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Jorge Soto

Prainha Branca... a pé!

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http://jorgebeer.multiply.com/photos/album/261/261

 

CIRCUITÂO PELO RABO DO DRAGÃO

Rabo do Dragão é a denominação q recebe q Serra do Guararu, pedaço selvagem do Guarujá (litoral de SP) situado na região leste da Ilha de Santo Amaro. Suas encostas repletas de Mata Atlântica voltadas pro oceano abrigam seu maior atrativo, a Prainha Branca, antiga vila de pescadores e point badalado por surfistas, ripongas e turistas descolados. Entretanto, os arredores do Rabo do Dragão escondem outras atrações q fazem a festa dos andarilhos de plantão por serem acessíveis por trilhas. Umas batidas e outras nem tanto. Foi q fizemos neste ultimo domingo q consistiu num roteiro fora do convencional. E, diga-se de passagem, sem nenhum “Toca Raul!” no ouvido. Um bate-volta tão diversificado qto puxado incluiu trilha, cachoeira, farol, ruínas históricas, descida de rio e fechou com a pitorescas Capivaryanas. Isso tudo a apenas 90km da maior metrópole do país.

 

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Não pisava no Guarujá desde a virada do milênio, se não me falha a memória. A última vez q o havia feito tinha sido justamente pra agregar as hordas de pseudo-ripongas q costumam estacionar nos campings da Prainha Branca durante os feriados prolongados e se prendem aos programas batidos de lá. Ou seja: tocar Raul, tomar vinho, tocar Raul, fingir fumar, tocar Raul, tentar surfar, tocar Raul, levar foras, tocar Raul, comer PF no Larica´s, tocar Raul, visitar a Prainha Preta e, claro, passar a noite tocando mais Raul ainda.

Doze anos então se passaram, o q não significa necessariamente q haja mudado mta coisa. Troquei o vinho pela cerveja, o surfe pela caminhada, não toco mais Raul e há mto larguei a tentativa de fumar o q seja. Mas o principal é q agora enxergava as paisagens com outro olhar, o olhar trilheiro, buscando as possibilidades de pernadas q um lugar pode oferecer. E a vontade de retornar á Prainha Branca partiu não somente da curiosidade em quebrar aquele longo hiato de ausência da Serra do Guararu. Ela partiu da constatação, após um breve bate-volta de fim de tarde, de q o lugar continuava exatamente o mesmo após td esse lapso de tempo. Pronto, estava feito. Era a fome juntando-se a vontade de comer.

 

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Dessa forma eu, Carol e Ricardo saltamos as 7:45hrs na Estação Estudantes da CPTM, em Mogi das Cruzes. Após um rápido desjejum na lanchonete da rodoviária, as 8:15hrs embarcamos numa das varias lotações q descem rumo Bertioga, mas não sem antes uma parada providencial no Rancho da Pamonha, pra mais um rápido cafezinho. Não demorou praquela manhã q se insinuava fria e encoberta abrir-se por completo, deixando a mostra um sol promissor q logo aumentou a temperatura durante a descida da serra. Enqto isso colocávamos o papo em dia, principalmente dos causos recentes cujo destaque foi o da “morena do beiço verméio” , contado pela Carol..

Após a descida e rodar um tanto quase por tds as praias da baixada desovando os passageiros da van, saltamos em Bertioga finalmente as 9:30hrs, em frente a balsa q cruza o canal de Bertioga rumo o Guarujá. No caso, a verdejante Ilha de Sto Amaro. A travessia foi rápida e bem tranqüila, onde os veículos particulares dos turistas dividiam o espaço com transeuntes q no geral se resumiam a locais, ripongas, gringos e surfistas. Ao saltar da barca somos recebidos por um portal q nos dá ás boas vindas á ilha. Outro painel explicativo nos informa didaticamente q a Serra do Guararu, representa o maior conjunto de ecossistemas bem preservados da Ilha de Santo Amaro. Engloba extensas áreas de Mata Atlântica, nascentes, córregos, cachoeiras, vegetação de restinga, incluíndo espécies arbóreas e arbustivas, praias e os manguezais ao longo do Canal de Bertioga. A grande importância dos atributos naturais e sua beleza cênica resultaram no tombamento da Serra do Guararu, inclusive da Praia Branca.

 

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Ignorando a Estrada Parque Serra do Guararu (SP-61), tb conhecida como Rodovia Guarujá-Bertioga, tomamos uma trilha bem obvia q surge logo de inicio após o pórtico, á esquerda, ladeando a encosta. Hj esta trilha esta totalmente concretada e possui corrimãos de madeira pra auxiliar nalguns trechos, privilegio q antigamente inexistia e q não raramente resultava em inúmeros tombos durante o perido de chuvas. Isto pq o chão é de terra argilosa compacta e qdo umedecido fica um tremendo sabão. Ainda assim é bom ter cuidado ao caminhar pelo calçamento de pedras em época de chuvas pq qq chinelo de borracha desliza facil facil nele. Alem do mais, essa trilha não tem iluminação. Portanto se for retornar a noite é bom levar lanterna pra não levar um capote.

Pois bem, seguindo pela trilha surge logo uma bifurcação: á direita, subindo, prossegue a picada calçada tradicional, q em menos de 2km leva ao centro da vila; mas a gente toma a da esquerda, a “walking path”, q é uma vereda de chão batido q tb dá na Prainha Branca, porém tb leva as ruínas da “Igreja de Pedra”, ao Forte São Felipe e ao Farol da Pta da Armação. A vereda é bem tranqüila, batida, relativamente larga e sombreada, sempre bordejando a íngreme encosta em nível. A pernada é bastante agradavel e parcialmetne cenica, principalmente pq o túnel de vegetação não apenas filtra os raios do sol como tb permite frestas de paisagens pro lado continental. No caminho, uma bica dágua refesca nossa garganta como tb arbustos forrados de morangos silvestres complementam nosso café antes de chegar noutra bifurcação. Nos mantemos na da esquerda, pois da direita sobre pra interceptar a picada principal, ou seja, a concretada.

 

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Após 1km a vereda apresenta algumas raizes sobressalentes e gdes rochas no caminho, ate q cruzamos o q parece ser um corredor no meio duas muretas de pedra. Alguns passos logo adiante nos levam á tal “Igreja de Pedras”, na verdade as ruínas da Ermida de Sto Antônio do Guaibê, datada de 1550 , capela onde o padre José de Anchieta catequizou os índios tupiniquins, permitindo a convivência pacífica entre os portugueses. São restos de paredes erguidas e ate um salão central, com altar e td, parcialmetne engolidos pelo mato. Olhando atentamente pode-se observar td a técnica de construção adotada pelos portugueses, basicamente feita de pedra e cal. As ruínas têm abóbadas já deterioradas pelo tempo, tomadas pela floresta e seus braços, as plantas do chão e os cipós que tomam conta das árvores. Mas o altar e os degraus das escadas, ambos construídos com pedras gigantescas e, provavelmente, trazidas de outro lugar por índios ou escravos, um dia abrigou pessoas em nome da fé. Hoje atrai as mais variadas cores de borboletas e, em contraste, alguns vândalos, que teimam em deixar suas marcas nas paredes do templo. Abandonado, o sítio arqueológico poderá integrar o Parque da Serra do Guararu, algo q ainda esta em fase de planejamento.

Após uma pausa de contemplação e fotos, prosseguindo pela mesma picada logo desembocamos num lugarejo chamado de Toca da Garoupa, uma pequena enseada onde há algumas poucas casas de pescadores, um pequeno quiosque e camping.

