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8 dias em Foz do Iguaçu e vizinhanças - Parte 1: Foz do Iguaçu


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• Loja Varietá, Av. Jorge Schimmelpfeng, 683, ao lado do Hotel 3 Fronteiras. Se quiser camisetas de lembrança a preço melhor, essa loja tem algumas opções. Foi uma das poucas lojas desse gênero que vi no centro

 

Dicas de moeda/câmbio - real x peso x dólar x cartão de crédito:

 

• há quem diga que prefere pagar em real tanto em Puerto Iguazú quanto em CDE, outros dizem que compensa usar pesos e dólares, respectivamente. Alguns ainda recomendam fazer câmbio em Puerto Iguazú e em CDE por causa da cotação que é melhor. De qualquer forma, sempre em agências bem conhecidas. Foram citadas no fórum, Alberdi, Bonanza e Maxi em CDE. Em Puerto Iguazú, o Banco de La Nacion, a Argecam e a Libres S/A na aduana argentina conhecida por ter uma das melhores cotações. Deve-se observar que a cotação varia continuadamente e é difícil comparar, no final das contas só faz diferença se o montante cambiado for grande. É muito trabalhoso fazer pesquisa: ver valor em Foz, ir para outra cidade para ver o valor e ter que voltar se o primeiro valor for melhor. Perde-se tempo e dinheiro com esse deslocamento a troco de centavos, que só representa vantagem em grandes trocas. Outro agravante é que se sobrar moeda estrangeira e você quiser trocar de volta por real, vão te pagar pouco, claro

• se quiser fazer mais contas para economizar, veja se compensa usar o cartão de crédito. Normalmente a cotação da fatura do cartão é melhor, mas incide IOF de 6,38% sobre as transações. Se houver sobretaxa, é praticamente certeza que é mau negócio. Vantagens do cartão: não precisa carregar dinheiro vivo e normalmente tem programa de pontos para troca por produtos e milhagens

• se tiver que usar cartão, prefira o débito sobre o qual incide IOF de 0,38% e a sobretaxa que algumas lojas impõem costuma ser menor. O único problema é que ou o débito não é aceito ou não entendem e passam no crédito mesmo

• particularmente, fiz mau negócio comprando pesos numa casa de câmbio na minha cidade, paguei caro e só tinha notas de 100. Por acaso, em Foz de Iguaçu, no Cataratas JL Shopping, encontrei uma casa de câmbio cuja cotação tanto para compra de peso quanto de dólar estava bem melhor. Comprei mais alguns pesos e recebi trocado, mas eram notas velhas e não havia controle, simplesmente cheguei e troquei. Na minha cidade, tivemos que preencher um cadastro para registro do câmbio efetuado, os números de série das notas fornecidas foram xerocados e tive que assinar o recebimento dessas notas. Segundo a funcionária, é um controle devido ao grande número de notas falsas em circulação

• observe horário de funcionamento das casas de câmbio e reserve um tempo para fazer a troca de moedas. Ao deixar para cambiar em Puerto Iguazú ou CDE, deve-se considerar que vai perder tempo nisso e se estiver de ônibus, pode atrasar. Por exemplo, se optar pela Libres S/A na aduana argentina, terá que esperar pelo próximo ônibus, pois provavelmente não dará tempo de fazer a imigração e cambiar. Particularmente achei melhor cambiar antecipadamente em Foz do Iguaçu, mais tranquilo, a cotação estava boa e consegui trocado, além de ficar sossegada no dia do passeio sem me preocupar com isso, pois os pesos já estavam no bolso. Por curiosidade, consultei um casal que cambiou na Libres S/A e naquele dia estava 2 centavos mais caro do que paguei na casa de câmbio em Foz do Iguaçu, ou seja, não foi vantagem e eles tiveram que esperar pelo próximo ônibus

• em Puerto Iguazú, se for ao Parque Nacional Iguazú terá que obrigatoriamente comprar pesos para pagar a entrada no parque. Convém comprar pesos para o transporte local também. Não perguntei se aceitava reais, mas um casal brasileiro sem pesos me disse que o motorista fez câmbio de R$ 1,00 para P$ 1,00, bem salgado. Levei pesos com folga e o que sobrou virou alfajor... Dentro do Parque Nacional Iguazú e em algumas lojas e restaurantes do centro compensava mais pagar em pesos do que em reais, mas a diferença era pequena. Algumas lojas do centro mostravam a cotação usada na vitrine e era exatamente igual ao da casa de câmbio em Foz do Iguaçu. Não fiz as contas para ver se compensava pagar no cartão de crédito

