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  1. Prefácio. Segue meu relato desta viagem incrível que finalmente consegui realizar com minha Esposa Josi e nossos dois filhos, Ana Clara 9, Vitor Hugo 12, em Janeiro de 2019. Já vou avisando que sou um pouco detalhista demais, acabo me empolgando e escrevendo muito. Então se você não tem paciência, paciência, OK ? Infelizmente eu fui anotando algumas informações, como gastos, nomes de alguns lugares onde comemos ou dormimos, tudo em um aplicativo de notas do celular, e por alguma cagada minha, acabei apagando o arquivo, portanto algumas dessas informações serão baseados nas minhas lembranças que, vou confessar, já não está mais aquelas coisas... Tudo começou a muitos anos atrás, quando eu passava de bicicleta por uma Rodovia que cruzava a cidade, e vi um cara parado no semáforo com roupas de Couro, uma moto grande com vários adesivos colados de bandeira dos países vizinhos, cheio de malas na garupa, bandeirinha do Brasil balançando ao vento atrás, etc. A Moto estava toda suja, do tipo que rodou o mundo. Ele tirou o capacete por uns segundos talvez pelo calor que fazia no dia, e percebi que era um senhor já de idade, com barba fina e longa, cabelos compridos atrás mas careca em cima. Ele percebeu que eu o olhava com curiosidade e então acenou me comprimentando com a cabeça e com um Joinha. Eu retribuí o cumprimento, o semáforo abriu, ele seguiu seu rumo, eu o meu, e esqueci. Algumas semanas depois, assistindo TV tarde da noite, o cara tava lá dando entrevista no antigo programa Jô 11 e Meia. Eu quase caí do sofá. Caraca, conhecia ele, aquela barba fina e esticada, até me cumprimentou, era meu amigo. E foi aí que conheci sua história. Ele se chamava Miragaia Renê Angelino. Um advogado que morava em São Paulo e que já tinha feito viagens incríveis de Moto. Procurem no youtube que tem várias entrevistas dele. Nessa entrevista ele havia recém lançado um Livro chamado ‘Minha Moto eu e a América’ onde ele contava sua viagem por 45.000 KM rodados em 90 dias pela América do Sul com uma moto. E eu ali, nem piscava. Minha cabeça anos 90 pensava que essas coisas mirabolantes só existiam na Europa. Me empolguei tanto com a entrevista que comprei o livro do meu novo amigo que me cumprimentou no semáforo e que era escritor e aventureiro.. Eu, que até então estava acostumado a ler apenas Agatha Christie ou Os Sertões (mentira, só Agatha Cristie), fiquei tão fascinado com o livro que quando terminei de ler, disse pra mim mesmo ‘One Day I will do something similar´. Na verdaade, na verdaaade, eu disse ‘One Day, farei algo parecido’, pois só One Day que sabia falar em Inglês. O resto falei em Português mesmo. Aliás não sei falar inglês até hoje, usei o Google Tradutor na frase acima. Só que essa vontade de ganhar o mundo, na época soava mais ou menos como aquela vontade do garoto que sai do cinema querendo ser o Batman, ou da menina querendo virar a Cinderela... Soavam como coisas inalcançáveis. Quem nasceu na mesma época que eu, (façam as contas, não vou falar a década, ok?) sabe que as facilidades de hoje, com essa infinidade de informações, tecnologias, GPS e nichos de pessoas que compartilham os mesmos gostos, hobbies e principalmente valiosas informações e experiências, praticamente não existiam. Então tudo parecia ser algo distante ou até impossível, e a minha realidade era a de um garoto sem dinheiro, sem o Canal Discovery, sem informações, e que não tinha nem um gato pra puxar pelo rabo. Eu só tinha uma Bicicleta velha que ganhei de um tio, que só funcionava o freio traseiro e ainda tinha uma solda horrorosa no meio do