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Do Atacama a Machu Picchu- expedição Lickan Antay- setembro 2011


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Chile- 7 dias

Bolívia- 7 dias

Peru- 7 dias

 

4-25/9/2011

3 pessoas em 21 dias muito intensos passando por paisagens deslumbrantes e algumas aventuras de superação.

Tentarei fazer um relato dos lugares e passeios com algumas dicas, fotos e gastos para contribuir com o fórum.

 

Minhas passagens aéreas pela TAM foram por milhas e paguei R$ 213 de taxas e serviço da TAM viagens. Não tinha como comprar pelo site devido as variadas conexões que usavam LAN em alguns trechos. Os outros pagaram cerca de R$ 1500.

 

Fiz um planejamento de 6 meses com muita pesquisa aqui no fórum.

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O vôo era RIo-SP-Santiago-Calama +transfer San Pedro. A TAM fez merda e por mais de uma razão não haveria tempo hábil para pegar as conexões. Começou de cara o drama. Chegamos 4:30h da madrugada no aeroporto, mas só embarcamos depois das 9h num voo da Pluna que a TAM arrumou com conexões em Montevideu e Santiago. Além de chegarmos bem mais tarde no destino tivemos que pagar pra comer no vôo. Enfim, no início da viagem tudo é festa. Tá viajando e ainda tá reclamando???

 

Finalmente m Calama pegamos o transfer do Licancabur- CHL 10000- 1:30h até San Pedro do Atacama, a base pra explorar o deserto. O transfer pode ser reservado por site, mas perdemos nossa reserva pelo atraso e não tivemos problema em conseguir vaga.

 

Pedi pra nos deixarem no Hostal Katarpe- limpo com bom café, boa opção- CHL 16000/dia quarto triplo com banheiro privado- só tinha vaga para as duas primeiras noites depois teríamos que procurar com calma outro lugar.

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Passamos a manhã resolvendo questões de agências para os passeios, câmbio, hospedagem, e demos uma volta na cidade que é muito bonitinha e com arquitetura rústica.

Fechamos tudo com a agência Lickan Antay que quer dizer povo da altitude ou da montanha, daí o nome da expedição que no início chamamos de Licancabur, a palavra mais pronunciada (com sotaque carregado) por nós durante a primeira semana de viagem. Licancabur é o vulcão mais bonito da região, paisagem que você vê em todos os lugares que vai no deserto. Não há como esquecer o LICANCABURRRRRR!

Mas voltando a agência, recomendo, pois tudo saiu conforme previsto e a preço justo. Conseguimos alguns descontos por fechar vários passeios, inclusive o Salar de Uyuni e por falar que éramos do Mochileiros.

 

Fechamos também o Space Obs, mas infelizmente não fizemos pois as condições climáticas não permitiram e 2 dias depois começou a lua cheia. Devolveram o dinheiro na boa. CHL 15000.

 

De tarde fomos a Laguna Cejas, 7x mais salgada que o mar e 10x mais gelado que a praia de Ipanema. Não há como afundar e você sai coberto de sal. Isso te obriga a pular dentro dos Ojos del Salar, a atração seguinte de água doce. No fim da tarde paramos na Laguna Tembequiche pra ver o por do sol. Todas paisagens lindas. A sensação de imensidão e de horizonte infinito no deserto é indescritível.

 

Passeio- 15000 + 2000 entrada

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Trocamos de hostel, agora no Sonchek, mais barato, mais legal. O quarto triplo com banheiro privado parece uma caverna ou casa do Hobbit. Adorei. Acho que foi CHL12000/dia.

Fomos para Lagunas Altiplânicas (Miscanti e Miniques). Uma das paisagens mais sensacionais da viagem. Antes de chegar paramos na estrada pra ver um camino inca que atravessa todo o deserto e milhares de "totens", aquelas pedras que os visitantes empilham. Fizemos a nossa, é claro. Já nas lagunas o caminhamos até lá por um corredor formado por paredes de gelo, a 4300m. As lagunas com um azul de doer. Muito frio e vento. Acima de 4000 é sempre muito frio.

 

Na volta paramos num pueblo, Socaire, pra almoçar e a tarde fomos ao salar do atacama na laguna Chaxa, onde tem flamingos e muito sal. Depois em Toconao e quebrada de Jere.

