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Cachoeira da Fumaça - Rio Grande da Serra. ( Com direito a rapel no final)


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  • Colaboradores

Data: 17/12/2011 – Local: Rio Grande da Serra – Cachoeira da Fumaça.

 

Integrantes: Bárbara – Jefferson – Leliane– Renata–Patrícia – Valéria.

 

Mês de Dezembro, o clima natalino toma conta dos lares, o espírito de união fica mais forte e a única coisa que aumenta neste mero mortal é na sede por aventura e perrengues, que natal o quê? Eu quero é aventura!.

 

A trip da Cachoeira da Fumaça não é digamos “um perrengue”, podemos chama lá de uma trip light, ‘’para iniciantes’’. Porém o visu é um dos mais fantásticos da Serra do Mar e vale a pena a qualquer aventureiro, trekking , trilheiro, ou termo q preferir, a dar uma chegada até este pico.

 

A trilha se inicia um pouco antes do ponto após a Empresa Solvay, sentido Paranapiacaba. Após descer no ponto pós Solvay, basta andar alguns metros de volta (Sentido R.G da Serra) até a visualização de uma picada à esquerda. Pois bem, após a entrar na picada mencionada, é só seguir em frente.

A trilha em seu início tem trechos de lamaçal, e brejo, alguns locais podem cobrir o seu pé facilmente , em épocas de chuva, passar por esta região será uma árdua tarefa, seu pé ficará encharcado logo no princípio da trip, comprometendo seus pés (cuidado onde pisa!). Depois de transpassar o trecho mais crítico e alagado, a mata começa a se fechar e o puro clima da mata atlântica da o ar de paz e harmonia. A trilha se fecha um pouco e há uma parte onde é uma “vala”, causada pela erosão e constantes chuvas na região, esta vala faz parte de boa parte da trilha e é preferível q a pessoa esteja com um calçado apropriado, a não ser que queira levar vários escorregões.

 

Trecho da trilha que requer atenção, para não torcer o pé, ou cair.

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Após a travessia de tal trecho, notamos uma bifurcação “a única” que eu notei nesta trilha, devido a informações já levantadas anteriormente, seguimos á picada p/ direita q logo nos levou a um grande “lago”, que estava todo barrento devido ao pessoal que estava nadando no local e se divertia em meio ao calor escaldante de nosso verão, fazendo com que a terra por baixo do lago, tornasse a água turva e barrenta, de qualquer maneira, é um belo lugar, inclusive com pontos p/ acampamento!

 

Lago sentido Cachoeira da Fumaça.

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Para continuar a trilha que leva a Fumaça, basta seguir a trilha localizada na parte esquerda e que margeia o rio no sentido em que o mesmo corre.

Seguindo a trilha, haverá descidas, subidas, tudo muito fácil. Até a chegada no mirante que se localizada em uma picada à esquerda com vista p/ Cubatão e direi por passagem que a vista é fantástica!!! Retornando à trilha logo após o mirante, trombamos de frente a uma descida brusca com certa de uns 30 mts, terreno escorregadio que requer atenção aos menos experientes. Descida concluída e é só atravessar o rio e seguir a trilha que margeia o rio sentido litoral e a menos de 20 mts surge uma cachoeira q facilmente é transpassada. Alguns metros á frente e logo podemos ver um pequeno riacho que se encontra ao rio principal, se seguir por este riacho poderá apreciar a cachoeira “escondida” da fumaça, sendo que a outra “cachoeira escondida” pertence à trilha do “Lago de Cristal”.

 

Mirante p/ Cubatão.

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Primeira Cachoeira.

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Cachoeira escondida vista do topo para baixo (escalada fácil até o topo).

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Cachoeira escondida localizada, e bora continuar descendo o rio sentido ao ponto alto de nossa tranquila caminhada, daí p/ frente é só descer pelo próprio rio e ir pisando nas pedras,local lindo para várias fotos. O rio faz uma leve curva à esquerda e foi neste ponto que notei uma trilha pela encosta oposta (margem esquerda do rio sentido litoral), Logo imaginei q seria um mirante, e estava certo! Subi rapidamente a encosta junto as minhas parceiras de trilha e podemos ver a bela cachoeira da fumaça por cima e com uma galera considerável que se banhava no laguinho enquanto outros desciam a cachoeira de rapel e ainda outros que faziam seus lanches!

