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George Leonardo

Recanto dos Papagaios - Final de semana (Paraná)

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Olhaaaa,

 

Legal o relato, na próxima eu sugiro estender pela BR 376 e conhecer a cachoeira Buraco do Padre!!!

 

PS: Vamos combinar alguma uma hora dessas, eu vou pra curita a cada duas semanas e agora abriu a época de escalada/montanhismo!!!

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Opa, tem as academias tradicionais, Campo Base e Via Aventura, e tem uma nova que descobri a A Caverna, que é uma cave, só de boulder: http://www.hagah.com.br/pr/curitiba/loc ... verna.html

 

O negócio é ir nas academias e ver que tu acha, falar com o pessoal, tentar brincar um pouquinho, da próxima vez que for escalar em academia ai em ctb posso te chamar tmb.

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Po, já cheguei a dar uma olhada nessas academias, até mandei um email pra uma perguntando dos preços mas nem me responderam. Você saberia me diz + - quanto sai??

A próxima vez que for me da um toque sim!

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recanto é bem bacana mesmo, ja acampei por ali, subindo o rio pelas direita, mas fui durante a semana e com bastante calor, em uns dias que não tive aula, e fui de bicicleta, barraca, isolante, saco de dormir e alguma comida! e digo que foi animal! pretendo voltar lá! de carro tambem ja fui mas não acampei, fiquei perto dos farofa, queimando uma carne, pulando no rio, tocando uma gaita e enchendo a cara, ehehhe depois de bebado da quase pra aguentar os farofeiros, o que complica é o timo e volume de musica que eles escutam, ::vapapu::

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  • Conteúdo Similar

    • Por Panchovilla
      Há muitos roteiros e relatos sobre a Chapada, bastante detalhados. Por isso tentarei ser objetiva e qualquer dúvida podem perguntar, visto que me sinto em dívida por tantas dicas legais que obtive nesse fórum.
      Eu e meu namorado fizemos essa viagem final de julho de 2017; foi nossa primeira vez na Chapada. Gastamos cerca de R$ 1500,00 cada, incluindo-se hospedagem, alimentação e passagens aéreas (Curitiba a Salvador).
      Após realizarmos essa viagem recomendamos o seguinte:
      1- A Chapada é enorme. É uma área de preservação ambiental, cuja área equivale à de um país. Não ache que irá conhecer tudo. Perguntamos à diversos guias e eles dizem que nem em uma vida poderia se conhecer tudo. Tendo ciência disso, poderá selecionar atrações para visitar em diferentes viagens. É que muitas levam até mais de um dia para se visitar.
      2-Considerando-se isso, recomendamos para quem gosta de cachoeiras informar-se com a associação "bicho do mato". Os preços são ótimos (pagamos R$ 40,00 pela diária) e o pessoal é muito legal. Embora tenhamos feito os pontos mais conhecidos da Chapada, entendemos que uma semana em Ibicoara já teria sido mais que sensacional. Ter percorrido o "mapa" foi cansativo e como nós curtimos cachoeira mesmo, acabamos gostando muito de Ibicoara. As outras cidades são mais trilha e visuais lindos, mas como disse - opinião pessoal mesmo - nos divertimos mais com cachoeiras
      3- É imprescindível um carro, na nossa opinião. Alugamos o nosso por R$ 35,00 a diária (bandeira do cartão oferece o seguro). No entanto, para quem for de ônibus é possível tentar conseguir carona. Nós fizemos amigos assim e foi ótimo!  
      4- O GPS não identifica os trajetos mais ao sul da Chapada. Então quando saímos do Capão com destino à Ibicoara (buracão) acabamos nos perdendo e chegando muito tarde lá. Tivemos que fazer Buracão no outro dia, pq lá só entra até 15h (tem sombra depois disso e fica frio tb). Enfim, é possível perguntar aos locais e chegar à Ibicoara sem precisar passar por Mucugê.
      5- Vale à pena comprar o guia impresso. O aplicativo da Chapada é meio vazio de informações. O guia tem tudo e inclusive atualiza os locais a respeito dos passeios. Nós não adquirimos e nos arrependemos. No fim acabamos tirando fotos de um livro emprestado, que nos auxiliou muito.  Procure no google "guia impresso diamantina". Não consegui colocar link aqui.
      Nosso roteiro PREVISTO foi
      1- dia chegamos em salvador 16h20. Pegamos o carro e iremos ao Hostel. 
      2 dia- saimos de salvador e iremos à Lençois. Dá 5h20 de viagem. Nesse dia iremos à cachoeira do mosquito + poço do diabo. Ficam a 15min de lençois.
      3-dia saimos de Lençois e vamos para o Vale do Capão. Dá 1h40 de viagem.Nesse dia Faremos a Cachoeria da fumacinha
      4- dia. Saimos do Vale do Capão rumo  à Ibicoara. Cachoeira do BUracão. 3h 20 de viagem. Podemos dormir em Mucugê ou Ibicoara
      5- dia. Iremos aos poços encantados, que ficam em Itaete. Dá 1h58 de viagem (se dormirmos em ibicoara) ou 1h16 (se em Mucuge)
      6- dia. Iremos a Iraquara visitar as grutas.Da 3h20 itaete -> iraquara
      7 dia- Voltamos para salvador!
      NÃO CONSEGUIMOS ATENDER essa expectativa. Embora tenhamos montado esse roteiro com base nos relatos do fórum, percebemos que para uma viagem de carro ele não tem muito sentido.
      Recomendamos deixar Ibicoara por último, pois da para voltar à salvador de lá. Não é necessário fazer o que nós fizemos nos pontos 5 e 6. Recomendamos mudar a ordem e resolver os passeios antes no "norte" da chapa (cidades lençois, capão e Iraquara) para depois descer à Ibicoara e retornar à Salvador. Só tem sentido subir novamente caso se esteja retornando ao aeroporto de Lençois, o que não foi nosso caso.
      Nosso roteiro ficou
      1- dia chegamos em salvador 16h20. Pegamos o carro e fomos ao Hostel. 
      2 dia- saimos de salvador e iremos à Lençois. Deu 6h de viagem. Chegamos lá à noite só e acabamos dormindo cedo para descansar.
      3-dia saimos de Lençois e fomos ao Vale do Capão. Chegamos à Fumaça e começamos a trilha às 13h (chegamos em cima do horário limite. Quase não nos deixaram subir! Vão antes disso) Fizemos a trilha sem guia. Optamos pelo aplicativo Wikiloc - mas só o utilizamos nesse passeio. 
      Achamos a trilha cansativa para quem não tem preparo físico. Quando chegamos lá em cima foi lindo. Porém é absurdamente alto. Para enxergar a cachoeira precisa rastejar pela pedra (por segurança mesmo, acho que pro vento ou a vertigem não te derrubarem) e alguém segura sua perna. Muito louco, quem tem medo de altura esqueça. Não consegue enxergar a cachoeira. Meu namorado não a viu pq ficou com receio.
      À noite visitamos a vila do Capão, que é bem "roots". Amamos! Lá tem um mercado (flamboyant) que vende umas coisas naturais, produzidas por locais. Barrinhas de cereais e sabonetes, por ex.
      Tem uma pizzaria que é uma lenda por lá. Apenas dois sabores são fabricados: um salgado e outro doce. 
      4- dia. Saimos do Vale do Capão rumo  à Ibicoara.
      Chegamos à Ibicoara por umas estradas de Terra. Foi muito louco, andamos demais pq o GPS não identificava caminho para Ibicoara, sem passar por Mucugê. Mas tem esse caminho, depois que fomos saber... 