Após uma providencial coleta de infos com um riponga acampado recem levantando, cruzamos a pequena enseada sempre próximos a orla marítima, até dar no final dela. Ali aparentemente td termina, mas basta procurar bem em meio ao bambuzal ou mato caído q surge uma trilha bem batida dando continuidade ao trajeto, q sempre bordeja a costa. Uma vez na picada não tem mais erro, basta tocar em frente,as vezes longe, mas principalmente próximo da orla marítima em meio a mata! O trajeto é predominantemente em nível, com algum sobe e desce esporádico, mas sussa e óbvio. As vezes surgem bifurcações, principalmente pra esquerda, mas tds levam a rochedos ou trechos de costão utilizados como piers providenciais por pescadores. Estes, alias, estão onipresentes nas margens tentando a sorte e podem auxiliar com valiosas informações em caso de duvida. “Quase peguei uma moréia!”, diz Seu Iraim, mostrando orgulhosamente um pequeno bagre recém tirado do mar.

Após tropeçar com uma refrescante bica cruzando o caminho, a picada começa a se tornar cada vez mais irregular e estreita, ao mesmo tempo em q apresenta mais mato tombado ou avançando sobre a trilha. Mas as 11hrs logo tropeçamos com mais vestígios de outra antiga construção, no caso, inicialmente uma mureta de pedras e depois o q parecia ser um mirante com vista pro oceano. Apesar de coberto de mata, aquelas ruínas não escondiam alguns dos mais belos marcos da arquitetura militar portuguesa do sec. XVI. Estávamos no Forte São Felipe (ou Forte de Pedra, como tb é conhecido), uma pequena construção construída em 1552 e q desempenhou papel fundamental na segurança da Vila de São Vicente e, mais tarde, do Porto de Santos, contra ataques dos índios tupinambás e de corsários. Suas muralhas se levantam sobre o mar, e no baluarte existe ainda uma cisterna empedrada e peças de cantaria lavrada. O mesmo sítio do Forte São Filipe foi sede da “Armação das Baleias”, importante marco econômico colonial nos séculos XVIII e XIX, hoje em ruínas, local de extração de óleo de baleia para a iluminação da região.

 

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Após um rápido vislubre da fortificação do lado de fora, saltitando feito cabritos pelo costão rochoso, damos continuidade a nossa pernada pela trilha principal em meio a mata, sempre bordejando a base do Morro da Armação, rumo leste. Mas ao desviar de um íngreme costão rochoso, a vereda embica piramba acima de modo a contornar este obstáculo natureba por dentro, nos obrigando a uma breve e curta escalaminhada atraves de rochas e raizes. Mas uma vez no topo do morro segue um longo descidão feito atraves de uma picada tão íngreme qto estreita, onde é preciso afastar o mato com as mãos pra poder enxergar onde se pisa.

Num piscar de olhos desembocamos num meio de alguns rochedos e, olhando ao alto, observamos um pequeno trambolho avermelhado com uma lâmpada reluzindo ao sol forte das 11:20hrs. Haviamos finalmente alcançado o Farol da Pta da Armação! Mas pra chegar no dito cujo havia ainda q escalar uma rocha, o q so era possível atraves de uma corda estrategicamente ali disposta, sem gde dificuldade tecnica. Uma vez no pequeno farol pudemos ter uma bela panorâmica do entorno, q descortinava td faixa clara da areia da Praia de Bertioga ate o Morro da Enseada, a nordeste; como td quadrante sudeste tomado basicamente pela horizontalidade de um mar azul sem fim, cuja tranqüilidade era maculada esporadicamente por alguma lancha ou jet-sky! No céu azul, fragatas e gaivotas dividiam o firmamento com enormes urubus q mais pareciam pterodáctilos, q alem de deixar o entorno do farol repleto de plumas os maleditos carimbavam as pedras com sujeirinha clara q destoava da cor natureba das mesmas.

 

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Após uns 10 minutos de descanso a volta foi feita pelo mesmo trajeto da ida, porem em tempo bem menor. Ao passar pela Toca da Garoupa fomos de encontro a bifurcação anterior q a precedia, e dali tocamos pelo ramo da direita, subindo no aberto bem forte, passando em meio a bananeiras pra depois acompanhar uma linha de postes ate mergulhar novamente no frescor da mata fechada. Não demorou e logo desembocamos na picada principal, aquela calçada, já no alto do morro. Mas não deu nem um minuto q nos deparamos com nova bifurcação. Ignoramos o ramo concretado principal, q nos levaria ao cto do vilarejo, em favor de uma picada mais discreta e de terra a esquerda, q começou a descer forte tendendo pra esquerda da praia. O chão argiloso estava relativametne úmido e a declividade acentuada facilitaram os tombos, do qual este q vos escreve foi vitima por ter seu traseiro devidamente carimbado.

Dito e feito, as 12:20hrs a picada nos levou aos fundos do camping São José, no Cantão, ou seja, no extremo norte da Prainha Branca! A partir dali fomos andando pela areia finas e clara q dá nome a praia, q de pequena não tem nada já q sua extensão é de quase 1,5km! Afastada, primitiva e selvagem, a extensa faixa de areia é cercada de morros e tem ate uma lagoa salubra próxima. Possui ondas fortes e correntes traiçoeiras do lado esquerdo e um mar calmo no lado direito devido a proximidade da ilha, a Ilha da Prainha (tb conhecida como Ilha Rasa), acessive a pé na maré baixa.

 

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A medida q caminhávamos pra outra extremidade da praia, podíamos ver a muvuca cada vez mais presente próximo do vilarejo. Repleto de bares e campings, a comunidade caiçara da Prainha Branca até pouco tempo tinha como uma de suas principais atividades a pesca artesanal, hj vive basicamente em fcao do turismo, q basicamente quadriplica seus habitantes durante os finais de semana e feriadões. Pescadores dividem espaço com turistas, gringos e surfistas, numa sinergia q so se encontra mesmo nestes locais especiais, tal qual a Praia do Sono, na Joatinga.

Dando continuidade a pernada, damos as costas á Prainha Branca pra então tomar uma curta trilha q logo nos desova na minúscula Praia das Conchas, de extensão menor q 50m e q basicamente pode ser definida como um estacionamento de embarcações defronte á Ilha Rasa. Na sequencia, a pernada se dá pelos lajedos e pedras do costão rochoso, onde algumas belas periguetes lagartejam de bruços, tostando suas buzanfas de fio-dental á milanesa naquele inicio de tarde, ou seja, das 13hrs. Td cuidado é pouco pra não desviar a atenção e cair do costão, claro. Daqui já é possível avistar a Prainha Preta, próxima dali enfiada numa pequena enseada e cercada de verdejante mata.

 

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Novamente na trilha, a picada embica em meio a mata num piso bem irregular, escorregadio e com mtos buracos, mas logo nivela ao costear a serra. Não demora a uma bifurcação nos levar propriamente dito à areia preta q dá nome á praia. Esta aqui é de fatoi uma pequena enseada selvagem junto a morros e de ondas fortes. Sua extensão não passa dos 300m e possui agua doce corrente despencando de nascentes do alto da serra. A ausência de construcoes favorece q aqui se possa acampar gratuitamente, tanto q naquela ocasião vimos umas 3 tendas comodamente situadas a sombra da mata. No entanto, alguns maconheiros farofeiros teimam em deixar o local sujo, esquecendo de levar seu lixo, deixando-o em lugares q poderiam comportar facil e confortavelmente mais barracas. Aqui a Carol encontrou um conhecido e eu simpatizei com a carcaça de uma tartaruga, q so não levei pra não queria ter a mochila pesa e fedendo.