 

Trecho final sentido Cachoeira da Fumaça.

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Cachoeira da Fumaça vista por cima.

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Descemos rapidamente do mirante e em minutos estávamos fazendo amizades e conhecendo o lugar. Logo quando chegamos fomos nos enturmando com a galera que lá estava, até o momento em que um novo amigo nos convidou p/ rapelar na fumaça, eu e a Renatinha não pensamos duas vezes. Sensação indescritível!!!

O Chiquinho é a pessoa responsável por dar aulas de rapel em Mauá, senhor simpático e cheio de energia, disposto a nos ensinar de bom grado as técnicas que ele conhece.

 

Rapel.

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Enfim, escalada, banho no lago, novas amizades, rapel e risadas tornaram o nosso Sábado de Dezembro perfeito!

Pena que no domingão estava exausto e não tive pique para encarar o perrengue junto aos nossos amigos Gabriel, Massa e Soto que também aproveitaram demais em sua trip. Oportunidades de novas empreitadas não faltarão tenho certeza!

 

No mais, é isso ai pessoal, forte abraço a todos.

 

Trekking forever!

 

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  • Colaboradores
Mano, deram sorte nessa oportunidade incrível de rapelar na Fumaça! Mas a pergunta é: você e a Reh desceram, mas e o paradeiro das outras garotas? ::lol4:: hawuwahawuwhwuwhu

 

Então Massa, enquando eu e a Reh descíamos as outras garotas estavam no laguinho se refrescando uahsuhuahsa...

Aliás, aquele laguinho tem umas pequenas quedas que lembram muito uma hidro massagem HAHA....

Muito bom!!!

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  • 1 mês depois...
  • Membros de Honra

Parabens pela trip.... mas apenas pra constar... alem do vale do Rio das Areias, do Portal e da Garganta do Diabo tem uma cachu q deixa a Fumaca, dos Grampos e dos Cristais parecendo uma simples bica. Uma cachu q sequer nome tem pois se situa numa regiao de dificil acesso q apelidei de Estomago do Diabo, onde nem agencias se arriscam a colocar pe la. Algumas nem sabem sequer da existencia dela e certamente nunca foi rapelada. O topo dessa cachu ja foi alcancado por apenas meia duzia de perrengueiros... e seu enorme poco sera conquistado em breve, pois situa-se num vertiginoso canion. Ai teremos o prazer de nomina-la oficialmente com alguma designacao q faca jus a sua imponencia e beleza, e q nao deve em nada as gdes quedas verticais da Chapada Diamantina (Fumaca) ou dos Guimaraes (Veu da Noiva).

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  • 2 semanas depois...
  • Colaboradores
perae... vcs desceram a fumaça até o portal e subiram-na de volta? Oo

 

Falaaa querido Massa,

 

Estava meio ausente neste mês devido ao trampo, mas agora estou de voltaa.

 

Então...

 

Descemos sim, existe uma trilha lateral q evita que os mais cuidadosos se arrisquem pelas pedras escorregadias da fumaça!

 

Vale a pena conferir... Ah e mesmo se não existisse a trilha lateral, poderíamos nos arriscar pelas rochas ou então subir pelo lado de cristal.

 

=D

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  • Colaboradores
Parabens pela trip.... mas apenas pra constar... alem do vale do Rio das Areias, do Portal e da Garganta do Diabo tem uma cachu q deixa a Fumaca, dos Grampos e dos Cristais parecendo uma simples bica. Uma cachu q sequer nome tem pois se situa numa regiao de dificil acesso q apelidei de Estomago do Diabo, onde nem agencias se arriscam a colocar pe la. Algumas nem sabem sequer da existencia dela e certamente nunca foi rapelada. O topo dessa cachu ja foi alcancado por apenas meia duzia de perrengueiros... e seu enorme poco sera conquistado em breve, pois situa-se num vertiginoso canion. Ai teremos o prazer de nomina-la oficialmente com alguma designacao q faca jus a sua imponencia e beleza, e q nao deve em nada as gdes quedas verticais da Chapada Diamantina (Fumaca) ou dos Guimaraes (Veu da Noiva).

