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Floripa - janeiro de 2012 - Relato de Viagem (6 dias)


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Sempre utilizo o site quando programo minhas viagens, dess vez resolvi relatar a viagem que fiz pra Floripa em janeiro de 2012 com 2 amigos, o Raphael que ficou os 6 dias cmg e a Anna, que ficou apenas o feriadão (no RJ dia 20 é feriado).

 

(1º dia) 19/01/2012 - quinta-feira

 

Eu e Raphael saímos do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro às 06:28, fomos de webjet, pois era a passagem mais barata, assentos bem apertados, mas a viagem é curta e antes de ficarmos doloridos, já estávamos pousando em Floripa.

 

Saindo do aeroporto, à direira, há um ponto onde passa ônibus para o Centro.

Floripa tem um sistema integrado de transporte, no começo parece complicado, mas no 2º dia vc já se acostuma e passa a achar td mt organizado.

A passagem custa R$2,90 em $ e R$2,38 com o cartão “Passe Rápido Turista”.

Chegamos no Centro e fomos ao SETUF comprar nosso cartão. Não precisa apresentar documento e nem enfrentamos fila, compramos nossos cartões com um certo valor de credito e nos informaram que, caso acabasse, poderíamos recarrega-los nos terminais.

 

Pegamos um ônibus para o Terminal da Lagoa e outro que ia para a praia da Joaquina, que nos deixou bem próximo ao hostel. Optei pelo Che Lagarto (http://www.chelagarto.com/index.php/pt/hostels-em-florianopolis.html), pois já fiquei hospedado em outros da rede. O hostel fica MUITO bem localizado, perto da Lagoa da Conceição e entre as praias Mole e Joaquina.

 

Deixamos as malas no hostel e fomos caminhar pela Lagoa, já que o check in era às 14h e chegamos no hostel por volta das 10h. A Lagoa é bonita e há várias pessoas praticando esportes que utilizam o vento, como kite e wind surf. Apesar da água ser imprópria pra banho, vi varias pessoas se refrescando dentro da lagoa. Há ate um “parquinho” com brinquedos infláveis pra crianças dentro da água.

 

Sentamos pra beber nossa primeira cerveja em Floripa, sentamos na beira da Lagoa e ficamos tentando nos esconder do sol que tava quente, sob a sombra da barraca, mas não deu mt certo, a marca da camiseta me acompanhou por boa parte da viagem :D

 

Cerveja vai, cerveja vem.. paramos em um restaurante pra almoçar e voltamos ao hostel. Descobrimos que os hospedes que estavam no nosso quarto saíram cedo pra ir à praia e não tinham voltado. Botamos biquíni (o Raphael sunga rs) e fomos para a praia.

 

Optamos pela Mole que é ali perto. Nos falaram que as pessoas costumam pedir carona, mas resolvemos caminhar pra conhecer o lugar. Depois de uns 20min de caminhada com subida e descida, chegamos na praia Mole. A praia é mt bonita, tem pedras nas extremidades, o mar não é tranqüilo, mas da pra entrar sem levar caixote e água estava numa temperatura agradável. Alugamos cadeiras (R$10 cada, achamos bem caro. Aqui no Rio alugamos, no verão, por R$4) e ficamos aproveitando a paisagem.

 

No fim da tarde, apesar do dia ensolarado, começa a bater um vento fresco. Colocamos a roupa e caminhamos pro hostel. Ao chegarmos lá recebemos a notícia que nosso quarto ainda não estava pronto, a paciência começou a ficar escassa, já que era umas 19h e o check in deveria ter sido feiro às 14h, fora que estávamos loucos por um banho e tb fomos informados que não ficaríamos os 3 no mesmo quarto, mesmo tendo feito reserva mais de 1 mês antes e tendo a confirmação por e-mail que ficaríamos no mesmo quarto..

 

O carioca que tava na recepção naquele dia nos ofereceu algumas horas e cervejas extras. Ficamos bebendo no hall enqnto limpavam o quarto. E começamos a reparar o que já tínhamos notado na praia: a cidade fica repleta de argentinos no verão. Vários carros e uma moto com placa da argentina no estacionamento.

 

Com o quarto liberado, tomamos banho, largamos as coisas no armário (que por sinal tava quebrado e não fechava, por cadeado então, impossível) e fomos pra Lagoa ver como ficava a noite. Os bares estavam cheios, sentamos em um lugar (não lembro o nome) perto do bar Peixe Frito. O bar tem mesas e cadeiras amarelas (aquelas de cerveja), está sempre cheio e o pastel é divino. Pedimos uma cerveja e alguns pasteis, mas não demoramos, pois era dia de showzinho no hostel.