Retomamos a trilha principal agora rumo a próxima praia do caminho, ou seja, Camburizinho. Bem sinalizada, esta pernada não tem erro nenhum e só se perde quem fizer uso de bengala ou cão-guia! Vale destacar q a partir daqui o caminho torna-se mais irregular, com muitas pedras, mata caída e troncos no caminho, a diferença do trecho anterior, mas nada do outro mundo q não possa ser contornado. Subindo e descendo suavemente, logo nos deparamos com a bifurcação da Cachoeira do Camburizinho saindo da principal, tocando morro acima pela direita, agora rumo oeste. E é por ela q seguimos, já prevendo q voltaremos depois pela picada principal, saindo da Praia de Camburizinho.

A pernada agora é sempre em subida, inicialmente suave mas logo depois a declividade aperta a tal forma em q a escalaminhada de raizes, pedras e troncos torna-se inevitável. Mas ao mesmo tempo em q o suor corre farto pelo rosto percebe-se facilmente q se ganhou altitude considerável, calculo q algo de menos de 150m. Uma vez no alto do morro começa uma descida suave a bordeja a serra tendendo pro sul e logo pra sudeste. No caminho surgem alguns fornos cavados na encosta, similares aos encontrados em Paranapiacaba porem em melhores condições, q despertam nossa atenção pra alguns cliques e alguns ajustes na maquina fotografica.

 

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Finalmente a picada cai nas margens de um riacho q corre manso e raso, q logo é acompanhado pela margem direita após ser facilmente cruzado. E num piscar de olhos nos vemos no alto da Cachu do Camburizinho, a exatas 13:40hrs, onde a agua é despejada de quase 3m num enorme poço, de profundidade relativa. Dali o riacho segue seu curso e se derrama atraves de uma enorme laje semi-vertical, pra depois serpentear sinuosamente serra abaixo rumo a Praia de Camburizinho. Assim, após facil desescalaminhada por troncos estacionamos nos lajedos q circundam o piscinão, onde nos brindamos com um merecido pit-stop pra banho, lanche e descanso. O único porém do lugar é q é totalmente sombreado, o q não permite q a agua receba mto sol e seja, portanto, gelada, aquela altura do campeonato. No entanto, isso não impede q mesmo um breve tchibum revigore nossa carcomida alma da pernada ate aquele lugar paradisiaco.

As 14:30hrs iniciamos a volta, mas não pela trilha da cachu. Pra tornar diferente o passeio resolvemos simplesmente acompanhar o rio q abastece a cachoeira serra abaixo, uma vez q ele vai desaguar na Praia de Camburizinho, q alias é nosso próximo destino. Portanto, a primeira lajezona é vencida descendo a parede rochosa do lado esquerdo, se firmando tanto nas pedras como nos cipós e troncos a disposição. Uma vez na base, de fato, da cachuzona, o se vê a seguir é basicamente o de sempre pra quem ta habituado a descer rios: alternar margens conforme os obstáculos vao surgindo no caminho, principalmente gdes poços, pirambas verticais ou quedas maiores. E foi assim q fizemos.

 

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O primeiro ingreme trecho é facilmente transposto desescalaminhando rochas, mas uma vez q percebemos vestígios de uma picada discreta na margem direita, não pensamos duas vezes e é por ele mesmo q tocamos, perdendo altitude rapidamente. Mas logo a picada some no rio, o q nos obriga a cruzar a outra margem e por ali dar continuidade à descida, seja pela encosta florstada ou pelo leito pedregoso do rio. E assim, aos ziguezagues, vamos rapidamente descendo o rio ate q ele começa a nivelar de vez, indicando já estarmos quase do nível do mar. De fato, logo a nossa frente, em meio ao túnel de espessa vegetação, surge uma luz reluzindo relfetida no fim do túnel: o grandioso espelho dagua onde deságua o ribeirão da cachoeira e q atende pelo nome de Lagoa do Camburizinho!

Abandonamos então o leito de pedras em favor de uma picada q o acompanha pela esquerda, desviando dos trechos de brejo q cricundam a lagoa, ate q finalmente a vereda nos leva à Praia do Camburizinho, as 15:10hrs! A semelhança das demais praias, esta aqui tb é cercada de farta, rustica e rica vegetação. Ao sopé dela uma faixa de areia de quase 800m se estende ate o próximo morrao, q a separa da Praia dos Pinheiros. O mar aqui tem ondas fortes, ideal pra surfe, defronte a belíssima vista da Ilha de Guarujá. Durante nossa rápida passagem por aqui avistamos turistas contados numa mão só, evidenciando q qto mais longe e isolada menos disposição a galera tem de encarar as praias mais distantes. Aqui existe apenas um morador, situado quase no outro extremo da praia, a quem se deve pedir permissão (pagando a devida taxa) de camping.

Fim de circuito mas não fim de pernada, havia ainda q retornar td novamente. Tomamos então a picada principal e voltamos td, subindo a árdua piramba q ladeia o morro separando Camburizinho da Praia Preta. No alto, já do outro lado, uma janela emoldurada pela vegetação descortina uma paisagem q não deixa por menos à da Joatinga, tanto q esta pernada pode ser considerada uma versão minimalista da mesma: em primeiro plano a beleza da enseada da Praia Preta, tendo a larga faixa de areia da Prainha Branca destoando logo atrás; no mar, as ilhas próximas a orla destacam-se como diferenciais deste cenário paradisíaco, q corresponde à cereja do bolo deste bate-volta decerto inesquecivel!

 

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Voltamos td trajeto sem pressa alguma, pois a missão já estava concluída. Chegamos na Prainha Branca por volta das 16:15hrs, onde imediatamente desabamos numa das mesas do Larica´s, onde mandamos ver uma rodada de pitoresca breja Capivaryana, q nunca desceu tão bem goela abaixo! E de resto ficamos ali, descansando e apreciando o vai-vem naquela bucólica praia, agora com bem menos turistas q durante o horário do almoço. Mas o relax se estende apenas por uma hora após a chegada. E não devido aos minusculos borrachudos q insistem em sugar nosso sangue ou pela probabilidadede voltar pela trilha calçada no escuro. So não tomamos mais pq o “Bin Laden”, o atendente barbudo-rastafari do bar, estava literal e sutilmente enxotando a clientela (contada numa mão só) ansioso pra voltar de mais um dia de árdua labuta. Com direito ate a diminuição do volume do reggae q tava rolando..

Retornamos ao portal ao escurecer, onde tivemos a sorte de imediatamente tomar a balsa, pra entao pisar na terra firme de Bertioga as 18:30hrs, onde encostamos novamente num dos quiosques ao lado afim de forrar o estômago com algum salgado, fosse ele um dogão ou pastel. Agora tínhamos q tomar a condução de volta, fosse busao ou lotação. O primeiro tinha horários irregulares e o próximo so sairia as 22hrs; e a segunda teoricamente não passava mais por ali por conta da fiscalização apertada contra transporte coletivo. E agora? Bem, agora teríamos q tomar alguma condução coletiva q nos deixasse na Riviera e dali tomaríamos uma lotação pra Mogi. Mas felizmente essa baldeação não foi necessária pq eis q, do nada, surge uma lotação q extraordinariamente estava ali e não pensamos duas vezes em deixar escapar. Portanto fica a dica: se for pra retornar de lotação de Bertioga é bom ter o contato de uma a mão (e ligar pra vir buscar) pq em tese elas não estão mais parando por no cto de Bertioga a menos q sejam contatadas. No caso, havíamos tido sorte. O resto foi aquela via-sacra e interminável da volta. Primeiro na lotação, q parece q nunca deixava o litoral. E depois o sacolejo hipnótico do trem. Claro q em ambos casos a volta foi feita no mundo dos sonhos, onde terminei chegando ao aconchego do lar sometne la pelas 23:30hrs.

