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Salto Angel e Los Roques - Jan/2012


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Olá galera!!!

Está na hora de postar o relato da viagem que fiz em janeiro/2012 para Venezuela.

Os destinos escolhidos foram: Salto Angel e Los Roques num período de aproximadamente 15 dias.

O MOCHILEIROS me ajudou bastante e agora quero compartilhar minhas experiências para que a corrente não seja rompida!

 

Primeiramente, quero apresentar alguns bons motivos para conhecer esses lugares:

 

- Salto Angel é a maior cachoeira do mundo, com aproximadamente 1000 metros de queda d’água. É a natureza em sua forma pura! A formação geológica dessa região, conhecida como Tepuys, é considerada uma das mais antigas do mundo. Localiza-se no Parque Nacional de Canaíma. ::cool:::'>

 

- Los Roques é um paraíso caribenho perdido no mar. Uma vila de pescadores com algumas pousadas e alguns bares e restaurantes. Para fazer: apenas relaxar, mergulhar, apreciar, conversar, se desligar! ::cool:::'>

 

- Mas calma, há ressalvas: Não vá a Salto Angel procurando luxo e conforto e nem a Los Roques procurando badalação. Não aconselho ir a Los Roques sozinho, imagina ficar numa ilha deserta você e uma cadeira.(mas aí você que decide). ::bad::

 

Dito isso, vamos ao que interessa!

 

Estávamos em um grupo de 4 pessoas: Meu namorado Rodrigo, minha mãe Silvia, nossa amiga Nilci e eu. A primeira pergunta que surge: Você levou sua mãe? – Sim! ::otemo::

 

Prosseguindo, saímos de Vitória (ES) no dia 18 de janeiro e embarcamos em São Paulo para Caracas no dia 19 de janeiro às 14:30. Nossas passagens foram compradas com milhas da TAM.

Chegamos a Caracas às 18:00, trocamos US$ 100,00 (Bsf 800,00) – no câmbio negro - pegamos um táxi (Bsf. 200,00) e fomos direto para o Terminal Rodoviário da companhia Rodovias. Nesse ponto é necessário explicar algumas coisas.

 

- Rodrigo chegou a Caracas um dia antes do que eu. Ficou hospedado no Dal Bol Hostel em Caracas e comprou nossas passagens de ônibus para Ciudad Bolívar pela companhia Rodovias. Em relação ao Albergue, segundo ele, é uma espécie de apartamento pequeno, bem localizado, ambiente familiar sem nenhuma placa que o identifique, então é bom ter o endereço certinho em mãos porque poucos poderão ajudar com informações em Caracas.(Há também um cãozinho que sabe apagar a luz rsrs)

- O aeroporto fica fora de Caracas, distante mesmo. Há um relato de um mochileiro que fez esse percurso de ônibus e metrô (é só procurar aqui no mochileiros.com)

- Só é possível chegar a Canaíma de avião (monomotor e bimotor). Os vôos saem de Ciudad Bolívar ou Puerto Ordaz. Então a partir de Caracas você tem duas opções para chegar em uma dessas cidades: Avião ou ônibus. Como tínhamos tempo preferimos economizar e ir de ônibus até Ciudad Bolívar (Bsf 120,00).

- Em Caracas, além da tradicional rodoviária, existem terminais das próprias empresas de ônibus. Através de indicações aqui do mochileiros.com escolhemos a empresa Rodovias (que possui terminal próprio). É importante ressaltar que em cima da hora é um pouco difícil de conseguir passagem! O último ônibus para Ciudad Bolívar sai às 21:30.

 

Feita as ressalvas - O Terminal da empresa Rodovias é um lugar limpo e com uma boa lanchonete. Pegamos o ônibus das 21:30 rumo a Ciudad Bolívar e tenho que afirmar que todos os relatos de que o ônibus é gelado procedem! Nunca vi algo assim! Mas como já estava avisada pedi aos meus companheiros que levassem nas mochilas de mão agasalhos e um lençol. (Esse lençol nos salvou várias vezes!).

 

A viagem até Ciudad Bolívar dura aproximadamente 9 horas, tomei um Dramin e só acordei no outro dia já na Rodoviária da cidade às 6 da manhã.

Assim que recolhemos nossa bagagem um senhor nos abordou oferecendo um pacote para Canaíma, ficamos um pouco receosos, mas acabamos aceitando negociar com ele em seu escritório. Infelizmente não lembro o nome do Senhor, mas afirmo que foi uma grande sorte encontrá-lo!

