Ir para conteúdo
  • Faça parte da nossa comunidade! 

    Encontre companhia para viajar, compartilhe dicas e relatos, faça perguntas e ajude outros viajantes! 

Augusto

Volta completa de Ilha Grande/RJ -Uma caminhada inesquecível

Posts Recomendados

hola recièn retorno de la isla y realmente Aventureiro està cada vez màs maravilloso, eramos sòlo 15 turistas, toda la playa para nosotros. El camping de Luis es un ejemplo de ayuda mutua, todo allì es armonìa y la familia divide las tareas. Ahora tienen un barco, asì que es màs fàcil coordinar con ellos la partida. Tienen 2 cuartos, pero es difìcil coordinar alojamiento en los cuartos. Para contactar a Luis hay que ligar en segunda antes de 13 hs (es el dìa que van a Angra a hacer las compras)

Pagamos 20 rs aprox. por PF super bueno, con pez.

 

Abrao està super lotado, todos los dìas llegan cruceros, el impacto es fuerte.

Praia Brava de Palmas: Macedo ahora tiene cuartos y las carpas con cama de casal cuestan 90 rs , nosotros normalmente caminamos, pero se puede retornar a Abrao de taxi boat x 25 rs.

 

Lagoa Verde, los barcos sòlo van 6ta y sàbado. No funcionò la opciòn de barco hasta allì xra seguir a Aracatiba y de allì a Aventureiro.

Para ir a Aventureiro desde Abrao, esta vez retornamos al continente 7.30 (Agua Viva) y de allì pegamos Rei Mateus a las 10.30 (es el barco de Luis).

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Oi Perla.

 

Achei caro demais esse PF lá do Aventureiro hein.

$20,00???????????????????

Qual o valor dos quartos no Camping do Luis?

 

O valor do quarto na Praia de Palmas tá caro demais também. $90,00/casal.

Esses preços são do Carnaval?

 

 

 

Abcs

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Augusto,

Fuimos a fines de febrero, principios de marzo.

[t1]El precio era justo, el Plato era bien abundante, quizàs un PF reforzado,[/t1]

 

mis amigas y yo no nos quedamos en el cuarto, nos invitò nuestra amiga caicara, y nos alojamos en su casa, una casa caicara super!!!

 

Cuando averiguamos el cuarto era 50, (para 2), es difìcil comunicarse por telèfono con Luis, pero sin duda es una familia maravillosa, ejemplo de solidaridad en todo momento. Camping 20.

Te cuento que Abrao està abarrotado de turistas de cruceros, y los hostels ya subieron el precio a 55 rs. La comida en Abrao es màs cara, pero en Caseron el precio es razonable.

El camping Paraiso està en transformaciòn a opciònes tipo suite, igual nos encanta visitar a Joao y conversar con Macedo y Paula, pero ultimamente sòlo hemos ido por el dìa.

LLegar a Aventureiro es casi imposible desde ABRAO.

Te cuento que viajamos desde SP y nos alojamos una noche en Paraty, en la ruta hacia Cunha, en Chacra das Acacias, super comfortable (210 xra 3), en un entorno con muchìsimo espacio verde. Dejamos el carro allì, y tuvieron la gentileza de recibir el carro sin cobrar nada. Al retorno de la isla nos alojamos otra noche, antes de nuestro regreso a SP para tomar el aviòn.

Creo que en pròxima visitas directamente sòlo irè a Aventureiro, xq es ùnico!!!!!!!!

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Ola Perla.

 

Final de Fevereiro já era para estar com preços melhores.

Os cruzeiros pela costa brasileira estão virando moda. E os preços estão bem convidativos.

E a maioria inclui Ilha Grande no roteiro.

 

Com esse calor que tá fazendo, a alta temporada na Ilha Grande está indo bem além de Janeiro e Fevereiro.

Por um lado é muito bom, mas os preços continuam altos.

 

Ainda pretendo voltar lá na Ilha, mas não para fazer a volta da Ilha novamente. Talvez só p/ conhecer outros lugares.

 

 

Abcs

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Aventureiro captura el espìritu caicara en su plenitud, en un entorno paradisìaco.

Creo que hay q aprovecha uno de los ùltimos lugares de Brasil, donde sòlo la comunidad gestiona el lugar.

Y desde allì se puede llegar a lugares fantàsticos.

Sabìas que antiguamente los pescadores de Aventureiro tenìan una trilha a LONGA!!!!! En los dìas de tormeta, dejaban los barcos en la ensenada de Longa, evitando el Coston, tambièn me fascinò saber que los moradores iban a Angra sòlo una vez al año en canoa y q muchos no sabìan nadar. Ese viaje duraba todo un dìa. Aùn quedan en Aventureiro personas que recuerdan esas cosas de su infancia, pero probablemente esta sea la ùltima generaciòn con memoria.

