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Felipe, a distribuição das atrações está boa. O problema é que Londres tem tanta coisa interessante para se ver, que sempre faltará algo que não deu tempo para ver...   Se for entrar na Tower of Lon

Você vai pegar um OysterCard ou um Travelcard?   O Oystercard é um cartão pré-pago, onde você carrega um determinado valor em crédito, e o crédito vai sendo descontado conforme você usa. Não há limi

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Ola. Meu nome é Thiago. Estou indo para Londres no final de agosto e minha dúvida seria em relação a estadia.

Quais seriam os lugares mais centrais para se ficar em Londres? Lugares para que eu não precise me locomover muito a noite principalmente

 

Obrigado

 

Procure ficar dentro da Região 1 ou 2 do Metro. Procure um mapa do "London Tube" (metrô de Londres)

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  • Membros de Honra
Quanto mais ou menos se gasta com alimenção em Londres? Por volta de umas 25 Libras???

 

Cara isso é muito relativo... Quando estive lá, teve dias em que comi só lanche e fast-food e gastei umas 15 Libras contando café da manhã, almoço e jantar. Já nos dias que almocei decentemente, gastei até 30 Libras por dia... Procurando um pouco, você acha PF a partir de 8 Libras no centro de Londres, mas tem que procurar um pouco, pois do lado das atrações turísticas tudo é absurdamente caro.

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  • Membros
Quanto mais ou menos se gasta com alimenção em Londres? Por volta de umas 25 Libras???

 

Como disse o Adriano, o custo da alimentação depende muito. Depende da tua fome, dos teus "gostos alimentares" e do teu estilo, e ainda se tu estás a fim ou não de beber bebidas alcóolicas, que sempre encarecem a conta.

 

Eu estive em Londres em fevereiro, e em média, eu gastei com alimentação (almoço e janta) em torno de 30 libras por dia.

 

Ao contrário do Adriano, eu mão encontrei nenhum PF em Londres por 8 ou 9 Libras, haha, mas isso talvez porque eu não procurei muito, não.

 

Nos dias em que meu roteiro pela cidade era mais "intenso", eu almoçava um lanche na rede "Pret a Manger", que tem em vários pontos de Londres e serve sanduíches, baguetes, wraps, sopas e coisas do tipo, muito saborosoas e bem mais saudável que um MacDonalds, por exemplo. Uma baguete, um suco e uma sobremesa ficavam em torno de 7-8 Libras, mais ou menos. Para um lanche, não é tão barato, não, mas eu recomendo, porque a comida é boa mesmo. Eu cheguei a fazer um lanche similar no restaurante do Museu de História Natural que custou 13 Libras!! Eu só cometi essa insanidade porque foi um dia que meu roteiro do dia foi para o espaço, perdi a hora do almoço e acabei ficando com fome no meio da visita ao museu.

 

À noite, eu preferia jantar em restaurantes ou pubs. Jantei duas vezes em pubs. Em um em jantei um "fish and chips" e em outro um prato do tipo burguer. Como não gosto de cerveja, pedia uma taça de vinho tinto, haha, para desespero dos garçons!! Bem, nesses pubs, em média, o prato, o vinho e uma sobremesa ficaram em torno de 17-19 Libras.

 

Eu também fui várias vezes num restaurante de rede, o Zizzi Restaurant. É uma rede de restaurante italiano, muito bem atendido, ambientes bem legais, e sério, achei a comida bem honesta (pizzas, calzonoes, massas, risotos, saladas, etc). Tem várias filiais em Londres, mas eu fui apenas nas filiais de Earl's Court e Southbank (ao lado do Shakespeare's Globe Theatre, bem legal, às marges no Tâmisa, num mezanino). A janta (ou almoço, tanto faz, os preços eram os mesmos) no Zizzi ficou na média de 14-18 Libras (a mais cara quando eu pedia a sobremesa).

 

Abs,

 

Cris

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  • Membros de Honra

Na verdade só achei PF por 8 libras no centro de Londres no dia que me perdi! A fome estava apertando então resolvi entrar no primeiro restaurante que achasse com uma aparência aceitável... A comida até que estava boa, mas se eu tiver que voltar lá... acho que não sei como achar o restaurante de novo, só lembro que fica perto de Chinatown...

 

Edit:

Mas o que ajudou mesmo a diminuir os gastos em Londres foi o café da manhã. O meu hotel não tinha café, mas ao lado do meu hotel havia um supermercado da Sainsburry e uma loja da starbucks. De manhã logo após acordar eu ia no mercado comprava algo "fresco" que estava em promoção na panificadora do mercado, mais alguma fruta ou suco, passava na starbucks pegar um cafe-latte e voltava para o hotel tomar o café da manhã. Dava para tomar um café da manhã bem reforçado e variado por 4 ou 5 Libras...

