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Ajtoco

Trem da Vale - Belo Horizonte/MG-Vitória/ES

Posts Recomendados

Olá!

 

 

Bacana este tópico. No Brasil, um país tão privilegiado geograficamente, deveríamos ter muito mais roteiros de trem, um modo interessante e econômico de fazer viagens de curta e média distância como alternativa ao avião.

 

Abraços!

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Olá!

 

 

Bacana este tópico. No Brasil, um país tão privilegiado geograficamente, deveríamos ter muito mais roteiros de trem, um modo interessante e econômico de fazer viagens de curta e média distância como alternativa ao avião.

 

Abraços!

 

Eu sou suspeito pra falar pois adoro trens, em especial as maria-fumaças (que não é o caso deste) .. Estou pretendendo fazer este passeio e já faz um tempo ... Outra boa pedida deve ser o Trem do Pantanal oferecido pela Serra Verde Express... Estão na minha lista de desejos para 2013... Abraços Getúlio.

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Muitas dicas ótimas!

Estou programando essa viagem pra sábado agora, saindo de BH para VIX.

Queria saber se é possivel transitar pelo trem (inclusive nas "sacadinhas") se você optar pela classe executiva.

E pra quem conhece BH, se é tranquilo sair do Bairro Santa Teresa para a estação pra pegar o trem as 7h30min.

 

Qualquer dica e cia são bem vindas.

Abs!

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Olá

 

Estou planejando uma viagem com a minha companheira,queremos ir a Itaúnas,ES.Sairemos de São THomé das Letras que é aonde moramos e iremos a Belo Horinzonte,de lá gostaria de pegar o trêm que vai a vitória,me disseram que posso descer antes e pegar um ônibus para Itaúnas.Ai vem as perguntas rsrs.

Em que estação descer para pegar o ônibus que sobe para Itaúnas?

Que ônibus tomar?

Que hrs parte o trem de Belo Horinzonte?

Quantas hrs de viagem até a cidade em que devemos descer para pegar o ônibus para Itaúnas?

Até que hrs conseguimos ônibus para Itaúnas na cidade em que desceremos?

Por favor me ajudem com tantas dúvidas rsrs.

Aguardo retorno.

 

Abraço a todos.

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Oi Paulo.

 

Em Julho agora brinquei de ir de BH até VIX e de lá ir pra Itaúnas.

 

Bom, a última estação é Pedro Nolasco, em Cariacica, na região metropolitana de Vitória. De lá você pega um ônibus que te leva bem rápido pra rodoviária de vitória.

 

Se quiser, dá pra pesquisar sobre ônibus em Vitória no site da prefeitura deles.

 

De lá de Vitória saem ônibus pra Conceição da Barra (cidade da qual Itaúnas é um vilarejo). Porém, só saem durante o dia, e como vocês chegam lá pelas nove em Vitória, isso implica pernoitar na capital capixaba.

 

Mas, andei pensando e tem outras maneiras. Tem ônibus pra conceição da barra de vários pontos de Minas. Se pá, descendo do trem em Gov. Valadares, dá pra pegar um ônibus a partir de lá. A companhia que faz esse trecho no ES é a águia branca e dá pra comprar pela internet com o cartão de crédito.

 

São umas seis horas de viagem de Vitória até Conc. da Barra. Chegando lá, é pegar um ônibus da Mar Aberto, (é bom verificar o horário, eles não tem site, na internet tem o telefone) que te leva até itaúnas por... sete reais, acho.

 

 

É isso. Qualquer dúvida é só falar :-)

 

Ah, apesar da paisagem, eu achei a viagem de trem meio cansativa. 13h é muito. Por isso sugeri a alternativa de descer em alguma estação antes.

 

Alguém lá atrás perguntou se dá pra transitar pelo trem. Sim, dá. Tem uma área onde você pode ficar na janela curtindo o passeio mais de boa, mesmo que vc esteja na executiva.

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Belíssimas paisagens podem ser vistas ao longo do caminho.

Vc não precisa fazer a viagem completa, pode escolher o trecho que preferir.

Em várias estações tem vendedores do lado de fora do trem que vendem de tudo, água, suco, laranja, abacate, lanches, biscoitos de polvilho gigantes, bolinhos de chuva frescos, vários tipos de cocadas e muitos outros.

