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Helsinki - Leste Europeu - Istambul.

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Helsinque – Leste Europeu – Istambul.

 

(Viagem realizada entre 29.04.- 02.06. 2008)

 

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Istambul: O Golden Horn.

 

Olá mochileiros!

Eram vários razões para planejar este roteiro e visitar estes países:

 

Tinha uma curiosidade enorme de ver os três pequenos países bálticos, com historia milenar tão rica, mas quase sempre ocupado pelos países vizinhos. A ultima ocupação pelo comunismo acabou quase com a identidade deles. Mais surpreendente é então a rápida recuperação deles, mostrando a sua enorme capacidade humana. Precisava conferir o que faz eles tão únicos e por que já são chamados os tigres bálticos.

 

Precisava ver esta cidade que já era Byzanz, depois Constantinopla e virou no século XV a Istambul do império otomano. A famosa Istambul de hoje no encontro entre a Ásia e Europa.

 

São agora 27 países na comunidade européia, com este roteiro visitei 25, me faltam dois a Chipre e a Malta. Uma quase obsessão de visitar todos os 27.

 

Ver o mais novo país do mundo o Kosovo e a sua relação secular com a Sérvia, de onde se separou sob duras lutas definitivamente em Fev. deste ano (independência não reconhecida pela Sérvia, Rússia etc.).

 

 

Fixei o roteiro, o vôo de ida e volta e reservei na internet todos os hotéis ou hostels nos 13 países visitados. Portanto nada podia falhar durante a viagem, o roteiro tinha ser comprido na integra.

 

Antes pelo site “Deutsche Bahn” (trens da Alemanha) que informa sobre todas as ligações por trem na Europa e pode ser também consultado em inglês, analisei as possibilidades de ligação por trem entre as cidades e países que pretendia visitar ou pesquisei as ligações entre eles com bus.

 

O meu roteiro era o seguinte:

 

SP – Paris - Berlim com avião.

 

Berlim - Varsóvia/Polônia – Vilnius/Lituânia – Riga/Letônia – Tallinn/ Estónia – com ferry-boat para Helsinque/Finlândia – com avião para Bucareste/Romênia – Sofia/Bulgária – Istambul/Turquia – Thessaloniki/Grécia – Skopje/Macedônia – Prístina/Kosovo – Belgrado/Servia – Berlim – Wolfenbuettel – Berlim.

 

Berlim – Paris – SP com avião.

 

 

Compra de passagem de avião:

Conforme roteiro tinha fixado a ida no dia 29.04. até Berlim e a volta no dia 01.06 de Berlim com chegada em São Paulo no dia 02.06.. Era a segunda parte da primavera, para mim a melhor época para viajar na Europa.

Pesquisei na internet entrando direto nos sites das companhias aéreas. Ganhou como quando fui para Europa no ano passado a Air France.

O preço base era US$ 840, ou seja, 1457,48 Reais, mas com as taxas e impostos brasileiros foi para 1813,65 Reais. Comprei a passagem com o cartão de credito direto na internet e imprimi na minha impressora o “bilhete eletrônico”.

Sobre outros detalhes referente escolha da companhia aérea e vôos baratos consultem o meu diário do ano passado “Diário para nove países da Europa”. Alias estou repetindo muitas observações gerais deste diário, pois encontrei novamente as mesmas condições.

 

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Berlim: Parlamento de Alemanha.

 

Reserva de Hostels ou Hotéis.

Sabia que chegando a cada pais/cidade precisava um hotel/hostel barato, limpo, perto do centro histórico da cidade. Sabia que não me poderia enervar indo na chegada a procura destes hostels perdendo tempo e gastando dinheiro com táxi. Confirmo novamente que andar com táxi na Europa é muito caro e mochileiro deve evitar ir com táxi. Usei o táxi só para chegar da estação de trem ou bus para o hostel quando isso era necessário.

As estações de trem na Europa são quase sempre perto do centro ou com boa ligação de transporte publico para o centro.

Entrei no site da Google e coloquei, por exemplo, Varsóvia hotel/hostel e abriam vários sites ofertando quartos baratos com indicação da localização.

Reservei todos os hotéis/hostels das cidades que visitei, com exceção de Prishtina no Kosovo.

Vocês podem escolher quarto duplo ou uma/duas camas em dormitórios de 4 até 10 camas, sempre pagando por cama.

Viajando sozinho, querendo um quarto separado, se paga as duas camas do quarto. Vou informar para cada cidade o site que escolhi para fazer a reserva. Os preços em quartos duplos por cama variam entre 15 – 30 Euros conforme a cidade, portanto duas pessoas 30 – 60 Euros. Camas em dormitórios de 4 – 10 pessoas são mais barato e variam entre 8 e 15 Euros conforme cidade.

Referente os preços para dormir, portanto é melhor esquecer os preços de Brasil ou de qualquer outra país da América do Sul. Agora os preços do restante são compatíveis (restaurantes, transporte publico) ou mais barato (supermercado).

 

13 países, 9 moedas diferentes:

Na Europa manda o Euro, não leve US$. Eram 12 países visitados, mais o país novato Kosovo perfaz 13. Nove países fazem parte da Comunidade Européia, mas só 3 já têm o Euro, a Alemanha, a Grécia e a Finlândia. A Polônia, Lituânia, Letônia, Estónia, Romênia e Bulgária ainda usam as suas moedas e tem dificuldades de acertar as contas internas conforme exigido pela União Européia e por causa disso não devem poder usar o Euro pelo menos até 2011. A Turquia, Macedônia e a Sérvia ainda não fazem parte da Comunidade, bem que pelo menos os últimos dois tem a sua entrada um dia quase como certa. O Kosovo e administrado com ajuda da Comunidade e usa já o Euro.

A margem entra compra e venda das moedas é muito reduzida, porque eles são todas acopladas ao Euro e acompanham este com pequena margem de oscilação.

 

Levei alguns Euros, mas é mais vantajoso comprar lá as moedas pelo cartão de credito. È bom fazer os cálculos e sempre tirar o valor quase exato para a estadia em cada país.

Caso sobre dinheiro é fácil trocar no país seguinte, mas não troca na estação de trem ou bus na chegada, lá eles dão no mínimo 10 % menos do que nos lugares de cambio na cidade.

Não trocei as Levas da Romênia na Bulgária e depois não consegui mais vender, perdi assim 30 Euros.

 

 

Falar como?

Com português ou espanhol nestes países nada mesmo.

Inglês ajuda bastante, mas esta vez também com inglês não era nada fácil. Talvez o conhecimento de russo tivesse ajudado um pouco. Especialmente na Bulgária onde como dificuldade á mais as ruas estão com os nomes no alfabeto cirílico e o mapa que recebi na estação de bus era com as letras em latim.

Mas escolhi sempre bem as pessoas aos quais fazia perguntas, na regra jovem com cara e aparência inteligente. Muitas vezes precisei articular com gestos. Mas me virei.

Depois na Turquia, Grécia, Macedônia, Kosovo e Sérvia com inglês já era novamente mais fácil.

 

 

Como entrar sem problemas na Comunidade Européia.

Aproveite que você como Brasileiro não precisa o visto para entrar e faz todo para passar sem ser controlado.

As pessoas chegam do avião até a policia e policiais em civil observam já as pessoas. Pessoas “duvidosas” são retiradas discretamente e os documentos checados com mais cuidado.