 

 

Perla

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Oi pessoal.

 

Dei uma atualizada nas informações e algumas dicas dessa caminhada pela Ilha.

 

 

# Plotei toda essa caminhada no Google Earth e deixei no wikiloc:

http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=1538945

 

# São poucos os horários das barcas em direção à Vila de Abraão. Outra opção são os barcos que saem do cais de Santa Luzia:

http://ilhagrande.org/Ilha-Grande/horarios.html

 

# Ilha Grande possui 16 trilhas sinalizadas – T1 a T16 que muitas vezes liga uma praia a outra.

 

# Não cheguei a fazer a Trilha T12 que leva até o Farol de Castelhanos. Relatos recentes dizem que essa trilha está se fechando em alguns trechos.

 

# Da Vila da Abraão até a Praia de Provetá existem postes com cabos de energia que seguem pela trilha e se tiver alguma dúvidas nas bifurcações é só seguir os cabos, eles são a referência até Provetá.

 

# Camping na Vila de Abraão tem em grande quantidade (se não for em Réveillon e Carnaval se encontra vagas facilmente). Ficamos no Camping do Bicão - local muito limpo, coberto com lonas e um ótimo atendimento, além de banheiros muito limpos.

 

# Uma outra praia, além de Abraão com inúmeras pousadas é Bananal e Grande de Araçatiba.

 

# Saco do Céu não existe camping, o que permitem é acampar nos quintais de alguns moradores.

 

# Recentemente criaram um posto de controle no Saco do Céu para proibir a passagem de mochileiros que estejam fazendo a volta da Ilha. Atente a isso.

 

# Depois do deslizamento que vitimou algumas pessoas em uma Pousada da Praia de Bananal no início de 2010, a trilha agora segue próxima ao costão.

 

# Saindo de Freguesia de Santana é possível chegar na Lagoa Azul por trilha de aproximadamente 3 horas.

 

# Entre a Praia de Ubatuba e a Longa também é possível acampar no meio da trilha, na surdina.

 

# Se não conseguir chegar na Praia Grande de Araçatiba é possível acampar na Praia do Marinheiro (deserta) na surdina ou em algum quintal de morador da Praia da Longa.

 

# Na Praia da Longa existe uma pequena pousada e um camping sem muita estrutura, que pode ser uma boa opção para quem chegar nessa praia no final da tarde.

 

# Praia Grande de Araçatiba encontramos apenas o Camping Bem Natural; pelo que vimos existe opção de acampar em quintais de alguns moradores que moram em frente à praia (é caso para se informar). Existem também algumas pousadas baratas nessa praia.

 

# Da Praia Grande de Araçatiba é possível chegar à Lagoa Verde por trilha bem demarcada.

 

# Em Praia Vermelha não existe um camping estruturado. Alguns moradores disponibilizam os quintais de suas casas para os campistas.

 

# Saindo da Praia Vermelha existe uma trilha demarcada que segue direto para a Praia de Provetá. É uma boa opção para quem não quiser voltar até a bifurcação próximo à Praia de Araçatibinha.

 

# Se for visitar a Gruta do Acaiá não esqueça de levar uma lanterna.

 

# Na Praia de Provetá existe um camping estruturado: o da D. Cleuza, que se localiza de frente para a praia e próximo do Bicão - (24) 3374-1984.

 

# Para acampar na Praia do Aventureiro pegue autorização na TurisAngra em Angra dos Reis, pois existe um limite de pessoas/dia. Endereço da TurisAngra: em frente à Praia do Anil (Av. Ayrton Senna, 580 - prédio todo azul - atendimento das 08:00 às 20:00 hrs, qualquer dia da semana).

 

# Fiquei sabendo que quem está fazendo a volta da Ilha e não possui a Autorização, a Associação de moradores do Aventureiro pode concedê-la na praia mesmo. É feito um cadastro com o documento e as datas de permanência e o camping escolhido. E com isso não precisa passar na TurisAngra para obter a Autorização. O problema é que pode acontecer de os campings estarem lotados.

 

# É proibido caminhar pelas Praias do Sul e do Leste. Em feriados prolongados e alguns finais de semana, os fiscais do IF ficam na Praia de Parnaioca ou na Praia do Demo barrando quem queira passar. A opção é contratar algum barco.

 

# Na Praia de Parnaioca existem 3 campings: o do Seu Jorge, do Seu Silvio e o da Janete, sendo estes 2 últimos mais estruturados.

 

# Da Praia do Caxadaço até a Praia de Santo Antônio a trilha não está tão demarcada e existem bifurcações que levam para o costão, o que tornam a caminhada complicada (só faça esse trecho se você tiver experiência de trilha em mata fechada e noções de navegação).