quadro. Então, entre os estudos e espinhas, o tempo foi passando e aquele livro se perdeu no fundo do guarda-roupa. As responsabilidades, boletos, namoro, boletos, noivado, contas, casamento, móveis, faturas, filhos, carnês... vão chegando e tomando conta da sua vida. Alguns deles em proporções cavalares inclusive. De repente, eu tava chegando nos 40renta. Vira e meche, eu reencontrava o livro, pensava na vida, guardava o livro, e vida que segue. As vezes me pegava pensando: “Meu Deus, to aqui preocupado com o vencimento dos boletos, mas quem tá vencendo é minha vida, e vida não dá pra prorrogar, parceiro”. E quem entra na casa dos ´enta´ , não sai mais... Quarenta, cinquenta ... Quero deixar um parêntese aqui, antes que alguém tenha a impressão que eu não estava feliz com minha vida atual, ou infeliz com meu casamento, filhos etc... Muito pelo contrário, Sou eternamente grato a Deus pela família maravilhosa que tenho. Mas faltava pra mim, aquela cerejinha do bolo. Aquela conquista de fazer algo diferente. Um dia procurando qualquer coisa no guarda-roupas, achei o tal livro de novo. Fiquei olhando pra ele, pensando, remoendo... e então veio o estalo, decidi. Finalmente firmei um Contrato comigo mesmo, vamos conhecer San Pedro do Atacama. Isso foi a mais de 3 anos atrás. Hoje tenho 42 anos, Moramos em Maringá, interior do Paraná e temos um Renault Logan 1.0 ano 2012, batizado carinhosamente pelas crianças de BARTOLOMEU. É nosso pau pra toda obra, escola, trabalho, mercado, passeio, etc. Comprei ele já bastante rodado no final de Dezembro de 2017, mas estava bem conservado. 15 dias depois, Janeiro de 2018, já saímos para uma viagem com ele, e fomos conhecer o Uruguai. A ideia na época já era ir para o Deserto do Atacama, pois eu já tinha assinado aquele contrato comigo mesmo, só que adiamos porque uns amigos iam para o Uruguai de carro, já tinham tudo certo, roteiro etc, e eu não me achava ainda tão maduro o suficiente para encarar as cordilheiras, e então resolvemos ir juntos para o Uruguai. País lindo, maravilhoso e tudo mais. Nossa primeira viagem longa de Carro. Na verdade o meu contrato já almejava o Atacama ainda em Janeiro de 2017, um ano antes do Uruguai, mas uns amigos iam para o Rio de Janeiro de carro e mudamos os planos, resolvemos ir juntos também. Já viram que sou muito influenciável né?! Preciso trabalhar mais isso. Mas o Rio de Janeiro é outra História, o Uruguai também e já estou me desviando muito do assunto. Foco Leandro, foco... No fundo, a gente camuflava a insegurança de ir pro Atacama sozinhos trocando de planos aos 45 do segundo tempo. Não que as viagens com os amigos eram menos interessante. Foram igualmente ótimas. Mas não era aquela conquista que eu queria, sabe? Atacama soava como algo épico, sei lá. Eu tinha um certo receio de atravessar as Cordilheiras e chegar ao Atacama com o Bartolomeu. É um carro baixo, pesado e com motor de carro popular. Ainda mais pelos seus Cento e tantos mil KM que ele já tinha na bagagem. Ele já tava ficando banguela. E as subidas que encontraríamos nas cordilheiras talvez precisasse de um carro mais jovem, bombadão. Vez ou outra eu lia alguns relatos de uns malucos que fizeram viagens parecidas com carro baixo, mas quase sempre são carros menores, mais leves, mais novos ou com motores mais potentes. O Bartolo era o contrário de tudo isso. Outro detalhe que me fazia esquentar a cuca é que eu estaria com filhos e tudo fica mais complicado caso dê algum problema na estrada, ou talvez alguém passe mau com alguma comida diferente, ou com a Altitude. Já pensou dar algum problema no Carro num lugar deserto, num país pouco conhecido e