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mochila90lts

Qual fogareiro utilizar? MSR ou Convencional?

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Fala Trota belezinha,

 

Tô testando aqui em S.P. o fogareiro URANO da azteq e tô gostando bastante dele.....

Nesse caso é bom porque dá para cozinhar dentro da barraca (cozinha suspensa ou no avance da mesma).

Ele é de cartucho de rosca também...

Me tira uma dúvida, os cartuchos são fáceis de achar?

Vc levaria o MSR ou o URANO no caso de T.D.P. e El chalten ?

 

Abração

 

Mochila90lts

Emerson

 

 

 

 

Emrson, não seii se cheguei tarde, mas olha, estou usando recentemenet, um fogareiro a gas da asteq, aquele dos cartuchos de rosca. Usei ele em frio bastante frio mesmo, agora no outono patagonico e o fogareiro se mostrou muito guerreiro!!!!!! fervia agua rapidamente, etc....

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Acho bom pesar bem prós e contras. Apesar de toda propaganda, fogareiros à gaz são bastante populares entre alpinistas e expedições com certa logística. Fáceis de manusear, seguros e limpos.

 

Um de pressão multi-fuel são práticos e possuem vantagens óbvias, mas exigem certos cuidados e atenção. O meu, MSR XGK EX tinha certos problemas de ser acesso no Brasil, mas foi uma maravilha nos 3000m alpinos. Tá certo... estava usando combustível de loja, limpo e apropriado para tirar máxima vantagem do fogareiro. Levei 1lt, que durou toda semana, envolveu mais de 10 refeições e uma derretida de neve. Mal gastou 1/4 da garrafa...

 

Acho os multi-fuel mais adequados para o trekker de altitude independente e que queira passar vários dias numa trilha miniaturizando e maximizando a eficiência do seu equipo. Mas os de cartucho podem dar conta do recado sem problema na maioria das vezes.

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o grande problema com os fogareiros a cartucho de gás é o desconhecimento por parte dos usuários. funciona no frio? funciona, vide a foto abaixo:

 

SnowPeakIcedUpFAQ.jpg

 

o cartucho congelou em razão a expansão do gás.

 

o fato é que, ao contrário da gringaiada que estuda e pesa prós e contras de absolutamente qq equipo, e ainda lê as opiniões (reviews) alheias antes de comprar, o brasileiro compra sem saber como funciona e depois reclama do mau funcionamento, sem levar em conta o mau uso...

 

o gás pode ser muito melhor ou muito pior do que um fogareiro a combustível líquido. pode inclusive ser a única coisa que funcione, se vc estiver a mais de 6.000 ou 6.500 metros.

 

mas tb depende do gás que se utiliza: qual a composição.

 

aqui no brasil temos apenas um fornecedor, a náutika, cujos cartuchos tekgás têm um ótimo mix pra frio, e os tipo campgás, melhores pra calor. mas ninguém olha esse tipo de detalhe...

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Não é só desempenho no frio, ogum. No frio, vento, chuva e altitude (menos oxigênio). Um multi-fuel é desenhado para não perder desempenho em qualquer situação.

 

Mas concordo que os cartuchos tem desempenho bom para a maioria dos treks.

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hendrik, ponto por ponto.

 

- frio. realmente, a combustível líquido, é melhor. pq é só bombear e fazer funcionar no modo normal. abaixo de -40, talvez seja a única coisa que funcione, e mais ou menos... mas a cartucho vai bem, se o usuário souber usar, usando as trocentas técnicas que existem: blens maias adequados ao frio, com mais propano e usando isobutano em vez de butano, aquecendo cartucho, usando o cartucho de cabeça pra baixo (só em fogareiros remotos preparados pra isso) e etc.

 

- vento. basta proteger do vendo. inclusive, qualquer fogareiro é afetado pelo vento (não vale falar de jet boil, primus eta power e msr reactor, pq esles têm protetores contra o vento incorporados). como se compensa? gastando mais combustível. por isso, é burrice usar qualquer fogareiro sem proteção contra o vento. gastar mais combustível é carregar mais combustível. e proteger do vento não é difícil.

