estávamos na praia vimos um pessoal fazendo passeio a cavalo e combinamos de fazer também no final da tarde (R$40 por cavalo, 1h de passeio). Já havíamos voltado para o hotel quando o rapaz dos cavalos foi nos levar os animais. Fomos sem guia, em dois cavalinhos desses de passeio, bem mansos e um tanto preguiçosos na ida, um tanto apressadinhos na volta, rs… Fomos até a duna do pôr do sol. Subimos a duna montados (não pelo lado onde as pessoas caminham usualmente, mas por trás) e andamos um pouco na praia que tem depois da duna. Na volta meu boné caiu. Desci para pegar e não conseguia mais subir no cavalo pois a cela estava presa apenas por uma barrigueira (sempre que vejo são duas). Quando eu pisava no estribo, a cela girava. Meu namorado desceu pra tentar trocar de cavalo, mas também não estava conseguindo subir no meu. Nessa hora passou um rapaz da região que estava montado também. Ele parou e nos ajudou. Recriminou a forma como estavam as celas, deu um aperto nas barrigueiras e conseguimos seguir. Por conta desse imprevisto demoramos um pouco mais que o tempo combinado. Quando reclamamos com o rapaz que alugou os cavalos ele disse que era assim mesmo, não deu muita bola, mas também não deu sinais de querer nos cobrar a mais. Quando estávamos na duna, vimos um grupo de pessoas montadas que pareciam estar com mais estrutura. Os cavalos tinham peitorais e as pessoas estavam de cap. Nos disseram que esses cavalos ficam perto da duna para serem alugados. Recomendo olhar lá ou conversar melhor antes de alugar. Mesmo com os imprevistos, foi muito gostoso passear sobre as dunas. Recomendo! De noite fomos jantar no restaurante Romã, na rua do Forró. Eles tem uma foccacia gigante lá que é muito gostosa! As pizzas também estavam com a cara ótima. E é aqui que vou explicar como o pessoal do transfer Executive 4x4 Jeri foi muito gente boa conosco! Eu resolvi enviar um whatsapp para confirmar o horário da nossa saída que seria no dia seguinte, eis que descubro que havia feito a reserva com a data errada! Eu errei ao informar o dia da volta, que estava contratado para o dia 10, e não 9 como queríamos. Mesmo o erro tendo sido meu, a Rosângela não nos deixou na mão e deu um jeitinho de nos transportar no dia que precisávamos! 8º dia Assim, depois de uma semana completa em Jeri, de 2a a 2a, estávamos prontos para nos despedirmos. Amamos a cidade e os passeios e antes de sair já estávamos planejando voltar mais vezes! Para a despedida, fomos à praia novamente, dessa vez ficamos na barraca Dumundu. Tem mesas e espreguiçadeiras (não são cobradas), e tem sempre música ao vivo. É bem animado. No dia do passeio de bicicleta assistimos o pôr do sol dali e foi bem lindo. Voltamos ao hotel para fazer check out e fomos almoçar no Pimenta Verde, na rua São Francisco. Comemos um peixe com crosta de ervas muito gostoso! O motorista da volta foi novamente o Vinicius, que nos pegou por volta de 16h e seguimos para Fortaleza. Beach Park Na volta para Fortaleza decidimos mudar um pouco o roteiro. O hotel lá não tinha sido muito legal e queríamos seguir as dicas de algumas pessoas que conhecemos. Assim, conseguimos negociar para cancelar as últimas diárias do hotel sem multa. Alugamos um carro pelo site da Alamo, que ficou muito barato por sinal (R$137 por 3 diárias + R$115 de combustível). Dirigimos até Aquiraz, que fica uns 40 minutos de Fortaleza, e é onde fica o Beach Park. A princípio estávamos indecisos sobre ir ao parque aquático, mas todo mundo que encontramos elogiou demais e resolvemos ir. Nos hospedamos em um apart hotel, que é o que mais tem na cidade. O prédio era até aconchegante, com piscina e um jardim bem cuidado, estacionamento privado. O apê era meio esquisitinho, mas como foi uma noite só, foi ok. Deixamos as malas lá e fomos pro parque. R$215 por adulto para 1 dia. O passaporte para 3 dias custa R$230 e para 7 dias custa R$260. Ou seja, vale a pena ficar mais tempo. Atenção, observar que o parque fecha às 4as feiras. Pois bem, achamos o parque muito organizado e bonito, as atrações bem divertidas e para todas as idades. Ficamos 