Se tem tempo curto a sugestão é partir de uma das estações Vitória ou BH, ir até o meio do caminho e pegar o trem de volta no meio do dia.

Bom proveito !

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Quem tem interesse de ir para Itaúnas deve descer em COLATINA.

É a cidade mais próxima de Itaúnas (distrito de Conceição da Barra).

 

Em Colatina a estação fica um pouco longe da cidade, não tem como ir a pé. A estação fica no meio do nada ::putz:: ! Então, bastante atenção, assim que descer do trem, do lado de fora da estação haverá um ônibus esperando as pessoas que ali desembarcaram para levá-as ao centro da cidade (a passagem deve custar uns 2 reais). Peça ajuda ao cobrador ou ao motorista para deixá-lo perto da rodoviária.

Na rodoviária vc deverá procurar o guichê da ÁGUIA BRANCA. Está empresa de ônibus te levará até Conceição da Barra.

 

Provavelmente vcs não conseguirão tomar um ônibus para Conceição da Barra no mesmo dia (pois chegarão à noite), então, nesse caso, passe a noite em um hotel que fica em frente à rodoviária, o nome é COLATINA HOTEL e tem também o REX HOTEL. Ali vcs estarão perto de dois bons supermercados (Extra Bom e Casa Grande - fecham as 21 hs), perto da Liver Pub (melhor bar/boate da cidade) e também muito perto do cinema da cidade.

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Joao_lj, tudo bom?

Tem informações desses hoteis em colatina citados por você? OU ao menos o valor da diária?

E, sendo a estação 'no meio do nada', tem algum ônibus que leva nós passageiros até ela?

 

Abraços..

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Olha só!

Tem sim um ônibus que leva até a estação.

Ele sai do centro de Colatina (não sei precisar o lugar) bem cedo, não lembro bem do horário.

Porém, vc pode perguntar isso p/ o motorista do ônibus na hora que vc estiver indo da estação p/ o centro, ou, ligar para a viação que faz o percurso e tirar suas dúvidas (Viação São Roque - tel.: (27) 3721-2900).

Ou pode tentar o Táxi, que p/ lá não sai tão caro.

Quando fiquei nesses hotéis (em 2012) a diária custou 50 reais, quarto p/ uma pessoa, com café da manhã, TV, Wi Fi.

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    • Por larissandradeps
      1º dia – trecho Belo Horizonte à Cariacica
       