ainda com crianças? Não rola. Mas também, se eu fosse esperar o Momento Ideal, ter dinheiro suficiente para poder ir de avião, com o preço que pagaria nas passagens ida e volta, depois contratar agências de Viagens para os passeios, tudo multiplicado por 4? Não to podendo. Outra opção seria então esperar conseguir dinheiro para comprar um Veículo maior, mais novo, mais potente, quem sabe até algum com tração 4x4 né? Só que essas opções acima me fariam entrar numa hibernação do tipo ‘A Espera de Um Milagre’. E vocês com certeza conhecem muitas pessoas que vivem assim, esperando o Momento Certo para dar o primeiro passo. Só pra ilustrar melhor, minha mãe que também mora em Maringá, tem 64 anos e um sonho de vida, conhecer Foz do Iguaçu. Só que ela ainda não foi porque as condições ideais que ela imagina que precisa, ainda não surgiram. E são só 400KM daqui até lá. Então Leandro, toma Jeito. Depois que voltamos do Uruguai, eu já tava deitando em viagens internacionais. Experiente e tudo. Então um dia olhei pro Bartolo, olhei pra Josi, fechei os olhos, estufei o peito, e falei: - Atacama 2019? - Bora! - Fechô! E então os preparativos começaram. Dai em diante minha vida meio que virou de cabeça. Agora eu só pensava nisso. Bitolado o tempo todo. Pesquisas e mais pesquisas, muitos cálculos de quanto preciso de dinheiro, quantos dias, rotas, curiosidades sobre os lugares que iriamos passar, vídeos no youtube etc etc etc... Se eu ouvia um Bom dia, eu já tava respondendo Buenos Dias. A vantagem de fazer uma viagem como esta viagem de carro, é que além de ficar bem mais barato, eu não ficaria preso à somente San Pedro de Atacama, pois teria todo o trajeto até chegar lá, e vi que tem lugares incríveis pelo caminho que valem a pena conhecer. E dá-lhe Google.. Seguro Carta verde, Cambão, Salinas Grandes, Mau de Altitude, Laguna Miscanti, Pesos Argentinos, Seguro Soapex, Cartão de Crédito Internacional, Costa de Lipan, Filhos, Kit de Primeiros Socorros, roupas, folha de Coca, Seguro viagem, Humahuaca, Protetor Solar, Paso Jama... Meu Deus, era uma infinidade de informações pra assimilar e organizar. Fui alimentando um Check-List de tudo que precisaria providenciar. Entre tantos itens para me preocupar teve um que eu não abriria mão, um Pneu estepe Extra. Pois seriam centenas de quilômetros sem estrutura nas cordilheiras, sem posto de gasolina, sem civilização. Seria só nós, o vovô Bartolo e Deus. E já dizia o ditado: Quem tem dois tem Um. Quem tem um não tem Nenhum... -Preciso de um estepe extra! Mas eu também iria fazer a troca dos pneus atuais. Eles estavam menos de meia vida, e para uso na cidade ou viagens curtas até daria. Mas para o Deserto com certeza seria arriscado. Fiz um orçamento e os 4 pneus passavam dos Mil Reais. Era o preço. Pneus bons não são baratos. Dai, fui pesquisar no OLX para comprar um estepe Extra, poderia ser usado sem problemas. Dai que encontrei um anúncio de um Cara que estavam vendendo 4 pneus novos com rodas e tudo. O valor era metade do preço que eu iria pagar só nos pneus em uma loja. E Vinha com as Rodas já. Que LUCK hein Leandro. Já resolvia 2 Problemas, ficava com 4 Pneus Novos e usava um dos que já tinha como Estepe Extra. Lá dizia que as medidas da furação das rodas que vinham era 4x100. Até então eu nem sabia o que significava isso, só sabia que alguns carros usam rodas com 4 parafusos, outros com 5 e assim por diante. Pesquisei então as medidas das rodas do meu carro e eram exatamente 4x100 também. Que sorte de novo, hein Leandro. Liguei pro cara, e em menos de 1 hora eu já tava com as rodas e pneus novos em casa. Coloquei um pneu no porta-malas para