4 horas seguidas subindo escadas para descer nos toboáguas, com bóia, sem bóia, de dois, de quatro, sozinho. Bem legal! Eles alugam armários por R$25 (tem que deixar mais R$25 de caução pela chave) e te dão um cartão para consumo que você coloca o valor que quiser. Cobram R$5 de caução do cartão. Se você carregar o cartão com dinheiro ou débito, eles devolvem tudo que sobrar e mais as cauções. Se usar cartão de crédito eles descontam 6% na hora de devolver. Almoçamos no restaurante do parque (R$92/kg), mas não achei que valeu à pena. Caro e a comida não é lá essas coisas. Na verdade, tudo dentro do parque é bem caro. Churros de R$11, pipoca nessa faixa também, enfim, o esperado. O parque fecha às 17h. Na saída ficamos circulando pela vila que tem nas proximidades do parque. Tem lojinhas e quiosques de comida. Depois percebemos que estavam passando um filme ao ar livre e acabamos assistindo Smurf! (adoro o Gargamel!) Depois comemos nos foodtrucks da vila e voltamos pro hotel. Canoa Quebrada No dia seguinte rumamos para Canoa Quebrada, umas 2h de viagem. No caminho fomos combinando com o bugueiro Alexandre que haviam nos indicado. Chegamos na cidade, fizemos check in no hotel Tranquilândia (pertinho da Broadway, que é a rua de pedestres que tem os restaurantes e lojinhas). Gostamos bastante do hotel, apesar de um certo incidente com um inseto! São chalés bem fofinhos. Tem uma piscina grande, e dela você enxerga o mar. O café da manhã é muito bom e a comida do restaurante também. Fizemos check in e o Alexandre já estava lá pra fechar o passeio. Como foi em cima da hora ele não conseguiu um casal para dividir o passeio de Ponta Grossa. Acabamos fazendo sozinhos e pagando R$230. A primeira parada é para ver o símbolo de Canoa Quebrada pintado numa falésia da praia. Nesse momento a maré estava baixa (necessário para se chegar a Ponta Grossa) e algumas lagoas se formaram na areia. Deve ser uma delícia tomar banho nelas, mas não tivemos tempo. Seguimos pela praia para ver as falésias de várias cores. Chegamos em Ponta Grossa e lá fizemos o passeio que o barquinho (R$15 por pessoa) leva para nadar com os peixes, observando-os com snorkel e máscara. Não demos tanta sorte com a maré, que estava um pouco mais alta que o ideal e com bastante ondulação. Vimos alguns peixes pequenos que os marinheiros atraem com carcaças de lagosta, mas pelas desculpas que eles deram, geralmente o passeio é mais interessante. Na volta paramos na barraca Pantanal para uns petiscos e depois o Alexandre disse que nos faria um extra, levando na duna do pôr do sol para assistirmos ao fim do dia. Com isso, voltamos correndo bastante no bugue. Chegamos na duna em cima da hora, mas conseguimos ver. Ele nos esperou e depois deixou na pousada. Tomamos banho de piscina e depois de chuveiro, e fomos caminhando para a Broadway jantar. São vários restaurantes e vários vendedores tentando te convencer a entrar. Um pouco de assédio demais. Escolhemos um restaurante, o Pizza Nossa. Pedimos espaguete a bolonhesa (R$20) e espaguete com camarão (R$50). Estava muito gostoso! No dia seguinte, poderíamos ter feito o outro passeio de bugue, que passa nas dunas e tem esquibunda, tirolesa e rapel. Com duração de 1h30 o Alexandre disse que faria pra gente por R$120. Mas estávamos cansados e preocupados com o horário, então decidimos fechar com a praia mesmo. Fomos caminhando até a barraca Bom Motivo. Chegamos cedo e o atendimento ainda não estava a todo vapor. Tomamos banho de mar e voltamos pra fazer check out e pegar a estrada. No hotel nos informaram que tem duas barracas mais distantes e mais estruturadas (Antônio Côco e Chega Mais) que fazem o transfer dos clientes de bugue do hotel até lá e vice versa, mas acabamos não conhecendo essas. Voltamos para Fortaleza na esperança de dar uma circulada no centro antes de ir pro aeroporto, porém, por ser feriado, tudo estava fechado, inclusive o Mercado Central. Acabamos chegando mais cedo no aeroporto, o que foi ótimo pois conseguimos adiantar o vôo para um direto! E assim terminou nosso delicioso passeio no Ceará!
