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Venezuela - Litoral - Relato de Viagem - Março 2011


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Depois do Monte Roraima e do Salto Angel, que nos tomaram 10 dias de caminhada, era chegada a hora de, literalmente, descansar. Seguindo indicações do Willian e do casal de argentinos seguimos de P. Ordaz para Cumaná, com destino a Isla Margarita. Tinha pesquisado sobre a Ilha e não me interessei, mas as indicações e informações de preços baixos (por ser um Porto Livre) nos animaram um pouco. Os links para os relatos do Monte Roraima e do Salto Angel estão no final do relato.

Assim que descemos no aeroporto de P. Ordaz pegamos um taxi até a rodoviária (BsF 30,00). Chegando lá procuramos ônibus até Cumaná. Optamos pela viação Caribe que saía mais cedo. Mesmo assim ficamos das 16h00 até as 21h00. A sorte é que era uma sexta-feira e muita gente estava viajando devido a semana santa, senão teria sido sinistro ficar lá. O ônibus saiu e o ar condicionado, como de costume, tava gelando o osso.

Lá pelas 04h00 da madruga, na rodoviária da cidade de El Tigre o ônibus enguiçou. Uma galera de palpiteiros desceu pra dizer o que estava errado (igual no Brasil) e depois de quase 1 hora o busão voltou a andar. Chegamos em Puerto La Cruz e o motorista falou que não dava mais pra continuar com aquele ônibus. Chamaram outro carro, a galera se revoltou. Comecei a me informar se da rodoviária que estávamos daria para chegar ao Ferry. Como era possível, aguardamos na rodoviária até as 07h00 e pegamos um taxi (BsF 25,00) até o terminal portuário de P. La Cruz. Tem que pechinchar com os caras, eles sempre botam um preço bem maior. O taxi começou em 45 mas terminou em 25. Apesar dos taxistas dizerem que o ferry saía às 08h00, tivemos que esperar até às 10:00 no terminal, porém era um lugar mais agradável, seguro, com TV, etc.

 

Isla Margarita

 

Pegamos o Ferry Express da Conferry. Morremos com BsF 176,00 mais BsF 22,00 de taxa de embarque (para os dois). O ferry é bem legal. Dentro parece um cassino antigo, com mesas e poltronas. Nos falaram que a viagem era de 1 hora e meia, mas na verdade são quase 4 horas. Tem uma cafeteria e um restaurante. Chegando em “Punta de Piedras” os taxistas te atacam oferecendo seus serviços. Novamente cuidado com os preços. Fechamos um taxi por BsF 100,00 até “El Tirano”, bairro onde os argentinos disseram ter pousadas baratas e próximo a praia Él Água, uma das mais bonitas da ilha.

 

Ficamos na pousada Tricolor Caribeño. Próxima ao mercado Del Campo e a vários “bodegóns” (ou botecos). Parece que os proprietários não esperavam receber hóspedes. Saíram correndo pra arrumar um quarto. Acertamos por BsF 120,00 o dia. Pousada simples mas confortável, com frigobar, TV a cabo e AC. Levamos roupas pra lavar (BsF 30,00), compramos umas porcarias pra comer no mercado (BsF 63,22) e mandamos notícias ao Brasil via e-mail (BsF 6,00 a hora). O bom é que era tudo perto da pousada e, como ainda sentíamos os efeitos do Roraima e Salto Angel, isso foi muito importante. Descansamos o resto do dia.

 

O Jeep Safari

No dia seguinte, já recuperados, fomos caminhando até a praia El Água (pouco mais de 1 hora), para conhecer a tão falada praia e para procurar o Jeep Safari, passeio recomendado pelas nossas fontes. A praia não é nada demais, bem palha perto das praias brasileiras. Lá contratamos o Jeep Safari (não lembro o nome da agência) e, como tinha bebidas e almoço incluso (BsF 250,00 por cabeça - negociado) fomos dali mesmo, junto com um casal da frança e um da argentina. Ah, nesse pacote o refri, água e cerveja eram livres durante o passeio. Antes tomamos um suco de goiaba (BsF 6,00)que era alucinante. Se avistarem uma barraquinha de “jugo de guayaba” não pensem duas vezes, comprem logo. É muito bom mesmo, feito com a fruta inteira e pouca água.