ver o espaço que ocupava. Minha esposa não gostou nem um pouco, pois um pneu extra ocupava um espaço enorme. Mas fazer o que ? A nossa segurança falava mais alto. Então, com o bico deste tamanho, ela desistiu de levar o guarda-roupa todo. Fui até um borracheiro, e pedi que ele passasse os pneus novos para as rodas que ja estavam no carro, e consequentemente os pneus velhos nas rodas que vieram pois elas eram de Ferro e mais feias. Uma outra coisa que eu queria muito, mas tava naquela indecisão, era de atravessar as Cordilheiras por um Caminho e Voltar por outro. A opção mais Curta, Sensata, econômica e Segura seria ir e voltar pelo Paso Jama, pois a pista é toda pavimentada desde a Argentina até o Chile e Relativamente mais movimentada. Outra opção seria o Paso Sico, que dizem ter paisagens incríveis, mas a pista não tem pavimentação em um longo trecho na parte da Argentina, e bem mais deserta. Bem mais arriscado com certeza. Mas descidi sim ir por uma via e voltar por outra. Meio Loucura com as crianças eu sei. Mas eu tinha 1 Estepe extra, né? Desculpe, mas percebi que esse prefácio já tá grande demais, eu falo demais, e vocês já estão tendo paciência demais. Então sem mais delongas... vou pular pro dia da partida. >>FF>> Dia 06/01/2019 - 4hs – Madrugada de Domingo. .........
  2. O objetivo deste tópico é trocar informações e reunir depoimentos e dicas sobre as cidades de Salta e San Salvador de Jujuy. Se você está com alguma dúvida em relação às cidades, coloque-a aqui que sempre um mochileiro de plantão irá ajudar. Se já conhece Salta e Jujuy, conte para nós como foi sua experiência, seja ela negativa ou positiva, deixando dicas e demais informações para mochileiros perdidos. Para isso basta clicar no Botão Responder! Salta e San Salvador de Jujuy SALTA A província de Salta está localizada no noroeste da Argentina com uma área de 154.775 km². Sua população total é de 950.000 habitantes, enquanto a sua capital, com o mesmo nome, fundada em 1582, tem 390.000. Outras importantes cidades são: San Ramon de La Nueva Oran, Tartagal e General Güemes. Está ao norte da província de Jujuy e da República da Bolívia, ao leste da República do Paraguai e das províncias de Chaco e Formosa, ao sul das províncias de Santiago del Estero, Catamarca e Tucuman, e ao oeste da província Jujuy e da República do Chile. Desde o frio dos Andes e da Puna até sua selvas subtropicais, Salta está inserida entre montanhas, vales férteis de sol e temperatura agradável o ano todo. A hospitalidade provincial qualifica a sua rica herança cultural, que se expressa com música folclórica e religiosa que se deslocam manifestações. Salta foi historicamente importante porque, em seu território foram lutadas as principais batalhas pela independência argentina e, muito antes da descoberta das Américas, foi o berço da rica cultura pré-colombiana. As casas antigas e quintas, agora transformadas em albergues, convidam à aventura. As principais atividades produtivas são culturas industriais, produtos hortícolas, frutas cítricas e hortaliças. É completada por tipo pampeano produções agrícolas e de alguns minerais. A taxa média de crescimento anual é 25,7% e densidade de 5,6 pessoas por quilômetro quadrado. Nesta cidade, é ainda largamente predominante a arquitetura colonial do país, representado pelo seu urbanos coloniais e edifícios de interesse histórico como o Cabildo, a Catedral e a Casa de Hernandez, entre outros.