Para passar fácil, veste-se de uma maneira de não gerar atenção. Não leva muita bagagem de mão. Se vai ser investigado mais fundo é bom ter a passagem de volta, saber responder para onde quer ir e quanto tempo quer ficar e ter cartão de credito ou dinheiro vivo que prova a possibilidade de sustentar a sua estadia.

 

Uma vez na Comunidade praticamente não tem mais problemas de viajar para os outros países, especialmente se eles fazem parte do acordo Schengen que aboliu as fronteiras entre eles. Estes países são Portugal, Espanha, Alemanha, Itália, Bélgica, Holanda, Luxemburgo, os Países Escandinavos, Áustria e Grécia. Inglaterra não faz parte.

 

Também entre a Polônia e os países bálticos até a Finlândia houve nenhum controle de fronteira.

 

 

Diário:

 

29.04. 1º dia, Terça: SP – Paris – Berlin com Air France.

 

Como já tinha marcado o meu assento de ida e volta na compra do bilhete na internet podia entregar a minha bagagem direta no “bagage drop” ao lado do “check in”.

O avião foi pontualmente as 16.45. Houve um bom jantar á bordo e no outro dia antes de chegar em Paris um café de manha completo. Chegamos pontual as 08.35 em Paris no Terminal 2E. Esta vez tinha muito tempo, o vôo para Berlim era só as 10.20. Fui tranqüilo em 20 minutos até o Terminal 2D.

O vôo durou 11:05 horas e tinha mais 5 horas de diferença horário.

A passagem pela policia também era tranqüilo, nenhum passageiro ficou para uma verificação mais completa.

 

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Berlim: Calçadão em frente do "Brandenburger Tor", simbolo da divisão e unificação da Alemanha. O muro passava em frente deste monumento.

 

30.04. – 01.05., 2º-3º dia, Quarta - Quinta: Chegada em Berlim – Berlim.

 

As 12.05 chegamos ao aeroporto Berlim Tegel. O aeroporto de Tegel é muito apertado para o grande movimento, difícil se locomover e de se orientar. Mas perguntando algumas vezes achei a saida do bus municipal para a Estação Central. Eram 2,30 Euros.

Entrei na Estação Central aonde também chegam e partem os “S-Bahn”, trens dos subúrbios.

Confirmei o trem pesquisado na internet para a Varsóvia e já comprei a passagem para dia 02.05. Tinha trem para as 06.29 e 12.29. horas. Comprei para as 12.29 com chegada em Varsóvia prevista para as 18.35 horas.

Depois peguei o S-Bahn e fui as duas estações até a estação Jardim Zoológico. Chegando lá era só sair e atravessar a rua e estava no AO Hostel. O preço era salgado, 90 Euros para um quarto duplo c/banheiro e com café de manha. Tinha pesquisado outros mais baratos, mas tinha de ir á pé um pedaço ou até ir com a S-bahn e ainda com o Metro ou “U-bahn” como se diz na Alemanha.

 

Em Berlim é fácil pegar o mapa e escolher as atrações mais importantes e ir a pé e com bus e metro. Como para todas as outras cidades que visitei escolhi conforme os meus Guias “O Viajante Independente na Europa” e “Lonely Planet” para “Eastern Europe” o que devo ver. Estou sempre muito interessado em saber, se o que li sobre os países, as cidades e seus povos corresponde à imagem que tinha formado na minha mente.

À noite fui jantar num restaurante ao ar livre ao lado da famosa “Gedaechtniskirche” pertinho do meu Hostel. Um bom bife com batatas assadas, salada e dois canecas de meio litro de cerveja eram 21 Euros.

 

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Varsóvia: Vista do muralha a volta da cidade antiga.

 

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Varsóvia: Vista do meu hotel, o edificio bege, o quarto no 3º andar com o balcão era meu.

 

02.05. – 03.05., 4º - 5º dia, Sexta – Sábado: Com trem para Varsóvia – Varsóvia.

 

O trem saiu da estação central de Berlim e depois parar em Berlim “Estação Ost” seguiu até a fronteira em Frankfurt ao lado do rio Oder. Não era um trem superrapido. Na fronteira percebi que trocaram a locomotiva. Não houve nenhum controle policial nem no lado da Alemanha e nem no lado da Polônia. Agora o trem passou pela região que até o final da 2º Guerra pertencia á Alemanha. Passamos na região e na cidade onde nasci em 1940. Estava a primeira vez na Polônia e fiquei emocionado passando por Schwiebus como se chamava a cidade onde nasci e hoje se chama Swiebodzin. Tinha 4 anos quando fomos forçados de sair, mas me lembro bem de muitos fatos.

O que me chamou atenção passando pelos campos que à volta de 15 % das plantações eram campos plantados com raps (canola). O mesmo já tinha visto na Alemanha. Os campos estavam em flor, um lindo amarelo. Raps (canola) serve para produzir Biodiesel. Imagine 15 % canola em vez de trigo e tem ainda gente que diz que isso não faz aumentar o preço dos alimentos. Além de acabar com a biodiversidade.

Vi que se trabalhava muito para melhorar a eletrificação das linhas de trem e chegando mais perto de Varsóvia o trem andou cada vez mais rápido.

Chegado em Varsóvia me informei logo sobre o trem para Vilnius. Depois peguei um táxi para o meu hotel no fim do calçadão e na praça ao lado da entrada para a cidade velha. Sabia que era pertinho e paguei pelo táxi 15 Zlotys ou menos do que 5 Euros.

Fiquei encantado com o hotel escolhido. O quarto no terceiro andar tinha uma vista boa sobre a cidade velha. A foto abaixo mostra o hotel tirado da torre da igreja em frente dele. Adorei a cidade velha. Passei lá à noite e no outro dia após ter ido á pé para a estação para comprar a passagem para Vilnius no dia 04.05. Na volta da estação assisti a parada do exercito do dia 03.05., feriado nacional na Polônia. Neste dia era promulgada a constituição da Polônia de hoje.

O meu hotel era o Fundacja Domu Literatyury, reservado por [email protected] , 400 Zl ou 117 Euros pelas duas noites, incl. café de manha.

 

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Varsóvia: Parada das forças armadas no dia nacional da Polônia, dia 03.05.

 

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No caminho para Vilnius (fronteira), na direita o trem chegado da Varsóvia, na esquerda o trem indo para Vilnius.

 

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Vilnius: As ruas estreitas de Vilnius. O Papa João Paulo II visitou este santuário.

 

04.05. - 05.05., 6º - 7º dia, Domingo – Segunda: Com trem para Vilnius – Vilnius.

 

Tinha de levantar às 05.45 horas, tomar café de manha e pegar um táxi para a estação. O trem ia às 07.24 horas. Como era muito cedo e domingo, a dona do hotel já pediu o táxi na noite anterior para me esperar às 06.50 horas em frente do hotel.

O trem passa por lindos campos e florestas e para em várias pequenas vilas até chegar à fronteira. Chegamos à estação da fronteira às 14.48. Todos saem e entram no trem para Vilnius na outro lado da plataforma. Novamente nenhum sinal de policia de fronteira nos dois lados. Às 15.03 continuamos e chegamos às 17.57 em Vilnius.