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  • Membros

Obrigada Adriano. Pesquisei e vi que o trem sai de Londres as 10h e deixa na porta do parque as 13h. A volta do trem é as 17h, só daria se fosse para dormir no resort do parque.

Mas, pesquisando e seguindo a dica de outro post, mudei de idéia. Vou ver se passo um fim de semana nas Highlands da Escócia. Achei um blog em que uma brasileira conta o passeio dela. Vai de Londres à Edimburgo voando de easyjet (low cost) e lá tem uma agência que faz o passeio pelas Highlands de 1 ou 2 dias. Se tudo der certo, depois faço o relato.

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  • Silnei changed the title to Londres

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    • Por claudio_aomundoealem
      Olá Mochileiros
      aqui segue o texto do planejamento da minha viagem preferida, ao longo de vários meses - e, claro, valeu muito a pena.
      Londres e Paris – Parte 1 – O Planejamento
       
      Com a descoberta de que viajar para o exterior não é caro como imaginara, tampouco impossível (e muito mais divertido do que qualquer sonho já realizado), fiz o óbvio: planejei a próxima viagem.
       
      Fica aquele impulso inicial de querer conhecer toda a Europa; mas, apesar desta caber numa tela do computador por meio de programas como o Google Maps, continua sendo um continente – Então, quais cidades que deveriam ser conhecidas?
       
      É feito um esboço de uma lista de cidades a serem desbravadas: Viena, Berlim, Roma, Londres, Bruxelas, Amsterdã, Paris, Praga... Mas a realidade aparece: não há tempo hábil de conhecê-las em uma única viagem. Logo, o esboço encolhe, diminui, encolhe...
       
      Enfim, a lista final está pronta: as escolhidas foram Londres e Paris. Nota-se que escolher os destinos de uma viagem é importante, mas não difícil. Porém representa o início da árdua e prazerosa tarefa de planejar a viagem.
       
      Com o foco da viagem definido, entra em ação o segundo passo: o transporte. Por limitações específicas, a janela temporal acessível para nós seria de realizar a viagem entre a terceira quinzena de dezembro e voltando na segunda semana de janeiro. Contrariando algumas recomendações de que o melhor é procurar voos próximos aos destinos, procurei de forma mais “ampla” – e considero que valeu a pena. Por quê?
       
      Para procurar passagem aérea mais barata, eu pesquiso pelo Google Flights. E, em vez de inserir somente o destino (Londres) ou mesmo o país (Inglaterra), procuro por Europa. Isso possibilita comparar diversos voos, incluindo no próprio país/cidade de destino.
       
      Nas primeiras pesquisas, tinha encontrado passagem barata por Barcelona, mas o dólar começou a subir (nem perto do desastre de 2020) e essa “pechincha” não aparecia mais. Claro que tinha consciência de que voos no final do ano são mais caros, já que é alta temporada (só que mais caro não implica automaticamente em ser absurdo).
       
      Em agosto, tive uma grata surpresa.
       
      Um voo de ida e volta por Milão, na Itália, com mala despachada inclusa por 2600 reais em alta temporada (CONSEGUI!). Não podia acreditar que tinha achado. Era um sonho! Mas não era para acreditar mesmo: quando ia finalizar a compra da passagem, falava que não estava mais disponível.
       
      Mas, ao longo dos dias seguintes, esse alerta de preço permanecia. Intrigado, resolvi entrar no site da companhia aérea e, ao invés de verificar o preço de ida e volta, analisei cada trecho: o trecho de ida estava em 1250 reais, condizente com apresentado pelo alerta de voos. Todavia, o trecho de volta estava muito mais caro, mais de 2500 reais.
       
      Comecei a simular com a ida travada em Milão e retorno por diversas cidades europeias. Surpreendentemente, o voo mais barato encontrado foi por Genebra, na Suíça, com conexão em Frankfurt (até hoje não entendo como umas das cidades mais caras do mundo – Genebra – pode ter o voo mais barato).
       
      Enfim, consegui em agosto comprar passagem para Europa a preço razoável (R$ 3100) para o final de ano, em alta temporada, com mala despachada inclusa (não creio que seja bom comprar com mais antecedência – vide a implicação do covid-19).
       
      Outros voos que eram mais próximos do foco da viagem estavam na faixa superior a 4 mil reais. Mesmo com o custo do deslocamento das cidades dos voos (Milão e Genebra) para as duas capitais, o valor final ficou menor do que os preços dos voos mais “convenientes”. Então, valeu a pena embarcar em voos para cidades mais distantes, mesmo que isso implique em mais viagens por dentro da Europa (além do óbvio: a passeio, não existe “tempo ruim” no Velho Continente).
       
      Como o voo não seria direto para as capitais, era preciso analisar os meios de transporte para o deslocamento até elas. Entrementes, era preciso definir os dias em que ficaríamos em Londres e Paris, bem como em Genebra e Milão.
       