      5- dia. Como nos perdemos no dia anterior só fizemos Buracão nesse dia. Foi irado, o pessoal da "Bicho do Mato" foi conosco e o passeio é espetacular. Deixe um dia todo para ele, pq fomos com um pessoal que precisou ir embora antes e dai perdeu o tempo de banho na cachoeira do buraquinho. Ai fazer passeio correndo é uma tristeza...
      Nós conseguimos otos linda esse dia. Levamos uma câmera DSLR e estávamos preocupados em molhar. Ai fizemos um saco estanque com Ziplock e rezamos para que funcionasse. Foi de boa. De todo modo, o nosso guia tinha um saco estanque e colocou o celular de td mundo lá, as câmeras e etc.
      No buracão precisa fazer uns 100m de trilha pela água. Quem não sabe nadar, tenha ciência disso. É tranquilo, todos precisam de colete.
      6- dia. Visitamos as cavernas em Ibicoara, a gruta azul, flutuação na gruta pratinha e o morro do pai inácio (por do sol).
      Amamos as cavernas! A gruta azul e a da pratinha ficam numa fazenda, super estruturada. Essa fazenda é bem exploração turística mesmo. Totalmente diferente da vibe dos passeios dos dias anteriores. Para quem tem criança, ou é mais velho, é bem tranquilo.
      Nós achamos meio cheio demais. A gruta azul é linda, mas tem umas 50 pessoas batendo foto. Sei lá, achamos meio demais...
      A flutuação é massa. É uma gruta bem escura, precisa ir de lanterna. Vimos uma tartaruga e vários peixes pequenos. Foi ótimo! Mas é um passeio meio caro e bastante curto. Bem turístico esse dia.
      7 dia- Voltamos para salvador!
      Não conseguimos ver tudo, por obvio. Mas foi suficiente para dizermos que foi a melhor viagem de nossas vidas!
      Para não sobrecarregar o post, coloquei algumas fotos no FLICKR. Na verdade não consegui inserir as fotos por aqui hahahaha.
       