 

O tour começou pela Catedral N. S. Assunción (segundo o guia é a segunda igreja católica construída na América), Castillo Santa Rosa (fortaleza que protegia a cidade), Igreja N. S. Del Valle, Praia La Restinga, Praia de Mulas e Punta Arenas, onde paramos para almoçar. Essa é considerada a praia mais bonita da ilha, mas pra nós não tinha nada de mais. Não era feia, mas também não era linda. No restaurante tem uma arara azul que fica no teu braço e também tem um macaquinho coitado amarrado pelo rabo. Se fosse no Brasil o cara já tinha sido preso. Depois de passar um tempo ali, tomando banho, seguimos em direção ao Museu Marinho (onde se pode tocar em estrelas, pepinos-do-mar e ouriços) onde a maior curiosidade é um feto de tubarão com duas cabeças. Depois seguimos para ver o por-do-sol de dois mirantes. Primeiro na praia de Puerto Cruz (próximo ao hotel 5 estrelas) e depois no mais bonito em uma praia que não lembro o nome. Pegamos um final de tarde alucinante. Na volta ainda passamos por outros bairros ou povoados, mas não prestei muita atenção.

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110528002056.JPG 500 375 Legenda da Foto]Playa de Mulas[/picturethis]

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110528002227.JPG 500 375 Legenda da Foto]Arara no restaurante em Punta Arenas[/picturethis]

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110528002425.JPG 500 375 Legenda da Foto]Pôr-do-sol em Margarita[/picturethis]

 

Compras

Esse dia tiramos para conhecer os preços baixos de Margarita. Pegamos um busão (BsF 4,00 por cada) até a Praça Bolívar em Porlamar e de lá caminhamos até a 4 de Mayo. Entramos em uma loja chamada Rattan e torramos quase BsF 270,00 em bebidas e doces. Só porcaria. O duro é resistir a uma garrafa de Amarula por BsF 90,00 (R$ 20,00). A mochila já ficou pesada. Rodamos mais um pouco e pegamos um ônibus até o Shopping Sambil (BsF 2,50 cada), o suprassumo do consumismo em Margarita. A intenção era comprar artigos de camping mas não achamos nada. Muito fraco nesse ponto. A única coisa legal que comprei foi uma camisa da seleção venezuelana (BsF 263,00). Os caras não curtem futebol por lá. Quando pedi uma camisa da seleção o cara me veio com uma de beisebol!!! Rodamos pelo shopping com aquela sensação de “que merda viemos fazer aqui?”. Mas já que estávamos lá, já tínhamos perdido o dia, agora era relaxar. Pra quem curte o turismo de consumo, se levar uns R$ 2.000,00 pode comprar o shopping inteiro. Voltamos para a pousada (BsF 13,00 para os dois) com os mesmos ônibus da ida.

 

Curiosidade: Os ônibus lá são interessantes. Cada um deixa seu ônibus como quer. Pinta, grafita, música, cada um é diferente dos outros. Uns estão caindo aos pedaços e outros são novos. Outra coisa que reparei é que o motorista não segue uma linha fixa. Ele grita pros passageiros se alguém vai querer descer em tal lugar, se ninguém responde, ele pega outro caminho. Muito massa.

 

Como a ilha não nos agradou, nem pelas belezas naturais nem por questões materiais, resolvemos seguir caminho no dia seguinte. O destino seria o Parque Nacional Mochima.