[/align] SAN SALVADOR DE JUJUY É a capital da província e está localizada ao sul de Jujuy, na região dos Vales Temperados. É um dos circuitos básicos para ir ao resto da província. San Salvador de Jujuy tem um aeroporto internacional a poucos quilômetros do centro da cidade. O verão é quente na cidade ao meio-dia e no início da tarde, no inverno temperaturas máximas oscilam em torno de 20°C, mas as suas noites são frias com registros abaixo de 0°C. A estação mais confortável é a primavera. Um moderno processo de expansão que fazia com que a cidade crescesse para além das encostas dos morros e isto a levou à unificação dos últimos edifícios com os antigos edifícios da época colonial.[/picturethis] Esta região do país apresenta montanhas, planícies verdes, rios, lagoas de sonho, com paisagens coloridas e climas agradáveis que fazem o visitante pode desenvolver atividades como caminhadas, turismo contemplativo, o turismo cultural e de safaris fotográficos. Entre os mais proeminentes locais que podem ser visitados no setor, são as Termas de Reyes, Laguna Yala e o povo do Rio Blanco, apenas 7 quilômetros de onde está o santuário de Nossa Senhora do Rosário e Paypaya Rio Blanco, padroeiro da província e venerado desde o século XVII. Para ir a Vales é sempre importante manter um chapéu para cobrir-se dos raios do sol, roupas confortáveis e vara de pesca para tentar a sua sorte em torno do lago área.
  3. Olá viajantes! gostaria de saber se alguém tem dicas do norte da Argentina... estou querendo ir em maio de 2018.
  4. Oi galera! Deixo aqui o relato da viagem que fiz em janeiro desse ano ao norte da Argentina, do dia 9 até o dia 30. Não lembro muito bem a ordem dos dias em cada local, mas vou tentar organizar. Fui sozinha, me hospedei em hostels e usei o couchsurfing. Posso dizer que foi a melhor coisa que fiz na vida até agora! Foi incrível, tudo! A região é muuito segura, mas claro, todo o cuidado é pouco rs. -> Rota: Iniciei na cidade de Bernardo de Irigoyen, na Argentina, faz divisa com o estado de SC. Ficou assim: Bernardo de Irigoyen até > Posadas > Corrientes > Salta > San Salvador de Jujuy. -> Empresas de ônibus: Crucero del Norte de Bernardo de Irigoyen até Posadas; Rio Uruguay de Posadas até Corrientes (há várias, escolhi esta pelo horário); Flecha Bus de Corrientes até Salta (também há outras opções, a maioria com o mesmo preço). No site dessas empresas podem encontrar preços e horários. No total gastei 500 reais (ida para a Argentina e volta para o Brasil). Não comprei nada antecipado, tudo na hora. 1º/2º dia: Corrientes -> Hospedagem: por couchsurf, casa de um argentino muito querido, me recebeu super bem com seus amigos e família. - > O que visitei: O amigo que me hospedou me levou de moto para conhecer os principais lugares de Corrientes, como o Teatro oficial de Vera; a"praia" do rio Paraná; alguns parques, centro da cidade e igrejas antigas. Uma das coisas que mais achei massa da cidade foi que em uma casinha de turismo em uma das pracinhas é possível pegar uma bicicleta emprestada, é só deixar um documento -> No dia seguinte me despedi dos amigos e parti para San Salvador de Jujuy. Conheci um senhor no busão que me avisou que parar ir a San S. eu deveria descer em uma cidade antes de Salta, e aí trocar de ônibus, já que não iria parar em Salta direto. Então, para quem decidir ir para San Salvador e não a Salta, compre uma passagem de Corrientes até General Guemes, e de lá até San S (não há direto Corrientes > S. Salvador). 