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Pessoal,

 

A principal que eu queria compartilhar aqui é a seguinte: comprei uma mochila adventure da curtlo (60+15) pra essa viagem (e pras próximas, espero). Será que a mochila de ataque de 15l é suficiente pra levar no dia a dia da trilha? E pra o material que vai com os cavalos/mulas e que pego no fim de cada dia na trilha? Uso a cargueira de 60l? Ou deixo a cargueira no hostel em Cuzco com tudo que não vou usar na trilha e uso outra mochila média tipo 30l?

 

 

Valeu

 

Francisco, há uma restrição de 5 kg por mochila que vai ser carregada na mula. Eles não pesam a mochila, porém fazem uma estimativa de peso e podem achar ruim e querer te cobrar por sobrepeso se tiver muito pesada.

 

O que sugiro é o seguinte: leve o essencial mais um saco de dormir. A maior parte das pessoas (inclusive foi o que fiz. hehehe) tomam banho só no terceiro dia, então não há necessidade de levar muita roupa. Se levar saco de dormir, prenda-o sempre na mochila que vai na mula para não ter contratempos quando desembarcarem toda a carga. Se as suas mochilas não tiverem uma boa capa de chuva, é bom embalar tudo em sacolas plásticas.

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eu fiz a trilha por salkantay em set de 2007. diferentemente da trilha inca, salkantay não tem ruinas, é um percursso mais longo, cerca de 70KM, 5 dias, porém os lugares que vc passa são muito maneiro

Os valores são de alta temporada de julho de 2007.   Nunca feche nada antecipado. Vão sempre te cobrar muito mais caro.   E lá na hora, procure várias agências e chore sempre pra baixar o preço.

Dimitri   Fiz a trilha por Salkantay de 5d/4noites pela agência da Marisol há exatamente 1 ano. Paguei $240 no esquema de transferência antecipada. Pra quem quiser fazer, não precisa de conta no BB

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  • Colaboradores
Ops, 220 dolares. Ate editei para nao confundir as pessoas. Desculpa a falta de atencao.

Valeu LiCo!

 

 

Esse preço fechou pessoalmente em CUSCO? Ou aqui no Brasil?

Provavelmente em Cusco, não tem problemas em fechar a trilha quanto estiver em Cusco. Eu quanto fiz a trilha no mês passado, fechei com 1 dia de antecedência.

Se você fechar a trilha aqui do Brasil, vai pagar praticamente o dobro desse valor citado, por aqui sai tudo mais caro.

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  • 1 mês depois...
  • Membros

Li várias postagens aqui sobre a trilha, e eu e meu amigo henrique resolvemos fazer a viagem bem no estilo mochilão mesmo( e conhecemos muita gente até chegarmos ao fim) fazendo o caminho de ônibus, trem, van, taxi e não sei se por ser a primeira e por tomar como base a ida de um conhecido em 2010, pelo jeito muita coisa mudou e além de facilitar um bocado, ficou meio cartelizado o negócio. Mas por ser a primeira, valeu como experiência e depois de ver os erros cometidos, espero que a segunda seja melhor. E como mochilar não é fácil, o maior numero de informações possível ajuda e muito.

Espero compartilhar aqui como foi e quem tem interesse em mochilar por conta sem agências, guias e outros salkantay mostra-se simples e ao mesmo tempo desafiadora.

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  • 3 semanas depois...
  • Membros
Se voce postar dicas...

 

Seria perfeito..

 

Pois, eu quero fazer a SALKANTAY...

 

Com o minimo dinheiro possivel...

 

Pois bem James, fizemos toda a ida e volta, sem contar as passagens de Araçatuba-Campo Grande-Cuiabá, com US$ 700,00 cada... apesar que voltamos com US$140,00 pois caimos na besteira de levar uma parte em dólares trocados e os bolivianos e peruanos não aceitam notas com um mínino de uso ou rasgadas como aceitamos aqui. Compramos as mochilas de 90 L (diga-se de passagem foi algo que acabamos economizando na hora da compra pagamos 89,00 reais cada uma pelo mercado livre e bem no finzinho a bolsa do meu amigo arrebentou a correia, mas no mais deu pro gasto e voltou praticamente intacta hehe). Tenho algumas anotações comigo e meu amigo Henrique também. Já fomos com as entradas pra Machu Picchu compradas. Compramos os sacos de dormir por 150,00 aproximadamente cada, isolante térmico, algumas roupas e não tivemos dificuldades. Falam de comprar segunda pele, bastão não sei das quantas, não compramos nada disso por causa do custo. Utilizei umas dri-fit que eu tinha e mais algumas coisas, como uma boa blusa de frio na promoção rsrs. Um kit de primeiro socorros com alguns medicamentos de uso diário.