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Parque Nacional Mochima

 

Pesquisei no site da Gran Cacique que o seu ferry era mais barato, mais rápido e saía mais cedo que o da Conferry, além de desembarcar em Cumaná, ponto mais próximo do Parque Mochima que P. La Cruz. Pegamos cedo um taxi (BsF 120,00) e fomos até o terminal da Gran Cacique. A surpresa foi que ao chegar lá e pedir o Ferry das 10h00 a atendente falou que não tinha, que só sairia às 15h00. Informei que vi no site e ela disse: “Deve estar desatualizado”. Já bem calmo que estava falei :”e esse baita cartaz do teu lado mostrando saída às 10h00 todos os dias?” Também está desatualizado disse ela com a maior naturalidade. Nem deu bola pra situação.

 

Fui até o terminal da Conferry e tinha horário às 12h00 (BsF 188,00). Preferimos pegar esse pois mesmo sendo um pouco mais caro e mais lento saía mais cedo. Chegamos em p. La Cruz às 15h30 e acertamos um taxi (BsF 250,00)até a cidade de Santa Fé, no Parque Nacional Mochima. Era um daqueles carros bem antigos, grandes, motor 10 cilindros (segundo o motorista). Um tesão de carro, confortável, silencioso.

 

Dica: existem ônibus que vão até Santa Fé por BsF 7,00 saindo da rodoviária de P. La Cruz.

 

Ao chegar em Santa Fé, sair da estrada e entrar rumo à praia cidade deu uma certa preocupação. Era uma favela (perigosa segundo o taxista) e o carro só ia até uma certa altura. Depois era só a pé.Apesar da apreensão, após alguns metros a paisagem mudou completamente. Saiu a visão de perigo e apareceu a visão de paraíso. Uma praia de areias douradas, águas calmas e verdes, muito bonito. Andamos alguns passos, passamos por duas pousadas quando um senhor nos chamou para conhecer sua pousada e gostamos. Fechamos por BsF 150,00 a diária na Posada La Sierra (a mais antiga do lugar). O casal de proprietários são muito gente boa, bem velhinhos já. Nos acomdamos e curtimos o fim do dia na praia. Nos informamos sobre os passeios na pousada e combinamos com o barqueiro para o dia seguinte.

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110528002842.JPG 500 375 Legenda da Foto]Entardecer em Mochima[/picturethis]

Às 10h00 da matina embarcamos para o passeio (Bsf 60,00 por cabeça). Os atrativos começaram pela baía dos golfinhos, onde passamos ao lado de vários deles por uns 10 minutos. Depois disso seguimos para a Ilha de Caracas, uma ilha deserta onde ficamos umas 4 horas. Para finalizar passamos pelo “Los Corales”, uma pequena região com corais rasos, bom para snorkel, porém os corais estavam mortos ou são os únicos do mundo com somente uma cor e sem peixes. Na volta novamente passamos pelos golfinhos. Passeio bacana, vale para conhecer o local.

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110528003054.JPG 500 375 Legenda da Foto]Os golfinhos no passeio até a Ilha Caracas[/picturethis]

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110528003324.JPG 500 375 Legenda da Foto]Isla Caracas[/picturethis]

Ao final do dia encontramos um casal Brasil-Espanha que tínhamos conhecido em Canaima. Conversamos e decidimos ir com eles no dia seguinte rumo à Morrocoy. Troquei um pouco de dinheiro n restaurante e fechamos a conta na pousada.

 

Dica: Não deixe pra trocar dinheiro em cidades pequenas. O câmbio não tem a mesma saída que tem em cidades maiores ou de fronteiras. Consegui com muito custo trocar U$ 1,00 por BsF 6,00. Troquei apenas o necessário.