       
    • Por nnaomi
      O texto na cor preta se refere ao primeiro relato de 2007 e o texto na cor verde, às informações atualizadas e/ou ao novo relato de 2018.
      Período: 11 a 24/07/2007, 01 a 03/12/2018 e 21 a 23/12/2018
      Cidades: Curitiba, São José dos Pinhais, Colombo, Araucária, Campo Largo, Lapa, Rio Negro, Tunas do Paraná
      A região turística Rotas do Pinhão abrange Curitiba e Região Metropolitana. A capital é um modelo de urbanismo aliado à natureza e encanta pelo turismo cultural, histórico e gastronômico oriundos de várias etnias. Outro destaque são os eventos do Natal de Curitiba que estão crescendo ano a ano. Além disso, o turismo de negócios e eventos, movimenta a cidade com feiras, congressos e convenções em diversos setores. Em contrapartida, outras cidades dessa região contemplam o turismo rural e o ecoturismo.
      Curitiba é a cidade conhecida como capital modelo, famosa pela quantidade de área verde e pelo sistema de transporte eficiente e barato. A área verde está distribuída em vários parques bem-cuidados, bonitos e com entrada gratuita. O sistema de transporte possibilita que uma pessoa atravesse a cidade toda ou mesmo vá para outra cidade, pegando vários ônibus e pagando uma única passagem. Apesar de ser uma cidade grande, é relativamente tranquila para andar nas ruas, seja a pé ou de ônibus, em termos de segurança. Nos horários de pico há um pouco de congestionamento nas ruas e os ônibus ficam lotados, devido ao fato da cidade ter crescido muito nos últimos anos. Isso também trouxe outros problemas, como desemprego e os curitibanos dizem que a cidade já foi muito melhor, mas na opinião particular de uma paulista, Curitiba parece uma cidade muito boa para se morar. E os paranaenses são atenciosos e muito educados.
      Tem muita opção de hospedagem, alimentação e atrações turísticas. Em Curitiba, considero imperdível passar no Jardim Botânico, Ópera de Arame, Parque Tanguá, Universidade Livre do Meio Ambiente, Largo da Ordem e Memorial Ucraniano. Muito interessantes são o Shopping Estação, Museu Oscar Niemeyer, Bosque Alemão, Bosque do Papa, Bairro Sta Felicidade, Zoológico, Museu Egípcio, Torre Panorâmica, Praça do Japão... É muito fácil e barato se locomover na cidade. Também tem acesso fácil às cidades vizinhas. Gostei muito do Caminho do Vinho em São José dos Pinhais, do Caminho do Guajuvira em Araucária, da cidade histórica de Lapa, do Mosteiro em Rio Negro e das grutas/cavernas de Colombo e Tunas do Paraná.
      Confira abaixo as dicas e o relato de viagem. Fiquei hospedada em Curitiba, de onde parti para conhecer as outras cidades. Na segunda vez, a capital foi o ponto de chegada e de partida da viagem para o litoral, quando aproveitei para visitar mais alguns locais da cidade e curtir alguns eventos do Natal de Curitiba.
      Obs.: "Outras opções" referem-se às indicações que recebi de colegas, mas que não experimentei por não ter tido tempo ou por ter tomado conhecimento delas tarde demais. ATENÇÃO: não possuo nenhum vínculo com pousada, hotel, restaurante, agência, loja e qualquer outro tipo de estabelecimento divulgado nos meus relatos de viagem. Alguns dos pontos turísticos, bem como alguns estabelecimentos, não foram visitados por mim e as informações foram pesquisadas em guias. Portanto, recomendo que antes de utilizar qualquer serviço, verifique com a secretaria de turismo da cidade, se os dados são atualizados e/ou verossímeis.
      Como eu gosto muito de escrever, o que era para ser um relato acaba virando um “guia”. Entretanto como a maioria ou não tem tempo ou não tem paciência para tanto, vou colocar um índice aqui e assim cada um vai direto a parte que lhe interessa
      Índice
      A cidade
      Como chegar
      Quando ir
      Onde ir em Curitiba: Linha Turismo
      Onde ir em Curitiba: Outros museus, parques e bosques
      Onde ir em São José dos Pinhais
      Onde ir em Colombo
      Onde ir em Araucária
      Onde ir em Campo Largo
      Onde ir em Lapa
      Onde ir em Rio Negro
      Onde ir em Tunas do Paraná
      Onde ficar
      Onde comer
      Dicas (Contatos úteis, Postos de Informações Turísticas, Links úteis, Receptivos Turísticos e Dicas)
      Relato de viagem
      ****************************************
      Nanci Naomi
      http://nancinaomi.000webhostapp.com/
      Trilhas:
      Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté
      Relatos:
      15 dias em SC: - fev/2018 - Parte 1: Vale Europeu | Parte 2: Penha
      Paraty e Ilha Grande - jul/2015 - Parte 1: Paraty | Parte 2: Araçatiba e Bananal | Parte 3: Resumão das trilhas
      3 dias em Monte Verde - dez/2014
      21 dias na BA - fev/2014 - Parte 1: Arraial d'Ajuda | Parte 2: Caraíva | Parte 3: Trancoso | Parte 4: Porto Seguro
      11 dias na BA - dez/2013 - Parte 1 e 3: Salvador | Parte 2: Costa do Dendê - Ilha de Boipeba e Morro de São Paulo
      21 dias em SE e AL - fev-mar/2013 - Parte 1: Aracaju | Parte 2: Maceió | Parte 3: Maragogi
      21 dias em SC - jul/2012 - Parte 1: Floripa | Parte 2: Garopaba | Parte 3: Urubici | Parte 4: Balneário Camboriú
      8 dias em Foz do Iguaçu e vizinhanças - fev/2012 - Parte 1: Foz do Iguaçu | Parte 2: Puerto Iguazu | Parte 3: Ciudad del Est
      25 dias desbravando Maranhão e Piauí - jul/2011 - Parte 1: São Luis | Parte 2: Lençóis Maranhenses | Parte 3: Delta do Parnaíba | Parte 4: Sete Cidades | Parte 5: Serra da Capivara | Parte 6: Teresina
      Um final de semana prolongado em Caldas e Poços de Caldas - jul/2010
      Itatiaia - Um fds em Penedo e parte baixa do PNI - nov/2009
      Um fds prolongado em Trindade e Praia do Sono - out/2009
      19 dias no Ceará e Rio Grande do Norte - jan/2009 - Parte 1: Introdução | Parte 2: Fortaleza | Parte 3: Jericoacoara | Parte 4: Canoa Quebrada | Parte 5: Natal
      10 dias nas trilhas de Ilha Grande e passeios em Angra dos Reis - jul/2008
      De molho em Caldas Novas - jan-2008 | Curtindo a tranquilidade mineira de Araxá – jan/2008
      Mochilão solo: Curitiba e cidades vizinhas - jul/2007
      Algumas Cidades Históricas de MG - jan/2007 - Parte 1: Ouro Preto | Parte 2: Tiradentes
      9 dias nas Serras Gaúchas - set/2005 - Parte 1: Gramado | Parte 2: Canela | Parte 3: Nova Petrópolis | Parte 4: Cambará do Sul
    • Por Mari D'Angelo
      Relato original e mais fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/o-que-fazer-em-curitiba-especialmente-na-epoca-de-natal/
       