• em CDE, nas lojas pelas quais passei, vi que compensa mais pagar em real do que em dólar, pois a cotação usada era a mesma da casa de câmbio em Foz do Iguaçu. Em várias das lojas era até 1 ou 2 centavos mais barato. Se quiser, leve um pouco de dólar só para garantir. Não compensa usar cartão de crédito, pois usualmente as lojas sobretaxam a 10% e você ainda tem que considerar o IOF de 6,38%. Além disso, muitos acham inseguro usar cartão em CDE

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• Hotel Continental Inn Cataratas, Av. Paraná, 1089, Centro, 2102-5000 / 3033 / 0800 707 2400, [email protected], [email protected] / http://continentalinn.com.br/ Localização boa, um pouco longe do ponto de ônibus para as Cataratas, mas perto do Cataratas JL Shopping. 111 Apartamentos e 13 suítes luxo, todos com piso em madeira, frigobar, ar condicionado split, TV a cabo, telefone, ducha com aquecimento central, box blindex e secador de cabelos. Tem piscina, fitness center, sauna, sala de jogos, playground, quadra de tênis. Ótimo hotel, confortável, agradável, bom café da manhã. As únicas ressalvas são que a internet, o cofre e a sauna são cobrados à parte

 

Outras opções:

• Albergue Paudimar. Tem dois, um no centro e outro na Av. das Cataratas. É bem citado pelos mochileiros

• Hotel Rouver (Centro) caiu no gosto dos mochileiros, é um dos mais citados, tido com simples, mas bom e bem localizado. Tem um ponto de ônibus praticamente em frente ao hotel, que atende os principais pontos turísticos

• Hotel Coroados (Centro) também foi citado por algumas pessoas

• Hotel Villa Canoas (Centro)

• Hotel Tarobá Express (Centro) citado como uma boa relação custo/benefício, próximo do TTU. Disseram que é bom para casais e famílias, que querem mais conforto a preço acessível

• Hotel Canzi (Av. das Cataratas). Disseram que é o mais próximo do Parque, a 500 m, sendo possível ir a pé. Na verdade, existe um ainda mais próximo ao parque, mas é um resort

 

Dicas de hospedagem:

• mesmo fora de temporada, ou seja, nos meses que não são férias escolares, dizem que a cidade recebe muitos turistas por conta de eventos e congressos que ocorrem o ano inteiro. Acho que vale a pena reservar com antecedência, mas pesquise antes, pois tem muita opção, uma vez que tem a terceira maior rede hoteleira do país. Parece que as opções mais em conta ficam no centro, perto da Av. Brasil

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• Tempero da Bahia, R. Mal Deodoro, 1228, 3025-1144, buffet no almoço, à la carte no jantar. Moquecas. É bom, ambiente simples, mas agradável, preço médio. A moqueca estava boa, quantidade média, mas com bastantes frutos do mar, tempero bom, mas achei meio aguada. O caldo poderia estar mais cremoso, mas sei lá, não entendo de moquecas, talvez seja assim mesmo

• Vó Bertila, Rua Bartolomeu de Gusmão, 1116, 3028-0170 / Fax 3028-0168, [email protected], www.vobertila.com.br, cantina italiana com massas e pizzas. É bem aconchegante com decoração bonita, ambiente agradável e preço médio. A massa é bem servida e não é cara. Pedimos uma salada de entrada que veio muito caprichada, grande e cheia de palmito

• Cantina 4 Sorelle, R. Almirante Barroso, 1336, 3523-1707, buffet por kg no almoço, à la carte e rodízio no jantar. É bom, decoração legal, ambiente agradável, preço médio. Os pratos não são caros, a massa é boa e a quantidade é média. Se for pedir sobremesa, acho que compensa mais pegar o rodízio de uma vez, pois o preço fica quase na mesma. Tem dois tipos de rodízio, um mais simples e outro mais completo

• Trapiche, R. Mal Deodoro, 1087, 3572-3951. Pescados, surubi e paella são os mais pedidos. É bom, ambiente simples, mas agradável, preço médio. Comemos um surubi grelhado bem servido, gostoso, com muitos legumes

