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  1. dia 1: (Auckland) Chegamos em Auckland e fomos para o centro. Lá pegamos um ferry para Rangitoto - ilha vulcânica. Lá fizemos uma trilha de 40 minutos ida e volta (18 dólares). Obs. Existem outras opções de ilhas, saindo do mesmo lugar, mas como estávamos cansados do voo so fizemos uma. Depois almoçamos na zona portuária. Fomos para o aibnb no fim do dia descansar. Os estacionamentos do centro são caríssimos. Estacionamos o carro na rua onde paga por máquinas na rua por hora. Nosso airbnb era bom, mas longe da cidade (18km) Dia 2: (Auckland - Whitianga) Acordamos cedo e fomos para Whitianga. Chegando lá fomos para Hahei beach + Catedral Cove (ambas ficam na região de Coromandel). A caminhada para Cathedral Cove é de 40 minutos. Paramos o carro na casa de um homem e pagamos 10 dólares, valeu super a pena porque era o mais próximo do início da trilha de Cathedral (lá não pode parar carro). Depois almoçamos no centrinho e partimos para Hot water beach. Nessa praia o melhor é ir no fim do dia e levar uma pá. As pessoas cavam buracos na areia, onde a água é MUITO quente (dai o nome da praia). A noite jantamos no restaurante (um dos únicos da cidadezinha). Nosso Airbnb era bom e muito barato. Obs. Poderíamos ter ido à praia New Chum (mais ao norte). Dia 3: (Whitianga - Rotorua) Acordamos cedo e fomos em direção a Hamilton. Fizemos uma parada de 40 minutos no Hamilton garden (cidade no meio do caminho) e vimos os jardins da cidade (de graça). Além disso, paramos no cafezinho que tem vista para o jardim e é uma delicia. Depois seguimos para Waitomo Caves (compramos os ingressos antes pelo próprio site). Em seguida fomos ao Hobbiton (cenário onde se passa os filmes Senhor dos Anéis e Hobitton), pagamos 40 dólares. Esses dois lugares são mais turísticos. Se tiver pouco tempo e não for fã dos filmes não recomendo ir. Por fim, passamos na Te Waihou - rio maravilhoso de algas verdes. O lugar é incrível, parece um quadro do Monet (de graça). Chegamos à noite no hostel YHA em Rotorua- bem localizado, mas o quarto tinha uma estrutura muito simples). Obs. Valeu a pena ficar em hostel, pois conseguimos vários descontos nos passeios. Dia 4: (Rotorua) Acordamos cedo e fomos para o Wai o Tapu Thermal (30 dólares). Chegamos assim que abriu o parque. O parque é grande e as lagoas mais coloridas ficam distribuídas pelo parque, é importante dar toda a volta. Cada lago é de um tom, encontramos um lago verde fosforescente, maravilhoso. Às 10:15 é o horário que o geyser explode (após indução humana). Para ver a explosão tem que ir para outra entrada do parque. Saindo do parque é legal entrar na saída a direita que leva ao mud pools (um geyser de lama, também de graça). 12:30 fomos ao rafting com a maior queda do mundo - 7 metros - (level 5, para não profissionais). Apesar de ser level 5, é possível para todas as idades! (Pagamos 75 dólares). Às 17:00 fomos ao Redwood tree walk (caminhada por meio de pontes suspensas que passam por cima das árvores). Não entramos/pagamos o passeio, apenas fizemos uma caminhada pela floresta que já vale super a pena! Às 19:00: Tamaki (passeio dos Maori). Os Maori são uma tribo local. No passeio eles contam um pouco da cultura, se apresentam por meio de dança e música, mostram como cozinham através de um forno que fica no chão (esquentam a comida através de pedras no chão). Por fim, tem um banquete com a comida local. Dia 5: (Rotorua - Wellington) Acordamos e fomos no parque de kuirau (kuirau park mud pools) a pé, que fica no centro da cidade de Rotorua. No parque tem duas