Tirei com o cartão de credito as Litas que achei que precisava e fui para o táxi. O taxista disse que poderia ir a pé, eram só 300 metros, mostrou o caminho, mas entendi nada. Preferia ir com táxi mesmo e não perder tempo, paguei 15 Lt ou 5 Euros. Antes de irmos ele mostrou onde fica a estação de bus para a compra da passagem para Riga.

 

Gostei do hotel, coloquei a bagagem e fui logo para ver a cidade. Recebi um mapa da cidade no hotel. Vilnius é uma das maiores cidades antigas ainda totalmente intacta. Passei pelo calçadão com muitos cafés e restaurantes até a praça com a catedral e o palácio dos Reis construído a partir do séc. 10 e atualmente em obras praticamente construindo ele de novo a partir dos fundamentos. Ele deve estar pronto para os festejos dos 1000 anos da Lituânia em 2009. Uma linda cidade com muitos turistas e, portanto muita vida, e aparece que o turismo vai virar a maior fonte de divisas da Lituânia rapidamente.

No outro dia antes de continuar a minha ronda pela cidade fui os 300 metros a pé até a estação do bus e comprei a passagem para Riga no dia 06.05. São 6 horas de viagem e paguei 50 Lt, ou 15 Euros.

O meu hotel era o Hotel Rudninku Vartai, reservado na internet pelo [email protected] , paguei por noite 49,23 Euros com café de manha.

 

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Riga: Com Stalin no museu de arte comunista.

 

06.05 – 07.05., 8º - 9º dia, Terça – Quarta: Com bus para Riga – Riga.

 

O bus saiu às 10.00 horas em ponto em Vilnius e demoramos um pouco mais de 5 horas. Chegando em Riga fiquei um pouco confuso, tinha um mapa com a localização do meu Hostel, mas não correspondia ao que encontrei. Perguntei várias pessoas até encontrei uma menina que disse que tinha o mesmo caminho. Passamos pelo mercado central, por um túnel, pela estação de trem e por um shopping, depois era só contornar a esquina. Era difícil até para sair de novo, errei no caminho, mas como era todo pertinho, não tinha importância.

Esta vez era um Hostel mesmo, tinha comprado o quarto com duas camas. O banheiro era comum e Hostels não servem café de manha, mas Hostels tem internet e Hotéis nem sempre. Como tinha pouca gente, usar um banheiro comum não fazia diferença. A internet era só minha.

O centro histórico da Cidade é pequeno e em duas horas fiz a volta em toda a cidade. Também Riga recuperou todas as igrejas e edifícios históricos danificados ou destruídos durante a 2º guerra mundial. Atravessei o rio Daugava e vi o Porto, o Porto que deu importância a Riga durante os séculos e ainda hoje é um dos portos mais importantes de toda a região e também para a Rússia, pois ele fica descongelado durante todo o ano.

 

Jantei num restaurante no shopping ao lado da estação de trem. A comida era boa, mas o que é servido é muito pouco, já tinha notado isso desde Varsóvia. Com tão pouca comida era difícil não ficar com fome.

 

O hostel era a City Hostel, reservado por [email protected] . O preço 33 Euros por noite era muito alto em relação ao que foi oferecido, mas a localização é muito boa, nem usei táxi em Riga.

Fui ainda para a estação de bus para comprar a passagem para Tallinn. O preço da passagem 11,1 Lats, ou 16 Euros.

 

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Riga: Centro

 

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Tallinn: Câmara municipal e praça central.

08.05. – 09.05., 10º - 11º dia, Quinta e Sexta: Com bus para Tallinn – Tallinn.

 

O bus para Tallinn foi às 08.30 horas e chegamos as 13.15. Sabia que da estação do bus até o meu hotel tinha de tomar um táxi. O taxista cobrou 90 Kroon, ou 6 Euros. O meu hotel era entre a entrada da cidade antiga e duzentos metros da estação de ferry. O hotel era novo. Um dos melhores e mais baratos que tive durante a minha viagem. Paguei 88 Euros pára as duas noites com um bom café de manha incluído. Era o “Reval Inn Tallinn” e reservei com http://www.booking.com , “Booking.com online hotelreservation”.

O tempo era bom, um lindo dia de primavera e a brisa de mar gostoso. Aparecia que este era o meu melhor dia nestes primeiros 11 dias da minha viagem. Contente fui até a estação dos ferry para ver como funcione, ver os ferry-boat e o movimente dos carros e caminhões saindo e embarcando. Escolhi já o meu fery-boat para o dia 10.05. para Helsinque, paguei 410,00 Kroon, mais ou menos 16 Euros.

Depois passei pelo mercado do porto, com as suas muitas lojas de artesanato e bebidas alcoólicas. Bebidas alcoólicas nos países escandinavos são muito caro, e os turistas aproveitam os preços mais em conta aqui em Tallinn. Entrei na cidade antiga e fiquei encantado. A praça central com a câmara municipal e as suas casas antigas à volta apareciam ser tirados de um cenário de cinema. Tem lá uma casa que é farmácia desde 1422 até os dias de hoje. Depois as igrejas e o palácio presidencial. A igreja Oleviste Church, cuja construção começou no inicio do séc.13, era dedicado ao rei Olav II do séc. 11 da Noruega. Era com 159 metros até o séc. 15. a mais alta construção do mundo. Após um incêndio a torre fui reconstruída para a altura atual de 135 metros.

 

Todo nestes três países bálticos mostra que eles são partes da Europa ocidental. Se juntar a este Europa o que eles após o trauma da ditadura comunista mais querem.

Aproveitei a intimidade do hotel para jantar lá e beber as minhas 2 canecas de cerveja.

 

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Talliin, vista parcial, no fundo o mar báltico.

 

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Helsinque: Catedral.

 

10.05. – 11.05., 12° - 13º dia, Sábado e Domingo: Com ferry-boat para Helsinque – Helsinque.

 

O ferry leva passageiros e carros. Ele vai muito rápido e esta toda fechada como um avião, portanto nada de tomar uma boa brisa durante a viagem. A visão também é limitada aos ângulos das janelas, mas estas são bem grandes. Os assentos e o serviço funcionem como num avião. Em pouco menos de 2 horas chegamos ao Porto de Helsinque. O ferry chamava-se “superseacat3”, ou “supergato do mar3”.

 

Helsinque! Finalmente cheguei neste país abençoado. Quanto estava ansioso de visitar este país, rico e oficialmente o menos corrupto da terra. Tinha um mapa tirado do computador que indicava o porto, o centro e a localização do meu Hostel. Eram mais ou menos 500 metros até o “Eurohostel Helsinque” no lado oposto do cai aonde cheguei. Tinha pensado de tomar um táxi para não perder tempo, mas desisti logo. Tinha tanta coisa para ser visto no caminho. Passei pelo mercado antigo ao lado do cai e na feira do Porto, que só funcione aos Sábados. Depois segui a pé a linha do metro Nº4 até o hostel.

 

Só por o saco de viagem e fui logo sair para ver nesta tarde o maximo possível. Passei pela linda esplanada “Pohjoisesplanada”, (não vou escrever mais nomes, pois ler finlandês é difícil mesmo, em compensação todos os “jovens até 50 e tal falam inglês”). Fui até a estação e de lá pela catedral e o centro novamente para o porto. Helsinque tem nada antigo, pois era um país relativamente pobre com quase todas as casas em madeira. Sofreu um grande fogo no final do século 19 e foi totalmente reconstruído. Hoje é um dos países mais ricos do mundo, um país “hightec”. Já falei da corrupção zero, mas também se deve falar do ensino, que é numero 1 no mundo.

