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Alguém foi, recentemente, para Cayo Bolivar e tem algum contato que possa passar?
Apesar de dizerem q está fechado, verifiquei q algumas pessoas estão indo p/ lá com pescadores.

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16 horas atrás, pedroquintellarj disse:

Alguém foi, recentemente, para Cayo Bolivar e tem algum contato que possa passar?
Apesar de dizerem q está fechado, verifiquei q algumas pessoas estão indo p/ lá com pescadores.

O local está fechado para recuperação da fauna e flora; ir até lá "clandestinamente" só vai atrasar a recuperação e aumentar a degradação absurda que acontece na região.

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Fora o perigo.. li relatos de naufrágios e de equipes da marinha colombiana impedindo a passagem dos barcos que iam pra lá, sem qualquer tipo de reembolso posteriormente dos passageiros.

Eu fui a Cayo Bolívar quando ainda estava permitida a visitação e a viagem é tensa demais.. nem cogito imaginar fazer o trajeto "clandestinamente", sem qualquer aparato em caso de algum incidente. É super longe da costa!

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Em ‎20‎/‎06‎/‎2017 em 18:10, monique.santiago disse:

Estive hospedada no El Viajero em San Andres em 2015 por uma semana.

Apesar de ter achado o hostel péssimo (acho que o pior que já fiquei na vida), tinha uma boa localização e integração com a galera.

 

Pelo que vi dos relatos aqui, parece que as coisas pioraram ainda mais.

 

Alguém se hospedou mais recentemente e pode me dizer a situação?

Alguma dica de outro HOSTEL no centro ?

 

Achei outras hospedagens, mas em casas de nativos e hostels muito distantes e também nenhum com barzinho ou atividades de integração.

Passando para reavaliar o El Viajero San Andres:

O hostel melhorou muito de 2015 para cá (me hospedei em setembro/17): há dois anos tinha achado horrível, especialmente pelos quartos e pelo staff. Acabei retornando a me hospedar por ser o único party hostel da Ilha e me surpreendi com as melhorias. A mobília dos quartos melhorou e agora os beliches são de ferro, o que melhora o cheiro no ambiente (antes eram de madeira e deixavam os quartos com um cheiro de umidade horrível). O staff também foi ótimo: prestativo e sempre receptivo. O café da manhã continua  bom para padrões de hostel (cereais, queijo, presunto, frutas, iogurte, etc).

Recomendo a hospedagem!

 

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San Andres é uma Lixeira. Um dos piores lugares que já fui. Os "fazedores de self" não mostram a realidade do lugar, fazem Self do mar para aparecerem e mostrarem aos amigos e parentes que estão no "paraíso caribenho", lugar sujo e eu rodei a Ilha de Bike, a pé de buzão. Tem lugar que fede a chiqueiro de porco, tem lugar que fede a carne e peixe podre que os moradores despejam em qualquer lugar. Jonny ke é uma ilhota que os nativos  entulham de turista e para vc conseguir entrar no pouco pedaço de praia que não é perigoso ou conseguir uma foto sem um estranho sair junto vc precisa fazer malabarismo. Um perigo para desembarcar pois não tem onde e o barco balança muito. vi senhoras e crianças que por pouco não se machucaram.  Um lixo. prefiro mil vezes o Caribe mexicano. As tais lojas de duty Free que dizem ser uma maravilha  é pior que o Paraguai nos anos 90 onde tudo era falsificado. 

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Bastou a CVC descobrir o lugar pra começar os relatos de que esta uma bosta. Infelizmente ja esperava por isso.. Todos os lugares onde o turismo em massa invadiu, mas nao houve planejamento ou investimento em estrutura, de um jeito ou de outro, perdeu o seu charme Quando fui a primeira vez pra la, a quase 7 anos atras, San Andres era um paraíso quase que desconhecido, os islenos eram preocupados com a conservação da ilha e quem frequentava a ilha era basicamente colombianos de férias. Infelizmente, pelo que vi da ultima vez que estive la, e pelo que venho lendo nos relatos, sou obrigado a concordar com o Trota... Lamentável...

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Leo um mês antes de eu ir fiquei sabendo que Cayo Bolivar estava fechada para o turismo devido a poluição e a quantidade de lixo. Em San Andrés eu vi até vaso sanitário jogado na calçada.

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Em 07/10/2010 em 21:11, casal100 disse:

Lojudice,

 

São 3 hotéis Portobelo na ilha, esse plaza, fica numa travessa da rua da praia, os outros dois são próximos e ficam defrente a praia, o padrão é quase o mesmo.

Ficamos no Portobelo JR(http://portobelohotel.com/portobelo_jr.php), simples mas limpo e confortável(tv a cabo, ar condicionado, camas boas, alguns apartamentos são com vista para o mar(o maior problema é que sai pouca água do chuveiro, mas é água doce). ficam perto de tudo, aeroporto, centro, zona franca, supermercados, lojas, restaurantes, bancos, internet, agências de turismo, barqueiros que levam ao aquario............

 

Preferi pagar hospedagem mais café da manhã(simples) (em julho/2010 - pagamos aprox. R$149,00 o casal. Pois cada dia faziámos passeios, e neles, nossas refeições, à noite a ilha tem alguns restaurantes, uns sofisticados, outros simples(a partir de R$6,00).

Muita obrigada pela dica

 

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Boa tarde galera, gostaria de saber se vale a pena conhecer San Andrés,um amigo foi e disse que é uma b* ... Eu só quero uma boa praia pr banho,cadeira e guarda-sol e comes/drinks bons...Então vale a pena ir em Março? Tem praia boa?

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    • Por Bruno Mattias
      Ola, estou aqui para contribuir com um relato detalhado e recheado com gastos e tudo da minha viagem solo a San Andrés/Providencia/Bogotá. Vou tentar dividir tudo em sessões para que fique mais claro e dinâmico a todos e tentarei ser o mais breve possível (NÃO CONSEGUI). É importante deixar claro que quis deixar essa viagem o mais aberta possível caso quisesse mudar de hostel, ir para outros lugares, então mudei bastante de hostel por lotação, o que não me incomodou já que só dormia nos lugares mesmo, mas se for planejar tudo fique no CENTRO, da para fazer a maioria das coisas por la a pé e o ônibus la passa a toda a hora e custa 2400COP (Pesos colombianos é a moeda que eles utilizam, na sessão de câmbio explico mais sobre), hostel El viajero se quiser conhecer pessoas, Nativa Lizard House se quiser relaxar em um quarto sozinho com um preço ótimo. 