      1. Jardim Botânico
       
      Um dos principais cartões postais da cidade, o Jardim Botânico de Curitiba (chamado oficialmente de “Francisca Maria Garfunkel Rischbieter”, em homenagem à urbanista de mesmo nome) tem como elemento central a enorme estufa de 3 abóbadas de arquitetura art-nouveau, inspirada do Palácio de Cristal de Londres, que abriga diversas espécies de plantas tropicais. Em frente, um lindo jardim geométrico que me remete a um mini-versailles. Além disso há outros cantos muito agradáveis, como o jardim das sensações, um espaço delimitado onde foi criada uma atmosfera propícia para o contato direto com a natureza. O visitante segue uma rota com diversos exemplares de plantas e pode inclusive tocá-las, percebendo assim suas texturas, aromas etc.
       
      Informações:
      Rua Engenheiro Ostoja Roguski – Jardim Botânico – CEP 80210-390
      Segunda a domingo | Verão: das 6h às 20h / Inverno: das 6h às 19h30 | Grátis
       

       
      2. Museu Oscar Niemeyer (MON)
       
      Esse é o tipo de lugar que só pela arquitetura já vale a visita. O prédio concebido pelo arquiteto Oscar Niemeyer é popularmente chamado de “olho” e abriga exposição de artes visuais, arquitetura, urbanismo e design. Quando o visitamos em 2012, a exposição principal era sobre o poeta Paulo Leminski, achei incrível o modo criativo como ela foi planejada dentro do espaço todo preto. Outras exposições simultâneas acontecem espalhadas pelas 12 salas expositivas.
       
      Uma dica, o bar e restaurante “Barolho”, que fica na esquina em frente ao museu tem um ótimo custo benefício, a comida é boa e o preço escelente!
       
      Informações:
      Rua Marechal Hermes, 999 – Centro Cí́vico – CEP 80530-230
      Terça a domingo, das 10h às 18h | R$ 6,00 inteira / R$3,00 para professores e estudantes / Grátis para menores de 12 anos e maiores de 60
      http://www.museuoscarniemeyer.org.br
       

       
      4. Ópera de arame
       
      Outro ponto obrigatório na capital paranaense, a Ópera de arame é uma incrível construção em aço, metal, vidro e policarbonato, que dão ao prédio circular um aspecto de interação com a natureza, já que ao seu redor fica um grande lago com cascata e muito verde. O espaço foi construído em 75 dias, no local de uma antiga pedreira. É possível visitar parcialmente seu interior, e costuma estar bem cheio de turistas. O café no andar inferior também é bem agradável.
       
      Informações:
      Rua João Gava s/n – Abranches
      Terça a domingo, das 08h às 22h | Grátis
       

       
      5. Coral de Natal do Palácio Avenida
       
      Curitiba é conhecida como a Capital do Natal, a partir do fim de novembro eles começam uma série de eventos ligados a essa data (que eu particularmente amo!). O principal deles é o coral das crianças de instituições apoiadas pelo programa HSBC Educação. Voluntários chamados de Anjos de Natal as acompanham por um ano em aulas de canto e instrumentos musicais, o resultado é incrível! As apresentações acontecem no Palácio Avenida, e o público lota as ruas para assistir, chegue cedo para conseguir um bom lugar!
       
      Ok, confesso que pra muita gente essa descrição pode lembrar aquele coralzinho desafinado da escola, mas garanto que a apresentação é maravilhosa e muito emocionante. A produção conta com efeitos de luz, projeções, fogos e atuações teatrais. Assista o vídeo abaixo para conhecer um pouco desse lado mágico de Curitiba.
      A decoração de toda a cidade também é caprichada.
       
      Informações:
      http://www.natalcuritiba.com.br
       
       

       
       
      6. Torre Panorâmica
       
      Vou ser muitissímo sincera, coloquei esse ponto na lista pois acho que é importante dar a opção, mas honestamente não acho que valha perder tempo aqui, especialmente se este for curto. Encontramos o mirante com alguma dificuldade e ao subir não vi nada de muito atrativo, não sei se pelo fato de me incomodar com mirantes totalmente fechados por vidros, ou de o tempo estar fechado e chuvoso… talvez em um dia de sol seja mais interessante.
       
      Informações:
      Rua Prof. Lycio Grein de Castro Vellozo, 191 – Mercês – CEP 80710-650
      Terça a domingo e feriados, das 10h às 19h | R$ 3,50 inteira / R$1,75 para crianças de 5 a 9 anos e maiores de 60 anos / Grátis para menores de 5 anos
       
       
       
      7. Bosque Alemão
       
      Aqui sim é um ponto onde acho muito válido “perder” umas horinhas! O lugar, como sugere o nome, homenageia os imigrantes alemães na cidade. Localizado na antiga chácara da família Schaffer, dona de uma famosa leiteria, o espaço conta com diversas atrações, como o oratório de Bach que funciona com uma sala de concertos e fica na réplica de uma igreja presbiteriana, a trilha de João e Maria, um relativamente longo caminho em meio à mata verde com painéis ilustrados contando a história criada pelos irmãos Grimm (uma graça!) e o pórtico que reconstrói a fachada de uma das principais obras arquitetônicas da comunidade alemã chamada Casa Milla. Além disso o bosque conta com uma biblioteca chamada “Casa encantada” onde diariamente bruxas e fadas encenam contos para as crianças.
       