 

Finlândia fazia parte da Suécia e a partir de 1809 parte do Império Russo. Uma das construções mais antigas é talvez a linda catedral ortodoxa russa. Esta com a catedral protestante estão formando a silhueta de Helsinque para quem chega do mar. Em 1917 Finlândia conquistou a independência. Stalin fez todo para submeter eles com força novamente, mas não conseguiu.

À tarde peguei ainda um barco de excursão para passar pelas ilhas e ver o antigo sistema da defesa contra intrusos pelo lado do mar. Este sistema foi construído durante o tempo Sueco. Usaram correntes enormes fixadas entre as ilhas e baixaram estes para dentro da água em caso de ataque naval.

À noite comi Pizza no restaurante do Hostel, cheio de turistas jovens ou um pouco menos jovens como eu.

O Hostel tinha reservado direto, [email protected] . O Hostel é caro 41,50 Euros/noite, sem café de manha (6,50 Euros à parte). O quarto minúsculo com banheiro comum.

Já tinha comprado na internet o vôo para Bucareste. O vôo era via Kopenhagen, onde trocamos o avião e custou 204 Euros. Três vezes por semana tem vôo direto e naturalmente mais barato

Tinha de levantar cedo, às 6.00 horas para apanhar o avião as 07.50. O Hostel tinha convenio com uma rede de táxis de lotação, custou 20 Euros até o aeroporto.

 

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Helsinque: Passeio com barco saindo do porto do Helsinque.

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Bucareste: As fontes no centro da cidade na "Champs Elysées" de Ceausescu.

 

12.05 – 13.05. – 14º - 15º dia, Segunda e Terça: Com avião para Bucareste – Bucareste.

 

As 13.10 aterramos em Bucareste. Um rápido controle de passaportes e saímos. Agora fiz a primeira estupidez nesta viagem e pensei que nunca mais ia fazer uma como esta. Já falei tantas vezes de não entrar na cantada das pessoas que oferecem serviço.

 

Ofereceram serviço de táxi e fui com o homem. O táxi devia custar 30 Euros até o centro e o taxímetro mostrou em Lei o equivalente de 65 Euros. Fiquei nervoso, o homem não encontrou o hotel e depois de encontrar disse que era ruim porque era longe do centro e caro de mais. Eu disse que ia pagar no maximo 40 Euros pelo táxi, ele insistiu nos 65 e fechou o meu saco de bagagem no carro. Ele disse que ia chamar a policia, mas não chamou, queria me levar para um hotel mais barato e melhor localizado. Falou no hotel ÍBIS, (depois vi que este custava 85 Euros). Estava mais aborrecido comigo do que com ele. Esperei mais uns 5 minutos e disse: ”eu pago então 50 ou vou eu chamar a policia”. Finalmente resolvemos o assunto à base de 50 Euros.

O hotel era realmente o mais caro da minha viagem, mas como tinha poucas informações da internet e nem sabia ainda como ir de Bucareste até Sofia, não queria arriscar. O hotel “Suter Inn” reservado com http://www.booking.com custou 75 Euros por noite com bom café de manha. Não era só o hotel mais caro, mas também o mais aconchegante da minha viagem. As duas recepcionistas me ajudaram o maximo possível. Disseram só tomar táxi com o preço 0.95 Lei por km escrito na porta (0,33 Euros).

No final o centro era muito perto e a estação de bus internacional á 100 metros. Mas só ia desta estação bus para a Ucrânia, Moldava, Turquia e Grécia, nada para Bulgária. Até agora tinha só a informação do meu Guia que o bus parte da Autogare Diego. Fui até o centro, umas 10 minutos á pé e peguei o metro até a estação de trem. Tinha dois trens um às 12.15 horas, chegando de madrugada às 02.00 horas e um as 19.53 chegando ao outro dia de manha. Não queria ir com nenhum dos dois. Voltei com o metro para o centro e fui para o Autogare Diego, era nenhuma estação de bus, só um ponto de informação. O homem só dizia: “Ruse as 09.30, Hotel Camélia”, queria saber onde era Ruse na Bulgária e como ia de Ruse para Sofia, mas nada. Sempre só: “Ruse as 09.30, Hotel Camélia”. Fui ainda para este hotel e eles disseram que tinham nada com isso, mas de manha em frente do hotel ia sair um minibus para Bulgária. Pensei de esquecer o assunto e arriscar indo lá no dia da partida. Com esta procura já perdi à tarde quase toda.

 

Passei pelos enormes fontes do centro e vi o centro moldado por Ceausecu o ditador comunista durante 40 longos anos. Era a grande Avenida, Bd. Unirii, a “Champs Elysées de Bucareste”, inspirado por uma viagem dele para Piongiang e Pequim. Sempre acompanhado de fontes vai lá até o Palácio do Parlamento, o 2º maior edifício do mundo após o Pentágono nos EU. Tem 3100 quartos e cobre 330 000 metros quadrados. É o cartão postal de Bucareste de hoje, o resto foi abandonado ou destruído e vi como eles agora tentam recuperar com garra o que exista ainda da cidade antiga e das velhas igrejas. No outro dia fui ver a cidade antiga e fui á pé até o Parlamento, é realmente impressionante. Á noite fica iluminado e do terraço do meu quarto no hotel tinha uma linda vista sobre ele.

No dia 14.05. de manha a recepcionista chamou um táxi e fui até o hotel Camélia. O taxista conhecia o bus. O táxi eram só 8 Lei, dei 10, portanto 3 Euros. O minibus aparecia confortável, mas os amortecedores eram gastas e senti cada pedra no caminho, além disso, apertado e quente lá dentro. Eram 4 horas até Ruse na Bulgária no outro lado do rio Danúbio. Bom eu vi então o rio Danúbio que divide aqui estes duas países e vi como Romênia e Bulgária estão ainda longe de uma Europa como conhecemos da Itália, Portugal e Espanha, só para dizer uns exemplos.

 

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Bucareste: O famoso palácio do povo dos tempos do ditador Ceausescu.

 

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Sofia: Catedral

 

14.05. – 15.05. – 16º – 17º dia, Quarta e Quinta: Com bus para Sofia – Sofia.

 

Agora vi que Ruse é uma cidade da Bulgária no lado do rio Danúbio. Para Sofia tinha vários bus o próximo era em 20 minutos, outra minibus. Paguei os 20 Leva com 10 Euros e para usar o banheiro paguei com 3 Leis romenas que ainda tinha. Eram mais 5 cansativas horas até cheguei em Sofia, pelo menos o bus era bem melhor.

Aqui em Sofia era todo novamente fácil. A estação de bus era nova com um posto de informação de turismo. Comprei já a passagem para Istambul, tinha 10 bus por dia e a viagem demora 10 horas, paguei 20 Euros. Depois peguei o táxi para o meu Hostel.

