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Trekking Pico Humboldt - Circuito La Travessia - Mérida - Venezuela. Guia de Informações


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[info]Tópico informativo sobre Trilha ao Pico Humboldt baseado em informações colhidas no guia Lonely Planet Venezuela, bem como em anotações pessoais de viagem. Aberto para perguntas e respostas.[/info]

 

[t3]Localização[/t3]

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Sediada na Sierra Nevada, dentro do Parque Nacional de Sierra Nevada, no estado de Mérida, Venezuela. O parque possui 276.446ha divididos entre os estados de Mérida e Barinas, tendo como cidade base para início a trilha a cidade(capital) de Mérida, distante 670km de Caracas.

Mérida é uma cidade de um clima ameno( 18-24 graus C) estando a 1600ms de altitude. Situa-se na parte central da cordilheira andina venezuelana, em ampla encosta do vale médio do rio Chama, entre a Sierra Nevada de Mérida a sudeste e a Sierra La Culata a noroeste. O centro histórico da cidade situa-se na meseta de origem aluvial chamada Tatuy, estendendo-se pelas encostas da Sierra Nevada. Conta com uma boa estrutura de apoio turístico, rede hospedeira para todos os gostos e bolsos. É considerada a "Suiça venezuelana'' e a capital dos esportes radicais do país, pois há dezenas de outras trilhas, atividades como hafting, paraglider, off road, cavalgadas e outros.

A trilha faz parte do circuito conhecido como La Travessia. O trajeto completo se Inicia em La Mucuy Alta, passando pelo Pico Humbold e Pico Bolívar, e retorna para Mérida acompanhando parte do mesmo percurso do teleférico.

 

[t3]Como Chegar[/t3]

 

Partindo de Caracas há opções por vias terrestre e aérea.

Por ônibus, as principais empresas são:

Expresso Mérida

Expresso TáchiraMérida

Expresso Occidientes.

Preços: Em média 105,00 BFs*

Horários: Geralmente 5:00 AM e 19:00 *

 

Por avião:

Conviassa

Laser

Preços: 500,00 a 750,00 Bsf.*

Horários, 6:00AM e 17:00*

 

*Obs: Horários e preços podem variar muito em toda a Venezuela, e isso é algo bastante comum no país.

Obs: Em alta estação, tente comprar as passagem com bastante antecedência.

Obs: Há pouco tempo o aeroporto de Merida foi desativado, os vôos foram realocados para uma cidade vizinha chamada El Vigia, distante apenas 1:00 hora de Mérida. De El Vigia saem carros de linha e ônibus diariamente e com vários horários ao dia, quase que de hora em hora.

 

[t3]Onde Ficar[/t3]

Em Mérida o melhor lugar para se ficar é no Parque Las Heroínas, tendo bastante hostels e posadas na Calle 24, com preços que variam de 30,00 a 200,00 BFs.

Dica: Posada(hostel) da Paty, localizada no final da Calle 24. Preço: 30,00 BFs

 

[t3]Melhor Época e Clima[/t3]

O ano todo. Apesar de estar no hemisfério norte e em terreno de altitude, o clima sofre influências equatoriais. Portanto, dezembro a abril costuma chover, mas a temperatura é mais elevada. Maio a julho é uma época de baixas temperaturas, ''inverno venezuelano'', contudo com menor pluviosidade.

As temperaturas costumam variar de 20 a 10 graus C durante o dia, podendo chegar a 0 durante a noite, isso nas estações mais quentes. No inverno e nos locais mais elevados da trilha pode apresentar de 12 a 5 graus C durante o dia, até -10 durante a noite, portanto, em ambos os casos, é necessário estar bem agasalhado para estas condições.

Quanto aos ventos, estes só são mais severos nas áreas mais elevadas e expostas da trilha, tendo um caráter menos agressivo quando comparado com os famigerados ventos patagônicos. Foi possível registrar variações em torno de 20 a 60km/h.

 

[t3]Geografia[/t3]

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Estamos falando de terrenos de altitude e acidentes geográficos imponentes. Afinal, é onde os Andes começam. A trilha é puro desnível, iniciando a 2.300 metros e atingindo 4.942mts (Cume do Humboldt) , ou seja, vale frisar o temido mal de altitude. Interessante citar que o percurso é uma aula de biomas, tendo como início uma curiosa vegetação típica de florestas tropicais, passando por florestas de altittudes e suas cuneiformes, bem como as vegetações rasteiras adaptadas a baixos índices de oxigênio.