 

Ficamos ouvindo a musica ao vivo, bebendo uma cerveja e papeando com os hospedes do hostel. A galera falou que era o primeiro dia de sol, que o tempo tava ruim há dias em Floripa. Após algumas horas de musica, papo, cerveja e espera a Anna chegou. (coitada, ficou algumas horas presa em SP. Seu vôo fez conexão lá e o aeroporto fechou por causa da chuva)

 

 

Passe Turista

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Lago da Conceição

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descida pra praia Mole

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praia Mole

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(2º dia) 20/01/2012 - sexta-feira

 

Acordamos cedo, tomamos café no hostel (café bem simples) e fomos pro ponto de ônibus. Tínhamos decidido ir pra parte sul da ilha, pra praia Naufragados.

 

Saímos perguntando como faríamos pra chegar lá e as pessoas, sempre solicitas, foram nos falando. Pegamos um ônibus ate o terminal da Lagoa, depois outro ate o terminal do Rio Tavares e lá pegamos outro para Caieira da Barra do Sul, descemos no ponto final, onde começa a trilha pra Naufragados.

 

Levamos mais de 1h no percurso, mas fomos cochilando, conversando, observando a paisagem.. Pensamos em alugar um carro, mas achamos o sistema de transporte tão organizado que desistimos.

 

A trilha é bem sinalizada e tranqüila, bem sinalizada, larga e sem grandes obstáculo, só é longa. Levamos 1h e 30min, com paradas para fotos, até a praia. A praia é linda, semi-deserta, já que so se chega de barco ou pela longa trilha. Há o encontro de água doce com o mar, a paisagem é linda, mar calmo, temperatura da água agradável. Existe um bar na beira da praia, onde sentamos pra beber uma cerveja e almoçar, comida simples e boa, bom preço e ducha de água doce pra refrescar.

 

Depois resolvemos caminhar ate o inicio da trilha que leva ao farol, Anna e Raphael se arriscaram na trilha, eu fiquei catando uma sombra nas pedras e tomando banho de mar. Eles voltaram em poucos minutos, a trilha é aberta e o sol estava castigando. Resolvemos tomar banho no rio que deságua no mar, é so caminhar alguns metros pela areia da praia e pronto, já da pra tomar banho na água doce do rio.

Ficamos tomando, banho de rio, banho de mar, curtindo a paisagem.. por um bom tempo. Tínhamos decidido voltar de barco, já que a Anna tem pavor de cobra e nos deparamos com uma na trilha, então não precisávamos nos preocupar com horário, trilha escura e etc..

 

Ficamos na praia ate umas 18h e pegamos o barco R$10 por pessoa, que nos deixou próximo ao ponto final onde descemos. Fizemos o percurso de volta e chegamos no hostel a noite. Tomamos banho e fomos para a Lagoa beber uma cerveja e jantar. Sentamos na mesma pastelaria do dia anterior, mas dessa vez pedimos uma “Seqüência de Camarão”, pratico típico da cidade e todo bar/restaurante tem. Vem uma porção de camarão empanado, outra de camarão ao alho e óleo e outra de camarão no bafo, depois vem o prato principal (peixe com molho de camarão, arroz, batata frita e salada), preço: R$60 para 3 pessoas.

 

Voltamos para o hostel e fomos dormir, estávamos exausto de tanto caminhar e nadar.

 

apesar de ser a capital de SC, Floripa tem uma paisagem bem rural (caminho de onibus para Naufragados)

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trilha

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a cobra na trilha

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Naufragados

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(3º dia) 21/01/2012 – sábado

 

Acordamos cedo mais uma vez, tomamos café e fomos pro ponto, seria nosso dia de fazer “passeio de turista”. Nesse dia descobrimos que o sistema de transporte só funciona bem durante a semana.. :?

Ficamos mais de 1h esperando um ônibus pra Canasvieiras, papeando com a galera no ponto de ônibus descobrimos que aos fds a frota é bem reduzida e demora mesmo a passar.

 

Pegamos um ônibus direto para o Terminal Canasvieiras (foi a primeira vez que não tivemos que pegar um ônibus ate o Terminal Lagoa para irmos a algum lugar. A viagem foi bem longa e ficamos tensos, pois tínhamos nos programado pra fazer um passeio de barco e as informações eram de que os barcos saiam cedo. No terminal pegamos outro ônibus que nos deixou perto da praia e caminhamos ate um cais onde as escunas estavam ancoradas.

 

Chegamos nesse cais e tivemos certeza que se queríamos “turistar” estávamos no lugar certo. Lugar cheio, varias pessoas vestidas de pirata e com pranchetas e ingressos nas mãos. Como cariocas escaldados que somos, ficamos olhando as coisas acontecerem com medo de oferecerem um preço superior ao preço real do passeio já que éramos turistas. Acabamos comprando o passeio na escuna grande por R$45 cada.