 

Preciso contar que durante os meses de planejamento da nossa viagem contactamos várias empresas que ofereciam o pacote para Canaíma, como a Adrenaline e Bernal. Nas duas o pacote para 3 dias e 2 noites saía em torno de US$350,00.

 

Esse senhor que nos abordou era da Conexion Tours com sede no Centro Histórico da cidade. É um tipo de agência de turismo que também possuía pousada. Ele nos levou até a pousada, nos ofereceu café-da-manhã, translado para o aeroporto, e fechou um pacote de US$ 280,00 por pessoa. Com tudo incluso (aéreo para Canaíma, pousada, acampamento, passeios e comida). Além disso fazia o câmbio a Bsf 8,20. Um ótimo negócio!

 

Partimos para Canaíma no mesmo dia! Deixamos os mochilões na pousada da Conexion Tours e levávamos conosco apenas uma mochila menor. Levaram-nos até o aeroporto, pagamos uma taxa de Bsf 35,00 (os aeroportos cobram as taxas separadamente) e embarcamos. Nosso grupo foi separado, Rodrigo e eu fomos num bimotor e minha mãe e nossa amiga em um monomotor. Diga-se de passagem, FUSCAS VOADORES! Bateu um medão danado mas a paisagem compensou, começaram a surgir os Tepuys e 1 hora depois estávamos em Canaíma.

 

O Parque Nacional é como uma vila indígena, com aproximadamente 2000 habitantes e localiza-se em torno da laguna e de suas cachoeiras. Há uma taxa de conservação do parque a ser paga na entrada, em torno de Bsf. 30,00.

Um guia nos acompanhou até nossa pousada, a Tiuna Tours. Um lugar agradável, limpo, com boas camas, lugar para redes, e uma boa comida. É preciso abrir um parênteses:

 

- É possível conhecer Canaíma de diversas formas, cada um escolhe o que é melhor para si. Existem pousadas bem boas, outras mais simples, enfim, você escolhe. A nossa era simples e muito agradável.

 

Trocamos de roupa e fomos dar uma volta na laguna. O lugar é lindo, a água é vermelho-transparente (?)! Ao meio-dia voltamos à pousada para almoçarmos e à tarde nos levaram para conhecer as cachoeiras mais próximas: Salto El Sapo, El Sapito e Salto Hacha. - Nooosssaaaa!!! Já valeu a pena cada centavo!

Passamos por trás das cachoeiras, a Gran Sabana é belíssima!!! No fim da tarde voltamos para a Laguna, tomamos umas cervejas num barzinho super bom na beira da água e depois voltamos à pousada para o jantar. Depois do jantar, Rodrigo e eu voltamos no barzinho e estava rolando um sonzinho, nosso guia nos convidou para sentarmos em sua mesa! Rolou um intercâmbio maneiro!

 

No outro dia, acordamos cedo, tomamos café-da-manhã e preparamos nossas bolsas para a aventura ao Salto Angel. Lembrando que não dá pra levar um mochilão nas costas, né? É melhor levar uma mochila menor com as coisas que vai precisar, como, LANTERNA, REPELENTE (os mosquitos de lá são bandoleiros), ROUPA DE BANHO, TÊNIS, PROTETOR SOLAR e se possível, o lençol!

O percurso é o seguinte: uma caminhada de 20 minutos até o “porto” de onde saem as canoas (é um barco de madeira com motor), 20 minutos subindo o rio Carrao, mais uma caminhada de 30 minutos, mais 3 horas subindo o Rio Carrao e depois o rio Churun, e parada de 30 minutos para almoço. Entretanto, os meses de dezembro a março são um período de seca, em vário pontos o barco teve dificuldade para subir, então nosso percurso levou quase 6 horas!!! Mas e daí? O importante era chegar!

- Ahhh um pequeno detalhe: Prepare-se para se molhar!!! Vai bastante água na cara! As bolsas vão em grandes sacos para não molharem, mas os passageiros sofrem um pouquinho se ficarem mais na parte de trás do barco.

 

Chegamos ao acampamento no fim da tarde, escolhemos nossas redes, colocamos os tênis e começamos a caminhada até a cachoeira. A trilha é na maioria de pedras e raízes, mas a caminhada é leve, só no final que tem uns 20 minutos de subida devagar. Se minha mãe agüentou, relaxa, que não é nada demais!

Quando chegamos ao mirante fomos abençoados por um lindo arco-íris e uma chuva fina que passou em alguns minutos. Salto Angel é realmente maravilhoso, nenhuma foto traduz sua beleza.

Infelizmente não tivemos tempo para tomar banho em suas águas por causa do tempo que levamos para subir o rio, mas valeu a pena! Cada momento, cada centavo, tudo!