piscinas de aguas termais que é possível colocar os pés. Pegamos a estrada até o Rainbow Mountain scenic reserve ate emerald lake. É um lago azul no meio da estrada maravilhoso. Caminhada de apenas 500m (de graça). Menos de 10 minutos após, na mesma estrada, fomos na Kerosene creek hot pools (cachoeira de água fervendo). A cachoeira é aberta, também no meio da estrada e de graça. Valeu muito a pena! Huka falls: rio de agua de cor esmeralda (também no meio da estrada e de graça). Há quem faça passeio de mountain bike beirando a cachoeira. Cidade de Taupo: paramos apenas para almoçar e ver o lago da cidade. Tem o Mac Donalds eleito como o mais legal do mundo (tem um avião no mc) Estrada para Wellington (4h). Dia 6: (Wellington) Fomos andando até o Cable Car (9 dólares). Lá de cima passeamos pelo botanic garden. Em seguida fomos de carro até o Te Papa Museum. O museu tem 90% das exposições de graça. O museu tem uma super estrutura, vale super a pena! Depois fomos à Cuba Street, que é uma rua cool (cheia de brechós, lojas, cafezinhos e restaurantes). Comemos em um restaurante de massa super gostoso e tomamos um sorvete melhor ainda em outro lugar. É um ótimo lugar para fazer refeições. No fim da tarde fomos à Oriental Bay (praia). Apesar de ser uma praia, pouquíssimas pessoas entram no mar. A maioria vai para passear, sentar, correr. Wellington é uma cidade que venta, por isso, apesar de estar sol sempre fica friozinho. Por fim, fomos de carro até o Mount Victoria para ver o por do sol. O lugar tem um mirante que da para ver a cidade inteira! Obs. Pegamos um flat super bem localizado e com preço bom. Chama-se Quest e fica na 35, Johnston Street. Dia 7 (Wellington - Queenstown) Acordamos cedo e pegamos um voo às 9:30 para Queenstown. Assim que chegamos em Queentown alugamos novamente um carro, apenas para o primeiro dia, para ficar mais livre e conhecer a cidade. Antes de tudo fomos ao hostel Yha para fechar todos os passeios e esportes radicais, valeu super a pena. Em seguida andamos pela rua principal onde almoçamos. Depois do almoço partimos para a trilha Queenstown Hill, onde é possível ver a cidade de cima! A paisagem é fantástica e a caminhada dura aproximadamente 2:00/2:30h. Seguimos até o jardim principal da cidade, um parque aberto (Queenstown’s Garden) onde se joga frisbee golf. Por fim, visitamos hayes lake e à cidadezinha de Arrowtown (praticamente um bairro com uma rua principal). Dia 8 Queenstown (Milford Sound) Fechamos com a empresa Gorange e super recomendamos. Eles fazem o translado ônibus + barco ou apenas o barco, caso a pessoa opte por ir de carro sozinha. A viagem dura 5h ida 4h volta. Isso porque, na ida a motorista/guia fez algumas paradas em lugares estratégicos e lindos. Essa é uma região que chove muito, por isso, é bom reservar com antecedência podendo adaptar o roteiro de acordo com o clima para um dia depois, se for o caso. Demos muita sorte porque nosso dia foi ensolarado. Mesmo ensolarado, venta muito no barco e é preciso levar um bom casaco. O barco oferece poucas opções de alimentação, se puder vale a pena levar um lanche e água. Nosso passeio durou de 9am às 21:00. O lugar é imperdível, não à toa é considerado a oitava maravilha do mundo. Dia 9 (Queenstown) Assim que acordamos íamos fazer o paraquedas, mas devido às condições climáticas tivemos que remarcar para o dia seguinte, em Wanaka. A empresa também deu a opção de mudar para mais tarde, ficou a critério de cada um. Com isso, aproveitamos para conhecer o centrinho e fazer outras atividades, tais como o jet boat no Waikatipo Lake, lago principal da