 

Estramos na escuna e fomos, era uma coisa meio idiota. Tinha animadores, palco com dançarinos fazendo coreografia, teatrinho.. mas aos poucos fomos entrando no clima do barco. Ele passa por umas praias (so passa mesmo, de longe) e para na Ilha Anhotomirim, para visita ao forte, e para na enseada dos golfinho, para almoço.

 

Foi o único dia que fui até o norte da ilha, lá é onde tem a Jurerê que é a Beverly Hills de SC. Não curto mt visitar lugares assim..

 

Na depois de esperar bastante tempo por um ônibus que nos levasse ate o terminal Canasvieiras, ao chegar, descobrimos que o proximo ônibus pra Lagoa so sairia dentro de umas 2h. Foi aí que percebi que já estávamos “locais”, pegamos um ônibus para o Terminal do Centro e de lá um pra Lagoa.

 

Chegamos no hostel a noite, banho, barzinho na Lagoa e cama.

 

 

escuna

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Capitão Gancho (ele me falou que nao era o Jack Sparrow rs

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Ilha do Ingles

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Ilha Inhatomirim

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espera eterna no ponto

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(4º dia) 22/01/2012 – domingo

 

Como sempre acordamos cedo e tomamos café. Engraçado foi que estávamos tomando café e a galera do hostel estava chegando das festas, bebendo.. rs

 

Fomos caminhando para a Joaquina que era perto do hostel. Antes de irmos pra praia passamos nas dunas pra fazermos skybunda. Alugamos 2 pranchas pra nós 3. ainda bem que não alugamos 3, acho que uma só daria, pois descer é uma maravilha, mas subir uma duna de areia mata qlqr um e sempre ficamos um tempo recuperando o fôlego depois de subir. Ficamos subindo e descendo por 1h e (mortos) caminhamos ate a Joquina que já era ali ao lado.

 

Era domingo e a praia estava bem cheia, ficamos logo na perto da “entrada da praia”, perto das pedras, a esquerda. Curtimos um pouco a praia e voltamos pro hostel, afinal a Anna ia embora nesse dia e precisava almoçar e tomar banho, pois o táxi iria busca-la no hostel às 14h.

 

Almoçamos mais 1x a tal da seqüência de camarão ( eu já tava enjoada de frutos do mar rs) e a Anna voltou pro Rio. Eu e Raphael resolvemos conhecer a praia Barra da Lagoa. Pegamos o ônibus e fomos. A praia estava LOTADA depois de alugamos uma barraca e conseguirmos um espaço pra sentarmos na areia começamos a curtir o lugar. Não sei se por ser domingo ou se é característica da praia, achei uma praia mais “popular”. Bastante gente, criança, isopor..

 

A água estava deliciosa, mar calmo e temperatura boa. Ficamos lá aproveitando a praia e observando as pessoas por um bom tempo. Batemos papo com um casal do Paraná. No fim do dia resolvemos voltar. Chegamos no ponto e havia uma MEGA fila, ficamos lá esperando, o ônibus apareceu e fomos em pé mesmo.

 

Neste fim de tarde sentimos na pele o que é o transito em uma ilha. Não sei se tinha tido algum acidente ou se sempre é assim no domingo pós praia, o transito não andava, tudo parado. Levamos quase 2h da Barra da Lagoa até a praia Mole, percurso que faríamos em no max 20min. Já não agüentávamos mais ficarmos em pé, no calor e sem banheiro, saltamos do ônibus e fomos andando. Chegamos no hostel, banho e cama.

 

Acordamos umas 22h, nos arrumamos e fomos para o “De Raiz” (http://www.barderaiz.com), um bar em frente as Dunas da Joaquina que tava tendo uma roda de samba. O bar é legal, na entrada tem um bar onde vc pode ficar sentado bebendo e no segundo andar rola a roda de samba e se paga pra entrar. Claro que fomos ver como era o samba em Floripa, a galera tava bem animada e o grupo era legalzinho. Passamos a noite bebendo e dançando. Voltamos caminhando em zigue zague para o hostel. :lol:

 

Dunas da Joaquina

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Subir que era brabo

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Barra da Lagoa

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(5º dia) 23/01/2012 – segunda-feira

 

Acordamos bem mais tarde do que os outros dias e um pouco “ressacados”, tínhamos pensado em conhecer a Ilha Campeche, que tds falam ser linda, mas pela hora já não valia mais a pena pegar 3 onibus e depois um barco. Resolvemos ir ate a praia Campeche, ao menos dava pra ver a Ilha de longe rs

 

Pegamos um ônibus ate o terminal da Lagoa, depois outro ate o terminal Rio Tavares e de lá um ônibus para a praia Campeche. O dia estava nublado, a água tava fria. Nem ficamos mt tempo na praia e resolvemos ir pra outro lugar. Pegamos os diversos ônibus e descemos na Lagoa pra almoçar. Descobrimos o “Nosso Bar”, fica de frente pra Lagoa, é super bonitinho e tem PF super delicioso por um preço legal (+- R$16).