  4. patriciamguedes

    Canoa Quebrada

    Acho canoa quebrada um lugar muito interesante e mistico tem tudo o que precisa um mochileiro.
  5. Pessoal Vou deixar de ser passiva e só consumir informações do site para também contribuir com essa comunidade que tanto me ajudou com informações nessa em outras viagens O destino da vez foi o Ceará. Sou do sul, já viajei por alguns paises, mas vergonhosamente não conhecia nada do nordeste.. A escolha pelo Ceará veio do imaginario que tinha das dunas e coqueiros, um cenário que não existe aqui no litoral sul. Como tinha poucos dias e queria conhecer mais lugares, optei por ficar 1 dia em Fortaleza, 2 em Canoa e 5 em Jeri. Estive em duvida se iria para Canoa ou não, já que isso demandaria mais tempo na estrada. Optei por ir e não me arrependi, pois em termos de belezas naturais, gostei mais de Canoa. As falesias de areia vermelha e o vento constante são incriveis! Em Fortaleza fiquei um dia na casa de um host do Couch Surfing (http://www.couchsurfing.org), que me provou mais uma vez ser um projeto de troca de hospitalidade maravilhoso. Em plena madrugada do dia 25 de dezembro meu host e sua namorada me pegaram no aeroporto e passaram o dia comigo me mostrando várias coisas legais de Fortaleza. Os pontos altos foram a praia do Futuro e o Centro Cultural Dragão do Mar, além do vento constate e dos nossos papos, claro No dia seguinte parti para Canoa. Combinei um transfer de Fortaleza para Canoa, saindo as nove da manhã pela empresa Cooptema, que parece ser uma cooperativa de vans que faz esse trajeto. Essa combinação aconteceu através de uma série de emails e telefonemas (foram vários..) porque eu queria ter certeza que eles me pegariam no local e hora marcado, visto que já tinha ouvido falar da falta de responsabilidade de algumas empresas/motoristas que fazem esse tipo de serviço no Ceará. Bom, advinha o que aconteceu? Uma hora antes do combinado, o motorista me ligou avisando que o carro tinha dado problema e que ele só poderia me pegar a tarde!! Sendo uma cooperativa eu expliquei que esperava outro tipo de solução, ou seja, outro carro/van para me levar a Canoa. Tratei com o sr. Romildo e com o Rafael e esses srs. não solucionaram o meu problema. Tive que ir para rodoviaria e pegar o ônibus de só sairia as 13:30. Cheguei em Canoa no final da tarde e perdi uma tarde de passeios. Me restou o dia seguinte, que foi muito bem aproveitado, por causa do auxilio do namorado de uma menina que também conheci pelo Couch Surfing. Ele trabalha com turismo lá em Canoa e foi por causa dele que consegui agendar vários passeios em um único dia. O nome dele é Reginaldo, eu recomendo! Também recomendo o passeio de buggy, o voo de parapente (por causa do vento forte e constante, o parapente decola de qq lugar!) , o passeio de jangada.... No dia 28 bem cedo parti para Fortaleza, agora de ônibus mesmo, e cheguei na rodoviária em tempo para pegar o transfer para Jericoacoara. Esse transfer foi combinado aqui pelo site Mochileiros com umas meninas de SP e dessa vez deu tudo certo. Chegamos em Jeri perto das quatro da tarde (sim, o trajeto é longo e o motorista não ultrapassa os 80 km). Bom, Jeri é tudo aquilo que falam, mas vou deixar outras impressões que não tinha lido: as coisas não são caras lá! Isso me surpreendeu bastante pois todos falavam: "prepara o teu bolso". Caipirinhas por 8 reais, almoço no Clube dos Ventos por 15 reais, jantar em um restaurante charmoso por 30, não está carro né? Em relação aos passeios, fui esperando muito das lagoas e me decepcionei, elas estavam bem vazias e não eram nem de perto parecidas com o que eu tinha visto nas fotos. Em compensação o por do sol na duna é show, é uma experiencia única, assim como descer correndo a duna Em Jeri, recomendo passar o dia no Clube dos Ventos, que é um club que aluga prachas de kite e wind surf e tem uma infra-estrutura muito boa para passar o dia. As cadeiras são concorridas, mas sempre