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Mochileiros de primeira viagem - Bolívia e Chile em 21 dias


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Um pouco depois do previsto, estoy aqui para retribuir toda a ajuda que tive para preparar esta increíble viagem à Bolívia e ao Chile, em novembro de 2011! Primeiro mochilão, com namorado fresco, para um lugar incomum e SUCESSO! Nada deu (muito) errado! ::cool:::'> ::cool:::'> ::cool:::'>

 

Todos os valores são para 2 pessoas!!!

 

Bora lá, então:

1º dia - São Paulo/La Paz

 

Realizei todo o trajeto pela LAN CHILE, sem problema algum na ida. Nosso itinerário foi Congonhas-Santiago-Iquique-La Paz, ou seja, um dia inteiro! O único desgosto que tive nestes trechos foi uma turbulência animal de Iquique para La Paz que, misturada com todas as bolachas e alfajores HAVANA (riqueza) servidos nos vôos, não fizeram nenhum bem para mim.

 

(Pausa para um esclarecimento: irei colocar alguns valores aqui, mas gostaria de informá-los que minha preocupação número 1 não era economizar ou fazer a viagem com o menor custo possível. Sendo assim, é possível que encontrem passeios/comidas/hotéis mais baratos do que consta neste humilde textex!)

 

Chegando em La Paz, aquele sol, pegamos um taxi (60bs) até o Hostal Copacabana (194bs, com TV a cabo). Descobrimos que nosso quarto era no 3º andar e é aí que a aventura começa. Nem eu, nem meu respectivo Victor Hugo sentimos mal estar em La Paz, mas a capacidade cardíaca e respiratória (seja lá o que isso signifique) fica bastante comprometida. Subir escadas em La Paz é considerado tentativa de suicídio. No primeiro dia, já não é mais tentativa (hihi). Cuidado, galera! Peçam um quarto baixo. Muita gente não “guenta” a mudança de altitude e pode dar merda.

 

No geral, o hotelzim é normal. Nada de muito bom, nada de muito ruim. A localização é muito boa para compras, mas é não é das melhores para passear. Não que seja longe de onde tudo acontece, mas na Bolívia qualquer três passos já é um esforço homérico.

 

Depois de 20 minutos deitadinhos para passar o cansaço causado por 16 degraus, fomos para rua. Compramos alguns snacks (bolacha Oreo, Snickers e Pringles reinam absolutos), acessamos a internet (2bs – 15 min) e fomos jantar no lugar mais bacana e gostoso de todos: Café BANAIS. Fica na Sagárnaga, S/N, atrás da Iglesia de San Francisco (lindíssima). Comemos umas sopinhas, com pão quentinho e cerveja artesanal dos deuses (84bs). Sério, a decoração é maravilhosa e a comida é demais. Vale MUITO se alimentar bem pelo menos uma vez, já que a comida da Bolívia, depois de 2 dias, meu irmão...

 

De quebra, ainda conhecemos dois irmãos italianos (na faixa dos 70) que iriam se aventurar pelo Salar. Muito massa!

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2º dia – La Paz (compras)

 

Primeira decepção com o Hostal Copacabana, o café da manhã incluso! Nunca comi nada tão ruim na minha vida. O negócio era café (péssimo, até para os padrões bolivianos), iogurte, uma pipoca esquisita, e um pão duro. A única coisa boa era a geléia. Sério, não se iludam com este plus (já que a maioria dos hostels não oferecem café).

 

Dia de bater perna na Calle Illampu! Como aconselhado por todos, deixamos para comprar nossas mochilas em La Paz e, realmente, valeu a pena! Pagamos 1490bs em duas mochilas da Doite (uma de 65l e a outra de 70l, se não me engano), ou seja, em torno de US$100 cada! Rodei bastante para achar, é verdade. A Tattoo, bem aconselhada no site, é incrível, mas cara para mim! Algumas lojas são muito mais baratas, mas tá na cara que vendem falsificados. Acabei comprando em uma loja grande, que fica em frente ao Hostal Copacabana. As meninas foram super amorosas (como quase todos os bolivianos que tiveram o prazer de nos atender) e explicaram tudo sobre as mochilas: o que era importante, quais eram mais resistentes, enfim, fofas.

 

Tinhamos a intenção de comprar as roupas para passar pelo Salar, mas essa brincadeira de comprar mochila demorou muito tempo. Precisávamos comer! Fomos então em um dos muitos milhares de frango frito desta cidade que cheira (ah vá) frango frito! Comemos no Pollo Copacabana, pertinho da praça Murillo, dois combinados que tinham vários pedaços de frango, batatas e um molhinho picante (48bs). Gostei.