 

Retornamos ao acampamento quando já estava escurecendo. Tomamos banho no rio (não há chuveiros no acampamento, muito menos energia), e jantamos (os guias preparam nossa comida, tudo muito gostoso). Depois fomos dormir nas redes, chovia muito, nunca vi uma chuva tão forte durante toda a noite. Vamos aos detalhes:

- Cara, dormir em rede não é algo tão simples, a não ser que esteja acostumado. Na mata faz um frio lascado, e como está na rede o frio vem por baixo (RS), além disso, as cobertas que eles disponibilizam não são tão cheirosinhas, isso não quer dizer que sejam sujas, apenas quer dizer que não é a coberta quentinha e limpinha da nossa casa. Me deu uma alergia danada e aí o meu lençolzinho me salvou mais uma vez! Encapei a coberta com meu lençol e deu tudo certo.

No dia seguinte acordamos, tomamos café-da-manhã e descemos o rio. Ainda chovia e ventava frio, senti falta de uma capa de chuva para barrar o vento, mas enfim, voltamos para a vila, tivemos um tempo livre e depois almoçamos. Lá pelas 14:00 embarcamos de volta para Ciudad Bolívar, e o pessoal da Conéxion Tours estava nos aguardando.

 

Pegamos nossos mochilões que haviam ficado na Pousada e, como estávamos cansados e tínhamos tempo, decidimos ficar um dia para conhecer Ciudad Bolívar. Peguei a dica aqui no Mochileiros para ficar na Posada Don Carlos. Fomos direto pra lá e não nos arrependemos, a pousada é um casarão com quartos e espaço para redes, um lindo espaço interno, 4 cachorros, lugar para cozinhar, internet grátis, bar e lavanderia. Aproveitamos para lavar as roupas que ainda estavam encharcadas e apodreceriam (RS). Não me lembro o valor mas é bem em conta!

 

- Ciudad Bolívar é uma cidade histórica, cidade de Simón Bolívar (o libertador), possui um centro histórico bem preservado, museus, e o lindão rio Orinoco (maior rio da Venezuela).

 

 

No dia seguinte, à noite, embarcamos para Caracas, entretanto, por não haver disponibilidade de assentos, compramos em outra empresa de ônibus. Aí é a tal furada da viagem. Poltronas quebradas, ar condicionado fora do comum, gente grossa, foi tenso! Então se puder compre a passagem com um pouco de antecedência na empresa Rodovias.

 

Chegando à Rodoviária de Caracas deixamos nossas mochilas no guarda-volume e fomos conhecer um pouco da cidade. Havia tantos relatos ruins sobre Caracas que eu realmente não tinha boas expectativas. Mas me surpreendi!

Realmente não é uma cidade bonita, mas não quer dizer que seja feia! É apenas uma grande cidade, assim como São Paulo (guardada as proporções). Há lugares bonitos, outros nem tanto, mas no geral é legal. A única coisa que ressalto: O trânsito é punk! Sinal vermelho, os carros passam. Faixa de pedestres, ninguém sabe pra que serve... Coisas do Tipo.

 

Saímos da rodoviária, rumo ao teleférico da cidade, fomos até a estação de metrô mais próxima. Ponto pra Venezuela. O metrô é super bom! Chegamos ao teleférico de Caracas e só estaria funcionando a partir do meio-dia. (obras de manutenção). Esperamos até a abertura.

O teleférico é realmente surpreendente! É realmente alto! Há uma espécie de vila lá em cima, com hotel e pista de gelo. Vale a pena conhecer.

No fim da tarde voltamos para rodoviária para buscar nossas bolsas, tomamos um táxi até Maiquetia porque nos hospedaríamos no Hotel Catimar que fica próximo ao Aeroporto. No dia seguinte embarcaríamos para Los Roques.

 

- O Hotel Catimar é um lugar bom para se passar a noite. Não é uma maravilha, mas também não é algo inaceitável. Tem uma boa localizaçã, uma barzinho legal e um bom preço, além de oferecer translado Aeroporto-hotel-aeroporto.

 

Agora começa a segunda parte da viagem: Los Roques.