• Chef Lopes, R. Almirante Barroso, 1713, 3025-3334, [email protected], www.cheflopes.com.br, buffet no almoço, à la carte no jantar. Disseram que o buffet do almoço é muito bom, com muita variedade. À noite, os pratos são individuais e é um pouco caro, mas a comida é ótima, o ambiente muito agradável e o atendimento excelente. O risoto e o chorizo que comemos estava muito bom. Na minha modesta opinião, o chorizo deles não fica a dever para o chorizo do El Quincho del Tio Querido, além de ter mais acompanhamentos. Quanto ao preço, na conversão de pesos para reais, o argentino fica um pouco mais barato

• Porto Canoas, dentro do Parque Nacional do Iguaçu, 3521-4446, buffet. Decidimos nos dar ao luxo, comer com vista para o rio, mas achei que não valeu a pena, o buffet é fraco pelo preço, poderia ser melhor tanto em variedade como em qualidade. Estava lotado, tinha poucos funcionários que se esforçavam, mas não davam conta de atender todos. Pelo preço cobrado deveriam contratar mais funcionários. Relação custo/benefício do restaurante é ruim, pois pelo preço deveria ser mais caprichado em tudo

 

Outras opções:

• Rest. do Super Muffato Boicy (Hotel Rouver), R. 24 de Março, 386, Boicy, 2102-1900 / fax 2102-1903, [email protected]

• Rest. do Super Muffato JK (TTU), Av. Juscelino Kubitschek, 1565, Centro, 2102-1800, [email protected]

• Rest. Picanha na Pedra, Av. Jorge Schimmelpfeng

• Armazém Trapiche, Rua Edmundo de Barros, 458, 3572-0007, [email protected], www.armazemtrapiche.com.br, parrilhada de peixes

• Rafain Churrascaria Show, Av. das Cataratas, 1.749, Vila Yolanda, 3523-1177, seg-sáb das 11h30-16h30 e 19h30-23h, dom das 11h30-17h, [email protected], www.rafainchurrascaria.com.br Buffet variado e show latino Americano. Não experimentei. Alguns falaram muito bem, outros não gostaram, disseram que é "pega-turista", que a comida não vale o preço cobrado e o show é fraco

• Oficina do Sorvete, Av. Jorge Schimmelpfeng, 244, 3028-0918, [email protected], www.oficinadosorvete.com

 

Dicas de alimentação:

• há vários restaurantes no centro, mas ficam espalhados e à noite, com o comércio fechado, as ruas ficam desertas dando uma impressão ruim para caminhar. Como gostamos mais de natureza do que baladas, então dormimos cedo e acordamos cedo. Dessa forma, saímos para jantar cedo e retornamos logo ao hotel, andando a pé mesmo, mas não era agradável, era muito deserto

• Na Av. Jorge Schimmelpfeng há várias opções de restaurantes, lanchonete e barzinhos como Mc Donalds, Pizza Hut, Pizza Park, comida japonesa, chinesa, etc

• há restaurantes acessíveis, buffet por kg, dentro dos supermercados do centro como BIG e Super Muffato

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Receptivos turísticos/translados aeroporto/hotel, passeios:

• Loumar Turismo, Av. República Argentina, 1700, Centro, 3521-4000 / 3521-4005 (fax), [email protected], http://www.loumarturismo.com.br

• Paudimar Turismo, Av das Cataratas, Km 17,5, Loteamento São João, 3529-6549 / 9133-7081, [email protected], http://www.paudimarturismo.com.br

 

Parece que é a mesma agência, mas segmentos diferentes, que oferece passeios dentro e fora do parque:

• Macuco Ecoaventura, Rod. das Cataratas, km 20, Parque Nacional do Iguaçu, 3529-9626, diar das 9-17h, [email protected] / hhttp://ttp://www.macucosafari.com.br/br/macuco-ecoaventura Passeios oferecidos dentro do parque: Trilha do Poço Preto, Trilha das Bananeiras, Floating, Passeio do Porto Canoas, Linha Martins, Bird Watching

• Ilha do Sol, Rod. das Cataratas, km 25, Parque Nacional do Iguaçu, 3574-4244 / 3529-6262, diar das 9-17h30, [email protected] / http://www.macucosafari.com.br/br/macuco-safari Passeios oferecidos dentro do parque: Macuco Safári de barco, Rafting

• Cânion Iguaçu, Av. das Cataratas, km 27,5, Parque Nacional do Iguaçu, 3529-6040, [email protected] http://www.macucosafari.com.br/br/canion-iguacu Passeios oferecidos dentro do parque: Arvorismo, Tirolesa, Escalada em Muro, Rapel e Rafting