dá para encontrar um espacinho para estender a canga e passar o dia ali vendo gente bonita e sendo atendida por garçons super gente boa. Ninguem te pressiona para consumir e os itens não são caros (como comentei antes, um almoço com salada e peixe bem farto sai em torno de 15 reais). Recomendo também a peixaria ao lado do café Tortuga, onde tu pode escolher o peixe e ele e´assado na hora. Uma delicia de lugar, bem simples, mas com uma comida saborosa. Além disso, tem vários locais com PF´s de 10 reais bem saborosos! A dica de restaurante charmoso é o Na Casa Dela. Vou acabar o meu relato, recomendando um serviço de transfer que me surpreendeu bastante! A estória é a seguinte: Tratei um transfer de Jeri para Fortaleza porque as passagens de ônibus da Fretcar para o dia 02 a noite tinha acabado (comprem a passagem de volta logo que cheguem!). Como tinha que estar no aeroporto as 9:30 da manhã do dia 03, teria que sair de madrugada de Jeri ou no dia anterior (mas isso me faria ter que dormir em Fortaleza = tempo + gastos). Achar um transfer que saisse de madrugada era muito dificil, mas lembrei do Everardo, que tinha nos levado para o passeio nas lagoas e tinha comentado que teria que pegar um pessoal no aeroporto de Fortaleza no dia 03 de manhã cedo. Liguei para ele, que disse que me levaria de madrugada para Fortaleza pois já tinha essa viagem agendada. A minha surpresa foi que a tal viagem dele foi cancelada no dia anterior, mas mesmo assim ele manteve sua palavra e me levou de Jeri para Fortaleza as três da manhã. E ele fez isso pelo mesmo preço combinado anteriormente (preço da sua gasolinha -150,00 reais). Por isso gostaria de retribuir a forma que ele honrou sua palavra deixando seu telefone de contato: 088 96538582. Se precisarem de guia para os passeios e/ou transfer liguem para o Everardo pois o serviço é de primeira!! Bom gente, espero ter ajudado alguém com esse relato longo Abraço
  6. Olá pessoal, eu sempre utilizei muito as dicas desse site para me auxiliar em minhas viagens e resolvi contribuir um pouco. Eu sou apaixonada por Jericoacoara, já fui inumeras vezes, mas vou relatar minha última ida que foi em dezembro2012/janeiro2013. Eu moro em Manaus, e sempre pego o mesmo voo pra Fortaleza que parte 00:30 e chega em fortaleza às 05:00, nessa viagem fomos eu , minha mãe e meu primo de 11 anos que é como se fosse irmão. Mas terão algumas fotos com a minha irmã de 14 anos que nos acompanhou na penúltima viagem no carnaval de 2012 e talvez das minhas idas anteriores. Vamos ao relato. Dia 1 Chegamos em Fortaleza às 5 e pouco, fizemos o de sempre, tomamos café e fomos ao meet point, um espaço dentro do aeroporto destinado àqueles que aguardam seus transfers ou sua carona, aguardar pelo ônibus da fret car, ressalto que eu sempre vou com essa empresa, primeiro por que é a viagem mais confortável x barata, e eu sempre compro as passagens antecipadamente por email. O ônibus chegou por volta das 08:30 e depois de 04:30 chegamos em jijoca para fazer a transferência para a jardineira que nos leva até Jericoacoara ( essa é a parte predileta da minha mãe, ela simplesmente ama essas jardineiras). Chegamos em Jeri por voltas das 16:00 e fizemos como sempre: deixamos as malas na pousada e fomos almoçar no restaurante Sabor da Terra que fica bem em frente ao ponto de descida da jardineira, lá a comida é divina, abundante e barata!! Sempre pedimos prato para 2 pessoas e comemos 3 e ainda sobra. Retornamos para a pousada, ah, eu sempre fico na pousada do mauricio que é a mesma que a casa alice, fica a menos de 100m da praia e não é cara, cerca de R$80.00 quarto duplo e R$120.00 triplo com café da manhã delicioso. Trocamos de roupa e fomos assistir ao pôr do sol na duna, e como sempre foi maravilhoso. Retornamos à pousada, descansamos um pouco e de noite saímos para comer pizza na pizzaria banana que fica bem ao lado da praçinha ( Jeri é bem pequena e só há uma praça) depois pousada e cama.