Vale salientar que a trilha se dispõe em seus dois terços iniciais através de um vale da Serra Nevada. Vale este entalhado pelo rio Coromoto e sua Lagoa de mesmo nome. É possível ainda observar belas lagoas de altitude com a Laguna Verde e Laguna El Suero. A região toda apresenta várias nascentes, tornando o quesito água bem favorável.

 

[t3]Preparativos para Trilha[/t3]

Compre seus mantimentos em Mérida; a cidade possui ótimos preços comparando com o resto da Venezuela. Há possibilidade de aluguel de equipamentos como saco de dormir, crampons, barraca, isolante, baudrier, etc.

A trilha pode ser feita sem guias ou guiada. No Parque Las Heroínas possuem muitas agências disponibilizando serviços.

IMPORTANTE: Caso use fogareiro a gás, compre seu botijão (bombona) em Caracas. Pois em Mérida só se encontrará botijões COLEMAN SEM ROSCA, aqueles de encaixe (este é o sistema padrão adotado pelos Venezuelanos). Outra saída é usar um adaptador para tais botijões, contudo inexistentes na Venezuela!

Dica: Você pode locar e comprar alguns equipos na loja 5007 (em breve tentarei disponibilizar o endereço).

 

 

[t3]Iniciando a Trilha[/t3]

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Partindo de Mérida pode-se pegar um ônibus( 2,50 BFs) ou táxi( 50,00 BFs)B para o lugarejo Tabay ( município de Mérida), descendo na Plaza Central. A partir daí é necessário baldear para um carro de linha, do tipo rural ou toytoa (10,00BFs), que o levará até Mucuy Alta, onde se localiza a sede do Guardaparques, entrada do Parque Oficial de Sierra Nevada. Peça para o motorista lhe deixar no escritório do Inparques e não da portaria de entrada.

Na verdade, a entrada do Parque disponibiliza uma bela área de camping muito bem estruturada, com área de alimentação, banheiros, e até restaurantes. Caso esteja muito tarde para começar a trilha é recomendando acampar e iniciar somente no outro dia bem cedo.

No escritório do Guardaparques se paga uma taxa de 10,00 BFs por dia de permanência e por pessoa. Há cartas topográficas disponíveis para venda, em caso de necessidade.

Continuando pela estrada asfaltada do parque, subindo ao seu ponto mais elevado, encontra-se o local onde a trilha propriamente dita se inicia, tendo uma placa informativa sobre as distâncias e pontos de acampamento.

 

[t3]A trilha ao Pico Humboldt[/t3]

 

Na verdade a trilha ao Pico Humboldt é uma variação menor da trilha oficial do parque, chamada La travessia (La Travessia tem como pontos de passagem o Pico Humboldt e o famoso Pico Bolívar ( o mais alto da Venezuela com seus contraditórios 5007 metros), e regressando rumo a Mérida, terminando justamente no Parque Las Heroínas (65 km de percurso feitos aproximadamente em 7 ou 8 dias).

O percurso até o Humboldt possui aproximadamente 20-25km, feitos em 4 ou 5 dias dependendo das condições climáticas. Na estação chuvosa é possível nevar em seu cume. Outra curiosidade é que ao redor do cume se encontra o único Glaciar da Venezuela, o pequeno mas belo glaciar Hulboldt.

 

Dividida em 3 partes, é possível fazer uma progressão favorável à aclimatação da altitude. Partindo-se do Parque ( 2.100 mts), a trilha tem como objetivo alcançar a primeira lagoa de alitude, a Laguna Coromoto. Segue-se em zigue-zague por dentro de uma vegetação densa, com árvores altas que lembram muito um bioma de florestas tropical, ou mata atlântica.

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Aqui há muitas árvores caídas e raízes expostas por um solo erodido tornando este trecho um tanto lento e pesaroso quando somado ao grau de inclinação da trilha.

Bem marcada, a trilha é de uma ascensão lenta e puxada, tendo várias nascentes e córregos. Um ponto bom para se colher água e fazer um pequeno lanche é a quebrada El Oso.