• Macuco Ecoaventura, Terminal Turístico de Três Lagoas (Lago de Itaipu), escritório: 3529-9864 / 6262 / 7976, [email protected], http://www.macucosafari.com.br/br/kattamaram Passeio Por-do-sol, ter-dom, saída às 18h, duração de 1h30, inclui mesa de frutas; Almoço aos domingos, saída às 12h, duração de 3h, almoço com música ao vivo; Luau no Kattamaram, saída às 21h, duração de 3h, jantar com música ao vivo. Transporte até o local de embarque é opcional, cobrado à parte

• Macuco Safári, R. Dourado, 111, Clube de Pesca Maringá, 3527-1444 / 3529-6262, [email protected] / [email protected], http://www.macucosafari.com.br/br/macuco-safari Passeio Porto Bertoni (Iguaçu Explorer) ter-dom, saídas às 9h e 14h com reserva, duração de 3h30m + caminhada pela aldeia; Passeio das Águas (Iguaçu Explorer) ter-dom, saídas às 9h e 14h com reserva, duração de 2h30m; Pesca Esportiva (no Rio Paraná ou no Lago de Itaipu), sob reserva, duração de 4 ou 8h, exceto no período da Piracema, entre 01 de novembro e 28 de fevereiro

 

Esportes Náuticos no Lago de Itaipu, esqui aquático, vela, jet-ski:

• Porto Meira, 3527-1444 / Fax 1916

• Iate Clube Lago de Itaipu (ICLI), Av. Inácio Reuter Sotto Maior Pedroso, s/n, 3577-1315, [email protected]

 

Câmbio:

• Fiz câmbio numa agência localizada no Cataratas JL Shopping

• Fitta Câmbio, Av. Brasil, 1251 Sl 04, Centro, 3027-3434, [email protected], [email protected], http://www.grupofitta.com.br seg-sex das 8h30-17h, sáb das 8h30-12h30. Recomendaram, mas não experimentei

• Bancos também fazem câmbio, mas acho o horário de funcionamento meio restrito

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Contatos úteis:

• Prefeitura, Praça Getúlio Vargas, 280, Centro, 2105-1000

• Secretaria Municipal de Turismo / PIT Central e Teletur, Av. das Cataratas, 2.330, Jd Bourbon, 7-23h, 2105-8100 / 8102 / Fax 8114 / 8115 / 0800 451516, [email protected], [email protected]

• PIT Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu/Cataratas, Rod. das Cataratas, km 16,5, 3521-4276, 8-24h

• PIT Rodoviária Internacional de Foz do Iguaçu (Centro Integrado de Atendimento da Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu), Av. Costa e Silva, s/n, 3522-1027, 6h30-18h

• PIT TTU, Travessa Luiz Gama, Centro, 3523-7901, 8-18h30, [email protected]

• Receita Federal, Av. Paraná, 1227, Jardim Polo Centro, 3520-4300 / 3573-1290

 

Links úteis:

Prefeitura de Foz do Iguaçu

Cataratas S.A.

Viajantes

 

Dicas gerais:

• o centro de Foz do Iguaçu não é turístico. O comércio é voltado para os moradores da cidade e funciona no horário comercial usual. Vi poucas lojas do tipo para turista, vendendo souvenir e artesanato, que passaram quase despercebidas no meio do comércio local. O COART tem horário bastante restrito, fecha no horário do almoço e encerra às 17h30min. O Centro Artesanal e Turístico de Foz do Iguaçu, na Av. das Cataratas, parece que fica aberto até mais tarde. Para quem quer dar uma volta à noite, olhar lembrancinhas, bater perna à toa, não tem opção

• no centro de Foz do Iguaçu, à noite com o comércio fechado, as ruas ficam desertas e para quem não conhece, dava um pouco de receio, uma impressão ruim para andar a pé. Saímos para jantar, mas sempre retornávamos cedo ao hotel

• não sei se todo voo faz essa rota, mas no voo que eu peguei GRU-IGU, o comandante avisou que as cataratas podiam ser avistadas pelos passageiros do lado esquerdo do avião

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Resumo, 3 países em um só destino de férias - Foz do Iguaçu: cataratas, Parque das Aves, Itaipu, Templo Budista e Mesquita Muçulmana. Puerto Iguazú: cataratas e o centrinho bem turístico com muitas lojas e restaurantes. Ciudad del Este: compras. Obviamente as 3 cidades têm mais atrativos, mas parece que os viajantes basicamente se detêm a esses roteiros. Inclusive CDE é praticamente citada apenas em relação às compras.

