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eu fiz a trilha por salkantay em set de 2007. diferentemente da trilha inca, salkantay não tem ruinas, é um percursso mais longo, cerca de 70KM, 5 dias, porém os lugares que vc passa são muito maneiro

Os valores são de alta temporada de julho de 2007.   Nunca feche nada antecipado. Vão sempre te cobrar muito mais caro.   E lá na hora, procure várias agências e chore sempre pra baixar o preço.

Dimitri   Fiz a trilha por Salkantay de 5d/4noites pela agência da Marisol há exatamente 1 ano. Paguei $240 no esquema de transferência antecipada. Pra quem quiser fazer, não precisa de conta no BB

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  • Colaboradores
Oi, Thiago,

Já que vc foi ano passado, pode me dizer como estava o tempo durante a trilha? Sei que o clima varia muito de um ano pra outro, mas só pra ter uma idéia do frio e levar as vestimentas adequadas.

 

Oi Jana.

 

Para mim, o tempo na trilha variou muito. O primeiro dia começou claro e terminou nublado e com uma chuva bem fina. No segundo dia, tempo continuou feio e com chuva. Por causa disso, não pude ver a grande beleza de Salkantay com o dia limpo. Vi algumas partes da montanha, picos nevados, etc. Essa virada do tempo fez com que caísse uma pequena quantidade de neve dada a altitude do local, foi legal. Ehehe. Eu espero que você tire fotos mais belas do que as que eu tirei!!! rs. ::otemo::

Já no terceiro e quarto dia, o tempo melhorou, o sol ficou forte e o clima ficou bem parecido aqui com o do Brasil, bem quente.

O frio que cada pessoa sente é bem relativo. No meu caso, não sou muito friorento. Procurei seguir as dicas de vestir em 3 camadas, o que me atendeu bem. A diferença que fez é que a minha camada mais externa era IMPERMEÁVEL. Aí no dia que choveu isso fez uma baita diferença. Muita gente que não estava preparado para uma possível chuva se lascou um pouco, pois roupa molhada, naquele alto e naquele frio, pode fazer com que o seu passeio vire um verdadeiro calvário, daquele que você torce para chegar logo ao fim.

 

Uma dica que você pode pesquisar é: Ano passado, ocorria na América do Sul o fenomeno "La Niña", contrário do "El Niño" que proporciona temperaturas mais baixas. Mesmo assim tudo o que eu levei me atendeu bem e não passei nenhum frio na trilha. O guia me disse que chuva no meio do ano, como aconteceu comigo é pouco comum. Ele disse que dei azar mesmo, de justamente no dia de Salkantay o tempo estar feio.

 

Enfim, uma coisa que eu faria melhor era só proteger mais as mãos e os pés que eu senti um pouco de frio e ficaram meio duros. ::Cold::

 

Abraços,

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  • Membros

Oi pessoal!!!

Vou fazer a trilha Salkantay em julho! Pesquisei em várias agências e já ia fechar com uma que tava me cobrando $285, até que vi o alerta de vocês pra só fechar lá! Agora to com uma dúvida cruel, pq sou eu que to organizando tudo pra um grupo de 7 pessoas, e ao contrário do que alguns disseram, que ninguém vai pro Peru SÓ pra fazer a trilha salkantay, o nosso caso é justamente esse!!! Uma parte do grupo já foi pro Peru, e estamos voltando só pra fazer a trilha. só teremos 2 dias antes do dia que queremos fazer a trilha, o tempo mesmo muito apertado, e to com muito medo de chegar lá e dar alguma coisa errada!!!

 

Realmente não tem perigo de não consguir a trilha chegando dois dias antes, pra um grupo de 7 pessoas?? A diferença é mesmo muito grande? Alguém tem uma cotação recente??

 

E sobre as mochilas, se despacharmos na mulas, teremos que carregá-las no quarto dia? essa parte não entendi!

 

E mais uma dúvida, a última! Temos que levar o saco de dormir ou tem empresa que disponibiliza? Alguém poderia deixar um link de um saco bom pra essa trilha, pq somos do calor do Piauí, e só fiz caminhadas por aqui, onde a gente quer dormir é fora da barraca mesmo!!! hahaha

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  • Membros de Honra

Camilla

 

No seu caso, são sete pessoas. Quer dizer, um grupo inteiro.