      Tanto Milão quanto Genebra, considerei ficar um dia em cada cidade: além de ser locais que até então não conhecia, tem sempre o risco de acontecer imprevisto – o que aconteceu: o voo para Milão saiu com atraso do Brasil. No caso de Genebra, tinha risco de, por exemplo, pegar tempestade de neve que fechasse o acesso para chegar na Suíça – difícil, mas não impossível.
       
      Decidimos por permanência de uma semana em cada capital, com o Natal em Londres e Ano Novo em Paris. No deslocamento de Milão para Londres, existiam diversas modalidades de transporte: o aéreo, por trens e por ônibus. O uso de carro seria extremamente inviável: além de ser caro devolver em local diverso ao que retirou, parte do trajeto teria custo altíssimo para o veículo (como atravessar o Mar do Norte pelo Canal da Mancha ou pagar o pedágio para cruzar os alpes italianos e franceses).
       
      A primeira modalidade que salta aos olhos, é claro, são os aviões, especialmente as famosas companhias low-cost europeias. Entretanto, tendo mala despachada (e até com mala de mão, a depender do peso e tamanho), as empresas low-cost não são tão "low" assim. Mesmo assim aparecia alguns preços competitivos.
       
      Nas pesquisas de voos, os que tinham preço mais competitivo (mesmo com mala) eram aqueles que chegariam em Londres às 22:00 do dia seguinte ou partiria de Milão de madrugada. Ora, chegar no aeroporto é totalmente diferente de chegar na cidade: do voo às 22:00, chegaria no centro de Londres depois das 23:00 (os aeroportos que atendem Londres são longe da cidade) – com isso afetaria a disposição para o turismo no dia seguinte. Com relação ao voo de madrugada, teria que pegar um transporte privado até o aeroporto (caríssimo, por sinal – um táxi chega a cobrar mais de € 90 até o aeroporto de Milano-Malpensa) ou pegar o transporte público no dia anterior e dormir no aeroporto. Evidentemente, existiam voos em horários (e aeroportos) “melhores”, mas eram mais caros – alguns, bem mais.
       
      De trem, o trecho seria segmentado. Teria de comprar dois trechos: o primeiro de Milão a Paris e o segundo, de Paris a Londres. Mas não seria uma boa ideia. O primeiro trecho até possui preços interessantes, de € 40. No entanto, os horários são bem limitados e o que tinha menor preço saía às 6 da manhã de Milão, chegando em Paris só a tarde. O segundo trecho é realizado pelo famoso Eurostar, que percorre o Eurotúnel embaixo do Canal da Mancha em um trajeto de pouco mais de 2 horas – e é caro, muito caro: começa em € 49 avançando para mais de € 100.
       
      Os ônibus, por sua vez, existem em vários horários. O trajeto demora quase 22 horas, com uma “conexão” nas Rodoviárias Gallieni ou Bercy, em Paris. No entanto, como estão disponíveis vários horários, é possível escolher o que inicia o percurso à noite. Nesse caso, o ônibus chega em Paris mais cedo do que o trem e ainda economiza uma diária de hospedagem, já que se dorme no ônibus. A conexão em Paris demora menos de 2 horas, tempo suficiente para contornar eventual atraso do ônibus do primeiro trajeto.
       
      O escolhido foi o ônibus: ao invés de tirar uma soneca no aeroporto, melhor dormir no ônibus. Sem se preocupar com o horário de partida do avião ou do trem de madrugada, bastava chegar na rodoviária e aguardar a chegada do ônibus às 22:00. Em vez de pagar uma diária de hospedagem, o dinheiro serviu para “subsidiar” a passagem de ônibus, além de que ele deixa no centro das cidades, só precisando do bilhete de metrô (curiosidade: o trecho de Milão a Londres custou € 78, mais barato do que o táxi do aeroporto de Malpensa até o centro de Milão).
       
      Evidentemente que o ônibus não é mais rápido do que o avião, nem é tão confortável quanto o trem. Mas a praticidade de não se preocupar com horários ruins e a economia gerada tanto pelo preço da passagem com o “subsídio” de hospedagem tornavam-no preferido.
       
      Como dito, o trem do Eurostar pode ser muito caro – ao passo que, com o ônibus, ocorre justamente o inverso: no nosso caso, pagamos € 28 para realizar a viagem durante a noite, sendo que tinha visto no mesmo mês para outros dias por € 15. E, caso escolhesse o trem, mais uma diária de hospedagem teria que ser desembolsada.
       
      O último trecho, de Paris para Genebra, também foi feito por ônibus. O preço da passagem de ônibus, nesse caso, não estava distante do preço da passagem de trem. Só que, com o ônibus, ainda economizamos com a hospedagem na Suíça...
       
      Resolvida a questão de deslocamento entre as cidades, é o momento de procurar hospedagem. Como íamos ficar uma semana em cada capital, escolhemos o aluguel de quartos, que oferecem descontos para tal período e tem a conveniência de poder preparar sua comida – assim, dá para ficar bem alimentado e se esquivar dos caríssimos restaurantes de áreas turísticas.
       
