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LiCo

Uruguai em Fevereiro de 2011 – Diário de Bordo

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Falaí uruguaio.

 

Na verdade a gente até sabia que os preços no Mercado del Puerto eram meio salgados, mas como era tarde e os outros lugares já estavam fechados, decidimos comer por lá mesmo e dividindo em 3 nem ficou tão caro.

 

Sobre o mirador, quer dizer que o que eu fui não é o mirador da Antel? É o Mirador de la Intendencia? Já estou corrigindo essa informação. Muito obrigado.

 

Esse refri mesmo! Puwtis grilo cara, eu não achei ele ruim. Achei MUITO ruim. A Ciça também não gostou não. Não consegui nem tomar ele todo.

 

Sobre a segurança, é o que eu disse, em qualquer lugar tem isso e o cuidado a se tomar é o mesmo que cada um tem que ter na cidade onde mora.

 

Intééé

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Lico,

 

Muito bom o relato e as fotos, realmente aquela dos pés ficou perfeita. Quantos dias e quanto você gastou no total?

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Olá

 

Então, fiquei 8 dias e gastei uma média de R$100 por dia incluindo hospedagem, refeição, passagem de ônibus entre as cidades, barzinhos etc.

 

Intééé

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Olá LiCo,

 

Adorei seu relato. Muito bom mesmo...

 

Mas, sem querer puxar a sardinha para o meu lado (sou uma uruguaya - brasileira), tenho um comentário a fazer: Na Ciudad Vieja a maioria dos policiais atuam a paisana, para não assustar os turistas e tal... Não sei como é no resto da cidade.

Uma vez que estive por lá, fui entrar em uma rua e um cara me disse para ir por outra. Quando fui me dar conta, o cara tinha um revólver na calça (nas costas) então ele disse que era policial a paisana e se identificou como tal.

 

Mas mesmo assim, é bom ficar ligado sempre. Como em toda cidade, claro.... Concordo que é extremamente desagradável estar em um lugar inseguro. E vendo tantos pedintes, bêbados, maloqueiros e afins, não pensaria diferente.

Uma pena... afinal Montevidéo é uma cidade bonita e tranquila. E que, até pouco tempo, era segura também.

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Uma pena... afinal Montevidéo é uma cidade bonita e tranquila. E que, até pouco tempo, era segura também.

 

Olá Patricia, obrigado pelo seu comentário.

 

Mesmo sobre essa sensação de insegurança que eu relatei, eu gostei muito de MVD e ela está entre as poucas cidades que eu moraria tranquilamente.

 

Intééé

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Boa Lico ! Excelente relato !

 

E aproveitando pra comentar:

 

1 - bate e volta em Colonia a partir de Mvideo dá, mas é show dormir por lá

2 - Irada a foto dos pés ao vento, mandou bem !

3 - Também não vi uruguaios pelo uruguai... hahahaha :-)

 

Abração !

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"Era uma casa muito engraçada, não tinha teto, não tinha nada". Essa música foi escrita pelo poeta brasileiro Vinícius de Moraes em 1980. Mas ele não inventou essa casa: ela existe de verdade.

 

Ela se parece com um grande castelo branco à beira-mar e se chama Casapueblo. Fica no Uruguai, um país que faz fronteira com o sul do Brasil.

 

A obra começou a ser construída pelo artista Carlos Vilaró, 89, em 1958. No início, era um pequeno quarto feito com latas. Vilaró conta que fez a casa ladrilho por ladrilho e demorou trinta anos para deixá-la como é hoje.

 

"Se um pássaro com um bico constrói sua própria casa, por que não me animar a fazer a minha com minhas próprias mãos?", diz ele.

 

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Foto: Wesley Santos/Folhapress

 

Vilaró ainda se lembra de quando Vinicius de Moraes visitava a Casapueblo.

 

Cada vez que Vinicius ia ao local, encontrava uma casa diferente, metade construída e metade em escombros. Por isso, Vilaró não tem dúvidas de que o amigo brasileiro fez a música sobre sua construção.

 

Vilaró diz que Vinícius cantou a música pela primeira vez lá em sua casa: "Era uma casa muito engraçada, não tinha portas, não tinha nada, era uma casa de pororó, era a casa de Vilaró". A canção foi um presente para as filhas do uruguaio, Agó e Beba.

 

"Essa vez ficou marcada para sempre na minha memória. Talvez, colocando meu nome na letra, quis me homenagear". Vilaró conta que o poeta brasileiro passava as tardes na casa tocando seu violão.

 

Hoje, Casapueblo é um museu, uma galeria de arte e um hotel. Os quartos têm nomes de hóspedes famosos, como o do compositor e cantor Toquinho.

 

Toquinho foi convidado por Vinícius para transformar poemas em músicas e participou da produção do disco em que foi gravada a música "A Casa".

 

"A casa é bem diferente, à beira de um penhasco, parece levitar ao pôr-do-sol. Fica a imagem de uma casa engraçada. Sem teto, sem chão, sem parede. Eis a magia da poesia de Vinicius", diz Toquinho.

 

Fonte: FOLHA

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