Obs: Aqui há uma árvore caída atravessando as duas margens da pequena queda d'água. Nem pense em dar uma de equilibrista em cima deste tronco.

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Após 6-8 horas para se vencer aproximadamente 8,0km, atinge-se a Laguna Coromoto, com seus 3.200metros de altitude.

 

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Neste ponto, contorne a lagoa pela margem direita (verdadeira) ( *esquerda para que está subindo), indo em direção a sua porção sudoeste, aqui a trilha se bifurca descendo rumo a beira da lagoa. Neste local encontra-se um ótimo lugar para montar acampamento, chamado La Isla, por ser realmente uma pequena ilha circundada de um lado pela lagoa e pelo outro por um pequeno córrego que ali desagua.

 

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[t3]Segunda Parte, Laguna Verde[/t3]

Recomenda-se iniciar bem cedo, pois apesar de curto (4,0km) este será um trecho bem árduo, levando cerca de 6-7 horas de caminhada. Retorne à trilha principal, no ponto onde ela se bifurcou mais acima. Seguindo uma rota bem intuitiva, pela vertente direita ( verdadeira) do vale sentido sudeste. Após alguns minutos de caminhada e se o tempo permitir, já é possível observar o Pico do Humboldt e seu glaciar.

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Mais adiante a trilha começa a tomar um sentido mais para o sul, passando por uma pequena ponte encravada numa vertente rochosa.

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Seguindo, a trilha ruma em direção a umas morenas apresentando alguns trechos mais técnicos com alguns paredes de 5,0 metros um tanto expostas, mas com bons pontos de apoio e agarras.

Ao atingir as morenas, o terreno muda bruscamente, passando por um trecho bem rochoso com muitas pedras soltas. Aqui a trilha desaparece, mas uns totens e marcas esbranquiçadas de desgaste sobre as rochas indicam muito bem o caminho a seguir. Atenção neste trecho, pois algumas rochas podem estar em falso, ou soltas.

 

A trilha volta a aparecer bem marcada se estendo por algumas horas por um terreno arenoso com vegetação rasteiras. Vários pontos de águas estão sempre presentes no caminho.

Seguindo agora sentido sul, a trilha passará por outras morenas. Recomenda-se cautela neste ponto, pois as morenas são compostas por rocha granítica, de relevo sinuoso, e se o tempo estiver úmido, tais rochas poderão estar bem escorregadias. Aqui requer atenção, pois a trilha fica tênue pelas morenas, seguindo boa parte por linhas d`água, ou entalhes na rocha.

 

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Um pouco mais adiante, chega-se a um ponto de acampamento, alguns metros antes da Lagoa. O local é um tanto exposto aos ventos, recomendando continuar a trilha, indo agora rumo sudoeste, passando por um trecho um pouco arriscado, através de escarpas bem talhadas que se precipitam vertiginosamente na Laguna Verde.

Transposto este obstáculo, observará uma campina bem ampla, com pouca vegetação onde se encontra o Campamento Base Laguna Verde (4.000mts) para ataque ao Pico Hulbolddt.

 

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Infelizmente o local está num corredor de ventos, formados pelas encostas do Pico Humboldt e por costelas da Sierra Nevada. Contudo, há um bom ponto para acampar localizado do outro lado desta campina , próximo a um pequeno bosque, tendo como ponto de referência um vistoso boulder. O local em si é cercado de boulders e rochas, tornando-o bem abrigado do vento.

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Nas intermediações do campamento base, há outro fato bem curioso: a presença esporádica de bois. Sim, bois, às vezes dezenas deles podem aparecer de surpresa, vindos do Povoado Los Nevados, que é um povoado situado a nordeste cerca de uns 35 km, no alto da Sierra Nevada. Acredita-se que são bovinos desgarrados de algum curral, mas enfim, são até mansos, mas o cuidado aqui é mais com as barracas, pois algum boizinho deste pode pensar que sua barraca é pasto, ou simplesmente não ir com a cara dela e derrubá-la. Na imagem abaixo note o pequeno bosque e o bouldier indicando um local menos exposto para acampar.

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Obs: No Campamento Base, bem no meio da campina, o pessoal do Inparques escavou uma fossa séptica, portanto, um bom lugar para necessidades fisiológicas.