      Compramos a passagem de trem pelo site da Vale por R$56,00 cada, nas terças os bilhetes saem com desconto de 10% ida ou 20% ida e volta, vagão econômico. Os assentos da classe econômica estavam quase esgotados, achamos somente duas vagas em poltronas distantes e no último vagão. Por isso vale a pena comprar com antecedência. Chegamos à estação ferroviária às 7 da manhã de terça-feira. Com o comprovante de compra do bilhete pela internet pudemos nos dirigir diretamente ao vagão sem precisar trocar o comprovante pelo bilhete. O trem saiu no tempo previsto, às 7h30min. A primeira parte do trajeto é muito bonita, passa-se por áreas com mata super preservada, por pontes altíssimas e também pelas áreas de exploração de minério, que apesar da degradação ambiental forma um abismo espetacular, com diversos tons! No início os banheiros estão limpos, porém com o decorrer da viagem toda vez que se abre a porta de acesso do vagão sente-se um cheiro de urina. Logo, apesar de mais espaçosas, as poltronas da frente não são uma boa opção de compra. Além do mais fica um vai e vem de pessoas. Funcionários da lanchonete passam com um carrinho vendendo salgados, bolachas, refrigerante e água, sem que seja necessário ir até o vagão restaurante. Porém dependendo do vagão em que se está demora muito ou chega quase sem opção de produtos. Perto do horário do almoço também dão a opção de reservar o almoço, que é entregue posteriormente em marmitex à R$ 10,00. A comida cheira deliciosamente, o vagão vira um farofão sobre trilhos haha. Acho mais viável lanchar, almoçar no próprio vagão restaurante, que de quebra tem ar condicionado também. Durante a viagem são avisados os horários de funcionamento do vagão restaurante e do vagão lanchonete.
      Apesar do nosso vagão ser o último e portanto longe dos vagões lanchonete e restaurante e do vagão disponível para computadores e leitura, foi por último uma sábia escolha. A partir da estação de Governador Valadares o nosso vagão esvaziou consideravelmente, o que não aconteceu com os primeiros vagões econômicos. E essa retirada veio acalhar em um trecho em que o calor se torna insuportável na classe econômica. Escolham poltronas do lado esquerdo, pois tem as imagens mais bonitas da ida e também à tarde o sol não bate diretamente deste lado, ajudando a dar uma refrescada, mesmo que pouca rssr. Como o vagão estava quase vazio, trocamos rapidamente de poltrona. Escolham roupas transpiráveis para a viagem, assim como os sapatos. Meus pés mal cabiam mais dentro do tênis. Peguei logo o havaianas na mochila! Apesar do calor insuportável gostei muito de ter ido de classe econômica, não suportaria muito tempo o ar condicionado e acho muito sem graça não ter o contato com o vento ou poder ver toda a paisagem debruçada sobre a janela. Entre os vagões existem varandas que permitem tirar belas fotos. Não tirei quase nenhuma pois estava cansada e sem durmir há dois dias. Mas as paisagens são belíssimas. Os tunéis também são bem interessantes, abertos nas montanhas, e um pouco claustrofóbicos também no início da viagem. A viagem vale muito a pena, parece uma volta ao tempo. Chegamos na estação de cariaciaca por volta de 22h40min, houve sucessivos atrasos na viagem e até falta de energia para comunicação na ferrovia. Mesmo com atrasos rotineiros, as previsões de chegada não passavam de 21h30, o que não aconteceu conosco, excedendo ainda mais o limite. Descendo na estação de Pedro Nolasco, atravessamos a avenida em frente e pegamos um ônibus (R$2,50) até o terminal de Vila Velha (existem vários, passam em média de 20 em 20 min, por exemplo o 500) num percurso de 15 min, ônibus vazio. O ponto fica cheio de gente quando o trem chega, mas fique atento pra subir no primeiro ônibus que passar, pois rapidamente o ponto de ônibus esvazia. Há táxis também na estação mas cobram em média R$30,00 pra Itaparica. Depois que descemos no terminal de Vila Velha pegamos outro ônibus(sem pagar-terminais interligados) para o terminal de Itaparica (na plataforma tem placas com os números dos ônibus, 501, 656). O ônibus dessa vez estava lotado e foi difícil subir com nossas malas mesmo que pequenas. Mas subimos de qualquer jeito haha. Pedimos informações para descer na Rodovia do Sol entre a Citroen e o Motel Pop, o que nos deixava perto do Hotel Marlin Azul (3339 3302). Descendo a surpresa: hotel lotado, as outras opções ou estavam lotadas ou muito caras. Enquanto no Marlin a diária estava R$130 nos demais como Plaza Mar, Itaparica Praia, Santorini, não saíam por menos de R$230,00. O atendente do Marlin foi muito prestativo, nos ajudando na busca de outros hotéis próximos. Aí lembramos que no caminho do ônibus, tinha uma parada no Hotel Faraoh, então resolvemos depois de puxar muita mala pelas ruas quase vazias ligar para lá e por sorte havia vaga. O Hotel Faraoh (Rodovia do Sol, 1516, Itaparica, 27 3339 2289) fica há umas 3 quadras do Marlin Azul, nos dirigimos pra lá e resolvemos nos hospedar. O quarto com banheiro, ventilador de teto, e TV saiu por R$81,00. Estávamos um caco, e a aparência do quarto, lençóis, banheiro e uma pia! não ajudaram a melhorar nosso ânimo.
       
       

      MG ao ES por larissandradeps, no Flickr
       

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      2º dia: Praia de Itaparica
       
