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  1. O objetivo deste tópico é trocar informações e reunir depoimentos e dicas sobre as cidades de Salta e San Salvador de Jujuy. Se você está com alguma dúvida em relação às cidades, coloque-a aqui que sempre um mochileiro de plantão irá ajudar. Se já conhece Salta e Jujuy, conte para nós como foi sua experiência, seja ela negativa ou positiva, deixando dicas e demais informações para mochileiros perdidos. Para isso basta clicar no Botão Responder! Salta e San Salvador de Jujuy SALTA A província de Salta está localizada no noroeste da Argentina com uma área de 154.775 km². Sua população total é de 950.000 habitantes, enquanto a sua capital, com o mesmo nome, fundada em 1582, tem 390.000. Outras importantes cidades são: San Ramon de La Nueva Oran, Tartagal e General Güemes. Está ao norte da província de Jujuy e da República da Bolívia, ao leste da República do Paraguai e das províncias de Chaco e Formosa, ao sul das províncias de Santiago del Estero, Catamarca e Tucuman, e ao oeste da província Jujuy e da República do Chile. Desde o frio dos Andes e da Puna até sua selvas subtropicais, Salta está inserida entre montanhas, vales férteis de sol e temperatura agradável o ano todo. A hospitalidade provincial qualifica a sua rica herança cultural, que se expressa com música folclórica e religiosa que se deslocam manifestações. Salta foi historicamente importante porque, em seu território foram lutadas as principais batalhas pela independência argentina e, muito antes da descoberta das Américas, foi o berço da rica cultura pré-colombiana. As casas antigas e quintas, agora transformadas em albergues, convidam à aventura. As principais atividades produtivas são culturas industriais, produtos hortícolas, frutas cítricas e hortaliças. É completada por tipo pampeano produções agrícolas e de alguns minerais. A taxa média de crescimento anual é 25,7% e densidade de 5,6 pessoas por quilômetro quadrado. Nesta cidade, é ainda largamente predominante a arquitetura colonial do país, representado pelo seu urbanos coloniais e edifícios de interesse histórico como o Cabildo, a Catedral e a Casa de Hernandez, entre outros.[/align] SAN SALVADOR DE JUJUY É a capital da província e está localizada ao sul de Jujuy, na região dos Vales Temperados. É um dos circuitos básicos para ir ao resto da província. San Salvador de Jujuy tem um aeroporto internacional a poucos quilômetros do centro da cidade. O verão é quente na cidade ao meio-dia e no início da tarde, no inverno temperaturas máximas oscilam em torno de 20°C, mas as suas noites são frias com registros abaixo de 0°C. A estação mais confortável é a primavera. Um moderno processo de expansão que fazia com que a cidade crescesse para além das encostas dos morros e isto a levou à unificação dos últimos edifícios com os antigos edifícios da época colonial.[/picturethis] Esta região do país apresenta montanhas, planícies verdes, rios, lagoas de sonho, com paisagens coloridas e climas agradáveis que fazem o visitante pode desenvolver atividades como caminhadas, turismo contemplativo, o turismo cultural e de safaris fotográficos. Entre os mais proeminentes locais que podem ser visitados no setor, são as Termas de Reyes, Laguna Yala e o povo do Rio Blanco, apenas 7 quilômetros de onde está o santuário de Nossa Senhora do Rosário e Paypaya Rio Blanco, padroeiro da província e venerado desde o século XVII. Para ir a Vales é sempre importante manter um chapéu para cobrir-se dos raios do sol, roupas confortáveis e vara de pesca para tentar a sua sorte em torno do lago área.