 

[t3]Terceira Parte, Ataque ao Humboldt[/t3]

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O Pico Humboldt é considerado uma montanha fácil, porém alguns cuidados técnicos devem ser respeitados. Da porção sudoeste da campina, a trilha segue por meio a alguns alagadiços, tomando mesmo sentido, indo em direção a umas escarpas que formam a vertente noroeste do Humbold. Aqui há duas opções de trilha: subir por estas escarpas rochosas, indo em direção a pico do Hulboldt, ou continuar mais adiante, aproximadamente 3 km, até a lagoa El Suero e daí atacar o humboldt por sua porção mais oeste. Esta segunda apesar de ser a mais mencionada em guias de viagem não é a mais recomendada, pois é mais íngrime, e formada por morenas graníticas, e para piorar, fica exatamente num ponto onde o degelo do Glaciar Humboldt escorre suas águas, portanto, nem é necessário imaginar o risco de queda devido a pouca aderência da rocha. Melhor ficar com a primeira opção mesmo.

 

O ponto mais indicado para ataque ao Humboldt é na primeira vertente, visível até mesmo do Campamento Base. Até o pico é aproximadamente 3 km. Aqui a trilha, bem tênue mas intuitiva pois tem o pico visivelmente como ponto de referência. Subindo através de umas escarpas rochosas bem entalhadas, com alguns trechos técnicos, mas fáceis, de paredões agudos, alguns com 3,0 metros.

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A escarpa termina onde o glaciar começa. Aqui pode-se ter a liberdade de escolher por onde atacar o cume. O Glaciar na maior parte do ano é de gelo branco, e neve, de pouca inclinação, é possível transpô-lo sem equipos para gelo, como crampons ou piolet. Contudo, para os mais aventureiros, algumas vertentes do glaciar chegam a 60 graus de inclinação , sendo necessário o uso de equipos indicados, propiciando de uma forma ou de outra, uma ascensão bastante fácil e pouco técnica.

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O ataque é mais facilmente feito no sentido nordeste, iniciando no ponto mais sudoeste do glaciar, local e sentindo onde o gelo possui pouca inclinação, coisa de 15 a 40 graus. Após apenas 100 metros, o glaciar termina, voltando-se a caminhar sobre rocha, e atingindo o pico por sua face leste, este ultimo trecho é pouco técnico, mas cuidado nem sempre é demais.

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Se o tempo estiver bom, pode-se permanecer até algumas horas no pico, apreciando a paisagem dos vizinhos Espejo e o famigerado Bolívar. Porém, dependendo da estação, as coisas podem não ser tão fáceis devido a boa incidência de ventos e até neve. Caso estiver chovendo na base do humboldt, e dependendo da estação, é provável se pegar neve lá em cima.

Retornando do Humboldt se tem duas opções: Regressar para a Laguna Coromoto, ou passar mais uma noite na Laguna Verde, descansando, tendo como objetivo final a entrada do Parque.

 

[t3]Dicas[/t3]

Tente sair da portaria do parque o mais cedo possível, para se chegar a Laguna Coromoto em boa hora. Caso saia muito tarde, há poquíssimas opções de acampar pelo caminho, umas 3 ao todo, antes da Laguna Coromoto, pois o terreno é bastante íngrime e a trilha segue por um vale da Sierra Nevada o que limita bastante as opções de acampamento devido ao terreno acidentado.

 

No Inparques os guardas perguntam sempre o seu trajeto/objetivo, e se por acaso informar que vai subir o pico Hulboldt eles revistarão sua mochila para saber se você está com os devidos equipamentos ( baudrier, corda, crampos, capacete, piolet mosquetão) podendo tentar o ''impedir'' de fazer a ascensão. Como é bastante possível subir ao pico sem material técnico( mas com boa experência em trekking e ''escalaminhada'') você pode informar que vai apenas visitar as lagunas.

 

A trilha é bastante puxada, indicada para pessoas com bom preparo físico e com pelo menos média experiência em trekking.

 

É possível, se você for numa época de baixa estação, observar intensa atividade de animais silvestres como pica-paus, lebres, e até porcos selvagens.