      No outro dia, um pouco mais descansadas fomos tomar o café da manhã. Ainda estávamos cismadas com o hotel. Café da manhã era bem simples mas tinha o necessário. Frutas, café, leite, Nescau, pão, bolo, presunto. Liguei para outros hotéis mas continuavam lotados os mais em conta. Por fim decidimos sair para reconhecer a região. E então descobrimos que o Faraoh tinha a melhor localização, um quarteirão da praia, um quarteirão de supermercados, drogarias, restaurantes, lojas e de tudo o que precisávamos. Com ponto de ônibus na rua do hotel, era também uma região bastante movimentada e que não ficava deserta como observamos perto dos outros hotéis. Decidimos então encarar mais uns dias no Faraoh, já que gostamos bastante da localização. O hotel estava bastante cheio também, pois no final de semana ia ter um show gospel na praia. O público do hotel é bem diversificado, desde jovens mochileiros, famílias, turistas até trabalhadores. Luciana que atende na recepção é uma pessoa super atenciosa, discreta e prestativa. Porém na nossa estadia ficamos horrorizada com uma faxineira, desaforada, porca. Fica a dica para conferirem a limpeza no check in, no nosso quarto havia bitucas de cigarro, pedaços de espuma debaixo da cama que por lá ficaram até o fim de nossa estadia. A troca de lençóis e toalhas só foram feitas à nosso pedido e depois de resmungos dessa faxineira. Vale o preço se o intuito é economizar no que puder e se você não é do tipo que adora ficar no hotel kkkk. Eu e minha mãe ficamos pouquíssimo tempo nos hotéis. Só para banho e dormir mesmo. Depois de termos andadado pela região procuramos um lugar para almoçar. Encontramos um restaurante self service sem balança (R$8,50), acho que o nome era Maria na rua Itaunas à dois quarteirões do hotel Faraoh. Comida simples mas gostosa, atendimento rápido. Saindo do Faraoh, depois de um quarteirão saímos na avenida da praia, mais dois quarteirões à esquerda tem uma farmácia Santa Luzia com banco 24hs(funcionamento 8 às 10 da noite). No quarteirão de trás do hotel também encontramos caixa 24 hs (no supermercado- tem uns 3 supermercados nessa região), bancas de revista, farmácias, sorveterias, bares e restaurantes. Depois fomos curtir o dia na praia. Sentamos na barraca Amoricana, o pessoal de lá atende bem mas não fica o tempo inteirinho incomodando. Não acumula muita gente e a música é de excelente qualidade.
       

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      3º dia Praia de Itaparica e Convento da penha
       
      Pela manhã passamos o dia, caminhando e aproveitando a praia. Depois de almoçarmos decidimos ir até o Convento da Penha. Para ir até lá pegamos um ônibus pro terminal de Vila Velha, descemos e pegamos um ônibus para Prainha (por exemplo o 635). Peça ao cobrador para te informar pra descer na rua que dá acesso ao Convento da Penha. Na volta basta andar dois quarteirões e esperar qualquer ônibus pro terminal de Vila Velha em uma praça à direita. Nesta praça você pode visitar também a Igreja do Rosário que é considerada hoje a mais antiga do Brasil. Subimos até o Convento da Penha a pé e tiramos várias fotos, a imagem lá de cima é espetacular. Quando chegamos lá estava tendo missa. Fique atento ao horário de funcionamento ( seg a Sab, das 5h30 às 16h45. Dom, das 4h30 às 16h45). De lá se avista o Morro do Moreno, não tivemos coragem de subir por falta de guias e informações de assaltos por lá. Mas do alto desse morro tem-se uma vista 360graus, ficou pra próxima . Chegando de volta à Itaparica fomos à Vila do Açaí (3534 9994) em frente ao posto Ipiranga, pertinho do Faraoh. Recomendado pelo guia da revista Veja, tem deliciosas combinações e disk entrega. R$9,00 uma taça gigantesca de açaí com cupuaçu. Aprovado!! De noitinha resolvemos ir andando até a praia de Itapõa pra ver o tal show gospel, multidão logo fobia, depois de muito andar batemos em retirada, sentamos em um quiosque comemos uma pamonha com coco eu, e com queijo minha mãe. E voltamos, percorrendo inúmera quadras até nosso hotel, voltamos mortas. Mas foi legal observar o movimento na orla, crianças com inúmeras pipas na areia. Parecia até um campeonato pela quantidade. Nunca vi tanta pipa empinada à noite, tava lindo. As academias ao ar livre lotadas e bastante policiamento na região.
       