cidade, que fica no centro. O jet boat é uma lancha absurdamente rápida e conhecemos a cidade de outro ângulo. É possível pata todas as idades. O principal Jet boat é o Shot over pelos Canyos (155 dólares), mas o valor é extremamente caro, razão pela qual escolhemos fazer no lago (30 dólares). Ambos são super recomendáveis! Em seguida, alugamos um caiaque e demos um passeio de 40 minutos pelo mesmo lago, beirando o Queenstown Garden. Almoçamos super bem em um restaurante chamado Flame que tem tudo mas, principalmente, carne. Depois do almoço partimos para os esportes radicais: o bungy junping e o swing!!! Fechamos com a empresa Aj hacket Nevis. Encontramos no lugar central e um ônibus nos levou até a ponte dos saltos! Em que pese as atividades serem caras, Queenstown é a capital mundial da andrenalina! (220 dólares swing, 275 bungy e 390 combo dos dois). Dicas de restaurantes: Ferge Burger (gigante) e a loja coockie time (sobremesa) Dia 10 (Queenstown - Wanaka - 1h de carro) Ao chegar em Wanaka fomos direto ao sky diving (que foi maravilhoso). Os valores em dólares são; 300 (9mil pés); 359 (12mil pés) e; 500 dólares (15 mil pés). As fotos não estão incluídas nesses valores. Passamosna Lavander Farm (5 dólares), mas não estava na melhor época. Fomos à Wanaka Tree (um dos principais pontos fotográficos da cidade) Almoçamos em um lugar legal na rua principal onde podia montar seu próprio prato (uma proteína + 3/4 acompanhamentos a escolha) Roys Peak: É a maior trilha da região, com 16km no total, demora em torno de 6h e tem vista panorâmica da região. Fizemos metade da trilha, o que já consideramos suficiente para ter maior noção de beleza. Para quem deseja fazer tudo recomendamos ir o mais cedo possível. A ida é muita subida e de mata aberta. Dia 11 (Wanaka - Tekapo) Partimos direto para Haas Blue Pools, que fica 1hora do centro de Wanaka. É um lago de água cristalina azul, porque derrete da agua do glaciar. Vale muito a pena! Algumas pessoas pulam da ponte ou entram na água, mas é muito gelada. Em seguida fomos para Lake Tekapo, o que leva em torno de 3h. No caminho paramos em no Lake Ruataniwha (absurdamente verde). Além disso fizemos uma parada para ver o Lake Pukaki, no ponto chamado Peters lookout. Na cidade é possível fazer o centrinho a pé e ainda conhecer a igreja Good Shepherd and the dog. Às 23:00 fomos no Tekapo Hot springs and geyser. É uma experiência incrível de observatório (45 minutos) + piscina aquecida a céu aberto para as estrelas (+ 45 minutos). O programa é super diferente e vale muito a pena!
  2. Olá mochileiros(as)! Tem relato fresquinho saindo do forno e o destino da vez foi um dos lugares mais famosos (e impressionantes) da Nova Zelândia: Milford Sound. PRÉ-VIAGEM Essa viagem foi planejada com umas 3 semanas de antecedência, principalmente para conseguir preços mais baratos para a atração principal: o passeio de barco pelo fiorde. Existem diferentes empresas que vendem o passeio, com diversos horários disponíveis ao dia. Geralmente os preços variam de acordo com o horário, demanda e diferenciais disponíveis: você pode fazer desde o passeio tradicional até pernoitar em um barco e jantar lagosta com o capitão – depende do seu bolso. Em média, os tickets são vendidos na faixa de $80-$90 por cabeça. A boa notícia é que com um bom planejamento (e dicas na internet!) você consegue facilmente economizar 50% desse valor (com um pouco de sorte, até mais!) . A principal dica é acessar o site do BookMe: nele você consegue comprar tickets promocionais para diversos destinos e passeios em toda a NZ. Para isso, você precisa