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  1. Eis o primeiro relato que compartilho com vocês de um bate-volta que fiz ontem (dia 24 de julho de 2010). Não só é o meu primeiro relato como também é a primeira viagem desse tipo que faço. Aqui irei dar referência para facilitar caso alguém resolva subir essa trilha saindo do mesmo ponto de partida que eu (Campinas) ou saindo da estação Estudantes em Mogi das Cruzes, pois sei que embora parte da diversão seja encontrar as coisas, ter informações extras pode servir de incentivo para algumas pessoas tirarem os planos do papel. Chegando lá Pois bem, saí de Campinas em direção a Jundiaí às 6:45 (graças a um atraso do ônibus que "parou para abastecer" por 15 minutos) e cheguei ao meu primeiro destino lá pelas 7:35. De lá, fui em busca de meios para chegar à estação de trem e em menos de 10 minutos estava dentro do ônibus (para o Terminal Arens, que passa no ponto em frente à rodoviária) que me levou até o terminal rodoviário colado com a estação que me levaria até Mogi das Cruzes. Já na estação, perto das 8 da manhã ainda, fiquei esperando o trem chegar para me levar até Francisco Morato, onde faria uma baldeação gratuita até a estação Luz já em São Paulo. De lá, teria de fazer mais uma baldeação para pegar um trem até Guaianazes e, por fim, uma última baldeação até Estudantes (a última estação da linha, que fica em Mogi das Cruzes mesmo). A viagem é bem tranquila, principalmente porque você tem que ficar nos trens até chegarem na estação final, ou seja, não precisa ficar de olho para descer na estação certa e fazer as baldeações também não tem muito segredo, a grande maioria é descer do trem e pegar o trem que parar na plataforma logo em frente. Bem simples mesmo. Mas embora seja bem tranquila, é consideravelmente demorada pois cheguei na estação Estudantes lá pelas 11 da manhã, ou seja, praticamente 4 horas e meia depois de ter saído de Campinas. Estando lá Saindo da estação de trem dá-se de cara com a rodoviária da cidade. Logo ao fundo da rodoviária é possível ver um Habib's numa rotatória e vários morros mais ao fundo ainda. Daqui, basta seguir a rua ao lado do Habib's que vai em direção aos morros até chegar numa segunda rotatória onde se pega a primeira rua da direita (que vai até os morros). Depois de passar por uma pequena ponte, um monte de oficinas de carros e uma única vendinha (que vende de tudo, comida, produtos de papelaria, produtos de limpeza, brinquedos e sabe-lá o que mais) a rua termina com duas ruas cortando-a perpendicularmente. Após atravessar ambas, encontra-se uma rua extremamente íngrime (a lá ladeiras de sampa) que vai servir para colocar no clima da pernada Ao fim dessa rua íngrime temos uma bifurcação com placas indicando "Perimetral" para a esquerda e "Pico do Urubu" para a direita. Bem, como dar uma volta pelo perímetro de Mogi das Cruzes não me interessava resolvi pegar o caminho da direita pois, além de começar a estrada de terra, me levaria para um pico de 1160m de altura. A partir daqui a estrada é um misto de estrada de terra batida, estrada de terra, pseudo-asfalto e estrada de pedra. O primeiro trecho é bem simples e aberto, com pouca vegetação nas laterias para dar sombra e, infelizmente, tem muito lixo e um cheiro bem desagradável. Ainda nesse trecho inicial, se encontra uma entrada à esquerda com uma placa dizendo que é proibido jogar lixo no local sendo que o ato é passível de multa e tal (coisa que muitos não respeitam, afinal, quem vai multar?) e uma escada esculpida. Subindo essa escada chega-se num local plano onde é possível subir um pouco mais para dar num campo de futebol, nada de muito atraente, embora a vista desse ponto já seja bem bonito. Como esse não é o destino final, fazer esse pequeno desvio é opcional e pode ser feito na volta (como eu fiz). Após entrar na parte da trilha na com mata mais fechada a coisa melhora um pouco, o lixo diminui bastante e o cheiro passa a ser de natureza mesmo. A subida em si é bem "tranquilo", nas bifurcações (são 3 no total) há placas indicando