E na ida ainda fomos ao Lago Titicaca. Ficamos 2 dias lá entre a chegada e a saída, conhecemos a Ilha do Sol. Tenho algumas anotações mais precisas e vou consultá-las para informar mais coisas..

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  • Membros

Roberto...

 

Fiz a trilha em agosto desse ano.

Eu fui só com mais 1 amigo e sem guia...

Fizemos em 3 dias e 2 noites...

 

Sim, pode fazer sem guia...

 

A estrutura eu julgo exatamente o contrario, há diversos povoados onde voce pode se informar, comprar coisas e acampar.

Eles não serão taããão gentis com voce, até porque eles preferem que voce vá com guias e deixe mais dinheiro por lá, mas falarão com você, te deixarão acampar e tudo mais...

 

A Trilha é facil e nos pontos de duvidas, haverá algum povoado por perto.

muitos trechos se faz por estrada mesmo ou proximo a ela.

de qualquer maneira, um tracklog e um app de GPS no celular bastam, Wikiloc, ORUX Maps (o melhor na minha opiniao), entre outros...

 

a chegada de salkantay é em aguas calientes, la vc pode dormir ou ir direto para machu picchu, vc nao tera essa vista na chegada, mas vc pode subrir até a porta do sol entrando em machu picchu e chegara onde termina a trilha inca e tera essa vista que voce comentou.

 

planeje pra fazer 4, 5 dias, esteja bem preparado, estude bem e levem um tracklog e poderao fazer a trilha sem guia numa boa.

claro, tem que ter muito planejamento e um minimo de experiencia em caminhadas...

 

se quiser qq ajuda, tracklog, informacoes, conte comigo!

abraço e boa trip...

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  • 1 mês depois...
  • Membros

Olá, tenho duas perguntas!

 

Gostaria de saber se é possível acampar no meio da trilha, sei que não deve ser recomendado, mas imagino uma ocasião em que não dê tempo para chegar a uma vila ou coisa assim.

 

E também, fiquei sabendo através de um artigo que, quando se contrata uma empresa de guias, eles levam as barracas e sacos de dormir (inclusos por aluguel), mas gostaria de saber se você pode levar o seu próprio. E quanto a comida? sou também que os guias levam as refeiçoes, como vocês foram sozinhos, o que comeram?

 

Farei a viagem em Julho, e gostaria de fazer essa trilha e sem a presença de guias.

Obrigado!

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  • 1 mês depois...
  • Colaboradores
Dúvidas rápidas pra quem já foi:

 

As agências já vendem o preço da trilha, os ingressos pra MP e HP tudo num pacote só?

As mochilas maiores ficam aonde? As empresas oferecem custódia para as bolsas?

Ainda existem empresas que fazem 3 dias e 2 noites?

 

Abraços, vou em Abril!

 

Ola, Então as entradas já estão todas inclusas no pacote, exceto a entrada para HP que devera ser solicitado no momento da compra do pacote e verificar disponibilidade. Você tem a opção de escolher a subida para as montanhas Machu Picchu Montain( Mais alta) ou a Huyana Picchu(Mais procurada) ambas quando fiz a trilha saia por 10 dólares a mais.

Quanto as mochilas, é aconselhável levar uma de ataque e uma cargueira com coisas necessárias somente, nada de excesso...por que a partir do 4º dia quem passa a carregar as mochilas somos nós, e não os cavalos..

Quando ao numero de dias, fiz a tradicional 5 dias e 4 noite, mais tem opções com menos dias sim, e creio que não será difícil de achar, creio que quase todas oferecem essa opção.

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  • Silnei changed the title to Trilha Salkantay

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    • Por edufehrer
      esse foi nosso roteiro, ordem dos passeios:
       
      ·        Cusco
       
      ·        Valle Sagrado
      (Pisac, Salinas de Maras, Moray, Chinchero,  Ollantaytambo)
       
      ·        Valle Sul
      (Tipon e Pikillaqta, Andahuaylillas)
       
      ·        Macchu Pichu + Wayna Picchu
       
      ·        Banhos Termais de Colcamayo (Santa Teresa)
       
      ·        Laguna Humantay
       
      ·        Cerro Colorado/Montañas de Colores/Rainbow Mountain
       
       
       