 

Caracaaaa Soto!!!

 

Aguarndo anciosamente suas dicas após concluir este trip. Vou descer ele de Rapel!!!!!!

 

=D

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  • Colaboradores
ótima pergunta Massa rsrs

 

jef... ótimo relato, como vcs voltaram??? :D

 

vc acha q pra mim q sou super iniciante rs da pra fazer numa boa essa trilha...me amarrei mto rs

 

Dyanne, desculpa a demora em responder...

 

Então... Super fácil, indico sim!

Tome todos os cuidados básicos (válidos p/ qualquer investida no mato), e já era!

 

Pode ter certeza q se pegar um dia de sol não irá se arrepender, só evite essa trilha em dias de chuva, NUNCA faça ela se o tempo ameaçar chover...

 

Esses dias eu fui lá e deu um temporal na volta, foi muito loucooooo... Porém muito arriscado e eu estava junto a pessoas muito experiêntes.

 

No mais é só curtir...

 

Aloha.

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  • Colaboradores
Olá Jefferson!

 

Bela trip por uma região muito bonita e que tenho conhecido pelos relatos de integrantes aqui do Mochileiros. Show de bola!

 

Abraço!

 

Muito obrigado Gvogeta!

 

São relatos como os seus, do Soto e de inúmeros outros integrantes deste fórum, que fazem pessoas como eu, Massa, Dyanne, e tantos outros a buscar cada vez mais perrengues épicos...

 

Agradeço a vcs.

 

Aloha...

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  • 2 semanas depois...

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           (Estação Brás - CPTM)

      (Nóis)

      (Entrada da trilha)
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        A primeira parada na trilha foi em uma prainha de água cristalina com uma pequena queda de água, um ótimo lugar para se refrescar e tomar um pouco de sol. Após este trecho a trilha começa a ficar um pouco mais fechada mata a dentro e em alguns trechos cruzara o rio tendo que continuar a trilha do outro lado. Normalmente o rio é bem raso não oferecendo perigo algum na travessia. 
       


      (Prainha)
           Após andar pouco mais de 20 minutos chegamos no mirante que existe no meio da trilha, seria a segunda parada da trilha onde se consegue ver cidades litorâneas como Cubatão, Santos, São Vicente. Um lugar de uma imensidão grandiosa da natureza contrastando a mata e as cidades, ótimo lugar para contemplar e tirar belas fotos.



      (Mirante)

       Seguindo a trilha mais a frente por alguns minutos já começamos a ouvir o barulho de água caindo, chegando perto do rio nos deparamos com uma grande queda de água, uma cachoeira linda chamada de Fumacinha com um volume de água muito bom caindo. O banho de cachoeira é quase obrigatório e é de lavar a alma, mas seguimos em frente pois ainda haviam alguns minutos para chegarmos ao ponto de camping.


      (Cachoeira da Fumacinha)
           Caminhando mais alguns minuto chegamos em uma bifurcação do rio. Para a esquerda fica a grandiosa cachoeira da Fumaça com vista para o mar e para a direita ficam as áreas de camping e a Cachoeira da Tartaruga. Seguimos para a direita e alguns minutos depois chegamos nas suas lindas quedas. Fizemos nossa terceira parada e nosso café da manha ali mesmo ao som das águas da cachoeira. Fizemos a trilha toda até a Cachoeira da Tartaruga em 2:00 horas, esse tempo foi por causa da lama que dificultou muito na trilha. Em dias sem chuva se faz a mesma trilha num tempo um pouco menor. 
       