      RELATO GERAL DIA A DIA
      1 dia - Saída do Brasil e olá ao paraíso. Neste dia eu desembarquei em Bogotá, voei com a avianca e foi tudo perfeito na ida. A primeira coisa que fiz foi trocar dólares que levei por pesos colombianos COP, não troque na primeira casa de cambio que ver, tem outras fora do lugar que se recolhe as malas que pagam melhor, consegui uma cotação de 1$-2650COP na época, não achei boa e troquei pouco dinheiro em Bogotá (Não cometa esse erro), se tiver tempo saia do aeroporto e troque em casas de câmbio no centro, ou mesmo no aeroporto, não troque em San Andres. Fiquei um pouco pelo aeroporto de Bogotá e comi uma bandeja paisa como janta/almoço. Fui ao caixa da avianca e paguei 105000COP na minha tarjeta turismo, nada mais a se falar do aeroporto de Bogotá, estava ansioso para o meu destino, finalmente cheguei a San Andres pela noite, clima agradável, fui andando até o Hostel El Viajero em que fiquei, deu 10 minutinhos e economizei um taxi, vi a galera em bares locais se divertindo e dançando um estilo de música que acredito que era salsa. Conversei com uns brasileiros no bar do hostel e fui dormir em um quarto compartilhado com mais 7. O wifi no El viajero é bem ruim, somente para mensagens no Whatsapp, nem áudio vai enviar. Mas lá tem computadores fixos no terceiro piso que podem ser usados e a internet é muito decente, fiz várias reservas por lá.
      2 dia-
      Acordei cedo e parti pro café da manhã ótimo do El Viajero, comentando sobre o Hostel, que belo Hostel, que staff, que lugar bem localizado, somente felicidades naquele lugar, tudo deu certíssimo, se quer conhecer gente se hospede lá! Logo no cafe da manhã encontrei uma amiga que estudou comigo no ensino médio, acreditam? Conversamos, ela estava com mais 4 amigos, que depois vieram a se tornar família para mim, já me enturmei com seus amigos e fomos pra praia central curtir o dia tranquilo, o grupo de 5 pessoas, eu, mais uma solitária do RS e dois paulistas, tinha tempo e queria conhecer pessoas, perfeito. Comprei umas coisas que esqueci no brasil no centrinho, a sapatilha que me custou 12000COP e uma capinha a prova da agua para o cel que custou 10000COP. Ficamos na praia até um horário meio tarde, voltamos perto do hostel para almoçar/jantar no El Parqueadero, um restaurantezinho que não gostei muito mas era barato, depois achei um melhor a uma quadra do hostel que se chamava Tony Restaurant, um prato de peixe custava 14000COP e frango 9000COP com Tony, mais barato ainda. Depois do almoço tardio compramos umas coisas no mercado, troquei dinheiro na Western Union (1$-2605COP), nos arrumamos e fomos para a praia a noite, com a Jotinha, a famosa caixa de som do grupo. Esse foi um dos melhores dias da viagem, em que realmente criei laços com pessoas incríveis. É importante falar que nessa viagem eu não economizei muito em bebidas e não passei vontade, diferente de todas as outras viagens que tinha feito, resolvi variar, o que no Brasil depois doeu um pouco financeiramente, mas valeu totalmente a pena. Dinheiro você recupera, experiências como essas não.
      3 dia-
      Acordei e parti do El Viajero para meu novo hostel (Por lotação do El Viajero), o The Rock House Hostel, em que fiquei uma noite, no caminho para West View. Claro que eu fui a pé, sem sinal de celular, sem internet, somente com um google maps com a rota impressa, e dizia ser cerca de 40 minutos de caminhada. O mapa estava desatualizado com umas rotinhas em obra, me perdi mesmo tendo um ótimo senso de direção e no fim demorei 1:30 para achar esse hostel, sorte que sai bem cedinho para pegar passeios ainda de manhã. O hostel era bacana, a Luz, dona do hostel, era um amor de pessoa, porém fiquei somente uma noite la em um quarto sozinho, não tenho muito a dizer sobre, somente que é um pouco longe de tudo. Voltei ao El Viajero de taxi pra fazer o passeio de Johny Cay e Acuario com meus amigos. Saímos com a cooperativa da praia central por 25000COP e que paraíso, estava mais vazio porque era dia de semana, dica maior da ilha: Se puder faça os passeios em dia de semana, segunda e terça são os dias que menos tem pessoas nos lugares. Que passeio legal, acuario é lindo, um lugar com água cristalina com espaço para Snorkel, e Johny Cay uma ilhota bem bacana que fica na frente da praia central e da para tirar aquele gostinho de caribe. Almoçamos em Johny Cay, preço tabelado de 30000COP, caríssimo mas não tinha o que fazer. O trajeto de barco para esses dois lugares é lindo demais, vai ficar babando nos 7 tons de azul daquele mar. Voltamos depois do almoço e ficamos na praia central curtindo o resto do dia, jantei no El Corral, que fast food bom meus amigos, li vários relatos de como era bom e realmente é, preço de fast food brasileiro porém tem que ir, muito bom.
      4 dia-
      Me movi novamente para outro Hostel, dessa vez o Nativa Lizard House, umas 6 quadras do El viajero na mesma rua, os donos eram ótimas pessoas de se conversar, o quarto era excelente e privativo, tinha até cofre, banheiro compartilhado mas não vi muitas pessoas la, fiquei todos os dias pelo El Viajero pelas amizades que fiz. E novamente voltei ao El Viajero para passar mais um dia com o grupo que conheci, de manhã ficamos proseando e almoçamos juntos no El Parqueadero. Nesse dia foi que fiz o meu primeiro mergulho pela parte da tarde com a empresa Sharky que o próprio El Viajero tem parceria, foi excelente, para a minha primeira experiência foi muito tranquilo, me apaixonei por mergulho. Jantei no El Corral de novo porque tinha achado incrível hehehe.
      5 dia-
      Voltei ao El Viajero pela manhã para outro check in. Este foi um dia ruim pela parte da manhã em que tive que me despedir do grupo que me acolheu demais, e de todos os agregados, minha viagem sozinho estava começando realmente ai. Aluguei uma moto na parte da tarde depois de chorar muito desconto pelo horário tardio do aluguel e consegui por 50000COP (Normal 70000COP), dei a volta na ilha indo pelo lado de west view, primeiro eu demorei 3 horas para fazer a volta completa parando em todos os lugares para Snorkel e com uma parada de mais ou menos uma hora na praia de San Luis, que fiquei proseando com um local que vende coco loco. Eu não fiz Rocky Cay e não fiz a caverna dos piratas porque li em relatos que não era tão bom assim, como tinha pouco tempo nesse dia decidi cortar. Eu gostei muito de West View, tem um bar ao lado do West View, o bar do Jimmy, voltei la depois para passar uma tarde em outro dia, gostei muito do lugar, vale parar, com lugar para Snorkel e para pular também e bem mais vazio. Lembrando que para entrar em La Piscinita precisa pagar 4000COP e West view 5000COP. Não tem segredo em fazer a volta da ilha, somente pegar a rodovia que circunda a ilha e parar aonde quiser, ninguém usa capacete nem pede carteira de moto, não se assuste. A noite comi um ceviche no SeaWeed, pertinho do El Viajero, era bom mas não achei nada absurdo, terminei o dia no bar do hostel com a galera.
      6 dia-