 

Roteiro sugerido: 1.o dia: Parque das Aves + Parque Nacional do Iguaçu (lado brasileiro), 2.o dia: Parque Nacional Iguazú (lado argentino), 3.o dia: Parque Nacional Iguazú (lado argentino) aproveite para ver o que não deu tempo no dia anterior e faça a Aventura Náutica que parece ter a melhor relação custo/benefício + La Casa Ecológica de Botellas*, La Aripuca*, Refugio GüiráOga*, 4.o dia: Itaipu (Circuito Especial) + Templo Budista + Mesquita Muçulmana (+ Recanto dos Cactos, se quiser encaixar nesse dia), 5.o dia: CDE. Há mais opções de atividades e passeios, dentro e fora dos parques. Aproveite uma das noites para ir ao Dutty Free Shop e/ou Casino Iguazú com transporte gratuito. Se quiser também dá para aproveitar a noite de sexta ou sábado para ver a Iluminação da Barragem de Itaipu.

 

Comumente os turistas, principalmente os brasileiros, fazem roteiros bem curtos de feriado prolongado ou até mesmo de final de semana. Estes normalmente combinam num dia: Parque Nacional do Iguaçu (lado brasileiro) + Parque Nacional Iguazú (lado argentino) ou Itaipu + Cataratas (lado brasileiro ou argentino) ou CDE + Cataratas (lado brasileiro ou argentino). Esse tipo de roteiro é melhor aproveitado com o uso de táxi ou van de agência de turismo para os transfers entre os atrativos, pois o transporte coletivo é mais demorado e consome tempo, que é primordial nesse caso.

 

Fiz um roteiro longo, 6 dias inteiros de passeio, 8 dias no total incluindo o dia de chegada e o de partida. Tinha 10 dias de férias, então decidimos curtir e não fazer uma "maratona", quando você tem que acordar muito cedo para aproveitar o dia e faz um roteiro apertado para ver o máximo de atrações turísticas no menor tempo possível. Copiei o termo "maratona" que foi usado por outro viajante e traduz bem a ideia desses roteiros corridos. Segui o roteiro acima, com exceção que incluí mais um dia, no qual fiz Parque das Aves com tempo para poder tirar muitas fotos das aves e fiz o sobrevoo de helicóptero

 

* não fui, mas parece bom e ficam próximos, acho que dá para ir a pé de um para outro

 

Até q enfim, o relato propriamente dito:

 

Quarta, 22/02/2012 - dia ensolarado/parcialmente nublado

Aeroporto de Guarulhos, Aeroporto de Foz do Iguaçu, Hotel Continental Inn, centro

Chegamos cedo ao Aeroporto de Guarulhos, no novo Terminal 4, pois o voo era Webjet. Só tinha uma lanchonete fraquinha nesse terminal, assim pegamos o ônibus gratuito para os Terminais 1 e 2. Fizemos hora e depois retornamos ao Terminal 4. Primeira vez pela Webjet, avião bem apertado, a poltrona não reclina e não servem nem água. Algumas poucas opções fraquinhas são vendidas por preço bem salgado. Comemos ovinho de amendoim e panetone. Peguei o resto do panetone do café da manhã, pois se deixasse em casa ia estragar, no final virou a versão farofa de voo. Chegando a Foz de Iguaçu, vimos muita área de mata preservada em volta do rio. O comandante disse que as cataratas podiam ser avistadas pelos passageiros do lado esquerdo do avião. Estávamos do lado direito, então teríamos que fazer o sobrevoo de helicóptero para poder vê-las.... Parei no PIT do aeroporto, peguei um mapa. Com malas, decidimos ir de táxi ao Hotel Continental Inn Cataratas. O hotel era muito bom, mas a internet, o cofre e a sauna são cobrados à parte. Depois de instalados, resolvemos dar uma volta pela cidade para fazer um reconhecimento geral. Perguntamos na recepção do hotel sobre comércio e indicaram a Av. Brasil, mas estava tudo fechado. O centro é como de uma cidade comum, não é turístico, lojas funcionam apenas no horário comercial. Não parecia muito bom para andar a pé. Passamos pela COART, mas também estava fechado. Fomos ao Restaurante Chef Lopes, que é um pouco caro, mas muito bom. Voltamos para o hotel rapidinho, pois o centro fica deserto e é meio sinistro, embora ainda fosse cedo.