 

 

E essa foi nossa aventurinha dominical pelo Rabo do Dragão, pedaço selvagem do Guarujá q contrasta com o tradicional reduto elegante e chique de veraneio q predomina na sua porção urbana. A Serra do Guararu se encarrega felizmente em ter o melhor quinhão da extensa faixa da Ilha de Sto Amaro, separada do continente pelo Canal de Bertioga e da Ilha de São Vicente, pelo Estuario de Santos. É de se estudar a real viabilidade de uma travessia maior através de suas verdejantes encostas tanto sentido sul qto pro oeste, cruzando mais e mais praias, assim como um bate-volta prometendo a Travessia do Morro da Armação. Mas essas são ainda loucas possibilidades vindouras de mais pernadas tão selvagens e perrengueiras próximas à urbe paulistana. E parafraseando o famoso “Maluco Beleza”, q desta vez vem a calhar com total propriedade: sempre controlando nossa maluquice, porém misturando-a sabiamente com nossa lucidez.

 

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Dia muito bem aproveitado heim!

Em breve pretendo ir para esse lugar também!

 

Existe algum contato do morador/dono da praia do Camburizinho??

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    • Por Tadeu Pereira
      Salve salve mochileiros!
      Segue o relato com as dicas para fazer trilhas, cachoeira e conhecer três praias em um bate e volta de 2 dias bem perto da cidade de São Paulo. Este relato será baseado na minha última visita a Prainha Branca porém contém dicas e fotos de todas as vezes que fui neste paraíso!
       
           1º Dia: Ida - 29/04/18 - 11h00min - São Paulo x Bertioga x Guarujá - Metrô e Trem R$4,00 - Vans e Carros R$25,00 - Empresa de Ônibus Viação Breda R$26,00 - Camping Tabajara R$30,00
       
           Partindo de São Paulo do bairro de Perdizes, peguei o METRÔ de SP na estação Vila Madalena (linha verde) até a estação Paraíso (linha Azul) para baldear até a estação Sé (linha Vermelha) e depois até a estação Brás (linha Vermelha). Aguarda por alguns minutos pelo trem da CPTM com sentido a estação Guaianazes (linha Coral) onde acontece a troca de trens (se dirija ao primeiro vagão do trem, pois no desembarque você poderá ter problemas por causa do fluxo contrário). Feito a troca é só pegar sentido estação Estudantes (linha Coral) com tempo de aproximadamente 1h10min este primeiro trecho.  
           Na estação Estudantes existe um terminal de ônibus com passagens para Bertioga por R$26,00 e com tempo estimado em 1h30min. A linha é a Mogi x Bertioga e o tempo de descida depende de como está o fluxo do trânsito no dia. Em feriados prolongados e datas festivas acontece muito fluxo por essas estradas e o tempo de descida pode demorar um pouco mais para chegar até Bertioga, então fiquem ligados. No mesmo terminal assim que você sai das catracas da estação Estudantes de trem, algumas pessoas vão te oferecer o mesmo caminho feito por carros ou vans pelo valor de R$25,00 por pessoa. É só aguardar por alguns minutos até fechar a quantidade de um carro (4 pessoas) ou van (10 pessoas) que acontece a descida (nos feriados, reveillon e carnaval a espera é bem rápida pois muitas pessoas fazem este percurso, então vale a pena esperar). 

           Chegando em Bertioga fomos até a balsa para fazer a travessia até o lado do Guarujá, onde fica a trilha para a Prainha Branca. A travessia de balsa dura aproximadamente uns 15 minutos e chegando é só seguir poucos metros para o começo da trilha para Prainha Branca pois fica bem perto da balsa. A trilha de nível fácil hoje está calçada até a vila ficando de fácil acesso inclusive em dias de chuva,  dando um tempo de aproximadamente 10 a 20 minutos. 
         
           Pronto, chegando na vila da Prainha Branca onde tem toda infraestrutura da praia com padaria, mercadinhos, camping, pousadas e alguns restaurantes, tudo bem simples mas bem receptivos. Chegando na praia seguimos para o lado esquerdo e caminhamos por uns 10 minutos até o Camping Tabajara que fica quase no final da praia. Fechei o valor de R$30,00 por pessoa com banheiros, chuveiro quente, cozinha compartilhada (fogão, geladeira, mesa, cadeiras e alguns utensílios de cozinha), com Wi-fi  e uma bela área para acampar. O camping fica a poucos metros da praia então você dorme com o som das ondas a noite quando o silêncio do lugar prevalece. www.campingtabajara.com/  
       

           Acampamento montado, mochila guardada bora curtir o dia na Praia Branca. Como era um feriado prolongado e muitos iriam trabalhar na segunda-feira, a praia não estava nem muito cheia e nem muito vazia, estava meio a meio. Ficamos o resto do dia nesta praia com um por do sol nas montanhas fantástico com cores muito fortes e assim que o sol se foi uma Lua digna de uma pintura se levantou no céu ainda azulado. Ela parecia que nascia de dentro do mar iluminando cada vez mais enquanto se erguia no céu. Horas de contemplação para esse momento pois era de uma beleza única! 

         
       

       

         Fui informado que aconteceria um Luau na praia mais a noite, então fomos para o camping para pegar alguns drinks e bora pro luau que aconteceu no meio da Prainha Branca e foi sensacional, a lua iluminando toda praia ao som de uma banda que só tocava os sons que você mais gosta, foi muito boa a vide e o clima do pessoal.
          
       
       

      Na praia mesmo existem algumas barracas com porções de peixe, batata frita, calabresa, cervejas e drinks mas seus preços são um pouco salgados por estarem localizados na areia da praia, então vale a pena dar uma pesquisada antes. Após comer um belo peixe frito e tomar uma bela garrafa de vinho fomos para o camping descansar pois o dia seguinte teria que acordar cedo para fazer as trilhas para conhecer as outras duas praias e a cachoeira. 
       
      2º Dia: Volta: 30/04/18 - 21h30min - Guaruja x Bertioga x São Paulo - Metrô e Trem R$4,00 - Vans e Carros R$25,00 - Empresa de Ônibus Viação Breda R$26,00 - Almoço Restaurante Lipe Point R$15,00 a R$20,00
       
           Por volta das 6h00 da manhã com nascer do sol maravilhoso na Prainha Branca tomamos nosso café da manhã, aprontamos nossas mochilas com alimentos e água e bora trilhar. Andamos a Prainha Branca até o final e como ainda a maré estava baixa, teve a possibilidade de conhecer a ilha que fica bem pertinho da praia a pé mesmo atravessando pelo mar. Tem um trilha que corta a ilha atravessando do outro lado tendo uma vista muito linda. Voltamos e fomos em direção a entrada da trilha para a Praia Preta que fica no canto do último restaurante da praia. Ou se não encontrar é só perguntar pro pessoal do restaurante que te informarão onde fica. A trilha é de nível fácil também e leva aproximadamente uns 15 a 20 minutos até a Praia Preta. Quando estiver quase chegando, quando você conseguir ver e ouvir o mar, vai ser quando aparecerá uma bifurcação, vá para o lado esquerdo descendo a trilha, pois se continuar reto irá chegar na cachoeira que fica uns 20 minutos a frente.