  2. Olá viajantes! gostaria de saber se alguém tem dicas do norte da Argentina... estou querendo ir em maio de 2018.
  3. Oi galera! Deixo aqui o relato da viagem que fiz em janeiro desse ano ao norte da Argentina, do dia 9 até o dia 30. Não lembro muito bem a ordem dos dias em cada local, mas vou tentar organizar. Fui sozinha, me hospedei em hostels e usei o couchsurfing. Posso dizer que foi a melhor coisa que fiz na vida até agora! Foi incrível, tudo! A região é muuito segura, mas claro, todo o cuidado é pouco rs. -> Rota: Iniciei na cidade de Bernardo de Irigoyen, na Argentina, faz divisa com o estado de SC. Ficou assim: Bernardo de Irigoyen até > Posadas > Corrientes > Salta > San Salvador de Jujuy. -> Empresas de ônibus: Crucero del Norte de Bernardo de Irigoyen até Posadas; Rio Uruguay de Posadas até Corrientes (há várias, escolhi esta pelo horário); Flecha Bus de Corrientes até Salta (também há outras opções, a maioria com o mesmo preço). No site dessas empresas podem encontrar preços e horários. No total gastei 500 reais (ida para a Argentina e volta para o Brasil). Não comprei nada antecipado, tudo na hora. 1º/2º dia: Corrientes -> Hospedagem: por couchsurf, casa de um argentino muito querido, me recebeu super bem com seus amigos e família. - > O que visitei: O amigo que me hospedou me levou de moto para conhecer os principais lugares de Corrientes, como o Teatro oficial de Vera; a"praia" do rio Paraná; alguns parques, centro da cidade e igrejas antigas. Uma das coisas que mais achei massa da cidade foi que em uma casinha de turismo em uma das pracinhas é possível pegar uma bicicleta emprestada, é só deixar um documento -> No dia seguinte me despedi dos amigos e parti para San Salvador de Jujuy. Conheci um senhor no busão que me avisou que parar ir a San S. eu deveria descer em uma cidade antes de Salta, e aí trocar de ônibus, já que não iria parar em Salta direto. Então, para quem decidir ir para San Salvador e não a Salta, compre uma passagem de Corrientes até General Guemes, e de lá até San S (não há direto Corrientes > S. Salvador). 3/4º dia: San Salvador de Jujuy -> Hospedagem: por couchsurf, dessa vez na casa de uma argentina. Muito bem recebida novamente, me deixou bem a vontade, um anjo de pessoa! -> Em San Salvador não há muito para ver... não é uma cidade bonita, mas gostei mesmo assim. Comi o melhor sorvete da minha vida (SIM, VOCÊS PRECISAM IR AO PINGUINO, é tipo obrigação pra quem ama sorvete); conheci alguns parques com a amiga que me hospedou e dei algumas andadas por lá. O plano era seguir viagem para a Quebrada de Humahuaca nos próximos dias. 5º dia: Quebrada de Humahuaca (Tilcara) Na Quebrada de Humahuaca, uma estratégia boa se está viajando de ônibus é escolher uma cidade "base" para ficar, e fazer bate-volta para as outras. A escolhida foi Tilcara, A amiga que me hospedou descobriu que um amigo iria para Tilcara de carro, e este amigo tem uma casa lá. Consegui uma carona e uma hospedagem grátis : DD porém, como boa pessoa que sou, já tinha reservado hostel, e resolvi ficar uns dias lá também. -> Hospedagem: La Albahaca Hostel. Suuuper indico! É bem limpinho, tem um café da manhã simples, mas bom e incluso. Foi o mais barato que encontrei na época, R$ 25 (em baixa temporada é mais barato). 6º dia: Bate e volta a Purmamarca O primeiro dia dormi na casa do amigo da amiga (rs). Aí com os amigos dele fomos a Purmamarca. -> O que visitei: Salinas Grandes (excursão, acho que foram uns 120 pesos); camino de los colorados (caminhada leve, entre várias montanhas com cores incríveis, tem que fazer!); cerro de las siete colores, no meio da cidade. Purmamarca é uma cidade bem charmosinha e pequena, tinha viajantes por todos os lados. A passagem de busão desde Tilcara custou 2 pesos. 7º dia: Tilcara No hostel conheci um pessoal muito gente boa, a maioria argentinos. -> Visitei com essa galera o Pucará de Tilcara ( ruínas de um antigo povoado da região), passeio bem interessante, tem um guia que vai explicando como funcionavam as coisas. Há também no Pucará um jardim de cactos, e uma das coisas que mais achei legal foi a pedra campana (não deixem de procurá-la no jardim). A tarde, fizemos um trekking para as Cuevas de Waira (leve, com guia, chega até duas cavernas, uns 100 pesos), valeu muuuito a pena, tudo é incrível, o caminho, as cavernas, e o guia é super querido (Javier, quem quiser tenho o contato), conta várias histórias sobre a pachamama -> A cidade de Tilcara roubou meu ! Parada obrigatória, achei a melhor cidade da Quebrada para ficar, sem dúvidas. 8º dia: Bate e volta a Humahuaca -> No dia seguinte fomos a cidade de Humahuaca, com destino ao cerro de los catorce colores.Tilcara foi a cidade do coração, mas o lugar mais especia que já estive foi esse cerro, é inexplicável o que é esse lugar. Ou vai, ou vai, sem opção de não ir. Parece um quadro colocado no meio da natureza, me senti em outro universo. Para chegar nesse lugar necessário ir de carro, e tem algumas excursões que ficam na ponte de humahuaca (só perguntar que vão saber te explicar aonde é a ponte) e se não me engano paguei uns 100 pesos. Depois que voltamos, rolê básico pela cidade, visita ao monumento da liberdade, feirinhas e várias lojas de produtos bolivianos. 9º dia: Bate e volta Lagunas de Yala e Maimará - Passeio com os amigos da amiga. Fomos as lagunas de Yala. É um lugar legal , mas é necessário ter carro, creio que não há excursões para lá, e também não é nada de "mais", são algumas lagoas (as mais bonitas privadas, não é permitido a entrada) e o visual é bem parecido com as montanhas do Brasil. A tarde paramos em Maimará, para ver a Paleta del Pintor. 10º dia: Tilcara Pela manhã fiz um trekking com uma mulher que conheci no hostel até a Garganta del Diablo (caminhada de 4 km). É muito bonito, e no final há uma cachoeira. Cobram 10 pesos para a entrada. Depois parti do hostel e me hospedei na casa do amigo da amiga e passei o final de semana aproveitando o "asado" argentino e a belíssima Tilcara [ Continua ]
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