 

O Hostel era o Red Star Hostel, reservado com [email protected] custava só 22 Euros por noite e café de manha estava incluído. O banheiro era comum. A localização não poderia ser melhor e a Senhora que tomava conta era muito simpática. Falava espanhol, porque já trabalhou em Madrid. Ela me - explicou todo o que deveria ver e mostrou no mapa. Fui para a rua e vi o problema, a mapa indicava os nomes das ruas em letras de latim, mas as placas indicavam os nomes em letras cirílicas. Para ir para o Centro deveria ir para a esquerda, mas confuso fui para a direita e como não consegui me informar pelos nomes das ruas transversais percebi que estava errado só após ter andado umas 500 metros. Bom fiz os primeiros contatos com as pessoas e passei por um restaurante bem freqüentado indo de volta. Começou chover um pouco e procurei uma Pizzaria para jantar, encontrei, mas o cardápio me não agradava. Voltei para o restaurante acima, a menina que atendia falava inglês. Eu disse que queria um bom bife com batatas assadas e pão fresco, uma salada mista e uma caneca de ½ litro de cerveja. A comida era excelente e o preço para mais uma caneca de cerveja incluída a volta de 20 Euro, por tanto em conta. Infelizmente não guardei a Nota Fiscal, para informar o nome do restaurante, mas é na mesma rua do hostel, na Angel Kanchev streeet.

No outro dia passei pelo centro e vi lá no final da cidade as montanhas que cercam Sofia, cheio de neve ainda. Deu-me uma vontade de ir até lá e subir o teleférico ou o esqui-lift até o topo da montanha, 2181 metros. Tinha ser com táxi porque não tinha tempo para escolher o transporte publico e não fui. Fui visitar a catedral e depois o parque em frente da Opera e do Balé Nacional. Observei os muitos homens sentados nos bancos e nas mesas jogando xadrez por pequenos valores. Tinha visto uma Pizzaria “Hut” e voltei até lá para jantar, o mesmo cardápio como em outros países do mundo, Fiquei contente.

A orientação no centro era mais fácil, as ruas principais tinham as placas escritas em letras de latim e cirílica.

Chegando ao Hostel algumas meninas tocaram musica turca e dançaram, era um ambiente bem agradável. Referente o alfabeto cirílico falta de dizer, que este foi inventado pelos Búlgaros no séc. IX e é usado entre outros países pela Rússia.

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Sofia: Theatro Nacional.

 

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Istambul: Estreito de Bósforo.

 

16.05. – 19.05. – 18º - 21º dia, Sexta – Segunda: Com bus para Istambul – Istambul.

 

O bus de Sofia saia as 08.30 e após 10 horas chegou a Istambul, na estação central de bus. Já sabia que a estação de bus é uma cidade dentro desta cidade com 14.6 milhões de habitantes na área urbana. A estação serve para os bus de todas as regiões da Turquia e os bus internacionais para Grécia, Bulgária e em principio toda a Europa Central. A estação forma um grande circulo e os bus entram no subterrâneo deste circulo. Subindo você chega aos escritórios dos terminais das companhias e tem acesso a toda infra-estrutura desta enorme estação, como lojas, restaurantes, saida de táxi, metro e elétrico para o centro histórico Sultanahmed e outras áreas da cidade.

Junto comigo estava uma mochileira Australiana e tentamos ver se encontramos o bus para o centro ou o metro. Mas estava impossível encontrar alguém que falava inglês e poderia explicar detalhes. O movimento nesta Sexta a tarde era simplesmente grande demais e ninguém tinha tempo de nos ajudar. Eu disse que ia tirar dinheiro e depois tomar um táxi, ela ainda estava pensando o que fazer. No Domingo a encontrei por acaso no Bazar e ela disse que no final tomou também um táxi.

Perguntei o taxista quanto era e ele disse aprox. 30 Liras o que corresponde a 15 Euros. Ele ligou o taxímetro. O trafego era congestionado nesta hora e chegando ao bairro Sukthanamet ele ligou por celular para o hotel (eu tinha o numero) para saber onde era exato. O taxímetro mostrou 35 Liras, dei 50 e ele não queria devolver nada, depois discussão devolveu 10 Liras.

O hotel não poderia ter localização melhor, pertinho de todo o que queria ver. Era o Erboy Hotel, reservado com http://www.booking.com , por 47 Euros/dia, incluído um bom café de manha.

Respirei fundo. Consegui! Estava em Istambul! Acho perguntando quais as cidades que alguém mais queira visitar deve ser entre os primeiros 5 do mundo, talvez, New York, Londres, Paris, Madrid e já Istambul. Eu agora estava aqui nesta cidade milenar, situado metade na Europa e outra na Ásia. Cidade fundada em 667 a.C. com o nome de Bizâncio passou pelo domínio romano, sendo reconstruído em 330 d.C. pelo imperador Constantino, que tornou ela capital do Império Romano e virou ser Constantinopla. Constantinopla e o império Bizantino caíram para o império otomano em 1453 e a cidade virou Istambul, capital do estado turco e cidade centro do mundo islâmico. A famosa igreja ortodoxa “Santa Sofia” tornou-se a Mesquita Ayasofia e hoje é museu.

Fui ainda passar pelas ruas movimentadas até a estação do trem e depois na volta escolhi um restaurante de rua para jantar.

No outro dia fui até o Golden Horn, braço do Bosphorus, estreito entre a Europa e Ásia. Fui atravessar a famosa Ponte Gálata até o Gálata Tower com linda visão sobre toda a cidade. Almocei num restaurante abaixo da Ponte Gálata, um sanduíche enorme com delicioso peixe frito. Depois peguei um barco de excursão para subir o Bosphorus até a segunda ponte que atravessa este estreito, já quase na entrada no mar Marmara.

Visitei o Grand Bazar, mas nesta tarde com medo de me perder lá dentro, fiquei só na rua principal e se fui para uma rua do lado fui logo de volta. Depois no quarto dia fui explorar o Bazar inteiro.

Visitei a Hagia Sofia que era mesquita até declarado museu nos anos 30, portanto as pessoas podem entrar com sapatos e ver esta maravilha do mundo moderno. Em frente dela passando por um lindo jardim esta quase uma copia dela, a Mesquita Azul, hoje a principal de Istambul. Era dia nacional e todos podiam entrar tirando os sapatos, crianças, mulheres e infiéis. Dentro tinha um cordão e abaixo da enorme cúpula o lugar era reservado só para os homens.

Pelo menos aqui aparece todo muito liberal, vi muitas mulheres com lenço na cabeça e saia comprida, mas talvez por que era dia nacional e muita gente de visita do interior. Na Segunda vi menos usando o lenço e tapando inclusive o rosto acho vi só duas mulheres.

Fui ainda visitar o palácio dos Sultões com vista ao Harém e os museus lá dentro, todo livre por causa do feriado nacional, mas com gente demais.

No Bazar comprei todas as lembranças desta viagem para mim e para os meus amigos. O meu relógio não funcionou direito e comprei um lindo “Swiss made” por inicialmente 220 Lira, mas no final ficamos por 80, por tanto 40 Euros.

Na Segunda á noite peguei o trem para Thessaloniki. Paguei com cama, 102 Lira, ou 51 Euros. O trem ia às 20.30 horas e devia chegar as 08.30 em Thessaloniki, mas chegamos com atraso as 10.30. Praticamente éramos só turistas no trem e o controle do passaporte e da bagagem era severa nos dois lados. Talvez fosse esta a razão do atraso.