       
        
           A cachoeira não é muito grande, mas da pra tomar um belo banho na sua queda para renovar as energias. Descemos a trilha e ficamos contemplando a Praia Preta que geralmente fica vazia pois não tem nenhuma infraestrutura na praia e nem se pode acampar por lei, mas algumas pessoas ainda sim acampam. Eu mesmo já acampei uma única vez na Praia Preta em uma outra vez  e fui surpreendido pelo helicóptero da Polícia Ambiental que desceram na praia e mandaram desmontar a barraca imediatamente ou seria multado pelo crime previsto na lei ambiental. Ficamos algumas horas na praia preta e de lá fomos para mais uma trilha, agora para a Praia do Camburi. A entrada da trilha fica no final da Praia Preta, é de nível fácil e leva uns 25 minutos até a Praia do Camburi. A praia é cortada por um rio de água doce que faz um contraste lindo com o mar. A praia também não tem infraestrutura nenhuma porém existe uma casa de um senhor que dependendo do seu humor ele pode te arrumar um lugar para acampar, tudo bem barato. Mas lembre - se, isso só acontece se o humor do senhorzinho que reside lá estiver bom rsss. Contemplamos por horas esse pedacinho de paraíso, como chegamos de manhã na praia, ficamos com ela somente para nós. Esta sensação de estar sozinho em uma praia é maravilhosa, te dá a sensação de liberdade! Ficamos horas nesta praia contemplando cada pedacinho de paraíso ali.
       
         

       
       
       

       
       


           Pra voltar para a Prainha Branca onde estava o camping é só fazer o mesmo caminho, não tem erro. Chegando na prainha branca almoçamos em um restaurante que fica nas pequenas ruas da vila chamado Restaurante e Pousada Lipe Point, pedi um tipo de prato feito que vem em um bandejão por R$15,00 a R$20,00. Barriga cheia e pé na areia! Fomos direto para a praia, dormi algumas horas de frente para aquele mar fantástico, com um céu azul, um sol lindo ai foi só encontrar uma boa sombra debaixo das árvores para algumas horas de sono.
       

       

      Corpo descansado ficamos por alguns estantes na praia até o anoitecer, quando recebemos de presente o nascer da lua ainda mais linda que na noite anterior. Ela estava fantástica iluminando mais uma vez toda a praia e a vila da Prainha Branca. Foi emocionante! 
       
       
          Após este presente da natureza retornamos ao camping para levantar acampamento e fazer a trilha de volta para a balsa para poder voltar a São Paulo. Assim que você sai do camping ao invés de retornar até a vila para fazer a trilha de volta, dentro do próprio camping já tem uma outra trilha que se encontra com a principal e corta um bom caminho, fazendo com que não tenha necessidade de andar nas areias com mochila nas costas, o que é muito cansativo. Então quando for sair do Camping Tabajara se informe com o proprietário do camping, o Marcelo, onde fazer a trilha para a balsa. A trilha é de fácil acesso e te leva até a trilha principal para retornar a balsa. Chegando na balsa é só aguardar alguns minutos para que a balsa possa ter o número de carros e pessoas para a travessia até Bertioga.

           Chegando em Bertioga é só caminhar até as feirinhas e perguntar onde fica os guichês da empresa de ônibus Viação Breda que sai de Bertioga até a Estação Estudantes pela Mogi-Bertioga. O valor da passagem é de R$26,00 e tem a duração de 1h30min dependendo do trânsito no dia. Sugiro que comprem as passagens de volta antecipadamente em feriados ou datas festivas pois corre o risco de acabar. 
          Chegando na estação/terminal Estudantes (linha Coral) é só pegar o trem sentido Guaianazes  (linha Coral), trocar de trem e pegar sentido estação da Luz, ai faz a baldeação para a Estação Paraíso (linha Azul) e de lá para a Estação Vila Madalena (linha Verde). Pronto nosso bate e volta de dois dias ao litoral saindo de São Paulo esta feito!
           Espero ter ajudado em algumas dicas e fico a disposição para qualquer dúvida. Vlw
       
       
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    • Por cristinegranato
      Passei a virada de ano na Prainha Branca que fica no Guarujá, acho valido compartilhar as informações.
      • Como ir saindo de SP (ônibus)?
      1) Estação Estudantes sai vans e ônibus para Bertioga (preço médio R$ 20,00/25,00)
      2) Terminal Tietê tem ônibus saindo para Bertioga (preço médio 30,00)
      3) Terminal Jabaquara tem ônibus saindo para Bertioga (preço médio 30,00)
      4) Ir de carro, moto e afins.

      Tem ônibus saindo da Rodoviária Tiete (Viação Litorânea) e também da Rodoviária Jabaquara (Viação Ultra). Além das vans e ônibus que saem ali da Estação Estudante
      Após pegar o ônibus (tempo de viagem de 1h30) e chegar em Bertioga há duas opções para chegar na Prainha Branca:
      1) Pegar a balsa (gratuita para pedestres) e fazer a trilha pavimentada (tempo médio: 40min) OU,
      2) Pegar o barco - R$ 15,00 por pessoa (tempo médio 10min) e ir direto para Prainha Branca.

      • Como ir saindo de SP (carro)?
      1) Ir até Bertioga
      2) Deixar o carro num estacionamento
      3) Pegar a balsa (gratuita para pedestres) e fazer a trilha pavimentada (tempo médio: 40min) OU,
      4) Pegar o barco - R$ 15,00 por pessoa (tempo médio 10min) e ir direto para Prainha Branca.
      • Fiquei no Camping da Lica.
      - Não tem cozinha coletiva, mas tinha um fogão do lado de fora.
      - Tem 3 banheiros, todos de água gelada. Para banho quente pagar R$ 5,00.
      - Valor da diária: R$ 50,00 por pessoa com aluguel de barraca + lona + colchonete.
      Não conheço outros campings de lá, ficamos nesse porque era o único que ainda tinha barracas para alugar.
      • Sobre a praia
      Estava cheia por ser ano novo, ficou suja é claro... mas a água estava maravilhosa e curtimos muito.
      • Infraestrutura
      Há diversos campings, a trilha é pavimentada, tem barcos pra fazer a travessiva, mas os quiosques deixam a desejar, para tomar café da manhã e almoçar demoramos em média 2hrs. Muita fila, equipe mal organizada, demora, apenas uma atendente caixa em todos os quiosques/restaurantes que fui. É inacreditavel como estão despreparados para atender periodos de alta demanda.
      • Passeio de escuna
      Fizemos o passeio de escuna assim que chegamos em Bertioga, antes de ir pra Prainha Branca, custou R$ 25,00 por pessoa. Há uma pausa de 15 minutos para que possamos nadar em alto mar e disponibilizam colete salva vidas para quem não sabe nadar. Curtimos bastante. Obs: Levamos bebidas em caixas térmicas e não houve problema algum em consumirmos lá dentro do barco, atendimento da equipe da escuna nota 10! O passeio dura 1h30.
      • Dica •
      No primeiro dia só ficamos na Prainha Branca, no segundo dia fomos pra praia ao lado, a Prainha Preta e lá é muito melhor, tem menos ondas e pedras legais. Tem uma mini trilha pra chegar nela, ou se a maré estiver baixa dá pra ir andando pela areia.
      • Preços Médios das Comidas/Serviços •
      - Prato Feito: 20,00
      - Refrigerante Latinha: 5,00
      - Ducha: 3,00
      - Café da manhã: 10,00 (comi um pão com salsicha, purê e batata palha, um café com leite e tomei uma água)
      - Passeio de escuna: 25,00 por pessoa.
      - Travessia de barco: 15,00 por pessoa.
      - Açai Grande: 15,00
      • Informações adicionais •
      - A maioria dos quiosques aceita cartão de débito e crédito. Porém o camping onde ficamos não aceitava. É bom andar com dinheiro porque o sinal das máquinhas de cartão é horrivel.
      - Nos feriados é muito cheio, dê preferencia de ir fora do periodo de alta procura, você vai curtir mais.
      - Pelo que percebi há diversos campings mas apenas uma pousada.
      Instagram: CristineGranato