 

Embarcamos para Los Roques no Aeroporto Nacional pela companhia aérea Chapi Air às 9:00 hs. Compramos as passagens através da Empresa VeneBrasil do Fábio Blinder, brasileiro dono dessa agência e que possui uma pousada em Los Roques (Sol y Luna). Há a possibilidade de comprar as passagens através das pousadas. Vamos aos detalhes:

 

- Em Los Roques, a maioria das pousadas pertence a italianos. Há pousadas com todos os tipos de pacotes e preços. Aí fica a critério de cada um escolher o que melhor lhe atende. Mas é necessário saber que durante o dia sai todo mundo da ilha de Gran Roque em direção a uma das inúmeras ilhas que compõem o arquipélago. São ilhas desertas de areia branquinha e fria, água morna e de infinitas cores e mais nada. Isso mesmo, mais nada! O que as diferencia são as possibilidades de atividades que você pode desenvolver, como por exemplo: Snorkel, caminhada, mergulho, esportes radicais, ou mesmo aproveitar a praia pra relaxar! A noite, após a ceia, as pessoas saem para algum dos poucos barzinhos existentes ou dormem exaustos.

- Em Gran Roque há alguns mercadinhos que você pode comprar bebidas e lanches, mas pense no trabalho. Explico mais na frente.

- Há muiiiiitos brasileiros em Los Roques. Turma animadíssima!

 

O avião que nos leva até a ilha é uma espécie de Kombi voadora, é um milagre estar voando (RS). Há mais duas companhias que fazem esse percurso: Aerotuy e Jamocol. Assim que desembarcamos fomos encaminhados até uma barraquinha para o pagamento da taxa do parque: Bsf. 155,00. Isso mesmo, essa é a taxa para estrangeiros.

 

- Tenho que fazer uma ressalva: O peso máximo de bagagem por pessoa é de 10 kg, o excesso é cobrado (Bsf. 4,00 por K)g. Chegando em Los Roques notamos que a bagagem da nossa amiga Nilci não estava no avião. A pergunta é: - Como assim??????? E nos responderam que viria no próximo vôo (16:00 hs) e que isso é um procedimento normal. A sorte é que ela tinha um biquíni na mochila de mão senão perderia o dia. Primeira dica: carregue consigo coisas básicas como biquíni, protetor e uma muda de roupa.

 

Escolhemos nos hospedar na Posada Guaripete, dentre todas que contactamos, nos ofereceu o melhor pacote, US$ 108 p/p com pensão completa (café-da-manhã, lanche, almoço, merenda , ceia e translado para as ilhas mais próximas) e não nos arrependemos. Nossa rotina era dormir, comer, mergulhar, beber, caminhar, e curtir. A comida era maravilhosa, Fabíola e toda sua equipe foi super atenciosa!

A pousada se responsabiliza por organizar os passeios para as ilhas que escolhermos, com lanchas boas e capitães atenciosos. Preparavam nossas cavas (caixas térmicas) com nossas “marmitas” e bebidas e levavam até o porto. Os capitães nos instalavam nas ilhas, com sombreros e cadeiras. Combinávamos a hora para buscar-nos e pronto. Só curtição!

 

- Por isso a pensão completa é mais vantajosa, pelo menos para nós foi. Imagina chegar cansado e ter que correr atrás de comida. Mas aí é com cada um né? Preferi ter uma mordomiazinha;

 

- Os passeios para ilhas próximas estão inclusos (Francisky, Madrisky e Cayo Fabian). Para as demais o valor varia de acordo com a quantidade de ilha a ser visitadas. Entre 140 e 160 Bsf.

 

Ficamos 7 dias em Los Roques e fizemos tudo que gostaríamos. Conhecemos diversas ilhas, mergulhamos, Rodrigo praticou windsurf, vimos o pôr-do-sol todos os dias sentados no bar Bora La Mar tomando uma cerva e assistindo o baile dos pelicanos, divino! Um dia subimos até o farol e vimos o pôr-do-sol lá de cima. É uma caminhada leve de uns 25 minutos e valeu muito a pena. Fui pedida em casamento lá em cima, romântico né?

Vale citar que é possível fazer o câmbio em Gran Roque a Bsf 8,00 por dólar.

 

Lugares que recomendo:

 

Francisky: ilha próxima linda para curtir o dia e fazer snorkelling. A paisagem é demais.

Krasky: um verdadeiro labirinto de corais, além disso há montanhas enorme de caramujos (cementério de botutos).

Boca de las Estrellas: ideal para mergulhar com estrelas vermelhas.

El Palafito: Casa de palafita no meio do mar. A paisagem é animal.

Boca de Côte: ideal para mergulho de cilindro e snorkelling.

Sarky: ideal para mergulhar com tartarugas, mas tem que ser cedo.

Carenero: A mais linda de todas. Uma enooooorme piscina natural.

 

- Há muita propaganda sobre Cayo d’água. Pessoalmente não achei grande coisa. Logicamente é linda mas não achei mais linda do que as outras. Vale conhecer.