 

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Istambul: Ayasofia

 

20.05. – 21.05. – 22º - 23º dia, Terça - Quarta: Chegada com trem da noite de Istambul a Thessaloniki – Thessaloniki (Salónica).

 

O trem chegou e não tinha nada para me preocupar, estava novamente na terra do Euro e tinha o meu hotel reservado á umas 200 metros da estação. Como sempre chegando perguntei já para o trem ou bus para o próximo destino, para Skopje a capital do país Macedônia. Tinha só um trem, as 16.15 e demorava 4 horas. Fui ainda para a estação de bus, mas não tinha bus para Skopje. Não gostei do horário do trem, mas o que fazer, decidi de já comprar a passagem para o dia 22.05. às 16.15 horas.

Depois sai da estação e atravessando a praça já estava na rua do meu hotel. Era o Hotel Rex, custando 45 Euros/noite, com café de manha completo incluído e reservado com http://www.booking.com. Era um dia quente e decidi de vestir uma calça comprida bege, lavando assim a minha calça Jeans, que poderia agora secar durante dois dias. Isso é contra as regras do hotel, mas a Jeans precisava uma lavagem.

Peguei um mapa na recepção e fui direto para a cidade, o centro começa mais ou menos 300 metros do meu hotel. Salónica é a segunda maior cidade da Grécia e como falam a mais Hippie da Grécia.

Realmente a cidade com sua linda localização no Golfo da Salónica e com sua rica historia grega, romana, bizantina e turca ferve de turistas. Em 1997 Salónica era capital de cultura do mundo e com certeza ainda aproveita a fama deste acontecimento para atrair jovens de todo o mundo.

O problema era que achei a cidade muito caro e a construção da primeira linha de metro cortando o centro atrapalha um pouco. Fui até a “Torre Branca” o final da antiga muralha bizantina que ainda cerca a cidade antiga. Lá tem uma estatua enorme de Alexandre o Grande e uma linda vista sobre o Golfo de Salónica.

Sempre seguindo o cais fui de volta para o centro e entrei nas ruas do mercado até a Catedral.

Esta noite jantei na Pizzaria “Hut”. Tinha só Pizzas especiais e com mais 2 meio litros de cerveja paguei 23 Euros. Acho fui o jantar mais caro da minha viagem.

Tinha falado com um mochileiro que tinha ido até a cidade alta e no outro dia decidi fazer o mesmo. O mapa mostrou só as ruas principais com os nomes em letras gregas e as ruas iam em curvas para cima, mas eu queria ir em linha reta. Escolhi as igrejas bizantinas no caminho como marcas e perguntando por elas fui subindo até chegar ao ponto mais alto da muralha. Fiquei compensado com a vista sobre toda a cidade podendo ver os monumentos e igrejas agora de aqui acima. A volta fui simples, só seguir o muro que ia em linha reta até a “Torre Branca”. No caminho novamente muitos monumentos para visitar.

No terceiro dia, como o trem ia tarde, deixei a bagagem no hotel e fui novamente até o mercado onde se vende de todo, mas o mais interessante é o mercado de peixes e o artesanato, especialmente o artesanato baseado em motivos bizantinos e religiosos da igreja grego-ortodoxa. Queria comprar mais algumas coisas, pois era todo muito barato, mas desisti pois tinha comprado muito em Istambul e pensei de comprar mais alguma coisa em Scopje. Às 14.00 horas já fui para a estação.

 

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Thessaloniki: Golfo de Thessaloniki com a "Torre branca" da antiga muralha bizantina.

 

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Thessaloniki: Estatua de Alexandre o Grande.

 

22.05. – 23.05. – 24º 25º dia, Quinta e Sexta: Com trem para Scopje (capital do país Macedônia) – Skopje.

 

O trem saio pontualmente ás 16.15 horas para a Republica de Macedônia que até 1991 fazia parte da Jugoslávia comunista. O trem deveria chegar a Skopje em 4 horas, mas parou nos dois lados da fronteira quase meia hora. Depois da fronteira de Macedônia entraram muitos passageiros e o trem parava em cada pequena vila. Olhei para o relógio e para o mapa e pensei nunca vamos chegar as 20.15 em Skopje. As vilas eram bem pobres e os carros nas ruas muito velhos. Faltavam só 45 minutos e chegamos a Verne, na metade do caminho entre a fronteira e Skopje.

Entrou um rapaz e começou logo falar comigo, estudava turismo e falava fluentemente inglês e outras línguas inclusive um pouco alemão. Disse que ia trabalhar na próxima temporada num navio de turismo americano que ia de San Francisco via Seattle e Vancouver no Canadá para Alaska. Ele tinha 20 anos.

O trem agora andou rapidíssimo e o rapaz disse que não ia mais parar até Skopje assim íamos chegar às 19.15 horas como previsto, pois tinha ainda uma hora de diferença de horário entre Grécia e a Macedônia.

O rapaz foi ainda comigo até a estação de bus ao lado da estação de trem. Tirei aqui os Dinares da Macedônia com meu cartão de credito e comprei já a passagem para Prishtina, pagando 10 Euros.

Depois pegamos um táxi e fomos até o centro, eram poucos metros e paguei a tarifa mínima de 60 Dinares, ou 1 Euro. O rapaz foi ainda comigo até o hotel para ter certeza que estava todo ok. Fiquei contentíssimo, pois com a ajuda dele tinha resolvido todo rapidíssimo e sem problema.

O meu “Hotel Square” tinha reservado com http://www.hopstelbookers.com, por noite eram 45 Euros. Um bonito quarto com banheiro privativo. O hotel tinha uma linda vista sobre a praça central.

Às 20.00 horas já estava na movimentada praça central ao lado do rio Vardar com a velha “Stone bridge”. Tinha na praça um restaurante bem freqüentado e com esplanada, entrei e pedi uma Pizza grande, cerveja e para sobremesa sorvete. Acho era um dos melhores jantares da minha viagem pelo preço de a volta de 16 Euros.

No outro dia fui visitar o castelo e depois fui até o mercado na parte dos Albaneses da cidade. Os Albaneses são islamitas e mais ou menos 15 % da população.

Lógico á noite fui para o mesmo restaurante pedindo um bife com batatas assadas e uma salada, para sobremesa um doce. Aproveitei os preços baixos para comer bem.

 

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Skopje: Stonebridge sobre o rio Vardar.

 

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Skopje: Vista da tranquila cidade com as torres das mesquitas albanesas.

 

24.05. - 26º dia, Sábado: Prishtina, capital do Kosovo.

 

Fui com táxi até a estação do bus e comprei um monte de chicletes gastando as minhas ultimas Dinares da Macedônia. Às 10.00 horas o bus saiu. Eram 4 horas até Prishtina. Novamente tinha sorte, um rapaz sem saber falar inglês, “conversou” comigo. Explicou que deveria sair do bus onde ele sai para não ir até a estação do bus um pouco fora do centro. Chamou um táxi e disse ainda que custa 3 Euros. Pois eu estava novamente na zona do Euro. O Kosovo governado com ajuda da UNO e da União Européia adotou o Euro como moeda.