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O Parque Nacional Morrocoy

 

Ganhamos uma carona do dono da pousada até a rodoviária de Santa Fé e pegamos um ônibus até P. La Cruz (BsF 7,00 por cabeça). Chegando na Rodoviária pegamos um outr ônibus até Caracas (BsF 70,00 + 1,50 por pessoa). Essa viagem leva umas 3 horas (levou um puco mais pois nosso ar condicionado quebrou e a galera se revoltou). Chegamos em Caracas lé pelas 14h00 no terminal Oriente e tivemos que pegar um taxi até outro terminal (Bandeira) pois de onde chegamos não sai nenhum ônibus para o lado Oeste. Rachamos o taxi com nossos amigos (BsF 50,00 por casal). No terminal Bandeira pegamos um ônibus até Valência (BsF 56,00) e de Valência outro ônibus até Tucacas (BsF 60,00). Em Tucacas, o ônibus para na baira da rodovia. Pegamos um taxi (BsF 20,00) até a pousada indicada no Lonely Planet de nossos amigos, porém era muito cara. A outra opção era a pousada El Ancla, também indicada no guia. Muito boa a pousada. Fechamos um mínimo de 4 dias por BsF 150,00/dia. Pousada simples, com frigobar e tv. Os banheiros são fora do quarto. Tem uma cozinha com microondas e fogão para quem quer preparar suas refeições.

 

Dica: A pousda El Ancla foi legal pois, além de muito simpáticos, os proprietários pasavam todas as dicas, ao contrário da maioria dos locais em que ficamos, onde as pessoas “nunca sabiam”.

 

No dia seguinte, já fomos caminhando até o Parque Mororcoy, na praia de Punta Brava, onde se pode chegar a pé. Ali já se vê um mar com tonalidade azul, porém a grande quantidade de sujeira e farofada (a tigrada pega pesado ali) estragem o ambiente. Curtimos o dia ali. No final da tarde passeamos um pouco pelo centrinho de Tucacas.

 

No dia seguinte, já com a companhia do Serje (um canadense que mora na pousada) fomos até o Cayo Sombrero. Pegamos um passeio (BsF 80,00 cada) que começou pela Isla de Pajaros (berçário e refúgio de aves), passou por Las Piscinas (piscinas naturais rasas e transparentes) e terminou no Cayo Sombrero. Os cayos (ilhas) são incríveis. A tonalidade do azul das águas deixa qualquer um boquiaberto. Uma pena que a sujeira seja uma marca presente nas areias de todos os cayos. Os venezuelanos e turistas jogam tudo na areia (tampas de garrafas, plástico, papel, comida, etc).

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110528005917.JPG 500 375 Legenda da Foto]Las Piscinas[/picturethis]

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110528010240.JPG 500 375 Legenda da Foto]Cayo Sombrero[/picturethis]

Apesar do mar maravilhoso vi muito pouca vida nas águas. Os peixes se resumiam a cardumes de pequenas sardinhas, os corais todos brancos. Isso nas praias, não mrgulhei em locais mais afastados. Mesmos assim o lugar é fascinante. Era sábado e o cayo estava com bastante gente.

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110528010830.JPG 500 375 Legenda da Foto]Eita água mais ou menos![/picturethis]

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No dia seguinte fomos a Playuela e Playuelita (BsF 100,00 para os dois). Também muito bonito o lugar. Como era domingo tinha bastante gente. As duas praias ficam no mesmo cayo.

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110528011542.JPG 500 375 Legenda da Foto]Playuela[/picturethis]

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110528011821.JPG 500 375 Legenda da Foto]Playuelita[/picturethis]

Cambiamos mais alguns dólares com os turcos. A maioria (se não todas) as lojinhas da avenida principal em Tucacas são de turcos. É difícil negociar com os caras, mas com muito esforço consegui 8,1 bolívares por cada dólar.

 

Na segunda-feira voltamso para o cayo sombrero (BsF 75,00 cada) com o intuito de aproveitar aquele lugar fantástico com poucas pessaos. Fomos os primeiros a chegar, emprestamos as redes do Serge, e ficamos um bom tempo sozinhos na ilha. Depois chegaram mais algumas pessoas, mas bem poucas.

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110528013048.JPG 500 375 Legenda da Foto]Cayo Sombrero só para nós dois[/picturethis]

Dica: nesses passeios vc passa o dia no cayo (até umas 16h00). É interssante levar sua comida para não pagar mais caro na ilha ou até fazer um regime forçado, pois em épocas de baixa temporada e durante a semana não abrem os quiosques existentes. Usávamos uma bolsa térmica com gelo para as comidas. Na sombra aguentava o dia inteiro.