      Contatos de Campings/Pousadas:

      CAMPING MARA - (13) 997017831
      CHALÉ JAMBOLOEIRO - (13) 997721757
      RECANTO DA MARÉ (POUSADA E CAMPING) (13) 997184566 | (13) 33056136
      POUSADA CICI (13) 997059533
      CAMPING GUARU (13) 33056134
      Camping da Lica (13) 33835569 | (13) 997265569 | (13)991530217 | (13) 997611875
      POINT DO GELADINHO (CAMPING) (13) 33056133 | (13)997225184 | (13)996171972 | (13)996019848
      POUSADA E CAMPING Paula Passaro (13)33056118
      POUSADA MIRANTE TIO PEDRO  (13) 997016996
      POUSADA LARICAS  (11) 973956987
      CAMPING TABAJARA (13)997343798
      CAMPING DO LAGO (13) 997268782
      CAMPING CANTÃO (13) 996122575
      CAMPING FIAMA (13) 996244529
      POUSADA CAIÇARA (13) 33056126
      POUSADA E CAMPING PRAINHA BRANCA (13)33056131 | (13)997510163
      POUSADA DO MANELES (13) 33056114 | (13)997725560 |(13)997832223
      CAMPING RAIO DE SOL (13)33056150
       
       




    • Por Kássio Massa
      Trip realizada de 29/12/2011 a 01/01/2012
      Por: Gabriel Medina, Jefferson Zanandrea, Kássio Massa e Renata Aguiar
       
      Galeria completa de fotos
       
      Atenção, este texto não é recomendado para pessoas normais!
       
      Há alguns meses tentávamos traçar um roteiro bacana para finalizar o ano, a fim de unir bom visual de alguma queima de fogos por aí e o nosso tão aconchegante clima natureba, em meio à exuberante mata atlântica paulista. A princípio, a ideia - que foi apenas engavetada - era subir ao majestoso Pico do Corcovado, em Ubatuba-SP, com seus 1100m, e alí mesmo, assistir toda a queima de fogos que aconteceria lá embaixo, na muvucada civilização, retornando à base na manhã seguinte. Porém, após alguns inconvenientes que puseram em cheque esta trip, terminamos por alterá-la completamente, transformando-a num duplo perrengue, que se resumiria à descida da Serra do Mar, por trilha, rumo à Baixada Santista e acampamento numa praia deserta, chamada Prainha Preta, vizinha à semi-badalada Prainha Branca, localizada entre Guarujá e Bertioga. Por motivos de trabalho, a trip deveria ser concluída no dia 01/01/2012.
       
      O planejamento
       
      De fato, existem vários meios de se descer a Serra do Mar, a pé, dos quais já haviamos testado dois (as descidas pelo Vale do Rio Mogi e pela antiga e abandonada ferrovia Funicular da São Paulo Railway). Consequentemente, nos restavam algumas rotas ainda não realizadas, como por exemplo, a rota do Rio Itapanhaú, ou mesmo, a clássica rota do Vale do Rio Quilombo, que tem como pontos altos da pernada a traiçoeira Pedra Lisa e o magnífico Poço das Moças, culminando nos limites entre Cubatão e Santos, após caminhada árdua de 15km. Obviamente, o Vale do Quilombo estava mais ao nosso alcance que qualquer outra travessia, portanto, o escolhemos para esta trip, visto que é uma das travessias mais rápidas da região, podendo ser concluída em 6h.
       
      Me dei ao esforço de coletar infos sobre o caminho que, atualmente, encontra-se interditado, aberto apenas para grupos acompanhados por guias e monitores ambientais - um absurdo - e que, portanto, exigiria que a adentrássemos em algum horário em que a guarita estivesse fechada, para que não fôssemos frustrantemente impedidos de seguir rumo. Resolvemos então, marcar o encontro do grupo para Quinta-feira, às 22h, na Estação Rio Grande da Serra para que pudéssemos iniciar a trilha ainda à noite, acampando pouco após a guarita, e concluí-la por volta das 12h do dia seguinte, Sexta.
       
      Sem atrasos significativos, eu e o Gabriel nos encontramos com o Jefferson e a Renata, na plataforma da estação, e nos dirigimos ao ponto de ônibus aonde o coletivo rumo a Paranapiacaba chegou sem nenhuma enrolação! Apesar do horário, encontramos um numeroso grupo de jovens que rumavam ao Camping Simplão de Tudo, nos arredores de Taquarussu, vilarejo vizinho de Paranapiacaba. Durante todo o trajeto, tivemos uma breve conversa sobre a trip, em que parte do grupo demonstrou incertezas referentes às condições da trilha e insatisfações diante do longo trecho, de 10km, que teríamos que percorrer em estrada de terra interminável, durante a travessia. Sendo assim, foi cogitada a possibilidade de descermos a serra por alguma que já tenhamos feito antes, e o concenso geral do grupo fez por voltar à tona a ideia de refazer a histórica Travessia do Funicular, a mesma que realizei no final de Agosto do mesmo ano!
       
      Em busca do Funicular
       
      Pois bem, após 20min, às 22h45, nosso ônibus estacionou no bucólico e silencioso estacionamento da vila inglesa, onde nos despedimos dos jovens e fomos em direção ao mirante do Vale do Rio Mogi, uma humilde plataforma de madeira que, a cada visita minha ao local, encontra-se com menos degraus! Alí, ainda encontramos mais turistas que aproveitavam aquela fria noite para apreciar o vasto visual de todo o vale e da cidade de Cubatão, ao fundo.
       
      Às 23h, tomamos o início da Trilha do Rio Mogi, de onde sai, aos seus primeiros 30m, uma bifurcação parcialmente fechada pela mata, que nos levou às margens da ferrovia ativa operada pela MRS, conhecida como "Sistema Cremalheira" - por utilizar equipamentos especiais de tração na via chamados de cremalheira-aderência, que possibilitam as pesadas locomotivas subirem e descerem o grande declive da Serra do Mar com segurança. Neste ponto, é recomendada atenção, pois para atingir o leito do Funicular, é preciso atravessar a via da Cremalheira, seguí-la por uns 200m e subir por uma antiga canaleta de escoamento de água, evitando ser visto pela segurança presente no local, pois é lei federal a proibição de se caminhar em ferrovias. Sendo assim, tratamos de desligar nossas lanternas e andamos ligeiramente pela via, chegando ao leito do Funicular sem qualquer imprevisto, às 23h20. Sucesso!
       
      Daqui, bastou seguirmos os precários trilhos até chegarmos ao 5º túnel, onde instalamos nossas barracas em sua entrada, às 0h, a fim de conseguir burlar a friaca daquela noite e pegar num quase impossível sono.
       
