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Viagem feita para Mendoza em fevereiro de 2012 – Carnaval – por mim e minha esposa.

 

Dia 18 – Sábado

Fizemos nossa viagem à Mendoza por Santiago.

Trecho BH – Santiago trocado por milhas da Gol (20.000 milhas). Saída de BH: 17:00, chegada em Porto Alegre: 19:30 em um calor de 37° C. Saída de Porto Alegre: 00:07, chegada em Santiago 03:30 (horário local). Compramos o trecho Santiago – Mendoza – Santiago pela LAN (R$280,00). Nosso vôo só sairia às 07:40, então fizemos o check in, embarcamos, passamos no free shopping e cochilamos até 07:10 na sala de embarque.

O vôo dura somente 35 minutos (nem dá tempo de servir o Kit Havana que a LAN costuma servir...). Chegamos ao aeroporto e pegamos um táxi até o Hostal Alamo (36 pesos). Ficamos em um quarto com banheiro privativo por 190 pesos a diária.

Como o check in era às 12:00, o quarto ainda não estava pronto. Deixamos nossas mochilas lá e fomos dar uma volta. Tomamos um café com medialunas em um café perto do hostal e fomos passear pelas belas praças e ruas da cidade. Ao meio dia voltamos para o Hostal e após um banho e um pouco de descanso fomos conhecer o parque San Martin. Fomos caminhando até o zoológico e entramos para visita-lo. Não gostamos. Têm muitos animais grandes em espaços muito pequenos. Espaços que não retratam o habitat natural do bicho. Mamíferos ao lado de aves separados apenas por uma tela. E o pior, são vendidos biscoitos para serem dados aos animais.

Mas, o parque sim, é muito bonito, vale o passeio, seja a pé ou de bicicleta.

Após caminhar muito, passamos em uma agência para contratar o passeio da Alta Montana e depois passamos no Carrefour (tem um em frente ao Hostal), fomos para o quarto e nem aguentamos sair para jantar.

 

Dia 20 – Segunda

Para hoje havíamos contratado o passeio da Alta Montana. Às 8:30 a agência nos pegou no Hostal e demos início ao passeio. A primeira parada é em Uspallata para o café da manhã, depois para em uma antiga ponte para fotos, depois paramos no ponto de onde se vê o Aconcagua para tirar fotos. Após, seguimos por uma estradinha sinuosa para o Cristo, que está na divisa do Chile com a Argentina a 4.000m. Não esqueçam a blusa de frio para este passeio. Mesmo no verão, lá é muito frio. Descemos e fomos almoçar no restaurante que já estava reservado, 60 pesos por pessoa. Após o almoço, seguimos para a Puente del Inca, para nós o ponto alto do passeio, muito bonita! Depois seguimos de volta à Mendoza, chegando no Hostal às 20:30.

 

Dia 21 - terça-feira

Hoje reservamos o dia para as termas de Cacheuta, eu não queria ir, mas minha esposa insistiu... Já havíamos comprado as passagens pela Expresso Uspallata (fica em frente à plataforma 55 na rodoviária) no domingo para às 9:00 de terça. Chegamos às 8:50 e o ônibus já saiu, levando 1 hora de viagem. As termas abrem às 10:00 e quando chegamos já havia uma fila bem grande para entrar. Compramos os ingressos, 40 pesos por pessoa no feriado, e entramos.

Não sei se porque era feriado, mas as termas estavam lotadas, mal havia espaço nas piscinas mais quentes. Não gostamos e custamos a esperar o horário de 15:45 para ir embora. Compramos as passagens lá (6,75 ars), mas a venda de passagens só abre às 15:00, então até essa hora ficamos sem saber se haveriam lugares ou não. O ônibus foi quase vazio...

Para jantar, havíamos reservado o restaurante do Francis Malman. Pegamos um táxi até lá, pagando 22 ars (o restaurante fica em Godoy Cruz). Os pratos principais estão entre 90 e 150 ars e os vinhos são bem mais caros do que nos demais restaurantes. A carta de vinhos parece um livro de tantas opções que existem. Eu pedi um medalhão de filet enrolado na panceta com batatas e minha esposa pediu um cordeiro ao vinho Malbec.

A comida é cara, não é farta, o atendimento é normal, mas foi a melhor carne que comi na argentina. Vale pela experiência. Na volta pedimos novamente um taxi até o hostal.