      Nesse dia fiz a volta na ilha de novo com as minhas novas parceiras de quarto, estava com vontade de ver tudo de novo de tão bonito que foi, alugamos um carrinho de golf em quatro pessoas, 35000COP para cada. Fizemos no sentido contrário começando pela praia San Luis, eu recomendo que faça começando pelo West View para poder descansar depois na praia San Luis, gostei mais da moto também pela velocidade, o carrinho é lentíssimo. Fizemos o mesmo roteiro, foi muito divertido. Nesse dia eu decidi que iria a providência e fui comprar o barco que me custou 330000COP (CARO, mas o avião é o dobro) ida e volta, depois eu comento sobre, troquei um pouco mais de dólares na Western Union por quase a mesma cotação de antes, vá com tempo a Western Union de San Andres, todas as vezes que fui estava bem lotado e se não me engano fecha as 5 da tarde, fique atento. A noite peguei um coco loco com a galera do hostel, a única baladinha que tem lá, até que me surpreendeu, 20000COP de entrada, balada bonita, clima agradável, pessoas legais, mas tem que beber muito antes de ir, beber la é muito caro, cerca de 14000COP uma cerveja que no mercado custa 2200COP.
      7 dia-
      Eu troquei de hostel novamente para o Nativa Lizard, por lotação no El Viajero e no dia seguinte iria para Providencia. Lembrando que todos esses dias eu estava almoçando no Tony Restaurant e jantando o que dava e aonde dava. Nesse dia aproveitei a manhã para descansar da noite anterior, fui com os argentinos e mais dois brasileiros para o bar do Jimmy a tarde, foi muito bom, muitas risadas, snorkel, recomendo o bar. Fizemos uma janta na cozinha do El Viajero mesmo (Muito boa a cozinha) e depois eu fui dormir para acordar cedinho no outro dia para minha próxima aventura, Providencia.
      8 dia-
      Acordei 5:45 e parti pro embarque, cheguei la a tempo, foi tudo tranquilo até eu entrar em alto mar, o barco era bacana (El esplendor), tinha feuncionários passando com água e sacolinhas pra tudo que é lado durante a turbulenta viagem de 4 horas em que aproximadamente 60% do barco estava vomitando sem parar, o mar é muito forte, felizmente eu não passei mal e até dormi umas 2 horas, só acordava quando o mar quase me tirava da cadeira. Dica: Tome o remédio que eles entregam no check in para não passar mal, tomei na ida e na volta e não tive problemas. Depois da viagem turbulenta cheguei a Providencia, e que ilha meus caros, vale a pena demais ir para la, fui a pé para a Posada YoliMario em que fiquei, foi uma pernadinha ate la, e como estava sem letreiro na frente por um temporal que aconteceu por lá acabei passando do lugar, me deram carona para voltar até o lugar de graça quando perguntei a um nativo aonde era, sorte que as pessoas na ilha são ótimas e hospitaleiras ao extremo, um povo totalmente diferente de San Andres. Os nativos falam o inglês criolo e preferem inglês ao espanhol, alguns nem sabem espanhol. Na pousada paguei 70000COP por um quarto individual com banheiro individual, e um espaço para preparar sanduíches e café com um frigobar, achei ótima a pousada, infelizmente não tinha Wifi, a Yolanda que é a dona da pousada vai te ajudar em tudo que ela puder, mesmo. Se eu voltasse para la eu ficaria perto da praia Manzanino (Acho que escreve assim) porque eu gostei muito do Bar do Roland, que vou comentar em breve. Arrumei minhas coisas no quarto gigante e fui conhecer Santa Catalina a pé a tarde, não achei tudo isso, mas tem que conhecer. Existem Wifis públicos no centro de Providência, que só funcionaram um dia mas melhor que nada. A noite fui no Rolands Bar, a descoberta da viagem foi esse bar nessa praia maravilhosa, cerveja justa para a praia, fogueira, todos os dias tem lual mas com poucas pessoas durante a semana, acredito que deve lotar de turistas no final de semana. Não vá a providencia pensando em festas, la foi o lugar que fiquei mais "sozinho", refletindo sobre tudo, somente haviam casais, famílias, poucas pessoas e os nativos, foi muito bom para mim. Gostei muito do clima da ilha apesar do mau cheiro em alguns lugares. Fui de moto taxi para o Rolands e voltei de carona com pessoas que encontrei la, em providencia tudo é mais caro que San Andres em aproximadamente 40% pelo que percebi e os nativos acham que você é milionário por estar lá e vão tentar fazer com que você gaste o máximo que conseguir na ilha, RESISTA kkkk. 
      9 dia-
      Pela manha fui a cayo cangrejo, pertinho da posada da Yolanda, e o Mario, marido da Yolanda me deu carona até a saída dos barcos de graça, mas por pressão da Yolanda kkkk lógico que não reclamei. Paguei o barco que custou 40000COP ida e volta mais a entrada no parque Cayo Cangrejo que custou 17500COP se não me falha a memória, tudo muito caro, tive que alugar snorkel  por 10000COP porque o meu tinha quebrado no último dia no Bar do Jimmy, fiz a volta de snorkel na ilha pela direita e outra vez pela esquerda, que INCRÍVEL, vi 3 tartarugas nadando livres, monstruosas de grande, vi vários peixes diferentes dos que já havia visto, foi a água mais transparente que vi em toda a minha vida, visibilidade absurda. Tem um mirante em cima de Cayo Cangrejo que é muito lindo, foi a paisagem mais bonita que meus olhos já enxergaram ao vivo em toda a minha vida até o momento. Valeu a pena ter ido a Cayo Cangrejo. A tarde eu fui a The Dive Shop em Manzanino com o Alejandro ajeitar mais um mergulho, marquei pro dia seguinte cedo dois mergulhos, ele me convenceu. Fim de tarde e noite eu fiquei no Rolands curtindo a praia bebendo uma cervejinha nas redes que ele tem ao lado da fogueira, fui de moto taxi para a pousada perto do centro que durante o dia custa 5000COP e durante a noite dobra, e dormi cedo.
      10 dia-
      Até cheguei a sonhar com o mergulho de tão feliz que eu estava, as 8:30 pontualmente estava na porta do Alejandro e da sua namorada Emily para mergulhar, pegamos o barco e fomos mergulhar, neste mergulho eu vi TRÊS tubarões, Reef Shark e Nurse Shark, criaturas incríveis que passaram pertinho da gente, mais um sonho realizado. No segundo mergulho vimos uma barracuda gigante, consegui ficar imerso por 65 minutos, estava pegando o jeito. Os dois mergulhos me custaram 260000COP, caro mergulhar mas cada um com suas prioridades né. Se você gosta de Reggae no bar do Roland toca muito Reggae local do Manku, um artista da região muito bom, gravado la mesmo em providência, após o mergulho eu fui até a casa do Manku que conheci no Rolands e comprei um CD dele depois de uma conversa muito boa com sua família na casa dele. Voltei a pousada com um sorriso de fora a fora pelo dia incrível, passei o restinho do dia tranquilo na praia da agua dulce, dormi cedo porque estava cansado e sem dinheiro, não sai. Em providencia estava almoçando e jantando misto quente que fazia no hostel porque la tudo era muito caro, como andei muito eu peguei muita manga nas estradas para lanches, deliciosas. Agora vem a dica de ouro, perto do cemitério de agua dulce tem umas duas mangueiras diferentes que seus frutos são chamados de SUGAR MANGO, se você for a providencia e não provar isso pode voltar pra comer, virou a minha fruta preferida, uma manga pequena absurdamente doce, consegui trazer duas para o Brasil, nunca tinha visto, pergunte aos locais e pegue.
      11 dia- 