 

Quinta, 23/02/2012 - manhã ensolarada/nublada, tarde com chuvas fracas e rápidas

Parque Nacional do Iguaçu: Trilha das Cataratas, Macuco Safari

Perguntamos para o recepcionista do hotel onde pegar o ônibus para as cataratas e ele indicou o ponto em frente ao Hotel Rouver. Fomos para lá e pegamos o ônibus cheio, praticamente só de turistas e alguns poucos funcionários do Parque das Aves e do Parque Nacional do Iguaçu. A maior parte dos turistas eram mochileiros estrangeiros e vários deles circulavam com mochilas enormes, pois essa linha passa pelo aeroporto. No parque, pegamos o ônibus e seguimos direto até o ponto da Trilha das Cataratas. Oferece belo visual panorâmico das cataratas, pois a maior parte dos saltos está localizada no lado argentino e fica de frente para os nossos mirantes. É possível ver parte das passarelas e da estrutura argentina. Capas de chuva em nós e caixa estanque emprestada na máquina, rumamos para a Passarela da Garganta do Diabo. Venta muito e encharca se não estiver com capa. É mais divertido do que panorâmico, pois com tanto vento e névoa, fica difícil admirar a paisagem. Seguimos até o Espaço Naipi, onde tem o elevador panorâmico e passarelas na base e no topo do elevador. Na base ficamos bem perto de uma grande queda. Tem um congestionamento para subir. Seguimos rumo ao Restaurante Porto Canoas. Na Praça Santos Dumont havia uma profusão de quatis, mas turistas não estavam comendo e pareciam bem cuidadosos, de modo que não vi nenhum acidente. Fomos para o Restaurante Porto Canoas, pois decidimos nos dar ao luxo, comer com vista para o rio. Achei que não vale a pena, o buffet é fraco pelo preço, poderia ser melhor tanto em variedade como em qualidade. Pegamos o ônibus na Estação Porto Canoas até o Macuco Safári. Era o double deck e tinha lugar lá em cima, mas descobrimos o porquê. Estava garoando e fazia até um pouco de frio com o vento. No Macuco Safári, eles não dão nada, nem um saco plástico pra proteger os objetos pessoais. Alugamos um armário na lojinha que tem ali ao lado do quiosque do Macuco Safári. O tempo estava feio, chuviscando um pouco. Decidimos ir assim mesmo, afinal ia molhar de qualquer jeito com chuva ou sem. Partimos num grupo cheio de estrangeiros, só tinha 4 brasileiros. A guia seguiu falando em português e inglês. Subimos num carrinho elétrico que anda por uma estrada estreitinha no meio da mata. Faz algumas paradas no meio do caminho, onde o guia mostra algumas espécies nativas, nada demais. Ele segue até o embarcadouro, mas quem quiser descer antes faz uma trilha, mas é bem fraquinha, curta e toda pavimentada. No meio do caminho passamos pelo Salto Macuco, mas é fraquinho também, pois é só um fiozinho de água. Chegamos ao embarcadouro. Lá há lockers para alugar também. Colocamos as capas, os coletes e entramos no barco. Acho que éramos os únicos de capa, duas estrangeiras seguiram felizes de biquíni. O barco segue pelo rio e chega próximo a uma das quedas, acho que é o Salto Tres Mosqueteros. Ele vai e volta algumas vezes. Também ficou seguindo os botes de rafting, até filmamos o pessoal, foi divertido, mas acho que é jogada da agência para você ficar com vontade de fazer o rafting. O barco enrola um pouco no rio e voltamos. É divertido e a vista das cataratas no nível do rio é diferente do que nas passarelas. Molha para caramba, mas consegui sair praticamente seca do passeio com a minha capa do tipo poncho. O pessoal passou um pouco de frio com o vento do barco e as roupas molhadas, pois não estava tão quente. Até garoava um pouco. Voltamos de carro elétrico pelo mesmo percurso. Pegamos o ônibus double deck de novo, mas dessa vez fomos embaixo, pois chovia um pouco e estava friozinho. Na entrada do parque ainda paramos na loja que é a maior do parque, eu acho. Só demos uma olhada, não compramos nada, pois era muito caro e nada chamou a atenção em especial. Bem em frente ao parque sai o ônibus para o centro. Hotel, banho e saímos para jantar. Decidimos ir à Cantina 4 Sorelle, é bom, decoração legal, ambiente agradável, preço médio. Os pratos não são caros, a massa é boa e a quantidade é média. Se for pedir sobremesa, acho que compensa mais pegar o rodízio de uma vez, pois o preço fica quase na mesma. Tem dois tipos de rodízio, um mais simples e outro mais completo.