 

- Em relação às pousadas posso indicar algumas como a Guaripete, a La Lagunita (uma amiga se hospedou), Sol y Luna (Maria e Júnior se hospedaram) e uma mais simples chamada Refugio Del Sol (um casal de mineiro se hospedou). Tenho boas referências delas.

 

- A noite há barzinhos legais como o Aquarena, Arrecifes e La Gotera (uma espécie de discoteca). Vale a pena conhecer!

 

Nessa viagem conhecemos muitas pessoas e muitos lugares. Ficarão todos no nosso coração. Agradeço aos meus companheiros de viagem, aos novos amigos Maria e Júnior (hóspedes da Posada Sol y Luna) que foram adotados por nosso grupo, aos funcionários da Posada Guaripete que nos trataram com tanta cordialidade. Valeu Mochileiros por cada dica, cada relato que nos ajudou a ter uma viagem inesquecível!

 

As fotos estão no meu facebook: Lívia Barraque

 

Aos próximos viajantes, qualquer dúvida é só perguntar!

 

 

 

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Livia, quanto custou a passagem Caracas/Los Roques? E esse valor de US$108 pra diária em Los Roques é por pessoa ou por casal? E só mais uma coisa, vc não achou que valia mais a pena viajar até Boa Vista e de lá seguir pra Canaima? Estou pensando em fazer uma viagem parecida no meio do ano, mas quero ir no Monte Roraima também, e minha idéia é ir primeiro pra Boa Vista, de lá seguir pra Santa Elena (pra fazer o Roraima), e de lá pra Canaima.

 

[]s

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Respondendo ao PDantas:

 

O valor da passagem para Los Roques através da Venebrasil é de US$ 272,80.

 

A respeito do valor da pousada, é US$ 108 por pessoa. Agora vale umas observações: A grande maioria das pousadas pertencem a italianos que cobram as diárias em dólares ou euros. Los ROques realmente não é um destino barato mas posso afirmar que vale a pena.

É um valor salgado mas o atendimento, a comida, os passeios, tudo é impecável. E está tudo incluso.

 

Sobre a viagem através de Boa Vista posso afirmar que conehci diversas pessoas que fizeram esse caminho. Mas pra mim não era interessante porque levei minha mãe (imagina a véia caminhando 6 dias rsrsrs). Mas é super possível e bem recomendado. Tem um avião que segue de santa Helena até Puerto ordaz e tem até relato aqui no Mochileiros.com. Dá uma olhadinha.

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Olá, estive na Venezuela ( Gran Sabana, Monte Roraima, salto Angel e Los Roques) no final de 2011, e vou tomar a liberdade de fazer algumas observações ao relato da Livia.

 

Salto Angel, a Livia foi muito gentil ao falar das cobertas "não que sejam sujas, só não são cheirosinhas", eu senti um certo nojo de deitar naquelas redes, a alergia da Livia não foi sem motivo, são bem sujas sim, muitos estrangeiros deitam nas redes calçando botas, e sujam tudo. Minha sugestão é se vc tiver um saco de dormir pequeno leve e use, mas cuidado com o peso, o voo pra Salto Angel também tem limite de peso, 10Kg, mas vc não vai precisar de muita roupa lá, então vale a pena levar seu saco de dormir ou um cobertor.

Nadar no lago, esse parece ser um problema comum, meu grupo também quase não nadou, depois de uma quase rebelião, fomos até o lago da cachoeira, que fica a uns 10 minutos do mirante, e nadamos, mas isso acontece porque a logistica do passeio é péssima, o ideal seria chegar na cachoeira na parte da manhã, até as fotos ficariam melhores, pois pela manhã o sol bate na cachoeira, mas devido aos horários de voos de volta a Ciudad Bolivar, fica complicado fazer a cachoeira na parte da manhã, então o que voce tem de fazer é EXIGIR do seu guia uma saída cedo no dia da cachoeira.

Existe também a opção de sobrevoo na cachoeira, se voc~e quiser fazer esse sobrevoo e esta viajando com um grupo de pelo menos 4 pessoas, agende seu sobrevoo, no parque, e não na agencia, a agência cobra uns BF 850,00 e no aeroporto do parque sai por BF 600,00, por pessoa.

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Olha, eu não achei tão ruim não! Mas acho o saco de dormir uma ótima idéia.

 

A respeito do sobrevôo de helicóptero achei o máximo, mas, três dias antes de eu chegar um helicóptero se chocou contra o tepuy causando a morte de todos os passageiros. Os guias de lá avisam que o tempo de lá é bem instável, por isso pode ser perigoso! Mas aí, cada um escolhe!

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