      Pedi a um moto táxi para fazer a volta a ilha comigo pela manhã, e para a minha surpresa a ilha não tem muitas praias, gostei mais de FreshWater Bay e Manzanino, eu acho que fazer a volta a ilha de barco seria mais legal, mas como meu barco era 14:30 para San Andres, não daria tempo e meu dinheiro estava chegando ao fim, assim como a minha viagem. Ai que começou o parto todo, fiz check out da pousada e mais uma aventura, cheguei para o check in no barco e SURPRESA, o barco tinha sido adiantado para as 7 da manhã daquele mesmo dia porque o mar estava muito forte para a tarde e como estava sem Wifi não vi. O rapaz da agência escutou pacientemente tudo que eu falei explicando que não tinha Wifi na ilha e não me mandaram nada, etc etc, resumo: Não havia nada a ser feito, o próximo barco estava lotado no outro dia as 7 da manhã e ainda assim era uma possibilidade porque provavelmente o mar estaria pior. Lembrando que só existem duas maneiras de se sair dessa ilha, ou de barco que UMA empresa faz ou de avião. Tive a informação que só existia ticket para voo de volta em 11 dias a partir da data em que estava, uma piada, meu voo para o brasil era no dia seguinte saindo de San Andres, E AGORA JOSÉ? Sem barco, sem avião, sem dinheiro. Existiam mais pessoas na mesma situação que a minha, umas 8 pessoas, ouvi umas canadenses conversando que tinha um navio cargueiro que poderia levar, mas tinha que conversar com o capitão quando ele acordasse, HÁ, achei. Fui até o capitão do navio cargueiro antigo, e ele me disse que sairia a noite e chegaria de manhã em San Andres (MUITO TEMPO), quase tive que implorar de joelhos, até me ofereci para trabalhar durante a madrugada com ele, ele não aceitava porque não era legal no país um navio cargueiro levar pessoas, até que consegui que ele me cobrasse 50000COP e me levasse, pedi o reembolso do barco, paguei o capitão e la vamos nós para uma noite muito louca no porão de um navio cargueiro, eu e as pessoas em minha situação, canadenses, chilenos, nativos da ilha, alemães, uma mistura de tudo naquele porão apertado e quente, depois de uns minutos navegando fomos liberados a sair do porão, eu fiquei por la mesmo, me joguei em cima de umas malas e dormi quase a noite inteira, só acordava quando o mar me jogava das malas, o mar realmente estava grande, obrigado ao casal chileno que me salvou com uma pílula de enjoo antes do embarque misterioso, valeu Rendy, zero vomito. Foi uma viagem bem melhor que a do catamarã para ser sincero. 
      12 dia-
      Quase beijei o chão de San Andres quando cheguei de tão feliz que eu fiquei em não perder meu voo. Dica: Se for a providencia se programe para ir no começo de sua viagem e curta San Andres depois, para evitar transtornos como esse, ainda bem que deixei um dia como coeficiente de cagaço e deu certo. Consegui o reembolso da noite que não passei no El Viajero, até consegui um banho e um wifizinho, obrigado Edy da recepção, me salvou, mais um motivo para ficar no melhor hostel da ilha. Fiquei esperando as lojas abrirem, tomei um cafe da manhã, fiquei na praia central esperando o dia passar e observando a bela praia com uma leve tristeza em ir embora e me preparando para meu voo a noite, as 7 da noite, cheguei no aeroporto 5:30, me informaram que o meu voo tinha sido adiantado, outra surpresa do mesmo gênero, mas nesse pelo menos ninguém tentou me avisou, adiantaram para as 6 da tarde, sai correndo e consegui entrar no avião, achei uma falta de organização da Avianca em não me avisar. Fui direto a Bogotá no mesmo voo de uma amiga que fiz no hostel, chegamos em Bogota e ela iria ficar na casa de seu amigo nativo, o Andrés, ele me deu varias dicas, sai de ônibus do aeroporto e peguei um uber com a internet compartilhada dele, bela dica, paguei muito mais barato ate meu hostel, o Hobu Hostel, 22500COP a diária com cafe da manhã incluso, isso mesmo que você leu, baratíssimo. Jantei algo rápido na rua por ali e fui encontrar os dois em um bar muito legal da cidade, o Andres DC na zona T, foi muito legal, dançamos merengue, salsa (ou tentamos). Fui para o hostel, somente gastei o Uber porque estava ficando bem zerado de dinheiro, o bar não cobrava entrada no dia.
      13 dia-
      Ultimo dia, o dia em que estou terminando de escrever esse relato. Acordei cedo, tomei meu café da manha no Hobu Hostel, recomendo muito esse hostel, staff muito bom e camas ótimas, sem contar que foi o único lugar que tomei banho quente na viagem inteira, não se preocupe, em quase nenhum lugar das ilhas tem água quente, é normal por lá e nem precisa de agua quente pelo calor que faz. Meu voo para o brasil saía as 3 da tarde. Sai para o Cerro de Monseratte, da pra ver a cidade de Bogotá inteira la de cima e esse morro tem mais de 3100m de altura, pena que tive que ficar pouco, uma leve andada pelo bairro, conversei com uma mulher que estava mexendo no celular e convenci ela a rotear internet para que eu pudesse chamar o Uber para o aeroporto, segue o improviso, fui para o aeroporto de Bogotá muito triste por estar deixando a Colômbia, e agora me encontro no avião para SP, no fim da minha viagem, me impressionei com tudo que vi e vivi aqui, obrigado Colômbia e obrigado a todos os envolvidos e pessoas que me ajudaram, de coração.
      GASTOS E INFORMAÇÕES SOBRE MOEDAS E CÂMBIO 
      Lembrando que gastei bastante mesmo nessa viagem, mergulhei, bebi, conheci providência, você pode não fazer tudo isso se não quiser. Sobre o câmbio eu citei no relato algumas informações mas valeu a pena levar dólares e trocar por COP la, isso depende muito da época, troque em Bogotá se puder e fora do aeroporto, se não puder sair saia da área de desembarque e pesquise pelo aeroporto, ainda é melhor que San Andrés. Se não conseguir ou necessitar troque na Western Union de San Andrés.
      COTAÇÃO DA EPOCA - (1$ - 2650COP) em Bogota no aeroporto.
      Adquiri o dólar no Brasil por (1$-3,3R$)
      Alguns valores para se programar:
      Diaria no El Viajero - 78000COP (no balcão)   68000COP (Na internet - HostelWorld ou Booking)
      Diaria no Nativa Lizard House- 80000COP
      Diaria no The Rock House Hostel- 80000COP
      Diaria na posada Yolomario (Providencia) - 70000COP
      Sapatilha para ir a lugares com coral (SIM PRECISA) 12000COP
      Capa para celular a prova da água 10000COP
      Cerveja no mercado ~2200COP
      Entrada na coco loco 20000COP
      ABSOLUT 1L 36000COP
      Aluguel de moto em San andres 70000COP
      Aluguel de moto em providencia 60000COP
      Prato feito de comida em San Andres 10000COP
      Prato feito de comida em Providencia 16000COP
      Ceviche (media pela ilha) 25000COP
      Tarjeta turismo para apresentar na entrada e saída de San Andres 105000COP
      Barco ida e volta para providencia 330000COP
      Avião ida e volta para providencia 580000COP
      Cerveja na praia em providencia 5000COP
      Comida na praia em providencia 30000COP
      Barco ida e volta a johny cay e acuario 25000COP
      Barco ida e volta a cayo cangrejo em providencia 40000 COP
      Entrada em La piscinita 4000COP
      Entrada em West View 5000COP
      Mergulho em San Andres com Sharky 130000COP sem PADI
      Mergulho em Providencia com The Dive Shop Alejandro e Emily 160000COP sem PADI
      Ônibus de linha em San Andres 2400COP
      Media de gastos APROXIMADA por dia curtindo  (Da para reduzir)
      210000 COP

