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  1. Abril de 2016 Para quem não conhece http://g1.globo.com/to/tocantins/noticia/2016/07/na-estrada-explora-belezas-da-lagoa-do-japones.html Seguinte: para chegar em Pindorama do Tocantins é super fácil, passa por Porto Nacional e segue para a região de Silvanópolis. Tem dois caminho por um tem uns 30 km de estrada de chão e tem outra asfaltada, vale a pena parar em Silvanópolis e perguntar. Chegando em Pindorama, fomos procurar hotel (por que tentamos achar algo na internet antes e nada). Encontramos uns bem simples, não espere nenhum conforto. Levem itens de higiene pessoal pois o hotel também não fornece. Depois....tentar encontrar a Lagoa do Japonês, começam as surpresas Nem todos sabem informar o caminho que na verdade é impossível. Fica há uns 35 km da cidade entre várias fazendas, outra coisa todos disseram que é acessível somente para carros traçados e estavamos em um Honda Fit. Mesmo assim, simbora.... até uma parte do caminho tivemos ajuda de uma pessoa a qual fomos seguindo, depois é que a coisa complicou. Não há placas de indicação e são vários caminhos, becos etc... impossível achar se você nunca foi lá. O acesso é por uma fazenda, então você tem que saber qual é a entrada entre inúmeras. Nos perdemos demais, quando conseguíamos encontrar uma casa próximo a estrada nem sempre a pessoa sabia ajudar. Enfim é impossível, para percorrer esses 35 km acho que gastamos quase umas 03 horas, foi quase todo o combustível do carro. Isso não foi a pior parte: o acesso é por uma via que tem um penhasco com pedra, cascalho e sem nenhuma contenção, são uns 3 km de descida com curvas em que se perde o controle do carro e ele vai deslizando sobre pedras e batendo nas pontas delas. Nem a pé eu desceria aquilo novamente. Ao final quando conseguimos sobreviver e segue mais confusão de caminhos, entradas várias etc.... Chegamos a lagoa já no final da tarde, havia um pessoal acampado lá e pasmem não tem qualquer estrutura, é no meio do mato sem nada envolta. Não há um balneário nada, só a lagoa mesmo. Realmente é bonita mas é só isso, não tem uma praia para ficar nada e envolta é mato e barro. Pior que isso foi a volta , para subir aqueles 3 km difíceis foi luta. O carro descia entre o cascalho e patinava, atolava e não conseguia subir. Só saímos de lá por que atrás de nós vinha um caminho com umas 15 pessoas na carroceria e essas desceram e foram empurrando. Foi todo esse trecho com o carro atolando e vários homens empurrando. Mesmo assim foi difícil vencer. Na volta para a cidade a o pneu ainda furou. Resumo: Se você resolver ir, saiba que: 1.É uma área particular sem qualquer estrutura, inclusive de policiamento, então leve vários amigos etc.... 2.Nosso carro teve danos, provavelmente o seu também terá. 3. O penhasco é realmente muito perigoso com risco de perder o controle do carro e na volta ele não conseguir subir. 4. A cidade não tem estrutura alguma. Não é que não gostamos, mas realmente é difícil fazer turismo sem qualquer estrutura.
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