 

# Um dos melhores sites onde peguei os mapas e algumas informações sobre as trilhas:

http://www.ilhagrande.org

 

# Na Ilha Grande não existem caixas eletrônicos, por isso leve dinheiro. Alguns restaurantes e pousadas aceitam cartão de débito e crédito.

 

# Snorkel e máscara são itens obrigatórios. Em várias praias é possível mergulhar no costão.

 

# Água não é problema para quem estiver fazendo a volta da ilha; o ideal é sempre levar um cantil.

 

# Somando o percurso das trilhas por onde passamos, chegamos a um total de + - 70 kms.

 

 

Acho que é isso.

 

 

Abcs

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Augusto,

 

fiz essa volta em Jan de 2010, 20 dias depois da tragédia do bananal, peguei autorização com os bombeiros na época e passei pelos destroços, como fiz em solo foi muito bom pra refletir um pouco, sem duvida foi uma das viagens mais importantes da minha vida, é um lugar de energia e inspiração.....

 

Recomendo a todos, só não recomendo fazer em solo pois os riscos aumentam muito, principalmente na faixa externa da ilha...

 

abraço

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Blz Rapha?

Tá sumido hein.

 

Alguns pessoas que fizeram essa volta da Ilha me deram retorno e me disseram que a trilha pela Praia do Bananal segue próxima ao costão.

Na verdade já existia uma trilha ali, mas que era usada quase que exclusivamente pelos hospedes das Pousadas.

Creio que aquela que passava por cima já deve ter se fechado.

 

Qdo fiz a volta, me pareceu um lugar muito seguro, mesmo na parte voltada p/ alto mar.

Sempre estava encontrando mochileiros pela trilha. Ou indo de uma praia a outra ou fazendo a caminhada no sentido inverso.

 

Vc teve algum problema relativo a isso ou alguém da Ilha te passou alguma informação qto a segurança?

 

 

Abcs

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Blz Augusto,

 

atualmente estou morando em SP e não tem sobrado tempo para as caminhadas e escaladas....

 

Essa observação que fiz foi mais referente ao fato de estar sozinho, e na parte de fora da ilha realmente não encontrei pessoas na trilha, principalmente nas de provetá/aventureiro e parnaioca/dois rios.

 

Mas concordo com vc que não existem perigos, o que na verdade acontece e que o fato de caminhar sozinho , em caso de qualquer acidente como entorses etc a pessoa não tem a quem recorrer e o meu cel não pegou em nenhum lugar da parte de fora...

 

abraço

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Hola a todos he caminado la isla toda, y muchas veces atravesè el bosque de Parnaioca_Dois Rìos, que en soledad es una experiencia màgica. Ahora es cierto, que en caso de peligro ayuda caminar con otra persona.

La isla sigue siendo un paraìso, en especial Aventureiro!!

y sus moradores un ejemplo de vida en armonìa con el entorno. Es realmente fantàstica, me llama la atenciòn que no es un destino muy procurado por quienes deciden hacer trekking, Cada parte tiene un encanto diferente, y es fantàstico en invierno que el tiempo es super agradable y no llueve, si bien las playas no son tan disfrutables. MARZO / ABRIL son meses recomendables por las temperaturas agradables sin lluvia.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Participe da conversa!

Você pode ajudar esse viajante agora e se cadastrar depois. Se você tem uma conta,clique aqui para fazer o login.

Visitante
Responder

×   Você colou conteúdo com formatação.   Remover formatação

  Apenas 75 emoticons no total são permitidos.

×   Seu link foi automaticamente incorporado.   Mostrar como link

×   Seu conteúdo anterior foi restaurado.   Limpar o editor

×   Não é possível colar imagens diretamente. Carregar ou inserir imagens do URL.


  • Conteúdo Similar

    • Por Mari D'Angelo
      Post original com fotos e mapas aqui: http://www.queroirla.com.br/paraty-roteiro-pelo-centro/
       
      Fundada em 1667, a cidade de Paraty no Rio de Janeiro teve seus momentos de glória com os engenhos de cana-de-açucar, sendo grande produtora de aguardente (e até hoje sinônimo de boa cachaça) e principalmente como rota de transporte de ouro e pedras preciosas de Minas Gerais para Portugal. Porém com a construção de um caminho da Estrada Real direto para o Rio de Janeiro, a cidade perdeu sua importância econômica e caiu no esquecimento até a década de 70, quando foi “redescoberta” e começou a se tornar o importante centro turístico que é hoje.
       
      Comece o dia visitando o Forte Defensor Perpétuo, é necessário encarar uma subidinha, mas a mata acompanha e sombreia todo o caminho, o que deixa um ar fresquinho e agradável mesmo debaixo de muito sol. Além disso o percurso é premiado com algumas vistas da cidade e da Praia do Pontal. A construção onde antigamente abrigava o forte data de 1793, porém foi reconstruída e reformada após o período de declínio da cidade de Paraty. Hoje o lugar funciona como museu, mas é bom checar os horários para visitação das mostras. Do lado de fora há alguns canhões originais, projetados por ingleses e portugueses e um gostoso espaço verde com vista para o mar.
       