      (Cachoeira da Tartaruga) 
       




           Bem de frente com a cachoeira existe uma área de camping que cabem aproximadamente umas 4 barracas de porte pequeno. O terreno é um pouco irregular mas te da um vista fantástica da cachoeira vista de frente. Já na parte de cima da Cachoeira da Tartaruga onde se chega fazendo uma trilha ao lado, existem outras áreas maiores para camping para grupos maiores de pessoas. Vi muito lixo neste local, então galera vai um apelo aqui Leve seu lixo de volta com você! 
       
                    

           Aproveitamos que o sol tinha dado as caras e fomos na Cachoeira da Fumaça. Retornamos a trilha até a bifurcação dos rios e seguimos por dentro do rio mesmo até chegar em poucos metros na Cachoeira da Fumaça com uma vista sensacional. 
       




      (Cachoeira da Fumaça - Vista de cima)




      (Cachoeira da Fumaça - Vista de baixo)
      Volta - 25/01/2020 - 17h00min - Paranapiacaba x Rio Grande da Serra x São Paulo - Uber R$5,00 - Metrô e Trem R$4,40
           Ficamos por um tempo contemplando o lindo visual que se tem de cima da cachoeira com vista para o litoral de São Paulo. Logo retornamos para a Cachoeira da Tartaruga para despedir de dois do nosso grupo que iriam acampar por ali mesmo na base da Cachoeira da Tartaruga. Partimos por volta das 17:00 horas e fizemos a trilha em aproximadamente uma hora e meia. Ao chegarmos na porteira não foi preciso esperar pelo ônibus para retornar a Rio Grande da Serra no ponto que fica a direita na rodovia. Pelo fato de terem muitas pessoas na trilha, já haviam diversos carros aguardando as pessoas para o retorno a Rio Grande da Serra. Então foi só tirar um pouco da lama nos pés embarcamos por R$5,00 cada um e em 15 minutos estávamos na estação para pegar o trem de volta a São Paulo e finalizar mais uma trilha com sucesso! 
      Gratidão!!! 


       
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    • Por VoandoAltoFH
      Video - Como ir à Paranapiacaba? Passo a passo
      Como ir à Paranapiacaba? Opção Nutella ou Raiz?
       
      Vou comentar sobre as 2 formas de se visitar Paranapiacaba. 
      A primeira, é a opção mais cara, confortável, mas limitada. Que vou expor daqui a pouco.
      A segunda, é mais barata, um pouco trabalhosa, mas com uma flexibilidade de horários.
      Vamos então para a primeira opção: 
      * Opção 1: Expresso Turístico. 
      A vantagem é que você pega ela na estação Luz e vai direto até Paranapiacaba, assim é bem mais prático e rápido.
      A desvantagem é que funciona só de Domingos. O preço da passagem é caro, atualmente o preço da passagem (ida e volta) está em torno de R$ 50,00. Há desconto se for 2 ou mais acompanhantes, mesmo assim acho que ela está cara.
      A outra desvantagem é que existem horários fixos de ida e de volta. A ida ocorre às 08:30 da manhã, na estação Luz. O retorno ocorre às 16:30. Então você meio que fica preso a esses horários pré-estabelecidos. 

      * Opção 2: Via transporte público (Metrô/Trem/Ônibus).
      A vantagem é que é mais barata, aproximadamente uns R$ 18,00 (ida e volta). Você tem uma flexibilidade maior de horários, bem como pode ir e voltar quando quiser. Inclusive dias de semana, Sábados ou feriados.
      A desvantagem é que demora um pouco mais e é mais trabalhosa. Pois você tem que utilizar o Metrô, alternar para o trem da CPTM e depois pegar um ônibus. 
      Conforme mostrei anteriormente, você deve chegar na estação Sé do metrô. Pegar a linha 3 vermelha, sentido Corinthians-Itaquera e descer na estação Brás.
      Na estação Brás, deve fazer a interligaçao do Metrô com a CPTM para a Linha 10 Turquesa, sentido Rio Grande da Serra, que é a última estação.
      No vídeo aparece que deve ir para a plataforma 2. Se não me engano, o trajeto do trem leva em torno de 1 hora. Então aproveite a viagem.
      Interessante perceber a mudança da paisagem urbana, na medida que se chega ao interior. As estações vão ficando menores e bem simples, você começa a ver mais área verde, de matas e florestas.
      Chegando no ponto final, na estação Rio Grande da Serra, aproveite o banheiro disponível, senão será só em Paranapiacaba.
      Saindo da catraca, vire à esquerda e atravesse a linha férrea.
      Após atravessar, vire à direita e siga a rua, até encontrar o ponto de ônibus, é bem pertinho. 
      O número do ônibus ou da linha é 424 e sai de hora em hora, o trajeto leva em torno de 25 a 30 minutos. 
      O valor da passagem é de R$ 4,55. Eles não aceitam o bilhete único, somente o cartão BOM ou dinheiro. 
      A retorno é só voltar ao mesmo lugar, é bem simples. As informações detalhadas estão na descrição.
      Curtam o vídeo e inscrevam-se no canal! Valeu!