      Pés nos trilhos
       
      Após uma loga e mal dormida noite, às 5h30, levantamos o acampamento, recolhemos as tralhas e seguimos adiante. Atravessamos o 5º túnel, caracterizado pelas suas janelas laterais, de onde é possível ter vista parcial para o outro lado do vale. Este túnel antecede o temido abismo da Grota Funda, cortado pelo 14º Viaduto do sistema Funicular - com 60m de altura, o mais alto de todos - e por um outro viaduto pertencente à Cremalheira, bem mais abaixo. Não hesitamos e o transpomos sem muitas dificuldades - como na outra vez o fiz pelos trilhos da direita, desta vez, optei pelos da esquerda, para ter um melhor visual da cachoeira da Grota Funda. Nesta hora, tivemos um encontro com dois rapazes que também seguiam pelos leitos da dita ferrovia, porém, faziam a transporição da ponte de forma não recomendada: pelos dormentes podres e frágeis. Atingindo terra firme, notamos os primeiros raios do Sol refletidos na serra ao fundo, ocasionando um cenário digno de bem enquadradas fotos!
       



       
      Passamos brevemente pelo 4º Patamar, onde pudemos conferir todo o maquinário que um dia movimentou os cabos de aço responsáveis por tracionar os Locobreques - locomotivas especialmente fabricadas para rodarem no Funicular Serra Nova - que circularam alí, trazendo e levando povos e especiarias, e promovendo o progresso do Estado de São Paulo.
       

       
      Às 7h30, demos continuidade à pernada, retornando à via e seguindo-a por mais túneis e pontes horrendas e precárias e pelo 3º Patamar, que nos serviu como mais um dos trocentos possíveis mirantes do percurso. Uma das pontes, a 11ª, estava com seus trilhos parcialmente soltos, o que nos fez cogitar em contorná-la pela trilha que saia à sua direita. Porém, resolvemos nos arriscar e atravessá-la, desde que, para isto, fossemos um por vez, para evitar sobrepeso na estrutura.
       





       
      A "Ponte Mãe"
       
      Após quase 6h de trilhos, chegamos ao 4º Viaduto, também conhecido como "Ponte Mãe", por ser o mais extenso do sistema, com mais de 200m! Esta ponte é temida por muitos, em razão de seu estado calamitoso e por estar muito coberta pela mata densa e espinhenta. No geral, os aventureiros costumam contorná-la por uma trilha em "S" que costura a ponte até culminar em sua extremidade oposta. Porém, mais uma vez, decidimos fazê-la por cima, nem que para isto, fossem necessárias habilidades no manuseio de facões.
       
      Logo nos primeiros metros, notei um galho enroscado em minha calça, na perna direita. Não era possível removê-lo com as mãos, pois o mesmo era totalmente envolvido por espinhos. Me ví preso a quase 30m de altura! Numa tentativa desafiadora de me livrar deste, tratei de me equilibrar com o pé esquerdo no estreito trilho e, simplesmente, dei um ligeiro chute no ar com o direito, até que, finalmente, o bendito se desprendeu e eu pude retomar meu rumo.
       

       
      Nos aproximávamos da metade da ponte e outro emaranhado de mata espinhenta nos impedia de seguir por este lado - o esquerdo - da mesma, nos obrigando a passar para os trilhos da direita, nos fazendo valer de um humilde hístimo metálico paralelo aos dormentes, pertencente à estrutura da ponte, aparentemente mais resistente que qualquer outra estrutura a mais presente alí. Pois bem, o Jefferson foi o primeiro, seguido por mim. A Renata e o Gabriel vinham pouco atrás e, portanto, os esperamos para instruí-los a como proceder. Inesperadamente, a Renata deu um salto para trás, um tanto assustada pelo que acabara de ver: uma serpente, mais tarde identificada pelo nosso amigo do fórum Mochileiros.com, Gabriel "Mochileiro Peregrino" como sendo uma Caninana - não peçonhenta, porém, agressiva e ágil. Esta passou totalmente despercebida por mim e pelo Jefferson, enquanto nos atentávamos somente a atravessar a precária estrutura da ponte, que já tomava totalmente nossas atenções! Com cuidado redobrado e todos já nos trilhos da direita, terminamos de transpor a Ponte Mãe, desta forma extremamente inusitada e perigosa!
       



       
      A pernada final
       
      A partir da Ponte Mãe, a travessia suaviza. Já não é mais necessário transpor mais nenhuma ponte, pois há trilha fácil que as contorna. Restavam-nos apenas mais 2h de caminhada para que atingíssemos o pátio de manobras da MRS, já em Cubatão. Atravessamos o Tunel 11, ou "Túnel Pai", o mais extenso, com 240m, paramos na cachoeira referente ao 2º Viaduto, o que não resistiu ao abandono e as ações do clima e desabou há anos, e assim, às 15h10, finalizamos a travessia histórica pela ferrovia que construiu o país, durante um século!
       


       
      Uma vez no pátio de manobras da MRS, bastou atravessar alguns trilhos e seguir rumo ao ponto de ônibus localizado na rotatória frente à Usiminas (antiga Cospia).
       
      Fim de trip?
       
      Diferente de qualquer travessia que fizemos até então, nossa trip ainda teria continuidade! Tomamos o coletivo da EMTU rumo ao Guarujá, onde descemos em seu ponto final, um terminal urbano, chamado de Ferry Boat Plaza, bem estruturado e que serve de ponto de entrada da cidade, também, para quem vem por balsa, a partir de Santos. Deste local, é possível ter vista privilegiada de toda a baía de Santos e de parte do porto. Com sorte, conseguimos flagrar em enorme cargueiro passando a poucos metros de nós!
       

       
      Às 16h20, embarcamos na linha 930, um coletivo, também da EMTU, que seguia para Riviera de São Lourenço, passando por Bertioga. Nosso objetivo era pegar a balsa gratuita em Bertioga que, contraditoriamente, nos deixaria, novamente, no Guarujá, porém, em sua outra extremidade, a mais de 40km do Ferry Boat Plaza. Em Bertioga, nos adiantamos e adquirimos nossas passagens para o retorno a Mogi das Cruzes, que seria na manhã de Domingo, às 8h.
       
      Logo ao lado do pier da balsa, já no lado do Guarujá, inicia-se a trilha sussa à Prainha Branca. Porém, nossa exaustão decorrente da travessia não nos fazia concordar com a facilidade desta trilha, totalmente pavimentada e de baixa declividade! Mesmo sendo, às 18h, já nos deparávamos com a muvuca característica de fim de ano, que pairava naquela comumente bucólica praia. É interessante notar as diferentes tribos presentes alí, gente de todos os tipos e gostos. Paramos num pequeno bar, onde aproveitamos para encher nossas panças, finalmente, após um longo dia de precária alimentação, resumida em apenas morangos silvestres e barrinhas de cereais.
       
      Apesar do clima, nosso point não seria a Branca, mas sim, uma praia vizinha a esta, pois não é permitido camping alí, por questões diversas. Então, às 22h, nos despedimos dos amigos do Jefferson, com quem nos encontramos e que também estavam a passar o Reveillon na região, e fomos direto à trilha que nos deixou, às 22h30, na deserta Prainha Preta. Para nossa surpresa, já havia algumas barracas instaladas no local. Armamos as nossas barracas e pegamos logo num profundo sono, junto à brisa vinda do mar!
       