      Depois dessa caminhada aproveite para conhecer a Praia do Pontal. Se for da pegada mais esportista pode alugar caiaque ali mesmo na beira da água, senão escolha um dos quiosques pra relaxar um pouco e dar um mergulho. A praia não é ruim, mas se quiser algo muito mais aconchegante sugiro a Prainha da Praia grande, a aproximadamente 10 km do centro.
      Os próximos pontos já são dentro do labirinto de ruas de pedra chamadas “pé-de-moleque”. É impossível não se sentir em outra época com aquelas sequências de casinhas de portas e janelas coloridas em estilo colonial, com seus charmosos lampiões à moda antiga e toda uma atmosfera que a transforma em uma das cidades mais charmosas do Brasil!
       
      Atravesse a ponte principal sobre o Rio Perequê-Açu, separe um sapato confortável e vamos lá!
       
      A primeira dica é a Azulejos Eternos, como o nome sugere, eles são especializados em pintura artesanal em azulejos, desde os tradicionais números de casas até padronagens portuguesas, marroquinas, indianas… verdadeiras obras de arte! A loja é comandada pela brasileira Cris Pires e o francês Elie Audoux, ela também pinta quadros além de imprimir seu estilo urbano e feminino nos ladrilhos. Os valores não são exorbitantes, mas se quiser só uma lembrancinha eles vendem imãs de geladeira simulando azulejos também!
       
      A próxima parada é no Armazém Paraty, uma incrível loja especializada em artigos indígenas como adereços, peças de decoração e artesanato, feitos pelas próprias comunidades. Cada conjunto de produtos tem uma placa identificando de qual tribo eles provém, qual sua história, região e outras informações. Além disso eles contam com uma grande variedade de livros e DVDs sobre o assunto e são engajados nos problemas atuais dos povos indígenas.
       
      Um pouco mais para frente na mesma rua fica o Empório da Cachaça, um paraíso para os apreciadores do destilado brasileiro. As bebidas são expostas por região com destaque para as de Paraty, é claro! Algumas marcas aprovadas por quem gosta da bebida (não é meu caso rs) são a Maria Izabel e a Paratiana. A loja também agrada outros públicos vendendo cervejas especiais, doces em compota, pimentas e outras iguarias como a trufa de cachaça (dessa eu gostei!). Os preços não são tão convidativos, mas vale a pena entrar nem que seja só para conhecer.
       
      Saindo um pouco da rota das compras, temos a Casa da Cultura de Paraty, um espaço multi-cultural onde normalmente rolam exposições de graça como a “Mitos e Lendas”, com coloridas esculturas em papel machê e paineis contando algumas histórias populares que tem Paraty como cenário, em cartaz até dia 09/11. O lugar também recebe peças de teatro, sessões de cinema de graça para adultos e crianças, cursos, e outras atividades. Lá dentro o simpático Café Cultural oferece algumas opções para beliscar entre um evento e outro.
       
      Assim como em vários outros casarões da cidade, a fachada da Casa da Cultura foi decorada com símbolos geométricos que simbolizariam a presença de um proprietário maçônico. Existem diversas histórias como essa sobre a maçonaria em Paraty.
       
      Quer fazer uma pausa para um café? Sugiro o Café do Cais, um cantinho aconchegante comandado pela Tássia e o Rafael, super simpáticos e atenciosos. Segundo eles, a produção é 98% mineira, cafés, bolos e salgados são produzidos com ingredientes trazidos de lá. Experimente o bolo de pão de mel, é delicioso!
       
      Uma curiosidade, repare na casa em frente ao café, ela é toda de tijolos aparentes, a única no centro histórico que foge do padrão.
       
      A próxima parada é na rua mais fofa da cidade, a Rua do Fogo! É uma pequena viela entre a Rua Santa Rita e a Rua da Lapa, uma das únicas sem comércio nem restaurantes e que poucos turistas dão atenção. Há uma lenda de que a rua passou a ter esse nome (que não consta nos mapas) pois era onde as mulheres tinham seus encontros “fogosos”, mas uma placa em uma das casas desmente dizendo que era porque o pessoal da roça ia até lá com latões onde faziam fogo para cozinhar. De qualquer forma, é uma graça e vale a visita (especialmente a noite)!
       