 

Lagunas + Salar- CHL 25000 + 5000 entradas

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Dia de madrugar para chegar antes do amanhecer ao Geiser del Tatio. É bem longe e desconfortável a viagem. As vans em geral não são feitas pra quem tem 1.80m. Chegamos lá há 4400m numa temperatura de -9º C. Mesmo usando as 3 camadas passei muito frio. Mas é claro que compensa, pois o visual é algo marciano. São dezenas de crateras expelindo fumaça e água fervendo. Procurei ficar o mais próximo possível pra me esquentar. Bom mesmo é quando o sol nasce. Além de esquentar pra -5º C, o visual é bem bonito. Eu e minha namorada não tivemos disposição pra entrar no banho termal. O Dani, meu amigo, encarou e não conseguia falar quando saiu porque a mandíbula trava de frio. Mas disse que foi um dos melhores nasceres do sol da vida dele.

 

Saindo de lá fomos até um local onde havia cactos gigantes. Faroeste total. E também no pueblo de Machuca, onde se pode comer espetinho de Lhama com chá de coca. Lá também ganhei um beijinho de um filhote de Lhama.

 

Geiser del Tatio CHL 15000 +5000 entrada

 

De tarde fomos ao Valle de la Luna, passeio que compreende entrada nas Cuevas del sal (muito manero, leve lanterna), Valle de la Muerte, Dunas e Mirador del Coyote no por do sol (cenário do desenho do papa léguas). Nas dunas(muito íngremes) não deixe de descer correndo. São 30 metros e rola uma adrenalina. O único problema é subir de volta, quase morri sem ar.

 

Valle de la Luna- CHL 6000 +2000 entrada.

 

Lembro que nesse dia sentia que a viagem estava superando minhas expectativas e ainda viriam coisas tão boas quanto.

 

Nesse dia conheci por acaso um membro aqui do Mochileiros, o Viajante BH ou Yores ou Guga, e sua esposa, Fernanda. Casal muito gente boa que nos acompanhou em alguns passeios.

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Mais um dia memorável, fomos ao Salar de Tara. Esse passeio não é tão conhecido quanto os outros, é mais caro, mais longe, mas é magnífico. No caminho, paramos na laguna diamante (congelada). Conhecemos o guardião de Tara, uma imensa pedra em forma de gente no meio do nada, as catedrais de Tara e o salar propriamente dito. O passeio leva o dia todo e é realmente lindo. Vimos muitos animais. Certifique-se que a agência tem permissão pra passar pelos carabineros na estrada. Nem todos as empresas possuem isso e algumas voltam no meio do caminho.

 

Tara- CHL 38000

 

Praticamente todos os passeios oferece café e ou almoço ou snack, dependendo do horário e duração, portanto se seu albergue não oferece café isso pode não ser um problema.

Sempre leve bloqueador solar e labial, água, gorro, luva e roupas de frio. A maioria é em altitude e no por do sol a temperatura cai bastante, fora o vento. Eu sempre levava lanterna e meu canivete com várias lâminas. Vai que eu fico preso em alguma caverna por 127h e precise cortar o braço...

 

Vá em 3 agências recomendadas e feche na hora com a que mais te agradar. Peça desconto e feche vários passeios com a mesma empresa.

Não reserve nada por internet , nem hospedagem, pra não pagar mais caro. Só o transfer de Calama que é o mesmo valor.

 

Em média você faz uma refeição entre CHL 5000-10000. O menu del dia é mais barato.

As casas de câmbio são quase todas iguais e a cotação não é ruim como pensava. Muito pouca diferença pra Santiago.

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Deixamos um dia livre a mais para algum imprevisto ou fazer algum passeio que não estava no nosso roteiro. O último dia no Atacama merecia algo grandioso. Por isso decidimos 2 dias antes que tentaríamos subir o Vulcão Lascar a 5500m, único ativo na região. Lickan Antay não faz esse passeio. Não faça esse passeio com qualquer agência, precisa ser uma especializada. Fechamos com Desert Adventure e eles mesmo falaram pra não fazer em qualquer lugar e deram 3 opções além deles caso quiséssemos. Isso nos deixou tranquilos quanto a contratá-los. Confesso que estávamos todos receosos, mas a possibilidade do desafio foi mais forte. Esse dia mereceria um relato a parte, mas vou tentar fazê-lo aqui. Na noite anterior há uma reunião. Por que uma reunião pra fazer um passeio?, pensei.

CHL 80000

 

São 3 h de carro, até a base do vulcão, nada fáceis. Num 4x4 andamos entre montanhas, pistas congeladas que as vezes os guias precisavam descer com picaretas pra limpar o caminho. Paramos em frente uma laguna lidíssima pra tomar café quando o sol nasceu. Sensacional! Fazia -2ºC. Ao chegar a base nos preparamos com o equipamento adicional fornecido pela empresa. Mas você precisa ir devidamente preparado pro frio com as 3 camadas, bota de trekking, gorro, luva, balaclava ou turtle neck, etc. Nos forneram luva adicional pra alta montanha e bastões.