 

Apesar de bem marcada, a trilha se encontra em alguns trechos deteriorada devido a pluviosidade equatorial. E embora o parque seja até organizado, as pessoas que o frequentam geralmente não o são, sendo possível ver lixo pela trilha outras porcarias que costumamos ver em nossas trilhas aqui do Brasil.

 

Para os que optaram fazer a La Travessia completa, é só seguir a partir da laguna El Suero, rumo Leste. Mais a frente, será possível observar os cabos e postes do teleférico de Mérida( o maior do mundo, mas encontra-se desativado, previsto iniciar atividades em 2013.). Então, o resto fica fácil, pois os cabos do teleférico informarão o caminho. O percurso completo desde a entrada do Parque tem aproximamente 45km sendo feito em 6-7dias.

 

A partir da base do Pico Espejo, ou mesmo Bolívar o sinal de civilização fica visível, com a presença das estações do teleférico, ou mesmo alguns abrigos. Daqui é possível descer a encosta da Sierra Nevada, retornando a Mérida, ou seguir uma outra opcão de trilha, em direção ao povoado Los Nevados, que é bastante indicado por qualquer agência ou guia de viagens.

 

Na Laguna Verde, cuidado com os bois que costuma aparecer, são mansos, não atacam ninguém, mas podem destruir sua barraca.

 

[creditos]Lonely Planet - Venezuela

google.com

geosocks.com

Dados Próprios[/creditos]

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  • 6 meses depois...
  • Membros de Honra

em Mérida, na praça las Heroinas, há muitas agências que fazem o trajeto. Dá para fazer solo tranquilo, caso você tenha alguma experiência em trekking. Geralmente, o roteiro é:

Primeiro dia, entrada do Parque - Laguana Coromoto

Segundo Dia - Laguna Coromoto- Laguna Verde

Terceiro Dia - Laguna Verde - Pico Humboldt

Quarto dia - Laguna Verde - Laguna Coromoto

Quinto Dia Laguna Coromoto - Entrada do Parque.

 

Contudo, se você estiver é ÓTIMA FORMA FÍSICA, e levando pouco peso, é possível descer do pico e ir direto para a entrada do parque. Mas para isso tem-se que fazer o ataque ao pico de madrugada, coisa das 3:30, 4:00 a manhã, ficar apenas uns 45 min lá em cima, e descer ''voado'' e pegar a trilha de volta. É muito cansativo,mas possível

 

Eu recomendo 6 ou 7 dias mesmo. Pois você terá tempo para descansar, apreciar as lagoas, e se aclimatar bem. Lembre-se que a primeira lagoa já está a 3.000 metros, a segunda a 4.000... ou seja, pode-se ter mal de altitude.

 

A trilha é puxada só do ponto de vista físico, pois é puro desnível! No mais, é fácil, do ponto de vista técnico.

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  • 2 meses depois...
  • Membros

Ram_alen,

 

Estou pensando em ir a Merida no meio do ano. Gostaria muito de fazer o ataque ao Humbolt mas acho que não terei tempo. Você teria alguma outra indicação de passeios mais curtos na região? Pretendo passar uns 3/4 dias em Merida, e 1 provavelmente vai ser gasto com o passeio do teleférico (se estiver funcionando, porque parece que não está..).

 

Valeu, abraço.

 

Pedro Ivo

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  • 3 anos depois...
  • 4 anos depois...
  • Membros

Sou venezuelano, de Mérida. Fiz essa trilha até o Humboldt sem experiência, com mais 3 amigos. Foi uma aventura muito bacana. Não foi muito difícil, mas sempre é bom levar o equipamento certo e ir com cuidado.

Se vão em grupo não recomendo a ninguém se adiantar muito sozinho. Um colega fez isso no segundo dia e chegou até as morrenas, sentou para nos aguardar e pegou chuva com vento frio, mesmo com impermeável passou mal e não conseguiu continuar até o Humboldt, teve de ficar no campamento base na Laguna Verde.

Achei a descrição bastante próxima do que eu vi en novembro de 2012. Eu só não vi lixo nenhum no percurso. No campamento da Laguna La Coromoto é possível (com sorte) achar comida que outros colegas deixam para liberar peso, especialmente na descida.

Vale muito a pena ir, pretendo voltar algum dia! 

Parabéns pelo post.

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