      Bem ali ao lado fica a Igreja de Santa Rita, cartão postal de Paraty e hoje a mais antiga da cidade! Ela foi erguida em 1722, destinada aos pardos (naquela época havia distinção por cor da pele e classe social, cada igreja se destinava a um grupo diferente). A fachada foi construída no estilo da arquitetura jesuítica porém a parte interna é um misto mais simplificado de Barroco, com detalhes dourados e colunas retorcidas e Rococó, percebido pelo uso de cores em tons pastéis como verde e rosa e elementos decorativos em formatos de concha por exemplo.
       
      Depois de alguns anos fechado para reforma, o lugar reabriu recentemente e funciona como Museu de Arte Sacra. A entrada é gratuita e o funcionamento é de quarta a domingo, das 09h às 12h e das 14h às 17h.
       
      Paraty tem inúmeros restaurantes, a grande maioria oferecendo pratos de peixes e frutos do mar ou pizzarias. Mas tem um lugar escondidinho que quero apresentar à vocês, é o Le Castellet, uma creperie autenticamente francesa! (falou em França, já me apaixonei!). A decoração é perfeita, com referências a Marseille, cidade natal do Chef Yves Lepide, dono e cozinheiro, e a comida é uma delícia! O crepe não é no modelo brasileiro, ele vem aberto, quase como uma pizza, acompanhado de umas batatinhas fantásticas! É bem grande, se não estiver com muita fome dá até pra dividir. Eles também fazem uns azeites artesanais bem diferentes como de manga ou banana. Ah, só tem um ponto negativo, eles não aceitam cartão, então vá preparado!
       
      E pra sobremesa? O Finlandês Sorvetes é uma boa opção. O que mais me agrada ali na verdade é a decoração, com um ar meio retrô. O sorvete é bom, tem bastante opções mas não gosto muito de não poder pegar eu mesma o quanto quero, você tem que pedir para as funcionárias e elas colocam as bolas de sorvete no pote, depois pode arrematar com as coberturas.
       
      O Café Pingado também é uma boa saída, o ambiente é acolhedor e eles tem algumas sobremesas com sabores mais exóticos. Além disso há os tradicionais carrinhos de doces espalhados por algumas das esquinas mais movimentadas da cidade.
       
      Pra fechar a noite sugiro uma passadinha na Cervejaria Caborê, é um pouco afastada do centro histórico mas nada que não dê pra ir a pé. A cerveja é produção própria, e pra quem quer experimentar de tudo um pouco eles oferecem por R$20,00 um kit degustação com as três opções (cerveja de trigo, pilsen e escura) em copos de 200ml. Achei um bom custo-benefício e tirando a escura que eu pessoalmente não gosto do estilo, as outras são uma maravilhosas!
       
      A comida também é muito boa e o cardápio bem variado, com carnes, massas, sanduíches, porções e entradas como a deliciosa bruscheta. Mas os valores não são tão atrativos.
       
      Eles também fazem visitas guiadas na fábrica (ao lado do bar/restaurante) para conhecer o processo de fabricação da cerveja. As visitas acontecem de 4ª a sábado e é necessário reservar.
       
      Ah, e ali pertinho fica o Café do Canal, uma pizzaria deliciosa onde toca o melhor músico de Paraty! Claro que não digo isso só porque é meu pai rsrsrs!
    • Por Mari D'Angelo
      Texto original com fotos e mapa aqui: http://www.queroirla.com.br/arraial-do-cabo-o-caribe-brasileiro/
       
      Quem seria louco de decidir em cima da hora, no feriado, sair de São Paulo e ir até Arraial do Cabo? Bom, olhando as fotos daquele paraíso de águas azul-caribe, acho que muita gente além de nós! É claro que a experiência deve ser infinitamente melhor sem a multidão de gente nas praias, mas ainda assim valeu cada minuto!
       
      Arraial do Cabo fica na região dos lagos, há aproximadamente 2 horas do Rio de janeiro e 8 de São Paulo (de carro), logo na chegada da cidade a vista da Prainha já encanta, mas pode se preparar que o melhor vem depois, e fica mais escondidinho. Não espere muito da parte urbana, não é uma cidadezinha agradável e aconchegante como Búzios ou Paraty, o forte são mesmo as praias e a prática de mergulho!
       
      Nós ficamos na Pousada Casa Verde, na Praia dos Anjos, aprovei e recomendo! Ela é bem simples mas limpa e agradável, tem piscina, churrasqueira e cozinha para quem quiser economizar e fazer as próprias refeições (inclusive o café da manhã, que não está disponível). O proprietário, Carlos, é super receptivo e nos ajudou bastante com dicas do que fazer por lá. A localização também é boa, depois de ter andado um pouco pela cidade achei aquele um dos melhores lugares, é tranquilo, perto do porto e da trilha para a Praia do Forno e próximo a um centrinho com alguns (poucos) bares e restaurantes. A praia é bem próxima mas não muito indicada para banho pois é onde ficam os barcos.
       