Esta vez não tinha reservado o hotel. Tinha anotado conforme o meu Guia de Viagem o hotel Iliria, mas não consegui fazer reserva por internet. Chegando lá pensei que conforme Guia ia custar entre 45-65 Euro, mas que bela surpresa eram só 25 Euros por noite e incluindo café de manha.

O hotel era ainda tal como na era comunista, todo em “grande e pomposo”, velho, mas bem conservado, a recepção, os quartos, os banheiros com os canos de ferro e as pesadas torneiras, a sala de jantar com cortinas em veludo, as cadeiras revestido com veludo vermelho. O garçom vestido á rigor tratou-me como um velho membro do partido. Após o jantar deixei uma gorjeta digno da minha importância.

 

Prishtina não tem muito para ver. Eu queria realmente ver, como vive este povo após 60 anos de ditadura e “ocupação pela Sérvia”. O povo do Kosovo é de origem Albanesa e praticam o islamismo. Como era Sábado o calçadão em frente do hotel era muito movimentado. Vi nenhuma mulher usando véu e só algumas idosas usando lenço na cabeça. Fiquei impressionado pela beleza das meninas em geral altas, bem vestidas e maquiadas. Só 5 % da população são Sérvios, vivendo perto da fronteira com a Sérvia. Durante o tempo de Milosevitch os Albaneses nem podiam falar a língua deles em publico e o jornal deles não podia ser impresso.

Bom eles ganharam a independência em Fev. deste ano, mas este independência não esta reconhecida por muitos países, como a própria Sérvia, a Rússia, China e Espanha etc. Entende-se, a Rússia tem o problema da Tchetchênia, a China de Tibet e a Espanha do país Basco.

Eles já têm passaportes do Kosovo, mas para viajar para a Sérvia onde muitos têm parentes estes não servem, então para entrar na Sérvia eles ainda usam os passaportes da Sérvia em quanto estes são validos. Um estrangeiro não pode entrar do Kosovo para a Sérvia, pois para eles o país Kosovo não existe.

 

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Prishtina: Pessoas desaperecidas durante a guerra contra a "ocupação sérvia".

 

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Prishtina: Monumento em honra á "Teresa de Calcutá", que é Albanesa e nasceu em Skopje.

 

25.05. – 26.05.- 27º - 28º dia, Domingo e Segunda: Com bus de Prishtina até Belgrado - Belgrado.

 

O bus de Prishtina para Belgrado era velho, o ar-condicionado nem funcionou e as janelas não abriram. O ar no bus era sufocante. Era o único estrangeiro no bus. Chegando á fronteira no lado do Kosovo disseram que não vão me deixar entrar na Sérvia, mas para não provocar não carimbaram a saida no meu passaporte.

O ajudante do motorista colecionou todos os passaportes para entregar eles á policia da fronteira no lado sérvio. Lá era o meu passaporte vermelho no meio dos passaportes escuros da Sérvia. Comecei suar e fazer planos caso não podia passar a fronteira. O ar no bus era agora insuportável.

Após umas 15 minutos de sofrimento veio o policial sérvio com os passaportes e no meio era o meu, olhou rápido na cara dos passageiros e entregou os passaportes ao ajudante, desejando boa viagem. O ajudante entregou o passaporte a mim sorrindo. Consegui!

Fui ver se tinha o carimbo de entrada na Sérvia, não tinha. Na saida da Sérvia perguntaram por onde entrei e disse direto da Macedônia.

 

Já estive em Belgrado no ano passado e tinha ficado num Hostel em frente da estação de trem, pertinho do centro. Entrando na internet encontrei a website do hotel Astoria com 3 estrelas, reservei com eles por 43 Euros/noite inclusive café de manha. Também este hotel é só umas 150 metros da estação, mas muito melhor do que o Hostel onde tinha pagado 39 Euros/noite.

Belgrado é uma cidade agradável, mas com aparência mais pobre do que Ljubljana (Eslovênia) ou Zagreb (Croácia) para mencionar 2 capitais da antiga Jugoslávia. Aparece que Belgrado tem mais vida e mais flair internacional. Muitas pessoas dos outros países da Ex-Jugoslávia visitem Belgrado também por causa disso e acima disso a facilidade que a língua é como a deles de origem eslava.

Se o governo da Servia encontra o seu caminho dentro da Europa, para mim tem um futuro promissor. Belgrado tem charme.

Adoro ir para o ponto mais alto da cidade com as ruínas do castelo antigo e uma boa vista sobre o rio Save que entra lá abaixo do castelo no rio Danúbio.

Belgrado tem uma posição central para chegar fácil até os outros países dos Bálcãs ou para seguir direto para a Grécia e Turquia.

 

Fui para a estação para comprar a passagem de Belgrado para Munich para o dia 27.05. As 13.15., chegando a Munich no outro dia as 06.15 de manha.

 

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Belgrado: Vista do Castelo. O rio Save á direita entrando no rio Danúbio.

 

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Belgrado: Meninos tomando banho numa fonte do centro num dia quente desta primavera.

 

27.05. – 28.05. 29º - 30º dia, Terça e Quarta: Com trem de Belgrado para Munich e em seguida para Braunschweig perto der Hannover.

 

Sentei na esplanada do café da estação para gastar os meus últimos Dinares. Pensei que

depois no trem podia pagar bebidas ou comida em Euros. Errei, só aceitaram Dinares ou Kunas da Croácia, pagando em Euros só recebi o troco nestas moedas.

O trem tinha vagões dos caminhos de ferro da Sèrvia e da Croácia, os últimos novinhos e com ar-condicionado. Lógico sentei num compartimento Croata e logo este estava cheio. O trem parou muito na Sérvia, mas ficou cada vez mais vazio. Depois na Croatia a mesma coisa, mas nunca mais ficou cheio e fiquei só com um homem da Eslovênia no meu compartimento.

Fui para o vagão do restaurante e pedi um lanche e cerveja. Paguei em Euros e recebi o troco em Kunas. De volta já eram 20.00 horas, fiquei com sono e deitei para dormir. Acordei quando chegamos a Zagreb e depois às 24.00 horas em Ljubljana quando o esloveno se despediu com uma tapa no meu ombro. Não acordei mais durante todo o trajeto na Áustria, nem em Salzburg nem na chegada na Alemanha, só na ultima estação antes de Munich em Rosenheim. Fui para o banheiro para lavar o rosto e arranjar o cabelo. Às 06.15 horas pontuais, quase não acreditei, entramos na estação central de Munich.

Pensei de tomar o café de manha em Munich, de escolher com calma o trem para Braunschweig e de ligar depois para o meu cunhado avisando a minha chegada. Mas tinha um trem “city express” para as 06.50 horas e as 13.30 ia já chegar a Braunschweig. Paguei os 95 Euros. Imagine que preço em relação do trem de Belgrado-Munich!

Mas os trens não se comparam, este esta voando sobre os trilhos com velocidades entre 250 – 290 km hora.O trem vai quase só por túneis ou por pontes, pois para atingir esta velocidade o trecho tem ser bem reto, sem curvas.

Chegando a Braunschweig liguei para o meu cunhado, tomei na estação um belo café de manha com bolo alemão. Ainda comprei flores para a minha irmã e pouco depois o meu cunhado chegou e fomos para “casa”.

 

 

29.05 – 31.05. 31º - 33º dia, na casa da minha irmã mais velha em Salzgitter perto da linda cidade de Wolfenbuettel.