      No total do total do total, com passagens, com comida, hospedagem, curtindo, bebendo, passeios, tudo tudo gastei aproximadamente,  4500R$, da pra tirar pelo menos uns mil reais ai se economizar em bebidas e não for a providência, no meu caso valeu muito a pena, 13 dias na colombia.

      GALERIA DE FOTOS
      Infelizmente fui roubado no Brasil, levaram a minha GoPro com o cartão de fotos e o celular no mesmo dia em que cheguei, vai ficar somente no coração e na mente. Ainda bem que o roteiro ficou salvo na nuvem. Sobraram poucas imagens que ficaram salvas no whatsapp.






      REFLEXÕES E AGRADECIMENTOS
      Essa sessão é mais um agradecimento pessoal e para encorajar os viajantes solitários pelo mundo, se não tem interesse por favor não perca seu tempo, não vai ter nenhuma informação valiosa para a sua viagem, só coisas ótimas e situações que passei e que senti e agradecimento especial a algumas pessoas boas. Estou escrevendo este relato diretamente do avião para casa, com um aperto no peito de ter que me despedir de tudo que vivi e senti por aqui, de verdade. O ponto principal aqui é que você vai conhecer muita gente, principalmente se viajar sozinho, acredite, se abra a novas experiências e tenho certeza que vai gostar muito, se você está com medo de viajar sozinho e esta pensando que realmente vai ficar sozinho, está totalmente enganado, SE JOGA e depois me agradeça porque vai ser a experiência mais incrível da sua vida. E se ficar sozinho aproveite para refletir sobre sua vida, sobre você, sobre tudo, não tem problema nisso, agora você guia o seu rumo. Vai rir, passar aperto, testar seus limites, ter tantas histórias, e o mais importante: Vai conhecer quem você realmente é, aos poucos, e vai se aceitando cada vez mais, curtindo a sua própria companhia. O que mais me deixa triste em viagens são as despedidas, as interações sociais são intensas e cada pessoa com que você se relaciona deixa um pedaço dela em você, se despedir sabendo que provavelmente você nunca mais veja essa pessoa na sua vida é o que mais dói, faz parte, mas vai ficar pra sempre no seu coração. Um pouco da trajetória pessoal que passei: Cheguei no hostel no primeiro dia e já conheci dois paulistas, a Leticia e o Loris. Incrível como as coisas são, subindo a escada para o primeiro dia de bar do hostel encontro a minha querida amiga de adolescência, estudei com ela no ensino médio, a Mari, somente um oi no hall do hotel mas é claro que encontraria ela de novo e além disso seus amigos, que foram mais que uma família pra mim, obrigado Mari. Estávamos nos primeiros dias eu, Mari, Leo, Joao, Camila Taubate, Erica, Eloysa e nos unimos absurdamente ao longo dos dias como uma família, eles fizeram da minha viagem uma experiência incrível, pessoas com ótimos corações, cada um com suas particularidades, realmente viajar é um primeiro filtro para pessoas fodas como diria a Erica. Vocês estarão sempre no meu coração, e claro a Cintia que chegou depois e foi a minha parceira no crime/irmã por vários dias, obrigado por tudo Cintia, você sabe tudo que fez por mim. Logo depois da saída dos brasileiros e da difícil despedida eu conheci 4 argentinas, a Guli, a Vichy, a Agus e a Chiara, minhas parceiras de quarto queridas demais, muitas risadas juntos, logo após o Fer, Fausto e Tincho, argentinos que jogavam bola juntos, figuras que levavam a vida de uma forma muito boa. O grande Pedro, paulista gente finíssima assim como a Jacque, o Andrés, Marley e sua namorada Kim, brasileiro sinistro que trabalha no El Viajero, a francesa, e o colombiano. Richdan, Manku THE FISHERMAN, Yolanda, Alejandro, Raul. Obrigado a todos vocês e a todos que fizeram parte da minha viagem, todos que me ajudaram, vou levar um pedaço de cada um de vocês no coração. VALEU COLOMBIA, FOI FODA!
    • Por RoxaneOliveira
      Colômbia Parte 1 – Bogotá
      Cheguei em Bogotá as 5 horas da manhã, morta com a longa conexão em São Paulo, muito bem aproveitada com minhas amigas de lá. O problema é que tive um choque climático e a gripe voltou com tudo. Cheguei na imigração, onde a agente perguntou quantos dias ficaria no país e eu disse que ficaria os 90 dias mesmo. E ela: “O quê? Como? Onde?” E eu disse prontamente: “Bogotá, Bucaramanga, Santa Marta, Cartagena, Medellín, Cali e onde mais der”, em seguida perguntou onde me hospedaria e dei o endereço de um hostel, que realmente pretendia me hospedar, porém, ao conseguir uma hospedagem com o couchsurfing cancelei a reserva, pois em uma viagem de 3 meses é preciso economizar cada centavo. O primeiro dia apenas dormi e fui a Candelária tomar água panela (água quente com rapadura e limão), dizem que cura a gripe e logo depois fomos comer um prato do tipo Executivo. Fiquei chocada por ter custado 6.500 cop (+/- R$ 7,00), prato de sopa de legumes, depois outro prato principal com arroz, abacate, patacones, lentilha e carne de porco. Ainda veio uma limonada. Adorei.
      No segundo dia, já um pouco melhor da gripe tirei o dia para conhecer os Museus Botero, Museu do ouro (vale visitar mais de uma vez) e o cerro Monserrate. Por sorte, o final do dia estava lindo. Comprei o chip para o telefone e fiquei procurando as atrações com o Google maps mesmo. Nada guiado.
      Tendo conhecido as principais atrações, descansei no final de semana e na segunda fui à cidade de Zipaquirá, de Transmilenio mesmo. Peguei o Transmilenio sentido Portal Norte, é um pouco longe do centro, depois, dentro do terminal peguei um ônibus para Zipaquirá. A passagem do Transmilenio é de 2.000 cop e a do ônibus para Zipaquirá é 6.000 cop.
      A entrada para Zipaquirá foi de 50.000 pesos para turistas estrangeiros. Mas o valor salgado vale a pena, pois o tour é todo guiado e em pequenos grupos. A estrutura da atração é impecável.
      Na volta peguei muito trânsito, porém consegui chegar 17 horas e ainda deu tempo de visitar o Museu Nacional. É importante, pois lá conta toda a história da Colômbia, desde o império do Reino de Granada e de ter se tornado Grã Colômbia, após ter sido libertada por Simon Bolívar.
      Terminada a parte turística, tirei dias com amigos que conheci em Bogotá, eles me levaram para a zona G e zona T, a parte mais nobre da cidade, fomos no Bogotá Brew Company, que tem em toda a cidade, depois ficamos caminhando sempre pela região. Eu gosto muito do cuidado que se tem com os parques, vejo muita semelhança com os parques da Europa.
      No meu último dia na cidade, me sugeriram conhecer o El Teatron, uma casa noturna GLS, porém muitos héteros vão também porque acham o lugar muito legal e tinham razão. Infelizmente não fui no sábado, mas sim na quinta. No sábado há muitos ambientes em funcionamento, na quinta apenas 2 ambientes estavam funcionando, mas mesmo assim, garanti muita risada ouvindo música ranchera na cantina. Achei o lugar barato também. Não paguei para entrar e a cerveja era 5.000 cop.
       