      * Links
      https://www.cptm.sp.gov.br/sua-viagem/ExpressoTuristico/Pages/Tarifas.aspx
      https://www.cptm.sp.gov.br/sua-viagem/ExpressoTuristico/Trajetos/Paginas/Trem-Expresso-Paranapiacaba.aspx
      http://www.emtu.sp.gov.br/sistemas/linha/resultado1.htm?pag=buscadenominacao.htm&numlinha=19080
      http://www.metro.sp.gov.br/pdf/mapa-da-rede-metro.pdf
    • Por VoandoAltoFH
      Video - O que fazer em Paranapiacaba?
       
      Vou comentar sobre "O que fazer em Paranapiacaba". Os pontos que visitei nesse passeio.
      Como vocês sabem essa vila inglesa, nasceu como acampamento e chegou a abrigar 5.000 operários envolvidos na construção da estrada de ferro Santos-Jundiaí.
      Teve o nome alterado de estação Alto da Serra para Paranapiacaba, em 15 de julho de 1945. 
      Paranapiacaba, segundo a língua Tupi, significa lugar da visão do mar ou lugar de se ver o mar.
      Digamos que o local foi moradia dos engenheiros e trabalhadores que enfrentaram o desafio de vencer as quase intransponíveis escarpas da Serra do Mar, para instalar sistema de transporte capaz de levar ao Porto de Santos o café produzido no interior de São Paulo.
      No vídeo anterior, mencionei as formas de se visitar esta cidade. Se você optou pela segunda opção, após descer do ônibus, deverá seguir por esta rua. Ao caminhar um pouco mais, terá a visão da passarela que dá acesso à Paranapiacaba.
      Aproveite para tirar boas fotos. 
      Logo que chegar na cidade, verá muitos restaurantes, mas conforme você for entrar um pouco mais para o interior, os preços ficarão um pouco mais barato. Em média a refeição por pessoa está em torno de R$ 15,00 a 25,00, sendo comida à vontade, com bebida. É lógico que existem opções mais caras, que seriam os estabelecimentos próximos à passarela.
      Vale a pena passar no Antigo Mercado para comprar iguarias feitas com o Cambuci, um fruto típico da vila, que também está fortemente presente na culinária dos restaurantes locais. 
      No local vendem cachaça, licor, geleia, bolo, doces e sorvetes derivados do Cambuci. que possui um sabor ácido e, ao mesmo tempo, refrescante.
      Ótimo para comer uma boa sobremesa. Experimente principalmente o sorvete de Cambuci.
      Aprecie a paisagem local, as antigas construções e a arquitura local.
      No topo, que está escondido pelas árvores está o Museu Castelo, em que a entrada está custando R$ 3,00. Mas quando eu fui, ele estava em reforma, sem previsão de quando vai abrir novamente.
      Visite o Clube União Lyra Serrano, a entrada foi gratuita. O local doi a sede de dois clubes da época, a Sociedade Recreativa da Lyra e o Serrano Football Club, unificados em 1936. Aqui temos o hall com a sala de troféus.
      Na Casa Fox, cobra-se a entrada de R$ 3,00 podendo observar os traços da arquitetura do século 19.
      A estação Trem Turística seria o local onde vão desembarcar, aqueles que escolheram a opção 1, via Expresso Turístico. Vale a pena visitar o local.
      Uma breve explicaçao do Locobreque, e ao fundo um trem antigo todo enferrujado, como o qual valeu a pena ter tirado as fotos. Foi muito legal.
      Esqueci de mencionar que existem opções de trilhas, com 6 passeios, variando em 
      diferentes dificuldades entre fácil, médio e difícil. O tempo pode ser de 1 a até 5 horas, dependendo da trilha.
      Importante destacar que os trajetos só podem ser feitos com acompanhamento de monitores credenciados e custa a partir de R$ 25,00 por pessoa. Altamente recomendado para não se perder na trilha, é uma questão de segurança.
      Em frente temos o acesso ao Museo Funicular, a entrada custa R$ 5,00. Lá retrata a história da ferrovia, interessante visitar.
      Na hora de voltar, ao sair da passarela, vire a direita e vá para um outro caminho. É possível ver a torre do relógio de perto, que é uma réplica do Big Ben de Londres. Tem 20 metros de altura.
      Assim termina o passeio. 
      Espero gostem as informações, curta o vídeo e inscreva-se no canal.
      Valeu!!
    • Por Tadeu Pereira
      Salve salve mochileiros!
      Segue o relato com algumas dicas para fazer uma bela trilha onde irão encontrar algumas maravilhosas cachoeiras, belas paisagens e uma natureza fantástica bem perto da cidade de São Paulo e de baixíssimo custo. 
       