 

Depois, esticadinha no Alexander Coffee (Av. Montenegro #1369) para a sobremesa. Decepção. Eu, que sou paulista, não tenho mais hábito de comer com pessoas fumando ao lado. Desagradável. Além disso, não achei que o café e o cheesecake que comemos (28bs) valiam o sacrifício.

 

Alimentados, fomos ver nossa viagem para Copacabana. Decidimos ficar apenas um dia, então, reservamos só o transfer (60bs - ida e volta - para os dois). Fomos pelo bus turistico, mas há ônibus comuns que são mais baratos e saem da rodoviária. Vão te levar para o mesmíssimo lugar.

 

Depois disso, compramos o bauru mais caro do mundo em um restaurante qualquer na Sagárnaga e CAMA! Não sobrou disposição nenhuma para viver a esbórnia noturna.

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3º dia – La Paz/Copacabana

 

Acordamos cedinho, compramos umas maças (5 por 10bs), e ficamos esperando o transfer que estava marcado para 7h30. Ah, neste dia, realizamos nosso primeiro saque internacional e deu tudo certo, amém! Que medo que dá deixar para sacar o dinheiro em terras bolivianas, mas foi tranquilo. Além disso, há caixas eletrônicos em todas as esquinas de La Paz. Muito melhor do que muitas cidades em Terras Brasilis.

 

A viagem para Copacabana é linda! Todos os pedacinhos de água que começam a aparecer criam uma expectativa e quando o Titicaca finalmente aparece... UAU! É enorme! Não acaba nunca! Boa parte da viagem é em um trecho de “serra”, então, a visão que se tem do lago é esplêndida! Primeiro trecho WOW. O percurso demorou em torno de 3hs. Chegando lá, fomos para o Hotel Utama (Michel Perez, s/n), que merece um parágrafo.

 

O hotel é arrumadinho, com funcionários bem treinados, bananas, chás e balinhas de grátis, quarto super limpinho (chuveiro meio ruim, mas ninguém é perfeito), vista para o lago e um café da manhã muito recheado, com panquecas e geléias e pães frescos. Tudo isso por US$25. Dica boa: aproveite para usar seus dólares rotos para pagar estes hotéis. Qualquer rasgadinho na ponta é motivo para que as casas de câmbio não aceitem o dinheiro. Cuidado para não morrer com dinheiro nos bolsos.

 

Hospedados, almoçamos a truta fantástica deste lugar. Meu, que peixe bom!!! Delícia. Um prato que dava para 2, com alguns legumes e muitas papas saiu por 60bs (Restaurante Bambu, na rua dos barquinhos). Comam quantas trutas derem na sua estada em Copa.

 

Aí fomos para Isla del Sol (30bs – ida e volta para 2). Essa parte, eu gostaria de pular. Decidimos não dormir na ilha, portanto, pegamos o barco às 13h e compramos a volta para 17h. Nem eu, nem Victor Hugo somos muito ligados nestas questões espirituais dos ancentrais incas, portanto, não tinha motivo para ficar na ilha. Entretanto, não sabíamos que o percurso demorava 1h e ½!!!! Ou seja, tinhamos apenas 1 hora para conhecer a ilha e 3 horas de percurso!!!

 

Enfim, não conhecemos nada, principalmente porque o barco foi para a parte norte, que não é a mais parte bonita. Mas vi a minha primeira lhama! Valeu por isso. E pelos sistema de plantação e irrigação inca.

Sendo assim, a minha dica é: reserve mais tempo e pegue um barquinho que te deixe na parte sul da ilha. Aí você pode fazer o percurso a pé (cansativo, hein! Lembre-se da altitude) ou ir de barco para o outro lado da ilha...

 

Jantamos uma pizza com refrigerantes (70bs) no restaurante de uma argentina que tem filhos lindos e simpáticos (La Pasta). A pizza estava até que boa, mas o melhor era a trilha sonora de excelente gosto. Os bolivianos, inclusive, me impressionaram! Eles tem uma seleção musical incrível, recheada de boa MPB! Não ouvi nenhuma vez a flautinha tão conhecida pelos frequentadores da Praça da Sé!

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4° dia – Copacabana/La Paz

 

Café da manhã daquele jeito e bora subir o Cerro Calvário. Cansativo, mas vale muito! Que vista linda! As fotos que vemos por aí não é nem metade da beleza daquele lugar, com aquela água azul e cristalina. Segundo momento WOW!

 

Almoçamos e ficamos caminhando pela cidade, que é muito gostosa. Pegamos o ônibus de volta e voltamos para La Paz.