o caminho para o pico. Infelizmente há várias chácaras no caminho então é possível que você se depare com música alta e gritarias no percurso por causa dessas habitações de fim de semana, mas conforme você vai subindo, elas vão minguando. Existem trechos onde a inclinação é realmente grande e em muitos desses trechos o chão é de pedra então se estiver muito úmido (o que é bem comum por causa da mata densa que cerca a trilha) o chão fica bem escorregadio então aconselho a irem com calçados bem aderentes. Depois de aproximadamente uma hora e meia de subida, consegui chegar, às 13:00, ao famoso pico onde é possível ver Mogi das Cruzes inteiro e, em dias com poucas nuvens, até o Pico do Jaraguá. Uma vista realmente bonita e que deve ser um ótimo palco para o nascer ou o pôr-do-sol. Quando cheguei, haviam três pessoas esperando um bom momento para saltar de paraglide (ou parapente, se preferir) e mais algumas pessoas para assistir o salto. Bem legal chegar lá e poder ver isso. Muitas pessoas vão ao topo do pico de carro ou de moto. Menos pessoas vão de bicicleta e parece que não muitas vão a pé, embora eu esteja afirmando isso de acordo com o que eu vi em apenas algumas horas de um único dia (quando fui, pelo menos uns 10 carros passaram por mim, umas 3 motos e pelos menos 6 pessoas de bike estavam lá e apenas eu e mais um grupo de umas 4 pessoas a pé). Uma pausa de quarenta minutos para recuperar o fôlego e apreciar a paisagem e rumo à Mogi das Cruzes, numa descida destruidora de joelhos. Não sei quem disse que para baixo todo santo ajuda, mas meus joelhos não acreditam nessa afirmação não. De qualquer forma, enquanto retornava resolvi pegar o caminho que levava ao parque municipal para ver o que tinha de bom. Esse caminho é o caminho para a direita na bifurcação logo após a ABECAR. Como não conhecia e nem sabia do que se tratava esse parque e por ter bastante tempo ainda, fui lá ver o que tinha de bom nesse parque mas infelizmente as portas estavam fechadas quando cheguei e não parecia ter alguém por perto para me dar informações então dei meia-volta e retornei (depois descobri que é preciso agendar a visita ao parque com antecedência e blá blá blá, processos burocráticos). Desvios e explorações concluídas, cheguei na estação Estudandes novamente às 16:30 aproximadamente e lá fui eu rumar de volta para casa em trens que iriam lotar pra caramba...calamidade ficar de pé da estação Guaianazes até a estação Franco da Rocha de pé após essa pernada. Gastos Agora falar sobre os gastos que não excederam R$50! Passagens na ida: Campinas×Jundiaí: R$9,40 Ônibus dentro de Jundiaí:R$2,65 Jundiaí×Mogi das Cruzes:R$2,65 Passagens na volta: Mogi das Cruzes×Jundiaí:R$2,65 Ônibus dentro de Jundiaí:R$2,65 Jundiaí×Campinas:R$9,45 Outros gastos: Gatorade em Mogi das Cruzes:R$3,30 (facaaaada!) Pedaço de torta de frango em Jundiaí:R$3 Total:R$35,75 Pois é, com R$35,75 consegui viajar aí uns 300km! Claro que cortei gastos levando comida de casa, mas dá para fazer essa viagem e comer em algum lugar sem gastar mais do que R$50. Observações finais: Essa trilha é bem conhecida e, como falei, muita gente faz ela de carro mesmo, leva a família lá no pico para ver a paisagem e tal ou vai para ficar em uma das chácaras no meio do caminho. Isso tudo fez com que essa trilha me parecesse meio "urbana" demais, embora tenha sido interessante mesmo assim. Dá para subir com um tênis comum mesmo, apenas vá com um que a sola não esteja lisa por causa do chão de pedra em algumas partes. E como a mata é bem alta bem boa parte do caminho a umidade é bem alta e a temperatura é bem amena. Dá para pegar um resfriado por causa disso porque a subida cansa bastante, dá para suar, mas como o ambiente é mais frio você acaba ficando mais vulnerável. Levar uma camiseta extra pode ser uma boa opção também. Fotos eu não tenho pois não levei a camera e meu celular tira fotos de qualidade horrível, sinto muito. Isso aí, agora é hora de planejar novas viagens para poder curtir o que há para curtir e compartilhar o que há para compartilhar.