      No dia seguinte já era o dia da minha partida para a cidade Villa de Leyva. Comprei a passagem rodoviária para a cidade por 26.000 cop e levei 4 horas para chegar. Em Bogotá o trânsito é caótico. Perdão por te xingar, Rio de Janeiro! A estimativa era de no máximo 2 horas de viagem, mas levei o dobro. Mas, pelo pouco tempo que fiquei na cidade, valeu a pena sentir a tranquilidade e o ar puro. O valor da hospedagem foi de 50.000 cop e achei muito caro, mas é o lugar onde os bogotanos fogem do caos, por isso o preço justifica.
      No dia seguinte já era hora de viajar para Bucaramanga, em Santander, uma viagem rodoviária de 8 horas.
       

    • Por Astrolábio Trip
      Como chegar:
      San Andrés fica localizada na imensidão do mar do Caribe. Peguei um voo de Cartagena (isso já é assunto para um outro post) para San Andrés de 1he31min (Aeroporto Internacional Gustavo Rojas Pinilla). No aeroporto é necessário pagar uma taxa turística / tarjeta turística de $108.974,00 COP(valor atualizado na data do post).
      Moeda: COP – Pesos Colombianos. Não cheguei a verificar se o câmbio lá era bom, pois vim de Cartagena. Tem passeios que aceitam dólar além dos pesos colombianos, como é o caso do Aquanautas.
      Onde ficar:
      Ao chegar no aeroporto, peguei um táxi (14mil COP) que me deixou em uma rua próximo ao meu hotel, que fica em uma parte da orla em que não há tráfego de veículos. E lá fui eu arrastando minha malinha (por isso que às vezes prefiro mochila.rs) e cheguei ao Hotel Molino de Viento que fica bem em frente à praia de Spratt Bight. Não tem café da manhã, porém o quarto era imenso com 3 camas de casal, sem contar a vista da varanda de frente para a praia. A recepcionista também me deu informações sobre as atividades que poderia realizar. Deixei as coisas lá e como de costume fui procurar um mercado para comprar água e uns lanchinhos que serviriam de café da manhã.
      Pela janela do meu quarto e Comércio embaixo do hotel.
      Para quem gosta de luxo a recomendação é a rede de resorts All Inclusive Decameron. E para quem tiver um dia extra, eles oferecem o serviço de Day Use também.
      Compras:
      Na Avenida Peatonal e na Avenida Providencia você encontra diversas lojinhas para compras, pessoas vendendo passeios e as importantes sapatilhas de neoprene para andar sobre as pedras, cheias de ouriços. Você vai usar e muitooo, para não correr o risco cortar o pé e estragar a viagem. Também é bom comprar um snorkel, que será usado em todos os passeios (e vai economizar com o aluguel deles.).
      Também tive que comprar de um cartão de memória novo (o anterior queimou em Cartagena e perdi várias fotos. Sniff.) e encontrei no La Riviera Duty Free e aproveitei para reservar o passeio do dia seguinte para Johnny Cay.
      Avenida Providencia e La Riviera Duty Free
      Já que estamos falando sobre compras, há uma feira de artesanato com preços acessíveis em frente ao restaurante La Reggata.
      Johnny Cay, Acuario e Haynes Cay
      Acordei fui andando até o porto de onde os barcos de passeio saem e lá já comprei a entrada para Johnny Cayque era 5 mil COP. Chegando lá, já foi marcado o horário de almoço que estava incluso no passeio. Várias iguanas gigantescas corriam pela ilha. Aluguei uma tenda (20mil COP) e enquanto curtia a praia e relaxava, resolvi provar o Coco loco que é um drink servido no coco com 3 bebidas alcoólicas na mistura. Almoçamos a comida que eu comeria em todos os passeios seguintes: coxa e/ou sobrecoxa de frango, arroz, salada e patacones (fatias de bananas verdes fritas). Depois entramos na lancha para fazer a travessia até o Acuario .
        Johnny Cay, Iguana gigante,
      No Acuario fazemos snorkelling pela área. Lugar lindo, lá foi onde comecei a perceber o porquê de ser chamado de Mar de Sete Cores. Depois há um momento de interação com as mantarrayas (confesso que fiz, mas hoje em dia fico com pena do bichinho, por isso não vou colocar nem foto). Então, resolvi ir até Haynes Cay, que é uma ilhota que com a maré baixa se atravessa andando e tem um bar/restaurante. Peguei a lancha de volta, mas tem que ter atenção pois são várias saindo ao mesmo tempo, e vi gente que ficou perdida em outras lanchas.
      Mar de Sete Cores e Acuario
      Final do dia, relaxar ainda mais com um chopp no Beer Station e acompanhar o pôr do sol.
      Chopp no Beer Station.
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      Cayo Bolivar
      Se você achava que já estava no paraíso em San Andrés, é porque ainda não chegou em Cayo Bolivar. Aí que você pensa mesmo que está no paraíso, por ter sobrevivido as chicotadas de água e sacolejadas no barco em alto mar até chegar lá.rs Como estava sozinha, não conseguiria alugar uma tenda, porém me juntaram com uma galera muito legal de várias partes do Brasil. Resolvi aproveitar o tempo e fui andar pela ilha, e entrei em contato com a natureza em sua forma bruta. Tubarões nadando bem próximos e nem ligando pra gente, os simpáticos lagartos azuis, conchas gigantes (Caracol pala), e outros.
      Tantas fotos, tantos mergulhos e caminhadas que já tinha passado da hora do desejado almoço, que está incluído no passeio e preparado na hora em tendas, pois não há construções lá. Cardápio: Frango ou peixe, salada e patacones e para beber água e cerveja Aguila a vontade.
      Almuerzo em Cayo Bolivar
      Então chega a hora triste de voltar e torcer para o mar estar tranquilo (e estava) para aguentar a montanha russa em alto mar.rs Na época o passeio custou 150mil COP.
      Obs: Quando fui em janeiro de 2016, os passeios por agências não estavam proibidos. Pelo que acompanhei pela Internet, os passeios agora não podem ser vendidos ao público. Porém, os nativos de San Andrés podem ir a Cayo Bolivar. Então algumas pessoas tentam contato com eles, para que possam levar de forma particular.
      Gostou? Não perca o próximo post com a continuação da viagem, falando sobre Rocky Cay, West View, La Cueva de Morgan, a vida noturna de San Andrés e resumo com gastos totais da viagem. Inscreva-se no blog para receber avisos de novos posts, no Instagram @astrolabio.trip e na página no Facebook Astrolábio Trip.
      Até breve, pessoal! xoxo
      A 2ª parte do post está aqui https://astrolabiotrip.com/2018/04/11/san-andres-parte-2-rocky-cay-west-view-aquanautas-e-gastos/
    • Por Astrolábio Trip
      ( Se você perdeu a 1ª parte do relato sobre San Andrés confira emhttps://astrolabiotrip.com/2018/04/04/san-andres-onde-ficar-compras-johnny-cay-e-cayo-bolivar/  )
      Passeio Volta a Ilha: Rocky Cay, West View e outros.
      Fizemos o Passeio Volta a Ilha em um carrinho de golf alugado, que é mais barato, porém muito mais lento, não vale a pena. Veja um outro carrinho melhor. Andamos por San Luis, vimos onde os moradores realmente moram e várias paisagens de tirar o fôlego. E então, chegamos a Rocky Cay: uma praia belíssima e próximo a ela uma ilhota (Cayo Rocoso) que com a maré baixa é possível atravessar andando da praia até ela. Com um naufrágio que muitos visitam e que dá cada foto linda.
       