 

Chegando em La Paz, decidimos trocar de hostel. Fomos para o Torino, que achamos melhor localizado e com uma estrutura mais organizada. Tentamos fechar os passeios de Chacaltaya e Tiwanacu, mas só conseguimos Tiwanacu (60bs)! Outra dica boa: descobrimos que não é todo dia que sai grupo para o Chacaltaya e somente se houver um determinado número de pessoas. Se você faz questão de subir esta montanha, vale a pena dar uma passadinha no primeiro dia de viagem para já reservar. Eu, como estava bem de boa de fazer esforços, nem achei ruim.

 

Jantamos num McDonalds local, chamado Silpichs. O lugar só tem boliviano! Não vi nenhum turista, mas logo percebemos o motivo: precisa ter estômago forte para aguentar o bagulho. É um prato com arroz, coberto com um zoião, coberto com um tipo de carne que parece um carpaccio (só que frito), coberto com um vinagrete! E o pior: é gostoso! Hahaha! Dá para dividir entre dois sem dó e o combinado, que vem com refrigerante, saiu por 32bs.

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5º dia – La Paz (TIWANACU)

 

Passeio pelo Tiwanacu (entrada - 80bs). Interessante, vai! Os guias são bem preparados e contam a história bem completa das civilizações incas. Minha única queixa é a rapidez que se passa pelos sítios e pelos museus. Me senti na CVC. Além disso, conheci um pessoal que estava vindo do Peru e disseram que, para eles, foi muito repetitivo. Eu preferia ter visto o filme do Pelé, mas foi bom!

Nesses passeios, aproveitem para fazer amizades! As melhores dicas que eu tive sobre o que fazer, onde comer, que agência fechar, foi da galera que a gente encontrava pelos transfer! E vale tudo, espanhol, portunhol, espenglish, mímica... Comunique-se. Não importa de qual forma (apesar do inglês facilitar).

 

Almoçamos num restaurante que estava no caminho (mas não estava incluso) muito gostosinho. De entrada, tinha uma sopinha de quinoa que já matava a fome (muito bom), o prato principal dava direito ao usual (batatas, arroz, alguns legumes) e você podia escolher entre peixe, frango, porco ou lhama! Fui de peixe, mas meu namorado teve coragem de comer a pobre lhama. Eu experimentei, mas não é bom... A carne é dura e Victor Hugo garante: dá flatulências! Haha!

 

Neste passeio conhecemos um grupo bacana, com duas brasileiras, que nos convenceram a partir para o Uyuni de ônibus. Fiquei com um pouco de medo, já que tinha lido um monte de contras aqui no site, mas, quem não gosta de companhia?! Acabamos fechando. Pagamos 195bs pelo transfer até o Uyuni e mais 850bs pelo passeio pelo Salar (cada, sendo 3 dias e 2 noites, sendo deixados em San Pedro de Atacama). A gente até sabia que dava para achar mais barato, mas dá preguiça ficar andando em La Paz, então, pagamos um pouco mais caro.

 

No jantar, fomos comemorar as amizades feitas em uma “Parrillada” argentina. Conhecemos um casal de suiços, muito boa gente, que nos contou que na Europa a carne é muito cara. Eles só tem o privilégio de comer um boizinho 2 vezes por semana. Acho que é verdade porque quando eles viram o pedaço graudíssimo de carne chegando na mesa, lágrimas vieram aos olhos! Hahahaha! Sério, olhinhos iluminados... Eles ficaram muito felizes! Nessa hora eu pensei: “CHUPA ZEUROPA”! Pedimos um vinhozinho e umas sobremesas ruins (que descobri ser comum na Bolívia) e gastamos 210bs! Aí... Esse f*deu com o orçamento, mas valeu pela amizade.

 

Depois do jantar, fomos para uma festa num party hostel (Wild Rover Backpackers - Calle Comercio, 1476, La Paz). Esse lugar é muito, muito legal. O hostel tem um bar muito arrumadinho e cada dia eles fazem uma festa temática diferente. Quem está hospedado não paga a cerveja, quem não está paga só a bebida... Show de bola!!!

 

Como era minha primeira viagem internacional, não estava acostumada com o estilo gringo de badalar. Chegamos cedo, estavam quietinhos, cada um na sua mesa, gente jovem reunida... Conforme fomos adentrando a noite, e a bebida começava a subir, a festa foi esquentando! Achamos um quarto com fantasias, a galera começou a “meio que” dançar, mulherada subindo no balcão... A coisa ficou animada! Me diverti pacas! Fizemos de tudo para o DJ tocar uma brazilian music, mas o mais próximo que chegamos foi um “Macarena” de leve.