    • Por roteiroviagemdemochileiros
      A Cidade de Machu Picchu já está aberta pra visitações. Mas primeiramente você precisa responder essa pergunta: Você quer somente visitar a cidade de Machu Picchu ou quer também subir alguma das montanhas do Parque??? Essa resposta é importante pra definir que tipo de ingresso você irá comprar, pois existem três tipos de entrada/ingresso. Lembrando que fica inviável subir as duas montanhas no mesmo dia. 
      Cidade de Machu Picchu  Montanha Machu Picchu + Cidade Machu Picchu Cidade de Machu Picchu + Montanha Huayna Picchu  Lembrando que não é necessário escalar essas montanhas para tirar aquela foto clássica que estamos costumados a ver na internet. 😉
      Se você quiser visitar a cidade de Machu Picchu em 2020 ou reservar para 2021, ainda no Brasil é muito importante reservar Online. A necessidade de comprar com antecedência é que o número de visitantes por dia na cidade já era limitado antes da Pandemia do Coronavírus, agora foi mais reduzido. Acesse a informação no blog sobre o (Editado pela administração) e também vai encontrar dicas sobre: As duas Montanhas de Machu Picchu, o Passeio pelo Vale Sagrado, Ruínas de Moray & Salineras de Maras, City Tour & Roteiro a pé no Centro Histórico de Cusco, Boleto Turístico de Cusco e Curiosidades sobre Cusco e Machu Picchu. 
       
    • Por Yara Almeida
      Ei, tudo bem?
      Alguém sabe me dizer como está Machu Picchu para 2021? Digo com relação à liberação do Parque e etc. Obrigada! Uma amiga e eu estamos nos organizando para irmos em Julho, caso tenha mais alguém, entre em contato pra gente combinar um comboio legal rsrs. 
    • Por Daniela Alvares
      Em setembro de 2018, fizemos uma viagem ao Chile e Peru.
      Roteiro - 24 dias
      São Paulo > Santiago > Valparaíso > San Pedro do Atacama > Tacna > Arequipa > Cusco > Ollantaytambo > Aguas Calientes > Machu Picchu > Cusco > Lima.
       
      Começamos nossa jornada no Chile, em Santiago, Valparaíso e San Pedro do Atacama, cujos relatos seguem abaixo:
       
       
      No ônibus das 20:30, deixamos San Pedro do Atacama em direção a Arica, cidade chilena fronteira com o Peru. Seriam 8 horas de viagem, que à noite tínhamos esperança de sequer vermos passar. Com o coração apertado de deixar aquele lugar que tinha acordado tanto dentro de nós, nos despedimos do céu mais estrelado do mundo prometendo, para o Universo e uma para a outra, que voltaríamos logo, em breve, a tempo de não esquecermos toda a emoção que sentimos, nem de deixarmos a brutal rotina do acordar-trabalhar-dormir nos transformar em marionetes que fazem o uso da palavra "sabático" para justificar o tempo em que resolveram ser felizes. Logo nós, que tínhamos acabado de enxergar o não tamanho do mundo.
      Chegamos em Arica ainda escuro. Claudio (amigo que fizemos no Atacama, junto com seu fiel cão Lucky, artista plástico de Valparaíso que, cansado do mesmo todo-dia da vida e do consumo sentimental das relações obrigatórias, encontrou em San Pedro um porto. Breve e temporário.) tinha nos dito que, ao chegarmos, deveríamos atravessar a rua para a outra rodoviária, a internacional, onde poderíamos pegar um ônibus para o Peru. Foi uma ótima dica, ou teríamos ficado perdidas na escuridão da falta de informação e sinalização.
      Ao chegarmos na rodoviária internacional, que mais parecia o ponto final de uma linha de ônibus bem acabada em uma cidade quase fora do mapa, uma mulher sentada numa mesa nos informou que o ônibus para Tacna só sairia a partir das 8:30 da manhã. Eram 4:30 da madrugada. A outra opção, como ela sugeriu, era atravessar a fronteira com um dos muitos motoristas de carro que faziam ofertas de assentos pelo mesmo valor dos ônibus. Não, só se fôssemos loucas de aceitar. Assistimos demais "Presos no Estrangeiro" para arriscarmos uma prisão por tráfico de drogas com um estranho que diria que era tudo nosso, das gringas. Nunca. Resolvemos dar uma volta na rodoviária para despistar a mulher que nos alucinava com essa ideia, quando ouvimos sem muita certeza, o motorista de um ônibus gritar "Tacnabus, Tacnabus" e corremos para confirmar a informação. O ônibus ia para a Bolívia, mas primeiro pararia no Peru, em Tacna, para onde estávamos indo. Com o dinheiro guardado na calcinha, entramos no ônibus e seguimos para o nosso próximo destino.
      Na fronteira: sai do ônibus, carimba passaporte de entrada no Peru, passa as mochilas no raio X, tira o vinho da mochila, mostra que é vinho, guarda a garrafa, volta as mochilas para o bagageiro, sobe no ônibus. E em 40 minutos, chegávamos em Tacna.
      *ATENÇÃO! Ao desembarcar no aeroporto em Santiago do Chile, na entrada no país, além do passaporte carimbado, também entregam um papelzinho, aparentemente sem nenhum valor e sem nenhuma explicação. GUARDE-O DENTRO DO PASSAPORTE! Na travessia da fronteira, esse papel é exigido.
       