       Ida - 10/09/18 - 05h00min - São Paulo x Rio Grande da Serra x Paranapiacaba - Metrô e Trem R$4,00 - Ônibus R$6,90 
         Partindo de São Paulo do bairro Perdizes Zona Oeste, peguei o Metrô na estação Vila Madalena (linha verde) até a estação Paraíso (linha Verde x Azul) para baldear para a linha vermelha seguindo até a estação Sé (linha Azul x Vermelha) onde peguei para a estação Brás (linha Vermelha), para finalmente pegar o Trem da CPTM sentido Rio Grande da Serra que foi nossa primeira parada. O trajeto todo até a primeira parada teve uma duração de aproximadamente 1h30min . Chegando na estação de Rio Grande da Serra, após sair pelas catracas atravessamos a linha do trem e viramos para a direita na rua e depois viramos na primeira rua a esquerda onde tem um ponto de ônibus que leva tanto para a vila de Paranapiacaba quanto para a entrada da trilha que fica a poucos quilômetros de Rio Grande da Serra. O ônibus é do transporte público então é só esperar alguns minutos que logo encosta um. Mas antes de pegar o busão nós aproveitamos e fizemos umas comprinhas nos mercados e padarias que encontramos por ali ao lado do ponto de ônibus, nada de mais, somente alguns pães, água, presunto, queijo e chocolates, pois nossas mochilas não poderiam ficar pesadas para fazer a trilha. Comprados nossos alimentos seguimos para o ponto e em alguns minutos o ônibus chegou. Conversei com motorista antes e pedi para o que nos deixasse na entrada da trilha da Cachoeira da Fumaça e minutos depois la estávamos na entrada da trilha. 
       
        
         
       
       
        Na entrada existe uma porteira de madeira, é só dar a volta e atravessar e seguir reto por esta estrada passando por baixo dos fios das torres de energia elétrica onde existe um barulho da energia correndo pelos fios bem sinistro mas sem perigo nenhum. Passando esses fios ai sim inicia a trilha com muita lama em alguns trechos então o cuidado tem que ser maior para não acontecer possíveis quedas. O inicio da trilha é de nível fácil, a única dificuldade mesmo é a lama intensa, mas aconselho a retirarem os sapatos e irem descalços, assim você não os suja para a volta e ainda sente a incrível energia que a natureza irá colocar nos seu corpo entrando pelos seus pés. É fantástico!
        A primeira parada na trilha foi em uma prainha de água cristalina com uma pequena queda de água, um ótimo lugar para se refrescar e tomar um pouco de sol, ficamos por alguns minutos ali vendo vários girinos e peixinhos nadando naquela água cristalina. Depois de contemplar aquele primeiro paraíso seguimos a diante. A trilha começa a ficar bem fechada mata a dentro, em alguns trechos ela irá cruzar o rio tendo que continuar a trilha do outro lado.