      Um novo perrengue: a fuga da virada
       
      Acordei às 6h, com o Gabriel tentando sair da barraca para obter algumas fotos do amanhecer que podíamos presenciar naquele momento. A praia é marcada por um apêndice rochoso que salta 4m acima do nível do mar, e pela tonalidade ligeiramente escura de suas areias.
       



       
      Nosso dia se resumiu a apreciar a paisagem bucólica do lugar, o mar incansável de se observar e a papos dos mais diversos. O Gabriel, com um pouco mais de pique, decidiu seguir uma trilha que o levaria à Praia do Camburizinho, onde o elemento marcante é uma lagoa formada pelo curso de um rio que deságua alí. Enfim, o bom tempo que se mostrava diante de nós sofreu uma mudança brusca quando, as 18h, ocorreram os primeiros pingos de chuva que, em poucos minutos, se tornaram um grande e interminável dilúvio, que persistiu até altas horas, nos deixando presos em nossas barracas, sem muito o que fazer.
       
      Numa tentativa frustrada de quebrar a lentidão do tempo, que tardava a passar, jogávamos conversa fora, abordando temas que variavam desde a nossa própria trip a assuntos relacionados a games ou computação gráfica (minha área de atuação profissional).
       
      Enquanto a chuva não cessava, decidíamos também como procederíamos na ocasião, tentando entrar num consenso sobre a viabilidade de desarmarmos o camping e irmos à civilizada Prainha Branca, ainda naquela noite, para podermos assistir à tão esperada queima de fogos, ou se seria melhor permanecermos alí até que a chuva enfraquecesse ou parasse de vez, desde que não se extendesse para além das 5h da manhã seguinte, pois teríamos que chegar a Bertioga até as 8h para tomar nosso ônibus.
       
      Porém, notamos que o riozinho que corria próximo à nossa área de acampamento havia subido seu nível drasticamente, atingindo nossas barracas! Nossa decisão imediata foi abandonar o local. Desmontamos tudo, pusémos nossas bagagens nas costas e rumamos pela trilha em direção à Prainha Branca, às exatas 0h - isso mesmo, passamos a virada do ano no meio de uma trilha!
       
      Finalmentes
       
      Após perdemos todo o espetáculo da queima de fogos e com a chuva já tímida, atingimos o solo da Branca, às 0h30, onde tratamos de nos aconchegar na areia da mesma. Eu, por vez, decidi procurar algum restaurante para jantar e mandei ver com uma porção de fritas e outra de frango empanado! Reencontrei o pessoal num outro quiosque, às 3h, onde permanecemos moscando - flagrando um cara extremamente chapado derrubando tudo à sua frente, sem sequer conseguir se manter em pé - até que, às 5h30, partimos rumo à balsa para Bertioga.
       
      Chegamos ao outro lado, em Bertioga, às 6h10, onde passamos numa padaria que acabava de abrir as portas, naquela manhã de Domingo e compramos alguns salgados e água, e paramos numa praça às margens do cais para as últimas fotos da trip, enquanto nosso ônibus não chegava.
       

       
      Dadas pontuais 8h, nos vimos dentro do veículo que não demorou a partir rumo a Mogi das Cruzes, onde chegamos às 9h20 e tomamos o trem da CPTM, que por sua vez, nos deixou no centro de São Paulo. Daqui, cada um seguiu sua jornada final para casa, com muita história para contar e a garantia de que 2012 foi estreado com não um, mas dois perrengues que, pela insanidade, tornaram-se dignos de serem relembrados por muito tempo!
    • Por nativus
      Salve salve galera ...............
       
      aqui vai um breve relato e fotos da prainha "mágica".................
       
      ... ah e quem não conhece a prainha branca famosa pela paz, tranquilidade e pelos luais que acontece aos finais de semana ( geralmente pelos bares do local que toca um reggae a noite ) showwwww...
       
      neste dia fui de moto a prainha branca fica ao lado da balsa bertioga-guarujá atravesando a balsa já é visivel o portal e o acesso a trilha para se chegar a mesma....
       
      para se chegar lá......... bom para min que moro na zona leste o caminho mais curto é
       
      av aricanduva........ continua elevado aricanduva......rodovia fernão dias .......mantenha á direita.............rodovia presidente dutra..............pegue a saida á direita para a rodovia mogi- bertioga...............
      rodovia mogi- bertioga até o fim...... atravese a balsa e verá o portal.............
       
      bom no local tem um estacionamento para motos do lado direito ( que foi aonde deixei a moto e que vende cervejas, água e salgadinhos a preço popular...)
       
       

       
       
       

       
       
       

       
       

       
       
      ...o portal e inicio da trilha formada por escadas calçada e próximo da praia é de areia.
       
       

       
       

       
       

       
       

       
       

       
       

       
       

       
       

       
       

       
       

       
       

       
       

       
       

       
       

       
       

       
       

       
       

       
       

       
       

       
       

       
       

       
       

       
       
       
      pessoal é isso e para quem for lá conhecer boa viagem a todos..........................
    • Por msf.RICO
      Bom galera este e mais uma passeio sem nenhuma programação em que eu mais o primo doido pela estrada que eu tenho fizemos neste domingão dia 06.DEZ.08. na prainha branca em Bertioga sampa.
      Lá vai as fotos.
       
      Começa a formação na frente de minha casa.

       
      Dar de beber para as sassas.

       

       
      Primeira parada na Imigrantes para o café da manhã.

       
      As placas tem vez.

       
      Cheio de graça rsrs.

       
      Pistas ruim cheia de buracos olha ai!!!

       
      Mais uma da galera.

       
      Subindo, subindo, subindo...

       
      Belo rio no percurso.

       
      Senhora RICO quiz aparecer rsrs.

       
      Estamos quase lá.

       
      Entrada da cidade.

       
      Sempre de boa rsrs.

       
      E o garoto todo equipado rsrs.

       
      Chegando na orla de Bertioga.

       
      Guardando as meninas na casa da dona Nilza uma senhora dona de uma
      casinha que no fins de semana cede o fundo do terreno para o motociclistas
      guadarem suas preciosidaddes.

       
      Olha a galerinha ai de novo.

       
      Uma vista da enseada.

       
      O canal do local.

       
      E eu tinha que sai né.

       
      A vez dos monumentos.

       
      Belas paisagens.

       
      Nem percebi esta.

       
      Praia tambem e cultura.

       

       
      Registrando o momento.

       

       

       
      Olha eu de novo.

       
      Canhão situado no forte da cidade.

       
      Lado externo do forte.

       
      Marcando o momento.

       
      Cheio de graça.

       
      Embarcando na balsa sentido a Prainha Branca.

       

       

       
      O portal da Prainha Branca.

       

       
      Pra chegar lá só de barco ou na bota rsrs.

       
      As trilhas estão com pedras e nada do antigo barro.

       

       

       
      Fauna e flora preservada.

       
      Show.

       
      Pra refletir.

       

       
      Já na Prainha.

       
      Uma vista da ilha.

       
      Resolvemos subir a trilhar e curtir o visu!!!

       

       
      Estressado o menino.

       

       
      Belas paisagens.

       

       

       
      E eu de novo rsrs.

       

       

       
      Já no entardecer.

       
      Pena que estava acabando.

       

       
      Hora de se preparar para subir com as meninas.

       
      Olha o congestinamento mas e hora de voltar pra casa.

       
       
      Espero que tenham gostado galera mais uma bom lugar para respirar um ar puro aqui em Sampa...abçs..(RICO)


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