  2. Pretendo detalhar as trilhas, viagens e locais interessantes de se conhecer por meio de um simples "diário de bordo", quem quiser tirar dúvidas será um prazer. 😁✌️ Pra acompanhar, ver mais fotos, dar apoio e compartilhar informações segue lá no Instagram ➡️ @guiint ________________________________ Pico do Urubu - Mogi das Cruzes. Como um dos representantes dos sedentários que odeiam correr em esteira de academia, combinei com dois colegas de ver beem do alto a cidade de Mogi das Cruzes e o Mares de Morros da área pelo Pico do Urubu. O trajeto é fácil, seguimos o relato detalhado do http://trekkingetravel.com.br/trilha-pico-do-urubu-mogi-das-cruzes/ e não tivemos erro. Chegando no ponto culminante da Serra do Itapeti é possível ter uma vista de 360° da região: vemos com quase totalidade a cidade de Mogi, as fazendas e chácaras, beeem ao fundo a Serra da Mantiqueira e a Serra do Mar. Ao pôr do Sol, até mesmo uma pequena boiada subiu ao pico, assim que acabaram de jantar na pastagem, pra apreciar a vista enquanto a comida assentava no estômago.🐂 Ah! Existe também a possibilidade de pular de paraglider com a MCVL, mas essa missão vai ficar para uma próxima vez... ⚠️ Recolham o maldito lixo que deixarem ou até mesmo os que encontrarem. É indignante ver um lugar lindo desses depredado.
  3. Boa noite, galera! Estou continuando a postar minhas trips aqui no fórum, e a trip da vez é a do Pico do Urubú, localizado na Serra do Itapetí, nos arredores de Mogi das Cruzes. Nós a fizemos em Maio, em 5 pessoas, porém, um de nós tinha um compromisso à tarde e não pôde concluí-la. Bom, aqui vai o relato...! ---------------------------------------- http://rotamassa.blogspot.com/2011/06/subida-ao-pico-do-urubu-serra-do.html Trip realizada no dia 22 de Maio de 2011 Mais um Domingo, mais uma trip =P Juntamos a galera e fomos até Mogi das Cruzes, onde há o famoso Pico do Urubú, bastante frequentado por praticantes de vôo livre e por quem adora curtir um belo pôr-do-Sol! O caminho até o topo era inconfundível: saindo da estação de Mogi das Cruzes, pegamos a 2ª passagem de nível, após a estação e seguimos em frente, em direção aos morros. O acesso ao Pico do Urubú é sinalizado, um caminho ligeiramente longo, porém, com alguns sítios, casas e um certo movimento de carros durante todo o trajeto. Estrada de 5km que dá acesso ao Pico do Urubú Finalmente, após andarmos cerca de 7,5km, desde a estação, estavamos no cume, a 1166m de altitude em relação ao nível do mar! A vista panorâmica em 360º era de tirar o fôlego - era possível observar a cidade de Mogi inteira e inclusive, a estação ferroviária - a 7km dalí!! Grandes pedras também enfeitavam o lugar e rendiam boas fotos e diversão!! Visual desde o topo do Pico do Urubú Centro de Mogi das Cruzes e linha férrea Ariel, eu e o Felipe(Finazzi), em cima de uma das inúmeras pedras que faziam o cenário ao pico Os ventos estavam fortes e instáveis, flagramos dois caras tentando, frustradamente, levantar vôo em seus parapentes. Após um deles desistir, o outro conseguiu, depois de mais de 5 tentativas! Esperamos até o anoitecer, para ver as cidades iluminadas, um espetáculo único, apesar do frio intenso! Eu, Ariel e Gabriel "Mogi das Luzes" Uma última parada para fotografar, antes de descermos a montanha A descida foi rápida, porém tranquila. Chegamos de volta à Mogi lá para as 19h20 e pegamos nosso trem > back home!! Detalhes da Trip Como chegar: para quem sai de São Paulo, de trem, deve embarcar na Linha 11 Coral (Estação da Luz) e seguir até a estação Mogi das Cruzes (com 1 transferência de ramal na estação Guaianazes). Passe pela 2ª passagem de nível, após a estação e siga em frente, em direção às montanhas. No caminho, existem placas que indicam o acesso ao pico.