  7. Olá pessoal, em MArço 2010 fizemos como roteiro Canoa Quebrada ao sul de Fortaleza, Fortaleza e região e finalizando em Jericoacoara. Chegamos no aeroporto de fortaleza e fomo direto para o terminal rodoviário pegar um busão para Cano Quebrada. Dica principal: Se for viajar por conta, pague apenas uma diária e depois procure outras pousadas. Você consegue achar preço bem melhores no local. Paguei diáriade 80,00 casal em Jericoacoara e encontrei no local diárias por 30,00, fortaleza (50,00 casal na Beira Mar), Canoa Quebrada (60,00 casal). 1º Parada - Canoa Quebrada (Município de Aracati), 160 km da capital. É um vilarejo pequeno, conhecido e quente (água, ar). Tem apenas uma praia central e um passeio de buggy (120,00 pct) pela região da cidade, dunas e símbolo da cidade. É melhor vc ficar por lá uns 3 dias, ao invés de fazer o passeio de 01 dia q sai de fortaleza (valor: 40,00 cada). 2º Parada -Fortaleza. Referente aos passeios (praias e paisagens), vc pode ficar uns 7 dias. Se não for fazer os passeios oferecidos pelas agências, 3 dias está ótimo para ficar na capital. Só existe uma praia boa para banho (Praia do Futuro), onde está localizada um bar/quiosque gigante, com shows, piscinas, etc. Passeios: Morro Branco (falésias)/Praia das fontes- aprox.130 km da capital. valor: 35,00 p/ pessoa. Opcional o passeio de buggy (35,00 cada), faça-o, para viagem não ficar chata! Lagoinha - não fomos, mas o pessoal fala bem! (40,00 pessoa). Mundáu - Se não for maré baixa, irá ser um passeio sem sal!! Tem um passeio opcional pelo Rio Mundaú (30,00 cada), não faça!!! Mas, vc pode alugar um quadriciclo nolocal por 30,00 (30min) e passear pela praia. Cumbuco - não fomos, parecer ser igual aos outros passeios (vc pagará a viagem até lá e depois terá que pagar o buggy para aproveitar a região). Beach park - Muito bom!! se vc gosta de toboágua vá pelos menos 2 dias (um radical e um para ficar curtindo as pisicnas). Valor individual: 105,00 / 149,00 (3 dias) Canoa Quebrada (passeio de 01 dia - 40,00 pessoa) - acho melhor ficar uns 2 dias por lá, mas se não der, é um passeio melhor que mundáu ou cumbuco!! 3º Parada - Jericoacora (6 horas de busão) - Bom demais!! Ficar no mínimo 4 dias. Um pequeno vilarejo que pertence ao município chamado Jijoca de Jericoacora, onde vc só chega de 4x4 ou jardineira (Mentira..rss..Tem pesssoas que conseguiram chegar de carro popular!!!). Vc sairá de fortaleza até Jijoca e pegará a jardineira até Jericoacoara. Não tem asfalto na cidade somente areia e mais areia. Atrações: Duna do por-do-sol (ao lado da praia principal do vilarejo, 10min caminhada); Pedra furada - caminhada pela praia - aprox.60 min,vc irá passar por alguns obstáculos de pedras; ir somente na maré baixa, de manhâ. Ou caminhada por trilha aberta, mais fácil. - aprox. 30min. Tatajuba (buggy) - 200,00, pode dividir em 4 pessoas. Passeio de 5 horas com parada na árvore da priguiça e lagoa de tatajuba. Lagoas(buggy) - valor idem acima. Passeios na Lagoa azul e Lagora do paraíso. o preço da refeição na lagoa do paraíso é um pouco salgado para uma porção de arroz, tomate e uns pedaços de peixe..rssss (aprox. 60,0). Os 2 passeios acima podem ser feitos de quadriciclo (2 pessoas), se você tiver tempo e dinheiro faça-os..é bom d+!!!!!! E o caminho realizado é diferente dos passeios de buggy. Detalhe: Existem camionetes que levam para as lagoas por 15,00 reais. É isso..espero ter ajudado com estas dicas e uma boa viagem para quen vai para estes lugares maravilhosos!!!
×
×
  • Criar Novo...