      Todavia, ressalto que a hospedagem tem de ser pensada junto com o transporte urbano – além da conveniência de ter transporte perto, mas de seu custo. Diferentemente do Brasil, a tarifação do transporte público é por zonas – em teoria, quanto maior e mais longe do centro o deslocamento, mais caro ele fica. Então, tem de ser analisado como duas “forças antagônicas”: a primeira, da hospedagem, quanto mais próxima do centro turístico/financeiro, mais caro fica; a segunda, de transporte, quanto mais longe do centro, mais caro fica. E como conciliar essas duas “forças”? Infelizmente não existe uma resposta padrão: cada pessoa tem sua preferência na ponderação dessas “forças”.
       
      Ainda, ratifico alguns pontos que até podem fugir ao senso comum: Londres, de longe, é a cidade que tem um dos transportes públicos mais caros (a ponto de um tênis custar o equivalente a 2,1 bilhetes de metrô avulsos). Entretanto, apesar dessa característica, o “combo” de hospedagem na zona 5 para quatro pessoas é mais barato do que o “combo” equivalente em Paris ou Milão para estadia de 1 semana. Outro ponto de destaque é a preferência de se hospedar no centro destas cidades. Ora, se no Brasil não moro no centro, por que vou me hospedar no centro destas cidades (que podem ser bem mais caras)? Melhor usar esse dinheiro para melhorar minha residência. Com base nessa percepção, encontramos na França uma casa perto do metrô e fora da cidade de Paris – ela ficava na cidade de Mountreuil (mas é preciso verificar antes se o local de hospedagem na periferia não é perigoso, por exemplo).
       
      No nosso caso específico de Londres, tinha um detalhe importante: nos dias 24, 25 e 26 de dezembro vários lugares estão fechados, incluindo o transporte público durante o Natal. À vista disso, não adiantava ficar muito longe da cidade, já que não haveria transporte até o centro, com exceção do uso das pernas. Por outro lado, as hospedagens na área central são proporcionalmente caras. Como solucionar? Em uma tela do computador, procurei no site Transport for London o mapa que mostrava a rede de trilhos por zona tarifária. Em outra tela, buscava hospedagens próximas ao metrô e no limite da zona tarifária 1 e 2. Como esse trabalho, consegui encontrar hospedagem mais barata em Candem Town e que permitiria conhecer Londres no Natal.
       
      Em Genebra, a questão era embolada. Cogitava ficar em Annemasse, cidade francesa lindeira à Genebra, pois os preços das hospedagens na cidade eram muito inferiores à versão dos suíços. Seria ficar na França, pegar o trem ou ônibus para Genebra e voltar. Mas consegui encontrar um apartamento bem mais barato do que os demais quartos no centro de Genebra e, assim, considerando que a cidade é pequena, não precisando de transporte, que ficaríamos somente por um dia e que provavelmente nada consumiríamos, como ir ao mercado, ficou mais vantagem ficar na Suíça.
       
      Tendo solucionado os transportes e as hospedagens, era a fase de realizar a pesquisa de passeios e atrações, um dos melhores momentos do planejamento de viagem.
       
      Por conveniência, prefiro um guia na forma “clássica”, em formato de livro de bolso, mas não deixo de procurar na internet. Apesar de, na prática, estar tudo registrado num livro, não é tão simples assim – especialmente para quem quer ter uma experiência melhorada e econômica. Como Londres foi a capital do maior império que já existiu, é de se esperar que não dê para conhecer todas as atrações em uma semana. Dessarte, é preciso fazer um roteiro que, pessoalmente, estabeleço da seguinte forma: atração; valor do ingresso; dia e horário de funcionamento. Como a semana que iríamos teria os 3 dias de funcionamento parcial, o desenvolvimento de tal roteiro é ainda mais essencial, sob o risco de ficar mofando na hospedagem e se privar de uma experiência enriquecedora de novas culturas. O mesmo trabalho foi realizado em Paris, contudo foi mais simples – na verdade, Paris é um marco nas artes, mas não tão grande quanto a gente imagina: compare o tamanho da Linha 4 do metrô de São Paulo com uma reta cortando a capital francesa de leste a oeste e tire suas conclusões... (Mas não é por isso que a cidade deixa de ser extremamente densa em cultura e beleza, muito pelo contrário).
       
      Durante a pesquisa sobre as atrações de Londres, li sobre uma promoção das ferrovias britânicas: o 2FOR1 que atende a várias grandes cidades no Reino Unido, incluindo Londres. Essa promoção, que é diferente do LondonPass, consiste em receber o segundo ingresso gratuitamente desde que ambos tenham o bilhete de trem adequado. Com essa “mágica”, pagávamos quase metade do valor original das atrações e usufruíamos de transporte público ilimitado (a economia dessa promoção é tão grande que esta merece um tópico exclusivo de análise). Com isso, Londres, mais bela do que nunca, não me pareceu cara como já ouvi...
       