 

- altitude: reino dos cartuchos a gás. no combustível líquido, perde-se a cada metro acima um pouco de eficiência. até que eles páram de funcionar. o teu, por exemplo, é, pelo que eu saiba, o único a combustível líquido que consegue funcionar acima de 6.000m. mas pára em 6.500.

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Veremos no Aconcágua. Seu uso nos 3000m nos alpes, ao lado de linha de neve, em cima da neve, foi impecável. Também derreteu 500ml de neve menos de 5 minutos. Não esquentou essa água, mas a deixou bebível.

 

Sei que os cartuchos são práticos, mas não sei se são tão resistentes e econômicos como os liquido. Preciso pesquisar mais sobre o assunto.

 

Apenas que ficar dependendo de cartucho X para ter um bom desempenho parece imprático em viagens aéreas. Sem contar serem mais lentos.

 

Mas que maravilha de acender!

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hehehe, já que vc abordou os problemas... vamos a eles.

 

1. gás. não se pode carregar cartuchos por aí. fica-se à mercê do que existir no local.... embora os grandes polos de montanhistas já tenham seu fornceimento +/- regular. na europa se acha com facilidade, nos eua tb, aqui no brasil não é tão difícil achar nos grandes centros, pra quem vai pro aconcágua vc passará por pontos onde eles estâo à disposição. eventualmente é até mais fácil achar cartucho do que benzina. no himalaia há a indústria dos cartuchos reciclados tb. mas, (sempre tem um mas), fica-se à mercê do que se acha no local. que pode não ser o blend mais desejável... e não é a melhor coisa do mundo rpa ficar derrentendo neve.

 

2. combustível líquido. problemas: o peso, as restrições de uso (acender dentro da barraca nem pensar!), a maior quantidade de falhas e dificuldade maior pra acender e regular.... nisso perde feio pros fogareirinhos a gás, a coisa mais próxima do fogão doméstico q existe.... mas fail proof mesmo, 100 por cento, só espriteira à álcool. q não serve pra derreter neve, e só é vantjosa pra trekking solo de poucos dias ou com bons postos de abasteciemnto no caminho.

 

3. eventualmente, prum aconcágua, vc deva levar dois fogareiros. o seu msr e um fogarerinho a gás pras altitudes mais altas! e aí pode ser um baratinho. conforme os conselhos do gente de montanha, um básico e robusto. o que eles usam lá na ilustraçãod e como montar aquele suporte pra cozinhar na barraca é um primus yellowstone classic, de 25 dólares no mercado americano, e que tem um clone no brasil: o azteq innova. ou ficar tb de olho nos omnifuel da primus, que queimam gasolina, benzina e gás de cartuchos....

 

4. bom, eu continuo brincando com mnhas espiriteiras. quero chegar a 750 gramas de peso: espiriteira, panela, caneca, colher, pára-vento, cabo da panela, tampa e combustivel pra 5 dias. gastando no máximo 30 reais. tá faltando só cabo pra panela q não bolei. e cortar a folha de alumínio pro pára-vento. se bobear consigo ficar abaixo de 600 gramas....

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hehehe, já que vc abordou os problemas... vamos a eles.

 

1. gás. não se pode carregar cartuchos por aí. fica-se à mercê do que existir no local.... embora os grandes polos de montanhistas já tenham seu fornceimento +/- regular. na europa se acha com facilidade, nos eua tb, aqui no brasil não é tão difícil achar nos grandes centros, pra quem vai pro aconcágua vc passará por pontos onde eles estâo à disposição. eventualmente é até mais fácil achar cartucho do que benzina. no himalaia há a indústria dos cartuchos reciclados tb. mas, (sempre tem um mas), fica-se à mercê do que se acha no local. que pode não ser o blend mais desejável... e não é a melhor coisa do mundo rpa ficar derrentendo neve.

 

2. combustível líquido. problemas: o peso, as restrições de uso (acender dentro da barraca nem pensar!), a maior quantidade de falhas e dificuldade maior pra acender e regular.... nisso perde feio pros fogareirinhos a gás, a coisa mais próxima do fogão doméstico q existe.... mas fail proof mesmo, 100 por cento, só espriteira à álcool. q não serve pra derreter neve, e só é vantjosa pra trekking solo de poucos dias ou com bons postos de abasteciemnto no caminho.