      Informações:
      Rua Nicolo Paganini com Rua Schubert (ou Rua Francisco Schäffer) – Vista Alegre
      Diariamente, das 08h às 18h
       

       
      Claro que há muito mais o que fazer em Curitiba, essas dicas foram baseadas no que fizemos em um fim de semana na cidade. Para se hospedar, recomendo muito o Motter Home Curitiba Hostel, o lugar é uma graça (fotos abaixo), o preço é bom e os funcionários são super gentis.
    • Por Rezzende
      Aeee galera mochileira, tô chegando pra passar o meu relato de viagem. Voltei pra Curitiba 2 anos e meio depois da minha primeira passagem e como prometi voltar, voltei! Precisava reparar minha falta com Curitiba pois da primeira vez, por falta de experiência, falta de planejamento ou falta de sei lá o que não deu pra ver muita coisa e fiquei devendo mesmo com Curitiba.
      Aproveitando, fiz também o passeio de trem pra Morretes e depois fui pra Ilha do Mel.
      Relatoooooooo
       
      Sábado, 18 de outubro de 2014
      Cheguei em Curitiba no início da tarde. Fui pro Curitiba Hostel, no Largo da Ordem. O hostel é bom, bem localizado, com o Bar do Alemão ao lado, apenas achei caro pelo que ele oferece. A diária custa 50 reais, o banheiro fica fora do quarto, um pouco longe e as paredes não eram a perfeição da limpeza. Não que isso torne o hostel ruim, longe disso, mas já fiquei em hostels melhores com diária mais barata. Eu, particularmente, prefiro os hostels da rede HI e esse não é associado. Mas compensa pela localização.
      Almocei no Tubas Bar, um bar com ar de rock ali perto na Praça Garibaldi, 50.
      Passei o resto da tarde ali nas redondezas do Largo da Ordem, sem nada pra fazer e tomando um chopp no Bar do Alemão. Só curtir Curitiba com bastante tempo...coisa que não tive da outra vez.
       
      Domingo, 19 de outubro de 2014
      Fui fazer a Linha Turismo. Da outra vez que passei em Curitiba não deu tempo. Acho que se eu quisesse ir nos pontos que fui usando transporte público conseguiria fazer da mesma forma e gastando bem menos, mas eu queria muito andar naquele onibus grandao com 2º andar panorâmico. A Linha Turismo custa 29 reais com direito a 4 reembarques. Peguei o onibus no ponto inicial na Praça Tiradentes às 9:20. Da outra vez que fui em Curitiba já tinha ido no Jardim Botânico e no Museu Niemeyer então dessa vez passei direto e fui descer só na Ópera de Arame já quase 11 horas. A parada na Ópera de Arame é bem rápida, só mesmo pra tirar umas fotos do lugar pois o palco fica fechado e a visitação vai só pela ponte até a entrada da ópera. Não fiquei ali nem 5 minutos. Depois fui a pé pro Parque Tanguá. Tranquilo de ir andando, só subir o morrinho à direita da ópera e entrar na primeira rua a direita ali em cima, seguir pelo plano até passar pelo cruzamento com outra rua e mais um pouquinho à frente entrar à esquerda e pronto! Chegou o Parque Tanguá! Eu não levei nem 15 minutos andando e fui devagar pois tava quente. Não desperdice um reembarque da Linha Turismo, vá andando da Ópera ao Parque Tanguá! :'> :'>
      Aaahhhhhhh o Parque Tanguáááááá
      Pare lá, pare lá, pare lá!!!

      Parque Tanguá é lindo demais, achei o lugar mais bonito de Curitiba!!! Jardim Botânico perde muito pro Parque Tanguá, aquela pedreira, as fontes, a cachoeira, o túnel lá em baixo, tudo muito bonito, show, show, show. Saí de lá 13 horas depois de trocentas fotos. :'> :'> :'>


      Passamos pelo Parque Tingui, bonito também mas achei desnecessário descer já que a linha vai passando pela lateral do parque e dá pra ir tirando boas fotos pelo caminho. O parque não vai muito lá pra trás então a maior parte dele vai margeando a rua por onde a linha passa e dá pra ir tirando boas fotos enquanto isso.
      Desci pra almoçar em Santa Felicidade. Entrei num rodízio de massas delicioso no restaurante Portal. Opção de restaurante em Santa Felicidade não falta, mas são meio caros. Peguei a Linha Turismo de novo quase 15 horas e já tava armando o temporal. Desci no Parque Barigui e saí pra esconder da chuva numa casa amarela perto do ponto de onibus. E desceu a chuva e até granizo. E o calor de 30 graus virou friozinho de 16 graus. Depois de um tempinho a chuva parou e dei uma volta pelo Parque Barigui, mas não vi nada demais. O lago é bonito. Pra terminar, fui pra Torre Panorâmica. Entrada custa 3,50. Cheguei lá em cima quase 17 horas, a chuvinha voltou mas bem fina. Como não tinha nevoeiro, a chuva não atrapalhou de ver o visual lá de cima. E enquanto chovia para um lado, para o outro o tempo era mais claro e com o tempo a chuva ia virando e para onde estava escuro dava pra ver com mais clareza. Como não tem tempo limite de permanência lá, fiquei até 18 horas e tirei fotos até das serras bem pra lá da cidade.