 

Sexta, 24/02/2012 - manhã ensolarada/nublada, tarde com chuvas fracas e rápidas

Helisul, Parque das Aves, Cataratas JL Shopping

Depois do café da manhã, fomos ao ponto de ônibus em frente ao Hotel Rouver de novo e pegamos o mesmo ônibus. Descemos no Parque das Aves, o qual visitamos com muita calma e tiramos muitas fotos. Não dão mapas, vendem um, mas não comprei, eu já tinha um que imprimi do site. O mapa não é necessário, pois todo o percurso é autoguiado, basta seguir pelo caminho. O local é bonito, bem cuidado, limpo, com muitas plantas, água corrente limpa, as aves são bem cuidadas e há muitos funcionários. As fotos das aves nos pequenos viveiros não ficam boas por causa das grades, as melhores fotos são daqueles viveiros que podemos entrar e passear entre as aves, como o Viveiro Floresta, o Viveiro Pantanal, o Viveiro das Borboletas e Beija-flores e o Viveiro das Araras e Papagaios, são os mais divertidos também. Algumas aves que estão com ovos/filhotes são difíceis de serem vistas. Alguns desses viveiros tem avisos e/ou câmeras que mostram o ninho. Conheci espécies diferentes: quem pensa que papagaio é sempre verde é por que não viu o lindo papagaio-do-congo que é cinza. Vi o urubu-rei que é colorido, não é todo preto. Gostei também de ver várias espécies de tucano, além do tradicional preto com bico laranja. O viveiro das borboletas também é muito bonito. Embora normalmente seja muito difícil fotografá-las, lá é fácil tirar fotos, pois há muitas delas voando e parando nas flores e potes de alimentação. Gostei muito do viveiro das araras. No final do passeio, tirei foto com uma arara e com um filhote de jibóia e nem tinha fila. Tem uma lojinha lá, olhamos, mas nada chamou a atenção. Saímos do parque, atravessamos a rua e fomos à Helisul. Eu bobinha, achando que nós dois teríamos que esperar para formar grupo, tivemos que esperar é a longa fila do pessoal querendo fazer o sobrevoo das cataratas, em sua maioria estrangeiros. É caro, mas uma vez na vida, eu definitivamente mereço. O cara da recepção disse que teria que esperar aproximadamente 45min, mas nem vimos o tempo passar, pois é um sobe e desce de helicópteros o tempo todo e dá aquele frio na barriga quando você pensa que a sua vez está chegando. Parece que tinha 3 aeronaves para 7 ou 5 passageiros, sendo 2 bancos de 4 ou de 3 lugares, respectivamente. Como a maioria é casal ou família ficam juntos e dá certo, um na janela e outro no meio, pois os do meio ficam prejudicados não para ver, mas para tirar foto/filmar. O voo é muito, muito rápido, ou você fotografa ou você curte. Ele vai e volta umas 3 vezes sobre as cataratas, mas dependendo do lado que você está a vista é prejudicada. Dá uns 10min sobre as cataratas e dá um gosto de quero mais. É bonito, mas muito curto, por isso acho a relação custo/benefício questionável. Ainda era cedo, pouco depois do horário de almoço, mas decidimos voltar ao centro. Ao lado da Helisul, há uma lanchonete/restaurante. Fomos ao Cataratas JL Shopping. Por acaso, vimos uma casa de câmbio e o peso estava muito mais barato do que paguei na minha cidade. Não resisti e comprei mais. Demos uma volta pelo shopping, passamos no Super Muffato para compra água e lanche. Voltamos ao hotel. Banho. Fomos ao Restaurante Trapiche, que é bom, ambiente simples, mas agradável, preço médio. Comemos um surubi grelhado bem servido, gostoso, com muitos legumes

 

Sábado, 25/02/2012 - manhã ensolarada/nublada, tarde com chuvas fracas e rápidas

Parque Nacional Iguazú: Sendero Verde, Circuito Inferior, Isla San Martín, Circuito Superior, Garganta del Diablo

 

Continua no relato de Puerto Iguazú...