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      4º dia: Praias( Canto, Camburi, Ponta da Sereia)
       
      De manhã fomos para a praia mas o tempo não ajudou então decidimos ir de ônibus até as praias de Vitória. Pegamos um ônibus para o terminal de Laranjeiras (508), cruzamos a 3ª ponte (tanto na ida quanto na volta da terceira ponte se tem uma belíssima imagem do Convento da Penha e do Morro do Moreno), e rapidamente chegamos a praia do Canto, passamos pela ponta da Sereia e resolvemos descer na praia de Camburi próximo ao posto da Petrobrás. Passiamos um pouco por lá onde estava sendo realizada feiras, competições de vôlei de areia e shows. Muito movimentada a praia de Camburi tem boa infra-estrutura mas não é do tipo de praia que eu passaria um dia todo, não dispõe quiosques, duchas, sombra e é muito movimentada, pedestres, bicicletas, patins, skates ...além de ficar em uma avenida com intenso trânsito. Além do mais como a praia da Costa, a sensação que dá é que os navios cargueiros estão muito próximos. Sem dúvida optar pela praia de Itaparica foi a melhor opção, mais sossegada, mais rústica e menos popular como a da Costa (apesar da excelente infra estrutura da praia da Costa). Com o mormaço logo procuramos um restaurante para almoçar e encontramos o Shateau (R Comissário Octávio Queiroz, 2º quarteirão, próximo ao posto da Petrobrás) self service R$40 o Kg, marmitex R$11 e marmitinha R$9. O self service estava delicioso, com muitas opções e apesar de caro valia pela qualidade e variedade. De lá avistamos uma placa indicando o Parque da Cebola, Vitória tem vários outros parques mas com o tempo curto visitamos somente este, no final da rua Aristóbulo Barbosa Leão basta ir até o final dela e virar à direita, mais dois quarteirões vire à esquerda na esquina de uma academia e terá acesso à uma das portarias do parque. Pesquise o horário de funcionamento na net. O parque é super bem cuidado, cheio de animais e tem uma vista muito bonita da cidade. Sossego total, tem pistas para corrida, bicicleta, quadra de futebol, vestiários e de lá se avista o aeroporto.
      Cansadas voltamos ao hotel pegando o ônibus Terminal Itaparica na avenida da praia. Mais tarde fizemos o mesmo trajeto da tarde até Camburi no intuito de achar artesanatos locais na feira que estava tendo na praia. Não achamos nada de diferente, compramos alguns bombons caseiros, e chovendo pegamos um ônibus lotado para retornar. No meio do trajeto achamos outra feirinha na praça dos Namorados e descemos, nada de diferente das outras feiras também. Atravessamos a avenida e pegamos outro bus com direção ao terminal de Itaparica e descemos em frente ao Hotel Faraoh.
       

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      quero-quero
       

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      5º dia Passeio de carretão e restaurante Caranguejo Assis
       
      Depois de curtir a manhã e a tarde de sol na praia tomamos um sorvete na sorveteria Ajjelson rsrs com deliciosos sabores e dando uma volta pela praça lá perto vimos um trenzinho da alegria que lá chamam de “carretão” crianças felizes que somos corremos até hotel para tomar banho, dispostas a pegar o próximo carretão. Sete horas e as duas crianças ansiosas pela voltinha, música animada, Mickey e lá fomos nós. O carretão foi outro meio de transporte que nos ajudou a ter uma visão ampla da cidade. Passou pelas praias de Itaparica, Itapuã e da Costa nos dispensando de longas caminhadas. Passou também dentro dos bairros, centros comerciais e assim como os ônibus permitiu ver um pouco do dia a dia da cidade, das coisas boas e das ruins como o cheiro insuportável de esgoto por longos trechos típico das grandes cidades. Depois de uma hora de percurso R$5 retornamos à praça e do hotel fomos jantar no restaurante Caranguejo Assis I, preferimos pegar um táxi até lá R$10, estava bem cheio. Pedimos uma muqueca de camarão, bem servida (sobrou bastante comida – pra duas pessoas a porção) mas não tão gostosa como as que já comi, gosto forte de azeite. Quase despencando na mesa pedimos a conta (R$118, com sucos), chamamos o táxi e caímos mortas na cama.
       
      6º e último dia: praia de Itaparica e voo de volta
       
      Decidimos pagar mais uma diária e ficar até quase a hora do vôo em Itaparica. Ficamos na praia até o começo da tarde, onde almoçamos na barraca Amoricana, dourado com camarão, batata frita, salada e refris R$55. Retornamos ao hotel, arrumamos as malas e depois do acerto pedimos um táxi para o aeroporto pois estavamos de calça jeans num calor do cão. Até o próximo relato!


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