3/4º dia: San Salvador de Jujuy -> Hospedagem: por couchsurf, dessa vez na casa de uma argentina. Muito bem recebida novamente, me deixou bem a vontade, um anjo de pessoa! -> Em San Salvador não há muito para ver... não é uma cidade bonita, mas gostei mesmo assim. Comi o melhor sorvete da minha vida (SIM, VOCÊS PRECISAM IR AO PINGUINO, é tipo obrigação pra quem ama sorvete); conheci alguns parques com a amiga que me hospedou e dei algumas andadas por lá. O plano era seguir viagem para a Quebrada de Humahuaca nos próximos dias. 5º dia: Quebrada de Humahuaca (Tilcara) Na Quebrada de Humahuaca, uma estratégia boa se está viajando de ônibus é escolher uma cidade "base" para ficar, e fazer bate-volta para as outras. A escolhida foi Tilcara, A amiga que me hospedou descobriu que um amigo iria para Tilcara de carro, e este amigo tem uma casa lá. Consegui uma carona e uma hospedagem grátis : DD porém, como boa pessoa que sou, já tinha reservado hostel, e resolvi ficar uns dias lá também. -> Hospedagem: La Albahaca Hostel. Suuuper indico! É bem limpinho, tem um café da manhã simples, mas bom e incluso. Foi o mais barato que encontrei na época, R$ 25 (em baixa temporada é mais barato). 6º dia: Bate e volta a Purmamarca O primeiro dia dormi na casa do amigo da amiga (rs). Aí com os amigos dele fomos a Purmamarca. -> O que visitei: Salinas Grandes (excursão, acho que foram uns 120 pesos); camino de los colorados (caminhada leve, entre várias montanhas com cores incríveis, tem que fazer!); cerro de las siete colores, no meio da cidade. Purmamarca é uma cidade bem charmosinha e pequena, tinha viajantes por todos os lados. A passagem de busão desde Tilcara custou 2 pesos. 7º dia: Tilcara No hostel conheci um pessoal muito gente boa, a maioria argentinos. -> Visitei com essa galera o Pucará de Tilcara ( ruínas de um antigo povoado da região), passeio bem interessante, tem um guia que vai explicando como funcionavam as coisas. Há também no Pucará um jardim de cactos, e uma das coisas que mais achei legal foi a pedra campana (não deixem de procurá-la no jardim). A tarde, fizemos um trekking para as Cuevas de Waira (leve, com guia, chega até duas cavernas, uns 100 pesos), valeu muuuito a pena, tudo é incrível, o caminho, as cavernas, e o guia é super querido (Javier, quem quiser tenho o contato), conta várias histórias sobre a pachamama -> A cidade de Tilcara roubou meu ! Parada obrigatória, achei a melhor cidade da Quebrada para ficar, sem dúvidas. 8º dia: Bate e volta a Humahuaca -> No dia seguinte fomos a cidade de Humahuaca, com destino ao cerro de los catorce colores.Tilcara foi a cidade do coração, mas o lugar mais especia que já estive foi esse cerro, é inexplicável o que é esse lugar. Ou vai, ou vai, sem opção de não ir. Parece um quadro colocado no meio da natureza, me senti em outro universo. Para chegar nesse lugar necessário ir de carro, e tem algumas excursões que ficam na ponte de humahuaca (só perguntar que vão saber te explicar aonde é a ponte) e se não me engano paguei uns 100 pesos. Depois que voltamos, rolê básico pela cidade, visita ao monumento da liberdade, feirinhas e várias lojas de produtos bolivianos. 9º dia: Bate e volta Lagunas de Yala e Maimará - Passeio com os amigos da amiga. Fomos as lagunas de Yala. É um lugar legal , mas é necessário ter carro, creio que não há excursões para lá, e também não é nada de "mais", são algumas lagoas (as mais bonitas privadas, não é permitido a entrada) e o visual é bem parecido com as montanhas do Brasil. A tarde paramos em Maimará, para ver a Paleta del Pintor. 10º dia: Tilcara Pela manhã fiz um trekking com uma mulher que conheci no hostel até a Garganta del Diablo (caminhada de 4 km). É muito bonito, e no final há uma cachoeira. Cobram 10 pesos para a entrada. Depois parti do hostel e me hospedei na casa do amigo da amiga e passei o final de semana aproveitando o "asado" argentino e a belíssima Tilcara [ Continua ]
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