      >Cayo Rocoso – Rocky Cay – Casa de moradores e suas motos
      Seguimos no nosso “possante” e paramos em West view, que é um excelente local para mergulhos, e onde se faz o Argonautas, que você mergulha com um capacete que te permite respirar normalmente (capacete de oxigênio). Paguei, fui ao banheiro deixar minha mochila no locker, tentei levar a gopro, mas era proibido, pois as fotos que eles tiram custam mais 80mil COP (U$ 40). Tirei umas da tela do computador mesmo, mas não comprei.rs. Mas vale muito a pena fazer essa atividade.
       
      West View e mergulho com Netuno no Aquanautas
      La Cueva de Morgan e Hoyo Soplador.
      No dia seguinte, resolvi conhecer La Cueva de Morgan (15mil COP). Já havia lido antes que não era nenhum super passeio e realmente não era. Mas como já tinha feitos os passeios principais, resolvi ir. Peguei um ônibus normal e pedi para o motorista me deixar lá. Fui andando e passei em frente a um Museu Pueblito Isleño(10mil COP), que mostra a história, cultura e tradição do arquipélago de San Andrés com esculturas e casas típicas. Não entrei, mas consegui ver algumas das esculturas pelo lado de fora. Cheguei na Cueva de Morgan que na verdade é formada pelo Museu do Pirata, Museu do Coco, Galeria de Arte Nativa, um barco de pirata e a famosa Caverna do Morgan.
       
      La Cueva de Morgan e Museu Pueblito Isleño
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      Quando perguntei a um senhor como pegava o ônibus para voltar, ele falou com o rapaz do passeio de chiva (tipo trenzinho de passeio) que me deu um desconto (paguei 10mil COP) e aproveitei para conhecer os outros pontos como La piscinita (uma versão menor do West View), que é uma parte do mar cercado por pedras, com restaurante e mirante para tirar umas fotinhos e Hoyo soplador (que não estava “soplando” nada..rs), onde há uma lojinha com lembrancinhas para comprar e uma lojinha que vende a famosa limonada de coco . Lógico que não pude deixar de provar.
       
      Hoyo Soplador e Limonada de Coco
      Almocei nesse dia no restaurante Miss Celia. Voltei e fiquei na praia em frente ao hotel.
       
      Cardápio do Miss Celia e Limonada de Cereja
      Vida Noturna em San Andrés
      Uma das meninas, que conheci em Cayo Bolivar, me convidou para comemorar seu aniversário com o pessoal no restaurante La Regatta. (Se vocês estiverem lendo ou lerem esse post algum dia: Obrigada pelos momentos!) O restaurante é lindo, fica ao lado praia com arraias passando de um lado pro outro, uma decoração bem descolada na parte externa. Pedi um macarrão com frango delicioso (e também era um dos pratos mais “econômicos”.rs).
       
      Depois do jantar, fomos bailar um pouco na Boate Coco Loco. Estava bem cheia, tocando muita salsa e ritmos latinos. Há um deck lindo na parte externa debruçado sobre o mar. O preço das bebidas era um pouco acima do meu orçamento, mas deu para beber umas cervejinhas.
      Além da boate, várias pessoas levavam bebidas para a praia e ficavam por lá bebendo. Talvez por ter ido no verão, a ilha estava bem agitada. E na rua vi um grupo de pessoas dançando em frente a uma discoteca Coco’s (não confunda com a Coco Loco).
       
      Para uma cervejinha e lanchar tem o Beer Station e o Interstate 80’s com decoração dos anos 80/90 e parecia ser bem legal.
       