 

Dessa forma, fica bem mais fácil de fechar la em Cusco mesmo.

 

Porque ? Porque vcs conseguiria fechar um pacote único para todos e batalhar melhores preços, pois completariam um grupo fechado.

 

Hospedagem em Aguas Calientes eh o de menos.

 

Abraço,

Leo

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  • Colaboradores

Oi Camila.

 

Bom, eu cheguei em Cusco de manhã bem cedinho, vindo de Arequipa. Logo fui procurar um lugar para ficar e em seguida usei a parte da manhã para fechar os passeios.

Fechei o CityTour para aquele mesmo dia a tarde, e para o dia seguinte fechei o Vale Sagrado. No dia seguinte ao passeio do Vale Sagrado, iniciei a trilha de Salkantay.

Ou seja, fiquei em Cusco exatamente 2 dias e consegui fechar um pacote para 4 pessoas.

 

Quando eu fiz as minhas pesquisas, a diferença entre comprar aqui e comprar lá, ficava em torno de 100 dólares. Bem significativo.

 

Sobre as mochilas, vocês tem que carregá-las no quarto dia. O grupo se despede das mulas e do cozinheiro em Santa Tereza, no começo do quarto dia. Então terá que carregar a mochila até Aguas Calientes.

 

A empresa disponibiliza saco de dormir que suporta bem a temperatura local. Tem um custo extra para isso, mas não é muito caro. Uma dica é que se você alugar o saco de dormir, deve ficar esperto se eles realmente vão levar o saco para você, e cobrar e relembrar 1000 vezes o guia quando eles forem pegar vocês no hostel. Já vi casos de gente que alugou o saco e chegando lá na hora... cade? Aí o frio apertou. ::Cold:: Então tem que lembrar enquanto ainda estiver em Cusco, pq dá tempo de corrigir um possível erro. ::quilpish::

 

Quando você fecha o pacote Salkantay, está incluso a sua hospedagem em Aguas Calientes. ::otemo::

 

Eu acho que o único problema que você vai ter vai ser a aclimatação com a altitude. Sair do Piauí e depois de uns dias encarar 4600 metros de altitude vai ser uma feito de grande bravura. rs.rs.rs. ::hahaha::

 

Boa trip!

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  • Silnei changed the title to Trilha Salkantay

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    • Por edufehrer
      esse foi nosso roteiro, ordem dos passeios:
       
      ·        Cusco
       
      ·        Valle Sagrado
      (Pisac, Salinas de Maras, Moray, Chinchero,  Ollantaytambo)
       
      ·        Valle Sul
      (Tipon e Pikillaqta, Andahuaylillas)
       
      ·        Macchu Pichu + Wayna Picchu
       
      ·        Banhos Termais de Colcamayo (Santa Teresa)
       
      ·        Laguna Humantay
       
      ·        Cerro Colorado/Montañas de Colores/Rainbow Mountain
       
       
       
    • Por roteiroviagemdemochileiros
      A Cidade de Machu Picchu já está aberta pra visitações. Mas primeiramente você precisa responder essa pergunta: Você quer somente visitar a cidade de Machu Picchu ou quer também subir alguma das montanhas do Parque??? Essa resposta é importante pra definir que tipo de ingresso você irá comprar, pois existem três tipos de entrada/ingresso. Lembrando que fica inviável subir as duas montanhas no mesmo dia. 
      Cidade de Machu Picchu  Montanha Machu Picchu + Cidade Machu Picchu Cidade de Machu Picchu + Montanha Huayna Picchu  Lembrando que não é necessário escalar essas montanhas para tirar aquela foto clássica que estamos costumados a ver na internet. 😉
      Se você quiser visitar a cidade de Machu Picchu em 2020 ou reservar para 2021, ainda no Brasil é muito importante reservar Online. A necessidade de comprar com antecedência é que o número de visitantes por dia na cidade já era limitado antes da Pandemia do Coronavírus, agora foi mais reduzido. Acesse a informação no blog sobre o (Editado pela administração) e também vai encontrar dicas sobre: As duas Montanhas de Machu Picchu, o Passeio pelo Vale Sagrado, Ruínas de Moray & Salineras de Maras, City Tour & Roteiro a pé no Centro Histórico de Cusco, Boleto Turístico de Cusco e Curiosidades sobre Cusco e Machu Picchu. 
       