 

3. eventualmente, prum aconcágua, vc deva levar dois fogareiros. o seu msr e um fogarerinho a gás pras altitudes mais altas! e aí pode ser um baratinho. conforme os conselhos do gente de montanha, um básico e robusto. o que eles usam lá na ilustraçãod e como montar aquele suporte pra cozinhar na barraca é um primus yellowstone classic, de 25 dólares no mercado americano, e que tem um clone no brasil: o azteq innova. ou ficar tb de olho nos omnifuel da primus, que queimam gasolina, benzina e gás de cartuchos....

 

4. bom, eu continuo brincando com mnhas espiriteiras. quero chegar a 750 gramas de peso: espiriteira, panela, caneca, colher, pára-vento, cabo da panela, tampa e combustivel pra 5 dias. gastando no máximo 30 reais. tá faltando só cabo pra panela q não bolei. e cortar a folha de alumínio pro pára-vento. se bobear consigo ficar abaixo de 600 gramas....

 

5. http://www.freewebs.com/jasonklass/mybackcountrykitchen.htm

dá uma lida. "emperamental" é um bom termo para fogareiros a combustível líquido.

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tô terminando meu aparador de vento feito de folha de alumínio. mais detalhes em espiriteiras.

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Falhas... sei não...

 

Concordo que o multi-fuel exige certos cuidados no manuseio, mas seu desempenho acho muito superior aos de cartucho. Claro, pode ser que isso não seja importante para o trekker.

 

O do meu amigo entupiu algumas vezes em nosso último trek. Por que? porque ele não limpava o bichinho fazia anos! mesmo assim bastou-lhe 2 minutos e estava cuspindo fogo forte de novo. O meu foi pro trek ainda melado da Chapada, quase 9 meses atrás. Nem piscou. E acendeu muito melhor que na Chapada. Um pouco de combustível e acendeu logo.

 

Forte, compacto e eficiente. Talvez sejam esses os pontos fortes do liquido. O preço ainda é salgado para a maioria da população, mas com a popularização da tecnologia, diversas marcas estão lançando modelos semelhantes, barateando a tecnologia.

 

Embora vento e chuva afetem qualquer fogareiro, os de pressão conseguem ser mais resistentes à esses obstáculos. Se no entanto cozinhar DENTRO da barraca será situação que irá enfrentar muito, talvez seja melhor um à gás mesmo.

 

Mas é bom lembrar que TODO fabricante de barraca adverte para NÃO cozinhar dentro da barraca. Seja com gás, seja com multi-fuel. Cozinhar dentro de barraca é simplesmente uma MÁ idéia e SEMPRE um risco, seja que tipo de fogareiro você use. É mais seguro cozinhar dentro com gás? é. É má idéia? é... se estão pensando no gás para poder cozinhar dentro de barraca, o melhor seria pensar em NÃO cozinhar dentro da barraca de todo.

 

O máximo que usei multi-fuel foi uns 5500m. Funcionou normal. Os 3200m dos Alpes foi sem problema algum, sem perda de desempenho ALGUM. Rango em 5 minutos, 500ml de água em 10. Com a aquisição de comida liofilizada do tipo que você joga a água dentro do saco, nem panela precisava lavar... no frio o fogareiro esfriava rápido. Ou seja, em menos de 30 minutos tinha rangado, feito água e arrumado a "cozinha".

 

O tipo de combustível que você usa certamente afeta o desempenho, tal como nos cartuchos. E tal como nos cartuchos, combustíveis mais limpos e mais eficientes são mais difíceis de achar. Mas não dá para comparar o desempenho dos dois, mesmo usando combustível ruim e sujo.

 

O multi-fuel é bem seguro quanto à falhas e vazamentos. A única rosca que tem é na garrafa. Qualquer falha nela, nada que um kit de reparo não resolva. Mas já vi gente ficar sem fogo porque o gás tava vazando da rosca no cartucho. Na realidade o ponto mais fraco dos MSR são as bombas, que são de plástico. Mas outras marcas possuem bombas em metal, tipo titanium. Aquilo não quebra fácil não.

 

Ainda sou da opinião que cada um veja bem para o que quer fogareiro. Para tudo? multi. Para quase tudo? gás.

 

Se quer fazer algo longo e independente, acho multi mais adequado. Se de poucos dias, gás.

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