      Fechei a Linha Turismo descendo no mesmo ponto que entrei e fechei o dia também.
      Percebi durante todo o trecho que Curitiba tem muitos fios baixos, o onibus é alto e em vários lugares passamos muito perto da fiação. Totalmente desaconselhável ficar em pé com o onibus em movimento pois a qualquer momento um fio pode atingir a sua cabeça! Teve um ponto perto do Bosque Alemão que o onibus arrancou um fio, não sei se de telefone, luz ou outra coisa, mas pode ser perigoso. Alguns onibus tem um ganchinho na frente pra defender dos fios, mas mesmo assim é bom ter muita atenção com eles e os responsáveis pelas fiações da cidade deveriam fazer alguma coisa para segurança de todos. Fica o alerta! :'>
       
       
      Segunda-feira, 20 de outubro de 2014
      Saindo cedo do hostel, peguei a linha 304 Pinhais-Campo Comprido às 7:40 e 7 minutos depois descia na rodoferroviária de Curitiba. O horário do trem é às 8:15 mas atrasou, dizem que por causa de 3 onibus de Paranaguá que chegaram bem em cima da hora. O trem saiu às 8:30. Ele vai beeeeeeem devagar. Primeiro passando por áreas urbanas de Curitiba e Pinhais, depois algumas áreas rurais entre Pinhais e Piraquara. Esse trecho é bem monótono, o trem continua beeeeem devagar e não tem nenhuma paisagem assim espetacular. São pastos, campos, plantações, gado, araucárias e tal... lá pelo meio do passeio é que vem a parte mais interessante com túneis, viadutos, cachoeiras e rios. Infelizmente o nevoeiro pegou bem nesse trecho e deu uma prejudicada justamente onde a paisagem seria mais deslumbrante. Pouco mais abaixo teve um defeito no trem, soltou ar do sistema de freio e o trem parou. E ficou parado alguns minutos, uns 15 talvez. A chegada na estação de Morretes foi 12:30. chegou 1:15 depois do previsto. O trem vai realmente beeeeem devagar. Eu fiquei um pouco decepcionado com esse passeio pois boa parte dele é bem monótona. A parte mais bonita ficou prejudicada com o nevoeiro. O preço do trem é meio salgado, eu comprei a mais barata do vagão econômico por 72 reais e já fiz o trem de Vitória a BH que durou mais de 13 horas e é mais barato. Não é tão turístico, é mais de passageiros, viaja a 70 por hora, não tem tantas paisagens deslumbrantes, só mais ali perto de BH, mas mesmo assim não achei tão monótono quanto esse, acho que mais pela velocidade muito baixa e mesmo que o tempo tivesse bom, o trecho onde estão os principais atrativos passam em 15 minutos, o resto é basicamente passar no meio da mata, então vai mais do gosto individual de cada um. Mas tenho vontade de repeti-lo num dia de tempo firme.

      Na saída do trem, encontrei mais gente que, como eu, estavam indo pra Ilha do Mel. Fomos andando pra rodoviária. Saindo da estação em Morretes, indo para a direita mais 3 quarteirões chega na rodoviária. O próximo onibus para Paranaguá era 13:20. Enquanto esperávamos fomos fazendo amizades, éramos eu e mais 6: O Marcos de Apucarana e a namorada dele que esqueci o nome, as amigas Vivian e Paula de São Paulo e um casal francês que mora em São Paulo ha algum tempo. Tinha também um casal mais velho de Mato Grosso do Sul que pegaram um táxi na estação pra ir pra rodoviária, mas por causa das malas, sem malas pesadas não precisa, dá pra ir a pé mesmo. E fomos todos pra Paranaguá às 13:20 num onibus urbano lotadão mas que pelo menos me deixava feliz porque tinha mais velocidade que o trem . Chegamos em Paranaguá 14:30. O barco pra Ilha do Mel é 15:30. pra ir da rodoviária pra onde pega o barco é só ir andando pra esquerda, atravessar a rua em frente a entrada pra Ilha dos Valadares e seguir beirando a orla até onde vende as passagens do barco, que é num prédio laranja numa esquina onde do outro lado tem um hostel da rede HI e fica em frente onde se embarca para a ilha.