      Começamos pela Praia do Forno, para chegar até lá é preciso encarar uma trilhazinha de uns 10 minutos, é bem simples, apesar de um pouco cansativa. Mirantes e pontos estratégicos para fotos são constantes no caminho repleto de mandacarus (mais conhecidos como cactos) e a vista é recompensadora! A praia, de um tamanho razoável, conta com certa infra-estrutura além de vários ambulantes. Achei um pouco desnecessário o som alto vindo dos restaurantes, mas nada que pudesse estragar a beleza caribenha daquele lugar!
       
      Seguimos para a Prainha, essa já de fácil acesso mas em compensação não tão bonita quanto a primeira e bem mais cheia. Ficamos pouco tempo por lá pra poder conferir o pôr-do-sol em um lugar fantástico onde quase ninguém vai, é preciso subir as escadas da ponta esquerda da Praia Grande (olhando para o mar) e continuar mais um pouco para cima, assim que passar o posto policial é só estender a canga e curtir a vista. O lugar “oficial” para ver o pôr-do-sol por lá é o Pontal do Atalaia, onde dizem ser melhor ir de carro pois é bem afastado, não tivemos a oportunidade de conhecer pois apesar de tempo bom, todos os dias terminaram parcialmente nublados.
       
      À noite, no centrinho da Praia dos Anjos jantamos no restaurante Saint Tropez, achei o mais aconchegante de lá, com mesinhas na varanda e um clima legal. Comemos um camarão com catupiry delicioso! Não é super barato mas o prato dá pra duas pessoas, vale a pena se a ideia for uma jantinha gostosa. Se quiser algo mais em conta não faltam opções, há pizzarias, restaurantes por quilo, casas de lanche e a maravilhosa tapioca da Sabor em Pedaços, um lugar pequenininho mas cheio de amor e delícias doces e salgadas, tudo bem baratinho. Só não vá em busca de baladas, a vida noturna ali se resume a uma praça com barraquinhas de caipirinha (e cuidado ao pedir caipifruta, queria uma de manga mas o que recebi foi uma batida… estava muito boa, mas não era uma caipirinha!).
       
      No dia seguinte fomos conhecer Búzios, recomendo muito fazer um bate-volta pois é pertinho de Arraial do Cabo, cerca de uma hora de viagem e se estiver de carro dá pra conhecer as praias mais afastadas, que eu particularmente gostei mais do que as próximas ao centro. Mas esse vai ser assunto para um próximo texto!
       
      No terceiro e último dia fechamos o tradicional passeio de escuna. Todas as agências (são muitas) oferecem esse passeio e atualmente o valor cobrado é R$60,00 por pessoa, incluso água e refrigerante durante todo o tempo no barco (churrasco, caipirinha e cerveja são vendidos a parte), mas a agência Tubarão Rio costuma cobrar R$30,00! Ficamos meio desconfiados mas como foi indicação acabamos indo e foi tudo certo (exceto o péssimo atendimento na loja), metade do dinheiro economizado! No barco eles oferecem aluguel snorkel por R$10,00, nós pegamos um mas não recomendo! O tempo é muito curto nas praias e não há tantos pontos para ver os peixes.
       
      Dica: Fique o mais longe possível do churrasco, é impossível respirar naquela região do barco!
       
      Os passeios saem por volta das 11h e duram aproximadamente 3 horas, é preciso pagar uma taxa portuária de R$5,00, isso é feito diretamente nas cabines no porto e em seguida é só encontrar seu barco no meio da zona de gente e música alta que conturba o ambiente. Ah, fique de olho nas cordas que amarram as embarcações, muitas tartarugas costumam aparecer ali.
       
      Antes de fazer as paradas, a escuna passa por alguns pontos como o Boqueirão, que é o estreito que separa o continente da Ilha do Farol, a Pedra do Perfil do Macaco, a maravilhosa Gruta azul e a Fenda de Nossa Senhora da Conceição, onde há uma estátua da Santa, tudo com a devida explicação do guia. Passar por essas paisagens rochosas é tão diferente que nos faz sentir em outro lugar, algo como a Escócia ou Nova Zelândia, imagino.
       
      Quando o barco começa a se aproximar da primeira parada, a Praia do Farol, já dá pra perceber a mudança na tonalidade da água de um azul mais escuro para um turquesa hipnotizante! Essa praia é considerada pela Marinha a mais perfeita do Brasil, é super restrita, sendo possível desembarcar nela uma quantidade limitada de gente e por apenas 40 minutos, além disso não é permitido levar alimentos e outras coisas que possam gerar sujeira na praia. Não há restaurantes nem ambulantes, o tempo é todo para apreciar aquela areia branca bem fininha e o mar tão transparente que dá pra enxergar nitidamente os dedos dos pés, é tudo tão perfeito que dá até dó de não poder aproveitá-la mais um pouquinho.
       