 

No último dia fomos até Paiclá (BsF 40,00 cada). Uma ilha diferente, mas com o mesmo mar azul. Essa ilha tem uma parte onde o mar demora pra afundar, muito boa para crianças. Como o Serge conhecia tudo das ilhas, sempre nos arregamos com os locais para a rede, com sombra e sussego. Se puderem, levem uma rede, é a melhor coisa num lugar desses.

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110528013856.JPG 500 375 Legenda da Foto]Praia de Paiclá[/picturethis]

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110528013717.JPG 500 375 Legenda da Foto]Natália e Serge nas redes[/picturethis]

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Resumo de Informações e Considerações Finais

 

Valores

Compramos dólar no Brasil por R$ 1,75 e trocamos o dólar na Venezuela por BsF 8,10.

 

Isla Margarita

Pousada: BsF 120,00 diária casal (R$ 25,96 ou U$ 14,81)

Ferry: BsF 100,00 por cabeça por trajeto (R$ 21,60 ou U$ 12,35)

Passeio Jeep Safari: BsF 250,00 por pessoa (R$ 54,00 ou U$ 30,86)

Ônibus: em média BsF 2,5 por trajeto (R$ 0,54 ou U$ 0,31)

 

Não me agradou a ilha. Cidade feia e praias mais ou menos. A maioria das praias brasileiras mata a pau. Acredito que deva ser interessante para quem curte comprar.

 

 

Mochima (Santa Fé)

Pousada La Sierra (recomenada): BsF 150,00 diária casal (R$ 32,41 ou U$ 18,52) - http://www.hoteles.com.ve/hotel/Posada_La_Sierra_Inn/3606

Passeio de Barco: BsF 60,00 cada (R$ 12,96 ou U$ 7,41)

Refeição: BsF 30,00 por pessoa (R$ 6,48 ou U$ 3,70)

 

Lugar bacana, me arrependo de não ter ficado mais um dia e ter feito outro passeio pelas ilhas. Os donos da pousada são pessoas extraordinárias. Vale a pena conhecer Mochima a aprtir de Santa Fé.

 

 

Morrocoy (Tucacas)

Pousada El Ancla (recomendada): BsF 150,00 diária casal (R$ 32,41 ou U$ 18,52) http://www.tucacas.org/ancla.htm

Passeio para os cayos: variam devido a distancia e quantidade de pessoas. De BsF 40,00 a 80,00 (R$ 8,66 a 17,30 ou U$ 4,95 a 9,88)

Refeição: BsF 30,00 por pessoa (R$ 6,48 ou U$ 3,70)

 

Sem comentários. É maravilindo!

 

Uma pena que não tive mais tempo para conhecer Choroni. O litoral venezuelano é fantástico e, para nós brasileiros, bem barato também. É um dos poucos lugares que já conheci que pretendo voltar. Recomendo a todos que querem conhecer um paraíso natural sem gastar tanto. Achei o povo da venezuela bem receptivo. Sempre que dizia que era do Brasil todos abriam um sorriso. Tem que tomar cuidado para comprar coisas, sempre que possível alguns comerciantes tentam te enganar cobrando a mais. O povo lá não tem muito preparo profissional para receber os turistas, mas nada que comprometa a viagem. O ponto negativo fica pela total falta de cuidado com o meio ambiente, a quantidade de lixo nas praias é enorme. Poucos se preocupam em jogar a sujeira no lixo, a maioria joga no chão, seja onde estiver.

 

Aqui terminou nossa jornada à Venezuela. Antes do litoral passamos pelo Monte Roraima e pelo Salto Angel, dois lugares incríveis também. Os relatos estão em:

 

Monte Roraima: http://www.mochileiros.com/monte-roraima-relato-de-viagem-marco-2011-t55389.html

 

Salto Angel: http://www.mochileiros.com/salto-angel-relato-de-viagem-marco-2011-t55678.html

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