pesquisar com uma certa antecedência (mas não adianta olhar muuuuito antes, porque aí as ofertas não estão lançadas!) e ter uma certa maleabilidade nos horários, visto que são disponibilizados um número restrito destes tickets por horário e dia. As ofertas para o passeio tradicional são bastante parecidas entre si, mas a duração do passeio pode variar entre 1h30 e 2h15 e algumas empresas oferecem algum snack como cortesia. Nós compramos o passeio pela GoOrange, com saída às 9am, 2h de duração e cortesia de um copo de suco de laranja e um lanche - $40. Inicialmente iríamos apenas Diego e eu, mas na primeira semana de planejamento um casal de amigos juntou-se a nós – Olesia (from Rússia), seu filho Makar e Ricardo, também brasuca. PÉ NA ESTRADA: INVERCARGILL – TE ANAU – MILFORD SOUND. A viagem teve início na sexta-feira à noite quando saímos de Invercargill com destino a Te Anau, a cidade mais próxima de Milford. Levamos 2h para chegar até lá e como já era noite (e com chuva!), não tivemos nenhuma vista inicial da região – a noite foi de bate papo no hostel. Fizemos a reserva de 2 diárias no Te Anau Lakeview Kiwi Holiday Park: $59 por dia em quarto privativo com banheiro compartilhado (farei alguns apontamentos sobre o hostel no final do relato). De Te Anau para Milford levamos 2h, embora o Google Maps apontasse 1h45. Como precisávamos chegar no Centro de Visitantes 30 minutos antes da partida, pegamos a famosa Milford Road às 6h30. Enquanto beirávamos o Lake Te Anau (que é imenso!) pegamos alguns trechos com neblina, mas a estrada já chamou a atenção desde o início e foi se tornando cada vez mais incrível a cada km rodado! Montanhas enormes, vales, rios translúcidos e cachoeiras formam o impressionante cenário que dá a Milford Road o título de umas das estradas mais bonitas do país. Além das belezas naturais, algo bastante humano chama a atenção no caminho: o Homer Tunnel, com seus 1.2km de extenção (e em declive!). Por questões de segurança, há faróis controlando o tráfico de carros por ali e você pode levar mais tempo que do que imaginava para concluir a viagem (por isso a diferença entre a previsão do Google Maps!). Do estacionamento até o centro de visitantes foi possível ter um aperitivo do que encontraríamos pela frente: o caminho é curto, não mais que 10 minutos, e nele você tem as primeiras visões dos fiordes. Dali pra frente tudo foi se tornando cada vez mais incrível: acredite, você provavelmente não viu nada parecido com isso antes. O MILFORD SOUND Milford é na realidade um fiorde, ou seja, um enorme vale rochoso inundado pelo mar e originado pela erosão provocada por glaciares milhões de anos atrás. Explicação geológica a parte, para os Maoris essa região foi criada por Tü Te Rakiwhänoa, que esculpiu os vales íngremes com suas ferramentas afiadas. Piopiotahi (o nome Maori do Milford Sound) teria sido o último a ser esculpído, após o domínio da técnica, e por isso tal perfeição. A história continua e dizem os Maoris que para proteger esse canto da terra da ação dos homens, a deusa Hine-nui-te-pö criou as temidas sandflies. Sandflies (dizem) são insetos sedentos por sangue e que te farão coçar por muito tempo - não tivemos o (des)prazer de conhecê-las, mas li em vários outros lugares que no verão o negócio é bruto - não esqueça o repelente! Embora a região de Milford seja conhecida pelo alto índice de precipitação (dizem que chove em pelo menos 200 dias no ano!), tivemos muita sorte e encontramos um dia lindo pela frente. Não sei dizer se pelo horário, mas nosso barco não estava cheio e pudemos circular livremente pelo convés