      A segunda e última parada é em uma das duas Prainhas do Pontal do Atalaia, assim como a anterior é paradisíaca, mas além de não ser restrita, tem acesso por terra também, então fica bem mais cheia. Nessa e em todas as outras praias de Arraial do Cabo, a água é muito gelada, mesmo no calor!
       
      O passeio acabou por volta das 15h e passamos para conhecer a Igreja Nossa Senhora dos Remédios, padroeira de Arraial do Cabo. Ela fica no caminho da saída do porto e é daquelas bem simples, com teto de madeira, branquinha e azul, uma graça!
       
      Terminamos o dia na Praia Grande, que apesar do nome, não lembra nem de longe a homônima paulista e é realmente enorme! Os restaurantes cobram R$10,00 pela mesa e guarda-sol caso não haja consumo de comida. Ficamos lá aproveitando o último dia no paraíso até o sol se pôr entre as nuvens.
       
      Pra quem é de São Paulo, se não quiser passar pelo Rio pra voltar, a dica é ir por Magé, o tempo é o mesmo. Aproveite para fazer uma pausa na Parada do Bubi, na Dutra, o restaurante beira de estrada mais aconchegante que já vi!
       
      Texto original com fotos e mapa aqui: http://www.queroirla.com.br/arraial-do-cabo-o-caribe-brasileiro/
    • Por Jonas Silva ForadaTribo
      Preparação
      Mais uma vez começamos um planejamento para uma trip em grupo, e acabamos terminando em dois só, kkkk.
      Levantamos muita informação, dados, e dicas. Não é segredo algum que minhas viagens geralmente não contam com guia contratado, eu mesmo navego e planejo tudo. De posse das informações, havíamos levado dois meses aprendendo sobre a Serra dos Órgãos, talvez por isso as pessoas desistiram. Tiveram tempo de pensar no que fariam. Encarar uma grande aventura exige mesmo espírito livre.
      A Grande Jornada
      Em 19/07/19 saímos de Campo Mourão às 00:00, foram 1.100 km de estrada, cerca de 17h de viagem. Ainda bem que um dos passageiros que me acompanhou (BlaBlaBla Car) se dispôs a dirigir entre São Paulo e o Nova Iguaçú. Foi um dia todo na estrada. Chegamos em Terezópolis já se passavam das 17:50; o primeiro furo da viagem. Eu havia estimado chegar em Tere dia 20/07 antes das 17h e conseguir viajar até Petrópolis no mesmo dia ainda, dormindo próximo da portaria lá. Doce ilusão, já era noite e tive de procurar um camping ainda, mas tudo certo os Óreas (deuses da montanha) sempre fazem certo.
      Paciência ... tenha paciência.
      Levantamos acampamento ás 06:00, que é a hora que abre (deveria abrir) o Parque em Tere. Chegamos na portaria para guardar o carro e lá estava um aglomero de gente, logo fiquei sabendo que a recepcionista não tinha chegado. Foram 45min de espera, enquanto isso ia aumentando a fila. Quando a mulher chegou já armou-se um fuzuê danado, o povo queria brigar ao invés de me deixar fazer checkin. Com muito trabalho consegui fazer o meu checkin e deixei o povo lá batendo boca.
      Com o carro estacionado voltei para a portaria na esperança de um Uber me levar a Petro. Outra trabalheira danada, uns cinco motoristas recusaram a viagem, chegaram a pedir dinheiro por fora pra fazer o carreto, mó sacanagem. Mas o sexto Uber não hesitou e nos levou ao destino.
      Dia 1, subida, subida, s u  b   i    d     a      .        .          .
      Às 10:15 começamos a trilha, foram 7h de subidas sem fim, mas com um visual de tirar o fôlego, até o desgaste físico passa desapercebido diante da exuberância da mão verde.
      Quase todo o dia foi por dentro do Vale do Bomfin subindo suas encostas. Quase no fim do dia chegamos a Isabeloca de onde já podemos avistar a Baía de Guanabara e os Castelos do Açú, nossa parada para dormir. No final da tarde, o pôr do Sol visto do Morro do Açú foi apaixonante. Leia mais aqui.