      Sobre o barco pra ilha do Mel: Em Paranaguá só tem dois barcos por dia, um pela manhã e outro à tarde. A maioria dos barcos parte de Pontal do Sul, onde tem barco de hora em hora das 8 às 17 horas e claro que em altas temporadas e finais de semana tem barcos com mais frequência. Mas então por onde ir? Depende de onde você vem e em qual horário. Eu cheguei em Paranaguá às 14:30 e o barco é 15:30. O preço do barco é 34 reais, incluída a taxa de visitação da Ilha que acho são 10 reais. Os barcos de Pontal do Sul custam 29 reais. Esses valores são de ida e volta. Se for de Paranaguá pra Pontal do Sul o onibus custa 4,70, ida e volta dá 9,40 mais 29 reais são 38,40 então, pra quem chega por Paranaguá é mais econômico ir direto de Paranaguá, isso se você tiver sorte de chegar perto do horário de um dos barcos, pois de Paranaguá são poucos barcos pra lá. O tempo de barco de Pontal do Sul é cerca de meia hora. De Paranaguá dá mais de uma hora ou quase duas. A maré interfere nisso também pois com maré baixa ou maré contrária pode demorar mais.
      O barco saiu 15:30 e chegou em Encantadas 16:50. Tranquilinho demais, o mar nem tem onda forte por ali.
      Pisei no trapiche de Encantadas, olhei pro que tinha na minha frente e pensei...sério que vou ficar aqui só 2 dias??!
      Porquê fiquei em Encantadas? Vamos a algumas objeções: Os principais pontos turísticos da ilha estão mais próximos de Nova Brasília do que de Encantadas, mas se você, assim como eu, gosta de andar, não ha problemas!!! Encantadas tem uma orla com pousadas, restaurantes e mercados em frente. Brasília fica toda pra dentro da ilha, não tem pousadas e restaurantes com pé na orla. Brasília parece mais tranquila e Encantadas mais agitada. Até durante a semana, fora de temporada com pouca gente na ilha você vê mais gente circulando em Encantadas do que em Brasília. Como eu queria algum lugar um pouquinho mais animado fui pra Encantadas e também achei Encantadas mais bonita que Brasília.
      fiquei na Pousada Marimar, que trabalha também com quartos coletivos e até já foi filiada da rede HI. Fiquei num quarto coletivo, diária 50 reais, a pousada é muuuito boa, o staff é muito legal e receptivo, tem um deck muito bom, com uma ótima vista pro por do sol e pra pegar um sol no deck de tarde, de frente pra praia, muito, muito boa mesmo. :'> ::Já passava de 17 horas, deixei minhas coisas no quarto e fui procurar comida, nem tinha almoçado ainda. A turma toda que veio no barco comigo tava comendo no restaurante Toca da Ilha que fica ali na orla mesmo um pouco mais adiante. Lá tem PF por 15 reais. Depois de almojantar, fiquei tomando cerveja com as meninas de Sampa. Me assustei com a conta pois a garrafa de cerveja lá custa módicos 10 reais!!! ainda bem que foram só duas garrafas!! Lembre-se que não foi só você que pagou um barco pra chegar lá, as comidas e bebidas também não foram parar lá sozinhas.......
       
       
      Terça, 21 de outubro de 2014
      Dia de andar, andar, andar...Vai pra Ilha do Mel? Tem disposição pra andar e quer ficar num lugar legal? Fique em Encantadas então!! Saí da pousada antes das 9 horas porque o café lá é servido tarde, só a partir de 8 horas, mas poderia ter ido mais cedo pois nesse dia um grupo grande de pessoas iam pegar o primeiro barco e serviram o café 7 horas. Se você for embora no primeiro barco, peça o café mais cedo! A equipe lá é nota 10 e vai fazer servir o café mais cedo pra você!!
      Então, o dia tava nublado, uns 21 graus, ótimo pra andar. E como andei!! A trilha de Encantadas pra Brasília sai do lado da Marimar, mas eu entrei noutra trilha perto do trapiche, dei várias voltas perdidas até encontrar a trilha certa . A trilha é muito bem visível, sinalizada em alguns lugares, dá pra fazer tranquilo e sozinho. Primeiro você vai passando por casas e pousadas que ficam ainda em Encantadas e logo depois chega na Praia de Fora. A Praia de Fora é oceânica enquanto a de Encantadas é praia de baía, então, Encantadas é mais movimentada por causa da vila mas a praia de fora é mais deserta e mais limpa. Nao parei nela pois não tinha sol e meu destino estava looonge. Passando pela trilha vi ao longe o casal francês que veio comigo no trem e no barco andando pela praia. São facilmente identificados porque o cara é um rastafari que parece o Toni Garrido e ela uma francesa típica, então de longe dá pra conhecer. No fim dessa trilha tem um morro com degraus de pedras e lá no alto você tem uma boa visão do que já andou e do que ainda vai andar, pois avista o farol láááá longe!!



      Descendo do outro lado tem a Praia do Miguel, essa sim absolutamente deserta, pois pra ir por Encantadas tem esse morro pra passar e pra ir por Brasília tem um terrível obstáculo de pedras, então só os mais animados vão pra lá.
      No fim da Praia do Miguel, momento aventura do dia, pois pra passar naquelas pedras exige estratégia eu fui pelas pedras até no ponto mais alto, tinha uma fenda no meio das pedras e pensei “por aqui não passo!!”, desisti e voltei. Pensei em ir beirando as pedras com as ondas batendo em mim. Fui até o meio, pensei que ia cair e morrer ali (momento exagero ) e ninguém ia me salvar pois tava deserto. Voltei. E agora? Volto pra Encantadas e pego um barco pra Brasília? Ali perto tinha uma placa indicando que Brasília era por ali mesmo, pelas pedras. Peguei o celular, entrei no GPS e vi que a trilha passava ali beirando a praia mesmo, então pensei “só pode ser pelas pedras mesmo”. Bora pra mais uma tentativa!! Fui de novo até o ponto mais alto, vi aquela fenda no meio das pedras mas tava um trilho meio batido lá pra baixo e pensei que outras pessoas sempre passam por ali. Então aqui entra o pulo do gato!! pulo mesmo!! a parada agora é sentar na pedra e ir escorregando, pulando, descendo, segurando, vendo como dá e passar lá pra baixo e dali é só alegria!! Venci o obstáculo e agora estou na Praia Grande, onde tem muito surfista. No fim dessa praia, outra trilha que vai pra Brasília. A gente chega no final de Brasília, já bem perto da entrada pro farol. Ali encontrei o casal francês que estava indo pro farol e agora tinha companhia. Fui andando com eles. O alto do farol é muito bonito, o MELHOR lugar da ilha pra tirar altas fotos.