      Para quem já percebeu no mapa, Londres está mais próximo do Polo Norte do que Vancouver, no Canadá. Não obstante, seu clima é muito mais “quente” do que seria razoável supor, decorrente da Corrente do Golfo que influencia a Europa Ocidental. Por conta disso, as temperaturas mínimas que já atingiram a cidade de São Paulo não diferem muito da média destas cidades. Um bom casaco, luva comum, cachecol e bota são suficientes para esta viagem (só ficou a expectativa de pegar alguma nevasca na Suíça...).
       
      RESUMO
       
      EUROPA é um continente: não adianta querer conhecer vários lugares de uma vez só.
       
      PESQUISAR por passagem aérea pode demorar semanas – mas vale a pena.
       
      VERIFIQUE por passagens aéreas separadas e/ou multidestinos – pode trazer uma grata surpresa.
       
      DEFINA o número de dias de estadia em cada cidade.
       
      RESERVE 1 (um) dia de estadia nas cidades de origem e destino do voo – pode ocorrer imprevistos.
       
      O DESLOCAMENTO entre países da Europa pode ser de carro, trem, avião, ônibus e barco – o ônibus é a opção mais barata.
       
      O preço de voo com MALA DESPACHADA pode ser muito mais caro.
       
      Ônibus e trem noturno: pode economizar uma diária de HOSPEDAGEM.
       
      Ao procurar hospedagem combine junto com os passes de TRANSPORTE.
       
      SUÍÇA é cara [ponto].
       
      PESQUISA de passeios e atrações deve ser feita previamente, para combinar melhor desempenho E economia.
       
      PROCURE por promoções de passeios, como o 2for1 do Reino Unido.
       
      A Europa Ocidental não é tão FRIA como a gente imagina.
    • Por Felipe Marques Santana
      Venho aqui compartilhar o meu mochilinha de 27 dias pela Europa. Essa foi a 1ª experiência no continente. Com certeza, voltarei muitas outras vezes.
      Bom, iniciarei pelo planejamento.
      Comprei passagens de ida e volta por Bruxelas, pois tenho uma amiga que mora numa cidadezinha não muito longe de lá: Boortmeerbeek.
      Comprei com muita antecedência, no mês de maio, mas consegui um bom negócio: 2400 reais pela cia Air Europa. Os voos tinham escala em Madri, pois não há, por nenhuma cia, voos diretos até Bruxelas.
      No mês de setembro reservei os hostels em Paris, Amsterdã, Berlim e Londres. E comecei a pensar como faria os trechos internos. Bom, na maioria dos casos utilizei o trem, todos tíquetes comprados com 3 meses de antecedência para pagar um menor valor. Os trechos Bruxelas>Paris e Paris>Amsterdã foram realizados com o Thalys. No primeiro paguei 22 euros e no segundo 29 euros. Já de Amsterdã a Berlim, preferi fazer aéreo, pois o trem demorava 6 horas e além de tudo o preço não era atraente. Acabei comprando a passagem pela Easyjet (60 euros, com direito a despachar uma mala); no trecho Berlim>Londres comprei pela Easyjet também, com o mesmo preço e as mesmas condições. Em Londres queria fazer um bate-volta a alguma cidade do interior, e acabei escolhendo Cambridge pelo preço das passagens de trem (12 libras ida e volta!). Para finalizar, fiz o trecho Londres>Bruxelas de Eurostar, uma facadinha: 60 euros! =(
      Tíquetes de atrações, só comprei 2 de forma antecipada: visita à casa da Anne Frank em Amsterdã (10 euros) e London Eye (24 libras).
      Com tudo certo, só restava viajar!
      E numa data inusitada: 31 de dezembro! Como não ligo muito para Ano Novo, decidi ir nessa data: um dos motivos para as passagens estarem baratas! hehehe
      Fiz o voo de São Paulo a Madri em uma saída de emergência, pois o atendente ao ver a minha altura (1,91m), ficou com pena de mim! O voo foi ótimo! =) A aeronave era um pouco antiga, mas não foi um problema. A comida servida era muito boa! E tinha água e refrigerante no fundo da aeronave à vontade, era só pedir. Uma vez em Madri, esperei cerca de 3h pela conexão, nada que atrapalhasse, mas o aeroporto estava com as lojas fechadas e meio vazio. O segundo voo também foi em aeronave antiga, mas foi tão tranquilo quanto ao outro. Ao chegar em Bruxelas, andei, andei, andei, andei até chegar à área onde estavam as esteiras, peguei a minha mala (ufa, ela chegou!) e esperei a minha amiga chegar para me buscar.
      A casa dela não era muito distante do aeroporto, em cerca de 40 minutos, já estava lá, local que ficaria 4 dias no início da viagem e mais 1 no final.
      Nesse primeiro dia, praticamente descansei, almocei e depois à noite fui até Bruxelas encontrar uma amiga que estava lá por coincidência! =) Para ir até lá, fui de trem. Na Bélgica os trens regionais funcionam bem e quase sem atrasos. As compras podem ser realizadas pelo site da Belgium Rail, ou em máquinas nas estações. As máquinas aceitam cartão e moedas, esqueçam dinheiro!
      Passagem de ida e volta comprada, era só embarcar. De Boortmeerbeek até Bruxelas era mais ou menos 1 hora, com uma troca de trem em Mechelen, uma cidade maior e com mais conexões. Há trens muito antigos, mas também há aqueles modernos, porém vários deles são pichados na parte externa, achei estranho Bom, chegando na estação Brussels Centraal/Bruxelles Central (tudo em Bruxelas é bilingue, inclusive o nomes das cidades!) fui até a Grand Place/Grote Markt de lá, que é um espetáculo à parte. Ainda estava rolando a feira de Natal, além de a cada hora um lindo show de luzes. Quando cheguei encontrei a praça assim:

      Linda, não? É o lugar mais bonito de Bruxelas, sem dúvida! =)
      Encontrando a minha amiga, fomos até ao Bar Little Delirium (não fomos ao grande, por ser muito lotado). Lá pudemos provar vários tipos de cerveja belga (as melhores da viagem) por preços razoáveis. Também aproveitei a ocasião para provar uma daquelas delícias culinárias belgas: o waffle. Esse tinha nutella e morangos! Muita vida! hehehe
      Depois de mais um rolê pela cidade, me despedi dela, pois era tarde e tinha que pegar o trem até Mechelen (ou Malines, em francês), onde a minha amiga e o seu noivo me esperavam, pois não haveria mais trens para Boortmeerbeek. =(
      Eles aproveitaram para me mostrar, de carro, como era a cidade. O lugar mais interessante é a Catedral Metropolitana, que possuía na idade média, uma das torres mais altas da Europa, pois a cidade era um entreposto comercial importante.

      Bom, escrevi bastante. No próximo post continuo o relato. (Obs: pode ser que demore um pouco, tanto pelos detalhes, quanto falta de tempo mesmo! hehehe)
      Até a próxima!
    • Por Weise Aguiar
      Fala mochileiros, meu nome é Weise (tipo o GPS Waze sim kkk) tenho 23 anos, e vou contar como foi minha primeira viagem a Europa, que aconteceu em Maio de 2019.
      Em Dezembro de 2018 estava decidido a realizar esta viagem, e a espera de passagens na promoção, porém não tinha nenhum dinheiro guardado, apenas o salário de Dezembro e dos próximos messes até a viagem (que não era muito). O instagram do Passagens Imperdíveis anunciou uma promoção para Roma nos mês Maio, era por volta de R$ 1.600,00, porém eu não tinha esse dinheiro, corri na CVC e fiz o agente colocar a mesma data que eu já sabia que estava promocional, o valor encontrado foi de R$ 1.800,00, não liguei para a diferença de preço, pois lá dividiram em 8x sem juros no famoso carnê. Perfeito! Minha mãe e tia também aproveitaram o achado e compraram também.
      Era Janeiro e eu tinha a responsabilidade de montar o roteiro, achar hotéis e fazer tudo que era necessário inclusive assessorar a confecção do passaporte das senhoras. Planejar viagens era um hobbie meu, não faze-las também kkkk, estava empolgado com os preparativos da primeira grande viagem e por estar responsável por pessoas que sempre foram responsáveis pro mim. Seriam 14 dias na Europa, inicialmente queria colocar a Europa toda no roteiro, porém percebi que 3 países seria o máximo que conseguiria conhecer neste tempo, foi difícil, tive que deixar a cara Suiça, mas em um comum acordo escolhemos conhecer as cidades de Paris, Londres, Milão, Veneza, Pisa e Roma. Utilizei todo meu conhecimento e sites mágicos para achar a melhor rota entre estes países (melhor no caso era a mais barata), a unica certeza e que chegávamos por Roma e por ali também sairíamos. O itinerário foi:
      - Escolhi conhecer Roma por ultimo, pois o risco de perder o voo de volta para o Brasil era menor, já que eu estaria na cidade. Sendo assim compramos passagens de Roma para Paris;
      Paris: Minhas pesquisas por custo x benefício me levaram ao Hotel Ibis Porte de Montreuil, eles tem uma categoria chamada budget que seria mais econômica, pagamos cerca de R$ 320,00 no quarto para 3 com café da manhã incluso. Sim! Ficou quase R$ 100,00 pra cada pessoa por diária em um hotel em Paris. O hotel ficava um pouco distante do centro da cidade mas a estação de trem era a 4 minutos de caminhada, e 40 minutos de viagem até a Torre Eiffel, nem sentíamos o trajeto. Também havia um Carrefour como vizinho no hotel, que tinha preços muito bons! Na cidade utilizamos o metrô (1,70€) para ir a qualquer lugar com exceção de Montmartre que utilizamos o uber (mesmo app do BR). Em Paris visitamos além da famosa Montmartre, a Champs Elysees, Arco do Triunfo, quase todas as pontes famosas, Village Royal (lugar onde tem o corredor cheio de guarda-chuvas), Galerie Lafayette, o Museu do Louvre, La Vallée Village (a outlet mais chique que já vi, comprei ate uma blusa da Levi´s por 13€), a Primark (mãe da C&A, Renner e afins) e claro a Torre Eiffel todos os dias a noite.  
      Londres: Escolhi fazer o trajeto com o trem da EuroStar, ele passa por baixo do mar e se pode ter uma vista muito bonita do trajeto na superfície, não me lembro o preço exato mas foi algo em torno de R$ 200,00. Chegamos em Londres na famosa estação King's Cross (Harry Potter), tentamos pegar um ônibus porém não aceitavam dinheiro e eu ainda não sabia comprar o cartão (destaque para o primeiro contato com inglês britânico, foi muito estranho não entender nada que o senhor no ponto de ônibus falou), pegamos uber e chegamos ao hotel bem rápido. Em Londres eu também escolhi um hotel budget da Ibis (Whitechapel), este porém era mais moderno, a moça que nos recebeu foi muito prestativa e me ajudou muito com informações importantes, custou algo entorno de R$ 120,00 a diária para cada pessoa no quarto triplo. Fui conhecer Londres logo que cheguei e ao sair do hotel percebi que o bairro era meio .... diferente, varias mulheres de burca e alguns homens com cara de indianos, mesquitas e muitas placas em árabe (ou seja lá o que era aquilo) mais tarde descobri que o bairro era multicultural e acabei adorando ver toda aquela cultura! E 20 minutos de caminhada e estávamos na Tower Bridge um dos maiores símbolos de Londres, foi impactante (foi o lugar que mais gostei na cidade), durante 4 dias conhecemos lugares como o Saint James Park, o Palácio de Buckingham, o Borough Market, a loja gigantesca da M&M (não deixe de conhecer, é a maior do mundo), China Town, Leicester, Tottenham, compras na Primark de Londres (que era melhor que a de Paris), Camden Town (é meio longe, mas iria 10x mais longe vale muito), um destaque para o Camden Market, tem vários outros lugares, mas assim como em Paris não vou citar para não ficar exaustivo. Em falar em exaustivo, primeiro perrengue da viagem, eu havia comprado passagens pela Ryan Air, o aeroporto em que eles atendiam era super longe, e de uber gastamos cerca de R$ 500,00 pela viagem para nos 3, essa foi a primeira facada, a segunda veio quando a atendente me disse que o embarque já havia sido encerrado 1h30 antes do voo, brigas depois minha tia passou o cartão e compramos outra passagem (55 libras cada).  