       
      Dia 2, sobe e desce, sobe e desce...
      O segundo dia é o mais intenso de toda a travessia, e provavelmente um dos mais belos dias que você pode passar na vida. Toda a cadeia da montanhas da Pedra do Sino ficam de frente para nós. A navegação também é mais complicada, presenciamos alguns grupos perdidos (geralmente pessoas sem experiencia ou fanfarrões).
      A cada descida uma subida maior esperava do outro lado, mas tinha-mos a certeza que o visual depois da ascensão e durante a próxima descida seriam ainda mais incríveis. Foram cerca de 8 km, caminhamos por 6 morros (Morro do Açú, Morro do Marco, Morro da Luva, Morro do Dinossauro, Pedra da Baleia e Pedra do Sino), é nesse trecho também que ficam os obstáculos mais difíceis (Elevador, Lajão, Grotão e Cavalinho). Eu particularmente me apaixonei pela pedra conhecida como Garrafão, talvez seja a lembrança que ela me traz que tenha me conquistado. Foi um dia realmente incrível e às 17h novamente chegamos no Abrigo. Ainda tive tempo de tomar um banho frio numa tarde de 4º C. Leia mais aqui



       
      Dia 3, uma corridinha para encerrar a travessia.🏃‍♂️
      Levantei com o escuro e subi novamente na Pedra do Sino contemplar a sinfonia de Apolo ao empurrar seu Astro sobre as montanhas.
      Saímos do abrigo às 07:15, a partir daí só descida praticamente uma trilha bem relax, com a oportunidade de avistar Teresópolis de cima, o Morro da Caledônia e os Três Picos no horizonte. De brinde uma vista por entre as montanhas da Granja Comari, onde um dia já treinou uma seleção de dar medo. Chegamos na barragem às 11:00 fizemos a trilha suspensa e conhecemos o encanto (Cachoeira Peri e Ceci) onde nasceu uma obra prima nacional: "O Guarani". Deixei a tralha no carro e tomei a trilha para o mirante do cartão postal, logo na entrada li que tinha 1.200 m, e eu com pressa; ainda tinha 1.110 km de rodovia até a casa. Não deixei me abalar, liguei a Go Pro e saí em disparada, em 15 min estava de frente para a formação que encantou os portugueses. Mais 15 min estava novamente no carro, exausto agora.




      Reuni tudo, dei uma parada para repor as calorias e às 14:00 rumava novamente para o Paraná, dessa vez tive de dirigir sozinho por 16h. 06:30 do dia 24 de julho eu deligava o carro com aquela sensação de euforia, sinônimo de missão cumprida, só no aguardo da próxima. Leia o relato completo aqui.
       
    • Por Douglas laurentino
      Ola pessoal tudo bom, eu to para entrar de ferias e queria viajar aqui no Brasil mesmo. Tenho uma ideia de algumas rotas, Região sul, Sudeste(Sp no caso) e Nordeste por ultimo se rolar, como ja disse estou para entrar de férias mas não sei muito bem como, começar ou fazer? quais dicas de rotas, locais, hoteis baratos ou campo se for seguro essas coisas?

    • Por Allgusto César
      Boa tarde colegas de mochila!!
      Em Outubro estarei voltando ao RIO, minha segunda vez na cidade maravilhosa, e meu segundo Rock in Rio!!
      Dessa vez estou indo com o modo econômico ativado, mas pretendo conhecer bastante lugares pois não voltarei lá tão cedo(não antes de rodar o restante desse brasilzão!)
      Por isso não irei repetir os lugares que já fui, e montei um pré roteiro de 6 dias..
      Será que cês podem me dar dicas de algo pra mudar, acrescentar ou tirar do roteiro? Além disso, eu quero fazer a trilha da Pedra do Telégrafo, mas não sei bem onde encaixar nesse rolê, porque é bem longe de onde vou ficar! Confiram aí! :))
       
      Dia 03/10 Quinta:  Parque Municipal das Ruínas, Escadaria Selarón, Museu do Amanhã, Museu de Arte do Rio, Ilha do Fiscal, Aquario e a noite os Bares na Lapa
      Dia 04/10 Sexta: Descansar, tomar uns litrão, me organizar pro evento e depois ir pro Rock in Rio 
      Dia 05/10 Sábado: Praias Leblon e Ipanema com por do sol na pedra do Arpoador e a noite os Bares da Lapa
      Dia 06/10 Domingo: Aldeia das Águas Resort(Dia inteiro), Bares da Lapa a noite
      Dia 07/10 Segunda: Parque Lage, Jardim Botânico, Cachoeira do Horto, Vista Chinesa e por do sol na mureta da Urca
      Dia 08/10 Terça: Um pulo em Niterói(Caminho Niemayer, Museu de Arte Contemporânea e Parque da Cidade) antes do Check-out e depois um Cinema e Bar antes de ir embora

      Eu vou de Mariana-MG pra BH e de lá vou de Buser (DE GRAÇA) pro Rio, e vou ficar hospedado no Massape Rio Hostel, no Centro. E a volta também vai sair de graça com o Buser! (Pra quem ainda não conhece esse app de fretamento coletivo de ônibus, cadastra lá: https://www.buser.com.br/convite/viajafree)

      Desde já agradeço ao que vierem a compartilhar experiências!! Depois da viagem eu volto pra contar comé que foi! Abraço e muitas viagens pra geral!

       


×
×
  • Criar Novo...