                
       
        Após andar pouco mais de 20 minutos chegamos em um ponto muito legal, a segunda parada da trilha foi em um ponto onde se consegue ver cidades litorâneas como Cubatão, Santos, São Vicente. Um lugar de uma imensidão grandiosa da natureza contrastando a mata e a cidade, ótimo lugar para tirar belas fotos.
       
                
       
        Seguindo a trilha mais a frente por alguns minutos já começamos a ouvir o barulho de água caindo, chegando perto do rio nos deparamos com uma grande queda de água, uma cachoeira linda, com um grande volume de água caindo. Ficamos algumas horas nesse local perplexos com a grandeza de detalhes que a natureza estava nos proporcionando. O banho de cachoeira é quase obrigatório e é de lavar a alma! Fizemos nossa terceira parada e nosso café da manha ali naquele paraíso. 
       
                

       
        Seguindo o curso do rio encontramos a trilha novamente, andamos mais alguns minutos pela mata, mas sempre do lado do rio, foi quando um clareira se abriu na nossa frente nos mostrando aquela imensidão grandiosa da natureza novamente e o rio que estávamos seguindo se transformando em uma queda fantástica, a Cachoeira da Fumaça. Estava ali o nosso destino, uma cachoeira majestosa com uma delicada e ao mesmo tempo brusca queda de água que deixava o lugar com uma sonoridade única. Ficamos horas nesse lugar e ainda demos a sorte de não encontrar muitas pessoas, pois fomos logo depois do feriado de 7 de Setembro numa segundona braba hehehehe. Vantagens de quem tem folga na segunda rs.  
       
                
       
        Foi um momento muito lindo ver aquela enorme cachoeira, aquelas montanhas rodeadas de matas verdes por todo canto e ainda contrastando com o mar ao fundo, sinceramente não estava nos nossos humildes planos toda aquela beleza de uma vez só! Mas a natureza ainda nos proporcionou uma ótima visão desta mesma cachoeira só que de frente. Encontramos alguns caras que estavam acampando por ali perto que nos indicou o caminho. Descemos pelo lado esquerdo da cachoeira por uma trilha bem escorregadia e medonha que levava de frente da cachoeira. Levamos alguns bons minutos descendo essa trilha pois foi de nível médio para difícil. A trilha estava muito escorregadia e de altura considerável então foi meio tenso a descida com as mochilas, mas conseguimos descer depois de alguns minutos e todo o esforço valeu muito a pena. A vista da Cachoeira da Fumaça de frente é de uma beleza ímpar. 
       
       




        
        Algumas horas se passaram com a gente ali paralisados com tanta beleza, contemplamos aquela maravilha até o último momento, foi quando uma névoa cobriu todo lugar deixando a visibilidade muito ruim. Decidimos ir em embora pois estava ficando sem visibilidade por causa da neblina e não gostaríamos de pegar a trilha escura. Por volta das 16:30 arrumamos nossas mochilas e partimos para o retorno. Fizemos exatamente a trilha que viemos e foi bem rápido e tranquila. 
       
      Volta - 10/09/18 - 16h30min - Paranapiacaba x Rio Grande da Serra x São Paulo - Ônibus R$6,90  - Metrô e Trem R$4,00 
        Chegando na rodovia do lado direito tem um ponto de ônibus, então é só caminhar até ele e aguardar pelo ônibus que em alguns minutos irá passar, e foi o que aconteceu, em menos de 20 minutos pegamos o ônibus de volta pra Rio Grande da Serra e finalizamos mais uma fantástica trilha bate e volta com cachoeiras e paisagens maravilhosas bem pertinho de São Paulo. Gratidão! 
        Espero ter ajudado em algumas dicas e fico a disposição para qualquer dúvida. Vlw
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