      Dali fomos pra Fortaleza. Boooooaaaaa caminhada. Fomos pela praia, dá mais ou menos uma hora, mas fomos andando muito rápido pois o casal frances já ia embora da ilha naquela tarde. No caminho, pela praia, vi alguns golfinhos mortos, alguns eram só esqueleto mas tinha um que ainda tava morto recente e o frances rastafari foi tirar foto dele. A francesa ficou indignada com aquela atitude mórbida , mas ele disse que já que não tinha visto nenhum vivo o morto servia . A maré ali varia muito e esses golfinhos devem ser trazidos por ela. Eu tive sorte de ver golfinhos vivos bem perto do barco quando tava indo pra ilha do mel. Os franceses também estavam no barco, mas dormindo.. chegando na fortaleza tem uma vila e ali dá pra ver contençoes pra maré e perceber que a variação da maré ali é enorme. Cheguei na fortaleza 13 horas. Mas fui andando e parando pra fotos e tal, não fui direto. Uma placa diz que são 9 km de Encantadas até a fortaleza.
      A fortaleza é legal, histórica, tem um mirante lá em cima. Os franceses iam voltar por causa do horário, me despedi deles e fiquei mais um pouco ali aproveitando o local. Quando saí eram quase 14 horas e a maré tava bem alta, por isso voltei pela trilha e não pela praia.

      Almocei em Brasília, PF por 15 reais. Depois ainda voltei no farol com mais calma pois o tempo tinha aberto um pouco e não tinha intenção de voltar no outro dia. Peguei o ultimo barco e voltei pra Encantadas 17 horas. Fora de temporada são poucos barcos entre as duas vilas, mais ou menos de 2 em 2 horas. Custa 10 reais só ida e 18 reais ida e volta. Já tinha andado bastante mas o principal motivo pra voltar de barco é que passar de novo naquelas pedras com maré alta acho que não seria boa ideia. Andei mais de 15 km nesse dia de certeza. Quando cheguei na Marimar tinha um chegado um colega de quarto, o Alan de Curitiba, que apesar de tão perto nunca tinha ido na ilha do mel. Tinha uma holandesa também, a Patricia, que tá no Brasil ha algumas semanas fazendo trabalhos voluntários em Curitiba e tava numa passagem relampago pela ilha do mel. Jogamos umas partidas de sinuca e depois fui encontrar as meninas de SP pra tomar umas cervejas e conversar sobre o dia, a vida, filosofar e tal...

       
      Quarta, 22 de outubro de 2014
      hoje o sol deu o ar da graça. Minha intenção pra hoje era nada. Já tinha conhecido a ilha e tava de bobeira. Como o Alan ainda não conhecia e queria ir em Brasília, fui de novo com ele. Parei na Praia do Miguel, tão vazia, tão limpa, tão boa... as pedras hoje já não foram obstáculo pois já sabia como passava. Fomos no farol de novo, com sol fica bem mais bonito. Almoçamos em Brasília e voltamos no barco das 15 horas. Depois fui na gruta de Encantadas, que ainda não tinha ido, mas não achei nada demais. A gruta é pequena. Mas o visual daquela parte da ilha é bem legal. Voltei já de tardinha e fiquei no deck da Marimar, curtindo o visual e os últimos momentos na Ilha do Mel. Tinha conhecido a ilha toda, feito tudo que queria fazer mas dava vontade de ficar mais. A ilha do Mel vicia!! ficar num lugar onde não tem mais barco depois das 17 horas, onde não tem ruas, não tem carros, você dorme ouvindo o barulho das ondas, tem trilhas, natureza...perfeito!!
       
      Na quinta de manhã precisava, infelizmente, ir embora. Serviram o café mais cedo por minha causa :'> :'> e 07:30 peguei o barco pra Paranaguá. A maré tava baixíssima essa hora, o barco entrou duas vezes num banco de areia. De encantadas ele vai pra Brasília e sai de lá 8 horas. Na volta passou um navio grandão perto e deixou um mini tsunami pra gente. Tinha uma tia doidona parecendo a Doris Giesse que gritava tacalhe pau, tacalhe pau!! o barco subia e descia, tombava e destombava, frio na barriga, coração na boca e rindo da tia!! um pequeno momento pra dar um pouquinho de emoção na volta hehehe.

      Cheguei em Paranaguá 09:45, dali você vai a pé mesmo pra rodoviária e peguei o onibus pra Curitiba 10:15, de onde você vai para o resto do Brasil e o mundo!!
       
      isso é o que temos para hoje. Ilha do Mel ficou marcada pra mim, adorei aquele lugar e pretendo indicar pra todos vocês e voltar lá um dia, levando mais gente pra conhecer aquela maravilha da natureza.
    • Por hoaken
      Saalve, galera, tudo bem??
       
      Gostaria de saber se vocês conhecem trilhas em Curitiba e Região Metropolitana, pra fazer trekkings novos sem ter que viajar....
      Eu só conheço as trilhas de Quatro Barras e Piraquara:
       
      Anhangava Pão de Loth Caminho do Itupava Morro do Canal Morro do Vigia Torre Amarela  
      Conhecem alguma outra?
       
      Desde já, agradeço aí, pessoal!


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