 

Começamos a subida a 4700m. Nunca havia estado tão alto e logo de cara vi que não seria fácil. Acima de 5000m cada passo parece uma maratona. E a subida não alivia nenhum segundo. Subia, subia e cadê o ar? A 4900, quando já parecia uma eternidade, minha namorada desistiu e resolveu descer. Estava eu, ela e um guia. É bizarro, pois não existe oxigênio pra suprir a demanda muscular necessária pra te impulsionar morro acima. Daniel subiu na frente com mais 2 guias e as vezes não conseguia vê-los. O guia desceu com minha namorada até o carro estar no campo de visão dela. E me disse pra continuar. EU fui, lento, mas sem parar. Após um tempo havia uma base de gelo que separava dois caminhos. Não sabia por onde ir. Adivinha? Escolhi o errado, mais longo com areia mais fofa e onde tinha que cruzar uma parte pelo gelo. Fiquei esgotado. Só quando o guia subiu de volta é que corrigiu meu caminho. Tive que voltar um pouco e atravessar sobre o gelo pra pegar a rota certa. Continuamos, lentamente, cada vez mais lento. Eu não percebia, mas meu raciocínio também ficava mais lento. Quando cheguei a mais ou menos 5200m estava a ponto de desligar. O guia percebeu que não tinha mais condição de prosseguir. Ele construiu uma barricada com pedras e me sentou ali, de frente pra imensidão lá embaixo. Ele disse: vou subir e buscar os outros e volto em meia hora. Meia hora?? Isso não é muito tempo pra ficar sentado aqui sem força? Não havia outro jeito. Ele me disse que não saísse dali em hipótese alguma. Como se eu pudesse...

 

O topo ali tão perto, dava pra ver a fumaça...que vontade de ver a cratera.

 

Montanha, neve e o céu. Uma visão do paraíso. Eu contemplava apenas, pois sentado nem me movia, não tinha força. Apenas pra tentar beber água, mas o meu camel bag congelou. Uma sensação de paz começou a se apoderar de mim. Mas quando me dei conta estava quase apagando. Muito sono. Já não sentia frio, nem nada. Comecei a lutar contra o sono, pois tinha medo de dormir e não acordar mais. Pensei na possibilidade da morte. Cheguei a entregar minha alma a Deus, mas confiava que sairia dali. Na verdade eu não sabia qual a gravidade da situação, pois meu raciocínio estava lento. Talvez nem tivesse risco algum, mas sozinho ali pensava em tudo e todos.

 

Meia hora depois quando estava quase dormindo, ouvi vozes. Me emocionei. Um dos guias passou correndo por mim como se estivesse na praia. Estava me procurando, mas não me viu. Não tive forças pra gritar. Ele olhou pra trás e só levantei a mão. Ele veio e me ajudou a levantar, beber água e me orientou sobre a descida. Pouco depois os outros chegaram. Foi aí que descobri que o meu amigo, Daniel, também tinha sucumbido e apagou a 5300m. Ele estava dormindo em pé.

 

A descida demorou muito. O guia ia me segurando, pois parecia que estava bêbado. Caí umas 4x. Após algumas horas chegamos no carro. Nesse momento desabei em choro. Foi uma experiência muito forte. Nunca passei algo parecido. Já estive na Patagônia fazendo trilhas intermináveis em montanhas totalmente sozinho, mas nada como aquilo. Os guias nos parabenizaram pelo alcance. Disseram que muitos não conseguem, especialmente os brasileiros. Mesmo que seja mentira, fiquei feliz.

 

Ao voltar pra San Pedro tive um soroche animal (puna, no Chile) que ainda não tinha tido. Uma dor de cabeça absurda que passou com uma hora de descanso e dipirona.

O segredo é ir aumentando a altitude dos passeios gradativamente, mas acima de 5000m não existe segredo, não há o que fazer pra evitar puna. Até os guias sentem dor de cabeça.

 

O Vulcão Lascar nos venceu, me venceu, ele é poderoso, mas eu venci meus próprios limites. Cada um de nós venceu. Uma experiência pra toda vida.

 

O Deserto do Atacama é um lugar divino! Lá você pode ter um encontro com Deus ou pelo menos com você mesmo.