  4. Fala, gente! Estou eu aqui, novamente, com mais um programinha de fim de semana. Uma pernada básica, de cerca de 15km, ao Pico do Urubu, em Mogi das Cruzes, lugar onde já estivemos ha uns meses! ---------------------------------------------------------------------------- http://rotamassa.blogspot.com/2011/09/picnic-no-pico-do-urubu-mogi-das-cruzes.html Passeio realizado no dia 11 de Setembro de 2011 Visual incrível, sombra, ar fresco e pedregões formam um cenário perfeito para um... lanchinho de fim de tarde! Foi assim que, neste domingo, dia 11 de Setembro, juntamos a galera e subimos ao Pico do Urubu, que, assim como o Everest é o "teto do mundo", este é o teto de Mogi das Cruzes. Essa galera agita de mais, fomos na maior farra, do trem ao... trem - na volta haha! Ao longo da semana, programamos o passeio e ficamos de nos encontrar no ponto, às 8h30, mas alguém acabou dormindo de mais - não é, Gabriel? - e ficou de nos encontrar depois, na estação Arthur Alvim, lugar onde combinei de encontrar um outro colega. Assim, seguimos para a estação Barra Funda, e embarcamos no trem do Metrô com destino à estação Corinthians-Itaquera, o qual, em cerca de 40min, nos deixou na estação Arthur Alvim. Esperamos por um tempo, e o Gabriel finalmente apareceu, mas meu outro colega não... A coisa está boa hoje, heim? huawhuw Seguimos, então, até a estação seguinte - Corinthians-Itaquera - , para embarcar na Linha 11-Coral, da CPTM, que segue para Guaianazes, de onde parte o ramal para Mogi das Cruzes. A viagem toda durou em torno de 1h20. Apertados, passamos nos sanitários da estação de Mogi e seguimos para uma padaria, no meio do caminho, para comprar as coisas do picnic. Preparados, andamos mais 1km até a base do Pico, onde, também começa uma estrada de terra batida, de duas mãos, que nos conduziria até seu cume, passando por duas bifurcações sinalizadas. O pessoal encarou bem a longa subida de cerca de 5,5km, teve até frenesi em baixo de um inocente galho de amoreira, que foi, rapidamente, assaltado! Chegando ao topo, logo, procuramos por um local amplo para assentar nosso pano e realizar o banquete, e este não demorou a ser encontrado! Teve pães com queijo derretido pelo Sol, mortadelas despedaçadas e muito farelo, muuuito! Gargalhadas e zoeiras também não faltaram! Terminado o lanche, recolhemos as tralhas e fomos dar uma volta pelo local, caracterizado pelos enormes pedregões, 2 birutas, alguns carros estacionados e uma mirante de 360º, onde vê-se toda a cidade de Mogi, Guarulhos, São Paulo e algumas outras cidadezinhas do interior. Não demorou muito até algum parapentista manifestar sua vontade de desbravar os céus e sair voando por aí, mesmo com o forte vento, que acabou proporcionando-lhe uma adrenalina a mais! Já eram 17h, quando resolvemos descer a montanha. Uma descida marcada por uma parada para fotos em cima de alguns outros pedregões e uma pequena trilha-atalho de 100m, que nos poupou quase 300m. Ao chegar de volta à amoreira, o pessoal atacou novamente, mas dessa vez, foi um pouco menos exagerado, uma vez que já estava escurecendo e já haviam poucas amoras. Seguimos caminho até a estação, à qual chegamos em menos de 1h! A volta foi um pouco conturbada, em função de problemas operacionais nos trens, o que os fez operar com maior tempo de parada nas estações! Tivemos que aturar gente estourada, xingando e se expremendo, até chegarmos à Estação da Luz, onde o alívio foi de imediato! Agora, só nos restavam alguns minutos no Metrô e um ônibus para a nossa tão esperada... home! Como bônus, deixo aqui uma filmagem que fizemos durante o passeio!
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