    • Por Yara Almeida
      Ei, tudo bem?
      Alguém sabe me dizer como está Machu Picchu para 2021? Digo com relação à liberação do Parque e etc. Obrigada! Uma amiga e eu estamos nos organizando para irmos em Julho, caso tenha mais alguém, entre em contato pra gente combinar um comboio legal rsrs. 
    • Por Daniela Alvares
      Em setembro de 2018, fizemos uma viagem ao Chile e Peru.
      Roteiro - 24 dias
      São Paulo > Santiago > Valparaíso > San Pedro do Atacama > Tacna > Arequipa > Cusco > Ollantaytambo > Aguas Calientes > Machu Picchu > Cusco > Lima.
       
      Começamos nossa jornada no Chile, em Santiago, Valparaíso e San Pedro do Atacama, cujos relatos seguem abaixo:
       
       
      No ônibus das 20:30, deixamos San Pedro do Atacama em direção a Arica, cidade chilena fronteira com o Peru. Seriam 8 horas de viagem, que à noite tínhamos esperança de sequer vermos passar. Com o coração apertado de deixar aquele lugar que tinha acordado tanto dentro de nós, nos despedimos do céu mais estrelado do mundo prometendo, para o Universo e uma para a outra, que voltaríamos logo, em breve, a tempo de não esquecermos toda a emoção que sentimos, nem de deixarmos a brutal rotina do acordar-trabalhar-dormir nos transformar em marionetes que fazem o uso da palavra "sabático" para justificar o tempo em que resolveram ser felizes. Logo nós, que tínhamos acabado de enxergar o não tamanho do mundo.
      Chegamos em Arica ainda escuro. Claudio (amigo que fizemos no Atacama, junto com seu fiel cão Lucky, artista plástico de Valparaíso que, cansado do mesmo todo-dia da vida e do consumo sentimental das relações obrigatórias, encontrou em San Pedro um porto. Breve e temporário.) tinha nos dito que, ao chegarmos, deveríamos atravessar a rua para a outra rodoviária, a internacional, onde poderíamos pegar um ônibus para o Peru. Foi uma ótima dica, ou teríamos ficado perdidas na escuridão da falta de informação e sinalização.
      Ao chegarmos na rodoviária internacional, que mais parecia o ponto final de uma linha de ônibus bem acabada em uma cidade quase fora do mapa, uma mulher sentada numa mesa nos informou que o ônibus para Tacna só sairia a partir das 8:30 da manhã. Eram 4:30 da madrugada. A outra opção, como ela sugeriu, era atravessar a fronteira com um dos muitos motoristas de carro que faziam ofertas de assentos pelo mesmo valor dos ônibus. Não, só se fôssemos loucas de aceitar. Assistimos demais "Presos no Estrangeiro" para arriscarmos uma prisão por tráfico de drogas com um estranho que diria que era tudo nosso, das gringas. Nunca. Resolvemos dar uma volta na rodoviária para despistar a mulher que nos alucinava com essa ideia, quando ouvimos sem muita certeza, o motorista de um ônibus gritar "Tacnabus, Tacnabus" e corremos para confirmar a informação. O ônibus ia para a Bolívia, mas primeiro pararia no Peru, em Tacna, para onde estávamos indo. Com o dinheiro guardado na calcinha, entramos no ônibus e seguimos para o nosso próximo destino.
      Na fronteira: sai do ônibus, carimba passaporte de entrada no Peru, passa as mochilas no raio X, tira o vinho da mochila, mostra que é vinho, guarda a garrafa, volta as mochilas para o bagageiro, sobe no ônibus. E em 40 minutos, chegávamos em Tacna.
      *ATENÇÃO! Ao desembarcar no aeroporto em Santiago do Chile, na entrada no país, além do passaporte carimbado, também entregam um papelzinho, aparentemente sem nenhum valor e sem nenhuma explicação. GUARDE-O DENTRO DO PASSAPORTE! Na travessia da fronteira, esse papel é exigido.
       