 

Que delicia, descansar em “casa” após esta maratona da viagem e comer as delicias que só a minha irmã sabe fazer. Acho em cada dia na Alemanha engordei 1 kg, pois cheguei com 5 kg á mais no Brasil. Tinha partido com 68 kg e cheguei com 73 kg.

 

Wolfenbuettel é uma cidade antiga e o centro sem carros com todas estas casas velhas do séc. 16 até o séc. 19 convidam para passear e tomar uma cerveja nos cafés e esplanadas.

 

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Wolfenbuettel: Detalhe da linda cidade, com a minha irmã mais velha andando de maõs dados com o meu cunhado.

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Wolfenbuettel: Centro num dia de mercado.

 

01.06. – 02.06. 34º - 35º dia, Domingo – Segunda: De Braunschweig até Berlim com trem e de avião de Berlim via Paris para São Paulo.

 

O meu cunhado me levou novamente até a estação de trem de Braunschweig e as 11.04 já peguei o trem para Berlim. O trem só para uma vez em Wolfsburg, onde esta a fabrica da VW.

As 12.15 já chegamos a Berlim. Eu fui cedo porque não queria ir com táxi até o aeroporto de Berlim-Tegel , queria ver como funcione o bus. Bem era fácil e pouco depois das 13.00 horas já estava no aeroporto.

O meu vôo ia só as 18.35, mas o tempo passou rápido.

As 20.20 cheguei ao aeroporto Charles de Gaulle, terminal 2E e o vôo para São Paulo saia no terminal 2D. Agora uma coisa que não me lembro como aconteceu. Tem um vôo às 23.05 de Paris para São Paulo, mas o meu era só as 09.15 no outro dia.

Talvez tinha escolhido este por ser mais barato.

Não podia entrar na sala de embarque e os restaurantes em frente da sala de embarque começaram fechar. Consegui ainda comer uma Pizza e depois acabou. O ultimo avião saia ás 00.30 horas para Moscou e 15 minutos antes fechou também a sala de embarque.

 

Estava quase sozinho e o que fazer agora? Pensei de ir de volta para a sala de espera dos trens entre terminal E e D, mas no caminho tinha uma Lanchonete fechado, e o acesso às poltronas e bancos estava aberto. Vi lá 4 pessoas dormindo. Apareciam não ser passageiros, mas moradores de rua. Bem estava com sono, pós a minha bolsa num banco a toalha acima e a minha almofada estava pronta. Tirei o Anorak para me cobrir e amarrei o saco de viagem na mão e dormi logo. Acordei às 05.30 horas. Dos meus companheiros de dormir dois tinham sumido e dois dormiam ainda. Fui para o banheiro para me arranjar e depois fiz o “check in” e entrei no hall de embarque.

Lá dentro o tempo passou rápido, tomei o café de manha e fui ver os duty free shops. Comprei ainda um perfume.

O vôo de volta foi também agradável e as 17.30 chegamos a São Paulo. Demora em sair, pois o controle de passaporte e a chegada da bagagem na esteira são muito lentos.

Peguei o bus até o aeroporto de Congonhas e de lá um táxi para a minha casa.

 

Esta viagem era boa demais e nem queria voltar tão rápido para a casa, mas infelizmente ou felizmente a vida não é só de uma viagem. Diariamente embarcamos em novas viagens, basta que definimos o destino desejado de cada uma delas e a vida continua ser de uma só viagem boa.

 

Abraços,

Dieter

 

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Foto tirada do ultimo compartimento do trem de Varsóvia para Vilnius.

O fim da linha?

Não, rumando para um novo destino!

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Olá Pombo

Maravilha de relato!! adorei, viajei com voce na sua narração!!

como todo mochileiro, também quero um dia chegar em Istambul, ja anotei dicas suas.

mas ainda vai demorar um pouco, antes vou fazer Argentina/Chile e Bolivia.

um grande abraço pra voce e espero saber de suas novas viagens!

Sueli

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Olá Dieter,

 

Mais um relato fantástico seu. Sempre deixando a gente com uma vontade enorme de seguir os seus passos e visitando o mundo de aqui para fora.

 

Após 2 viagens seguindo á risca os seus passos, quero sair novamente, mas tenho de esperar até o ano que vem.

Parabéns Dieter,

Walter

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Eu também gostei bastante. Vou procurar por todos os seus outros relatos. Pretendo conhecer alguns desses lugares, assim que for possível.

Um abraço

Paulo

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Olá Paulo,

 

muito obrigado pelo seu elogio.

 

Se quiser uma cópia de um diário é só pedir aqui. Fiz agora 8 viagens de mochileiroe os diários e relatos são as seguintes:

 

Diários:

 

“Do Pacífico até o Atlântico, SP – Lima – Amazonas Peru/Brasil – Belém”.

 

“Machu Picchu com volta via Santiago”.

 

“SP - Amazonas - Isla de Margarita”, com volta via a costa e o interior de Venezuela, Colombia, Equador, Peru, Bolívia Paraguai, entrando pela ponte de amizade a pé após 58 dias.

 

“SP - Amazonas - as 3 Guayanas com volta via Macapá, Belém, São Luis, Fortaleza”.

 

“Diário para a Patagônia”.

 

“Diário para 13 países da Europa”.

 

‘Viagem para Índia e Nepal - Diário”.

 

“Diário para Helsinque – Leste de Europa – Istambul”.

 

 

Relatos:

 

“Já perdemos a batalha para salvar o Amazonas”!

 

“Viajar sozinho, companhia não falta”.

 

Abraços,

Dieter

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OI Helsinki

 

Vc pode me ajudar, poir gostaria de saber mais sobre o trajeto Istambul - sofia e sofia- bucarest..

tambem estou estudando o contrario Bucarest - sofia e sofia- Istambul...

 

Pois vou estar em Berlin e gostaria de visitar estes lugares... então tanto faz aonde chegar...

 

Outra coisinha... 2 dias em Sofia. 2 dias em Bucarest e 3 em Istabul na sua opinião são suficientes...

 

Obrigada

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Olá Priscila,

 

Realmente do terminal internacional de Bus em Bucareste não sai nenhum bus para Bulgária.

Conforme meu relato acima perdi muito tempo para finalmente perceber como funcione. Tem um minibus saindo de Bucareste até Ruse já na Bulgária, cidade logo na fronteira após ultrapassar a ponte do Danúbio.

De Ruse é depois fácil chegar até a rodoviária em Sofia.

Se já tem o tempo de sua estadia em Sofia definido, pode comprar na chegada a passagem do bus já para Istambul. Tem vários bus/dia.

 

Leia atentamente o meu relato sobre estas 3 cidades, Bucareste, Sofia e Istambul.

 

2 dias para Sofia e Bucareste esta ok, Istambul exige realmente 3-4 dias.

 

Abraços Dieter

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Olá, Dieter.

 

Achei excelente o teu roteiro. Sempre quis fazer uma viagem assim, mas tinha um pouco de medo por causa da questão da segurança. Sempre preferi viajar por países seguros, como a França, Itália e Alemanha, e pensava que era necessário, para ir a países como a Turquia, pegar uma excursão, e eu detesto excursões! Vou colocar o teu link nos meus favoritos. Obrigada pelas dicas!

 

Abraços.

 

Miriam.

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