      TACNA
      Não esperávamos encontrar em Tacna a cidade charmosa e acolhedora que descobrimos. De habitantes tacanhamente tímidos, que nos olhavam surpresos e alegres ao perguntarmos seus nomes, essa cidadela conquistou nossos corações, receosos de não conseguirem mais se apaixonar depois de conhecer o Atacama. Mas Tacna é leve, florida, descompromissada, como que se viesse só para provar que é possível amar depois de amar. 
      O sotaque, de tanta timidez, torna o espanhol mais difícil aos ouvidos. Os bancos das praças possuem tetos de flores para fazer sombra. Na Plaza de Armas - nome de todas as praças principais de todas as cidades do Peru - há fotógrafos velhinhos andando sob o sol, sorrindo e sugerindo um retrato para a posteridade, como um pedaço de tempo congelado entre as flores coloridas, as palmeiras altíssimas, a fonte imponente, o arco marcante da cidade e, sempre, a igreja. 
      As lojas são todas setorizadas, de forma que os supostos concorrentes são colegas vizinhos, e você jamais vai conseguir tirar uma xerox se estiver próximo dos açougues ou dos consultórios ortodônticos, uma pequena obsessão tacniana. Por toda a rua principal, há galerias como camelódromos, com cabines de câmbio, tabacaria, lojas de joça e manicures enfileiradas em carteiras escolares oferecendo seus serviços. 
      Em Tacna você vira a esquina e se depara com uma padaria a céu aberto no meio da rua! Carrinhos de pães perfumam o entardecer e nos transportam para uma imaginada infância peruana. Foi ali que também comemos o melhor hambúrguer de cordeiro da nossa vida. No "Cara Negra", uma sanduicheria especializada em cordeiro, que eles criam lá mesmo no sítio atrás do bar. É descolado e tem drinks deliciosos. Faz valer a visita na cidade.
      Por todos os lugares que passamos, sempre procuramos pelo Mercado Central, que é onde encontra-se a essência do local. O Mercado Central de Tacna é imperdível. Tem de tudo. Especiarias, ervas, carnes, queijos, farinhas, biscoitos, frutas, verduras, doces, produtos de limpeza e muitas, muitas casas de sucos. Na "Juguería Sra Rosita", uma simpática senhora de sorriso frouxo e vontade de conversar, tomamos maravilhosos sucos de melão e de morango, muitíssimo bem servidos, de ficar na memória. Conhecemos também Miguel, dono de uma barraca de remédios de plantas medicinais, que sabia a erva ideal para absolutamente todo tipo de enfermidade.
      Ao caminharmos de volta para o hotel, bem encantadas com a surpresa de Tacna, uma vendedora nos parou para oferecer azeite. Ao agradecermos e sorrirmos, ela trocou a oferta para um branqueador dental. Talvez por marketing, ou pela já citada fixação por dentes perfeitos dos habitantes da li. Tomara. 
      Por fim, antes de partirmos, passamos por uma casa roxa, um centro de, como dizia a placa, "Magia y Diversión". Sem isso, qual seria mesmo o sentido de tudo? Com a delicadeza dessa mensagem tão sutil e necessária, seguimos nossa viagem em direção a Arequipa.
       







       
       
      - Onde ficamos:
      Ficamos no Nice Inn Tacna, no centro da cidade, com atendimento muito cordial. As pessoas são super simpáticas, o quarto era confortável, chuveiro quente e café da manhã bem simples. 
      Nice Inn Tacna - Av Hipólito Unanue 147, Tacna 23001, Peru / Telefone: +51 52 280152 / booking.com/hotel/pe/nice-inn-tacna.es.html - Onde comemos:
      Cara Negra - Cnel. Bustios 298 / Telefone: +51 952 657 540 / @caranegraoficialtacna / facebook.com/caranegraranchosanantonio/ - Onde fomos:
      Mercado Central de Tacna - Calle Francisco Cornejo Cuadra 809, Tacna 23003, Peru Plaza de Armas - Paseo Cívico de Tacna, Tacna 23001, Peru  
       Seguimos para Arequipa, Cuzco, Ollantaytambo, Aguas Calientes, Machu Picchu e Lima, que detalharemos em post separados. 
      https://www.instagram.com/trip_se_/

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