      TACNA
      Não esperávamos encontrar em Tacna a cidade charmosa e acolhedora que descobrimos. De habitantes tacanhamente tímidos, que nos olhavam surpresos e alegres ao perguntarmos seus nomes, essa cidadela conquistou nossos corações, receosos de não conseguirem mais se apaixonar depois de conhecer o Atacama. Mas Tacna é leve, florida, descompromissada, como que se viesse só para provar que é possível amar depois de amar. 
      O sotaque, de tanta timidez, torna o espanhol mais difícil aos ouvidos. Os bancos das praças possuem tetos de flores para fazer sombra. Na Plaza de Armas - nome de todas as praças principais de todas as cidades do Peru - há fotógrafos velhinhos andando sob o sol, sorrindo e sugerindo um retrato para a posteridade, como um pedaço de tempo congelado entre as flores coloridas, as palmeiras altíssimas, a fonte imponente, o arco marcante da cidade e, sempre, a igreja. 
      As lojas são todas setorizadas, de forma que os supostos concorrentes são colegas vizinhos, e você jamais vai conseguir tirar uma xerox se estiver próximo dos açougues ou dos consultórios ortodônticos, uma pequena obsessão tacniana. Por toda a rua principal, há galerias como camelódromos, com cabines de câmbio, tabacaria, lojas de joça e manicures enfileiradas em carteiras escolares oferecendo seus serviços. 
      Em Tacna você vira a esquina e se depara com uma padaria a céu aberto no meio da rua! Carrinhos de pães perfumam o entardecer e nos transportam para uma imaginada infância peruana. Foi ali que também comemos o melhor hambúrguer de cordeiro da nossa vida. No "Cara Negra", uma sanduicheria especializada em cordeiro, que eles criam lá mesmo no sítio atrás do bar. É descolado e tem drinks deliciosos. Faz valer a visita na cidade.
      Por todos os lugares que passamos, sempre procuramos pelo Mercado Central, que é onde encontra-se a essência do local. O Mercado Central de Tacna é imperdível. Tem de tudo. Especiarias, ervas, carnes, queijos, farinhas, biscoitos, frutas, verduras, doces, produtos de limpeza e muitas, muitas casas de sucos. Na "Juguería Sra Rosita", uma simpática senhora de sorriso frouxo e vontade de conversar, tomamos maravilhosos sucos de melão e de morango, muitíssimo bem servidos, de ficar na memória. Conhecemos também Miguel, dono de uma barraca de remédios de plantas medicinais, que sabia a erva ideal para absolutamente todo tipo de enfermidade.
      Ao caminharmos de volta para o hotel, bem encantadas com a surpresa de Tacna, uma vendedora nos parou para oferecer azeite. Ao agradecermos e sorrirmos, ela trocou a oferta para um branqueador dental. Talvez por marketing, ou pela já citada fixação por dentes perfeitos dos habitantes da li. Tomara. 
      Por fim, antes de partirmos, passamos por uma casa roxa, um centro de, como dizia a placa, "Magia y Diversión". Sem isso, qual seria mesmo o sentido de tudo? Com a delicadeza dessa mensagem tão sutil e necessária, seguimos nossa viagem em direção a Arequipa.
       







       
       
      - Onde ficamos:
      Ficamos no Nice Inn Tacna, no centro da cidade, com atendimento muito cordial. As pessoas são super simpáticas, o quarto era confortável, chuveiro quente e café da manhã bem simples. 
      Nice Inn Tacna - Av Hipólito Unanue 147, Tacna 23001, Peru / Telefone: +51 52 280152 / booking.com/hotel/pe/nice-inn-tacna.es.html - Onde comemos:
      Cara Negra - Cnel. Bustios 298 / Telefone: +51 952 657 540 / @caranegraoficialtacna / facebook.com/caranegraranchosanantonio/ - Onde fomos:
      Mercado Central de Tacna - Calle Francisco Cornejo Cuadra 809, Tacna 23003, Peru Plaza de Armas - Paseo Cívico de Tacna, Tacna 23001, Peru  
       Seguimos para Arequipa, Cuzco, Ollantaytambo, Aguas Calientes, Machu Picchu e Lima, que detalharemos em post separados. 
      https://www.instagram.com/trip_se_/

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