 

Lagunas Altiplânicas- 5 estrelas

Salar de Tara- 5 estrelas

Vulcão Lascar- 5 estrelas

Vale de la Luna e adjacências- 4 estrelas

Geiser del Tatio- 4 estrelas

Lagunas Cejas/Ojos del Salar- 4 estrelas

Salar do Atacama- 3 estrelas

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Segunda etapa da viagem, agora estávamos prontos pra adentrar a Bolívia em grande estilo. Realmente creio não haver nesse país lugar mais bonito e diferente que o salar.

Os 3 dias de travessia custaram CHL 72000, fora entradas de parque (150bol e 30bol). Gostei de fazer o sentido Chile-Bolívia porque você sai do deserto gradativamente e por último entra no salar propriamente dito.

 

Nosso guia foi bom, Edgar. Depois ficamos sabendo que ele era o mais antigo e experiente dos motoristas, que havia descoberto muitos dos lugares do Salar. Mas isso é sorte. A Lickan Antay nos passou pra Estrela del Sur, uma espécie de parceira que tem na Bolívia também. E a Estrela del Sur nos passa a um guia/motorista/cozinheiro. Pura sorte, e não tivemos problemas com o carro, guia e hospedagem.

A comida é simples, mas suficiente. Não se passa fome. Não precisei usar os snacks que comprei a não ser um chocolate. Leve pelo menos 3l de água. Muito importante levar papel higiênico e lenços umedecidos para a primeira noite, não existe banho, o lugar é bizarramente frio e alto. Segunda noite, no hotel de sal é quase luxo depois da primeira noite e pagamos 10 bol por ducha quente muito bem vinda. No terceiro dia já se almoça em Uyuni.

 

Vamos ao relato: o primeiro dia, depois de passar pela fronteira e o ônibus do "Into the WIld", começa uma sequência de lagunas, uma mais linda que a outra: blanca, verde, colorada ; mais deserto, rocas de salvador dali, montanhas e uma sensação enorme de liberdade ao percorrer a infinita estrada de mil faixas.

A primeira noite em frente a laguna colorada é meio trash mesmo. Todos precisam ler o relato do Leo-thc sobre "uma noite de terror no salar de uyuni. Aluguei um saco de dormir por 40bol lá mesmo, mas acho que teria dado na mesma sem ele. São muitos cobertores e dormi com minhas roupas de frio que fui tirando durante a noite. Foi uma noite mal dormida de qualquer maneira. Passar o dia a mais de 4000m e voltar pra dormir a 2500m é diferente do que permanecer a 4000m. Mas já estava mais ou menos adaptado e não passei mal.

 

O hilário da noite foi o seguinte: entrou no meu quarto um cara falando espanhol e me perguntando o que eu achava de tomar diamox pro soroche porque ele sempre passava mal ali. Logo percebi que era brasileiro e começamos a conversar sobre o assunto. Ele foi falando e fui tendo uma sensação de dejavu.

Ele dizia: -sou baiano, vim aqui em 2007 e quase morri, todo mundo fica bem e só eu passo mal, velho!

Até que eu perguntei: -Você é o Leo?

-Sou- disse ele.

- Uma noite de terror no Salar de Uyuni?-retruquei

-PORRA, velho- disse ele apertando minha mão efusivamente enquanto eu caía na gargalhada. Foi assim que conheci o membro de honra desse querido fórum, autor do famoso relato da noite de terror no salar de uyuni, na própria noite de terror 2. O engraçado que eu vinha comentando com meu amigo de viagem e minha namorada sobre isso antes de chegarmos lá.

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Segundo dia começa a descer e tudo fica mais fácil. Mais lagunas lindas com destaque pra laguna hedionda repleto de flamingos. Arbol de piedra, rocas de dali e outros belos lugares desérticos. Havia gelo em vários lugares. Dormimos num hotel de sal bem bonito. Pude tomar uma ducha quente abençoada por bol10. Noite bem mais tranquila.

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Terceiro e último dia começa bem cedo. Acordamos de madrugada e saímos em direção ao salar, na ilha incahuasi pra ver um lindo amanhecer do alto. Uma subida cansativa pela altitude e frio, mas compensa.

Quando descemos o café da manhã estava pronto na beira do salar. Depois entramos naquela imensidão branca e tiramos as fotos clássicas. Impossível ficar sem óculos escuros. Chegamos cedo em Uyuni e almoçamos na casa do guia.

 

Em uyuni fomos pra o hostal avenida (achei bem ruizinho), mas apenas pra tomar um banho e descansar pra viagem noturna de trem. Lavamos nossas roupas, comemos e compramos as passagens pro trem wara wara que sairia de madrugada.

 

Trem bol 44 (nao tinha executivo, só saloon)

Lavar roupa bol 30

hostel bol30

 

Salar de Uyuni - 5 estrelas

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