pra tirar as fotos. Sobre o passeio, só estando lá e vendo o que vimos, para entender. Apesar do dia lindo, havia chovido no dia anterior e as cachoeiras estavam com uma boa quantidade de água. Como quase não estava ventando, o barco pôde se aproximar delas e foi incrivelmente lindo. Bem, se você pretende vir para a Nova Zelândia, esse é um must-do. Como Olesia e Ricardo se juntaram um pouco depois no planejamento da viagem, o passeio deles foi em horário diferente do nosso e durante a 1 hora que tivemos que esperá-los decidimos ir ao Milford Viewpoint. O caminho tem início próximo ao I-Site e não leva nem 10 minutos. Você vê parte do Milford do alto, mas a vista não é tão diferente de lá debaixo. Não é imperdível, mas já que você está lá… MILFORD ROAD: A VOLTA Quando pensamos na viagem, a ideia original era fazer a Key Summit Trail no período da tarde. Essa trilha começa em Milford Road (mais precisamente em The Divide) e segue parte da Routeburn Track (uma das Great Walks) por cerca de 1h, antes de seguir seu próprio caminho até o Key Summit propriamente dito. Ida e volta são estimados em 3 horas. Porém, como estavámos com o Makar, mudamos os planos e decidimos parar em todos os pontos da estrada, com curtas caminhadas, em vez de encarar as 3h de trilha cume acima. Se tivéssemos mantido o plano de Key Summit muito provavelmente não teríamos tempo para fazer as coisas que fizemos. A primeira parada foi em The Chasm: dez (ou cinco?) minutos de caminhada para ver a queda d’água do Cleddau River. Simples, rápido, bonito. Dali, seguimos em direção ao Homer Tunnel e enquanto aguardávamos o farol liberar nossa passagem, conhecemos o Kea. O Kea é uma espécie de papagaio dos alpes, endêmico da Nova Zelândia e considerado uma espécie ameaçada de extinção. É um pássaro gordo e que corre engraçado – e parece que é considerado um dos pássaros mais inteligentes do mundo. O site oficial da Nova Zelândia lista algumas histórias engraçadas sobre ele, como ter trancado um montanhista em um banheiro de um alojamento. Desviamos de Milford Road quando alcançamos a Hollyford Road, com o objetivo de fazer a Lake Marian Falls Track, que é só a primeira parte do Lake Marian Track (uma trilha de 3h return e nível avançado até o lago). A trilha começa com uma ponte suspensa sobre o Hollyford River, um rio incrivelmente lindo e limpo, e leva até umas quedas d’água. Para essa primeira parte são apenas 20 minutos return e vale muito a pena conhecer! Voltamos para a Milford Road e fomos parando em alguns lookouts no caminho: Falls Creek Waterfall; Hollyford Valley Lookout; Lake Fergus (que estava lindamente espelhado!); Mirror Lakes. Particularmente, achei o Lake Fergus mais bonito que Mirror Lakes, mas Mirror Lakes tem uma placa bem legal de ponta cabeça e que reflete no sentido certo na água. Chegamos em Te Anau por volta de 18h e ainda demos uma volta pelo lago, na frente do hostel. Pensa em um frio?! Noite de comida boa, bebida boa e papo bom! TE ANAU – INVERCARGILL, VIA SOUTHERN SCENIC ROUTE O domingo amanheceu chovendo – e frio, muito frio (o vento por aqui não é muito amigável) . Após o café da manhã a chuva deu uma trégua e conseguimos gastar uma horinha caminhando pelo Lake Te Anau. Não consigo deixar de me impressionar com o quanto as águas são translúcidas por aqui. Há várias opções de passeio em Te Anau, mas todos pagos (por exemplo, você pode ir a uma caverna com gloworms, as famosas larvas que brilham, pagando $90 por cabeça). Como não queríamos gastar, decidimos voltar para Invercargill pela Southern Scenic Route, embora não tivéssemos encontrado