 

Terça, 28/02/2012 - manhã ensolarada/nublada, tarde com chuvas fracas e rápidas

Circuito Especial, Templo Budista, Mesquita Muçulmana

Como sempre perguntamos ao recepcionista do hotel onde pegar o ônibus. Seguindo as indicações, fomos até o Cataratas JL Shopping e pegamos um ônibus lotado para o terminal. Perguntei ao cobrador onde pegar a linha para Itaipu que seguiu meio cheio. Passamos em frente ao supermercado BIG, avistamos a Mesquita Muçulmana, vimos a aduana brasileira da Ponte da Amizade e a placa indicando o Templo Budista. Não tinha turista no ônibus, acho que descemos só nós dois, além de alguns funcionários da usina. A maioria dos turistas vem de ônibus de excursão e táxi. Há todo um esquema para receber os turistas. Fomos direcionados ao guichê e compramos nossas entradas para o Circuito Especial que já estava reservado via e-mail. Assistimos o vídeo e depois seguimos de ônibus no passeio propriamente dito. Dois guias seguiram conosco, sendo um deles bilíngue, pois havia alguns estrangeiros no nosso grupo. Eles se apresentam e passam as instruções sobre o esquema de visita à usina, que é bem restrita. Não pode sair das faixas amarelas, o grupo não pode se dispersar, não pode isso e aquilo, senão o visitante e até mesmo o grupo todo pode ser expulso da usina e o passeio interrompido. Obviamente há as questões de segurança, mas achei a visita muito limitada e rápida. São 2h de visita incluindo a parte externa e interna, mas passa muito corrido, pois há muitos pontos de parada e ficam longe um do outro, a gente mais anda de ônibus, do que vê a usina. As dimensões da usina impressionam, é tudo muito grande, é realmente uma obra de engenharia. É interessante, mas como eu tinha escutado muitos elogios a Itaipu, eu esperava mais, então ficou abaixo das minhas expectativas. Terminado o passeio, vimos alguns taxistas em frente ao Centro de Recepção de Visitantes de Itaipu e fui perguntar a um deles sobre o Templo Budista. Um taxista nos deixou no Templo Budista e me avisou que teria que ir embora, mas que mandaria outro colega para nos buscar. O templo fica afastado, passamos por um bairro e pegamos uma estrada de terra para chegar lá. A propriedade do tempo é um local agradável, calmo e há várias estátuas na área do templo, que rendem boas fotos. Achei a parte exterior mais interessante que o interior, cujas paredes são brancas e lisas sem pinturas ou gravuras. Dentro do templo também há várias estátuas, mas há um cordão de isolamento bem na entrada, só é possível admirá-las de longe e não é permitido fotografar dentro do templo. Ao sairmos outro taxista já nos aguardava. Pedimos para ele nos deixar na Mesquita Muçulmana. Na entrada, havia um armário de onde a pessoa responsável tirou o "hijab" para que as mulheres se vestissem de forma apropriada a entrar na mesquita. Enfim, devidamente vestidas e todos descalços visitamos a mesquita, que é bonita e pode ser fotografada. Depois da curta visita, saímos a pé até a Av. JK. É bem perto e pegamos um ônibus até o terminal e outro até o Cataratas JL Shopping. Aproveitamos para passar no Super Muffato e nos abastecer de água e lanche. Jantamos no Restaurante Tempero da Bahia que é bom, ambiente simples, mas agradável.

 

Quarta, 29/02/2012 - manhã ensolarada e mais quente, tarde com chuvas fortes

COART, centro, Aeroporto de Foz do Iguaçu, Aeroporto de Guarulhos, São Paulo

Foi um dia praticamente à toa, já que era o dia de retorno e teríamos que estar no aeroporto logo após o almoço. Saímos para andar pelo centro. Fomos até o COART, que tem algumas peças bonitas de artesanato e alguns produtos diferenciados. Andamos por algumas ruas do centro. Por acaso, passamos em frente a Loja Varietá que vendia souvenir e vi camisetas a preço normal, na Av. Jorge Schimmelpfeng, ao lado do Hotel 3 Fronteiras. Foi uma das poucas lojas desse gênero que vi no centro. Depois das andanças rumamos ao Cataratas JL Shopping, pois estava mais perto e seria mais rápido comer um lanche lá, lembrando que teríamos que ir ao aeroporto pouco depois disso. Voltamos ao hotel, pegamos a bagagem e seguimos ao Aeroporto que estava razoavelmente tranquilo. Antes de fazer check-in, todos têm que passar pela Receita Federal, a bagagem tem que posta na esteira do raio X e dois funcionários inspecionam o processo. Como na aduana brasileira da Ponte da Amizade, também é uma fiscalização light, mas não sei se eventualmente eles passam um pente fino nos pertences de alguém. O voo da Gol de atrasado passou a cancelado e só conseguimos embarcar num voo da TAM depois de quase 5h. Ganhamos voucher alimentação, devido ao atraso, mas foi um lanchinho fraquinho. Desembarcamos no Aeroporto de Guarulhos e terminamos as férias em Sampa.

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