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6º dia – La Paz/Uyuni

 

Pense em um dia cansativo. La Paz estava tão legal que eu não queria comprar coisas para o Salar, sendo assim, deixei para o último dia sem lembrar que eu teria que: a) conhecer a zona sul de La Paz, b) lavar as roupas, que já estavam escassas, c) fazer as malas, d) ir para a rodoviária. Ou seja, estava corrido e eu tinha ido numa festa boa no dia seguinte. Acordamos cedo e fomos tomar café no Fridolin (6 de Agosto, 2415, La Paz). Café da manhã TOP demais. Lembro que eu tomei uma jarra de suco de pêssego natural deliciosa, com umas empanadas, uns tipo de pão de queijo, estava MUITO bom. Pagamos 75bs e saimos rolando para as compras. Outro lugar que vale muito a pena conhecer em La Paz. Dá uma passadinha. Vale mais a pena do que ir no Alexander Coffee e sair cheirando cigarretes.

 

Aí fomos as comprar. Decidimos não comprar roupas de frio para o Salar. Conhecemos um casal que estava voltando de lá e disseram que um moleton com uma meia calça (ou segunda pele, para os hominhos) já era suficiente (e realmente foi). Sendo assim, além de comprar todas as echarpes/lenços da Bolívia, só peguei uma blusa de lã e luvas. Quando já era tarde demais para isso, pegamos um taxi para a Zona Sul, para ver a riqueza de perto (táxi por 38 bs, ida e volta). Tinha visto que lá haviam muitos shoppings, mas era domingo e estavam fechado. Áh! Que bom que eu corri tanto chegar aqui! Rs!

 

A zona sul é outra La Paz. Cáos no trânsito? Não, não tem. Vendinhas na rua? Não, não tem. Carros da década de 20? Não, não tem. Parece qualquer cidade grande. A coisa mais legal que fizemos lá foi ir num supermercado, mas nem valeu a pena. Os preços são muito parecidos com os das vendinhas lá de riba.

 

Chegamos na realidade de La Paz já era tarde, nós dois verdes de fome e com pavor de coentro o que basicamente significa Burguer King. Depois de comidos, voltamos para o hotel Torino, fizemos a mala, nos despedimos dos funcionários, que foram sempre muito simpáticos, e catamos o táxi para a rodoviária para irmos ao Uyuni.

 

Viajamos em um semi leito que deve ter sido fabricado em 60, mas a viagem foi tranquila para mim. Não tanto para o Victor Hugo, que sentiu todas as curvas da estrada e todos os cheiros do povo e do banheiro logo ali. Nem para nossa coleguinha que fez 12 horas de viagem sentada (o semi leito estava quebrado) e do lado de uma criança (única da viagem) que chorava a cada buraco, ou seja, aaalllll the time!!!

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7º dia – La Paz/Uyuni

 

Dia do descanso. Tomamos café com panquecas, geléia, suco de laranja, huevos revoltos (ovos mechidos), leite, café, manteguinha por 75bs. Esse preço é o padrão. Todos os lugares cobravam mais ou menos isso. Almoço mais ou menos por 85bs (preço padrão, também).

 

A cidade não tem nada. Toda hora chega gente, mas logo partem para o Salar. É uma cidadezinha de passagem, mas gostosa. Tem uma pracinha super charmosa. Achamos muito vantajoso parar para descansar.

 

Fechamos o hotel lá mesmo. Não tinhamos reserva. Não lembro o nome do hotelzinho, mas paguei 140bs o quarto de casal, com banheiro privado e TV a cabo. Estava mais barato que os hostels.

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8º, 9º e 10º dia – Salar do Uyuni (passeio fechado)

 

Aquele passeio tradicional. PONTO IMPORTANTE: Leve dinheiro (bolivianos). Tivemos diversos problemas de percurso porque não fomos informados em momento algum sobre as taxas que são cobradas durante toda a viagem. Sabíamos apenas que os banhos eram cobrados e levamos dinheiro para isso. Além disso, nenhum lugar aceita dolár e quem faz câmbio nestes lugares quer te extorquir.

 

As taxas são:

 

Laguna vermelha – 150bs por pessoa

Taxa da fronteira – 15bs por pessoa (temos dúvida sobre a legalidade, mas enfim... Não passa se não pagar).

 

De resto, é lindo mesmo! De tirar o fôlego. O Salar é divertidíssimo, as lagunas são fedidas, os flamingos são aristocratas disfarçados. Mais uma vez, só conseguimos prosseguir a viagem graças a boa vontade das pessoas que cruzamos, que trocaram dólares num câmbio interessante, juntaram moedinhas, deram apoio moral! Valeu, galeeeraaa!

 

Balanço geral – Bolívia

 

Gastos até o momento: US$1022,85 = R$1819,16 (à época)

Média diária por pessoa: R$90,95

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