      Milão: Ok, passamos o perrengue e foi hora de engordar, do aero até a cidade pegamos um ônibus (7€). Os hotéis da Itália foram escolhidos na CVC, novamente pela facilidade do parcelamento sem comprometer limites dos cartões, as fotos do site não condiziam muito com a realidade, e isso foi uma coisa boa em Milão o iH Hotels Milano Gioia foi um achado, era muito confortável, digno de um 3 estrelas,  perto de supermercados, restaurantes (bons e baratos, onde comi a melhor pasta da viagem), além de ser relativamente parto do centro da cidade, aqui não utilizamos o transporte publico para nada, fizemos tudo caminhando e foi ótimo. A cidade sem duvidas e uma das mais bonitas da Europa, o antigo se misturava com o moderno, e realmente era a cidade da moda, marcas de luxo como LV, Gucci, Versace e outras enfeitavam as ruas. Aqui conhecemos a Pinacoteca de Brera, cujo qual eu nem sabia da existência e literalmente esbarrei na rua, o Duomo Di Milano, a Galeria Vittorio Emanuele II e o Castello Sforzesco. Foi tudo perfeito por aqui, boa comida e lugares impressionantes.  
      Veneza: Embarcados no trem seguimos para Veneza, estávamos com a expectativa alta para o Hotel Ca' Gottardi, pois foi o mais caro da viagem (R$ 1.300,00 por diária, só ficamos uma kkkk), era luxuoso, mas nada extravagante. A cidade realmente é tudo o que dizem, chegamos de manhã e partimos no outro dia de noite. Foi mais que suficiente para conhecer cada canal, as coisas eram um pouco caras, mas valeu cada euro.  
      Pisa: Pisa me surpreendeu muito, já era noite quando chegamos, mas não nos impediu de ir ver a famosa torre inclinada, estava deserta. A primeira surpresa foi com a cidade em si, ela parecia cidade universitária de interior (e era). O hotel foi o Royal Victoria, de frente para o rio que corta a cidade muito charmoso, inicialmente achamos o hotel velho demais, pesquisas depois me fizeram mudar de ideia, é um hotel histórico, a diária no quarto triplo custou R$ 400,00. A outra surpresa foi com o conjunto histórico, eu sempre achei que a torre era sozinha, porém descobri que ela faz parte de um conjunto que inclui um batistério e uma catedral. Não tem muito para conhecer na cidade, os 2 dias por lá foram suficientes.  
      Roma: Já um pouco cansados partimos de trem, é claro, para a nossa primeira e ultima cidade Europeia Roma. E mais um perrengue era previsto, o "hotel" Cesar Palace, era HORRÍVEL, até hoje não entendi o que era aquilo, mas parece que era um prédio residencial antigo, onde funcionava o "hotel" em dois dos diversos andares, não havia recepção, apenas uma sala de bagunça onde tinha um cara. Meio assustado fiz nosso check in e um segundo cara meio estranho apareceu do nada e nos levou ate o quarto, quando questionei sobre o café da manhã que tinha pago (5€) ele saiu e voltou com uma fixa "vale 1,50€ no bar da esquina" literalmente era isso, parecia uma grande piada, minha mãe se revoltou e queria fazer barraco kkkkk mas achamos melhor tentar curtir a cidade e ir para o hotel apenas para dormir, já que todas as nossas coisas ficavam lá sozinhas não fizemos nenhuma reclamação. A cidade era bem diferente das outras, encontramos com alguns brasileiras e elas haviam sido furtadas na Fontana de Trevi, a cidade era um pouco suja demais, mas nada que não estivéssemos acostumados. Aproveitamos muito e apesar das atrações serem longes, fizemos todos os trajetos a pé, andamos MUITO, mas já sabia chegar a qualquer lugar, já estava me sentindo um romano, entre as atrações visitamos o Coliseu, o bairro de Trastevere, o Vaticano, o Monumento a Vittorio Emanuele II, a Fontana de Trevi, o Panteão, Piazza di Spagna entre vários outros lugares. No check out não havia ninguém na sala de bagunça e uma placa dizia que o atendimento iria se iniciar em 2h, então tiramos tudo do quarto e saímos deixando a chave pendurada na maçaneta da porta. Este foi um resumo de cada cidade, creio que no futuro escrevo sobre detalhes sobre cidade. Foi um enorme aprendizado viajar desta forma, e apesar de ter pesquisado muito antes, algumas coisas ainda passaram despercebidas, cada cidade tinha seu próprio estilo e foi impossível escolher uma favorita (Londres), temos vontade de fazer tudo de novo, tenho certeza que teremos uma experiencia diferente. Me deixo a disposição para ajudar tirando duvidas ou de outras formas se tiver no meu alcance! 
      Depois que voltei ao Brasil contabilizei cerca de R$ 8.900,00 com tudo que tinha gasto na viagem, incluindo hospedagem, comida, compras, passagens, tudo mesmo. 
      Segue algumas fotos do ocorrido, no meu instagram @weiseaguiar também tem vários histories legais de cada lugar. Um grande abraço mochileiros!
       