      Beer Station e Interstate 80
      Dicas finais:
      – Não deixe de experimentar as limonada de vários sabores (a de coco e de cereja aprovei.rs) e Coco loco (alcoólico).
      – Não esqueça de comprar a sapatilha de Neoprene.
      – Leve o seu snorkel para economizar com os aluguéis.
      – Protetor solar e labial são essenciais.
      Resumo dos Gastos
      >Passagem Aérea (Copa Airlines – Rio – Cartagena, Cartagena – S. Andrés, S. Andres – RIO) = R$ 2.213, 83
      >Hotel Molino de Viento ( 4 diárias no quarto deluxe varanda) = 1523,00
      >Táxi aeroporto hotel ida 14mil COP e 15mil COP (volta)
      >Taxa Turismo San Andrés = 52.800 COP (quanto paguei) e 109.000 COP (atual)
      >Johnny Cay + Acuario = 35.000COP + Entrada Johnny Cay = 5.000 COP
      >Coco loco (bebida) = 10.000 COP
      >Cayo Bolivar = 150.000 COP
      >Entrada Coco Loco (boate) = 15.000 COP + 2 cervejas 16.000 COP
      >La Regatta (restaurante) = 40.000 COP
      >West view = 4.000 COP
      >Aquanautas (apenas o mergulho) = 90mil COP
      >Sapatilha Neoprene = 12.000 COP
      >Beer Station – 2 chopps = 10.800 COP
      >Subway (3 dias de lanches) = 25.700 COP
      >Chiva = 10.000 COP
      >La Cueva de Morgan = 15.000 COP
      >Limonada de Coco= 7.000 COP
      E aí, o que achou? Deixa lá nos comentários. Inscreva-se no blog para receber avisos dos novos posts, no Instagram @astrolabio.trip e na página no Facebook Astrolábio Trip.
      ( Se você perdeu a 1ª parte do relato sobre San Andrés confira em https://astrolabiotrip.com/2018/04/04/san-andres-onde-ficar-compras-johnny-cay-e-cayo-bolivar/  )
      Até breve, pessoal! xoxo
    • Por henrique.lammel
      Dizem que “o caminho de Lengerke” é a primeira estrada construída, na Colômbia, com a finalidade de unir as diversas cidades do departamento (para nós Estado) de Santander. Todo feito com pedras, se estendeu depois até Medellin, passando por Bogotá, ao sul. Ao norte, ia até Cartagena e, a oeste, entrava dentro do território da Venezuela.
       
      Mas passar pelos trechos ainda conservados do camiño real e conhecer diversos “pueblitos” santanderianos acabam não sendo a única atração desse trekking. Para mim, o melhor foi descer 1700 metros por uma das paredes do Cânion del Chicamocha até a cidade de Jórdan, ao nível do mar, para depois subir 1300 metros até Los Santos.
       
      Fiz todo o trecho sozinho. Parti de Barichara, passando por Guané, até Vilanueva, de onde voltei a San Gil. Dois dia depois soube que havia deixado de fazer a parte mais bonita, que vai de Vilanueva até Los Santos, e retomei o trekking. Tradicionalmente, dorme-se na cidade de Vilanueva.
       
      O local é muito árido e não há fontes de água potável no caminho. O gasto médio do trekking, dormindo em Vilanueva, sem comida e água, é de COP 41.600 (Passagem San Gil – Barichara = COP 3.600; Hotel Vilanueva = COP 20.000; Passagem Los Santos – Los Curos = 5.000; Passagem Los Curos – San Gil = COP 13.000).
       
      Caso alguém se interessar mesmo por fazer, pode clicar em https://apenomundo.com/2016/08/24/trekking-caminho-real/e ter algumas informações adicionais, como mapa e mais fotos.
       
      1º dia – de Barichara a Vilanueva
       

       
      São doze quilômetros de caminhada. O primeiro trecho, de Barichara a Guane, é percorrido em cerca de uma hora e meia. Tanto Barichara quanto Guane são antigas cidades coloniais, com calçamento e casas preservadas. Vale muito a pena parar algum tempo para caminhar pela cidade e conhecer as igrejas, miradores e provar a Chicha de Maiz ou o Masato de Arroz, que eram fabricados pelos índios da região, os Guanes, praticamente extintos após cinquenta anos de colonização espanhola.
       
      Guane fica num ponto mais baixo que Barichara, mas nem por isso a caminhada é fácil. O clima é super árido e o calor chegar aos 40º entre às 10h e às 15h, por isso lembre-se de levar muita água. Basta seguir os muros e ficar dentro da antiga rua de pedra, que por duas vezes vai atravessar uma estrada de asfalto. No meio do caminho, há uma fazenda que às vezes está aberta e pode-se comprar água, cerveja, refrigerante. Vale a pena a parada, atrás a um mirador para o Vale e, com tempo bom, é possível ver Barichara, no topo de uma das montanhas.
       

       
      De Guane a Vilanueva começa a parte “casca”. São sete quilômetros, com mais de 600 metros de aclive. O trecho está sinalizado com marcas amarelas, porém preste atenção, pois buscam marcar o caminho contrário, para quem faz o trekking desde Los Santos. Em média, as pessoas demoram três horas e meia para fazer o trecho, que se eleva para cima das montanhas até onde a estrada termina, levando para dentro de uma trilha em mata. A trilha de mata desemboca em outra estrada que, que leva até Vilanueva. Daqui, o trecho é todo baixando até a cidade.
       
      Tive “sorte” de cair uma bruta chuva na subida. Embarrou um pouco o caminho, mas deu uma amenizada no calor que me fez demorar quase duas horas para completar o trecho Barichara – Guane.
       
      Caso se perder, não exite em perguntar para algum morador local o caminho para onde quer ir. O povo da região é muito amigável. Diferente de Barichara e Guane, Vilanueva é uma cidade maior e não há muita coisa para se fazer. A dica seria dormir para retomar a caminhada muito cedo no outro dia. Caso a decisão seja voltar para San Gil, o ônibus demora cerca de 20 minutos.
       

       
      2º dia – De Vilanueva a Los Santos
       
      Saia cedo de Vilanueva. Os 17 quilômetros desse dia devem ser percorridos até às 15 horas. Lembrando que é preciso baixar dos 1700 metros até o nível do mar, e depois subir 1300. Perdi o primeiro ônibus que saía de San Gil (6 horas) e acabei pegando o segundo, às 6h20. Às 6h45 comecei a caminhar e cheguei a Jórdan às 11h, sempre com um passo muito rápido. A partir das 10h, o sol saiu com intensidade e começou a ficar bem difícil a caminhada.
       

       
      Essa parte não há sinalização, então pergunte aos moradores a direção para pegar o caminho à Jórdan – basta pegar uma estrada a uma quadra da igreja e segui-la sempre. Antes de descer pelo cânion, havia uma fazenda que vedia água, porém estava fechada. Nesse trecho pode-se ver e ouvir muitas cabras pelos desfiladeiros e é, sem dúvida, o ponto mais bonito do caminho. Jórdan é uma pequena cidade com 30 casas. Pode ser uma boa dormir aí: há inclusive um hostel no vilarejo, com habitações a partir de COP 30.000 (pouco mais de R$ 30).
       

       
      Comecei a subida pelas 11h30 e cheguei em Los Santos pelas 14h. Meus dois litros de água não foram o suficiente para fazer toda a subida. Cheguei sem uma gota em Los Santos, suado e morrendo de sede. Se quer voltar a San Gil no mesmo dia, é preciso chegar antes das 15h30 em Los Santos, horário que sai o último ônibus para Los Curos. Peça ao motorista para parar na estrada que leva a San Gil (cerca de duas horas de estrada) para pegar a condução a cidade (mais duas horas e meia).
       

       
      Outra opção é seguir para Bucaramanga, o que deixa a brincadeira uns COP 15.000 mais cara.
       

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