muitas informações de pontos de interesse no caminho. A Southern Scenic Route segue sentido Manapouri, a cidade (vila?) vizinha de Te Anau e com o lago de mesmo nome. Paramos no lago, demos uma circulada por ali e seguimos viagem. Manapouri é o ponto de partida para Doubtful Sound, o outro fiorde que você consegue visitar na Nova Zelândia. Não sei dizer o quanto custa o passeio, mas imagino que seja mais caro que Milford visto que você não consegue chegar até ele de carro (precisa cruzar o lago de barco e pegar o transporte da empresa até o segundo barco, nos fiordes). Seguimos a estrada e seguiu-se a chuva. Pouco pouco depois de Manapouri pegamos um trecho bem bonito da estrada, mas foi só ali – depois ela virou uma estrada normal e sem atrações. Chegando em Tuatapere vimos uma placa indicando Blue Cliff Beach. Decidimos tentar a sorte, mas não encontramos nada. Até vimos a praia, mas não conseguimos chegar nela, a não ser em uma única parte que não tinha nada de interessante. Insistimos no caminho por mais uns 6km em ground road até chegar no começo de uma trilha de 3 dias e aproximadamente 20km por dia – e então voltamos pra trás! Seguindo caminho fizemos rápidas paradas no McCracken’s lookout e em Monkey Island, em Tewaewae Bay. O primeiro era bem bonito, apesar do tempo hostil e céu cinza. O segundo, nada imperdível. Monkey Island parece um punhado de terra e só é uma ilha quando a maré está alta; os Maoris costumavam usá-la para observar baleias. Antes de ir embora de vez ainda tentamos ter uma vista bacana de Tihaka Beach, em Colac Bay, mas a estrada não era tão alta e o tempo estava tão hostil que não tivemos coragem de sair do carro. Enfim… o oeste da Southern Scenic Route não é nada demais e não acho que vale a pena, diferente do leste, que vai pra Catlins e é liiiiindamente linda (relato aqui). Sobre o hostel: * O Te Anau Lakeview Kiwi Holiday é um “complexo” com diferentes tipos de acomodações, áreas para camping, para motorhome e espaços coletivos. O espaço em si é bem legal e a equipe, solícita. PORÉM, os quartos são “cabines” individuais distribuídas pelo terreno e portanto, para usar o banheiro (que é compartilhado), você precisa atravessar o gramado (que à noite não é iluminado) e torcer pra não estar chovendo. A cama é confortável e achei o quarto bastante suficiente, mas o aquecimento não é lá aqueeeeeeeeelas coisas (embora não tenhamos passado frio). Agora o que realmente me desapontou (muito) foi que a cozinha compartilhada não tinha absolutamente NENHUM utensílio (e isto não estava claro na página da acomodação). Havíamos levado comida e, se não fosse pelo tipo de acomodação da Olesia e do Ricardo, que foi diferente da nossa, não teríamos feito nada. No quarto deles tinha uma mini-cozinha com duas panelas e uma frigideira, o que nos salvou. Limpeza dos quartos ok, mas devido a quantidade de hóspedes lá, a limpeza do banheiro deixava a desejar. Outras considerações: * Milford Road é linda, mas também é considerada uma das estradas mais perigosas da Nova Zelândia, com maior incidência de acidentes. Portanto, be careful! * Embora não exista uma restrição na visitação ao Milford, entre Maio e Novembro é obrigatório portar correntes de neve para os pneus. Fique atento! * Existe a opção de fazer o passeio a partir de Queenstown com qualquer das agências que vendem o passeio de barco. Nesse caso, você faz um bate-volta de ônibus e a viagem leva cerca de 5 horas ida + 5 horas volta. * Se quiser acompanhar nossas descobertas pela NZ, segue lá no Instagram: @paty.grillo
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