    • Por eloisacanedo
      Olá pessoal!
       
      Estou indo para londres e farei uma conexão longa em Amsterdam (8h) pela KLM e gostaria de conhecer rapidamente a cidade (somente os principais pontos, sem entrar em nenhum museu). Chego 12:30 e meu vôo para londres sai às 20:30. Sei que passarei pela imigração tanto em amsterdam como em londres, mas no desembarque em amsterdam eu vou sentido "conexão" ou vou para saída normal, como se estivesse já no meu destino? terei que pegar as malas despachadas ou elas irão direto para londres? Como devo responder na imigração? Digo que estou em conexão mas gostaria de deixar o aeroporto para conhecer a cidade? quais documentos vocês consideram importantes p/ apresentar?
      Sei que são muitas dúvidas mas to mega perdida (e com medo de ficar perdida lá tbm kkkkkk) Consigo sair do aeroporto de metrô?
      Alguém tem dicas de roteiro nos pontos principais da cidade? Pensei em fazer tudo de bike, mas nem sei como funciona pra alugar e nem se é um meio rápido de se locomover.
       
      VALEU GALERIS❤️
    • Por Beaoli
      Estou organizando uma viagem entre alguns lugares da Europa. Não pretendo me locomover de avião entre eles. (Apenas pra chegar na Europa). Alguém poderia me ajudar dizendo qual é a melhor opção para deslocar entre eles? Barco, trem ou ônibus?
      Trecho 1
      Londres - Paris
      Trecho 2
      Paris - Lugano
      Trecho 3
      Lugano - Barcelona
      Trecho 4
      Barcelona - Palma de Mallorca
      Trecho 5
      Palma de Mallorca- Lisboa
      de Londres a Paris, pensei em ir pela Mancha, mas não achei preço apenas de ida do barco
      alguém pode me ajudar? Desde já obg!😊

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