 

Dia 22 - quarta-feira

Hoje separamos para Lujan de Cuyo. Já havíamos reservado a visita à Luigi Bosca para às 10:00 e o almoço na Ruca Malén para às 13:00. Nos informamos antes no posto de informação turística da rodoviária sobre quais ônibus deveríamos tomar. Para Luigi Bosca, pegamos o ônibus 19 do Grupo 1 na Calle Rioja. Esse ônibus só aceita moedas ou o cartão do ônibus. É mais prático comprar o cartão, em frente ao ponto de ônibus vende e você carrega com quantas viagens quiser. O trajeto durou uns 40 minutos e o ônibus para em frente à Luigi Bosca. Chegamos um pouco atrasados e a visita já havia começado. Gostamos muito da visita e da degustação. Levando acima de uma certa quantidade de vinho você não paga a degustação. Levamos 4 e não pagamos. Saímos de lá e fomos pegar o ônibus 850 para irmos à Ruca Malén. O ponto de ônibus é no mesmo quarteirão da Luigi Bosca, um pouco mais à frente. O ônibus demorou uns vinte minutos para passar e leva uns 40 minutos até a Bodega Norton. Nossa intenção era descer na Bodega Norton e irmos de bicicleta até a Ruca Malén. Em frente à Norton tem um local que aluga bicicleta, fomos lá para aluga-las e o rapaz que nos atendeu nos informou que não dava para ir até lá de bicicleta, já que era longe e perigoso, uma vez que era na rodovia e ele mesmo chamou um taxi para nós. Pagamos 27 pesos e em 15 minutos estávamos lá. Primeiro é feita a visita e depois vamos para o almoço. O lugar é muito agradável e o almoço estava fantástico. É um menu degustação de 5 pratos harmonizados com 6 vinhos diferentes. Pagamos 260 ars por pessoa e achamos que valeu à pena. Acabamos o almoço às 16:00 e pedimos um taxi até a Norto. Chegamos às 16:30 e estava começando uma visita e acompanhamos a mesma. O interessante da Norton é a degustação de um vinho Varietal (direto do tanque de inox) e depois de um vinho que já passou 11 meses em um barril de carvalho. É bem interessante ver essa diferença de imediato.

Ah, em todas as vinícolas as parreiras estavam carregadas com uvas deliciosas.

Saímos da Norton às 17:20 e pegamos o ônibus 850 quase em frente. O ônibus para na rodoviária de Mendoza.

 

Dia 23 – Quinta feira

Hoje era dia de visitar as vinícolas em Maipu. Saímos do hostal por volta de 8:30 e fomos para a Calle Rioja para pegarmos o ônibus. Para Maipu, você pode pegar os ônibus 171, 172 ou 173 do grupo 10. Pagamento somente com o cartão do ônibus ou moedas. A viagem dura por volta de 40 minutos e você desce na Calle Urquiza. Lá existem alguns locais de aluguel de bicicleta. Pedimos ao motorista para nos avisar quando estivesse perto da Bodega La Rural e descemos neste ponto. Próximo ao ponto de ônibus, alugamos bicicletas na Mr. Coco, por 30 ars cada. As bicicletas não eram das melhores, mas serviram bem. Fomos primeiro à La Rural e quando chegamos já estava começando uma visita e participamos dela. Primeiro passamos pelo museu do vinho, onde é contada sua história, essa parte é bem interessante. Depois vamos aos parreirais, depois percorremos a vinícola por dentro e por último fazemos a degustação de um vinho varietal. A visita é gratuita. Não compramos nenhum vinho lá, pois o preço está maior do que no free shop.

Depois pegamos as bicicletas e fomos para a Trapiche. Chegando lá também tinha uma visita começando. A visita é feita em uma construção muito bonita do século XIX toda restaurada. A visita é normal, mas a degustação de 4 tipos de vinhos vale à pena, dois tintos, um branco seco e um branco doce que parecia suco melado. Paga-se 35 ars.

A senhora que nos alugou a bicicleta nos recomendou para almoçar a bodega Di Tommaso. É uma vinícola familiar, onde é servido almoço e também são feitas visitas. Não é necessário reserva. É uma boa pedalada até a vinícola e o trecho final não possui ciclovia, devendo ficar atento aos carros e caminhões que passam na rodovia. Pedimos um vinho, que estava acima do preço pela qualidade. O almoço é normal. Não fizemos a visita, que é paga. Vale pelo passeio de bicicleta passando por parreirais carregados de uvas. De lá pedalamos de volta até o local de aluguel das bicicletas e pegamos o ônibus de volta quase em frente.

À noite saímos para jantar e resolvemos jantar no Azafran, que fica na Calle Sarmiento. Chegamos por volta das 20:00 e restavam poucas mesas para quem não possuía reserva. O vinho é escolhido na própria adega com a ajuda de um sommelier. A comida possui um preço salgado, mas é muito boa.

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