 

Eu, que já estava cansada de peixe, camarão, ostra e etc, pedi um strogonof de carne e uma Stella Artois pra acompanhar. A comida vem rapidinho, o prato é bem servido e o sabor fenomenal.

 

Depois desse almoço resolvemos ir para a praia Mole, pegamos o ônibus e fomos. O mar estava bem perigoso e nem entramos na água, ficamos sentados na areia aproveitando a vista até a hora em que o vento ficou mt frio, nos vestimos e fomos caminhando pro hostel.

 

Tomamos banho e fomos para a Lagoa. Lanchamos no Alecrim Laches, a casa oferece uns mega sanduíches de sabores variados: Tem X-camarao, X-coraçao (com coraçao de galinha), sanduíches vegetarianos... Tenha cuidado pra não pedir os sanduíches com mt recheio pq eles são realmente gigantes. Eu tive uma imensa dificuldade de comer um Cheeseburgur, mesmo depois de passar um dia inteiro na praia. Depois do “jantar” sentamos no “Peixe Frito”, um bar com música ao vivo, e ficamos curtindo o show e bebendo uma cerveja.

 

Praia Campeche e a Ilha ao fundo

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Praia Mole com o mar bravo

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(6º dia) 24/01/2012 – terça-feira

 

Ultimo dia em Floripa, já acordamos com saudade da cidade. Realmente a viagem superou minhas expectativas.

Acordamos, tomamos café e decidimos fazer uma trilha que fica bem próxima do hostel, no caminho para a praia Mole. A trilha que leva à Ponta do Gravatá.

 

O mapa sinaliza uma trilha bem mais curta do que a para Naufragados, a diferença é que ela seria feita, em sua maior parte, no sol. Levamos uns 30min de caminhada, com algumas paradas para fotografar, a vista é mt linda. A trilha é sem sombras, então aconselhos a fazer de manha ou depois das 16h. Não há bares, nem ambulantes, tem que levar água e o que for comer. Há uma única casa onde mora um cara, o Raphael bateu um papo com ele, mas não lembro o que conversaram. Há tb um abrigo para barcos e nada mais. A praia era só nossa, ficamos pegando sol, andando sobre as pedras e o Raphael foi dar um passeio por uma trilha que levava ate uma área com pinturas e esculturas em pedra rupestre.

 

Voltamos com o sol forte na cabeça, pois era nosso ultimo dia e precisamos arrumar as coisas, comprar lembrancinhas.. Saimos da praia direto para o “Nosso Bar”, onde almoçamos no dia anterior. Desta vez pedi bisteca suína. Rs

De lá fomos para uma parte da Lagoa depois da ponte onde tem farmácias, bares e lojas para comprar lembrancinhas. Compramos camisas, chaveiro, imas, cinzeiros.. e voltamos para o hostel para arrumar as coisas e ir dar uma volta pelo Centro de Floripa.

 

O check out tinha que ser feito ao meio-dia, mas tínhamos horas extras e ficamos no hostel ate umas 17h, pegamos um ônibus para o Terminal da Lagoa e lá um para o Centro. O ônibus deu uma mega volta e chegamos no Centro já no inicio da noite. O mercado municipal já estava vazio e as lojas do Centro fechando. Estávamos com fome e ficamos caçando um lugar pra comer, acabamos em um Mc Donald’s. Pra vc ter noção de como tava tarde, comemos com as portas da lanchonete fechadas, éramos os últimos clientes. Ao sair da lanchonete fiquei com um pouco de medo de ficar rodando pelas ruas vazias a noite, achamos melhor pegar o ônibus para o aeroporto.

 

Qnd colocamos os pés no aeroporto caiu a chuva da vida, a aeronave que nos levaria para o Rio demorou um pouco para conseguir pousar e nosso vôo acabaou atrasando quase 1h, mas no final chegamos ao Rio sãos, salvos e com saudades de Floripa. :wink:

 

 

 

vista da trilha

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Praia Mole vista da trilha

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Ponta do Gravatá

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Única casa do local

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Mercado Municipal

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Nós 3

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Oláaa, gostaria de saber se em floripa tem algum grupo de mochileiros que frequentemente fazer trilhas e trips,sou de sampa,tenho um grupo aqui,mas daqui alguns dias morarei em floripa e queria continuar com as trips,conhecer a galera e enfim fazer novas amizades ) Bjaao Aguardo resposta!!!

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